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‘Terrifier 3’ abre com 91% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 11 críticas publicadas até o momento, aguardada sequência ‘Terrifier 3‘ abriu com impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca as cenas ultraviolentas, ressaltando o excelente uso de efeitos práticos. Apesar da trama fraca, os críticos sabem exatamente o que os espectadores querem do filme: muitas cenas sangrentas e mortes inventivas!

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Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Terrifier 3’ continua a tendência da franquia de apresentar uma trama rasa recheada de uma experiência cinematográfica ultraviolenta.” (Slant Magazine)

“‘Terrifier 3’ entrega aos fãs exatamente o que eles querem — mortes ainda mais memoráveis. É um filme mais sombrio e cruel, que alguns podem achar menos lúdico do que o anterior. No entanto, o cenário natalino adiciona um toque fresco e animado à brutalidade.” (Sean Chandler Talks About)

“Com ‘Terrifier 3’, o diretor Damien Leone pinta sua Capela Sistina com sangue e tripas. Lauren LaVera arrasa!” (Fresh Fiction)

“‘Terrifier 3’ traz uma abundância de efeitos práticos impressionantes, mas sua narrativa é dispersa de maneiras que prejudicam a sequência.” (IGN Movies)

“Art traz sua carnificina ultraviolenta para o feriado natalino, e eu estou totalmente a favor disso! O novo filme consegue apresentar um ótimo equilíbrio entre o tom dos filmes anteriores, enquanto continua a alcançar novos limites de violência. Lauren LaVera brilha como uma Sienna vingativa e desequilibrada!” (Cody Leach)

“‘Terrifier 3’ apresenta algumas mortes satisfatórias e efeitos práticos incríveis, mas com uma duração de mais de duas horas, é improvável que isso satisfaça alguém além dos fãs mais dedicados da franquia.” (FandomWire)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Crítica | A Hora do Vampiro: Entre erros e acertos, adaptação de clássico de Stephen King é um bom entretenimento para os fãs do gênero

Em uma pequena cidade do interior do estado de Maine, a apatia de seus moradores se transforma em uma janela de oportunidade para uma inesperada manifestação vampiresca. Pacato, porém emocional, social e economicamente estéril, o pequeno município de Jerusalem’s Lot é um banquete de sangue à espera de Barlow & Straker, duas misteriosas criaturas que sorrateiramente invadem os pequenos cantos dessa terra esquecida, localizada nas extremidades dos Estados Unidos. Não é à toa que a obra original recebe o nome de Salem’s Lot. Ainda que no português não funcione tão bem como A Hora do Vampiro, a verdade é que o maior de todos os personagens da trama é de fato a cidade interiorana.

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Com personagens peculiares cujas vidas giram em torno de pequenas fofocas locais, interesses amorosos e brigas no intervalo da escola, Jerusalem’s Lot é marcada pela falta de empatia de seus conterrâneos, que logo se movimentam mediante a inesperada chegada de um forasteiro, o escritor Ben Mears (Lewis Pullman). Ex-morador da cidade e à procura de uma nova história, sua fortuita visita desperta um fugaz sentimento de desconfiança. Observado por todos e realmente desejado por apenas uma pessoa, Susan Norton (Makenzie Leigh), sua presença vem acompanhada dos mesmos temores que destruirão o pouco de dignidade e humanidade que resta aos mulambos moradores.

Construindo a tensão desde o primeiro ato, A Hora do Vampiro erra por não saber desenvolvê-la muito bem em seus primeiros 40 minutos, tornando a trama arrastada e morosa. Com apenas vestígios de terror que salpicam a atmosfera e se incorporam ao design de produção, pouco é oferecido aos fãs do gênero em primeira instância. Para os impacientes, isso é tempo suficiente para desistir da trama. Para os esperançosos, é uma dose extra de paciência até chegar ao segundo ato, quando tudo finalmente acontece. E então, escalonando a trama de maneira mais enérgica e voraz, o cineasta Gary Dauberman se apressa para executar mortes mais sangrentas e capricha nas cenas de ação, finalmente entregando aquilo que tanto esperávamos.

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Focando seu roteiro mais na cidade em si e na operacionalidade das criaturas noturnas, Dauberman deixa de lado o desenvolvimento mais complexo de seus personagens, entregando histórias de background perenes e risíveis. Ainda assim, A Hora do Vampiro consegue compensar esses próprios erros com ótimas cenas de confronto e uma caprichada caracterização física de seus vampiros. Com um visual mais sombrio que remete diretamente ao clássico Nosferatu, de 1922, eles são o grande destaque do longa, ao lado da sólida performance de Pullman, que conduz o protagonismo com os mesmos trejeitos e presença de um ator mais “old Hollywood”.

Conduzindo a audiência para um potente terceiro ato, o diretor e roteirista Dauberman segura o melhor para o fim, presenteando aqueles mais esperançosos com um desfecho intenso e caótico. Marcado por alguns exageros incoerentes que nos fazem torcer o nariz aqui e ali, seu fim honra a nossa disposição enquanto audiência e entrega o tipo de intensidade que se espera de um thriller de terror. E entre tropeços, cambaleios e alguns acertos genuínos, A Hora do Vampiro é mais uma adaptação de Stephen King que, longe de ser perfeita, é o suficiente para quem só quer um filme pipoca para curtir.

Sinopse OFICIAL de ‘O Auto da Compadecida 2’ revela como João Grilo e Chicó voltam a se encontrar….

