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‘Euphoria’: Zendaya revela que está animada com a nova temporada e o salto temporal

A estrela de cinema Zendaya falou recentemente sobre a terceira temporada de Euphoria, a aclamada série em que interpreta Rue Bennett.

Durante uma entrevista à Entertainment, Zendaya revelou que tem um projeto programado antes de iniciar as gravações de Euphoria em janeiro.

“Não, eu tenho algo que acontece antes disso, o que será bom, porque sinto que não estive em um set há muito tempo, então estou um pouco enferrujada. [Risos] Eu ainda consigo fazer isso? Não sei. Estarei animada para mergulhar em algo e trabalhar nisso primeiro”, afirmou.

Embora não tenha compartilhado detalhes sobre a trama da nova temporada, Zendaya comentou sobre o salto temporal que ocorrerá.

“Na verdade, eu não sei muito sobre o que está acontecendo. Não tenho certeza de como a temporada vai se desenrolar, mas sei que o salto temporal vai acontecer e que isso é importante, pois há um limite para o quanto de drama escolar você pode lidar — ‘e então ela trai o namorado de novo!'”, explicou.

Ela concluiu, revelando que está animada com o novo ano. “Para mim, pelo menos, isso é [empolgante], e será fascinante ver e entender esses personagens fora do contexto da escola, além de como tudo o que vivenciamos quando eram crianças e estavam no ensino médio afeta a vida adulta que eles levam e quem se tornam em um mundo muito maior. Estarei ansiosa para ver o que acontece também”.

Personagens da série de televisão juntos em montagem colorida.

Vale ressaltar que segundo a HBO, o novo ciclo da série vencedora do Emmy começará a ser rodado em janeiro de 2025, com todos os membros do elenco principal retornando (via Variety).

“Estou emocionado por estarmos prontos para começar a produção de Euphoria em janeiro. Não poderíamos estar mais felizes com a nossa parceria criativa com [o criador Sam Levinson] e este elenco incrível. Estamos ansiosos para dar vida a esta nova temporada de Euphoria para os fãs”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO e chefe de séries dramáticas e filmes da HBO.

Isso significa que a produção dos novos capítulos começarão quase três anos depois da estreia da segunda iteração.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Zendaya estrela a produção. O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.

Quando ESTREIA a 5ª Temporada de ‘Stranger Things’?

Stranger Things‘ está prestes a terminar sua história com sua quinta temporada, que está atualmente em pós-produção e finalmente tem previsão de estreia.

Segundo o The Hollywood Reporter, a nova temporada vai estrear logo no início de 2025. A data ainda não foi revelada, mas será bem no começo do ano.

Enquanto a série principal está terminando, o universo de ‘Stranger Things‘ vai continuar a se expandir por meio de spin-offs e outras mídias.

A próxima temporada promete abordar questões-chave sobre o Mundo Invertido, com novos membros do elenco e um episódio misterioso intitulado “The Crawl“.

O sucesso da Netflix ganhou recentemente foto e vídeo dos bastidores da quinta e última temporada.

Na série de fotos nas redes sociais que vemos Millie Bobby Brown e o resto do elenco.

No vídeo compartilhado nas redes sociais, o elenco jovem da produção revela algumas novidades sobre o que os fãs podem esperar dos episódios finais da série.

Além disso, Shawn Levy compartilhou uma série de fotos nas redes sociais que mostra Millie Bobby Brown e outros integrantes do elenco.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Crítica | Lady Gaga e Joaquin Phoenix navegam pela DISSONANTE loucura musical de ‘Coringa: Delírio a Dois’

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Em 2019, Coringa chegava aos cinemas e causava uma enorme comoção entre o público e a crítica – chamando a atenção por sua polêmica construção narrativa e por sua crueza cênica. Apesar das controvérsias temáticas e imagéticas que acompanharam-no, o longa-metragem conquistou inúmeras indicações ao Oscar, rendendo a Joaquin Phoenix a cobiçada estatueta de Melhor Ator por seu aplaudido e irretocável trabalho. Tal qual foi a nossa surpresa quando o diretor e roteirista Todd Phillips anunciou que estava trabalhando em uma sequência explorando os acontecimentos diretos do título original.

Intitulada Coringa: Delírio a Dois’, a produção parte de uma premissa bastante conhecida no ramo da psicologia, a expressão folie à deux, que significa, grosso modo, histeria compartilhada. Logo, era apenas questão de tempo até que uma atriz fosse confirmada para viver o par romântico de Arthur Fleck/Coringa (Phoenix), Harleen Quinzel/Arlequina: a também vencedora do Oscar Lady Gaga. E, agora, somos presenteados com uma aguardada sequência que, apesar das boas intenções, não sabe exatamente o caminho que deseja seguir e resolve atirar para vários lados em uma mixórdia de tons e de escolhas narrativas que, sem sombra de dúvida, irão dividir o público.

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Na trama, Arthur está preso no Asilo Arkham após o assassinato de inúmeras pessoas inocentes em Gotham City – incluindo o apresentador Murray Franklin, que causou um impacto significativo entre todos os habitantes da cidade. Confinado e esperando o julgamento, Arthur é forçado a conviver com guardas embriagados pelo mínimo poder que exercem dentro das facilidades psiquiátricas e consulta-se toda semana com sua advogada, Maryanne Stewart (Catherine Keener), esperando, algum dia, poder sair daquela prisão claustrofóbica. Porém, em um determinado dia, ele cruza caminho com uma mulher que também está internada no Asilo, Lee. Em pouco tempo, ambos começam a desfrutar de uma relação inesperadamente profunda e que alimenta o desejo de ambos de sair dali e viverem a própria vida em meio a uma caótica realidade que inventaram em suas mentes.

A partir daí, a trama se desenrola de forma bastante intrincada – e complexa demais para que os espectadores tenham uma aderência completa pela produção. Phillips, aliando-se a Scott Silver, arquiteta um enredo que transita entre o drama psicológico e o musical, mas esquecendo-se das dosagens certas para que o resultado seja firme o suficiente. Em outras palavras, há inúmeros momentos de potencial inenarrável que são mal aproveitados em virtude de circinais aspectos que nunca se concretizam como deveriam: ambos os gêneros explorados no longa funcionam como peças separadas, mas, quando unidas, deixam a desejar em virtude de um roteiro posto sobre uma corda bamba.

É notável como a ideia funcionaria caso Phillips abraçasse qualquer uma das ideias expostas de maneira mais assertiva. O cineasta, por exemplo, poderia se aproveitar do clássico ‘Chicago’ para transferir as sequências musicais ao campo da psique humana, em que a psicose compartilhada dos dois personagens principais seria traduzida nas várias referências aos icônicos filmes do gênero – como ‘A Roda da Fortuna’, ‘Tempos Modernos’, ‘O Picolino’ e até mesmo os programas de variedade encabeçados pela dupla Sonny & Cher. Porém, ao unir realidade e imaginação em um único fio condutor, a “loucura” pela qual preza torna-se apenas monótona e arrastada.

Enquanto as investidas narrativas emergem como o principal ponto de conflito para que a experiência da obra seja plena, o restante dos aspectos é aplaudível do começo ao fim. À medida que Phillips falha no enredo, ele se entrega de corpo e alma a uma direção que navega pelo exagero beligerante entre a simetria e a assimetria, deixando claro que Arthur cada vez mais cede à dança pela insanidade completa quando pareado com Lee; Lawrence Sher, retornando como diretor de fotografia, aposta elementos em uma espécie de neo-noir melancólico, puxando elementos do expressionismo e do surrealismo para compor cada um dos belíssimos quadros que pinta; Hildur Guðnadóttir, que encabeça a trilha sonora mais uma vez, parte de um ponto similar ao rearranjar os épicos instrumentos sonoros em um dissonante e fervoroso frenesi emocional, beirando uma bem-vinda sinestesia.

