A cinebiografia do Rei do Pop, intitulada ‘Michael’, ganhou data de estreia no Brasil.
A Universal Pictures lança o filme por aqui dia 17 de Abril de 2025 – um dia antes da estreia nos EUA.
O estúdio exibiu uma prévia da cinebiografia do cantor Michael Jacksonno CineEurope com cinco minutos de cenas e com os bastidores das filmagens do clipe de “Thriller“.
Segundo o Deadline, o público ficou “incrivelmente impressionado positivamente” com o conteúdo.
Durante a CinemaCon 2024 em Las Vegas, foi exibido um trailer da obra, e a prévia emocionou o público.
O vídeo compartilhado mostra cenas de fãs gritando e corta para Jackson como um garotinho cuja mãe lhe diz: “Pode haver algumas pessoas que pensam que você é diferente e isso vai tornar a vida um pouco mais difícil para você, mas você nunca foi como ninguém”. Na narração, um Jackson adulto diz sobre a performance: “Isso transporta todo o seu ser, é isso que eu quero que o mundo sinta – magia”.
As imagens cobrem todas as eras icônicas de Jackson, desde suas raízes humildes com o Jackson 5 até o auge de sua fama como artista solo.
O trailer começa com cenas da infância de Jackson em Gary, Indiana, com a música “ABC” do Jackson 5 tocando ao fundo. Vemos então uma montagem que acompanha a ascensão de Jackson ao estrelato, desde suas aparições na televisão com seus irmãos até a era “Thriller”, que definiu sua carreira.
Algumas das imagens mostradas revelam momentos da era Off the Wall e Bad, com a música “Man in the Mirror” como destaque. O sobrinho do cantor pop, Jaafar Jackson, interpreta seu tio no palco, e em um momento emocionante, a voz de Katherine Jackson diz: “Você tem uma luz muito especial, então deixe a luz brilhar no mundo”.
Imagens icônicas da carreira de Jackson são recriadas, desde o início com o Jackson 5 até a era “Thriller”, com Jaafar Jackson capturando a voz e os movimentos de seu tio com impressionante fidelidade.
O trailer também aborda os aspectos mais controversos da vida de Jackson. Uma cena mostra o cantor em um hospital após o acidente com a Pepsi, enquanto outra sugere o incidente do bebê pendurado. Há também um breve vislumbre de Michael tomando uma pílula, possivelmente um aceno para seus problemas com o uso de medicamentos.
Em um momento emocionante, a mãe de Michael diz a ele: “Você nunca foi como todos os outros”. O trailer termina com uma imagem poderosa de Michael se apresentando para uma multidão de fãs.
O filme também ganhou sua primeira imagem promocional, mostrando o sobrinho de Michael Jackson,Jaafar Jackson, retratando o artista e recriando o icônico visual de “Man in the Mirror”.
A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”
Através do Twitter, um perfil dedicado ao rei do pop compartilhou um vídeo dos bastidores no qual Jaafar aparece ensaiando os movimentos de seu tio, além de ostentar o penteado de Michael na era das canções ‘Thriller’, ‘Billie Jean’ e ‘Beat It’.
Para quem não sabe, Jaafar é filho deJermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.
Os filmes de suspense podem vir tanto de Hollywood quanto de produtoras independentes, sem contar que é um gênero apreciado tanto pelo público quanto pela crítica. Existem os muito bons, que marcam gerações, assim como aqueles que até traumatizam de tão ruins. O difícil é encontrar um longa-metragem que misture tal gênero com a comédia e funcione, afinal, é difícil imaginar ambos andando de mãos dadas e funcionando perfeitamente.
Um Pequeno Favor, produção baseada na obra literária de Darcey Bell de mesmo nome, está fazendo o maior sucesso na Netflix.
O suspense mostra a história de Stephanie Smothers (Anna Kendrick) cuja melhor amiga Emily Nelson (Blake Lively) pede para buscar seu filho, Nicky (Ian Ho), na escola e depois disso desaparece. Stephanie logo percebe que algo está errado e parte numa investigação.
O roteiro adaptado é de Jessica Sharzer (American Horror Story) e apresenta um suspense carregado de humor impróprio, ao ponto do espectador sentir o deboche escorrendo da tela com as cenas. A narrativa é bem construída, trabalhando com uma dinâmica espetacular e rápida, quase não dando tempo para respirar e tentar bolar alguma teoria sobre o que de fato está acontecendo na história. Ah, saiba que se piscar, você perde algo! Sem contar que os diálogos prendem a atenção e o vlog da personagem de Kendrick é a cereja no topo do bolo de tudo isso.
Assista ao trailer:
Quem assina a direção é Paul Feig, este já tendo realizado filmes como As Bem-Armadas e Missão Madrinha de Casamento, e parece ter juntado tudo o que fez de melhor nos longas que dirigiu e inserido em Um Pequeno Favor. A câmera realiza planos que se adequam à história e a montagem é clara, pois ao final todas as peças se juntam fazendo sentido. Ademais, existem jogadas de cenas de flashback acompanhando diálogos que só acrescentam à execução da obra cinematográfica como um todo (vocês saberão do que estou falando quando assistirem).
No quesito atuações, o ouro fica paraAnna Kendrick, que vem em uma maratona de boas performances e parece ter nascido para viver Stephanie. O papel lhe cai como uma luva e ela brinca de interpretar, levando veracidade à personagem e fazendo o público desejar ver mais e mais sobre a mesma. Acredite, vocês vão querer assinar o canal dela no youtube (pena que não existe). A prata é de Lively, um verdadeiro mulherão da porra, arrasando em ternos, e com o ar misterioso e sedutor de Emily. O bronze fica para os meninos Ian Ho e Joshua Satine, o último vivendo Miles Smothers, filho da protagonista, pois nos poucos minutos de tela que possuem entregam excelentes atuações. A química de todos os envolvidos está em sintonia, inclusive a do Detetive Summervile (Bashir Salahuddin), o qual é dono de falas divertidíssimas.
É preciso falar do trabalho da arte no longa-metragem, que realiza um trabalho espetacular ao destacar as personalidades de ambas as personagens através do figurino e da decoração das residências, tanto em cores quanto em objetos pessoais. A identidade é criada imediatamente, sem rodeios. Outro ponto positivo fica para a trilha sonora que se harmoniza com a trama e só faz desejar ouvi-la em looping (inclusive, já está no Spotify).
