O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
Djimon Hounsou (‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’) também estrelará a produção.
Na trama…
“Dois jovens ganham dinheiro rápido alugando apartamentos incríveis na cidade de Nova York que não são seus para pessoas que não sabem que estão sendo enganadas. O golpe funciona brilhantemente até que eles encontram um proprietário de apartamento com um segredo obscuro que vira o jogo contra eles.”
Ele é conhecido entre os fãs do gênero, tendo comandado ‘Jogos Mortais 2, 3 e 4‘, ‘Repo! A Ópera Genética‘, ‘Dominados pelo Ódio‘, ‘11-11-11‘, ‘O Carnaval do Diabo‘ e sua sequência, ‘O Matadouro‘, ‘St. Agatha‘, ‘Minha Morte‘ e ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘.
“Darren me enviou um roteiro com reviravoltas incríveis e a oportunidade de trabalhar ao lado dele e do brilhante Djimon Hounsou,” declarou o produtor Mark Burg. “Essa filme será incrível e irá assustador os espectadores ao redor do mundo.”
Alguns fatores podem fazer um filme antigo voltar à boca dos fãs nos tempos atuais. Um deles é o lançamento de uma continuação, o que sempre faz grande parte dos cinéfilos buscarem os outros longas quem compõem a franquia. No caso dos jovens, para conhecer, e dos fãs mais velhos, para relembrar. Outro fator, infelizmente, pode ser a morte de um ator ou realizador famoso, o que desperta o interesse do público em homenageá-lo procurando seus filmes mais proeminentes. E temos ainda os filmes que nunca saem do imaginário coletivo dos fãs da cultura pop, como por exemplo, a franquia ‘Star Wars’.
Pensando nisso, com a ajuda da “bíblia” do cinema na rede, o IMDB, vamos dar uma olhada nos clássicos dos anos 90 que ressurgiram nessa segunda metade de julho 2024 na cabeça e boca dos fãs com força total, se tornando populares novamente. Confira abaixo.
Com US$221 milhões mundiais em pouco mais de uma semana em cartaz, ‘Twisters’ conseguiu dar um gás no título dos anos 90, se tornando o mais novo sucesso da temporada do verão norte-americano. É claro que essa popularidade também alavancou o interesse novamente pelo filme clássico dos anos 90 – ‘Twister’, com Helen Hunt e o saudoso Bill Paxton. Graças ao sucesso do segundo filme, mais pessoas voltaram a falar sobre o original, procura-lo, assisti-lo e pesquisa-lo. O filme é o quarto mais comentado atualmente no IMDB e o filme número 1 dos anos 90 em popularidade.
Todos falaram muito sobre Jake Gyllenhaal em ‘Matador de Aluguel’ no início do ano, graças ao fenômeno que o remake se tornou na Amazon Prime Video – já garantindo o sinal verde para uma sequência. Como se não bastasse, Gyllenhaal ainda se aventuraria por outro remake de um clássico do início da década de 1990. Falamos sobre ‘Acima de Qualquer Suspeita’, thriller baseado no livro de Scott Turow, sobre um assassinato dentro de um escritório de advocacia. A nova adaptação transforma o filme em uma série de nove episódios da AppleTV+. Isso, é claro, deu um boost no filme original de 1990, onde o protagonista foi vivido por Harrison Ford. O original é atualmente o filme de número 58 dentre os mais comentados da atualidade e o segundo mais popular dos anos 90.
Julho é o mês das férias escolares da garotada. Dessa forma, é neste período que os filmes mirados a eles mais bombam. Nos cinemas, por exemplo, vimos o fenômeno que se tornou ‘Divetida Mente 2’ e o sucesso de ‘Meu Malvado Favorito 4’. Mas como sabemos também, os streamings resumem muito de nossa realidade hoje e a forma como os pais e os filhos consomem filmes. Sendo assim, nada melhor do que voltar ao passado e assistir em família um verdadeiro clássico dos anos 90 que resume uma fase muito especial do crescimento e amadurecimento de crianças se tornando adolescentes. ‘Se Brincar o Bicho Morde’ está em cartaz na Disney+ e é um grande favorito dessa época. justamente por isso, está entre os dez filmes mais populares dos anos 90 atualmente.
