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Disney D23: Painel de ‘Zootopia 2’ revela logo e personagens da sequência [PRIMEIRA MÃO]

CinePOP está participando da Disney D23, uma das maiores convenções de cultura pop do ano – e um dos estandes trouxe o primeiro vislumbre da aguardada sequência Zootopia 2’.

Como visto na imagem abaixo, é possível ver o logotipo oficial da continuação, bem como os personagens que farão parte da narrativa.

Confira:

Zootopia 2‘ tem estreia agendada para o dia 26 de novembro de 2025, no feriado de Ação de Graças norte-americano.

Em uma entrevista ao The Direct, o produtor Brad Simonsen deixou os fãs animados ao falar sobre a sequência, garantindo que o filme não só manterá o nível de qualidade do primeiro, mas também poderá superá-lo.

“Estamos todos muito animados com esse projeto. O primeiro filme foi uma das experiências mais incríveis da minha vida. O próximo será tão bom ou melhor que o primeiro. Então, sim, estamos entusiasmados com esse projeto”, afirmou Simonsen.

Recentemente, a insider Grace Randolph relatou que o filme teve sua primeira exibição teste recentemente, e os resultados foram muito positivos.

Randolph relatou que a reação ao filme foi a melhor da história da Disney Animation para uma primeira exibição teste.


Zootopia foi lançado em 2016 e se tornou um dos filmes mais aclamados da Casa Mouse, levando para casa um Oscar, um Globo de Ouro, um Annie Award e vários outros prêmios.

Relembre o trailer:

Judy Hopps é a pequena coelha de uma fazenda isolada, filha de agricultores que plantam cenouras há décadas. Mas ela tem sonhos maiores: pretende se mudar para a cidade grande, Zootopia, onde todas as espécies de animais convivem em harmonia, na intenção de se tornar a primeira coelha policial. Judy enfrenta o preconceito e as manipulações dos outros animais, mas conta com a ajuda inesperada da raposa Nick Wilde, conhecida por sua malícia e suas infrações. A inesperada dupla se dedica à busca de um animal desaparecido, descobrindo uma conspiração que afeta toda a cidade.

‘Demolidor: Renascido’: Compositores de ‘X-Men: 97’ comemoram trabalho na aguardada série

Através do Instagram, os compositores John Andrew Grush e Taylor Newton, mais conhecidos como The Newton Brothers, confirmaram que estão trabalhando na trilha sonora de ‘Demolidor: Renascido‘, vindoura série que dá continuidade às aventuras do herói vivido por Charlie Cox.

A dupla já trabalhou com a Marvel Studios compondo a trilha sonora de ‘X-Men ’97‘.

Antes disso, eles são mais conhecidos por seu trabalho em filmes de terror e suspense, como ‘Doutor Sono’, ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘Ouija: A Origem do Mal’ e ‘Hush: A Morte Ouve‘.

Na publicação, eles escreveram:

“Estamos emocionados em anunciar que estamos compondo a trilha sonora da nova série do Demolidor‘! Como fãs de quadrinhos, esta é a realização de mais um sonho. Sempre fomos profundamente apaixonados pelo complexo universo desse personagem. […] Traremos mais novidades em breve.”

Confira:

Além de Charlie Cox reprisando seu papel como o herói, Vincent D’Onofrio também reprisará seu papel como vilão Wilson Fisk.

Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) também retornam.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

“My Oh My”, colaboração de Kylie Minogue, Bebe Rexha e Tove Lo, ganha clipe INCRÍVEL; Confira!

Foi divulgado o videoclipe oficial de “My Oh My”, colaboração musical entre Kylie Minogue, Bebe RexhaTove Lo.

Vale lembrar que Minogue já possui uma canção performada ao lado de Tove Lo“Really Don’t Like U”, do álbum ‘Sunshine Kitty’.

Confira:

O último compilado de originais de Kylie foi o aclamado ‘Tension’, que lhe rendeu a estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Pop Dance pela faixa “Padam Padam”.

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Em 2009, concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’.

Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

‘Respira’: Drama MÉDICO do mesmo criador de ‘Élite’ chega ESTE MÊS ao streaming!

O drama médico espanhol Respirachega este mês ao catálogo da Netflix.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 30 de agosto.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Carlos Montero (‘Élite’).

Joaquín Sorolla é muito mais do que um hospital público de Valência onde diariamente se salvam vidas. Médicos e residentes trabalham arduamente no ritmo frenético do pronto-socorro, onde tensões, emoções e até desejo aceleram o coração de uma equipe que vive cada vez mais no limite. A chegada de um ilustre paciente evidencia a complicada situação do sistema público de saúde, acendendo o estopim para o que se tornará uma greve drástica e sem precedentes.

Najwa NimriAitana Sánchez GijónBlanca SuárezManu RíosBorja LunaAlfonso Bassave estrelam.

