“Com isso, já estou brincando com a ideia de Gladiador 3. Não, sério! Acendi o pavio…”.
O grande problema da declaração é que Scott afirmou que o final de ‘Gladiador II’ é semelhante ao desfecho de ‘O Poderoso Chefão’, enquanto comentava que o próximo ‘Gladiador’ será sobre um homem assumindo um papel que não gostaria.
“O final de ‘Gladiador II’ lembra ‘O Poderoso Chefão’, com Michael Corleone se vendo com um trabalho que ele não queria e se perguntando: ‘E agora, pai, o que eu faço?’ Então, o próximo [filme de ‘Gladiador’] será sobre um homem que não quer estar onde está.”
A declaração de Ridley Scott pode significar que Lúcio, personagem interpretado por Paul Mescal em ‘Gladiador II’, terminará o segundo filme assumindo o trono de Roma.
No mínimo, os fãs já têm praticamente a confirmação de que o protagonista sobreviverá até o final do filme. Além disso, diferente do primeiro longa, ‘Gladiador II’ aparentemente não terá uma trama autossuficiente, deixando pontas soltas para o futuro.
Com estreia marcada para o dia 14 de novembro nos cinemas nacionais, o novo filme de Ridley Scott tem a missão de superar seu antecessor, que se tornou um grande clássico do cinema.
‘Gladiador II‘ continua a saga épica de poder, intriga e vingança ambientada na Roma Antiga. Anos depois de testemunhar a morte do venerado herói Maximus, Lucius (Paul Mescal) é forçado a entrar no Coliseu depois que seu lar é conquistado pelos imperadores tirânicos que agora comandam Roma com mão de ferro. Com a raiva em seu coração e o futuro do Império em jogo, Lucius deve olhar para o seu passado para encontrar força e honra para devolver a glória ao povo romano.
Lembrando que o filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos, assim como o filme original.
A classificação foi divulgada pela Motion Picture Association, órgão que regula os filmes nos EUA, devido a “cenas com excesso de violência e sangue”.
O projeto Paradise Lost, que marcará a primeira série relacionada à Mulher-Maravilha no DC Universe, continua avançando com o suporte de James Gunn, co-presidente da DC Studios.
Nas redes sociais, Gunn revelou que está profundamente envolvido na produção, enquanto trabalha em outros títulos importantes da DC, como ‘Superman Legacy’, ‘O Pacificador’ e ‘Creature Commandos’.
No Threads, após ser questionado sobre o que havia planejado para o fim de semana, James Gunn revelou que estaria lendo “alguns roteiros que ainda não conseguiu analisar”.
Um fã, então, questionou sobre o progresso de ‘Paradise Lost’, e Gunn afirmou que a série está em progresso.
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Por enquanto, as informações sobre ‘Paradise Lost’ ainda são escassas. No entanto, o enredo deve se aprofundar em elementos que cercam a Mulher-Maravilha e seu universo, servindo de base para uma nova versão da personagem nos cinemas.
A produção, que servirá como pré-sequência de ‘Mulher-Maravilha’, terá como escopo principal a ilha de Themyscira (conhecida coloquialmente como “Ilha Paraíso”).
A narrativa irá explorar as gerações que vieram antes da heroína nascer, sendo descrita como uma série no estilo ‘Game of Thrones’ e delineando as políticas e as aventuras das Amazonas.
Durante o anúncio, Gunn não revelou quem estará envolvido com o projeto.
“Essa é uma história no estilo ‘Game of Thrones’, sobre a atmosfera da Ilha Paraíso, lar das Amazonas e local de nascimento da Mulher Maravilha”, ele disse. “E isso envolve toda a obscuridade e o drama e a intriga política por trás dessa sociedade matriarcal. É uma história de origem sobre: como essa sociedade surgiu? O que ela significa? Como é a política delas? Quais são suas regras? Quem está no comando? Quais são os jogos que elas jogam entre si? Acho que é algo muito animador”.
a casa mórbida prenda a respiração identidades em jogo o poço 2
O mês de outubro chegou, e com ele, o temido mês das bruxas já trouxe alguns longas de terror e suspense interessantes para você conferir nas plataformas de streaming e entrar em pânico.
