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‘Branca de Neve’: Terminam as filmagens do live-action estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot

Através dos stories do Instagram, Rachel Zegler (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) revelou que as gravações do remake em live-action de Branca de Neve já foram finalizadas.

As boas novas foram reveladas com uma imagem inédita de bastidores e a seguinte legenda: “e isso é tudo para Branca de Neve e estou muito orgulhosa e emocionada. Amo muito essas pessoas”.

Lembrando que o filme é co-estrelado por Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha’) como a Rainha Má.

Há alguns meses, Zegler, que interpreta a icônica princesa titular, revelou que o remake terá bastante mudanças em relação à animação de 1937, que mostra a personagem como a típica mocinha indefesa e inocente.

Já o remake dará a ela uma personalidade forte e destemida, entre outras alterações na trama.

Em entrevista para o Collider, a estrela voltou a tocar no assunto e disse que apoia essas mudanças.

Para ela, essa foi uma importante adição feita pelo diretor Marc Webb (‘O Espetacula Homem-Aranha’), a fim de mostrar que a personagem não é uma donzela indefesa.

“Marc e eu chamamos essa nova visão de abertura de um terceiro olho. Há momentos nos quais ela se expressa como se fosse alguém que já acumulou muita experiências em outras vidas, e isso é algo com o qual eu me identifico, algo que foi dito sobre mim durante toda minha vida.”

Ela continuou:

“Trazer essa sabedoria para uma personagem que eu amo tão profundamente e que interpretei por tanto tempo é simplesmente incrível, e eu mal posso esperar para que as pessoas testemunhem isso na tela.”

O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

‘A Máquina do Destino’: Série de comédia da Apple TV+ é CANCELADA após duas temporadas

De acordo com o Deadline, a Apple TV+ cancelou a adorada série de comédia ‘A Máquina do Destino’ (‘The Big Door Prize’) após duas temporadas.

Baseada no romance homônimo de M.O. Walsh, a atração contou a história de uma pequena cidade que muda para sempre quando uma máquina misteriosa aparece no armazém local, prometendo revelar o verdadeiro potencial de vida de cada residente.

Lembrando que o ciclo mais recente chegou à plataforma de streaming em abril deste ano.

A série foi criada e escrita por David West Read (‘Schitt’s Creek’).

Chris O’DowdGabrielle DennisDamon GuptonJosh SegarraChristian AdamSammy FourlasDjouliet AmaraAlly MakiCrystal R. FoxJim Meskimen e outros fizeram parte do elenco.

‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada da ACLAMADA série ganha data de estreia no Prime Video Brasil

A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, elogiada série baseada na clássica saga literária de Anne Rice, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O novo ciclo chegará à plataforma do Prime Video no próximo dia 22 de julho, quase dois meses depois do lançamento da primeira temporada.

Uma reinvenção sensual e contemporânea do revolucionário romance gótico de Anne Rice, Entrevista com o Vampiro segue a história épica de amor e sangue de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Bailey Bass), e os perigos da imortalidade, contados ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian). Irritando-se com as limitações da vida de um homem negro na Nova Orleans dos anos 1900, Louis acha impossível resistir à oferta de fuga definitiva do libertino Lestat de Lioncourt: juntar-se a ele como seu companheiro vampiro. Mas os novos poderes inebriantes de Louis têm um preço violento, e a introdução da mais nova novata de Lestat, a criança vampira Claudia, logo os coloca em um caminho de décadas de vingança e expiação.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Crítica | Tô de Graça: O Filme – Famoso Seriado de Humor da Multishow Ganha EMOCIONANTE Filme à Altura de Sua Graça

O ano era 2017 quando o canal por assinatura Multishow estreou seu então mais novo programa de humor, chamado ‘Tô de Graça’. Com atores trazidos de outro programa de humor de sucesso, o Zorra Total, o ‘Tô de Graça’ tinha uma proposta um pouco diferente, pois centrava sua história no dia a dia de uma mãe periférica moradora de uma favela do Rio de Janeiro que, com uma penca de filhos, precisava dar conta da rotina sem deixar faltar nada a eles nem a si mesma. Da rotina, vinha a piada. A identificação pelo público foi imediata, o que fez com que o programa de esquetes durasse por seis temporadas e agora, a partir dessa semana, ganhasse um filme só dele, o ‘Tô de Graça: O Filme’, que já chegou aos cinemas de todo o país.

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Graça (Rodrigo Sant’Anna) acaba de receber a rescisão de seu antigo emprego e, com o dinheiro, pretende comprar o vestido de formatura da sua filha Briti Sprite (Isabelle Marques), mas tudo anda muito caro. Quando volta à casa, porém, recebe a notícia de que sua outra filha, Sara Jane (Roberta Rodrigues), vai viajar com o noivo (Pedro Carvalho) para Búzios, onde o rapaz é dono de um resort, mas, com vergonha da própria família, Sara Jane vai viajar sozinha. Indignada com a postura da filha, Graça decide gastar o dinheiro da rescisão para levar sua família de férias até Búzios e forçar um encontro com o rapaz, porém, no meio do caminho, além de se meterem em muitas confusões, eles ainda terão que procurar por Shubakira.

