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Opinião | Nos 30 anos de ‘O Rei Leão’, sucesso da Disney segue como a mais bela animação 2D já feita

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Por mais assustador que possa parecer para algumas gerações, O Rei Leão está completando 30 anos de lançamento. Ícone das animações da década de 90, a história do pequeno Simba, que viu seu pai ser morto em um golpe do tio para assumir o trono, teve de fugir para sobreviver e retornou após um tempo para tomar o que era seu por direito, encantou crianças e adultos com uma trama madura e aquele que talvez seja o auge da animação 2D.

No entanto, é curioso saber que a própria Disney não levava tanta fé no projeto. Inicialmente, os executivos acreditavam que a grande animação daquele ciclo seria Pocahontas (1995). Por conta disso, eles direcionaram os principais profissionais da casa para trabalharem no projeto, deixando a ‘segunda divisão’ para conduzir O Rei Leão. Esse tipo de visão de mercado ‘equivocada’ parece ter sido algo comum entre os estúdios de animação nos anos 90, já que a DreamWorks fez a mesmíssima coisa com Shrek (2001) e O Príncipe do Egito (1998), achando que o épico bíblico seria um sucesso estrondoso e que a animação 3D escrachada seria um fracasso.

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Originalmente, George Scribner (Oliver e sua Turma) e Roger Allers (A Bela e a Fera) dirigiriam o filme. Só que houve algumas divergências entre a dupla. Durante as viagens que fizeram ao Quênia em 1991, os diretores decidiram buscar inspiração no mito de Osíris, o Deus da Agricultura egípcia e juiz dos espíritos, para contar a história do leão. Diante da seriedade da trama, George queria fazer um filme mais sóbrio e focado nas traições. Do outro lado, vendo a riqueza da cultura queniana e a possibilidade visual de brincar com os animais africanos, Roger queria fazer um musical mais alegre.

Nessa queda de braço, Roger saiu vencedor. Ele respeitou a sobriedade proposta por George, que saiu do projeto e deu lugar a Rob Minkoff, que havia trabalhado em curtas de Roger Rabbit. Junto a Allers, Minkoff trabalhou bem a condução da trama, conseguindo espaço para as brincadeiras musicais e para a densidade da trama. Foi com a nova dupla também que a equipe criativa conseguiu adicionar elementos de Hamlet, a clássica tragédia de William Shakespeare.

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Com um projeto melhor encorpado, o time de animadores passou a frequentar bastante o zoológico de Los Angeles para entender melhor a movimentação dos animais. Afinal, era mais barato pagar um táxi para o Zoo do que dezenas de passagens para o Quênia. O time trabalhou de forma árdua para conseguir passar ao projeto a grandiosidade que ele merecia. Isso ficou nítido na sequência de pura tensão do estouro da manada de Gnus, que termina com a morte de Mufasa (James Earl Jones). Só essa sequência demorou cerca de três anos para ser concluída, dada a quantidade absurda de animais em tela e a dificuldade de trabalhar a movimentação deles.

Mas o ponto mais interessante dessa relação entre animadores e o filme foi a atuação de Jeremy Irons. O ator foi chamado para interpretar o vilão do longa, e seu trabalho foi tão impressionante que os animadores pegaram vídeos dele fazendo ‘caras e bocas’ para estudar melhor suas expressões faciais e adaptá-las à cara de Scar.

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Mais do que o trabalho espetacular do elenco original do filme, o Brasil contou com um elenco inspiradíssimo para entregar aquela que é uma das dublagens mais assustadoramente incríveis da história dessa arte no país. Com destaque para o trabalho sobrenatural do saudoso Jorgeh Ramos – que era também o locutor oficial de trailers do Brasil na época, a dublagem brasileira foi considerada pela própria Disney como a melhor versão do filme.

O engraçado dessa situação é que o estúdio realizou uma festa com os atores do mundo inteiro nos parques da Disney para comemorar o sucesso. Logo Jorgeh, que recebeu carta do estúdio louvando sua atuação, não compareceu. Ele tinha medo de avião e não encarou as 14 horas de viagem até os EUA.

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No fim das contas, as investidas de Roger Allers foram fundamentais para o sucesso do filme. Apesar de ter uma densidade dramática incomum para as animações da Disney, os escapes musicais e a dose cavalar de alívios cômicos deu um equilíbrio ao filme que criou laços quase familiares com o público. Para a geração que cresceu nos anos 90, assistir O Rei Leão é como fazer uma viagem a um parque de diversões com um ente querido. Você ri, você chora, você se diverte e emociona. Se alguém puxar ‘Hakuna Matata’ em um ônibus de qualquer parte do mundo, haverá pelo menos uma pessoa no ambiente que murmurará – ou cantará com empolgação – a música.

O filme também foi o primeiro contato de muitas crianças com o luto, aprendendo a lidar com a complexidade dessa emoção por meio de um animação infantil. Tudo isso com traços completamente fora de série, flertando com o realismo, mas sem abrir mão da personalidade das animações Disney. E hoje, 30 anos depois, tendo passado pelo teste do tempo e de gerações, O Rei Leão permanece como a animação 2D mais bela já feita e provavelmente um dos filmes mais espetaculares da história do cinema.

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O Rei Leão está disponível no Disney+.

 

‘Deadpool & Wolverine’ será para maiores de 18 no Brasil; Menores de 16 NÃO PODERÃO ASSISTIR NEM ACOMPANHADOS!

Falta menos de um mês para a estreia de ‘Deadpool & Wolverine‘, e foi revelado que o filme pegou a classificação para maiores de 18 anos no Brasil.