Nesta semana, quatro filmes estrearam e chamaram a atenção. Confira:
“A trama segue uma chef que abre seu primeiro restaurante, lutando contra o caos na cozinha, um investidor duvidoso e a presença inquietante do antigo proprietário do local, que ameaça sabotá-la a cada passo”.
“Ambientado nas terríveis tempestades de poeira da década de 1930 em Oklahoma, o filme acompanha uma mulher que se convence de que uma presença sinistra está ameaçando sua família”.
“Na história, uma festa pré-casamento se transforma em um pesadelo para um grupo de amigos da faculdade após a chegada de um convidado inesperado com uma mala misteriosa”.
Sequência do polêmico e visceral filme de 2019, também estreou na Netflix.
“Neste novo capítulo, uma figura misteriosa emerge do poço para impor ordem no caos, desafiando os residentes a questionar o conceito de justiça em um ambiente tão cruel. À medida que novas regras são estabelecidas, surge a dúvida: quem garante que elas serão cumpridas?”
Desde o final de ‘WandaVision’, um dos maiores mistérios do MCU envolve a inesperada aparição de Evan Peters como Mercúrio. No entanto, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ pode ter dado uma pista crucial para esclarecer esse enigma.
Em ‘WandaVision’,Peters apareceu no papel de Pietro Maximoff, o irmão falecido de Wanda, surpreendendo os fãs, já que ele havia interpretado Mercúrio na franquia ‘X-Men’ da Fox, enquanto Aaron Taylor-Johnson era o Mercúrio do MCU.
Alguns episódios depois, foi revelado que aquele personagem, na verdade, era Ralph Bohner, um morador de Westview que estava sendo manipulado por Agatha Harkness.
No entanto, nunca foi totalmente explicado o motivo de Wanda aceitar tão rapidamente uma nova versão de seu irmão, sem questionamentos.
A resposta para essa questão pode estar no conceito apresentado em ‘Doutor Estranho 2’, que revela que sonhos são vislumbres de realidades alternativas no MCU.
Isso sugere que Wanda talvez tenha visto Peters em seus sonhos, o que explicaria por que ela não estranhou sua presença. Em ‘Deadpool & Wolverine’, a Terra-10005 foi confirmada como um universo alternativo do MCU, o que reforça a teoria.
Como o multiverso da Fox agora está confirmado no MCU, essa conexão torna a aparição de EvanPeters em ‘WandaVision’ ainda mais significativa.
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Recentemente, outro detalhe interessante foi revelado sobre a versão de Pietro/Mercúrio que apareceu em ‘WandaVision’.
O personagem quase teve uma morte envolta em mistério na aclamada série da Marvel, conforme revelado pela diretora Jac Schaeffer.
Em uma entrevista ao The Wrap, Schaeffer compartilhou que o oitavo episódio de ‘WandaVision’ seria focado em uma investigação sobre a morte de Mercúrio.
“Era para ser um episódio no estilo de ‘CSI’, onde Wanda estaria resolvendo o assassinato de Pietro [Ralph Bohner, interpretado por Evan Peters]. Ele seria a vítima na mesa”, ela explicou.
Ela continuou: “Isso representava uma forma de [Wanda] se libertar do que estava acontecendo e compreender completamente a situação. Era uma ideia realmente interessante”.
“No entanto, assim que entramos na sala dos roteiristas e começamos a estruturar as ideias, ficou claro que precisaríamos manter disciplina em nossa abordagem para ‘WandaVision’. Desde o início, exploramos vários tipos de sitcoms. Consideramos sitcoms de trabalho e até mesmo de temática social e política, mas decidimos: ‘Não, vamos focar apenas nas sitcoms de família aspiracionais'”, concluiu.
Lembrando que, enquanto a Feiticeira Escarlate está distante do MCU, ‘Agatha Desde Sempre’, derivada de ‘WandaVision’, já está disponível no Disney+.
