Sucesso estrondoso da década passada, a franquia Meu Malvado Favorito se tornou um fenômeno mundial. Com uma história divertida e interessante, o primeiro filme conquistou a molecada do planeta inteiro, mas não só eles. Os pais também se identificaram com as desventuras de Gru, um vilão atrapalhado que muda de lado ao adotar três garotinhas e compreender que não precisa da atenção que consegue com a vilania, contanto que seja amado por quem realmente importa.
Mais do que o Gru, seus capanguinhas amarelos e sádicos, os Minions, fizeram muito sucesso entre crianças e adultos pelo mundo, ganhando até franquia própria.
A saga de Gru prosseguiu, ele ganhou mais duas continuações, se apaixonou, casou, encontrou um irmão gêmeo perdido e se consolidou como o terror da vilania excêntrica desse universo. Porém, ainda que voltadas para o público infantil, as outras continuações ainda conseguiram manter uma coesão dentro de sua própria história, algo que se perdeu em Meu Malvado Favorito 4, que estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta (4).
A trama supostamente acompanharia Gru (Leandro Hassum) lidando com a paternidade, mas de uma forma distinta. Isso porque ele acabou de ser pai de um bebezinho. Porém, esses desafios ficam em segundo plano porque um terrível vilão meio homem, meio barata, prometeu vingança após ser humilhado pelo meu malvado favorito em diferentes fases da vida. Bem, ao menos é isso que o filme dá a entender que retratará nos primeiros minutos.
Infelizmente, o que se vê depois é uma sucessão de acontecimentos que não dialogam entre si como trama. Não são coesos. A abordagem do roteiro do filme parece um episódio do finado Zorra Total, em que as esquetes são inseridas uma atrás da outra, arrancam um riso e partem para a próxima. Esse formato funciona na TV e também costuma funcionar nos cinemas, contanto que o longa assuma essa identidade episódica. Aqui, por outro lado, não acontece isso. A direção tenta amarrar essa série de aleatoriedades como um roteiro contínuo.
É uma pena porque eles poderiam ter realmente trabalhado uma história ali, mas preferiram abrir mão dela para focar na galhofada, sendo que a própria franquia já provou que é possível mesclar essas duas abordagens de forma competente.
Em meio a essas esquetes, os Minions são usados como vírgulas no primário. Toda vez que precisa dar uma respirada, a direção joga um curta dos Minions fazendo suas palhaçadas. E há algumas muito boas, como a do coitado que fica preso na máquina de guloseimas. E há também a principal “subtrama” dos amarelinhos super-heróis. Ela foi inserida ali exclusivamente para que o filme pudesse sacanear os momentos clássicos dos longas de heróis mais famosos do cinema.
A piada parece um pouco fora de hora, dada a baixa que os Supers estão vivendo, mas é uma graça que tem seu valor. Não dá para negar.
Mas nem só de desgraça vive o filme. A versão dublada está muito boa. Leandro Hassum segue dando show com o Gru, talvez até mesmo superando o trabalho de Steve Carell, e Maria Clara Gueiros segue ótima como a Lucy, além de um elenco consagrado de dubladores nacionais.
No fim das contas, a grande decepção do filme se dá por perceber que havia uma história a ser contada ali, mas a direção optou por focar exclusivamente na comédia e acabou abrindo mão do que poderia ser um bom filme. Para piorar as coisas, há momentos que são idênticos a cenas de Os Incríveis (2004), assim como toda a dinâmica do bebê Gru Jr., o que certamente vai incomodar. No mais, o filme é bem colorido e dinâmico, então deve conseguir prender a atenção da molecadinha bem novinha, mas para os pais será complicado.
No primeiro filme da franquia Meu Malvado Favorito em sete anos, Gru, o supervilão favorito de todo o mundo que virou agente da Liga Antivilões, está de volta para uma nova e ousada era do já clássico caos provocado pelos Minions emMEU MALVADO FAVORITO 4.
Após o fenômeno blockbuster de verão de 2022, Minions 2: A Origem de Gru, a história começa agora um novo capítulo: Gru (Steve Carrell, indicado ao Oscar), Lucy (Kristen Wiig, indicada ao Oscar) e suas filhas – Margô (Miranda Cosgrove), Edith (Dana Gaier) e Agnes (Madison Polan) – dão as boas-vindas a um novo membro da família Gru, Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai.
Além disso, Gru enfrenta novos inimigos. Maxime Le Mal (Will Ferrell, vencedor do Emmy) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara, indicada ao Emmy) são tão malévolos que não deixam alternativa à família Gru senão fugir.
» O elenco conta com o retorno de Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas), além de introduzir Will Ferrell (Maxime), Sofia Vergara (Valentina), Joey King, Stephen Colbert e Chloe Fineman.
» Chris Renauld retorna à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).
» O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.
Em AINDA TEMOS O AMANHÃ, tentando escapar do patriarcado na sociedade italiana do pós-guerra, Delia planeja um ato de rebelião contra seu marido violento.
‘ENTREVISTA COM O DEMÔNIO‘ se passa nos anos 1970 e traz Jack Delroy (David Dastmalchian), que apresentava um programa de variedades e talk show chamado “Night Owls with Jack Delroy“. Durante um episódio ao vivo da sexta temporada do programa, transmitido no Dia das Bruxas de 1977, o caos se instaura quando Delroy entrevista June Ross-Mitchell (Laura Gordon), uma parapsicóloga, e Lilly D’Abo (Ingrid Torelli), uma adolescente que foi a única sobrevivente de um suicídio coletivo em uma igreja satânica, tema do livro recente de Mitchell.
Crítica em Vídeo:
Curiosidades:
» Além de dirigir, a dupla Cameron Cairnes & Colin Cairnes também assina o roteiro do longa;
» Com 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção se tornou o filme de terror mais aclamado de 2024;
Quando ‘Barbie’ estava tomando conta de todos os slots de exibição no mundo inteiro, cerca de um ano atrás, um fenômeno curioso – e inverso – ocorreu na Itália. Enquanto todo mundo correu para assistir o filme da boneca de plástico, naquele país as pessoas correram para assistir a uma outra produção, nacional, chamada ‘Ainda Temos o Amanhã’. O título, pré-selecionado para representar a Itália na corrida pelo Oscar em 2023, levou 5 milhões de espectadores às salas, registrando mais de 24 milhões de euros de bilheteria. Verdadeiro fenômeno nos tempos atuais. E agora, após breve estreia na abertura da Festa do Cinema Italiano, no Rio de Janeiro, o filme chega ao circuito exibidor brasileiro a partir da próxima quinta, 4.
