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‘Turn Me On’: Romance com Nick Robinson e Bel Powley ganha teaser; Confira!

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‘Turn Me On’ (Me Acenda, tradução livre), uma comédia romântica estrelada por Nick Robinson (‘Com Amor, Simon’) e Bel Powley (‘O Rei de Staten Island’), ganhou seu primeiro teaser.

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“O filme se passa em um mundo onde a inconveniência da emoção humana foi eliminada por uma vitamina diária obrigatória. Quando um jovem casal decide pular sua dose, eles descobrem o amor, a alegria e o sexo pela primeira vez, mas rapidamente percebem que também precisam lidar com a bagagem emocional que isso acarreta”, diz a sinopse.

Dirigido por Michael Tyburski (‘O Som do Silêncio’), o roteiro é de Angela Bourassa (‘Se Você Fosse o Último’).

O elenco conta ainda com Justin H. Min (‘Beef’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’), Luke Kirby (‘A Maravilhosa Sra. Maisel’), Patti Harrison (‘Together Together’), Nesta Cooper (‘Cold Copy’) e Griffin Newman (‘The Tick’).

O longa terá sua estreia mundial no próximo Festival de Cinema de San Sebastián.

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10 Músicas de Bandas Famosas para Filmes dos Anos 2000 que Você Não LEMBRAVA!

soundtrack
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A música é parte essencial de um filme. Como uma arte audiovisual, desde que o cinema passou a ter som, um de seus aspectos mais poderosos é a música. É a partir de uma música no momento certo de um filme que somos capazes de nos emocionar, temer, rir ou ficarmos empolgados. A trilha sonora de um filme é parte integral, mas ao longo da história do cinema, muitas canções marcaram certos filmes em nossos corações e mentes. Desde ‘Staying Alive’, dos Bee Gees para ‘Os Embalos de Sábado à Noite’, até ‘My Heart Will Go On’, de Celine Dion para ‘Titanic’, a história da sétima arte é repleta de canções que associamos imediatamente aos filmes.

Mas e quando uma música de um filme faz muito sucesso em sua época e depois cai no ostracismo se tornando esquecida? A década de 2000 não faz tanto tempo assim, mas está repleta de canções muito famosas da época, que se tornaram desconhecidas para as gerações mais novas por não tocarem tanto nos dias de hoje. Nessa nova matéria jogaremos uma luz de novo nessas canções de grandes bandas para filmes famosos, mas que você não lembrava. Confira.

‘Hero’, Nickelback – ‘Homem-Aranha’ (2002)

O maior herói da Marvel ganhou uma trilha sonora à altura. ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi, foi o responsável (ao lado do primeiro ‘X-Men’) pela aceitação do grande público aos filmes baseados em super-heróis de quadrinhos. Aqui foi onde finalmente quebravam a barreira e se tornavam superproduções pop abraçadas por todos – até chegar ao que temos hoje. É claro que um lançamento deste porte precisava de todo tipo de merchandising para acompanhar, e uma música chiclete foi providenciada. ‘Hero’ foi o óbvio título da música de Chad Kroeger, do Nickelback, em parceria com Josey Scott.

‘Elevation’, U2 – ‘Lara Croft: Tomb Raider’ (2001)

A banda irlandesa U2 já era uma das maiores do mundo em 2001, quando foi convidada para compor a música carro-chefe do blockbuster ‘Lara Croft: Tomb Raider’, primeira adaptação em forma de blockbuster de um dos videogames mais queridos de todos os tempos. De fato, a personagem eletrônica Lara Croft se tornou uma musa dos gamers e se tornou tão famosa que transcendeu para a cultura pop. Mesmo os que nunca haviam jogado sabiam quem a personagem era. Angelina Jolie havia acabado de ganhar o Oscar por ‘Garota, Interrompida’ quando foi escalada para viver a heroína aventureira e não poderia ter ficado mais perfeita no papel. ‘Elevation’ foi a canção composta por Bono e seus colegas, uma música que ainda toca, embora muitos não saibam que foi feita para o filme.

‘Bring me to Life’ / ‘My Immortal’, Evanescence – ‘Demolidor’ (2003)

Em ritmo de Rock in Rio, a banda Evanescence voltou aos holofotes esse ano com uma apresentação no maior festival de música do Brasil. Evanescence, comandado por Amy Lee, foi o epicentro do chamado Gothic Metal nos anos 2000 – ou metal gótico – estilo de música e visual sombrio e depressivo, que tem tudo a ver com a adolescência. Justamente por isso, fez o maior sucesso com o público jovem de meados dos anos 2000. E encaixou como uma luva no filme ‘Demolidor – O Homem Sem Medo’, da Marvel/Fox, afinal a história conta sobre um dos heróis mais tristes da editora. ‘Bring me to Life’ e ‘My Immortal’ foram as escolhidas para compor a trilha sonora.

‘Painted on my Heart’, The Cult – ’60 Segundos’ (2000)

Por falar em músicas que grudam igual chiclete e Angelina Jolie, aqui temos a combinação dos dois. Depois do Oscar por ‘Garota, Interrompida’, mas antes de protagonizar sua primeira superprodução com ‘Lara Croft’, Jolie foi uma coadjuvante de luxo no filme de roubo a carrões ’60 Segundos’ e fez par com Nicolas Cage – então o rei da ação em Hollywood depois dos sucessos de ‘A Rocha’, ‘Con Air’ e ‘A Outra Face’. Para um blockbuster repleto de adrenalina, a música escolhida foi a melosa ‘Painted on my Heart’, da banda The Cult, que tocou até não poder mais.

‘The Blower’s Daughter’, Damien Rice – ‘Closer: Perto Demais’ (2004)

Talvez a música romântica mais tocada nos anos 2000, ‘The Blower’s Daughter’, de Damien Rice, ainda hoje toca e emociona. Mas mesmo os fãs da canção talvez não lembrem que ela embalou o sucesso dramático ‘Closer: Perto Demais’, de Mike Nichols, um dos romances mais queridos daquela época, que ainda hoje é mencionado quando falamos do gênero. O filme conta com um quarteto de peso no elenco: Julia Roberts, Natalie Portman, Jude Law e Clive Owen, vivendo as desventuras amorosas de dois casais, que terminam trocando de parceiros. Owen e Portman (que vive uma stripper no longa) foram indicados ao Oscar por seus desempenhos. É impossível assistir ao filme e não lembrar da canção.

‘Check on it’, Beyoncé – ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ (2006)

Hoje, a maior estrela da música R&B/pop do mundo, Beyoncé tentou a transição dos palcos para as telonas nos anos 2000. Seu primeiro foi a comédia ‘Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro’, de 2002, terceiro e último filme do espião interpretado por Mike Myers. Ao todo foram oito filmes estrelados pela musa, sendo que os dois últimos (‘Reino Escondido’, de 2013, e ‘O Rei Leão’, de 2019, ela apenas dublou). Beyoncé também apostaria em dramas e receberia elogios por seu desempenho, em filmes como ‘Dreamgirls: Em Busca de um Sonho’ e ‘Cadillac Records’. No mesmo ano do primeiro, ela lançou o reboot de ‘A Pantera Cor-de-Rosa’, ao lado de Steve Martin. Além de estrelar o filme, também embalou a música tema ‘Check on it’. Você lembrava?