 

E é claro, não podemos deixar de mencionar o trabalho competente de um elenco que, em meio a diálogos superexpositivos e furos de roteiro, dá o seu melhor. Phoenix, novamente, rende-se a uma performance de tirar o fôlego, por mais que não ouse muito além do que fez na obra anterior; Gaga volta a se reiterar como uma das grandes atrizes da geração com uma atuação on point, dominando as cenas em que aparece – mas sofrendo com a falta de atenção e de cautela da história, deixando Lee mais apagada do que deveria. Brendan Gleeson é outro nome que desponta em meio a um ensemble talentoso: ao encarnar Jackie Sullivan, um dos guardas de Arkham, ele singra entre uma complacência derradeira e um ímpeto furioso que lhe dá a profundidade necessária para, talvez, lhe garantir uma indicação ao Oscar na categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

À medida que os créditos de encerramento de Coringa: Delírio a Dois’ sobem nas telonas, não podemos deixar de pensar que o filme é, por falta de outro termo, desnecessário. A produção não chega a ser ruim, e sim frustrante por não conseguir dizer o que quer em mais de duas horas de duração e por arrastar-se em momentos de extrema importância – deixando de lado, inclusive, as interessantes reviravoltas de que poderia se valer.

Coringa 2: Delírio a Dois

(Joker: Folie à Deux)

 

Elenco:

Joaquin Phoenix
Lady Gaga
Zazie Beetz
Catherine Keener

 

Direção:  Todd Phillips

Gênero: Suspense

Duração: 138 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 03 de Outubro de 2024

Sinopse: 

Coringa: Delírio a Dois‘, roteirizado, dirigido e produzido pelo aclamado cineasta Todd Phillips, é a tão aguardada sequência do vencedor do Oscar de 2019, ‘Coringa‘, que arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias globais, o filme R-rated (menores de 17 anos devem assistir acompanhados de um adulto) de maior bilheteria de todos os tempos.

O novo filme é estrelado por Joaquin Phoenix, mais uma vez no papel duplo de Arthur Fleck/Coringa, que deu ao ator o Oscar de Melhor Ator, ao lado de Lady Gaga (‘Nasce Uma Estrela’), vencedora do Oscar de Melhor Canção Original.

Em ‘Coringa 2: Delírio a Dois‘, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

Crítica:

Crítica | Lady Gaga e Joaquin Phoenix navegam pela DISSONANTE loucura musical de ‘Coringa: Delírio a Dois’

Crítica em Vídeo:

Curiosidades: 

» Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Lady Gaga irá interpretar Arlequina;

» Lançado em 2019, o primeiro ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Placa Mãe

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Elenco:

Ana Paula Schneider
Ana Júlia Silva Guimarães
Vitor Gabriel Pereira

 

Direção: Igor Bastos

Gênero: Animação

Duração: 105 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 3 de Outubro de 2024

Sinopse: 

Em PLACA MÃE, Nadi é uma androide com cidadania, que ganha o direito de adotar duas crianças, David e Lina. Porém, um político e digital influencer sensacionalista, cria diversas polêmicas sobre o caso, com o intuito de ganhar popularidade para sua candidatura de presidente do senado. Um mal entendido leva David a fugir e viver algumas aventuras, consequentemente Nadi tem que decidir entre ficar com a sua cidadania ou avisar da fuga às autoridades.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Igor Bastos também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

placa mãe poster

Fotos: 

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placa mae filme b

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Hugh Jackman é acusado de usar anabolizantes para manter o corpo em forma para ‘Deadpool e Wolverine’

deadpool & wolverine hugh jackman
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Atualmente com 55 anos de idade, Hugh Jackman surpreendeu os fãs ao exibir um físico extremamente definido em ‘Deadpool & Wolverine.

Antes da estreia, o astro já vinha mostrando sua rotina de treinos cada vez mais pesada e garantiu que nunca usou anabolizantes para atingir seus resultados.

No entanto, o fisiculturista Greg Doucette contestou as afirmações de Jackman, afirmando que o ator não conseguiria atingir aquele nível de definição e baixa gordura sem o uso de esteroides devido à sua idade.

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Em seu canal do YouTube (via Daily Mail), Doucette apresentou uma série de estudos, apontando que, Jackman naturalmente teria um nível de testosterona mais baixo do que um homem na faixa dos 30 anos.

Quando um homem chega aos 40 anos, seus níveis de testosterona geralmente caem cerca de um por cento ao ano.

Esse declínio na testosterona geralmente leva à redução da massa e da força muscular, dificultando o desenvolvimento muscular por meio de dieta e exercícios.

Jay Campbell, autor do livro The Testosterone Optimization Therapy Bible, acrescentou em entrevista ao The Wrap que:

“A chance de um homem com mais de 50 anos criar músculo avantajados em um período de tempo tão curto sem a ajuda de medicamentos anabolizantes é de 0%. No caso de Hugh Jackman, é praticamente confirmado que ele esculpiu sua aparência utilizando de forma inteligente substâncias andrógenas, que ajudam na perda de gordura e crescimento de fibras musculares.”

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Jennifer Aniston responde os rumores de que tinha um CASO com Barack Obama

Na quarta-feira (2), a atriz Jennifer Aniston se pronunciou sobre os rumores de ter tido um relacionamento com Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos.

Os boatos surgiram após um tabloide abordar o assunto, utilizando uma manchete sensacionalista que mencionava “a verdade sobre Jen e Barack”, citando uma suposta traição do ex-presidente.

Concedendo entrevista no programa de Jimmy Kimmel, a atriz tratou do assunto com bom humor, rindo após o apresentador lhe mostrar a manchete polêmica.

Jennifer Aniston lidou com a situação de forma natural, afirmando que esse tipo de situação com tabloides é algo comum. Rebatendo os rumores, a atriz garantiu que a história não é verdadeira.

“Isso é absolutamente falso. Não tem nada de verdadeiro. Eu me encontrei com ele uma vez.”

Aniston ainda afirmou que conhece mais a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, do que Barack. Neste momento, o ator brincou, questionando se havia alguma ligação entre ambas. Aniston respondeu, entre risos, que isso também não era real.

Os rumores sobre um relacionamento não foram o único assunto que movimentou a vida de Jennifer Aniston nos últimos dias.

Recentemente, a estrela foi surpreendida com a polícia batendo na porta de sua casa na última sexta-feira, 20, após uma ligação preocupante.

Segundo o TMZ, alguém contatou as autoridades, expressando preocupação com a situação de um amigo e fornecendo o endereço da atriz.

As autoridades, sem saber que o endereço pertencia a Aniston, chegaram à residência pouco depois da meia-noite e foram surpreendidas pela segurança. Foi nesse momento que descobriram que estavam na casa de uma atriz de Hollywood.

Os policiais conversaram com a estrela, que assegurou que estava tudo bem e que não tinha intenções de se machucar.

A polícia registrou o endereço da atriz para evitar futuras chamadas semelhantes e continua investigando as motivações por trás da ligação.

Essa prática, conhecida como “swatting”, é uma brincadeira crescente nos EUA e tem atingido diversas celebridades em Hollywood.

Chris Brown, Nicki Minaj, Rihanna, Justin Bieber e outros também foram vítimas de chamadas falsas, resultando na presença inesperada da polícia em suas casas.

‘Monstros’: Após o sucesso da série, Irmãos Menendez ganham o apoio de Kim Kardashian e revisão do caso após 35 anos

monstros irmãos menendez assassinos dos pais
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‘Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais’, a nova temporada da aclamada série de Ryan Murphy, já está disponível na Netflix. A produção, que revisita a condenação dos irmãos, gerou grande repercussão na mídia e agora pode ganhar um novo capítulo.

De acordo com o Deadline, o Promotor de Justiça do Condado de Los Angeles, George Gascón, anunciou na última quinta-feira que está “revisando” o caso, embora não tenha fornecido detalhes sobre as evidências dos irmãos Menendez ou o pedido de habeas corpus para reavaliação da sentença.