1946. A última guerra mundial já acabou, mas os países europeus, como a Itália, ainda estão se recuperando emocional e financeiramente de toda a destruição. Nesse contexto, acompanhamos a dona de casa Delia (Paola Cortellesi), cujo dia a dia se resume a cuidar dos filhos – Marcella (Romana Maggiora Vergano) e os dois meninos menores –, do marido, Ivano (Valerio Mastandrea), e do sogro, que, acamado, mora com eles. Delia passa os dias engomando e costurando roupas, cozinhando, fazendo as compras, limpando a casa… e, no final do dia, sofre abusos físicos e psicológicos do marido. Enquanto flerta sobre a vida que poderia ter tido com Alvaro (Raffaele Vannoli), sua grande paixão, Delia recebe uma misteriosa carta, que a faz sonhar com novas possibilidades para seu futuro.
São muitos os aspectos que surpreendem em ‘Ainda Temos o Amanhã’. A começar pela estética – em preto e branco, acompanhando as produções dos anos 1940 – que, junto com a fotografia, imprimem beleza e suavidade a um contexto opressor e violento no qual os personagens estão inseridos. Mas talvez o elemento mais potente nesta produção seja mesmo o roteiro, escrito por Furio Andreotti, Giulia Calenda e Paola Cortellesi, que elabora uma história criativa e crua sobre um protagonismo feminino inexistente naqueles anos 1940, mas que começava a tomar corpo e voz em suas primeiras movimentações.
Sob o comando da diretora e protagonista Paola Cortellesi, ‘Ainda Temos o Amanhã’ vai tecendo uma história bastante simples, comum a tantas e tantas mulheres, fazendo uso dos recursos mais comuns do cinema para fortalecer sua narrativa. Como diretora, Paola Cortellesi é extremamente criativa por encontrar soluções inteligentes, por exemplo, para retratar cenas de extrema violência sem deixar vincos no desenvolvimento do seu longa; como atriz, Paola encontra o tom certo para esconder o vulcão de emoções que Delia sente, mas que é impedida de sentir no ambiente doméstico, cerrando nos pensamentos dessa personagem todos os gritos que ela provavelmente gostaria de gritar, mas que não são mostrados, e sim sentidos pelo público.
Fazia muito tempo que um filme tão inteligente aparecia no circuito exibidor brasileiro. ‘Ainda Temos o Amanhã’ é tecnicamente bem-feito, potentemente interpretado e magistralmente dirigido, o que faz jus à toda a fama que o precede antes de sua estreia no Brasil. Sem nem imaginarmos, ‘Ainda Temos o Amanhã’ faz rir e emocionar, propondo reflexão crítica ao usar a ficção, o humor e o drama para contar sobre um tempo verdadeiro e fatos que precisam ser conhecidos. Mais que ser visto, ‘Ainda Temos o Amanhã’ é um filme que precisa ser sentido por todas as mulheres cinéfilas desse país. Imperdível.
‘Um Tira da Pesada 4: Axel Foley’ já está disponível na Netflix! Para celebrar a chegada do filme, a plataforma liberou um vídeo pra lá de nostálgico e divertido, com o icônico Crazy Frog dos anos 2000 comandando as pick-ups e embalando as melhores batidas eletrônicas enquanto cenas do filme são mostradas.
O detetive Axel Foley (Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.
Mark Molloy é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.
Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.
Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de ‘Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.
Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.
Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.
Intitulada ‘What If…?‘, a antologia animada da Marvel que explora o multiverso chegará ao fim na 3ª temporada, que já está em desenvolvimento.
A informação foi revelada pelo produtor Brad Winderbaum durante o episódio mais recente do podcast oficial da Marvel.
Na ocasião, Winderbaum descreveu a próxima temporada como “a conclusão de uma trilogia”, argumentando que “os novos episódios irão além das duas primeiras temporadas no quesito ampliação do multiverso. A nova temporada nos leva a lugares que você nunca esperaria. Vai além das duas primeiras temporadas em sua exploração do Multiverso e traz personagens totalmente inesperados. Em minha opinião, ela culmina de maneira emocionante e gratificante para Uatu, o Observador”.
Confira as primeiras imagens e o teaser da 3ª temporada de ‘What If…?’:
From all of us at Marvel Studios, THANK YOU for watching season 2 of #WhatIf and joining us on this journey across time…space…reality. We’re excited to share this early look at some of the endless possibilities we’ll explore together in season 3 of What If…? pic.twitter.com/fM6Z17ZnNJ
A cinebiografia de Silvio Santos, intitulada ‘Silvio’, está cada vez mais próxima de chegar às telonas! O filme, que promete contar a história de um dos maiores apresentadores da televisão brasileira, tem gerado grande expectativa entre o público.
Para aumentar ainda mais a ansiedade, uma nova foto de divulgação foi compartilhada recentemente. Nela, podemos ver Rodrigo Faro, que interpreta Silvio no filme, recriando uma das fotos mais icônicas do apresentador ao lado de sua filha, Patrícia Abravanel.
É com este fio condutor que Silvio, dirigido por Marcelo Antunez, se desdobra: a partir de um dos piores dias da vida do apresentador, quando sofreu um sequestro em agosto de 2001.
Para viver Silvio Santos nas telonas, Rodrigo Faro interrompeu um hiato de 15 anos unicamente para este, que diz ser o personagem de sua vida:
“Eu sou um artista e uma pessoa movida a desafios, mas esse sem sombra de dúvidas é um dos maiores, senão o maior. A possibilidade de voltar a atuar, a oportunidade de fazer cinema no meu país e a honra de interpretar o maior comunicador da história do Brasil. O Silvio é uma lenda e para mim, poder homenageá-lo em vida, pois esse filme acima de tudo é uma grande homenagem ao Silvio, é de uma alegria e realização imensa. Junto com tudo isso vem a responsabilidade e a dedicação para poder entregar o melhor para o público. Um filme lindo, cheio de ação e também de muita emoção”, comenta Faro.
George R. R. Martin, o autor da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo” e do livro “Fogo e Sangue”, que serve como base para a série ‘A Casa do Dragão’, se pronunciou em seu blog sobre a cena polêmica que envolve o personagem Queijo chutando um cachorro na segunda temporada da série.