Um Pequeno Favoré o Garota Exemplar (2014) com humor inteligente, impróprio e carregado de sarcasmo, somado a uma pitadinha de leve de Meninas Malvadas(2004). É o tipo de longa-metragem carregado de plot twists que quando você pensa que acertou, ele te prova que esteve errado o tempo todo. É, de fato, difícil não se deliciar assistindo e desejar ver de novo.
Ambientada em um futuro distante, a série ‘Constelação‘ conta com uma trama envolvente que mistura ficção científica drama e mistério enquanto explora em uma trama cativante.
Disponível na Apple TV+, a história se passa em um mundo onde os terráqueos colonizaram outros sistemas solares e seus planetas, dando origem a uma vasta cadeia de civilizações interplanetárias.
Em vez de se concentrar em um protagonista, ‘Constelação‘ acompanha a vida de diversos personagens, cuja são jornadas e desafios são exploradas enquanto navegam por um universo complexo e muitas vezes hostil.
O diferencial é que a trama não segue uma ordem linear, ‘Constelação‘ se aprofunda nas histórias pessoais e nas particularidades de cada indivíduo, desconstruindo questões como identidade, moralidade, poder e redenção.
Entre eles, Jo (Noomi Rapace), uma astronauta que retorna à Terra em um voo de emergência após um terrível acidente em sua estação espacial. Confusa, ela tenta retomar sua antiga rotina no planeta natal, mas percebe que peças-chave de sua vida estão faltando.
Desconfiando das autoridades de seu trabalho e dos caminhos e memórias que sua própria mente cria, Jo precisa descobrir se tudo pelo que passou é real ou se é fruto da sua mente perturbada. Desesperada, ela busca expor a verdade sobre a história oculta das viagens espaciais e recuperar tudo o que perdeu.
Por conta disso, a trama faz o público questionar a realidade em um paralelo com outras narrativas que mexem com dilemas psicológicos, como ‘Alice no País das Maravilhas’, ‘Matrix’ e ‘O Mágico de Oz’.
Entre os críticos, ‘Constelação‘ conquistou 73% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as análises:
“Em meio aos escombros de tantas histórias galácticas que vieram antes dele, ‘Constelação‘ consegue seu lugar de destaque no gênero com sua própria visão da misteriosa extensão do espaço.” – Vulture
“Amando tudo sobre essa série. ‘Constelação‘ é realmente fantástica e a história realmente atrai você para um mundo de incertezas. Noomi Rapace está absolutamente brilhante, assim como Jonathan Banks. Série fabulosa até agora, estou ansiosa para assistir aos próximos episódios!” – MovieGator
“‘Constelação’ merece mérito pela sua ambiciosa tentativa de equilibrar a vastidão contraditória do espaço com a claustrofobia e a agitação interior dos astronautas.” – AV Club
“Inicialmente desconcertante, às vezes enlouquecedora, mas no final das contas… Brilhante. Vale a pena dar uma chance a este thriller de ficção científica reflexivo e alucinante.” – Empire
“Com uma premissa desafiadora, escrita inteligente e atuações fortes, ‘Constelação‘ vale muito o investimento e deixa um gosto de quero mais com apenas oito episódios.” – Chicago Sun Times
A magia de ‘Harry Potter’ continua a encantar os fãs brasileiros! Em celebração aos 20 anos de ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’, o filme será relançado com um dia adicional de exibição em 29 de junho, com ingressos promocionais por apenas R$15.
A promoção é válida exclusivamente nos cinemas da Cinemark participantes.
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No último lançamento, mais de 600 mil brasileiros foram aos cinemas para assistir ao filme, tornando-o o maior relançamento do país e o dia mais lucrativo nas bilheterias de 2024.
Na trama, os nossos heróis retornam para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts apenas para se depararem com um perigo mortal: o retorno do assassino Sirius Black (Gary Oldman), que fugiu da prisão de Azkaban, considerada até então como à prova de fugas, e está à procura de Harry. Para proteger a escola, Alvo Dumbledore (Michael Gambon) recruta os temíveis Dementadores, estranhos seres que sugam a energia vital de quem se aproxima deles, que tanto podem defender a escola como piorar ainda mais a situação.
O filme teve uma recepção extremamente sólida por parte da crítica internacional, que até hoje considera a iteração como a melhor entrada do universo mágico, e fez um sucesso estrondo de público, arrecadando mais de US$797 milhões mundialmente e se tornando a 2ª maior bilheteria do ano. Além disso, conquistou duas indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora e Melhores Efeitos Visuais.
‘Superman’, o primeiro filme do DCU supervisionado por James Gunn e Peter Safran, está atualmente em fase de filmagens em Cleveland, nos Estados Unidos. Agora, novas imagens de bastidores revelam David Corenswet como o Homem de Aço, recriando cenas clássicas do herói.
Em uma capa do Planeta Diário, vemos o herói parando um trem com suas próprias mãos, reproduzindo uma cena icônica dos quadrinhos. Detalhe a foto é creditada a Jimmy Olsen.
“Superman impede trem da MTA de descarrilar”, diz a chamada.
Lançada em 2019, The Boys se tornou uma série fundamental para a expansão e consolidação do Amazon Prime Video no Brasil e no mundo. Na época, a plataforma ainda visava se estabelecer como um dos principais streamings para poder competir com a Netflix, isolada no topo do mercado com suas incontáveis produções originais que recebiam elogios a cada novo lançamento.
E como os super-heróis viviam seus últimos dias de auge, a discussão sobre a infantilização do público e o monopólio desse subgênero cinematográfico estavam em alta. Ou seja, não havia momento melhor para lançar uma série cuja premissa era justamente parodiar a ‘febre’ dos heróis. Mais do que isso, o mundo vivia um momento politicamente muito tenso, rendendo situações que até mesmo a ficção duvida. Era o timing perfeito, e assim a produção furou a bolha, conquistando diferentes públicos e convencendo parte dele a assinar o Prime Video para conferir a série e eventualmente conhecer outros conteúdos – originais ou não – disponíveis no catálogo.
A primeira temporada foi um sucesso absurdo, mas não passou nem perto do barulho feito pela segunda temporada. Pela primeira vez, uma série do Prime Video estava com forte expectativa de uma fanbase forte. E como a produção foi realmente excepcional, essa foi a chave de entrada para Billy Bruto, Capitão Pátria e amigos para o panteão da Cultura Pop mundial. Mais do que isso, a situação política norte-americana voltou a ser explicitamente sacaneada e empresas como a Disneye aWarner, detentoras desse monopólio de heróis nos cinemas e TV, foram feitas de palhaças, principalmente por conta da expansão dos streamings, recheados de produções medianas, e dos lançamentos das incontáveis versões dos diretores, que nada acrescentavam aos filmes.
