A 3ª e última temporada de ‘De Volta aos 15’, adorada série estrelada por Maísa, estreia amanhã, 21 de agosto, na Netflix.
Agora, a plataforma de streaming divulgou cenas inéditas do ciclo de encerramento.
Confira:
Vale lembrar que, recentemente, a atriz Juliana Paiva foi escalada para o ciclo de encerramento.
Paiva dará vida à versão adulta de Filipa, que passa a conhecer a protagonista Anita na faculdade. A versão mais jovem da personagem será vivida por Larissa Manoela, que se reúne com a ex-colega da novela ‘Carrossel’, Maísa.
Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.
A série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunistaBruna Vieira.
Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava. Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência. Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.
Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15’ terá seis episódios na 1ª temporada.
Em recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o cineasta Alex Garland abordou as críticas que recebeu por não tomar um lado politico definido em seu novo filme, ‘Guerra Civil’, estrelado por Wagner Moura.
“Estou na casa dos 50 e sou um centrista”, afirmou Garland. “É onde estou politicamente. Sou um centrista de esquerda. Então escrevo, penso, falo e me movo pelo mundo a partir de uma posição centrista. A ideia de que o centrismo não é uma posição política é idiota. É uma posição política. É uma posição política contra o extremismo. É especificamente contra a extrema direita, eu diria, porque esse é o maior perigo que as democracias tendem a enfrentar, e enfrentam”.
O diretor defende que o centrismo não é uma ausência de opinião, mas sim uma postura ativa contra o extremismo. “Se você leva esse perigo a sério, então o centrismo é uma posição que você pode adotar. Isso não significa necessariamente que seja a certa. É a minha. A ideia de que o centrismo é apolítico é simplesmente estúpida”, concluiu.
O produtor Andrew Macdonal também compartilhou os desafios enfrentados durante as gravações do filme, especialmente devido à pandemia de COVID-19. “Literalmente, não pudemos ir para a América. Tivemos que esperar e depois tivemos que obter vistos especiais para ir. E conseguimos apenas no final da COVID. Conseguimos com o apoio da A24, que, do ponto de vista do produtor, foi simplesmente incrível, porque apoiaram o que Alex queria fazer com um dos maiores orçamentos que haviam gasto até aquele momento”.
Lembrando que ‘Guerra Civil‘, conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O filme arrecadou US$122,5 milhões ao redor do mundo, sendo US$68,6 milhões apenas nos EUA – tornando-se a segunda maior arrecadação da história da A24 no país atrás apenas de do fenômeno ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$77.1M).
Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.
Com 31 críticas publicadas até o momento, o suspense ‘Pisque Duas Vezes‘ (Blink Twice), dirigido por Zoë Kravitz, conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral elogia a direção competente da cineasta estreante, o tom da produção – que equilibra humor e suspense na medida certa –, e a forte performance de seus protagonistas, com Channing Tatum sendo um dos destaques.
“‘Pisque Duas Vezes’ é uma visão frustrantemente tímida da classe bilionária, ocupada demais se deslumbrando com a figura de Channing Tatum para sequer perceber que está cometendo esse erro.” (Vulture)
“Um thriller realmente eficaz e incisivo que estabelece Zoë Kravitz como um talento ousado na direção e mostra um lado de Channing Tatum que você nunca viu antes.” (Empire Magazine)
“‘Pisque Duas Vezes’ é um filme muito disperso, sobrecarregado pelas exigências de seus temas pesados, imagens chamativas, pontos de enredo mal elaborados e personagens parcialmente desenvolvidos.” (The Hollywood Reporter)
“Apesar das implicações mais pesadas do filme de Zoë Kravitz, a cineasta estreante mantém uma dinâmica invejável do começo ao fim, combinando humor e suspense na medida certa. Você vai rir, vai ficar chocado e se vai se divertir muito.” (IndieWire)
“Talvez a maior surpresa de ‘Pisque Duas Vezes’ seja o quão maliciosamente humorístico este filme é.” (Mashable)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.