A icônica atriz e comediante Fran Drescher foi escalada para o elenco de ‘Marty Supreme’, novo projeto da A24 estrelado por Timothée Chalamet(via Deadline).
Drescher, que também é presidente do Sindicato de Atores de Hollywood (SAG-AFTRA), se junta aos previamente confirmados Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’Leary, Tyler the Creator e Abel Ferrara.
Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.
‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.
O roteiro do longa é assinado pelo diretor Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.
‘Marty Supreme’ tem previsão de lançamento para 2025. As filmagens já começaram em Nova York.
‘Coringa: Delírio a Dois’ introduz mais um grande personagem das histórias do Batman, colocando Harvey Dent como um personagem importante da trama.
No novo filme, Dent surge como o grande antagonista de Arthur Fleck, enquanto trabalha como Promotor Adjunto de Gotham e constrói o caso contra Arthur, tentando convencer o júri de que o protagonista não é doente, mas sim alguém capaz de cometer os crimes vistos no primeiro filme.
No entanto, o filme não mergulha de fato na história do personagem, que, neste longa, basicamente é utilizado apenas na função de se opor a Arthur Fleck.
No final de ‘Coringa: Delírio a Dois’, Harvey Dent consegue alcançar seu objetivo, com Arthur Fleck sendo considerado culpado por seus crimes. No entanto, um carro-bomba explode ao lado do tribunal, com Fleck fugindo graças a seus apoiadores.
Neste momento, Harvey é gravemente ferido, com metade de seu rosto queimado. Desta maneira, surge a possível transformação do Promotor Adjunto para o vilão Duas-Caras.
Entretanto, a adaptação de Harvey Dent em ‘Coringa: Delírio a Dois’ foge totalmente do material original. Nos quadrinhos, o personagem e Bruce Wayne têm idades semelhantes. Dent inclusive chega a trabalhar com Batman e Gordon, antes de se tornar o Duas-Caras.
Além disso, nas HQs da DC Comics, o rosto do personagem é queimado após um ataque com ácido realizado por Sal Maroni.
Embora ‘Coringa: Delírioa Dois’ apresente uma nova versão de Harvey Dent/Duas-Caras, o retorno do personagem parece impossível, já que um terceiro filme é descartado.
No entanto, nada impede a DC Studios de continuar explorando este universo com um longa protagonizado por outro vilão.
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Com Harvey Dent, Arlequina e outras novidades, ‘Coringa: Delírio a Dois’ está enfrentando uma estreia difícil nos cinemas. O único longa da DC deste ano arrecadou apenas US$ 07 milhões de dólares em sua pré-estreia de quinta-feira, segundo o ComicBookMovie.
É importante destacar que esse valor também inclui o que a sequência conseguiu nas exibições antecipadas de segunda-feira em toda a América do Norte.
Para efeito de comparação, ‘Coringa’, em 2019, arrecadou US$ 13,3 milhões de dólares apenas na quinta-feira; a partir daí, alcançou um recorde histórico de US$ 96,2 milhões de dólares em seu fim de semana de estreia, algo que, aparentemente, não se repetirá nesta sequência.
Embora o futuro de ‘Coringa: Delírio a Dois’ seja incerto, as previsões de estreia de US$ 50 milhões de dólares atualmente se mostram como o melhor cenário, embora pareça que o longa deve ficar na casa dos US$ 40 milhões.
Para piorar, ‘Coringa: Delírio a Dois’ alcançou um fato inimaginável: tornou-se o filme mais mal avaliado da história da DC no Rotten Tomatoes.
Com apenas 39% de aprovação dos críticos e 37% da audiência, o filme conseguiu ser pior avaliado que os polêmicos ‘Esquadrão Suicida‘ (58% de aprovação) e ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (63% de aprovação).
Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.
Confira as principais críticas:
“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.
“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times
“Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.
“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.
“Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.
“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.
“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.
“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.
“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.
“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.
“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen
“Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.
“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.
“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire
O cineasta holandês Paul Verhoeven, diretor de clássicos como ‘RoboCop‘ e ‘Instinto Selvagem‘, criticou as produções da Marvel Studios e, sobretudo, os atuais blockbusters de Hollywood.
