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‘Wolf Creek 3’ retomará o tom SOMBRIO do longa original, afirma ator

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Em entrevista com o David Clair-Bennett, John Jarratt revelou que o terceiro filme da franquia ‘Wolf Creek‘, intitulado Wolf Creek: Legacy, resgatará o tom sombrio do longa original.

“[O terceiro filme] será sombrio e sinistro novamente. O tom será parecido com o do primeiro filme. O segundo filme foi mais divertido. Foi um pouco cômico. Neste terceiro, Mick voltará a ficar sombrio. Realmente assustador.”

Ele completa, “Mick Taylor nunca corre, nunca grita e nunca morre.”

Na trama do próximo filme…

“Uma família de turistas americanos que vaga inocentemente pelos campos de caça de Taylor. Quando os pais se sacrificam para salvar seus filhos, as crianças se encontram sozinhas, perdidas e caçadas na vasta natureza selvagem australiana. Será que essas presas frescas — dois adolescentes astutos e engenhosos — apresentarão um desafio maior para um predador envelhecido abater?”

Greg McLean, criador da franquia, retornará como produtor.

Sean Lahiff será responsável pela direção. Ele já havia trabalhado na saga como editor do segundo filme.

Jay Ryan (‘It: Capítulo 2’) também foi confirmado no elenco.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

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‘Apartamento 7A’: Pré-sequência de ‘O Bebê de Rosemary’ abre com 44% de aprovação no RT; Confira as reações!

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Com 18 críticas publicadas até o momento, o terror ‘Apartamento 7A‘, que serve como pré-sequência de ‘O Bebê de Rosemary‘, abriu com 44% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, o longa falha em trazer algo novo e significativo ao universo do clássico de 1968, e o seu potencial é prejudicado pelo conceito limitado de uma pré-sequência.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“O potencial do filme nunca é alcançado além de um trecho de 10 minutos que, infelizmente, é imediatamente seguido pelos créditos finais.” (Slant Magazine)

“No geral, ‘Apartamento 7A’ é uma ótima expansão para a história do ‘O Bebê de Rosemary’, e conta com algumas performances brilhantemente dedicadas.” (THN)

“É um filme que traz algo diferente, embora, às vezes, a sacralidade do longa original seja talvez mantida um pouco a sério demais.” (ComicBook)

“Em 2024, um ano cheio de filmes sobre gestações aterrorizantes, ‘Apartamento 7A’ consegue trazer sua própria visão sobre esse tópico. Infelizmente, essa é a única novidade do filme.” (Deep Focus Review)

“O ‘Apartamento 7A’ enfrenta o desafio de ser uma pré-sequência, ou seja, não há nenhum senso de mistério porque já sabemos o desfecho da protagonista e só nos resta assistir ao desenrolar de sua história.” (Black Girl Nerds)

“‘Apartamento 7A’ segue exatamente o mesmo caminho que o longa original, sem se desviar do caminho nem um pouco do percurso.” (Collider)

O longa será lançado na Paramount+ no dia 27 de dezembro, e vai explorar o que aconteceu no icônico apartamento antes de Rosemary se mudar.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Dirigido por Natalie Erika James (‘Relíquia Macabra’), que também assina o roteiro ao lado de Christian White, o longa recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “cenas violentas e uso de drogas”.

Ambientada em 1965, em Nova York, a trama é ambientada antes dos eventos do longa original, explorando o que aconteceu no apartamento antes da Rosemary Woodhouse se mudar.

Enquanto passa por dificuldades após uma lesão devastadora, uma jovem dançarina (Julia Garner) se encontra atraída por forças malignas quando um casal mais velho e afortunado a promete uma chance de ganhar fama.

John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’), Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller servem como produtores.

10 curiosidades de ‘Megatubarão’, a mistura de ação e aventura que virou franquia

Lançado em 2018, Megatubarão chegou sem muito alarde, como se fosse só mais um daqueles filmes genéricos que são lançados anualmente com tubarões de computação gráfica questionável. No entanto, ele acabou cativando o público por trazer um elenco carismático e efeitos realmente bons na construção da ameaça.

Não que seja um primor, mas é realmente uma aventura divertida sobre Jason Statham enfrentando um tubarão gigante, enquanto interage com um Rainn Wilson (o Dwight de The Office) trabalhado na ironia em pleno oceano. E como o filme fez um sucesso considerável, garantindo até a péssima sequência que chegou aos cinemas neste ano, separamos 10 curiosidades sobre Megatubarão que você talvez não conheça. Confira!

Adaptação

Por mais incrível que pareça, Megatubarão é uma adaptação do livro Meg: A Novel of Deep Terror, do autor norte-americano Steve Alten. O livro foi lançado em 1997 e marcou o início de uma saga de 7 livros, com o oitavo previsto para sair entre 2024 e 2025.

Visual

No livro, a “Meg” é descrita como um tubarão gigante com pele branca bioluminescente. A justificativa é que serviria como uma forma dela se guiar numa profundidade de escuridão total. No filme, porém, não funcionou a ideia de adaptar esse visual, já que a equipe de CGI queria deixar o monstro mais realista e essa “aura” de bioluminescência estava destoando. Então, eles construíram o monstro com base em um grande Tubarão-Branco.

Diferença

Houve várias grandes mudanças do livro para o filme, mas talvez a maior dela tenha sido o estilo de ataque da Meg. Nos livros, por ser uma criatura que vive em escuridão total, ela só atacava à noite por conta da sensibilidade dos olhos. Porém, no filme, o tubarãozão ataca a maior parte do tempo durante o dia mesmo.

Monstruoso

Paleontólogos estimam que o tamanho do Megalodonte na vida real girava em torno de 15 a 18 metros de comprimento. Já no filme, eles dizem que a espécie podia atingir até 27 metros de comprimento. Por isso, a “Meg” é considerada um Megalodonte mediano, por ter “apenas” 23 metros.

Fidelidade

Um dos pontos mais legais é que o filme adaptou um comportamento real dos tubarões. Nos momentos pré-assassinatos em massa, a Meg se aproxima dos banhistas com um comportamento de curiosidade. Ela não quer devorá-los, mas ver o que está acontecendo com todas aquelas formas boiando sobre ela. Só que, ao verem a barbatana, os banhistas se desesperam e começam a se debater na água, fazendo com que o tubarão os interprete como presas, aí sim atacando.

Divergências

Originalmente, o diretor contratado para o filme era Eli Roth, mas ele deixou o projeto após “divergências criativas” com o estúdio. Algum tempo depois, fontes internas revelaram que ele havia feito exigências complicadas. Além de um orçamento gigante de 150 milhões de dólares, ele queria que a classificação indicativa fosse para maiores de 18 anos. Sem contar que ele queria escrever o roteiro, dirigir o filme e interpretar o protagonista. Só que os executivos não acharam que ele seria capaz de trazer público para a produção só com sua presença.

O brabo

Sim, esse é o Jason Statham nos jogos de 1990. E, sim, ele já teve cabelo.

A escolha de Jason Statham para o papel principal foi um grande acerto. Isso porque ele é atleta vida real, chegando até mesmo a ter representado a Inglaterra na modalidade de saltos ornamentais nos Jogos da Commonwealth (tipo uma Olimpíada, mas só com países que foram colônias britânicas) dos anos 90 nas provas de natação. Por conta disso, ele fez a maior parte de suas cenas embaixo d’água, usando dublê apenas para sequências mais longas.

Por pouco

A atriz Ruby Rose passou um perrengue daqueles durante as filmagens. Para gravar uma cena submersa, ela entrou em um tanque muito fundo na Nova Zelândia, só que suas botas encheram d’água, o que aumentou seu peso, e a roupa que estava usando limitava seu movimentos. Resultado: ela começou a afundar e não conseguia nadar de volta para a borda. Ela quase se afogou, mas foi salva pelos mergulhadores profissionais da equipe de segurança.

Desconfortável

A ideia do diretor Jon Turteltaub era deixar o público extremamente desconfortável em todas as cenas debaixo d’água. Para ele, o ideal era que todos se sentissem explorando um planeta alienígena desconhecido. Para isso, ele fez uma trabalho pesado com as equipes de som e iluminação para criar a sensação de que algo ruim poderia acontecer a qualquer momento. Inclusive, ele chegou a debater se a Meg deveria ter ou não algum tipo de rugido. Eles concluíram que não seria adequado, mas que poderiam explorar esses sons mais altos para criar terror por meio dos barulhos de alta velocidade e da ruptura da tensão superficial da água.

Origens

No filme, a Meg é descrita como um Megalodonte, um tubarão pré-histórico que sobreviveu vivendo em águas profundas. No entanto, o livro trata o animal como uma nova espécie. Seria um descendente do Megalodonte que evoluiu e se adaptou ao ambiente profundo. Como o filme virou franquia, é possível que explorem isso em um novo capítulo.

Megatubarão está disponível no Max.

Criador de ‘The Chosen – Os Escolhidos’ quer expandir o universo bíblico com novos spin-offs

Em entrevista ao Variety, Dallas Jenkins, criador da popular série ‘The Chosen: Os Escolhidos‘, revelou planos para a expansão do universo bíblico com novos spin-offs.

Ele confirmou que sua produtora 5&2 Studios está desenvolvendo uma série animada, intitulada ‘The Chosen Adventures‘, que trará a história de Jesus para um público mais jovem. A produção contará com as vozes de Paul Walter Hauser (‘Black Bird’) e Yvonne Orji (‘Insecure’).

“Há espaço para contar a história de Jesus através dos olhos das crianças em formato de animação. Sentimos que há algo especial nisso, sobre ver Jesus através da perspectiva infantil. Não iremos abordar isso na série original, mas realmente nos dedicamos a esta série animada – trazendo algo que os adultos também possam apreciar.”

