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Casa dos horrores que atrai milhares de pessoas está sendo investigada por TRAUMATIZAR visitantes

Localizada em San Diego, Califórnia, a McKamey Manor se tornou um verdadeiro fenômeno, atraindo milhares de pessoas em busca de experiências extremas. Considerada a casa mais sádica dos Estados Unidos, a atração exige dos participantes não apenas coragem, mas também uma saúde física e mental comprovada.

Para ter acesso à McKamey Manor, é necessário ter mais de 21 anos e apresentar um atestado médico que ateste a aptidão física e psicológica. Além disso, os participantes assinam um termo de responsabilidade, cientes das torturas psicológicas e físicas que vivenciarão durante as cerca de 8 horas de experiência.

O ambiente da casa é intencionalmente hostil, com cheiros fortes, luzes psicodélicas e uma atmosfera opressiva. A intenção é levar os participantes ao limite, proporcionando uma experiência tão intensa que eles nunca mais queiram repetir. Antes mesmo de iniciar a jornada, os visitantes são submetidos a vídeos chocantes, com o objetivo de prepará-los para o que está por vir.

Porém, a experiência está aterrorizando demais e a casa está sendo investigada por traumatizar os visitantes com afogamentos, cobras e insetos.

Um dos aspectos mais controversos da McKamey Manor é o preço da entrada: um simples pacote de ração para cachorro. O proprietário, Russ McKamey, afirma que seu objetivo não é lucrar, mas sim proporcionar uma experiência única e desafiadora.

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Sofía Vergara sugere filme sobre ‘Modern Family’

A saudade de Modern Family é grande entre os fãs e, para alegria de muitos, a própria Sofia Vergara, estrela da série, tem alimentado as esperanças de um revival.

Em entrevista recente à Variety, a atriz colombiana revelou seu desejo de voltar a interpretar Gloria Delgado-Pritchett.

“Eu morreria para estar naquele set de novo”, confessou Vergara. “Seria tão divertido. Um filme para a TV, talvez?”.

A atriz, que se tornou um ícone da televisão com a sitcom, destacou que a experiência de trabalhar com o elenco e a equipe de Modern Family foi única e inesquecível.

Apesar do entusiasmo, Vergara reconhece que ainda é cedo para trazer a série de volta.

“Eu sempre brinco com o Ed O’Neill [dizendo], ‘Ed, não morra porque se fizermos a sequência, vai levar algum tempo, e você é o mais velho de nós. Não pode estar morto'”, comentou a atriz, em referência ao seu parceiro de cena na série.

Modern Family está disponível no Disney+

Sucesso de crítica e de audiência, a produção foi exibida entre os anos de 2009 e 2020 e levou para casa nada menos que 22 estatuetas do Emmy Awards dentre 75 indicações.

Criada por Christopher Lloyd e Steven Levitan, a série é um documentário sobre três famílias que se conhecem e interagem. Jay Pritchett (Ed O’Neill) é um homem mais velho que se casa com a colombiana Glória (Sofia Vergara). Eles vivem com o filho dela, Manny, e convivem diariamente com os filhos do primeiro casamento de Jay: Claire (Julie Bowen) e Mitchell (Jesse Tyler Ferguson). Claire é casada com Phil Dunphy (Ty Burrell) e que luta para dar a melhor educação para os filhos Haley, Alex e Luke. Já Mitchell vive um relacionamento com Cameron Tucker, e resolvem adotar uma filha, Lily.

O elenco também incluiu Eric Stonestreet, Rico Rodriguez, Nolan Gould, Sarah Hyland e Ariel Winter.

‘Quarteto Fantástico’: Ouça a música-tema composta por Michael Giacchino

Foi divulgada a música-tema de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ (First Steps), composta por Michael Giacchino.

Ouça:

Durante a Expo D23, a Marvel exibiu oficialmente o primeiro trailer e o vídeo é o mesmo revelado durante a San Diego Comic-Con.

Além de apresentar a nova versão da icônica equipe da Marvel, o filme marcará a estreia cinematográfica de um dos vilões mais icônicos dos quadrinhos: Galactus, o Devorador de Mundos.

Confira a descrição e siga o CinePOP no Youtube:

Reed Richards dá uma aula. Ele explica que existem Terras e dimensões alternativas, mas as crianças só querem ver uma explosão. Um foguete as deixa entusiasmados. Reed e Ben brincam um com o outro diante de uma câmera e, em outro momento, Reed e Sue estão jantando. A estética se parece com o Tomorrowland na Disney World, por toda parte. O filme é rodado em formato 4:3, emulando uma televisão retrô. A silhueta do Coisa aparece em um programa de namoro. Pouco depois, a equipe aparece vestindo trajes de astronauta, cada qual com o respectivo sobrenome. Sue brinca com Johnny. Um foguete, feito de três turbinas, dispara para o espaço. Pouco depois do logotipo oficial aparecer, o rosto de Galactus aparece, se aproximando da janelas de um arranha-céu.

O longa está programado para estrear no dia 25 de julho de 2025.

Em entrevista ao EW, o diretor Matt Shakman revelou que o novo reboot não será uma história de origem.

O cineasta expressou seu desejo em contar uma nova história, sem estar preso à introdução dos poderes dos heróis – que já são popularmente conhecidos pelo grande público.

“Uma das coisas que nós decidimos logo nos estágios iniciais é que não queríamos fazer uma história de origem. Para criar nossa própria história, não queríamos contar sobre como eles mudaram e ganharam os poderes. Há uma narrativa muito conhecida que nos leva a este momento, certo? Se contássemos isso, teríamos que começar nossa história no final do primeiro ato. Queríamos começar nosso filme com algo novo.”

