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10 Grandes Filmes de 2024 que Ainda Não Divulgaram seus Trailers!

Com o lançamento de ‘Deadpool e Wolverine’ neste fim de semana pelo mundo, podemos dizer que chegamos oficialmente à segunda metade de 2024. O ano já nos apresentou muitos filmes bons, alguns enormes sucessos e também alguns fracassos. Mas ainda temos a segunda metade do ano, para uma nova centena de produções que prometem sacudir as coisas nos cinemas e também em casa, nos streamings. É por isso que os estúdios gostam de ir aquecendo os motores e ir divulgando com calma os trailers de seus filmes para que o público os conheça e anseie por suas estreias.

Algumas grandes estreias já se adiantaram e divulgaram suas prévias, como ‘Alien Romulus’ e ‘Borderlands’ (que estreiam agora em agosto e lançaram seus novos trailers). ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’ e ‘Coringa 2’ também estrearam recentemente novos trailers; enquanto ‘Gladiador 2’ e ‘Operação Natal’ (com Dwayne Johnson) finalmente mostraram aos fãs o que esperar dos filmes com seus primeiros trailers. Mas essas prévias tão queridas, que servem como termômetro para o público saber o que irá encontrar quando for assistir aos filmes, ainda não foram divulgadas por um punhado de longas cuja estreia é ainda em 2024.

Confira abaixo 10 grandes filmes atrasados que ainda não divulgaram sequer um teaser, deixando o público curioso sobre o que irão encontrar. Lembrando que alguns deles podem vir a ser adiados.

Sonic 3

sonic cinepop
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Ninguém jamais imaginou que ‘Sonic’ iria dar uma volta por cima tão grande. Isso porque quando foi divulgado o trailer do filme original lá de 2020, os fãs chiaram em relação ao visual bizarro do ouriço ligeirinho. Assim, a equipe teve que correr para ajeitar as coisas, e quando o filme foi lançado, os fãs abraçaram fazendo do longa um sucesso. Esse sucesso continuou pelo segundo filme, de 2022, e gerou até uma série derivada do personagem ‘Knuckles’. É o poder da nostalgia. Agora, o que todos estão ansiosos é pelo trailer de ‘Sonic 3’, cuja estreia é prometida para o dia 20 de dezembro deste ano.

O Senhor dos Anéis – A Guerra dos Rohirrim

rings cinepop
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Sim, ‘O Senhor dos Anéis’ ganhará um filme nos cinemas este ano, para além da segunda temporada de ‘Os Anéis de Poder’ na Amazon em agosto. Sim, a franquia adorada parece estar em todos os lugares. No entanto, esse longa para os cinemas será uma animação, e não um filme com atores de carne e osso. E pelas primeiras imagens, a produção da Warner / New Line Cinema lembra bastante o estilo das animações japonesas. Poderemos saber melhor quando o filme finalmente divulgar alguma prévia em vídeo. Esse é outro que está prometido para dezembro, para o dia 13.

The Electric State

electric cinepop
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Com toda a cara de que será adiado, esse é o novo filme dirigido pelos irmãos Russo – que ao que tudo indica voltarão para a Marvel para comandar os novos filmes dos Vingadores. Enquanto isso não acontece, eles precisam finalizar essa ficção científica de aventura, sobre um mundo distópico, em que uma adolescente fará de tudo para encontrar seu irmão mais novo, e para isso contará com a ajuda de um robô e um malandro de rua. A protagonista é vivida pela menina de ouro da Netflix, Millie Bobby Brown, e seu acompanhante ganha as formas de Chris Pratt. Nada de trailer, ou sequer de data definida, mas a estreia será um dos maiores lançamento da Netflix ainda prometido para esse ano.

Havoc

havoc cinepop
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Por falar em filmes da Netflix do qual ainda sabemos muito pouco, ‘Havoc’, adaptação de uma HQ policial com Tom Hardy, vem sendo jogada de ano em ano, tendo nos mostrado praticamente nada. Será que esse será o ano que finalmente receberemos o novo trabalho do diretor Gareth Evans (dos dois ‘Operação Invasão’ – filmes de ação simplesmente fantásticos)? Cruzemos os dedos, pois o filme foi tirado do calendário de estreias – mas pode vir a aparecer nesse segundo semestre de 2024.

The Old Guard 2

oldguard cinepop
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The Old Guard’ não foi o melhor filme do mundo, mas sem dúvida teve seus fãs. E quem não gosta de ver a musa Charlize Theron quebrando tudo, ainda mais depois de ‘Atômica’. Aqui, baseado em uma HQ que conta sobre uma espécie de Highlanders modernos trabalhando como mercenários, Theron lidera uma equipe de imortais se voltando contra seu inescrupuloso contratante. A continuação também já foi filmada, e adiada do ano passado para esse. Mas nada de trailer por enquanto.

De Volta à Ação

devolta cinepop
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Outro que os fãs aguardam ansiosos é o retorno da musa Cameron Diaz às telas, depois de um hiato de 10 anos. Sim, há 10 anos Diaz está afastada das telas, e não sabíamos se algum dia ela voltaria. Pois bem, ao que tudo indica a proposta da Netflix foi satisfatória, e a atriz escolheu voltar ao lado do amigo Jamie Foxx, com quem justamente havia feito seu último longa há uma década – o musical ‘Annie’. Aqui eles são espiões em uma missão, nessa mistura de ação e comédia, do mesmo produtor de ‘Cidade Perdida’, com Sandra Bullock.

Carry-On

carryon cinepop
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Fechando as estreias da Netflix para 2024 que ainda não divulgaram seus trailers – e que podem muito bem ser adiadas para o ano que vem – temos um filme que tem tudo a ver com o Natal, pois se passa na data, e que pode ser o maior lançamento da plataforma para a época. Produzido pela Amblin de Steven Spielberg, e dirigido por Jaume Collet-Serra, aqui temos um thriller natalino que certamente se inspirou bastante nos filmes ‘Duro de Matar’. Na trama, um terrorista chantageia um funcionário do aeroporto a deixar passar pela segurança um misterioso pacote. Agora o sujeito precisará correr contra o tempo para salvar o dia. O protagonista é vivido por Taron Egerton e o vilão tem as formas de Jason Bateman. Parece bem interessante.

Lilo & Stich

lilo cinepop
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Apesar de estar listado no IMDB como um lançamento de 2024, duvido muito que esse longa dê as caras na próxima temporada. A não ser que se torne uma estreia direto na plataforma da Disney+, como ‘Pinóquio’ de Robert Zemeckis, ou ‘Peter Pan e Wendy’, filmes que foram pensados para o cinema, mas terminaram despejados no streaming devido à sua qualidade, digamos, duvidosa. Será esse o destino desta versão em live-action da querida animação de 2002, sobre uma menina havaiana e um ser alienígena comilão? A verdade é que ainda não vimos nada desse vindouro ‘Lilo & Stitch’, que tem no comando o mesmo responsável pelo cult ‘Marcel – A Concha de Sapatos’.

Os Vampiros de Salem

salem cinepop
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Finalizando a nossa lista dos grandes filmes de 2024 que ainda não nos mostraram nada – em especial seus trailers – está um terror que vem sendo jogado de um lado para o outro que nem um João Bobo há anos. Essa é a primeira adaptação para o cinema de um dos livros mais clássicos da carreira do lendário Stephen King, sobre uma cidade infestada de vampiros. A direção é de Gary Dauberman (de ‘Annabelle 3’) e o lançamento é da Warner, que gosta de engavetar para sempre seus filmes. E isso foi o que quase aconteceu com esse longa. Contra o filme está o fato de a história já ter sido levada às telas com perfeição na série ‘Missa da Meia Noite‘, da Netflix, que se tornou a melhor adaptação não oficial do conto. Como superar? A solução foi deixar passar dois anos para ver se as pessoas esquecem um pouco da série. Quem sabe agora sai.

Bônus: The Mothership

mothership cinepop
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Quando falamos em filmes que tiveram seus lançamentos cancelados depois de prontos, todos lembram, é claro, de casos envolvendo o estúdio Warner, mais especificamente o caso de ‘Batgirl‘, afinal filmes de super-heróis ainda são a grande força de Hollywood. Temos também um caso mais recente, com o misto de animação e live-action, ‘Coiote vs. Acme‘, estrelado por John Cena. Mas o que quase ninguém fala e meio que ficou na surdina, é o caso de uma superprodução da Netflix estrelada por Halle Berry, a ficção família ‘The Mothership‘, que também foi colocado no cofre para de lá nunca mais sair.