“Não estamos dizendo que houve algo errado com o julgamento original”, afirmou Gascón.

Uma audiência está agendada para 29 de novembro, relacionada ao pedido dos irmãos Erik, 55, e Lyle, 56, que alegam ter sido vítimas de abuso sexual por parte do pai, um executivo da indústria musical.

Dependendo do resultado dessa audiência e de qualquer decisão “final” tomada por Gascón, os irmãos podem ser libertados ou passar por um novo julgamento, 35 anos após o crime.

“Não estamos, neste momento, prontos para afirmar que acreditamos ou não nessa informação”, disse Gascón. “Mas estamos aqui para dizer que temos uma obrigação moral e ética de revisar o que está sendo apresentado a nós e tomar uma decisão sobre a reavaliação da sentença, se eles merecem ser reavaliados, mesmo que tenham sido claramente os assassinos”.

Gascón se recusou a especular sobre o que pode acontecer a seguir e sobre a “validade” das novas evidências, afirmando que não estava “aqui para fazer julgamentos, mas não há dúvida de que hoje haveria um maior nível de sensibilidade em relação à forma como o caso foi analisado”.

Após um julgamento inicial transmitido ao vivo, que terminou com júris empatados no início de 1994, ambos os irmãos foram condenados por assassinato em primeiro grau em 1996 e sentenciados à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

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Vale destacar que a influenciadora digital e empresária Kim Kardashian defendeu os irmãos. Após passar um tempo com eles, Kardashian escreveu uma carta à NBC News apresentando seu argumento a favor deles.

“Todos nós somos produtos das nossas experiências. Elas moldam quem fomos, quem somos e quem seremos. Fisiologicamente e psicologicamente, o tempo nos muda, e duvido que alguém possa afirmar que é a mesma pessoa que era aos 18 anos. Eu sei que não sou!”, escreveu Kardashian.

Ela continuou: “Você acha que conhece a história de Lyle e Erik Menendez. Eu certamente achava que conhecia: em 1989, os irmãos, com 21 e 18 anos, respectivamente, dispararam e mataram brutalmente os pais em sua casa em Beverly Hills. Em 1996, após dois julgamentos, foram condenados à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Como muitas vezes acontece, essa história é muito mais complexa do que parece à primeira vista. Ambos os irmãos afirmaram que foram abusados sexual, física e emocionalmente por seus pais durante anos”.

Kardashian ainda explica: “O primeiro julgamento foi televisionado para todos, e o caso de Erik e Lyle se tornou um entretenimento nacional, com seu sofrimento e suas histórias de abuso ridicularizados em esquetes no Saturday Night Live. A mídia transformou os irmãos em monstros e sensationalizou a narrativa — dois jovens arrogantes e ricos de Beverly Hills que mataram os pais por ganância. Não havia espaço para empatia, muito menos simpatia”.

Ela destacou que os irmãos “não tiveram chance de um julgamento justo nesse contexto” e que “havia recursos limitados para vítimas de abuso sexual” na época.

“Praticamente não havia sistemas para apoiar os sobreviventes, e a conscientização pública sobre o trauma do abuso sexual masculino era mínima, frequentemente ofuscada por julgamentos preconcebidos e homofobia”, acrescentou.

Kardashian reforçou: “Passei tempo com Lyle e Erik; eles não são monstros. São homens gentis, inteligentes e honestos. Na prisão, ambos têm históricos disciplinares exemplares”.

Ela também esclareceu que, embora o crime não seja justificado, a punição é desproporcional.

“Os assassinatos não são justificáveis. Quero deixar isso claro. Nem seu comportamento antes, durante ou depois do crime. Mas não devemos negar quem eles são hoje, na casa dos 50 anos. O julgamento e a punição que esses irmãos receberam eram mais adequados a um serial killer do que a duas pessoas que sofreram anos de abuso sexual por parte das pessoas que amavam e confiavam”, destacou.

Kardashian concluiu afirmando: “Com o caso deles de volta aos holofotes — e considerando a revelação de uma carta de 1988 de Erik para seu primo descrevendo o abuso — minha esperança é que as sentenças de prisão perpétua de Erik e Lyle Menendez sejam reavaliadas. Devemos isso àqueles meninos que perderam suas infâncias, que nunca tiveram a chance de serem ouvidos, ajudados ou salvos”.

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‘Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais’, a segunda temporada da aclamada série de Ryan Murphy, já está disponível na Netflix.

Ryan Murphy e Ian Brennan são responsáveis pela série.

O novo ciclo promete explorar um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Eric.

Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.

O elenco de peso conta com Javier Bardem (‘Duna’), Chloë Sevigny (‘Psicopata Americano’), Cooper Koch (‘Engolidos’) e Nicholas Alexander Chavez (‘Grotesquerie’).

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‘Diário da Princesa 3’ é CONFIRMADO e contrata diretora

A diretora Adele Lim, conhecida por seu trabalho em ‘Loucas em Apuros – Joy Ride’ e como co-roteirista de ‘Podres de Ricos’, foi oficialmente escolhida para dirigir ‘Diário da Princesa 3’.

A cineasta já se pronunciou após ser anunciada no projeto e afirmou que está ansiosa para trabalhar em um título importante para o poder feminino. Lim, contou que é uma grande fã do longa original.

“Como uma fã ardorosa do original ‘Diário da Princesa’, estou muito empolgada por fazer parte da criação da terceira iteração deste amado franquia. Estamos ansiosos para celebrar seus principais princípios de poder feminino, alegria e mentoria com o público mundial.”

O terceiro filme da franquia foi confirmado pela Disney em 2022, com Aadrita Mukerji como roteirista. Além disso, também foi revelado que Debra Martin Chase, que trabalhou no filme original, retorna para produzir o novo longa.

Anne Hathaway já falou sobre a sequência, afirmando que o filme está “em um bom lugar”.

No entanto, mais detalhes não foram revelados, incluindo informações sobre o retorno de Mandy Moore e Chris Pine, co-estrelas de ‘Diário da Princesa’.

O Diário da Princesa‘ (The Princess Diaries) foi lançado em agosto de 2001, e estrelado pela então novata Anne Hathaway (sua estreia no cinema) como Mia Thermopolis, uma adolescente que descobre que ela é a herdeira do trono do Reino fictício de Genovia, governado por sua avó, a rainha viúva Clarisse Renaldi (Julie Andrews).

O filme arrecadou US$ 165 milhões mundialmente. Já a sequência foi lançada em 2004 e fez US$ 134 milhões no mundo todo.

O Diário da Princesa‘ está disponível no Disney Plus.

‘Mulher-Gato’, com Halle Berry, completa 20 anos! O que deu Errado?

Como um blockbuster de super-heróis, então um gênero em total ascensão em Hollywood, protagonizado pela atriz mais quente da época (que acabara de vencer um Oscar), focado em uma personagem muito querida do público, pode ter saído tão errado e se transformar no que é provavelmente o filme mais odiado do gênero? ‘Mulher-Gato’ é considerado um dos piores filmes da história de Hollywood. A produção completou 20 anos de sua estreia em 2024 e aqui vamos conhecer um pouco mais dos bastidores da obra.

Tirando o filme baseado na série de TV dos anos 60 com Adam West, a primeira inclusão da personagem Mulher-Gato em um filme no cinema viria no segundo live-action de ‘Batman’ nas telonas: ‘Batman: O Retorno’, de 1992. Annette Bening chegou a ser contratada pelo diretor Tim Burton, mas se descobriu grávida e precisou ser substituída por Michelle Pfeiffer. A loira, que estava no topo de sua carreira na época e saía de duas indicações ao Oscar consecutivas (por ‘Ligações Perigosas’ em 1989 e ‘Susie e os Baker Boys’ em 1990), ficaria para sempre marcada e imortalizada como a primeira (e para muitos, única) Mulher-Gato do cinema.

Michelle Pfeiffer foi a primeira Mulher-Gato do cinema em ‘Batman – O Retorno’ (1992). Por anos se falou em um filme solo para a personagem, que veio a resultar no longa com Halle Berry.