De acordo com Verhoeven, esses filmes “são até divertidos, mas não querem dizer nada“.
“Hoje, Hollywood só faz filme sobre destruir e explodir coisas. Às vezes esses filmes me divertem, mas a narrativa deles não me dizem absolutamente nada sobre quem somos neste momento da história. Não vejo muito pensamento crítico em filmes da Marvel ou mesmo de James Bond”, falou o realizador europeu.
Sobre 007, para ele, a franquia doJames Bond é símbolo de outra mudança em Hollywood criticada por Verhoeven: a falta de sexo nos grandes filmes comerciais: “Sempre houve sexo em Bond. Eles não mostravam seios, nem nada, mas as pessoas faziam sexo”.
“O sexo é a essência da nossa existência. Sem ele, não teríamos mais a espécie humana, então por que o transformamos nesse grande segredo que não pode ser falado? Há quase que um novo puritanismo na indústria”, destacou o cineasta, que ainda culpou a religiosidade e o “pensamento evangélico das últimas décadas” por esse puritanismo, apontando que ele “introduziu a ideia que a sexualidade precisa ser voltada para a família, para um homem, uma mulher e alguns filhos”.
Lembrando que o último filme de Verhoeven, ‘Benedetta‘, mostra as explorações sexuais de uma freira no século XVII.
E você, o que achou das declarações do diretor de ‘Showgirls‘, concorda?
De acordo com a Billboard, a família de Tupac Shakur está investigando um possível envolvimento de Sean “Diddy” Combs no assassinato do rapper.
Segundo informações, a família teria contratado Alex Spiro, advogado conhecido por defender celebridades, para investigar possíveis conexões do músico com a morte de Tupac.
A família está otimista em encontrar evidências significativas, de acordo com fontes próximas. Tupac Shakur foi morto em 1996, devido a ferimentos sofridos durante um tiroteio. O rapper, conhecido por diversos hits, tinha 25 anos.
Quando o tiroteio ocorreu, Tupac estava em uma BMW, acompanhado pelo fundador da Death Row Records, Marion “Suge” Knight, que dirigia o veículo. O tiroteio, nos arredores da Las Vegas Strip, foi iniciado por um Cadillac branco.
Tupac foi baleado diversas vezes e acabou falecendo uma semana depois.
Os rumores sobre o envolvimento de Diddy com o caso já são antigos. A história ganhou força em 2008, quando Duane “Keefe D” Davis alegou ter recebido uma proposta de US$ 1 milhão de Sean Combs para matar Tupac e Suge Knight.
Eminem também aumentou os boatos, tendo apontado uma possível ligação de Diddy com a morte de Tupac em duas de suas músicas.
Agora, a família de Tupac começou um novo capítulo na polêmica, supostamente investigando Diddy, enquanto o rapper enfrenta uma série de acusações graves.
Entenda o caso:
Nos anos 1990, Sean John Combs, conhecido por seu nome artístico Diddy, tornou-se um dos principais nomes não apenas do cenário hip-hop, como da música. Responsável por descobrir nomes como The Notorious B.I.G., Mary J. Blige e Usher, Combs ascendeu a uma fama estrondosa, coletando frutos de seu trabalho nas décadas seguintes. Porém, a carreira e a vida pessoal do artista deram uma guinada potente nos últimos dias quando ele foi preso após ser acusado de extorsão, tráfico sexual forçado e transporte para fins de prostituição.
Diddy foi preso no último dia 16 de setembro com o que o Departamento de Justiça caracterizou como um esquema de anos para abusar e explorar sexualmente mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.
As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.
Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.
Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.
No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&BAaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.
Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.
Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.
Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney “Lil Rod” Jones, que trabalhou com Diddy em seu último álbum de estúdio (‘The Love Album: Off the Grid’), alegou em mais um processo que Combs e seus associados engajaram em “atividades ilegais”.