A trama acompanha a garçonete Frida, que é convidada por um bilionário a passar as férias dos sonhos em sua ilha particular. No entanto, ela logo percebe que há algo errado com este lugar, e terá que descobrir a verdade sinistra se quiser sobreviver…
Quando o bilionário de tecnologia Slater King (Channing Tatum) conhece a garçonete Frida (Naomi Ackie) em sua gala de arrecadação de fundos, faíscas voam. Ele a convida para se juntar a ele e seus amigos nas férias dos sonhos em sua ilha particular. É o paraíso. Noites selvagens se misturam com dias ensolarados e todos estão se divertindo. Ninguém quer que esta viagem acabe, mas à medida que coisas estranhas começam a acontecer, Frida começa a questionar a sua realidade. Há algo errado com este lugar. Ela terá que descobrir a verdade se quiser sair viva desta festa.
A 2ª temporada de ‘Pachinko’, série épico-dramática que acompanha quatro gerações de uma família coreana lutando para alcançar seus sonhos, chega esta semana ao catálogo da Apple TV+ – e, agora, foi divulgado um clipe inédito da próxima iteração.
O novo ciclo será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 23 de agosto.
A série foi escrita por Soo Hugh e baseada no romance homônimo best-seller assinado por Min Jin Lee.
Recheada com temas universais sobre família, amor, triunfo, destino e resiliência, ‘Pachinko’ acompanha as esperanças e os sonhos de uma família de imigrantes coreanos através de quatro gerações, conforme deixam sua terra natal em uma jornada indômita para sobreviver e prosperar. Começando na Coreia do Sul no começo dos anos 1900, a narrativa é contada através dos olhos de uma marcante matriarca, Sunja, que supera todos os obstáculos. Sua história é justaposta ao do neto, Solomon, na década de 1980.
Durante a D23 Expo foi divulgado um teaser de ‘Demolidor: Renascido‘, que dará continuidade as aventuras do herói após o cancelamento da série original daNetflix.
Além de mostrar um confronto épico entre Matt Murdock (Charlie Cox) e Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), a prévia revelou algumas participações especiais, como o Tigre Branco.
E, durante uma entrevista para o Screen Rant, Cox provocou que a trama está repleta de participações imperdíveis.
“Eu lembro de receber esses roteiros, e há um personagem em que estou pensando agora, lembro quando li essa história antes de começar a fazer a série lá em 2014. Eu sempre achei que era um enredo muito legal e um personagem muito interessante; uma dinâmica muito interessante entre os dois. Isso foi muito divertido, e estou muito animado com isso. E há algumas outras pequenas participações especiais imperdíveis que vão surgir ao longo do caminho.”
Questionado sobre quais quadrinhos serviram de base para os novos episódios, ele respondeu:
“Não seguimos nenhuma história em quadrinhos em termos de fidelidade. Não seguimos nenhuma delas à risca, mas há uma série de razões para isso. Uma delas é que o público já saberia o final quando ligasse os pontos. Aqueles que viram o trailer vazado da D23 podem ter notado que alguns personagens interessantes apareceram, mas não posso dizer mais nada além disso.”
Nas redes sociais, o público está bastante animado e ansioso pela estreia, que está programada para estrear em março de 2025, na Disney+.
Além disso, o estúdio divulgou o logo oficial e confirmou que o seriado já está renovado para a 2ª temporada, cuja produção deve ser iniciada “muito em breve”.
Marvel ter voltando com o elenco original de Demolidor pra DAREDEVIL: BORN AGAIN foi uma das maiores alegrias que ela pode dar pro fãs, não vejo a hora de assistir a nova temporada pic.twitter.com/ea3bONr5ZD
eu meio que finjo que nao ligo para o demolidor no mcu mas a real é que ligo sim era obcecada pela série e preciso do trailer disso nesse exato momentopic.twitter.com/PoFtzJDkql
Além de Cox e D’Onofrio, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) também retornam.
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
“Em Rick e Morty: O Anime’, Rick relaxa em um pseudo-mundo entre multiversos, Summer ajuda Space Beth a lutar contra a malvada Federação Galáctica, e Morty se apaixona por uma garota misteriosa que por acaso é um ser atemporal.”
Lembrando que as sete temporadas da série original estão disponíveis na Max.
“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 30 de agosto.
A trama conta a história de Mina, artista de 28 anos, que se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites.
Além de marcar sua estreia diretorial, Ishana Night Shyamalan também assina o roteiro – que é baseado no romance homônimo de A.M. Shine.
‘Kaos’, nova série ácida de mitologia grega, que traz o icônico Jeff Goldblum (‘Jurassic Park’) como Zeus, o Rei dos Deuses do Olimpo, ganhou imagens inéditas destacando alguns dos principais personagens.