‘Try Again’, Aaliyah – ‘Romeu tem que Morrer’ (2000)

Por falar da rainha Beyoncé, uma cantora que seguia seus passos no início dos anos 2000 foi a saudosa Aaliyah. A jovem cantora, que era uma grande promessa do hip hop e R&B perdeu sua vida devido a um acidente aéreo nas Bahamas, aos 22 aninhos. Aaliyah já tinha músicas de sucesso na época e igualmente investia no mundo do cinema. Infelizmente, a cantora só conseguiu estrelar dois filmes. O segundo, o terror ‘A Rainha dos Condenados’ (2002), continuação de ‘Entrevista com o Vampiro’, precisou ser terminado depois de sua morte. Dois anos antes, ela estrelava no filme de ação e luta ‘Romeu tem que Morrer’, que serviu como primeiro papel protagonista do astro da ação chinês Jet Li em Hollywood. Aaliyah também encabeçou a trilha sonora do longa com a canção ‘Try Again’, que na época tocou muito.

‘Set me Free’, Velvet Revolver – ‘Hulk’ (2003)

Voltando ao gênero dos super-heróis, para os primeiros filmes que abriram as portas para os tornarem bem-sucedidos e chegarmos no que temos hoje, os anos 2000 foram responsáveis por esse sucesso. Como citado, ‘X-Men’ foi o primeiro e ‘Homem-Aranha’ elevou o nível a outro patamar. Na esteira do sucesso veio logo ‘Demolidor’ em menor escala. E com um investimento “monstro”, com o perdão do trocadilho, no mesmo ano estreava ‘Hulk’, primeiro filme para o cinema do anti-herói monstruoso, que tem mais a ver com ‘O Médico e o Monstro’ e ‘Frankenstein’. O chinês Ang Lee foi quem comandou a aventura e resolveu criar uma HQ em filme. Para a trilha sonora, a nova banda do guitarrista Slash (eterno Guns n Roses), Velvet Revolver, foi quem confeccionou a harcore ‘Set me Free’, tudo a ver com o atormentado e destruidor personagem.

‘Feel Good Time’, Pink – ‘As Panteras Detonando’ (2003)

Acima, citamos a ambiciosa proposta de levar ‘Hulk’ ao cinema em um blockbuster. Apesar de muitos terem certo carinho pelo filme, é seguro dizer que o longa não funcionou da maneira que deveria. A prova disso é que ao contrário de ‘X-Men’ e ‘Homem-Aranha’, nunca gerou uma continuação. Bem, não com esta iteração. No mesmo ano era lançado também ‘As Panteras Detonando’, continuação do sucesso de 2000. E esse também foi um filme que sofreu com críticas e uma bilheteria abaixo do esperado. A prova é que nunca recebeu um ‘As Panteras 3’. Enquanto Beyoncé e as Destiny’s Child foram as responsáveis pela popular ‘Independent Women’ no primeiro filme, a rebelde Pink foi quem cuidou da canção principal do segundo filme, com a música ‘Feel Good Time’. Você lembrava?

‘Helena’, My Chemical Romance – ‘A Casa de Cera’ (2005)

Fechando a matéria temos um gênero que adoramos aqui no CinePOP: o terror. ‘A Casa de Cera’ é um dos filmes slasher mais subestimados de todos os tempos. O que acontece é que o longa foi lançado em uma época em que tais filmes não tinham mais a força de antigamente. Mesmo assim, o exemplar é criativo em sua direção de arte, efeitos e um elenco afiado de jovens talentosos. E o melhor, é genuinamente assustador. Nos anos 2000 o gothic metal deu origem aos emos, e a banda My Chemical Romance era uma forte representante deste segmento. Assim, ‘Helena’ virou um dos maiores hits da banda. E foi a canção que encerra o terror em grande estilo.

10 curiosidades de ‘Esqueceram de Mim 2’, uma aventura mágica de Macaulay Culkin

Um dos maiores clássicos da época de natal é Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York. Dirigido por Chris Columbus, o filme é garantia de diversão e fofura mesmo distante de 25 de dezembro.

Estrelado por Macaulay Culkin, o longa deu sequência ao clássico original com uma aventura ainda maior, levando o pequeno Kevin a se perder na cidade de Nova York. A trama é simples, mas eficaz, e transformou esse filme em um clássico imperdível. Por isso, o CinePOP separou dez curiosidades de bastidores que você talvez não conheça. Confira!

Plaza Hotel

Divulgação/ The Plaza

Ao contrário da maioria dos filmes, Esqueceram de Mim 2 gravou grande parte de suas cenas em locações reais. Por isso, as icônicas cenas de Kevin tocando o terror no Plaza Hotel foram gravadas em uma das suítes ridiculamente luxuosas do hotel do Central Park. Além disso, o número que o Kevin disca para fazer sua reserva é o telefone de verdade do hotel.

Complexo

Já as cenas mais complexas de se fazer foram as do aeroporto. Elas foram gravadas em fevereiro, então o Aeroporto Internacional de O’Hare precisou deixar a decoração natalina até essa data, mas o maior problema mesmo foram os fãs de Macaulay Culkin, que enlouqueciam ao ver o menino. A produção precisou contratar uma equipe de seguranças especialmente para ele e para evitar que os paparazzi se aproximassem e acabassem vazando alguma informação sobre o filme.

Sucesso

Para colocar seus planos em prática, o pequeno Kevin conta com a ajuda de um aparelhinho chamado Talkboy, que é um tipo de gravadorzinho. A maquininha foi criada especificamente para o filme, mas acabou fazendo tanto sucesso que a empresa decidiu produzir um de verdade e colocar à venda. Foi um hit de vendas. Já o usado no filme foi dado de presente a Macaulay Culkin.

Caríssimo

Falando nele, o pequeno Macaulay Culkin se consolidou como o maior astro mirim de Hollywood dos anos 90. E para repetir o papel de Kevin McAllister, o menino recebeu um salário astronômico. Foram nada menos que 4,5 milhões de dólares pagos ao garoto pelo trabalho. O maior valor já pago para um ator de 11 anos.

Salário alternativo

Para a cena na fantástica loja de brinquedos, a produção realizou um acordo de pagamento com os pais das crianças que compõe a cena. Como parte do salário pela breve atuação, elas poderiam levar o brinquedo favorito disponível na loja para casa.

Furada

Por ser um filme de natal, a produção gastou uma verdadeira bolada produzindo toneladas de neve artificial para a sequência no Central Park. Só que o dinheiro acabou sendo gasto à toa, já que a cidade foi surpreendida com uma nevasca colossal, fazendo com que a equipe dispensasse a neve falsa.

Entrando numa fria

O filme é praticamente todo ambientado no inverno de Nova York. Por isso, foram gravadas várias externas. Porém, a equipe de filmagem teve uma dor de cabeça enorme. Por conta do frio extremo que tomava a cidade, várias câmeras congelaram durante as gravações, não apenas nas cenas do Central Park.