A primeira temporada conta com oito episódios.

‘Sua Culpa’: Sequência do romance ‘Minha Culpa’ ganha dois cartazes INÉDITOS; Confira!

O Prime Video divulgou dois cartazes inéditos de ‘Sua Culpa‘, sequência do romance ‘Minha Culpa‘.

O novo filme estreará oficialmente no dia 27 de dezembro.

Confira, junto ao teaser, e siga o CinePOP no Youtube:

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“Noah e Nick finalmente estão juntos após superarem as adversidades. No entanto, o retorno de uma ex-namorada vingativa e a mãe de Nick, com intenções obscuras, abalarão não apenas o relacionamento deles, mas toda a família Leister”.

Além de Gabriel Guevara e Nicole Wallace, o elenco conta com Marta Hazas, Iván Sánchez, Victor Varona e Eva Ruiz reprisando seus papéis. Novos nomes, como Goya Toledo, Gabriela Andrada, Álex Béjar, Javier Morgade, Felipe Londoño e Fran Morcillo, também integram o elenco.

Baseado na trilogia da autora argentina Mercedes Ron, o novo filme é dirigido por Domingo González, responsável também pelo primeiro filme da franquia.

‘Becoming Karl Lagerfeld’: Série com Daniel Brühl já está disponível no Disney+!

Becoming Karl Lagerfeld, série que gira em torno do ícone da moda titular, já está disponível no Disney+.

A produção chegou à plataforma de streaming no último dia 07 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção foi criada por Isaure Pisani-FerryJennifer Have, baseada na biografia homônima assinada por Raphaëlle Bacqué.

Em 1972, Karl Lagerfeld tem 38 anos e ainda não usa seu penteado icônico. Ele é um designer de pronto-a-vestir, desconhecido do grande público. Enquanto conhece e se apaixona pelo sensual Jacques de Bascher, um jovem dândi ambicioso e perturbador, o mais misterioso dos estilistas ousa enfrentar seu amigo (e rival) Yves Saint Laurent, um gênio da alta costura apoiado pelo formidável empresário Pierre Bergé.

Daniel Brühl estrela como Lagerfeld.

O elenco também conta com Théodore PellerinArnaud ValoisAlex LutzAgnès Jaoui e outros.

O alemão Karl Lagerfeld foi uma figura importante do mundo da moda por décadas, com seu cabelo branco característico, óculos de sol pretos e golas altas e engomadas. Ele foi diretor criativo da casa de moda francesa Chanel, cargo que ocupou de 1983 até sua morte em 2019. Ele também foi o diretor criativo da casa de moda italiana Fendi, e também tinha sua própria marca de moda alemã com o seu sobrenome.

‘Deadpool e Wolverine’: Ryan Reynolds celebra participação de Chris Evans como Tocha Humana; Confira!

Deadpool e Wolverine‘ contou com a participação de diversos personagens das adaptações da Marvel, alguns mais famosos e outros nem tanto.

Entre eles, o Tocha Humana, vivido por Chris Evans, que retornou ao papel depois dos filmes lançados em 2005 e 2007.

E, em seu perfil do Instagram, o protagonista Ryan Reynolds celebrou a participação do astro ao compartilhar algumas imagens oficiais do personagem e escrevendo:

“Obrigado, @chrisevans. Alguns dos melhores momentos que já vivi no cinema foram escritos por esse cara. Algumas das risadas mais intensas que já tive foram ao ouvir Chris contar uma história — sobre qualquer coisa. E ele me conquistou de novo este ano. Chris é uma dessas estrelas de cinema que é realmente melhor do que você espera que ele seja. E as pessoas o colocam em um padrão altíssimo. Ele é simplesmente o melhor.”

Confira:

E aí, o que você achou da participação do Tocha Humana?

Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Os Provocadores’: Comédia de ASSALTO com Matt Damon e Casey Affleck já está disponível na Apple TV+!

‘Os Provocadores’, comédia de assalto estrelada por Matt Damon e Casey Affleck e dirigida por Doug Liman, já está disponível no catálogo da Apple TV+.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming hoje, 09 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção marca o reencontro de Damon e Liman após trabalharem juntos em ‘A Identidade Bourne‘.

Também será o primeiro trabalho do astro ao lado de Affleck desde ‘Manchester à Beira-Mar, produzido por Damon.

Damon estrela como Rory, um pai desesperado que relutantemente une forças com um colega e ex-presidiário chamado Cobby (Affleck) para roubar os ganhos ilícitos de um político corrupto. Quando o roubo inevitavelmente dá errado, a dupla improvável se vê envolvida em um turbilhão de caos, perseguida não apenas pela polícia, mas também por burocratas ​​e vingativos chefes do crime vingativos. Ao longo do caminho, eles convencem a terapeuta de Rory, vivida por Hong Chau a se juntar à sua fuga turbulenta.

