A Diamond Films divulgou o cartaz nacional do terror ‘O Sorveteiro‘ (Ice Cream Man), próximo filme do diretor Eli Roth (‘O Albergue’), ganhou o primeiro trailer.
Na trama, uma cidadezinha idílica de verão mergulha na loucura quando um sorveteiro serve doces para crianças com resultados aterrorizantes.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de agosto.
Snoop Dogg — que já havia colaborado com o cineasta em ‘Don’t Go in That House, Bitch!‘— irá contribuir com a trilha sonora, junto com o compositor Brandon Roberts (‘Feriado Sangrento’).
Além de dirigir, Roth também assina o roteiro ao lado de seu amigo, Noah Belson.
A disputa judicial entre Justin Baldoni e Blake Lively atingiu um novo nível de hostilidade nesta semana. Durante uma sessão pré-julgamento realizada na última terça-feira, os advogados de Baldoni afirmaram que o ator e os demais réus não podem ser responsabilizados por eventuais prejuízos financeiros da atriz, argumentando que Lively não possui o status de uma “grande magnata do entretenimento”.
Conforme reportado pelo portal TMZ, o cerne do debate atual gira em torno de indenizações. Lively alega que as ações de Baldoni prejudicaram sua reputação pública e, consequentemente, o desempenho de suas marcas comerciais. Em resposta, a defesa de Baldoni sustentou que o histórico de gestão de Lively é falho e que o insucesso de empreendimentos como a marca de bebidas Betty Buzz decorre da falta de empatia do público com a imagem da atriz.
Para reforçar a tese de que a imagem de Lively já estava desgastada antes do conflito, a equipe jurídica de Baldoni citou o episódio em que a atriz ironizou a controvérsia das fotos editadas de Kate Middleton. Na ocasião, Lively desculpou-se após a revelação de que a Princesa de Gales enfrentava um câncer. A defesa classificou a atitude como “bullying”e afirmou que o incidente foi o verdadeiro catalisador dos danos à sua reputação.
Além disso, os advogados contestaram a projeção de lucros de US$ 132 milhões que Lively afirma que teria arrecadado nos próximos cinco anos. Segundo a defesa, o montante não é realista, dado que a atriz trabalha de forma ocasional e precisaria de uma carga de trabalho ininterrupta para atingir tal cifra.
A possibilidade de uma sequência para o sucesso ‘É Assim Que Acaba’, filme que originou o processo, também foi debatida. Enquanto os advogados de Lively afirmam que ela perdeu a oportunidade de dar continuidade à franquia, a defesa de Baldoni rebateu citando um suposto comentário de Andrea Giannetti, executiva da Sony Pictures.
Segundo a defesa, Giannetti teria se referido a Lively como uma “terrorista do caralho”, expressão que, para os advogados, sinaliza que o estúdio dificilmente trabalharia com a atriz em uma nova produção, independentemente da briga com Baldoni. Por outro lado, a equipe de Lively insiste que marcas como sua linha de cuidados capilares, Blake Brown, foram alvo de retaliação direta do ator.
O caso, que caminha para o julgamento final em poucas semanas, teve atualizações importantes recentemente:
Em 2 de abril de 2026, o juiz distritalLewis J. Liman rejeitou 10 das 13 acusações feitas por Lively, incluindo as de assédio sexual. O processo seguirá com foco nas denúncias de campanha difamatória e retaliação. Após o fracasso da conferência de conciliação em fevereiro, o destino da disputa agora cabe exclusivamente ao tribunal, em um julgamento que promete expor ainda mais os bastidores de Hollywood.
Nathan Chasing Horse, ex-ator conhecido por sua participação no filme vencedor do Oscar ‘Dança com Lobos’ (1990), foi condenado a prisão perpétua. A sentença foi proferida após o tribunal considerá-lo culpado por agredir sexualmente mulheres e meninas indígenas ao longo de quase duas décadas.
De acordo com informações da BBC, o homem de 49 anos enfrentou 21 acusações, sendo considerado culpado em 13 delas. A maioria dos crimes estava relacionada ao abuso de três mulheres, incluindo uma vítima que tinha apenas 14 anos quando os abusos tiveram início.
Chasing Horse, também identificado como Nathan Lee Chasing His Horse, gozava de uma reputação de “homem-medicina” entre diversas tribos indígenas nos Estados Unidos e no Canadá. Segundo relatos de acusadoras e familiares ao tribunal de Nevada, ele utilizava sua posição de líder espiritual para manipular as vítimas, que o procuravam em busca de ajuda médica ou para participar de cerimônias tradicionais.
