Sem detalhes sobre a trama divulgados, o misterioso teaser traz a narração da personagem de Nash-Betts sob uma tela preta: “Eu não sei quando começou, realmente não sei dizer, mas está diferente agora. Houve uma mudança, como algo estivesse estivesse abrindo o mundo. Um tipo de buraco no centro do nada. O que eu vi hoje… eles enviaram psiquiatras para todos que trabalharam nesta cena de crime.”
Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.
Conquistando nada menos que 11 minutos de aplausos e 92% de aprovação no Rotten Tomatoes após a exibição no Festival, o longa-metragem traz Moore interpretando uma celebridade decadente que usa uma droga do mercado negro que dá nome ao filme – um dispositivo de replicação de células que acaba criando uma versão jovem e melhor de si mesma (Margaret Qualley). Ela não apenas deve compartilhar um espaço com essa nova criatura, mas também passar metade do tempo em estado adormecido para que ela possa prosperar.
Os fãs do ‘Demolidor‘ ficaram surpresos quando a Marvel decidiu resgatar a série estrelada porCharlie Cox depois que a atração havia sido cancelada pelaNetflix em 2018.
Agora, o personagem vai retornar na série ‘Demolidor: Renascido‘, que deve continuar a trama que estava sendo desenvolvida na original.
Em entrevista para a People, Cox foi questionado sobre como se sentiu depois que recebeu a ligação da Marvel pedindo que ele retornasse ao universo do Demolidor.
Em resposta, ele disse que foi um alívio, pois achava que nunca mais iria interpretar o herói.
“Depois do cancelamento, eu me despedi completamente [do personagem]. Eu segui em frente e, ocasionalmente, Vincent e eu conversávamos e ele dizia coisas como: ‘Ah, eles vão nos ligar. Acho que eles vão nos ligar’. E eu desligava o telefone e dizia a mim mesmo: ‘Que pena, ele está delirando! Ele tem que se despedir também. Vai passar 10 anos e ele ainda estará com esperanças. Acabou. Definitivamente acabou’.”
Ele continuou:
“Acho que paramos de gravar a série original no final de 2016, começo de 2017 e descobrimos que ela foi cancelado em algum momento de 2018. E então foi só em meados de 2020 que recebemos um telefonema do [presidente da Marvel Studios] Kevin [Feige] dizendo que eles estavam interessados em trazer os personagens de volta. Para mim, foi chocante. Vincent estava certo. Ele não previ isso, mas ele manteve as esperanças.”
Durante a D23 Expo, aDisney apresentou o primeiro teaser da série, mostrando um confronto épico entre Murdock e Fisk, além de revelar o vilão Muse.
Pelo visto, este novo capítulo trará um Demolidor mais maduro e refinado.
Longe da violência visceral da série da Netflix, Matt busca uma abordagem mais estratégica para enfrentar seu arqui-inimigo. Em uma cena eletrizante, ambos se encontram em uma lanchonete e travam um duelo verbal intenso, onde Murdock estabelece seus limites:
“Se você ultrapassar a linha, eu estarei lá”.
A resposta de Fisk, com sua risada característica, deixa no ar a dúvida sobre quem realmente está no controle: o Demolidor ou o advogado Matt Murdock.
Nas redes sociais, o público está bastante animado e ansioso pela estreia, que está programada para estrear em março de 2025, na Disney+.
Além disso, o estúdio divulgou o logo oficial e confirmou que o seriado já está renovado para a 2ª temporada, cuja produção deve ser iniciada “muito em breve”.
Marvel ter voltando com o elenco original de Demolidor pra DAREDEVIL: BORN AGAIN foi uma das maiores alegrias que ela pode dar pro fãs, não vejo a hora de assistir a nova temporada pic.twitter.com/ea3bONr5ZD
eu meio que finjo que nao ligo para o demolidor no mcu mas a real é que ligo sim era obcecada pela série e preciso do trailer disso nesse exato momentopic.twitter.com/PoFtzJDkql
Além de Cox e D’Onofrio, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) também retornam.
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
‘Deadpool e Wolverine‘ contou com algumas variantes do mutante com garras de adamantium, como o caolho, uma com o clássico traje marrom e laranja, e até mesmo uma versão interpretada por Henry Cavill (‘O Homem de Aço’).
Mas a variante mais engraçada foi a primeira, um baixinho e peludo, assim com nos quadrinhos.
E o artista Ryan Meinerding compartilhou uma arte conceitual do personagem.
Confira:
“Aqui está outra variante do Wolverine, presente no livro ‘The Art of Deadpool & Wolverine’! Foi incrivelmente divertido criá-lo, tentando atingir as proporções precisas dos quadrinhos!”
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
A trama segue a vencedora de uma loteria criada recentemente na Califórnia, Katie Kim, e sua luta para sobrevir e reivindicar seu bilhete premiado com o apoio do Cassidy, enquanto fogem do Louis Lewis (Simu Liu) e dos caçadores do prêmio.
Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) é responsável pela direção.
O épico ‘A Mulher Rei‘, estrelado pela Viola Davis (‘Esquadrão Suicida’), já está disponível no catálogo do Prime Video Brasil.
A produção chegou à plataforma de streaming hoje,15 de agosto.
A história é inspirada em eventos reais que aconteceram no reino de Dahomey, um dos mais poderosos do continente africano, entre os séculos XVIII e XIX, e irá mostrar Nanisca (Davis), que é a general de um exército militar feminino, e sua filha, Nawi, que lutam juntas contra os franceses que escravizaram e tentaram destruir seu povoado.