Hades é o deus da morte e irmão do meio de Zeus (viu? Governar os assuntos dos mortais é um negócio de família). Ele trabalha mais duro do que qualquer outra pessoa — sem pausas quando você está cuidando do Submundo — e ele é o único membro da família a levar a profecia de Zeus a sério. Suas tentativas de ajudar, no entanto, saem pela culatra espetacularmente.
Poseidon é o deus do mar e irmão mais novo de Zeus. Aproveitando sua vida tranquila em um iate perto de Creta, Poseidon é mais um buscador de prazeres relaxado do que um prenúncio de desgraça que prefere vestir sungas do que se armar com lanças. Mas a paranoia de Zeus muda isso, ameaçando o tecido da família e colocando Poseidon e alguém que ele ama em perigo.
Medusa (Debi Mazar)
Medusa está morta há muito tempo. Parece uma eternidade (o Submundo pode fazer isso com uma pessoa). Ela está encarregada da Administração da Margem do Rio no Lethe, mas Medusa é apenas uma burocrata com cabelos de cobra ou faz parte de algo mais sinistro?
Perséfone (Rakie Ayola)
Perséfone é a rainha do submundo e esposa de Hades. Ela passou grande parte de sua vida dissipando rumores — propagados por milênios de arte clássica, renascentista e moderna — de que ela foi raptada por ele e transformada em sua noiva. No entanto, Perséfone adora Hades e se casou com ele de bom grado.
A produção chega à Netflix no próximo dia 29 de agosto.
Na trama, Zeus tem uma crise existencial quando pensa que pode estar envelhecendo e decide se afastar de toda essa coisa de “rei dos deuses” e aproveitar a vida aos olhos mortais.
O projeto foi criado por Charlie Covell (‘The End of the F***ing World‘), e está sendo descrito como grandioso, na mesma escala que ‘Games of Thrones‘.
“Será basicamente uma reimaginação contemporânea da Mitologia Grega,” revelou Covell. “Acredito que terá a mesma escala que ‘Game of Thrones’, mas o tom será mais descontraído, em termos de humor, visual e trilha sonora.”
Esperando família, política e poder, a trama apresentará três mundos: os Deuses, a Terra e o Submundo. Usando os mitos e renovando-os, a trama focará em Orpheus e Eurydice, que fazem parte de uma família disfuncional de deuses.
A série terá 20 episódios de uma hora cada, com produção de Nina Lederman, John Woodward e Tanya Seghatchian.
Na trama, dois ninguéns do ensino médio tomam a decisão de invadir a última grande festa antes do novo milênio, na véspera de Ano Novo de 1999. A noite se torna ainda mais louca do que eles jamais poderiam ter sonhado quando o relógio marca meia-noite.
O longa chega aos cinemas estadunidenses no dia 06 de dezembro, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.
Confira, junto com o trailer:
No Rotten Tomatoes, a produção dividiu a crítica internacional e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.60/10 baseada em 30 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“‘Y2K’ é uma boa diversão, mas fica aquém da grandeza” – Mashable.
“Não é que as duas partes do filme não combinem. É que a última hora… Simplesmente não é muito boa” – Variety.
“As referências do filme ao amanhecer do novo milênio… São absolutamente desenfreadas. Mas a falta de personagens intrigantes e o fracasso em seguir um ótimo conceito para uma história de terror deixam ‘Y2K’… Com grandes bugs de software” – The Daily Beast.
“Uma ambiciosa comédia de ficção científica que, como o boato que a impulsiona, não corresponde à própria expectativa” – THR.
“Armado com um elenco perfeito e ótimos efeitos práticos por trás da carnificina e calamidade, ‘Y2K’ é uma festa pela qual vale a pena voltar no tempo” – Bloody Disgusting.
Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.
O terceiro ato de ‘Deadpool e Wolverine‘ apresenta incontáveis variantes do Mercenário Tagarela (Ryan Reynolds), como a Lady Deadpool (Blake Lively), o Nicepool (Reynolds) e o Kidpool.
Em seu perfil o Twitter, Reynolds compartilhou uma arte conceitual do Babypool, uma das variantes mais imprevisíveis e fofas da trama.
Basicamente, o personagem é uma versão em miniatura do Deadpool.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.
Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.
Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”, “Paris”, “read your mind” e “feather”.
