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Conheça a Schadenfreude, a emoção ficou de FORA de ‘Divertida Mente 2’

Em entrevista exclusiva ao Renato Marafon, o diretor Kelsey Mann e o produtor Mark Nielsen falaram sobre ‘Divertida Mente 2‘ e revelaram qual emoção ficou de fora do filme.

“Com certeza temos uma emoção que ficou de fora. Minha favorita e ainda acredito que deveria ser usada de uma forma nesse mundo é a emoção de schadenfreude. Para aqueles que desconhecem, é o sentimento que você tem quando você sente prazer com a dor de outra pessoa. Esse personagem chegou a aparecer”, ele afirmou.

Schadenfreude é um termo alemão que tem como significado o prazer malicioso frente à adversidade alheia. Esse sentimento possui relação com inúmeras variáveis, entre as quais: a inveja, o merecimento e os relacionamentos intergrupais.

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Além disso, a roteirista Meg LeFauve revelou ao Comic Book que algumas outras ideias também foram cortadas da trama.

“Tínhamos uma pescadora de ideias chamada Gail, e fomos à fábrica de Fatos e Opiniões e vimos como elas eram feitas. E isso foi superdivertido. Acho que em termos emocionais, realmente tentamos por um bom tempo ter Vergonha no filme, e a Culpa também. Elas formariam uma espécie de autoaversão, aquela coisa que ataca você do nada. E conversamos com muitos especialistas sobre isso. Mas, no fim das contas, percebemos que a vergonha não é realmente uma coisa boa como as outras emoções porque é apenas algo que te constrange, enquanto a culpa é sobre assumir responsabilidades e é um comportamento, não quem você é emocionalmente.”

Ela explicou que:

“De fato, nunca deu muito certo. Nosso foco foi a Ansiedade, porque ela começou a bifurcar muito o enredo. Mas acho que todos nós temos aquele crítico autodestrutivo em nossa cabeça, e tivemos que detalhar como a Ansiedade pode começar a afetar sua vida. Então isso foi uma coisa que poderíamos exploramos em vez de coisas infrutíferas para o enredo.”

Em apenas 16 dias, a sequência ‘Divertida Mente 2‘ já arrecadou impressionantes US$ 863.1 milhões nas bilheterias mundiais.

O novo longa conseguiu ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme (US$859M), e atualmente se encontra no TOP 19 das maiores animações da história do cinema.

Nos EUA, o longa soma US$ 411.8 milhões – o que representa a nona maior animação da história do país, superando ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ (US$400.9M).

Internacionalmente, ‘Divertida Mente 2‘ acrescenta US$ 451.3 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados internacionais é formado pelo México (US$71.1M), Reino Unido (US$32.9M), Coreia (US$32.2M) e Brasil (US$28M).

De acordo com o Deadline, a sequência deve ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação no próximo final de semana, tornando-se a animação mais rápida a alcançar esta marca histórica.

Vale destacar que, no Brasil, o longa da Pixar se tornou a segunda maior abertura da história dos cinemas nacionais ao levar 4.5 milhões de espectadores para a frente das telonas, ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019), que vendeu 5.5 milhões de ingressos.

Agora, com R$ 112.4 milhões arrecadados, o filme ultrapassou os R$ 56.7 milhões de ‘Planeta dos Macacos – O Reinado’ – até então a maior bilheteria do ano.

 

‘Tudo em Família’: Comédia romântica com Nicole Kidman e Zac Efron DIVIDE os críticos com 53% de aprovação

Intitulada ‘Tudo em Família’, a comédia romântica estrelada por Nicole KidmanJoey KingZac Efron já está disponível na Netflixmas não está se saindo bem entre a crítica e o público.

Dirigido por Richard LaGravenese e escrito por Carrie Solomon o longa gira em torno de uma jovem chamada Zara trabalha como assistente do astro de cinema Chris Cole – isto é, até Chris se apaixonar pela mãe dela.