Vale lembrar que o longa conquistou 94% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes. Além disso, o filme recebeu a rara nota A+ do público no CinemaScore, a pontuação mais alta da plataforma.
Durante os últimos assassinatos de um massacre causado por um sinistro serial killer, somos introduzidos à “Garota” (Fitzgerald), que está sendo perseguida pelo “Demônio” (Gallner) – o que é apenas o começo de um longo jogo mortal de gato e rato.
Através do seu Twitter, Gallner fez um alerta sobre o filme: “Vá assistir sabendo o mínimo possível.”
O longa está programado para estrear no dia 1º de agosto de 2025.
Phoebe Dynevor (‘Jogo Justo’) será a protagonista. Whitney Peak (‘Gossip Girl’) e Djimon Hounsou (‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’) também foram confirmados no elenco.
Infelizmente, detalhes sobre a trama do filme não foram divulgados.
O projeto está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.
Wirkola é conhecido pelos fãs do gênero, tendo comandado ‘Zumbis na Neve‘ e sua sequência, ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘, ‘The Trip‘ e ‘Noite Infeliz‘.
Adam McKay e Kevin Messick serão responsáveis pela produção.
As filmagens estão programadas para os próximos meses, na Austrália.
De acordo com o Deadline, o terror ‘Alien: Romulus‘, próximo filme do aclamado cineasta Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), deve dominar os cinemas e assumir o topo das bilheterias norte-americanas.
Projeções recentes indicam que o longa deve arrecadar em torno de US$ 40 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 35 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 75 milhões.
Vale lembrar que o terror está sendo extremamente aclamado pelos críticos, tendo conquistado 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca a competente direção, os visuais e o “insano” terceiro ato do longa. Além disso, a produção foi aclamada por suas cenas violentas e homenagens à franquia.
“‘Alien: Romulus’ presta uma homenagem perfeita aos filmes originais, trazendo de volta efeitos práticos e momentos aterrorizantes e cheios de suspense. O terceiro ato é absolutamente insano e certamente será divisivo.” (Mama’s Geeky)
“Tudo se torna grosseiramente psicossexual, delirante e terrivelmente sombrio, como é característico do Fede Alvarez, mas nunca em um nível que leve ao exagero.” (Daily Dead)
“Por mais bem elaborado e assustador que este filme seja, ele não consegue escapar da sombra dos dois primeiros clássicos da franquia e, em certo ponto, simplesmente para de tentar.” (Rue Morgue Magazine)
“Este filme traz um banho de sangue que combina melhor com a franquia ‘A Morte do Demônio’ do que com o terror sufocante de ‘Alien’. O diretor prefere torturar seu elenco do que desenvolver seus personagens.” (IndieWire)
“Fede Alvarez se superou com seu melhor filme até agora! ‘Alien: Romulus’ é uma carta de amor à franquia. Lindo, aterrorizante, retorcido, estranho, grotesco, sangrento e, acima de tudo, profundo e cheio de camadas.” (Zach Pope Reviews)
“Cailee Spaeney pode parecer, à primeira vista, uma sucessora improvável da franquia, mas a estrela de ‘Priscilla’ certamente faz sua presença ser reconhecida no terceiro ato do filme.” (Deadline)
O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã (15).
Enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.
O longa será ambientado entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), e já recebeu a aprovação de ninguém menos que Ridley Scott e James Cameron, os lendários diretores por trás dos clássicos originais.
A aparição de Tom Cruise na Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 foi um dos momentos mais comentados do evento. Mas o que poucos sabem é que a produção dessa sequência épica exigiu uma operação de segurança e sigilo digna de um filme de espionagem.
Segundo a NBC Los Angeles, os preparativos para a cena começaram no início do ano, com a filmagem de um vídeo pré-gravado de Cruise pilotando uma motocicleta até o icônico letreiro de Hollywood. Para garantir a surpresa, medidas extremas foram tomadas.
“Até nossas próprias câmeras, as câmeras de segurança, foram desligadas e não estavam gravando durante essa acrobacia”, revelou Jeff Zarrinnam, presidente do Hollywood Sign Trust.
A decisão de transformar o letreiro em um palco para a promoção dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 exigiu uma autorização especial, já que tocar no símbolo é estritamente proibido.
Cruise, conhecido por realizar suas próprias acrobacias, não decepcionou.
“Ele voou com seu próprio helicóptero para nosso heliporto bem em cima… do letreiro de Hollywood aqui”, revelou Zarrinnam.
Para a filmagem, ele chegou ao local de helicóptero e, pela primeira vez na história, tocou fisicamente no letreiro de Hollywood.
“Eles só queriam fazer algo espetacular, algo com o Letreiro de Hollywood porque o Letreiro de Hollywood representa Los Angeles”, explicou Zarrinham.
“Normalmente, quando há filmagens aqui em cima, ninguém é permitido tocar no letreiro de Hollywood. Esta foi a primeira vez que o letreiro de Hollywood foi realmente tocado”, disse Zarrinnam.
Tem tanto seriado bom por aí que as vezes ficamos perdidos se não nos organizarmos. Buscando ajudar você leitor com ótimas dicas de brilhantes projetos seriados, separamos abaixo uma grande lista com 10 dessas produções:
Voo 370 – O Avião que Desapareceu (Netflix)
Como é possível com a tecnologia de hoje um avião desaparecer e não ser mais encontrado? Tentando encontrar respostas para algumas perguntas que geram inúmeras interpretações, chegou nesse início de 2023 na Netflix a minissérie documental Voo 370 – O Avião que Desapareceu, dividida em três partes, que nos faz entender alguns pontos sobre uma inacreditável história sem conclusão que começou em um dia de março de 2014, quando, decolando de Kuala Lumpur na Malásia, em direção à Pequim, na China, um avião comercial marcaria para sempre a história da aviação mundial ao sumir menos de uma hora após decolar e nunca mais ser encontrado.
