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‘O Lobisomem’: Foto inédita do novo terror de Leigh Whannell

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O Lobisomem ganhou uma imagem inédita.

Confira:

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Em recente entrevista ao Collider, os atores Christopher Abbott e Barry Keoghan revelaram detalhes emocionantes sobre a produção e o resultado final.

Abbott, que interpreta o protagonista, destacou a experiência intensa de dar vida ao lobisomem: “Foi um trabalho intenso com próteses, muito tempo na cadeira de prótese. Fizemos tudo no estilo antigo, o que eu aprecio”.

O ator também elogiou o design da criatura, criado por Arjen Tuiten, destacando o equilíbrio entre o horror e a beleza: “Achei que [ele] desenhou uma criatura assustadora, bela e, ao mesmo tempo trágica. Estou realmente ansioso para que as pessoas vejam esse trabalho”.

Abbott concluiu comparando o longa com outro sucesso de Whannell, ‘O Homem Invisível’: “Acho que ele fez uma grande adaptação da história, definitivamente a visão dele do que a história poderia ser. Se você gostou de O Homem Invisível, então com certeza vai gostar disso. Ele tem muitos truques na manga, especialmente no quesito visual”. 

Barry Keoghan, após assistir ao trailer, resumiu a experiência em uma palavra: “Incrível”.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror O Lobisomemé dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

O Lobisomemestreia dia 17 de janeiro de 2025.

Após trailer, ‘Gladiador 2’ tem dois cartazes divulgados…

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Gladiador II‘ ganhou dois novos cartazes, estampados pelo elenco estelar – quee conta com Paul Mescal, Denzel Washington, Pedro Pascal e Joseph Quinn

Sequência do longa vencedor de 5 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, teve a nova prévia divulgada hoje, além de um novo pôster oficial. O filme chega aos cinemas brasileiros em 14 de novembro.

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

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Dublado

Legendado

Gladiador II‘ continua a saga épica de poder, intriga e vingança ambientada na Roma Antiga. Anos depois de testemunhar a morte do venerado herói Maximus, Lucius (Paul Mescal) é forçado a entrar no Coliseu depois que seu lar é conquistado pelos imperadores tirânicos que agora comandam Roma com mão de ferro. Com a raiva em seu coração e o futuro do Império em jogo, Lucius deve olhar para o seu passado para encontrar força e honra para devolver a glória ao povo romano.

O novo filme estreia em 14 de novembro nos cinemas nacionais.

Lembrando que o filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos, assim como o filme original.

A classificação foi divulgada pela Motion Picture Association, órgão que regula os filmes nos EUA, devido a “cenas com excesso de violência e sangue”.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).  

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‘Maré Alta’: Trailer legendado do filme gay hollywoodiano com Marco Pigossi que estreia no Festival do Rio

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O Hugo Gloss divulgou o trailer legendado de ‘Maré Alta’ (High Tide), filme hollywoodiano dirigido pelo italiano Marco Calvani (‘A Better Half’) e estrelado por seu marido, o brasileiro Marco Pigossi (‘Cidade Invisível’).

O filme terá sua primeira exibição no Brasil em 5 de outubro, durante o Festival do Rio.

O longa gira em torno de Lourenço (Pigossi), um brasileiro com visto prestes a expirar, que se sente desolado após seu namorado americano deixá-lo inesperadamente sozinho em Provincetown. Enquanto se encontra perdido e angustiado com seu futuro incerto, ele conhece o enfermeiro Maurice (James Bland), criando uma inesperada conexão ao descobrir que ele também se sente deslocado.

Confira o trailer e o pôster:

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Lembrando que o longa alcançou uma avaliação perfeita no Rotten Tomatoes, obtendo 100% de aprovação dos críticos com base em 7 resenhas.

“Um drama disperso, porém íntimo. Pigossi entrega uma performance impressionante que praticamente une as partes díspares do filme, tornando-o coeso mesmo com as falhas em sua construção”, disse Siddhant Adlakha da Variety.

“Uma performance principal envolvente de Marco Pigossi, imersa em melancolia e dor intensa, mas também em momentos de abertura, otimismo e até alegria, ajuda a tornar High Tide um retrato comovente de homens gays em busca de conexões significativas e genuínas”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

High Tide é um filme que desafia você a não se sentir obcecado — e atraído — pelo seu protagonista”, disse Ryan Lattanzio do indieWire.

“Sexy, porém não sua típica comédia romântica gay frívola, o filme de Marco Calvani aborda de forma comovente a depressão, o preconceito e os desafios de ser uma alma sensível em um ambiente repleto de frequentadores de bar com atenção dispersa”, disse Dennis Harvey do 48 Hills.

“Um estudo profundo de alguém que teme ter se tornado um hóspede permanente na casa de outra pessoa”, disse Stephen Saito do Moveable Fest.

“O filme é um lembrete provocante de que, mesmo quando acreditamos que nossas circunstâncias não podem melhorar, sempre pode surgir alguém para mudar nossa perspectiva sobre o que valorizamos e mantemos próximo ao coração. A química entre Pigossi e Bland torna a experiência ainda mais cativante”, disse Matthew Creith do
Edge Media Network.

“Calvani se detém no doce olhar entre os amantes quando eles expõem suas almas um ao outro… À medida que High Tide se aproxima do final, sua irregularidade inicial se equilibra, destacando-se pela performance cativante de Pigossi”, disse Debopriyaa Dutta 
do High on Films.

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“Maré Alta acompanha a história de Lourenço, um imigrante gay brasileiro indocumentado que vive em Provincetown, Massachusetts. Trabalhando como faxineiro e enfrentando os desafios de construir uma nova vida, Lourenço descobre um mundo completamente novo. Sua vida toma uma reviravolta quando ele se apaixona por Maurice, o que o leva a refletir sobre as complexidades das relações humanas”.

Marco Calvani assina o roteiro e a direção do filme.

No elenco, além de Marco Pigossi (‘Gen V’), estão James Bland (‘Giants’), Marisa Tomei (‘Meu Primo Vinny’), Bill Irwin (‘O Grinch’) e Bryan Batt (‘Mad Men’).

