A WoW Presents divulgou o primeiro episódio completo da 2ª temporada de ‘Canada’s Drag Race vs The World’, um dos vários spin-offs do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race’.
‘Silo’ se tornou uma das produções mais aclamadas da Apple TV+ e, em entrevista ao Collider, a atriz Rebecca Ferguson comentou sobre o futuro da série, especificamente sobre como a narrativa deve terminar e que as prováveis 3ª e 4ª temporadas devem ser rodadas juntas.
Ela também confirmou que as filmagens do segundo ciclo, que haviam sido adiadas em virtude da greve dos atores e de roteiristas do ano passado, foram concluídas.
“Eu acredito que o show tem um final, e eu sei quando isso acontecerá”, ela explicou.
“Então, essa é a resposta. Vocês vão descobrir quando a série terminar. Para ser honesta, não acredito que isso seja um segredo. Os livros são os livros. São três romances, e esses três volumes são divididos entre quatro temporadas. Então, acredito que, a não ser que a Apple resolva se apressar, digo que estamos absolutamente bem com a 1ª temporada. A 2ª já foi rodada e prestes a sair, e agora estamos esperando o sinal verde da 3ª e da 4ª. E acho que iremos rodá-las juntos, e esse será o fim”.
A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.
A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
Entrevista do Cinepop com a diretora e protagonistas de 'Invisível'
Muitos filmes vem emocionando o público nessa segunda edição do Bonito CineSur mas o longa-metragem documental Invisível, dirigido por Carolina Vilela e Rodrigo Hinrichsen, toca nossos corações de uma forma que confesso, não sei explicar. Rodado em apenas quatro diárias, o projeto apresenta o cotidiano de um casal de surdocegos, que estão casados há uma década e meia.
Diretora e elenco de ‘Invisível’ na exibição do filme no Bonito CineSur
Após assistirmos ao filme em uma sessão no Cine Bonito, que contou com um público que abraçou toda a poderosa mensagem contida na obra, tivemos a oportunidade de conversar com os grandes protagonistas do projeto: o casal Claudia Sofia e Carlos Jorge, que teve a tradução em Libras do intérprete Marcos Fábio Almeida dos Santos. Participou também uma das diretoras do filme, Carolina Vilela:
Como está sendo para vocês estarem aqui nessa segunda edição do Bonito CineSur?
Claudia Sofia: “Está sendo uma aventura. A princípio estivemos em Recife, exibindo pela primeira vez nosso filme. Vem sendo uma caixinha de surpresas muito grande. Nós não esperávamos que íamos chegar a esse ponto de participar do Bonito CineSur. É uma coisa marcante pra nós. Tudo está sendo uma surpresa. Sem surpresa não tem graça (Risos). Estamos agradecidos por estar aqui. Ontem, na exibição do nosso filme, sentimos que muita gente gostou. A gente está querendo continuar mostrando em outros lugares, incentivando as pessoas a se colocarem no lugar do outro. A gente tem sonhos mas esses vão chegando aos poucos. O Carlos sempre falou de Bonito. Foi um presentão pra nós estarmos aqui.”
Carlos Jorge: “Eu tive curiosidade e interesse de vir aqui em Bonito mostrar o filme ao público. Quem assistiu disse pra gente que é importante fazermos esse filme, que é possível ter a sua autonomia de viver livre. Estamos aqui para mostrar que somos simples, iguais a todo mundo. Agora todos podem ter a capacidade de conhecer nós dois, a nossa história, e estar junto da gente.”
Carolina Vilela: “Acho que eles responderam bem. É exatamente uma aventura. Fazer um filme no Brasil é uma aventura pois nem sempre temos as condições ideais pra realizar um trabalho. Esse filme foi feito entre 2019 e 2021, foram anos muito difíceis para todos. Um período de descaso com a cultura e anos de pandemia também. Estar aqui agora e poder frequentar esse festival, além de uma aventura é uma grande oportunidade que nós temos exatamente de mostrar quem são essas pessoas, também uma oportunidade de quem tá aqui vendo os filmes e acompanhando toda a programação do festival conhecer uma realidade que é tão diferente mas que tá aí presente no nosso cotidiano. A população de surdoscegos no Brasil é de cerca de meio milhão de pessoas no nosso país. Não é pouca gente, são pessoas que estão invisibilizadas no nosso mundo. Fico feliz de estar participando de festivais pois estou percebendo nas organizações uma preocupação com a acessibilidade. O país ainda está engatinhando nessa questão mas percebo uma real disponibilidade de quem faz cinema, quem organiza festivais, isso é bonito de perceber.”