Fallout (Prime Video)
Na trama, bem à frente no futuro, conhecemos a Terra dizimada por ações nucleares. Para proteger alguns, os Estados Unidos junto à um grupo de empresas, principalmente uma, a Vault- Tec , resolvem criar refúgios subterrâneos. Assim, 200 anos depois do caos começar, conhecemos a jovem Lucy (Ella Purnell) que após o lugar onde nasceu e foi criada ser atacado, e ainda com o sequestro de seu pai, resolve ir atrás dele e desbravar a superfície, um lugar onde nunca antes havia ido. A cada caminhada, uma nova descoberta, e assim seu destino se cruza com Maximus (Aaron Moten), um sobrevivente de um dos ataques nucleares mais impactantes e o enigmático necrótico Cooper (Walton Goggins), esse último com um passado com vivas memórias do início do fim.
The Chosen (Netflix)
Criada pelo norte-americano de 48 anos, Dallas Jenkins, The Chosen de forma simples e inspiradora nos leva a conhecer os ensinamentos de Jesus. Sob a perspectiva daqueles que o seguiam, começando na Galileia do século I, depois indo para Samaria, e fugindo de uma obviedade muitas vezes maçantes quando pensamos em assuntos bíblicos, fato que afastava logo de cara grande parte do público em outras produções, o seriado de impressionante sucesso se sustenta em um equilíbrio entre narrativa de entretenimento e a exatidão das interpretações do que está na bíblia, elevando assim a qualidade da produção. Para tal, na equipe da série tem diversos estudiosos sobre o tema que influenciam de forma positiva a direção e contextos da trama.
Na trama, conhecemos John e Jane, interpretados pelos excelentes Donald Glover e Maya Erskine, duas almas solitárias, novatos no ramo da espionagem, trabalhando para uma agência que mal conhecem onde precisam fingir serem casados enquanto são enviados para as mais diversas relações. Quando os dois começam a desenvolver uma forte atração, o que leva a uma relação de fato, buscam se entenderem ao longo desse praticamente infinito percurso.
Na trama, ambientada na Cidade fictícia de Cratará, no Ceará, conhecemos Ubaldo (Allan Souza Lima), um homem com um presente repleto de conflitos em São Paulo, cidade onde mora. Recém demitido de um banco onde trabalhava, apertado para pagar as despesas hospitalares do pai internado, atravessa o país por causa de uma carta dizendo sobre uma possível herança, fato que o leva para uma cidadezinha no sertão cearense onde descobre ser filho de um cangaceiro conhecido na região. Logo se vê em novos conflitos, com a violência inserida no cotidiano e entre vinganças, corrupções políticas em terras repletas de histórias ligadas à desgraças, acaba virando parte de um bando violento que assalta bancos por toda a região ao mesmo tempo que tenta se conectar com as duas irmãs que nem sabia que existiam, isso tudo em um lugar onde ele não é invisível.
Agatha Christie: Poirot (Belas Artes a La Carte)
Ao longo do período entre 1989 a 2013 uma produção fantástica chegava aos telinhas trazendo vida aos misteriosos casos de um dos personagens mais emblemáticos da escritora britânica Agatha Christie, o detetive belga Hercule Poirot. Entre tramas macabras, reviravoltas surpreendentes, traições, ambição, o seriado Agatha Christie: Poirot nos leva para um tour sobre a mente humana, acompanhando histórias profundas que tem na sua base os deslizes da moral sob pontos de vistas diversos.
Um dos grandes seriados da Prime Video, que poucos falam, Goliathé um dos mais impactantes projetos quando pensamos em dramas jurídicos. Na série, na sua primeira temporada, acompanhamos Billy Mc Bride, um ex-advogado de prestígio que busca retomar os dias de glória em um enorme processo contra a poderosa firma de advocacia que ajudou a criar.
Na trama, voltamos à décadas atrás, no início no Rio de Janeiro na época dos bondinhos onde o carioca Senor Abravanel vivia com seus pais (uma mãe dona de casa e um pai com problemas com jogos) e começara a entender que tinha um certo dom para vendas e logo se inicia como camelô pelas ruas do centro da cidade maravilhosa. Ele começa a aproveitar as oportunidades que a vida lhe coloca pelo caminho e parte para São Paulo, onde conhece Manuel de Nóbrega (seu grande padrinho) e começa a fazer shows e descobrir o fascinante e recém criado universo televisivo, além do lucro que alcança com o polêmico Baú da Felicidade criado no final da década de 60, nessa fase já era conhecido pelo nome artístico: Silvio Santos. Em paralelo, vamos vendo o protagonista já na sua fase mais velha, buscando soluções para um problema na voz, sempre com a ajuda da esposa Iris (Leona Cavalli), e da crise que se instaura no SBT, além de disputa com a toda poderosa Globo mais presente aqui na figura de Rossi, um alto executivo da emissora. Silvio, nessas três fases é interpretado pelos atores: Guilherme Reis, Mariano Mattos Martins e José Rubens Chachá.
