Depois de tentar se curar das feridas do árduo julgamento e caso mortal da última temporada, Jax Stewart (Corinealdi) está tentando colocar sua vida de volta nos trilhos. Isso até que uma de suas amigas mais próximas revela que ela matou o marido. Sua amiga alega legítima defesa, mas um promotor intransigente pensa o contrário. Precisando de toda a ajuda possível, Jax traz o ambicioso advogado de defesa Corey Cash (Morris Chestnut) para liderar o caso, mas as coisas ficam tensas muito rapidamente. Jax conseguirá defender sua amiga, salvar seu casamento e proteger sua energia enquanto é catapultada para o maior caso de sua carreira? Ou ela perderá tudo?
Antes de mais nada, com uma matéria de título tão polêmico, precisamos tirar logo do caminho o fato de que a arte é subjetiva. E filmes são obras de arte. Desta forma, o que é bom ou ruim para mim pode não ser para você, e vice-versa. O objetivo da matéria não é ofender ninguém. Mas é preciso ter em mente também que podemos aprender muito com as diferenças. Se não concordarmos, está tudo bem. Certamente você já ouviu um grande amigo seu dizendo que aquele filme que você ama não é bom, ou que adora aquele filme que você detesta.
Aliás, temos que dizer também que esta matéria é baseada em um vídeo de nossos colegas do Watchmojo, que formularam o ranking segundo sua própria experiência. Você pode até dizer se concorda ou criar sua própria lista dos piores filmes original da Netflix nessa primeira metade do ano. Precisamos deixar claro também que o ranking pode mudar nos próximos seis meses, com a chegada de novos exemplares. Confira abaixo.
O hype em torno desse filme era grande. O longa prometia ser o novo filme sério de Adam Sandler, que poderia lhe render prestígio e quem sabe até mesmo prêmios (algo que os fãs do ator sempre mencionam a cada projeto dele longe da comédia). ‘O Astronauta’ conta também com a indicada ao Oscar Carey Mulligan e com nota 57 no IMDB e 50% no Rotten Tomatoes não chega a ser um filme ruim. Diríamos que apenas um decepcionante, onde esperava-se bem mais. O filme traz Sandler como um homem do espaço, que encontra uma aranha alienígena gigante – mas será a criatura apenas um fruto de sua imaginação?
09) Jogos de Amor
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Agora temos um filme de menor escala, afinal não temos nomes grandiosos nessa produção, certamente não do nível de Adam Sandler e Carey Mulligan. Quem estrela é Gina Rodriguez, atriz conhecida por séries de TV, como ‘Jane, a Virgem’ (2014-2019), o programa que a revelou. Essa aqui é uma comédia romântica bobinha e formulaica, então ninguém estava esperando nada além disso mesmo – mas a reclamação geral foi que sua personagem, Mack, não é muito agradável e é totalmente sem noção. Assim como o item acima, ‘Jogos de Amor’ tem nota 57 no IMDB e 50% no Rotten Tomatoes.
Jerry Seinfeld foi o rei da TV na década de 1990. Isso porque sua sitcom homônima (‘Seinfeld’) fez tanto sucesso, que chegou a “parar os EUA” em seu episódio final, em uma época antes da internet e das mídias sociais. Ainda hoje a comédia ‘Seinfeld’ é considerada a melhor série de humor de todos os tempos por grande parte dos espectadores. Apesar disso, tem certas transições que não ocorrem da melhor forma. O desejo do humorista em realizar um longa, com roteiro e direção do próprio, não rendeu o melhor dos resultados. Seinfeld faz uma sátira sobre a criação de um biscoito revolucionário para o café da manhã nos EUA. A nota no IMDB é 55, mas no Rotten Tomatoes é mais baixa, com 42% de aprovação.