Também foi confirmado que uma série baseada na vida de Moisés está em desenvolvimento: “Não há uma história na bíblia que esteja tão marcada na cultua popular do que a história de Moisés. Há uma história épica para ser contada. Ele foi o escolhido por Deus para liderar o maior movimento religioso da história do mundo.”

Vale lembrar que a sexta temporada de ‘The Chosen‘ focará na crucificação de Jesus, enquanto a sétima temporada mostrará a sua ressurreição. Ambas temporadas contarão com oito episódios, e irão incluir um lançamento mundial nos cinemas.

Distribuída globalmente pela Lionsgate, a história é vista através dos olhos daqueles que conheceram Jesus, tendo como pano de fundo a opressão romana em Israel do primeiro século. A produção retrata uma visão íntima da vida e dos ensinamentos de Jesus.

CONHEÇA O ELENCO

Jonathan Roumie (Jesus Cristo):
Ator, diretor, produtor e dublador, Jonathan Roumie nasceu e foi criado na cidade de Nova Iorque, onde se formou na School of Visual Arts com diploma em cinema antes de se mudar para Los Angeles para seguir atuação em tempo integral. Roumie é mais conhecido por seu premiado papel como Jesus, em The ChosenOs Escolhidos. Possui ainda créditos adicionais na TV, como “Chicago Med”, “The Mindy Project”, “The Good Wife”, “Law & Order” e a franquia “NCIS”. Seus últimos trabalhos como dublador incluem a sequência animada “Night at the Museum: Kahmunrah Rises Again”, da Disney+.

Jonathan atua ainda como conselheiro estratégico do Hallow App, maior e mais popular aplicativo de orações e meditação do mundo. Mais recentemente, Roumie estrelou nas telonas o drama épico “Jesus Revolution”, da Lionsgate, em que interpreta um enigmático pregador Lonnie Frisbee. A produção arrecadou mais de US$50 milhões nas bilheterias e continua superando as expectativas da indústria. Roumie atualmente reside no sul da Califórnia.

Lara Silva (Eden):
Lara é brasileira, nascida em Minas Gerais, e se mudou para os Estados Unidos com seis anos de idade. Foi criada em Fort Lauderdale, na Flórida, e frequentou escola de formação de atores – onde descobriu seu amor por entretenimento. Depois da faculdade, decidiu que era o momento de finalmente seguir seu sonho, e se mudou para Atlanta (Georgia), em 2016. Além de “The ChosenOs Escolhidos”, ela esteve no elenco de grandes séries da TV como “Dynasty”, “Queen of the South”, “Good Girls” e “Raising Dion and Bloodline”, da Netflix. Recentemente estrelou o filme “Blue Ridge” ao lado do ator Johnathon Schaech. É fluente em português e espanhol.

Paras Patel (Matthew):
Nascido na cidade da Flórida, em Orlando (EUA), Paras Patel fez sua estreia como ator no filme televisivo “Teen Spirit”, no papel principal de Raj Kukuri. Com uma carreira de mais de uma década, Patel fez diversas participações em seriados, incluindo “Nashville” e “For The People”, da ABC, e “Fresh Off The Boat” e “Ray Donovan”, da Showtime. No campo cinematográfico, atuou como ator coadjuvante em “The Duff”, da Lionsgate, ao lado da atriz Mae Whitman. Recentemente, gravou a quarta temporada da série de sucesso global “The ChosenOs Escolhidos”. O ator também está muito em contato com suas raízes no sul da Ásia e é ex-dançarino profissional de Bollywood. Com uma grande facilidade para aprender novos idiomas, Paras fala fluentemente os idiomas Hindi e Gujarati, e está aprendendo Espanhol e Português. Paras também adora criar histórias e colaborar com outros talentos do sul da Ásia para aumentar a visibilidade no setor.

The Chosen – Quarta Temporada
Reinos em conflito. Governantes rivais. Os inimigos de Jesus se aproximam enquanto seus seguidores lutam para acompanhá-lo, deixando-o sozinho para carregar o fardo. A quarta temporada promete partir de onde terminou, com o final emocionante da caminhada sobre as águas na última temporada.

Os episódios de estreia também serão liberados nos cinemas da América Latina, Reino Unido, Polônia, Austrália e Nova Zelândia por meio de uma parceria entre os distribuidores. Após o término da temporada completa nos cinemas, The Chosen anunciará a estreia em plataformas de streaming, incluindo o aplicativo “The Chosen” e outros apps móveis.

A nossa jornalista e crítica Rafa Gomes comentou sobre a 3ª temporada, que logo em sua abertura apresenta Judas Iscariotes se alistando para o ministério de Cristo. Em seu vídeo de primeiras impressões, ela ainda comenta sobre o que esperar dos próximos episódios e sobre como ‘The Chosen‘ tem redefinido o gênero de produções bíblicas em Hollywood.

Assista:

Dallas Jenkins, diretor da série, esteve no Brasil na semana passada e falou de seu entusiasmo em visitar o país e estrear a temporada nos cinemas.

“Desde quando começamos a divulgação da série, sempre encontrávamos comentários como ‘obrigado, obrigado’ em nossas redes e nós pensamos: há algo diferente acontecendo naquele país. Entendemos que o Brasil era realmente apaixonado pela série e para nós é uma alegria poder estar aqui e estrear nos cinemas a terceira temporada e poder presentear o público brasileiro em gratidão por todo o apoio”, ressalta Dallas.

Ele contou que o Brasil é o segundo país em número de downloads do aplicativo e sua equipe não teve dúvidas sobre que país visitar para divulgar a série: nós vamos para o Brasil.

“Muitos brasileiros nos acompanham em nossos canais digitais, permanecem baixando o app e não param de falar da série. Os brasileiros são intensos. Sentimos isso com os atores brasileiros que temos no elenco. É uma alegria para nós sentir este apoio e viver isso ao vivo aqui no Brasil foi uma experiência incrível”, comentou o diretor.

Quem quiser assistir aos capítulos dublados basta acessar o site da Cinemark ou ir à bilheteria para adquirir diretamente. Acima de 20 ingressos comprados, há o benefício da meia entrada para todos. É uma excelente alternativa para todos levar grupos de igreja, empresas e familiares.

Amanda Jenkins, esposa de Dallas, também falou sobre o momento no Brasil e reforçou que todo o esforço feito na produção da série tem um único objetivo: fazer Jesus conhecido.

“Queremos mesmo contar histórias que levam as pessoas a Jesus, a uma conexão com o Jesus mais humano e que nos ama”, destaca.

 

Uma vez RAINHA… Relembre as DONAS de Hollywood na Década de 1990!

Conforme vamos ficando mais velhos, vamos ficando mais nostálgicos. Começamos a nos sentir fora de sintonia com o mundo dos jovens e damos mais valor ao que vivemos, à nossa história. Para os fãs de cinema isso significa voltar a uma época especial, que guardamos com muito carinho no coração e mente. Uma época em que éramos mais inocentes e tínhamos o mundo pela frente. Nessa época, tínhamos nossos filmes preferidos – muitos dos quais ainda amamos até hoje.

O mundo mudou bastante, isso é inegável. E a indústria de cinema também mudou. A era dos astros deixou de existir. Hoje, não importa muito quem seja o protagonista de uma superprodução, o público assiste do mesmo jeito pelo personagem. O que acontece é que temos simplesmente muita oferta hoje. Antes, o público ia ao cinema conferir o novo trabalho de um certo ator ou atriz. E aí era o oposto, qualquer filme que seu ator ou atriz preferido estrelasse, era o programa da vez. Nessa nova matéria voltaremos aos anos 90 para relembrar quais eram as maiores estrelas daquele período tão inesquecível. Confira.

Julia Roberts

Os anos 90 tiveram algumas musas. A maior delas sem dúvida foi Julia Roberts. Ela era conhecida como a namoradinha da América nesse período, e foi consolidada pelo sucesso de ‘Uma Linda Mulher’, o filme que a transformou numa estrela de renome mundial. Logo no ano seguinte, ela participava do blockbuster ‘Hook – A Volta do Capitão Gancho’ e emendava com o sucesso do thriller ‘Dormindo com o Inimigo’ e o romance ‘Tudo por Amor’. Roberts andou cambaleando em meados da década com fracassos como ‘Adoro Problemas’ e ‘O Segredo de Mary Reilly’, mas recuperou a boa forma com ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’, ‘Um Lugar Chamado Notting Hill’ e ‘Noiva em Fuga’.

Sharon Stone

E se Julia Roberts era a namoradinha da América, rainha das comédias românticas, dois outros nomes ficaram conhecidos como as rainhas da sensualidade nos anos 90. A primeira delas é a loiraça Sharon Stone, que ficou famosa por seus filmes picantes no período. ‘Instinto Selvagem’ foi o divisor de águas em sua carreira, ainda hoje enaltecido como o maior exemplar de um thriller erótico do cinema. Stone seguiu para filmes de teor similar, como ‘Invasão de Privacidade’ e ‘O Especialista’, mas encontraria sucesso em ‘Rápida e Mortal’ e principalmente ‘Cassino’, de Martin Scorsese, sua única indicação ao Oscar.

Demi Moore

Ao lado de Sharon Stone, Demi Moore era a maior musa sensual dos anos 90. Moore começou como atriz jovenzinha nos anos 80, mas apareceu na década seguinte apaixonando plateias em ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’. Ela seguiria com o sucesso ‘Questão de Honra’ e no ano seguinte, era desejada por todos os homens graças ao sucesso muito falado na época ‘Proposta Indecente’. Da inocência, Moore se tornava predadora em filmes como ‘Assédio Sexual’ e ‘Striptease’ – que representou o auge de sua forma física e sensualidade. No ano seguinte, estrelou o cult e seguiu pelo caminho inverso com ‘Até o Limite da Honra’.