Uma das vítimas, Corena Leone-LaCroix, que renunciou ao anonimato para testemunhar publicamente sobre os abusos sofridos desde os 14 anos, prestou um depoimento emocionante:
“Não há como recuperar a juventude, a infância perdida, meu primeiro momento, meu primeiro beijo, a formatura que eu nunca tive. A vida que aquela menina poderia ter vivido foi tirada de mim para sempre”, afirmou Leone-LaCroix, conforme registrado pela agência Associated Press (AP).
A promotora Bianca Pucci descreveu ao júri como o réu articulou suas agressões de maneira sistemática. Em um dos episódios mais graves, ele teria convencido Leone-LaCroix de que os espíritos exigiam que ela perdesse a virgindade com ele para salvar sua mãe, que enfrentava um câncer.
A promotoria afirmou que Chasing Horse“teceu uma rede de abuso” que se estendeu por cerca de 20 anos.
Antes de anunciar a sentença, a juíza Jessica Peterson foi enfática ao confrontar o réu sobre a exploração da fé das vítimas:
“Você as manipulou para sua própria gratificação pessoal”, declarou a magistrada, destacando que Chasing Horse deturpou a espiritualidade das mulheres para cometer os crimes.
Apesar de ter negado todas as acusações durante o processo, Nathan Chasing Horse cumprirá a pena em regime fechado, podendo solicitar liberdade condicional apenas após o cumprimento total dos 37 anos de sentença.
A distribuidora Neon anunciou a aquisição de ‘Ally’, o primeiro longa-metragem animado do cineasta sul-coreanoBong Joon-ho, mundialmente aclamado por ‘Parasita’. O acordo marca o reencontro estratégico entre o diretor e a empresa que impulsionou a trajetória histórica do longa até o Oscar.
De acordo com informações da Variety, o projeto está em desenvolvimento desde 2019 e tem lançamento global previsto para 2027. Além de assumir a direção, Bong coescreveu o roteiro em colaboração comJason Yu.
Descrito como uma “aventura familiar que mistura humor e emoção”, o filme transporta o espectador para as regiões inexploradas do Oceano Pacífico Sul.
A trama acompanha uma curiosa e encantadora filhote de peixe-lula que nutre o sonho improvável de ver o sol e se tornar a estrela de um documentário sobre a vida selvagem. No entanto, o equilíbrio de seu habitat é ameaçado quando uma aeronave misteriosa afunda nas profundezas.
Segundo a sinopse oficial da produção, o longa é: “Inspirado em criaturas marinhas reais extraordinárias [e] explora temas de amizade e coragem, à medida que encontros entre humanos e criaturas das profundezas transformam ambos os mundos”.
A distribuição de ‘Ally’ representa a sexta colaboração entreBong Joon-ho e o CEO da Neon, Tom Quinn. Este é o primeiro projeto conjunto da dupla em sete anos, desde que o cineasta fez história ao conquistar o Oscar de Melhor Filme com uma produção de língua não inglesa.
O cineasta Antoine Fuqua, diretor da aclamada cinebiografia ‘Michael’, comentou recentemente sobre a possibilidade de uma sequência para o longa. A produção atual, que vem dominando as bilheterias, encerra seu arco narrativo em 1988, coincidindo com o lançamento do álbum “Bad” e o auge da turnê mundial de Jackson.
Em entrevista ao portal Deadline, Fuqua foi enfático ao ser questionado se existiria material e fôlego narrativo para uma continuação: “Com certeza”, afirmou o diretor.
Questionado se o longa chegaria até o fim da vida de Michael Jackson, que morreu em 2009 vítima de uma overdose, Fuqua afirmou: “Fomos bem longe. Analisamos as alegações contra Jordan que não pudemos usar. Fomos mais longe que isso. Talvez um ou dois anos depois disso (1995), quando as coisas viraram contra Michael”.
Lembrando que apesar de ter filmado sequências ligadas às primeiras denúncias contra o astro, o diretor precisou retirá-las da versão final. Segundo fontes da produção, o corte não foi criativo, mas jurídico. Os advogados do espólio de Jackson, que atua como produtor do longa, identificaram uma cláusula contratual em um acordo firmado com Jordan Chandler, um dos primeiros acusadores. O termo proibiria qualquer menção ou representação dele em produções cinematográficas, o que forçou a equipe de edição a reajustar o desfecho do filme.