Então, dada a grande qualidade da anterior, a terceira temporada chegou sob um hype ainda maior que o da segunda. Para melhorar, ainda houve um grande anúncio no elenco: a chegada do queridinho Jensen Ackles, recém-saído de Supernatural, para interpretar o Soldier Boy, a versão corrompida do Capitão América. Infelizmente, foi aí que a série começou a patinar, dando uma certa queda na qualidade. Ainda assim, é uma temporada que dividiu opiniões, bem longe desse início da quarta temporada, que parece estar bem longe do sucesso das anteriores. Segundo o agregador virtual de notas Rotten Tomatoes, a resposta do público a essa nova temporada é a pior de toda a série e a que mais se distancia das avaliações da crítica especializada. Mas o que está por traz dessa onda repentina de hate que a série vem recebendo?
Como tudo nos dias de hoje, até fandom de série está polarizado. Nas redes sociais do mundo, há aqueles que estão amando a quarta temporada por razões políticas, da mesma forma como há quem esteja odiando pelos mesmos motivos. Inclusive, um dos grandes discursos é de que a série esteja sendo criticada amplamente porque adeptos da extrema-direita estão enfim percebendo que The Boys seja crítica a ideais defendidos por eles. E vale destacar que, sim, é um fato que o Capitão Pátria (Anthony Starr) virou um símbolo para membros da direita e da chamada ‘comunidade incel’, por mais que ele seja retratado como um facínora extremamente problemático.
No entanto, atribuir a isso o hate sobre a série parece algo extremamente arrogante e reducionista, até porque The Boys nunca escondeu suas críticas – não apenas à direita, mas também aos adeptos da esquerda. E chega a ser curioso que estejam usando esse papo de que “a política arruinou a série”, sendo que a temporada melhor avaliada seja justamente a segunda, que foi unanimidade entre público e crítica.
E o grande nome da segunda temporada foi a Tempesta (Aya Cash), cuja concepção rendeu críticas a ambos os espectros políticos, transcendendo o próprio universo da série.
Isso porque a personagem era um homem nos quadrinhos, então já houve aquela discussão chata entre os fãs antes da temporada ser lançada, porque houve quem se revoltasse com a troca do gênero da personagem e houve quem apoiasse a mudança, afirmando questão de gênero pouco importa, contanto que ela fosse bem escrita, dirigida e interpretada.
No fim das contas, essa segunda vertente estava com razão, porque aTempesta foi o grande destaque da temporada, mostrando o pior que os dois lados têm a oferecer. Sua jornada na série foi muito engraçada, porque começou como uma nova super-heroína, que veio ressaltando o Girl Power e o empoderamento, mas terminou com a bonita se revelando literalmente uma nazista. Foi divertido ver como teve parte de uma galera que não conhecia os quadrinhos tentando alçar a Tempesta a ícone feminista, só para ver a vilã enfileirando momentos grotescos e trazendo um discurso mais à direita, como genocídio branco, ódio a imigrantes, até chegar o momento em que ela se assumiu literalmente nazista.
E toda a abordagem dela é divertida justamente por brincar com a dualidade política até chegar ao extremo do extremo, a ponto de até o Capitão Pátria se assustar com o nível de imbecilidade que ela defendia.
Ou seja, atribuir a queda da receptividade do público a uma questão meramente política parece meio arrogante. Até porque, desde o início, a série é produzida por Evan Goldberg e Seth Rogen, cujos espectros políticos passam longe do conservadorismo, tanto que lançaram recentemente uma empresa de ‘cannabis caseira’.
Reprodução/ Micah Fluellen / Los Angeles Times; Houseplant.
E esse envolvimento da dupla sempre foi amplamente divulgado, principalmente o de Seth Rogen, cujo nome foi estampado nas primeiras temporadas para atrair o público, dada sua grande popularidade pelas comédias escrachadas.
Se não é política, o que é?
Assumindo que a ‘má vontade’ com a nova temporada não seja por questões políticas, o que seria, então, a razão para esse hate na quarta temporada?
Desde a primeira temporada, a grande promessa de The Boys é ver um Capitão Pátria descontrolado. A cada novo sinal de que ele estaria surtando, o público comemorava e engajava nas redes sociais. O problema é que parece que os executivos enxergaram nisso uma oportunidade de estender ao máximo a série. A sensação é de que eles pensaram: “Se ele não surtar, a série não acaba. Vai ter gente assistindo até ele perder a cabeça”. E o próprio showrunner de The Boys, Eric Kripke, parece ter concordado, já que o grande trabalho de sua carreira (Supernatural) também foi excessivamente prolongado e funcionou bem com os fãs.
Ninguém aguenta mais esperar o Capitão Pátria ficar lelé e sair por aí matando a tudo e todos
Só que entram aí dois problemas. O primeiro é que os fãs de The Boys são mais ‘mimados’ que os de Supernatural. A galera não recebeu bem as declarações dadas há algum tempo de que a série poderia ter várias temporadas. O público não recebeu bem essa possibilidade de ter temporadas fillers.
Mas o principal é o segundo problema. A produção não está conseguindo aplicar o conceito de filler aos episódios. A terceira temporada testou essa possibilidade de rodar os personagens sem avançar tanto a trama, o que foi extremamente mal recebido e passou uma impressão de cansaço. A temporada anterior começou em um ponto, teve um arco divertidíssimo do Soldier Boye o Composto V temporário no meio e terminou no exato mesmo ponto em que começou. Se um fã pular a terceira temporada, ele chega na quarta com a principal ameaça no mesmo lenga-lenga de “eu vou surtar, hein? Vou ficar maluquinho e matar a todos!”, sem efetivamente fazer isso. Para complicar ainda mais, até mesmo as diferentes representações da loucura do Pátria estão ficando repetitivas.
Fidelidade
Há quem diga quem um dos motivos para essa ‘decepção’ dessa temporada é o afastamento da originalidade das histórias em quadrinhos. E isso aponta o tamanho do desgaste pelo qual a série está passando.
É consenso dentre os leitores de histórias em quadrinhos que a franquia The Boys é terrível nas HQs. O conceito é excelente, mas a execução é complicadíssima, porque parece que as páginas foram usadas para desafogar a vontade dos artistas em desenhas estupros, abusos e violência. Todas as vezes que eles sonharam em desenhar o Superman esmagando um crânio com o cotovelo foram descontadas nas páginas de The Boys.