O filme marca a primeira colaboração de Pigossi e Calvani desde que se casaram em uma cerimônia privada em 2023.

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Lost faz 20 anos | Uma das séries mais queridas de todos os tempos está na Netflix

Série fenômeno já passou por outros serviços de streaming no passado

Seguindo a mecânica de rotatividade no catálogo dos serviços de streaming, a Netflix incluiu no seu “cardápio” a presença de Lost – bem a tempo do aniversário de 20 anos da estreia da série. Não é a primeira vez que o título figura em uma empresa do tipo, visto que anteriormente o Prime Video detinha os direitos de exibição.

Esse é aquele tipo de seriado que dispensa maiores introduções e tem um nome automaticamente reconhecível para muitos. Iniciada em setembro de 2004, a série primeiramente introduziu para o público o acidente envolvendo o voo 815 da Oceanic que, durante o percurso Sidney\Los Angeles, sofreu uma queda em uma ilha paradisíaca mas completamente isolada.

Esse acidente, no entanto, foi apenas a primeira de muitas desventuras que os passageiros encontrarão na ilha que é tudo menos vazia. Criada pela dupla até então desconhecida J. J. Abrams e Damon Lindelof, Lost apresenta um leque bastante atrativo de personagens, cada um com personalidades definidas desde o início e que variam entre si; isso acaba tornando cada sobrevivente bastante único e cativante.

Variedade de personagens interessantes foi um dos segredos para o sucesso de “Lost

Narrativamente falando a série utilizou um esquema de flashbacks intercalados com o presente; ou seja, em momentos chave de algum personagem em certo episódio a cena seguinte levaria a uma situação na vida dele antes de embarcar no avião e que, de alguma forma estaria relacionada com a questão que ele tinha quer resolver no presente. Dessa forma a direção consegue expor mais claramente um crescimento de determinado personagem.

Flashbacks aliás que possuem uma outra função narrativa e apresentaram para o mundo tanto uma característica artística de J. J. Abrams quanto pavimentaram a série para seu polêmico final: mystery box. Esse termo foi exposto pelo próprio Abrams anos depois de Lost como uma representação do estilo dele em fomentar um mistério ou uma questão em aberto para com o público durante todo o filme ou seriado, para que no final seja apresentada uma explicação.

Dessa maneira ele possui um jeito “simples” de manter o interesse do público até o fim. No entanto, o calcanhar de Aquiles dessa estratégia reside justamente na necessidade de elucidar o mistério e o quão tortuoso pode ficar o caminho da história até esse clímax. Lost ainda é, na filmografia do J. J. Abrams, um exemplo do quanto o uso de mystery box pode prejudicar a história que se deseja contar, pois dessa forma o foco maior é a questão em aberto e não os personagens ou seus objetivos. A partir do momento que eles deixam de ser o foco para um mistério, as chances da trama não terminar bem fechada é muito grande.

Por muitos anos o mistério do monstro de fumaça moveu a trama da série

Todos os problemas e questões levantados ao longo da projeção precisam de uma resposta que pode ou não ser coerente. No caso das desventuras dos sobreviventes na ilha, foi cometido o erro de acumular, ao longo de seis temporadas, inúmeras questões deixadas em aberto até chegar ao ponto que os personagens não mais tinham a trama girando para melhor trabalhá-los, mas havia se tornado o contrário; eles existiam unicamente para manter os mistérios no ar e produzirem novos.

Partindo para um ponto de vista da equipe técnica, é importante lembrar que Lost foi uma grande vitrine para muitos nomes famosos no cinema atual. O compositor Michael Giacchino se tornou muito mais proeminente no período em que esteve à frente das trilhas sonoras da série; em 2010 ele recebeu um Oscar de melhor Trilha Sonora Original por seu em trabalho em UP – Altas Aventuras.

Durante todo seu período de exibição, a série recebeu frequentes indicações ao Emmy e Golden Globe Awards, bem como vencendo diversos prêmios menores. Seu elenco e história instigantes eram constantemente apontados como o motivo do sucesso. Culturalmente, a série foi um fenômeno durante toda sua existência, sendo a primeira a inspirar o surgimento de comunidades inteiras em uma internet que ainda caminhava para algo mais abrangente. 

Ao mesmo tempo que Lost é um exemplo sobre o perigo de apoiar toda história em prol de mistérios, ela goza de muito carinho por aqueles que acompanharam todas as paranormalidades que aconteciam na ilha ou o drama pessoal de cada sobrevivente, servindo também como um exemplo positivo de bom desenvolvimento de personagens na televisão.

Sucesso em Festivais, ‘Ainda Estou Aqui’ é o escolhido para representar o Brasil no OSCAR 2025

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A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta segunda-feira, dia 23 de setembro, o longa-metragem que vai representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional na 97ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences – Oscar®️ 2025.

Ainda Estou Aqui, o aclamado longa-metragem nacional com Fernanda Torres e Selton Mello, foi escolhido por unanimidade pela Comissão de Seleção.

Ainda Estou Aqui‘ disputou com outras 11 produções, inscritas e habilitadas a concorrer à vaga e, na semana passada, passou para o segundo turno com outros cinco títulos: “Cidade Campo”, de Juliana Rojas; “Levante”, de Lillah Halla; “Motel Destino”, de Karim Aïnouz; “Saudade Fez Morada Aqui Dentro”, de Haroldo Borges; e “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião.

“Estou orgulhosa de presidir essa comissão, que foi unânime na escolha desse grande filme sobre memória, um retrato emocionante de uma família sob a ditadura militar. ‘Ainda Estou Aqui’ é uma obra-prima, sobre o olhar de uma mulher, Eunice Paiva, e com atuações sublimes das duas Fernandas. Esse é um momento histórico para nosso cinema. Não tenho dúvida que esse filme tem grandes chances de colocar o Brasil de novo entre os melhores do mundo. Nós, da indústria do audiovisual brasileiro, merecemos isso”, disse Bárbara Paz, presidente da Comissão de Seleção.

Exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, selecionado para o Festival de Nova York, e vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, o filme conta com Fernanda Torres, Fernanda Montenegro e Selton Mello no elenco principal.

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Vale lembrar que o longa irá estrear na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

O festival acontece de 17 a 30 de outubro, em São Paulo.

O filme recebeu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável de Salles e de Torres.

Confira os comentários:

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

Prime Video tem recurso para MELHORAR a clareza do áudio de diálogos em filmes e séries; Conheça!

O Amazon Prime Video tem uma interessante funcionalidade chamada Dialogue Boost, que permite que os espectadores aumentem o volume do diálogo em relação à música e aos efeitos sonoros de filmes e séries disponíveis na plataforma.

A ferramenta foi inicialmente criada para atender a clientes com deficiência auditiva, mas qualquer pessoa pode utilizá-la para ajustar suas preferências pessoais de audição.

Conheça:

A ferramenta está disponível mundialmente em algumas produções originais do Prime Video em inglês, como as séries ‘Maravilhosa Sra. Maisel‘, ‘Jack Ryan de Tom Clancy‘ e Harlem’, e filmes como ‘Apresentando os Ricardos‘. A empresa afirmou que adicionará suporte para o Dialogue Boost em mais títulos ao longo deste ano.

De acordo com a Amazon, o Dialogue Boost analisa o áudio original de um filme ou série e identifica pontos em que o diálogo pode ser difícil de ouvir. Em seguida, padrões de fala são isolados e o áudio é aprimorado para tornar o diálogo mais claro.

Raf Soltanovich, vice-presidente de tecnologia da Prime Video e Amazon Studios, afirmou que a Amazon está comprometida em criar uma experiência de streaming inclusiva, equitativa e agradável para todos os seus clientes.

“Nossa biblioteca de conteúdo legendado e com descrição de áudio continua a crescer, e ao aproveitar nossas capacidades tecnológicas para criar inovações pioneiras na indústria, como o Dialogue Boost, estamos dando mais um passo para criar uma experiência de streaming mais acessível”, disse Soltanovich.

O Dialogue Boost está disponível em todos os dispositivos que suportam a Prime Video, e os espectadores podem escolher o nível de aprimoramento do diálogo por meio do menu de áudio e legendas durante a reprodução do conteúdo. “Inglês Dialogue Boost: Médio” ou “Dialogue Boost: Alto” são as opções disponíveis.

O Prime Video foi o primeiro serviço global de streaming a oferecer a funcionalidade de aprimoramento de diálogo.

Halsey revela data de lançamento de ‘The Great Impersonator’, seu NOVO álbum de estúdio

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A cantora e compositora Halsey revelou hoje (27) que seu quinto álbum de estúdio já tem data de estreia confirmada .

Intitulado The Great Impersonator, o compilado de originais será lançado no dia 25 de outubro e conta com os singles “The End”“Lucky”, “Ego” “Lonely is the Muse”.

Lembrando que o disco anterior da artista foi o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, que se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano passado e inclusive entrou para nossa lista de melhores álbuns de 2021, conquistando o terceiro lugar da lista.

Crítica | Halsey entrega o melhor álbum da carreira com o incrível e politizado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’

O disco veio acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey, além de trazer produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com Badlands, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: Hopeless Fountain Kingdom (2017) e o elogiado Manic (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.

Marvel divulga o EMPOLGANTE trailer Dublado e Legendado de ‘Thunderbolts*’

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Thunderbolts*‘ teve seu explosivo trailer divulgado, nas versões Dublado e Legendado.

O filme terá David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Florence Pugh (Yelena Belova) e Wyatt Russell (Agente Americano).

Confira:

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“A Marvel Studios apresenta ‘Thunderbolts*’, a irreverente reunião entre a depressiva assassina Yelena Belova com o grupo de desajustados menos esperado da franquia.” 

Há algumas semanas, o insider Daniel Richtman revelou que Belova está no centro da trama, tentando extinguir os restos da Sala Vermelha quando é recrutada para o “projeto Thunderbolts*”.

Considerando que o Guardião Vermelho e a Taskmaster (Olga Kurylenko) também fazem parte do elenco, o longa deve explorar a relação de Yelena com a dupla após os eventos de ‘Viúva Negra‘.

No entanto, o filme segue uma narrativa mais independente, assim como ‘Capitão América: Guerra Civil’, que, apesar de ser uma sequência de ‘O Soldado Invernal‘, abriu seu próprio caminho para conectar outras narrativas do MCU.

Por conta disso, haverá também conexões com a série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, explorando a rivalidade entre Bucky Barnes (Sebastan Stan) e o Agente Americano (Wyatt Russell).

Jake Schreier, conhecido por dirigir ‘Cidades de Papel’, vai comanda o projeto, cujo roteiro é escrito por Eric Pearson.

O elenco de ‘Thunderbolts‘ contará com o retorno de Florence Pugh (Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hannah John-Kamen (Fantasma), Louis-Dreyfus (Valentina), Olga Kurylenko (Treinadora) e Wyatt Russell (Agente Americano), além de introduzir Ford.

Atualmente, o filme está programado para estrear no dia 02 de maio de 2025.

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‘Coringa: Delírio a Dois’: Vídeo INÉDITO explora o retorno de Joaquin Phoenix como Arthur Fleck; Confira!

Coringa: Delírio a Dois’ ganhou um novo vídeo promocional divulgado pela Warner Bros. Brasil.

O material explora como o vencedor do Oscar Joaquin Phoenix retornou como Arthur Fleck/Coringa para a sequência.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Coringa 2‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

Confira as principais críticas:

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Batman (1989), de Tim Burton, retorna aos cinemas | Relembre a PRIMEIRA Superprodução do Herói – Um Marco do Cinema

Os clássicos ‘Batman‘ de 1989 e ‘Batman‘ de 2022 reestrearam nos cinemas nacionais nesta quinta-feira! De 19 a 25 de setembro, não perca a chance de ver esses filmes icônicos nas grandes telas novamente.