A autorização de acesso a obras classificadas como “não recomendado para menores de 18 (dezoito) anos” poderá ser feita apenas para adolescentes com idade igual ou superior a 16 (dezesseis) anos.

Menores de 16 anos não poderão assistir ao filme nem com autorização e nem acompanhados.

A classificação indicativa tem natureza pedagógica e informativa, capaz de garantir à pessoa e à família conhecimento prévio para escolher diversões e espetáculos públicos adequados à formação de seus filhos, tutelados ou curatelados.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

Através do Twitter, uma página dedicada a novidades sobre o Mutante Tagarela divulgou que os personagens ganharam estátuas em tamanho real no shopping New York City Center, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Confira:

De acordo com o Deadline, projeções recentes indicam que a aguardada adaptação deve arrecadar entre US$ 160-165 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa deve superar o lançamento do primeiro filme da franquia – que havia arrecadado US$ 132.4 milhões em seu primeiro final de semana no território norte-americano –, tornando-se a maior abertura para um filme para maiores (R) na história do país.

O site ainda afirma que o filme deve abrir com US$ 19 milhões na pré-estreia.

Para termos de comparação, o valor está acima de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, mas 15% abaixo de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Além disso, ‘Deadpool & Wolverine‘ também deve se tornar a maior estreia da carreira de seus dois protagonistas, Ryan Reynolds e Hugh Jackman. Atualmente, o maior lançamento de Reynolds é ‘Deadpool‘, enquanto o maior de Jackman é ‘X-Men: O Confronto Final‘ (US$103M).

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

O Rei Leão – 30 Anos | O legado de uma das MELHORES animações da história

Desde 1937, com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, os estúdios Walt Disney sagraram-se como um dos principais impérios da animação, fomentando uma hegemonia cinematográfica que se estendeu por bastante tempo – até entrar em um forte declínio a partir de meados dos anos 1960, com uma sucessão de fracassos fílmicos que colocaram em xeque a credibilidade da companhia. Entre os anos de 1984 e 1989, a Casa Mouse passou por uma profunda reestruturação que culminaria em sua própria Renascença – tendo início com ‘A Pequena Sereia’ e estendendo-se até o início dos anos 2000, com a virada do século e a popularização das animações em 3D.

Nesse breve período de sucessos constantes, um dos emblemas de maior reconhecimento crítico e financeiro é, sem sombra de dúvida, O Rei Leão. Lançado há trinta anos, são inúmeros os especialistas e os inveterados fãs da sétima arte que classificam o projeto como um dos melhores da história – e não é por qualquer razão: a obra ajudou a calcar a animação como arte em si, ao lado de outras incursões do gênero, e emerge como uma das melhores adaptações livres da obra de William Shakespeare (conquistando inúmeros prêmios e imortalizando um legado que estende-se até hoje, visto que ganharemos um live-action de origem focado na história do grande rei Mufasa).

A trama é inspirada em ‘Hamlet’, bem como no ramo Osírio da mitologia egípcia, e acompanha Simba (Jonathan Taylor Thomas na versão mais jovem e Matthew Broderick na versão mais velha), um jovem leão que é filho do rei Mufasa (James Earl Jones), e está destinado a tomar o trono quando for necessário. Todavia, a soberania da família é colocada em xeque através do invejoso Scar (Jeremy Irons), irmão de Mufasa, arquiteta um plano maquiavélico para assassinar Mufasa e Simba e, por fim, usurpar o controle do reino e tomar a coroa para si.

Mesmo três décadas depois de seu lançamento, o longa continua a ser revisitado e redescoberto por públicos de várias gerações – e sua popularidade inexplicável é o motivo do remake em live-action de 2019 ter atraído tantas pessoas aos cinemas mais uma vez, instigadas por ver a clássica narrativa ganhar uma roupagem diferente. E uma das sequências mais marcantes do projeto é quando o plano de Scar é colocado em prática, ocasionando não apenas a morte de Mufasa por um estouro de manada de bisões, mas na subsequente fuga de Simba e em seu triunfal retorno para livrar a Pedra do Orgulho do governo tirânico do tio. Não é surpresa que a cena arranque lágrimas pelo conjunto através do qual foi construída, tanto na melancólica trilha sonora de Hans Zimmer, quanto na atuação certeira dos dubladores.

E isso não é tudo: a dupla de diretores Roger Allers e Rob Minkoff segue à risca os arcos de Shakespeare em ‘Hamlet’, mas aproveitam para incrementar a história com doses significativas de humor e sendo acompanhados por um time musical que inclusive contou com as habilidosas mãos do lendário Elton John. E, se Simba foi delineado como o personagem titular da tragédia, todos os outros personagens também seriam, ainda que com uma carga dramática reduzida: é possível ver o antagonista Claudius na pele de Scar, enquanto Timão (Nathan Lane) e Pumba (Ernie Sabella) encarnam Rosencrantz e Guildenstern, aliados de Hamlet; e, de fato, podemos ver um pouco de Ofélia em Nala (Moira Kelly), apesar de sua delineação ter sido mais inspirada em Ísis, considerando que ela não cede à insanidade e é delineada com mais resiliência.

Cada engrenagem é pensada com exímia cautela e torna-se emblema do suprassumo artístico e técnico da Disney – o que é irônico, considerando que o projeto estava em segundo plano à época de seu desenvolvimento e que ‘Pocahontas’ (uma das maiores decepções críticas e comerciais da Casa Mouse) era o foco do estúdio. Funcionando como uma espécie de back-up, foi O Rei Leão quem dominou as telonas, arrecadando mais de US$968 milhões mundialmente (incluindo os relançamentos) e levando duas estatuas do Oscar para casa, exceto de Melhor Animação, visto que a categoria ainda não existia. Como se não bastasse, o título é um dos únicos três da Disney a ter levado o prêmio de Melhor Filme – Musical ou Comédia no Globo de Ouro antes da instituição de uma categoria para o gênero.