Além disso, o ator Ebon Moss-Bachrach, que interpretará o Coisa no novo filme, revelou ter evitado assistir as adaptações anteriores: “Não assisti os outros filmes. Quando fui contratado [para o reboot], não senti que seria produtivo assistir aqueles filmes. As pessoas me perguntam o quanto o novo longa será diferente dos anteriores, mas não acho que é benéfico criar algo que se opõe a outra coisa. Estamos fazendo nosso próprio filme, e isso não tira o crédito dos outros.”

Além disso, os heróis foram confirmados em ‘Avengers: Doomsday‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘. Faz todo o sentido, já que o quinto filme terá o Doutor Destino liderando como o principal antagonista.

Lembrando que o novo Quarteto Fantástico contará com Pedro Pascal como Reed Richards/Sr. Fantástico, Vanessa Kirby como Sue Storm/Mulher Invisível, Joseph Quinn como Johnny Storm/Tocha Humana e Ebon Moss-Bachrach como Ben Grimm/O Coisa.

O elenco de apoio traz Ralph Ineson como o vilão Galactus e Julia Garner como a Surfista Prateada Shalla-Bal, enquanto Paul Walter Hauser (‘Cobra Kai’) e John Malkovich (‘RED: Aposentados e Perigosos’) também foram escalados em papéis misteriosos.

Confira o cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.

A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.

Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.

Quarteto Fantástico é dirigido por Matt Shakman.

Filme sobre o FIM DO MUNDO que se tornou uma das maiores bilheterias da HISTÓRIA será excluído da Netflix

Se eu dissesse que uma das maiores bilheterias do cinema recente é um filme que poucos ouviram falar aqui no Brasil, que passou em branco por nossas salas de exibição (na época em que ainda estavam abertas antes da pandemia) e chegou ao nosso país diretamente na Netflix sem que a maioria tenha percebido, você acreditaria? Pois acredite!

O filme está no catálogo do streaming, mas está com os dias contados, já que será excluído em breve.

Lançado nos cinemas da China no dia 5 de fevereiro de 2019, a superprodução chegava no mesmo dia, mas de forma limitada, aos EUA apropriadamente nas salas IMAX (mais abaixo explicarei a magnitude da obra). Ainda em fevereiro, outros países do mundo recebiam o longa em suas maiores salas de cinema, como Nova Zelândia, Austrália, Canadá e Hong Kong. Com apenas essa meia dúzia de países, embora muito populosos, recebendo o filme nas telonas, é louvável a campanha conquistada pela produção nas bilheterias, se tornando o 13º filme mais lucrativo de seu respectivo ano de estreia, somando US$700 milhões mundiais aos cofres das produtoras.

Para termos uma ideia, Terra à Deriva, uma obra chinesa exibida em poucos países, ficou acima de blockbusters famosos como Shazam!, Godzilla: Rei dos Monstros, Dumbo, Alita, Homens de Preto Internacional, Nós, O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio, X-Men: Fênix Negra e até mesmo o companheiro asiático Parasita (fenômeno de dois anos atrás) em termos de bilheteria. Impressionante, certo? No entanto, impressiona ainda mais sabermos o que os realizadores foram capazes de concretizar com um orçamento equivalente a US$48 milhões – um valor considerado mediano quando falamos de produções Hollywoodianas. O fato demonstra que: 1. Os blockbusters americanos poderiam ser feitos por bem menos, o que evitaria os constantes prejuízos monumentais. E 2. Grande parte de tais orçamentos vai direto para o bolso das estrelas que usam seu nome como chamarizes.

Não é exagero dizer que Terra à Deriva não fica devendo em nada em termos de efeitos visuais de primeira, uma direção de arte impecável, figurino e escopo às maiores produções da terra do Tio Sam. A grandiosidade do filme não pode ser narrada, mas cada frame parece feito para ser assistido na maior tela possível. É detalhada nesse nível! Somos imediatamente transportados para o futuro, onde acompanhamos estes personagens numa jornada épica, com um propósito muito nobre: a salvação da vida na Terra.

Na trama, com uma forte pegada ambientalista – muito atual e necessária -, a destruição gradual de nosso planeta devido à ganância do homem atinge níveis exacerbados e intratáveis. Misturando ficção com realidade, o filme acelera o processo da “morte do Sol”, um fato científico já sabido que deverá ocorrer daqui a 10 bilhões de anos. É sabido também que antes disso, por volta de 5 bilhões de anos no futuro, pelo menos, os habitantes da Terra precisarão encontrar outras moradas no espaço, se quisermos que a raça humana persista. E é em cima deste fato que Terra à Deriva conta a sua história. Baseado no livro de Cixin Liu, a fim de continuarmos existindo como espécie, os governantes mundiais decidem mover a Terra de lugar. Isso mesmo! Por mais insana que pareça esta ideia, o diretor Frant Gwo, mesmo sem experiência em obras do tipo, faz tudo parecer plausível. Bem, para um blockbuster de entretenimento ao menos.

A solução encontrada para salvar a Terra de seu destino fatídico é a levar para procurar outro sistema solar e ancorar seu planeta nele. Ou seja, antes que o Sol exploda e nos leve junto, iremos “sair de fininho”. Para isso, grandes propulsores, funcionando como verdadeiras turbinas colossais, são fixadas em pontos estratégicos do planeta, nos movendo de órbita. É claro que a viagem demorará algo em torno de 2.500 anos, e criou uma nova era glacial (sem um sol para nos aquecer), obrigando a humanidade a viver nos subterrâneos do planeta. Criatividade e respaldo científico não faltam. Justamente por isso, o filme ficou conhecido como a primeira grande investida da China em uma superprodução de ficção científica do tipo.