Mesmo com os desafios de equilibrar a biografia artística com as complexas disputas legais que cercam a vida de Jackson, Fuqua demonstrou um forte apego emocional ao projeto e o desejo de comandar uma eventual parte dois.
“Eu gostaria muito. Depende de agenda, mas sinceramente, me mataria ver outra pessoa fazendo isso”, afirmou.
Até o momento, o estúdio não oficializou a continuação, mas o desempenho financeiro de ‘Michael’ e o material já gravado pelo diretor tornam a sequência uma possibilidade real para o futuro da franquia biográfica.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
Intitulado “One-Shots”, o episódio vai ao ar no dia 29 de abril. Na trama, o Capitão Pátria (Homelander) segue em sua busca obstinada pelo V1 para conquistar a imortalidade. Enquanto isso, os protagonistas tentam conter o avanço dos Supers.=
Vale lembrar que, no universo de ‘The Boys’, Jensen Ackles interpreta o Soldier Boy, enquantoJared Padalecki dá vida ao Sr. Maratona (Mister Marathon). Já o papel de Misha Collins permanece mantido sob sigilo, em um personagem ainda não revelado.
Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.
O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.
O diretor Antoine Fuqua, responsável por ‘Michael’, cinebiografia do Rei do Pop, comentou recentemente sobre a possibilidade de levar às telas a história de outra figura icônica da família:Janet Jackson.
Em entrevista ao Deadline, Fuqua revelou que, embora ainda não tenha sido formalmente convidado para assumir um projeto sobre a cantora, nutre uma profunda admiração por sua trajetória.
“Não tive [o convite]. Mas sou fã da Janet, com certeza”, afirmou o cineasta.
A declaração surge em meio a crescentes rumores na indústria de que Janet estaria trabalhando no desenvolvimento de sua própria cinebiografia. O projeto até o momento são apenas rumores.
Vale lembrar que, conforme reportado pela Variety, Janet Jackson optou por não ser retratada no longa sobre o irmão, solicitando inclusive a remoção de qualquer menção ou aparição de sua versão ficcional na trama.
“Eu queria que todos estivessem no filme. Ela foi convidada e gentilmente recusou, então é preciso respeitar sua decisão”, revelou La Toya Jackson durante a estreia do longa no Dolby Theatre, em Hollywood.
No filme, Michael é interpretado por seu sobrinho, Jaafar Jackson, cuja semelhança física e vocal impressionou a crítica. O elenco conta ainda com Colman Domingo no papel do patriarca Joe Jackson e Nia Long como Katherine Jackson. Enquanto La Toya é vivida na tela por Jessica Sula, Janet é a única integrante do núcleo principal da família a não ter uma contraparte ficcional.
O diretor Antoine Fuqua reforçou que o envolvimento dos Jackson foi fundamental para a concepção do projeto. “Quando você está contando a vida de alguém, quer garantir que a família esteja satisfeita”, afirmou o cineasta.
Sobre a recusa de Janet, Fuqua demonstrou compreensão: “Tenho muito respeito e carinho por Janet, mas tudo bem. Ela apoia Jaafar, e isso é o que importa”.
Apesar da lacuna deixada pela ausência de Janet, a performance do protagonista tem sido o ponto alto das discussões. La Toya Jackson não poupou elogios ao desempenho do sobrinho, destacando o realismo da atuação.
“Meu Deus, preciso dizer que Jaafar foi absolutamente fabuloso. Tenho certeza de que você viu o filme e sabe como ele está maravilhoso, a ponto de todos nós esquecermos e pensarmos que estamos vendo o Mike. É como: ‘Ah, esqueci que esse é o Jaafar'”, concluiu.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
A expansão do universo de John Wick deu um passo decisivo no último sábado. Donnie Yen, que retorna ao papel do lendário assassino cego Caine, anunciou através de suas redes sociais o início oficial das gravações do filme solo produzido pela Lionsgate. Além de protagonizar a obra, o astro de artes marciais também assume a cadeira de diretor.
“Vamos nessa…”, celebrou Yen em sua conta no Instagram, conforme reportado pelo Deadline.