Aqui temos mais um clássico dos anos 90 que não sai de moda. Ainda mais porque novos exemplares da franquia continuam a ser lançados. ‘Bad Boys – Até o Fim’ provou que Will Smith ainda consegue atrair o público ao cinema, mesmo após sua enorme gafe no Oscar 2022. O quarto filme fez sucesso nos cinemas, despertou interesse pelos demais longas da franquia, e agora é lançado para ser assistido em home vídeo, dando chance para todos que não conseguiram assistir nos cinemas. Fora isso, pertence ao mesmo gênero de ‘Um Tira da Pesada 4’, outro filme que fez enorme sucesso esse mês. O primeiro ‘Bad Boys’ voltou à boca do povo e está entre os dez filmes mais populares dos anos 1990 na atualidade.
Quem é rei nunca perde a majestade. ‘Jurassic Park’ é não apenas um dos melhores blockbusters da história do cinema, tendo revolucionado no quesito dos efeitos especiais, mas também é um filme que não sai da boca e da mente dos fãs pelo mundo todo. E quando o anúncio foi feito de um vindouro quarto ‘Jurassic World’, que se comporta como o sétimo filme da franquia, levando em conta também os três Jurassic Park, é claro que o filme original voltaria com tudo aos trending topics. E não apenas isso, como ‘Jurassic World 4’ será estrelado pela musa Scarlett Johnasson.
Os Anjos Entram em Campo (1994)
anjos cinepop
Voltando ao tópico dos filmes para a garotada preferidos dos anos 90, esse mistura dois assuntos que os pequenos adoram, em especial os meninos, esportes e fantasia. Aqui temos Joseph Gordon-Levitt bem pequenininho interpretando um menino que faz um inusitado pedido – que termina se tornando realidade. Mas para isso, como diz o título, anjos precisaram ajudar seu time do coração vencer o torneio. No elenco temos ainda Danny Glover e Christopher Lloyd. A produção é da Disney mas não está presente no acervo da plataforma, ao menos não no Brasil.
A franquia ‘Um Tira da Pesada’ está com tudo e não está proza. A série estrelada por Eddie Murphy é um dos assuntos mais comentados no mundo do cinema nessa temporada. Isso tudo graças ao lançamento de ‘Um Tira da Pesada 4’ na Netflix no início de Julho, o que vem mantendo a popularidade não apenas deste filme, como da franquia toda, na boca do público. Pegando carona nesta popularidade, todos os outros três filmes se tornaram igualmente comentados. O terceiro é menos apreciado pelos fãs, e até ele entrou na dança. Nesta aventura, Axel Foley segue o assassino de seu chefe em Detroit e vai parar em um parque de diversões no melhor estilo Disneylândia, em Beverly Hills.
Digamos apenas que todos que assistiram ao blockbuster da temporada, ‘Deadpool & Wolverine’, sabem bem por que o ‘Blade’ original voltou aos tópicos de busca na internet. Essa sem dúvida foi uma das maiores e melhores surpresas do filme. Fora isso, como todos devem saber também, um novo filme de ‘Blade’ vem sendo produzido pela Marvel, desta vez protagonizado por Mahershala Ali – mas que infelizmente vem passando por inúmeros problemas desde que foi anunciado há cinco anos. Tudo isso, gerou falatório em torno do filme original, que se tornou um dos mais populares da temporada.
No fim de agosto de 2024 teremos um novo ‘O Corvo’ nos cinemas. Não é justo chamar o filme de uma refilmagem, ele está mais para um reboot – já que a história e o universo agora serão outros. A proposta é mesmo reanimar a marca da franquia, e impulsiona-la para o público mais jovem. Muitos podem não saber, mas o longa original é baseado em uma história em quadrinhos underground – nos anos 90 a aposta era maior em HQs desconhecidas do que nas populares. E como sabemos, ‘O Corvo’ foi marcado pela trágica morte de Brandon Lee há 30 anos. É claro que o reboot fez surgir novo interesse pelo original.
A série ‘Ripley’, da Netflix, foi uma das produções mais badaladas desta primeira metade de 2024. A produção é baseada no livro de Patricia Highsmith. Os mais novos talvez não saibam, mas a adaptação mais famosa do mesmo livro data de 1999, em um filme para o cinema estrelando Matt Damon, Jude Law, Gwyneth Paltrow e Cate Blanchett. Talvez o longa não seja tão desconhecido assim, pois anda temperando o cardápio da Netflix, atualmente em cartaz no streaming para todos que quiserem desbrava-lo – mais um motivo da popularidade da obra.