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Produzido pela Apple Original Films em parceria com a produtora Studio 8, o longa é escrito por Chuck Maclean (‘City on a Hill’).

Além de estrelar, Damon será um dos produtores, junto com Ben Affleck, Jeff Robinov, John Graham e Kevin Walsh.

A estreia está marcada para 02 de agosto nos cinemas norte-americanos, antes de ser transmitido globalmente na Apple TV+ em 09 de agosto.

Considerado o MELHOR terror da última década, filme de Robert Eggers retorna à Netflix

Se pararmos para pensar, é quase impossível contar o número de narrativas sobrenaturais que conhecemos; desde quando crianças, somos bombardeados com epopeia mitológicas e fantasiosas que trazem como centro da trama uma força antagônica e etérea materializada em formas grotescas ou sedutoras, representando na maior parte das vezes a perigosa sedução da qual devemos nos afastar para não correr riscos. Seja em contos de fada, filmes, séries ou até mesmos histórias passadas de boca a boca, é muito comum encontrarmos a figura da bruxa mergulhada numa vilanesca e caricata personificação, com os membros esqueléticos, nariz adunco, verrugas espalhadas pela pele já seca, e uma risada maquiavélica que nos arrepia instantaneamente.

Ao longo dos séculos – e principalmente com a evolução da indústria do entretenimento -, tal personagem sofreu várias alterações, tornando-se mais humana, mais complexa, dotada de um passado conturbado que reverbera em sua personalidade atual e afável às trevas. É claro que cair em alguns convencionalismos históricos é normal, mas é a partir de todas essas premissas que Robert Eggers, mergulhando em seu primeiro trabalho cinematográfico de grande reconhecimento, respalda sua mais nova obra com contos centenários que remontam à época da colonização dos Estados Unidos, das controvérsias do julgamento de Salem e todo o misticismo das terras do litoral leste. É muito fácil encontrar inúmeras referências de produções anteriores e até mesmo entender a sua importância para o terror e o suspense psicológico: afinal, A Bruxa é nada mais que uma pura experiência sinestésica que desconstrói e reconstrói tais gêneros.

O filme, que é considerado o melhor terror da última década pelos críticos, está de volta ao catálogo da Netflix.

O pano de fundo nos transporta para as campesinas terras da Nova Inglaterra, em uma comunidade regida pelo fervor protestante-católico dos colonos europeus. Toda a narrativa gira em torno de uma família exilada por não corroborar com as duras leis de sua vila, partindo então para o interior das florestas e construindo um novo lar: desde o princípio, sabemos que essa jornada não acabará bem – as previsões estão intrinsecamente ligadas à incrível e angustiante trilha sonora composta por Mark Koven, cujas sensações imediatas prologam-se por cada um dos atos. Koven arquiteta um escopo musical que mistura elementos tonais e dilacerantes a uma espécie de cantos pagãos distorcidos, evocando perigo a todos os momentos. E é muito interessante notar como a música também entra em contraposição às construções cênicas: em diversos momentos, a família está simplesmente sentada ao redor da fogueira, enquanto a trilha escala um crescendo esmagador.

A situação aparentemente controlada no núcleo protagonista muda totalmente quando o filho mais novo desaparece sob circunstância misteriosas e sem aviso prévio. A primogênita, Thomasin (Anya Taylor-Joy revelando em um potencial indescritível), estava cuidando de seu irmão acalentado nas cobertas, e ao desviar a atenção por dois segundos, ele foi arrastado sem deixar traços para a floresta – e é aqui que as coisas ficam ainda mais assustadoras: ao invés de se privar em mostrar o que realmente aconteceu, Eggers coreografa uma dança fluida para acompanhar o outro lado da história que não recebe toda a atenção que poderia receber. Logo depois do sumiço do caçula, vemos uma figura encapuzada (a famigerada bruxa) que o leva para um casebre escondido por entre as árvores e o sacrifica num ritual obsceno e arrepiante.

Cair em interpretações maniqueístas é um erro que não devemos cometer ao assistir a esse longa-metragem: a história é baseada em contos de época que tentavam explicar o inexplicável, e a suposta antagonista é nada mais que um mero bode expiatório para encontrar sentido e lógica – ainda que sobrenaturais – a uma cultura movida pelo medo. Ora, se bem podemos nos lembrar, os protestantes viviam em guerra com os anglicanos, sendo perseguidos constantemente; nada mais natural que moverem-se através desse medo para conseguirem reconstituir as vidas que perderam no além-mar. As inúmeras referências são constantes, e inclusive apoiam outros temas que são trazidos pelo roteiro também assinado pelo cineasta.