Pensando no imenso público que ajudou a série a se tornar o sucesso que a manteve por seis anos no ar, os roteiristas Rodrigo Sant’Anna, Sabrina Garcia e Junior Figueiredo constroem uma história que é recheada de eventos que remetem à trama original do humorístico da Multishow. Entretanto, mais do que repetir as piadas conhecidas, o roteiro insere novos elementos no enredo que ajudam a ampliar o universo dos personagens e, mais ainda, se preocupa em apresentar uma mensagem importantíssima ao final do longa – mensagem esta que, considerando o público-alvo da produção, se torna ainda mais relevante, o que pode proporcionar uma emoção repentina no espectador no final da projeção.

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Dirigido por César Rodrigues (da série de humorNada Suspeitos’), quando o filme acompanha a protagonista, a produção flui sozinha, o que comprova o total domínio de Rodrigo Sant’Anna não só da sua personagem, mas da intenção e da direção que essa personagem vai na vida. Dos outros personagens que compõem o cenário, definitivamente Maicon (Andy Gerker) é o que arranca mais risadas do público, pois suas falas fluem com naturalidade dentro de um contexto de fácil identificação do público.

Numa pegada ‘Os Farofeiros’, ‘Tô de Graça: O Filme’, surpreendentemente, é um filme que faz rir e emocionar, capaz até mesmo de fazer escorrer uma lágrima no fim. Para aqueles que torcem o nariz para a comédia brasileira de grande impacto, ‘Tô de Graça: O Filme’ é uma produção que prova o contrário: dá, sim, para agradar o público fiel e conquistar um novo público, entregando os elementos que tornaram sua história um sucesso e inserindo uma linda mensagem ao fim. ‘Tô de Graça: O Filme’ é uma comédia engraçada à altura de Maria das Graças Xuxa a Meneghel.

Reboot de ‘Highlander’ começa a ser rodado em JANEIRO

Em uma recente entrevista ao Collider, o diretor Chad Stahelski revelou que as gravações do ambicioso reboot de Highlander começam muito em breve.

Durante a conversa, o cineasta contou que as filmagens têm início agendado para janeiro de 2025, na Escócia.

“Nós começamos a rodar em Janeiro, na Escócia. Por isso vou para lá assim que sair [do Festival de Filme de Malta]. Vou para a Escócia na segunda para fazer a última exploração de locação”, ele afirmou.

Anteriormente, em entrevista ao ComicBook, o astro Henry Cavill revelou que a nova versão do clássico o está colocando em uma “jornada séria” para se preparar ao papel.

Ele disse que começou sua rotina de exercícios para ficar em forma para o filme… Mas, além disso, ele está quieto.

“Não vou responder ainda”, disse Cavill sobre o que esperar do reboot. “Ainda há muito trabalho a ser feito da minha parte. Será uma jornada séria, isso eu posso lhe dizer.”

O reboot de Highlander está sendo produzido pela Summit Entertainment, estúdio administrado pela Lionsgate, e a ideia já vinha sendo abordada desde 2009, quando Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 9’) foi cogitado para assumir a direção.

Vale lembrar que o estúdio planeja investir inicialmente cerca de US$ 100 milhões no projeto, indicando uma produção de grande escala.

O primeiro Highlander‘ estreou em 1986 e trouxe Christopher Lambert como Connor MacLeod, um homem imortal do século 16. O filme gerou duas sequências e uma série de TV na década de 1990.

Para quem não se lembra a série acompanha as aventuras de outro imortal, Duncan MacLeod, vivido por Adrian Paul.

Em 2000 e 2007 foram lançados mais dois filmes, que ampliaram o universo ambientado na série de TV.

Andrew McCarthy, Debby Ryan e outros vão estrelar o SUSPENSE sci-fi ‘Orion’

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Segundo o DeadlineAndrew McCarthy (‘Brats’), Drew Van Acker (‘Last Survivors’) e Debby Ryan (‘Insatiable’) serão os protagonistas do novo thriller sci-fi Orion.

O longa-metragem é dirigido por Jaco Bouwer (‘Gaia’), e as gravações já foram finalizadas.

Anne Vithayathil faz sua estreia oficial no cenário do entretenimento como roteirista.

O filme gira em torno de um acalorado interrogatório entre um especialista da Inteligência dos Estados Unidos encarregado de ajudar um astronauta amnésico a recuperar sua memória, a fim de determinar “quem” ou “o que” matou o resto da tripulação antes que eles pousassem de volta à Terra.

O elenco também conta com Karin AnnNatalia LeszTheodora MiranneDanny Bisla.

Van Acker, Elle ArmyScott ArmySunil Perkash entram como produtores.

‘A Mulher no Lago’: Série de SUSPENSE com Natalie Portman ganha imagem inédita; Confira!

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A Apple TV+ divulgou uma imagem inédita da série de suspense ‘A Mulher no Lago‘ (‘Lady in the Lake’), estrelada pela vencedora do Oscar Natalie Portman (‘Segredos de um Escândalo’).

A produção, baseada no romance de Laura Lippman, chega à plataforma de streaming no dia 19 de julho.