Após ter seu trailer divulgado ontem, ‘O Auto da Compadecida 2‘ ganhou sinopse e cartaz.

O longa chega aos cinemas brasileiros no dia 25 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Depois de 20 anos desaparecido, João Grilo retorna à pequena Taperoá para se juntar ao seu velho companheiro Chicó. Acontece que agora ele é recebido como uma celebridade na cidade. Afinal, reza a lenda que havia sido morto por bala de espingarda e ressuscitado após um julgamento que tinha o Diabo como acusador, Nossa Senhora como defensora e o próprio Jesus Cristo como juiz.

Disputado como principal cabo eleitoral pelos dois políticos mais poderosos da cidade, ele faz de tudo para finalmente aplicar o golpe que vai lhe render muito dinheiro e, quem sabe, vida mansa – como se fosse possível que ele se aquietasse. Só que nada sai como planejado e ele acaba alvejado pelo mesmo cabra que o havia matado anos antes. Será que a Compadecida vai intervir para salvá-lo novamente?

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O longa será uma sequência do clássico brasileiro, trazendo de volta os protagonistas Chicó (Selton Mello) e João Grilo (Matheus Nachtergaele).

O filme é dirigido por Guel Arraes e Flávia Lacerda.

O filho de Ariano Suassuna, Manuel Dantas Suassuna, revelou que sua família analisou a fundo a ideia antes de autorizar a continuação.

“Analisamos os prós e contras de se ter um texto que não é puramente de Ariano, mas que vai levar o nome dele. A peça é de muito sucesso, então consultamos vários escritores amigos para saber a opinião deles, para traçar um caminho”, afirmou Suassuna. “E também teve uma conversa de meu pai com Guel, quando ele estava vivo, para se fazer uma segunda versão. Depois, abandonaram a ideia, e agora, mais de 20 anos depois, ela veio à tona.”, ele disse. 

Divertido, empolgante, com personagens inesquecíveis que abordam a cultura popular, a tradição religiosa, a amizade, o amor no mais puro sentido desse sentimento, o filme original foi dirigido por Arraes no ano de 2000.

Baseado em um clássico homônimo da cultura nordestina brasileira escrito por Ariano Suassuna, além de outros dois contos do famoso escritor, O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, todos de meados da década de 50, o filme foi um grande sucesso de público e crítica levando mais de 2 milhões de pessoas às salas de cinema de todo o Brasil.

‘Monster Summer’: Mel Gibson e Mason Thames falam sobre estrelar o terror; “fascinante”

Os astros Mason Thames, conhecido por ‘O Telefone Preto’, e Mel Gibson, famoso por ‘Máquina Mortífera’, recentemente comentaram sobre sua nova colaboração em Monster Summer, uma comédia de terror.

Ambos refletiram sobre como suas experiências anteriores os ajudaram a se preparar para esses novos papéis.

“É ótimo lidar com a expectativa que pode decepcionar e brincar com isso. Isso cria uma oportunidade fascinante para um ator na narrativa. Para mim, foi incrível interpretar um detetive aposentado que se afastou da vida. Ele acaba encontrando um garoto que quer salvar o mundo. Juntos, eles aprendem lições valiosas um com o outro, enquanto tentam resolver um mistério. É uma verdadeira parceria, sabe?”, explicou Gibson.

Thames também fez uma interessante comparação com seu trabalho em ‘O Telefone Preto’.

“Acho que a experiência de sentir medo em ‘O Telefone Preto’ me preparou para isso. Eu tive que fazer aquela expressão muitas vezes. Não é a mais lisonjeira, mas faz parte do meu trabalho. O que eu adoro em ‘Monster Summer’, especialmente depois de ‘O Telefone Preto’, é a mudança de ritmo. Estava sendo perseguido por Ethan Hawke, e agora, trabalhar com o Mel foi uma experiência muito divertida'”, completou Thames.

O longa será lançado nos cinemas no dia 4 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

David Henrie (‘Os Feiticeiros de Waverly Place’) é responsável pela direção.

Quando uma força sobrenatural começa a destruir seu verão, Noah e seus amigos se juntam com um detetive aposentado em uma aventura monstruosa para salvar sua ilha.

Mason Thames (‘O Telefone Preto’) e Mel Gibson (‘Coração Valente’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Lorraine BraccoNora ZehetnerNoah CottrellAbby James Witherspoon, Lilah Pate, Julian Lerner e Patrick Renna.

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Com 89% de aprovação, você PRECISA assistir a esse suspense sobre Água Contaminada com Mark Ruffalo

Em tempos de água contaminada no Rio de Janeiro, a estreia de ‘O Preço da Verdade’ nos faz refletir sobre como as medidas adotadas lá e aqui foram (e continuam sendo) terrivelmente diferentes.

Baseado em fatos reais, o longa conta a impressionante história da pequena cidade de Parkersburg, onde uma poderosa empresa, DuPont, se instalara e vinha despejando dejetos tóxicos de maneira inapropriada nos rios da região, além de a DuPont enterrar produtos químicos que, em pouco tempo, também contaminaram o solo. Um dia o fazendeiro, Wilburt Tennant (o ótimo Bill Camp) contacta o advogado Robert Billiot (o famoso Hulk, Mark Ruffalo) e pede seu auxílio. O que de início parecia apenas uma ajudinha para um morador local rapidamente se transforma numa das maiores ações judiciais contra uma poderosa empresa estado-unidense, literalmente encabeçada por um único (e corajoso) advogado.