A cena em questão gerou grande repercussão nas redes sociais, com muitos fãs se revoltando contra a violência gratuita contra o animal.
“Eu não costumo ser fã, digamos assim, de roteiristas que adicionam personagens à obra original ao adaptar uma história. Especialmente quando a obra original é minha. Mas aquele cachorro foi genial. Eu estava preparado para odiar o Cheese, mas odiei ainda mais quando ele chutou aquele cachorro. E depois, quando o cachorro se sentou aos pés dele, olhando para cima… aquilo quase partiu meu coração. Uma coisa tão pequena… um cachorro tão pequeno… mas sua presença, nos poucos momentos em que apareceu na tela, deu tanta humanidade ao caçador de ratos. Seres humanos são criaturas tão complexas. A presença silenciosa daquele cachorro nos lembrou que até os piores homens, os vis e os venais, podem amar e ser amados”, escreveu Martin.
“Eu gostaria de ter pensado naquele cachorro. Não pensei, mas outra pessoa pensou. Fico feliz por isso”, concluiu o autor.
Lembrando que após a repercussão intensa nas redes sociais, o ator Mark Stobbart recorreu ao Instagram para tranquilizar os fãs, explicando que o animal está bem.
“Vamos acalmar um pouco em relação ao cachorro! Éramos grandes amigos. Nenhum cão foi ferido. Agora, quanto aos ratos…”, escreveu o artista.
Justiça pelo cachorro que foi chutando sem necessidade alguma. o Jaehaerys perde a cabeça tudo bem agora chuta o dog foi de mais #HouseoftheDragonpic.twitter.com/do3WmTLnu1
— jurídico rhaenyra targaryen (@nyra_darcys) June 17, 2024
Vale lembrar que o segundo episódio será lançado no dia 23 de junho.
Confira o cronograma de exibição dos próximos capítulos:
Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.
No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussainté Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly Alcock e Emily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
Emma Roberts, estrela de ‘American Horror Story’ e ‘Madame Teia’, recentemente se pronunciou sobre sua época na Nickelodeon, onde estrelou a série ‘Normal Demais’ quando criança. O canal infantil tem sido alvo de diversas polêmicas e acusações de abuso nos últimos anos.
Em entrevista à Variety, Roberts declarou ter ficado chocada com as revelações do documentário ‘Quiet on Set: O Lado Sombrio da TV Infantil’, que expõe os bastidores obscuros da Nickelodeon:
“Assisti ao documentário, e fiquei completamente horrorizada e chocada porque essa não foi minha experiência. Fiquei realmente, realmente, realmente triste por saber que isso estava acontecendo com pessoas que eu via frequentemente e não tinha ideia”.
Apesar do cenário sombrio, Roberts relembra com carinho sua experiência em ‘Normal Demais’:
“Para mim, no meu programa ‘Normal Demais’, a showrunner que tínhamos era uma mulher incrível chamada Sue Rose. Na época, eu não percebi, mas ter uma mulher como showrunner não era muito comum. Foi minha introdução ao trabalho em um programa de TV.”
A atriz ainda ressalta o cuidado de sua mãe:
“Além disso, minha mãe estava comigo 24 horas por dia, 7 dias por semana, e mesmo quando eu dizia: “Você não precisa estar aqui o tempo todo”, ela respondia: “Na verdade, eu preciso. Não vou deixar você fora do meu alcance. Você não vai a um teste de figurino sozinha aos 13 anos de idade.” Isso me entristece muito, e sinto que as crianças precisam ser protegidas nos sets, assim como os adultos, e acredito que estamos trabalhando para um ambiente de trabalho melhor nesse sentido”.
“Mas, sim, aquele documentário realmente me deixou sem dormir”, conclui a atriz.
‘Quiet on Set: O Lado Sombrio da TV Infantil’está disponível no Max.
“‘Quiet on Set’ abre a cortina de um império construído pelo criador Dan Schneider, que tinha um controle inegável sobre a cultura pop. Séries como ‘All That’ e ‘The Amanda Show’, entre outras, foram consumidas obsessivamente por crianças de todo o país e definiram a comédia por uma geração. Mas por trás da presença otimista na tela desses programas, com piadas questionáveis e esquetes exageradas, a série revela um ambiente insidioso repleto de alegações de abuso, sexismo, racismo e dinâmicas inadequadas com suas estrelas e equipe, muitas delas menores de idade”.
De acordo com o Complex, o ator Danny Trejo (‘Machete’) se envolveu em uma briga durante um desfile de 04 de julho em Los Angeles, nos EUA, depois que foi atingido por uma bexiga d’água.
Uma página do Twitter compartilhou um vídeo que mostra Trejo no carro de um amigo quando a bexiga acerta o para-brisa do carro.
Logo em seguida, Trejo sai do automóvel e anda em direção a um grupo de pessoas e dá um soco em alguém, mas acaba recebendo outro de volta e perde o equilíbrio, gerando uma algazarra.
Antes que a situação fosse controlada, Trejo foi puxado de volta por sua equipe, mas ele foi atingido por outro balão de água e ficou mais chateado, apesar de seus amigos o segurarem.
Foi relatado que a polícia foi chamada ao local e conseguiu dispersar a multidão sem fazer nenhuma prisão.
Trejo disse ao portal que foi atingido pelo balão sem motivo algum e estava chateado que a situação tenha se transformado em uma pancadaria.
Lembrando que astro foi escalado para ‘A Invasão 3‘, sequência de ‘A Invasão‘ (2018) e ‘A Invasão: Ocupação Alienígena‘ (2020).
Além dele, Jeremy Piven (‘A Última Cartada’), Casper Van Dien (‘Tropas Estelares’), Tricia Helfer (‘Van Helsing’) e Liam McIntyre (‘Spartacus’) também foram confirmados no elenco do novo filme.
Os veteranos da franquia Jason Isaacs,Jet Tranter,Dan Ewing, Zac Garred, Charles Mesure e Dena Kaplan tiveram seus retornos confirmados.
Na trama do próximo filme…
“Sobrevivência ou extinção. A resistência da Terra se torna um caos quando uma nova ameaça impiedosa começar a caçar os humanos sobrevivências e quaisquer alienígenas que se juntaram a eles. Sem líder definido e lutando para manter alguma organização, os sobreviventes se encontram perto da destruição. Um grupo de sobreviventes planeja ataca o coração da ameaça alienígena – a arma Rainfall – enquanto o destino de toda a vida permanece na balança.”