Entrevista do Cinepop com a diretora e protagonistas de ‘Invisível’
2) Como você chegou até esse projeto? Quais os maiores desafios enfrentados?
Carolina Vilela: “Em 2013 fui trabalhar para um canal de televisão para surdos, a TV INES, que ficava no RJ. Um canal público da web que tinha apoio do Ministério da Educação. Eu já trabalhava com audiovisual, já dirigia e quando fui trabalhar lá, como era um canal dedicado ao público surdo, a programação era toda em libras. Pela primeira vez precisei lidar com profissionais surdos. Apenas cinco países tinham canais para o público surdo, o Brasil foi realmente pioneiro nessa empreitada. No início foi um choque de comunicação, eu não falava nada de libras e os surdos que trabalhavam com a gente não tinham nenhuma experiência em fazer tv mas foi muito bom, ao longo dos anos fomos aprendendo a fazer televisão, fomos vendo que era possível e essa questão do convívio com as diferenças foi se tornando cada vez mais corriqueiro. É mais fácil do que difícil incluir. Assim, cheguei no Carlos e Sofia. Eu comentei com o Rodrigo (o outro diretor do filme), que eu já conhecia de outros trabalhos, e o convidei a estar comigo nesse projeto. Fomos na cara e na coragem. A gente não tinha um centavo, não fomos contemplados em nenhum edital. Alguns amigos toparam nos ajudar, fomos para SP e foram quatro diárias porque não tínhamos dinheiro para mais. A gente pensou conceitualmente o que queríamos fazer mas adaptamos à nossa realidade senão seria impossível fazer o filme. Quando voltamos pro RJ pra editar, enfrentamos mais dificuldades. Foi longo o processo.”
Entrevista do Cinepop com a diretora e protagonistas de ‘Invisível’
Vocês abriram suas rotinas e a casa de vocês ao público. Qual a principal mensagem transmitida para todos que vão assistir a esse filme?
Claudia Sofia: “Foi a primeira vez que abrimos nossa casa. Continuamos morando no mesmo lugar. Tudo que tá lá continua, menos a tartaruga. A gente leva uma rotina diferente mas os diretores perguntaram se podiam nos filmar, não sabíamos como seria. A gente acabou fazendo o filme, abrimos nossas portas e fomos na cara e na coragem. Falei pro Carlos: “Seja o que Deus quiser!” Como mensagem, esse filme, mostra nossa experiências, nossas barreiras, nossas dificuldades. A gente coloca isso porque tem muitos seres humanos que não se colocam no lugar do outro. Não falo só na questão da acessibilidade. Muitas vezes a sociedade acha que nós que não enxergamos, não ouvimos, não podemos fazer nada, não podemos ter uma vida normal. Mas podemos sim, a partir do momento que temos apoio de pessoas que gostam da gente, que amam a causa. Esse era nosso objetivo, as pessoas se colocarem no lugar dos outros.”
Carlos Jorge: “A nossa história com o filme começou perto do período da pandemia, todo mundo ficou sozinho, se isolou. Não era uma coisa fácil. Graças a Deus voltamos a ter uma rotina normal. E agora estamos tendo a oportunidade de levar nosso filme a esse grande público, é uma satisfação maravilhosa, queremos mostrar ao Brasil nossa realidade.”
Diretora e elenco de ‘Invisível’ na exibição do filme no Bonito CineSur
O filme vai entrar no circuito exibidor brasileiro? Você tem o sonho de ver seu filme numa telona? Já foi procurada por alguma distribuidora?