A história de ‘O Preço da Verdade’ é melhor do que as atuações apresentadas ou que seu título em português. Com exceção de Bill Camp, todo o resto do elenco parece estar dessintonizado, como se não tivessem tido preparação ou orientação em conjunto. Mark Ruffalo passa o filme inteiro com cara de sofrimento, o que não ajuda quando seu personagem de fato sofre no longa; Anne Hathaway, que é anunciada como um dos principais nomes do longa, na verdade faz uma figuração de luxo, e até metade do filme seu rosto sequer aparece na telona; o resto do elenco masculino anunciado faz o que tem que ser feito, sem oferecer nada além do básico.

Porém, como falamos, o principal destaque é a história absurda de ‘O Preço da Verdade’: o fato de a empresa DuPont ter contaminado toda uma cidade com um composto químico chamado C-8 (carbono 8, ou seja, 8 moléculas de carbono agrupadas), que eles convenientemente mudaram de nome nos relatórios e chamaram de PFOA para disfarçar. Para vocês terem uma noção, o C-8 é um bioacumulador, uma substância que entra no organismo do ser humano ou do animal e fica nele para sempre! É, é isso mesmo. Como sintoma, há o endurecimento dos dentes, que a médio prazo ficam pretos, o enlouquecimento de animais e o desenvolvimento de nove tipos diferentes de câncer no organismo humano. O C-8 é um ácido químico não regulado, fortemente monitorado hoje em dia pelo governo dos EUA.

O processo iniciado por Tennant e Billiot levou quase vinte anos nos tribunais, e expandiu para mais de três mil casos diretamente atingidos pela imprudência da DuPont. E sabem onde o C-8 pode ser encontrado desde aquela época? Em quase tudo que usamos: o C-8 é o composto químico base do teflon – a tecnologia que permite as panelas serem antiaderentes. Ou seja, comemos C-8 desde sempre, e ele basicamente está presente no organismo de todo ser humano do planeta, tendo a gente consumido o ácido direta ou indiretamente ao longo de nossas vidas. Legal, né?

Em tempos de contaminação do lençol freático carioca, que há mais de um mês vem recebendo água suja para consumo humano, é doloroso ver como uma situação semelhante foi tratada nos EUA (com ações judiciárias milionárias) e como tem sido no Rio de Janeiro (com o presidente da Cedae falando que a água está apta para consumo, só não está confortável). Filmes como esse nos fazem abrir os olhos não só sobre os perigos das multinacionais preocupadas unicamente com o lucro e não com o meio-ambiente, mas também sobre como o nosso país não se preocupa nem um pouco com os recursos naturais e com a própria população brasileira.

O Preço da Verdade’ é exatamente o que o título anuncia: um filme que você vê para saber a verdade, porque ela precisa ser contada, mas que deixa uma tristeza profunda dentro da gente, afinal, esta verdade é terrível e, infelizmente, imutável.

Live-action de ‘Street Fighter’ encontra diretor e data de estreia

A Sony e a Legendary já tem um novo diretor em vista para ‘Street Fighter‘.

Kitao Sakurai (‘Bad Trip’) está em negociações para assumir o cargo deixado por Danny e Michael Philippou (‘Fale Comigo’), que abandonaram a produção.

A infomação é do DanielRPK.

O filme live-action baseado nos videogames clássicos da Capcom foi datado para lançamento nos cinemas em 20 de março de 2026. 

Além do filme, que já está em desenvolvimento, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV.

Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.

Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.

Agora, com a Legendary Pictures à frente do projeto, os fãs esperam uma adaptação mais fiel e emocionante para as telonas.

Para quem não sabe, o estúdio é conhecido por produzir grandes sucessos de bilheteria como a trilogia ‘Batman‘ de Christopher Nolan, ‘Jurassic World‘, e ‘Godzilla‘.

Relembre o trailer de ‘Street Fighter – A Última Batalha‘:

‘Vingadores’: Mark Millar planeja fazer GRANDE retorno à Marvel com história ainda MAIOR que ‘Guerra Civil’

O icônico quadrinista Mark Millar é, sem sombra de dúvida, um dos nomes mais importantes da Marvel Comics e ajudou a modelar o Universo Cinemático Marvel como o conhecemos hoje.

Afinal, seu trabalho em ‘Os Supremos’, que teve início em 2002 e estendeu-se por mais de quinze anos de publicações, serviu como fonte de inspiração para ‘Os Vingadores’, incluindo o clássico figurino do Capitão América, o formação do time de heróis e a caracterização de Nick Fury.

Porém, o trabalho de maior importância de Millar, até hoje, foi Guerra Civil – a HQ mais vendida da Marvel Comics e que repaginou o Universo Marvel, inspirando ‘Capitão América: Guerra Civil.

Nos últimos anos, Millar focou apenas em seu próprio selo, Millerworld, assinando um contrato bastante lucrativo com a Netflix. Em 2022, ele revelou que estava planejando retornar à DC Comics com uma nova história envolvendo o Superman – recentemente falando com a editora sobre uma série dividida em seis partes.

Agora, em entrevista ao wordballoon, o quadrinista contou que está almejando a um aguardado retorno à Marvel Comics.

“Eu me encontrei com [o editor-chefe da Marvel] C.B. Cebulski em um almoço na semana passada, em Londres”, ele conta. “Ele estava visitando [o set de filmagens] de ‘Quarteto Fantástico’ e me ligou”.

