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‘X-Men’, ‘Deadpool’, ‘Demolidor’, ‘Quarteto Fantástico’ – Ranqueamos TODOS os 18 Filmes da Marvel na extinta FOX

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Deadpool e Wolverine’ já acumula uma bilheteria mundial de US$852 milhões em pouco mais de dez dias em cartaz, cimentando o único blockbuster da Marvel Studios como um dos maiores sucessos de 2024. Entre outras coisas, o filme presta uma grande homenagem aos que vieram antes e ao fim de uma era: a era dos heróis da Marvel produzidos pela extinta 20th Century Fox (comprada pela Disney e transformada em 20th Century Studios). Era essa que soma ao todo 18 superproduções – começando com ‘X-Men: O Filme’, de 2000, um dos responsáveis pelo que temos hoje no gênero.

Dentre personagens como ‘Demolidor’, ‘Quarteto Fantástico’ e todos os derivados de ‘X-Men’, incluindo o próprio ‘Deadpool’, a Fox participou dos primórdios, da era de ouro do gênero no cinema e foi o alicerce do que temos hoje no MCU. Pensando nisso, resolvemos por mais uma tarefa insana: ranquear do pior ao melhor todos os 18 longas que compuseram essa época tão especial – que teve início quando muitos fãs de hoje sequer eram nascidos. Confira abaixo.

18 | Quarteto Fantástico (2015)

quarteto cinepop
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“Enaltecido” como um dos piores filmes de super-heróis de anos recentes, o ‘Quarteto Fantástico’ de Josh Trank (‘Poder sem Limites’) tinha como proposta uma pegada mais realista, de ficção científica e quase horror. Porém, o filme sofreu com interferências massivas dos executivos e ficou soando como um projeto interminado.

17 | Elektra (2005)

elektra cinepop
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Quando falamos nos piores filmes de super-heróis estrelados por atrizes, a ‘Mulher-Gato’ (2004) de Halle Berry é um saco de pancadas óbvio. Mas o que a memória seletiva parece deixar de lado é que logo no ano seguinte do dito cujo, algo tão ruim quanto, mas menos execrado, chegava aos cinemas com ‘Elektra’, o filme solo da anti-heroína estrelado por Jennifer Garner.

16 | X-Men: Fênix Negra (2019)

dark cinepop
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Outro que sofreu bastante com a aquisição da Fox pela Disney foi ‘Fênix Negra’. Para alguns, um projeto que já nasceu morto, não dá para deixar de imaginar, por exemplo, que a vilã de Jessica Chastain foi remodelada para ser a mais genérica possível por interferência dos “novos donos do jogo”. Por um tempo, a Marvel pensou se lançaria ou não a produção – e talvez a pior decisão tenha sido lança-la, pois queimou de vez uma das sagas mais famosas do universo mutante.

15 | X-Men Origens: Wolverine (2009)

wolverine cinepop
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Quando um novo filme faz referência a outros mais antigos, termina despertando interesse do público em revisitar tais obras ou conhece-las (no caso dos espectadores mais jovens). Isso é um dos “poderes” mais interessantes dos filmes. E com a estreia de ‘Deadpool e Wolverine’, todo o universo mutante na FOX voltou à voga, em especial a primeira aparição dos personagens juntos em tela. ‘X-Men Origens: Wolverine’ já foi chamado de um dos piores exemplares do gênero, mas agora parece estar voltando como cult.

14 | X-Men: Apocalipse (2016)

apocalipse cinepop
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Outro que foi bastante execrado em sua época de lançamento, em especial pelas caracterizações dignas de “Cospobre” de personagens icônicos (como o vilão Apocalipse e a heroína Psylocke), está ressurgindo como cult atualmente – em especial tendo em vista o que viria depois com ‘Fênix Negra’ (um dos filmes mais sem personalidade do gênero). ‘Apocalipse’ ao menos é divertido e repleto de ação, mas deixa um gosto amargo do que poderia ter sido a primeira aparição nas telonas do maior antagonista destas histórias.

13 | Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007)

silver cinepop
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Quando o segundo filme do ‘Quarteto Fantástico’ de Tim Story foi lançado, todos já sabiam bem o que esperar, conhecendo bem o teor impresso a esta franquia. Mesmo assim, não podemos deixar de imaginar como seria o retrato de personagens clássicos, como o Surfista Prateado e o vilão Galactus, feitos de maneira mais profunda e melhor desenvolvida.

12 | Quarteto Fantástico (2005)

fantastic cinepop
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Os filmes ‘Quarteto Fantástico’ de Tim Story não são um primor do gênero, mas são obras divertidas que se comportam como chiclete para o cérebro. Com a leveza de uma pluma, os longas são quase um desenho animado de carne e osso, e se comportam com tal complexidade. Esse clima despretensioso ao menos é competente e arredondado – ao contrário do filme de 2015, que soa inacabado.

11 | Os Novos Mutantes (2020)

newmutants cinepop
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A Fox estava cheia de planos para o seu universo mutante nas telonas, mas aí veio a Disney com uma proposta irrecusável. Dentre essa reformulação que durou o tempo de uma piscada de olhos, estava criar obras nos mais variados gêneros e censuras – que veria ‘Deadpool’ e ‘Logan’ dentre os filmes com novo foco. ‘Os Novos Mutantes’ foi o “filme de terror” dentro da nova abordagem. Não é de todo ruim, mas também ficamos pensando que foi “podado”.

10 | Demolidor (2003)

daredevil cinepop
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O tempo pode fazer muito mal para certas produções. Esse é o caso com ‘Demolidor’, primeiro (e único até o momento) filme solo do herói cego da Marvel. Quando foi lançado em fevereiro de 2003, o longa veio no rastro de ‘X-Men’ e ‘Homem-Aranha’, sendo um dos primeiros representantes dessa nova onda do gênero. Com um clima até pesado para os padrões e uma atmosfera sombria; hoje os defeitos (incluindo certa “breguice”) do longa são o que mais saltam aos olhos. No entanto, por um tempo foi a maior bilheteria de um filme lançado em fevereiro.

09 | X-Men: O Confronto Final (2006)

laststand cinepop
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As adaptações de quadrinhos podem sofrer bastante com as reviravoltas de bastidores. E o que parecia vir numa crescente para os mutantes nas telonas (os personagens mais populares da Marvel), terminou resultando em uma obra muito ambiciosa, que resolveu juntar muito em pouco tempo de duração. Assim é o resumo de ‘O Confronto Final’, que abordou a saga da Fênix Negra, a cura mutante e as introduções de personagens icônicos como o Fera, o Anjo e Juggernaut. Nos bastidores, Bryan Singer deixava a produção para ir dirigir ‘Superman – O Retorno’, sendo substituído nos 45 do segundo tempo por Brett Ratner.

08 | Wolverine Imortal (2013)

thewolverine cinepop
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A proposta da primeira investida do diretor James Mangold no universo mutante era por um filme mais intimista, ao contrário de ameaças megalomaníacas. Aqui temos a trama de um thriller familiar, na qual é adaptada uma das sagas mais épicas das histórias solo de Wolverine, na qual ele vai até o Japão. Com o clima mais “pé no chão”, no terceiro ato o longa mostra realmente suas tintas de fantasia, com a reformulação do clássico personagem Samurai de Prata.