Fechando a lista, temos um dos filmes mais desconhecidos da matéria. Talvez apenas os que viveram na época lembrem desta comédia de fantasia, com toques de drama. Mas ‘Da Magia à Sedução’ foi muito comentado na época por unir duas das mais promissoras estrelas de Hollywood então em ascensão: Sandra Bullock e Nicole Kidman. Já ouviram falar delas? No filme, elas interpretam irmãs bem diferentes, parte de uma linhagem de bruxas modernas – que terminam se envolvendo com a morte de um sujeito. Uma continuação tardia do filme está sendo produzida, com a volta das duas protagonistas. Desta forma, o interesse pelo original voltou à tona.
Longe dos grandes centros urbanos – onde a realidade caótica e a insegurança já são avassaladoras na vida de qualquer um –, mais para dentro do nosso país, existem realidades onde a câmera não chega, uma realidade que não vira notícia, que não vira estatística, e, portanto, não existe oficialmente. Múltiplas violências, inacessibilidade a recursos, falta do mínimo para subsistir – são muitos os recantos desse território cujos dramas não são retratados no audiovisual. Um pouco na tentativa de jogar luz sobre um problema crônico que assola o interior selvático desse país, o longa ‘Manas’, produzido pela Inquietude com coprodução do Canal Brasil, Globo Filmes, Pródigo e Fado Filmes, teve suas primeiras sessões de exibição no Brasil durante o Festival do Rio2024.
Marcielle (a estreante Jamilli Correa) é a segunda filha mais velha da família, após sua irmã que deixou a cidade e foi morar no sul. Ela tem por volta de 13 anos e ainda brinca de boneca com sua irmã menor, na humilde casa ribeirinha às margens do rio em Marajó, no Pará. Quando, certo dia, a corda de sua rede arrebenta, em vez de deixá-la dormir no chão seu pai, Marcílio (Rômulo Braga, de ‘Carvão’), fala que a partir daquele momento Cielle irá dormir com ele, na cama, ao passo que a mãe, Danielle (Fátima Macedo, de ‘O Clube dos Canibais’), continuará dormindo na rede dela. Começa, assim, um ciclo de abusos à jovem Cielle, que, para fugir da violência que sofre dentro de casa, se dispõe até mesmo a subir nas balsas dos visitantes e se oferecer em troca de comida e de uma oportunidade de fugir daquela realidade.
‘Manas’ poderia ser baseado em eventos reais, em muitos eventos reais, mas é ficção. E esse é o grande trunfo da diretora estreante em longa-metragem de ficção Marianna Brennand: fazer uso do audiovisual para contar uma história comum a centenas de garotas e meninas que passaram e ainda passam por esse tipo de situação, não só no Marajó mas, principalmente, em toda a região do norte do país, onde o mero transporte de mantimentos requer logística.
Outro grande ponto fundamental no roteiro de Camila Agustini, Carolina Benevides, Marianna Brennand, Marcelo Grabowsky, Antonia Pellegrino e Felipe Sholl é construir as cenas de abuso sem expor as crianças do elenco a situações desconfortáveis que pudessem gerar traumas na vida real. Assim, as cenas em que qualquer tipo de violência acontece são subliminares, em off, de modo que o espectador consegue entender, mas não precisa ver.
Com elenco que conta comDira Paes em participação especial e nomes como Rômulo Braga, numa corajosa interpretação de um pai abusivo, o sol em ‘Manas’ é mesmo a jovem Jamilli Correa, que tem aquele frescor juvenil em florescimento da puberdade, mas com traços de coragem que, sabemos, é naqueles primeiros anos adolescentes que surgem nas mulheres. Com muita competência, Jamilli assume o protagonismo de uma história terrível e que não é só de Cielle, mas de muitas meninas e garotas do país. Não à toa, Jamilli Correa levou o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio.
Corajoso, singelo, real e belamente fotografado, ‘Manas’ é um filmaço com um elenco afiado que não teve receio de expor uma ferida crônica do interior nortista do país. Imperdível, está em cartaz também na Mostra de Cinema de São Paulo.
A aguardada série ‘Demolidor: Renascido’ está a caminho doDisney+, trazendo de volta dois personagens icônicos: Matt Murdock e Wilson Fisk.
No entanto, a nova temporada parece não ter tantos confrontos diretos entre o herói e o vilão, interpretados por Charlie Cox e Vincent D’Onofrio, respectivamente.
Em conversa com o Collider, Cox revelou mais sobre a dinâmica entre os dois personagens, comentando o quanto a relação entre ambos é tensa.