Com direção de Kleber Mendonça Filho (‘Bacurau’), o thriller político foi rodado durante dez semanas entre as cidades de Recife e São Paulo.
Em uma declaração oficial, divulgada através de um comunicado de imprensa, o cineasta afirmou:
“Concluir as filmagens é sempre uma conquista, estamos nesse processo de produção desde janeiro, e agora concluindo os dois meses de filmagem. Agradeço ao grande artista e pessoa que éWagner Moura, para quem escrevi o papel principal durante os últimos três anos. A todo o elenco marcante de 70 atores e atrizes, à equipe espetacular, à grande produtora que é Emilie Lesclaux, aos amigos que apoiaram sempre todo o processo. Que experiência forte foi rodar ‘O Agente Secreto’“.
Brasil, 1977. Fugindo de um passado misterioso, Marcelo, um especialista em tecnologia, na casa dos quarenta, volta ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.
Em pré-produção, o longa-metragem será ofertado durante o Festival de Cannes.
Além do rico contexto histórico, ‘O Agente Secreto’ focará em elementos folclóricos, como as festas de Carnaval e as lendas urbanas, além de uma autêntica trilha sonora brasileira. A previsão é que o filme seja lançado em 2025.
O longa chega aos cinemas estadunidenses no dia 06 de dezembro, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.
Confira:
Na trama, dois ninguéns do ensino médio tomam a decisão de invadir a última grande festa antes do novo milênio, na véspera de Ano Novo de 1999. A noite se torna ainda mais louca do que eles jamais poderiam ter sonhado quando o relógio marca meia-noite.
No Rotten Tomatoes, a produção dividiu a crítica internacional e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.60/10 baseada em 30 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“‘Y2K’ é uma boa diversão, mas fica aquém da grandeza” – Mashable.
“Não é que as duas partes do filme não combinem. É que a última hora… Simplesmente não é muito boa” – Variety.
“As referências do filme ao amanhecer do novo milênio… São absolutamente desenfreadas. Mas a falta de personagens intrigantes e o fracasso em seguir um ótimo conceito para uma história de terror deixam ‘Y2K’… Com grandes bugs de software” – The Daily Beast.
“Uma ambiciosa comédia de ficção científica que, como o boato que a impulsiona, não corresponde à própria expectativa” – THR.
“Armado com um elenco perfeito e ótimos efeitos práticos por trás da carnificina e calamidade, ‘Y2K’ é uma festa pela qual vale a pena voltar no tempo” – Bloody Disgusting.
A Lucasfilm decidiu não dar continuidade à narrativa da série ‘The Acolyte‘, ambientada no universo de ‘Star Wars‘ centenas de anos antes dos eventos de ‘A Ameaça Fantasma‘.
Na trama, um grupo de Cavaleiros Jedi investiga uma série de assassinatos dos membros da ordem ligado à uma antiga aprendiz, o que os leva a descobrir o surgimento de inimigos que cultuam o Lado Sombrio da Força.
Infelizmente, a produção não retornará para uma 2ª temporada no Disney+.
Apesar de er alcançado 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘The Acolyte‘ se tornou uma série divisiva entre os fãs da saga – o que refletiu em sua audiência.
Inclusive, as reações ao cancelamento nas redes sociais foram bastante divididas, com alguns lamentando a decisão devido ao potencial da atração, enquanto outros chegaram a comemorar, alegando que a trama descaracterizava elementos da saga, como cronologia, idade dos personagens e até mesmo suas doutrinas.
Confira as reações:
The Mandalorian ganhando filme
Andor voltando pra 2 temporada
Ashoka com 2 temporada sendo feita The Acolyte cancelada e esquecida
The acolyte sendo cancelada pq a disney foi fraquissima deu prioridade pra opinião dos incels q não suportaram ver como protagonistas uma negra bruxa filha de duas mães e um vilão filipino que todo mundo aclamou. É triste pq essa série era o sonho deles pic.twitter.com/6dvckCRhnc
The Acolyte não foi cancelada por causa de nota de Rotten Tomatoesou ou por enfurecer nerdolas apegados a cânone. O cancelamento veio por apenas um motivo. A série flopou. Ninguém assistiu. Eu estava acompanhando os números na Nielsen e foi um fiasco. Um fiasco de U$ 180 milhões pic.twitter.com/4EmBRvkcsv
a disney dando voz pros nerdolas preconceituosos pq tenho certeza que the acolyte foi cancelada pq tinha representatividade (e nem era isso tudo) e incomodou essa audiência pic.twitter.com/UUaP8yyMmi
Terceira temporada de The Mandalorian flopou firme e vai ter filme e mais uma temporada e Acolyte foi médio e foi cancelada, mas como aquele sapo verde filho da puta vende boneco aí finge que não viu e vida que segue
O seriado registrou 4.8 milhões de views na estreia dos seus dois primeiros episódios, tornando-se o maior lançamento do ano no Disney+. Após cinco dias, os números subiram para 11.1 milhões de visualizações mundialmente.