Pombos

Em tempos de CGI, isso aqui parece impensável, mas a cena do ataque dos pombos aos bandidos no Central Park foi feita com pássaros de verdade. A produção do filme encheu os pobres Joe Pesci e Daniel Stern com alpiste de verdade e soltaram nada menos que 300 pombos. Stern comentou que um dos pássaros realmente entrou em sua boca, situação que ele descreveu como ‘revoltante’.

Sincerão

O diretor do filme, Chris Columbus, revelou que durante as filmagens na madrugada do Harlem, ele foi abordado por dois meninos que perguntaram o que era aquilo que estavam fazendo. Chris respondeu que estavam filmando Esqueceram de Mim 2 e que ele era o diretor do filme. Para sua surpresa, os meninos ficaram todos empolgados e perguntaram se ele era o John Hughes. De qualquer forma, ele admitiu depois que considera esse filme muito melhor que o primeiro Esqueceram de Mim e assumiu que dirigiu o longa pensando nele como um remake do original.

Fim da linha

Durante a campanha de divulgação do filme, Daniel Stern foi ao Late Show with David Letterman. Em sua entrevista, ele disse que Esqueceram de Mim 2 deveria ser indicado ao Oscar de Melhor Filme. O apresentador discordou e isso não pegou bem. Stern ficou tão magoado que nunca mais voltou a falar com o ex-amigo. Mas, no fim das contas, o público parece ter concordado com Letterman, porque o filme não conseguiu bater os incríveis US$ 476 milhões, tendo encerrado sua passagem pelos cinemas com 369 milhões de dólares arrecadados.

Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York está disponível no Disney+.

 

‘O Exterminador do Futuro’: James Cameron revela o que considera “digno de vergonha”

Ciborgue com olhos vermelhos em ambiente futurista.
o exterminador do futuro

James Cameron, cineasta por trás de sucessos como ‘Avatar’, revisitou o início de sua carreira com O Exterminador do Futuro, ressaltando que, apesar do longa ter sido um grande sucesso, há um aspecto que ele considera “constrangedor”.

Em uma conversa com a Empire, Cameron afirmou: “Eu era apenas um novato quando dirigi ‘O Exterminador do Futuro’. Eu tinha 29 anos na época, e foi meu primeiro trabalho como diretor”.

“Não encaro isso como um Santo Graal, de forma alguma. Eu olho para isso agora e há partes que são bastante dignas de vergonha e partes que são como, ‘Sim, nos saímos muito bem com os recursos que tínhamos disponíveis'”, refletiu, acrescentando: “Apenas o valor de produção, sabe? Não sinto vergonha com os diálogos, mas parece que tenho um nível de constrangimento menor do que muitas pessoas em relação ao que escrevo”.

Cameron também destacou que, embora outros possam considerar seus diálogos como o ponto “constrangedor” em seus filmes, para ele, os números de bilheteira falam mais alto.

“Você sabe o que? Deixe-me ver os três dos quatro filmes de maior bilheteira — então conversaremos sobre a eficácia do diálogo”, provocou ele.

Lembrando que sobre revisitar a franquia, Cameron declarou:

“É hora de deixar para trás tudo o que é específico dos últimos 40 anos de ‘O Exterminador do Futuro’, mas manter os princípios fundamentais”, afirmou ele à Empire. Revelando que não veremos Arnie, sem Linda Hamilton, sem o T-800, o T-1000 e Sarah Connor no próximo filme.

“Se nos apegarmos demais aos detalhes, podemos perder um novo público, já que a nova geração se importa menos com essas particularidades do que imaginamos. Esse é o perigo, obviamente, em ‘Avatar’ também, mas acredito que provamos que temos algo para atrair novos espectadores”, afirmou.

Cameron continuou: “Temos personagens principais essencialmente impotentes, lutando por suas vidas, que não recebem apoio das estruturas de poder existentes. Eles precisam contorná-las, mas, de alguma forma, mantêm uma bússola moral. E então, ao adicionar a inteligência artificial à mistura, você tem princípios sólidos para contar histórias hoje, certo?”. 

Ele acrescentou: “Portanto, não tenho dúvida de que os próximos filmes de ‘O Exterminador’ não apenas serão possíveis, mas também impressionantes. Contudo, este é o momento de deixar de lado toda a iconografia específica”.

Por fim, ele concluiu: “É mais do que um plano. É isso que estamos fazendo. Isso é tudo que posso compartilhar por enquanto. E como o Exterminador sempre dizia: ‘Eu voltarei'”.

Lembrando que em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Cameron comentou:

“Estou trabalhando no meu próprio material de Terminator no momento, e isso não tem relação com a nova animação. Assim como em O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor, eles ocasionalmente tocaram em temas que eu estava explorando de forma independente. Há uma certa curiosidade da minha parte, não é uma curiosidade urgente, mas, é claro, seria ótimo ver isso ter sucesso”.

Quando questionado sobre detalhes do seu próximo projeto, Cameron revelou que não podia fornecer informações:

“É totalmente confidencial. Não quero ter que enviar um agente robótico potencialmente perigoso se você falar sobre isso, mesmo retroativamente”.

 

Dica do fim de semana | Filmes de diferentes estilos para ver nos streamings

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O fim de semana chegou e com eles uma nova oportunidade de assistir filmes nos streamings. Com tantas possibilidades para ver, o CinePOP separou cinco longas muito interessantes para você assistir em diferentes plataformas. Confira!

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Imaculada

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Considerado um dos filmes de terror mais polêmicos do ano, Imaculada traz Sydney Sweeney no papel de Cecilia, uma jovem que se torna freira em um convento no interior a Itália. Por lá, coisas estranhas começam a acontecer e ela suspeita da segurança do local. Mas nada impede que ela acorde misteriosamente grávida. Sem ter relações sexuais, a freira informa aos superiores do ocorrido e começa a ser assombrada por forças malignas. Tudo isso enquanto tenta descobrir se está experimentando um milagre, um crime ou uma maldição.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Marte Um

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Lançado em 2022, Marte Um é um filme espetacular. Ele aborda os dramas de uma família negra de classe média após passarem por um governo extremista. Enquanto a filha mais velha se apaixona e começa a se questionar se é hora de sair de casa, a mãe acredita que possa estar amaldiçoada. Já o pai segue projetando seus sonhos e expectativas sobre o caçula, que quer agradar o pai, mas sonha mesmo em estudar astronomia para poder ser o grande colonizador de Marte. É um filmaço.

Onde assistir: Globoplay

Orion e o Escuro

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Lançada no comecinho de fevereiro sem muito alarde, Orion e o Escuro é uma adaptação de livro homônimo que foi roteirizada por ninguém menos que Charlie Kaufman (Quero Ser John Malkovich). Voltada para o público infanto-juvenil, essa animação da DreamWorks Animation acompanha Orion, um garotinho de 11 anos que é constantemente atormentado por uma série de medos irracionais, como ser afetado pela radiação do celular, se afundar no oceano mesmo sem ir nadar no mar, ser perseguido por um palhaço assassino, apanhar de valentões na rua e ser rejeitado pela paixonite da escola. No entanto, nenhum medo é maior que o do escuro. Então, certa noite, um apagão o coloca cara a cara com seu maior temor: uma personificação do Escuro aparece e tenta convencê-lo que não há o que temer. Assim, Orion e o Escuro vão embarcar em uma jornada pela neurologia, enquanto o garoto conhece a Insônia, o Silêncio, os Barulhos Inexplicáveis, o Sono e os Bons Sonhos.