A história se concentra numa família, já que seguindo a cartilha do cinema catástrofe, é preciso humanizar e encontrar rostos com quem possamos nos identificar em meio à tamanha destruição. Assim, temos o drama do astronauta Liu Peiqiang (Jing Wu), que parte em missão ficando anos no espaço a bordo de uma estação orbitando o planeta e verificando sua viagem. Seu filho, Liu Qi (Chuxiao Qu), é deixado para trás ainda na infância, e quando se torna um jovem, além de se revoltar com a escolha do pai, se mostra um gênio que usa sua inteligência para a infração. Ele é o verdadeiro protagonista do longa. Junto à sua irmã mais nova, seu avô e membros de uma equipe de resgate, o rapaz irá partir na maior aventura de sua vida.

O resultado de Terra à Deriva pode ser comparado a uma grande mistura de todos os filmes catástrofe em larga escala dos últimos anos. Uma grande “batida” de Armageddon, O Dia Depois de Amanhã, 2012, Gravidade e afins. Ou seja, para muitos pode não ser mais novidade a essa altura. Porém, tudo no mundo é contexto, e temos que olhar para o longa como uma grande conquista de seu país de origem, que chega ao patamar antes tido como inatingível fora do circuito de Hollywood. Fora isso, existe muito empenho em criar cenas tensas, personagens cativantes, bons alívios cômicos, bastante aventura, ação e uma dimensão megalômana antes impensada. As cenas exibem perigo genuíno conseguindo nos capturar devido à identificação. Só faltou mesmo um romance para cobrir todos os ângulos. Porém, podemos dizer que a relação pai e filho é ainda mais emocionante e igualmente efetiva.

Não há mais dúvidas que o cinema asiático chegou para ficar e tem se tornado cada vez mais um dos grandes favoritos do mundo. Sejam os dramas premiadíssimos dos filmes sul coreanos, e agora os blockbusters que tem dado uma canseira nas produções norte-americanas. Se ainda duvida, saiba que 7 das 10 maiores bilheterias atuais do mundo vem de lá. Ah sim, e com final ambíguo deste filme, a continuação de Terra à Deriva já se encontra em fase de produção.

Mike Colter revela que TOPARIA voltar como ‘Luke Cage’: “Eu adoraria”

Mike Colter, o icônico intérprete de Luke Cage, demonstrou grande interesse em retomar o papel no Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Em entrevista ao ComicBook, o ator expressou sua vontade de explorar novas histórias com o personagem indestrutível.

“Eu adoraria explorar isso, se encontrassem uma história, uma forma, um caminho para fazer isso. E fico feliz que Charlie Cox e outros estejam recebendo um reboot, mas eu não tenho ideia se Luke Cage vai ser rebootado. Não estou retendo nada”, afirmou Colter.

A declaração do ator reacendeu a esperança dos fãs de verem o retorno de Luke Cage às telinhas, especialmente após o sucesso do retorno de personagens como Demolidor e Rei do Crime.

No entanto, Colter também comentou sobre a recente reformulação de ‘Demolidor: Born Again’.

“Acho que essa foi a decisão certa. Eles nunca deveriam ter tentado [rebootar]. Não, não, eu não sei o que foi isso. Eu penso, ‘Bem, claro,’ Não estava quebrado, então não precisavam consertar”, afirmou o ator.

Luke Cage foi exibida entre 2016 e 2017 pela Netflix, por um total de duas temporadas e 26 episódios.

Fazendo parte do grupo conhecido como ‘Os Defensores’, Luke foi alvo de um experimento sabotado que o deixou com super-força e pele indestrutível, tornando-se um fugitivo que tenta reconstruir a vida no Harlem, em Nova York. Mas logo ele é forçado a sair das sombras e lutar pela sua cidade, bem como confrontar o passado do qual tentou fugir e assumir a identidade de herói.

Além de Colter, o elenco trouxe nomes como Simone MissickTheo RossiRosario DawsonAlfre WoodardMahershala AliErik LaRay Harvey e outros.

Luke Cageestá disponível no Disney+

Crítica | Saideira – Thati Lopes e Luciana Paes Embarcam em Road Movie pela Estrada Real do Brasil

O Brasil tem muitas histórias que ainda não foram contadas para o Brasil. Seja na literatura, no cinema ou mesmo no ensino da História, há muitos capítulos de nossa trajetória enquanto país que ainda não ganharam a devida atenção dos produtores artísticos. Por exemplo, há, até hoje, uma estrada que liga as Minas Gerais até a costa brasileira, na cidade de Paraty, que também passava por partes de São Paulo e do Rio de Janeiro para escoamento de café, ouro, metais e, também, de cana de açúcar e cachaça. Esse trajeto foi nomeado como Estrada Real e decretado patrimônio histórico e cultural do país – e agora é também o mote para o filme ‘Saideira’, que chega essa semana aos cinemas brasileiros.

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Penélope (Luciana Paes, de ‘Eleita’) volta à sua casa, em Paraty, determinada a encontrar a ‘Saideira’, uma lendária garrafa de cachaça que, dizem, é a melhor do mundo. Mas, ao chegar, descobre que seu avô, Honório (Tonico Pereira, de ‘Nas Ondas da Fé’), acaba de falecer, e, com ele, morre junto a receita e a localização da ‘Saideira’. Inconformada, Penélope mal dá atenção para sua irmã mais nova, Joana (Thati Lopes, da série ‘Nada Suspeitos’), a quem não via há dez anos. Porém, quando um advogado chega com o testamento do avô – que, na verdade, é uma charada com uma caça ao tesouro –, Penélope vê nesse desafio a oportunidade de finalmente encontrar sua ‘Saideira’ e, com isso, se tornar a maior cachaçóloga do mundo.