Carolina Vilela: “Esse assunto é complexo. A gente que trabalha com audiovisual sabe que tão difícil quanto fazer um filme no nosso país é exibí-lo. Não só nosso filme mas muitas outras produções nacionais que estão engavetadas faz anos porque não tem janela, investimento suficiente, para exibir a quantidade de produções que é feita no Brasil. Nosso filme foi feito sem recurso, sem nenhum incentivo cultural, sem nenhum apoio. Da mesma maneira que para produzir nós temos que fazer com nossos próprios recursos até agora, para distribuição não tivemos nenhum tipo de apoio. Chegamos a procurar algumas distribuidoras, não tivemos muito retorno. Optamos por fazer o caminho que a maioria dos realizadores faz, inscrevemos nos festivais. Buscamos assim ter uma trajetória, aí sim buscar novamente os veículos. Claro que temos o interesse em exibir no circuito, inclusive temos vários amigos que não viram o filme.”
A Netflix divulgou um teaser trailer inédito de ‘Kaos’, nova série ácida de mitologia grega, que traz o icônico Jeff Goldblum (‘Jurassic Park’) como Zeus, o Rei dos Deuses do Olimpo.
Na trama, Zeus tem uma crise existencial quando pensa que pode estar envelhecendo e decide se afastar de toda essa coisa de “rei dos deuses” e aproveitar a vida aos olhos mortais.
A plataforma de streaming agendou a estreia da produção para 29 de agosto.
O projeto foi criado por Charlie Covell (‘The End of the F***ing World‘), e está sendo descrito como grandioso, na mesma escala que ‘Games of Thrones‘.
“Será basicamente uma reimaginação contemporânea da Mitologia Grega,” revelou Covell. “Acredito que terá a mesma escala que ‘Game of Thrones’, mas o tom será mais descontraído, em termos de humor, visual e trilha sonora.”
Esperando família, política e poder, a trama apresentará três mundos: os Deuses, a Terra e o Submundo. Usando os mitos e renovando-os, a trama focará em Orpheus e Eurydice, que fazem parte de uma família disfuncional de deuses.
A série terá 20 episódios de uma hora cada, com produção de Nina Lederman, John Woodward e Tanya Seghatchian.
Samara Weaving se tornou um nome conhecido entre os fãs de filmes de terror. Após participar brevemente da série ‘Ash vs. Evil Dead‘, a atriz estrelou filmes de sucesso do gênero, como ‘A Babá‘, ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico VI‘.
Ela ainda estará no elenco dos vindouros ‘Azrael‘ e ‘Eenie Meanie‘.
Em entrevista ao Collider, no entanto, Weaving expressou seu desejo em participar de uma das franquias mais icônicas do gênero: ‘A Hora do Pesadelo‘.
Infelizmente, parece que o temido Freddy Krueger não retornará às telonas tão cedo. Após a recepção negativa do remake de 2010, a franquia segue em sono profundo.
Anteriormente, o produtor Jason Blum, criador da Blumhouse, afirmou que acredita ser possível convencer o ator Robert Englund a reprisar o seu papel como o icônico vilão em um reboot da franquia.
“Eu poderia convencê-lo a reprisar o papel. Eu poderia convencer qualquer um. Quero dizer, Ellen Burstyn tem 87 anos, e eu a convenci a retornar na vindoura sequência de ‘O Exorcista’.”
Ele completa, “[Englund] ainda está jovem. Ele tem apenas 75 anos.”
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Blum havia comentado sobre seu interesse nos possíveis reboots das franquias ‘Sexta-Feira 13‘ (Friday the 13th) e ‘A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare on Elm Street).
Assista a entrevista:
O filme mais recente da franquia é o remake de mesmo nome, dirigido por Samuel Bayer, que estrela Rooney Mara.
O filme fracassou entre os críticos, conquistando apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, o longa foi um sucesso de bilheteria, tendo arrecadado US$ 117 milhões mundialmente.
De acordo com o Entertainment Weekly, Angelina Jolie (‘Malévola’) quer que sua batalha legal contra o ex-marido, Brad Pitt, chegue ao fim.
Em um novo comunicado de seu advogado Paul Murphy, a atriz solicitou que Pitt desista do processo envolvendo a vinícola francesa, iniciado originalmente em 2022.
“Enquanto Angelina pede novamente que o Sr. Pitt pare de lutar e finalmente coloque sua família em uma trajetória de cura, a menos que ele retire o processo, Angelina não tem escolha a não ser obter a evidência necessária para provar que as suas acusações não são verdadeiras,” declarou o advogado.