Na época, o filme ainda não tinha título nacional nem distribuidora no Brasil. Vale lembrar que o terror de possessão demoníaca conquistou sólidos 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Assista a crítica:
Na trama, o apresentador Jack Delroy (David Dastmalchian) tenta recuperar a audiência de seu programa, que despencou desde a trágica morte de sua esposa. Desesperado pelo sucesso, Jack planeja um especial para o Halloween de 1977, mas o que começa como uma noite de entretenimento se transforma em um pesadelo ao vivo.
Com estreia marcada para 03 de outubro nos cinemas nacionais, ‘Coringa: Delírio a Dois‘ traz a cantora Lady Gaga como a Harley Quinn, a amante do personagem vivido por Joaquin Phoenix.
E, durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary, a diretora de elenco Francine Maisler elevou as expectativas do público sobre a performance da estrela (via Deadline).
“Ela está muito bem o papel e sua performance vai explodir as mentes dos fãs. Eu não sugeri Lady Gaga. Não foi ideia minha, mas sim do [diretor] Todd Phillips. O que posso dizer é que ela está realmente surpreendente e muito convincente. Eu a vi atuando e fiquei impactada.”
Ela continuou:
“Todos nós sabíamos o que ela poderia fazer quando assistimos ‘Nasce uma Estrela’ (2018), mas eu pensei: ‘Caramba, ela está em seu habitat natural’. Algo que ela poderia fazer e ser ela mesma. Mas isso… Caramba, ela é muito boa. Joaquin impressiona, e ela consegue acompanhá-lo e não fica ofuscada, ela mostra o quanto é boa.”
Anteriormente, Gaga conversou com o Access Hollywood e afirmou que sua versão da personagem é completamente autêntica:
“Você sabe, minha versão da Harley é única e autêntica para este filme e esses personagens. Nunca fiz nada parecido antes, então será uma experiência completamente nova e muito divertida”.
Vale lembrar que a sequência promete ser um sucesso, considerando que o primeiro trailer se tornou o maior lançamento entre as prévias da Warner Bros. nos últimos anos.
Segundo a Variety, o trailer de ‘Coringa: Delírio a Dois’ somando todas as plataformas conquistou 167 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após o lançamento. A reportagem ainda afirma que os números do trailer e o engajamento nas redes sociais superaram os do primeiro trailer de ‘Barbie’, tornando-se o maior lançamento da Warner Bros.
Além disso, o trailer se tornou instantaneamente o vídeo mais comentado no YouTube na noite da estreia e conta atualmente com 25,9 milhões de visualizações apenas nessa plataforma.
Durante as primeiras 24 horas, o trailer da sequência de ‘Coringa’ dominou o X, com 10 termos relacionados ao filme em tendência, incluindo #JokerFolieADeux, Gaga, Harley, Harley Quinn, Joaquin Phoenix, Joker, Joker 2, Joker2, Lady Gaga e Todd Phillips.
Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.
Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.
Como o novo filme apresenta Lady Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.
O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.
Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.
Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).
O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.
Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.
Confira as fotos, com a nova logo:
New look at the ‘JOKER: FOLIE À DEUX’ logo has been revealed.
Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.
Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.
‘The Walking Dead’, a série de zumbis inspirada nos quadrinhos de mesmo nome, se consolidou como um dos títulos mais famosos do gênero.
Em meio à sua trajetória, um dos momentos mais marcantes foi sem dúvida a morte de Glenn, personagem interpretado por Steven Yeun.
A cena, repleta de intensidade e emoção, gerou grande repercussão entre os fãs e até mesmo questionamentos do próprio astro da série, Andrew Lincoln.
Em entrevista a Empire, Lincoln revelou suas reflexões sobre a morte de Glenn:
“Ainda penso que pode ter sido quando exageramos. Talvez tenha sido um foco [tempo] muito longo”.
Ele se refere à cena brutal em que Negan, interpretado por Jeffrey Dean Morgan, utiliza seu taco de beisebol Lucille para tirar a vida de Glenn. A sequência, além de chocante, dividiu opiniões do público, gerando debates sobre a necessidade de tamanha violência. Foi uma sequência de revirar o estômago que se mostrou tão controversa na adaptação quanto em sua forma original.
Filmar essa cena memorável não foi fácil. Lincoln descreve a noite como uma das “mais intensas da qual já participou”, enaltecendo o profissionalismo de Morgan:
“Um dos caras mais legais que você vai conhecer, interpretando um dos personagens mais desagradáveis”, declara.
Ele relata a admiração pelo colega, que precisou realizar um monólogo complexo em seu primeiro dia de gravações, emocionando toda a equipe.
A audiência da série nunca mais foi a mesma após esse episódio.
Depois de sair de ‘The Walking Dead‘ na 9ª temporada, Lincoln recentemente reprisou seu papel na série seguinte ‘The Walking Dead: The Ones Who Live‘, explorando as consequências da saída inesperada de Grimes da série principal e reunindo-o com o amor perdido Michonne (Danai Gurira).
“Essa foi a razão para fazer The Ones Who Live ”, ele explica. “Nós poderíamos ter abandonado a série, mas pensamos: ‘Por que não reunir esses dois amantes e ver se o amor deles sobreviveu, se eles ainda são as mesmas pessoas depois de todo esse tempo e distância?’ No momento em que pudemos nos encontrar diante das câmeras, o ar mudou, e tudo fez sentido.”
Pelo menos alguém tem um final feliz, então. Só o Glenn que não.
Giancarlo Esposito (‘Breaking Bad’) foi adicionado ao Universo Cinematográfico Marvel em um misterioso papel em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘.
E, de acordo com o insider da página MyTimeToShineHello, Esposito dará vida a ninguém menos que George Washington Bridge.
Para quem não conhece, ele foi criado por Rob Liefeld como um mercenário, estrategista e mestre em artilharia pesada, membro de um grupo A Matilha, que também conta com Cable, Dominó, Urso Cinzento e Hammer.
Além disso, Bridge foi também um agente do alto escalão da S.H.I.E.L.D. e participou de missões da X-Force.
Apesar da novidade ser empolgante, vale lembrar que trata-se apenas de um rumor.
— MyTimeToShineHello (@MyTimeToShineH) July 5, 2024
Anteriormente, o astro demonstrou entusiasmo e está muito animado para que os fãs conheçam o personagem.