07 | X-Men: Primeira Classe (2011)

primeiraclasse cinepop
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Aqui é onde grande parte dos fãs irá divergir de nossa lista. ‘X-Men: Primeira Classe’ é um grande favorito não apenas do universo mutante, como do gênero de forma geral. Desse jeito, para grande parte é top 5 da era Fox. Num aspecto narrativo, conta uma história com clima de espionagem e James Bond, além de fazer uso de performances inspiradas em especial de gente como Michael Fassbender, James McAvoy e Kevin Bacon. Mas a fidelidade com o material original passou longe. Além de essa não ser de fato a primeira classe, por alguma razão a menina de ouro Jennifer Lawrence é escalada como Mística, que ganha protagonismo.

06 | Deadpool (2016)

deadpool cinepo
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Outro que causará estardalhaço, é a posição do primeiro ‘Deadpool’ na lista, um grande favorito dos fãs. Sim, é uma obra importante, que acima de tudo representa a luta de um ator para tirar um projeto do papel. Merecido de todas as formas, o sucesso do longa não pode ser menosprezado. Mas e quanto ao que vemos em tela. Bem, por mais que grande parte queira fazer do filme um romance, ele ainda é bastante uma história de origem de um super-herói como tantas outras. Ah, sim. Uma de censura alta, violência e baixo calão.

05 | X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014)

daysoffuturepast cinepop
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Dias de um Futuro Esquecido’ é tratado por todos como o melhor filme da equipe mutante no cinema. Não para nós. É sim um longa eficiente (analisando apenas pelo resultado do que vemos em tela). Mas aqui não podemos deixar de levar em conta os bastidores da produção, que prometia um crossover entre os atores da trilogia clássica, com o elenco jovem de ‘Primeira Classe’. E o que vemos em tela mais uma vez é a participação no estilo piscou perdeu de todos os coadjuvantes, dando um tempo de tela excessivo para as mesmas “cartas marcadas”. Afinal ‘X-Men’ sempre foi sobre a equipe.

04 | Deadpool 2 (2018)

deadpool2 cinepop
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Agora sim. Pode ser uma opinião polêmica, mas sabemos que não estamos sozinhos nessa, e muitos pensam da mesma forma: ‘Deadpool 2’ é melhor que o filme original. Para começar temos mais o clima do material original, ou seja, mais personagens, introdução de alguns favoritos dos fãs, como Cable e Domino, e uma história mais complexa. Depois, temos um filme muito mais engraçado, repleto de piadas e referências, que não poupa nada e nem ninguém. A cena com a ‘X-Force’ ainda é um dos momentos mais hilários e WTF de qualquer filme do gênero de anos recentes.

03 | Logan (2017)

logan cinepop
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Esse não tinha como ficar fora do top 3. Depois que Ryan Reynolds mostrou que dava para fazer um filme de censura alta de super-heróis e ainda assim arrastar uma verdadeira multidão para os cinemas, a Fox resolveu investir em um filme assim para seu personagem mais sangrento – Wolverine. A maior reclamação sobre o retrato do personagem nas telonas era sempre a falta de sangue. Assim, Hugh Jackman topou voltar uma última vez (que agora sabemos que não seria) e, ao lado do diretor James Mangold, terminar a saga do mutante da melhor forma possível. Um faroeste moderno, ‘Logan’ é pura emoção e nostalgia.

02 | X-Men – O Filme (2000)

xmen cinepop
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Usamos como avaliação para o ranking não apenas o resultado do filme, mas também a importância do filme em um contexto geral. Mas sejamos sinceros, o primeiro ‘X-Men’ ainda se comporta muito bem, tendo uma história que até hoje tem relevância e não envelheceu. É preciso levar em conta que nessa época, os filmes de super-heróis não tinham qualquer importância para os executivos de estúdio ou para os fãs. Era preciso dar-lhes relevância. E foi o que o diretor Bryan Singer a Fox fizeram, ao pegarem os quadrinhos mais populares da época, e adaptarem da forma mais fiel possível para um longa quase independente. O resultado não poderia ser melhor.

01 | X-Men 2 (2003)

x2 cinepop
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X-Men 2’ é a melhor continuação de um filme do universo Marvel na Fox e uma das melhores do gênero de forma geral. Embora saibamos que não foi bem assim, mas o que fica parecendo é que ‘X-Men’ foi um projeto experimental, e quando a coisa deu certo, a Fox liberou o dinheiro e deixou Bryan Singer solto para fazer o que quisesse. E o cineasta libertou sua criatividade. A cena de abertura com Noturno na casa branca é de arrepiar. Assim como a invasão dos soldados na Mansão. São momentos exímios de entendimento e composição de cena. Ah sim, e não podemos esquecer o momento de maior peso social e psicológico, a visita de Bobby à sua família e a frase: “mas você já tentou não ser um mutante”. Ou seja, ‘X-Men 2’ é maior e melhor em tudo em relação ao já ótimo original. E ainda nosso queridinho dentro dessa extinta fase.

Assistir ou não? 10 Filmes para pessoas INDECISAS…

A indecisão é algo que nos faz fechar portas de oportunidades. Geralmente afetando pessoas muito controladoras que tem o medo abraçado nas escolhas, essa peculiar ação molda os destinos de muitos por aí. Pensando nesse curioso recorte, separamos abaixo uma lista com reflexões sobre esse tema:

 

A Ilha dos Assobios

Na trama, conhecemos o indeciso policial Cristi (Vlad Ivanov), um homem que é meio que um agente duplo: policial e joga também do lado do crime. Ele é envolvido em uma trama onde é pressionado por Gilda (Catrinel Marlon), esposa de um chefe de uma gang a libertar esse em uma prisão que fica numa ilha, onde um peculiar dialeto é o jeito mais seguro de se comunicar. Tendo que aprender as regras gramaticais dos assobios, o policial precisa definir de que lado está nessa grande enrascada.

 

O Dia Depois

Na trama, conhecemos Song Areum (Min-hee Kim), uma jovem que vai para o primeiro dia de seu novo emprego em uma pequena editora comandada por Kim Bongwan (Hae-hyo Kwon). Se identificando demais com seu novo chefe durante os longos diálogos que participam os dois durante um almoço, tudo ia muito bem. Mas certa hora do dia, a esposa do seu chefe aparece de surpresa e começa a tirar satisfações com Areum sobre uma possível traição com seu marido. A partir disso, embarcamos em uma viagem rumos as verdades dessa delicada situação, principalmente quando a verdadeira amante de Kim Bongwan volta a cena.

 

Na Cama com Victoria

Na trama, conhecemos a bela advogada criminalista Victoria (Virginie Efira), mãe de duas filhas pequenas, divorciada, que enfrenta um grande vazio em sua vida amorosa e com diversos problemas no seu trabalho. Certo dia, resolve ir até um casamento onde encontra um velho conhecido que acaba sofrendo uma ação criminal por parte da namorada. Assim, tentando ajudar o amigo e também tentando corrigir suas lacunas não preenchidas na vida pessoal, Victoria se aproxima de Sam (Vincent Lacoste), um jovem ex-cliente que a ajudará a completar todas suas jornadas.

 

Pode Guardar um Segredo?