Anteriormente, a equipe de Jolie já havia solicitado que Pitt apresentasse diversas declarações pessoais sobre o caso, o que levou seus representantes a iniciarem uma moção de arquivamento.
Em comunicado oficial, Murphy declarou:
“Sr. Pitt tem o controle de todas as propriedades divididas pelo casal, além do controle dos negócios, mas ele ainda exige por mais e está processando a Angelina por US$ 65 milhões por danos punitivos.”
O site TMZ obteve documentos legais em que a atriz vencedora do Oscar alegava que seu ex-marido a agrediu antes do controverso incidente do avião.
As informações indicam que os advogados de Jolie fizeram uma forte acusação contra Pitt, afirmando que ele a agrediu antes dos eventos de setembro de 2016. Apesar do ator ter negado as alegações, Jolie insiste que isso aconteceu.
“Enquanto o histórico de abuso físico de Pitt contra Jolie começou antes mesmo da viagem da família da França a Los Angeles em setembro de 2016, o voo marcou a primeira vez que ele agrediu fisicamente uma das crianças também. Jolie, então, imediatamente o deixou”, aponta o documento.
Jolie e seu time de advogados não detalharam exatamente o que aconteceu antes de 2016, mas indicaram que há muito mais sobre a história que o público desconhece.
As informações vêm à tona pouco depois dos advogados de Angelina terem entrado com uma moção no caso em andamento envolvendo a vinícola do casal – em que Pitt está processando Jolie por tentar vender suas ações da propriedade, Château Miraval, para terceiros.
Anteriormente, em entrevista para oThe Wall Street Journal, Jolie disse que pretende se mudar de Los Angeles para sua casa no Camboja, em parte por causa da maneira inautêntica como ela acredita que a indústria evoluiu nos últimos anos.
“Eu não seria atriz hoje se eu pudesse voltar no tempo. Quando eu estava começando, não havia tanta expectativa de ser uma pessoa tão pública, de compartilhar tanto da sua vida pessoal… Como cresci em Hollywood, nunca fiquei muito impressionada com isso. Nunca achei que fosse algo importante.”
Ela continuou:
“Esse excesso midiático é parte do que aconteceu depois do meu divórcio. Perdi a capacidade de viver e viajar livremente. Vou me mudar quando puder. Cresci em um lugar bastante raso. De todos os lugares do mundo, Hollywood não é um lugar saudável. Então você busca autenticidade depois de experimentar essa vida falsa.”
A trama conta a história de Mina, artista de 28 anos, que se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites.
Além de marcar sua estreia diretorial, Ishana Night Shyamalan também assina o roteiro – que é baseado no romance homônimo de A.M. Shine.
A nova versão será lançada nos cinemas nacionais em 22 de agosto.
A trama acompanha Eric Draven (Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco deO Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.
De acordo com o Deadline, Rebecca Ferguson (‘Duna’) entrou para o elenco do filme baseado na popular série ‘Peaky Blinders‘, que está sendo desenvolvido pela Netflix.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Anteriormente, o site havia confirmado o retorno de Cillian Murphy (‘Extermínio’) como o icônico Tommy Shelby, líder da família de gângsteres de Birmingham.
Tom Harper será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Steven Knight.
Lembrando que, através do Twitter, a Netflix compartilhou recentemente uma imagem do roteiro do longa e a seguinte mensagem:
“Parece que ainda não finalizei meu trabalho como Tommy Shelby ainda não terminou comigo…” – Cillian Murphy.
Um filme dos #PeakyBlinders está chegando à Netflix!
Confira:
“It seems like Tommy Shelby wasn’t finished with me…” – Cillian Murphy
O criador da série, Steven Knight, já havia confirmado ao BirminghamWorld que as filmagens começariam em setembro deste ano.
“Cillian definitivamente vai voltar. Vamos começar a filmar em setembro, bem pertinho daqui, na cidade de Digbeth, região de Birmingham, no Reino Unido.”, revelou.