A ruivinha Lindsay Lohan já foi uma jovem atriz bastante promissora. Sua carreira estava destinada ao topo de Hollywood, graças a filmes como ‘Sexta-Feira Muito Louca’ e principalmente ‘Meninas Malvadas’, em meados dos anos 2000. Porém, decisões pessoais ruins começaram a interferir com seu trabalho como atriz, e Lohan perdeu o trem do estrelato. Agora, tentando se redimir, depois de um longo período em filmes B, ela protagoniza essa comédia romântica com toques de fantasia para a Netflix. O streaming resolveu dar um voto de confiança para a moça. Mas o resultado deste longa não agradou tanto, com nota 52 no IMDB e 41% no Rotten Tomatoes.
06) Lift – Roubo nas Alturas
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O baixinho Kevin Hart fez uma boa transição dos palcos de stand-up para as telas do cinema em inúmeras comédias. Nem todas acertam o alvo, mas ele possui seus fãs. Ironicamente, Hart estrelou ‘Duro de Atuar’ (‘Die Hart’), uma série transformada em filme pela Prime Video, na qual ele interpreta a si mesmo, buscando em um treinamento se tornar um bom ator de filmes de ação. E parece que esse é um desejo real do baixinho, já que é exatamente isso que ele tentou nesse ‘Lift’, uma tentativa de ser ‘Missão: Impossível’, com uma equipe planejando um roubo no ar. O filme tem nota 55 no IMDB, mas no Rotten Tomatoes conquistou apenas 29% de aprovação dos críticos.
Bem, o que esperar de um filme de Tyler Perry? Sejamos claros, o realizador é uma das melhores e maiores personalidades de Hollywood, dando chance para inúmeros atores negros, investindo em histórias para eles, e inclusive sendo dono de um enorme estúdio no estilo do “Projac” da Globo, onde diversos filmes e séries de Hollywood são gravados. Sua contribuição para o audiovisual é inegável e imensurável. Mas precisamos ser sinceros também: suas comédias não tem graça, mas seus dramas sim – pelos motivos errados. Aqui, ele escala a ex-Destiny’s Child Kelly Rowland em um thriller meia-boca, e o resultado foi uma das menores notas no IMDB para um filme deste ano, com 42. Já no Rotten Tomatoes a coisa fica ainda mais feia, com 17% apenas.
Outra que está firme e forte em suas parcerias com streamings, e com a Netflix, mas que parece ainda não ter acertado em uma produção de sucesso, é a musa latina Jennifer Lopez. A estrela ainda tem cacife para estrelar suas próprias produções, como protagonista, apesar de o resultado da maioria ficar abaixo da média. Depois do thriller de ação e espionagem ‘A Mãe’ (de 2023), Lopez investe em uma ficção científica futurista em que pilota um robozão (no estilo ‘Aliens – O Resgate’) e luta contra uma inteligência artificial. ‘Atlas’ tem nota 56 no IMDB, mas os críticos foram menos benevolentes com 19% de aprovação apenas.
03) Pica-Pau – As Férias no Acampamento
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Não sei se é muito justo “detonar” uma produção infantil, especialmente uma tão inofensiva assim. O que acontece é que o personagem Pica-Pau, criado ainda na década de 1940, parece ter sido esquecido nos EUA e no resto no mundo, menos no Brasil. Por aqui, os espectadores guardam um carinho todo especial pelos desenhos do pássaro encrenqueiro, devido às inúmeras reprises nos mais variados canais abertos aqui de nosso país.
Sendo assim, um filme foi produzido em 2017, que parecia ter sido criado especialmente para os brasileiros, sem muito investimento por parte do estúdio produtor (com direito a efeitos especiais meio mambembes do pássaro). Esse ano, estreou direto na Netflix uma espécie de continuação para este longa de 2017 que somente os brasileiros viram. E bem, o resultado parece um filme de Luccas Neto, segundo nosso crítico corajoso que encarou o longa, Pedro Sobreiro. A nota é 45 no IMDB e 17% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Zack Snyder é um diretor que podemos dizer divide opiniões. Sabe aquela história do ame ou odeie. É impossível ser indiferente quanto ao realizador. Isso ficou mais forte e aparente quando o cineasta tomou a frente do universo cinematográfico da DC na Warner. Bem, e mesmo para os fãs, não tem como negar que a coisa não deu certo. Agora Snyder iniciou uma parceria com a Netflix, que já inclui duas franquias. A primeira parece ter se dado melhor, com o terror e ação ‘Army of the Dead’. Agora, ele investe com todas as forças em seu roteiro rejeitado pela Disney para Star Wars, ‘Rebel Moon’. A primeira parte foi universalmente “detonada” no fim do ano passado. Mas nada prepararia para esta sequência, que tem nota 52 no IMDB, e 17% de aprovação no Rotten. Detalhe, Snyder quer lançar mais capítulos, resta saber se o streaming vai embarcar.