Os diversos problemas que acometeram a produção falaram mais alto e fizeram os executivos do maior streaming de atualidade decidirem não lançar o filme, que já estava pronto desde 2021 – bem, ou quase. Acontece que seria necessário realizar as famosas refilmagens, porém, o principal problema aqui é que as crianças que interpretam os filhos de Berry cresceram nesse tempo em que o longa ficou pulando de ano em ano. Fora isso, a maior defensora do lançamento da obra, uma das executivas da Netflix, deixou a empresa. Como tudo isso custaria muito caro, a solução foi abandonar a produção – fato que, infelizmente, tem se tornado muito comum em Hollywood.

 

Ministério da Justiça MANTÉM ‘Deadpool & Wolverine’ para maiores de 18; Menores de 16 NÃO podem assistir!

Na última semana, a Disney entrou com um pedido ao Ministério da Justiça para que a classificação indicativa de ‘Deadpool & Wolverine‘ fosse revisada no território nacional.

O estúdio queria que a classificação fosse alterada para maiores de 16 anos, assim menores de idade poderão assistir ao filme acompanhados de um responsável.

Porém, o Ministério da Justiça publicou hoje que o filme continua impróprio para menores de 18 anos por “Drogas, Linguagem imprópria e Violência Extrema”.

A autorização de acesso a obras classificadas como “não recomendado para menores de 18 (dezoito) anos” poderá ser feita apenas para adolescentes com idade igual ou superior a 16 (dezesseis) anos.

Menores de 16 anos não poderão assistir ao filme nem com autorização e nem acompanhados.

A classificação indicativa tem natureza pedagógica e informativa, capaz de garantir à pessoa e à família conhecimento prévio para escolher diversões e espetáculos públicos adequados à formação de seus filhos, tutelados ou curatelados.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Em dois dias, ‘Deadpool e Wolverine’ ultrapassou US$ 100 MILHÕES nas bilheterias

O sucesso já era esperado, mas está tomando proporções maiores do que o imaginado.

Em apenas DOIS DIAS, ‘Deadpool & Wolverine‘ já ultrapassou US$ 100 MILHÕES nas bilheterias.

Foram US$ 38,5 milhões nas prévias de quinta-feira nas bilheterias dos EUA, US$ 64,8 milhões no mercado internacional, totalizando US$ 103,3 milhões.

Internacionalmente, o filme abriu em todos os principais mercados, exceto na China, onde começa a ser exibido na sexta-feira.

Nos EUA, a produção teve a maior abertura do ano até agora e a maior arrecadação de pré-estreia de um filme com classificação R – para maiores de 18 anos.

A arrecadação de quinta-feira superou facilmente o sucesso de animação da DisneyDivertida Mente 2‘, que arrecadou US$ 13 milhões no mês passado.

O primeiro ‘Deadpool‘ arrecadou US$ 12,7 milhões nas pré-estreias de quinta-feira à noite em 2016, e sua sequência de 2018 superou isso com US$ 18,6 milhões, que manteve o recorde de classificação R até agora. Então, espere que os recordes continuem caindo conforme o fim de semana avança.

Nos EUA, o longa deve abrir com US$ 160-170 milhões no fim de semana, o que representa o maior lançamento de um filme para maiores na história do país – ultrapassando a estreia de ‘Deadpool‘ (US$132.4M).

Internacionalmente, a expectativa é que a produção some em torno de US$ 180-190 milhões.

Os números prometem um grande retorno do MCU nas telonas, após uma série de fracassos e decepções nos cinemas. Vale lembrar que, em novembro do ano passado, a Marvel quebrou recordes negativos com ‘As Marvels‘, que registrou a menor estreia do estúdio ao arrecadar apenas US$ 46.1 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Deadpool e Wolverine‘ já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa entrevista, crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Filme de ação INÉDITO com Henry Cavill como mercenário estreia em 1º LUGAR no Prime Video

Guy Ritchie tem um apreço bastante considerável por histórias de espionagem e já nos entregou títulos que são relembrados até hoje, seja por se mostrarem competentes incursões cinematográficas do gênero, seja pela fama que conquistaram desde sua estreia. Temos, por exemplo, obras como ‘Infiltrado’, ‘Magnatas do Crime’, ‘Sherlock Holmes’ e ‘O Agente da U.N.C.L.E.’ – que revelaram a inclinação constante do cineasta por investidas dentro desse escopo, misturando a espionagem com comédia, drama, ação e até mesmo suspense. Agora, em 2024, ele está de volta com um ambicioso longa-metragem intitulado ‘Guerra Sem Regras’, que chegou ao catálogo do Prime Video no dia de hoje (25).

Baseado no livro de não-ficção ‘Churchill’s Secret Warriors’, assinado por Damien Lewis e lançado há uma década, o filme acompanha o primeiro time de forças especiais da história, formado durante os momentos decisivos da II Guerra Mundial pelo então primeiro-ministro Winston Churchill, após as constantes perdas que o exército britânico tinha à medida que enfrentavam o exército nazista. Dessa forma, Churchill forma um grupo inesperado de dissidentes que trabalha fora da jurisdição militar inglesa e utiliza técnicas nada ortodoxas para garantir que as missões alcancem sucesso. No geral, não há nada de novo dentro do estilo proposto por Ritchie, mas o resultado é divertido mesmo carregado de restrições e convencionalismos, principalmente pelo ótimo trabalho de um formidável e carismático elenco.

Dois homens armados em uniforme militar dentro de casa.

Há dois núcleos a serem acompanhados aqui, que saem de um ponto em comum e convergem para um mesmo objetivo. O primeiro deles é centrado em um grupo de homens responsável por colocar a mão na massa – incluindo trabalhos em campo, implementação de bombas e múltiplos assassinatos -, liderado por Henry Cavill como Gus March-Phillips. Aqui, Cavill desfruta de uma ótima química com nomes como Alan Ritchson (Anders Lassen), Alex Pettyfer (Geoffrey Appleyard), Henry Golding (Freddy Alvarez) e Hero Fiennes Tiffin (Henry Hayes), cada qual com seu momento de brilhar em cena – algo difícil de se fazer, considerando o ensemble que domina as telas. Cavill e Ritchson são responsáveis por roubar os holofotes dentro desse primeiro escopo, nutrindo de sólidas performances que nos arrebatam desde os primeiros minutos.

O segundo núcleo é centrado na calculista dupla formada por Marjorie Stewart (Eiza González) e Heron (Babs Olusanmokun), contratados pelo serviço de inteligência britânico para criarem um papel de distração no tocante aos nazistas e garantir que a missão seja cumprida. Olusanmokun faz um ótimo trabalho ao manter-se fiel à identidade propositalmente monocromática do personagem que encarna, mas é González quem domina os holofotes em qualquer cena que aparece, demonstrando uma gama invejável de habilidades que reafirma sua incrível versatilidade artística. De qualquer modo, a dupla funciona com perfeição ao encarnar trejeitos verbais e performáticos da Era de Ouro de Hollywood, resgatando o glamour e a estética dos anos 1940 para compor as personas que eternizam em uma mistura de nostalgia e modernidade.

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Como já mencionado nos parágrafos acima, o longa não tem qualquer intenção de reinventar o gênero de espionagem ou de guerra, apostando fichas em uma conhecida história que traz certos elementos de originalidade ao conseguir, com sucesso, mesclar vários estilos narrativos em um mesmo lugar. Em outras palavras, à medida que o elenco vai se soltando e se deixando levar pela despretensão do roteiro, é notável como as falas se tornam mais naturais e fluidas, caminhando para que cada um dos membros do elenco se sinta confortável dentro das limitações arquetípicas de seus personagens – o que funciona com praticidade e permite que as poucas mais de duas horas deslizem em um ritmo frenético e que não cansa os espectadores.