Confira, junto ao trailer:

Na trama, Portman interpreta Maddie Schwartz, uma dona de casa que decide se reinventar como uma jornalista investigativa. Determinada a resolver um assassinato sem resolução, sua jornada a faz entrar em colisão com (Cleo Sherwood), uma mulher trabalhadora que tenta equilibrar suas responsabilidades como mãe, seus vários empregos e a sua paixão com a agenda progressista da comunidade negra.

O elenco ainda conta com Y’lan Noel (‘Insecure’), Brett Gelman (‘Stranger Things’), Byron Bowers (‘The Chi’), Noah Jupe (‘Franklin’), Josiah Cross (‘Mestres do Ar’), Mikey Madison (‘Better Things’) e Pruitt Taylor Vince (‘The Mentalist’).

Alma Har’el entra como diretora e criadora do projeto, além de servir como produtora executiva ao lado de Portman.

‘Planeta dos Macacos: O Reinado’ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente

O aclamado ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘, que alcançou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já arrecadou quase US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1B), ‘Duna: Parte 2‘ (US$711.8M), ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$567.7M) e ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$543.6M).

Nos EUA, a produção soma US$ 168 milhões. No mercado internacional, foram US$ 221 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 389 milhões.

Os maiores mercados internacionais contam com a China (US$28.7M), França (US$21.5M), México (US$19.2M) e Reino Unido (US$18.2M).

Apesar de ter perdido o título de maior arrecadação do ano no Brasil, o filme já soma mais de R$ 60 milhões em território nacional.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 56.5 milhões nos EUA, superando as estreias de ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ (US$54.8M) e ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘ (US$56.2M).

Orçada em US$ 165 milhões, a produção infelizmente recebeu uma nota B dos espectadores no CinemaScore – o que é considerada baixa para o gênero. Para termos de comparação, essa é a menor nota da franquia desde o criticado reboot de Tim Burton, de 2001.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

‘Bad Boys: Até o Fim’ ultrapassa US$ 330 milhões nas bilheterias mundiais

Dois homens em cena de ação com armas e algemas.
bad boys até o fim

A sequência ‘Bad Boys: Até o Fim‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 330 milhões nas bilheterias mundiais.

O novo capítulo já conseguiu superar a bilheteria global dos dois primeiros filmes da franquia, ficando atrás apenas de ‘Bad Boys para Sempre‘ (US$426.5M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 165.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 166.7 milhões – totalizando US$ 331.9 milhões mundialmente.

Em seu quarto final de semanas em cartaz nos EUA, a produção arrecadou US$ 10.3 milhões e se manteve no TOP 4 das maiores bilheterias do país, sofrendo uma queda de apenas -45% em comparação ao final de semana anterior.

O sucesso do filme fez a franquia ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão globalmente.

Vale lembrar que, ao estrear com US$ 56 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, a produção se tornou a maior abertura de um filme para maiores desde ‘Oppenheimer‘.

Para termos de comparação, o novo longa se tornou a segunda maior estreia da franquia – atrás apenas de ‘Bad Boys para Sempre‘, que arrecadou US$ 62.5 milhões em seu primeiro final de semana, em 2020.

O primeiro e o segundo filme da saga abriram com US$ 15.5 milhões e US$ 46.5 milhões, respectivamente.

Com orçamento estimado de US$ 100 milhões, ‘Bad Boys: Até o Fim‘ já pode ser considerado mais um sucesso da franquia.

Crítica | Will Smith e Martin Lawrence estão de volta no DIVERTIDÍSSIMO ‘Bad Boys: Até o Fim’

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa entrevista:

Kit Harington é um lobisomem no trailer LEGENDADO do terror ‘The Beast Within’; Confira!

the beast within

O terror ‘The Beast Within‘, estrelado por Kit Harington (‘Game of Thrones’), ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Alexander J. Farrell é responsável pela direção.

Depois de uma série de acontecimentos estranhos que a levam a questionar a vida isolada da sua família num complexo fortificado nas profundezas de um bosque inglês, Willow, de 10 anos, segue os seus pais numa das suas secretas caminhadas noturnas até o coração da antiga floresta. Mas ao testemunhar seu pai passar por uma terrível transformação, ela também acaba sendo afetada pelo obscuro segredo ancestral que eles tentaram desesperadamente esconder.

O elenco ainda conta com Ashleigh Cummings, James Cosmo, Caoilinn Springall, Miriam Arabella Maslin e Adam Basil.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 26 de julho.

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As 10 Melhores Músicas Internacionais de 2024 (Até Agora)

A década de 2020 vem se mostrando um ótimo momento para a música – seja com a presença de gêneros que estavam às vésperas de conquistar uma popularização necessária, seja com o resgate de incursões mais antigas com roupagens modernizadas e nostálgicas.

E é claro que 2024 não ficaria de fora de um ano incrível para artistas apresentarem o que têm de melhor, ao menos neste primeiro semestre que agora se encerra. Ora, dentre nomes que dominaram os holofotes nesses meses, podemos citar Taylor SwiftBeyoncéAriana GrandeSabrina Carpenter, Kendrick Lamar e vários outros.