Escrito a oito mãos por Arthur Warren, Júlio Taubkin, Marina Morais e Pedro Arantes, o roteiro deixa bem evidente que o cerne de seu enredo é a Estrada Real, e toda a ficção fora construída ao redor dessa estrada para evidenciá-la. Para tal, personagens, elementos e situações foram criadas para passarem ao longo dos 1.630 quilômetros de extensão e, acima de tudo, valorizar o caminho, parando para mostrar a paisagem e as características locais – como, por exemplo, quando as irmãs chegam a Itabira, cidade de Drummond, e mencionam suas poesias.

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Se por um lado é muito legal ver esse patrimônio ganhar um filme em toda a sua extensão – com direito a minuciosa explicação das diferenças entre os tipos de cachaças, para espectadores de qualquer país entender –, por outro as motivações das personagens ficam soltas no enredo, o que acaba realçando ainda mais o abismo que há entre as irmãs – uma descolada, inocente e juvenil, a outra, adulta, séria demais, beirando a amargura –, descompassadas com a paisagem.

Tal qual ‘Minha Irmã e Eu’, em ‘Saideira’ temos duas irmãs pegando a estrada para desbravar o país a partir de um assunto familiar pessoal delas. No caminho, muitos desafios e ensinamentos farão com que as duas repensem seus estilos de vida e as escolhas que fizeram. Independente da motivação, é legal ver essas histórias com protagonistas mulheres, mostrando que tá tudo bem viajar sozinha; com sorte, filmes como este ‘Saideira’ podem encorajar outras mulheres a também se motivarem a conhecer o país, mesmo que sozinhas.

Saideira’ desbrava um Brasil esquecido nos recantos dos livros didáticos e apresenta a cachaça tipo exportação. Sob a roupagem da ficção, o filme de Pedro Arantes e Júlio Taubkin traz um Brasil histórico-cultural para todo mundo conhecer.

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Ridley Scott dispensa conselhos e elogia ‘Alien: Romulus’

Em recente entrevista ao Los Angeles Times, o aclamado diretor Ridley Scott compartilhou sua visão sobre o processo criativo e a importância da autonomia na produção de filmes.

Ao ser questionado sobre a influência de amigos, fãs e produtores em seu trabalho, Scott foi direto:

“É um trabalho árduo quando qualquer pessoa, inclusive sua mãe, estão te dando conselhos, a última coisa que você quer em determinado momento é conselho”.

O cineasta enfatiza a importância de assumir a responsabilidade por suas decisões: “Eu não preciso de conselhos. Se eu cair sobre minha própria espada e, portanto, ficar sangrando, eu digo, ‘Foi minha culpa'”.

Ao falar sobre a nova franquiaAlien, dirigida por Fede Álvarez, Scott demonstra grande admiração pelo trabalho do jovem cineasta.

“O perigo de todas as franquias é que elas acabam morrendo, a menos que alguém de repente decida pegar o tapete e correr pelo campo com a bola”, diz Scott. “Fede é uma onda de energia, e eu tive que dar um passo para trás e deixá-lo fazer isso”.

Ele conclui:

“Fede é uma explosão de energia”, comenta Scott. “Ele tinha um plano bem claro em mente, e seu roteiro estava bastante definido. Também era longo, mas o roteiro sempre é longo. Então, nos envolvemos um pouco nisso”.

Alien: Romulus’ estreia nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto de 2024.

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

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‘Deadpool e Wolverine’: Roteirista explica ausência do Cable

Deadpool e Wolverine trouxe diversas participações especiais de heróis da antiga Fox, mas os fãs notaram a ausência de Cable (Josh Brolin), que teve um papel marcante em Deadpool 2’.

Em uma entrevista ao IndieWire, o co-roteirista Paul Wernick explicou a decisão:

“Nós tivemos acesso a praticamente todos os personagens, certo? Criativamente, queríamos explorar a ideia de homenagear personagens que não tiveram um desfecho adequado na Fox, dando-lhes um legado. O Cable foi definitivamente considerado, mas ele apareceu recentemente em “Deadpool 2”. A ideia de proporcionar um final apropriado a ele ainda é válida, e acredito que ele pode aparecer no universo misturado da Fox-Marvel em algum momento futuro. Infelizmente, ele não foi incluído desta vez. Nós o adoramos e teríamos amado vê-lo no filme”.

Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

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A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘One Piece’: Iñaki Godoy atualiza público sobre 2ª temporada

One Piece: A Série’ ganhou um novo vídeo dos bastidores da aguardada segunda temporada. A publicação traz uma atualização sobre o andamento das filmagens na África do Sul, diretamente do protagonista Iñaki Godoy.

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O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

‘Transformers: O Início’: Animação ganha classificação indicativa; Confira!

De acordo com o Comic Book, a animação Transformers: O Início‘ ganhou classificação indicativa PG nos EUA, ou seja, crianças podem assistir ao filme, mas é sugerido controle parental.

A decisão foi tomada pelo MPAA, órgão que regula a faixa etária das produções nos EUA, devido à “cenas de violência de ficção científica e ação animada por toda parte, e linguagem levemente inapropriada”.

Com estreia marcada para 26 de setembro nos cinemas nacionais, o longa conta a história de origem de Optimus Prime e Megatron,  mais conhecidos como inimigos jurados, mas que já foram amigos unidos como irmãos que mudaram o destino de Cybertron para sempre.