Jones acompanhava Combs e viaja com ele no período entre setembro de 2022 e novembro de 2023. Ele afirma que, durante essa época, ele sofria assédios sexuais constantes de Combs, sendo pressionado a participar de atos sexuais ou até mesmo a procurar profissionais do sexo para seu chefe – além de testemunhá-lo drogando pessoas em suas festas. Jones, inclusive, possuía horas e mais horas de material em câmera, visto que era forçado a gravá-lo constantemente: o conteúdo em questão inclui videoclipes que comprovam inúmeros eventos promovidos por Combs com garotas menores de idade e profissionais do sexo.
Jones também alega que Diddy tentou forçá-lo a ter relações sexuais com ele, tendo sofrido inúmeros assédios e abusos enquanto vivia na cada de Combs na Flórida, em Los Angeles e em Nova York – e até mesmo no iate que alugou nas Ilhas Virgens Americanas.
Em virtude de sua influência, Combs teve relacionamentos com grandes nomes do cenário musical e do entretenimento. Entre os anos de 1999 e 2001, ele namorou Jennifer Lopez e, à época, foi detido após um tiroteio em Manhattan por “violações de armas e acusações adicionais”. No mesmo período, Thalia Graves revelou ter sido drogada e estuprada por Diddy quando tinha apenas 25 anos de idade.
Outros nomes relacionados a Combs incluem 50 Cent, que sempre teve uma rixa de proporções midiáticas com o produtor – acusando-o, inclusive, de ser responsável pela morte de Notorious B.I.G.. Em 2023, 50 Cent revelou que estava trabalhando em um documentário para explorar as múltiplas alegações contra Combs, intitulado ‘Diddy Do It?’. Jay-Z também possuía um forte relacionamento com Diddy, e foi inclusive criticado por 50 Cent e por Nicki Minaj por não ter se pronunciado frente às polêmicas.
Na ocasião, Nicki afirmou: “queremos saber se você estava presente durante o abuso de adolescentes e crianças. É o que queremos saber. [Todos] eles precisam manter os holofotes em mim para que ninguém lhes pergunte sobre as acusações contra o melhor amigo deles”.
Vale lembrar que Minaj trabalhou tanto com Combs quanto com Jay-Z no passado. Todavia, Jay-Z não foi citado em qualquer dos processos.
Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.
Todd Phillips, diretor de ‘Coringa: Delírio a Dois’, falou mais sobre o final chocante do novo filme do vilão da DC Comics.
No desfecho da trama, Arthur Fleck revela que o Coringa “nunca foi real”, admitindo que, na verdade, cometeu todos os seus crimes por vontade própria e não por culpa da persona que havia sido criada.
Além de se declarar culpado, Arthur Fleck também perdeu a admiração de Lee Quinzel (Lady Gaga), já que a personagem era atraída apenas pelo poder e por tudo o que o Coringa representava.
Em entrevista à Entertainment Weekly, o diretor Todd Phillips revelou explicou o final surpreendente do filme.
“Ele percebeu que tudo é tão corrupto, que nunca vai mudar, e a única maneira de consertar isso é queimar tudo. Quando aqueles guardas matam aquele garoto no [hospital], ele percebe que usar maquiagem e colocar essa roupa não está mudando nada. De certa forma, ele aceitou o fato de que sempre foi Arthur Fleck; ele nunca foi essa coisa que lhe foi imposta, essa ideia que as pessoas de Gotham colocaram sobre ele, que ele representa. Ele é um ícone involuntário. Essa persona foi colocada sobre ele, e ele não quer mais viver como alguém falso — ele quer ser quem ele é.”
Na sequência, Arthur acaba recebendo atenção, mas não o amor que gostaria. O Coringa não o representa de verdade.
No final das contas, a trama mostra o protagonista lutando contra as expectativas impostas por outras pessoas.
Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.
‘Robô Selvagem’, mais recente animação da Universal Pictures e DreamWorks, já se tornou um sucesso gigantesco de crítica e de bilheteria – e parece que planos para uma sequência estão ocorrendo.
Em entrevista à NBC, o diretor Chris Sanders revelou que adoraria retornar para esse universo sci-fi (via ComicBook.com).