Na trama, que tem direção de Elise Durán, conhecemos Emma (Alexandra Daddario) um jovem que trabalha como assistente de marketing em uma empresa em grande ascensão nos Estados Unidos. Mas ela não é nada feliz no seu trabalho e pra completar ainda vive um romance sem amor com Connor (David Ebert) um homem pra lá de chato. Mas sua vida da uma volta de 360 graus quando durante um voo acaba ficando nervosa por conta da tempestade que enfrenta o avião e conta todos os detalhes de sua vida para pessoa que está ao seu lado, Jack Harper (Tyler Hoechlin). Só que o que ela não sabia que essa pessoa pra quem contou tudo de sua vida na verdade é o dono da empresa onde ela trabalha.

 

Longe Deste Insensato Mundo

Em uma época onde não existia o Tinder, conhecemos a indecisa e corajosa Bathsheba Everdene (Carey Mulligan), uma jovem que após o destino a premiar com a herança total de um tio bem de vida, se vê em dúvida entre o amor, a paixão, o desejo, e suas convicções, por três homens completamente distintos. Ao longo das semanas, vários acontecimentos vão se moldando a partir das escolhas da personagem principal.

 

Decisão de Partir

Na trama, conhecemos o ex-militar da marinha sul-coreana e detetive da divisão de homicídios da polícia de Busan Jang Hae-joon (Park Hae-il) que vive seus dias agitados decifrando casos complexos. Ele vive uma rotina monótona, é casado, e se afunda perto da linha da obsessão no seu trabalho. Certo dia, é chamado para investigar o caso de um homem que caiu do topo de uma montanha e logo percebe que a esposa chinesa do falecido, Song Seo-rae (Tang Wei), tem tudo para ser uma das suspeitas. Só que ao longo dos dias que se passam, o detetive acaba se interessando além da conta pela misteriosa mulher.

 

7 Años

Na trama, conhecemos Vero (Juana Acosta), Marcel (Alex Brendemühl), Luis (Paco León) e Carlos (Juan Pablo Raba), quatro sócios majoritários de uma empresa em crescimento milionário que são convocados em pleno sábado, dia que não trabalham, para uma reunião emergencial onde um deles precisará assumir a culpa de um problema contábil e ir para a prisão durante 7 anos para poder salvar a empresa e a todos os outros. Sem saberem direito como tomar alguma decisão, o quarteto que se diz muito amigo contrata um mediador profissional para acompanhar os rumos dessa curiosa decisão.

 

Toprak

Na trama, conhecemos o jovem Burak (Burak Aydin) que passa seus dias entre a escola e vendendo romãs na beira de uma estrada que divide o campo do centro, voltando tarde da noite sozinhos pela estrada, a pé. Ele é criado pelo tio Cemil (Numan Çakir), um homem analfabeto que cria o protagonista desde a morte dos pais dele anos atrás. Eles vivem junto com a avó de Burak, mãe de Cemil, que está muito doente. Quando a oportunidade de Burak em ir pra universidade bate a porta, uma decisão de Cemil acaba o deixando no limite para testar sua fé.

 

Um Amor à Altura

Na trama, conhecemos uma linda advogada bem sucedida chamada Diane (Virginie Efira) que vive sozinha e divide o escritório onde trabalha com seu insuportável ex-marido. Certo dia, após esquecer o telefone em um lugar, um homem misterioso chamado Alexandre (Jean Dujardin) liga para ela e a convence de encontrá-lo em um almoço. Chegando lá, Diane se surpreende com a altura do homem mas é fisgada pelo charme e carisma deste pequeno galã francês. Assim, ao longo das semanas seguintes, entre encontros maravilhosos e surpreendentes, Diane terá que tomar uma decisão, fugindo dos preconceitos dos outros ao redor e pensando única e exclusivamente no amor que nasce entre os dois pombinhos.

 

O Batismo

Na trama, conhecemos o empresário Michal (Wojciech Zielinski), um homem de gostos requintados que vive com sua linda mulher, Magda (Natalia Rybicka) e seu bebê recém nascido em um bairro de classe alta. Ele vive feliz com sua família, até que mafiosos começam a relembrá-lo de seu passado no crime. Perto do batizado de seu filho, um grande amigo de infância, Janek (Tomasz Schuchardt), chega do exército. Como as atitudes de Michal deixam margens às especulações, Janek vai em busca de informações para saber o que está acontecendo e assim é envolvido em uma história de dor e angústia onde precisará tomar uma decisão que mexerá com a vida de todos.

 

 

Os 10 PIORES Filmes do 1º Semestre de 2024

Enquanto 2024 vem nos entregando diversas produções impecáveis e que automaticamente caíram no gosto da crítica e do público, existe o outro lado do jogo que preferimos esquecer.

Vários longas-metragens falharam em cumprir com as expectativas, transformando-se em narrativas clichês, cansativas e, muitas vezes, risíveis – como foi o caso de Madame Teia, a mais recente entrada do universo ‘Homem-Aranha’ nos cinemas, ou o frustrante terror Mergulho Noturno, cuja mitologia não foi forte o suficiente para esquivar as investidas das mais óbvias fórmulas.

Pensando nisso, preparamos uma lista com os 10 piores filme do 1º semestre de 2024.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. BACK TO BLACK

“Dirigida por Sam Taylor-Johnson, a produção procura explorar a transição de Amy Winehouse para o estrelato mundial, nos guiando até os momentos que antecederam sua morte – e, é claro, esquadrinhando as polêmicas em que se envolveu e que atraíram olhares maldosos dos paparazzi e de uma mídia que não tinham quaisquer interesses em protegê-la ou em trazer a verdade à tona, preferindo pintá-la como uma mulher louca e rendida às drogas e ao álcool. E, concretizando o que todos temiam, o longa-metragem é frustrante em sua estrutura estética e criativa, bem como redutivo a ponto de desumanizá-la mais do que já conseguiram em um passado não muito distante” – Thiago Nolla

9. IMAGINÁRIO: BRINQUEDO DIABÓLICO

“Um dos deslizes principais é o roteiro. Assinado por Jeff Wadlow, Greg Erb e Jason Oremland, a história poderia ter sido mais bem aproveitada caso não quisesse se valer de uma mitologia muito complexa e que envolve muitas subtramas. Afinal, temos explicações constantes de como o amigo imaginário de Alice corresponde a uma entidade cuja manifestação pode caminhar de duas maneiras – uma protetora e outra vingativa, como é o caso de Chauncey. E isso também se relaciona com o laço que une Alice e Jess e os segredos que se escondem no casarão, abrindo espaço para certas pulsões da psicologia que não deveriam existir, restringindo-se, sim, ao sobrenatural e às clássicas histórias de terror pelas quais somos apaixonados” – Thiago Nolla

8. OS ESTRANHOS – CAPÍTULO 1

os estranhos

Funcionando como um reboot da clássica franquia, ‘Os Estranhos – Capítulo 1’ tinha tudo para ser uma revitalização do gênero slasher e nos apresentou um material promocional bastante competente. Todavia, nem mesmo a química de Madelaine PetschFroy Gutierrez consegue salvar a produção de um fracasso iminente: segundo nossa jornalista Janda Montenegro, “o roteiro de Bryan BertinoAlan R. Cohen e Alan Freedland faz os personagens tomarem decisões irracionais mesmo para uma situação de suspense (como decidir deliberadamente ignorar som de passos pela casa, sem sequer checar se é real) para fazer esta primeira parte render mais no enredo da trilogia, e isso também é frustrante”.