Sem revelar detalhes significativos, Esposito havia dito ao Deadline que ele é um personagem durão e representa uma ameaça tanto física quanto mental, e está bastante entusiasmado com isso.
“Na minha outra vida, eu sou realmente durão, e você me viu interpretar um pouco disso intelectualmente como Gus Fring, mas quando você me ver no MCU, você verá um cara durão, tanto em questão de intelecto quanto fisicamente e eu estou animado com isso.”
Ele continuou:
“Atuar é usar cada parte do seu corpo, suas emoções, seus sentidos, seus sentimentos para retratar algo. Mas você nunca me viu usar meu corpo da maneira que usarei neste filme. Não direi quem estou interpretando, mas você ficará animado quando ver.”
Lembrando que o trailer de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ foi exibido naCinemaCon 2024, e o CinePOP teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!
O novo longa apresenta Sam Wilson (Anthony Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, definiu o filme como um “thriller de ação relativamente realista”, dando o tom para a aventura que nos espera.
Confira a descrição do trailer:
No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.
Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.
Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam Wilson e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.
O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval. Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”. Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”. E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.
‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
É quase uma obviedade dizer que os fãs dos estúdios Pixar já estão familiarizados com a teoria do universo compartilhado entre todas as animações da companhia. Criada pelo jornalista Jon Negroni e postada em seu blog pessoal em 2013, a teoria analisa as diversas conexões e easter eggs entre as obras audiovisuais, negando sua aleatoriedade e endossando a capacidade idealística de um microcosmos único e incomparável. É interessante afirmar que o próprio estúdio confirmou a existência das correlações narrativas entre seus filmes e que pretende expandi-las.
De acordo com Negroni, o ponto principal para deixar a teoria crível é sua tendência ao naturalismo. Em outras palavras, a ideia é se divertir, exercitando a imaginação ao mesmo tempo em que procura por conexões interessantes entre essas fantásticas obras-primas.
O universo tem início há mais de 66 milhões de anos, com ‘O Bom Dinossauro’. No longa-metragem lançado em 2015, a História foi recriada e permitiu que os dinossauros não fossem extintos, muito pelo contrário: permaneceram na Terra e começaram a desenvolver um relacionamento com os humanos – eventualmente perecendo por não terem as mesmas capacidades de adaptação que a nova raça.
Dessa forma, os humanos não puderam criar combustível fóssil o suficiente para evoluírem, valendo-se de uma espécie de energia humana, canalizada através de emoções, para dominarem o planeta (e o universo).
É aí que entramos em ‘Valente’ (2012). A animação, de fato, é a primeira e a última a fechar o círculo Pixar. Como é bem claro, a narrativa em si entrega uma atmosfera centrada na Escócia medieval, buscando referências nos séculos XIV e XV para a emersão de Merida, uma garota lutando pela constante liberdade e que eventualmente descobre que a “magia” pode resolver seus problemas – apesar de inadvertidamente transformar sua mãe em uma ursa. Descobrimos também que essa força inexplicável está diretamente relacionada a uma bruxa sem nome que tem a capacidade de controlar a magia de forma inenarrável – e aqui nós não apenas vamos animais se comportando com humanos, mas também objetos inanimados com características individualistas, como a vassoura da casa da feiticeira, a qual também tem a habilidade de desaparecer através de portas de madeira.
A constante evolução dessa magia culminaria, pois, no nascimento de super-heróis – pessoas com habilidade sobre-humanas, provindas de algum fator genético sem embasamento científico que ocasionou uma grandiosa mutação. Esta classe de humanos, vista com bastante profundidade em ‘Os Incríveis’ (2004) e ‘Os Incríveis 2’ (2018), mantinham a ordem no mundo até que Buddy, um pseudo-herói, criou duas coisas para sua decadência: robôs de inteligência artificial chamados de Omnidroides e a alta-tecnologia Zero Point Energy (uma energia eletromagnética existente no vácuo). Este é o acontecimento principal a partir do qual vemos as máquinas erradicarem seus inimigos e, conforme ZPE é espalhada devido às inúmeras batalhas, outros objetos inanimados começam a absorvê-la e a criar vida própria – como brinquedos.
Os primeiros sinais de vida desses brinquedos vêm em ‘Toy Story’ (1995). Tal “família” cria um código de regras e valores e descobrem que o amor dos humanos é outra fonte de energia, passando a utilizá-la para sobreviverem e não caírem em sua forma mais crua. Na continuação da franquia, percebemos que o grau de evolução atingiu níveis altíssimos, visto que esses objetos descobrem que o isolamento é um fato de risco. Brinquedos antes inanimados começam a questionar seu propósito em vida – Jesse, por exemplo, tem ressentimento de sua antiga dona, Emily, por abandoná-la, cultivando um ódio disfarçado de tristeza e arrependimento, transformando-a em um ser tão complexo quanto os humanos. E essa patologia darwiniana logo começa a se espalhar não apenas para coisas, mas também para os animais.
Em ‘Procurando Nemo’ (2003) e ‘Procurando Dory’ (2016), é possível perceber que, no oceano, as criaturas marinhas são extremamente avançadas: possuem escolas, um sistema de navegação e até mesmo de comunicação. Descobrimos também que os humanos estão poluindo o planeta e realizando experimentos em peixes e outros animais, possivelmente indicando que esta é a causa do esquecimento de Dory – e não podemos deixar de citar que os sinais de ressentimento permanecem existindo e crescendo, tornando os animais mais curiosos e carregados de características humanas. ‘Ratatouille’ (2007) entra como uma análise do mundo humano em fusão com o animalesco. Remy, o protagonista da narrativa, acha uma paixão em cozinhar e é pincelado com características antropomórficas, como andar em duas patas, lavar as mãos, ler e criar.
É nesse longa que vemos a primeira interação real entre humano e animal, mas com o propósito de subjugação daquele. Remy controla Linguini porque ele não consegue fazer absolutamente nada em termos culinários, ao mesmo tempo em que o clã de roedores não aprova um de sua espécie no mundo daqueles que os matam. Em ‘Toy Story 3′ (2010), temos a perspectiva dos brinquedos novamente, mostrando que eles já passaram por poucas e boas com os humanos. Se você já assistiu aos filmes, pode entender o quão cansados eles estão, sendo abusados física e psicologicamente por seus “donos”.