Jodie Foster

Meryl Streep é a recordista de indicações ao Oscar de todos os tempos. Mas nos anos 90, poucas atrizes possuíam mais prestígio do que Jodie Foster. Ela representou o sucesso de crítica no período, uma atriz que vivia se desafiando e conseguia fazer de tudo um pouco. Para começar, ela havia acabado de sair de uma vitória como atriz principal por ‘Acusados’ (1989). Pouco tempo depois faria de novo como vitoriosa da categoria de melhor atriz no Oscar por ‘O Silêncio dos Inocentes’ (1991), um dos filmes mais queridos e influentes do gênero suspense. Aliás, Foster só topou o papel porque queria ser diretora, e o estúdio lhe deu ‘Mentes que Brilham’ para comandar. Ou seja, além de tudo era diretora. Foster pode esticar sua capacidade dramática com ‘Sommersby’ e ‘Nell’, ao mesmo tempo em que estrelava sucessos como ‘Maverick’ e ‘Contato’.

Winona Ryder

Toda época precisa ter uma menina prodígio, e a dos anos 90 atende pelo nome Winona Ryder. A atriz voltou aos holofotes graças à sequência de ‘Os Fantasmas se Divertem’ – tendo estrelado o original com 17 aninhos. Dois anos depois, voltaria à parceria com o diretor Tim Burton em ‘Edward Mãos de Tesoura’, abrindo a década de 90 com um sucesso. Nessa época, Ryder já era considerada a melhor atriz de sua geração e todos os maiores diretores queriam trabalhar com ela. Foi o caso com Francis Ford Coppola, que a queria em ‘O Poderoso Chefão 3’. Ryder viria a trabalhar com o diretor dois anos depois, em ‘Drácula de Bram Stoker’. No ano seguinte, Ryder estrelaria ‘A Época da Inocência’, de Martin Scorsese, ao lado de Daniel Day-Lewis e Michelle Pfeiffer.

Meg Ryan

Julia Roberts ficou conhecida como a namoradinha da América nos anos 90, graças ao sucesso de ‘Uma Linda Mulher’. Mas algumas atrizes disputavam com ela o posto. Talvez sua principal “rival” como rainha das comédias românticas tenha sido Meg Ryan. Isso porque Ryan fechava os anos 80 com um dos maiores representantes do gênero ‘Harry e Sally – Feitos um para o Outro’, além de começar os anos 90 com o sucesso de ‘Sintonia de Amor’, um dos longas românticos mais adorados de todos os tempos. Ryan fecharia a década com os sucessos de ‘A Lente do Amor’, ‘Cidade dos Anjos’ e ‘Mens@gem para Você’.

Michelle Pfeiffer

Michelle Pfeiffer já era uma atriz famosa nos anos 80 e inclusive foi indicada ao Oscar duas vezes no período (‘Ligações Perigosas’ e ‘Susie e os Baker Boys’). Mas é inegável que no papel da Mulher-Gato em ‘Batman – O Retorno’, Pfeiffer atingiu um novo nível em seu estrelato. Ela se tornava um sucesso absoluto, um nome que adentrava a cultura pop como nunca anteriormente. Pfeiffer também esteve em ‘A Época da Inocência’ e atuou ao lado de Jack Nicholson no terror ‘Lobo’. A atriz voltaria aos holofotes no sucesso ‘Mentes Perigosas’, que foi muito comentado na época, e também teve sucesso em filmes românticos na década, como ‘Íntimo e Pessoal’ e ‘Um Dia Especial’.

Geena Davis

Se tinha uma atriz que “mandava” em Hollywood nos anos 90 com os maiores filmes, essa atriz era Geena Davis. Outra que já era figurinha carimbada nos anos 80, Davis já fazia sucesso em filmes como ‘A Mosca’, ‘Os Fantasmas se Divertem’ e levou um Oscar por ‘O Turista Acidental’. Assim, Davis adentrava os anos 90 com mais uma indicação, pelo quintessencial feminista ‘Thelma e Louise’ – um dos maiores sucessos da época. Davis emendava com ‘Uma Equipe Muito Especial’, outro libelo feminista da época e muito à frente de seu tempo. Da metade para o fim da década, no entanto, Davis havia ficado tão grande em Hollywood, que seu tombo foi igualmente épico. Em 1995, ela estrelou o filme mais caro do período, a aventura pirata ‘A Ilha da Garganta Cortada’ e terminou responsável pela falência do estúdio Carolco. No ano seguinte repetia a dobradinha com o então marido Renny Harlin, no thriller de ação ‘Despertar de um Pesadelo’.

Sandra Bullock

Fechando a matéria, temos duas atrizes que foram revelação nos anos 90 e chegaram a trabalhar juntas em um projeto na época. Sandra Bullock foi a terceira namoradinha da América nos anos 90, após Julia Roberts e Meg Ryan. A atriz foi revelada ao mundo graças ao sucesso do blockbuster ‘Velocidade Máxima’, mesmo no ano anterior já tendo aparecido em outro blockbuster, ‘O Demolidor’, com Sylvester Stallone. Logo, Bullock seguiu para o sucesso ‘Enquanto Você Dormia’, atraindo atenção e muitos elogios. Bullock mostrava talento dramático no suspense ‘Tempo de Matar’, ainda um de seus filmes mais elogiados, e seguia para se tornar a nova rainha dos filmes românticos, com sucessos como ‘Quando o Amor Acontece’, ‘Forças do Destino’ e ‘Da Magia à Sedução’.

Nicole Kidman

Nicole Kidman, assim como Sandra Bullock, também foi revelada nos anos 90. As duas chegaram a estrelar juntas ‘Da Magia à Sedução’, no fim da década, filme que vai ganhar continuação muito em breve. Kidman ganhou destaque ainda em 1989, no thriller ‘Terror a Bordo’ e seguiu para a ação de ‘Dias de Trovão’, onde conheceu Tom Cruise e um tempo depois se casou com ele. Depois vieram ‘Um Sonho Distante’ e ‘Malícia’ – mas a guinada em sua carreira ocorreria em 1995, quando virou protagonista em ‘Um Sonho Sem Limites’. No mesmo ano, foi a protagonista feminina do blockbuster ‘Batman Eternamente’. Kidman fecharia a década novamente ao lado do marido Tom Cruise em seu melhor filme juntos, ‘De Olhos Bem Fechados’, último trabalho do cineasta Stanley Kubrick.

Depois de ‘O Exterminador do Futuro’, ‘Avatar’ e ‘Titanic’, James Cameron REBATE críticas de que seus roteiros são ruins

Ciborgue com olhos vermelhos em ambiente futurista.
o exterminador do futuro

James Cameron, o aclamado cineasta por trás de ‘Avatar’ eTitanic, rebateu a crítica de que seus roteiros são ruins.

40 anos de ‘O Exterminador do Futuro‘, o diretor se defendeu sobre seus roteiros, e deu um tapa na cara para os espectadores que às vezes reclamam dos diálogos constrangedores em seus filmes.

“Não penso nisso como um Santo Graal, isso é certo”, disse o cineasta sobre ‘O Exterminador do Futuro‘. “Olho para ele agora e há partes que são bem constrangedoras, e partes que são como, ‘Sim, nós nos saímos muito bem com os recursos que tínhamos disponíveis.’

“Eu não me diminuo em nenhum dos diálogos, mas tenho um fator de encolho menor do que, aparentemente, muitas pessoas têm em torno dos diálogos que escrevo. Quer saber? Eu tenho três dos quatro maiores filmes de maior bilheteria — então falaremos sobre a eficácia do diálogo.”, ele afirmou. 

“Não vejo ninguém reclamando da duração quando se senta e assiste a uma maratona [de televisão] por oito horas”, Cameron disse à Empire. “Quase consigo escrever esta parte da crítica. ‘O filme agonizantemente longo de três horas…’ E tipo, me dá um tempo, porra. Já vi meus filhos se sentarem e assistirem a cinco episódios de uma hora seguidos. Aqui está a grande mudança de paradigma social que precisa acontecer: não tem problema levantar e ir fazer xixi.”

Segundo o Deadline, Cameron atualmente adquiriu os direitos do próximo livro de Charles Pellegrino, “Ghosts of Hiroshima”. O diretor pretende adaptar este livro junto com “Last Train From Hiroshima” como base para um “filme teatral implacável”, que se chamará ‘Last Train From Hiroshima’.

O filme irá focar, em parte, na história real de um homem japonês da Segunda Guerra Mundial que sobreviveu à explosão atômica em Hiroshima, embarcou em um trem para Nagasaki e, surpreendentemente, também sobreviveu à explosão nuclear naquela cidade.

“É um tema que sempre quis abordar em um filme e que venho tentando descobrir como realizar ao longo dos anos. Encontrei Tsutomu Yamaguchi, um sobrevivente de Hiroshima e Nagasaki, poucos dias antes de sua morte. Ele estava no hospital e passando o bastão de sua história pessoal para nós, então eu tenho que fazê-lo. Não posso me afastar disso”, disse Cameron.

Durante a visita a Yamaguchi, Cameron e Pellegrino se comprometeram a “transmitir sua experiência única e angustiante para as gerações futuras”.

Lembrando que o terceiro filme da saga ‘Avatar‘, que será nomeado ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (Avatar: Fire and Ash, em tradução literal), ganhou data de estreia no Brasil.

A Disney lança o filme por aqui no dia 18 de Dezembro de 2025.

Assista ao painel:

Lembrando que ‘Avatar: O Caminho da Água’ está disponível no Disney Plus.

O filme lançado em 2022 foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 2,32 bilhões. Recebeu indicação ao Oscar em 4 categorias, incluindo Melhor Filme, e ganhou o prêmio de Melhores Efeitos Visuais.

‘Agatha Desde Sempre’ é a série da Marvel mais PROMISSORA desde ‘Wandavision’ | Primeiras Impressões em Vídeo

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O editor-chefe Renato Marafon traz as primeiras impressões em vídeo de Agatha: Desde Sempre’, a série derivada de WandaVision estrelada por Kathryn Hahn.