Apesar de saber que lida com muitas fórmulas, Ritchie comanda essa familiar estrutura com firmes mãos e com jogadas de câmera bem pensadas e sagazes, emulando, inclusive, obras pelas quais ficou responsável nos anos anteriores. Há uma perceptível distinção entre os momentos de tensão, os de drama e os de comédia, garantindo que esses beats sejam acompanhados por uma caprichosa trilha sonora assinada por Christopher Benstead (colaborador de longa data do diretor), marcada por batidas de jazz, pratos e um uso extenso de tambores dissonantes. Não obstante tais aspectos de sucesso palatável, há um grande obstáculo enfrentado pela produção que se estende à sua própria duração, criando certas “barrigas” que poderiam ser enxutas por uma cautela maior do time de quatro roteiristas que, às vezes, não sabem em que direção seguir.

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‘Guerra Sem Regras’ poderia muito bem se tornar um desastre completo, mas, ao recontar eventos de importância considerável para o andamento dos momentos finais da II Guerra Mundial sem dar um passo maior que a perna, entrega o que promete desde os minutos finais ao momento em que os créditos sobem nas telas. Novamente, nosso maior apreço vem com o elenco e com parte dos aspectos técnicos, rearranjados de maneira a cativar os espectadores e fornecer um título aprazível para o final de semana.

Netflix irrita assinantes após cancelar SEIS produções, incluindo sua “melhor série”

Ao longo dos últimos anos, a Netflix vem recebendo bastante críticas por seus frequentes cancelamentos de séries, muitos delas consideradas atrativas e promissoras por grande parte dos assinantes.

No mais recente anúncio de cancelamentos, a plataforma de streaming divulgou que não iria renovar seis de suas séries, incluindo ‘Sombra e Ossos‘, considerada por muitos como a melhor adaptação literária presente no catálogo.

Os outros cancelamentos incluem as animações ‘Agent Elvis’ e ‘Capitão Fall‘, o drama ‘Glamorous‘ e comédia sci-fi ‘Farzar‘. E o mais chocante de todos: ‘Ratched‘, estrelada pela vencedora do Emmy Sarah Paulson, que tornou-se uma das produções mais assistidas da plataforma ao mostrar a juventude da personagem Mildred Ratched, de ‘Um Estranho no Ninho‘. 

A informação veio direto de Paulson em um vídeo postado em uma fan page do Twitter.

Ao ser questionada se haverá uma 2ª temporada, a estrela faz uma expressão de decepção e simplesmente responde: “Não. Não.”

Relembre as séries que foram CANCELADAS em 2024… Até agora!

De acordo com The Independent, a causa dos cancelamentos foi devido às greve de roteiristas e atores que aconteceram este ano, já que “as plataformas de streaming estão tendo que tomar decisões sobre suas propriedades existentes, e espera-se que muitos possam sofrer um corte prematuro devido ao aumento dos custos depois que a produção de todos os projetos foi paralisada enquanto os roteiristas e atores protestavam por uma compensação mais justa”.

O cancelamento de ‘Sombra e Ossos‘ deixou vários fãs chateados, e alguns ainda torcem para que a decisão seja revertida.

A série de fantasia é baseada nos romances do denominado Grishaverse, de Leigh Bardugo, que inclui três livros de ‘Sombra e Ossose dois livros de ‘Six of Crows‘.

Embora tenha tido sucesso o suficiente entre o público, parece que a Netflix não vai voltar atrás.

Após a repercussão, Bardugo se manifestou sobre a decisão.

Em seu perfil do Instagram, ela publicou um texto, dizendo:

“Amigos, vocês provavelmente já ouviram falar que não haverá terceira temporada de ‘Sombra e Ossos’ e nenhum spinoff de ‘Six of Crows’. A notícia me atingiu duramente. Estou com o coração partido e profundamente decepcionada, mas também estou tentando manter minha gratidão. A maioria dos autores nunca consegue ver seu trabalho adaptado. Muitos que o fazem acabam se arrependendo da experiência. Eu sou um daqueles poucos sortudos que conseguem olhar para uma adaptação com orgulho e tremenda alegria. Sou muito grato aos nossos roteiristas, à nossa equipe e ao nosso elenco extraordinário, que não são apenas extremamente talentosos, mas também pessoas genuinamente boas.”

Ela continua:

“Acima de tudo, eu quero dizer o quanto sou grato às pessoas que estão lendo isso – quer você tenha encontrado os livros primeiro ou os descoberto através do programa. O Grishaverse é um lugar melhor por sua causa e estou muito grato por cada tweet, postagem, comentário, resenha, arte, fic, tatuagem e cosplay que ajudaram a tornar tudo isso possível. Somos pessoas de livros e isso significa que nunca paramos de imaginar que a magia pode se tornar real. Vocês são a prova disso. Agora, eu vou chorar e talvez tomar uma bebida e depois ver aonde a história nos leva a seguir. Sem lamentações, Leigh.” 

‘Coringa: Delírio a Dois’: Arthur Flack nunca vai se tornar o “Palhaço do Crime”

Em entrevista à Empire Magazine, o diretor Todd Phillips revelou que Arthur Flack nunca se tornará o “Palhaço do Crime” dos quadrinhos.

Enquanto divulgada ‘Coringa: Delírio a Dois‘, ele falou:

“Nós nunca faríamos isso. Arthur claramente não é um gênio do crime. Ele nunca foi isso.”, ele afirmou.

O filme fará sua estreia na 81º edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontece de 28 de agosto a 07 de setembro.

O diretor artístico do festival, Alberto Barbera, foi questionado em entrevista para o Deadline sobre o que o público pode esperar da sequência.

Em resposta, ele disse que:

“É uma continuação da história, mas o filme é completamente diferente do primeiro. Se você espera o mesmo em termos de violência ou insanidade, ficará surpreso. Quando vi o filme em Los Angeles, no início de fevereiro, éramos quatro ou cinco na sala de exibição, incluindo o roteirista Scott Silver, e ficamos surpresos, nossas bocas estavam abertas no final da exibição.”

Ele continuou, argumentando o seguinte:

“É um musical distópico, ou uma espécie de musical. Acho que é um dos filmes mais ousados, corajosos e criativos do cinema americano recente. E acho que isso realmente consagra Todd Phillips como um dos diretores mais criativos do cenário atual.”

Confira o trailer:

Com estreia marcada para 03 de outubro nos cinemas nacionais, ‘Coringa: Delírio a Dois‘ traz a cantora Lady Gaga como a Harley Quinn, a amante do personagem vivido por Joaquin Phoenix.

Durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary, a diretora de elenco Francine Maisler elevou as expectativas do público sobre a performance da estrela (via Deadline).

“Ela está muito bem o papel e sua performance vai explodir as mentes dos fãs. Eu não sugeri Lady Gaga. Não foi ideia minha, mas sim do [diretor] Todd Phillips. O que posso dizer é que ela está realmente surpreendente e muito convincente. Eu a vi atuando e fiquei impactada.”

Ela continuou:

“Todos nós sabíamos o que ela poderia fazer quando assistimos ‘Nasce uma Estrela’ (2018), mas eu pensei: ‘Caramba, ela está em seu habitat natural’. Algo que ela poderia fazer e ser ela mesma. Mas isso… Caramba, ela é muito boa. Joaquin impressiona, e ela consegue acompanhá-lo e não fica ofuscada, ela mostra o quanto é boa.”

Anteriormente, Gaga conversou com o Access Hollywood e afirmou que sua versão da personagem é completamente autêntica:

“Você sabe, minha versão da Harley é única e autêntica para este filme e esses personagens. Nunca fiz nada parecido antes, então será uma experiência completamente nova e muito divertida”.

Vale lembrar que a sequência promete ser um sucesso, considerando que o primeiro trailer se tornou o maior lançamento entre as prévias da Warner Bros. nos últimos anos.

Segundo a Variety, o trailer deCoringa: Delírio a Dois’ somando todas as plataformas conquistou 167 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após o lançamento. A reportagem ainda afirma que os números do trailer e o engajamento nas redes sociais superaram os do primeiro trailer de ‘Barbie’, tornando-se o maior lançamento da Warner Bros.

Além disso, o trailer se tornou instantaneamente o vídeo mais comentado no YouTube na noite da estreia e conta atualmente com 25,9 milhões de visualizações apenas nessa plataforma.

Durante as primeiras 24 horas, o trailer da sequência deCoringa dominou o X, com 10 termos relacionados ao filme em tendência, incluindo #JokerFolieADeux, Gaga, Harley, Harley Quinn, Joaquin Phoenix, Joker, Joker 2, Joker2, Lady Gaga e Todd Phillips.