Agora sim, chegamos ao fundo do poço com o pior filme original da Netflix nessa primeira metade de 2024. Bem, ao menos segundo o pessoal do Watchmojo. É até ruim falar de um projeto que dê chance para a sumida Brooke Shields (‘A Lagoa Azul’) trabalhar e aparecer. Sabemos como Hollywood renega atores de meia e terceira idade, então não temos como não pensar que empresas como a Netflix realizam atos louváveis. Por outro lado, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. A oportunidade de Shields é ótima, pena que ocorre em um veículo que muitos torceram o nariz. A premissa, como diz o título, traz Shields como a mãe da noivaMiranda Cosgrove. A cerimônia acontece em um resort tropical. A reviravolta na trama é que a mãe da noiva descobre que o pai do noivo é um antigo caso com quem não falava há décadas. ‘A Mãe da Noiva’ tem nota 48 no IMDB e 13% no Rotten Tomatoes.
‘Bedrock’, o reboot adulto de ‘Os Flintstones’ que estava em desenvolvimento na Fox, foi cancelado, conforme reportado pelo TV Line. O projeto, seria produzido pela Warner Bros. Animation e Brownstone Productions, com Elizabeth Banks como produtora executiva.
Anunciado em 2019, ‘Bedrock’ prometia uma visão moderna e irreverente da clássica família Flintstone. A trama se passaria 20 anos após os eventos da série original, acompanhando Pedrita em sua busca por uma carreira profissional, enquanto Fred se prepara para a aposentadoria.
A sinopse oficial do projeto revelava um cenário em transformação: “À medida que a Idade da Pedra dá lugar a uma nova Idade do Bronze brilhante e iluminada, os habitantes de Bedrock encontrarão essa evolução mais difícil do que um balanço do clube de Bamm-Bamm.”
Embora o projeto tenha gerado grande expectativa entre os fãs, os motivos do cancelamento ainda não foram oficialmente divulgados. É possível que a decisão tenha sido tomada devido a questões criativas, orçamentárias ou até mesmo por mudanças na estratégia da Fox.
Lembrando que ‘Os Flintstones – O Filme’ esta disponível no Telecine.
A Netflix divulgou um vídeo inédito de ‘Decameron’, sua nova série de comédia inspirada na clássica coleção de contos do século XIV assinada por Giovanni Boccaccio.
O material apresenta os personagens principais da produção, que tem estreia agendada para o próximo dia 25 de julho na plataforma de streaming.
A produção chega à plataforma de streaming em 25 de julho de 2024.
Confira, junto ao trailer e às imagens promocionais:
A trama se passa em 1348, quando nobres e plebeus precisam viver juntos para se salvarem da Peste Negra. Decameron estreia em julho. pic.twitter.com/hhMLElS22p
Em 1348, enquanto a Peste Negra assola Florença, vários nobres e seus servos retiram-se para a zona rural de Villa Santa. Enquanto tentam esperar o fim da peste nas colinas da Toscana com vinho e sexo, o grupo eventualmente terá que lutar pela sua sobrevivência.
Após o estrondoso sucesso de ‘The Old Guard’ em 2020 na Netflix, os fãs aguardam ansiosamente pela sequência. Agora, a estrela Charlize Theron, que lidera o elenco como Andy, a imortal guerreira, confirmou que o novo filme chegará em breve às plataformas, apesar de um atraso na produção.