Sem contar a quantidade de estupros que acontecem mais vezes do que o Billy troca de camisa. Sério, é um abuso sexual a cada três páginas. Diante dessa bizarrice, a trama acaba ficando em segundo plano. Então, sempre foi praticamente um fato de que a série era melhor que as HQs. Porém, diante do desgaste dos fãs com o show, há algumas pessoas – muitas que sequer leram os quadrinhos – que começaram a apelar para o argumento de que “o quadrinho é melhor”. E isso, se tratando de uma produção inspirada em HQ’s – é o sinal máximo de que as coisas estão dando errado. Para não ser injusto, a única coisa que os gibis fizeram melhor que o streaming foi retratar os Supers de forma tão psicótica, escatológica e moralmente nojenta que não deixou qualquer brecha para interpretações de que talvez algum deles seja herói. Ali é todo mundo podre e ponto final. Já na série, provavelmente pelo carisma dos atores, há quem simpatize com eles.
Desgaste
Por fim, acredito que um grande problema que tenha sido ignorado pelos produtores e executivos é que a série vem perdendo sua essência. Quer dizer, o sangue, a violência explícita e as piadas com pênis continuam lá, mas isso aí era apenas o ‘glacê do bolo’. Era uma embalagem não-tão-bonita para um presente muito legal, que era a sátira aos heróis. Da terceira temporada até aqui, The Boys vem se tornando tudo aquilo que jurou criticar e sacanear.
É claro que isso rende momentos incríveis, como a luta entre Billy Bruto (Karl Urban), Soldier Boy e Capitão Pátria no final da terceira temporada. Mas, olhando friamente para a situação, é apenas mais uma luta de CGI, repleta de destruições e flares. De que adianta zombar dos diretores de filmes com heróis nas primeiras temporadas para depois fazer episódios que parecem ter sido dirigidos por ele?
Em meio a toda essa polêmica, falta aos fãs entenderem também que esse é apenas o início da quarta temporada. Já houve séries que só foram encontrar seu rumo da metade da temporada para frente. Então, pode ser que essa nota aumente caso a produção tenha feita uma temporada que se reconecte com o cerne do show e fuja da mesmice que tomou conta nos últimos anos.
Quando um ator interpreta um vilão desprezível, alguns fãs tendem a compará-lo com o personagem e acabam criando antipatia pela pessoa por trás do papel.
Mas parece que isso não aconteceu com Antony Starr, que interpreta o Capitão Pátria em ‘The Boys‘.
Em entrevista para a Rolling Stone, o astro comentou sobre a calorosa recepção que vem dos fãs que o encontram pelas ruas.
Inclusive, ele também esperava ser odiado quando foi escalado para a série devido as atrocidades do Capitão Pátria, mas disse que ficou surpreso ao receber tanto apoio e carinho do público.
“As pessoas ficam surpresas quando me encontram e dizem: ‘Meu Deus, você não se parece em nada com ele’. Sinceramente, isso [o carinho dos fãs] também me deixa surpreso. E eu penso: ‘Sim, ele é um narcisista psicopata. Então sim, obrigado. Obrigado por todo esse amor.”
Por falar nisso, o episódio mais recente de ‘The Boys‘ mostrou o Capitão Pátria enfrentando seus traumas de infância, revelando um lado do personagem que o público ainda não tinha visto.
Na trama, o Super retorna ao laboratório da Vought onde foi torturado enquanto os limites de seus poderes eram testados, revivendo seu lado mais frágil, o que despertou a empatia de grande parte do público.
No entanto, o criador da série, Eric Kripke, fez um alerta aos fãs durante uma entrevista ao TV Insider.
Ao longo da conversa, o cineasta disse que o público não deve criar empatia pelo vilão por conta de seu passado, argumentando que ele é ruim por natureza.
“Ao revisitar seu passado, o objetivo do Capitão Pátria era apenas erradicar seus sentimentos vulneráveis e sua necessidade de aprovação e amor, características humanas que ele acha que adquiriu devido ao seu tempo nos laboratórios da Vought. Mas, o problema é que ele nunca será capaz, porque ele ainda é um humano, por mais que ele odeie isso.”
Ele continuou:
“O público não precisa sentir empatia por ele. Como pessoa, não tolero ou aprovo qualquer um de seus comportamentos. Vilões não são maus apenas por serem maus. Mas eles têm essa natureza narcisista que os faz pensar que são heróis de sua própria história, mas não são.”
Lembrando que ‘The Boys‘ chegará ao fim em sua 5ª temporada, e muitos fãs ficaram se perguntando o por quê desta decisão.
Em entrevista para a Entertainment Weekly, Kripke brincou ao dizer que 5 é um número mágico para roteiristas, assim como o número três, então concluir a série na 5ª temporada é bem lógico, de “um ponto de vista idiota estratégico”.
“Parte disso é uma coisa idiota de roteirista, mas três e cinco são os números mágicos. Três são atos de filme, cinco são atos de TV. Piadas têm um ritmo de três para cinco. Bem, e cinco parece um número redondo. Acreditamos que é o bastante para contar a história sem desgastar o público.”
Kripke também argumentou que este sempre foi o seu plano quando decidiu adaptar os quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson.
Inclusive, a 4ª temporada foi escrita para dar essa sensação de que as coisas estão se encaminhando para o fim.
“Isso fazia parte do meu argumento: ninguém vai assistir a 4ª temporada sem pensar: ‘a série vai acabar na próxima temporada, né? Então, podemos muito bem anunciar isso para que as pessoas possam assisti-la com aquela sensação épica de estarem testemunhando o caminho para a reta final, que é o que eu espero.”
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
A CW finalmente anunciou que a 4ª (e última) temporada de ‘Superman & Lois‘ será lançada no dia 17 de outubro, com a exibição especial de um episódio duplo.
Além disso, o ciclo final, que contará com apenas 10 episódios, ganhou as primeiras cenas oficiais.
A conclusão do seriado marcará o fim das produções de super-heróis do canal, que, por muitos anos, foi o lar de séries como ‘Arrow‘, ‘The Flash‘ e ‘Supergirl‘.
Estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’), a atração tem suas três primeiras temporadas disponíveis no Max.
Criada por Greg Berlanti e Todd Helbing, a série marca o fim do Arrowverse.
Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.
Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.
O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle Chriqui, Inde Navarrette, Erik Valdez, Alexander Garfin e Dylan Walsh.
‘Coraline e o Mundo Secreto’, um clássico do cinema e querido pelos fãs de stop motion, ganhará uma reexibição nos cinemas brasileiros em celebração aos 15 anos desde seu lançamento original.