Graças ao papel, a carreira de Michelle Pfeiffer subiria alguns degraus em seu estrelato – mesmo que o filme em si não tenha sido bem-sucedido como esperado. Sim, apesar de ainda ser muito querido pelos fãs, é preciso lembrar que ‘Batman – O Retorno’ não fez o mesmo barulho do filme original de 1989. Isso porque após o sucesso do primeiro ‘Batman’, os produtores decidiram dar liberdade para Tim Burton fazer o que quisesse na continuação. Assim, o diretor transformou a obra em um filme de Tim Burton com o Batman e não em um filme do Batman.

O longa foi considerado muito sombrio e violento, e os pais evitavam levar as crianças. O que não impediu adolescentes como eu de assistir e amar o filme. Aliás, tirando os dois exemplares de Joel Schumacher, todos os outros longas do Homem-Morcego optaram em seguir o que foi arquitetado por Burton, não sendo recomendado para crianças pequenas, digamos, de menos de 10 anos. Mas se tem uma coisa que todos concordaram em relação ao filme foi o desempenho hipnótico de Michelle Pfeiffer como a vilã felina. Tanto que, após Burton ser afastado do terceiro filme do Homem-Morcego, houve um falatório sobre ele e Michelle Pfeiffer se unirem novamente para um projeto solo da Mulher-Gato.

Se tivesse dado certo, o primeiro e único filme solo da Mulher-Gato poderia ter gerado uma franquia e alavancado ainda mais a carreira de Halle Berry.

Esse projeto de um filme solo da Mulher-Gato circulou pelos corredores de Hollywood durante todos os anos 90 até o início dos anos 2000. Mas como sabemos, a maior indústria de cinema do mundo é mais formada por projetos que nunca se concretizaram do que por filmes realmente produzidos. E a ‘Mulher-Gato’ de Tim Burton e Michelle Pfeiffer infelizmente foi um destes filmes que nunca aconteceram.

Até existiu uma vontade de seguir com o projeto mesmo sem Tim Burton. Ou seja, tendo Michelle Pfeiffer no papel principal, com outro diretor vinculado. Pfeiffer, por outro lado, talvez não tenha chegado a um acordo, tendo em mente como era desconfortável o uniforme da anti-heroína e talvez ainda querendo manter fidelidade a seu colega Tim Burton. Assim, o projeto continuaria vivo na Warner, mesmo sem Burton e Pfeiffer.

A Mulher-Gato de Halle Berry não teria qualquer conexão com os filmes anteriores de ‘Batman’ e sequer era a mesma personagem. Um dos elementos mais chamativos do longa foi o traje (quase inexistente) usado pela atriz.

Por um tempo, a atriz contratada para viver a protagonista foi Ashley Judd, que estava em alta no fim dos anos 90 graças a filmes como ‘Fogo Contra Fogo’, ‘Tempo de Matar’ e principalmente ‘Beijos que Matam’ e ‘Risco Duplo’. Mas depois de um tempo, Judd também deixaria o projeto, sendo substituída enfim pela atriz que realmente faria o filme: a vencedora do Oscar Halle Berry. Desta forma bastante representativa e à frente de seu tempo, tínhamos a primeira Mulher-Gato negra do cinema (Eartha Kitt havia sido a Mulher-Gato da TV no seriado dos anos 60 por cinco episódios antes).

O desenvolvimento do longa, no entanto, foi no mínimo problemático. E como na maioria de produções assim, o resultado se mostrou uma colcha de retalhos – quase formando esquetes desconexas e não um filme completo com começo, meio e fim. Para começar, com a desistência de Pfeiffer, essa não seria uma história que continuaria ‘Batman – O Retorno’ para a personagem. Aliás, essa não seria sequer a mesma personagem. Nos quadrinhos, nunca tivemos outra Mulher-Gato senão Selina Kyle. Aqui, o filme decidiu criar uma nova personagem chamada Patience Phillips para ser a Mulher-Gato.

Parecia uma receita que não tinha como errar: uma atriz vencedora do Oscar, uma personagem querida dos fãs, uma superprodução de heróis.

Outra grande mudança foi não centrar a história em Gotham City, cidade fictícia que é o lar de todos os personagens derivados de Batman. A cidade do filme ‘Mulher-Gato’ jamais é mencionada. Assim como o maior defensor da cidade, o Homem-Morcego, parece não existir nesse universo particular. Patience trabalha em uma empresa de cosméticos. Assim como a Selina Kyle de Michelle Pfeiffer, é uma funcionária retraída e atrapalhada. Até flagrar os planos nefastos de seu patrão e ser assassinada por ele. Em ambos os casos, gatos as trazem de volta à vida. Aqui ainda ganhamos uma explicação mística para tal – ao contrário do filme de Burton.

Uma vez morta-viva, a protagonista fica mais assertiva e violenta, resolve criar um traje sexy (aqui mostrando muita pele e os atributos físicos de Berry) e sai para combater o crime. Sendo esse um filme criado doze anos depois de ‘Batman – O Retorno’, o uso de efeitos especiais de computador (os chamados CGI) corre solto, criando uma personagem digital para substituir a atriz pelos telhados da cidade, pulando e correndo como um gato. O resultado, no entanto, tira qualquer verossimilhança com a vida real, parecendo mais um videogame ou desenho animado.

O diretor francês Pitof, crucificado pelo resultado de ‘Mulher-Gato’, teria entregue um roteiro mais ousado e fora da caixinha para o estúdio, que prontamente o rejeitou.

Como dito, a produção problemática, resultou em um filme abaixo do esperado. É comum certos filmes de pouca confiança dos estúdios passarem pelas chamadas exibições-teste para um grupo selecionado de espectadores. E a exibição prévia de ‘Mulher-Gato’ foi no mínimo desastrosa. Assim, os realizadores correram para regravações faltando um mês para a estreia do longa nos cinemas. Mas essa não foi a única patacoada em relação à obra. Em meio à sua produção em meados de 2003, um rumor circulava de que a Warner iria cancelar o filme e ao invés incorporar a personagem em ‘Batman Begins’, que seria lançado no ano seguinte, mas com Halle Berry ainda no papel.

Aliás, Halle Berry já vinha sendo ventilada para o papel há um certo tempo. De fato, ela seria a principal escolha para a vilã no também cancelado ‘Batman: Ano Um’, de Darren Aronofsky, no início dos anos 2000 – que eventualmente se tornou ‘Batman Begins’. Ou seja, resumindo: não tinha muito para onde fugir. Se Michelle Pfeiffer havia pulado fora do projeto, até poderíamos ter a mesma personagem dando continuidade a história caso a opção fosse por Ashley Judd. Com a mudança representativa de se ter uma Mulher-Gato negra nas formas de Halle Berry, a personagem também precisou ser mudada. Ou será?

Sex appeal não falta, mas sim conteúdo. Sharon Stone, eterna musa dos anos 90, vive a vilã e realiza cenas de pura sensualidade com Halle Berry.

Ter a continuação dos eventos de ‘Batman – O Retorno’ com Halle Berry como Selina Kyle talvez fosse pedir demais para o público da época. Mas talvez ter Berry no papel de Selina em um reboot da personagem, começando sua história do zero, de outra forma, até poderia ser aceito. Afinal, ‘Mulher-Gato’ (2004) se tornou exatamente isso, um reboot para a personagem. A única diferença foi ser um reboot com outra personagem sendo o alter-ego da vilã felina, e não Selina. Seja como for, podemos notar inúmeras semelhanças nas histórias de Selina (Pfeiffer) e Patience (Berry).