Um dos outros pontos que chamam nossa atenção é o modo como a equipe por trás do projeto apostou fichas em uma celebração da cultura africana – algo que, para a época, representava uma mudança significativa na imagética da própria Disney. Os nomes dos personagens, por exemplo, foram inspirados na língua suaíli, enquanto a faixa “Circle of Life” abre com uma estrofe cantada pelo compositor Lebo M em zulu; tal estética foi ampliada para a adaptação musical na Broadway, estendendo-se para os figurinos e a maquiagem dos atores; enquanto Beyoncé, em 2020, lançou o documentário ‘Black Is King’ como uma celebração da narrativa e como forma de ampliar os conceitos do remake em live-action, esquadrinhando dança, moda, estilos musicais e outros aspectos artísticos.

Trinta anos depois, O Rei Leão permanece em um status de existência quase inalcançável, em uma beleza ímpar e atemporal que é emulada por diversos títulos posteriores. Não é surpresa que a animação esteja na lista dos filmes favoritos de qualquer apaixonado por cinema – motivo pelo qual continua imortalizado.

‘Bridgerton’: Diretora de elenco revela ter recebido diversas fitas de SEXO como audição

Em entrevista ao Should I Delete That?, Kelly Valentine Hendry, diretora de elenco da popular série ‘Bridgerton‘, revelou ter recebido algumas fitas de audição absolutamente chocantes.

Ela afirmou que já recebeu diversas fitas sexuais e fotos de pessoas basicamente peladas, que já querem mostrar que não são tímidas na possibilidade de gravar as cenas mais quentes da série.

“Eu já recebi os vídeos mais inacreditáveis e não solicitados. São vídeos de sexo, basicamente. Não é sexo de verdade, mas são filmagens muito realistas. Também não são fotos de pessoas realmente peladas, mas isso não está muito distante da realidade. É triste, realmente.”

Ela também revelou que recebe vídeos sexuais em suas redes sociais diariamente, chegando a lotar 90% de seus mensagens.

Bridgerton está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington (Nicola Coughlan) finalmente tendo desistido de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton (Luke Newton) depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de mãe e das irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

Enquanto isso, Colin voltou de suas viagens de verão com um novo visual e um senso sério de arrogância. Mas ele está desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o trata com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para orientar Penelope nos caminhos da confiança para ajudá-la a encontrar um marido. Mas, quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.

Criada por Chris Van Dusen, a série é baseada nos romances de Julia Quinn.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros também estrelam.

‘O Urso’: 3ª temporada ganha teaser INÉDITO com comentários da crítica; Confira!

A 3ª temporada de O Urso, estrelada pelo ator Jeremy Allen White (‘Shameless’), chega este mês ao catálogo do Disney+ Brasil – e, agora, foi divulgado um teaser inédito com os comentários da crítica.

Lembrando que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de julho na plataforma de streaming.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a nova leva de episódios abriu com 94% de aprovação com base em 63 reviews – mas amargou apenas 59% de aprovação por parte do público.

Os críticos em geral elogiaram a terceira temporada por manter a excelência do programa, mas apontaram que o novo ano é inferior aos anteriores.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“‘O Urso’ ainda alcança momentos de transcendência na jornada dos seus personagens em busca de excelência profissional e crescimento pessoal, mas o programa mostra-se mais imperfeito do que sua aclamação efusiva poderia sugerir”, disse Alison Herman da Variety.

“Episódio por episódio, a terceira temporada de ‘O Urso’ está à altura do melhor que o programa já apresentou. Talvez até melhor”, disse Daniel Fienberg do The Hollywood Reporter.

“O novo ano de ‘O Urso’ não alcança exatamente o triunfo decadente da segunda temporada, mas em seus momentos de profunda introspecção emocional, ainda é — para usar uma comparação comum na gastronomia — notavelmente delicado. Talvez isso seja suficiente por enquanto”, disse John Nugent da Empire.

“O elenco continua esplêndido e a narrativa é sombria e lírica, de uma maneira que tanto desafia quanto recompensa o público por estar atento aos pequenos detalhes. O que ‘O Urso’ perdeu é o elemento de surpresa que marcou sua estreia”, disse Brian Lowry da CNN.

“Em seu auge, ‘O Urso’ continua inovador, excelente e tão habilmente retratado que assistir pode ser uma verdadeira delícia. No entanto, em alguns momentos, a temporada também parece confusa, exagerada e inconsistente”, disse Alan Sepinwall da Rolling Stone.

“Desta vez, a maior aposta do programa é perseguir corajosamente a disfunção, ao mesmo tempo em que permite espaço para graça e crescimento”, disse Lili Loofbourow do The Washington Post.

“A terceira temporada de ‘O Urso’ não consegue encontrar o equilíbrio ideal, como fez a temporada anterior, mas serve pratos suficientemente satisfatórios para manter os espectadores interessados até que as coisas realmente peguem fogo novamente”, disse Ben Travers do IndieWire.

“Este é o tipo de programa que inspira um afeto profundo e, mesmo com seus defeitos, sinto um grande carinho por ‘O Urso’ . No entanto, sinceramente, este não representa o ápice da série”, disse Rebecca Nicholson do The Guardian.

No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

‘F1’: Filme de Fórmula 1 estrelado por Brad Pitt ganha pôster e data para lançamento do trailer; Confira!