Enquanto o público atribuiu apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes, os críticos avaliaram com apenas 53%

Das 19 críticas publicadas até o momento, dez são positivas e nove são negativas.

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Confira:

“É divertido ver Kidman e Efron juntos novamente, mas, infelizmente, o reencontro é sem sal. Provavelmente, o público vai torcer para que acabe logo.” – Movies Thru the Spectrum

LaGravenese mira na linha de chegada, esperando terminar com uma nota alta de amor de conto de fadas, mas há muita coisa que não combina em ‘Tudo em Família’.” – Blu-ray.com

“Apesar de algumas falhas, ‘Tudo em Família‘ ainda é um bom filme, elevado pela performance de seu elenco fantástico.” – Next Best Picture

“‘Tudo em Família‘ é o que chamamos de filme tapa-buracos. Você sabe, o tipo de comédia de baixo risco e mínimo investimento, onde você pode simplesmente fazer tarefas domésticas e dobrar roupa e não se preocupar em perder nada importante.” – The Only Critic

“‘Tudo em Família’ tem falhas, mas ainda se mantém unido pela força de sua comédia, mesmo que sofra um pouco por atingir um público passivo de streaming.” – Screen Rant

 

Liza KoshyKathy BatesShirley MacLaine completam o elenco.

‘O Homem de Aço’: Kevin Costner finalmente quebra o silêncio sobre a controversa morte de Jonathan Kent

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Em 2013, Kevin Costner deu vida ao pai de Clark Kent (Henry Cavill), Jonathan, em ‘O Homem de Aço‘, adaptação dirigida por Zack Snyder.

No longa, Jonathan acabou morrendo depois de ser sugado por um furacão numa cena que muitos fãs criticaram devido ao fato de que Clark poderia salvá-lo num piscar de olhos.

No entanto, Jonathan estende a mão, pedindo ao filho para não intervir por medo de alguém descobrir seus poderes.

Enquanto promovia seu próximo filme, intitulado ‘Horizon: An American Saga’, Costner comentou sobre a cena, defendendo a ideia do roteiro.

“Achei que o personagem estava enraizado na dúvida [sobre querer ser salvo ou aceitar a morte]. Mas, na verdade, não havia dúvida. Ele levantou a mão e indicou ‘Fique aí’ para o filho.”

Ele continuou, falando sobre sua experiência em um filme de super-heróis.

“É uma sorte minha estar em um filme de super-heróis e ser a única pessoa normal. Eu estava tipo: ‘Sério? Não posso voar? E não posso atravessar a parede? Sou um fazendeiro?’ Então eu olhei para isso e disse: ‘Ok, eu posso fazer isso’.”

Lembrando que as gravações do próximo filme do ‘Superman já começaram e o herói vivido por David Corenswet ganhou um novo traje, resgatando o clássico visual dos quadrinhos com uma cueca vermelha por cima da calça, diferente da versão de Henry Cavill.

Pensando nisso, um usuário do Twitter compartilhou uma imagem editada imaginando como seria o traje sem o acessório, já que alguns fãs ficaram bem divididos quanto a isso.

Confira:

Fiquei curioso para saber como seria o traje sem calção.. então aqui está. (Abaixei e ajustou o cinto também).”

Com estreia marcada para julho de 2025, o longa também conta Rachel Brosnahan como Lois Lane, Nicholas Hoult como o vilão Lex Luthor, Nathan Fillion como Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Lembrando que Superman‘ será o primeiro filme do novo DCU e é escrito e dirigido por Gunn.

10 curiosidades de ‘E.T. – O Extraterrestre’, um clássico imortal de Steven Spielberg

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Lançado em 1982, E.T. – O Extraterrestre é um dos maiores clássicos da história do cinema. Voltado para o público infantil, a história de amizade entre um garotinho e um alienígena foi o primeiro contato de várias gerações de crianças com a ficção científica e a aventura.