Onde assistir: Netflix

O Telefone Preto

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Um dos filmes recentes de terror de maior sucesso dos últimos anos, O Telefone Preto repete a parceria entre o diretor Scott Derrickson e o ator Ethan Hawke para contar a história de um serial killer que sequestra crianças nos anos 1970. No caso mostrado no longa, ele rapta um garoto de 13 anos que é mantido em um porão com isolamento acústico. Por lá, ele encontra um telefone desconectado que serve como um comunicador com as vítimas assassinadas do psicopata. Então, o menino vai tentar usar as dicas do além para tentar escapar.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Sem Coração

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Um dos principais filmes nacionais do ano, Sem Coração é um drama espetacular sobre a vida e o amadurecimento de duas jovens de Alagoas em 1996. A trama acompanha Tamara, uma jovem de família com boas condições financeiras que está vivendo suas últimas semanas no vilarejo de pescadores em que cresceu, antes de se mudar para fazer faculdade em Brasília. Em meio a suas inseguranças de perder suas origens ao se mudar para outra cidade, ela conhece uma menina misteriosa que não quer deixar seu lar e se interessa pela jovem.

Onde assistir: Netflix

 

 

 

Opinião | Rock In Rio 2024 tem no ‘Dia Delas’ seu maior acerto

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A edição de 2024 do Rock In Rio veio com a comemoração dos 40 anos do festival. No entanto, apesar de melhorias na organização, o festival vinha sofrendo – justas – críticas nas redes sociais por conta de seu line-up abaixo do esperado para uma edição que marca uma data tão significativa quanto os 40 anos de um dos maiores festivais de música do planeta.

Só que o dia 20 de setembro talvez tenha ficado para a história do RIR. É difícil definir momentos históricos em festivais. Há shows que o público sente durante sua própria realização – como foi no caso dos show do Coldplay em 2022, mas também há casos em que apenas o tempo indicará se ficará eternizado na memória do povo ou não. Ainda assim, só de bater o olho no line-up da sexta (20), já é possível imaginar que em algum tempo será um dia celebrado por futuras gerações e recordado com carinho por quem estava presente.

mapa do rock in rio 2024

Apelidado pela organização do festival de ‘Dia Delas’, a sexta-feira trouxe ícones do passado e do presente da música pop mundial, dando destaque a Cyndi Lauper, Katy Perry, Gloria Gaynor, Ivete Sangalo, Karol G e Iza. Sem contar um pocket show especial realizado pelo Itaú, que trouxe Xuxa e suas Paquitas para incendiar um público já exausto ao fim da programação oficial do Rock In Rio. Embalada pela nostalgia, a Rainha dos Baixinhos foi a sintetização perfeita desse dia.

No alto do palco, Xuxa se disse grata por estar ali e refletiu sobre sua importância na vida de milhões de brasileiro. “Eu entendo e fico muito feliz de ter feito parte do seu passado, mas estamos aqui marcando o presente e o futuro de vocês”, disse. E é justamente por isso que esse ‘Dia Delas’ foi tão marcante.

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Comandado pelas artistas femininas, o dia 20 pode ser definido como um dia de todos. E foi muito curioso ver as diferentes gerações interagindo e se comportando de formas diferentes pela Cidade do Rock. No auge, Katy Perry era zombadas por alguns por adotar uma estética mais colorida e supostamente infantil em seus clipes e shows. E os fãs daquela época já estão com filhos, e foi realmente divertido ver as Katycats passando esse amor pela cantora para a molecada de agora.

Havia muitas crianças um pouco mais velhas, então também havia muitos pais presentes. E aí que entraram Gloria Gaynor e Cyndi Lauper para equilibrar. Se a galera mais da antiga não engajou tanto na Karol G, essas duas lendas dos anos 80 lavaram a alma dos fãs com hits e muita energia.

Sem playback, Cyndi tomou os palcos de forma dominante. Seus hits emocionaram e encantaram em meio ao domínio sensacional que Lauper ainda tem sobre o público. Já Gloria, embora não tão ativa quanto Cyndi por conta da idade, mostrou que basta uma voz impecável e uma setlist lendária para fazer um show impecável. Ela transformou o Palco Sunset em uma pista de dança que reuniu ao menos três gerações diferentes para dançarem e cantarem com a diva do Disco.

460841173 1049286493304637 6058128601697208513 nMas é preciso falar sobre a força da natureza que é a Iza. Gravidíssima, a carioca montou um espetáculo marcado por figurinos absurdos e seus maiores sucessos. Com 8 meses e três semanas de gravidez, Iza fez questão de subir ao palco e se apresentar. “Em respeito ao amor de vocês, eu tinha que estar aqui”, disse.

E não dá para falar desse show sem falar de amor. O coro do público era de arrepiar. Poucas vezes uma apresentação do Palco Sunset teve tanta cara de Palco Mundo na história do festival. E é interessante ver como suas letras de luta e batida marcantes conseguiram furar a bolha geracional. Todos sabiam as letras, todos estavam no ritmo, todos queriam cantar com e para a Iza. Foi um show realmente espetacular. E em um dia que teve outro showzaço da Ivete Sangalo – com direito a Veveta voando sobre o público -, é mesmo muito significativo que Iza tenha conseguido fazer um show ainda mais marcante, que também contou com a presença de Ivete em uma participação especial para homenagear a pequena Nala, que virá ao mundo muito em breve.

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Por fim, não tinha como não falar da diversidade. Chamamos do dia 20 de ‘Dia de Todos’, porque o público integrou o espetáculo. Após furar a bolha no último carnaval, os leques empunhados formaram uma bateria especial presente no meio do público. Principalmente em hits historicamente celebrados pela comunidade LGBTQIA+, os leques ditaram o ritmo de quem estava nos gramados.

Eram sons fortes, sincronizados e muito característicos. Pela Cidade do Rock, os diferentes e ousado visuais traziam cor e liberdade de expressão. Foi muito marcante.

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Então, por mais que seja realmente difícil definir um dia como histórico ou não, esse diálogo geracional do dia 20 e a reunião de ícones de passado, presente e futuro dá fortes indícios de que, sim, o ‘Dia Delas’ está marcado na história do Rock In Rio como um dos mais especiais dos últimos tempos, fazendo justiça a essa edição de 40 anos.

Sean Baker, diretor de ‘Anora’, descarta a possibilidade de trabalhar na Marvel Studios

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Sean Baker, diretor de Anora, falou recentemente sobre seu futuro após conquistar a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o cineasta afirmou que não tem interesse em trabalhar em produções de grandes orçamentos, como as da Marvel Studios.

“Essencialmente, não estou buscando fazer um filme da Marvel”, disse ele. “Não estou procurando abrir portas com estúdios; isso nunca foi e definitivamente não é minha intenção agora”, ressaltou Baker, enfatizando seu desejo de continuar no cinema independente.