Através do Twitter, a página da Fórmula 1 divulgou o cartaz oficial de ‘F1‘, filme de Joseph Kosinski (‘Top Gun: Maverick’) que traz Brad Pitt como um ex-piloto de Fórmula 1 que retorna ao mundo do automobilismo.

Além disso, a publicação confirma que o trailer será lançado no próximo domingo (07).

Confira:

Segundo o Deadline, a Apple Original Films fechou um acordo com a Warner Bros. Pictures para o lançamento nos cinemas, marcado para 27 de junho de 2025. .

Antes, os filmes da Apple eram lançados nos cinemas pela Sony.

Orçado em cerca de US$ 300 milhões, o longa é considerado a maior aposta da Apple Studios, até o momento.

Além de Pitt, o elenco conta com Javier Bardem (‘Duna’, ‘A Pequena Sereia’), Damson Idris, Kerry Condon e Tobias Menzies, prometendo uma combinação de talentos de peso.

Stefano Domenicali, presidente da Fórmula 1, comentou sobre a produção:

“As filmagens vão acontecer em Silverstone, e esse será a primeira produção de Hollywood a realizar gravações internas durante um evento real”.

Em parceria com a F1, a Apple divulgou as imagens do carro APXGP, que será utilizado por Pitt durante as filmagens do longa. Confira:

‘Casamento às Cegas Brasil’: Fãs reagem aos novos episódios do reality show; Confira!

casamento as cegas uma nova chance netflix
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Os novos episódios da 4ª temporada de ‘Casamento às Cegas Brasil‘, intitulada ‘Uma Nova Chance’ já estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Assumindo a 1ª posição entre as séries mais assistidas da semana, a produção agora gira em torno de participantes divorciados, separados ou que viveram um noivado que fracassou.

Assim como nas temporadas anteriores, os participantes são confinados e precisam encontrar seus maridos ou suas esposas através de cabines, que os isolam completamente.

Após o pedido de casamento, eles são levados para a vida fora dos estúdios para descobrirem se o sentimento desenvolvido às cegas combina com a atração física.

E é claro que os novos episódios já estão dando o que falar entre os assinantes da plataforma.

Confira as reações:

‘O Imaginário’: Animação já esta disponível na Netflix!

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O Imaginário, novo filme de animação da Netflix, já chegou à plataforma de streaming.

O longa foi lançado hoje, 05 de julho, no catálogo do serviço.

Dirigido pelo renomado animador Yoshiyuki Momose (conhecido por ‘A Viagem de Chihiro‘), o filme promete encantar os espectadores com sua história cativante.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“‘O Imaginário’ explora a humanidade e a criatividade através dos olhos da jovem Amanda e seu amigo imaginário, Rodger. Juntos, eles vivem aventuras fantásticas que começam no sótão de casa, descobrindo um mundo mágico repleto de criaturas e lugares surpreendentes. No entanto, esse universo imaginário é ameaçado por uma força sinistra que coloca em risco não apenas o mundo encantado, mas também a amizade dos dois”.

O longa conta com as vozes de Kokoro Terada, Rio Suzuki e Sakura Ando.

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‘Pedaço de Mim’: Série com Juliana Paes e Vladimir Brichta estreia na Netflix!

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‘Pedaço de Mim’, produção brasileira estrelada por Juliana Paes e Vladimir Brichta, já está disponível no catálogo da Netflix.

A série chegou à plataforma de streaming hoje, 05 de julho.

Originalmente concebida como a primeira telenovela nacional da plataforma, a atração passou por uma reformulação e agora chegará aos espectadores em formato de série.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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O projeto foi criado e escrito por Ângela Chaves, com direção artística de Maurício Farias.

Liana (Paes), uma mulher que sonha em ser mãe, acaba tendo sua trajetória atravessada por eventos de alta força dramática, que afetam seu casamento com Tomás (Brichta).

João VittiPaloma DuarteCarolinie FigueiredoAnalu PrestesAntônio GrassiDani OrnellasFelipe AbibJussara Freira e outros completam o elenco.

‘The Dispatcher’: Apple TV+ anuncia nova minissérie de SUSPENSE estrelada por Patrick Bramall

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Apple TV+ anunciou recentemente sua mais nova minissérie de suspense, intitulada The Dispatcher.

A produção, baseada no livro de mesmo nome de Ryan David, é estrelada por Patrick Bramall (‘Evil: Contatos Sobrenaturais’) e é ambientada na Austrália.

Na trama…

A vida do detetive de polícia Ian Hunt desmoronou há dez anos, quando sua filha Maggie desapareceu sem deixar vestígios. Agora, trabalhando como atendente do serviço de emergência da polícia, a única coisa que o manteve ativo foi sua recusa implacável em aceitar que ela pudesse ter partido para sempre. Ao receber um pedido de socorro de uma jovem que ele tem certeza que é Maggie, Ian não irá descansar até encontrá-la e reunir sua família, custe o que custar.

Kris Mrska (‘Sem Escapatória’) entra como roteirista e produtor executivo.

Jamie LaurensonHakan KousettaJoanna Werner também entram como produtores executivos.

Mais informações não foram reveladas.

‘The Mandalorian & Grogu’: Membro do elenco da série não sabe se estará no filme

Por enquanto, Pedro Pascal é o único astro confirmado no elenco de ‘The Mandalorian & Grogu‘, filme que dará sequência às aventura de Din Djarin após a 3ª temporada da série de TV.

No entanto, os fãs esperam o retorno de figuras marcantes da atração, como a Armeira (Emily Swallow), que serve também como uma guia espiritual para o povo mandaloriano.