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Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

Como o novo filme apresenta Lady Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

‘Deadpool e Wolverine’ quebra RECORDES e arrecada o triplo de ‘Divertida Mente 2’ nas pré-estreias

Deadpool é conhecido por quebrar a quarta parede, mas agora ele está quebrando recordes nas bilheterias.

Deadpool & Wolverine‘ arrecadou US$ 38,5 milhões nas prévias de quinta-feira nas bilheterias, a maior abertura do ano até agora e a maior arrecadação de pré-estreia de um filme com classificação R – para maiores de 18 anos.

A arrecadação de quinta-feira superou facilmente o sucesso de animação da DisneyDivertida Mente 2‘, que arrecadou US$ 13 milhões no mês passado.

O primeiro ‘Deadpool‘ arrecadou US$ 12,7 milhões nas pré-estreias de quinta-feira à noite em 2016, e sua sequência de 2018 superou isso com US$ 18,6 milhões, que manteve o recorde de classificação R até agora. Então, espere que os recordes continuem caindo conforme o fim de semana avança. Internacionalmente — onde ‘Deadpool & Wolverine‘ está aberto em todos os principais mercados, exceto na China, onde começa a ser exibido na sexta-feira — o filme arrecadou US$ 64,8 milhões.

Nos EUA, o longa deve abrir com US$ 160-170 milhões no fim de semana, o que representa o maior lançamento de um filme para maiores na história do país – ultrapassando a estreia de ‘Deadpool‘ (US$132.4M).

Internacionalmente, a expectativa é que a produção some em torno de US$ 180-190 milhões.

Os números prometem um grande retorno do MCU nas telonas, após uma série de fracassos e decepções nos cinemas. Vale lembrar que, em novembro do ano passado, a Marvel quebrou recordes negativos com ‘As Marvels‘, que registrou a menor estreia do estúdio ao arrecadar apenas US$ 46.1 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Deadpool e Wolverine‘ já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa entrevista, crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

De Pânico a Lenda Urbana! Elegemos os MELHORES Filmes de Terror Adolescente dos Anos 90

Existiu um período muito peculiar para os filmes de terror no fim da década de 1990. Nesta época, os fãs puderam se animar novamente, com produções de certo prestígio que elevavam o gênero a um alto patamar, fazendo igualmente uma legião de novos seguidores. Para quem era adolescente, estes filmes significaram muito, dando sobrevida a um subgênero que parecia morto e enterrado.

Os filmes slasher, ou terror adolescente, foram cimentados na década de 1980 com produções como Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, além de seus inúmeros “primos” – foi uma época muito fértil para este tipo de cinema. Para se ter uma ideia, estas duas franquias marcaram presença nos 80s, lançando praticamente um filme por ano. No início da década seguinte, tais filmes pareciam ter esgotado o interesse do público e se exaurido.

Numa reviravolta digna de cinema, em meados da mesma década – em 1996 para ser mais preciso – novo fôlego foi soprado para dentro do subgênero, muito graças ao roteirista Kevin Williamson, o diretor Wes Craven e seu mais novo produto, Pânico. Acrescentando muito humor, metalinguagem e brincadeiras com a fórmula do subgênero, mas, obviamente, sem esquecer os sustos, a tensão e o gore, surgia uma nova era para tais produções. A influência foi tão forte que este molde foi assimilado por toda e qualquer produção do gênero, até novos exemplares de franquias consagradas, como veremos na lista a seguir.

Pensando nisso, o CinePOP resolve homenagear este período tão especial para os fãs de terror – que embora tenha durado pouco, ecoa até hoje. Portanto, separamos 12 filmes importantes para esta ressurreição, independente de seus resultados. Vem com a gente conhecer e não esqueça de comentar.

 

Pânico (1996)

Como dito, Pânico mudou o jogo. Não é exagero. Uma verdadeira sensação, o longa surgiu como grande homenagem aos filmes de terror slasher, uma verdadeira carta de amor. Além dele mesmo pertencer a tal tipo de cinema, o filme se mostra um dos exemplares mais inteligentes, brincando com seus mecanismos. Não faltaram elogios e o filme rapidamente atingiu status de cult, conseguindo emplacar até mesmo seu vilão Ghostface como a nova febre mundial. Quem não conhece a fantasia preta com a máscara branca? A graça também estava em ser um whodunit, no qual qualquer um entre os muitos personagens poderia ser o assassino mascarado – mais um elemento de diferencial em relação aos assassinos imortalizados de antes, como Jason e Freddy.

Jovens Bruxas (1996)

Antes de Pânico, 1996 já havia feito um ensaio para reviver este tipo de filme. Jovens Bruxas não é bem um slasher, mas possui muitas similaridades e se banha nas mesmas águas formulaicas de Pânico e dos filmes popularizados na década de 1980. O ambiente de colégio, personagens principais problemáticas, intrigas adolescentes, namoros, rivalidades e, claro, elementos de terror. Aqui, ao invés de um maníaco mascarado com uma faca, temos quatro amigas descobrindo poderes sobrenaturais através de livros de bruxarias e magia negra.

O filme inclusive inspirou o seriado Charmed (1998-2006), que no Brasil recebeu o título de Jovens Bruxas também, e ganhou um reboot ano passado. Com estes dois filmes, embora aqui num papel de coadjuvante, a atriz Neve Campbell (que ainda estava no ar com o seriado Party of Five – O Quinteto) se tornou ídolo juvenil.

 

Pânico 2 (1997)

Os fãs brasileiros penaram para conseguir assistir à continuação de Pânico. O filme original criou seu status de cult graças ao mercado de vídeo, se tornando o fenômeno que foi nos cinemas dos EUA por aqui nas locadoras. Foi graças à fita que milhares de adolescentes conheceram o terror e mal podia esperar pela continuação. Apesar da sequência ter sido lançada logo no ano seguinte nas salas de exibição dos EUA, problemas com a distribuição do filme no Brasil (que mudava da Playarte para a Paris Filmes) fizeram o longa atrasar nada menos do que 1 ano e 2 meses para poder finalmente ser exibido por aqui – numa época em que não existia os downloads ilegais da internet.

Williamson e Craven novamente à frente fizeram de Pânico 2 mais um sucesso. E se no ano anterior Neve Campbell era o grande nome do gênero, em 1997, com uma participação neste filme e no citado acima, além do seriado Buffy – A Caça-Vampiros que estava a toda, Sarah Michelle Gellar se consolidava como a nova “Rainha do Grito” do momento.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

Como dito, Kevin Williamson foi “o” grande nome para esta retomada do terror adolescente. O roteirista, que na época também criava o seriado Dawson´s Creek (recheado de referências à cultura pop), teve o dedo na maioria dos projetos mais relevantes lançados no período – e os que não tinham, sofreram influência de seu texto. Este filme de título longo chegou logo na esteira de Pânico, mas foi escrito antes, sem que o autor conseguisse vendê-lo a um estúdio.

Após o sucesso de Pânico, a Sony comprou o texto e prontamente lançou o terror nos cinemas. Curiosamente, o roteiro é baseado no livro homônimo da escritora Lois Duncan, lançado em 1973. Modificado para se adequar a um slasher, enquanto o material fonte era criado em cima do suspense, o resultado não agradou à sua autora. Mas apesar das críticas mistas, o filme se tornou sucesso de público.

Um Lobisomem Americano em Paris (1997)

Lembra quando citamos no início do texto que até mesmo franquias famosas aderiram ao “estilo Pânico de ser”? Pois bem, este filme de terror sobre lobisomens foi o primeiro do lote. Um Lobisomem Americano em Londres (1981), de John Landis, é um marco para o terror e está bem longe de ser considerado um filme para adolescentes. Sua continuação, no entanto, desnecessária e atrasada em quase 20 anos, pegava clara carona, injetando um ar juvenil na história. Na trama, um trio de amigos mochileiros americanos em viagem por Paris salva uma jovem francesa do suicídio (papel da bela Julie Delpy, a Celine da trilogia Antes). Eles acabam descobrindo que a mulher esconde um terrível segredo, ligado a uma sociedade secreta sobrenatural.

A opção pelo uso de efeitos especiais para criar as criaturas lupinas não envelheceu bem – ao contrário de seu predecessor que fez uso de maquiagem e efeitos práticos ainda impressionantes.