Lotso é o terceiro indicativo de que a conturbada vivência entre opressor e oprimido está com seus dias contados. Através de uma evolução incrível que inclusive impactou no amadurecimento dos personagens, o ódio contra humanos tornou-se o principal pano de fundo para o futuro do planeta. O “Urso Carinhoso” revela ser um antagonista às avessas da narrativa, ao começar a demonstrar um cuidado especial com sua raça, para protegê-los e mantê-los a salvo, ainda que tenha que transformado em um tirano megalomaníaco (mantido de forma mais tênue em ‘Toy Story 4’). Isso também nos fornece mais embasamento para a razão da gradativa conquista de máquinas e objetos sobre os humanos. Andy, então, é alertado para se desfazer de seus brinquedos, seguindo as inventivas idealizações de um casal que planeja viver em solidão durante a iminente batalha – Carl e Ellie, de ‘Up – Altas Aventuras’ (2009).
Carl é forçado a vender sua casa para uma corporação intitulada BnL (Buy-and-Large), a qual está expandindo a cidade. Isso premedita uma futura corrida tecnológica que culmina tanto na superpopulação e na poluição exacerbada dos ecossistemas. Entretanto, o foco aqui é no senhorzinho que descobre que os animais conseguem se comunicar com os humanos, compartilhando de sua amargura. Charles Muntz, o vilão do filme, consegue com bastante sucesso traduzir esses sentimentos através de coleiras eletrônicas, além de treinar um exército de cães, marco da batalha entre animais e humanos. Anos depois, a guerra acontece – e as máquinas acabaram vencendo-a para seus idealizadores, alterando o equilíbrio da Terra, ainda que acidentalmente. Para que o balanço fosse recuperado, a BnL mandou a raça humana remanescente para o espaço dentro de uma nave chamada Axiom; todo o restante da maquinaria foi mantido para repopular o mundo e controlar as coisas.
É aí que entramos na era ‘Carros’ (2006, 2011 e 2017). À essa época – que dentro da cronologia Pixar se passa entre os anos 2100 e 2200 -, percebe-se que não há pessoas em nenhuma parte do mundo, e que, desta vez, a crise mundial dá-se pelo fato do óleo ser usado como fonte única de energia para as máquinas. A corporação Allinol (‘Carros 2′) estava utilizando fontes renováveis como catalisador para um combustível alternativo. Entretanto, como bem sabemos, tal substância estava sendo utilizada para varrer os carros do mundo. Com o uso exacerbado do óleo, a poluição no planeta tornou-se inevitável e, como consequência, irremediavelmente inapto para a preservação da vida natural.
A Terra tornou-se inabitável durante vários séculos devido à BnL. Tal corporação comandava as grandes empresas multinacionais desde a década de 1950. ‘Wall-E’ (2008) emerge como o único “sobrevivente” após a escassez de recursos, e só conseguiu permanecer funcionando por ser fascinado pela cultura humana, além de ter um relacionamento nada convencional com uma barata – o qual mantém sua personalidade e realização pessoal. Além disso, toda a maquinaria existente na Axiom mostrou-se capaz de desenvolver um senso de propósito a partir da dependência dos humanos. Wall-E é a personificação de Adão, e ele e seu par romântico, apropriadamente nomeado de Eva, salvam a raça humana ao tornar o planeta um lugar benéfico para um novo começo.
Como se sabe, a única fonte de vida natural estava contida dentro de uma bota desgastada. A última planta sobrevivente do desastre ambiental é a primeira a ser cultivada pelos humanos; devido à alta radiação, ela se torna uma gigantesca árvore, lar dos adoráveis personagens vistos em ‘Vida de Inseto’ (1998). Em pleno século XXXI, seguindo ainda a cronologia futurista, as formigas desenvolveram mutações genéticas que as permitiram viver por um tempo muito mais longo e, nessa nova era, os animais remanescentes não precisam se preocupar com a presença amedrontadora de humanos e acabam se transformando na espécie dominante. Em outras palavras, a radiação não apenas afeta o senso de comunidade dessas espécies, mas permite que entrem em um ciclo evolutivo culminando em seu ápice de desenvolvimento como monstros.
Em ‘Universidade Monstros’ (2013), sabemos que essa nova raça acidentalmente varreu os humanos da face da Terra. O complexo educacional foi fundado em 1313, mas essa data se baseia num calendário monstro, não humano, nos levando a acreditar que tais eventos ocorreram quase 1400 anos depois de ‘Vida de Inseto’. Dentro das instalações, os personagens aprendem equivocadamente que os antigos habitantes do planeta eram tóxicos e de outra dimensão, levando-os a crer piamente que poderiam ser extinguidos caso se encontrassem com uma ameaça daquele nível. Entretanto, é apenas em ‘Monstros S.A.’ (2001) que a espécie dominante percebe seu erro: os humanos são responsáveis pela fonte primária de energia. Portanto, utilizando as máquinas remanescentes e a magia bruta originária da incrível árvore imortal, eles conseguem utilizar portas feitas de madeira para viajar no tempo – mais precisamente, para gerações antecessoras.
Nesse meio-tempo, cruzamos caminho com ‘Divertida Mente’. A teoria se utiliza dessa brecha das portas para explicar Bing Bong, o suposto amigo imaginário de Riley, que na verdade era um monstro que a visitou quando criança e que desenvolveu uma relação extremamente forte com a garota (explicando sua memória afetiva). A mesma coisa ocorre com ‘Viva – A Vida É uma Festa’, cujo principal tema também é a memória e a lembrança dos antepassados.
E tudo isso culmina no ponto-chave da cronologia Pixar: Boo.
A pequena Boo – a garotinha de vestido rosa que aterrorizou e encantou as vidas dos monstros no longa de 2001 – nunca superou seu guardião Sulley e tornou-se obcecada em descobrir o que aconteceu a ele. Ela se recordava de que as portas eram os símbolos materializados para encontrá-lo e, quando cresceu, descobriu como utilizar a viagem no tempo – utilizando portais de madeira – para retornar à fonte primária de toda a magia (a mesma encontrada por Merida em ‘Valente’). Boo deixa evidências na narrativa escocesa: duas esculturas em troncos de árvore: uma representado Sulley e outra um caminhão de pizza – duas das coisas que ela mais amava na vida. E apesar de ter sabedoria o suficiente para manipular essa força cósmica, não consegue determinar o período em que vai parar. Portanto, especula-se que os easter eggs presentes em cada uma das animações são ocasionados pela constante busca da garota por seu melhor amigo, acidentalmente pulando de época em época até conseguir encontrá-lo.
riley divertida mente alma 22 soul
Riley, de ‘Divertida Mente’, é a Alma 22, de ‘Soul’?