7. URSINHO POOH: SANGUE E MEL 2

“Um dos equívocos mais imperdoáveis cometidos pelo longa é sua previsibilidade – e não estou comentando da “temporada de matança” promovida por Pooh e os outros, mas sim por tentar construir um mistério a ser resolvido que é ridiculamente calculável e ajuda a acabar com a magia promovida conforme nos aproximamos da conclusão. E, como se não bastasse, a adição de Tigrão (Lewis Santer), um dos personagens mais famosos do cosmos do Ursinho Pooh, é desperdiçado e tem protagonismo em apenas uma determinada cena que, de fato, não serve para muita coisa além de aumentar as camadas do slasher” – Thiago Nolla

6. MERGULHO NOTURNO

“Dirigido por Bryce McGuire em sua estreia oficial no circuito de longas-metragens, a inesperada trama acompanha uma família que se muda para uma casa que contém uma belíssima piscina. Lá, o jogador de basebol aposentado Ray Weller (Wyatt Russell) procura construir uma nova vida ao descobrir que sofre de uma doença degenerativa cujas medidas são, àquele momento, apenas paliativas. Entretanto, ele começa a apresentar uma melhora significativa de saúde poucos dias depois, levando-os a desconfiar de uma força maligna que emana da própria piscina e que pode trazer caos e ruína. Apesar do surpreendente escopo narrativo, era notável que o projeto poderia ser um “tiro no pé” – e, infelizmente, foi isso o que aconteceu” – Thiago Nolla

5. REBEL MOON – PARTE 2

“Antes de tudo, acho válido dizer que faço parte do grupo que não achou ‘Rebel Moon –Parte 1′ um desastre completo. Por mais que tivesse elementos retirados diretamente de Star Wars’, com alguns personagens sendo praticamente os mesmos da saga da família Skywalker, havia coisas boas ali e ideias interessantes que poderiam ser desenvolvidas na sequência para expandir esse universo. Infelizmente, minha surpresa se deve ao baixíssimo nível do conteúdo trazido pelo diretor na Parte 2′. A sensação que fica é que Zack Snyder conseguiu fazer duas horas do mais puro nada. Alguns podem chamar a trama de genérica, mas é algo tão pobre de inspiração que chega a ser questionável se chega a merecer o termo genérico” – Pedro Sobreiro

4. PEDIDO IRLANDÊS

“[No filme], percebemos desde o começo que as engrenagens essenciais do filme não se completam em nenhum momento: logo de cara, temos uma cansativa sequência na festa de lançamento do novo romance de Paul em Nova York, apresentando através de planos sem inspiração cada um dos personagens; pouco depois, a fragmentada montagem dá um salto significativo no tempo até contrastar com as bucólicas e místicas paisagens da Irlanda, premeditando os acontecimentos que irão reger a vida da protagonista a partir de então. Cena a cena, vemos que os personagens não têm qualquer desenvolvimento palpável, reduzidos a uma mixórdia de estereótipos e a descartes fajutos de personas que já vimos em títulos muito melhores.

3. A MÃE DA NOIVA

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“É notável como o espectro estrutural do longa-metragem parte de uma premissa bastante conhecida dentro do gênero das rom-coms. Aqui, temos uma predileção do diretor Mark Waters e do roteirista Robin Bernheim para uma espécie de comédia de costumes que foca no lovers-to-enemies-to-lovers em uma tentativa celebratória da importância da família e do amor – e nada disso seria um empecilho caso o projeto, em si, não procurasse dar um passo maior que a perna ou ao menos fingisse se importar com alguma coisa além de um produto manufaturado e sem vida. E tudo soa mais escabroso quando percebemos que absolutamente nenhum ator ou atriz possui química, entregando diálogos vencidos apenas para tapar os enormes buracos em cada ato” – Thiago Nolla

2. NOSSO LAR 2

“Com orçamento estimado de R$7 milhões, poderíamos imaginar que a estética do longa-metragem ao menos viria como um aspecto positivo – entretanto, não é isso o que acontece. De um lado, temos uma melodramática e mandatória trilha sonora que impede que os espectadores sintam o que querem sentir, sendo condicionados a entrar numa atmosfera que, no final das contas, traz mensagens de bonança e de amor que são bem costumeiros de obras desse gênero; de outros, temos efeitos especiais que mais parecem um show de mágica do que auxiliam na compreensão do que são as Colônias Espirituais e de que forma e de que forma estamos conectados ao mundo superior – e qual a nossa missão na Terra. Por fim, o roteiro e a direção fingem terminar a narrativa mais de uma vez, estendendo o tempo da obra mais do que deveriam” – Thiago Nolla

1. MADAME TEIA

Ninguém poderia nos preparar para o desastre descomunal que Madame Teia seria ao chegar aos cinemas. Apesar do instigante trailer promocional, o longa-metragem falhou em absolutamente todos os aspectos, desde o decepcionante e risível roteiro a atuações desastrosas que, na verdade, não tiveram muito o que fazer com diálogos tão ridículos. Como se não bastasse, todo o potencial é desperdiçado em uma mixórdia inexplicável de fórmulas e convencionalismos que nos faz contorcer de vergonha alheia – uma bomba atômica de proporções desastrosas, para dizer o mínimo.

‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’: Beetlejuice assombra Lydia e sua filha em novo pôster da sequência

A 4DX divulgou um pôster inédito para promover ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘, que estreia em 05 de setembro nos cinemas nacionais.

A imagem mostra o bioexorcista Beetlejuice (Michael Keaton) perturbando a paciência de Lydia Deetz (Winona Ryder) e sua filha, Astrid (Jenna Ortega).

Confira, junto com o trailer final:

os fantasmas ainda se divertem pôster

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Burton retorna à cadeira de direção.

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‘O Clube das Mulheres de Negócios’, o novo longa nacional da diretora de ‘Que Horas Ela Volta?’, ganha trailer

o clube das mulheres de negocios 02
o clube das mulheres de negocios 02

O longa nacional O Clube das Mulheres de Negócios, dirigido por Anna Muylaert (conhecida por Que Horas Ela Volta?’), ganhou seu primeiro trailer. O filme tem estreia marcada para o Festival de Gramado deste ano e chega ao circuito comercial em novembro.

“No filme acompanhamos Jongo, um fotógrafo renomado, e Candinho, um jovem e inexperiente jornalista, que chegam em um clube de campo decadente da alta sociedade de São Paulo, comandado por mulheres envolvidas com a Justiça. Suas chegadas no clube os farão repensar suas identidades e estreitar seus laços de amizade”, diz a sinopse.

O elenco conta com Rafael Vitti, Luis Miranda, Cristina Pereira, Irene Ravache, Louise Cardoso, Katiuscia Canoro, Grace Gianoukas, Polly Marinho, Helena Albergaria, Shirley Cruz, Ítala Nandi, Maria Bopp, Verônica Debom, André Abujamra, Fernando Billi, Tales Ordakji, Nani de Oliveira e Clodd Dias.

o clube das mulheres de negocios

Jenna Ortega revela segredo para aumentar sua confiança na atuação e na vida

Jenna Ortega, a estrela de Wandinha que conquistou o mundo com sua interpretação sombria e charmosa, recentemente revelou um segredo inusitado que a ajudou a se tornar mais confiante não apenas em sua carreira, mas também em sua vida pessoal.

Para dar vida à icônica Wandinha Addams, Jenna precisava aprender a tocar violoncelo, um instrumento que nunca havia tocado antes.