Em entrevista para o Screen Rant, Swallow foi questionada se recebeu algum convite para o projeto, mas ela foi direta do dizer que:

“Não!”

Quando o entrevistador acrescentou que os fãs esperam vê-la de volta ao papel, ela respondeu:

“Eu também espero.”

Lembrando que o filme está programado para estrear no dia 22 de maio de 2026.

De acordo com o Bespin Bulletin, o orçamento do longa deve girar em torno de US$ 120 milhões. O valor é menor do que o custo da 2ª e 3ª temporada da série original.

Foi dito que o motivo do valor tão baixo é devido a cortes de curtos que estão sendo ordenados pela Disney.

Por enquanto, ainda não muitos detalhes em torno do projeto, mas o Making Star Wars já havia revelado (via CBM) que o longa dirigido por Jon Favreau, criador da série, deve dar início a uma nova trilogia da saga espacial.

Ao que parece, essa trilogia também incluirá o filme ainda sem título de Dave Filoni, que conectará a trama de ‘The MandaloriancomAhsoka‘.

Já o terceiro filme é um completo mistério.

‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada da ACLAMADA série estreia este mês no Prime Video Brasil

A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, elogiada série baseada na clássica saga literária de Anne Rice, chega este mês ao catálogo do Prime Video Brasil.

O novo ciclo estreia na plataforma de streamingno próximo dia 22 de julho, quase dois meses depois do lançamento da primeira temporada.

Uma reinvenção sensual e contemporânea do revolucionário romance gótico de Anne Rice, Entrevista com o Vampiro segue a história épica de amor e sangue de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Bailey Bass), e os perigos da imortalidade, contados ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian). Irritando-se com as limitações da vida de um homem negro na Nova Orleans dos anos 1900, Louis acha impossível resistir à oferta de fuga definitiva do libertino Lestat de Lioncourt: juntar-se a ele como seu companheiro vampiro. Mas os novos poderes inebriantes de Louis têm um preço violento, e a introdução da mais nova novata de Lestat, a criança vampira Claudia, logo os coloca em um caminho de décadas de vingança e expiação.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘Mergulho Noturno’: TERROR da Blumhouse estreia este mês no Prime Video!

O terror ‘Mergulho Noturno‘ (Night Swim), um dos projetos mais recentes da Blumhouse e da Atomic Monster, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 18 de julho.

“Ray Waller é um ex-jogador da liga principal de beisebol que foi forçado a se aposentar precocemente em função de uma doença degenerativa. Ele muda para uma nova casa com sua preocupada esposa Eve, a filha adolescente Izzy e o filho Elliot. Ray, que no fundo ainda espera, contra todas as probabilidades, voltar à liga profissional, convence Eve de que a cintilante piscina do quintal da nova casa pode ser uma diversão para as crianças e uma ótima alternativa para as sessões de fisioterapia dele. Mas um segredo sombrio do passado da casa vai desencadear uma força malévola que levará a família ao terror mais profundo e inevitável.”

Relembre o trailer:

A produção amargou apenas 20% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que o longa entrega poucas cenas de terror, desperdiçando o conceito simples e falhando em causar qualquer impacto no gênero.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Há uma beleza melancólica em muitas das cenas na piscina em ‘Mergulho Noturno’, mas todos os elementos que as cercam são péssimos – desde a performance de Wyatt Russell até as metáforas aleatórias de beisebol.” (Slant Magazine)

“Para uma produção cujo conceito gira em torno de uma piscina que mata pessoas, há poucas cenas disso no filme. A baixa classificação etária impede que o longa tenha um impacto real, especialmente em relação às cenas de morte.” (Next Best Picture)

“Você pode facilmente deixar de ver este filme. Quem quer entrar na piscina em janeiro?” (Looper)

“A parte mais engraçada do filme é quando a Eve, a matriarca da família, diz: ‘Há algo errado com essa piscina!’. E essa afirmação também vale para o filme em si.” (Deadline)

“Este filme entrega exatamente o que podemos esperar sobre uma história que gira em torno de uma piscina assombrada. Não é um filme perfeito, mas também não é terrível.” (Mama’s Geeky)

“‘Mergulho Noturno’ apresenta temáticas interessantes e uma intrigante dinâmica familiar, mas o terror se torna o seu elemento mais fraco.” (Screen Rant)

“‘Mergulho Noturno’ perdeu diversas oportunidades de entregar algo épico. É mais um erro da Blumhouse que falha em entregar qualquer novidade ao gênero.” (Collider)

Dirigido por Bryce McGuire, o longa é baseado em seu curta homônimo de 2014, criado ao lado de Rod Blackhurst.

O elenco conta com Wyatt Russell, Kerry Condon, Amélie Hoeferle e Gavin Warren.

Criador de ‘Arrow’ revela que o futuro da CW dependia do SUCESSO da série

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Em entrevista ao The Showrunner Whisperer, Marc Guggenheim, cocriador e produtor executivo da série ‘Arrow‘, revelou que o futuro de toda a CW dependia do sucesso do seriado.

“[Peter Roth, presidente da Warner Bros. TV] nos levou para jantar e basicamente nos revelou essa realidade chocante caso ‘Arrow’ não fosse um sucesso: a CW fecharia as portas. Senti uma enorme pressão em manter toda uma emissora no ar.”

Ele completa, “Não acho que poderíamos ter feito isso com a quantidade de manobras e liberdade criativa que tínhamos. Foi um momento muito especial e único nesta indústria.”