Na trama, conhecemos Kate Wyler (Keri Russell), uma diplomata que as véspera de viajar para o oriente médio recebe o convite para ser a nova embaixadora dos Estados Unidos na Inglaterra, logo após um incidente com um navio britânico ser foco de tensões geopolíticas. Pega de surpresa, ela logo aceita o convite e junto com ela embarca para a terra da rainha seu marido Hal (Rufus Sewell), um famoso diplomata que dessa vez precisa ficar nos bastidores mesmo seu ego não deixando muitas vezes isso acontecer. Além de tudo, o casamento entre os dois está no pico de uma crise praticamente irreversível. Assim, tendo que lidar com um jogo político ardiloso e cheio de variáveis, Kate se vê em enormes conflitos pois ainda por cima precisa resolver sua situação com o marido.
A raiva é um estado transitório da consciência? Uma das gratas surpresas no universo das séries que chegaram aos streamings em 2023, sem dúvidas, é o projeto criado pelo sul-coreano Lee Sung Jin, Treta. Com uma trama sólida e com camadas e mais camadas que giram em torno da história principal, o seriado reflete sobre por duas pessoas ligadas por uma inusitada situação que se veem presos numa crise existencial onde o limite para ações e consequências extrapolam qualquer normalidade. O projeto tem uma curiosidade bem legal, alguns dos chamativos títulos de episódios são citações de mentes famosas, como uma do escritor tcheco Franz Kafka e outra da poeta norte-americana Sylvia Plath.
A A24 divulgou o trailer oficial de ‘Look Into My Eyes’, documentário escrito, dirigido e produzido por Lana Wilson (‘Miss Americana’).
O longa-metragem tem estreia marcada para o dia 06 de setembro nos Estados Unidos, ainda sem dia confirmado de chegada ao Brasil.
Confira:
Kyle Martin também entra como produtor ao lado de Wilson.
O documentário acompanha um grupo de médiuns de Nova York que conduz leituras profundamente íntimas para seus clientes, revelando um caleidoscópio de solidão, conexão e cura.
O filme teve sua estreia oficial no Festival de Sundance 2024, conquistando nada menos que 88% de aprovação com base em 8 críticas.
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da animação ‘Hot Wheels: Velocidade Máxima’, baseada na icônica franquia intelectual de brinquedos Hot Wheels.
Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega no dia 09 de setembro à plataforma de streaming.
Confira:
Na trama, “seis crianças participam do Acampamento de Corrida Mega Garagem Hot Wheels, onde aprenderão as habilidades necessárias para se tornarem a próxima geração de pilotos incríveis”.
A animação foi desenvolvida por Rob David (‘He-Man e os Mestres do Universo’), vice-presidente de conteúdo criativo da Mattel Television.
A atração também conta com a colaboração de Melanie Shannon (‘Mestres do Universo: Salvando Eternia’), diretora criativa sênior de conteúdo da Mattel Television, e Jordan Gershowitz (‘Tubacão’).
A febre de ‘Barbie’ continua! Greta Gerwig, a mente por trás do sucesso cinematográfico da boneca mais famosa do mundo, deixou os fãs em polvorosa ao sugerir a possibilidade de um derivado.
Segundo o ComicBook, quando questionada sobre um spin-off focado no Ken, interpretado por Ryan Gosling, a cineasta respondeu de forma enigmática:
“Quer dizer, a verdade é que, você sabe — acho que vamos ver”, declarou.
Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
‘Deadpool e Wolverine’ já é o mais novo grande sucesso dos cinemas, com a promessa de ser tornar mais um ilustre membro do clube do bilhão. E você, já assistiu ao filme nos cinemas quantas vezes? É preciso lembrar também que existe outros filmes em cartaz nas telonas, igualmente queridos e bem-sucedidos, como ‘Twisters’, ‘Como Vender a Lua’, ‘Pequenas Cartas Obscenas’, o suspense ‘Maxxxine’ e o terror ‘Entrevista com o Demônio’, todos lançamentos de julho nas telonas por aqui.
Mas não para por aí, pois agosto se apresenta entre nós, demonstrando que o ano passou de sua metade. Agora adentramos o segundo semestre de 2024, com mais algumas dezenas de produções chamativas que aportarão em breve em nessas salas de exibição. Quando piscarmos, estaremos diante dos filmes voltados ao Oscar novamente. Enquanto isso não acontece, ficamos com mais uma leva de longas chamativos que chegam em agosto. Confira agora as principais estreias do mês.
O mês começa com muita adrenalina para você que gosta de bons sustos e o coração disparado quando vai ao cinema. Quem comanda o show é o vencedor do Oscar Russell Crowe. O ator parece ter se especializado nesse subgênero do horror: o de filmes de exorcismo. Ano passado ele foi ‘O Exorcista do Papa’. Agora, ele interpreta um ator participando de um filme de terror no estilo de ‘O Exorcista’, que termina realmente participando de eventos sobrenaturais no set de filmagens.
Não, não se trata de um remake de um famoso filme de roubo estrelado por Sean Connery e Catherine Zeta-Jones dos anos 90. Esse ‘Armadilha’ é o mais recente trabalho do diretor M. Night Shyamalan, e só por aí já entendemos que se trata de um longa de teor bem diferente. Aqui, o diretor de ‘Tempo’ e ‘Batem à Porta’ entrega um suspense angustiante e claustrofóbico, que aparentemente não possui nada de sobrenatural como na maioria de seus filmes. Aqui, somos apresentados a um pai e sua filha adolescente indo a um show de uma estrela pop. No local, o sujeito fica sabendo que existe uma operação para capturar um perigoso serial killer. Josh Hartnett interpreta o protagonista.