O filme será exibido nas telonas nos dias 15 e 17 de agosto e você pode comprar os ingressos clicando aqui.
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Considerado um clássico, o longa é baseado na obra homônima do autor Neil Gaiman, lançada em 2002. O longa conta com direção e roteiro de Henry Selick.
“Enquanto explora sua nova casa à noite, a pequena Coraline descobre uma porta secreta que contém um mundo parecido com o dela, porém melhor em muitas maneiras. Todos têm botões no lugar dos olhos, os pais são carinhosos e os sonhos de Coraline viram realidade por lá. Ela se encanta com essa descoberta, mas logo percebe que segredos estranhos estão em ação: uma outra mãe e o resto de sua família tentam mantê-la eternamente nesse mundo paralelo”.
Embora ‘Um Tira da Pesada’ tenha se tornado um clássico cult e lançado a carreira de Eddie Murphy ao estrelato, o ator revelou que inicialmente não tinha fé no potencial do filme. Em entrevista a Variety, Murphy confessou que, após a primeira exibição para a indústria, achou que o filme seria um fracasso.
“Não foi muito bem!”, disse ele. “Muitas vezes nas exibições para a indústria eles não riem. Eu pensei que o filme ia ser horrível. Eu estava com John Landis [diretor do filme] e ele disse, ‘Não, foi ótimo’. Eu pensei que eles odiaram. Depois fui assistir com uma plateia real e vi a reação real. Mas na primeira vez foi assustador”.
Apesar da descrença inicial, ‘Um Tira da Pesada’ se tornou um sucesso estrondoso, arrecadando US$ 234 milhões nas bilheterias mundiais e gerando três sequências. O quarto filme da franquia, ‘Um Tira da Pesada: Axel Foley’, está programado para estrear na Netflix este ano.
Vale lembrar que ‘Um Tira da Pesada: Axel Foley’, quarto filme da franquia, estreia na plataforma de streaming em 03 de julho.
O detetive Axel Foley (Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.
Mark Molloy é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.
A lendária atriz, que já conquistou nada menos que três estatuetas do Oscar e oito do Globo de Ouro em sua longeva e ativa carreira, começou sua carreira no cinema em 1977 ao interpretar Anne Marie no longa-metragem ‘Julia’ – e, desde então, ascendeu a uma fama meteórica e a um legado artístico que se estende até a atualidade. Não é por qualquer motivo que poucas atrizes podem se equiparar ao talento e à impetuosa força de Streep, tanto nas telonas quanto nas telinhas.
No dia de hoje, 22 de junho, Streep completa 75 anos de idade – e é claro que não deixaríamos seu aniversário em branco. Para celebrá-la, montamos uma breve lista elencando seus sete papéis mais icônicos (levando em consideração a atemporalidade das personagens que interpretou e a forma como são resgatados mesmo anos depois de serem oficialmente lançados).
Confira nossas escolhas abaixo:
LINDA, O Franco Atirador (1978)
Um ano depois de ter feito sua estreia oficial na sétima arte, Streep foi escalada para o clássico drama de guerra ‘O Franco Atirador’, que conquistou os prêmios de Melhor Filme e Melhor Diretor no Oscar – e que traz uma das melhores rendições da atriz.
Ganhando liberdade criativa por parte do diretor Michael Cimino, que construiu o papel originalmente com uma negligência proposital, Streep interpretou Linda, interesse romântico dos protagonistas Mike e Nick. Por sua performance, ela recebeu sua primeira indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
JOANNA KRAMER, Kramer vs. Kramer (1979)
‘Kramer vs. Kramer’ sagra-se como um clássico do drama Hollywoodiano – e rendeu a Streep sua primeira estatueta do Oscar, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. O trabalho da atriz em cena é árduo e doloroso, revelando uma jovem performer que, em pouco tempo, dominaria os holofotes com atuações irretocáveis e começaram a ser calcadas logo no finalzinho dos anos 1970.
Na trama, Streep divide as cenas com Dustin Hoffman (que também ganhou o Oscar pelo mesmo projeto), dando vida a Joanna Kramer, uma mulher que está deixando seu marido, um executivo da publicidade, em uma reviravolta inesperada de eventos.
Para o público mais novo, é Miranda Priestly quem emerge imediatamente na cabeça quando mencionamos o nome de Meryl Streep. Todavia, a atuação mais memorável da atriz é, sem sombra de dúvida, a que entregou em ‘A Escolha de Sofia’, em 1982.
Sophie sobrevive a campos de concentração nazistas e encontra uma razão para viver em Nathan, um judeu americano brilhante, instável e obcecado pelo Holocausto. Mas a felicidade dos dois é ameaçada pelos fantasmas do passado dela. Com comentários extremamente elogiosos à sua performance, Streep faturou seu segundo Oscar – e o primeiro prêmio na categoria de Melhor Atriz – além de integrar a seleta lista das melhores atuações de todos os tempos do cinema.
Seja de qual geração for, Miranda Priestly permanece viva na cultura pop com mais ênfase do que nunca – e serviu até mesmo como emblema das relações de trabalho na subsequência do lançamento do aclamado ‘O Diabo Veste Prada’. Streep não apenas faz um trabalho marcante como engole, inadvertidamente, qualquer um que divida as sequências com ela (algo que não é fácil fazer quando temos nomes como Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci no corpo performático).
Ninguém poderia ter interpretado a implacável editora-chefe da Runway tão bem quanto Meryl – e o resultado é quase óbvio: além de ter eternizado uma das personagens mais marcantes da sétima arte, ela conquistou uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical e uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.
Ainda que ‘Mamma Mia!’ divida os comentários dos fãs e da crítica mesmo uma década e meia desde seu lançamento, é notável como o elenco continua como um dos melhores aspectos desse musical jukebox inspirado nas memoráveis músicas do grupo ABBA. E, é claro, Streep não estaria de fora dos elogios – conquistando uma indicação ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical.
Na trama, Meryl dá vida à Donna, proprietária de um hotel nas ilhas gregas que está preparando o casamento de sua filha, Sophie, com a ajuda de duas amigas. Entretanto, ela não imaginava que Sophie convidaria três ex-namorados da mãe para tentar descobrir quem é o pai biológico – levando Donna a revisitar memórias que há muito estavam enterradas.
Se você nunca assistiu à cinebiografia ‘Julie & Julia’, não sabe o que está perdendo: o longa, dirigido por Nora Ephron, é um dos mais cândidos dentro do gênero em questão – e contou com um elenco de peso que, além de Streep, incluiu Amy Adams, Stanley Tucci, Chris Messina e vários outros.