Em homenagem à ótima notícia, nossa proposta aqui é revisitar onde tudo começou: a primeira superprodução de Batman, lançada lá em 1989.

Batman, de Tim Burton, um dos primeiros filmes de super-heróis de todos os tempos, teve seu lançamento em 1989 (no dia 19 de junho mais precisamente). Em 2019, o filme completou 30 anos de lançamento, e uma produção tão importante para o entretenimento quanto essa, obviamente ganhou diversas homenagens. Aqui no Brasil a rede Cinemark trouxe de volta este clássico para as telonas por duas noites, e o CinePOP esteve presente para relembrar toda a glória da obra. Este foi o primeiro filme americano que este amigo que vos fala assistiu no cinema. Confira abaixo a trajetória do Homem-Morcego das tirinhas de quadrinhos e da série de TV para as telonas em grande estilo.

Hoje em dia, filmes de super-heróis são tão comuns que se tornaram a fonte mais rentável e bem sucedida da Hollywood atual. Mas se formos voltar ao passado e olhar mais de 30 anos atrás, esta realidade era bem diferente. Foi em 1989 que a Warner tirou do papel o primeiro filme do icônico personagem criado pelo artista Bob Kane em 1939, ou seja, em seu aniversário de 50 anos. Antes disso, a imagem mais popular que se tinha do personagem era a interpretada por Adam West no seriado camp da década de 1960 – aquele do “Pow”, “Soc”, “Wham”. Essa versão do personagem era mais voltada ao humor, dono de um tom extremamente farsesco e caricato. Também gerou um longa-metragem em 1966, que nada mais era do que uma extensão do programa de TV.

Desta forma, Batman (1989) foi a primeira vez que o personagem de fato ganhou um tratamento diferenciado e cinematográfico – no melhor sentido da palavra. Não havia muito precedente, já que na época histórias em quadrinhos ainda eram consideradas coisa de criança e todo estúdio que se prezava via o material como um tremendo risco. A não ser a própria Warner, que em 1978 tirou do papel, recebeu inúmeros elogios e lucrou com outro famoso herói: o Superman. Essa foi a primeira vez que um filme tratou tais obras com seriedade, apelando tanto aos adultos quanto às crianças. Richard Donner, o diretor, fez com que todos acreditassem que um homem podia voar – esse era inclusive o slogan da produção. No elenco, grandes astros da época davam o respaldo necessário, trazendo credibilidade ao projeto. Marlon Brando – o maior ator da época – viveu o pai alienígena do herói, e Gene Hackman (o ator tinha duas indicações e uma vitória no Oscar na época) deu vida ao vilão Lex Luthor.

Com Batman, o desejo do estúdio era por uma proposta similar: uma obra calcada no realismo, sem esquecer se tratar de uma história de quadrinhos. Essa mescla de fantasia com sobriedade, e elementos adultos, fazia toda a diferença. Mas nem sempre foi assim, o filme quase seguiu os moldes zombeteiros do seriado de TV, e por pouco não teve Bill Murray como o Homem Morcego e Eddie Murphy como Robin. Já imaginou? Nesta época, o diretor Ivan Reitman (Os Caça-Fantasmas) era cotado para comandar a produção.

Mas a opção da Warner e dos produtores Peter Guber e Jon Peters (os homens que fizeram este motor girar) foi mesmo por um tom mais sério, maduro, intenso e sombrio. Depois de muitos diretores serem considerados, o comando do filme terminou nas mãos de Tim Burton, então um cineasta novato de 30 anos de idade, vindo do setor de animação da Disney, com apenas dois longas no currículo – o infantil As Grandes Aventuras de Pee-Wee (1985) e Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice, 1998). Foi inclusive o sucesso do segundo, lançado pela própria Warner, que fez os produtores escolherem Burton de vez – o diretor teve assim mais de um ano para o lançamento Batman, já que Beetlejuice estreou no início de 1988.

De Burton, que depois adotaria de vez o estilo sombrio e o visual gótico, saído do expressionismo alemão, partiu a ideia para a criação daquele universo particular – que englobou a construção de Gotham City e sua direção de arte, o visual dos personagens (como o uniforme do herói – uma armadura negra), a trilha sonora imponente de Danny Elfman, e os demais elementos. O visual de Batman mistura elementos típicos do cinema noir, com uma criminalidade pulsante (bem similar a filmes de gângsteres dos anos 1930, o filme inclusive parece passado em tal década), com o visual fantástico, de sombras e cenários de angulações distorcidas, do expressionismo do cinema alemão, vide F.W. Murnau.

Por falar nesta atmosfera, muitos acreditavam que o filme sequer era indicado para seu público-alvo. O crítico Gene Siskel na época chegou a dizer que Batman “não era um filme para crianças”. Já seu companheiro de programa, Roger Ebert, foi além e citou: “Não é apenas um filme sombrio ou noir, mas existe um grande nível de hostilidade e raiva neste filme, um grande nível de sentimentos ruins. É um filme extremamente perturbador”.

Quanto aos atores, depois de muita procura e ofertas – como é esperado num filme assim, de orçamento estimado na casa dos US$35 milhões (o que na época era um absurdo) -, a produção optou por Michael Keaton, um ator que vinha basicamente de comédias e não tinha o porte do personagem. A opção de Burton era por um homem comum, extremamente identificável, que deixava fluir seu lado sombrio e assustador devido a um grande trauma. A proposta de entregar algo completamente fora do padrão, do esperado e atuando contra o estereotipo se mostrou muito bem sucedida e Keaton ainda permanece como o Batman preferido de muitos. Mas obviamente, a batalha não foi ganha sem chiados e reclamações. Quando foi divulgado como o protagonista, Keaton sofreu uma onda de boicotes dos fãs – que não o viam como o personagem. Mais de 50 mil cartas foram enviadas para a Warner se manifestando contra a escolha do ator, numa era pré-internet.