Eventualmente, a atmosfera já tensa da família dá um lugar a uma insegurança extrema: após tentativas fracassadas de seguirem em frente, Caleb, o segundo mais velho, aventura-se na floresta junto a Thomasin para impedi-la de ser mandada embora para a cidade grande – afinal, eles precisam de algum sustento, visto que as plantações não crescem, a comida é escassa e eles não têm como se manter por conta própria. A partir daqui, o ator-mirim Harvey Scrimshaw mostra-se merecedor de tantas ovações quanto seus colegas mais velhos ao mergulhar em seu personagem com tanta contundência que chega a ser mórbido: ele acaba retornando para a casa dias depois, tomado por uma febre inexplicável e com o corpo todo arranhado, dançando entre a lucidez e a loucura. É só então que, através de um monólogo quase teatral, ele se rende ao último suspiro de salvação em uma sequência perscrutada pelo puro silêncio.

Ainda que a chegada do terceiro ato represente uma quebra de ritmo perceptível, Eggers tenta fazer a experiência sensorial valer a pena e consegue na maior parte de sua obra. A histeria religiosa que acomete a família é um dos principais pontos tratados na obra, bem como o paganismo e a fé compulsória que logo mais corrompe cada um deles: o patriarca William (Ralph Ineson) é um dos exemplos mais claros de transgressão de arco e de personalidade, e sua presença é um elemento essencial para a composição da fotografia. Ao lado de Jarin Blaschke, o diretor toma cuidados especiais que tangenciam até mesmo pinturas religiosas, optando pelos planos frontais e pelo jogo de luz e sombra para compor a estética visual – suas inclinações para o barroco são simplesmente espetaculares.

Entretanto, a mudança brusca do tratamento da luz é também um elemento muito bem-vindo conforme cada personagem encontra seu trágico fim: alguns morrem, outros são raptado novamente pela bruxa, e Thomasin é a única que, desolada por mentiras e pela desconfiança de seus semelhantes, junta-se às forças do mal para encontrar a paz. E mesmo que a cena final só seja bem construída pelo último frame – que evoca memórias de gravuras pagãs históricas -, essa oscilação proposital é brilhante. Todo o exterior da casa é estranhamente repulsivo, marcado por uma paleta de cores cinza-azulada, quase morta: a luz interior é um dos únicos momentos convidativos, como se o filme prezasse pela segurança excessiva e condenasse os perigos que existem do lado de fora.

A Bruxa não é como a maioria das obras de terror e suspense – não passa nem perto disso. Então, é normal que grande parte do público não se identifique, visto que espera pelos jump scares e pelas construções exacerbadas que não irão existir. Aqui, o mal assume formas sutis e desliza sutilmente por todo o desenrolar da história, e esse talvez seja o ponto de maior sucesso do longa-metragem.

‘143’, novo álbum de Katy Perry, trará colaborações com Kim Petras e 21 Savage; Confira a tracklist!

A icônica popstar Katy Perry anunciou revelou, através do clipe de “Lifetimes”, a tracklist oficial 143, seu aguardado sétimo álbum de estúdio.

Contando com onze faixas, o compilado de originais traz colaborações com 21 SavageKim PetrasJIDDoechii.

Veja:

1. Woman’s World
2. Gimme Gimme (feat. 21 Savage)
3. Gorgeous (feat. Kim Petras)
4. I’m His, He’s Mine (feat. Doechii)
5. Crush
6. Lifetimes
7. All the Love
8. Nirvana
9. Artificial (feat. JID)
10. Truth
11. Wonder

Lembrando que o disco, que conta também com o lead single “Woman’s World”, tem estreia agendada para o dia 20 de setembro – mesmo dia em que se apresentará no Rock in Rio, no Palco Mundo.

Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último compilado de originais, Smile, foi lançado em 2020.

Crítica | Katy Perry entrega um vibrante house com “Lifetimes”, segundo single do álbum ‘143’

Depois de ter oficializado sua nova era com o lançamento de “Woman’s World” (que teve uma recepção extremamente desfavorável por parte do público e da crítica por uma suposta hipocrisia criativa que foi pintada como “sátira”), Katy Perry continuou a explorar o vindouro álbum 143 com a estreia do segundo single oficial, “Lifetimes”.

Acompanhada de um divertido e dançante videoclipe, a canção se afasta das tentativas frustradas de crítica social da track anterior e coloca Perry em sua zona de conforto ao estender-se para um vibrante e dançante house que já se inicia com as pesadas notas do piano, aliadas a um limpo e convidativo sintetizador. Aqui, a cantora e compositora percebe que não há necessidade de dar um passo maior que a perna e que resgatar incursões predecessoras da própria carreira – neste caso, bebendo da fonte de ‘Prism’‘Teenage Dream’ – é uma saída lógica e funcional quando não se deseja reinventar a roda.