Na produção, Meryl dá vida à lendária chef de cozinha Julia Child, que lutou contra os tradicionalistas papéis de gênero de sua época para conquistar seu próprio programa de televisão e firmar-se como um powerhouse do empreendedorismo – e tudo isso enquanto imortalizava receitar de dar água na boca. O resultado não poderia ter sido outro: Streep conquistou mais uma indicação ao Oscar por seu trabalho (a 16ª nomeação de sua carreira).
Streep parou o mundo ao se tornar a primeira atriz a conquistar o Oscar três vezes – sendo a última delas com o drama biográfico ‘A Dama de Ferro’. Apesar do filme ter recebido críticas mistas por parte dos especialistas mundiais, o consenso de que Meryl foi a força-motriz da produção é inegável. Aqui, ela consegue capturar cada um dos trejeitos da ex-primeira-ministra do Reino Unido, Margaret Thatcher, em um método performático de tirar o fôlego.
Rendendo-lhe mais um Oscar de Melhor Atriz, o filme mostra vários momentos da vida da primeira-ministra em questão, como sua entrada na política, seu pulso forte e seus últimos dias de vida – e lança luz a decisões bastante problemáticas e controversas acerca de um dos emblemas da extrema-direita contemporânea.
Na última década, Miles Morales/Homem-Aranha alcançou um enorme destaque entre os fãs devido às suas aparições nos quadrinhos, jogos e nas animações do Aranhaverso.
Por conta disso, muitos estão ansiosos para ver sua introdução live-action nos cinemas, algo que ainda não foi confirmado oficialmente.
No entanto, no episódio mais recente do podcast The Hot Mic, o insiderJeff Sneider afirmou que a Sony Pictures iniciou o processo de chamada de elenco para a escalação de Miles Morales para o liver-action.
Infelizmente, nenhuma outra informação está disponível no momento, então não se sabe em filme esta versão de Miles poderia aparecer.
Uma teoria que vem ganhando força é que o próximo filme do Aranhaverso pode mergulhar em um universo live-action, revelando o ator que dará vida ao personagem em vindouros filmes.
Anteriormente, o insiderDaniel RPK disse que a Marvel Studios e a Sonypodem introduzir o personagem em no próximo filme do Aranha deTom Holland.
As informações indicam que Amy Pascal, uma das executivas da Sony, estaria investindo em esforços para fazer com que Kevin Feige, da Marvel, produzisse uma franquia em live-action no icônico personagem.
O único obstáculo para apresentar Miles no próximo capítulo da saga seriam o aval de Feige e de Tom Rothman, presidente da Sony.
Anteriormente, o mesmo insider havia afirmado que Feige estaria enfrentando vários problemas com a Sony em torno do projeto.
O estúdio quer o retorno de Jon Watts, que comandou todos os filmes da trilogia do Homem-Aranha na Marvel, mas Feige quer um novo diretor no projeto.
Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’) seria o preferido para assumir o comando do filme.
Porém, o CEO da Sony Tom Rothman, quer Watts novamente no comando.
O roteiro de ‘Homem-Aranha 4‘ já está sendo escrito e a ideia da Marvel é lançar o filme antes de ‘Vingadores 5‘.
De acordo com suas fontes, a trama do quarto filme deve começar mais ‘pé no chão’, com Peter Parker (Tom Holland) atuando como o amigão da vizinhança, até descobrir que a origem da criminalidade que enfrenta vem do Rei do Crime, vivido por Vincent D’Onofrio.
Não foi mencionado se D’Onofrio terá um papel de destaque na sequência ou se fará apenas uma participação especial.
Também foi dito que as gravações devem ser iniciadas no fim de 2024.
Além de Tom Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ.
Em seu perfil do Instagram, Ralph Macchio comemorou os 40 anos de lançamento do primeiro filme da franquia ‘Karatê Kid‘.
Na legenda, o intérprete de Daniel LaRusso escreveu:
“Neste dia, em 22 de junho de 1984, o mundo conhecia Daniel LaRusso. Feliz 40º aniversário de ‘Karatê Kid‘. Agora estou de olho para um dos anos mais emocionantes até agora! Acabei de encerrar as gravações de ‘Cobra Kai’ e do novo ‘Karatê Kid‘. Coisas épicas estão a caminho!”
Lembrando que o novo filme teve seu logotipo divulgado na Licensing Expo em Las Vegas, apresentando um sol nascendo atrás da silhueta de uma cidade, com o título em branco brilhante se destacando contra o brilho amarelo-alaranjado.
A imagem do logotipo foi compartilhada pelo Collider.
O longa estava programado para estrear no dia 12 de dezembro, e agora chega aos cinemas em 30 de maio de 2025.
Ben Wang (‘Meninas Malvadas’) estreia como protagonista, ao lado de Jackie Chan (Sr. Han) e Ralph Macchio (Daniel LaRusso) – que que reprisarão seus papéis icônicos.
A trama, ambientada na Costa Leste, focará em um adolescente chinês que encontra força e direção através da mentora de artes marciais.
Jonathan Entwistle (‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) é responsável pela direção.
O roteiro do novo longa é assinado por Rob Lieber, criador da série ‘I Am Not Okay with This‘.
Enquanto isso, a 6ª temporada de ‘Cobra Kai‘ será dividida em três partes: a primeira estreia em 18 de julho, a segunda, em 28 de novembro, e a terceira, apenas em 2025.
O elenco será composto por Max Matenko (‘Platonic’), que interpretará o filho mais novo de Justin, Milo. Mimi Gianopulos (‘O Que Esperar Quando Você Está Esperando’) será a esposa de Justin, Giada; Janice LeAnn Brown (‘Euphoria’) assumirá o papel da protagonista Billie, enquantoAlkaio Thiele (‘Call Me Kat’) será o filho mais velho de Justin, Roman.
Do elenco original, volta David Henrie (Justin Russo), Selena Gomez (Alex Russo), David DeLuise (Jerry Russo) e Maria Canals-Barrera (Theresa Russo).
Conforme a sinopse, ‘Wizards’ seguirá Justin Russo que “optou por levar uma vida normal e mortal com sua família, Giada, Roman e Milo. Quando a irmã de Justin, Alex, traz Billie para sua casa em busca de ajuda, Justin percebe que deve resgatar suas habilidades mágicas para orientar a feiticeira em treinamento, enquanto também equilibra suas responsabilidades cotidianas – e protege o futuro do Mundo dos Feiticeiros”.