Assista:

 

Relembre o trailer:

Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis ​​se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes. 

Jac Schaeffer entra como showrunner.

Além de Hahn reprisando seu papel como Agatha Harkness, o elenco conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo RuppPatti LuPoneAubrey Plaza.

agatha all along

Vingadores: Guerras Secretas

vingadores
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(Avengers: Secret Wars)

 

Elenco:

Robert Downey Jr.
Benedict Cumberbatch

 

Direção: Anthony Russo e Joe Russo

Gênero: Ação

Duração: —min.

Distribuidora: Marvel

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia: 6 de Maio de 2027

Sinopse: 

Em Vingadores: Guerras Secretas, os maiores heróis e vilões do Universo Marvel são transportados até um mundo alternativo criado por uma entidade de poder inconcebível conhecida como Beyonder para se digladiarem em combates letais. Ao vencedor, será concedido tudo aquilo que desejar. Acompanhe o Capitão América, X-Men, Vingadores, Quarteto Fantástico, Homem-Aranha e Hulk lutando contra  supervilões em confrontos memoráveis!

Curiosidades: 

» Idolatrado pelos fãs como Homem de Ferro, Robert Downey Jr. teve seu retorno confirmado ao Universo Cinematográfico Marvel, mas agora como o icônico vilão Doutor Destino. Ele estará em ‘Avengers: Doomsday‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, quinto e sexto filme da equipe de heróis. E vai receber o maior cachê de sua carreira e de toda a história pelo papel. O jornalista Jeff Sneider revelou que Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto filme.

» Em uma recente entrevista ao Screen Rant, o produtor Brad Winderbaum comentou sobre o futuro da saga, afirmando: “Acho que ‘Guerras Secretas’ será uma culminação incrível para a saga. Acho que vai fazer com que a jornada pareça que valeu a pena”.

» De fato, ‘Guerras Secretas’ promete ser um dos maiores crossovers do MCU, reunindo mais de 60 personagens em um confronto épico.

» Após ‘Guerras Secretas’, a Fase 7 marcará a entrada dos mutantes no Universo Cinematográfico Marvel. Embora o conceito de mutantes já tenha sido introduzido nas Fases 4 e 5, a nova fase promete explorar ainda mais esse universo, com a introdução de novos personagens e a exploração de novas histórias.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

robert downey jr dr destino marvel vingadores
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vingadoresdoomsday
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Crítica | Fantasma – Baseado em uma História REAL, Filme de Ação da Netflix Traz Ideia Genial de Assalto

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Desde a famosa aventura de Robin Hood, o ladrão do povo, que histórias que visam tirar dos ricos para dar aos pobres ganham a simpatia dos leitores e espectadores. No mundo capitalista em que vivemos, não sobra muito espaço para sonhar, por isso, quando uma história similar a esse mote acontece em alguma cidade ou país, o público fica alvoroçado. Aconteceu com a série ‘La Casa de Papel’, que tratava de um grupo de assaltantes que visava, em vez de roubar um banco, fabricar dinheiro para si mesmo – para, desse modo, não afetar a economia do país. Genial, porém, era ficção. Agora, chegou aos cinemas brasileiros um filme baseado numa história real, ‘Fantasma’, que é um prato cheio para quem gostou da série espanhola da Netflix.

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O ano era 2006. O Chile, assim como boa parte dos países sul-americanos, vivia um cenário de incertezas no início do novo milênio. Nesse cenário de desolação, José (Willy Semler) acaba de cair num golpe de investimento imobiliário e sua esposa, Jimena (Bárbara Ruiz-Tagle), o deixou. Sem perspectivas na vida, José acompanha sua vizinha ao banco e, enquanto ela vende seu terreno, ele tem uma ideia genial: quer roubar um banco. Mas, sem prejudicar ninguém: é que no Chile, após a venda de um imóvel ou terreno ao banco, a pessoa recebe o pagamento em espécie, em malotes, e, imediatamente deve depositá-lo; para o conforto do cliente, um funcionário do banco se oferece para fazer o depósito, para que o cliente não tenha que enfrentar filas. Esse é o plano de José: fazer-se passar por funcionário do banco e levar o malote, e, para isso, contará com a ajuda de seus colegas Chang (Daniel Muñoz) e Picasso (Darío Lopilato).

Com pouco mais de duas horas de duração, ‘Fantasma’ é desses filmões que oferecem muito mais do que seu poster/sinopse apresenta, e, definitivamente, é desses filmes nos quais o bom cinéfilo deve apostar. Vale cada minuto.

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Por ser inspirado em eventos reais, o que mais surpreende em ‘Fantasma’ é a genialidade da ideia do personagem José: a ideia não é roubar o dinheiro da venda do cidadão comum, e nem tampouco roubar o banco propriamente dito; ao roubar o dinheiro da transação, o banco é obrigado a acionar a seguradora e restituir o valor ao indivíduo, de forma que, na prática, não há uso de violência e nem ninguém sai exatamente prejudicado. À sua maneira, mostrou também a grotesca falha na segurança dos bancos chilenos, afinal, forma mais de 20 nos quais ele aplicou seu golpe.

O roteiro de Juan Pablo Domenech, Paloma Salas e Elisa Zulueta constrói uma narrativa intrincada com direito a plot twists sequenciados e que de fato surpreendem. Talvez, com tanta história e tantos elementos, o enredo pudesse ter sido uma série, em vez de filme, pois ‘Fantasma’ envolve tanto o espectador, que, ao final, deixa a sensação de desejarmos saber um pouco mais sobre os personagens, sobre o que aconteceu tanto antes quanto depois dos eventos do filme.

Bem dirigido por Martín Duplaquet e salpicado de pitadas de comédia e de ação com thriller policial, ‘Fantasma’ é diversão pura inspira e que dá ainda mais gosto de deleite por ser inspirado em eventos reais.

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‘Batman’ (1989) REESTREIA nos cinemas nacionais | Conheça Anton Furst, o VERDADEIRO criador da Gotham de Tim Burton

Designer foi responsável por dar vida à icônica estética no filme de 1989

Batman de 1989, dirigido por Tim Burton, reestreou nos cinemas nacionais nessa quinta-feira.

É interessante voltar um pouco para o lançamento da primeira aventura protagonizada por Michael Keaton. Em 1989 trabalhar com a propriedade do Batman era um pouco estranho; de fato, àquela altura o herói há muito tinha sido resgatado do estilo camp que marcou o seriado dos anos 60 e a censura do Comic Code Authority não mais era uma ameaça aos quadrinhos, visto que há muito a gerência de Dennis O’Neil recuperara um pouco da visão pulp proposta por Bill Finger nos anos 40.

Ainda assim, a estética (ou arquitetura) de Gotham permaneceu bastante padronizada dos anos 70 até 80; os detalhes para pichações ou lixos em becos (um possível legado de Watchmen) estavam presentes para desconstruir a ideia de um cenário seguro natural à histórias em quadrinho, porém a cidade permanecia indistinguível da Nova York daquele mesmo período.

Apesar de seus ilustres cidadãos, Gotham ainda era representada como uma cidade comum até os anos 80

E então, em 1985, Tim Burton realizou sua estreia no mundo dos longa metragens com As Aventuras de Pee-wee após vir de uma série de curtas realizados desde 1971 (com alguns deles como The Island of Doctor Agor e King and Octopus Animation já exibindo sua inclinação para o mesmo traço estilizado que ele iria popularizar anos depois no Stop Motion).

O diretor já havia conquistado atenção no até então mais recente Os Fantasmas se Divertem (onde ele demonstra as possibilidades de execução do stop motion) e ao ingressar no primeiro projeto para adaptar Batman para as telonas desde 1966 ele precisava encontrar um designer de produção que estivesse alinhado a sua identidade visual. Anton Furst também não era um estranho na indústria; antes de ingressar no projeto Batman ele havia trabalhado com Stanley Kubrick no design de Nascido para Matar.

Sua carreira antecedia a bem antes desse trabalho junto ao lendário realizador, tendo em 1979 integrado a equipe que desenvolveu os efeitos especiais vistos em Alien – O Oitavo Passageiro, ainda que sua participação não tenha sido creditada. Nesse mesmo ano, Furst teve uma outra participação não creditada no desenvolvimento de efeitos especiais em 007 – Contra o Foguete da Morte.

Os efeitos especiais em “Alien – O Oitavo Passageiro” são alguns dos mais marcantes já feitos

As interpretações de Furst e Burton andaram em concordância desde o início, com ambos decidindo que uma cidade como Gotham precisava evocar o gênero a que seu nome era dedicado. Cada construção deveria lembrar, para Burton, a ideia de monstros escondidos nas sombras e mistérios que acontecem apenas à noite. Já Furst identificava que, arquitetonicamente falando, cada construção da cidade deveria lembrar a estética medieval dos enormes castelos e catedrais; com suas colunas longas e finas, bem como as gárgulas observando a todos do alto.

Já no quesito iluminação a atenção de ambos se voltou para o legado técnico do Expressionismo Alemão, principalmente no tocante ao uso de luz e sombra para desenvolvimento dos personagens. Furst entendia que a variação de sombras e iluminação poderiam servir para externar sentimentos dos indivíduos em tela, de forma similar ao que um cenário geralmente realizava.

Sombra e luz foram essenciais para criar o ar teatral que Burton desejava.

A dualidade de Bruce Wayne, representada pela mansão no topo e pela caverna excessivamente sombria no subterrâneo é um exemplo. Por este segundo ser uma locação diretamente identificada com a persona de Batman, sua iluminação é majoritariamente escassa. O ideal de Expressionismo pode ser visto também em diferentes cenários ao longo do filme, com a presença constante de decorações inspiradas no movimento Art Déco.