Vale lembrar que ele é o primeiro americano a receber a Palma de Ouro desde Terrence Malick, que venceu o prêmio em 2011 por ‘A Árvore da Vida’.

Anora estreia nos cinemas nacionais em 31 de outubro.

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Dirigido por Sean Baker, o longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

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Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem”.

O longa é estrelado por Mikey Madison e Mark Eidelstein.

Veja o momento que Greta Gerwig anuncia o ganhador: 

Chris Evans já fala sobre APOSENTADORIA

Chris Evans, o ator conhecido por seu papel como Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel, abriu seu coração em uma recente entrevista à GQ, onde admitiu estar pensando em se aposentar da atuação.

O ator compartilhou seus pensamentos sobre seu futuro na indústria do entretenimento dizendo: “Eu realmente espero atuar um pouco menos em minha vida. Tenho outros interesses. Não sinto que estou no mesmo patamar de outros nomes no topo da montanha. Mas também sinto que estou muito satisfeito.”

Ele destacou que a Marvel lhe proporcionou segurança para tomar essa decisão: “Se eu quisesse parar tudo agora, eu poderia. O que é incrível. Me sinto abençoado por isso. Especialmente porque a vida é imprevisível e tudo pode acontecer. Sou um planejador exagerado. Tento ter um plano para qualquer problema que possa acontecer. A Marvel me deu essa capacidade.”

Ao menos, o manto do Capitão América está em boas mãos, visto que o ator Anthony Mackie assumirá o papel do herói em ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’, que estreia em agosto de 2025. 

‘Superman & Lois’: Showrunners revelam que série tinha planos para sete temporadas

A notícia do fim de Superman & Lois pegou a todos de surpresa. Mas, por trás das câmeras, os showrunners Todd Helbing e Brent Fletcher tinham planos muito mais ambiciosos para o futuro do Homem de Aço na TV.

Segundo a EW, os produtores revelaram que a ideia inicial era que a série tivesse pelo menos sete temporadas, explorando ainda mais a dinâmica da família Kent, os desafios de Clark Kent como super-herói e a mitologia do Superman de uma forma nunca antes vista na televisão.

No entanto, os planos foram alterados após a aquisição da The CW pela Nexstar. Apesar do fim prematuro, os showrunners garantem que a história será concluída de forma satisfatória e emocionante.

“[Conseguimos] encerrar exatamente como queríamos”, afirmou Fletcher. “Isso significa muito para nós. Não acho que as pessoas vão imaginar que estamos encerrando o show da maneira que estamos. Quando acabar e os créditos subirem, elas ficarão surpresas”.

Tyler Hoechlin, estrela da série, também comentou: “Acho que fizeram um trabalho lindo ao transmitir algo profundo”.

A temporada final incluirá flashbacks, algo que Hoechlin destacou. “Haverá flashbacks, e também outros elementos. Sinto que as pessoas podem ler nas entrelinhas e conectar tudo… Há um flashback em particular com Dylan Walsh que foi incrível, foi muito divertido”.

A CW divulgou o trailer completo 4ª (e última) temporada de ‘Superman & Lois‘.

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O ciclo final está programado para estrear no dia 7 de outubro.

O ciclo final começará exatamente onde a temporada passada terminou: com o Superman e o monstro de Luthor travando uma das batalhas mais ferozes e devastadoras na lua, enquanto Clark luta por sua vida contra a criatura aparentemente invulnerável. De volta ao solo, o General Lane luta para permanecer vivo após ser sequestrado pelos aliados de Luthor, enquanto Lois, Jordan e Jonathan correm contra o tempo para resgatá-lo.

No caminho deles está o próprio Lex Luthor, que se mudou permanentemente para Smallville como o próximo passo em seu maquiavélico plano para acabar com Lois. Enquanto isso, Lana Lang usa sua posição como prefeita para se impor aos esquemas de Luthor, um movimento que a coloca na mira do homem mais perigoso do mundo, ameaçando tudo o que ela ama, incluindo seu relacionamento com John Henry Irons, que deve colocar seus planos em espera e se juntar ao Departamento de Defesa agora que o General Lane está desaparecido.

Lois e Lana não são a única dupla em apuros, já que Chrissy Beppo e Kyle Cushing enfrentam uma batalha difícil, com diversos obstáculos ameaçando arruinar seu futuro juntos. Em meio ao caos, Sarah Cortez e Natalie Irons também se juntam à luta contra Luthor, enquanto ambas lidam com dilemas sobre seus futuros.

Enquanto a batalha de Clark com o monstro aterrorizante continua, Lois, seus filhos e o mundo devem enfrentar uma possibilidade impensável: e se o Homem de Aço nunca retornar?

Lembrando que o ciclo final da série contará com apenas 10 episódios.

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Estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’), a atração tem suas três primeiras temporadas disponíveis no Max.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série marca o fim do Arrowverse.

O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

Golpe de Sorte em Paris

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(Coup de chance)

 

Elenco:

Lou de Laâge
Niels Schneider
Anna Laik

 

Direção: Woody Allen

Gênero: Suspense

Duração: 93 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 19 de Setembro de 2024

Sinopse: 

Em GOLPE DE SORTE EM PARIS, Fanny e Jean parecem o casal ideal – ambos são profissionalmente bem-sucedidos, vivem em um apartamento lindo em um bairro exclusivo de Paris, e parecem estar tão apaixonados quanto estavam ao se conhecerem. Mas quando Fanny esbarra acidentalmente em Alain, o antigo colega de escola, ela fica encantada. Eles logo retomam o contato e se aproximam cada vez mais.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Woody Allen também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Crítica | Prisão nos Andes – Regalias e Privilégios em Eventos Reais da Ditadura Chilena

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Existe um período específico da história moderna da América Latina que possui tantos, mas tantos buracos e feridas, que, a cada vez que algo novo surge nesse emaranhado de dúvidas, o resultado é sempre o mesmo: o espanto, a dor, a indignação. Estamos falando do período da ditadura militar, que, em tempos diferentes, assolou o Brasil, a Argentina, o Chile e outros países da América Latina mais ou menos do meio do século passado em diante. As consequências, as respostas desse tempo tão brutal ainda estão sendo reveladas até os dias de hoje, seja por investigações, seja pela literatura, seja pelo cinema de ficção. Para ajudar a iluminar os eventos desse tempo, chegou essa semana aos cinemas brasileiros o filme chileno ‘Prisão nos Andes’.

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Em 11 de setembro de 1973, um golpe militar deu fim ao governo democraticamente eleito de Salvador Allende e deu início à ditadura de Augusto Pinochet, que durou dezessete anos. A partir dos anos 1990, o chile voltou à democracia e começou a julgar os algozes de tanto terror e sofrimento, incluindo indivíduos do alto escalão do comando do exército. Depois de julgados e condenados, um grupo de cinco figurões do exército chileno foi condenado a cumprir seu tempo de cárcere em um lugar recluso, porém, ao contrário de todos os outros detentos do país, a prisão em que o grupo foi alocado era um verdadeiro resort, com direito a livre circulação, alimentos importados, comprinhas semanais e acesso a armas de fogo. Em 2013, Manuel Contreras deu uma entrevista para um jornal que acabou se tornando um verdadeiro escândalo, pois nela ele revelou todas as regalias às quais o grupo tinha acesso na ‘Prisão nos Andes’.