‘Divertida Mente 2′ já está em exibição no cinemas, e uma teoria afirma que a protagonista Riley é a Alma 22, que aparece em ‘Soul‘ (2020).
O principal argumento da teoria é que ambas as personagens amam pizza e surgiram de filmes dirigidos pelo diretor Pete Docter. Além disso, o aniversário de Riley é, supostamente, no dia 22 de janeiro, uma coincidência com o nome da personagem de Soul.
Outro ponto-chave é a Alegria, uma das emoções mais marcantes de Riley. Para quem não se lembra, a Alma 22 diz ao longo de ‘Soul‘ que demorou para retornar à Terra porque tinha medo de não ser feliz em vida.
Na trama de ambos os filmes, as protagonistas são guiadas pela sensação de alegria, embora não explicitamente no caso da Alma 22, mas é uma emoção que está sempre diante de toda decisão que a personagem toma.
Embora haja tantas semelhanças, vale lembrar que nem uma das teorias criadas pelos fã daPixar foram oficializadas pelo estúdio, que considera essas ‘evidências’ mais como referências e homenagens às produções anteriores.
E aí, qual é a sua opinião?
No vídeo abaixo, a própria Pixar confirma várias conexões:
Confira nossa entrevista com o diretor de ‘Divertida Mente 2‘ e siga o CinePOP no Youtube:
O episódio mais recente de ‘The Boys‘ deu destaque a Hughie (Jack Quaid) enquanto ele disfarçava de Tece-Teia para espionar os planos do Tek Knight (Derek Wilson) e do Capitão Pátria (Antony Starr), que planejam dar um golpe de Estado e dominar os EUA.
No entanto, Hughie acabou sendo torturado psicologicamente quando foi levado pelo Tek Knight como seu escravo sexual, rendendo um dos episódios mais bizarros da série.
E, em seu perfil do Instagram, Quaid compartilhou algumas imagens dos bastidores de sua preparação para dar vida ao personagem.
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
Michael Rooker, o ator que deu vida ao icônico Merle Dixon em ‘The Walking Dead’, não poupou críticas à forma como seu personagem foi tratado pela série. Segundo a CBR, Rooker expressou sua insatisfação com a morte de Merle, afirmando que a decisão foi tomada por falta de criatividade dos roteiristas.
“Mas todos nós seguimos em frente. É isso que fazemos. Somos atores. Seguimos em frente.Fizemos ‘The Walking Dead’ e então me mataram. Não sei por quê. Eles não sabiam como escrever para o personagem! Então, eu sigo em frente”, detonou o ator.
Rooker participou de ‘The Walking Dead’ nos primeiros anos. Lembrando que ele morreu na série ao se sacrificar na tentativa de derrotar o Governador (David Morrissey) na terceira temporada.
“Meus fãs de ‘The Walking Dead’, os fãs de Merle Dixon, ainda estão por aí. E está tudo bem com isso. Sim! Vai ficar tudo bem”, completou o ator.
Na prévia, Daryl (Norman Reedus) tenta voltar da França para casa, enquanto Carol sai em busca de sua melhor amiga que desapareceu na cidade de Freeport, Maine.
A nova temporada substitui o extinto spinoff ‘Daryl & Carol‘, reunindo as co-estrelas de longa data da franquia após sua despedida no final da série original.
Além de Norman Reedus, o elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne Charrier, Eriq Ebanouey, Laika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi e Romain Levi.
A nostalgia é forte hoje como nunca anteriormente, e esse movimento saudosista chegou até o cinema e o audiovisual. Conforme vamos ficando mais velhos, apelamos ao sentimento seguro do passado, a nossa zona de conforto. É justamente por isso que quando falamos de cinema e séries, Hollywood tem investido nessa volta ao passado, resgatando produções e personagens que achamos que nunca mais veríamos. Ou melhor, apenas nos filmes antigos que amamos.
Para os atores esse apelo funciona de forma igual, e esse movimento fez com que diversos astros do passado tirassem do armário um figurino muito familiar, de seus grandes personagens clássicos. Investindo em mais uma matéria nostálgica, aqui iremos dar uma olhada em alguns atores que faziam muito sucesso lá nos anos 80 e 90, e que voltaram recentemente a seus papeis mais marcantes. Vem conhecer essa lista memorável.
No auge de seus 63 anos de idade, o astro Eddie Murphy recuperou sua boa forma em parcerias com os dois maiores streamings da atualidade. Com a Amazon Prime Video em 2021, trouxe de volta o príncipe Akeem para mais um round em Nova York em ‘Um Príncipe em Nova York 2’. Agora, no dia 3 de julho deste ano, voltou ao seu personagem mais famoso, o policial Axel Foley em ‘Um Tira da Pesada 4’ ao lado da Netflix. Beverly Hills não será mais a mesma, 30 anos depois da última aparição do herói.
Não é apenas Eddie Murphy que resgatará seu icônico personagem dos anos 80 em 2024. O ator indicado ao Oscar Michael Keaton também resolveu andar na estrada da nostalgia. Keaton será novamente o fantasma zombeteiro Beetlejuice, um de seus personagens mais cult, que dará as caras novamente em setembro com ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’, continuação do clássico de 1988. O ator já havia retornado ao papel de Batman ano passado em ‘The Flash’ – empatando com Murphy na nostalgia de personagens do passado.
E se Eddie Murphy e Michael Keaton retornaram recentemente a dois de seus personagens mais clássicos dos anos 80 cada um, o grande campeão dessa nova tendência nostálgica de volta ao passado é mesmoHarrison Ford. Um dos astros mais marcantes dos anos 80 e 90, Ford foi considerado o rei de Hollywood na época – um ator que era sinônimo de qualidade e grandes bilheterias. Tudo isso por estrelar dois dos primeiros blockbusters da história: ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’. Na pele do arqueólogo mais famoso do cinema, Ford se despediu ano passado no quinto filme, ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’. E como Han Solo o retorno aconteceu há 9 anos, com ‘O Despertar da Força’, o sétimo filme de ‘Star Wars’. Mas não ficaria apenas nisso, pois Ford ainda voltou como Rick Deckard em ‘Blade Runner 2049’ (2017).