Pensando nisso, montamos mais um ranking musical relembrando o suprassumo de 2024 ao elencar as dez melhores canções internacionais do ano até agora.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “LOML”, Taylor Swift

Para aqueles que acompanham a carreira de Swift, sabe-se que a performer tem uma habilidade invejável e espetacular de construir baladas pungentes e bastante impactantes – e é claro que ‘The Tortured Poets Department’ traria algumas incursões muito bem arquitetadas. Nesse âmbito, insurge “Loml”, uma derradeira reflexão desde os primeiros toques do piano clássico, reiterando a mágica que Swift tem a habilidade de criar com o instrumento, projetando uma tristeza teatral e confessional em cada uma das palavras proferidas.

9. “TRAINING SEASON”, Dua Lipa

“Training Season” é alicerçada na potência do euro-disco, revelando as predileções da cantora e compositora por um passado não muito longínquo e que ganha uma roupagem, ao mesmo tempo, nostálgica e modernizada; os versos, que falam das dúvidas de um amor em potencial que apenas se concretizará caso entregue exatamente o que ela queira, são demarcados por batidas profundas e saudosistas, afastando-se de um conceitualismo exaustivo ou de uma reinvenção do gênero. O que Dua promove é a celebração daquilo que a inspira até hoje – e que reitera seu merecido status no escopo da música.

8. “BROKEN MAN”, St. Vincent

Três anos depois de sua última incursão no cenário fonográfico, St. Vincent voltou com força total com o lançamento de ‘All Born Screaming’, um dos melhores álbuns do ano e uma das melhores entradas de sua fabulosa e encantadora carreira. Dentro desse exuberante compilado de originais, a cantora e compositora deu início à era com o potente art-rockrock industrial de “Broken Man”: aqui, as impactantes e dissonantes notas da guitarra são acompanhadas de versos angustiantes que preza por uma roupagem punk e pós-industrial de tirar o fôlego.

7. “THE DINER”, Billie Eilish

“THE DINER”, considerado por este que vos escreve como a melhor canção do álbum ‘Hit Me Hard and Soft’ – e como uma das melhores incursões da década no mundo fonográfico -, nos leva de volta a algo similar ao que Lenka nos presenteara em 2009 com a ótima “Trouble Is a Friend” – remodelada ao bel-prazer de Billie e garantindo mais uma performance aplaudível que une “bad guy”“oxytocin” “nda” em um mesmo lugar.

6. “YA YA”, Beyoncé

Como bem sabemos, Beyoncé é um gênio no tocante a construir baladas que ficam marcadas como algumas de suas melhores canções – procurando uma atmosfera cândida para declamar e explorar angústias internas. Mas seu lado mais insano e indesculpável explode em avidez quando ela se apropria de arquiteturas uptempo e dançantes – como é o caso da vibrante “Ya Ya”. Seguindo uma menção à lendária Linda Martell, a track é uma amálgama dançante de country-popcountry-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra – e que nos carregam em uma aventura frenética e inescapável.

5. “VON DUTCH”, Charli XCX

Charli XCX já vinha nos preparando para a exagerada e vibrante jornada de ‘BRAT’ com a divulgação de vários faixas promocionais, incluindo a irretocável investida “Von Dutch” – uma mistura pungente e dançante de electroclash e dance-pop, cuja lírica é uma exploração de um autoempoderamento necessário e que é tradução quase direta da intitulação do álbum, com uma repetição antêmica da frase “eu sou sua número 1” (“I’m your number one”), quase funcionando como um epítome que resume as principais mensagens.

4. “WE CAN’T BE FRIENDS (WAIT FOR YOUR LOVE)”, Ariana Grande

O segundo single de ‘eternal sunshine’ se tornou uma das iterações mais bem construídas do álbum e, em um piscar de olhos, conquistou os ouvintes ao redor do planeta pela produção nostálgica e pela lírica pungente. “we can’t be friends (wait for your love)”, arquitetado sobre uma estrutura synth-pop cortesia das habilidosas mãos de Max Martin e Ilya Salmanzadeh, nutre de similaridades envolventes com o trabalho de Robyn, por exemplo, e serve como reflexo de um coração partido que precisa se curar.

3. “NOT LIKE US”, Kendrick Lamar

São poucas as pessoas que não conhecem a infame rixa entre os rappers DrakeKendrick Lamar, que se iniciou na década de 2010 e estendeu-se até os dias de hoje. O conflito entre ambos os artistas chegou a uma espécie de fim com a última “pá de cal” jogada por Lamar no impressionante e chocante single “Not Like Us”: o single, que quebrou inúmeros recordes de vendas (alcançando o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard) é uma inflexão do hip-hop e do hyphy pautada em versos tão cínicos e impactantes que chega a ser difícil não ficar boquiaberto. Ora, Kendrick não pensa duas vezes antes de criticar a posição de Drake no cenário raphip-hop, chamando-o de “colonizador” e de estar afiliado a um grupo de pedofilia.