“Sempre que esses dois se encontram, há uma sensação de que a luta será mortal. É algo extremamente intenso. Por isso, ao construir o roteiro, é preciso limitar as interações entre eles e criar uma justificativa sólida para que não estejam sempre juntos”, disse Charlie Cox.
Vale lembrar que Cox também revelou ao Collider que os fãs podem esperar por pelo menos uma cena marcante de ação na produção.
“Na 2ª temporada, também fizemos uma cena one-shot. Parece contínua, mas, de vez em quando, a câmera passa por algo escuro, como uma parede ou uma jaqueta, e usamos esse momento para costurar diferentes tomadas, dando a impressão de que tudo foi filmado de uma vez só. Isso permite um pouco mais de liberdade e criatividade. Na nova temporada, temos uma sequência longa e impressionante nesse estilo, mas não vou revelar em qual episódio”, disse o ator.
Além de Cox como o personagem-título e D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Baseada na série belga ‘Clan’, a trama acompanha as irmãs Garvey. Desde muito cedo, as quatro se tornaram inseparáveis por conta da morte prematura dos pais. Como consequência, o quarteto jurou permanecer unido não importando qual dificuldade a vida jogasse em direção a elas. Isso até que uma delas acabar se casando com um homem desprezível. Quando uma das irmãs se encontra cada vez mais submissa ao marido e, basicamente, vive nas sombras dele, as outras decidem se unir para tomar uma atitude contra o casal.
O ator Tom Glynn-Carney, que interpreta o controverso Rei Aegon Targaryen na série de sucesso ‘A Casa do Dragão’, usou suas redes sociais para fazer um apelo emocionante aos fãs.
Em seus stories, o ator expressou sua preocupação com as mensagens de ódio que ele e seus entes queridos têm recebido desde o início da série.
“Foi-me trazido à atenção que mensagens odiosas e prejudiciais estão sendo enviadas para meus amigos e familiares. Por favor, parem. Esse comportamento não é aceitável. Contas dedicadas a esse tipo de ação serão removidas. Muitas vezes esquecemos o poder das palavras. Espalhem apenas amor. Tom”, escreveu o ator.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussainté Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly Alcock e Emily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
Segundo o Deadline, Ronald D. Moore foi escalado como o novo showrunner, roteirista e produtor executivo da ambiciosa adaptação seriada em live-action de ‘God of War’, baseada na popular franquia de games homônima.
A contratação de Moore ocorre pouco tempo depois da saída do time criativo original, que incluía o showrunner e produtor executivo Rafe Judkins e os produtores executivos Hawk Ostby e Mark Fergus. O trio havia finalizado múltiplos roteiros antes da remodelação total da série.
Moore é conhecido por seu trabalho em diversas produções que se tornaram sucesso de crítica e público, incluindo ‘Outlander’, ‘For All Mankind’ e ‘Battlestar Gallactica’.
Por enquanto, nenhum nome foi anunciado no elenco de ‘God of War’.
Já foi confirmado que a série será baseada no jogo lançado em 2018, mostrando Kratos, acompanhado por seu filho Atreus, em uma jornada para realizar o último desejo de sua esposa falecida.
Baseada em distintas mitologias, a história segue Kratos, um guerreiro espartano que foi levado a matar sua família por seu antigo mestre, o deus da guerra Ares. Isso desencadeia uma série de eventos que levam às guerras com os panteões mitológicos.
Considerada uma das melhorias franquias de games da história, ‘God of War’ recebeu aclame universal por parte da crítica especializada e já vendeu mais de 66 milhões de cópias ao redor do mundo.
O aclamado filme ‘Godzilla Minus One’, lançado no ano passado, surpreendeu tanto críticos quanto fãs, se destacando como uma das melhores obras da história da franquia.
Escrito e dirigido por Takashi Yamazaki, o filme apresenta um final que, embora tenha gerado discussões, encerrou a trama de uma maneira feliz, já que descobrimos que Noriko, interpretada por Minami Hamabe, sobreviveu ao ataque devastador do Godzilla.
Porém, a reviravolta do final não estava garantida desde o início da produção, e o desfecho do longa poderia ter sido muito diferente.
Durante sua participação no painel da New York Comic Con, em celebração ao 70º aniversário da franquia, Yamazaki revelou que, no rascunho inicial do roteiro, Noriko não sobrevivia.
“A verdade é que, no primeiro rascunho, Noriko morre. Então, eu li isso repetidamente e pensei: ‘Podemos realmente fazer isso com Shikishima?’ Depois de todas aquelas jornadas, todas as colinas e montanhas que ele teve que escalar, derrotando Godzilla, ele voltaria para casa e não haveria ninguém? Isso seria simplesmente trágico demais”, declarou Takashi Yamazaki.