Novamente, Perry alia-se a Dr. Luke, que fica responsável pela produção e que se baseia essencialmente no classicismo do gênero em questão, nos arremessando de volta aos anos 1990 e promovendo uma certa interação com iterações como “Walking On Air” (uma gema esquecida que merecia maior reconhecimento). Em se tratando de uma faixa escapista, é natural que tenhamos repetições constantes de progressão sonora, seja na upbeat bateria que antecede o refrão, seja no simples acorde triplo que se estende pelos três minutos de duração. E, eventualmente, somos engolfados nesse hedonismo feito para as pistas de dança e que exalta o que há de melhor na vida – o amor.

É claro que o tema em questão é recorrente na discografia da cantora e, levando em consideração a simplicidade exacerbada dos versos, o que Perry procura entregar a seus fãs é uma nostálgica rendição de pura felicidade, ainda que tenha se envolvido em acontecimentos polêmicos e controversos nos últimos tempos. À medida que pega páginas emprestadas de nomes como One BitLady GagaJessie Ware, “Lifetimes” cumpre com o que promete e encontra sucesso considerável ao não se levar a sério e a ter plena noção de seus limites.

‘Deadpool e Wolverine’: Qual será o destino da Resistência?

EmDeadpool & Wolverine, diversos heróis da antiga Fox enfrentam O Vazio após suas realidades serem podadas, lutando para sobreviver e evitar se tornarem alimento para Alioth, uma entidade trans-temporal usada por Kang para destruir suas Variações.

No entanto, os fãs têm se questionado sobre o destino dos membros da Resistência após o longa. Uma teoria compartilhada pelo ComicBookMovie revela possíveis desfechos para esses icônicos heróis.

5. Blade

O icônico vampiro vivido por Wesley Snipes fez uma aparição marcante no filme, recebendo elogios dos fãs. Sabemos que a Marvel está planejando um reboot do herói, com Mahershala Ali assumindo o papel. No entanto, quase cinco anos se passaram e o projeto ainda não saiu do papel.

Diante disso, não seria impossível que a Marvel descartasse o projeto e mantivesse Snipes como Blade, talvez até como mentor de um grupo de heróis sobrenaturais.

4. Elektra

elektra cinepop

Jennifer Garner interpretou Elektra em ‘Demolidor – O Homem sem Medo’
e no seu filme solo, ambas as produções receberam críticas negativas dos fãs. Apesar de seu desempenho positivo em Deadpool & Wolverine, é pouco provável que ela retorne ao MCU, especialmente considerando que Elodie Yung interpretou a personagem na série ‘Demolidor’ da Netflix, que está passando por uma transição para o MCU.

3. Gambit

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Channing Tatum sempre sonhou em interpretar Gambit, mas apesar das várias tentativas, seu filme solo nunca saiu. No entanto, o ator teve a chance de mostrar seu potencial ao viver o mutante em Deadpool & Wolverine.

Agora, com a introdução dos X-Men no MCU, especialmente após a cena pós-créditos de ‘As Marvels’, Tatum ainda pode ter esperanças de retornar ao papel em futuros filmes da Marvel.

2. X-23

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Laura/X-23, que fez sua estreia aclamada emLogan, é considerada um dos destaques positivos do filme. Ao final de Deadpool & Wolverine, ela estará com Wolverine em sua nova casa: Terra-100005.

Considerando o início da era dos mutantes que se aproxima após a guerra do multiverso e o reboot da Marvel, faz sentido que a personagem assuma o manto de Wolverine, em vez de buscar outro ator para o papel. Afinal, quem poderia competir com Hugh Jackman? Vale lembrar que, nos quadrinhos, a heroína já vestiu o icônico traje azul e amarelo com o codinome “Wolverine”, então não há motivo para não fazer isso acontecer.

1. Resistência

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Inicialmente, ‘Vingadores: A Dinastia de Kang’ mostraria diversos grupos de heróis tentando deter o viajante do tempo, mas o vilão foi descartado e Doutor Destino, interpretado por Robert Downey Jr., será a nova ameaça em ‘Avengers: Doomsday’.

Ainda assim, considerando o sucesso deDeadpool & Wolverine e a recepção positiva da equipe da Resistência, não seria surpreendente vermos o grupo ajudando de alguma forma os Vingadores.

Agora, só nos resta esperar pelos próximos passos da Marvel. E você, qual desses heróis gostaria de ver novamente nas telonas?

Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Crítica | ‘Armadilha’ é o MELHOR filme de M. Night Shyamalan desde ‘Fragmentado’

M. Night Shyamalan parece carregar um fardo em sua carreira: afinal, após O Sexto Sentido, o cineasta trouxe um elemento novo às narrativas de suspense ao maximizar o plot twist e nos deixar em um profundo estado de choque – algo que ele tentaria fazer em suas obras seguintes. É claro que, em certas produções, Shyamalan alcançou o objetivo que almejava, como ‘Sinais’, Fragmentado e o subestimado ‘A Vila’, enquanto falhou miseravelmente em entregar conclusões e reviravoltas com títulos como ‘A Dama na Água’, Vidro e Tempo. Agora, o diretor está de volta com um ambicioso projeto intitulado ‘Armadilha’ (que, permitindo que ele se restrinja aos próprios impulsos, sagra-se como uma de suas obras mais honestas).