Felizmente, o seriado foi um enorme sucesso e deu início ao Arrowverse, que reinou no canal por mais de uma década – rendendo produções como ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘ e ‘Supergirl‘.

Vale lembrar que a última série de super-heróis da DC Comics na emissora é ‘Superman & Lois‘, cuja temporada final está programada para o dia 17 de outubro.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série marca o fim do Arrowverse.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

Hugh Jackman relembra EMOCIONANTE história com Kevin Feige quando ele fez teste para Wolverine!

Hugh Jackman, o astro icônico que deu vida ao mutante Logan/Wolverine nas telonas, recentemente revisitou a história de sua escalação para o papel que marcaria sua carreira. Em entrevista ao Entertainment Weekly, ele relembrou os bastidores dessa jornada, repleta de reviravoltas e momentos marcantes.

Inicialmente, Dougray Scott estava escalado para interpretar o Wolverine. No entanto, devido a conflitos de agenda com as gravações de ‘Missão: Impossível 2’ ao lado de Tom Cruise, ele precisou deixar o projeto. Foi aí que a oportunidade surgiu para Jackman.

Convocado pela Fox para um teste em Toronto, Jackman se deparou com uma experiência nada agradável. Ele precisou ler suas falas para o diretor Bryan Singer em um trailer, enquanto o roteirista Tom DeSanto demonstrava total desinteresse, inclusive pedindo silêncio cada vez mais alto.

“Eu nem conseguia me ouvir”, relembra Jackman sobre DeSanto. “Ele claramente estava pensando: ‘Por que estou perdendo meu almoço testando um cara para um papel já escalado?'”.

Em meio ao clima desanimador, Kevin Feige, na época um assistente de produção júnior no set deX-Men, presenciava a cena e nutria uma esperança diferente.

“Havia uma correria para encontrar o nosso Wolverine. Lauren [Shuler Donner, sua chefe], estava muito animada com esse cara australiano que havia sido inicialmente rejeitado. Na minha memória, uma das principais razões era que ele era alto demais [Jackman tem 1,90]. O Wolverine nos quadrinhos às vezes é chamado de ‘Tronco de Fogo’. Ele é um cara baixinho. Mas eles estavam desesperados”.

Desanimado com o teste, Jackman saiu da Fox convencido de que não conseguiria o papel. Ele até pegou uma carona com Feige para o aeroporto.

“Eu disse: ‘Kevin, todos nós sabemos que eu não vou conseguir o papel. Você não precisa jantar comigo'”, lembra Jackman. “Mas ele insistiu, jantou comigo e depois me levou para o aeroporto. Nunca vou esquecer isso. Foi a coisa mais gentil que alguém já fez por mim. Eu pensei: ‘nunca mais vou vê-lo de novo'”.

Contra todas as expectativas, Jackman foi escolhido para o papel que mudaria sua vida para sempre. Vale salientar que, antes de Jackman, Russell Crowe foi cotado para o papel. Amigo do diretor Bryan Singer, ele recusou o convite.

“Ele estava realmente me pressionando para aceitar… Mas não me sentia confortável na época; e, além disso, nunca curti muito histórias em quadrinhos”, disse Russell.

Em outra entrevista, Jackman detalhou como precisou controlar sua ansiedade durante o processo de seleção: “Da minha primeira audição até a última, foram cerca de nove meses. Fiz as audições e me saí bem, mas não consegui o papel logo de cara. E aí, para minha sorte, um produtor encontrou minha fita de teste e disse: ‘Lembram desse cara?’. Tive muita sorte”.

deadpool e wolverine 01

Lembrando que o ator vai reprisar seu icônico papel em Deadpool e Wolverine, o novo filme da Marvel, que estreia dia 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Deadpool e Wolverine’: Emma Corrin fez pedido especial para Marvel, que disse não

cassandra nova deadpool 3
cassandra nova deadpool 3

Emma Corrin, em breve nos cinemas como a vilã Cassandra Nova em Deadpool e Wolverine, revelou detalhes sobre sua preparação para o papel em entrevista recente. A atriz, conhecida por seu trabalho em ‘The Crown’ e ‘O Amante de Lady Chatterley’, surpreendeu ao mencionar que o estúdio recusou seu pedido de um personal trainer para a personagem.

“Isto é engraçado porque eu pedi se poderia ter um personal trainer e eles disseram não”, disse Corrin, segundo a Variety. “Eles falaram que eu não precisava passar por nenhum treinamento físico. Eu estava tão pronta para passar por uma grande transformação, mas eles disseram, ‘Isso absolutamente não é necessário para você. Por favor, recue.’ Eu tentei”.

Nos quadrinhos, Cassandra Nova é a irmã gêmea maligna do Professor Charles Xavier. Detalhes do filme ainda são mantidos em sigilo, mas Corrin, em entrevista à Entertainment Weekly, revelou que o vilão Hans Landa de ‘Bastardos Inglórios’, de Quentin Tarantino, serviu como inspiração para sua personagem.

“Ele é tão educadamente educado e simpático e não afetado, e isso é realmente assustador”, disse Corrin. “É ainda mais sinistro porque ele não precisa fazer nada”.

Corrin acrescentou: “Ryan e Shawn apresentaram esta ideia, com a qual eu estava totalmente de acordo: ‘Queremos que essa vilã não seja uma vilã no sentido que você espera. Queremos que você se encante por ela, que seja charmosa, e exatamente quando você pensa que talvez ela tenha visto completamente a sua alma e que vocês serão melhores amigos para sempre, você está morto'”.