 

Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Com o gancho (com o perdão do trocadilho) deixado ao final e os milhões nas bilheterias, a Sony tratou de confeccionar logo para o ano seguinte a continuação de seu slasher sobre quatro amigos que se envolvem em um acidente, atropelando e matando uma pessoa, somente para serem atormentados por alguém que sabe o que eles fizeram. A trama desta sequência leva a protagonista, novamente vivida por Jennifer Love Hewitt para as Bahamas ao lado de novos amigos. Nesta sequência, saem os loiros Gellar e Ryan Phillipe, e entra o casal de negros Brandy (jovem cantora de sucesso na época) e Mekhi Phifer.

Os compromissos de Williamson com tantos projetos no período o impediram de escrever ambos este filme e Pânico 3 (2000), sequência de seus primeiros sucessos. Uma terceira parte intitulada Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram no Verão Passado foi planejada logo para 2000, com Hewitt, Brandy e Prinze Jr. vinculados para retornar. A Sony deixou o projeto descansar e ele viria a ser lançado somente em 2006, direto para vídeo, com um elenco novo de desconhecidos.

Halloween H20 (1998)

Com Halloween aderindo à tendência, chegávamos ao auge desta fórmula. Só faltaram mesmo novos exemplares de Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, que perderam a chance de surfar nesta onda. Halloween, de John Carpenter, é uma obra-prima, mas todas as continuações do fim dos anos 80 são dignas de pena e qualquer nota (desde que não seja boa). Assim, a franquia precisou sofrer uma repaginada, e nada melhor do que se banhar com o tipo de roteiro em vigor no período: muita referência, cultura pop, diálogos espertinhos e tiração de sarro (comportada) com os clichês do gênero. Ah sim, e a volta da rainha do grito original Jamie Lee Curtis. Dizem as más línguas que Williamson ajudou a dar uma lapidada no roteiro, mesmo de forma não creditada. O resultado: um dos melhores exemplares desta série de terror.

Lenda Urbana (1998)

Era a época de auge dos filmes slasher de novo, e todos estavam tirando uma casquinha. A enxurrada chegava ao seu terceiro ano e ninguém queria ficar de fora. Filmes do tipo são fáceis e rápidos de fazer, assim a Sony não perdeu tempo e no ano seguinte do sucesso Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado emplacava mais um slasher adolescente. Novamente, um grupo de jovens espertinhos, cheios de diálogos rápidos e satíricos, desfilava em tela, brincando com o formato enquanto eram mortos de forma violenta um a um (isso não pode faltar).

Em comum com Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, e por consequência com Pânico, está a estrutura do whodunit. Um assassino está à solta no campus de uma universidade, fazendo vítimas inspirado nas mais diversas lendas urbanas dos EUA. E cabe ao público descobrir qual dos personagens está por trás dos assassinatos, portando um traje de esquimó. Aqui temos até mesmo a participação do Freddy Kruegger em pessoa, Robert Englund. Ah sim, reparem nas presenças de Jared Leto e Joshua Jackson (em mais um elo com Williamson e Dawson´s Creek).

A Noiva de Chucky (1998)

Até o Brinquedo Assassino entrou nessa. Antes de ganhar um remake moderno – em cartaz nos cinemas – Chucky era reimaginado nos padrões do fim dos 90s. Assim, o personagem ganhava uma companheira, Tiffany (Jennifer Tily), que também morre e volta na forma de uma boneca – para a qual passou sua alma. O mote aqui é A Noiva de Frankenstein, dando foco para a presença feminina, cara metade do vilão principal. Fora isso, o novo Chucky (o primeiro a não portar a marca Brinquedo Assassino em seu título – devido a uma briga de direitos autorais e distribuição) seguia de perto a cartilha da época, com muitas cenas, diálogos, tiradas e personagens pseudo-espertinhos. O humor autoconsciente sem dúvida foi uma das marcas deste “movimento”. No quesito jovens rostos famosos e promissores, temos Katherine Heigl como a mocinha.

Comportamento Suspeito (1998)

Este filme não teve qualquer envolvimento de Kevin Williamson, mas não deixa de ter um elo com o autor. Acontece que a protagonista do filme, Katie Holmes (então uma jovem que dava seus primeiros passos no cinema), era uma das estrelas do projeto queridinho do autor, o citado Dawson´s Creek (1998-2003).

Para não ficar somente em cima da temática slasher, este terror adolescente tem uma premissa mais elaborada, psicológica e interessante. Na trama, alunos de um colégio de uma pequena cidade americana começam a notar que os jovens mais problemáticos estão exibindo um comportamento “perturbador”, ou seja, estão se comportando de maneira exemplar. Algo que não os condiz. Assim, começam a investigar uma conspiração envolvendo um experimento científico maquiavélico.  É um dos mais criativos e subestimados do lote.

Prova Final (1998)

Um dos projetos que Kevin Williamson não abandonou foi esta parceria com o cineasta Robert Rodriguez, recém-saído dos sucessos de A Balada do Pistoleiro (1995) e Um Drink no Inferno (1996), se mostrando igualmente um dos artistas mais originais e quentes da época. Aqui, a dupla une forças e brinca misturando o clássico adolescente Clube dos Cinco (1985) com uma invasão alienígena digna de A Noite dos Arrepios (1986). A ideia por trás é a de desafiar a autoridade, quando jovens disfuncionais descobrem que seus professores não são mais eles mesmos.

Um elenco estelar, que conta com nomes como Elijah Wood, Salma Hayek e Jordana Brewster, e uma trilha sonora que trazia como carro-chefe a regravação de Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, na versão do Class of ’99, projeto do falecido Layne Staley (Alice in Chains) em parceria com Tom Morello (Rage Against the Machine e Audioslave), Stephen Perkins (Jane´s Addiciton), Martyn Lenoble (Jane´s Addiction e The Cult) e Matt Serletic (Matchbox Twenty).

Tentação Fatal (1999)

E se com Prova Final a fórmula já dava sinal de desgaste e perda de interesse, com o lançamento deste último exemplar da retomada a coisa foi ainda pior. A esta altura os fãs já haviam embarcado em outra, e o reinado de Kevin Williamson como nome quente para o slasher chegava ao fim. É verdade que ele se manteve criativo, investindo em ideias fora da caixinha, sempre arriscando e quebrando os moldes do gênero. Aqui, o roteirista dava um novo passo e assumia o comando de uma produção. Como diretor, Williamson escalou como protagonistas duas de suas atrizes de séries na TV: Katie Holmes (Dawson´s Creek) e Marisa Coughlan (Wasteland).

Fora isso, conseguiu escalar a Dama Helen Mirren (que não possuía o renome que tem hoje) para dar vida à megera Sra. Tingle do título original, uma professora linha dura, que termina se tornando alvo de jovens desesperados por uma boa nota. O “medo” do professor como figura de autoridade mais uma vez é pauta num terror de Williamson, aqui indo ainda mais além no psicológico da questão ao não adicionar qualquer elementos sobrenatural a este acerto de contas entre professores e alunos. O filme, no entanto, sofreu com polêmicas reais, precisando mudar seu título original (Killing Mrs. Tingle para Teaching Mrs. Tingle) devido ao massacre de Columbine em abril do mesmo ano.

Você gosta de SUSPENSE fora da caixinha? Filme com Andrew Garfield e diretor de ‘Corrente do Mal’ é uma loucura!

O que quase sempre acontece quando um cineasta novato emplaca com uma produção considerada divisora de águas em sua carreira, é que seu passo seguinte invariavelmente ocasiona numa obra maior, com um orçamento mais folgado e ambiciosa. David Robert Mitchell não foge a esta regra. Diretor de 47 anos de idade, Mitchell chamou atenção da comunidade cinéfila e dos fãs do gênero terror ao entregar Corrente do Mal (It Follows), filme que ainda se mantém como seu mais famoso e celebrado. O longa fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Cannes em 17 de maio de 2014 e rapidamente se tornou uma produção cult, enaltecida pelos adeptos. Com um roteiro muito criativo, o diretor-roteirista cria uma interessante analogia com os males das doenças sexualmente transmissíveis ao incorporar na trama uma maldição pra lá de assustadora que é passada de pessoa a pessoa após o ato sexual.