2. “16 CARRIAGES”, Beyoncé

“16 Carriages” emerge como uma culminação testamentária do que Bey já nos ofereceu até hoje. Diferente de “Texas Hold ‘Em”, que aposta fichas no bluegrass e na comunhão de instrumentos como o banjo, a viola e o cajón, aqui ela volta-se para a potência retumbante da guitarra elétrica, em uma atmosfera soul-country pincelada com uma percussão apaixonante – e que reitera sua predileção por investidas, ao mesmo tempo, conceituais e mercadológicas. Há aspectos do rock que dão as caras nos quase quatro minutos da track, possivelmente premeditando o capítulo de encerramento de ‘Renaissance’; há uma junção do country com o gospel à medida que caminhamos para o terceiro ato da canção; e, mais do que tudo, temos rendições vocais que nos recordam do egrégio status da cantora no cenário musical.

1. “GOOD LUCK, BABE!”, Chappell Roan

Chappell Roan finalmente está tendo o reconhecimento que merece, sagrando-se como uma das maiores artistas da nova geração – em um nível que a propulsiona e a prevê como uma artista a níveis de Lady Gaga ou Beyoncé. E, com “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora explora um dos temas mais difíceis de ser analisado no cenário fonográfico: o da heterossexualidade compulsória. Através de uma pungente e ansiosa lírica, movida por uma construção pop e orquestral arrepiante e irretocável do começo ao fim, Roan fala sobre as angústias de uma personagem que não consegue aceitar quem é por quaisquer que sejam as razões. E, para além do enredo indesculpavelmente potente, temos uma rendição performática aplaudível que puxa elementos até mesmo do oitentismo irrefreável de Kate Bush.

Os 10 Melhores Álbuns de 2024 (Até Agora)

Por incrível que pareça, já chegamos ao fim do primeiro semestre de 2024 – e, até agora, tivemos uma coleção considerável de ótimas produções musicais que conquistaram o público e a crítica (e ajudaram a aumentar ainda mais as nossas playlists).

Dentre os artistas que fizeram um retorno significativo, podemos citar o ótimo Orquídeas, de Kali Uchis, a infusão country-gospel de Cowboy Carter, que continuou a trilogia de Beyoncé iniciada com ‘Renaissance’, a antecipada volta de Billie Eilish com Hit Me Hard and Soft e de Ariana Grande com Eternal Sunshine – e vários outros.

Pensando nisso, montamos um ranking elencando os dez melhores álbuns do ano até agora.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu favorito:

10. FUNK GENERATION, Anitta 

“O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que Funk Generation mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista” – T.N.

9. ONLY GOD WAS ABOVE US, Vampire Weekend

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Indie rockchamber popneo-psychedelia são os estilos musicais que regem a soberba e inebriante arquitetura de Only God Was Above Us. O quinto álbum de uma das melhores bandas de rock da atualidade, Vampire Weekend, é inesperadamente emblemático para o grupo em si, funcionando como uma melódica exploração de seus membros em um intrincado enredo pelo conflito entre beleza e feiura, melodia e silêncio. E, talvez, o aspecto de maior sucesso seja a capacidade da banda em condensar temas de difícil escrutínio em apenas dez faixas simples e muito funcionais.

8. SUPERNOVA, Jão

Pessoa caminhando à noite com um dragão assustador voando.

Meses depois de ter lançado o ótimo ‘Super’Jão anunciou uma aguardada versão deluxe com nada menos que oito faixas inéditas – uma delas funcionando como extensão de uma das tracks presentes no álbum original. O resultado foi uma impecável e vibrante jornada que passeia por diversos gêneros, incluindo o MPB, o synth-pop e as baladas orquestrais, construindo narrativas que oscilam do teatral ao melodramático, do confessional ao sensual – e tudo convergindo a um arauto metarreferencial pincelado com uma lírica pungente e uma exaltação testamentária do artista a si próprio.

7. ETERNAL SUNSHINE, Ariana Grande

“Enquanto muitos poderiam estar com um pé atrás com a suposta pressa com que o álbum foi construído, é notável como eternal sunshine é uma obra pensada com minúcia e muita atenção a cada um dos detalhes. O resultado é uma gloriosa jornada tour-de-force que nos guia por um amadurecimento compulsório, um abandono da imagem que Grande carregava consigo e a abertura de um novo capítulo recheado de questões pendentes que só podem ser resolvidas com seu próprio eu – e que a eterniza como uma das vocalistas e compositoras mais honestas da contemporaneidade” – T.N.

6. TIGERS BLOOD, Waxahatchee

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Waxahatchee, projeto musical firmado por Katie Crutchfield, parece existir em uma suspensão animada que não lhe dá o devido crédito – e, por mais um ano em que nos agracia com sua música, ela volta a criar mágica com o idílico Tigers Blood. O álbum, cujo lançamento foi precedido pelos singles “Right Back to It”“Bored”“365”, é um compilado de contos elegíacos que se abrem em um intimismo universalizante ao narrar histórias sobre conflitos amorosos ou amizades fragilizadas pelo tempo – tudo acompanhado de versos e construções sonoras deslumbrantes.

5. ORQUÍDEAS, Kali Uchis

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É inegável como Kali Uchis vem se mostrando uma power-house da música ano após ano, investindo esforços em uma transmutação artística que une passado, presente e futuro em um mesmo cosmos. Logo, não é nenhuma surpresa que Orquídeas seja mais uma obra-prima de sua discografia: ao unir forças com nomes como Peso PlumaKarol GRauw Alejandro, Uchis denota sua predileção para o R&B, o reggaeton e o pop em catorze faixas bem articuladas e estilizadas ao bel-prazer da performer.