É Assim que Acaba
Enquanto seu marido está em cartaz atualmente quebrando todos os recordes de bilheteira em ‘Deadpool e Wolverine’, a atriz Blake Lively investe em projetos mais pessoas, donos de histórias mais intimistas e significativas para o universo feminino. Foi assim com ‘A Incrível História de Adaline’ e ‘Por Trás de Seus Olhos’. E é assim aqui também. Baseado no livro de Colleen Hoover, a trama segue a protagonista Lily Bloom, uma mulher dividida entre a relação desgastada com o marido ou uma nova relação que começa a se apresentar em sua vida.
A maior estreia do segundo fim de semana de agosto é esta superprodução baseada em um videogame cultuado pelos fãs. Imagine uma mistura entre ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’, com um grupo de personagens distintos, cada um dono de um talento especial, precisando se unir meio que a contragosto para uma missão urgentíssima, salvar o universo da destruição. O filme tem direção de Eli Roth, mais conhecido por suas obras de terror, e conseguiu atrair a atenção de gente como as vencedoras do Oscar Cate Blanchett e Jamie Lee Curtis, além dos humoristas Kevin Hart e Jack Black.
15/08
Alien Romulus
No terceiro fim de semana de agosto ganharemos mais um exemplar de uma das maiores e mais longevas franquias do cinema. Misto de terror, ficção científica e ação, ‘Alien’ teve seu início no fim dos anos 70 e depois disso ganhou nada menos do que oito filmes derivados, incluindo esse mais recente exemplar – que possui direção de Fede Alvarez (o mesmo do remake de ‘A Morte do Demônio’ e ‘O Homem nas Trevas’). Aqui, embarcamos a bordo de uma espaçonave junto a um grupo de jovens colonizadores espaciais, que em seu trajeto encontram uma estação espacial abandonada e decidem explora-la. Quem encabeça o elenco são as promissoras atrizes Cailee Spaeny e Isabela Merced.
Meu Filho, Nosso Mundo
Drama sobre autismo que se tornou um projeto muito pessoal para o lendário Robert De Niro. O ator consagrado revelou ao mundo através de um comunicado há quase uma década que seu filho Elliot, de então 18 anos, era autista. Assim, De Niro estar nesse filme tem um propósito maior. Na trama, temos uma viagem muito especial pelas estradas de um pai e seu filho com autismo. O protagonista, vivido por Bobby Cannavale é um homem precisando aprender a lidar com as características intelectuais de seu filho. De Niro interpreta o avô do menino.
Agosto é um dos meses mais longos de 2024, com cinco fins de semana. No quarto e penúltimo temos o maior número de estreias nas telonas, tornando-o o mais movimentado. A principal estreia da data é o aguardado e de certa forma polêmico remake de ‘O Corvo’, clássico cult embalado pela trágica morte de seu protagonista Brandon Lee. Quem estrela no novo é o onipresente Bill Skarsgard. Baseado em uma HQ underground, a história fala sobre um casal apaixonado, vítima de criminosos em uma cidade violentíssima e sem lei. O sujeito volta do túmulo, trazido por um corvo, para se vingar.
Não é só M. Night Shyamalan que trará um “terror cabeça” no mês de agosto para os fãs. A atriz Zöe Kravitz se arrisca atrás das câmeras estreando como diretora. Para o seu debute, a cineasta escolhe não um drama ou um romance, mas sim um thriller no clima das obras de gente como Jordan Peele e do próprio Shyamalan. Para a tarefa, Kravitz escala seu namorado Channing Tatum como chamariz do projeto. Ele interpreta um milionário que convida uma jovem que conheceu recentemente para passar férias dos sonhos em sua mansão em uma ilha particular paradisíaca ao lado de amigos. Bem, e sabemos que isso não irá acabar bem. A protagonista é Naomi Ackie, que viveu Whitney Houston nas telonas em ‘I Wanna Dance with Somebody’.
Um dos maiores sucessos cult do ano passado/ início de 2024 foi ‘Pobres Criaturas’, uma obra bastante fora da caixinha que reimagina o clássico ‘A Noiva de Frankenstein’ com um sabor todo novo e atual. O resultado foi que terminou rendendo um segundo Oscar de melhor atriz para Emma Stone. Assim, a estrela e o diretor grego Yorgos Lanthimos se reúnem para um novo projeto neste ‘Tipos de Gentileza’, que também traz Willem Dafoe no elenco (presente no filme anterior também). Aqui, no entanto, temos três histórias diferentes, formando uma coletânea de contos bizarros (com o teor do diretor), em que Stone e Dafoe, ao lado de Jesse Plemons, Margaret Qualley, Hong Chau e Mamoudou Athie interpretam personagens diferentes a cada história.
A garotada não estará desamparada nas telonas no mês de agosto, mesmo após o fim das férias escolares, afinal é preciso mantê-los ocupados o ano todo – e não existe pedida melhor no fim de semana do que ir ao cinema, assistir um filme em família. Uma boa pedida para tal é este ‘Harold e o Lápis Mágico’, produção da Sony, sobre um lápis de cera roxo capaz de tornar realidade qualquer desenho do artista Harold. No papel principal, um especialista nesse tipo de filme – Zachary Levi ficou conhecido por dar vida ao herói juvenil ‘Shazam’ no cinema. Fora isso, para os brasileiros o longa tem um sabor todo especial, pois trata-se da estreia na direção com atores reais de Carlos Saldanha, nosso conterrâneo responsável pelas franquias ‘A Era do Gelo’ e ‘Rio’.