Millar continua: “tanto a Marvel quanto a DC me fizeram ofertas anos atrás e, a cada ano, eles entram em contato comigo e perguntam se eu quero fazer alguma coisa. Eu tive uma ideia quando estava em Dubai no ano passado… Essa história do Superman veio na minha cabeça: o começo, o meio e o fim de tudo. Eu mencionei isso no Twitter alguns dias atrás, e [a editora em chefe da DC] Marie Javins encontrou em contato comigo e disse: ‘se você quiser fazer isso, faça'”.

Millar revelou que pretende esperar Superman entrar em domínio público e, por enquanto, voltar sua atenção para um misterioso projeto com a Marvel Comics.

“Eu disse a CB: ‘só quero fazer algo com a Marvel se puder ser maior que Guerra Civil. Senão, qual é o propósito?’. Não vou aparecer para fazer uma série sobre o Homem de Gelo ou algo assim. Eu só quero aparecer e fazer algo que será maior que Guerra Civil – e o que eu tenho é bem maior, e [a HQ] é a mais vendida que a Marvel já teve na história”, ele afirma.

Millar conclui: “a maior da história. Eu disse que isso vai superá-la e ainda não disse a ele o que vai ser. Vou guardar segredo”.

Samuel L. Jackson conseguiu falar mais PALAVRÕES em ‘Serpentes a Bordo’ após testes de exibição

Em entrevista ao GQ, Samuel L. Jackson (‘Invasão Secreta’) revelou que o estúdio planejava lançar ‘Serpentes a Bordo‘ com uma baixa classificação etária.

O ator afirma que a situação mudou após os testes de exibição, que fizeram o estúdio mudar de ideia e pagar por refilmagens para incluir palavrões – finalmente visando um lançamento para maiores de idade.

“Eles estavam tentando fazer um filme para menores de idade, e você só pode falar um palavrão nesta classificação. Eu cheguei pra eles e disse: ‘Olha, eu preciso falar ‘p*rra’ neste filme. Eu estou cansado da p*rra dessas cobras neste avião’. Eles se negaram.”

Ele completa, “Após eles mostrarem o filme em testes de exibição, pediram por refilmagens. Custou bastante dinheiro para introduzir aqueles palavrões.”

Vale lembrar que uma das falas mais icônicas do filme é quando o personagem de Jackson proclama: “Estou cansado dessas p*rras dessas cobras nesta p*rra deste avião,” que acabou se tornando viral na internet com o passar dos anos.

Anteriormente, o ator também havia revelado que o estúdio planejava alterar o título do longa: “Eu já assisti todos os filmes clássicos de monstros: ‘Casei-me com um Monstro’, ‘O Monstro da Lagoa Negra’, ‘Frankenstein’, ‘A Bolha Assassina’ e diversos filmes do ‘Drácula’. Todos querem fugir dos monstros. É por isso que eu estrelei ‘Do Fundo do Mar’, em que eu tento sobreviver aos ataques de tubarões assassinos. Quando eu ouvi falar sobre ‘Serpentes a Bordo’, eu tinha acabado de fazer um filme com o diretor de ‘Fórmula 51’. Eu liguei para ele e perguntei: ‘Você vai dirigir um filme chamado ‘Serpentes a Bordo’?’ Ele respondeu: ‘Sim, é sobre um avião dominado por cobras venenosas’. Então, eu perguntei se podia participar do filme.”

Ele completa, “[O diretor] ligou para a New Line, que ficou muito animada. Eu assinei o contrato para o filme, mas não sei o que aconteceu. O diretor foi demitido. Quando eu cheguei lá, eles estavam pensando mudar o título do filme para ‘Voo Pacífico 121’ porque eles não ‘queriam estragar a surpresa’. Eu fiquei tipo: ‘É exatamente isso o que vocês estão fazendo! Qual o problema de vocês? Eu assinei o contrato para estrelar ‘Serpentes a Bordo’, e eu garanto que o público ficará mais animado para assistir ‘Serpentes a Bordo’ do que ‘Voo Pacífico 121’.”

Com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes e sucesso moderado nos cinemas, ‘Serpentes a Bordo‘ arrecadou US$ 62 milhões mundialmente.

‘Agatha Desde Sempre’ registra 9.3 milhões de visualizações em estreia no Disney+

De acordo com o Deadline, o primeiro episódio de ‘Agatha Desde Sempre‘, série derivada de ‘WandaVision‘, registrou 9.3 milhões de visualizações em seus sete primeiros dias no streaming do Disney+.

Para termos de comparação, a segunda temporada de ‘Loki‘ alcançou 10.9 milhões de visualizações em seus três primeiros dias na plataforma.

Dentre os lançamentos recentes do serviço de streaming, ‘Ahsoka‘ e a cancelada ‘The Acolyte‘ alcançaram 14 milhões e 11.1 milhões em seus cinco primeiros dias, respectivamente; e ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘ registrou 13.3 milhões em seus seis primeiros dias.

Assim como na Netflix, a métrica de visualização é definida pelo tempo assistido dividido pela duração total.

Lembrando que o próximo capítulo vai ao ar no dia 02 de outubro.

Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis ​​se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes. 

Jac Schaeffer entra como showrunner.

Além de Hahn reprisando seu papel como Agatha Harkness, o elenco conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo RuppPatti LuPoneAubrey Plaza.

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Alan Tudyk é confirmado em papel SECRETO no novo ‘Superman’

De acordo com o Deadline, Alan Tudyk (‘Resident Alien’) foi confirmado no elenco do novo filme do ‘Superman‘, que marcará o início do novo universo da DC Comics nos cinemas.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel estão sendo mantidos em segredo.