Sobre trabalhar na Marvel, a atriz declarou: “Eu admito, não sou uma pessoa da Marvel. Assisti ‘Homem-Aranha’ e ‘Pantera Negra’. Eu disse: ‘Olha, você vai ter que me atualizar sobre isso.’ É um mundo tão intricado. Há tanto nisso, é uma loucura total. Toda a linguagem e os easter eggs, e essa pessoa está relacionada àquela pessoa que fez isso, e aquela pessoa voltou e aquela pessoa está morta… é incrível”.

E concluiu: “Eu realmente entendo por que significa tanto para tantas pessoas. É um fenômeno, e me sinto muito sortuda por fazer parte disso. Especialmente ‘Deadpool’, porque adoro o fato de que ele é autoconsciente e crítico de suas próprias operações internas”.

Lembrando que Deadpool e Wolverine, o novo filme da Marvel, que estreia dia 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

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Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Jogo baseado na franquia ‘Um Lugar Silencioso’ ganha trailer; Confira!

a quiet place

O jogo ‘A Quiet Place: The Road Ahead‘, baseado na popular franquia ‘Um Lugar Silencioso‘, ganhou um novo trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Desenvolvido pela Saber Interactive – de ‘Evil Dead: The Game‘ –, o jogo está programado para ser lançado ainda este ano, em PlayStation 5, Xbox Series e PC (via Steam).

A trama gira em torno de Alex, uma jovem estudante que sofre com asma e luta para sobreviver ao fim do mundo ao lado de seu namorado, Martin. Mas a ameaça alienígena não é a única ameaça que ela terá que enfrentar enquanto navega pelas ruínas da civilização em busca de um lugar seguro…

10 filmes que abordam a maternidade e a gravidez

Mulher grávida se olhando no espelho.
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Geralmente em jornadas emocionantes, muitos longas-metragens abordam com olhares de reflexão o universo da maternidade e a gravidez. Esse momento tão especial para toda família, já nos trouxeram histórias com vários paralelos com a realidade. Para você que gostou desse tema, segue abaixo uma lista de filmes preciosos:

 

Levante

Na trama, conhecemos Sofia (Domênica Dias), uma adolescente super alegre, entrosada com as amigas de longa data, craque do time de vôlei de seu bairro que após se destacar nas quadras recebe uma possível proposta irrecusável, sendo forte concorrente à uma bolsa de estudos para jogar seu esporte favorito em outro país sul-americano. Acontece que no mesmo período dessa grande notícia, uma outra abala suas estruturas emocionais, ela está grávida. Desesperada e querendo interromper a gravidez, ela busca forças nas amigas e no seu pai (Rômulo Braga) mas sem deixar de sentir a fúria de um grupo de pessoas que fica sabendo da tentativa de aborto e que começa a discriminá-la.

 

Mar de Dentro

Na trama, conhecemos Manuela (Monica Iozzi), uma mulher independente, dedicada à carreira como diretora de criação de uma empresa, que se aproxima cada vez mais de Beto (Rafael Losso) um colega de trabalho. Certo dia, descobre que está grávida. Entre dúvidas e medos, dá andamento à gravidez sempre com o apoio do pai da criança e tendo poucos amigos, de mais próxima somente sua irmã Tetê (Gilda Nomacce). Mas uma tragédia coloca todas as questões de seu atual momento em grande conflito.

 

Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre

Nunca, raramente, as vezes, sempre. Seu coração pode estar partido hoje mas amanhã à luz da manhã. Ganhador de prêmios nos Festivais de Berlim e Sundance, um dos filmes mais comentados desse ano atípico para a civilização mundial, Never Rarely Sometimes Always, escrito e dirigido pelo cineasta nova iorquina Eliza Hittman, traz ao público um recorte de um tema polêmico, o aborto, de maneira dura e necessária para gerar a reflexão de todos nós do lado de cá da tela. A protagonista, interpretada por Sidney Flanigan (em seu primeiro filme como atriz) é o retrato de muitas mulheres espalhadas pelo mundo, as escolhas que ela tem e as decisões que toma em um mundo de informações instantâneas mas tão distante para pessoas que ainda estão aprendendo sobre a vida. É um filme com cenas fortes, onde se expressa toda a dor e conflitos da protagonista. Impressiona a captação das emoções pelas lentes sensíveis de Hittman.

 

Stupid Young Heart

Hölmö nuori sydän, no original, conta a história de Lenni (Jere Ristseppä) e Kiira (Rosa Honkonen) um casal de jovens que com pouco tempo de um quase relacionamento precisam enfrentar as dificuldades e desafios de uma gravidez. Com movimentos maduros de ritmos completamente diferente, o primeiro acaba muito confuso, com péssimas amizades e busca conhecer um mundo que não conhece mostrando ser influenciado ao extremo por extremistas preconceituosos. A segunda precisa encarar tudo de forma corajosa, sendo duas forças segurando as batalhas que enfrenta durante a gravidez.

 

E agora, meu amor?

Na trama, conhecemos Alex (Matthew Perry), um engenheiro que tem a grande chance de sua carreira profissional ao ser designado para supervisionar um projeto de construção em Las Vegas. Em uma noite, nesse lugar, acaba conhecendo Isabel (Salma Hayek), uma jovem com quem passa uma única noite. O tempo passa e Isabel volta a cruzar o caminho de Alex ao descobrir que está grávida. Buscando se entenderem, mesmo sem se conhecerem, o casal resolve enfrentar os conflitos de uma união e a chegada do primeiro filho.