Caine fez sua estreia na franquia em ‘John Wick: Capítulo 4’ (2023) como um ex-assassino da Alta Cúpula forçado a abandonar a aposentadoria. Sua missão era caçar o próprio amigo, John Wick, para garantir a segurança de sua filha. O personagem rapidamente se tornou um favorito do público, impulsionando a franquia a ultrapassar a marca histórica de US$ 1 bilhão em bilheteria global.
O projeto, anunciado originalmente na CinemaCon 2025, acompanhará a jornada de Caine após os eventos do quarto filme, agora livre de suas obrigações com a Alta Cúpula. O roteiro é assinado por Mattson Tomlin, conhecido por seu trabalho em ‘Batman: Parte II’ e ‘BRZRKR’, em parceria com Michael McGrale.
O longa também marcará o retorno de Rina Sawayama como Akira, personagem que busca vingança contra Caine, prometendo dar continuidade à tensão estabelecida no capítulo anterior.
Na ocasião do anúncio, Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, destacou a importância do personagem:
“Após John Wick: Capítulo 4, ficou claro que os fãs estavam particularmente intrigados com Caine, o que tornou sua história o próximo capítulo mais natural da franquia. É realmente empolgante embarcar em uma parceria estratégica com Donnie, ele tem a visão para dar vida a essa extensão do universo John Wick de uma forma autêntica ao seu estilo, talento e experiência como cineasta”, afirmou na época.
ParaDonnie Yen, a complexidade moral do personagem foi o principal fator para aceitar o desafio: “O que me atraiu em Caine foi a contradição. Ele carrega amor, responsabilidade e sacrifício em um mundo construído sobre consequências. Isso cria um tipo muito diferente de herói de ação”.
O filme solo de Caine é apenas uma das frentes de expansão da Lionsgate. Após o lançamento de ‘Bailarina: Do Universo de John Wick’
(2025), estrelado por Ana de Armas, o estúdio trabalha em um anime prelúdio.
‘Bailarina: Do Universo de John Wick’ está disponível no Prime Video.
“Treinada nas tradições assassinas dos Ruska Roma, Eve Macarro enfrenta um exército de assassinos em busca de vingança contra os responsáveis pela morte de seu pai”, diz a sinopse.
De acordo com o Variety, Tanner Buchanan (‘Cobra Kai’) será o protagonista do terror sobrenatural ‘Hide and Don’t Speak‘ (Se Esconda e não Fale, em tradução livre).
O elenco ainda contará com Garrett Wareing (‘A Longa Marcha’), Quvenzhané Wallis (‘Indomável Sonhadora’), Momona Tamada (‘Avatar: O Último Mestre do Ar’), Kaitlyn Kemp (‘Além da Devastação’) e John Hewson.
Na trama…
“Seis adolescentes participam de um jogo japonês viral e aterrorizante, no qual os jogadores invocam um espírito vingativo para uma rodada mortal de esconde-esconde.”
A produção é inspirada no jogo japonês Hitori Kakurenbo Online.
Alexander J. Farrell (‘A Fera Interior’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele assinou ao lado de Greer Ellison.
Brian Kavanaugh-Jones, Fred Berger, Noah Reich, Matt Coatsworth e Patrick O’Neill servem como produtores.
As filmagens estão acontecendo atualmente, no Norte da Irlanda.
A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘A Última Casa‘ (The Last House), novo suspense sci-fi estrelado por Wagner Moura (‘Guerra Civil’) e Greta Lee (‘Vidas Passadas’).
Na trama, uma família fica presa em sua própria casa, sem ter como sair. Como se não bastasse, seus recursos estão acabando – e eles precisarão trabalhar juntos não apenas para sobreviver com o mínimo de produtos essenciais, e sim para enfrentar a ameaça misteriosa e mortal que os está mantendo encarcerados.
O longa será lançado no serviço de streaming no dia 7 de agosto.
Dirigido por Louis Leterrier (‘Truque de Mestre’), o longa originalmente havia sido intitulado 11817.
O elenco ainda conta com Riley Chung (‘Sunrise’), Emma Ho (‘The Expanse’), Noah Alexander Sosnowski (Seção 8 – Organização Secreta’) e Gabriel Barbosa (‘Segredos de um Escândalo’).
O roteiro é assinado por Matthew Robinson (‘Amor e Monstros’, ‘Dora e a Cidade Perdida’).
A produção terá baixa classificação etária (PG-13), tendo sido classificada pelo MPAA por “conteúdo violento, terror, uso de drogas, referências sexuais e linguagem”.
A Sony Pictures divulgou o logo oficial do novo filme da franquia ‘Resident Evil‘.