Vale destacar que, além de dublar o Cara-de-Barro em ‘Harley Quinn‘, o ator fará sua estreia no universo oficial da DC na série animada ‘Creature Commandos‘, onde dará voz ao vilão Doutor Fósforo.

A produção dará início à primeira fase do novo universo, intitulado Gods and Monsters.

Superman‘ está programado para estrear em 11 de julho de 2025.

Estrelado por David Corenswet (‘Twisters’), “o longa traz uma mudança completa, com elementos de ficção científica e fantasia hardcore, que será o extremo oposto de ‘O Homem de Aço’. A trama e ambientada em um mundo muito diferente do nosso e muito distante daquele no DCEU de Zack Snyder. Os heróis existem por lá há muito tempo e nós veremos como isso afetou a história deste mundo e moldou o DCU, disse Richtman.

Por enquanto, muito pouco foi revelado sobre a trama do novo filme, exceto que irá acompanhar a juventude Clark Kent e que Lex Luthor (Nicholas Hoult) será um dos vilões.

Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) interpretatá Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.

Além de Skyler Gisondo como o fotógrafo Jimmy Olsen.

Outros heróis do universo DC também estarão presentes. Entre eles, Anthony Carrigan como Metamorfo, Edi Gathegi como Sr. Fantástico, María Gabriela de Faría como Engenheira, Frank Grillo como o Coronel Rick Flagg Sr., Milly Alcock como Supergirl e outros.

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Saiba quando o trailer completo de ‘Nosferatu’ será lançado; Confira o novo teaser!

O reboot de ‘Nosferatu‘, dirigido pelo aclamado cineasta Robert Eggers (‘A Bruxa’), ganhou um novo teaser – que confirma a data do lançamento do trailer completo da nova versão.

O novo trailer está programado para a próxima segunda-feira, no dia 30 de novembro.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro de 2025.

“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”

O elenco também conta com Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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‘Yellowjackets’: Hilary Swank se junta ao elenco da 3ª temporada

De acordo com o Deadline, a vencedora do Oscar Hilary Swank (‘Menina de Ouro’) entrou para o elenco da 3ª temporada de ‘Yellowjackets‘.

A atriz participará em caráter recorrente no próximo ciclo, mas o site afirma que há possibilidade dela ser promovida ao elenco regular na quarta temporada.

Detalhes sobre sua personagem não foram divulgados, mas especula-se que ela interprete a versão adulta de alguma adolescente da equipe de futebol.

Joel McHale (‘Community’) também foi confirmado na terceira temporada.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

Billie Eilish lança videoclipe oficial de “BIRDS OF A FEATHER”, faixa do aclamado álbum ‘Hit Me Hard and Soft’; Confira!

A icônica cantora e compositora Billie Eilish lançou hoje (27) o clipe oficial de “BIRDS OF A FEATHER”, uma das músicas de seu aclamado 3º álbum de estúdio, Hit Me Hard and Soft.

Lembrando que o compilado de originais conta com dez faixas, incluindo os singles “LUNCH”“CHIHIRO”.

Confira:

Crítica | Billie Eilish acerta novamente com o espetacular e impecável álbum ‘Hit Me Hard and Soft’

Relembre a tracklist:

1. Skinny
2. Lunch
3. Chihiro
4. Birds of a Feather
5. Wildflower
6. The Greatest
7. L’amour de ma Vie
8. The Diner
9. Bittersuite
10. Blue

Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP ‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do AnoArtista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano – estas duas últimas com o single “bad guy”).

Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy.

Em 2023, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.

Maggie Smith, de ‘Downton Abbey’ e ‘Harry Potter’, morre aos 89 anos

A atriz britânica Maggie Smith, conhecida pela série ‘Downton Abbey‘ e pela franquia ‘Harry Potter‘, morreu aos 89 anos.

“É com grande pesar que anunciamos a morte da Maggie Smith,” declararam seus filhos, Toby Stephens e Chris Larkin, em comunicado oficial à BBC. “Ela faleceu pacificamente no hospital nesta manhã, no dia 27 de setembro. Sendo uma pessoa privada, ela estava com sua família e amigos no fim. Ela deixa dois filhos e cinco netos, que estão devastados pela perda de sua extraordinária mãe e avó.”

A atriz fez sua estreia nos cinemas com o suspense ‘Sem Saída‘, de 1958. Desde então, acumulou dezenas de créditos nas telonas, incluindo ‘Gente Muito Importante‘ (1963), ‘O Rebelde Sonhador‘ (1965), ‘Charada em Veneza‘ (1967), ‘A Primavera de uma Solteirona‘ (1969), ‘Morte Sobre o Nilo‘ (1978), ‘Fúria de Titãs‘ (1981), ‘Mudança de Hábito‘ (1992), ‘O Jardim Secreto‘ (1993), entre muitos outros. Seu crédito mais recente é ‘O Clube dos Milagres‘, de 2023.

Ela também participou da popular franquia ‘Harry Potter‘, onde interpretou a Professora Minerva.

Na televisão, seu crédito mais marcante foi a série ‘Downton Abbey‘, que rendeu seis temporadas e dois filmes. A atriz chegou a ganhar três Emmy Awards e um Globo de Ouro pelo seu trabalho no seriado.

Smith também ganhou dois Oscars no decorrer de sua carreira; Melhor Atriz por ‘A Primavera de uma Solteirona‘ e Melhor Atriz Coadjuvante por ‘Califórnia Suite‘.