Além de atuar, Gomez e Henrie são produtores executivos ao lado de Jed Elinoff e Scott Thomas (‘Casa da Raven’), que assim os roteiros.
Até 2010, a única franquia da Pixar que tinha continuações era Toy Story. Na década seguinte, porém, o estúdio começou a vivenciar pequenas crises e decidiu apostar em sequências dos grandes clássicos, o que rendeu sérias críticas da imprensa especializada e dos fãs, que acusaram a Pixar de ter perdido a criatividade. Diante das críticas, em 2016, a diretoria anunciou que prepararia um ciclo de filmes originais, sem sequências, a partir de 2019. O problema é que veio a pandemia e esses novos longas acabaram tendo suas bilheterias afetadas pelo confinamento ou foram lançados diretamente noDisney+.
Diante dessa nova decepção e de um sucesso praticamente garantido de Divertida Mente 2, que chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (20), a nova gestão afirmou que apostará novamente em continuações dos clássicos e não só isso. Admitiram também a possibilidade de fazer filmes derivados e talvez até mesmo reboots de franquias como Procurando Nemo e Os Incríveis.
Por mais que pareça uma afronta aos fãs, essa insistência da Pixar em continuações tem uma motivação muito simples: retorno financeiro. Por mais que as críticas tenham piorado, as bilheterias cresceram, como indica o levantamento feito pelo Bolavip Brasil.
Realizada em advento da estreia de Divertida Mente 2, a pesquisa analisou as bilheterias de estreia nos EUA dos 28 filmes lançados pela Pixar desde 1995. Vale ressaltar que as bilheterias de estreia são excelentes indicativos do desempenho dos filmes, já que garantem mais sessões de exibição. E o resultado do levantamento é um forte indicador do motivo pelo qual os executivos Disney vão apostar novamente nas continuações.
Das cinco menores bilheterias, apenas uma é proveniente de uma sequência. Ou seja, as outras são originais. O último lugar é ocupado por Luca (2021). Porém, ocupa esta posição porque o filme foi lançado diretamente no Disney+, e a empresa não divulgou os números de sua estreia. Depois dele, vêm Vida de Inseto (1998) com 291 mil dólares, a sequência Toy Story 2 (1998) com US$ 300 mil, Soul (2020) com US$ 431 mil e Red: Crescer é uma Fera (2022) com 578 mil dólares.
Apesar da bilheteria baixa, ‘Vida de Inseto’ (1998) está eternizado no coração dos fãs. Divulgação/ DisneyPixar
Na outra ponta da tabela, o Top 10 da Pixar é dominado por continuações. Seis dos filmes que aparecem nele são sequências ou ‘prequels’, estando a maioria nas primeiras colocações.
Confira o Top 10 de maiores bilheterias de abertura:
‘Os Incríveis 2’ foi sucesso de bilheteria, mas as críticas não chegaram perto do original. Divulgação/ DisneyPixar
Em levantamento feito pelo CinePOP, a situação é mais equilibrada, com cinco longas originais e cinco continuações estrelando o Top 10 de maiores bilheterias mundiais da Pixar. Mas é preciso apontar que apenas um filme no Top 5 é original, deixando as sequências dominarem as quatro primeiras colocações.
Confira o Top 10 de maiores bilheterias mundiais da Pixar:
Porém, com os números expressivos que Divertida Mente 2 está conseguindo pelo mundo, não se surpreendam se esse Top 10 mudar até o final de julho. No Brasil, sessões estão esgotadas e as salas de cinemas estão precisando abrir novas sessões para comportar a alta demanda.
Nos EUA, o filme já é a maior bilheteria do ano, tendo superado com tranquilidade – em apenas oito dias em cartaz – o sucesso Duna – Parte 2. Até o momento, o filme sobre as aventuras das emoções da jovem Riley já arrecadou mais de 480 milhões de dólares ao redor do mundo.
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com apenas 25% de aprovação.
Das 20 análises publicadas até o momento, quinze são negativas…
Confira:
“O filme é atribuído a três roteiristas – John Brancato, Josh Olson e Halley Wegryn Gross – e infelizmente parece um daqueles filmes que foram remendados e reescritos até o fracasso.” – Cool People Have Feelings, Too
“Em um filme com tanto trabalho de reescrita, o que acaba na tela precisava ser muito, muito mais lapidado.” – Collider
“Em algum momento ao longo do caminho, os responsáveis por ‘Alerta de Risco’ parecem ter decidido que o roteiro não precisava ser bom, apenas tinha que ser algo a que as pessoas pudessem aceitar em uma sexta-feira à noite, quando não tivessem energia para procurar algo melhor” – IndieWire
“Infelizmente, ‘Alerta de Risco’ é mais um trabalho em que você pode imaginar que os funcionários entram, batem o cartão e saem sem nenhum entusiasmo pelo que esão fazendo.” – Daily Telegraph
“Jessica Alba entra de corpo e alma no modo ação em uma trama que poderia ser bem competente, mas que acaba se tornando mais um título genérico do gênero.” – Casey’s Movie Mania
Na trama, uma habilidosa integrante das Forças Especiais (Alba) passa a tomar conta do bar do pai depois que ele repentinamente morre Agora, ela vai ter que encarar a gangue violenta que está tocando o terror em sua cidade natal.
Dirigido por Joshua John Miller, Filho de Jason Miller, que interpretou o Padre Damien Karras em ‘O Exorcista‘, o terror ‘O Exorcismo‘ recebeu nota D pelo público do Cinemascore.
Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.
A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+‘ a ‘F‘.
O filme chega aos cinemas nacionais somente em 1º de agosto.
Além disso, o longa registrou apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Das 15 críticas publicadas até o momento, nove são negativas e apenas seis são positivas.
Confira as análises:
“‘O Exorcismo‘ é mais um estudo de personagem dramático, com muitos dos elementos do terror parecendo um pouco desgastados, recorrendo a excessivos jump scares para manter a atenção do público.” – The AU Review
“‘O Exorcismo‘ tem um conceito divertido que a maioria dos amantes do terror irá gostar, mas ao contrário de filmes como ‘Pânico’, não consegue encontrar o equilíbrio entre a comédia e o terror, e bem no meio está Crowe dando uma de suas performances mais pesadas até hoje.” – Collider
“Esta é a segunda tentativa de Russell Crowe em um filme sobre exorcismo, depois de ‘O Exorcista do Papa’ em 2023. Em ‘O Exorcismo‘, ele é sólido na primeira hora – mas as coisas só pioram a partir daí.” – The Australian
“‘O Exorcismo’ vacila ao tentar recorrer aos tradicionais jump scares, o que fica mais evidente em seu terceiro ato. Mas quando explora o fio que conecta a humanidade, a religião e o cinema, é incrivelmente intrigante.” – Digital Mafia Talkies
“Excessivamente sério, entediante e, o mais imperdoável: não é nem mesmo vagamente ameaçador. ‘O Exorcismo‘ é uma caminhada sonâmbula por um universo que implora a todos que parem de tentar ressuscitá-lo de alguma maneira.” – InSession Film
Na trama…
“Anthony Miller (Crowe) é um ator que começa a perder o controle enquanto filma um filme de terror sobrenatural. Sua filha distante se pergunta se ele está voltando aos seus vícios anteriores ou se há algo mais sinistro acontecendo.”