No entanto, pensar que as duas histórias acontecem no mesmo universo não é um disparate. Isso porque em uma determinada cena, quando Patience tenta entender o que está acontecendo com ela, e para isso visita a exotérica Ophelia (Frances Conroy), uma especialista em “Mulheres-Gato” e a Deusa dos Felinos, podemos ver em uma imagem a personagem de Michelle Pfeiffer do filme de Tim Burton. A intenção é mostrar que ao longo da história houveram muitas mulheres transformadas em felinas. E Patience foi mais uma delas. Aliás, o papel de Ophelia foi pensado originalmente para Julie Newman, a eterna Mulher-Gato do seriado dos anos 60 – o que teria sido uma bela homenagem.

As cenas de ação todas geradas por CGI fez o longa parecer um videogame já naquela época, o que dirá hoje.

O principal problema de ‘Mulher-Gato’, o filme, não é a performance de Halle Berry ou sequer sua escalação no longa. Não é a direção de arte também, ou os figurinos e sequer os efeitos especiais. Como sempre, tudo se resume ao roteiro. É o roteiro que cria diálogos ruins. É o roteiro que cria cenas pouco inspiradas ou acidentalmente hilárias. É o roteiro que cria vilões caricatos e que não apresentam grande ameaça para a heroína. Com o pensamento de centrar a trama em um universo totalmente feminino, a heroína trabalha em uma empresa de cosméticos, e a vilã do filme, interpretada por Sharon Stone, cria uma maquiagem nociva, capaz de transformar a pele em pedra praticamente – para frear o envelhecimento.

Simon Kinberg, famoso roteirista de filmes como ‘Sr. e Sra. Smith’ (2005) e ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’ (2014), foi contratado para dar uma lapidada no texto do filme. Mas seu trabalho foi de apenas um dia. Kinberg disse que o roteiro estava “quebrado” e que seria necessário um mês para consertá-lo. É dito também que o diretor francês Pitof teria entregue um tratamento mais ousado e diferentão para o longa, que prontamente foi recusado pelo estúdio justamente por ser muito fora da caixinha e artístico. Já imaginou o que poderia ter sido um filme realmente único com a personagem?

Mulher-Gato’ foi um filme altamente representativo, estrelado pela primeira intérprete negra da personagem no cinema. Halle Berry é também a única atriz negra a levar o Oscar de melhor protagonista até hoje.

No fim das contas, ‘Mulher-Gato’ (2004) foi imediatamente execrado pela maioria dos críticos e os fãs também não gostaram do que viram. Estreando no auge do verão americano, no dia 23 de julho de 2004, o filme comprou briga com alguns dos maiores lançamentos daquele ano, a começar por ‘Homem-Aranha 2’, o rei das bilheterias, que havia sido lançado no início do mesmo mês. ‘Eu, Robô’ e ‘A Supremacia Bourne’ foram outros dois pesos-pesados a se posicionar na frente de ‘Mulher-Gato’. O segundo, aliás, estreando no mesmo fim de semana e levando a primeira posição das bilheterias nos EUA. ‘Mulher-Gato’ ficou em terceiro.

Com um orçamento de US$100 milhões, ‘Mulher-Gato’ estreou com míseros US$16 milhões no primeiro fim de semana. No final de sua estadia pelas telonas de lá havia somado o total de US$40 milhões. Pelo mundo juntou mais US$40 milhões, formando US$80 milhões mundiais. Ou seja, falhando em sequer se pagar. Não foram só os fãs e o público que deram de ombros para o longa. A produção recebeu uma aprovação de 8% dos críticos no Rotten Tomatoes, empatando assim com o infame clássico ‘Supergirl – O Filme’, de 1984, com o filme da DC mais mal avaliado de todos os tempos.

Sabendo levar na brincadeira, a gente-boa Halle Berry foi aceitar seu “prêmio” como a pior atriz por ‘Mulher-Gato’ no Framboesa de Ouro.

É claro que um desastre deste não passaria impune pelo Framboesa de Ouro, o anti-Oscar. Halle Berry entraria para a história como uma das raras atrizes (num total de seis artistas, entre atores e atrizes) a receberem um Oscar e um Framboesa em suas carreiras. Berry foi também a primeira estrela a ir receber pessoalmente seu “prêmio”, brincando muito com um humor auto-depreciativo.

Apesar disso, a musa tem mudado o tom recentemente, e tem tentado empurrar ‘Mulher-Gato’ como um filme cult incompreendido em sua época de lançamento. Mais e mais fãs surgem, acredite. Em uma entrevista recente realizada neste mês, Berry disse inclusive estar disposta a participar de um eventual ‘Mulher-Gato 2’, desde que possa dirigir o filme. A atriz estreou como diretora no filme da Netflix ‘Feriada’, de 2020. Será? Se formos levar em conta que o longa, mesmo se mostrando uma bomba nas bilheterias, foi o mais rentável do gênero de super-heróis protagonizado por uma mulher durante 13 anos – até ser destronado por ‘Mulher-Maravilha’, em 2017, já é um ponto a favor.

Julianne Moore e Tilda Swinton no trailer LEGENDADO de ‘O Quarto ao Lado’, novo filme de Almodóvar

o quarto ao lado

A Warner Bros. divulgou o novo trailer legendado de ‘O Quarto ao Lado‘, novo filme de Pedro Almodóvar (‘A Pele Que Habito’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

Na trama, Julianne Moore (‘Segredos de Um Escândalo’) e Tilda Swinton (‘Era uma Vez um Gênio’) vivem duas amigas de juventude, Ingrid e Martha, se reencontrando após anos separadas. A amizade, que floresceu nos tempos de revista, é colocada à prova por uma situação extrema, mas estranhamente doce.

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Lançado no Festival de Veneza 2024, ‘O Quarto ao Lado’ teve recepção bastante acalorada por parte do público.

Após a exibição, o longa-metragem foi ovacionado durante nada menos que 18 minutos e 36 segundos. Vale lembrar que tanto Almodóvar quanto Moore e Swinton estavam presentes no evento.

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‘Homens de Preto’: Diretor IMPEDIU Tommy Lee Jones de tentar ser engraçado nas filmagens

O diretor Barry Sonnenfeld compartilhou, em seu novo livro de memórias, os desafios enfrentados durante a produção de Homens de Preto.

Sonnenfeld revelou que foi um pouco desafiador trabalhar com Tommy Lee Jones, enquanto tentava explicar ao ator que ele precisava interpretar um personagem mais sério, enquanto Will Smith traria o lado cômico do filme.

Na época, Jones não parecia entender que sua seriedade era mais engraçada do que se ele tentasse ser realmente arrancar risadas com atitudes mais cômicas.

Além disso, o diretor também revelou que o astro não compreendia muito bem seu personagem no início. Sonnenfeld citou uma cena de interrogação no começo do filme, na qual Tommy Lee Jones tentava enfatizar o fato de a situação ser fora do comum.

Um pouco receoso com a reação de Jones, o diretor explicou cautelosamente o que deveria ser feito.

“Veja, Tommy, para você, isso é tudo parte do trabalho diário. Muito G.I. Muito questão governamental. O Agente K não acha que ‘Levante suas nadadeiras’ é engraçado. Você está apenas dizendo isso da mesma maneira que diz: ‘Levante as mãos.’ É apenas um procedimento policial normal. É isso que torna engraçado para o público”, explicou Sonnenfeld.

Barry Sonnenfeld contou que precisou impedir Tommy Lee Jones de tentar ser engraçado durante as filmagens. O astro, inclusive, se mostrou chateado por acreditar que apenas Will Smith faria as pessoas sorrirem ao ver o filme.

O diretor então explicou que a “comédia está na reação”. No final das contas, Sonnenfeld estava certo, e o longa se tornou um sucesso e abriu uma franquia, com o personagem de Tommy Lee Jones sendo bem recebido pelo público.

Homens de Preto‘ arrecadou em 1997 mais de US$ 250 milhões no mercado americano e mais de US$ 587 milhões mundialmente. ‘Homens de Preto 2‘ faturou US$ 190 milhões nos EUA e US$ 440 milhões ao redor do mundo. Já o terceiro filme custou US$ 225 milhões e faturou US$ 624 milhões mundialmente.