Agosto termina com o que vem sendo chamado de o melhor filme e terror e suspense do ano. ‘Longlegs’ tem uma trama parecida com a do clássico ‘O Silêncio dos Inocentes’ (1991) e mostra uma jovem agente do FBI designada a investigar casos de assassinatos e capturar um serial killer. Ela é interpretada pela ótima Maika Monroe, de ‘Corrente do Mal’. Mas a cereja do bolo no filme é a impressionante transformação do vencedor do Oscar Nicolas Cage, em mais um papel chamativo nessa nova fase de sua carreira. Ele vive o psicopata do título, e segundo os críticos, é capaz de te deixar sem dormir por dias.
Estômago 2 – O Poderoso Chef
A onda das sequências tardias que assola Hollywood chegou até o cinema nacional. O primeiro a chegar foi ‘Ó, Pai, Ó 2’ no ano passado, sequência do sucesso de 2007 com Lázaro Ramos. Este ano ainda teremos ‘Deus Ainda é Brasileiro’, continuação do longa de 2003 com Antônio Fagundes, prometido para setembro, e ‘O Auto da Compadecida 2’, prometido para dezembro. Agora só falta ‘Lisbela e o Prisioneiro 2’ e ‘Bacurau 2’. Enquanto isso não acontece, temos a segunda parte de um dos filmes nacionais mais adorados dos últimos 20 anos. ‘Estômago’ traz um show de João Miguel no papel de Raimundo Nonato, um nordestino que chega a São Paulo em busca de uma vida melhor. Ele logo descobre o dote culinário, mas decisões ruins o levarão para a prisão, onde a história se desenrola no presente. Na continuação, a chegada de um mafioso italiano na cadeia irá mudar as coisas para o protagonista.
1999 foi um ótimo ano para o cinema e, talvez no topo dos filmes mais adorados da época, esteja ‘Matrix’.
A ação sci-fi estrelada por Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss, Laurence Fishburne, Hugo Weaving e outros caiu no gosto do público e da crítica, sendo aclamado e eternizado por inúmeros realizadores cinematográficos e autores de ficção científica pela abordagem única ao tema em questão e por discussões importantes para a sociedade contemporânea – além das múltiplas referências mitológicas, religiosas, filosóficas e políticas.
A história é centrada em Neo (Reeves), um jovem programado atormentado por estranho pesadelos, nos quais sempre está conectado por cabos a um imenso sistema de computadores do futuro.
À medida que o sonho se repete, ele começa a levantar dúvidas sobre a realidade. E quando encontra os misteriosos Morpheus (Fishburne) e Trinity (Moss), ele descobre que é vítima do Matrix, um sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas e cria a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos dos indivíduos para produzir energia.
Para celebrar o 25º aniversário desse clássico título do cenário do entretenimento, o CinePOP preparou uma lista com dez curiosidades de bastidores sobre o filme.
Confira:
SUCESSO DA ACADEMIA
‘Matrix’ venceu todas as quatro categorias às quais estava indicado no Oscar: Melhor Montagem, Melhor Som, Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais. Essa foi a maior “limpa” de estatuetas por uma produção não indicada a Melhor Filme.
EFEITOS INCRÍVEIS
De acordo com Lana Wachowski, para os efeitos das balas em slow-motion, o designer de som Dane A. Davis colocou balas em cordas e as rodopiou pelo estúdio. Além disso, ele digitalizou gotas de chuva que caíam contra painéis de janela para criar o som codificado da Matriz.
O MELHOR DO CYBERPUNK
O romance ‘Neuromancer’, assinado pelo lendário William Gibson, foi uma grande influência para o longa-metragem (em particular, no uso do termo emprestado ao título). Depois de assistir ao filme, Gibson comentou que a forma como a produção trouxe referências de trabalhos já existentes do gênero cyberpunk foi “o exato tipo de osmose cultural criativa” que levou para seus própriso escritos.
TREINAMENTO PESADO
A cena de abertura do filme, em que Trinity enfrenta a polícia e os capangas do Agente Smith (Weaving) demorou nada menos que seis meses de treinamento e quatro dias para ser rodada – para que Lana e Lilly Wachowski, as diretoras, conseguissem exatamente o que pretendiam.
A MATRIZ
Todas as cenas ambientadas dentro da Matriz tem um matiz esverdeada, como se estivéssemos observando-os através do monitor de um computador; enquanto isso, no mundo real, as sequências são tonalizadas com azul. O momento em que Morpheus e Neo lutam entre si, que não pertence nem ao mundo real, nem ao virtual, foi construída com a matiz amarelada.
Will Smith foi considerado para interpretar Neo no longa-metragem, mas recusou o papel para participar da comédia ‘As Loucas Aventuras de James West’. Mais tarde, admitiu que, à época, não se sentia “maduro o bastante como ator” e que, se tivesse aceitado, ele teria “estragado tudo”. Ele também não tem ressentimentos pela reescalação e disse que “Keanu [Reeves] estava brilhante como Neo”.
PARA UM BEM MAIOR
Moss torceu o tornozelo enquanto gravava uma de suas cenas, mas decidiu não contar para ninguém até que as gravações fossem finalizadas. Tal decisão foi em virtude do medo que sentiu em ser reescalada.
O DEUS DOS SONHOS
Na mitologia grega, Morpheus (ou Morfeu, na tradução para o português) é o deus dos sonhos. O nome foi escolhido dentro de uma ironia proposital, considerando que o papel do personagem vivido por Fishburne é o de acordar pessoas para a realidade.
ESTUDO DE CASO
Os atores e atrizes do filme tinham, obrigatoriamente, que conseguir explicar e entender ‘Matrix’. Reeves revelou que as Wachowski pediram para que ele lesse os livros ‘Simulacro e Simulação’, de Jean Baudrillard; ‘Out of Control’, de Kevin Kelly’; e ‘Psicologia Evolutiva’, de David Buss, antes mesmo de abrirem o roteiro. Moss comentou que teve certa dificuldade nesse processo.