A trama é focada em Cooper Adams (Josh Harnett), um pai que leva sua filha, Riley (Ariel Donoghue) ao show de sua popstar favorita – Lady Raven (Saleka Night Shyamalan). Ao chegarem lá, Cooper percebe que a segurança do estádio onde o espetáculo irá acontecer está muito reforçada, com membros dos principais grupos de forças especiais se espalhando nos arredores do local e formando uma espécie de barreira entre o mundo lá fora e os espectadores. Não demora muito tempo até que Cooper descubra que toda a montagem do show é, na verdade, uma artimanha muito bem elaborada para que a polícia finalmente coloque as mãos no perigoso serial killer conhecido como o Açougueiro, que estará presente no concerto. Acontece que o assassino é ninguém menos que o nosso “estimado” protagonista – e, a partir daí, ele elabora inúmeros planos para conseguir escapar dessa prisão sem grades.

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A princípio, é preciso afirmar que, como brevemente mencionado no parágrafo introdutório, ‘Armadilha’ posa como um dos longas mais “pé no chão” de Shyamalan. Em outras palavras, é notável a diferença estrutural e criativa entre recentes incursões como Batem à Porta e Tempo (envolvidos em uma agourenta ambientação quase sobrenatural) e esta: a simples narrativa ganha força ao não tentar dar um passo maior que a perna, permitindo que o realizador utilize as cartas que lhe são dadas sem construir enredos pedantes e ambiciosos demais para serem levados a sério. De fato, o desenrolar dos eventos é pautado em um sólido e enervante thriller que usa e abusa da ótima habilidade performática do elenco, em especial a de Hartnett.

O ator, que há algum tempo não participava do circuito mainstream e que tinha nos dado a graça de sua presença na aclamada série ‘Penny Dreadful’, brinca com uma variedade de icônicos serial killers para compor o personagem que interpreta – e rende-se a um trabalho psicótico de tirar o fôlego e que o deixa na tênue linha entre o teatral e a loucura, dançando através de uma insanidade que transparece nas pupilas dilatadas ou no tremer dos lábios. Há, inclusive, uma certa referência a Jack Nicholson em ‘O Iluminado’ que é reiterada por constantes close-ups que, às vezes, tornam-se cansativos pela quantidade exacerbada na telona. E Hartnett não está sozinho nessa empreitada, visto que Saleka, filha de Shyamalan, mostra que tem o potencial necessário para acompanhá-lo (e até mesmo ganha um protagonismo inesperado em um terceiro ato recheado de tensões).

Um dos outros pontos que nos chamam a atenção é a forte trilha sonora, também cortesia de Saleka. Acompanhando de perto a construção instrumental de Herdís Stefánsdóttir, a cantora aposta fichas em pulsões de R&B e trap que, de alguma maneira, conseguem combinar com o tom atmosférico do enredo através de um conflito proposital de ação e reação – e aproveita a plataforma entregue pelo pai para promover sua outra identidade artística. E, como parte dessa preocupação estética (que funciona na maior parte das vezes), Sayombhu Mukdeeprom assina uma direção de fotografia que oscila entre a melancolia, a tensão e o espetáculo em si, apostando no embate entre cores mais frias e o fervor que se apodera de cada uma das sequências do longa-metragem.

É possível que parte do público tenha alguns problemas com a frenética montagem de Noëmi Preiswerk ou até mesmo com a conclusão anticlimática da trama – mas percebemos uma tentativa honrosa de Shyamalan em dar um passo para trás e se afastar do forçado exagero dos plot twists de obras anteriores, preferindo algo mais sólido e crível, que faça sentido dentro do que pretende nos entregar. E, ao menos para este que vos escreve, esse anticlímax funciona dentro de seus limites e auxilia na finalização de uma história simples e prática.

‘Armadilha’ emerge como o melhor filme de M. Night Shyamalan desde Fragmentado, seja pela forma franca com que é arquitetado, seja por não se deixar levar pela ambição desmedida; aqui, o diretor e roteirista mostra que consegue cumprir com o prometido sem querer reinventar o gênero e percebendo os pontos fortes de sua visão artística.

‘Alien: Romulus’: Revelada a duração oficial do filme; Confira!

Alien: Romulus‘ chega aos cinemas nacionais no próximo dia 15, e o site oficial da IMAX confirmou que o longa terá exatos 120 minutos de duração, ou seja duas horas.