“O show que estou fazendo agora exige que eu toque violoncelo, e eu não toco violoncelo. Eu quero que pareça real para que os violoncelistas não olhem para isso e me chamem de nomes desagradáveis”, revelou Ortega, segundo a Variety

A falta de experiência era um desafio, até que seu professor apresentou uma solução inesperada: aja com a mesma confiança de um homem branco.

“Meu professor me disse que, desde que eu pareça confiante nos meus movimentos e seja forte e estoica, e, você sabe, incorpore totalmente o personagem, estará tudo bem. Ela me disse que eu apenas precisava abordar tudo o que faço na vida com a confiança do homem branco comum. Isso mudou minha vida. Isso me fez sentir melhor”, continuou. 

Essa frase, aparentemente simples, teve um impacto profundo na vida de Ortega.

“Eu estava nervosa até para fazer esta [entrevista] porque eu divago como uma louca. Tipo, sobre o que eu vou falar o tempo todo? Então eu apenas me lembrei: Como um homem branco comum faria isso? E ele provavelmente teria aparecido com meias desiguais”, concluiu a atriz.

Ainda sem data de estreia, a próxima temporada de ‘Wandinha‘ contará com vários nomes inéditos, incluindo Christopher Lloyd, Steve Buscemi, Thandiwe Newton, Joanna Lumley, Haley Joel Osment, Heather Matarazzo e Billie Piper.

A segunda temporada também dará mais destaque aos pais de Wandinha, Mortícia (Catherine Zeta-Jones) e Gomez (Luis Guzmán), que se tornarão personagens regulares da série.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

Crítica | É Assim Que Acaba – Blake Lively Imprime Suavidade à Temas Pesados do Best-Seller de Colleen Hoover

Colleen Hoover é um verdadeiro fenômeno. A escritora estadunidense começou a chamar a atenção cerca de dez anos atrás, quando seus livros começaram a ser publicados em diversas línguas. Aqui no Brasil o sucesso é estrondoso, e há anos – anos mesmo! – a autora se mantem inabalável dentre os livros mais vendidos do mês e também como livro mais vendido do ano. Demorou muito, até, para que algum de seus livros finalmente ganhasse uma adaptação cinematográfica. Mas agora, depois de muitos anúncios, cancelamentos e adiamentos, o filme finalmente existe, e o maior sucesso da autora, ‘É Assim Que Acaba’ (It Ends With Us), chega aos cinemas brasileiros a partir dessa semana, para a felicidade das fãs e leitoras de Colleen que aguardaram muito, muito tempo por esse momento.

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Lily Bloom (Blake Lively) acaba de se mudar para Boston, onde vai realizar seu grande sonho: abrir uma floricultura. A repentina morte de seu pai (Kevin McKidd) faz com que ela volte à sua cidade natal, o Maine, e reencontre memórias de sua infância. De volta à Boston, Lily invade um prédio para, diante da bela vista, refletir sobre os últimos acontecimentos de sua vida, e é nesse momento que conhece o charmoso e misterioso Ryle Kincaid (Justin Baldoni), um neurocirurgião que mora naquele prédio. A conexão entre eles é imediata, mas eles não trocam contatos. Porém, meses depois, quando Lily está prestes a abrir sua loja, ela acaba contratando Alyssa (Jenny Slate) como sua ajudante, e descobre que a jovem é irmã de Ryle. Com a química entre os dois crescendo cada vez mais, Lily se sente dividida entre mergulhar em um relacionamento com aquele sombrio desconhecido ou deixar viva dentro de si as lembranças ainda latentes do grande amor da sua vida, Atlas (Brandon Sklenar).

Duas coisas se destacam enormemente em ‘É Assim Que Acaba’. A primeira é a doçura de Blake Lively, em todos os seus trejeitos em cena, o que ajuda a contrabalancear o clima do filme por conta das violências sofridas pela personagem. Elencar Blake para o papel de Lily foi um grande acerto, pois a atriz consegue ao mesmo tempo ser uma mulher forte e decidida para correr atrás do próprio destino, e, também, imprimir leveza nas cenas mais pesadas. E esse é justamente o segundo ponto: a escolha acertada do roteiro de Christy Hall (com participação da própria Colleen) em não evidenciar as violências, cortando as cenas nos momentos certos. Isso não dificulta ao público de entender o que está acontecendo; ao contrário, o espectador vai ganhando o entendimento do todo junto com a protagonista, à medida que imagens recuperadas dão um panorama maior do todo do quadro.

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Justin Baldoni, além do co-protagonismo, faz uma boa direção tanto do elenco quanto da produção, optando por cenas em close que favorecem todos os atores e inserindo belos planos gerais. Nos momentos-chave, o diretor balancea bem o tempo de duração para que a intensidade dos eventos não se prolongue ao ponto de ganharem peso demais no enredo. Mesmo que algumas cenas passem a sensação de serem aleatórias, dentro do contexto geral elas se encaixam na sequência de eventos que levam Lily às decisões que toma.

Para os fervorosos leitores de Colleen Hoover, a adaptação ‘É Assim Que Acaba’ dá conta da essência do livro sem pesar na carga emocional da história. Para quem nunca leu, é desses filmes que fazem você querer ler o livro depois (saiu no Brasil pela editora Galera Record). ‘É Assim Que Acaba’ alerta sobre as múltiplas violências que uma mulher pode sofrer ao longo de sua vida e da importância de conversarmos e lidarmos em sociedade sobre esse problema. Emocionante, ‘É Assim Que Acaba’ é um filme importante, bem-feito e que dará forças para que muitas mulheres reencontrem o comando de suas próprias vidas.

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LIVE-ACTION da aclamada série animada ‘Três Espiãs Demais’ deve estrear em 2025

Recentemente, a Amazon Studios e o produtor executivo Will Ferrell firmaram parceria para desenvolver uma adaptação seriada em live-action da clássica e aclamada animação francesa Três Espiãs Demais.

Agora, segundo o jornal Le Parisien, a atração já tem previsão de estreia marcada para 2025, ainda sem dia confirmado.

Descrito como uma releitura jovem-adulta, a narrativa será centrada nas três melhores amigas Clover, Alex e Sam, conforme navegam pelo mundo como espiãs internacionais – e tentam sobreviver aos altos e baixos do primeiro ano na faculdade.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Além de Ferrell, Jessica ElbaumAlix TaylorBenoît Di Sabatino entram como produtores executivos.

Criada por Vincent Chalvon-Demersay David Michel, a série original já teve nada menos que 200 episódios exibidos desde sua estreia em 2001 e gerou um filme pré-sequência, Três Espiãs Demais: O Filme’, e uma série spin-off‘Os Incríveis Espiões’.

A produção está atualmente em sua 7ª temporada e já foi renovada para mais um ciclo.

A trama gira em torno das adolescentes Alex, Clover e Sam, que precisam dividir suas vidas comuns de adolescentes com a vida de agentes secretas da WOOHP (World Organization of Human Protection ou Organização Mundial de Proteção Humana, em português).

No Brasil, a animação foi exibida pela primeira vez em 2002, pelos canais a cabo Fox Kids, Jetix, Cartoon Network e Boomerang. Na rede aberta, foi transmitida diariamente pela TV Globinho no mesmo ano até meados de 2009.

‘Super/Man’: Documentário sobre Christopher Reeve conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

O documentário ‘Super/Man: A História de Christopher Reeve (Super/Man: The Christopher Reeve Story, em tradução livre) recebeu a aprovação máxima no Rotten Tomatoes, com 100% de aprovação com base em 21 análises.