“Estou apenas trabalhando nas partes finais do roteiro no momento. Eu simplesmente sento em frente ao computador e começo. É um pouco como realizar um sonho, para mim. Você senta lá e todas essas coisas vêm, e então você lê de volta e pensa: ‘Isso é muito bom’.”
Guy Ritchie tem um apreço bastante considerável por histórias de espionagem e já nos entregou títulos que são relembrados até hoje, seja por se mostrarem competentes incursões cinematográficas do gênero, seja pela fama que conquistaram desde sua estreia. Temos, por exemplo, obras como ‘Infiltrado’, ‘Magnatas do Crime’, ‘Sherlock Holmes’ e ‘O Agente da U.N.C.L.E.’ – que revelaram a inclinação constante do cineasta por investidas dentro desse escopo, misturando a espionagem com comédia, drama, ação e até mesmo suspense. Agora, em 2024, ele está de volta com um ambicioso longa-metragem intitulado ‘Guerra Sem Regras’, que chegou ao catálogo do Prime Video no dia de hoje (25).
Baseado no livro de não-ficção ‘Churchill’s Secret Warriors’, assinado por Damien Lewis e lançado há uma década, o filme acompanha o primeiro time de forças especiais da história, formado durante os momentos decisivos da II Guerra Mundial pelo então primeiro-ministro Winston Churchill, após as constantes perdas que o exército britânico tinha à medida que enfrentavam o exército nazista. Dessa forma, Churchill forma um grupo inesperado de dissidentes que trabalha fora da jurisdição militar inglesa e utiliza técnicas nada ortodoxas para garantir que as missões alcancem sucesso. No geral, não há nada de novo dentro do estilo proposto por Ritchie, mas o resultado é divertido mesmo carregado de restrições e convencionalismos, principalmente pelo ótimo trabalho de um formidável e carismático elenco.
Há dois núcleos a serem acompanhados aqui, que saem de um ponto em comum e convergem para um mesmo objetivo. O primeiro deles é centrado em um grupo de homens responsável por colocar a mão na massa – incluindo trabalhos em campo, implementação de bombas e múltiplos assassinatos -, liderado por Henry Cavill como Gus March-Phillips. Aqui, Cavill desfruta de uma ótima química com nomes como Alan Ritchson (Anders Lassen), Alex Pettyfer (Geoffrey Appleyard), Henry Golding (Freddy Alvarez) e Hero Fiennes Tiffin (Henry Hayes), cada qual com seu momento de brilhar em cena – algo difícil de se fazer, considerando o ensemble que domina as telas. Cavill e Ritchson são responsáveis por roubar os holofotes dentro desse primeiro escopo, nutrindo de sólidas performances que nos arrebatam desde os primeiros minutos.
O segundo núcleo é centrado na calculista dupla formada por Marjorie Stewart (Eiza González) e Heron (Babs Olusanmokun), contratados pelo serviço de inteligência britânico para criarem um papel de distração no tocante aos nazistas e garantir que a missão seja cumprida. Olusanmokun faz um ótimo trabalho ao manter-se fiel à identidade propositalmente monocromática do personagem que encarna, mas é González quem domina os holofotes em qualquer cena que aparece, demonstrando uma gama invejável de habilidades que reafirma sua incrível versatilidade artística. De qualquer modo, a dupla funciona com perfeição ao encarnar trejeitos verbais e performáticos da Era de Ouro de Hollywood, resgatando o glamour e a estética dos anos 1940 para compor as personas que eternizam em uma mistura de nostalgia e modernidade.
Como já mencionado nos parágrafos acima, o longa não tem qualquer intenção de reinventar o gênero de espionagem ou de guerra, apostando fichas em uma conhecida história que traz certos elementos de originalidade ao conseguir, com sucesso, mesclar vários estilos narrativos em um mesmo lugar. Em outras palavras, à medida que o elenco vai se soltando e se deixando levar pela despretensão do roteiro, é notável como as falas se tornam mais naturais e fluidas, caminhando para que cada um dos membros do elenco se sinta confortável dentro das limitações arquetípicas de seus personagens – o que funciona com praticidade e permite que as poucas mais de duas horas deslizem em um ritmo frenético e que não cansa os espectadores.