RECUSA COMPLICADA
Janet Jackson foi um dos primeiros nomes em mente das Irmãs Wachowksi para interpretar Trinity, mas conflitos de agenda a impediram de aceitar o papel. Em uma entrevista, Jackson comentou que recusá-lo foi muito difícil, então, em seu décimo álbum de estúdio (‘Discipline’), ela homenageou o longa-metragem nas interlúdios “Intro” e “Outro”.
Com 30 críticas publicadas até o momento, o terror ‘Alien: Romulus‘, próximo filme do aclamado cineasta Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), abriu com impressionantes 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destacou a competente direção, os visuais e o “insano” terceiro ato do longa. Além disso, a produção foi aclamada por suas cenas violentas e homenagens à franquia.
“‘Alien: Romulus’ presta uma homenagem perfeita aos filmes originais, trazendo de volta efeitos práticos e momentos aterrorizantes e cheios de suspense. O terceiro ato é absolutamente insano e certamente será divisivo.” (Mama’s Geeky)
“Tudo se torna grosseiramente psicossexual, delirante e terrivelmente sombrio, como é característico do Fede Alvarez, mas nunca em um nível que leve ao exagero.” (Daily Dead)
“Por mais bem elaborado e assustador que este filme seja, ele não consegue escapar da sombra dos dois primeiros clássicos da franquia e, em certo ponto, simplesmente para de tentar.” (Rue Morgue Magazine)
“Este filme traz um banho de sangue que combina melhor com a franquia ‘A Morte do Demônio’ do que com o terror sufocante de ‘Alien’. O diretor prefere torturar seu elenco do que desenvolver seus personagens.” (IndieWire)
“Fede Alvarez se superou com seu melhor filme até agora! ‘Alien: Romulus’ é uma carta de amor à franquia. Lindo, aterrorizante, retorcido, estranho, grotesco, sangrento e, acima de tudo, profundo e cheio de camadas.” (Zach Pope Reviews)
“Cailee Spaeney pode parecer, à primeira vista, uma sucessora improvável da franquia, mas a estrela de ‘Priscilla’ certamente faz sua presença ser reconhecida no terceiro ato do filme.” (Deadline)
O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã (15).
Enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.
O longa será ambientado entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), e já recebeu a aprovação de ninguém menos que Ridley Scott e James Cameron, os lendários diretores por trás dos clássicos originais.
‘Deadpool e Wolverine’ já é um sucesso nos cinemas e agora o ilustrador Andy Park revelou uma arte conceitual de Babypool, uma das variantes do Mercenário Tagarela.
O artista compartilhou que, ao criar o personagem, seu objetivo era conferir a Babypool um visual “adorável” e “fofo”, mantendo, no entanto, as características essenciais que os fãs esperam do Deadpool.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Indiscutivelmente um dos filmes mais influentes do cinema, Alien (1979), de Ridley Scott, criou o molde do que seria “a ficção espacial de monstro”. O longa comemora em 2024 os 45 anos de seu lançamento. E é claro que o CinePOP precisava homenagear uma obra desta magnitude e ressonância para o cinema. Seu debute foi no dia 25 de maio de 1979, de forma limitada nos EUA. Logo depois, em 22 de junho o longa seria lançado por todo o país. No Brasil, sua estreia ocorreu no dia 20 de agosto do mesmo ano, ou seja, estamos em tempo da celebração de seu 45º aniversário.
Com uma mistura de 2001: Uma Odisseia no Espaço(1968), de Stanley Kubrick, e Tubarão (1975), de Steven Spielberg, Alien pegou emprestado destas duas obras, mas adicionou personalidade própria, estudada e reverenciada até hoje.
O Orçamento da produção foi de US$11 milhões e só no primeiro final de semana juntaria US$3,500 milhões. Nos EUA, a arrecadação foi de US$78 milhões, se mostrando um sucesso. Pelo mundo, o somatório foram impressionantes US$203 milhões.
Os anos 1970 foram marcados como uma nova era para as ficções científicas, das mais variadas temáticas. Nascida nos anos 1950, a ficção do período espalhava o medo do comunismo e da Guerra Fria, sublinhado em seus contos fantásticos de outros mundos. A nova fase surgia com outros tópicos a adereçar: como o perigo ao meio ambiente e a ecologia, a robótica e informática, e o corporativismo desenfreado. Filmes como Westworld: Onde Ninguém tem Alma (1973), No Mundo de 2020 (1973) e Rollerball: Os Gladiadores do Futuro (1975) permearam a década criando um verdadeiro boom.
Mas foi no final dos anos 1970, que dois filmes surgiram se tornando verdadeiros fenômenos, tirando a ficção de seu nicho e a elevando ao mainstream. Star Wars (1977), o primeiro filme da saga de George Lucas, misturou elementos de aventura matiné e muita ação, entrando para a história como o maior arrasa-quarteirão que o cinema já havia visto até então. Dois anos depois, foi a vez de Alien misturar o gênero com o terror, cenas gráficas e viscerais e uma tensão palpável, nunca antes presenciada pelo público. “No Espaço ninguém pode ouvi-lo gritar” era o slogan da produção. E no cinema, o público de fato enlouquecia.
Na trama, uma gigantesca nave cargueiro recebe um chamado vindo de um planeta inóspito em sua rota, e acorda a equipe de sete membros de seu sono criogênico. Quando chegam ao local, descobrem vestígios de uma raça alienígena e a levam para sua própria embarcação inadvertidamente. A criatura cresce e se transforma numa perfeita máquina de matar, com direito a sangue ácido.