Recentemente, a 20th Century Studios divulgou um que traz a personagem Isabela Merced lutando pela sobrevivência.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O longa será ambientado entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), e já recebeu a aprovação de ninguém menos que Ridley Scott e James Cameron, os lendários diretores por trás dos clássicos originais.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

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‘Deadpool & Wolverine’: Ryan Reynolds revela que precisou cortar piada do filme

Deadpool & Wolverine conquistou o público com seu humor irreverente e suas cenas de ação frenéticas. No entanto, por trás das câmeras, o longa não se isentou de certas limitações, incluindo a necessidade de cortar uma piada considerada polêmica.

Em uma entrevista ao Collider, Ryan Reynolds revelou que uma piada específica foi removida a pedido da Disney.

Sem entrar em detalhes o ator declarou:

“Recebi uma orientação sobre uma linha específica, e vou dizer o seguinte: me pediram para remover a linha. Não era uma ordem obrigatória para retirar a linha. Para citar alguém em uma posição de liderança muito alta na Disney: ‘Se eu estou dentro, estou dentro de verdade. E se você a retirar, eu adoraria. Se você não retirar, ainda amarei e apoiarei você, este filme e todo o trabalho duro que foi feito.’ Então, chega um ponto em que você pensa: ‘Quero manter o orgulho? Eu me importo? Vou morrer na colina por uma piada?’ Olha, a resposta é que, claro, eu vou morrer na colina por uma piada, mas depois você se recupera algumas semanas depois”. 

“Muitas semanas depois”, interveio o diretor Shawn Levy. “Meu amigo Ryan é um filho da mãe teimoso. Levou semanas para o terreno amolecer, e vamos levar essa piada para o túmulo”.

Embora o ator não tenha divulgado o conteúdo exato da piada, ele descreveu a piada que substituiu.

“A inteligência e o mérito da piada são certamente discutíveis, mas é a piada do Pinóquio. Sabe? ‘Eu tenho o Pinóquio entalado no meu traseiro, e ele está mentindo como louco’”.

Ele concluiu, destacando a importância da parceria com a Disney.

“Isso substituiu o que havia antes, e eu não estou perdendo o sono por causa disso… Quando pedem uma coisa assim, e eles foram parceiros nesse nível, o que é raro nesse negócio, e as pessoas colocaram sua fé e confiança em nós para não apenas fazer um filme de forma responsável e terminar no prazo e no orçamento, e conseguir um dia e meio de refilmagens – o que ambos estamos super orgulhosos. Para qualquer filme isso é extraordinário, mas especialmente para um filme baseado em quadrinhos, você precisa levar essas coisas a sério, e você precisa ser um bom parceiro. E queremos ser bons parceiros sempre”. 

Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

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A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Euphoria’: Hunter Schafer se emociona ao falar da 3ª temporada e da morte de Angus Cloud: “Tivemos perdas”

Hunter Schafer, a icônica Jules de Euphoria, recentemente falou sobre a aguardada terceira temporada da série, abordando suas expectativas para o futuro e a razão por trás do atraso no retorno da produção.

Em uma entrevista ao podcast Call Her Daddy, Schafer revelou: “A verdade é que eu não faço a menor ideia do que está acontecendo. Você pode perguntar a qualquer membro do elenco. Muitas coisas aconteceram, tivemos perdas”.

Vale lembrar que, em julho de 2023, Angus Cloud, que interpretava Fezco, faleceu devido a uma overdose acidental.

Schafer continuou, com emoção:

“Acho que todos sentimos uma certa antecipação sobre se realmente faremos a terceira temporada. Obviamente, ainda estou tentando encontrar paz com o que aconteceu. Perder pessoas que realmente amamos e estar separados dessa família é difícil”.

Ela também refletiu sobre o impacto emocional: “Se a temporada acontecer, acredito que será um desafio. Existe um cenário em que podemos canalizar essa experiência e criar uma terceira temporada bonita, se for para acontecer. Essa situação deixou todos nós confusos em um nível emocional, e há também questões políticas e da indústria que vão definir se isso vai ou não acontecer. No entanto, a parte emocional é uma grande questão para o que está por vir”.

Vale ressaltar que segundo a HBO, o novo ciclo da série vencedora do Emmy começará a ser rodado em janeiro de 2025, com todos os membros do elenco principal retornando (via Variety).

“Estou emocionado por estarmos prontos para começar a produção de Euphoria em janeiro. Não poderíamos estar mais felizes com a nossa parceria criativa com [o criador Sam Levinson] e este elenco incrível. Estamos ansiosos para dar vida a esta nova temporada de Euphoria para os fãs”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO e chefe de séries dramáticas e filmes da HBO.

Isso significa que a produção dos novos capítulos começarão quase três anos depois da estreia da segunda iteração.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Zendaya estrela a produção. O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.