David Robert Mitchell começou sua carreira como diretor e roteirista em 2002, ao lançar o curta Virgin, que misturava drama e romance em meio a visões da Virgem Maria numa pequena cidade. A estreia em longas ocorreria oito anos depois, com o lançamento de The Myth of the American Sleepover (2010), filme inédito nos cinemas brasileiros, que começou sua carreira por festivais no South by Southwest, depois seguindo para Cannes. O longa figurou em muitas listas dos melhores do ano de críticos norte-americanos. Quatro anos depois, como citado, Mitchell ganhava o mundo com Corrente do Mal, emanando toda a sua vibe do clássico Halloween (1978) – seja através do clima de pertencimento na pacata vizinhança, cenas basicamente replicadas e a trilha sonora que presta grande homenagem às batidas de Carpenter.

Quando um diretor se posiciona na crista da onda desta forma, os fãs ficam ouriçados em querer saber seu próximo passo. O que será que tal artista irá nos trazer agora? Será apenas fogo de palha, uma promessa que não irá se concretizar? Ou se tornará um dos grandes a ser elevado no panteão dos Deuses do Cinema? Foi a pergunta que todos fizeram durante os quatro anos que David Robert Mitchell levou após o sucesso de Corrente do Mal até finalmente entregar seu passo seguinte, o suspense O Mistério de Silver Lake (Under the Silver Lake), que está disponível no Prime Video e no Max.

O orçamento do projeto cresceu em oito vezes em relação a Corrente do Mal (que custou US$1 milhão). Para a nova empreitada, foi disponibilizado ao cineasta US$8,5 milhões pelas produtoras e a distribuição da balada A24, referência quando o assunto é cinema independente. Como costumeiro, o debute do novo longa ocorreu no Festival de Cannes em 15 de maio de 2018 – desta vez com avaliações mistas da mídia especializada, causando certo esquecimento ao filme após a passagem por terras francesas e sua turnê por festivais de cinema.

Uma coisa não difere nos filmes do cineasta, o artista possui uma fascinante capacidade de nos transportar para suas locações, como se ali habitássemos. A rotina e a atmosfera das cidades e bairros nos quais conta suas histórias ganham tamanha vida, como poucos conseguem retratar. Mitchell dá atenção aos detalhes, aos cenários, usa poucos cortes para que entendamos a geografia da cena, onde se encontram os personagens nos ambientes. Consegue nos remeter inclusive os sentimentos de seus protagonistas através dos locais em que estão inseridos. E a sensação é sempre a melancolia e solidão. O que torna tudo ainda mais identificável.

Na trama, Mitchell utiliza o ex-Homem-Aranha Andrew Garfield como protagonista. Ele vive Sam, o retrato do californiano desmotivado, de pessoas que apenas vivem, sem qualquer propósito ou objetivo. Sem trabalho, amigos, namorada ou família, cada situação do cotidiano se transforma em um verdadeiro evento para um tipo desocupado como ele. Pense em Jeff Bridges em O Grande Lebowski (1998), dos irmãos Coen, no qual o personagem do ator era descrito como o “homem mais preguiçoso de Los Angeles”. Garfield vive uma versão mais jovem do mesmo personagem, sem os entorpecentes (bem, talvez ocasionalmente). De fato, os Coen e Paul Thomas Anderson (Vício Inerente) entregaram outras versões da mesma história – que envolve um protagonista medíocre, porém, bem intencionado, tragado para dentro do olho do furacão a uma trama tão complexa que os cineastas não fazem questão que o espectador pegue todas as nuances de primeira.

O que faz a história girar em O Mistério de Silver Lake é a nova vizinha do protagonista Sam no conjunto habitacional em que vive em Los Angeles, Califórnia. Inicialmente planejada para ter as formas de Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza), Sarah, o objeto de afeto do protagonista que desencadeia toda a trama, terminou com aparência de Riley Keough, a neta do rei Elvis Presley. Loiríssima, com ares de dondoca, exibindo seu biquíni branco e chapelão com direito a cachorrinho a tiracolo, é claro que a atenção do sujeito seria capturada de imediato. A conexão de uma noite após se conhecerem é o suficiente para deixar o protagonista, geralmente letárgico, completamente apaixonado. Sarah é exatamente o tipo de gente que Sam quer por perto. É claro que na manhã seguinte ela simplesmente desaparece sem deixar vestígios. E o sujeito fará de sua missão descobrir o paradeiro da moça.

Assista ao trailer:

O Mistério de Silver Lake, no entanto, está bem longe de ser apenas a sinopse descrita. O filme é mil coisas acontecendo ao mesmo tempo. Assim como a vida, inúmeras vezes nos deparamos com desvios do caminho que traçamos para nós, que podem ser bem-vindos ou não. Aqui, por exemplo, em meio a juntar as milhares de pistas para encontrar a moça, o personagem de Garfield se depara com tantas outras figuras excêntricas, numa Los Angeles que parece hiperconectada. Em meio a tudo, a lenda urbana do assassino de cães, com dezenas de animaizinhos domésticos desaparecendo e um serial killer canino procurado. Outra lenda que ganha espaço na narrativa é a da mulher nua com máscara de coruja, tida como entidade que aparece e desaparece num piscar de olhos, mas não antes de fazer suas vítimas. Tudo isso “documentado” por folhetos e quadrinhos que enfatizam a teoria da conspiração. Sim, por esta descrição você não está de todo errado se acha que Silver Lake soa muito como uma viagem alucinógena.

Existem subtramas para dar e vender, todas elas levando a algum resultado e conclusão, que podem estar ligadas à trama principal ou não. Em outros tipos de filme poderíamos apontar a falta de sentido, coesão e conexão com a narrativa, acusando tais trechos de descartáveis ou desnecessários. Mas Silver Lake é o tipo de filme que aprendeu na escola de Pulp Fiction, por exemplo, onde por mais desnecessária que aparente ser a cena, acrescenta em muito à atmosfera proposta por tais cineastas: e aqui o acréscimo diz respeito ao teor delirante do longa. Junte a isso um figurão desaparecido, sua bela filha na mira de homens perigosos, atrizes de filmes independentes que dublam como garotas de programa, ataques de gambás, cultos fanáticos, um mundo controlado por mensagens subliminares, passagens secretas subterrâneas e até mesmo uma cena perdida do filme inacabado de Marilyn Monroe recriado por Keough e o diretor (sua personagem é fã da estrela).

Acima de qualquer outra coisa, O Mistério de Silver Lake é um retrato de uma localidade muito específica, esta no caso sendo o bairro de Silver Lake em Los Angeles na Califórnia. Um bairro residencial que segundo a descrição, abraça totalmente o estilo de vida hipster, dono de quarteirões estilosos com muita arte pelas ruas, muitas cafeterias, restaurantes vegetarianos, restaurantes asiáticos e eventos de música independente / alternativa. Silver Lake é também um dos bairros mais caros para se viver atualmente em Los Angeles, e um dos mais seguros. Parte deste estilo de vida bem único é capturado por David Robert Mitchell, que escolheu ainda sacudir tal cenário com uma trama detetivesca repleta de perigos e muita teoria da conspiração. Seu filme é a maçã no paraíso.

Começam as gravações de ‘My Oxford Year’, filme da Netflix estrelado por Sofia Carson e Corey Mylchreest

Através das redes sociais, Sofia Carson (‘Continência ao Amor’) revelou que as gravações do romance My Oxford Year começaram oficialmente.

As boas novas vieram acompanhadas de uma imagem de bastidores destacando o roteiro do longa-metragem.

Confira:

Carson co-estrela o projeto ao lado de Corey Mylchreest (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’).

Iain Morris (diretor de ‘Descobrindo a Vida’) foi escolhido para dirigir o filme, que tem roteiro de Allison Burnett (conhecido por ‘Outono em Nova York’) com revisões de Savion Einstein.

O projeto no livro homônimo de Julia Whelan.

Caroline Levy atua como produtora executiva.

“A trama acompanha Anna, uma jovem americana ambiciosa que, ao realizar seu sonho de estudar na Universidade de Oxford, vê sua vida transformada ao conhecer um local charmoso e inteligente que impacta profundamente suas escolhas”.

A data de estreia do filme ainda não foi anunciada.

sofia carson corey mylchreest 02
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‘Salt 2’: Por que sequência da ação com Angelina Jolie nunca aconteceu?

Apesar do sucesso do filme de 2010 e de um final que claramente deixava espaço para uma sequência, Salt 2’ ainda não se tornou realidade. As razões para isso são diversas:

Segundo o ScreenRant, a principal razão parece ser a falta de interesse da atriz principal, Angelina Jolie. Em 2012, ela rejeitou o roteiro inicial escrito por Kurt Wimmer, o roteirista do primeiro filme. Sem o envolvimento de Jolie, o projeto perdeu força.