 

As Boas Maneiras

Ana (Marjorie Estiano) e Clara (Isabel Zuaa), dois universos que se encontram. Ana, cheia de dívidas, devendo o condomínio, cartões de créditos sem limites, brigada com a família, vive uma gravidez solitária, com noites difíceis de dormir, adepta do sertanejo dance como forma de ginástica, encontra em Clara uma amiga, uma companheira, para ajudá-la na fase final de sua gestação. Clara é uma trabalhadora brasileira que consegue um emprego na casa de Ana e aos poucos acaba se envolvendo de maneira intensa com ela, principalmente após descobrir segredos ligados ao sonambulismo e as noites de lua cheia. O mundo praticamente se fecha para as duas, e uma vai precisar da outra para combater qualquer tipo de obstáculo.

 

A Filha do Pai

A trama, que tem o roteiro baseado em um livro de Marcel Pagnol, conta a história de Patricia, filha do poceiro Pascal que engravida do jovem piloto de avião Jacques Mazel, que desaparece dias depois, pois, seu avião fora abatido na guerra. Após saber da notícia da gravidez, Patricia é expulsa de casa pelo pai e seus sogros se recusam a reconhecer a criança. Após alguns meses, alguns reencontros e tentativas de perdão tomaram conta do filme até o seu desfecho muito bonito.

 

Eu Também não Gozei

Mulher com bebê em um posto de saúde.

Um dos sete filmes selecionados para a Mostra Aurora, dedicada à novos diretores, dentro da 27a Mostra de Cinema de Tiradentes, o documentário paulista Eu Também não Gozei foca suas reflexões na maternidade, ampliando olhares sobre a questão através de uma busca pela história do próprio filho recém-nascido. O projeto, que demorou seis anos para ser feito, utiliza em sua narrativa um vai e vem na linha temporal, ação que encontra um dinamismo, além de um leque de situações que passa a protagonista em busca de sua própria forma de enxergar esse momento marcante da vida.

 

Canção de Ninar

Na trama, conhecemos a jovem Amaia (Laia Costa), de cerca de 30 e poucos anos, que acaba de ser mãe de primeira viagem. Após o nascimento da criança, ela passa por diversas fases, como: a relação com o seu lado profissional agora sendo mãe e os conflitos com o marido Javi (Mikel Bustamante) muitas vezes ausente. Em todos esses momentos, seu pai Koldo (Ramón Barea) e sua mãe Begoña (Susi Sánchez, em grande atuação) se mostram presentes e em certo momento onde já não consegue mais lidar com tudo que vem passando sozinha resolve passar um tempo com eles na casa onde morou quando pequena. Esse período será de grande aprendizado e também trará grandes surpresas.

 

A Mão que Balança o Berço

Na trama, conhecemos o casal Claire (Annabella Sciorra) e Michael (Matt McCoy), ela uma dona de casa, ele um engenheiro genético. A dupla percorre seus dias felizes e com a recente chegada do novo filho resolvem ir procurar uma babá para ajudá-los, assim encontram Peyton (Rebecca De Mornay). Só que a nova babá não é quem diz ser e aos poucos emplaca um plano de vingança. O título do filme veio inspirado em uma frase escrita pelo poeta William Ross Wallace que relaciona a maternidade com as mudanças no mundo.

Showrunner rebate críticas à ‘The Acolyte’: “Preocupante, mas esperado”

Leslye Headland, showrunner de The Acolyte, série derivada de Star Wars, se pronunciou recentemente sobre as críticas negativas que a produção recebeu. Ela afirmou que a situação é “preocupante”, mas também “esperada”.

Conforme relatado pelo Games Radar, Headland comentou: “Oh, sim. Todo mundo sabe como são os ataques coordenados de críticas. Realmente, quando o show estreou, meu publicitário disse, ‘OK, com as críticas…’ e eu respondi, ‘Alguém ainda leva isso a sério?'”

Ela prosseguiu: “Eu entendo o ponto de vista, que é que o espectador médio olharia para o site e diria, ‘Oh, a avaliação dos usuários é muito baixa’. Mas eu acho que, se você está no fandom de Star Wars, você já sabe o que é review-bombing. Então eu suponho que se você é completamente novo no fandom e está considerando assistir ao show, isso poderia te afetar. Mas eu também acho que meu trabalho no passado sempre foi muito de boca a boca, então eu não sei se… Eu acho que porque nos bastidores todos sabemos o que é – não é que não seja preocupante – mas eu acho que é bastante esperado, eu diria”.

Lembrando que apesar de ter recebido críticas positivas da mídia especializada, com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, o público tem sido bem mais crítico, com apenas 13% de aprovação na mesma plataforma. No IMDb, a série também não se sai bem, com uma avaliação média de apenas 3,3/10.

star wars the acolyte

Os fãs têm criticado severamente a nova produção, classificando-a como desnecessária, excessivamente politizada e argumentando que está comprometendo o querido universo de Star Wars, atribuindo isso à ganância da produtora.

Relembre trailer da série e siga o CinePOP no Youtube:

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef  

A produção traz personagens como os mestres Sol (Lee Jung-jae) e Indara (Carrie-Anne Moss), a padawan Jecki Lon (Dafne Keen) e o Wookie Jedi Kelnacca (Joonas Suotamo).

Jeremy Allen White vira Wolverine em épica fanart: Confira!

Com a proximidade da estreia de Deadpool e Wolverine, que marca a introdução dos mutantes no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), a especulação sobre quem interpretará o Wolverine após Hugh Jackman segue a todo vapor.

Diante disso, um artista deu asas à imaginação e criou uma imagem impressionante de Jeremy Allen White, astro da série ‘O Urso’, como o feroz mutante.

A arte foi compartilhada no Instagram do artista 21xfour.

Lembrando que Deadpool e Wolverine, o novo filme da Marvel, estreia dia 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

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Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.