“Eu adoraria fazer uma sequência. Acho que toda a equipe realmente se envolveu com esse filme de uma forma que eu nunca vi antes, incluindo eu mesmo. Esse foi um trabalho de amor por parte de todos no estúdio – e, sim, acho que adoraria voltar e ficar [nesse universo] por um tempo”, ele afirmou.
O filme, que traz Lupita Nyong’o como a robô Roz em uma emocionante jornada de sobrevivência em uma ilha isolada, é uma adaptação do livro de Peter Brown e conquistou 98% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira os principais comentários entre os críticos:
“‘Robô Selvagem’ conta uma doce história que deve agradar a qualquer público, adaptando os populares livros de Peter Brown e usando belas animações para torná-la uma experiência cinematográfica alucinante” – Awards Buzz.
“Um comovente filme familiar que relembra vários clássicos do gênero ao mesmo tempo em que encontra uma nova visão das famílias modernas, aceitando-se e aprendendo a voar sozinho” – Screen International.
“Os instintos empáticos [do diretor Chris Sanders] e de seus artistas talentosos resultam em um final emocionante que pode fazer você chorar” – The Playlist.
“As referências a ‘O Gigante de Ferro’ e a ‘O Castelo no Céu’ são bastante óbvias, mas mesmo assim ‘Robô Selvagem’ cria sua própria e distinta vibração” – The Verge.
“É uma aventura animada edificante, hilariante, angustiante e deslumbrante que reafirma o poder do amor dos pais” – Screen Rant.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.
A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.
O aclamado realizador Sam Mendes já afirmou diversas vezes que não acredita que irá retornar à franquia James Bond.
Mendes, que comandou os títulos ‘Skyfall’ e ‘Spectre’ da saga ‘007’, disse que, agora, voltar para um terceiro longa-metragem está quase fora de questão.
“Nunca diga nunca, mas eu duvido […] Foi muito bom para mim naquele momento da minha vida. Acho que me tirou de alguns velhos hábitos. Me fez pensar em uma escala grande. Me fez usar partes diferentes do meu cérebro. É preciso ter muita energia [para isso]”, ele comentou em entrevista ao Inverse (via World of Reel).
Mendes acrescenta que os produtores da saga, Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, estão mais interessado em contratar um diretor mais jovem para comandar o próximo filme, que esteja no começo da carreira e que usaria a franquia para se estabelecer no mercado – além do fato dos cineastas estreantes serem mais “controláveis e maleáveis”.
Vale lembrar que o capítulo mais recente de ‘007’ foi ‘Sem Tempo para Morrer’, lançado em 2021 e disponível no Prime Video.
O filme conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecado fortes US$774,2 milhões nas bilheterias mundiais.
Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.
Com poucos detalhes revelados, sabe-se que o projeto é ambientado em uma ilha e que será uma mistura entre ‘Louca Obsessão’, de Rob Reiner, e ‘Náufrago’, de Robert Zemeckis.
O filme será dirigido e produzido por Sam Raimi, conhecido por seu trabalho em obras como ‘A Morte do Demônio’, ‘Arraste-me para o Inferno’ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.
‘Agatha Desde Sempre’, spin-off de ‘WandaVision’, vem conquistando a crítica e os fãs desde sua estreia oficial no Disney+ – incluindo a trilha sonora da atração.
Com o lançamento oficial da canção “The Ballad of the Witches’ Road”, performada pelo elenco da série, o público começou a dar constantes streamings à faixa, resultando em um sucesso considerável nos charts.
A música estreou nas paradas de Digital Songs Sales da Billboard, debutando em número 22 com nada menos que 2 mil downloadsnos Estados Unidos.
Lembrando que o próximo episódio de ‘Agatha Desde Sempre’ vai ao ar no dia 09 de outubro.
A série, que conta com a atuação de Kathryn Hahn como Agatha Harkness, expande o MCU, mostrando mais sobre a personagem introduzida em ‘WandaVision’. Na produção, o Universo Cinematográfico da Marvel se aprofunda ainda mais na magia, utilizando elementos de horror e suspense.