Segundo à Variety, Theron revelou que a mudança na liderança da Netflix impactou o cronograma original. “A Netflix passou por uma grande mudança de gestão e ficamos meio que presos nessa situação. Nossa pós-produção foi interrompida cerca de cinco semanas após o início”.
Greves de atores e roteiristas também contribuíram para o atraso. No entanto, Theron garante que o filme não correu risco de ser cancelado. “O projeto é realmente muito bom. É um filme muito importante para nós. Eu só queria fazer se pudéssemos torná-lo incrível. Eu realmente amo esse filme”.
Em maio de 2023, o produtor de ‘The Old Guard’, Marc Evans, sugeriu que a franquia pode se expandir para uma trilogia. “Há um final para o segundo filme que meio que exige um terceiro, o que me deixa muito feliz”.
Para quem não está familiarizado, a trama, baseada nos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustradorLeandro Fernández, segue um grupo de seres imortais cuja existência é revelada quando um dos membros é misteriosamente capturado.
É importante ressaltar que o elenco original retorna, incluindo Matthias Schoenaerts(Booker), Charlize Theron(Andy), KiKi Layne(Nile Freeman), Marwan Kenzari(Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Além disso, a sequência apresenta novos talentos, como Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’).
Victoria Mahoney (‘Yelling to the Sky’) assume a direção da sequência.
Enquanto aguardamos por mais novidades, confira a nossas críticas do filme original:
De acordo com o Deadline, Dan Stevens (‘Abigail’) será o protagonista da 3ª temporada da série antológica ‘The Terror‘, que será intitulada ‘The Terror: Devil in Silver‘.
Além de estrelar, o ator também servirá como produtor executivo.
“A trama seguirá a história de Pepper – um homem pobre e trabalhador que, após uma série de infortúnios, se vê internado injustamente no Hospital Psiquiátrico New Hyde – uma instituição cheia de pessoas que a sociedade gostaria de esquecer. Lá, ele deve enfrentar pacientes que trabalham contra ele, médicos que guardam segredos sombrios e talvez até o próprio Diabo.”
“Enquanto Pepper lida com um ambiente infernal onde nada é o que parece, ele descobre que o único caminho para a liberdade é enfrentar a entidade que prospera com o sofrimento dentro dos muros de New Hyde – mas isso pode acabar provando que os piores demônios de todos vivem dentro dele.”
A nova temporada será baseada no livro homônimo de Victor LaValle.
Karyn Kusama (‘Garota Infernal’) irá dirigir os dois primeiros episódios.
“‘The Terror’ é uma série antológica que já entregou duas temporadas impressionantes, que misturam eventos reais com aterrorizantes mistérios sobrenaturais,” declarou Dan McDermott, presidente da AMC. “‘The Devil in Silver’ oferece a oportunidade perfeita para um novo capítulo desta popular e aclamada antologia.”
Ashley Tisdale iniciou sua carreira dupla de atriz e cantora no canal Disney Channel e ganhou uma fama inenarrável após protagonizar a trilogia ‘High School Musical‘ como a memorável Queen Bee Sharpay Evans. Logo depois de ter conquistado fãs no mundo inteiro e lançado duas produções que até hoje fazem parte da cultura de várias pessoas, ela resolveu se afastar dos palcos, evitando os holofotes para lidar com problemas pessoais que, eventualmente, culminaram em seu amadurecimento tanto como pessoa quanto como artista.
Não é surpresa, pois, que ‘Symptoms‘ represente uma gigantesca mudança em seu escopo profissional e, levando em conta sua pausa na carreira, é de suma importância compreender esse hiato inesperado para absorver as sutis mensagens que ela nos entrega ao longo de nove faixas interessantes e ousadas, arquitetando uma jornada tour-de-force que reflete suas angústias. Ora, nada mais autoexplicativo que o próprio título do disco para nos dar uma pista bem clara do que esperar nas múltiplas composições. E, diferente de seu trabalho anterior, ‘Guilty Pleasure‘, ela se firma como uma complexa profissional da indústria fonográfica, afastando-se de realizações clichês e infantilizada para tratar de temas importantes de forma didática e deliciosamente controversa.