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Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Sundance, o documentário foi amplamente elogiado pelos críticos e aclamado como uma obra-prima.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Um documentário comovente, angustiante e impressionantemente bem produzido”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Uma poderosa história de resistência humana”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Embora seja um filme centrado na luta de um homem, também se configura como um drama familiar. A maneira como sua paralisia transforma a dinâmica familiar ao longo dos anos é cativante de se acompanhar”, disse Siddhant Adlakha do IndieWire

“No excelente Super/Man, Peter Ettedgui e Ian Bonhôte destacam o impacto de Reeve na pesquisa que transformou vidas, a família que foi essencial para ele e que continua seu trabalho até hoje, além de explorar o verdadeiro significado de ser um herói”, disse Ross Bonaime do Collider.

“É um filme que explora a dor e a força extraordinária da adversidade, além de ser um drama comovente que revela quem foi Christopher Reeve e suas experiências ao se situar entre o polarizador e o inspirador”, disse Matthew Creith do TheWrap.

“Um relato comovente de uma vida trágica, mas excepcional”, disse Chris Bumbray da
JoBlo’s Movie.

A Warner Bros. Pictures lançará o documentário no dia 17 de outubro.

Confira a sinopse:

A história de Christopher Reeve é de uma ascensão surpreendente de ator desconhecido a estrela de cinema icônica, e sua interpretação clássica de Clark Kent/Superman estabeleceu a referência para os universos cinematográficos de super-heróis que dominam o cinema hoje. Reeve interpretou Superman em quatro filmes e atuou em dezenas de outros papéis que reiteraram seu talento e alcance como ator, antes de se ferir em um acidente de equitação quase fatal em 1995, que o deixou paralisado do pescoço para baixo.

O longa, dirigido por Ian Bonhote (‘The Contestant’) e Peter Ettedgui (‘A Verdade sobre Marlon Brando’), com roteiro de Bonhote, Ettedgui e Otto Burnham, apresenta filmagens e arquivos pessoais inéditos para proporcionar uma visão íntima do cotidiano de Christopher Reeve e contar a história do homem que foi de um ator desconhecido a uma estrela do cinema.

O estúdio teve que desembolsar US$ 15 milhões para garantir os direitos globais do documentário.

Infelizmente, Christopher Reeve ficou tetraplégico após um acidente de cavalo em 1995. O ator faleceu em 2004, aos 52 anos, devido a uma grave infecção relacionada ao seu estado de saúde.

Todos os filmes de Superman, com Christopher Reeve, estão disponíveis no catálogo da Max.

‘Here’: Novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks tem estreia ANTECIPADA nos EUA

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Robert ZemeckisTom Hanks já trabalharam inúmeras vezes no cinema – e, dentre suas colaborações mais famosas, podemos citar títulos como ‘O Náufrago’‘O Expresso Polar’‘Forrest Gump’ e, recentemente, o live-action de ‘Pinóquio’.

Agora, a dupla está pronta para colaborar em outro ambicioso longa-metragem: intitulado Here, a produção ganhou uma nova data de estreia nos cinemas norte-americanos, mudando de 22 de novembro para 01 de novembro de 2024 (três semanas antes do agendado).

Confira o trailer:

A trama é centrada em um vários núcleos familiares e no lugar especial em que moram, narrando uma jornada de amor, perda, risadas e vida – tudo acontecendo no Aqui.

Zemeckis também assina o roteiro ao lado de Eric Roth, baseando-se nos aclamados quadrinhos homônimos de Richard McGuire.

Além de Hanks, o elenco conta com Robin WrightPaul BettanyKelly ReillyMichelle Dockery.

Zemeckis, Jack RapkeDerek HogueBill Block entram como produtores, enquanto Jeremy JohnsAndrew GolovThom Zadra são os produtores executivos.

Fique ligado para mais informações!

Jamie Lee Curtis fala sobre seu retorno em ‘Sexta-Feira Muito Louca 2’: “Que ideia mais genial!”

Jamie Lee Curtis, vencedora do Oscar por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, está vivendo outro momento mágico em sua carreira. A atriz, que já conquistou o público com seus papéis icônicos, agora se prepara para encantar a todos com a sequência de Sexta-Feira Muito Louca, ao lado da inesquecível Lindsay Lohan.

Em uma entrevista recente ao Deadline, Jamie Lee Curtis revelou detalhes divertidos sobre as gravações do filme. Além de confirmar a volta de Chad Michael Murray como Jake.

“Confesso que me diverti muito flertando com Chad por horas a fio durante as gravações. A mistura de culpa e prazer foi uma experiência única. É incrível como a gente consegue se divertir tanto fazendo o que ama. É como se estivéssemos todos juntos novamente, mas em papéis diferentes. Lindsay é mãe agora, e eu sou a avó! Que ideia mais genial!”, disse.

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan voltam a interpretar Tess e Anna Coleman. Outros membros do elenco original retornam, incluindo Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao. Além deles, Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan se juntam ao elenco.

O filme tem direção de Nisha Ganatra.

Em entrevista ao Good Morning America, Lindsay Lohan (‘Meninas Malvadas’) revelou novos detalhes sobre o projeto e comentou sobre como foi se reunir com a Jamie Lee Curtis (‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’) depois de décadas do lançamento do longa original.

“Não posso dizer muito, mas estou tendo aulas de guitarra, e eu tenho uma filha neste novo filme. Nós estamos nos divertindo muito [com ‘Sexta-Feira Muito Louca 2’]. É muito importante se divertir durante as filmagens, e há muito amor e risadas [nesta continuação]. Tem sido uma experiência ótima.”

Ela completa, “Eu e a Jamie [Lee Curtis] mantivemos contato no decorrer dos anos. Sempre dizem que, mesmo que você fique anos sem ver uma pessoa que você é muito próximo, quando você a vê novamente, é como se nunca tivessem ficado separados. É incrível ver mulheres apoiando mulheres.” 

Confira a primeira foto:

 

O filme original se tornou um enorme sucesso de bilheteria, tendo arrecadado mais de US$ 160 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de apenas US$ 26 milhões.

Na trama, Tess e Anna são mãe e filha que vivem às turras. Decididas a acabar com as brigas, elas trocam repentinamente de corpos. Agora cada uma precisa aprender a lidar com a vida da outra, com as confusões crescendo ainda mais pelo fato de Tess estar de casamento marcado.

‘RuPaul’s Drag Race Global All Stars’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia na Paramount+ Brasil!

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A Paramount+ Brasil divulgou o trailer legendado e oficial de ‘RuPaul’s Drag Race Global All Stars‘, novo spin-off do aclamado reality de competição.

Além disso, foi revelado que a temporada estreia na plataforma de streaming no dia 20 de setembro (mais de um mês depois do lançamentos nos EUA).

Confira:

Neste novo spin-off, doze drag queens irão competir pelo título de Rainha do Mundo, e a vencedora irá ganhar US$ 200 mil e um cobiçado lugar no Drag Race Hall of Fame.