Confira o trailer e os cartazes individuais:

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Na produção, Chris Hemsworth dubla Optimus Prime, enquanto Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) interpreta Elita.

Sob a direção de Josh Cooley (‘Toy Story 4’), e com o roteiro final assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, ‘Transformers One‘ promete trazer uma nova perspectiva sobre a relação entre os icônicos Autobots e Decepticons.

A produção do filme é uma colaboração entre Paramount Animation, Hasbro e eOne, buscando expandir o universo dos Transformers de forma emocionante e envolvente.

Keegan-Michael Key (‘A Festa de Formatura’) dará voz a Bumblebee, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) será Sentinel Prime e Laurence Fishburne (‘John Wick’) emprestará sua voz a Alpha Trion.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$ 4,3 bilhões.

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Justin Baldoni contrata gerente de CRISES em meio a rixas com Blake Lively em ‘É Assim que Acaba’

De acordo com o THRJustin Baldoni contratou a gerente de crises de relações públicas Melissa Nathan após o recente lançamento da adaptação de ‘É Assim que Acaba’, baseado no best-seller de Colleen Hoover.

A notícia chega dias depois de internautas inundarem o TikTok com especulações sobre uma suposta rixa entre Baldoni e seu elenco e equipe, incluindo a co-estrela e produtora Blake Lively, bem como Hoover.

As conversas escalaram a níveis ainda maiores quando os fãs notaram a ausência de Baldoni em eventos conjuntos para a imprensa e a falta de fotos de Lively e Baldoni juntos na estreia em Nova York, no último dia 06 de agosto. Alguns também apontaram que nem Lively, Hoover, nem o resto do elenco seguem Baldoni no Instagram (embora ele os siga).

Fontes afirmaram ao THR que houve uma ruptura entre Baldoni e Lively na fase de pós-produção, onde surgiram dois cortes diferentes do filme. Lively encomendou uma versão do filme ao editor Shane Reid, que ficou responsável pela montagem de ‘Deadpool e Wolverine’, segundo informações. Não ficou claro se algum pedaço desse corte foi usado no projeto final, que foi creditado aos editores Oona Flaherty e Robb Sullivan.

Toda, vale lembrar que, ao longo de promoções e entrevistas na última semana, Baldoni falou sobre a contribuição criativa de Lively para o filme. O cineasta também disse que, por vezes, deu um passo atrás no set para deixar as mulheres assumirem o controle, visto que o filme é contado a partir de uma perspectiva feminina e foca na delicada questão da violência doméstica.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Bill Skarsgård quebra tudo em nova cena VIOLENTA do reboot de ‘O Corvo’; Confira!

A Lionsgate divulgou um novo clipe violento do reboot de ‘O Corvo‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘Contra o Mundo’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais em 22 de agosto.

Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.

A trama acompanha Eric Draven (Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.

Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco de O Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.

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Produtora de Todd Haynes comenta sobre a saída de Joaquin Phoenix de romance gay: “Um PESADELO”

A inesperada saída de Joaquin Phoenix do romance gay de Todd Haynes, poucos dias antes do início das filmagens, causou um prejuízo milionário à produção, que foi abruptamente cancelada.

A produtora Christine Vachon confirmou a saída do ator e se manifestou sobre o ocorrido. Segundo à People, ela defendeu a decisão de escalar Phoenix, um ator heterossexual, para um papel gay.

“Uma versão disso realmente aconteceu. Tem sido um pesadelo. E, POR FAVOR — se você está pensando em criticar ou em nos advertir que ‘é isso que vocês ganham por escalar um ator heterossexual’ — NÃO FAÇA ISSO. Este foi um PROJETO DELE, que ele trouxe PARA NÓS, e o histórico da Killer Films com atores, equipe e diretores LGBTQ fala por si só. (E para aqueles que JÁ FIZERAM isso — saibam que estão piorando ainda mais uma situação já terrível)”. 

Lembrando que embora Phoenix ainda não tenha se pronunciado oficialmente, especulações compartilhadas pela Variety, apontam que a saída pode estar ligada ao conteúdo sexual explícito do filme.

A produção, ainda sem título definido, era descrita como uma intensa história de amor entre dois homens ambientada na década de 1930. Phoenix, que também co-escreveu a história, interpretaria um detetive gay em um papel que exigia cenas de sexo explicitas com Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’). 

Fontes próximas ao ator afirmam que ele ficou com “medo” da repercussão que o filme poderia ter. Embora essa teoria cause alguma confusão, já que a ideia do filme e seu conceito para maiores partiram originalmente de Phoenix e foram desenvolvidos com Haynes.

Haynes contou à Variety em setembro de 2023 que o filme começou com “fragmentos de ideias” de Phoenix, que o diretor formulou em “uma narrativa real”.

“Basicamente, foi uma maneira maravilhosa e orgânica de criar o roteiro”, disse Haynes. “E Joaquin estava levando isso ainda mais para um território sexualmente mais ousado”.

A saída de Phoenix representa um duro golpe para Haynes e para toda a equipe envolvida no projeto. O ator era considerado fundamental para o sucesso do filme, não apenas por seu talento, mas também para o financiamento do longa.

Ainda de acordo com o Deadline, o filme foi cancelado e não há planos para substituir Phoenix no papel. Vários sets foram construídos, uma equipe está inteira desempregada e o prejuízo chegará a milhões.

Essa não é a primeira vez que Phoenix abandona um projeto de última hora. Em ocasiões anteriores, o ator já havia deixado produções como Coringa e Sempre em Frente, mas em ambos os casos foi convencido a retornar.