Agora, 27 anos depois do primeiro longa, rumores indicam que a Sony Pictures quer trazer Will Smith e Tommy Lee Jones de volta para mais um filme da franquia ‘MIB: Homens de Preto‘.

Recentemente, a produtora Laurie MacDonald cedeu uma entrevista à Variety e explicou por que um quarto filme com Will Smith e Tommy Lee Jones nunca aconteceu anteriormente.

“Quando terminamos o terceiro filme, sentamos para conversar e decidimos que não devíamos fazer o quarto filme. O arco daqueles personagens acabou ali de maneira redondinha, pois havíamos lidado com a história envolvendo o pai do Will e toda a jornada emocional do personagem foi completada”, afirmou.

Barry Sonnenfeld, que comandou toda a trilogia ‘Homens de Preto‘, explicou porque a franquia ganhou um derivado ao invés de uma sequência.

“Eu adoraria que houvesse um quarto filme. Mas Will Smith e nem eu estávamos envolvidos. Eu amo a franquia, porque eu a desenvolvi e a criei. Mas há muitos elementos caros nessa mistura. Há Steven Spielberg como um dos produtores, há outros produtores também, e acho que a maneira mais barata de se fazer foi ter novos agentes”, afirmou.

10 curiosidades de MIB: Homens de Preto – Internacional | O filme que falhou em tentar trazer a MIB para a nova geração

Relembre o trailer:

Cartaz EXCLUSIVO de ‘Abraço de Mãe’, terror com Marjorie Estiano que estreia no Festival do Rio

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O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz do terror ‘Abraço de Mãe‘ – um dos destaques da programação do Festival do Rio.

A trama se passa durante a enchente de fevereiro de 1996, que devastou a cidade e deixou cicatrizes profundas. O evento, um dos temporais mais intensos da história carioca, serve de pano de fundo para o terror psicológico que a personagem Ana (interpretada pela premiada atriz Marjorie Estiano), uma bombeira, enfrenta enquanto luta para sobreviver.

O Rio de Janeiro tem um histórico de grandes chuvas, com o primeiro registro do Padre Anchieta espantado com as fortes chuvas na década de 1570. Faz parte da história da cidade as lendárias enchentes de 1811, 1924, 1966, 1988, entre tantas outras.

Confira:

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Estrelado por uma das atrizes mais premiadas de sua geração, Marjorie Estiano, indicada ao Emmy Internacional por seu papel na série ‘Sob Pressão‘ (Globo), ‘Abraço de Mãe‘ promete deixar sua marca no gênero de terror brasileiro.

Com direção de Cristian Ponce, conhecido pelo premiado ‘Historia de lo Oculto‘, e produzido pela Lupa Filmes, o filme estreia hoje no Festival de Cinema de Sitges, um dos mais importantes festivais de cinema mundial do gênero fantástico, na Espanha.

Na sequência, ‘Abraço de Mãe‘, que conta a história de sobrevivência durante uma das chuvas mais impiedosas da história do Rio de Janeiro, atravessa o Atlântico e desembarca em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde terá exibição no Beyond Fest, festival de cinema de gênero, promovido pela Cinemateca Americana em parceria com a distribuidora NEON.

SESSÕES DO FESTIVAL DO RIO
Sábado, 05/10 | 16h15 >> Cine Santa Teresa
Segunda, 07/10 | 16h15 >> Kinoplex São Luiz 4
Sábado, 12/10 | 21h30 >> Estação NET Botafogo 1 | Sessão com convidados
Domingo, 13/10 | 18h30 >> Estação NET Gávea 1  

‘A Procura de Martina’: Filme sobre caso de bebês de militantes que foram sequestrados ganha trailer

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A emocionante jornada de Martina, uma viúva que procura há mais de trinta anos pelo neto nascido em cativeiro durante a ditadura militar argentina, é o tema do filme ‘A Procura de Martina‘, protagonizado pela atriz argentina Mercedes Morán (“Diários de Motocicleta”), dirigido por Márcia Faria e com roteiro de Gabriela Amaral Almeida.

O longa-metragem, que ganhou seu primeiro trailer, está entre os selecionados para a mostra competitiva da Première Brasil: Novos Rumos do Festival do Rio, com pré-estreia no dia 4 de outubro, no Estação Net Gávea, e sessão seguida de debate no dia 5 de outubro, no Estação Net Rio.

Diretora, protagonista, roteirista e elenco estarão presentes nos dois dias.

Assista ao trailer:

A Procura de Martina‘ tem como pano de fundo um dos episódios mais sombrios da história latino-americana: o caso de bebês de militantes políticos que foram sequestrados de seus pais enquanto eles estavam presos e sendo torturados. Muitos foram entregues a orfanatos ou a militares apoiadores do regime.

Na trama, a protagonista está começando a ter sintomas de Alzheimer, quando recebe um telefonema inesperado dizendo que a criança está no Rio de Janeiro.

O elenco do longa traz ainda nomes como Carla Ribas, Luciana Paes, Stella Rabello, Julia Bernat e Fernando Eiras, além das atrizes argentinas Adriana Aizenberg e Cristina Benegas.

“‘A Procura de Martina’ é um filme sobre amor e resistência. Martina, uma avó da Praça de Maio, chega ao Brasil em busca do neto que jamais conheceu, sequestrado pela ditadura argentina. Ao mesmo tempo, o Alzheimer gradualmente apaga suas lembranças, transformando sua jornada em uma luta constante contra o tempo e o esquecimento. Apresentar essa história no Festival do Rio, um dos maiores e mais prestigiados festivais da América Latina, é uma enorme alegria e um reconhecimento pelo trabalho de profissionais talentosos que, juntos, fizeram este filme acontecer”, afirma a diretora Márcia Faria.

“O que me atraiu para este filme foi a possibilidade de contar a história de uma avó da Praça de Maio que não havia sido contada antes: uma avó que faz sua busca sozinha, e não na companhia das outras, como costumamos ver”, diz Mercedes Morán. “Também me pareceu um exercício lindo para falar da memória”, conclui a atriz.

SERVIÇO
Festival do Rio
Sexta-feira, 04/10: Première, Estação Net Gávea 1 e 2, às 18h45
Presença de: Márcia Faria, Gabriela Amaral Almeida, Mercedes Morán, Carla Ribas, Stella Rabello, Luciana Paes e Julia Bernat

Sábado, 05/10: Sessão com debate, Estação Net Rio 5, às 16h15
Presença de: Márcia Faria, Gabriela Amaral Almeida, Mercedes Morán e Carla Ribas

Ação que traz Vin Diesel como guerreiro tentando derrotar poderosa Rainha Bruxa faz SUCESSO na Netflix

ultimocacadordebruxas
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Pronto para a guerra ou com sangue nos olhos, o fato é que Vin Diesel sempre atrai público para seus filmes.

Prova disso é o sucesso que ‘O Último Caçador de Bruxas‘ está fazendo na Netflix. O filme estreou em 4º lugar entre os títulos mais vistos do catálogo do streaming.

Vin Diesel é Kaulder, um valioso guerreiro que conseguiu derrotar a poderosa Rainha Bruxa e dizimar seus seguidores. Nos momentos que precederam sua morte, a Rainha amaldiçoa Kaulder com sua própria imortalidade, separando-o para sempre de suas amadas mulher e filha. Dessa forma, Kaulder é hoje o único caçador de bruxas vivo, tendo passado os últimos séculos caçando bruxas do mal, em nome da saudade que sente de suas amadas. Entretanto, Kaulder não sabe que a Rainha ressuscitou e busca vingança, causando uma batalha épica que determinará a sobrevivência da raça humana.

O filme foi um FRACASSO de críticas, com apenas 18% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira, com o trailer:

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Além de estrelar, Diesel também produz ‘O Último Caçador de Bruxas‘, que tem direção de Breck Eisner (‘A Epidemia’, ‘Sahara’).