‘Speak no Evil’: Versão ORIGINAL de ‘Não Fale o Mal’ estreia nos cinemas no Festival do Rio; Veja os horários!

O terror dinamarques ‘Não Fale o Mal‘ (Speak No Evil) nunca foi lançado oficialmente no Brasil, até agora.

Após o sucesso do remake da Blumhouse com James McAvoy, o filme original finalmente será exibido nos cinemas brasileiros durante o Festival do Rio.

Confira os horários e o trailer:

DIASESSÃOCINEMA
Sexta, 04/1014:15Estação NET Rio 4
Domingo, 06/1016:40Reserva Cultural Niterói 3
Segunda, 07/1021:30Estação NET Rio 2
Sexta, 11/1018:00Cine Santa Teresa

 

O longa foi escrito e dirigido por Christian Tafdrup.

O elenco conta com Morten Burian, Sidsel Siem, Koch Fedja, Van Huêt, Karina Smulders, Liva Forsberg e Marius Damslev.

 

Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

O subgênero de terror slasher naturalmente nos convida para a subversão humana, sempre a partir de momentos sangrentos e dilacerados. Mas Speak no Evil transgride o seu próprio formato em diversos momentos, proporcionando o epicentro da originalidade para os amantes de sustos. De origem dinamarquesa, o longa – que mistura thriller, sátira e mistério – não é nada do que você espera, mas é exatamente aquilo que tanto buscamos em um bom horror: ser surpreendidos muito além dos famosos jumpscares.

Christian Tafdrup convida a audiência para uma jornada inicialmente inofensiva e emocionalmente fatigante e angustiante. Nos promete um início clássico, onde a serenidade e a leveza entre os personagens assenta na mente da audiência que – obviamente – tenta permanecer vigilante, por saber que se trata de um filme de terror. Mas a calmaria logo dá espaço para uma sessão de tortura psicológica que desafiará os sentidos de todos, audiência e personagens.

Aqui, duas famílias de origens distintas se conhecem durante as férias e rapidamente desenvolvem uma dinâmica enérgica e leve. O que poderia ser apenas uma amizade aleatória de férias evolui para um convite de fim de semana na casa de campo de um dos casais. E é sob um cenário europeu, bucólico e gélido que uma espiral alucinante se desenvolve diante dos olhos do público. Entre comportamentos peculiares, choques culturais e uma constante tensão entre pais e filhos, Speak no Evil cresce pelas beiradas, sempre ao som de uma trilha sonora conflitante e antagônica.

Constantemente nos “enganando” com sua trilha intensa e horripilante, o diretor Tafdrup transforma até os momentos mais serenos e leves em instantes de pura tensão em angústia. Mesmo nas cenas mais solares sua atmosfera musical nos leva em direção a uma jornada sensorial apavorante, onde ficamos sempre em estado de alerta – à espera do pior.

Essa trilha que parece estar deslocada, mas na verdade é um artifício proposital, faz emergir na audiência um pavor psicológico. E ainda que muito do terror dos dois primeiros atos permaneça nas entrelinhas, na linguagem corporal dos personagens e na inquietação que cria um “climão”, aqui corpo e mente são arrebatados pelo medo. O diretor e elenco trabalham em sincronia em cada tomada, com a garantia de invadir nossa percepção humana e proporcionar um frio na espinha.

Sempre à espera de que algo terrível aconteça, ficamos relutantes a cada movimento dos nossos protagonistas, como quem não apenas espera o pior, mas como quem sabe que eventualmente será genuinamente recompensado com um terceiro ato que desafia nossa compreensão de perversidade. Aqui, Christian Tafdrup faz uma sátira assustadora à misantropia e expõe este ódio pela humanidade de forma brutal e crua, escalando sua trama de maneira inesperada e sangrenta.

Nos empurrando ladeira abaixo em um redemoinho de pavor, tensão e medo constantes, o cineasta nos surpreende e uma vez mais subverte o subgênero slasher com um horror grotesco que se priva do direito de explicar sua subversão. Um banquete para os fãs do formato, Speak no Evil dilacera nossos sentidos e nos deixa exaustos. Impecável e autêntico, o filme é um perfeito conto macabro sobre o quão pavorosa a humanidade pode ser pelo puro prazer do sofrimento.

SBT faz demissões em massa em meio a crise

O SBT enfrenta uma crise profunda após a morte de seu fundador, Silvio Santos (1930 – 2024). Recentemente, a emissora implementou uma onda de demissões, cortando programas tradicionais e ajustando sua grade de programação.

Conforme o TV Pop, o canal decidiu reduzir drasticamente os custos e minimizar os altos investimentos realizados nos últimos tempos. Essas demissões impactaram diversos setores, revelando que a crise é mais séria do que se imaginava.

A previsão é que grande parte da equipe do Chega Mais seja demitida. Outros programas como Tá Na Hora eCirco do Tirulipa também sofreram reduções significativas em seus orçamentos.

O futuro de atrações como ‘É Tudo Nosso’ também é incerto, com a renovação para 2025 ainda sem garantias.

A crise financeira do SBT atingiu proporções alarmantes, exigindo uma reavaliação completa da programação e das estratégias de audiência.

O setor de jornalismo foi um dos mais afetados, com cinco profissionais demitidos recentemente. Essa área, que já vinha sofrendo com a redução de recursos, agora se depara com desafios ainda maiores.

Embora o SBT tenha anunciado uma série de novos programas no início do ano, poucos conseguiram alcançar o sucesso esperado. Muitos projetos lançados com grandes expectativas não prosperaram, levando a emissora a realizar cortes drásticos.