Para acalmar os ânimos, a Warner divulgou imagens do ator dentro da armadura – os fãs imaginavam o collant típico dos heróis, como nos quadrinhos, na série de TV e o usado por Christopher Reeve em Superman (1978). A ideia da armadura foi revolucionária e coloca o herói, que não possui poderes sobre-humanos como os outros super-heróis, numa situação de vantagem, se tornando inclusive à prova de balas. Como não haviam pensado nisso? A roupa também dava todos os músculos que Keaton precisava para ser o herói. Recentemente, Shazam! usou a mesma estratégia com o ator Zachary Levi.

Quanto ao vilão Coringa, o astro Jack Nicholson só topou interpretá-lo quando a Warner armou uma “armadilha” para o ator. A fim de que o renomado artista aceitasse, chegou aos seus ouvidos que Robin Williams iria ficar com o papel – a quem o personagem havia realmente sido oferecido. Assim, Nicholson pulou na oferta, e Williams por outro lado não gostou nada de ter sido usado como isca. Nicholson fecharia ainda um contrato por uma porcentagem da bilheteria ao invés de um salário fixo pelo filme – já tendo a visão e plena confiança do sucesso da superprodução. Uma manobra arriscada se o filme se mostrasse um fracasso. Mas, visionário, Nicholson acabou embolsando cerca de US$60 milhões de dólares para viver o palhaço do crime – ainda hoje, um dos maiores pagamentos a um ator na história.

Kim Basinger, não topou de primeira viver a repórter Vicki Vale, sendo substituída pela atriz Sean Young (Blade Runner – O Caçador de Androides). Young chegou a gravar cenas como Vale, mas numa delas, na qual andava a cavalo, caiu e quebrou a clavícula, precisando se afastar por completo da produção. Assim, Basinger foi chamada às pressas e depois de reajustes na oferta salarial, topou o desafio. Além disso, Basinger insistiu para aumentar seu papel no filme. Na cena final em que o duelo ocorre entre Batman e Coringa na catedral de Gotham, Vale ficaria de fora lá embaixo. Basinger insistiu para que sua personagem estivesse no ato final, assim os roteiristas ao lado da atriz reescreveram o desfecho para incluí-la. Isso que é iniciativa.

Realmente talvez seja muito difícil para a geração de hoje, nascida numa era de filmes eventos e colossos semanais, entender o fenômeno cultural que foi Batman. Não existia precedentes para esta magnitude. Só em matéria de merchandising, por exemplo, os materiais promocionais de Batman (como cartazes e outdoors) começaram a ser veiculados um ano antes da estreia. Até mesmo no Brasil – lembro claramente na infância de ver o símbolo do herói espalhado pela cidade. Era como se viravam antes da internet. O filme lucrou mais de US$40 milhões em sua estreia, somando mais de US$250 milhões só nos EUA. Pelo mundo, Batman arrecadou mais de US$410 milhões – um verdadeiro arrasa-quarteirão para a época.

Era o início de uma nova era. E o que temos hoje no terreno de superproduções megalomaníacas se deve muito a este filme. Os blockbuters haviam dado seu start com Tubarão (1975) e depois disso, na década de 1980, abriam a porta como nunca antes para o cinema entretenimento. Mas é seguro dizer que Batman elevou o jogo a outro patamar. Como previu o astro Sylvester Stallone após o lançamento deste filme, o cinema comercial estava prestes a mudar, atores davam lugar a marcas, efeitos e personagens.

‘Não se Mexa’, novo terror produzido por Sam Raimi, ganha trailer DUBLADO; Confira!

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A Netflix Brasil divulgou o trailer oficial e dublado do terror ‘Don’t Move‘, produzido pelo mestre Sam Raimi (‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio’).

O longa chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de outubro, bem a tempo das comemorações de Halloween.

Confira:

Na trama, um serial killer que injeta uma substância paralisante em uma mulher. E ela deve fugir, lutar e se esconder antes que seu corpo perca completamente seus movimentos.

Kelsey Asbille (‘Yellowstone’) e Finn Wittrock (‘American Horror Story’) estrelam.

Adam Schindler e Brian Netto (’50 States of Fright’) ficam responsáveis pela direção.

O roteiro foi assinado pela dupla T.J. CimfelDavid White.

Capstone Studios também irá produzir o longa ao lado da Raimi Productions e Hammerstone Studios.

‘O Poço 2’: Sequência ganha TENSO trailer oficial; Confira!

A Netflix divulgou o trailer ofical e completo de ‘O Poço 2‘, sequência do polêmico e visceral filme de 2019.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 04 de outubro.

Confira, junto às imagens:

Milena Smit e Hovik Keuchkerian serão os protagonistas do novo filme.

Galder Gaztelu-Irrutia retorna à direção.

Infelizmente, detalhes sobre a trama da sequência não foram revelados. O primeiro filme foi ambientado em uma prisão vertical, onde os presos são designados para um nível e forçados a racionar comida de uma plataforma que se move entre os andares. Os presidiários dos andares superiores comem melhor do que os de baixo, e um homem tenta fazer mudanças para que todos tenham o suficiente.

‘Thunderbolts*’ são reunidos como os Anti-Vingadores no EXPLOSIVO trailer e cartaz do filme

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Thunderbolts*‘ teve seu explosivo trailer divulgado, além de um belo cartaz.

O filme terá David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Florence Pugh (Yelena Belova) e Wyatt Russell (Agente Americano).

Confira:

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“A Marvel Studios apresenta ‘Thunderbolts*’, a irreverente reunião entre a depressiva assassina Yelena Belova com o grupo de desajustados menos esperado da franquia.” Há algumas semanas, o insider Daniel Richtman revelou que Belova está no centro da trama, tentando extinguir os restos da Sala Vermelha quando é recrutada para o “projeto Thunderbolts*”.

Considerando que o Guardião Vermelho e a Taskmaster (Olga Kurylenko) também fazem parte do elenco, o longa deve explorar a relação de Yelena com a dupla após os eventos de ‘Viúva Negra‘.