Outro elemento icônico, o Batmóvel de capô estendido, nasceu da apreciação de Furst pelo passado, mais especificamente pelos carros utilizados nas corridas em campos de sal em Wendover, estado de Utah, que passaram a ter grande notoriedade nos anos 30. O design é bastante semelhante, sendo eles veículos rebaixados e alongados que não dificilmente alcançam altas velocidades nesse tipo de terreno plano.

O trabalho de Anton Furst em Batman lhe rendeu um Oscar de Melhor Direção de Arte em 1990, bem como um BAFTA de Melhor Design de Produção também pela aventura do Homem-Morcego. Infelizmente, em 24 de novembro de 1991 sua vida chegou a um trágico fim quando o mesmo cometeu suicídio, que veio após um divórcio e tentativas de se recuperar do vício em Halcion; ele deixou dois filhos.

5 adaptações baseadas nos escritos de Jane Austen que você PRECISA conferir

A romancista britânica Jane Austen, conhecida por inúmeros títulos que entraram para a lista das obras mais ovacionadas da literatura, tinha como principais estilos a crítica à sensibilidade da segunda metade do século XVIII, além de calcar o caminho transitório para o realismo literário do século XIX, utilizando ironia, humor e comentários sociais para analisar o funcionamento da sociedade inglesa da época.

Para celebrar seu contínuo legado tanto na literatura quanto no cinema e na televisão, separamos uma breve lista com cinco adaptações de seus romances que merecem ser conferidas pelos fãs de drama de época.

Confira abaixo:

RAZÃO E SENSIBILIDADE (1995)

Direção: Ang Lee

Considerada uma das releituras mais ovacionadas dos escritos de Austen, Razão e Sensibilidade tornou-se um sucesso crítico e comercial. Dirigido por Ang Lee, o longa-metragem trouxe no elenco nomes como Emma Thompson (que também ficou responsável pelo roteiro e inclusive ganhou um Oscar por seu impecável trabalho) e Kate Winslet.

Na trama, uma viúva e as três filhas passam a enfrentar dificuldades financeiras após a morte do patriarca da família, pois praticamente toda a herança foi para um filho do primeiro casamento, que ignora a promessa feita no leito de morte de seu pai que ampararia as meias-irmãs. Neste contexto, enquanto uma irmã prática (Thompson), usando a razão como principal forma de conduzir as situações, a outra (Winslet) se mostra emotiva, sem se reprimir nunca com uma sensibilidade flor da pele.

MANSFIELD PARK (1999)

Direção: Patricia Rozema

O drama cômico-romântico ‘Mansfield Park’ (ganhando o título de ‘Palácio das Ilusões’ no Brasil) não é tão conhecido, mas merece maior atenção por parte do público pela ousadia em incorporar elementos fora da obra homônima de Austen à narrativa – fazendo referências à vida da própria autora e também a temáticas como escravidão e plantações. Encabeçado por Patricia Rozema, o longa trouxe ao elenco nomes como Frances O’ConnorJonny Lee MillerJames Purefoy.

Na trama, Fanny (O’Connor), com apenas dez anos de idade, é enviada por seus pais empobrecidos para morar em Mansfield Park, a propriedade de sir Thomas, o marido rico e nobre de sua tia. A garota cresce bonita, estudiosa e inteligente, torna-se escritora e, a certa altura, apaixona-se.

ORGULHO E PRECONCEITO (2005)

Direção: Joe Wright

Orgulho e Preconceito é um dos títulos mais famosos da extensa carreira de Austen e é considerado por muitos especialistas como sua magnum opus. A versão mais recente da adaptação foi lançada em 2005 pelas habilidosas mãos de Joe Wright, fazendo jus ao romance original e consagrando uma das maiores estreias cinematográficas da contemporaneidade.

A trama acompanha Elizabeth Bennett (Keira Knightley), que vive com a mãe, o pai e as quatro irmãs na zona rural da Inglaterra. Por ser a filha mais velha, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy (Matthew Macfadyen), faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

AMOR & AMIZADE (2016)

Direção: Whit Stillman

‘Amor & Amizade’ se tornou uma das grandes surpresas de 2016 e foi comandado por Whit Stilman, conhecido por seu trabalho nos filmes ‘Barcelona’‘Metropolitan’. Aclamado pela crítica arrecadando nada menos que sete vezes seu orçamento, a adaptação entrou para a lista das melhores das obras de Austen e contou um elenco estelar formado por nomes como Kate BeckinsaleChloë SevignyXavier SamuelStephen Fry e outros.

Baseado no romance epistolar ‘Lady Susan’, lançado em 1794, o drama cômico acompanha a bela Susan Vernon (Beckinsale), que foge das fofocas sobre seus casos amorosos buscando refúgio na fazenda dos antigos cunhados. Lá reflete sobre a vida e decide arranjar um novo marido para si e um bom pretendente para a filha, Frederica (Morfydd Clark).

EMMA. (2020)

Direção: Autumn de Wilde

EMMA.’ gira em torno da heroína titular, uma verborrágica e rica jovem pertencente à família Woodhouse que não filtra o que lhe passa à mente e não pensa duas vezes antes de exprimir o que acha sobre determinado assunto – substancialmente quando esses assuntos envolvem seu pai, suas irmãs, sua amiga mais próxima e um charmoso e cínico galã que a tira do sério. Emma é revestida pela presença instantânea de Anya Taylor-Joy, que volta a provar sua versatilidade com um papel bem distinto dos outros filmes que estrelou; na verdade, a atriz emerge no longa-metragem em uma rendição inesquecível, encarnando o cantado sotaque britânico da era regencial e afastando-se por completo dos estigmas de A Bruxa e Fragmentado.

A adaptação recebeu diversos elogios por parte da crítica especializada, que comentou acerca da química do elenco e da capacidade da roteirista Eleanor Catton em administrar com proeza os principais elementos do romance original. Apesar de não ter feito um gigantesco sucesso financeiro, a produção conquistou duas indicações ao Oscar e uma indicação ao BAFTA.

Billie Eilish | Ranqueamos todos os álbuns da ICÔNICA artista!

Billie Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP ‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do AnoArtista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano – estas duas últimas com o single “bad guy”).

Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy. Dois anos mais tarde, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.

Nos últimos dias, Eilish fez seu glorioso retorno ao cenário fonográfico com o lançamento do antecipado e já aclamado Hit Me Hard and Soft, terceiro compilado de originais que representou um importante capítulo em sua carreira e já se sagrou como um dos melhores do ano.

Para celebrar a recente estreia do disco, preparamos uma brevíssima lista elencando seus álbuns de estúdio do “pior” para o melhor.

Veja abaixo as nossas escolhas:

3. HAPPIER THAN EVER (2021)

“[…] aspecto mais interessante de ‘Happier Than Ever’ seja a sutileza indesculpável no qual ele se alicerça: enquanto a estreia de Eilish foi marcada pelo choque, aqui ela alcança o mesmo objetivo mudando completamente a perspectiva e as mensagens a que se promove a entregar aos fãs. Desde as irretocáveis inflexões minimalistas às densas metáforas que exalam dos versos, há um senso de credibilidade que emana da posição em que a artista se encontra que nos faz aceitar o diabólico convite para essa jornada de autodescobrimento. “NDA” arranca uma das melhores letras dos últimos anos (“levei um garoto bonito para casa, mas ele não pôde ficar; quando saiu, o fiz assinar um acordo de sigilo”) e explode em um electro-pop ecoante; já “Your Power” exila-se num oposto complementar, delineado pelos acordes do violão e por uma mensagem angustiante de cautela” – Thiago Nolla

2. WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO? (2019)

“A obra ganha notoriedade já com a primeira canção completa, bad guy”. A batida bem demarcada é acompanhada pela entrega pausada e propositalmente cansada da lead singer que nos arremessa de volta para o uma atmosfera neo-noir e misteriosa. É claro que a imensa catarse causada pela música não abre margens para clichês sonoros – e é por isso que o grave baixo nos guia de modo retumbante até o refrão, onde criações imaginativas dos primórdios do synth-pop nos aguardam com paciência. A prosódia epopeica funciona como um hino trap sensual e fluido, aumentando nossas expectativas para as próximas iterações” – T.N.

1. HIT ME HARD AND SOFT (2024)

“É notável como a performer, ano após ano, demonstra mais conforto em abrir sua vulnerabilidade e imprimir declamações mais pessoais e intimistas em suas peças musicais. Dessa forma, Hit Me Hard and Soft não foca apenas em um mercadológico produto para alimentar sua crescente legião de fãs, como posa em um conceitualismo marcante que amalgama diversos gêneros em um microcosmos vibrante e recheado de inflexões rítmicas arrepiantes e que nos mantêm dinamizados e energizados dentro de uma jornada sinestésica. À medida que Billie e Finneas continuam a se aventurar nos altos e baixos da indústria e firmam seus nomes para as futuras gerações de artistas, percebe-se uma renegação do que está em voga e um contraposto movimento de vaivém que nos impede de imaginar o que eles estão nos preparando” – T.N.

Gosta de ROMANCE? 10 Dicas de ÓTIMOS Filmes sobre as descobertas do amor

O amor é uma variável universal que quando chega em nossa frente é difícil nos desviar. Pensando em obras que abordam as descobertas do amor, não só no sentido romântico mas também nos laços paternos ou maternos, segue abaixo uma lista bem legal:

 

Uma Lição de Amor

Pai, você foi meu herói, meu bandido. Nas histórias mais simples encontramos reflexões para toda uma vida. Longa-metragem belga escondido no catálogo da Prime Video, Uma Lição de Amor (sim, homônimo daquele lindo filme com Sean Penn), dribla o tom melancólico para uma direção mais objetiva na construção de um relacionamento antes distante, agora com uma segunda chance. O filme, produzido pelos irmãos Dardenne, e dirigido pela cineasta Amélie van Elmbt, em seu segundo longa-metragem da carreira, pode ser definido como um retrato delicado sobre um enorme conflito de um homem e suas escolhas.