Apesar do cenário desafiador, alguns programas como The Noite com Danilo Gentili e Sabadou com Virginia se destacam como pontos positivos para o SBT, garantindo bons índices de audiência e contribuindo para a receita da emissora.

Kylie Minogue lança videoclipe oficial de “Lights Camera Action”, lead single de ‘Tension II’; Confira!

A icônica e lendária Kylie Minogue lançou hoje, 27 de setembro, o videoclipe oficial de “Lights Camera Action”lead single de seu 17º álbum de estúdio, Tension II.

O compilado de originais contará com nove faixas e será lançado em 18 de outubro – além de servir como sequência do aclamado ‘Tension’.

Confira:

‘Tension’ rendeu à Minogue uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Pop Dance pela faixa “Padam Padam” e se sagrou como um dos melhores discos de sua carreira.

Crítica | Kylie Minogue entrega um dos melhores álbuns de sua carreira com o explosivo ‘Tension’

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Em 2009, concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’.

Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

kylie minogue

‘Lobos’: Comédia de AÇÃO com Brad Pitt e George Clooney chega ao streaming; Saiba onde assistir!

‘Lobos’, comédia de ação estrelada por Brad Pitt e George Clooney, já está disponível no catálogo da Apple TV+.

A produção chegou à plataforma de streaming hoje, 27 de setembro.

Na trama, Clooney interpreta um reparador profissional contratado para encobrir um crime de grande repercussão. Mas quando um segundo reparador (Pitt) aparece e os dois “lobos solitários” são forçados a trabalhar juntos, eles descobrem que sua noite está ficando fora de controle de uma forma que nenhum deles esperava.

Relembre o trailer:

O filme recebeu uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 71% de aprovação com base em 84 análises.

Os críticos elogiaram o filme como divertido e destacaram o desempenho da icônica dupla protagonista como um dos pontos fortes da produção.

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“Felizmente, ambos são profissionais experientes, mas a sua familiaridade excessiva tira um pouco da surpresa do filme, algo crucial para um enredo já bastante explorado. Nesse aspecto, Austin Abrams se destaca como o verdadeiro ponto forte do filme”, disse Damon Wise do Deadline.

“Em meio à grande quantidade de produções voltadas para streaming, “Wolfs” se destaca como um exemplo de entretenimento sofisticado, inteligente e estiloso. Tem um charme de época (de um jeito positivo). No entanto, como filme, é uma obra bem elaborada, mas essencialmente descartável, nem mais nem menos”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Divertido, mas um tanto superficial, o filme se resume à ideia de reunir Pitt e Clooney para conferir se ainda possuem sua química especial, e, de fato, eles a mantêm em grande medida”, diz Jordan Mintzer do The Hollywood Reporter.

“É um filme seguro e cativante para uma noite de sábado, de um tipo que tem se tornado preocupantemente raro. É revigorante ver um diretor sair do universo dos super-heróis para criar um filme mais sóbrio e sofisticado para um público adulto”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“Embora “Wolfs” seja um filme de ação bem executado, é a sinceridade da premissa central que realmente o torna tão cativante”, disse Rafaela Sales Ross do The Playlist.

Wolfs é uma diversão agradável, não é um filme para o Oscar nem um drama excessivamente sério. No entanto, é uma obra inteligente e bem elaborada para o público adulto”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Sente-se adequado, sem ser particularmente inovador ou engenhoso, mas é exatamente o tipo de material que Clooney e Pitt sabem transformar em algo especial com seu timing impecável e suas trocas de olhares eloquentes à medida que a ação se intensifica”, disse Alison Willmore do New York Magazine/Vulture.

“Lembramos de Pitt e Clooney com seu charme elegante nos filmes de “Oceans”, mas o estilo aqui é mais parecido com o dos comerciais de Nespresso do George. É tão brilhante que parece possível usar sua superfície para aplicar o rímel”, disse Donald Clarke do
Irish Times.

O filme é escrito e dirigido por Jon Watts.

Amy RyanAustin AbramsPoorna Jagannathan completam o elenco protagonista.

Kylie Minogue lança “Lights Camera Action”, lead single de ‘Tension II’; Ouça!

A icônica e lendária Kylie Minogue lançou hoje (27) a canção “Lights Camera Action”lead single de seu 17º álbum de estúdio, Tension II.

O compilado de original, por sua vez, contará com nove faixas e será lançado em 18 de outubro – além de servir como sequência do aclamado ‘Tension’.

Ouça aqui!

‘Tension’ rendeu à Minogue uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Pop Dance pela faixa “Padam Padam” e se sagrou como um dos melhores discos de sua carreira.

Crítica | Kylie Minogue entrega um dos melhores álbuns de sua carreira com o explosivo ‘Tension’

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Em 2009, concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’.

Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

kylie minogue

Crítica | ‘Harlequin’ une Lady Gaga e Lee Quinzel em um vibrante pot-pourri musical

Quando Lady Gaga solta as primeiras notas de sua versão para a clássica canção “Good Morning” (que foi eternizada nos longas-metragens ‘Babes in Arms’ e ‘Cantando na Chuva’), sabemos que a titânica cantora, compositora e produtora está em sua zona de conforto. E seu mais novo álbum, Harlequin, que foi anunciado de surpresa como acompanhante do vindouro Coringa: Delírio a Dois, é exatamente o que esperaríamos de uma artista do calibre de Gaga: um compilado de releituras de icônicas canções, pincelado com uma identidade única e que a coloca em um patamar de extrema felicidade à medida que nos guia por uma aventura sinestésica, dançante e atemporal – reiterando seu importante status na cultura pop.