O programa contará com participantes favoritas do público, e incluirá Alyssa Edwards (Drag Race Season 5; All Stars 2), Gala Varo (Drag Race Mexico Season 1), Pythia (Drag Race Canada Season 2), Kitty Scott-Claus (Drag Race UK Season 3), Eva Le Queen (Drag Race Philippines Season 1), Miranda Lebrão (Drag Race Brazil Season 1), Athena Likis (Drag Race Belgique Season 1), Vanity Vain (Drag Race Sweden Season 1), Nehellenia (Drag Race Italia Season 2), Tessa Testicle (Drag Race Germany Season 1), Kween Kong (Drag Race Down Under Season 2) e Soa de Muse (Drag Race France Season 1).

Confira as imagens promocionais:

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RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.

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Kit Harington, o Jon Snow, NÃO assiste a ‘A Casa do Dragão’ e revela o motivo

Kit Harington, o icônico Jon Snow de Game of Thrones, recentemente compartilhou suas opiniões sobre A Casa do Dragão, o derivado de sucesso da HBO.

De acordo com o Games Radar, o ator surpreendeu ao revelar que não assiste ao spin-off centrado na Dança dos Dragões.

“Simplesmente não consigo assistir; acho que para mim já passei tempo demais lá. Ouço dizer que está maravilhoso e indo muito bem, mas não acredito que algum dia assistirei a esse programa”, comentou Harington.

O ator também explicou que sente a necessidade de deixar o universo de Game of Thrones para trás.

“Não acho que voltarei a assistir Game of Thrones por muitos anos. Levou um tempo para colocar isso no retrovisor”, concluiu Harington.

Lembrando que A Casa do Dragãoconcluiu finalmente sua segunda temporada, e os fãs já estão ansiosos pelos próximos episódios das aventuras Targaryen.

De acordo com a Variety, o showrunner e co-criador Ryan Condal revelou que a série terá mais duas temporadas e será concluída em seu quarto ano.

Condal também confirmou que a terceira temporada está sendo escrita no momento, com a previsão de iniciar a produção no “início de 2025”.

Quando questionado se a terceira temporada também terá oito episódios, como a segunda, Condal respondeu: “Ainda não tive discussões com a HBO sobre isso. Eu apenas anteciparia que o ritmo do show, do ponto de vista da narrativa dramática, continuará o mesmo a partir da segunda temporada”.

Até lá, relembre o trailer da 2ª temporada e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Wandinha’: Jenna Ortega quebra o silêncio sobre suas CRÍTICAS aos roteiristas da série

Em entrevista ao Vanity Fair, Jenna Ortega (‘Pânico’) quebrou o silêncio sobre as suas polêmicas declarações em relação aos roteiros da série ‘Wandinha‘ – série que se tornou um dos maiores sucessos de sua carreira.

A atriz havia reclamado do texto da produção, revelando que havia “agido de forma pouco profissional” ao alterar os roteiros que ela não sentia que representava a personagem que estava interpretando.

“Eu provavelmente poderia ter usado minhas palavras de um jeito melhor ao descrever tudo aquilo. Acredito que, em diversos momentos, acabo falando demais. Isso foi muito difícil porque, se eu tivesse explicado melhor a situação, minhas declarações provavelmente teriam sido melhor recebidas.”

Ela completa, “Tudo o que eu disse pareceu aumentado. Pareceu quase distópico para mim. Senti como se fosse uma caricatura de mim mesma. Você nunca conseguirá agradar a todos, e como alguém que naturalmente gosta de agradar as pessoas, foi muito difícil entender essa situação. Algumas pessoas podem não gostar de você… e está tudo bem. De fato, eu fiquei enjoada de mim mesma no ano passado. Meu rosto estava em todo lugar.”

Ainda sem data de estreia, a próxima temporada de ‘Wandinha‘ contará com vários nomes inéditos, incluindo Christopher Lloyd, Steve Buscemi, Thandiwe Newton, Joanna Lumley, Haley Joel Osment, Heather Matarazzo e Billie Piper.

A segunda temporada também dará mais destaque aos pais de Wandinha, Mortícia (Catherine Zeta-Jones) e Gomez (Luis Guzmán), que se tornarão personagens regulares da série.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

Após fracasso nos EUA, ‘Horizon’ tem estreia CANCELADA pela Max no Brasil

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Após um desempenho abaixo das expectativas nas bilheteiras norte-americanas, ‘Horizon: Uma Saga Americana’ (Horizon: An American Saga – Chapter 1) teve sua estreia no Brasil adiada.

O longa, que é estrelado e dirigido por Kevin Costner, estava programado para estrear nesta sexta-feira (9), mas o Max cancelou a estreia por tempo indeterminado.

Segundo o comunicado oficial, o adiamento se deve a problemas internos.

 

O primeiro filme, dirigido por Kevin Costner, foi desenvolvido originalmente como a “primeira parte de uma saga de quatro filmes”.

Com orçamento estimado em US$ 100 milhões – e parcialmente bancado pelo bolso do próprio Kevin Costner –, o longa arrecadou apenas US$ 11 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Além disso, o filme também dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral parabeniza a ambição do projeto, mas aponta que o primeiro capítulo da saga é muito difuso para manter uma experiência cinematográfica satisfatória.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Horizon’ acompanha a história de diversos personagens durante e após a Guerra Civil Americana, enquanto eles lutam para sobreviver e construir uma vida no Oeste Selvagem.

Ao lado de Kevin Costner, um elenco de peso dá vida aos personagens: Sienna Miller, Jena Malone, Isabelle Fuhrman, Abbey Lee e Ella Hunt.

‘Wicked’ ganha novo teaser, revelando a icônica Terra de Oz

A adaptação do musical Wicked, estrelado por Cynthia Erivo e Ariana Grande, ganhou um novo teaser, revelando a icônica Terra de Oz.

Lembrando que a Universal Pictures anunciou que a estreia do longa será adiantada em uma semana aqui no Brasil. Agora, o filme será lançado por aqui no dia 21 de novembro – um dia antes da estreia nos EUA.

A trama de ‘Wicked‘ será dividida em duas partes, com a segunda agendada para 27 de novembro de 2025.

Lembrando que o filme é dirigido por Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’).

Wicked segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de O Mágico de Oz.

A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.

O elenco ainda conta com Michelle Yeoh, Jeff GoldblumEthan Slater.

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

‘Blade’ ADIADO? Bob Iger exclui filme dos principais lançamentos de 2025

Blade é um dos filmes mais esperados da Marvel, prometendo apresentar o icônico vampiro ao Universo Cinematográfico Marvel (UCM). No entanto, o longa está envolvido em uma série de controvérsias e atrasos de produção, o que tem levado muitos fãs a questionarem seu lançamento.

Segundo o ComicBookMovie, recentemente, o CEO da Disney, Bob Iger, falou sobre as futuras produções da Marvel para assegurar aos investidores que a empresa está no caminho certo para um desempenho fiscal positivo.

No entanto, Blade foi notavelmente ausente da lista, sendo o único filme da Marvel não mencionado.

Uma declaração conjunta de Iger e do Diretor Financeiro da Disney, Hugh Johnston, afirma:

“Olhando para nossa programação de lançamentos cinematográficos futuros, estamos empolgados em apresentar ao público uma série de títulos que expandem nossas franquias populares e trazem essas histórias à vida de maneiras novas e imaginativas. No final do ano, teremos o lançamento altamente antecipado de Moana 2, além de Mufasa: O Rei Leão”.