Vin Diesel já fala em sequência de ‘O Último Caçador de Bruxas’ 

Michael Caine (trilogia ‘Batman’), Rose Leslie (‘Game of Thrones’) e Darri Olafsson completam o elenco.

‘Coringa: Delírio a Dois’ tem pré-estreia decepcionante nas bilheteiras dos EUA

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Coringa: Delírio a Dois’ está enfrentando uma estreia difícil nos cinemas. O único longa da DC deste ano arrecadou apenas US$ 07 milhões de dólares em sua pré-estreia de quinta-feira, segundo o ComicBookMovie.

É importante destacar que esse valor também inclui o que a sequência conseguiu nas exibições antecipadas de segunda-feira em toda a América do Norte.

Para efeito de comparação, Coringa, em 2019, arrecadou US$ 13,3 milhões de dólares apenas na quinta-feira; a partir daí, alcançou um recorde histórico de US$ 96,2 milhões de dólares em seu fim de semana de estreia, algo que, aparentemente, não se repetirá nesta sequência.

Embora o futuro de Coringa: Delírio a Dois’ seja incerto, as previsões de estreia de US$ 50 milhões de dólares atualmente se mostram como o melhor cenário, embora pareça que o longa deve ficar na casa dos US$ 40 milhões.

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Para piorar, Coringa: Delírio a Dois’ alcançou um fato inimaginável: tornou-se o filme mais mal avaliado da história da DC no Rotten Tomatoes.

Com apenas 39% de aprovação dos críticos e 37% da audiência, o filme conseguiu ser pior avaliado que os polêmicos ‘Esquadrão Suicida‘ (58% de aprovação) e ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (63% de aprovação).

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

Confira as principais críticas:

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety. 

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire 

O filme já está em exibição nos cinemas.

‘Coringa: Delírio a Dois’ estreia com a PIOR AVALIAÇÃO da história da DC

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Coringa: Delírio a Dois’ conquistou um fato inimaginável: se tornou o filme mais MAL AVALIADO da história da DC no Rotten Tomatoes.

Com apenas 39% de aprovação dos críticos e 37% da audiência, o filme conseguiu ser pior avaliado que os polêmicos ‘Esquadrão Suicida‘ (58% de aprovação) e ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (63% de aprovação).

O filme, que já gerava expectativas mistas devido à proposta de ser um musical R-rated, está recebendo uma recepção negativa generalizada, com muitos apontando problemas na execução.

Após o sucesso de Coringa, lançado em 2019, a sequência, também dirigida por Todd Phillips, não parece seguir o mesmo caminho de seu antecessor rumo à aclamação. 

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

Confira as principais críticas:

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety. 

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire 

O filme já está em exibição nos cinemas.

 

‘Identidades em Jogo’: Terror com Alycia Debnam-Carey conquista 79% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

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O terror cômico ‘Identidades em Jogo’, estrelado por Alycia Debnam-Carey (‘Fear the Walking Dead’), já está disponível na Netflix. O filme conquistou uma aprovação de 79% no Rotten Tomatoes, com base em 48 críticas.

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Os críticos, em geral, consideraram o longa divertido e elogiaram sua habilidade em misturar diferentes gêneros, embora reconheçam algumas falhas.

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“Este é um cinema de gênero de primeira classe e um cartão de visitas impressionante para todos os envolvidos”, disse Damon Wise do Deadline.

“‘Identidades em Jogo’ se destaca como um cartão de visita bastante eficaz no gênero: filmado com um visual deslumbrante e com uma montagem ágil, é interpretado de forma ousada por atores que aceitam seu papel como peças em um elaborado jogo narrativo de estratégia”, disse Guy Lodge da Variety.

“Toda a edição frenética, os movimentos de câmera piruetas e ângulos inclinados, as habilidosas divisões de tela e o bombardeio de trilhas sonoras ecléticas — muitas vezes inseridas com uma força exagerada — conseguem distrair a atenção da falta de profundidade por um tempo, mas não por muito”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“É uma caixa de quebra-cabeça repleta de reviravoltas que se destaca por suas cores vibrantes, uma trama visual cuidadosa e um tom cômico irreverente. Embora possa se enredar em complexidades, a ambiciosa estreia de Jardin certamente conquistará um público devoto”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.

“Astutamente inteligente, belamente elaborado e impulsionado por um ótimo elenco, é uma aventura que transita por gêneros e se apresenta como o filme perfeito para uma noite de sexta-feira em outubro, mesmo enquanto funciona como uma exploração angustiante das máscaras que usamos”, disse Matthew Jackson do Paste Magazine.

“É uma experiência divertida que será agradável de assistir no sofá”, disse Esther Zuckerman da GQ.

“É uma comédia de terror barulhenta, colorida, frenética e sombriamente divertida sobre identidade, que critica sem piedade a ansiedade moderna em relação ao desejo e ao sucesso”, disse Jourdain Searles do IndieWire.

“É uma espécie de mistura de horror de conceito elevado com uma sátira desajeitada que confunde o complicado com o complexo e uma sobrecarga de reviravoltas confusas com narrativa”, disse David Fear do Rolling Stone.

‘Identidades em Jogo’ já está disponível na Netflix.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, uma festa pré-casamento se transforma em um pesadelo para um grupo de amigos da faculdade depois que um convidado inesperado aparece carregando uma mala misteriosa.

O elenco ainda conta com Brittany O’Grady, James MorosiniDevon Terrell, Gavin Leatherwood, Reina Hardesty, Nina Bloomgarden e David Thompson.

Greg Jardin é responsável pela direção.

O filme fez sua estreia no Festival de Cinema de Sundance de 2024 e foi adquirido pela Netflix por US$ 17 milhões.

O longa tem Colman Domingo como produtor executivo, ao lado de Ulf Ek e Robert Kapp. Os produtores incluem William Rosenfeld, Kate Andrews, Jason Baum e Raúl Domingo.

‘Coringa: Delírio a Dois’: Sessão em São Paulo é interrompida por CONFUSÃO com fãs de Lady Gaga

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Uma sessão do filme Coringa: Delírio a Dois’ precisou ser pausada em São Paulo, no Cinemark do shopping Pátio Paulista, após um tumulto causado por fãs de Lady Gaga.

Durante a exibição, os fãs começaram a gritar, celebrando a participação da artista no filme, gerando reclamações pelo barulho excessivo, que chegava a tornar impossível que os espectadores ouvissem o longa.

Após cerca de dez minutos, as luzes foram acesas e a sessão foi interrompida. O público foi avisado de que, se os gritos persistissem, o filme seria pausado novamente. Após isso, a sessão prosseguiu normalmente, com o silêncio sendo respeitado.

A titânica musicista Lady Gaga anunciou hoje (24) que lançará nesta próxima sexta-feira, 27 de setembro, o álbum Harlequin.

Inspirado em Coringa: Delírio a Dois, o compilado de originais antecede seu sétimo álbum de estúdio (programado para fevereiro de 2025) e contará com treze faixas inéditas.

Lady Gaga acaba de anunciar o álbum "Harlequin", inspirado em "Joker: Folie À Deux", para a próxima sexta-feira, dia 27 de setembro.

RDT Lady Gaga | Fan page (@rdtladygaga.bsky.social) 2024-09-24T16:09:55.822Z

Lembrando que o lead single de seu sétimo disco será divulgado em outubro deste ano.

E isso não é tudo: Gaga também afirmou que seu noivo, Michael Polanksy, a convenceu em trabalhar em um álbum pop e que, além da produção, está trabalhando em um projeto secreto.

Lembrando que a última incursão musical de Gaga foi a aclamada faixa “Die With a Smile”, em colaboração com Bruno Mars.