O disco, que conta com nada menos que treze faixas, é um encontro explosivo entre passado e presente, mesmo deslizando em pontuais momentos. Logo de início, podemos sentir a veia teatral e camp da performer permeando com precisão cada uma das notas, entregando-se de corpo e alma conforme busca elementos de Judy Garland, Mickey Rooney, Betty Noyes e Gene Kelly para nos transportar a uma época saudosista e, de certa maneira, que estende seu legado à contemporaneidade. Navegando pelo jazz e pelo pop como ninguém (e aproveitando seu elogiado trabalho ao lado de Tony Bennett com ‘Cheek to Cheek’ e Love for Sale), ela perpassa pela vibrante “Get Happy” antes de render-se ao antêmico gospel de “Oh, When the Saints” – sem sombra de dúvida uma das melhores entradas desse pot-pourri fonográfico.

Ao passo que as canções vão se desenrolando, percebemos uma fúria artística por trás dos olhos de Gaga – uma persona que pegou emprestada tanto de suas primeiras eras no pop quanto a personagem que interpreta no vindouro Coringa: Delírio a Dois, mergulhando de cabeça em uma espécie de psicose criativa que exala Lee (uma versão da icônica Arlequina que vive ao lado de Joaquin Phoenix como o protagonista titular). É a partir desse âmbito que a personalidade de algumas canções nos guiam para um caminho apenas para um giro de 180º em outra direção: “World on a String” pega a ambientação popularizada por Harold Arlen e Cab Calloway nos anos 1930 e aposta na retumbância reverberante de uma bateria quase eletrônica, abrindo espaço para um bem-vindo conceitualismo que, aqui e ali, causa estranhamento; “If My Friends Could See Me Now”, por sua vez, inicia-se com uma guitarra isolada antes de explodir num blues apaixonante e feroz do começo ao fim, deixando que os trompetes e o baixo tenham seu momento de brilhar em contraste com o fraseamento irretocável da artista.

É notável como Harlequin é atmosférico. Assim como o primeiro longa-metragem, a narrativa é ambientada nos anos 1980 – mas de uma forma propositalmente anacrônica. Se Lee e Arthur Fleck vivem em seu mundo, fugindo de uma realidade dilacerante, Gaga faria o mesmo com o álbum. Por essa razão, ela nos convida a uma jornada que perpassa vários gêneros e épocas: temos sua propensão estilística a musicais com “That’s Entertainment”, uma das incursões do filme ‘The Band Wagon’; a menção direta a Charles Chaplin com uma releitura belíssima de “Smile”, do filme ‘Tempos Modernos’; e, remando contra nossas expectativas, a incursão arena-rock de “The Joker” em uma entrega simplesmente inimaginável e performática da cantora, honrando com prestígio o clássico musical ‘The Roar of the Greasepaint – The Smell of the Crowd’.

Gaga não nos deixaria sem um gostinho de produções inéditas – e toma as rédeas de seus vieses artísticos com duas faixas. A primeira delas, “Folie à Deux”, pega o nome do filme e transforma uma histeria psicótica em uma história de amor pautada na desconstrução de icônicas progressões orquestrais de outrora, com destaque ao início do refrão, “nas nossas mentes, estaríamos muito bem” (que captura a essência de Arthur e Lee antecedendo a melancolia fabulesca do piano); “Happy Mistake”, a segunda track inédita, aposta no sensorialismo dos acordes do violão, atrelados a um eco esvoaçante que ganha mais força em um potente refrão melodramático. Aqui, Gaga mostra uma vulnerabilidade vocal que não nos entregava desde ‘Nasce Uma Estrela’, inclusive nos fries de que se apropria na segunda metade da canção e que estende a uma emocionante bridge.

O disco pode não agradar aos fãs mais inveterados de Gaga, por desejarem que ela tivesse voltado por completo ao mundo pop – algo que fará em breve, com seu antecipado sétimo álbum de estúdio, agendado para fevereiro do ano que vem (e com o lançamento do lead single no próximo mês). Porém, gostos pessoais à parte, essa mixórdia estilística está à par com o que a performer faz desde seus primeiros passos na indústria fonográfica, unindo uma gama de covers de jazz e blues irretocáveis e inebriantes à medida que transita entre esporádicas mudanças. E, finalizando a obra com a espetacular “That’s Life”, entendemos o motivo dela ser uma das presenças mais versáteis da história da música.

Harlequin é uma ótima extensão a ‘Coringa 2’ e uma sólida adição à discografia de Gaga, por mais que não seja perfeita. O que mais nos intriga acerca da produção é o comprometimento assustador de Gaga em não apenas colocar sua persona imbuída às tracks, mas garantir que a psique de Lee esteja presente para preparar o público a uma aventura como nenhuma outra.

Nota por faixa:

1. Good Morning – 4,5/5
2. Get Happy – 4/5
3. Oh, When the Saints – 5/5
4. World on a String – 3,5/5
5. If My Friends Could See Me Now – 4/5
6. That’s Entertainment – 4,5/5
7. Smile – 4/5
8. The Joker – 5/5
9. Folie à Deux – 4/5
10. Gonna Build a Mountain – 3,5/5
11. Close to You – 3,5/5
12. Happy Mistake – 4,5/5
13. That’s Life – 5/5