Para relembrar, durante o ataque de Godzilla a Ginza, Noriko empurra Shikishima para um beco, tentando salvá-lo da explosão atômica do monstro.
A cena sugere que ela morreu, mas, para a alegria dos fãs, no final de ‘Minus One’, eles se reencontram, embora Noriko apresente uma estranha marca preta em seu pescoço, com o desfecho gerando debates e deixando perguntas no ar.
A aparição de Noriko no final de ‘Godzilla Minus One’, além de significar um desfecho feliz para os protagonistas, também pode ser interpretada como um gancho para uma possível sequência, algo que gera muitas expectativas nos fãs.
A decisão de mudar o final parece ter sido correta, já que ‘Godzilla Minus One‘ se provou um verdadeiro sucesso entre os críticos, com 98% de aprovação.
Destrinchando o desespero através de uma história que envolve uma distopia repleta de zumbis que correm e um desenrolar sombrio de um casamento por um fio, Lá Fora, lançamento filipino da Netflix que logo alcançou o Top 10, é uma obra tensa, violenta, que alcança seu primor no suspense psicológico. Seguindo a frase: ‘não há beleza no caos’, nos aproximamos de uma história dura, um soco no estômago que explora o estado de sobrevivência. O projeto é escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Ledesma.
Na trama conhecemos o casal Francis (Sid Lucero) e Iris (Beauty Gonzalez), que junto dos dois filhos, encontram abrigo na casa da família do primeiro após o mundo ser dominado por zumbis. Um fato importante é que essas duas almas estão com o casamento por um fio e situações de um passado recente começam a aflorar nesse presente de caos e incertezas. A partir de inconsequências a história toma um rumo imprevisível.
Com suas mais de duas horas de projeção, o filme se prolonga mas não chega a ser repetitivo, encontra algumas formas de concluir subtramas familiares que fazem parte do alicerce dos conflitos dos personagens. Com uma narrativa detalhista, onde a obsessão, os traumas, a opressão, os deslizes da psiquê, são características jogadas pelo caminho, logo nos deparamos com a verdadeira prisão que começa a se revelar. Esse último ponto, se aproxima de temas atuais como a violência doméstica.
De suspense em poucos passos encontra o terror através também dos gatilhos emocionais. Tentando elucidar os pesadelos nas memórias, o roteiro logo se mostra em paralelos a um presente real e opressor. O carro quebrado, o mundo destruído, tornam-se espelhos de um relacionamento na iminência do fim. Percebemos a todo instante um cuidado para a imagens (referências) conversarem com os conflitos emocionais dos personagens. Aqui chegamos na quebra do psicológico, por meio do descontrole, o trauma não trabalhado.
Somando-se ao exposto no parágrafo anterior, em um lugar onde parece que todos os dias são noites, percebemos o declínio do consciente, amargurado pelo choque de desequilíbrios. Indo até camadas profundas, percebemos a proximidade – quase necessidade – de uma aproximação do que acontece na realidade. Tudo é bem conduzido pela direção primorosa de Ledesma. Esse é um dos mais interessantes filmes lançados nesse segundo semestre de 2024 na Netflix.
A trama irá explorar o amor clandestino entre as icônicas estrelas da sétima arte Kim Novak e Sammy Davis Jr. em 1957. Sydney Sweeney dará vida a Novak, enquanto David Jonsson interpretará Davis.
As gravações do longa-metragem irão ocorrer em Los Angeles, pouco depois que Sweeney e Domingo terminarem as filmagens da 3ª temporada de ‘Euphoria’.
Além de estrelar, Sweeney ficará responsável pela produção do projeto ao lado de Tani Cohen e Bobby Rock. Jon Levin entra como produtor executivo.
Matthew Fantaci assina o roteiro.
Novak, estrela de ‘Um Corpo que Cai’, e Davis, membro da banda Rat Pack, estavam no auge do poder do estrelato quando se conheceram no programa The Steve Allen Show. Eles se apaixonaram imediatamente, mas, à medida que os rumores se espalhavam, o racismo desenfreado na América ameaçou atrapalhar suas carreiras. Novak sentiu a ira de Harry Cohn, o chefe da Columbia Pictures à época, que tinha a atriz sob contrato. O caso secreto deles se tornou uma grande notícia quando um colunista de fofocas de Chicago, no início de 1958, escreveu um relato detalhado de seu relacionamento, incluindo seus planos de se casar – apesar das constantes negações de ambos. Davis, nove dias depois, resolver se casar com uma corista chamada Loray White.