4. ALL BORN SCREAMING, St. Vincent

Se St. Vincent havia nos presenteado com uma impecável jornada indie-rock com ‘Daddy’s Home’ lá em 2021, ela estava apenas preparando terreno para um comeback espetacular, narcótico e viciante com a explosão artística de All Born Screaming. Em seu sétimo compilado de originais, a artista usa e abusa de suas habilidades para uma mixórdia inescapável e indesculpável de art rockrock industrial, reiterando sua importância no cenário contemporâneo da música e o motivo pelo qual é considerada uma das melhores guitarristas de todos os tempos.

3. HIT ME HARD AND SOFT, Billie Eilish

Hit Me Hard and Soft não foca apenas em um mercadológico produto para alimentar sua crescente legião de fãs, como posa em um conceitualismo marcante que amalgama diversos gêneros em um microcosmos vibrante e recheado de inflexões rítmicas arrepiantes e que nos mantêm dinamizados e energizados dentro de uma jornada sinestésica. À medida que Billie e Finneas continuam a se aventurar nos altos e baixos da indústria e firmam seus nomes para as futuras gerações de artistas, percebe-se uma renegação do que está em voga e um contraposto movimento de vaivém que nos impede de imaginar o que eles estão nos preparando” – T.N.

2. BRAT, Charli XCX

Palavra "brat" em fundo verde.

“É notável como, partindo da premissa de que Charli tem uma afeição descomunal pelo experimentalismo, ela poderia escorregar em repetições cansativas e que poderiam não trazer nada de novo à sua discografia. Todavia, ela sabe como trabalhar cada uma de suas eras a fim de construir um laço que as una em uma identidade vulcânica e disruptiva, sem ceder às falácias de uma pseudo-reinvenção. É claro que temos a presença do hyperpop, do club e do synth regendo a estrutura das faixas, mas a comunhão dos instrumentos é rearranjada a seu bel-prazer, pincelada com excessos viciantes que nos convidam a uma aventura como nenhuma outra – e é essa beleza que nos chama mais a atenção em relação a BRAT” – T.N.

1. COWBOY CARTER, Beyoncé

“Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro” – T.N.

Confira o trailer DUBLADO de ‘Festa da Salsicha: Comilândia’, derivado da animação de 2016

festa da salsicha
festa da salsicha

O Prime Video divulgou o trailer dublado de ‘Festa da Salsicha: Comilândia‘ (Sausage Party: Foodtopia), série derivada da animação adulta de 2016.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 11 de julho.

Criada por Seth Rogen, o projeto promete ultrapassar os limites do inacreditável e deixar o público boquiaberto.

Em uma entrevista exclusiva à Empire no ano passado, Rogen revelou que a série será “inacreditavelmente chocante” e até mesmo o elenco foi pego de surpresa com o conteúdo impactante. Ele mencionou uma cena específica que foi exibida para as equipes de relações públicas da Amazon, destacando a necessidade de se preparar para o que está por vir.

“Vocês devem começar a se preparar agora. Vocês provavelmente terão que falar muito sobre isso”, disse Rogen, deixando claro que a série trará momentos que desafiarão as expectativas e a sensibilidade do público.

O criador da série também compartilhou uma experiência envolvendo a atriz Kristen Wiig durante as gravações. Ele revelou que, mesmo com o elenco acostumado com o teor provocativo da animação, houve momentos em que até mesmo eles ficaram surpresos com a audácia das cenas.

“Tivemos Kristen Wiig gravando algumas falas outro dia, e acho que todos nós nos tornamos insensíveis a isso, porque apenas dissemos ‘Gravem a cena!’, e então ela ficou tipo ‘Meu Deus?! Isso é insano!'”, relatou Rogen.

Grande parte do elenco de vozes do longa estará de volta. Ou seja, além de Rogen e Wiig, Michael Cera, David Krumholtz e Edward Norton irão retornar. Will Forte, Sam Richardson, Natasha Rothwell e Yassir Lester são as novidades.

‘Divertida Mente 2’ ultrapassa US$ 1 BILHÃO nas bilheterias mundiais

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Sucesso! A sequência ‘Divertida Mente 2‘ conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Em apenas 19 dias, o longa se tornou a animação mais rápida a superar a marca na história do cinema. O recorde anterior pertencia ao filme ‘Frozen 2‘, que havia levado 25 dias.

Ao total, apenas onze animações conseguiram ultrapassar este valor – sendo oito delas da Disney/Pixar.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 469.3 milhões, o que representa a quinta maior animação de todos os tempos. Atualmente, o filme só se encontra atrás de ‘Os Incríveis 2‘ (US$608.5M), ‘Super Mario Bros‘ (US$574.9M), ‘Procurando Dory‘ (US$486.2M) e ‘Frozen 2‘ (US$477.3M).

Internacionalmente, a produção soma US$ 545.5 milhões. O longa conseguiu ultrapassar a arrecadação de ‘Shrek para Sempre‘ (US$514M), ‘Madagascar 3‘ (US$531M) e ‘Procurando Dory‘ (US$543M), entrando para o TOP 18 das maiores animações de todos os tempos no mercado internacional.