Contando uma história original que promete capturar o “espírito” dos jogos, o longa será dirigido pelo aclamado Zach Cregger – cineasta por trás dos sucessos ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘.
Vale lembrar que o primeiro trailer do filme foi exibido durante a CinemaCon 2026.
Confira a descrição:
O trailer começa com o protagonista na neve, perdido. Ele entra em uma casa vazia e tenta usar o telefone. Não consegue. Ele manda uma mensagem pra esposa…
Ele olha uma porta e de repente várias mãos saem… bem no estilo dos fãs de Sorria 2. O clima é aterrorizante. Termina com ele correndo e vários zumbis se jogando dos prédios e se espatifando no chão com sangue jorrando pra todo lado.
Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.
“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’“.
“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de ‘Resident Evil’, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.
Lembrando que a nova versão chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.
A história acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador encarregado de transportar uma misteriosa maleta para o Hospital de Raccoon City durante um surto de um vírus mortal. Abrams basicamente interpreta o mesmo tipo de personagem que fez em ‘A Hora do Mal‘ — um sujeito meio excêntrico, meio viciado em drogas, que se vê envolvido no caos. Não se trata de uma atuação profunda, e essa é a intenção. O personagem funciona mais como um avatar do jogador, simplesmente transitando de um cenário de pesadelo para o próximo.
Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).
A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.
Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.
As filmagens de ‘Missão Impossível 7′ foram complicas e aconteceram sob estritos protocolos contra o COVID-19, para impedir a disseminação do vírus.
Tom Cruise, astro da franquia, inclusive foi bastante incisivo em relação a alguns membros da equipe que não levavam as medidas de segurança a sério, dizendo em um áudio vazado que, “se eu ver vocês fazendo isso de novo, vocês estão fora”.
Recentemente, Jake Johnson, que trabalhou com Cruise no remake de ‘A Múmia’, comentou que ele pode não ter sido a pessoa com quem o astro estava gritando, mas certamente reconheceu a mesma intensidade de quando dividiu o set de filmagens com ele.
“Ele é um cara intenso”, Johnson revelou ao The Last Laugh. “Digo, tudo o que ele quer fazer em um filme – não posso fazer declarações sobre o homem do lado de fora, pois não o conheço tão bem -, mas em termos cinematográficos, ele quer entreter o público e, se você não quer fazer isso, vai ser chutado para fora, porque ele está aqui para divertir e está disposto a se colocar em perigo para isso”.
Lowen Ashleigh (Johnson) é uma escritora esforçada que está à beira da falência quando aceita a oferta de emprego imperdível. Jeremy Crawford (Hartnett), marido da autora de suspense best-seller Verity Crawford (Hathaway), contrata Ashleigh para terminar os livros restantes de uma série de sucesso que sua esposa não consegue terminar após um acidente misterioso.
Ao chegar à luxuosa propriedade de Crawford, Ashleigh lentamente descobre que as coisas não são exatamente o que parecem com a descoberta de um manuscrito secreto e inacabado que pode revelar admissões assustadoras sobre o passado da família. Enquanto Lowen se envolve com a família, ela deve discernir se os rascunhos de Verity são meramente obras de ficção escabrosas ou um aviso sinistro de uma psicopata perturbada…
Nick Antosca (‘Espíritos Obscuros’) assina o roteiro, cujos rascunhos anteriores passaram pelas mãos de Hillary Seitz, Angela LaManna e Will Honley & April Maguire.
A atrizLisa Kudrow, mundialmente conhecida por interpretar Phoebe Buffay em ‘Friends’, trouxe a público revelações sobre os bastidores da icônica sitcom da NBC. Segundo a estrela, o elenco precisou suportar comportamentos “cruéis” por parte da equipe de roteiristas, composta majoritariamente por homens, ao longo das dez temporadas da série.
De acordo com informações da Variety, Kudrow relatou que os roteiristas frequentemente repreendiam os atores quando falas eram esquecidas e mantinham um ambiente de trabalho impregnado de comentários inapropriados sobre as atrizes.
“Havia definitivamente coisas cruéis acontecendo nos bastidores”, afirmou Kudrow. “Não se esqueça de que gravávamos diante de uma plateia ao vivo de 400 pessoas, e se você errasse uma fala de um desses roteiristas ou ela não tivesse a reação perfeita, eles podiam dizer algo como: ‘Essa vadia não sabe ler? Nem está tentando. Ela estragou minha fala'”.