Por falar em sangue ácido, a ideia surgiu de forma simples, mas óbvia. Dan O´Bannon, roteirista do filme, não conseguia pensar numa razão para os tripulantes da nave simplesmente não atirarem no Alien com alguma arma. Foi assim que nasceu, da mente do artista conceitual Ron Cobb, a ideia do sangue ácido – que instantaneamente desencoraja qualquer um a fazer a criatura sangrar. Por falar em criatura, ela foi interpretada pelo nigeriano Bolaji Badejo, que devido a sua altura e forma esguia vestiu o traje e emulou os movimentos com a leveza e ameaça necessárias.
Mostrando que é através de impasses criativos que surgem as melhores ideias, os roteiristas buscavam um motivo para o Alien ir parar na nave, ao invés dele simplesmente entrar no local. Ele precisaria ser levado até lá. Mas como? E por que? Assim, Ronald Shusett (o segundo roteirista) sugeriu: “Que tal se o Alien transar com um deles?”. A ideia foi desenvolvida ao conceito do facehugger engravidar os humanos, independente de seu sexo (outra ideia brilhante e bem a frente de seu tempo, afinal, fugindo da obviedade, é um homem que “engravida” da criatura).
O primeiro corte do filme tinha mais de 3 horas de duração e um nível de violência e sangue muito mais elevado. Devido à recepção negativa desta versão mais visceral nas exibições teste, e temendo uma censura máxima, os realizadores optaram por diminuir o grafismo. No filme, para aumentar o suspense, a criatura só aparece num total de 4 minutos e demora mais de uma hora para dar as caras durante o filme.
Para o papel da protagonista relutante Ellen Ripley, o diretor ficou entre as atrizes Sigourney Weaver e Meryl Streep – as duas eram colegas na universidade de Yale. Já imaginaram Alien sendo protagonizado por Meryl Streep? No fim, Weaver ficou com o papel porque Streep estava de luto pela morte do companheiro, o ator John Cazale (O Fredo de Poderoso Chefão), na época dos testes finais de elenco. Outro personagem que poderia ser bem diferente no filme foi o Capitão Dallas. Harrison Ford– que fazia sucesso como Han Solo – quase viveu o papel, que terminou ficando com Tom Skerritt.
Alien passou por uma verdadeira epopeia até conseguir receber o sinal verde e ser produzido. Inicialmente, todos os estúdios, incluindo a FOX (que eventualmente lançaria o filme e se tornaria dona da franquia), passaram o projeto adiante. O motivo: o nível de violência. Foi apenas quando o produtor Walter Hill (Os Selvagens da Noite e 48 Horas) resolveu bancar a ideia como produtor que a coisa começou a andar e o longa finalmente ganhou forma.
O visual icônico da criatura, assim como o design da nave, dos trajes e de todo este universo futurista foram criados pelo artista suíço H. R. Giger – que viria a se tornar uma lenda na indústria. Giger saiu da experiência com um Oscar debaixo do braço, por sua criação. Mas o caminho para isso também não foi simples. Seus conceitos originais traziam a criatura com olhos. Durante a produção, no entanto, o artista decidiu por deixar o xenomorfo – como viria a ficar conhecido o Alien – com uma carapaça preta no lugar da vista, fazendo da criatura uma caçadora através do faro e sentidos. Além disso, diversas criações tiveram que ser modificadas devido ao elevado contexto sexual das estruturas – fálicas ou convexas emulando as genitálias masculinas ou femininas.
Quarenta e cinco anos depois e Alien segue como uma obra irretocável, um dos maiores clássicos modernos (ou não tão mais modernos assim) da sétima arte, que ainda se mantém como expoente de um gênero. Assim como o filme de número 52 entre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público da internet, os usurários do IMDB.
Com 30 críticas publicadas até o momento, o novo terror da franquia, ‘Alien: Romulus‘, abriu com impressionantes 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destacou a competente direção, os visuais e o “insano” terceiro ato do longa. Além disso, a produção foi aclamada por suas cenas violências e homenagens à franquia.
“‘Alien: Romulus’ presta uma homenagem perfeita aos filmes originais, trazendo de volta efeitos práticos e momentos aterrorizantes e cheios de suspense. O terceiro ato é absolutamente insano e certamente será divisivo.” (Mama’s Geeky)
“Tudo se torna grosseiramente psicossexual, delirante e terrivelmente sombrio, como é característico do Fede Alvarez, mas nunca em um nível que leve ao exagero.” (Daily Dead)
“Por mais bem elaborado e assustador que este filme seja, ele não consegue escapar da sombra dos dois primeiros clássicos da franquia e, em certo ponto, simplesmente para de tentar.” (Rue Morgue Magazine)
“Este filme traz um banho de sangue que combina melhor com a franquia ‘A Morte do Demônio’ do que com o terror sufocante de ‘Alien’. O diretor prefere torturar seu elenco do que desenvolver seus personagens.” (IndieWire)
“Fede Alvarez se superou com seu melhor filme até agora! ‘Alien: Romulus’ é uma carta de amor à franquia. Lindo, aterrorizante, retorcido, estranho, grotesco, sangrento e, acima de tudo, profundo e cheio de camadas.” (Zach Pope Reviews)
“Cailee Spaeney pode parecer, à primeira vista, uma sucessora improvável da franquia, mas a estrela de ‘Priscilla’ certamente faz sua presença ser reconhecida no terceiro ato do filme.” (Deadline)
O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã (15).
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