Tisdale encontra terreno fértil para trabalhar acerca de si mesma. Após enfrentar as ruínas de problemas psicossomáticos, vê-se defronte a um turbilhão de emoções canalizado nos esforços da canção que empresta seu nome ao álbum. Já aqui, ela procura vertentes do indie-pop e do trap (que são carregados fluidamente para as outras faixas) e mostra que não veio para entregar o que todos esperavam, mas sim algo que refletisse sua imagem como ser humana, dotada de todas as múltiplas facetas de alguém vulnerável e fragilizado por obscuros fantasmas. A sonoridade líquida é o que mais nos chama a atenção, talvez com exceção do refrão (à prima vista estranho para os ouvintes) e, combinada a uma letra árdua que facilmente se confunde com uma perturbada declaração de amor, dá nome às cartas do jogo de forma aplaudível: “mantenha distância, cuidado para não chegar muito perto” é a frase principal que nos ameaça por sua morte envolvência e resume a premissa principal de seu desabafo.
O CD permanece em sua única contraditoriedade do começo ao fim e, conforme nos aproximamos das últimas tracks, percebemos que a viagem terapêutica promovida por Ashley funcionou – não é à toa que as baladas travestidas de pop contemporâneo deixam de existir para dar vida a “Feeling So Good“, uma conclusão necessária, porém formulaica e previsível, até mesmo pelo uso dos saturados sintetizadores e o repetitivo refrão. Aliás, ainda que as mensagens positivas e de autoaceitação falem mais alto, é notável dizer que ‘Symptoms‘ perde um pouco de seu brilho pela quase reciclagem das canções.
Em outras palavras, são poucas as melodias que não fogem do convencionalismo – mas não se enganem: não há nada de genérico no tocante às poderosas letras, cada uma tratando de um obstáculo enfrentado pelo eu lírico até encontrar sua paz interior. “Voices In My Head“, entretanto, alcança algo novo em que o ritmo animador contrasta com as inseguranças da cantora (“todas as vozes na minha cabeça sempre tentando me quebrar”), enquanto “Love Me & Let Me Go“, a inicial e quase imperceptível guitarra contemporânea se moderniza e se reinventa até alcançar um refrão ecoante movido por batidas eletrônicas propositalmente obscuras. Nesse ponto, suas frustrações já começam a se materializar de modo mais complicado, tratando de um tóxico relacionamento que acaba e a liberta.
“Insomnia“, por sua vez, insurge como um pedido de socorro e de empatia para aqueles à sua volta – mais precisamente para seu marido, Christopher French, com quem mantém uma relação refletida e reafirmada pelas múltiplas investidas acústicas que realizaram juntos. Logo depois, “Vibrations” dá suas caras e ganha ares experimentalistas, resgatando elementos do synthpop para falar de coisas que a alegram, como ficar em casa, abrir uma garrafa de vinho e esquentar uma comida rápida no microondas – algo que, a priori, pode parecer superficial, mas é a representação de maior humildade e conforto que podemos buscar. “Under Pressure“, que já preconiza o final do disco, traz de volta a guitarra em midtempo que se acelera em um chorus mais acuado, negando – ou pelo menos colocando uma camada novamente paradoxal – a “vida sob pressão” sobre a qual Ashley disserta.
O terceiro álbum de estúdio de Tisdale é um inegável e envolvente coming-of-age que, em meio a estruturações declamatórias, perde um pouco o fio da meada ao se manter em uma zona protetiva que não explora o potencial que nos apresenta. De qualquer forma, é sempre bom vê-la retornando ao que gosta de fazer e, por essa razão, não podemos deixar de enxergar a obra como um grande reencontro dela consigo mesma.
‘O Iluminado’, de Stanley Kubrick, é um clássico do terror que tem inspirado diversas produções, e mesmo depois de 40 anos, continua surpreendendo os espectadores. Agora, o filme vai ganhar um novo documentário que explorará os bastidores desta obra de sucesso.