O reboot de ‘Lobisomem’, produzido pela Blumhouse, teve uma grande reviravolta quando Ryan Gosling, “que seria o protagonista, decidiu se afastar do projeto, junto com Derek Cianfrance.
Agora, em uma conversa com o ComicBook, Leigh Whannell, diretor e co-roteirista do filme, revelou detalhes sobre a situação, afirmando que as mudanças não tiveram um grande impacto no projeto.
Whannell esteve envolvido no projeto desde 2020, quando começou a co-escrever o roteiro com sua esposa, Corbett Tuck. No entanto, em 2021, ele precisou se afastar devido a conflitos de agenda.
“Acabei meio que me afastando por um tempo e voltando, e então eu simplesmente voltei direto ao que estava fazendo originalmente. Minha esposa e eu realmente co-escrevemos o filme, então simplesmente mantivemos o curso. Voltamos ao nosso roteiro, e sempre foi apenas esse conceito, realmente aprofundando”, declarou Whannell.
Após a saída de Whannell, Ryan Gosling sugeriu Derek Cianfrance, com quem já havia trabalhado anteriormente, para reescrever e dirigir o filme.
No entanto, o projeto não avançou até o final de 2023, o que fez com que Gosling e Cianfrance se afastassem da produção. Dessa maneira, a Blumhouse resolveu recorrer ao antigo diretor do projeto para colocar ‘Lobisomem’ novamente nos trilhos.
Vale lembrar que recentemente a Universal Pictures divulgou o novo trailer do reboot.
Confira, dublado e legendado:
A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2025.
Na trama, Blake (Christopher Abbott) herda a remota casa de sua infância na zona rural do Oregon depois que seu próprio pai desaparece e é dado como morto. Desgastado com sua vida na cidade grande, Blake convence sua esposa Charlotte (Julia Garner) a dar um tempo do tumulto e visitar a propriedade com sua filha, Ginger (Matlida Firth).
Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda na calada da noite, eles são atacados por um animal monstruoso e, em uma fuga desesperada, se barricam dentro da casa enquanto a criatura ronda o perímetro. Conforme a noite avança, no entanto, Blake começa a se comportar estranhamente, transformando-se em algo irreconhecível, e Charlotte será forçada a decidir se o terror dentro de sua casa é mais letal do que o perigo de fora.
Após um sólido desempenho na China, as projeções da arrecadação mundial de ‘Venom 3: A Última Rodada‘ foram reajustadas.
Inicialmente, os analistas apontavam uma estreia global em torno de US$ 150 milhões. No entanto, após abrir com US$ 9.3 milhões no mercado chinês, as projeções foram ajudadas para US$ 165 milhões.
De acordo com o Deadline, esse é o maior dia de abertura no país para um filme de super-herói desde ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, e deve fechar o final de semana estendido com sólidos US$ 30 milhões.
Nos EUA, o filme deve abrir com cerca de US$ 65 milhões.
Caso essas previsões se confirmem, o valor arrecadado será inferior ao de ‘Venom‘ de 2018, que estreou com US$ 80 milhões, e ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ de 2021, que teve uma abertura de US$ 90 milhões.
Vale lembrar que ‘Venom 3: A Última Rodada‘ teve um custo de produção de US$ 120 milhões, sem incluir os gastos com marketing.
O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã (24).
O longa mostrará a maior ameaça já enfrentada por Eddie e o simbionte: o vilão Knull.
Knull é um dos vilões mais poderosos da Marvel, conhecido como o “Deus dos Simbiontes”.
Com a habilidade de manipular a escuridão primordial, ele pode controlar sombras e também simbiontes, incluindo aquele que se liga a Eddie Brock. Sua presença representa uma grande ameaça, prometendo uma trama intensa em ‘Venom 3: A Última Rodada’.
EmVenom: A Última Rodada,Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie.
Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.
O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.
O próximo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 15 de novembro.
A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.
A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
O longa está programado para estrear no dia 13 de março de 2025.
Baseada em uma história real, a trama segue uma aposentada que desmontou uma quadrilha carioca de traficantes e policiais a partir de filmagens feitas da janela do seu apartamento no Rio de Janeiro.
Com roteiro de Paula Fiúza, o longa é inspirado pela obra literária Dona Vitória da Paz, escrito pelo jornalista Fábio Gusmão.