Kudrow também expôs a dinâmica de gênero tóxica que ocorria fora do alcance das câmeras. Segundo a atriz, era comum que os escritores fizessem comentários sexuais sobre suas colegas de elenco, Jennifer Aniston e Courteney Cox.
“Os caras ficavam acordados até tarde discutindo suas fantasias sexuais sobre Jennifer e Courteney. Era intenso”, revelou a atriz.
Apesar de descrever o tratamento como “brutal”, Kudrow explicou que, na época, adotou uma postura defensiva de indiferença para conseguir lidar com a pressão do programa:
“Ah, podia ser brutal, mas esses caras, e eram principalmente homens ali, ficavam acordados até as 3 da manhã tentando escrever o programa, então minha atitude era: ‘Digam o que quiserem sobre mim pelas costas, porque aí não importa'”, afirmou.
As declarações de Kudrow ecoam denúncias antigas sobre o ambiente de trabalho na produção. No início dos anos 2000, Amaani Lyle, que atuou como assistente de roteiro na sexta temporada, moveu um processo contra a Warner Bros. Television alegando assédio e discriminação.
Lyle afirmou que os roteiristas faziam comentários frequentes de cunho sexual e racista sob o pretexto de “processo criativo”. O caso tornou-se um marco jurídico e chegou à Suprema Corte da Califórnia, que acabou decidindo contra a assistente. Na época, a justiça entendeu que o comportamento grosseiro e as piadas sexualmente explícitas eram parte “necessária”do ambiente de trabalho para a criação de uma comédia com temática adulta.
A série, que acompanhava a rotina de seis amigos, Rachel, Monica, Phoebe, Joey, Chandler e Ross, em Nova York, continua sendo um dos pilares do streaming. No elenco principal, Kudrow dividiu os holofotes comJennifer Aniston, David Schwimmer, Matthew Perry, Courteney Cox e Matt LeBlanc, contando ainda com participações recorrentes de nomes como Paul Rudd.
A sinopse oficial destaca o cotidiano do grupo que, entre o balcão da cafeteria Central Perk e seus apartamentos em Manhattan, encara dilemas amorosos e profissionais com o humor característico que Kudrow sente falta nas produções de hoje.
Atualmente, todas as temporadas de ‘Friends’ estão disponíveis no catálogo do HBO Max.
O drama psicológico ‘Minha Querida Alice’, dirigido por Rogério Sagui e estrelado porRafa Kalimann, fará sua estreia internacional no Festival de Cannes. Segundo a CNN Brasil, o longa integra o Marché du Film, prestigiado circuito voltado a produções em fase de pós-produção e mercado global.
Além de protagonizar a obra, Kalimann estreia como produtora por meio de sua empresa, a Kalimann Produções. Nas redes sociais, a atriz celebrou a seleção e destacou o peso emocional do projeto:
“Um ponto de virada pessoal, mas, sobretudo, um compromisso com uma história que precisava ser contada com coragem e sensibilidade”, comentou.
A trama acompanha Alice, uma professora que carrega cicatrizes de traumas familiares e a sobrevivência a uma tentativa de feminicídio. A narrativa foca em sua jornada de reconstrução e no confronto necessário com o passado.
Grávida de sua primeira filha, Zuza, Rafa refletiu sobre a intensidade de interpretar o papel neste momento de sua vida:
“Havia algo quase insuportável em imaginar que, enquanto eu gerava vida, tantas mulheres ainda vivem realidades atravessadas pelo abuso, pelo silêncio e pela violência dentro de casa. Esse contraste nunca me deixou e, de alguma forma, também moldou o olhar com que esse filme foi construído”, observou a atriz.
O elenco conta ainda com nomes comoJackson Antunes, Cyria Coentro, Pedro Lamin, Bruno Cabrerizo e Raira Machado. A estreia nos cinemas brasileiros está prevista para o segundo semestre de 2026.
Peter Capaldi, cuja passagem como protagonista de ‘Doctor Who’ foi amplamente elogiada pela crítica, comentou recentemente sobre as reações negativas que a série vem recebendo. As críticas intensificaram-se após a produção apresentar sua primeira Doutora (Jodie Whittaker) e, posteriormente, um ator negro e queer no papel do Senhor do Tempo (Ncuti Gatwa).