Segundo o IndieWire, O novo documentário ‘Shine On – The Forgotten Shining Location’ promete revelar segredos nunca antes vistos sobre a produção do longa, explorando os bastidores e revisitando locais de filmagem que foram considerados perdidos por décadas.
“A produção de ‘The Shining’ foi bem documentada e analisada, mas esta é uma história que nunca foi contada”, disse Katharina Kubrick, que foi pesquisadora de locações do filme de terror e filha do diretor.
“Cenas cruciais do filme aconteceram nestas áreas, então voltar a elas foi como entrar no próprio filme”.
O documentário, dirigido por Paul King, terá como narrador o talentoso Michael Sheen (‘Good Omens’) e contará com entrevistas exclusivas com Katharina Kubrick, filha do diretor e pesquisadora de locações do filme original, Jan Harlan, produtor executivo, e Les Tomkins, diretor de arte.
Um dos pontos altos será a exploração dos lendários cenários do Overlook Hotel, recriados nos Estúdios Elstree.
“Houve muitos rumores sobre alguns dos cenários de ‘The Shining’ ainda existirem nos Estúdios Elstree, mas encontrar e explorá-los foi como descobrir um Santo Graal da história do cinema”, disse Paul King.
O documentário ‘Shine On – The Forgotten Shining Location’ será lançado no dia 26 de julho no canal oficial de Stanley Kubrick no YouTube.
A produção se passará 30 anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien – O 8º Passageiro‘.
A história da série se passará no planeta Terra, 70 anos no futuro, e focará na empresa Weyland-Yutani Corporation e sua corrida para a criação de novos androides.
Sydney Chandler estrelará como Wendy, um híbrido meta humano que tem um cérebro e consciência de uma criança em um corpo adulto.
Através do seu Instagram, Chandler revelou que as filmagens foram encerradas.
As gravações estavam acontecendo na Tailândia no primeiro semestre de 2024, com a produção tendo sido originalmente iniciada no verão norte-americano do ano passado – antes de ter sido interrompida por causa da greve dos atores em Hollywood.
Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor do série.
Além da série, a franquia também ganhará um novo filme. O longa será dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), e está sendo descrito como uma “história independente e original”.
“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”
Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.
O showrunner original de ‘Dexter’, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em ‘Atração Mortal’, assume a direção e a produção executiva.
‘Dexter: Original Sin’ faz parte da estratégia da Paramount+ de expandir o universo de ‘Dexter’, após o sucesso da série original e da sequência ‘Dexter: New Blood’.
Vale lembrar que o revival ‘New Blood‘ se tornou a série mais assistida da história do canal Showtime. Os 10 episódios da produção registraram uma média semanal de mais de 8 milhões de espectadores através de todas as plataformas, batendo recordes históricos do canal.
Ao vivo, o último episódio da série foi assistido por 3 milhões de espectadores, o que representa a melhor audiência para uma finale do canal em mais de 8 anos – desde o controverso desfecho da série original ‘Dexter‘, que foi assistido por 3.3 milhões de espectadores, em 2013.
A 9ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ já teve sua estreia oficial e, agora, a World of Wonder divulgou a primeira parte do décimo primeiro episódio, que vai ao ar sexta-feira, 19 de julho.
As queens irão disputar pela coroa e irão representar uma instituição de caridade que receberá o prêmio em dinheiro de US$200 mil.
Lembrando que a temporada anterior coroou a icônica Jimbo como vencedora. KandyMuse ficou em segundo lugar, enquanto LaLa Ri foi a vencedora dos Fame Games.
RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.
A cantora e compositora Halsey anunciou recentemente que irá lançar “Lucky” como o segundo single oficial de seu próximo álbum de estúdio, ainda sem título definido.
A faixa, que tem estreia marcada para o próximo dia 26 de julho, acompanha o lead single“The End”.