O longa tem roteiro de Todd Haynes, Jon Raymond e Joaquin Phoenix.

Brandy enfrenta sogra INFERNAL no novo trailer LEGENDADO de ‘The Front Room’; Confira!

A A24 divulgou o novo trailer do terror psicológico ‘The Front Room‘, estrelado por Brandy Norwood (‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’).

O filme chega aos cinemas norte-americanos no dia 06 de setembro.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto é dirigido por Max e Sam Eggers, irmãos de Robert Eggers – diretor de ‘A Bruxa‘ e ‘O Homem do Norte‘.

A trama é baseada no conto homônimo escrito por Susan Hill.

A história segue um jovem casal que está esperando um filho e que é forçado a acolher uma madrasta doente que há muito se afastou da família.

O elenco ainda conta com Kathryn Hunter, Andrew BurnapNeal Huff.

Max coescreveu o roteiro de ‘O Farol‘, enquanto Sam foi assistente de produção em ‘A Bruxa‘.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Tem sido uma longa jornada para a franquia Alien.

Tendo início em 1979 com o lendário longa-metragem Alien, o Oitavo Passageiro’, encabeçado por Ridley Scott, o icônico terror de ficção científica transformou-se em uma saga que atravessou décadas e mídias diversas até sagrar-se uma das mais influentes da sétima arte, principalmente dentro do gênero. Entre altos e baixos, é notável como os fãs inveterados continuam apaixonados nessas instigantes narrativas – e, sete anos depois do último capítulo, Alien: Covenant’, somos convidados a retornar a esse cosmos intergaláctico com o ambicioso e antecipado Alien: Romulus’.

A trama se passa entre os eventos do primeiro filme e do segundo, ‘Aliens, o Resgate’, e nos leva a um planeta terraformado que funciona como colônia humana. Lá, os habitantes são obrigados a trabalhar copiosamente para coletar horas o suficiente para sair dessa espécie de prisão sem grades e ir para o merecido “paraíso”, por assim dizer, ainda mais considerando que seu atual lar é desprovido de qualquer contato com a luz do sol. Nesse cenário quase apocalíptico, acompanhamos Rain (Cailee Spaeny), uma jovem órfã que vive com o irmão, um sintético chamado Andy (David Jonsson). Rain tenta a todo custo sair de lá com a única pessoa que restou de sua família, mas se vê num beco sem saída até uma oportunidade imperdível aparecer através de seu amigo, Tyler (Archie Renaux).

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Tyler, acompanhado da irmã, Kay (Isabela Merced), e dos companheiros Bjorn (Spike Fearn) e Navarro (Aileen Wu), pretendem viajar até uma estação espacial desativada, recuperar as câmaras de criogênio que lá estão e, assim, assegurar a viagem de todos até a “terra prometida” – só que o grupo precisa da ajuda de Andy para acessar o centro de controle. Com hesitações, Rain acata o plano de todos e, juntos, eles partem para essa instalação abandonada flutuando ao redor do planeta, sem imaginar que estavam caminhando em direção à morte certeira. Afinal, a estação se tornou um antro de xenomorfos que destruíram qualquer vida em prol de se manterem vivos.

O longa-metragem funciona em um âmbito que beira a perfeição cinematográfica e que, ao mesmo tempo, não deseja dar um passo maior que a perna. Um dos elementos que precisa ser explorado é a sólida direção de Fede Álvarez, que já emprestou suas habilidades para o ótimo suspense ‘O Homem nas Trevas’. Álvarez sabe como conduzir a câmera sem entregar de bandeja as reviravoltas de cada ato, permitindo que as sequências falem por si só e que elas sejam transformadas em pequenas joias artísticas – seja pela instigante fotografia, seja pelas referências que promove aos capítulos anteriores da saga. Há, também, uma predileção consistente às incursões do expressionismo, em que Álvarez une-se ao diretor de fotografia Galo Olivares para um jogo de luz e sombras que antecipa e desencaminha, na mesma medida, a atenção dos espectadores – alimentando a angústia que nos persegue até os créditos de encerramento.

alien romulus revela novo visual do xenomorfo do filme

O cineasta constrói uma épica carta de amor a Scott, a James Cameron e a todos os diretores que já tiveram a honra de participar da franquia Alien, ainda mais quando promove uma expansão mitológica que não premedita conhecimento prévio, podendo ser conferida para os estreantes nesse mundo do terror sci-fi. Na mesma medida, escolhas de enquadramento e de cenário homenageiam cenas memoráveis, sem se render ao puro mimetismo, mas adornadas com uma originalidade que é sempre bem-vinda – e é claro que nada disso seria possível sem o comprometimento aplaudível de um elenco de peso nas telonas.

É claro que todos se entregam de corpo e alma, com distinção clara a Merced e a Jonsson – cujas performances nos tiram o fôlego e nos engolfam nesse claustrofóbico labirinto espacial. Mas é Spaeny quem rouba os holofotes com uma interpretação soberba e fabulosa, reiterando sua incrível versatilidade artística, principalmente depois de ter brilhado em títulos como ‘Priscilla’ e ‘Guerra Civil’. Afastando-se de quaisquer tangências a uma teatralidade exagerada, ela sabe como entregar os diálogos e mostra conhecer Rain a fundo, permitindo que ela nutra de similaridades com Ellen Ripley (Sigourney Weaver), a heroína da quadrilogia clássica. Não é surpresa, pois, que ela domine as telas com uma força descomunal, sem deixar que seus companheiros sejam ofuscados.