Conforme reportado pelo SFX Gazette, ao ser questionado sobre o suposto “excesso de lacração” envolvendo seus sucessores, Capaldi foi direto: “Ela reflete seu tempo, e isso é algo bom no mundo, embora tenha se tornado grande demais, importante demais para a BBC ou para quem quer que seja”.
Admitindo que não acompanha mais a produção regularmente, o ator acrescentou: “Quando eu era criança e assistia, era apenas uma série de monstros no canto da sala. Não sei por que as pessoas levam isso tão a sério”.
Após a saída de Gatwa, fruto de refilmagens, e a introdução da versão da Doutora interpretada por Billie Piper, a série entrou em hiato. O showrunner Russell T. Davies trabalha atualmente em um especial de Natal, visto pela indústria como uma provável “passagem de bastão” para a próxima fase da longeva produção.
Davies também se posicionou sobre a hostilidade de parte do público: “Acho que são coisas diferentes. Sei que são coisas diferentes, absolutamente sei disso. E aquela voz online, que é hostil, existe no X, que é um site de ódio. Não deveríamos nos surpreender em encontrar ódio lá, porque é um site de ódio. É muito perigoso presumir que essa seja a voz dos fãs”.
O roteirista acrescentou que compreende que fãs antigos não “precisam gostar da série”, mas espera que possam “se divertir discordando com respeito”.
“O fandom é criativo, brilhante e divertido, mas tudo está ficando azedo. Desliguem esses celulares para qualquer pessoa com menos de 16 anos, joguem no lixo. Falo isso quase como um evangelizador”, concluiu Davies.
Millie Gibson, Susan Twist e Jinkx Monsoon também estrelam a nova versão.
Na nova era de ‘Doctor Who’, o Doutor (Gatwa), viaja através do tempo em uma cabine telefônica chamada TARDIS. Na companhia de Ruby Sunday (Gibson), ele desvenda mistérios e combate criaturas estranhas e anomalias em diferentes períodos históricos.
O ator George Clooney, historicamente uma das vozes mais críticas a Donald Trump em Hollywood, transformou a cerimônia em que foi laureado com o 51º Prêmio Chaplin anual, do Film at Lincoln Center, em um palco para reflexão política. Ao aceitar a honraria, Clooney adotou um tom grave para comentar o atual cenário de polarização e instabilidade.
“Não posso estar aqui em uma noite como esta e simplesmente ignorar tudo o que está acontecendo no mundo”, declarou o ator, conforme relatado pela Variety. “Discordo de tudo o que esta administração representa, mas não há espaço para o tipo de violência que vimos duas noites atrás em Washington, D.C. Tampouco há espaço para esse tipo de violência em Minnesota com Alex Pretti ou Renée Good”.
Embora tenha evitado citar o nome de Trump diretamente, Clooney fez referências claras ao extremismo que, segundo críticos, tem sido o motor da ascensão política do presidente. Para o ator, o momento exige um enfrentamento moral contra a degradação do discurso público:
“Parece-me que existe uma luta que precisa ser vencida contra o ódio, a corrupção, a crueldade e a violência”, continuou Clooney. “É uma luta pela própria alma desta república, porque fomentar ódio e violência é herdar o vento”.
Encerrando sua fala, o vencedor do Oscar fez um apelo suprapartidário, defendendo que a responsabilidade pela saúde democrática do país recai sobre todos os espectros políticos.
“A questão é simplesmente: o que nós, como cidadãos deste grande país, devemos fazer? E essa resposta está em todos nós, esquerda, direita e centro, para construir uma união mais perfeita, curar nossas feridas e começar realmente a tornar a América grande novamente”, concluiu o homenageado.
O discurso de Clooney ocorreu sob a sombra de eventos recentes alarmantes. No último fim de semana, o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca precisou ser evacuado às pressas após um homem armado tentar invadir o evento beneficente.
Vanessa Kirby (‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’) e Lewis Pullman (‘Thunderbolts*’) foram escalados como protagonistas de ‘The Spacesuit’, novo longa-metragem escrito e dirigido por Kitty Green (‘A Assistente’) (via Deadline).
O projeto é supervisionado pela HanWay Films.
A distribuidora, em uma declaração oficial, afirmou que filme chega em um momento de renovado interesse global pela exploração espacial, após a recente missão Artemis II à Lua.
Segundo a sinopse, a trama acompanha uma astronauta (Kirby) que se vê obrigada a tomar uma decisão impossível depois que um incidente com seu copiloto (Pullman) deixa uma marca indelével na missão, nos dias que antecedem o lançamento, dando início a uma tensa corrida contra o tempo.