Existem atores considerados donos de um único papel de sucesso. E este é o caso com o querido e eterno Daniel San, Ralph Macchio. O ator até trabalhou bastante em filmes dos anos 80 e 90, mas nenhum deles seria mais marcante que ‘Karatê Kid’ em sua carreira – produção que lançou em 1984. O sucesso foi tanto que Macchio retornaria em duas continuações, em 1986 e 1989. A franquia seguiu para tudo quanto era lugar na época, desde desenho animado, bonecos, videogames, brinquedos e todo tipo de produto. Apesar de um quarto filme em 1994, Macchio só retornaria ao papel em 2018, com a série ‘Cobra Kai’, que chega à sua sexta e última temporada este ano. Mas um filme ainda é prometido para o ano que vem, que trará Macchio novamente em seu papel mais famoso.
O gente boa Keanu Reeves não é o maior astro de Hollywood, mas talvez seja o ator que mais soube reinventar sua carreira. Podemos dizer que ele se tornou um astro graças ao sucesso de ‘Velocidade Máxima’ em meados da década de 90. Mas no final da mesma década, atingiria um sucesso sem precedentes em sua filmografia. Falamos do fenômeno ‘Matrix’, que influenciou a cultura pop como poucos na época – e gerou duas continuações no mesmo ano, de 2003. Há 10 anos, Reeves fazia de novo e descolava para si uma franquia muito querida até hoje, ‘John Wick’, que novamente redefiniu a ação para os novos tempos.
Antes de tudo isso, Reeves estrelava uma comédia adolescente cult chamada ‘Bill & Ted’, que misturava viagem no tempo, e ganhou até desenho animado. Em 1989 saiu o primeiro filme, e em 1991 sua continuação. Por isso, foi uma tremenda surpresa ver Reeves e Alex Winter retornarem aos personagens em 2020 para um terceiro filme. Mas não foi só isso, pois em 2021, Reeves voltou a ser Neo em ‘Matrix Resurrections’ – que segundo rumores, terá ainda mais um quinto filme em breve.
Um dos maiores astros do cinema de todos os tempos, Tom Cruise é um ator que nunca saiu da crista da onda, desde que começou a fazer sucesso em meados dos anos 80. Dessa forma são três décadas completas em que o astro continua a estrelar os projetos mais caros, sem nunca ter saído de cena ou caído para o time B. Quantos outros podem dizer isso? Até o início dos anos 2000, Cruise só estrelava produções originais, mas isso mudou com o segundo ‘Missão: Impossível’, que transformou a obra em uma franquia. Assim, de tempos em tempos, o ator retornava ao papel do espião Ethan Hunt, o em um total de sete filmes, com o último tendo sido lançado em 2023 e um oitavo já prometido para 2025. Mas a surpresa mesmo foi o fenômeno de ‘Top Gun Maverick’, continuação de seu primeiro grande sucesso, que igualmente se tornou um fenômeno.
O comediante de cara de borracha foi uma febre logo que surgiu em cena em 1994 – o ano de seu divisor de águas. Na época, o ator chegou a ser o mais bem pago de Hollywood, recebendo o cúmulo de US$20 milhões por filme. Esse era o tamanho de sua força no cinema. Seus três primeiros grandes sucessos foram ‘Ace Ventura’, ‘O Máskara’ e ‘Debi e Loide’. Dos três, Carrey na época aceitou voltar apenas para a continuação do primeiro, lançado logo no ano seguinte. 10 anos depois, em 2014, Carrey já não tinha mais a mesma força, mas topou retornar para ‘Debi e Loide 2’, sem o mesmo resultado – os tempos eram outros. E isso já faz 10 anos. Não seria muito legal se o ator resolvesse tirar do papel continuações para ambos ‘O Máskara’ e um terceiro ‘Ace Ventura’?
Certos atores não são muito adeptos de franquias e continuações, preferindo investir em histórias inéditas e originais. Nos dias de hoje, no entanto, a palavra de ordem é nostalgia e familiaridade. Bem, e o que podemos dizer é que o vencedor do Oscar Jeff Bridges é um destes atores não adeptos a franquias. Mesmo assim, há 14 anos ele decidiu voltar a um de seus filmes lá do início de carreira, de 1982, que apesar do grande investimento se tornou um fracasso para a Disney. ‘Tron – Uma Odisseia Eletrônica’ revolucionou nos efeitos especiais, mas não fez o sucesso devido. O longa, no entanto, viria a se tornar cult nas locadoras e reprises. Assim, em 2010, Bridges retornava em um filme moderno. Mais um ‘Tron’ será lançado em breve, e Bridges deve retornar também. Mas o que os fãs gostariam de ver mesmo é um novo ‘O Grande Lebowski’, uma das comédias mais adoradas dos anos 90.
O veterano vencedor do Oscar Michael Douglas é outro que sempre evitou continuações em sua carreira. Bem, podemos dizer que nos anos 80 e 90 ele fez apenas uma: ‘A Joia do Nilo’, que é a continuação de ‘Tudo por uma Esmeralda’ (1984), uma “cópia” bem-feita de ‘Indiana Jones’. O porquê de nunca terem tentado uma terceira aventura nos anos 80 ou 90 ficará para sempre como um dos grandes mistérios de Hollywood. E teria sido muito bom ver Douglas retornando ao papel do caçador de recompensas Jack Colton em algum momento de sua carreira. Coisa que nunca aconteceu – um remake da ideia é planejado. Seja como for, a sequência que Douglas resolveu fazer foi a de ‘Wall Street’, o filme que lhe deu o Oscar de melhor ator. ‘O Dinheiro Nunca Dorme’ foi lançado há 14 anos, dirigido pelo mesmo Oliver Stone.
Fechamos a lista com o ator menos conhecido da matéria. Bruce Campbell faz piada consigo mesmo sobre seu status de ator canastrão. De fato, Campbell só é conhecido pela trilogia original ‘Evil Dead’, filmes de terror muito adorados pelos fãs, mas que foram se tornando cada vez mais comédia conforme o passar dos exemplares. O terceiro, por exemplo, de 1993, tem muito pouco de terror. No cinema, a franquia ‘A Morte do Demônio’ resolveu caprichar no terror visceral, mas Campbell voltaria para às origens na TV, na série ‘Ash vs. Evil Dead’, investindo novamente em seu personagem mais famoso – e com o clima galhofa esperado de sempre. Os fãs adoraram.
A trama começa dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.