Mesmo com o interesse da Sony em dar continuidade à história, o desenvolvimento da sequência foi conturbado. Houve relatos de diferentes roteiros sendo escritos e reescritos, sem um consenso claro sobre a direção do filme.

A ideia de uma série de TV baseada em Salt chegou a ser cogitada, mas o conceito era muito similar à série de sucesso ‘The Blacklis’, o que pode ter desanimado os produtores.

Nos últimos anos, não há novas informações sobre o desenvolvimento de Salt 2’. É possível que o projeto tenha sido abandonado pela Sony, ou que esteja em um limbo, até cair no esquecimento.

Salt está disponível na Netflix.

“Evelyn Salt jurou servir e honrar seu país. Trabalhando como agente da CIA, ela é colocada à prova ao ser acusada por um desertor russo de ser uma espiã russa infiltrada. Decidida a provar sua inocência, ela foge e passa a usar suas habilidades para proteger não apenas sua vida, mas também a de seu marido”.

O longa conta com direção de Phillip Noyce e roteiro de Kurt Wimmer.

O filme é estrelado por Angelina Jolie, Liev Schreiber, Chiwetel Ejiofor e Daniel Olbrychski. 

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‘Deadpool e Wolverine’: Matthew Macfadyen celebra participação em longa de heróis

O ator britânico Matthew Macfadyen, conhecido por seus papéis em ‘Orgulho e Preconceito’ e ‘Succession’, está conquistando novos fãs com sua participação em Deadpool & Wolverine.

Em entrevista ao CBS News, o intérprete do misterioso Sr. Paradox, um agente da TVA que supervisiona Deadpool, compartilhou sua experiência nos sets do filme e revelou a reação dos filhos à sua nova empreitada.

“É um papel divertido. Apenas assistir Ryan Reynolds e Hugh Jackman trabalhando juntos no set foi muito divertido. Tenho uma pequena queda por esses dois. Eles são simplesmente ótimos”, declarou Macfadyen.

O ator também comentou sobre a reação de seus filhos à sua participação em um filme de super-heróis, os pequenos não costumam ver seus filmes. “Eles vão assistir ‘Deadpool’ com certeza. Eles estão interessados. Ficaram animados quando souberam que eu estava fazendo isso”.

Lembrando que ‘Deadpool & Wolverine‘ já está em exibição nos cinemas.

Com 85 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Deadpool & Wolverine‘ abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes – a média mais baixa da franquia.

Para termos de comparação, os dois primeiros filmes conquistaram uma média de aprovação de 85% e 84% no site agregador de críticas, respectivamente.

O consenso geral destaca o tom divertido e violento da produção, mas alguns especialistas reclamaram a dependência do filme em nostalgia e participações especiais.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“Dirigido com entusiasmo por Shawn Levy, este filme é um sonho hiperativo que reúne dois dos melhores personagens da Marvel e um elenco de apoio que deixará os nerds espumando pela boca.” (Times UK)

“Há uma diferença entre se apoiar em referências e fazer um filme que seja genuinamente engraçado, emocionante, enérgico e inovador. Quase sempre, ‘Deadpool e Wolverine’ parece trabalhar em oposição direta em ambos aspectos.” (Globe and Mail)

“‘Deadpool e Wolverine’ faz um trabalho surpreendentemente eficaz ao convencer seu público de que este é um filme sobre nostalgia de personagens amados, quando na verdade é apenas uma ponte entre a produção de uma empresa para a outra.” (Vanity Fair)

“‘Deadpool e Wolverine’ não só entrega a equipe do século, mas também o melhor filme da Marvel em cinco anos.” (Solzy at the Movies)

“Apesar de ser ridícula até mesmo para os padrões dos super-heróis, a história consegue se manter mais ou menos coerente.” (Boston Globe)

“Assim como nos filmes anteriores, aqueles que não suportam o Deadpool ou que não estão familiarizados com a mitologia dos filmes da Marvel irão detestar completamente. O resto estará no céu.” (The Daily Beast)

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Qual é o melhor lugar para se sentar em uma sala de cinema?

A revista Superinteressante preparou algumas dicas para você escolher o local perfeito para curtir um filme no cinema. As dicas vêm a calharem pra quem pretende passar 3 horas para conferir todo o espetáculo que está por vir em ‘Deadpool e Wolverine’. Vamos lá!

Segundo a publicação, na hora de comprar o ingresso “o ideal é sentar-se a cerca de dois terços da tela. Isto é: divida o mapa dos assentos em três partes. O melhor assento do cinema fica no meio da fila que inicia o último terço.”

A região do centro da sala deve ser o foco do espectador, pois é lá que diante da tela pescoços e olhos ficam alinhados e onde existe um equilíbrio sonoro, resultando numa experiência de imagem e som perfeita.

“Cinemas com som surround (a grande maioria das salas no Brasil é assim) dividem o áudio por alto-falantes ao redor da sala inteira, o que torna o filme bem mais realista”, afirmou a reportagem.

Mas por mais que haja essa divisão, o ideal é ficar a distâncias parecidas de todos os auto-falantes. E, de novo, é no setor do centro da sala em que se consegue este feito. Além disso, é nesse local onde fica o chamado “microfone principal” de todo o sistema de som.

“Ele é usado para definir os níveis de reprodução, o tempo dos alto-falantes e outros parâmetros que exigem um único local para medições e calibração. Ou seja, lá também está o melhor som possível”, informou a publicação.

A revista ouviu Steve Martz, diretor de tecnologia global da empresa de áudio THX e ele disse que a regra para uma boa sessão é ficar no centro da sala.

“Projetamos cada assento para ser um bom lugar, mas a maioria das pessoas faria bem em se sentar perto da posição do microfone principal.

Agora você já sabe qual o melhor método para escolher a poltrona na próxima vez que for comprar o ingresso. Boa sessão!

 

 

 

‘Da Magia À Sedução 2’: Roteirista do filme original irá RETORNAR para a sequência!

E mais um nome foi confirmado na aguardada sequência de Da Magia à Sedução.

Segundo o ColliderAkiva Goldsman, que escreveu o roteiro do clássico de 1998, irá retornar como roteirista da continuação.

Sandra Bullock e Nicole Kidman também irão retornar para o segundo capítulo, reprisando os papéis do original.

Em entrevista ao Entertainment Weekly, a produtora Denise Di Novi revelou novos detalhes sobre o novo filme.

Ela confirmou que o novo filme será uma adaptação do segundo romance da saga de Alice Hoffman, intitulado O Livro da Magia.

“Acredito que os fãs irão ficar muito satisfeitos com a sequência. A história será muito fiel ao livro. Estamos cientes que aquelas personagens e aquele filme são muito importantes para muitas pessoas. Não vamos inventar algo novo. Vamos nos inspirar nos livros da Alice Hoffman, como fizemos com o longa original, e vamos nos manter fieis em relação à passagem do tempo.”

Ela completa, “[As filmagens] estão programadas para 2025, mas ainda não temos certeza de quando irão começar. Nós apenas começamos o desenvolvimento da história, e Akiva Goldsman, que trabalhou no longa original, está escrevendo o roteiro.”

No primeiro filme, acompanhamos Sally e Gillian Owens, irmãs bruxas que se veem envolvidas em um encobrimento mágico após Sally acidentalmente mata o ex-namorado abusivo de Gillian. Para consertar as coisas, elas recorrem à magia, mas acabam ressuscitando o cadáver com um espírito maligno que coloca toda a sua linhagem em perigo.

Dirigido por Griffin Dunne e baseado no romance homônimo de Alice Hoffman de 1995, Da Magia à Sedução não foi um sucesso de bilheteria na época de seu lançamento, arrecadando apenas US$68 milhões com um orçamento de US$75 milhões. No entanto, o filme conquistou um status de clássico cult ao longo dos anos, sendo reverenciado por sua história, personagens e elementos mágicos.

Da Magia à Sedução está disponível no Google Play.