O último álbum de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado Love for Sale, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 13 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

‘A Hora do Vampiro’, ‘A Casa Mórbida’, ‘Prenda a Respiração’ e os filmes que estreiam nos principais streamings ainda em 2024

Sim, é verdade que a maior parte de 2024 já ficou para trás, no retrovisor. Mas o ano ainda guarda algumas surpresas na manga. Com o fim de setembro e início de outubro não é apenas a época mais assustadora que se aproxima com o halloween, propício para os filmes de terror. Falamos também da época de premiações. Outubro, novembro e dezembro são os meses que geralmente são lançados os filmes que visam indicações nos maiores prêmios da sétima arte.

Com a pandemia, encerrou-se a discussão se as obras lançadas diretamente nos streamings seriam elegíveis para nomeações. Desde então, a cada ano temos alguma produção do streaming indicada nas mais variadas categorias. Ou seja, outubro traz o melhor dos dois mundos: filmes assustadores e divertidos para o dia das bruxas, e também filmes de prestígio para as premiações. Confira abaixo algumas produções que selecionamos para você, que chegam ainda este ano nas principais plataformas de streaming.

03.10 – A Hora do Vampiro

Começamos com a parte dedicada ao Halloween, afinal os cinéfilos e fãs de terror esperam o ano todo por isso. O primeiro é um filme que será lançado diretamente no streaming da Warner, o Max, e que viveu uma verdadeira epopeia. A ideia original era lançar nos cinemas, mas os produtores chegaram a engavetar essa adaptação de Stephen King sobre uma cidade repleta de vampiros e quase sumiram com o filme – como já fizeram em outros casos. Ainda bem que finalmente poderemos assistir ao longa no início do mês, abrindo a temporada do dia das bruxas.

03.10 – A Casa Mórbida

A Max não será a única plataforma de streaming a presentear os fãs de terror com um lançamento abrindo a temporada dos sustos. Acontece que a Amazon Prime Video preparou seu próprio prato suculento do medo, com o perdão do trocadilho. Produzido pela Blumhouse, ‘A Casa Mórbida’ traz a vencedora do Oscar Ariana DeBose como protagonista, e apresenta a proposta de misturar terror com a alta gastronomia. Se você acha que a série ‘O Urso’ já é nervosa o suficiente, que tal uma chef abrindo um restaurante em uma casa assombrada?

03.10 – Prenda a Respiração

Primeiro a Max, depois a Amazon, e agora é a vez da Disney+. Sim, embora nos EUA a plataforma ainda seja dividida com a Hulu, onde estão os filmes mais adultos na casa, no Brasil a Star+ chegou ao fim, migrando todo o seu conteúdo para um único lugar: a Disney+. É por lá que o estúdio irá lançar seu mais recente filme de terror, competindo com suas rivais no mesmo dia com um thriller angustiante. Para isso, conta com a ajuda de Sarah Paulson, um verdadeiro tesouro mundial do cinema. Passada nos anos 1930 no interior dos EUA, a história traz um vilarejo assombrado por uma tempestade de areia –  e a personagem de Paulson acreditando que um forasteiro se instalou no local.

10.10 – Os Horrores de Caddo Lake

Já pudemos sentir que a competição será acirrada no início de outubro entre a Max, a Amazon e a Disney para novos lançamentos de terror. Antes mesmo de assistirmos a qualquer um destes longas, podemos determinar que o vencedor desta corrida foi mesmo a Max. Isso porque somente ela resolveu estrear dois filmes de terror no intervalo de uma semana na sua plataforma de streaming. Depois do badalado ‘A Hora do Vampiro’, o estúdio traz também este ‘Os Horrores de Caddo Lake’, estrelado por Dylan O’Brien. Passado numa região pantanosa, num local de pessoas humildes, uma força estranha está em vigor na área, mudando a realidade dos moradores.

17.10 – Irmãos

Quem contra-ataca agora é a Amazon, no entanto, em um drama cômico e não em um terror. ‘Irmãos’ vem recebendo inúmeros elogios da crítica especializada, e despertou comentários de ser uma espécie de refilmagem não declarada do clássico do humor ‘Irmãos Gêmeos’, com Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito, que tinha como graça irmãos muito diferentes fisicamente. O mesmo ocorre aqui, com Josh Brolin e Peter Dinklage – igualmente vivendo gêmeos. E até mesmo Dinklage interpreta o baixinho golpista da dupla, enquanto Brolin é um sujeito mais ingênuo. Completando o elenco temos Glenn Close como a matriarca e o vencedor do Oscar Brendan Fraser.

24.10 – Canário Negro

A musa Kate Beckinsale parece não envelhecer, e se disséssemos que esse filme é do mesmo ano do primeiro ‘Anjos da Noite’, certamente muitos acreditariam, pois a atriz parece igualzinha nos dois filmes – embora exista um intervalo de 21 anos entre os dois. Beckinsale já havia estrelado o filme de ação ‘Jolt’ para a Amazon em 2021, e agora ela volta em uma nova parceria com a plataforma, no papel de uma agente renegada, precisando trair sua agência a fim de libertar o marido sequestrado. No elenco, temos um dos últimos trabalhos do saudoso Ray Stevenson.

22.11 – Blitz

Agora temos os filmes que são voltados para premiações. No mês de novembro temos a estreia de ‘Blitz’, novo trabalho de Steve McQueen, diretor de ’12 Anos de Escravidão’, com lançamento prometido na AppleTV+. Aqui, o diretor comanda a jovem talentosa Saoirse Ronan em um trabalho que pode render à atriz uma nova indicação ao Oscar. Ronan topa um trabalho mais maduro, interpretando uma mãe pela primeira vez em sua carreira. A trama se passa em Londres durante a Segunda Guerra Mundial, quando a cidade foi bombardeada pela Alemanha. Ronan fará de tudo para proteger o seu pequeno filho. Como as aspirações aqui são de Oscar, resta saber se no Brasil o filme receberá um lançamento nas telonas.

Bônus 1:  Maria (11/12)

Outro que já começa a cheirar a Oscar desde que foi exibido em sua estreia no Festival de Veneza é a mais recente produção do diretor chileno Pablo Larraín. Quem estrela é a musa máxima Angelina Jolie, que pode concorrer ao Oscar mais uma vez, já que se entrega de corpo e alma ao retrato da grande cantora Maria Callas, e recebeu aplausos de pé. Larraín é conhecido por levar suas atrizes até o Oscar com biografias muito femininas: foi o caso com Natalie Portman em ‘Jackie’, e Kristen Stewart em ‘Spencer’. Agora é a vez de Jolie. O longa é prometido para a Netflix, mas deverá passar pelo circuito, mesmo que reduzido, nos cinemas antes.

Bônus 2: Emilia Pérez (13/11)

Assim como os dois itens acima, não sabemos exatamente quando este filme irá chegar no streaming por aqui no Brasil. Acontece que ‘Emilia Pérez’ é um filme que passou no circuito de festivais, tendo estreado em Cannes e chegando este mês para a abertura do Festival do Rio. O filme é um musical e conta a incrível história de uma advogada ajudando um chefão de um cartel de drogas mexicano a se tornar a mulher que ele sempre sonhou em ser. Quem já viu diz que é um dos melhores do ano, e já gera comentários de que estará no Oscar. Nos EUA, chega à Netflix em novembro, porém, por aqui no Brasil o público terá que esperar um pouquinho mais, já que visando o maior prêmio da sétima arte, a Paris Filmes promete o longa somente no início de fevereiro de 2025.

Bônus 3: A Garota da Vez

Terminando a lista temos mais um caso curioso, como os últimos acima. ‘A Garota da Vez’ é a estreia na direção da sempre ótima Anna Kendrick, que também atua como a protagonista do longa. Um thriller para lá de gélido, esta é outra ótima pedida para a data. A história baseada em acontecimentos reais mostra um serial killer que escolhia suas vítimas saídas de aparições em programas de namoro na TV – comum nos anos 1970, época em que o filme se passa. ‘A Garota da Vez’ estreia na Netflix dos EUA no dia 18, porém, no dia 10 chega aos cinemas brasileiros trazido pela Diamond Films, depois de passar pelo Festival do Rio. Sim, é sempre bom ver um filme na telona ao invés de em casa.