 

O Amante de Lady Chatterley

O fogo da paixão e as descobertas sobre o desejo. Baseado no livro homônimo do escritor britânico D.H. Lawrence, publicado no final da década de 20, O Amante de Lady Chatterley nos mostra uma saga de escolhas de uma mulher que joga para escanteio as frustrações de um relacionamento infeliz para viver de forma muito intensa os prazeres do amor com um funcionário da propriedade rural de seu marido. A descoberta do desejo, dos prazeres, de forma bem detalhista, contornam as linhas do roteiro que é assinado por David Magee. Como protagonista, a atriz Emma Corrin, intérprete de uma das fases da vida de Princesa Diana em The Crown.

 

Wildhood: Busca Pelas Raízes

Na trama, conhecemos Link (Phillip Lewitski), um jovem adolescente com raízes indígenas, que mora no Canadá e tem um cotidiano de conflitos com muitas discussões e violência no relacionamento com o pai. Certo dia, ele descobre que sua mãe (que ele pensara estar morta) está viva e morando em um lugar longe dali. Ele resolve ir atrás dela, e leva seu irmão caçula junto. Ao longo dessa viagem cheia de surpresas acaba encontrando outro jovem, Pasmay (Joshua Odjick), que embarca com eles nessa jornada.

 

Loucura de Amor

Na trama, conhecemos Adri (Álvaro Cervantes), um jornalista que trabalha em uma revista badalada escreve sobre os mais diversos e muitas vezes polêmicos temas. Certa noite, saindo com dois inseparáveis amigos e acaba conhecendo Carla (Susana Abaitua) da maneira mais inusitada possível e ambos resolvem curtir aquela noite sem compromisso e depois não se verem mais. A questão é que a tal noite é intensa e inesquecível, deixando Adri desesperado nos dias seguintes atrás daquela mulher que acabara de mudar sua maneira de enxergar o mundo. Ele acaba a achando, e descobre que Carla é paciente em uma clínica psiquiátrica. Assim, o protagonista precisará bolar um plano bem fora do comum para tentar passar mais alguns dias perto do amor de sua vida.

 

A Escolha

O protagonista é um jovem de cerca de 30 anos, de origem e família na Estônia, que não sabe direito o que fazer da vida profissional e trabalha em obras na Finlândia. Completamente confuso e sem saber o que fazer após a notícia de que é pai, embarca em uma jornada de assumir a paternidade e os cuidados da recém nascida sozinho já que a mãe não a quis assumir naquele momento. Completamente sem jeito, talvez pela rebeldia que o persegue faz anos e que fica claro desde o primeiro arco do roteiro, Erik (Reimo Sagor) aos poucos vai se descobrindo como pai, navegando pelas responsabilidades e derrapando nas irresponsabilidades.

 

Uma Vida Comum

Na trama, conhecemos o sereno John May (Eddie Marsan). Um homem que trabalha a mais de 20 anos na mesma empresa, onde exerce a função inusitada de ser o encarregado de encontrar o parente mais próximo de pessoas que morreram sozinhas. Meticuloso e detalhista em suas pesquisas, não é visto com bons olhos pelo restante do departamento. Assim, quando há uma mudança na estrutura onde trabalha, é demitido mas pede para resolver o último caso que vai levá-lo a uma viagem de descobertas e amores buscando encontrar um sentido para sua própria vida.

 

Moneyboys

Na trama, conhecemos Fei (Kai Ko), um pouco no seu início na sua trajetória como garoto de programa que busca um pé de meia para ajudar a família até tempos mais tarde onde se vê preso em dilemas e conflitos. Os novos olhares sobre sua relação com a família, a aproximação com um jovem que reflete muito do que ele era, e a redescoberta de um grande amor do passado transformam a trajetória do protagonista que cada vez mais se afasta de qualquer deslumbre sobre o que é realmente ser feliz.

 

Diga-me Quando

Quando a ingenuidade encontra as indomáveis lições do amar. Filme de estreia na direção e roteiro do cineasta mexicano Gerardo Gatica, Diga-me Quando apresenta pequenos exageros costurados com clichês mas nada que gere bocejos ou desinteresse, pelo contrário, o projeto se apresenta muito mais profundo do que aparenta, uma belíssima construção com diálogos criativos, emoções variadas, se tornando uma crônica latina sobre as descobertas do amar. Sem pretensão de ser perfeito, se arrisca com sucesso nas linhas tumultuadas da melancolia. Grata surpresa.

 

Me Chame pelo seu Nome

Na trama, ambientada no início da década de 80 em algum lugar belíssimo do norte da Itália, conhecemos o jovem e inteligente Elio, que está passando férias na enorme casa que a família possui na Riviera italiana. Elio está na fase das descobertas, tem amigos mas prefere os livros, a música e uma calma solidão. Certo dia durante as férias, um estudante chamado Oliver, amigo de seu pai, o Sr. Perlmann, que é professor, chega para passar algumas semanas. Logo, Elio e Oliver começam a ver que possuem muitas coisas em comum, rapidamente se aproximam e sentimentos afloram de maneira intensa marcando para sempre as vidas dos dois.

 

Minha Família quer que eu Case

Na trama, conhecemos a documentarista Zoe (Lily James), uma mulher já na casa dos 30 anos, independente, que se dedicou nos últimos anos de sua vida à carreira profissional com poucas aberturas para amores e paixões. Certo dia, tem uma ideia para um próximo documentário que consiste em filmar a vida do seu vizinho de infância, o oncologista Kaz (Shazad Latif) que está prestes a se casar em um casamento arranjado, de acordo com as tradições de sua família descendentes de paquistaneses. Com o passar do tempo, Zoe começa a refletir mais sobre sua própria vida, o olhar para o outro se torna mais corriqueiro, de forma simples começa a perceber os contextos que o destino transmite.

‘Terrifier 3’: Primeiras impressões chamam o filme de “DOENTIO, depravado e blasfemo”

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A aguardada sequênciaTerrifier 3’ chega aos cinemas em outubro, e o longa, que foi visto recentemente por alguns jornalistas, foi descrito como “doentio, depravado e blasfemo”.

As primeiras reações indicam, em geral, um aumento significativo na violência, superando a brutalidade dos filmes anteriores, embora a trama apresente alguns problemas narrativos.

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Terrifier 3 é facilmente o meu favorito da série até agora, mas não seria o que é sem os dois primeiros filmes. A história continua a partir do segundo filme, adicionando uma profundidade que só vem da construção do que veio antes – é muito mais do que apenas mais um festival de sangue. A arte é mais boba”, disse Jones Vibes.

Terrifier 3 vai lá e depois vai 54 passos adiante. Um festival de respingos absoluto de proporções invisíveis. Cena do chuveiro que ficará na história. Lauren LaVera é uma ótima protagonista. Muitos mergulhos torcidos e arrumados na tradição, ficando muito Hellraiser aqui. Droga”, disse Noah Levine.

Terrifier 3 é tudo o que você deseja se for fã da franquia. Ele combina bem o tom dos 2 anteriores, ao mesmo tempo em que impulsiona a tradição e os personagens de maneiras interessantes. Ah… e é brutal AS [frick]!! Ele olha para todos os limites e os cruza com um sorriso torcido!”, disse Cody Leach.

“O TERRIFIER 3 é realmente mau. E quero dizer isso da melhor maneira possível. Grindhouse além de Grindhouse. Efeitos práticos verdadeiramente doentios misturados com uma tradição que está ficando cada vez mais complexa.Não sei como Damien Leone supera isso. Lauren LaVera THEE garota final”, disse James Preston Poole.

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Vale lembrar que, sucesso nos cinemas, o segundo longa arrecadou impressionantes US$ 15 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 250 mil. E, além de ter despertado a curiosidade dos espectadores, a produção também agradou os críticos, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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‘Creature Commandos’: Frank Grillo elogia o trabalho de James Gunn; “Ficarão impressionados”

Frank Grillo, que em breve interpretará Rick Flag Sr. em Creature Commandos e na segunda temporada de Pacificador, no novo DCU de James Gunn, elogiou os planos e o trabalho do cineasta neste universo renovado.

Em entrevista ao Screen Rant, Grillo comentou: “Em termos de cronograma, ‘Creature Commandos’ será lançado em dezembro, e ‘Superman’ e ‘Pacificador’ estão previstos para 2025”.

Ele continuou: “Eles não nos informaram nada intencionalmente. James Gunn está editando tudo agora; estou prestes a concluir os últimos episódios sob sua direção em ‘Pacificador’, e isso é o máximo que posso compartilhar. É tudo sobre o Rick Flag, o mesmo personagem ao longo de toda a trama, o que eu realmente adoro”.

“Estou imensamente grato a James e Peter Safran. Esses caras estão à frente da DC agora e me incluíram de maneira significativa nesse projeto. Acredito que os fãs ficarão impressionados com a genialidade de James Gunn. Ele foi liberado para criar. O que ele tem em mente para a DC é muito maior do que ‘Guardiões’. Portanto, fiquem ligados”, concluiu.

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Vale lembrar queCreature Commandos será a primeira animação a inaugurar Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn. A série estreará no serviço de streaming Max no dia 5 de dezembro.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

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Lionel Messi lança produtora de cinema e TV: 525 Rosario

A estrela global do futebol, Lionel Messi, anunciou o lançamento de sua própria produtora de filmes e TV, chamada 525 Rosario, em homenagem à sua cidade natal, na Argentina.

De acordo com o Deadline, a produtora foi criada em parceria com a Smuggler Entertainment, responsável por sucessos como ‘A Copa do Mundo de Messi – A Ascensão da Lenda’ e ‘Messi meets America’.

A produtora se concentrará no desenvolvimento e produção de programas familiares, filmes, eventos esportivos ao vivo e iniciativas comunitárias, além de criar conteúdo e comerciais para atletas, incluindo Messi.

Tim Pastore atuará como CEO sob a supervisão da família Messi.