Escrito e dirigido por Felipe Carmona, ‘Prisão nos Andes’ é o primeiro longa do realizador chileno. E, em considerarmos ser este o primeiro projeto assinado pelo jovem diretor, podemos concordar que o resultado apresentado é um filme bastante seguro, que sabe inserir atos de comicidade nos momentos certos para quebrar a tensão do horror do que ocorre. Além disso, o diretor também brinca com diferentes gêneros, narrando todo o seu longa como se fosse um drama que se comporta como suspense policial (uma vez que há elementos no enredo que ficam dúbios, os quais o espectador tem que ir desvendando aos poucos) e, surpreendentemente, há também situações de terror, com a câmera mais fechada, ambiente mais escuro e crimes ocorrendo com sangue para todos os lados.

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O realizador mais uma vez experimenta ao imprimir uma quebra na narrativa com um flashback de início de século, quando um dos personagens rememora um episódio de sua vida que aparece no filme como que no cinema mudo, com cartelas com a legenda e tudo. Essa quebra além de fazer o espectador sorrir, também condiz com a idade dos personagens, imprimindo uma ideia temporal em um segundo plano para o espectador.

Se por um lado o diretor faz experimentações interessantes, por outro o roteiro insere uma história de fundo para os policiais que trabalhavam no local que acaba além de ocupar muito tempo de tela, também passa a sensação de ficar solta no enredo, já que não tem muito espaço para se desenvolver por estar justamente em um segundo plano.

Considerando todos os pontos, ‘Prisão nos Andes’ é um filme afrontoso, que ri e chora do absurdo das regalias e dos privilégios que até hoje os culpados da ditadura militar gozam, em vez de ser verdadeiramente punidos. Um filme que ilustra a triste ironia da justiça latino-americana.

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Prisão nos Andes

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(Penal Cordillera)

 

Elenco:

Andrew Bargsted
Hugo Medina
Bastián Bodenhöfer

 

Direção: Felipe Carmona

Gênero: Drama

Duração: 104 min.

Distribuidora: Retrato Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Setembro de 2024

Sinopse: 

Em PRISÃO NOS ANDRES, os cinco torturadores mais cruéis da ditadura de Pinochet cumprem penas, que somam séculos, em uma luxuosa prisão aos pés da cordilheira dos Andes. O local possui piscina, jardins e aviários, e os presos são vigiados por guardas que mais parecem empregados. Quando uma equipe de televisão entrevista um dos internos, as declarações desse homem têm um impacto inesperado. Temendo uma transferência para um presídio comum, os militares condenados farão o possível para permanecer no local, desencadeando uma onda de delírio e violência em meio às montanhas.

Crítica: 

Crítica | Prisão nos Andes – Regalias e Privilégios em Eventos Reais da Ditadura Chilena

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Felipe Carmona também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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‘The Chosen’: Criador revela planos para o futuro e derivados focados em José e Moisés

Após o sucesso de The Chosen, Dallas Jenkins, criador da série, lançou recentemente a 5&2 Studios e em entrevista a Variety, compartilhou os planos para várias produções focadas em personagens bíblicos, como Moisés e José.

Entre os projetos anunciados, destaca-se a animação The Chosen Adventures’, uma versão juvenil da história de Jesus. A trama acompanhará a interação de Jesus com um grupo de crianças que ele encontra no deserto.

“Há espaço para contar a história de Jesus através dos olhos das crianças no formato encantador da animação. Acreditamos que seria interessante ver Jesus sob essa perspectiva. Não vamos explorar isso na série principal, mas e se dedicássemos tempo a isso em um programa animado que fosse espirituoso e divertido, e que os adultos também pudessem apreciar? Queremos fazer isso da melhor forma possível. Não podemos permitir que nosso segundo projeto chegue e as pessoas digam: ‘Está tudo bem’. Queremos garantir que o público realmente ame”, disse Jenkins.

Ele também revelou seus planos após o término de The Chosen, que encerrará sua jornada na sétima temporada, mencionando o desenvolvimento de uma série sobre Moisés.

“Na verdade, não existe uma história na Bíblia, talvez nem mesmo a de Jesus, que tenha mais elementos de cultura pop, momentos históricos, frases e imagens do que a história de Moisés. É uma narrativa épica. No meio disso, temos um relutante Tony Soprano, que foi encarregado de liderar a maior família do mundo, mas não queria. Tony sempre lutava pelo poder, enquanto Moisés tentava se desfazer dele. E, no entanto, ele é aquele escolhido por Deus para liderar o maior movimento religioso e cultural da história. Ele não se sentia qualificado. Seu papel era confrontar opressores e proprietários de escravos e convencê-los a libertar o povo judeu, mesmo lidando com um problema de fala”, explicou Jenkins.

“Assim como The Chosen fez a pergunta sobre como seria encontrar e seguir Jesus ou se opor a Ele, a história de Moisés nos leva a questionar o mesmo”, acrescentou Jenkins.

A série sobre Moisés será dividida em três temporadas. “Cada temporada cobrirá uma era da história de Moisés: a primeira, o resgate do Egito; a segunda, a abertura do Mar Vermelho, o Êxodo e a jornada rumo à Terra Prometida; e a terceira, os 40 anos vagando pelo deserto, culminando no momento em que Moisés entrega a liderança, sem ter a chance de experimentar a Terra Prometida”.

Jenkins explicou sua decisão de criar uma série mais curta: “O show principal me fez perceber que nunca quero fazer sete temporadas de nada novamente. Parte disso pode ser preguiça, mas acho que é mais adequado para três temporadas de oito a dez episódios cada”.

Além disso, estão em desenvolvimento uma série sobre os Atos dos Apóstolos e uma limitada sobre José.

“A história de José pode ser contada em oito episódios”, disse Jenkins. “Temos escritores que amam The Chosen e desejam imprimir sua marca na série, mas que também respeitam a narrativa maior que estamos desenvolvendo. Todos os cineastas e contadores de histórias que se juntarem a nós amarão o show principal e não terão interesse em mudar nossa abordagem”.

Jenkins ainda detalhou a missão da 5&2 Studios: “Produzir histórias inspiradas na Bíblia através de narrativas autênticas e envolventes”.

Quanto a The Chosen, ele explicou que a sexta temporada se concentrará na crucificação, enquanto a sétima focará na ressurreição de Jesus. Ambas as temporadas terão oito episódios e incluirão um lançamento global nos cinemas com episódios estendidos sobre a crucificação e a ressurreição.

Lembrando que o astro Jonathan Roumie, intérprete de Jesus Cristo na produção, concedeu uma entrevista ao CinePOP e refletiu sobre o impacto de dar vida a uma das pessoas mais emblemáticas da história da humanidade.

Na ocasião, Roumie ainda ponderou sobre o futuro da série, que será encerrada com sua 7ª temporada e ainda comentou que não está preparado para o seu final.