O projeto reúne Green com os produtores James Schamus e Scott Macaulay. Joe Pirro, Rita Walsh e Kath Shelper também ficam a encargo da produção.
Kirby entra como produtora executiva ao lado da irmã, Juliet Kirby, através da companhia Aluna.
“Estamos muito felizes em trabalhar novamente com Kitty Green, cujo talento reside em abordar situações extremamente comuns enfrentadas por mulheres, dar-lhes verdadeiras telas cinematográficas e imbuí-las de uma tensão insuportável para provocar discussões mais amplas e entreter”, disse Gabrielle Stewart, CEO da HanWay Films. “Mal podemos esperar para embarcar nessa jornada com Kitty, Vanessa Kirby e Lewis Pullman, e a excelente equipe que ela reuniu.”
De acordo com o Deadline, a vencedora do Oscar Laura Dern (‘História de um Casamento’, ‘Palm Royale’) foi escalada para o elenco da 4ª temporada da aclamada série antológica ‘The White Lotus‘.
A atriz substitui Helena Bonham Carter (‘The Crown’), que deixou o projeto na semana passada.
Dern interpretará uma nova personagem, que está sendo desenvolvida e escrita para ela por Mike White, colaborador de longa data e amigo pessoal da atriz. A HBO afirmou, na época da saída de Carter, que após o início das filmagens da nova temporada na semana anterior, “ficou evidente” que a personagem criada por White para Carter “não se encaixou no set”.
“Durante as gravações da quarta temporada de ‘The White Lotus’, ficou claro que a personagem criada por Mike White para a atriz Helena Bonham Carter não se encaixou na narrativa. O papel será reformulado, reescrito e reescalado nas próximas semanas. A HBO, os produtores e o Mike White estão tristes por não terem mais a oportunidade de trabalhar com a atriz, mas esperam colaborar novamente com ela no futuro”, declarou um porta-voz do canal.
Vinte anos depois de ter chegado aos cinemas, o icônico filme ‘O Diabo Veste Prada’ ganhará uma aguardada sequência, trazendo de volta às telonas Meryl Streep como Miranda Priestly, Anne Hathaway como Andy Sachs, Emily Blunt como Emily Charlton e Stanley Tucci como Nigel Kipling.
Agora, foi divulgado um teaser com cenas inéditas do longa-metragem, ao som de “Runway” – música original performada e assinada pelas vencedoras do Grammy Lady Gaga e Doechii.
Confira:
Confira as primeiras reações:
THE DEVIL WEARS PRADA 2 is, surprisingly, quite charming and fun, despite that awful trailer! Will be a massive hit
Gird your loins, the devil is back in all her glory! Yes, #thedevilwearsprada2 is phenomenal. It is the perfect sequel that exceeded all expectations. Aline Brosh McKenna’s script is sharp and witty. We’ll be quoting this for years to come. Meryl Streep, Anne Hathaway and Emily… pic.twitter.com/FG58zwYa28
“Preparem-se, o diabo está de volta em toda a sua glória! Sim, ‘O Diabo Veste Prada 2’ é fenomenal. É a sequência perfeita que superou todas as expectativas. O roteiro de Aline Brosh McKenna é afiado e espirituoso. Vamos citá-lo por muitos anos. Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt continuam ótimas. Figurinos deslumbrantes e a trilha sonora é incrível. GAGA! Amei. Valeu a pena a espera. Isso é tudo”.
The Devil Wears Prada 2: A biting media parody wrapped up in high fashion. Every journalist who sees it will cringe from recognition.
“‘O Diabo Veste Prada 2’: uma sátira mordaz da mídia, envolta em alta costura. Todo jornalista que assistir se sentirá identificado e se encolherá de vergonha”.
The Devil Wears Prada 2 has no right to be as good as it is. Just the right kind and number of callbacks and earned nostalgia, Anne Hathaway continues to be our most vibrant star. It’s funny and deeper, and we get the return of “Vogue.” pic.twitter.com/6xTcfgnmND
“‘O Diabo Veste Prada 2’ não tinha o direito de ser tão bom quanto é. Com a dose certa de referências e nostalgia merecida, Anne Hathaway continua sendo nossa estrela mais vibrante. É engraçado e profundo, e ainda temos o retorno de ‘Vogue'”.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.
A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.
Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.
É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.