No entanto, o filme segue uma narrativa mais independente, assim como ‘Capitão América: Guerra Civil’, que, apesar de ser uma sequência de ‘O Soldado Invernal‘, abriu seu próprio caminho para conectar outras narrativas do MCU.

Por conta disso, haverá também conexões com a série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, explorando a rivalidade entre Bucky Barnes (Sebastan Stan) e o Agente Americano (Wyatt Russell).

Jake Schreier, conhecido por dirigir ‘Cidades de Papel’, vai comanda o projeto, cujo roteiro é escrito por Eric Pearson.

O elenco de ‘Thunderbolts‘ contará com o retorno de Florence Pugh (Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hannah John-Kamen (Fantasma), Louis-Dreyfus (Valentina), Olga Kurylenko (Treinadora) e Wyatt Russell (Agente Americano), além de introduzir Ford.

Atualmente, o filme está programado para estrear no dia 02 de maio de 2025.

Novo live-action de ‘Resident Evil’ pode ter diretor de ‘Noites Brutais’

O roteiro do novo filme da franquia ‘Resident Evil‘ está concluído, e o The InSneider revelou que o filme já tem um diretor em vista.

O diretor de ‘Noites Brutais‘, Zach Cregger, está em negociações para dirigir o novo filme.

A produtora Screen Gems fará o novo filme com um orçamento maior do que ‘Bem-Vindo a Raccoon City‘, que se estima ter custado US$ 25 milhões (ganhando apenas US$ 41 milhões nas bilheterias mundiais).

A produtora pretende gastar mais de US$ 25 milhões – e não está claro se esta será uma sequência direta de ‘Bem-Vindo a Raccoon City‘ ou será outra reinicialização com novos atores.

A produtora esteve por trás da franquia estrelada pela Milla Jovovich e o recente reboot ‘Resident Evil: Bem-Vindo à Raccoon City‘.

Anteriormente, rumores apontavam o governo local de Sudbury, no Canadá, teria aprovado um financiamento de 11 milhões de dólares canadenses para o desenvolvimento de diversos projetos, incluindo um intitulado ‘Umbrella Chronicles‘.

Por causa do título, acredita-se que o novo projeto deve adaptar o jogo ‘Resident Evil 0‘ para as telonas.

O elenco e as filmagens começarão em breve, de acordo com a reportagem.

Vale lembrar que ‘Bem-vindo a Raccoon City‘ foi massacrado pelos críticos – apenas 30% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Relembre o trailer:

‘Gladiador 2’ ganha novo trailer ÉPICO revelando a história do filme

Gladiador armado em combate na arena romana.
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Paul Mescal, Denzel Washington, Pedro Pascal e Joseph Quinn trazem de volta a Roma Antiga em novo trailer do aguardado ‘Gladiador II‘, da Paramount Pictures.

Sequência do longa vencedor de 5 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, teve a nova prévia divulgada hoje, além de um novo pôster oficial. O filme chega aos cinemas brasileiros em 14 de novembro.

Gladiador II‘ continua a saga épica de poder, intriga e vingança ambientada na Roma Antiga. Anos depois de testemunhar a morte do venerado herói Maximus, Lucius (Paul Mescal) é forçado a entrar no Coliseu depois que seu lar é conquistado pelos imperadores tirânicos que agora comandam Roma com mão de ferro. Com a raiva em seu coração e o futuro do Império em jogo, Lucius deve olhar para o seu passado para encontrar força e honra para devolver a glória ao povo romano.

 

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dublado

Legendado

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O novo filme estreia em 14 de novembro nos cinemas nacionais.

Lembrando que o filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos, assim como o filme original.

A classificação foi divulgada pela Motion Picture Association, órgão que regula os filmes nos EUA, devido a “cenas com excesso de violência e sangue”.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).  

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Elogiado DRAMA com Anne Hathaway e Anthony Hopkins chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Armageddon Time, novo filme de James Gray (‘Ad Astra’), já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem, que conquistou 76% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi lançado hoje, 23 de setembro, na plataforma de streaming.

Armageddon Time é uma história profundamente pessoal sobre a força da família, a complexidade da amizade e a busca geracional do sonho americano.

Relembre o trailer:

Gray fica responsável pela direção e pelo roteiro. O cineasta é conhecido por obras como Era Uma Vez em Nova York‘Z: A Cidade Perdida’. Recentemente, comandou o drama de ficção científica Ad Astra, estrelado por Brad Pitt e indicado ao Oscar de Melhor Mixagem de Som.

O filme é estrelado por Anne HathawayJeremy StrongBanks RepetaJaylin WebbAnthony Hopkins e Jessica Chastain.

Rodrigo Teixeira (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) entra como produtor.

10 ÓTIMOS filmes que você pode nunca ter ouvido falar

Duas pessoas discutindo em banheiro com traje protetor.
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São tantas possibilidades de assistir rapidamente a uma obra cinematográfica, principalmente após a chegada dos streamings e o fortalecimento desses serviços no pós pandemia, que muitas vezes alguns filmes passam batido. Pensando nisso, resolvemos separar uma lista bem legal com muitos projetos que merecem serem conferidos mas que talvez você nunca tenha ouvido falar:

 

O Alfaiate (Prime Video)

O plano perfeito não existe. Chegou recentemente ao catálogo da Prime Video um intrigante longa-metragem que nos mostra ao longo de uma noite, reviravoltas e surpresas em meio a um banho de sangue, numa busca da descoberta de quem é a pessoa mais esperta daquele lugar. Escrito e dirigido pelo roteirista vencedor do Oscar Graham Moore, e ambientado numa época de forte predomínio das máfias nos Estados Unidos, seguimos os passos de um intrigante personagem e sua aparente fuga da violência mas que esconde segredos conforme vamos entendendo melhor essa história.

 

Fundo do Poço (Max)

Na trama, conhecemos Gary (Zachary Quinto), um homem em busca de realizar os últimos desejos já que tem um câncer inoperável no cérebro. Completamente sozinho em uma enorme mansão, já que sua família o abandonou quando contou que era gay, um dia ele resolve contratar Cameron (Lukas Gage), um massagista com fins sexuais. Quando uma série de situações acontecem nesse dia, passando por encruzilhadas, dilemas, arrependimentos e descobertas de instantes de felicidade, essa dupla de desconhecidos precisará vencer alguns obstáculos.