O novo longa da Pixar entrou para o TOP 10 das maiores arrecadações de todos os tempos em diversos países, incluindo o Chile (Nº1), Uruguai (Nº2), México (Nº3), Colômbia (Nº4), América Central (Nº4), Argentina (Nº5), Equador (Nº5), Paraguai (Nº5), Filipinas (Nº5), Brasil (Nº6), Peru (Nº7) e Bolívia (Nº9).

A produção também se tornou a maior animação da história no Brasil, Chile, Paraguai, Egito, Líbano e Turquia, além de ter alcançado o TOP 2 na Itália, México, América Central, Colômbia, Peru, Equador, Uruguai, Filipinas e Grécia.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.

O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.

“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”

Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

Dica do fim de semana | Séries de comédia no Novo Disney+ para maratonar

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O novo Disney+ já está entre nós desde o dia 26. Com novos conteúdos trazidos do catálogo do falecido Star+, o streaming da Disney recebeu essa expansão incrível, trazendo produções para todas as idades.

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Se você não sabe o que assistir nessa leva nova do catálogo, o CinePOP selecionou cinco séries de comédia, entre consagradas e recentes, para você dar início a sua maratona. Confira!

Modern Family

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Sucesso dos ‘Mockumentary’, Modern Family conta, ao longo de 11 temporadas, a história de três núcleos completamente diferentes de uma mesma família. De um lado, Phil, Claire, Haley, Alex e Luke compõe a típica família norte-americana. No outro núcleo, o irmão de Claire, Mitchell, é casado com Cam e juntos adotam uma garotinha vietnamita, que vai mexer com sua estrutura familiar. Já no terceiro núcleo, Jay, pai de Claire e Mitchell, se casou novamente, mas agora com Gloria, uma colombiana 30 anos mais nova que ele, que traz para a família o pequeno e excêntrico Manny. Ao longo das 11 temporadas, essa grande família cresce e passa por uma série de situações completamente hilárias.

Eu, a Patroa e as Crianças

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Sucesso na TV aberta brasileira, Eu, a Patroa e as Crianças é um daqueles casos que teve mais audiência no Brasil no que nos EUA. A história acompanha a família Kyle, que vive confortavelmente em Connecticut, passando por situações cotidianas ou um pouco mais exagerada conforme os anos avançam. Ao longo das cinco temporadas, os Kyle crescem, passam por crises e conhecem novos personagens, como namorados, namoradas, família das namoradas e o pequeno Franklin, um menino gênio que rouba a cena toda vez que aparece. É uma série de pura comédia, às vezes apostando no politicamente incorreto, que eternizou bordões entre a geração dos anos 1990/2000.

How I Met Your Mother

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Considerada por muitos uma das melhores sitcom de todos os tempos, How I Met Your Mother marcou uma geração. Em 2030, Ted decide contar aos seus filhos como foi que ele conheceu a mãe deles. Tudo começa com ele contando que seu melhor amigo, Marshall, está planejando pedir a namorada – Lilly – em casamento. Diante desse acontecimento, Ted percebe que está ficando velho e precisa encontrar o amor de sua vida. Partindo dessa premissa, cada episódio é parte da história de vida do rapaz e como esses capítulos construíram sua grande história de amor que resulta nas duas crianças ali no sofá. Entre dramas e momentos do mais puro bom-humor, a série apresenta personagens inesquecíveis, como Robin e Barney, eternizam bordões e objetos, como o guarda-chuva amarelo, e marcam a vida de quem assiste.

Abbott Elementary

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Fazendo muito sucesso lá fora, Abbott Elementary é um caso diferente das outras séries deste texto. Isso porque ela ainda não foi concluída. Inclusive, a terceira temporada é novinha e foi recém-adicionada ao catálogo. Premiadíssima, a produção adota o formato de Mockumentary para contar a história de um grupo de professores bem-intencionados que se reúne em uma escola pública da Filadélfia que ocupa as piores posições no ranking de educação para tentar ensinar os alunos e mudar suas vidas, permitindo que eles cresçam e cheguem à faculdade. No entanto, boa vontade não é o bastante quando se lida com um sistema extremamente complicado. Nesse cenário adverso, a série constrói situações hilárias e cria aquele vínculo familiar com a audiência.

New Girl

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Lançada em 2011, essa sitcom durou 7 temporadas e aproveitou ao máximo a paixão mundial por Zooey Deschanel para contar a história de Jess (Deschanel), uma amável – e meio esquisitinha – mulher que descobre a traição do namorado e perde o chão. Então, ela busca um novo lugar para morar e acaba dividindo apartamento com três solteirões muito particulares. Nick é um barman frustrado, Schmidt é um namorador que se sente ameaçado por Jess, e Winston é um ex-jogador de basquete que encara a realidade de que nunca se tornará um atleta profissional. Junto a melhor amiga de Jess, Cece, esse grupo improvável vai dividir experiências e aprender mais sobre a vida em si enquanto passam por uma série de confusões naquele apartamento.

‘Uma Vida’: DRAMA com Anthony Hopkins já está disponível no Prime Video!