Além de Hahn reprisando seu papel como Agatha Harkness, o elenco conta com Joe Locke, Sasheer Zamata, Ali Ahn, Maria Dizzia, Paul Adelstein, Miles Gutierrez-Riley, Okwui Okpokwasili, Debra Jo Rupp, Patti LuPone e Aubrey Plaza.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 21 de outubro.
A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo, Nadja e Nandor. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson, que é um “vampiro de energia”.
Vale lembrar que, no Brasil, a série está disponível através do Star+.
Infelizmente, detalhe sobre suas personagens não foram revelados. Taylor participou do recente drama ‘A Thousand and One’, que fez sua estreia oficial no Festival de Sundance de 2023, enquanto Calle ganhou destaque por seu papel como Supergirl em ‘The Flash’.
A trama acompanha um grupo de policiais de Miami cuja confiança começa a se desgastar depois que eles descobrem milhões em dinheiro em um esconderijo abandonado. À medida que as forças externas tomam conhecimento da dimensão da apreensão, tudo é posto em xeque – incluindo em quem podem confiar.
Apesar de a produção ainda não ter começado e poucos detalhes terem sido revelados, fontes afirmaram que Saoirse Ronan, colaboradora de Gerwig em ‘Lady Bird’ e ‘Adoráveis Mulheres‘, participará do filme.
Entretanto, em uma recente aparição ao programa Jimmy Kimmel Live, a atriz indicada ao Oscar desbancou os rumores em questão.
“Digo, não há qualquer verdade sobre isso. Ela ainda não me chamou [para participar do projeto]. Ela está trabalhando no roteiro”, ela afirmou.
Ronan continuou, brincando: “mas temos o tipo de relacionamento em que eu simplesmente vou até ela e digo: ‘então, estarei nisso, só para você saber’. Ela, então, leva um tempo para pensar sobre isso e responde: ‘OK’. Mas ela honestamente não me falou sobre ‘Nárnia’ – acho que ela está bastante envolvida em escrever agora”.
Gerwig ainda não revelou qual livro de C.S. Lewis está adaptando, mas há especulações de que ‘O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa‘ será um dos filmes.
A produção, inicialmente prevista para este ano, deve chegar no final de 2025.
Durante uma entrevista para a BBC Radio 4 (via Deadline), Gerwig prometeu que dará um cuidado extra às obras:
“Como uma cidadã não britânica, tenho uma sensação particular de querer fazer isso corretamente… É meio como os americanos adaptando as peças de Shakespeare, há um leve sentimento de reverência como se talvez devêssemos tratá-las [as adaptações] com um cuidado extra. Não é um material da nossa pátria [EUA] e devemos ainda mais respeito.”
A Apple TV+ Brasil divulgou o trailer oficial e dublado da 2ª temporada da comédia dramática ‘Falando a Real‘ (‘Shrinking’), estrelada por Harrison Ford e Jason Segel.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 16 de outubro, mesmo dia de lançamento nos Estados Unidos.
A trama acompanha Jimmy (Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… Incluindo a sua própria.
O suspense ‘O Poço 2’, sequência do polêmico e visceral filme de 2019, já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.
Agora, para promover a produção, a plataforma de streaming divulgou os seis primeiros minutos da obra.
Confira:
No Rotten Tomatoes, o longa amargou 55% da crítica especializada, baseado em 11 analises, e 27% do público.
A sequência teve uma aceitação bem abaixo da do filme original, que conquistou 81% de aprovação, com base em 98 análises, além de 73% do público.
Os críticos estão divididos: alguns elogiam o longa por trazer uma nova abordagem aos temas do primeiro filme, enquanto outros o criticam severamente, chamando-o de uma sequência desnecessária.
“‘O Poço 2’ revisita o Poço e sua perspectiva sombria sobre a natureza humana, enfatizando metáforas religiosas em vez de econômicas. No entanto, a sequência amplifica a narrativa enigmática de seu antecessor, expandindo os limites do envolvimento do público”, disse Marco Vito Oddo do We Got This Covered.
“Dentro da primeira meia hora de ‘O Poço 2’, do diretor Galder Gaztelu-Urrutia, fica evidente que esse retorno é, de fato, um grave erro”, disse Robert Daniels
da RogerEbert.