 

Long Shot (Netflix)

Em 2003, a polícia de Los Angeles investiga o violento assassinato de uma jovem na porta de casa. Por meio de um retrato falado, chega ao nome de um suspeito. Assim começa essa história dirigida por Jacob La Mendola que mais parece um roteiro feito por Hollywood. Você vai entender o porquê. Por meio de uma prisão injusta baseada em interrogatórios com mentiras deslavadas e muitos achismos das forças policiais, a única chance de Juan Catalan chega através de um obstinado advogado de defesa, um jogo do Los Angeles Dodgers e da produção do sétimo episódio da quarta temporada de um dos grandes sucessos da HBO, Curb Your Enthusiasm, série estrelada por Larry David. A narrativa tendo esses elementos para contar, transforma esse projeto em algo onde não conseguimos desgrudar nossos olhos dos acontecimentos que se seguem.

 

Maestro (s)

Filme francês que liga a música clássica a um problema de relação entre pai e filho? Vamos falar agora do ótimo Maestro (s). Adaptação do excelente filme israelense Footnote, o longa-metragem francês Maestro (s) traz para o público um duelo entre dois personagens, pai e filho, que tem o mesmo ofício e precisam aprender a lidar com angústias que leva seus destinos para um conflito familiar que se juntam à rugas do passado. Se escondendo do melodrama, tendo o contagiante universo da música clássica como palco, vemos as variações dos erros e acertos entre mestre e aprendiz, numa relação de indiferença onde o ego se projeta acima de tudo.

 

Bayoneta (Netflix)

Quando o trauma paralisa. Sendo duro e cru na maneira como demonstra um estado de arranhados conflitos emocionais que se somam com o tempo, aos olhos de um protagonista, que nada de braçadas na solidão, já no ponto de um despertar, essa co-produção México/Finlândia, Bayoneta caminha pelo recomeçar. Dirigido pelo cineasta queniano Kyzza Terrazas, através de uma composição quase sensorial de um personagem perdido em um impactante trauma, esse projeto nos apresenta os dramas de uma vida e o desabar de uma carreira. Destaque para a excelente atuação do ator Luis Gerardo Méndez.

 

A Natureza do Amor

Exibido na Mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes do ano passado, A Natureza do Amor estrutura suas bases partindo do pessimismo em relação ao sentimento mais intenso que existe. O choque dos momentos de êxtase com a realidade, no sentido de conexões que logo viram desconexões, passam por citações de Platão à Schopenhauer. Acompanhamos os desenrolares através de uma protagonista e sua necessidade de descobrir o afeto, o amor, tendo o desejo como uma lacuna que aos poucos vai mudando de sentido. Escrito e dirigido por Monia Chokri, A Natureza do Amor é uma jornada de opostos que se atraem.

 

Aos Nossos Filhos (Canal Brasil)

Na trama, conhecemos Vera (Marieta Severo), uma mulher recém divorciada que comanda uma ONG. Ela é mãe de Tânia (Laura Castro), uma mulher na casa dos 40 anos, casada Vanessa (Marta Nobrega) que tem o sonho de ter um filho com a companheira. Vera sofreu traumas enormes durante a ditadura, principalmente no período em que esteve presa. Ela não tem um bom relacionamento com a filha. Essa última passa por uma fase muito difícil, estudando para concurso e tendo que lidar com os conflitos no seu relacionamento, muitos desses provocados pelas tentativas de gravidez. Essas duas estradas acabam entrando em choques as levando para um caminho de questões que precisam serem debatidos.

 

Trópico Fantasma (Filmicca)

Na trama, conhecemos uma esforçada trabalhadora, já com certa idade, chamada Khadija (Saadia Bentaïeb) que após sair do serviço tarde da noite acaba dormindo na condução de volta para casa e vai parar no ponto final da estação, a dezenas de quilômetros de casa. Sem ter como sacar dinheiro e sem condução por causa do horário, resolve ir a pé pra casa e assim conhece e aprende mais sobre a vida através de outros personagens e situações que cruzam seu caminho. Um homem morando escondido em uma casa que a protagonista já trabalhou, um morador de rua desacordado e um cachorro perto do dono, uma atendente separada com uma filha pequena que trabalha em uma loja de conveniência, são alguns dos que passam pelos olhos da personagem principal.

 

Nós Duas (Telecine)

Amor escondido é igual a liberdade dentro de um quadrado. Representante da França ao Oscar 2021 e indicado ao Globo de Ouro, Nós Duas, Deux no original, é uma interessante incursão sobre sentimentos íntimos de duas mulheres mais velhas, que se conhecem toda uma vida, onde fora colocado um papel no buraco da fechadura para os demais jamais, ou nem ao menos, terem a chance de se intrometer. Honesto e bastante delicado, trata com muito respeito a questão da aceitação do amor de duas mulheres apaixonadas e o eterno receio do que os outros podem pensar sobre isso. Destaque para Barbara Sukowa, uma das melhores atrizes europeias, não só da atualidade, em mais uma atuação magnífica, vibrante e delicada ao mesmo tempo.

 

A Volta por Cima (Netflix)

Na trama, conhecemos, Jonathan (Jérôme Niel) e Pierre (Ludovik Day), dois amigos de longa data, bem sucedidos que descobrem uma comemoração da turma que estudaram quando criança e sofriam bastante bullying. Agora de bem com a vida, resolvem ir até esse encontro para se gabarem de seu presente mas acabam esquecendo que surpresas podem ocorrer quando se há um reencontro depois de muito tempo e obviamente nada sai como o esperado deixando a dupla em situações onde precisarão tomar decisões rápidas para se sentirem bem.

As 10 Melhores Músicas Pop dos Anos 2000

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Os anos 2000 não são relembrados por qualquer motivo – e sim por compilarem alguns dos melhores momentos da cultura pop, principalmente no cenário musical.