Samuel L. Jackson, astro do cinema que interpreta o Jedi Mace Windu em ‘Star Wars’, comentou recentemente sobre seu personagem, afirmando acreditar que o icônico Jedi sobreviveu ao massacre.
“Quero dizer, há uma longa tradição de personagens com uma mão só no universo de Star Wars. Então, só porque cortaram meu braço e eu caí de uma janela, não significa que estou morto. Sou um Jedi! Sou o segundo Jedi mais poderoso do universo, logo atrás de Yoda. E sim, ele está por aí, caminhando na Terra com o Jules [de Pulp Fiction]”, afirmou durante sua participação no The Tonight Show com Jimmy Fallon.
Infelizmente, para Jackson e para os fãs de ‘Star Wars’ que desejam ver mais um projeto envolvendo Mace Windu, isso não parece estar no horizonte no momento.
Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.
Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Efeitos Visuais e Melhor Edição de Som).
Relembre o trailer:
Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.
Leigh Whannell, cineasta por trás da adaptação de terror ‘Lobisomem’, revelou que a pandemia de COVID-19 serviu como uma fonte significativa de inspiração para o desenvolvimento do filme.
Em entrevista ao DiscussingFilm, o diretor Leigh Whannell, conhecido por seu trabalho em ‘O Homem Invisível’, compartilhou novas informações sobre sua adaptação de ‘Lobisomem’.
“Lembro da primeira imagem distinta que tive para O Homem Invisível, que era de uma mulher sendo arrastada pelo chão de uma cozinha por nada. Havia uma força invisível. Essa foi a primeira coisa que me veio à mente, e eu construí o filme em torno disso. Para Lobisomen, por algum motivo, a imagem dessa região montanhosa remota estava na minha cabeça. O primeiro rascunho foi escrito em 2020 durante o lockdown da COVID, e eu me lembro de sair para passear com meu cachorro todas as noites e era como 28 Dias Depois. As ruas estavam tão vazias e silenciosas. Uma vibração muito específica surgiu, e eu queria refletir esse isolamento no roteiro”, declarou Whannell.
A pandemia também influenciou o design do lobisomem. Whannell optou por utilizar efeitos práticos para criar uma criatura aterrorizante e realista, em vez de depender excessivamente de efeitos visuais gerados por computador.
“Eu não queria quebrar essa tradição que remonta a Lon Chaney. Você não pode competir com Rick Baker ou Jack Pierce”, afirmou o diretor, referindo-se aos lendários artistas de maquiagem.
Para Whannell, o objetivo era criar uma versão única do ‘Lobisomem’, que se destacasse das adaptações anteriores.
“Em vez de tentar superar ou construir sobre o que já foi feito no passado, tentei fazer algo singular, onde as pessoas pudessem dizer: ‘Oh, eu nunca vi essa versão antes'”, explicou.
O diretor também abordou a temática da infecção como um ponto central da trama.
“Todos nós já vimos um homem se transformar em uma besta sob a luz da lua. É uma imagem compartilhada da nossa consciência cultural coletiva. Para mim, os horrores de Homem-Lobo estão na infecção. Ao modernizar o lobisomem, eu não queria que fosse sobre uma maldição ou algo místico. Em nosso mundo pós-pandêmico, a proximidade com pessoas em nossas próprias casas que podem estar doentes com uma doença perigosa é o que mais me interessou”, disse Whannell.
Por fim, ele concluiu: “Portanto, não quero que as pessoas entrem esperando o habitual ou uma homenagem completa. Você pode pegar todos esses monstros clássicos e envolvê-los em conceitos diferentes para modernizá-los. Dessa forma, lobisomen tem muito mais de uma perspectiva de infecção”.
‘Lobisomem’ está em desenvolvimento desde 2014, quando fazia parte de um plano para criar um universo compartilhado de filmes de monstros da Universal. O fracasso de ‘A Múmia’, estrelada por Tom Cruise, esfriou o interesse da Universal, mas Whannell revitalizou a ideia com o sucesso de ‘O Homem Invisível’ em 2020.
Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.
A calmaria do primeiro horário da manhã e a linda vista do céu no alto dos Alpes Italianos são os resquícios de uma vida à beira da mudança. A tranquilidade campestre da região revela uma típica família da Itália; Pai, mãe e uma pequena legião de filhos que seguem sua rotina, sob a tranquilidade e serenidade de um lar simples, mas aconchegante. É assim que Vermiglio se abre para a audiência.