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O filme pode não ser livre de alguns equívocos, considerando certas barrigas que aparecem na transição do segundo para o terceiro ato e na extensão um tanto quanto demasiada que antecipa o grand finale. Porém, tais deslizes não têm vigor o bastante para apagar essa vibrante space opera que reaviva o gênero em uma epopeica investida técnica e artística – e fica óbvio que as boas intenções e uma cautela minuciosa com cada detalhe do projeto têm chances de encantar mesmo os mais céticos.

Alien: Romulus’ emerge como um dos melhores títulos da saga Alien, sendo arquitetado com uma sagacidade invejável e culminando em um aprazível e satisfatório filme. Posso dizer, inclusive, que o surpreendente resultado é um sopro de ar fresco a uma série que já vinha sofrendo com um desgaste criativo há vários anos.

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Confira o trailer completo de ‘American Sports Story’, nova série ANTOLÓGICA de Ryan Murphy

O canal FX divulgou o trailer completo de ‘American Sports Story: Aaron Hernandez‘, antologia criada por Ryan Murphy.

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A produção estreará oficialmente no dia 17 de setembro.

A primeira temporada da nova antologia conta com dez episódio e é baseada no podcast Gladiador: Aaron Hernandez e Football Inc, traçando a ascensão e queda do astro da NFL, Aaron Hernandez.

A temporada vai explorar ainda mais “as conexões das vertentes díspares de sua identidade, sua família, sua carreira, seu suicídio e seu legado nos esportes e na cultura americana”, conforme pontua o comunicado oficial.

O vindouro projeto será conduzido por Murphy e sua equipe de produção executiva, formada por Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson.

Stu Zicherman ficará à frente da minissérie como roteirista e produtor executivo.

Murphy, Falchuck, Jacobson, Simpson e Alexis Martin Woodall serão os produtores executivos de ‘American Sports Story‘.

Josh Andrés Rivera, Patrick Schwarzenegger, Lindsay Mendez, Tony Yazbeck, Jake Cannavale, Catfish Jean, Jaylen Barron e outros estrelam.

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Saída de Joaquin Phoenix do filme de Todd Haynes causa “indignação” entre produtores de Hollywood

A decisão abrupta de Joaquin Phoenix de abandonar o romance gay de Todd Haynes, dias antes do início das filmagens, gerou uma onda de choque em Hollywood.

Segundo o The Hollywood Reporter, a indignação entre os produtores é grande. “Houve uma grande quantidade de indignação”, afirmou um executivo de estúdio.

A possibilidade de processos judiciais contra Phoenix tem sido amplamente discutida, com alguns citando casos anteriores como precedentes.

Em 1993, Kim Basinger foi condenada a pagar milhões de dólares por abandonar o filme ‘Encaixotando Helena’. Embora a decisão tenha sido revertida posteriormente, o caso serve como um lembrete dos riscos de sair de um projeto cinematográfico.

Outro exemplo citado é o de Bruce Willis, que precisou compensar a Disney após abandonar ‘Broadway Brawler’.

A possibilidade de um boicote a Joaquin Phoenix também foi mencionada informalmente por alguns produtores, mas a maioria considera essa medida inviável, especialmente considerando o sucesso esperado de Coringa: Delírio a Dois’.

Um agente, não relacionado aos filmes de Haynes, acredita que Phoenix não sofrerá um grande impacto em sua carreira.

“Enquanto ameaçarem, ele vai se acertar. Não é nada para ele”, afirmou o agente, citando os altos salários do ator como prova de sua capacidade financeira.

Lembrando que a produtora Christine Vachon confirmou a saída do ator e se manifestou sobre o ocorrido. Segundo à People, ela defendeu a decisão de escalar Phoenix, um ator heterossexual, para um papel gay.

“Uma versão disso realmente aconteceu. Tem sido um pesadelo. E, POR FAVOR — se você está pensando em criticar ou em nos advertir que ‘é isso que vocês ganham por escalar um ator heterossexual’ — NÃO FAÇA ISSO. Este foi um PROJETO DELE, que ele trouxe PARA NÓS, e o histórico da Killer Films com atores, equipe e diretores LGBTQ fala por si só. (E para aqueles que JÁ FIZERAM isso — saibam que estão piorando ainda mais uma situação já terrível)”. 

Embora Phoenix ainda não tenha se pronunciado oficialmente, especulações compartilhadas pela Variety, apontam que a saída pode estar ligada ao conteúdo sexual explícito do filme.

A produção, ainda sem título definido, era descrita como uma intensa história de amor entre dois homens ambientada na década de 1930. Phoenix, que também co-escreveu a história, interpretaria um detetive gay em um papel que exigia cenas de sexo explicitas com Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’). 

Fontes próximas ao ator afirmam que ele ficou com “medo” da repercussão que o filme poderia ter. Embora essa teoria cause alguma confusão, já que a ideia do filme e seu conceito para maiores partiram originalmente de Phoenix e foram desenvolvidos com Haynes.

Haynes contou à Variety em setembro de 2023 que o filme começou com “fragmentos de ideias” de Phoenix, que o diretor formulou em “uma narrativa real”.

“Basicamente, foi uma maneira maravilhosa e orgânica de criar o roteiro”, disse Haynes. “E Joaquin estava levando isso ainda mais para um território sexualmente mais ousado”.

Ainda de acordo com o Deadline, o filme foi cancelado e não há planos para substituir Phoenix no papel. Vários sets foram construídos, uma equipe está inteira desempregada e o prejuízo chegará a milhões.

Essa não é a primeira vez que Phoenix abandona um projeto de última hora. Em ocasiões anteriores, o ator já havia deixado produções como Coringa e Sempre em Frente, mas em ambos os casos foi convencido a retornar.

O longa contava com roteiro de Todd Haynes, Jon Raymond e Joaquin Phoenix.