No entanto, apesar de inicialmente ter alcançado o TOP 6 das produções mais assistidas em streaming na Nielsen Charts, a série não conseguiu manter o seu momentum, deixando o TOP 10 na terceira semana e só retornando no lançamento de seu último episódio.
O capítulo final foi assistido por 335M minutos, o que é considerado um dos finais de temporada menos assistidos da história do universo de ‘Star Wars‘.
Depois de uma década em desenvolvimento, o novo filme de Francis Ford Coppola(‘O Poderoso Chefão’), intitulado ‘Megalópolis‘, chegará aos cinemas norte-americanos em 27 de setembro.
A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.
E a página oficial do longa no Twitter divulgou um novo pôster e anunciou que o trailer será lançado amanhã (21).
De acordo com o ComicBook, o ambicioso longa recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos devido ao “conteúdo sexual, nudez, uso de drogas, linguagem inapropriada e fortes cenas de violência.”
‘Megalopolis’, fez sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes – e parece que se tornou um dos filmes mais divisivos do ano.
No Rotten Tomatoes, a produção amargou 52% de aprovação com base em 27 reviews até o momento. As avaliações variam entre elogios entusiasmados à “loucura genial” do filme até críticas que o definem como “caótico”, “desconcertante”e “a coisa mais louca já vista”.
Confira alguns comentários!
“É meio Batman, meio Gladiador, meio ‘Tomorrowland’, misturado com um amontoado de ideias e imagens, e o público de Cannes não sabia o que fazer com isso”, disse Sharon Waxman do The Wrap.
“Estou completamente sem palavras com Megalópole. Se Coppola está feliz com isso, então acho que é algo? Saí totalmente desconcertado e desnorteado com ele. Como um filme de 120 milhões pode parecer tão barato? Sinceramente, não sei como devo revisar esse filme, porque nem tenho certeza se poderia dizer qual é o enredo. Sinto que preciso de uma semana para digerir antes de tentar discutir isso. Diria que Audrey Plaza torna tudo mais suportável por causa de sua marca já incorporada de estranheza – estou completamente aqui pelos memes!”, disse Luke Hearfield.
I am lost for words with Megalopolis. If Coppola is happy with it then I guess that’s something? ♂️
I left it feeling totally discombobulated and bewildered by it. How does a 120M movie look this cheap?
I honestly don’t know how I’m supposed to review this film cause I’m not… pic.twitter.com/DhV1L9aGRo
— Luke Hearfield @ Cannes (@LukeHearfield) May 16, 2024
“Megalópolis de Francis Ford Coppola é um sonho febril caótico e psicodélico que faz as histórias do set serem indiscutíveis. Adoro ver diretores seguindo uma ideia, mas o resultado, neste caso, é um filme tão além da compreensão que nem mesmo pode ser desvendado”, acrescentou Billie Melissa.
Francis Ford Coppola’s MEGALOPOLIS is a chaotic, psychedelic fever dream that makes the stories from set undoubtable. I love seeing directors run with an idea but the result in this instance is a film so beyond comprehension that it cannot even begin to be unpacked. #Cannes2034pic.twitter.com/OaLdJUjwCs
“A primeira hora de Megalópolis foi um desastre, um desastre cativante, mas ainda podre. Então, a segunda hora chegou; eu realmente me envolvi. Muitas coisas não funcionam no projeto de paixão de Francis Ford Coppola, mas sua linguagem visual é afiada. E há uma cena envolvendo uma mistura que é incrível”, acrescentou Robert Daniels.