O filme é produzido por Kevin Williamson (‘Pânico’).
Joshua John Miller, roteirista de ‘Terror nos Bastidores‘, comanda o longa, além de assinar o roteiro ao lado de M.A. Fortin.
O elenco ainda conta com Ryan Simpkins, Sam Worthington, Chloe Bailey, Adam Goldberg e David Hyde Pierce.
Vale lembrar que Crowe também retornará na sequência de ‘O Exorcista do Papa‘. Anteriormente, o ator havia revelado que dois novos capítulos da franquia estão em desenvolvimento:
“Bem, isso está em discussão no momento. Os produtores originais deram o pontapé inicial não apenas para uma sequência, mas para duas. Mas houve uma mudança nos chefes de estúdio no momento, então isso está acontecendo em alguns círculos no momento. Mas definitivamente, cara, nós montamos esse personagem para que você pudesse tirá-lo e colocá-lo em muitas circunstâncias diferentes. E lembre-se que o homem em quem se baseia, Gabriele Amorth, escreveu 12 livros. Portanto, temos material de origem mais que suficiente para fazer mais um ou dois desses filmes. Mas isso provavelmente não acontecerá até o próximo ano.”
A dupla impressionou Feige com seu trabalho em ‘Ms. Marvel’ e tem sido considerada para o projeto.
“Se eles nos quiserem, seria muito legal. Basta nos convidarem.”, afirmou El Arbi.
“Nós amamos o Homem-Aranha e também amamos Nova York.”, concluiu Fallah.
O ‘Homem-Aranha 4’ do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) é um dos filmes mais esperados do estúdio. Ainda sem diretor oficial, há especulações e rumores sobre quem pode assumir o comando da saga.
Lembrando que rumores anteriores sugerem que o cineasta James Wan, conhecido por seu trabalho em filmes como ‘Invocação do Mal’ e ‘Aquaman’, está em negociações para dirigir o novo longa-metragem.
A informação vem do site ComicBookMovie, que aponta Wan como um dos nomes na lista de diretores cotados para o projeto. No entanto, ainda não há confirmação oficial se ele realmente teve conversas com a Marvel sobre o cargo.
A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.
Após uma fase dourada em que trouxe números expressivos de público e bilheteria, o cinema nacional sofreu um grande baque nos últimos anos. Com o fechamento das salas e os cinemas precisando equilibrar as contas, os blockbusters internacionais vêm tendo sua exibição priorizada nas principais salas do país. Com isso, os números envolvendo os filmes brasileiros estão preocupantes, ainda muito longe do período pré-pandemia. Uma das alternativas para ajudar a reerguer o cinema nacional são as famosas cotas, que obrigam os cinemas a reserva uma porcentagem das sessões para exibir filmes feitos no Brasil.
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A lei não é nova, mas estava expirada desde 2021. Ela foi criada inicialmente em 2001 com o prazo de 20 anos. Os resultados foram expressivos, já que o cinema nacional viveu uma das melhores fases de sua gloriosa história nesse período. O Projeto de Lei 5497/19 visa seguir a mesma ideia, com prazo até o ano de 2033. E ele foi aprovado na Câmara dos Deputados com 312 votos a favor e apenas 25 contra, o que é um motivo a ser comemorado, após a última gestão tomar medidas extremamente controversas quanto a Cultura.
Agora, cinemas com apenas uma sala devem separar 7,5% de suas sessões para lançamentos brasileiros, enquanto redes que administram 201 salas ou mais tem que ocupar 16% de sua agenda com o nicho.
A franquia “Tropa de Elite” se beneficiou bastante da cota no início dos anos 2000
O projeto de lei prevê a cobrança de uma pesada multa (*receita bruta média diária do complexo multiplicada pelo número de sessões de descumprimento. No entanto, ela poderá ser substituída por um termo de ajustamento de conduta, considerados agravantes) para os cinemas que não cumprirem com as regras. Caberá à Agência Nacional de Cinema(Ancine) ser a consultora de agentes do governo e também a publicação de relatórios anuais avaliando o impacto das medidas no cinema nacional.
“Este projeto apenas possibilita que os brasileiros se vejam na tela, sem mexer com os agentes privados que atuam no setor cultural”, afirmou a relatora da proposta, Jandira Feghali (PCdoB-RJ).
Em apenas duas semanas ‘Divertida Mente 2‘ se tornou a maior bilheteria de 2024 nos Estados Unidos.
O filme soma US$ 283 milhões no país, ultrapassando os US$ 282,1 milhões que ‘Duna: Parte 2‘ arrecadou em toda sua trajetória nas bilheterias.
Mundialmente, o filme já conseguiu arrecadar quase US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.
Internacionalmente, o longa soma US$ 226.7 milhões através de 43 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 481.4 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$45M), Reino Unido (US$19.7M), Coreia (US$18.5M), Alemanha (US$11.5M) e Argentina (US$10.7M).
No Brasil, o filme arrecadou quase R$ 18 milhões na última quinta-feira, tornando-se o maior dia de abertura para uma animação da história do nosso país. O valor também representa a quinta maior abertura em geral no território nacional.
O novo filme da Pixar já se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Duna 2‘ (US$711.8M), ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$567.7M) e ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$543.9M).
Vale lembrar que ‘Divertida Mente 2‘ se tornou a maior estreia doméstica e global do ano, além de ter registrado o segundo maior lançamento para uma animação na história do território norte-americano – ficando atrás apenas de ‘Os Incríveis 2‘ (US$182M).
A produção ainda superou facilmente a estreia de ‘Lightyear‘ (US$50M), tornando-se a maior estreia da Pixar/Disney desde o início da pandemia de COVID no território norte-americano.
‘Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.
“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.”
Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.
O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.
“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”
Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”
Lembrando que ‘Divertida Mente’ (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.