A declaração continua: “Em 2025, nossa programação cinematográfica continua robusta, com Capitão América: Nova Ordem Mundial, Thunderbolts, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, Zootopia 2 e Avatar 3. E em 2026, esperamos ansiosos por Vingadores: Dia do Juízo, um novo filme de Star Wars com o Mandaloriano e Grogu, e Toy Story 5 – o primeiro filme da franquia desde 2019”.

Como se pode ver, todos os lançamentos da Marvel para 2025 foram mencionados por Iger e Johnston, excetoBlade.

A exclusão é notável, considerando especialmente os atrasos contínuos; não seria surpreendente se o filme fosse adiado novamente ou até mesmo cancelado.

Vale lembrar que Mahershala Ali será o protagonista do reboot de ‘Blade‘ no MCU, que está programado para estrear no dia 7 de novembro de 2025.

O escritor veterano da Marvel Eric Pearson, que mais recentemente trabalhou em ‘O Quarteto Fantástico‘, está atualmente trabalhando no novo roteiro. O reboot já passou pelas mãos de pelo menos seis roteiristas e dois diretores diferentes.

Segundo o Variety, a Marvel Studios planeja gastar menos que US$ 100 milhões no orçamento do filme. O valor é bem baixo em comparação com as outras produções do estúdio. ‘As Marvels‘, por exemplo, custou altos US$ 250 milhões.

Como os filmes de super-heróis não estão arrecadando tanto quanto antigamente, o estúdio planeja diminuir os orçamento astronômicos para voltar a lucrar.

O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Steve Jobs achou que ‘Homem de Ferro 2’ foi “uma porcaria”; Concorda?

Homem de Ferro 2‘ pode ter sido um grandioso sucesso de bilheterias da Marvel/Disney, mas para o ex-presidente da Apple, Steve Jobs, a produção não foi das melhores.

A informação foi revelada pelo próprio CEO da Casa do Mickey, Bob Iger, em sua autobiografia ‘Ride of a Lifetime: Lessons Learned from 15 Years as CEO of the Walt Disney Company‘.

Em um dos enxertos divulgado, o empresário contou qual foi a reação de Jobs logo após ter assistido o filme nos cinemas:

“Quando Homem de Ferro 2 saiu, Steve [Jobs] levou seu filho para assistí-lo e me ligou logo no dia seguinte e disse: ‘Eu levei Reed para assistir Homem de Ferro 2 na noite passada. É uma porcaria’. ‘Bem, obrigado’ – eu disse. ‘Ele já faturou US$ 75 milhões nas bilheterias e vai fazer números ainda maiores neste fim de semana. Eu não aceito sua crítica sem peso, Steve, mas o filme é um sucesso e você não é a nossa audiência’. (Eu sabia que Homem de Ferro 2 não era nenhuma ideia para vencedor do Oscar, mas eu simplesmente não poderia deixá-lo sentir que estava sempre certo o tempo todo)”.

A jornada de Iger como CEO da Disney segue a todo vapor e com excelentes resultados. Como o chefe maior que supervisiona as demais divisões da Casa do Mickey, seu envolvimento com os longas da Marvel e de outros estúdios da empresa é integral e natural.

Sob sua tutela, o MCU se tornou a força motriz da Disney, sendo uma máquina econômica e cultural que tem alavancado carreiras em Hollywood e faturado muito com produtos licenciados, à medida que lança novos projetos milionários anualmente.

 

Blake Lively vs. Ryan Reynolds! ‘É Assim que Acaba’ e ‘Deadpool 3’ irão se enfrentar nas bilheterias

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Blake Lively e Ryan Reynolds irão se enfrentar no próximo final de semana nos cinemas! A atriz irá bater de frente com o marido – que estrela o fenômeno ‘Deadpool e Wolverine‘ – com a aguardada adaptação de ‘É Assim que Acaba‘ (It Ends with Us).

De acordo com o Deadline, o romance deve arrecadar em torno de US$ 23-30 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas.

Desconsiderando sua participação especial no novo filme do Deadpool, o longa baseado no livro de Colleen Hoover deve se tornar o segundo maior lançamento da carreira de Lively, atrás apenas do live-action de ‘Lanterna Verde‘ (US$53.1M).

Deadpool e Wolverine‘, no entanto, deve acabar levando a melhor, com estimados US$ 50 milhões arrecadados no próximo final de semana.

No Brasil, ‘É Assim que Acaba‘ está programado para estrear amanhã (8).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Shawn Levy já tem elenco em mente para o seu filme da saga ‘Star Wars’

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O diretor Shawn Levy, conhecido por seu trabalho em sucessos como ‘Stranger Things’, ‘Free Guy‘ e ‘Deadpool e Wolverine‘, será responsável por dirigir um novo filme da amada franquia ‘Star Wars‘.

E, durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, o cineasta confirmou que já tem um elenco em mente para o projeto ao ser questionado sobre isso.

Sem dar detalhes, ele disse:

“Uau! Você sabe fazer as perguntas certas. Se já tenho um elenco em mente? Bem, mais ou menos, sim. Por favor, não siga em frente com essa pergunta.”

O diretor então deixou claro que quer focar em novas histórias ambientadas na galáxia muito, muito distante.

Quando questionado sobre o que ‘Star Wars significa para ele, Levy disse:

“A experiência de criar essa história me forçou a pensar sobre essa questão. Há apenas um número limitado de vezes que os filmes de ‘Star Wars’ podem revisitar a mesma seção da linha do tempo. Porque eu não quero fazer um filme de ‘Star Wars’ que seja redundante para os outros, nem estou interessado em fazer um que tenha que servir a outro filme.”

Ele continuou:

“Eu realmente quero criar algo que pareça orgânico para mim em tom e personagens. Há certamente a Força, e uma conexão com algo maior do que nós mesmos, e a maneira como isso pode nos tornar poderosos. Esses temas, combinados com impacto visual e realização de desejos – isso é ‘Star Wars‘ para mim.”

Lembrando que a Disney contratou o roteirista Jonathan Tropper (‘Banshee’) para escrever a trama.

Para quem não sabe, Tropper e Levy já colaboraram na dramédia familiar  ‘Sete Dias sem Fim’ e em ‘O Projeto Adam‘, filme de viagem no tempo estrelado por Ryan Reynolds para a Netflix.

Além disso, ele é responsável pela franquia de séries ‘Banshee‘ e a recente ‘Warrior‘.

Em uma entrevista ao site da Variety, Levy compartilhou detalhes sobre sua participação no projeto e os desafios que enfrentou até agora.

Quando questionado sobre como recebeu a notícia de que dirigiria um filme de ‘Star Wars’, Levy revelou:

“Quando [a presidente da Lucasfilm] Kathleen Kennedy me trouxe para fazer um filme de Star Wars, seu mandato central foi: ‘Eu quero um filme de Shawn Levy. Quero uma história e um tom que reflita você e seu gosto e o que você traz para seus filmes, mas dentro de Star Wars.’ Me senti extremamente empolgado.”

Apesar do entusiasmo, Levy compartilhou que o processo de desenvolvimento foi interrompido devido à greve do Sindicato dos Roteiristas.

No entanto, ele permanece otimista e confiante em sua visão criativa para o filme. Ele acrescentou: “Estamos no início, infelizmente, porque o processo de desenvolvimento foi abruptamente pausado, mas me sinto muito empolgado para confiar em meus instintos no desenvolvimento desta história.”

Agora que Tropper foi anexado ao projeto, mais novidades devem surgir em breve.