MEGALOPOLIS: first hour was a disaster, an endearing disaster but still poor. Then the second hour hit; I totally bought in. Much doesn’t work in Francis Ford Coppola’s passion project, but its visual language is sharp. And there’s one scene involving a mix that hits. #Cannes2024pic.twitter.com/Fsidxa9YHJ
“Megalópolis: a extravagância é uma característica, não um defeito! Um retrato grandioso, épico e completamente singular de 120 milhões de dólares, que também é uma fábula sobre a queda da antiga Roma e um apelo para salvar nossa civilização (e seu cinema) de si mesma. Sou grande fã”, disse David Ehrlich.
Megalopolis: the silliness is a feature, not a bug! a garish, epic, & utterly singular $120 million self-portrait that’s also a fable about the fall of ancient Rome & a plea to save our civilization (and its cinema) from itself. big fan.
“Sempre é emocionante ver um cineasta operando em uma escala ambiciosa e arriscando tudo, mas não posso deixar de sentir que Megalópolis, ousado e bombástico como é, ficou um pouco aquém de sua promessa: um debate sobre nosso futuro e o do próprio meio”, declarou Leonardo Goi.
It’s always thrilling to watch a filmmaker operate on an impossibly ambitious scale and take all manner of risks, but I can’t help but think MEGALOPOLIS, daring and bombastic as it is, fell somewhat short of its promise: a debate on our future, and the medium’s own. #Cannes2024pic.twitter.com/uvwcPVBPrZ
As informações indicam que, apenas na França, o longa-metragem será distribuído pela companhia Le Pacte, responsável pela divulgação de ‘Anatomia de uma Queda’.
Entretanto, nos Estados Unidos, a situação segue muito diferente: há especulações de que a Netflix não tomará os direitos do projeto e que a Amazon Studios e a Apple TV+ estão em uma “guerra” para conseguir colocar as mãos no filme.
Vale lembrar que ‘Megalópolis’ fará sua estreia oficial na 77ª edição do Festival de Cannes, mais especificamente no dia 17 de maio.
A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.
Durante a primeira exibição do projeto a investidores, embora alguns tenham elogiado o filme, outros foram menos generosos em suas avaliações, sugerindo que seu potencial de retorno financeiro pode ser limitado: “não é bom, e foi muito triste assistir. Qualquer pessoa que coloque P&A atrás disso, vai perder dinheiro. Assim não é como Coppola deveria terminar sua carreira de diretor.”
Confira outras reações ao filme:
“Tendo visto MEGALÓPOLIS podemos confirmar que nunca houve, ou haverá, um diretor tão louco quanto Francis Ford Coppola. Que privilégio estar no mesmo planeta que ele.”
Having seen MEGALOPOLIS we can confirm there’s never been, or ever will be, a director as crazy as Francis Ford Coppola. What a privilege to be on the same planet as him.
O Puck revelou que reações no cinema foram principalmente de perplexidade geral. Um participante disse a ele que o filme não tinha “nenhuma perspectiva comercial” e que é “inabalável em quão maluco ele é”. O filme foi descrito como uma mistura de “Metropolis e Calígula”. O final também é “desconcertante”.
Desde a estreia de ‘Deadpool & Wolverine’, Ryan Reynolds vem compartilhando agradecimentos a diversos membros do elenco.
Desta vez, ele prestou homenagem a Rob Delaney, intérprete do simpático Peter, que foi membro da X-Force e é revelado ao fim da trama como o Peterpool.
Na publicação, Reynolds escreveu sobre o humor e a vulnerabilidade de Delaney, bem como a maneira como uma perda trágica em sua vida o impactou.
Delaney perdeu seu filho de 2 anos alguns anos atrás, e o falecido Henry Delaney foi homenageado durante os créditos de ‘Deadpool & Wolverine’, algo que Reynolds explicou na publicação.
“Rob Delaney trouxe Peterpool (nascido Sugarbear) para nossos corações e redefiniu sem esforço o moderno agasalho moose-knuckle — mostrando o quão chique ele pode ser. E se as teorias estiverem corretas, ele pode ser o novo Âncora do universo. Há mais em Rob Delaney do que alguns imaginam. Ele é uma das pessoas mais subversivamente engraçadas que conheço. Ele é um escritor lindo, ácido e vulnerável. Se você assistiu aos créditos de ‘Deadpool & Wolverine‘, pode notar um crédito dizendo: ‘Para Henry Delaney’. Henry era filho de Rob. E Rob perdeu seu filho pequeno para um tumor cerebral em 2018, assim que terminamos ‘Deadpool 2‘.”