Confira:

Confira o trailer:

 

Ligação Sombria

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(Sympathy for the Devil)

 

Elenco:

Nicolas Cage
Joel Kinnaman
Alexis Zollicoffer

 

Direção: Yuval Adler

Gênero: Suspense

Duração: 90 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 19 de Setembro de 2024

Sinopse: 

Em LIGAÇÃO SOMBRIA, depois de ser forçado a conduzir um passageiro misterioso sob a mira de uma arma, um homem se vê envolvido em um jogo de gato e rato onde fica claro que nem tudo é o que parece.

Curiosidades: 

» Luke Paradise, de ‘Cidade dos Deuses‘ assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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A Menina e o Dragão

(Dragonkeeper)

Elenco:

Bill Nighy
Anthony Howell
Bill Bailey
Mayalinee Griffiths

Direção: Jianping Li, Salvador Simó

Gênero: Animação

Duração: 99 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Setembro de 2024

Sinopse: 

Em A MENINA E O DRAGÃO, dragões e humanos já foram amigos no passado, mas a ganância dos homens destruiu essa aliança, fazendo com que as criaturas mágicas fossem caçadas e aprisionadas. Anos depois, a jovem Ping encontra o último dos dragões imperiais e decide ajudá-lo. Perseguidos pelo exército do Imperador, essa dupla improvável embarca numa aventura cheia de magia e amizade, onde Ping precisa buscar dentro de si um poder adormecido para salvar os dragões e proteger aqueles que ama.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro de fantasia ‘A Guardiã do Dragão‘, escrito por Carole Wilkinson;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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Elenco:

Wesley Guimarães
Juan Queiroz
Elzio Vieira
Wenry Bueno

 

Direção: Ravel Cabral

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Star Distribution

Orçamento: RS$ 7 milhões

Estreia: 19 de Setembro de 2024

Sinopse: 

Em PASSAGRANA, cansados de sobreviver aplicando pequenos golpes e correndo da polícia, o quarteto formado por Zoinhu, Linguinha, Mãodelo e Alãodelom se depara com um roubo que pode tirá-los da rua. O problema é que os amigos atravessaram o esquema de policiais corruptos e o golpe ‘dá ruim’. No desespero, temendo por suas vidas, eles se aventuram a realizar um grande assalto a banco, digno das telas de cinema.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Ravel Cabral também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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‘Maníaco do Parque’, adaptação do caso REAL que chocou o Brasil, será o encerramento nacional do Festival do Rio

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Maníaco do Parque‘, uma produção Original Amazon, realizada pela Santa Rita Filmes, será o longa de encerramento nacional do 26º Festival do Rio, com sessão de gala no dia 12 de outubro, no Odeon.

Com Silvero Pereira (‘Pantanal’) no papel do motoboy Francisco de Assis Pereira, condenado por uma série de ataques e assassinatos, o filme acompanha a jornada de Elena, uma jovem jornalista interpretada por Giovanna Grigio (‘As Five’), em busca de desvendar a identidade do maníaco. A intensa cobertura da imprensa e o clima de tensão da época são retratados de forma realista, transportando o espectador para o centro dos acontecimentos.

O Festival do Rio 2024 acontece de 3 a 13 de outubro em diversas telas na cidade, entre cinemas e espaços de projeção alternativos. Este ano, a sede do festival volta a ocupar o Armazém da Utopia, no Cais do Porto do Rio de Janeiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 18 de outubro.

Além de Silvero Pereira e Giovanna Grigio, o elenco conta com nomes como Marcos Pigossi (‘Cidade Invisivel’), Xamã (‘Renascer’), Mel Lisboa (‘Cara e Coragem’) e Christian Malheiros (‘Biônicos’).

A direção fica por conta de Maurício Eça, conhecido por seus trabalhos em filmes baseados em fatos reais, como a trilogia sobre o caso Suzane von Richthofen.

O filme é roteirizado por L.G. Bayão com Thaís Nunes, jornalista investigativa e documentarista, atuando como pesquisadora principal.

Já a série documental, intitulada ‘Maníaco do Parque: A História Não Contada‘, apresentará o caso sob uma perspectiva diferente, destacando depoimentos inéditos e revelações surpreendentes de vítimas sobreviventes e familiares das mulheres assassinadas.

A produção abordará equívocos na apuração e examinará o papel da mídia no desenvolvimento da investigação. A série será dirigida por Thaís Nunes e Maurício Eça, com produção a cargo de Marcelo Braga e Flávia Tonalezi. Os roteiros serão assinados por Thaís Nunes e Guilherme César.

Crítica | Emilia Perez – Musical audacioso entrelaça de forma épica tráfico, transexualidade e política social

Visto em Cannes 2024

Os primeiros segundos de Emilia Perez nos colocam dentro de uma ópera, na qual Rita (Zoe Saldana), uma advogada superqualificada, desperdiça seu talento defendendo os caras os quais, pessoalmente, ela gostaria de condenar. Logo o estranhamento musical dá espaço ao maravilhamento por conta da forte canção que nos conta o necessário e é sonoramente aprazível.  

Décimo longa de Jacques Audiard, Emilia Perez confronta paradigmas e inverte nosso olhar sobre o submundo do narcotráfico, além de nos encantar em meio a uma dramática história sobre a eterna incompletude e o latente desejo humano. Com uma mistura inusitada e, portanto, com grandes chances de naufragar antes mesmo de zarpar, a obra se reinventa de modo elétrico e nos surpreende a cada sequência. 

Segundos após escutarmos uma linda composição sobre injustiça e violência doméstica em cenas entre tribunal e as ruas com barraquinha da capital do México, Emilia Perez parecia caminhar para o habitual discurso de feminista. Jacque Audiard, no entanto, corta o musical e injeta um energizante clima de suspense a partir de uma audaciosa proposta oferecida a Rita. 

Apesar de colecionar vitórias, a advogada é recompensada com um salário medíocre, então quando o temido chefe do cartel mexicano Juan “Manitas” Del Monte (Karla Sofía Gascón) ofere um trabalho milionàrio, ela não tem como recursar. Primeiro, porque é uma saída da sua mitigada situação financeira e moral no trabalho; segundo, o homem de dentes dourados e tatuagens no pescoço é ameaçador. Contudo, é a originalidade do seu pedido que fascina Rita: o traficante deseja aposentar-se e desaparecer do mundo, mas tornando-se uma mulher como sempre sonhou.

Para apresentar a transição de forma minuciosamente explicada, mas visualmente velada, Jacques Audiard utiliza-se mais uma vez do seus impressionantes números musicais. Os ritmos variam em cada canção, mas todas têm um perfeito encaixe no roteiro, com letras e arranjos engendrados ao ritmo dos personagens. Com a “morte” de Manitas, Rita ocupa-se de encontrar um novo lar para sua esposa Jessie (Selena Gomez) e seus dois filhos na segura e tranquila Lausanne, na Suíça. 

Passados quatro anos, Rita está em um jantar de negócios em Londres, quando encontra outra mulher vinda do México. Apresentada como Emilia Perez, a transformação entre a figura medonha do tráfico e a mulher estonteante diante de nós é evidente, e ambos os personagens são vividos por Karla Sofía Gascón de maneira memorável. 