Crítica | ‘As Feras’ – Longa-metragem argentino nos leva até um passo a passo que precede o esporro [Bonito CineSur 2024]

O passo a passo que precede o esporro. Com uma construção lenta, proposital, que apresenta um local e todo seu alcance, palco esse de uma certeza para um conflito, o longa-metragem argentino As Feras (Las Fieras, no original), dirigido pelo cineasta Juan Agustín Flores, joga um curioso olhar para as dúvidas e incertezas de personagens. Essa imersão gradativa ao campo abstrato de sentimentos obsessivos, de forma contemplativa, requer a atenção do espectador que pode ser fisgado ou não pela obviedade do desfecho.

Na trama, ambientada na parte da Argentina na região da Patagônia, conhecemos o casal Clara (Mariana Anghileri) e Julián (Andrés Ciavaglia), que resolvem fazer uma viagem até as terras do pai do primeiro já que o mesmo está em estado terminal. A questão que se soma é a de que algumas questões mal resolvidas pelo dono daquelas terras acabam explodindo em Julián, o levando para um provável dilema e relações conturbadas, distantes e inconsequentes com os funcionários do pai.

As Feras
As Feras

Em seus curtos 75 minutos de projeção, somos guiados por uma narrativa que dá pistas dos próximos passos mas que demora a acontecer. Muito bem filmado, encaixa-se no quadro e na composição das cenas, cores que levam o público até um clima de drama que surfa num suspense. Mas acontece uma situação inusitada, o trunfo e o calcanhar de aquiles são o mesmo elemento, o tempo de absorção de uma situação em iminente conflito.

As Feras
As Feras

Aqui, a graça é entender e refletir sobre os meios que se seguem até os conflitos. Longe de ser um filme descartável, o projeto encontra um clímax quase constante através dos deslizes dos acoados, ampliando assim o leque reflexivo através dos personagens, que mesmo não tendo um profundo desenvolvimento, chegam até o ponto para entendermos razões e emoções que se seguem.

Selecionado para a Mostra Competitiva Filmes Sul-Americanos de Longa-Metragem do Bonito CineSur 2024, As Feras mostra o passo a passo para um caminhar até o precipício e a amargura de um labirinto social.

‘BioShock’: Adaptação da Netflix terá escala MENOR do que o esperado, revela produtor

Durante a San Diego Comic-Con, o produtor Roy Lee revelou que a ambiciosa adaptação do aclamado game BioShock está sendo reconfigurada para ser um projeto “mais pessoal” e com orçamento reduzido (via ComicBook.com).

No painel, Lee explicou que a parceria entre a Netflix Take-Two Interactive foi inicialmente planejada sob um regime diferente pelo streaming.

Todavia, com a mudança de prioridades por parte do novo chefe da plataforma, Dan Lin, adotou-se a política de projetos com orçamento menor em vez de gastos massivos.

“O novo regime diminuiu os gastos”, ele explica. “Então, estamos fazendo uma versão bem menor… Terá um ponto de vista mais pessoal, em vez de um projeto maior e mais épico”.

Lembrando que Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) será o diretor.

Infelizmente, ainda não há previsão para o lançamento do projeto.

A saga de videogames retrofuturistas combinam elementos de RPG e de POV, permitindo que o jogador tenha liberdade no tocante ao combate e a outras situações, considerado parte do gênero imersivo.

O primeiro volume foi lançado em 2007, recebendo aclame por parte da crítica e rendendo diversas sequências. Até hoje, os games já venderam mais de 34 milhões de cópias.

O jogo original rendeu as sequências ‘BioShock 2‘ e ‘BioShock Infinite‘.

Daniel Brühl é destaque no trailer LEGENDADO de ‘Becoming Karl Lagerfeld’; Confira!

Disney+ divulgou o trailer legendado de Becoming Karl Lagerfeld, que gira em torno do ícone da moda titular.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 07 de junho.

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A produção foi criada por Isaure Pisani-FerryJennifer Have, baseada na biografia homônima assinada por Raphaëlle Bacqué.

Em 1972, Karl Lagerfeld tem 38 anos e ainda não usa seu penteado icônico. Ele é um designer de pronto-a-vestir, desconhecido do grande público. Enquanto conhece e se apaixona pelo sensual Jacques de Bascher, um jovem dândi ambicioso e perturbador, o mais misterioso dos estilistas ousa enfrentar seu amigo (e rival) Yves Saint Laurent, um gênio da alta costura apoiado pelo formidável empresário Pierre Bergé.

Daniel Brühl estrela como Lagerfeld.

O elenco também conta com Théodore PellerinArnaud ValoisAlex LutzAgnès Jaoui e outros.

O alemão Karl Lagerfeld foi uma figura importante do mundo da moda por décadas, com seu cabelo branco característico, óculos de sol pretos e golas altas e engomadas. Ele foi diretor criativo da casa de moda francesa Chanel, cargo que ocupou de 1983 até sua morte em 2019. Ele também foi o diretor criativo da casa de moda italiana Fendi, e também tinha sua própria marca de moda alemã com o seu sobrenome.

‘Bad Monkey’: Série de COMÉDIA estrelada por Vince Vaughn ganha trailer; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial Bad Monkey, nova série de comédia estrelada por Vince Vaughn (‘Freaky: No Corpo de um Assassino’).

A atração chega à plataforma de streaming no dia 14 de agosto.

Confira, junto às imagens promocionais:

A série foi criada por Bill Lawrence (‘Ted Lasso’) e baseada no romance homônimo de Carl HiaasenVaughn também entra como produtor executivo.

Bad Monkey conta a história de Andrew Yancy (Vaughn), que foi expulso do departamento de polícia de Miami e agora é inspetor de saúde em Florida Keys. Após se deparar com um caso que começa com um braço humano decepado, pescado por turistas, ele percebe que, se conseguir provar o assassinato, poderá voltar para a polícia. Ele só precisa passar por um coleção de estranhos da Flórida e um “macaco mau”.

L. Scott CaldwellRob DelaneyMeredith HagnerNatalie MartinezAlex MoffatMichelle MonaghanRonald PeetJodie Turner-Smith também fazem parte do elenco.

‘O Corvo’: Bill Skarsgård e FKA Twigs estampam BELÍSSIMO pôster inédito; Confira!

Durante a San Diego Comic Con, a Lionsgate divulgou um belíssimo pôster inédito de ‘O Corvo‘, destacando Eric Draven, vivido por Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’), ao lado de sua amada Shelly (FKA Twigs).

Com estreia marcada para 22 de agosto, a trama acompanha um homem que encontra em Shelly Webster sua alma gêmea.

Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e o homem, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de O Corvo para ir atrás de vingança.

Confira, junto com um novo clipe e siga o CinePOP no Youtube:

o corvo bill skarsgard fka twigs
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Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.

Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco de O Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.

‘Batman: Cruzado Encapuzado’: Clipe inédito apresenta os vilões da aguardada animação; Confira!

Batman: Cruzado Encapuzado‘, nova animação do Homem-Morcego, produzida por Bruce Timm (‘Batman – A série Animada’), junto com J.J. Abrams (‘Star Trek’) e Matt Reeves (‘Batman’), ganhou um novo clipe.

O material destaca os vilões que o herói irá enfrentar, como o Firebug, o Cavalheiro Fantasma e a Nocturna.

Lembrando que a atração chegará ao catálogo da plataforma de streaming no dia 01 de agosto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

 

Anteriormente, o The Hollywood Reporter divulgou que a Amazon já encomendou duas temporadas da animação, que conta com roteiros de Ed Brubaker, quadrinista que já trabalhou em diversos títulos da DC e da Marvel.

Cada temporada deve ter 10 episódios, com o objetivo de reinventar o Homem-Morcego e sua icônica galeria de vilões com uma narrativa sofisticada, personagens diferenciados e sequências de ação intensas… Tudo isso ambientado em um mundo visualmente impressionante.

Utilizando técnicas e tecnologias de animação de última geração, ‘Batman: Caped Crusader‘ foi projetada com o objetivo de mais uma vez reinventar a mitologia Batman e sua icônica galeria de aliados e vilões com narrativas sofisticadas, personagens com nuances e sequências de ação intensas, tudo ambientado em um mundo visualmente impressionante.

A série vai marcar o tão esperado retorno de Timm à animação do Batman na televisão depois que ele comandou ‘Batman: A Série Animada‘, vencedora do Emmy.

Para Reeves e Abrams, a colaboração é significativa em vários níveis – já que a dupla colaborou em diversos projetos ao longo de várias décadas, como na série ‘Felicity’ (1998) e no filme ‘Cloverfield – Monstro‘ (2008).

batman cruzado encapuzado