Ele continua:
“Eu sempre chutei a minha própria bunda porque não coloquei uma homenagem a Henry nos créditos finais de ‘Deadpool 2‘. Se há um lado bom, ainda mais pessoas estão vendo o nome de Henry nos créditos agora. E agora, finalmente, pai e filho estão compartilhando a mesma tela.”
Confira:
Rob Delaney brought PeterPool (née Sugarbear) into our hearts and effortlessly redefined the modern moose-knuckle — showing just how chic it can be. And if theories are correct, he may be the new Anchor Being.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
O gênero animado tem um lugarzinho especial no coração dos cinéfilos – e, depois de muito lutar para se consagrar como um dos desmembramentos da sétima arte e passível de enorme reconhecimento como arte cinematográfica.
Pensando nisso (e celebrando incríveis títulos que vêm saindo ano a ano), preparamos uma breve matéria elencando as dez melhores animações do século até agora – abrangendo apenas os longas-metragens que façam parte desse estilo.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
10. UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA
Mesmo anos de produções absolutamente fantásticas, o cinema brasileiro continua sendo estigmatizado pelo próprio público. E, enquanto é notável que temos uma força considerável em dramas de tirar o fôlego, o mesmo pode ser falado sobre o gênero animado: ‘Uma História de Amor e Fúria’ é um desses títulos. Vencedor do prêmio máximo no Festival de Annecy e a escolha brasileira para o Oscar de Melhor Animação, o longa-metragem foi dirigido por Luiz Bolognesi e acompanha um homem com quase seiscentos anos de idade que segue a história do Brasil enquanto procura a ressurreição de sua amada Janaína. Ele enfrenta as batalhas entre tupinambás e tupiniquins, antes dos portugueses chegarem ao país, e passa pela Balaiada e o movimento de resistência contra a ditadura militar, antes de enfrentar a guerra pela água em 2096.
9. UP – ALTAS AVENTURAS
É difícil não pensar em alguma pessoa que não tenha se emocionado com ‘Up – Altas Aventuras’. A animação da Pixar é impecável do começo ao fim e faz parte da Era de Ouro do estúdio – e não é por qualquer motivo. Além da irretocável técnica empregada por Pete Docter e por seu habilidoso time criativo, somos apresentados a uma narrativa motivada por temas como perda, solidão, reencontro e amor, contando com personagens eximiamente arquitetados. A trama acompanha Carl Fredricksen, um vendedor de balões que está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua falecida esposa. Após um incidente, Carl é considerado uma ameaça pública e forçado a ser internado. Para evitar que isto aconteça, ele põe balões em sua casa, fazendo com que ela levante voo. Carl quer viajar para uma floresta na América do Sul, onde ele e a esposa sempre desejaram morar, mas descobre que um problema embarcou junto: um jovem garoto chamado Russell.
“O brilho do filme já se inicia com sua estrutura narrativa, a qual é estranha e satisfatoriamente comparável às páginas de um cardápio, preparando o terreno para o espectador e para o que ele verá durante seus quase 120 minutos de duração. Os momentos trágicos, cômicos, tensos e empáticos seguem uma linha catártica que se mistura à cronologia impessoal e atemporal da história, usufruindo de elementos com décadas de diferenças para construir uma ambientação atmosférica deliciosamente agradável. E, bom, não é à toa que a obra seja uma das melhores de todo o legado dos estúdios – e talvez fosse uma que merecesse uma possível sequência” – Thiago Nolla
Em 18 de Maio de 2001, a icônica e lendária animação ‘Shrek’ fazia sua estreia oficial nos cinemas estadunidenses e sagrava-se um dos títulos mais adorados pelo público. Ousando desconstruir o maniqueísmo dos contos de fada com tramas originais e um protagonista fora do convencional – um ogro sem quaisquer maneiras que se torna o grande herói da saga -, o longa foi o primeiro filme da história a levar para casa o Oscar de Melhor Animação, ganhando em cima de ‘Monstros S.A.’ e ‘Jimmy Neutron’, e seu sucesso crítico e comercial rendeu nada menos que três sequências e um spin-off.