Afinal, para aqueles que não se lembram, a década em questão foi marcada pela estreia de diversos nomes da indústria musical, incluindo Lady GagaTaylor Swift, bem como a primeira incursão solo de Beyoncé e o contínuo reinado de artistas como Britney SpearsMadonna.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores pop músicas os anos 2000.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. “UNTOUCHED”, The Veronicas

A dupla conhecida como The Veronicas voltou recentemente aos holofotes com dois álbuns incríveis – mas o sucesso delas vem de meados dos anos 2000. Uma das músicas mais marcantes de sua carreira e também da primeira década do século foi “Untouched”, um power-pop misturado com electropop e com a presena pungente dos violinos que pode inclusive ter premeditado a insurgência do dark pop alguns anos mais tarde.

9. “SMILE”, Lily Allen

Lily Allen fez um grande sucesso nos anos 2000 com músicas divertidas de se ouvirem e com mensagens extremamente explícitas e que representavam sua visão única do mundo. Uma das mais famosas de sua discografia é “Smile”, cujo enredo fala sobre como ela lida com a traição do namorado à medida que desfruta de sua miséria. A parte mais interessante da canção, entretanto, é a fusão perfeita entre o reggae pop e o rocksteady – o que deixa a atmosfera da faixa ainda melhor.

8. “HUNG UP”, Madonna

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

7. “TOXIC”, Britney Spears

Britney Spears parou o mundo novamente ao lançar “Toxic”lead single do revolucionário ‘In The Zone’. Garantindo à princesa do pop uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Dance, a faixa é considerada como um dos destaques dos anos 2000 e serviu de influência para diversas cantoras – principalmente por seu apelo comercial e bastante sedutor.

6. “CRAZY IN LOVE”, Beyoncé feat. Jay-Z

A faixa de abertura do álbum de estreia solo de Beyoncé reverbera com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.

5. “CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD”, Kylie Minogue

Cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra. Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie Minogue cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de seis milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

4. “BREATHE ON ME”, Britney Spears

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não teve medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

3. “HEY, YA”, OutKast

Em 2000, a dupla de hip hop OutKast lançava apenas o que poderíamos encarar como a melhor canção de sua carreira – a divertida e despretensiosa faixa “Hey, Ya”. Integrando o álbum ‘Speakerboxxx/The Love Below’, a iteração é uma mistura vibrante de inúmeros gêneros, incluindo neo-soulpopelectro-funk, abrindo espaço para uma dançante e memorável rendição que estende seu legado até os dias de hoje como um dos emblemas do século.

2. “FALLIN'”, Alicia Keys

single de estreia de Alicia Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

1. “BAD ROMANCE”, Lady Gaga

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000. Como se não bastasse, a canção influenciou diversas artistas veteranas e estreantes na indústria e continua original mesmo 13 anos depois de seu lançamento.

‘Transformers: O Início’ arrecada US$ 25 milhões em estreia nos EUA

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De acordo com o Deadline, o filme animado ‘Transformers: O Início‘ arrecadou US$ 25 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, sendo desbancado pela sequência ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ (US$26M).

O valor ficou abaixo das projeções, que indicavam um lançamento em torno de US$ 30 milhões. Para termos de comparação, a estreia ficou abaixo de outros filmes recentes do gênero, como ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante‘ (estreia de US$28M) e ‘Trolls 3 – Juntos Novamente‘ (US$30M).

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 14 milhões através de 50 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 39 milhões.

O site afirma que, por enquanto, a produção só estreou em 40% dos mercados programados.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o México (US$2.2M), Austrália (US$1.5M), Japão (US$820K), Panamá (US$625K) e Espanha (US$445K).

Além disso, ‘Transformers: O Início‘ – marca o primeiro filme animado dos Transformers em quase 40 anos nas telonas – soma US$ 3 milhões no formato IMAX.

No Brasil, o longa está programado para estrear no dia 26 de setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sob a direção de Josh Cooley (‘Toy Story 4’), e com o roteiro final assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, ‘Transformers One‘ promete trazer uma nova perspectiva sobre a relação entre os icônicos Autobots e Decepticons.

A produção do filme é uma colaboração entre Paramount Animation, Hasbro e eOne, buscando expandir o universo dos Transformers de forma emocionante e envolvente.

Keegan-Michael Key (‘A Festa de Formatura’) dará voz a Bumblebee, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) será Sentinel Prime e Laurence Fishburne (‘John Wick’) emprestará sua voz a Alpha Trion.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$ 4,3 bilhões.

Showrunner de ‘Agatha Desde Sempre’ explica CURIOSO easter egg do segundo episódio; Entenda!

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Agatha: Desde Sempre’, a série derivada de WandaVision estrelada por Kathryn Hahn, chegou recentemente ao catálogo do Disney+ – e, no segundo episódio, os fãs se depararam com um curioso detalhe envolvendo Westview.

No capítulo em questão, a placa de boas-vindas da pequena cidade revela que a população atual é de 2251 habitantes – uma queda significativa dos 3892 moradores que lá residiam três anos atrás, durante os eventos de WandaVision.

Esse pequeno easter egg levou os espectadores a se perguntarem o que, de fato, aconteceu. E, em entrevista ao TVLine, a showrunner Jac Schaeffer comentou sobre esse fato e explicou o motivo da sutil referência.

“Não encare isso como cânone, mas conversamos muito sobre isso: ‘como é Westview depois do hex desaparecer?'”, ela disse. “Não mostramos muito sobre isso, mas a atmosfera geral é que [o hex] foi uma experiência traumática. Então pensamos: ‘será que haveria um êxodo em passa? Quem ficaria lá e por quê?’. Então aquela pequena parte [da placas de Westview] é uma referência a isso”.

Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis ​​se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes. 

Jac Schaeffer entra como showrunner.

Além de Hahn reprisando seu papel como Agatha Harkness, o elenco conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo RuppPatti LuPoneAubrey Plaza.

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