Lembrando que o último álbum da artista foi o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, que se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano passado e inclusive entrou para nossa lista de melhores álbuns de 2021, conquistando o terceiro lugar da lista.
O disco veio acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey, além de trazer produção de Trent Reznor e Atticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.
Halsey fez sua estreia no mundo da música com ‘Badlands’, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: ‘Hopeless Fountain Kingdom’ (2017) e o elogiado ‘Manic’ (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.
Manny Jacinto, ator conhecido por seus papéis em ‘The Good Place’ e ‘The Acolyte’, recentemente se abriu sobre sua experiência em ‘Top Gun: Maverick’, onde interpretou o Tenente Billy “Fritz” Avalone. Apesar de ter feito parte do elenco, Jacinto teve todas as suas falas cortadas da versão final do filme.
Em entrevista à GQ, ele revelou que, apesar da decepção inicial, não ficou surpreso com a decisão: “Foi lisonjeiro que tenha havido um clamor online, mas não foi chocante para mim. Já no set, dava para sentir que o foco estava em outros personagens e que nossas cenas teriam menos tempo”.
Jacinto, no entanto, ressalta que a experiência em ‘Top Gun: Maverick’ foi positiva: “Foi uma ótima oportunidade de presenciar o funcionamento de uma grande produção de Hollywood e ver como Tom Cruise trabalha. Fazer parte dessa franquia de sucesso, mesmo que em um papel menor, foi algo especial”.
Apesar da decepção com o corte de suas falas, Jacinto usa a experiência como motivação para continuar lutando por mais representatividade em Hollywood: “No fim das contas, Tom Cruise está criando histórias para si mesmo. Cabe a nós, asiáticos-americanos e pessoas de cor, criarmos nossas próprias histórias. Não podemos esperar que outros façam isso por nós. Se queremos mais representatividade, precisamos criar nossas próprias oportunidades”.
‘Top Gun: Maverick’ se tornou um dos maiores sucessos de 2022, conquistando 96% de aprovação dos críticos e arrecadando US$ 1,488 bilhão pelo mundo.
E, no início deste ano, foi confirmado que a Paramount Pictures já está desenvolvendo o terceiro filme com o retorno do protagonista Tom Cruise.
A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.
A aclamada atriz e cantora Michaela Jaé (‘Pose’) acabou de lançar mais um single inédito.
Intitulada “Green Lights”, a faixa continua a estética EDM explorada em sua música anterior, “I Am”.
A canção já está disponível em todas as plataformas digitais.
Confira, junto ao clipe oficial:
Lembrando que Rodriguez ganhou fama mundial ao interpretar Blanca Rodriguez na aclamada série ‘Pose’, que lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série de Drama e a sagrou como a primeira mulher trans a conquistar o feito.
Seus outros créditos incluem ‘Fortuna’, ‘Transformers’ e ‘American Horror Story’.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.
Dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), o novo longa se passará entre os eventos do clássico ‘Alien: O Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens: O Resgate‘ (1986).
Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.
Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.
‘The Boys’ concluiu sua jornada na 4ª temporada, abordando uma eleição presidencial e o dia da posse, período durante o qual são feitas tentativas de assassinato contra o presidente eleito e o vice-presidente eleito.
Anteriormente intitulado “Assassination Run”, o episódio foi escrito há mais de um ano e filmado no ano passado. No entanto, sua exibição coincidiu com os dias seguintes a uma tentativa de assassinato do ex-presidente dos EUA e atual candidato presidencial, Donald Trump.
Como resultado, o episódio foi renomeado simplesmente como “Final da Quarta Temporada”, e um aviso de “discrição do espectador recomendada” foi adicionado no início.
“O final da temporada de ‘The Boys’ contém cenas de violência política fictícia, que alguns espectadores podem achar perturbadoras, especialmente à luz dos ferimentos e da trágica perda de vidas ocorridas durante a tentativa de assassinato do ex-presidente Trump”, diz um comunicado compartilhado pelo Prime Video. “‘The Boys’ é uma série fictícia filmada em 2023, e qualquer semelhança de cena ou enredo com eventos do mundo real é coincidência e não intencional. Amazon, Sony Pictures Television e os produtores de ‘The Boys’ rejeitam, nos termos mais fortes, qualquer tipo de violência do mundo real”.