“Desde 1967, com a primeira animação do Amigo da Vizinhança mais famoso da Marvel, o público já conferiu diversas versões diferentes, tanto animada quanto em live action, do Homem-Aranha. Entre boas, divertidas, medianas e ruins, Peter Parker já teve sua história contada e recontada muitas vezes nas telinhas e telonas. Ademais, ele também tem vasta coleções de HQs com diferentes personagens usando a máscara em outras terras/dimensões. Entretanto, voltando para o audiovisual e analisando toda trajetória, é preciso admitir que nenhuma se compara ao que é ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’” – Karolen Passos
5. PINÓQUIO (2022)
“As investidas artísticas dialogam com o enredo das formas mais variadas: cada sequência é pensada com detalhismo apaixonante, desde os galhos das árvores às protuberâncias do monstro marinho que engole os protagonistas. As cores transitam entre o naturalismo de um escopo amalfitano, paradisíaco, ao pessimismo convulsionado da guerra, manchada por vermelho, laranja e pela sóbria neutralidade do marrom; a trilha sonora, assinada por Alexandre Desplat e uma forte concorrente ao Oscar, aposta em elementos fantasiosos, mas fundindo teatralidade com realismo em uma explosão sentimental que nos arrepia do começo ao fim. O único obstáculo enfrentado pelo filme é a paixão repentina de explicar as coisas que acontecem, movido a uma precisão que, por vezes, se torna cansativa (em outras palavras, seria mais divertido que fôssemos levássemos a pensar sobre os temas tratados do que engoli-los já mastigados)” – Thiago Nolla
“Quando uma história é bem contada, é muito difícil esquecê-la. Normalmente, anos podem se passar e memórias da narrativa, por mais fragmentadas que estejam, ainda perambulam nossa mente e nos transportam a um momento nostálgico em que nada mais existia a não ser a pura envolvência entre o espectador e o filme: é por essas e outras razões que ‘Coraline e o Mundo Secreto’ permanece como uma das melhores e mais sombrias animações já feitas, cuja amplitude de alcance não se restringe apenas a uma parcela da audiência, mas esgarça suas inúmeras ramificações e encanta qualquer um que ouse lhe assistir” – Thiago Nolla
Há catorze anos, a franquia ‘Toy Story’ era trazida de volta a vida com seu terceiro capítulo, trazendo de volta a glória iniciada ainda em 1995 com um dos melhores longas-metragens de todos os tempos. Depois de emocionar fãs ao redor do mundo com uma narrativa competente e um suposto adeus que fecharia o ciclo dos brinquedos mais famosos do cinema (o que provaria ser mentira, visto que teríamos ‘Toy Story 4’ quase uma década mais tarde), o legado da recém-finalizada trilogia da Pixar se estenderia por bastante tempo, explorando temas como confiança, amadurecimento e amizade.
‘Procurando Nemo’ é um dos melhores e mais importantes da Pixar e é um dos grandes representantes da Era de Ouro do estúdio. Mais do que isso, o longa tornou-se o primeiro da companhia a levar para casa o Oscar de Melhor Animação, além de ter conquistado outras três indicações na premiação (incluindo Melhor Roteiro Original). Arrecadando mais de US$940 milhões nas bilheterias mundiais, a aclamada produção gira em torno de Marlin, um peixe-palhaço superprotetor que cruza o oceano em busca do filho, Nemo, levado por uma dupla de mergulhadores. Enfrentando tubarões famintos, águas-vivas perigosas e uma baleia gigantesca, Marlin e Dory, uma peixinha com síndrome de perda de memória recente, lutam contra seus piores medos para resgatar o jovem Nemo.
‘A Viagem de Chihiro’ não é considerado um dos melhores filmes da história por qualquer motivo: a produção, dirigida e escrita por Hayao Miyazaki, surpreendeu a todos por uma competente e emotiva narrativa, guiada por uma animação cautelosamente arquitetada – e não apenas conquistou aclame da crítica, como carregou o título do filme mais bem-sucedido da história da sétima arte japonesa por quase duas décadas. Como se não bastasse, o título ajudou a calcar a animação como arte, e não apenas como um gênero voltado ao público infantil.
Na trama, Chihiro e seus pais estão se mudando para uma cidade diferente. A caminho da nova casa, o pai decide pegar um atalho. Eles se deparam com uma mesa repleta de comida, embora ninguém esteja por perto. Chihiro sente o perigo, mas seus pais começam a comer. Quando anoitece, eles se transformam em porcos. Agora, apenas Chihiro pode salvá-los.