‘Eu Sou a Lenda 2’ irá SUBVERTER as expectativas do público, revela roteirista

A sequência de Eu Sou a Lenda continua a gerar grande expectativa entre os fãs e, agora, o roteirista Akiva Goldsman ofereceu atualizações bastante interessante sobre o projeto.

Em entrevista ao Collider, Goldsman forneceu breves detalhes sobre a continuação e disse que a história irá surpreender os fãs.

“Estamos sequenciando a versão alternativa”, ele afirmou. “Aquela de que falamos antes, onde Will mora e as coisas não correram tão bem para a humanidade.”

Para aqueles que não se recordam, a versão alternativa trouxe o personagem de Will Smith administrando com sucesso a cura a uma vampira na frente de um Alfa, que revelou não ter perdido sua humanidade após ser infectado. Esse final foi pautado na ideia da esperança, em comparação com o que o público viu na versão para os cinemas, que retratava os vampiros como selvagens implacáveis.

“É uma mensagem muito diferente do filme que pretendíamos fazer, mas fizemos isso de boa vontade com o comercialismo grosseiro em mente”, ele continua, confirmando que o final alternativo, de fato, era canônico ao universo.

O roteirista também acrescenta que “o mundo retorna, e retorna de uma forma espetacular. É algo muito animador com o que brincar, porque não é nada do que você imagina. Não é Eu Sou a Lenda que seu pai assistiu”.

De acordo com o Deadline, a Warner Bros está em negociações com o cineasta Steven Caple Jr. (‘Creed II’) para assumir a direção do filme.

Além de Smith, a continuação também contará com Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’).

Confira o final alternativo e siga o CinePOP no Youtube:

Veterano em franquias de sucesso, Smith define um critério rigoroso para sequências: “ela precisa] se destacar por si só. Eu me disse que nunca faria aos fãs uma sequência apenas porque seria legal ter uma sequência”.

Eu Sou a Lenda chegou aos cinemas há 14 anos e foi dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’).

Na trama, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.

Alice BragaWillow SmithCharlie Tahan e outros também fizeram parte do elenco.

O longa conquistou 68% de aprovação da crítica, que elogiou especificamente a atuação de Smith, e arrecadou US$585 milhões ao redor do mundo.

Por que o ator do Montanha foi REESCALADO tantas vezes em ‘Game of Thrones’?

Game of Thrones se tornou uma das séries mais populares e premiadas de todos os tempos por inúmeras razões – incluindo uma gama de personagens bastante complexa e envolvente.

Um desses personagens, sem sombra de dúvida, é o Montanha, cujo nome verdadeiro é Gregor Clegane. Ainda que a inteligência e a sagacidade não sejam seu forte, Montanha compensa esses defeitos com uma bravura e uma força invejáveis. Todavia, é notável como inúmeros atores interpretaram-no nas telinhas (via CBR).

Na primeira temporada, o lutador Conan Stevens causou uma grande impressão ao viver a primeira encarnação do Montanha, provando ser perfeito para o papel com sua robustez e seu tamanho. Porém, ele teve que abandonar o projeto após ser escalado como Blog na trilogia ‘O Hobbit’, de Peter Jackson’.

Logo, coube a Ian Whyte substituí-lo na 2ª temporada, interpretando o personagem até o final da 3ª temporada até deixar a série por motivos criativos, em que não conseguia encontrar as motivações certas ou se distanciar emocionalmente da violência que se desenrolava em cena, segundo o DigitalSpy. Por fim, Hafþór Júlíus Björnsson foi contratado como a terceira e última versão do Montanha na 4ª temporada, mantendo-se fiel ao personagem até a conclusão do show.

Lembrando que a série derivada de Game of ThronesA Casa do Dragão, já está disponível na Max. A atração original também está disponível na plataforma de streaming.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘A Torre Negra’: Roteirista explica o que deu ERRADO na adaptação do romance de Stephen King

Em 2017, chegava aos cinemas a ambiciosa adaptação do romance neo-western A Torre Negra, assinado por Stephen King.

Apesar das boas intenções e de um competente time criativo envolvido no longa-metragem, o resultado ficou bem aquém do esperado – sendo massacrado pela crítica com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$113,2 milhões nas bilheterias contra um orçamento de US$66 milhões.

Agora, em entrevista ao Collider, o co-roteirista Akiva Goldman comentou sobre os motivos que culminaram na fraca adaptação do livro.

“Nós falhamos com A Torre Negra, ele afirmou. “Não é que isso tenha escapado. Nós simplesmente falhamos. Tentamos juntar as peças, não conseguimos aguentar, isso continuou mudando, todos tinham um ponto de vista diferente. Muitos de nós que começamos isso perdemos qualquer chance de mantê-lo e, no final, foram muitas esperanças e sonhos significativos que levaram a quase nada. Isso não é exatamente transmitir uma coisa, mas é uma perda dela”.

Lembrando que os romances ganharão uma nova adaptação, dessa vez em uma série supervisionada pela Amazon Studios e criada por Mike Flanagan (‘A Queda da Casa de Usher’).

A Torre Negra‘ é uma saga de oito livros que acompanha um eterno duelo entre forças sobrenaturais, acompanhando um pistoleiro chamado Roland em sua busca por um ser conhecido como O Homem de Preto.

Considerada a produção mais extensa da carreira King, a saga supera as 4.300 páginas e tem elementos de horror, faroeste e ficção científica, e serve para conectar todo o universo das obras de Stephen King. O plano de Flanagan é adaptar ‘A Torre Negra‘ em cinco temporadas, além de dois filmes adicionais.