Apesar de saber que lida com muitas fórmulas, Ritchie comanda essa familiar estrutura com firmes mãos e com jogadas de câmera bem pensadas e sagazes, emulando, inclusive, obras pelas quais ficou responsável nos anos anteriores. Há uma perceptível distinção entre os momentos de tensão, os de drama e os de comédia, garantindo que esses beats sejam acompanhados por uma caprichosa trilha sonora assinada por Christopher Benstead (colaborador de longa data do diretor), marcada por batidas de jazz, pratos e um uso extenso de tambores dissonantes. Não obstante tais aspectos de sucesso palatável, há um grande obstáculo enfrentado pela produção que se estende à sua própria duração, criando certas “barrigas” que poderiam ser enxutas por uma cautela maior do time de quatro roteiristas que, às vezes, não sabem em que direção seguir.
‘Guerra Sem Regras’ poderia muito bem se tornar um desastre completo, mas, ao recontar eventos de importância considerável para o andamento dos momentos finais da II Guerra Mundial sem dar um passo maior que a perna, entrega o que promete desde os minutos finais ao momento em que os créditos sobem nas telas. Novamente, nosso maior apreço vem com o elenco e com parte dos aspectos técnicos, rearranjados de maneira a cativar os espectadores e fornecer um título aprazível para o final de semana.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de setembro.
Na produção, Chris Hemsworth dubla Optimus Prime, enquanto Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) interpreta Elita.
Sob a direção de Josh Cooley (‘Toy Story 4’), e com o roteiro final assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, ‘Transformers One‘ promete trazer uma nova perspectiva sobre a relação entre os icônicos Autobots e Decepticons.
A produção do filme é uma colaboração entre Paramount Animation, Hasbro e eOne, buscando expandir o universo dos Transformers de forma emocionante e envolvente.
Keegan-Michael Key (‘A Festa de Formatura’) dará voz a Bumblebee, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) será Sentinel Prime e Laurence Fishburne (‘John Wick’) emprestará sua voz a Alpha Trion.
Lançada em 2007, a saga cinematográfica ‘Transformers’ sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$ 4,3 bilhões.
Segundo o Deadline, ‘A Longa Marcha’, adaptação do conto homônimo do mestre do terror Stephen King, já começou a ser rodada – e anunciou vários membros ao elenco protagonista.
Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.
Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) será responsável pela direção do longa. O cineasta irá substituir André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.
O roteiro da adaptação será assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).
Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto contará com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.
Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.
As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.
Pedro Pascal, o astro de ‘The Mandalorian’, levou os fãs à loucura ao compartilhar um clique dos bastidores do novo filme do ‘Quarteto Fantástico’. O longa começou sua filmagens em Londres (Reino Unido).
A imagem mostra o elenco principal reunido ao lado do diretor Matt Shakman (‘WandaVision’).
O elenco de apoio traz Ralph Ineson como o vilão Galactus e Julia Garner como a Surfista Prateada Shalla-Bal, enquanto Paul Walter Hauser (‘Cobra Kai’) e John Malkovich (‘RED: Aposentados e Perigosos’) também foram escalados em papéis misteriosos.
‘Quarteto Fantástico’, estreia em 25 de julho de 2025, será o primeiro filme da Fase 6 do MCU.
Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.
A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.
Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.
O universo cinematográfico da Marvel continua a nos surpreender! Além da reunião épica de ‘Deadpool e Wolverine’, o longa reservou uma participação especial que deixou os fãs em êxtase: Henry Cavill, o icônico Superman, faz uma aparição como uma variante de Wolverine!
Segundo o ComicBookMovie, em uma cena que viralizou nas redes sociais, podemos ver Deadpool se aproximando de Logan, que está trabalhando em uma motocicleta.
Ao reconhecer a semelhança física, Wade não perde a oportunidade de fazer uma piada: “Você sabe, por trás você se parece um pouco com Henry – oh meu f ***!”
Cavill, com o clássico cabelo e costeletas de Wolverine, está irreconhecível. A cena é repleta de humor e ironia, com Deadpool até mesmo fazendo uma provocação à DC Comics, afirmando que a Marvel trataria Cavill“muito melhor do que aqueles na rua”.
Infelizmente, essa versão alternativa de Wolverine não se mostra muito amigável e, após uma breve conversa, envia Deadpool voando através de uma das Portas do Tempo da TVA.