Ao colocar uma personagem com tanta camadas em tela, Jacques Audiard não somente prova a composição de boas personagens para atrizes trans, mas também coloca um verniz reluzente em suas histórias, na qual as lutas de três mulheres são expostas, de modo particular a cada uma delas, natural, vivo e dinâmico. O encontro entre a advogada e o seu cliente não é por acaso. Emília sente falta dos filhos.

Quando pensamos em uma mulher trans, a imaginamos em cima dos palcos e em um caso mal resolvido com um homem, como em Uma Mulher Fantástica (2017), de Sebastián Lelio e Manhãs de Setembro (2021— ), série da Prime Vídeo, de Luís Pinheiro. Já Audiard nos tira do lugar comum e nos coloca em diálogo com a periferia da capital do México e o confronto do personagem com a sua identidade anterior. 

Durante anos de sua jornada, Emília foi responsável por desaparecer com os corpos de centenas de testemunhas, como queima de arquivo, porém em sua nova caminhada, ela decide fundar uma associação para buscar pessoas desaparecidas e ajudar familiares e próximos a colocar um ponto final em suas aflitivas buscas. Para isso, Emília busca novamente ajuda a Rita para ajudá-la a colocar o negócio de pé. 

Enquanto Rita dedica-se a encontrar sentido na vida através do trabalho, sem tempo para flertes, Jessie vê a oportunidade de reconectar-se ao amor da sua vida Gustavo (Édgar Ramírez) de volta ao México. Com a morte do marido e a fuga para Suíça, ela abandonou o amante, o qual nunca ousaria confessar ao violento marido Manitas. 

Ao pensar que Emília é uma prima do falecido, Jessie revela seus segredos e suas decepções com o casamento anterior e aceita toda ajuda para cuidar dos filhos. Do seu lado Emília encontra em Epifania (Adriana Paz), o carinho necessário para completar os seus dias já preenchidos pela presença dos filhos e o trabalho no terceiro setor. 

Se nesse momento a música pop preenche o ambiente do filme, é porque ela é a que melhor traduz a mistura de tolice e desejo. Assim como na cena na farmácia de Bela Vingança (2020), de Emerald Fennell, temos Jessie e Gustavo em uma mistura de paixonite e sensualidade, a qual é a responsável por tornar Emilia Perez um musical inesquecível. Os sentimentos de posse, desejo, insatisfação, medo e vingança se entremeiam entre as três mulheres e o destino delas é decidido no meio de muita ação.

Ganhadoras da Palma de Ouro de Melhor Interpretação Feminina em Cannes 2024

Assim como nas suas obras anteriores, Jacques Audiard constrói narrativas modulares, nas quais o destino dos seus personagens são imprevisíveis, ricos e cheios de nuances até o seu remate. O cineasta francês sempre nos coloca nesse ponto de efervescência próximo à ebulição, como no ganhador da Palma de Ouro Dheepan: O Refúgio (2015), o poderoso O Profeta (2009), e ainda o impactante De Tanto Bater o Meu Coração Parou (2005), com Romain Duran. 

Com um elenco afiadíssimo, um surpreendente roteiro a seis mãos — composto também por Thomas Bidegain e Nicolas Livecchi —  e canções de tirar o fôlego, Emilia Perez dificilmente sairia do Festival de Cannes 2024 sem nenhum prêmio, portanto, levou o Prêmio do Júri e o de melhor interpretação feminina para as quatro atrizes principais. O longa promete trilhar um brilhante caminho até o Oscar 2025.

‘Emilia Pérez’, com Selena Gomez, será o filme de ABERTURA da 26ª edição do Festival do Rio; Assista ao trailer!

emilia perez
emilia perez

O longa escolhido para a noite de abertura da 26ª edição do Festival do Rio é o drama ‘Emilia Pérez‘, vencedor de dois prêmios no Festival de Cannes 2024 – Melhor Interpretação Feminina, para o quarteto Selena Gomez, Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz; e o Prêmio do Júri.

A sessão de gala ocorrerá no 3 de outubro, no Cine Odeon, e marcará o início da maratona de filmes que ocupará diversas salas da cidade do Rio de Janeiro até o dia 13 de outubro.

Dirigido por Jacques Audiard, o longa terá distribuição no Brasil da Paris Filmes e chega aos cinemas no dia 6 de fevereiro de 2025.

Assista:

O Festival do Rio 2024 acontece de 3 a 13 de outubro em diversas telas na cidade, entre cinemas e espaços de projeção alternativos. Este ano, a sede do festival volta a ocupar o Armazém da Utopia, no Cais do Porto do Rio de Janeiro.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

‘Não Vamos Sucumbir’: Filme sobre os desfiles das escolas de samba cariocas já está em exibição nos cinemas do Rio

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Não Vamos Sucumbir’, filme de Miguel Przewodowski, sobre os desfiles das escolas de samba cariocas, estreou nos cinemas dia 19 de setembro.

Mostrando os barracões, a força e o significado político e social que faz do Carnaval uma manifestação singular de arte coletiva, talvez o maior do planeta, ‘Não Vamos Sucumbir’ faz uma viagem nos bastidores das escolas de samba através do olhar de seus mais importantes pensadores e realizadores da atualidade como os carnavalescos Leandro Vieira, Jack Vasconcelos, a saudosa Rosa Magalhães, a passista Ketula Mello e o escritor Luiz Antonio Simas.

Assista ao trailer:

Desde sua origem no final dos anos 20, as escolas de samba deram voz a setores artísticos e culturais das camadas afrodescendentes do Rio de Janeiro que buscavam espaços de legitimidade. Elas trouxeram neste caminho olhares e narrativas próprias e deram a populações marginalizadas um sentido de pertencimento. Enfrentaram a resistência da elite e de instâncias políticas adversas para chegarem aos dias de hoje. Surgem assim como instituições de negociação resultantes desta tensão, oscilando entre a conivência com políticas de Estado ou a crítica e a ruptura, interagindo desta forma com o contexto governamental em que estão inseridas.

Miguel Przewodowski conta como surgiu a ideia do documentário:

“Na minha cabeça este filme foi um novelo que desenrolei e teci após assistir o impactante desfile da Mangueira no carnaval de 2019. Esse desfile foi um sopro de esperança num momento politicamente abissal da cidade e do país.” E completa: “Como documentarista busquei para abordar este vasto e complexo tema a voz e a experiência daqueles que respiram, vivem, fazem e pensam as Escolas de Samba. Um espaço de resistência de origem e cultura negra e também um generoso ponto de integração e celebração da nossa diversidade cultural e humana, sempre tão rica e maravilhosa.”

Partindo da preparação para o carnaval 2020, passando por fevereiro de 2021, quando os desfiles de Carnaval estavam suspensos pela pandemia, chegando até a retomada em 2022, ‘Não Vamos Sucumbir’ faz um inventário histórico desde o surgimento das escolas de samba até os dias de hoje, mostrando a força cultural, o significado político e social que faz deste evento o maior show do planeta.