“Entretenimento sempre foi uma paixão para mim, tanto dentro de campo quanto em outras áreas”, afirmou Messi, que atualmente joga pelo Inter Miami. “Estou entusiasmado com a oportunidade de continuar o projeto que iniciamos com a Smuggler Entertainment e expandi-lo para criar conteúdo e experiências em escala global”.

Pastore destacou que a 525 Rosario “realçará e desenvolverá tudo o que Leo Messi representa, não apenas por meio de conteúdos premium em larga escala, mas também através de ações comunitárias e iniciativas voltadas para a família”.

‘Turn Me On’: Romance com Nick Robinson e Bel Powley ganha teaser; Confira!

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‘Turn Me On’ (Me Acenda, tradução livre), uma comédia romântica estrelada por Nick Robinson (‘Com Amor, Simon’) e Bel Powley (‘O Rei de Staten Island’), ganhou seu primeiro teaser.

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“O filme se passa em um mundo onde a inconveniência da emoção humana foi eliminada por uma vitamina diária obrigatória. Quando um jovem casal decide pular sua dose, eles descobrem o amor, a alegria e o sexo pela primeira vez, mas rapidamente percebem que também precisam lidar com a bagagem emocional que isso acarreta”, diz a sinopse.

Dirigido por Michael Tyburski (‘O Som do Silêncio’), o roteiro é de Angela Bourassa (‘Se Você Fosse o Último’).

O elenco conta ainda com Justin H. Min (‘Beef’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’), Luke Kirby (‘A Maravilhosa Sra. Maisel’), Patti Harrison (‘Together Together’), Nesta Cooper (‘Cold Copy’) e Griffin Newman (‘The Tick’).

O longa terá sua estreia mundial no próximo Festival de Cinema de San Sebastián.

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10 Músicas de Bandas Famosas para Filmes dos Anos 2000 que Você Não LEMBRAVA!

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A música é parte essencial de um filme. Como uma arte audiovisual, desde que o cinema passou a ter som, um de seus aspectos mais poderosos é a música. É a partir de uma música no momento certo de um filme que somos capazes de nos emocionar, temer, rir ou ficarmos empolgados. A trilha sonora de um filme é parte integral, mas ao longo da história do cinema, muitas canções marcaram certos filmes em nossos corações e mentes. Desde ‘Staying Alive’, dos Bee Gees para ‘Os Embalos de Sábado à Noite’, até ‘My Heart Will Go On’, de Celine Dion para ‘Titanic’, a história da sétima arte é repleta de canções que associamos imediatamente aos filmes.

Mas e quando uma música de um filme faz muito sucesso em sua época e depois cai no ostracismo se tornando esquecida? A década de 2000 não faz tanto tempo assim, mas está repleta de canções muito famosas da época, que se tornaram desconhecidas para as gerações mais novas por não tocarem tanto nos dias de hoje. Nessa nova matéria jogaremos uma luz de novo nessas canções de grandes bandas para filmes famosos, mas que você não lembrava. Confira.

‘Hero’, Nickelback – ‘Homem-Aranha’ (2002)

O maior herói da Marvel ganhou uma trilha sonora à altura. ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi, foi o responsável (ao lado do primeiro ‘X-Men’) pela aceitação do grande público aos filmes baseados em super-heróis de quadrinhos. Aqui foi onde finalmente quebravam a barreira e se tornavam superproduções pop abraçadas por todos – até chegar ao que temos hoje. É claro que um lançamento deste porte precisava de todo tipo de merchandising para acompanhar, e uma música chiclete foi providenciada. ‘Hero’ foi o óbvio título da música de Chad Kroeger, do Nickelback, em parceria com Josey Scott.

‘Elevation’, U2 – ‘Lara Croft: Tomb Raider’ (2001)

A banda irlandesa U2 já era uma das maiores do mundo em 2001, quando foi convidada para compor a música carro-chefe do blockbuster ‘Lara Croft: Tomb Raider’, primeira adaptação em forma de blockbuster de um dos videogames mais queridos de todos os tempos. De fato, a personagem eletrônica Lara Croft se tornou uma musa dos gamers e se tornou tão famosa que transcendeu para a cultura pop. Mesmo os que nunca haviam jogado sabiam quem a personagem era. Angelina Jolie havia acabado de ganhar o Oscar por ‘Garota, Interrompida’ quando foi escalada para viver a heroína aventureira e não poderia ter ficado mais perfeita no papel. ‘Elevation’ foi a canção composta por Bono e seus colegas, uma música que ainda toca, embora muitos não saibam que foi feita para o filme.

‘Bring me to Life’ / ‘My Immortal’, Evanescence – ‘Demolidor’ (2003)

Em ritmo de Rock in Rio, a banda Evanescence voltou aos holofotes esse ano com uma apresentação no maior festival de música do Brasil. Evanescence, comandado por Amy Lee, foi o epicentro do chamado Gothic Metal nos anos 2000 – ou metal gótico – estilo de música e visual sombrio e depressivo, que tem tudo a ver com a adolescência. Justamente por isso, fez o maior sucesso com o público jovem de meados dos anos 2000. E encaixou como uma luva no filme ‘Demolidor – O Homem Sem Medo’, da Marvel/Fox, afinal a história conta sobre um dos heróis mais tristes da editora. ‘Bring me to Life’ e ‘My Immortal’ foram as escolhidas para compor a trilha sonora.

‘Painted on my Heart’, The Cult – ’60 Segundos’ (2000)

Por falar em músicas que grudam igual chiclete e Angelina Jolie, aqui temos a combinação dos dois. Depois do Oscar por ‘Garota, Interrompida’, mas antes de protagonizar sua primeira superprodução com ‘Lara Croft’, Jolie foi uma coadjuvante de luxo no filme de roubo a carrões ’60 Segundos’ e fez par com Nicolas Cage – então o rei da ação em Hollywood depois dos sucessos de ‘A Rocha’, ‘Con Air’ e ‘A Outra Face’. Para um blockbuster repleto de adrenalina, a música escolhida foi a melosa ‘Painted on my Heart’, da banda The Cult, que tocou até não poder mais.

‘The Blower’s Daughter’, Damien Rice – ‘Closer: Perto Demais’ (2004)

Talvez a música romântica mais tocada nos anos 2000, ‘The Blower’s Daughter’, de Damien Rice, ainda hoje toca e emociona. Mas mesmo os fãs da canção talvez não lembrem que ela embalou o sucesso dramático ‘Closer: Perto Demais’, de Mike Nichols, um dos romances mais queridos daquela época, que ainda hoje é mencionado quando falamos do gênero. O filme conta com um quarteto de peso no elenco: Julia Roberts, Natalie Portman, Jude Law e Clive Owen, vivendo as desventuras amorosas de dois casais, que terminam trocando de parceiros. Owen e Portman (que vive uma stripper no longa) foram indicados ao Oscar por seus desempenhos. É impossível assistir ao filme e não lembrar da canção.

‘Check on it’, Beyoncé – ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ (2006)

Hoje, a maior estrela da música R&B/pop do mundo, Beyoncé tentou a transição dos palcos para as telonas nos anos 2000. Seu primeiro foi a comédia ‘Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro’, de 2002, terceiro e último filme do espião interpretado por Mike Myers. Ao todo foram oito filmes estrelados pela musa, sendo que os dois últimos (‘Reino Escondido’, de 2013, e ‘O Rei Leão’, de 2019, ela apenas dublou). Beyoncé também apostaria em dramas e receberia elogios por seu desempenho, em filmes como ‘Dreamgirls: Em Busca de um Sonho’ e ‘Cadillac Records’. No mesmo ano do primeiro, ela lançou o reboot de ‘A Pantera Cor-de-Rosa’, ao lado de Steve Martin. Além de estrelar o filme, também embalou a música tema ‘Check on it’. Você lembrava?

‘Try Again’, Aaliyah – ‘Romeu tem que Morrer’ (2000)

Por falar da rainha Beyoncé, uma cantora que seguia seus passos no início dos anos 2000 foi a saudosa Aaliyah. A jovem cantora, que era uma grande promessa do hip hop e R&B perdeu sua vida devido a um acidente aéreo nas Bahamas, aos 22 aninhos. Aaliyah já tinha músicas de sucesso na época e igualmente investia no mundo do cinema. Infelizmente, a cantora só conseguiu estrelar dois filmes. O segundo, o terror ‘A Rainha dos Condenados’ (2002), continuação de ‘Entrevista com o Vampiro’, precisou ser terminado depois de sua morte. Dois anos antes, ela estrelava no filme de ação e luta ‘Romeu tem que Morrer’, que serviu como primeiro papel protagonista do astro da ação chinês Jet Li em Hollywood. Aaliyah também encabeçou a trilha sonora do longa com a canção ‘Try Again’, que na época tocou muito.

‘Set me Free’, Velvet Revolver – ‘Hulk’ (2003)

Voltando ao gênero dos super-heróis, para os primeiros filmes que abriram as portas para os tornarem bem-sucedidos e chegarmos no que temos hoje, os anos 2000 foram responsáveis por esse sucesso. Como citado, ‘X-Men’ foi o primeiro e ‘Homem-Aranha’ elevou o nível a outro patamar. Na esteira do sucesso veio logo ‘Demolidor’ em menor escala. E com um investimento “monstro”, com o perdão do trocadilho, no mesmo ano estreava ‘Hulk’, primeiro filme para o cinema do anti-herói monstruoso, que tem mais a ver com ‘O Médico e o Monstro’ e ‘Frankenstein’. O chinês Ang Lee foi quem comandou a aventura e resolveu criar uma HQ em filme. Para a trilha sonora, a nova banda do guitarrista Slash (eterno Guns n Roses), Velvet Revolver, foi quem confeccionou a harcore ‘Set me Free’, tudo a ver com o atormentado e destruidor personagem.