Lembrando que com 85 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Deadpool & Wolverine‘ abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes – a média mais baixa da franquia.
Para termos de comparação, os dois primeiros filmes conquistaram uma média de aprovação de 85% e 84% no site agregador de críticas, respectivamente.
O consenso geral destaca o tom divertido e violento da produção, mas alguns especialistas reclamaram a dependência do filme em nostalgia e participações especiais.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Dirigido com entusiasmo por Shawn Levy, este filme é um sonho hiperativo que reúne dois dos melhores personagens da Marvel e um elenco de apoio que deixará os nerds espumando pela boca.” (Times UK)
“Há uma diferença entre se apoiar em referências e fazer um filme que seja genuinamente engraçado, emocionante, enérgico e inovador. Quase sempre, ‘Deadpool e Wolverine’ parece trabalhar em oposição direta em ambos aspectos.” (Globe and Mail)
“‘Deadpool e Wolverine’ faz um trabalho surpreendentemente eficaz ao convencer seu público de que este é um filme sobre nostalgia de personagens amados, quando na verdade é apenas uma ponte entre a produção de uma empresa para a outra.” (Vanity Fair)
“‘Deadpool e Wolverine’ não só entrega a equipe do século, mas também o melhor filme da Marvel em cinco anos.” (Solzy at the Movies)
“Apesar de ser ridícula até mesmo para os padrões dos super-heróis, a história consegue se manter mais ou menos coerente.” (Boston Globe)
“Assim como nos filmes anteriores, aqueles que não suportam o Deadpool ou que não estão familiarizados com a mitologia dos filmes da Marvel irão detestar completamente. O resto estará no céu.” (The Daily Beast)
“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
“O filme é cheio de personagens secundários divertidos e piadas, mas é ocasionalmente elevado a uma verdadeira complexidade por Colman e Buckley, que são, consistentemente, o melhor de qualquer produção em que aparecem”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.
“A parceria central entre Buckley e Colman é indiscutivelmente a disputa do século, semelhante a uma briga nas selvas dos condados ingleses. No entanto, Pequenas Cartas Obscenas tem muito mais a oferecer além disso”, disse Damon Wise do Deadline.
“Sob a direção de Sharrock, Pequenas Cartas Obscenas se torna um relato cativante de uma forma primitiva das disputas acaloradas online de hoje, onde as pessoas escolhem lados e os comentaristas se atacam abertamente”, disse Peter Debruge da Variety.
“Pequenas Cartas Obscenas pode se empenhar em recriar a atmosfera abafada da Grã-Bretanha dos anos 1920, mas não se deixe enganar pelos chapéus cloche e vestidos de babados. A fúria feminina que permeia cada cena desta comédia não desapareceu com o fim daquela década”, disse David Fear do Rolling Stone.
“O vencedor do Oscar e a indicada ao Oscar, respectivamente, interpretam vizinhos em conflito em uma pequena vila inglesa na década de 1920. Suas performances são extremamente engraçadas e repletas de um entusiasmo glorioso”, disse Esther Zuckerman da Vanity Fair.
“Uma história, no final das contas, bastante acolhedora sobre a excentricidade britânica, vivificada por um elenco excepcionalmente talentoso”, disse James Mottram da Total Film.
“Os insultos repetitivos assumem a maior parte do trabalho nesta comédia, mas qualquer momento com atores tão talentosos quanto Colman e Buckley é sempre bem aproveitado”, disse Laura Venning da Empire Magazine.
“Pequenas Cartas Obscenas é benignamente agradável em sua abordagem de uma história verdadeira sobre sentimentos ocultos, expressão cômica e ação justa”, disse Robert Abele do Los Angeles Times.
O longa está em cartaz nos cinemas nacionais.
A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.
Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.
Graham Broadbent e Peter Czernin entram como produtores.
‘O Corvo’ ganhou um novo teaser. A prévia intensifica a atmosfera sombria e gótica do filme, explorando a dor, a vingança e o amor de Eric Draven, interpretado por Bill Skarsgård.
A nova versão será lançada nos cinemas nacionais em 22 de agosto.