“‘O Poço 2’ deixará o espectador sem fôlego ao introduzi-lo a um ambiente sufocante e violento, com uma grande crítica social”, disse Miguel Ángel Romero do Cinemanía.
“‘O Poço 2’ não expande os temas de classe e alocação inadequada de recursos do primeiro filme, mas, pelo menos, conta a história de uma forma um pouco mais pessoal”, disse Witney Seibold do Slashfilm.
“‘O Poço 2’ mergulha em um lodo monótono e delirante de filtros de cor, iconografia religiosa e referências confusas, nenhuma das quais é sequer metade tão interessante quanto a premissa básica da trama que todos estão se esforçando tanto para diluir”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“Não é um filme para assistir enquanto você come, pois há muitas imagens perturbadoras e sangrentas. Mas o diálogo e as atuações são poderosos, e a exploração subjacente das estruturas de poder social é tão fascinante quanto era no original”, disse Sam Haysom do Mashable.
“Esse resquício de uma sequência desnecessária conseguiu reunir apenas algumas qualidades redentoras”, disse Casey Chong do Casey’s Movie Mania.
“Se você achava que tinha entendido o final de ‘O Poço’ e decifrado a famosa mensagem da panna cotta, ‘O Poço 2’ fará você repensar”, disse Fran Chico do Fotogramas.
No novo filme, uma figura misteriosa emerge no poço para impor ordem no caos, desafiando os residentes a questionar a noção de justiça em um ambiente tão cruel. À medida que as novas regras são impostas, surge a dúvida: quem garante que serão cumpridas?
Milena Smit eHovik Keuchkerian estrelam a produção.
Contrariando todas as expectativas, ‘Coringa: Delírio a Dois’ vem se mostrando um grande fracasso de crítica e de público – tendo amargado fracos 33% de aprovação no Rotten Tomatoes, estreado com uma baixíssima bilheteria e até mesmo tornando-se o pior filme de super-heróis da história de acordo com o CinemaScore (recebendo uma nota D por parte dos espectadores).
Não demorou muito até que os fãs da DC começassem a se perguntar se o fracasso retumbante do longa afetaria o lançamento do novo DCU em 2025, com o lançamento de ‘Superman’.
Todavia, através das redes sociais, o realizador James Gunn relembrou os internautas que a DC Studios, da qual é co-CEO, não teve nada a ver com ‘Coringa: Delírio a Dois’.
Ao ser questionado do motivo do filme não abrir com o logo da DC, Gunn escreveu: “é porque não é um filme DC”.
Publicado por @jamesgunn
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Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.
O icônico Al Pacino é conhecido por diversas produções de enorme calibre – incluindo os títulos ‘O Poderoso Chefão’ e ‘Scarface’. Porém, em 2011, o astro foi escalado para o elenco da comédia ‘Cada um Tem a Gêmea que Merece’.
Estrelado por Adam Sandler em um papel duplo, o longa-metragem foi detonado pela crítica, amargando 3% de aprovação no Rotten Tomatoes e conquistando nada menos que 10 estatuetas do Framboesa de Ouro – incluindo Pior Filme.
Todavia, o filme arrecadou US$149 milhões contra um orçamento de US$79 milhões – e esse foi o motivo para que Al Pacino tenha aceitado participar do projeto.
Em entrevista ao The New York Times, o ator admitiu que apenas abraçou seu papel na produção (interpretando ele mesmo) porque estava sem dinheiro após sofrer fraude por parte de seu “gerente financeiro”.
“‘Cada um Tem a Gêmea que Merece’. Acho isso engraçado. Houve um tempo na minha vida que eu precisava disso, porque foi pouco depois que eu descobri que estava sem dinheiro. Meu contador estava preso. E eu precisava de algo rápido. Então, aceitei”, ele revelou.
Vale lembrar que o filme está disponível no Prime Video.
Na trama, Jack, um publicitário de sucesso com uma linda família, enlouquece com a visita de sua irmã gêmea Jill no dia de Ação de Graças. As coisas ficam ainda mais fora de controle quando Jill decide ficar mais tempo.