“Quando apresentamos o show pela primeira vez, foi antes de Trump ser eleito”, disse Kripke em uma entrevista à Variety. “E a ideia de que uma celebridade realmente quisesse se transformar em um autocrata fascista era uma ideia meio louca. Quer dizer, ainda é. Mas acabou acontecendo? De certa forma, tivemos sorte com um show cuja metáfora realmente é sobre o momento em que estamos vivendo, que é o cruzamento entre celebridade e autoritarismo. E uma vez que percebemos isso, pensamos: ‘Bom, temos que ir até o fim’. E assim, a cada temporada, nós apenas empurramos um pouco mais, mas está tudo lá. Quero dizer, está tudo na primeira temporada. [Homelander] está dando discursos muito à la George Bush. Ele está sendo elogiado por multidões de seguidores devotos. Está lá desde o início”.
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
Sem data de estreia, o seriado está programado para novembro de 2024.
“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”
Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.
A renomada atriz brasileira Maria Gladys, conhecida por seu talento em produções marcantes como ‘Sítio do Picapau Amarelo’ e ‘Vale Tudo’, expressou recentemente o desejo de estreitar laços com sua neta, a talentosa atriz britânica Mia Goth, que vem conquistando o público em filmes de terror como ‘MaXXXine’.
Em entrevista ao O Globo, Maria Gladys revelou que está planejando uma viagem para conhecer a neta pessoalmente. “Agora sou bisavó. Fala sério! Ainda não conheci a garotinha, Isabel. Hoje, como Mia é uma estrela, eu quase não a vejo. Ando pensando em ir ao encontro dela. Eu fico querendo não ir para dar a oportunidade dela vir ao Brasil, porque ela ama o Brasil, tem praia, é quente, não é aquele frio de lá. Mas ela demora tanto que eu vou ter que ir”.
Atualmente, Mia Goth está em cartaz com o filme ‘Maxxxine’ nos cinemas nacionais.
Confira nossa crítica em vídeo:
O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.
Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito e Kevin Bacon.
‘Debaixo da Ponte’, nova série de true crime baseado no romance homônimo de Rebecca Godfrey, já está disponível no Disney+ Brasil.
A atração foi lançada na plataforma de streaming no último dia 10 de julho, quase três meses depois da estreia nos Estados Unidos.
A trama é ambientada em 1997 e acompanha a história real de Reena Virk (Vritika Gupta), de quatorze anos, que foi se juntar a amigos em uma festa e nunca mais voltou para casa, e uma policial local (Lily Gladstone). A série nos leva ao mundo oculto das jovens acusadas do assassinato – revelando verdades surpreendentes sobre o improvável assassino.
Contando com oito episódios, a atração foi adaptada por Quinn Shephard.
A Vanity Fairdivulgou imagens inéditas do vindouro terror cômico ‘Nightbitch’, estrelado pela indicada ao Oscar Amy Adams.
A estreia está agendada para 6 de dezembro no circuito norte-americano.
A trama segue uma mulher que é forçada a uma rotina caseira criando seu filho recém-nascido nos subúrbios, que lentamente abraça o lado selvagem da maternidade enquanto se torna cada vez mais consciente dos sinais bizarros e inegáveis de que ela possa estar se transformando em um cachorro.
Com classificação indicativa para maiores de idade (R-rated), o filme é escrito e dirigido por Marielle Heller (‘Um Lindo Dia na Vizinhança’) e baseado no romance homônimo de Rachel Yoder.
Yoder também fica responsável pelo roteiro e entra na produção executiva.
Scoot McNairy (‘Era uma Vez em… Hollywood’) e Mary Holland (‘De Volta ao Baile’, ‘Alguém Avisa?’) fazem parte do elenco.
Adams entra como produtora ao lado de Megan Ellison e Stacy O’Neil.
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