‘Feel Good Time’, Pink – ‘As Panteras Detonando’ (2003)

Acima, citamos a ambiciosa proposta de levar ‘Hulk’ ao cinema em um blockbuster. Apesar de muitos terem certo carinho pelo filme, é seguro dizer que o longa não funcionou da maneira que deveria. A prova disso é que ao contrário de ‘X-Men’ e ‘Homem-Aranha’, nunca gerou uma continuação. Bem, não com esta iteração. No mesmo ano era lançado também ‘As Panteras Detonando’, continuação do sucesso de 2000. E esse também foi um filme que sofreu com críticas e uma bilheteria abaixo do esperado. A prova é que nunca recebeu um ‘As Panteras 3’. Enquanto Beyoncé e as Destiny’s Child foram as responsáveis pela popular ‘Independent Women’ no primeiro filme, a rebelde Pink foi quem cuidou da canção principal do segundo filme, com a música ‘Feel Good Time’. Você lembrava?

‘Helena’, My Chemical Romance – ‘A Casa de Cera’ (2005)

Fechando a matéria temos um gênero que adoramos aqui no CinePOP: o terror. ‘A Casa de Cera’ é um dos filmes slasher mais subestimados de todos os tempos. O que acontece é que o longa foi lançado em uma época em que tais filmes não tinham mais a força de antigamente. Mesmo assim, o exemplar é criativo em sua direção de arte, efeitos e um elenco afiado de jovens talentosos. E o melhor, é genuinamente assustador. Nos anos 2000 o gothic metal deu origem aos emos, e a banda My Chemical Romance era uma forte representante deste segmento. Assim, ‘Helena’ virou um dos maiores hits da banda. E foi a canção que encerra o terror em grande estilo.

10 curiosidades de ‘Esqueceram de Mim 2’, uma aventura mágica de Macaulay Culkin

Um dos maiores clássicos da época de natal é Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York. Dirigido por Chris Columbus, o filme é garantia de diversão e fofura mesmo distante de 25 de dezembro.

Estrelado por Macaulay Culkin, o longa deu sequência ao clássico original com uma aventura ainda maior, levando o pequeno Kevin a se perder na cidade de Nova York. A trama é simples, mas eficaz, e transformou esse filme em um clássico imperdível. Por isso, o CinePOP separou dez curiosidades de bastidores que você talvez não conheça. Confira!

Plaza Hotel

Divulgação/ The Plaza

Ao contrário da maioria dos filmes, Esqueceram de Mim 2 gravou grande parte de suas cenas em locações reais. Por isso, as icônicas cenas de Kevin tocando o terror no Plaza Hotel foram gravadas em uma das suítes ridiculamente luxuosas do hotel do Central Park. Além disso, o número que o Kevin disca para fazer sua reserva é o telefone de verdade do hotel.

Complexo

Já as cenas mais complexas de se fazer foram as do aeroporto. Elas foram gravadas em fevereiro, então o Aeroporto Internacional de O’Hare precisou deixar a decoração natalina até essa data, mas o maior problema mesmo foram os fãs de Macaulay Culkin, que enlouqueciam ao ver o menino. A produção precisou contratar uma equipe de seguranças especialmente para ele e para evitar que os paparazzi se aproximassem e acabassem vazando alguma informação sobre o filme.

Sucesso

Para colocar seus planos em prática, o pequeno Kevin conta com a ajuda de um aparelhinho chamado Talkboy, que é um tipo de gravadorzinho. A maquininha foi criada especificamente para o filme, mas acabou fazendo tanto sucesso que a empresa decidiu produzir um de verdade e colocar à venda. Foi um hit de vendas. Já o usado no filme foi dado de presente a Macaulay Culkin.

Caríssimo

Falando nele, o pequeno Macaulay Culkin se consolidou como o maior astro mirim de Hollywood dos anos 90. E para repetir o papel de Kevin McAllister, o menino recebeu um salário astronômico. Foram nada menos que 4,5 milhões de dólares pagos ao garoto pelo trabalho. O maior valor já pago para um ator de 11 anos.

Salário alternativo

Para a cena na fantástica loja de brinquedos, a produção realizou um acordo de pagamento com os pais das crianças que compõe a cena. Como parte do salário pela breve atuação, elas poderiam levar o brinquedo favorito disponível na loja para casa.

Furada

Por ser um filme de natal, a produção gastou uma verdadeira bolada produzindo toneladas de neve artificial para a sequência no Central Park. Só que o dinheiro acabou sendo gasto à toa, já que a cidade foi surpreendida com uma nevasca colossal, fazendo com que a equipe dispensasse a neve falsa.

Entrando numa fria

O filme é praticamente todo ambientado no inverno de Nova York. Por isso, foram gravadas várias externas. Porém, a equipe de filmagem teve uma dor de cabeça enorme. Por conta do frio extremo que tomava a cidade, várias câmeras congelaram durante as gravações, não apenas nas cenas do Central Park.

Pombos

Em tempos de CGI, isso aqui parece impensável, mas a cena do ataque dos pombos aos bandidos no Central Park foi feita com pássaros de verdade. A produção do filme encheu os pobres Joe Pesci e Daniel Stern com alpiste de verdade e soltaram nada menos que 300 pombos. Stern comentou que um dos pássaros realmente entrou em sua boca, situação que ele descreveu como ‘revoltante’.

Sincerão

O diretor do filme, Chris Columbus, revelou que durante as filmagens na madrugada do Harlem, ele foi abordado por dois meninos que perguntaram o que era aquilo que estavam fazendo. Chris respondeu que estavam filmando Esqueceram de Mim 2 e que ele era o diretor do filme. Para sua surpresa, os meninos ficaram todos empolgados e perguntaram se ele era o John Hughes. De qualquer forma, ele admitiu depois que considera esse filme muito melhor que o primeiro Esqueceram de Mim e assumiu que dirigiu o longa pensando nele como um remake do original.

Fim da linha

Durante a campanha de divulgação do filme, Daniel Stern foi ao Late Show with David Letterman. Em sua entrevista, ele disse que Esqueceram de Mim 2 deveria ser indicado ao Oscar de Melhor Filme. O apresentador discordou e isso não pegou bem. Stern ficou tão magoado que nunca mais voltou a falar com o ex-amigo. Mas, no fim das contas, o público parece ter concordado com Letterman, porque o filme não conseguiu bater os incríveis US$ 476 milhões, tendo encerrado sua passagem pelos cinemas com 369 milhões de dólares arrecadados.

Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York está disponível no Disney+.

 

‘O Exterminador do Futuro’: James Cameron revela o que considera “digno de vergonha”

Ciborgue com olhos vermelhos em ambiente futurista.
o exterminador do futuro

James Cameron, cineasta por trás de sucessos como ‘Avatar’, revisitou o início de sua carreira com O Exterminador do Futuro, ressaltando que, apesar do longa ter sido um grande sucesso, há um aspecto que ele considera “constrangedor”.

Em uma conversa com a Empire, Cameron afirmou: “Eu era apenas um novato quando dirigi ‘O Exterminador do Futuro’. Eu tinha 29 anos na época, e foi meu primeiro trabalho como diretor”.

“Não encaro isso como um Santo Graal, de forma alguma. Eu olho para isso agora e há partes que são bastante dignas de vergonha e partes que são como, ‘Sim, nos saímos muito bem com os recursos que tínhamos disponíveis'”, refletiu, acrescentando: “Apenas o valor de produção, sabe? Não sinto vergonha com os diálogos, mas parece que tenho um nível de constrangimento menor do que muitas pessoas em relação ao que escrevo”.

Cameron também destacou que, embora outros possam considerar seus diálogos como o ponto “constrangedor” em seus filmes, para ele, os números de bilheteira falam mais alto.

“Você sabe o que? Deixe-me ver os três dos quatro filmes de maior bilheteira — então conversaremos sobre a eficácia do diálogo”, provocou ele.

Lembrando que sobre revisitar a franquia, Cameron declarou:

“É hora de deixar para trás tudo o que é específico dos últimos 40 anos de ‘O Exterminador do Futuro’, mas manter os princípios fundamentais”, afirmou ele à Empire. Revelando que não veremos Arnie, sem Linda Hamilton, sem o T-800, o T-1000 e Sarah Connor no próximo filme.

“Se nos apegarmos demais aos detalhes, podemos perder um novo público, já que a nova geração se importa menos com essas particularidades do que imaginamos. Esse é o perigo, obviamente, em ‘Avatar’ também, mas acredito que provamos que temos algo para atrair novos espectadores”, afirmou.

Cameron continuou: “Temos personagens principais essencialmente impotentes, lutando por suas vidas, que não recebem apoio das estruturas de poder existentes. Eles precisam contorná-las, mas, de alguma forma, mantêm uma bússola moral. E então, ao adicionar a inteligência artificial à mistura, você tem princípios sólidos para contar histórias hoje, certo?”. 

Ele acrescentou: “Portanto, não tenho dúvida de que os próximos filmes de ‘O Exterminador’ não apenas serão possíveis, mas também impressionantes. Contudo, este é o momento de deixar de lado toda a iconografia específica”.

Por fim, ele concluiu: “É mais do que um plano. É isso que estamos fazendo. Isso é tudo que posso compartilhar por enquanto. E como o Exterminador sempre dizia: ‘Eu voltarei'”.

Lembrando que em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Cameron comentou:

“Estou trabalhando no meu próprio material de Terminator no momento, e isso não tem relação com a nova animação. Assim como em O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor, eles ocasionalmente tocaram em temas que eu estava explorando de forma independente. Há uma certa curiosidade da minha parte, não é uma curiosidade urgente, mas, é claro, seria ótimo ver isso ter sucesso”.

Quando questionado sobre detalhes do seu próximo projeto, Cameron revelou que não podia fornecer informações:

“É totalmente confidencial. Não quero ter que enviar um agente robótico potencialmente perigoso se você falar sobre isso, mesmo retroativamente”.