BOMBA! ‘Arcane’, ‘Terminator Zero’ e várias animações da Netflix têm episódios vazados

A Netflix sofreu um golpe significativo nos últimos dias, pois viu alguns de seus principais lançamentos animados terem seus novos episódios vazados ilegalmente na internet.

De acordo com a SlashFilm, entre as produções afetadas estão os novos episódios da 2ª e última temporada da aclamada animaçãoArcane.

Além disso, todos os oito episódios do aguardado anime ‘Terminator Zero’ também foram vazados, assim como os temas de abertura e encerramento de títulos esperados, como o remake de ‘Ranma ½’, com os quatro primeiros episódios dessa série.

Também foram divulgados a abertura da adaptação para anime de ‘Dandadan’ e os seis primeiros episódios dessa produção.

Outros vazamentos incluem a estreia da terceira temporada de ‘Re:ZERO -Starting Life in Another World’ e o filme ‘Mononoke the Movie: Phantom in the Rain’.

Lembrando que a próximo temporada de Arcaneestreia em novembro de 2024.

Confira:

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

A série foi criada por Christian Linke e Alex Yee.

Katy Perry lança “Lifetimes” como o segundo single do álbum ‘143’

A popstar Katy Perry lançou hoje (08) a faixa “Lifetimes” como o segundo single de seu próximo álbum de estúdio, 143.

A faixa e o videoclipe já estão disponíveis para o público

Confira:

O compilado de originais tem estreia agendada para o dia 20 de setembro e conta também com a música “Woman’s World”.

Vale lembrar que Perry se apresentará no Brasil, no Rock in Rio, no dia 20 de setembro no Palco Mundo – no mesmo dia que Ivete Sangalo e Cindy Lauper.

Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último compilado de originais, Smile, foi lançado em 2020.

Sadie Sink reflete sobre o sucesso de ‘Stranger Things’ e o futuro de Max

Em uma entrevista recente à Variety, Sadie Sink, a talentosa atriz que interpreta Max Mayfield em Stranger Things, compartilhou suas reflexões sobre o sucesso da série e a jornada de sua personagem.

A atriz confessou que não esperava a forte conexão que o público estabeleceu com Max: “Eu realmente não achava que as pessoas se importariam tanto com a jornada dela. Ainda assim, eu estava meio que pensando, ‘Isso é legal'”.

Sobre lidar com a fama e o sucesso, Sink demonstra uma maturidade admirável: “Acho que estou definitivamente anestesiada para muitas coisas agora, o que é algo bom. Acho que isso mantém você estável”.

A atriz revela que a experiência de crescer junto com a série tem sido intensa, mas também gratificante: “É como o melhor treinamento do mundo”.

No entanto, a atriz também reconhece os desafios de trabalhar em uma produção de grande escala como Stranger Things: “É como uma máquina. A produção elaborada e o elenco extenso significam que tenho muito tempo livre, intercalado por períodos no set que podem ser intensamente exigentes”.

Sobre a tão aguardada quinta temporada, Sadie Sink deixou os fãs ansiosos: “Eles adoram me ver correndo. Isso é tudo o que vou dizer”.

A expectativa é que o ciclo final seja lançado apenas em 2025.

Anteriormente, o co-criador da série, Ross Duffer, compartilhou imagens da equipe completa reunida em um set interno, enquanto outra dá destaque a Finn Wolfhard, que interpreta Mike Wheeler.

Confira:

“Semana 24. Feliz meio caminho para o melhor elenco e equipe de todos os tempos.”

 

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Grey’s Anatomy’: Ator é escalado para viver capelão gay na 21ª temporada

‘Grey’s Anatomy’ já começou a renovação de seu elenco para a nova temporada. Agora, a produção escalou o ator Michael Thomas Grant, conhecido por ‘Zoey e a Sua Fantástica Playlist’, para um papel recorrente no próximo ano.

De acordo com o TVLine, Grant se junta ao Grey Sloan como James, o capelão episcopal abertamente gay. Ele tem um carinho especial por seus pacientes mais jovens, e sua calorosa personalidade, formação e espiritualidade fazem dele uma presença reconfortante e confiante em qualquer situação. Em sua vida pessoal, James está em uma encruzilhada, aberto ao amor e disposto a dar grandes saltos de fé.

Vale lembrar que Jake Borelli, intérprete do Dr. Levi, e Midori Francis, que se destacou como a médica Mika, encerrarão suas jornadas na próxima temporada.

Anteriormente, havia sido confirmado que a Ellen Pompeo terá uma participação maior na nova temporada. De acordo com o Deadline, a atriz marcará presença em pelo menos 7 dos 18 episódios do próximo ciclo.

Fontes próximas à produção indicam que a artista pode participar de até 14 capítulos.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 26 de setembro.

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Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.