A trama acompanha Eric Draven (Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.
Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.
Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco deO Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.
Quem nunca se divertiu com as aventuras de Ross, Rachel, Monica, Chandler, Phoebe e Joey em ‘Friends’?
Mas por trás das câmeras, as gravações da série nem sempre foram tão leves e descontraídas como aparentavam.
Em uma revelação surpreendente, Lisa Kudrow, a eterna Phoebe Buffay, compartilhou sua frustração com as longas e repetitivas risadas do público durante as gravações.
Em entrevista ao podcast de Conan O’Brien, a atriz confessou que, em alguns momentos, se irritava com as risadas exageradas do público, especialmente quando as piadas não eram tão engraçadas.
“Não era uma resposta honesta, sabe? E isso me irritava, porque uma risada longa demais atrasava o timing do restante do episódio. Há outras falas para serem gravadas!”, desabafou Kudrow.
A atriz comparou a experiência de gravar uma série de TV com a de fazer teatro:
“Se fosse uma peça de teatro, bom, então podem rir o quanto quiserem! Eu vou arranjar alguma coisa no palco para a minha personagem fazer, está tudo bem. Mas agora estamos filmando e eu estou parada ali… às vezes você fica constrangida, e dá um aceno para a plateia com a cabeça. É horrível”.
A rotina de gravações de ‘Friends’ era bastante intensa. Kudrow revelou que um episódio de 20 minutos podia levar de 6 a 8 horas para ser filmado, devido à necessidade de múltiplos takes e à presença do público.
“Funcionava da primeira vez! Eu sabia que eles iam pegar a risada gravada no primeiro take e mover para o take que eles escolheram, e enquanto isso estávamos lá sofrendo porque ninguém estava rindo das nossas piadas”, completou a atriz.
‘Friends’ é uma das séries de comédia mais bem-sucedidas da televisão. Transmitida de 1994 a 2004, essa icônica sitcom conquistou milhões de fãs ao redor do mundo.
Em entrevista para a Rolling Stone, Mangold foi questionado sobre a possibilidade de introduzir uma personalidade de outra cinebiografia musical como uma participação especial.
Em resposta, ele surpreendeu ao dizer que não gosta do conceito de crossovers ou do multiverso, argumentando que é uma forma de ‘matar’ a narrativa.
“É engraçado o fato de eu ter trabalhando em um universo do entretenimento com algumas propriedades intelectuais porque não sou do tipo que constrói universos compartilhados. Acho que isso é a morte da narrativa.”
Ele continuou:
“Eu prefiro ter um objetivo que me faz pensar: ‘O que há de único em um filme em seus personagens?’ E não fazer o público imaginar como outro filme ou referência poderia se encaixar ali. Como cineasta, você quer que o filme funcione em um nível emocional por si só, sem depender de outros artifícios.”
“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
O mestre do cinema, Steven Spielberg, está prestes a nos levar para mais uma jornada emocionante, desta vez explorando o misterioso mundo dos OVNIs.
Segundo o World of Reel, a Universal Pictures anunciou oficialmente que o novo filme do diretor, descrito como um “novo filme original de evento”, chegará aos cinemas em 15 de maio de 2026.
De acordo com a reportagem, o longa se chamará ‘The Dish’ e contará com um elenco de estrelas, incluindo Josh O’Connor (‘Rivais’) e a já confirmada Emily Blunt (‘O Dublê’).
O filme promete ser um dos maiores lançamentos dos próximos anos.”
As filmagens estão programadas para começar em fevereiro de 2025, com locações em Nova Jersey e Atlanta, Georgia.
A trama, ainda mantida em segredo, será desenvolvida por David Koepp, a partir de uma ideia original de Spielberg. A dupla já colaborou em sucessos como ‘Jurassic Park’.
O longa estreia nos cinemas no dia 15 de maio de 2026.
O terror ‘Shark Warning‘, novo filme de tubarão assassino da produtora The Asylum – que esteve por trás da franquia ‘Sharknado‘ –, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Jimmy Gadd é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Ryan Ebert.
Após 20 anos, um homem retorna à cidade onde seu irmão foi morto por um tubarão. Mas quando a criatura ressurge e mata novamente, o homem decide caçar o predador.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.