O longa de Maura Delpero acompanha as quatro estações que marcam o final da Segunda Guerra Mundial, a partir da intoxicante paixão entre um soldado desertor e a filha mais velha. E a chegada de Pietro, ao abandonar o confronto, significa mais do que um desconforto na pequena região. Ela também anuncia uma inesperada dinâmica disfuncional, onde um amor inconsequente desencadeará numa trágica espiral de caos e sofrimento que ainda implicam no lugar e no valor de uma mulher.
A arrebatadora paixão entre Pietro e Lucia, no auge de 1944, também simboliza um tempo onde pouco se sabia sobre o amor, relações amorosas e principalmente sexuais. E debaixo dessa lente histórica, acompanhamos os desdobramentos dessa imprudente aventura, que obviamente custará muito mais caro para essa jovem mulher, que é deixada em um beco sem saída. E a riqueza de Vermiglio reside nisso, nos detalhes que se desabrocham conforme um efêmero romance passa a deixar suas marcas em toda uma família.
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Buscando observar melhor o cenário sociocultural de uma remota comunidade italiana em um hiato muito específico, o drama de Delpero opta por entregar um panorama mais amplo sobre família, papéis e responsabilidades. À medida em que traz vislumbres de uma guerra voraz e arrebatadora – que passa bem longe desse pequeno território, entendemos a dimensão de como algo tão distante é capaz de redefinir toda a trajetória de uma única casa. E pela história de amor de um jovem casal, grandes transformações sociais e relacionais se desabrocham, mostrando ainda o fim de uma era – com o término do conflito bélico -, e o início de uma outra.
Luto e frustrações amorosas ainda se cruzam com os alicerces da antiga fundação familiar, que nos tempos contemporâneos segue cada vez mais distante desse retrato de meados de 1944. Resgatando as particularidades das tradições italianas a partir do seio doméstico, Vermiglio conta com um roteiro delicado e pouco verbal, explorando a trama mais a partir de sua estonteante e idílica fotografia e da silenciosa, porém dramática e poderosa expressividade de seus personagens. Usando o histórico de sua própria família para criar um paralelo entre passado e presente, a produção é um requintado, porém lento, retrato vivo sobre escolhas e suas consequências e constante necessidade de adaptação em meio a um destino não programado.
E conforme vemos os vestígios dessa comunidade rural se dissiparem diante da mudança de zeitgeist, vemos também os ventos levarem consigo alguns parâmetros tão rigorosos e imperdoáveis que regiam tanto a pequena comunidade, como a família protagonista. E tratando tudo isso com delicadeza e uma simbólica estética que nos transporta para a Itália rural dos anos 40, Delpero nos faz entender porque sua história levou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Veneza de 2024. Trazendo leves pitadas de um doce e pueril humor que ajudam a dar um sabor especial a essa quase trágica jornada familiar, Vermiglio é um drama cru e honesto sobre a vida, o tempo e todos os seus entremeios.
Em uma recente entrevista ao Collider, Vincent D’Onofrio, o icônico Rei do Crime, confirmou que a nova série da Marvel, ‘Demolidor: Renascido’, manterá o tom sombrio e realista da produção original da Netflix.
“Estamos continuando a escuridão da primeira série na Netflix. Vai ser tão sombrio e intenso. Trabalhamos duro para fazer isso acontecer”, afirmou D’Onofrio.
Mas as novidades não param por aí! D’Onofrio também revelou que a série trará elementos inéditos para o universo Marvel da Disney: “Fazemos algumas coisas que definitivamente são uma novidade para o Disney+”.
Charlie Cox, o intérprete do Demolidor, completou a revelação, afirmando que haverá um momento de quebra de paradigma para a plataforma de streaming: “Eu tenho um palavrão lá pela primeira vez… Foi chocante para mim”.
Além deCharlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) participam da atração..
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
A Netflix renovou oficialmente a aclamada adaptação de ‘Virgin River‘ para a 7ª temporada.
Dez episódios foram encomendados para o próximo ciclo.
Com a renovação, a série se tornou o drama de língua inglesa mais duradouro da história do serviço de streaming, superando clássicos da plataforma como ‘House of Cards‘ e ‘The Crown‘ – ambas finalizadas com seis temporadas.
A produção só fica atrás de ‘Elite‘, que durou oito temporadas. No entanto, a adaptação dos romances de Robyn Carr ainda ganha se considerarmos a quantidade de episódios (64 vs. 74 capítulos).
Vale lembrar que a sexta temporada estreará no dia 19 de dezembro.
A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.
A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.