Uma Vida – A História de Nicholas Winton’, drama de guerra estrelado pelo vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘Meu Pai’, ‘O Silêncio dos Inocentes’), já está disponível no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem foi lançado hoje, 30 de junho, na plataforma de streaming.

A trama conta a história real de Nicholas Winton, que, em 1938, visitou Praga e se deparou com famílias vivendo em condições extremamente precárias e sob a constante ameaça de uma invasão nazista. Em uma corrida contra o tempo, Winton e um improvável grupo de apoio trabalharam incansavelmente para resgatar o maior número de crianças possível antes do fechamento das fronteiras. Em 1988, Winton vive assombrado pelo destino das crianças que não conseguiu levar em segurança para a Inglaterra. Somente após um reencontro surpreendente com algumas dessas pessoas resgatadas, ele finalmente começa a se reconciliar com a culpa e o sofrimento que carregou por cinco décadas.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por James Hawes.

Helena Bonham CarterLena OlinRomola GaraiAlex Sharp Jonathan Pryce também fazem parte do elenco.

Uma Vida recebeu inúmeros elogios por parte da crítica, alcançando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Assista a uma cena INÉDITA de ‘Minha Lady Jane’, nova série de época do Prime Video!

Mulher na floresta usando vestido medieval verde.
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‘Minha Lady Jane’ (‘My Lady Jane’), nova série romântica de época baseada na vida da monarca Jane Grey, que ascendeu ao trono britânico por apenas nove dias, já está disponível no catálogo do Prime Video.

Agora, a plataforma de streaming divulgou uma cena promocional inédita da atração.

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A série foi criada por Gemma Burgess, com roteiro assinado por Brodi AshtonCynthia HandJodi Meadows.

No século XVI, Lady Jane Grey evita o machado do carrasco e leva uma vida divertida e plena, cheia de romance e aventura.

Emily BaderEdward BluemelJordan PetersAnna ChancellorRob BrydonDominic CoopeeJim BroadbentWill KeenKate O’FlynnMáiréas Tyers estrelam.

Diretor de ‘As Vantagens de Ser Invisível’ ficará responsável pela adaptação do BEST-SELLER ‘Mil Beijos de Garoto’:

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Deadline revelou que a Netflix está desenvolvendo uma adaptação fílmica de ‘Mil Beijos de Garoto’ (‘A Thousand Boy Kisses’), romance best-seller assinado por Tillie Cole.

As informações indicam que Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível’) irá dirigir o longa-metragem. Liz Maccie (‘Siren’) assina o roteiro.

David Hoberman entra como produtor através da companhia Hobie Films.

O livro original foi publicado em 2016 e tornou-se um sucesso de vendas após viralizar no TikTok. Uma sequência foi lançada este ano, sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira a sinopse (via Amazon):

Quando, aos dezessete anos, Rune Kristiansen retorna da Noruega para o lugar onde passou a infância, a cidade americana de Blossom Grove, na Geórgia , ele só tem uma coisa em mente: reencontrar Poppy Litchfield, a garota que era sua cara-metade e que tinha prometido esperar fielmente por seu retorno. E ele quer descobrir por que, nos dois anos em que esteve fora, ela o deletou de sua vida sem dar nenhuma explicação.

Mais informações não foram reveladas.

‘WondLa – A Trilogia’: Nova série animada de FANTASIA já está disponível na Apple TV+!

Personagens de animação em cenário futurista.

WondLa – A Trilogia’, série animada baseada na saga de romances The Search for WondLa, de Tony DiTerlizzi, já está disponível na Apple TV+.

A produção chegou à plataforma de streaming nesta última sexta-feira, 28 de junho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Bobs Gannaway entra como showrunner e produtor executivo.

A temporada de estreia contará com sete capítulos.

A trama acompanha Eva (Jeanine Mason), uma adolescente curiosa, entusiasmada e espirituosa que está sendo criada em um bunker subterrâneo de última geração por Muthr, um robô zelador (Teri Hatcher). No seu aniversário de 16 anos, um ataque ao bunker força Eva a regressar à superfície da Terra, que agora é habitada por alienígenas, coberta por uma fauna de outro mundo e sem outros humanos. Na verdade, o planeta não se chama mais Terra, mas sim Orbona.

Otto (Brad Garrett), um adorável tardígrado gigante com quem Eva compartilha poderes telepáticos, e Rovender (Gary Anthony Williams), um alienígena rabugento com um passado conturbado, juntam-se a Eva enquanto ela lidera a equipe em uma perigosa missão para encontrar humanos, seu lar e seu verdadeiro destino.

Chiké OkonkwoDC DouglasAlan Tudyk e outros completam o elenco de dublagem.

Ouça “Here We Go”, música de Lil Nas X para ‘Um Tira da Pesada 4: Axel Foley’!

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O aclamado rapper, cantor e compositor Lil Nas X lançou recentemente a música-tema da aguardada sequência Um Tira da Pesada 4: Axel Foley’.

A faixa, intitulada “Here We Go”, foi lançada no último dia 28 de junho.

Ouça:

Por sua vez, o filme, que traz Eddie Murphy de volta como o personagem titular, estreia na plataforma de streaming em 03 de julho.

O detetive Axel Foley (Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.

Mark Molloy‎‎ é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.

Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de ‎‎Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.

Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.