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Mais de 40 anos depois, o longa segue como um dos mais louvados do cinema, reunindo uma legião interminável de fãs ao redor do mundo. E como todo grande filme, E.T. também esconde uma série de curiosidades de bastidores. Por isso, o CinePOP separou 10 delas para você conhecer. Confira!

Em pé de igualdade

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Como parte da construção da magia do filme, Steven Spielberg conduziu a trama buscando trazer a ótica infantil sobre um alienígena para as telonas. Para ajudar a criar essa identificação com o público, o diretor gravou a maior parte das cenas pela perspectiva, pelo ângulo infantil. Por isso que os adultos parecem sempre muito maiores, a ponto de praticamente não se ver rostos do pessoal maior de idade, e o E.T. está sempre em pé de igualdade com a molecada.

Cameo

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Uma das histórias mais fantásticas desse filme é sobre a participação especial de Harrison Ford. O ator e o diretor tinham uma grande amizade por conta do tempo junto gravando Indiana Jones, e Steven queria que ele fizesse uma ponta como diretor da escola de Elliott. Ford não estava muito interessado, mas a roteirista do filme, Melissa Mathison, que namorava o ator na época, encheu tanto a paciência que ele topou com uma condição: seu rosto não apareceria.

Não adiantou

Ford gravou a cena em que aparece de costas em uma sala escura. Ele está dando um leve esporro no Elliott (Henry Thomas), logo depois da icônica cena do colégio, em que o menino estabelece uma conexão mental com o ET, liberta os sapos que seria dissecados e causa um caos na sala de aula. No fim das contas, a cena ficou muito sombria e Spielberg sentiu que não estava acrescentando muito ao longa, que já estava com uma enorme duração. Resultado: o cameo foi gravado, mas não entrou no corte final. A cena, inclusive, só foi revelada nos anos 90, com o lançamento do DVD.

John Williams

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A parceria e amizade entre Steven Spielberg e John Williams é de outro mundo. É praticamente impossível falar de um sem pensar no outro. E ela se construiu por meio de histórias e liberdades que foram tomando ao longo dos projetos que trabalharam juntos. Em E.T. – O Extraterrestre, Williams não estava conseguindo reger a trilha de forma que sincronizasse com o filme. Após uma série de tentativas, Spielberg reparou no incômodo e constrangimento do amigo e desligou as telas. Sem ter as cenas como referência, o diretor pediu para o compositor e maestro reger sua orquestra como se estivesse fazendo uma apresentação. A trilha fluiu de forma praticamente mágica. Então, Steven editou o filme para adaptar as cenas à trilha e não o contrário. Deu tão certo que Williams foi premiado com o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pelo filme.

Brincadeira

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Falando em amizade, Spielberg homenageou seu grande amigo George Lucas com uma piada na icônica sequência do Halloween. Nas ruas, o E.T. vê uma criança vestida como o Mestre Yoda, de Star Wars, e associa ao seu lar. A cena em questão fez muito sucesso ao misturar as franquias. Anos mais tarde, com a retomada de Guerra nas Estrelas, George retribuiu a brincadeira colocando a espécie do E.T. no Senado Galáctico, em Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma (1999).

Peso na consciência

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Estreando na atuação, a pequena Drew Barrymore foi o grande destaque dos bastidores. Ela era uma graça e constantemente reagia a coisas comuns das gravações, como os fios que estavam por baixo dos pés do E.T. nas cenas de movimentação. Isso rendeu algumas falas a ela que foram praticamente improvisos da criança reagindo ao ambiente. Porém, teve um momento em que ela ficou doente e foi trabalhar mesmo estando com febre. Foi um dia terrível, porque a menina não conseguia lembrar suas falas. O processo de filmagem foi tão exaustivo que Spielberg acabou se irritando e gritou com a menina. Quando contaram para ele que ela estava doente, pesou na consciência e ele foi se desculpar. A menina não parava de chorar, então ele a abraçou e mandou a coitada para se recuperar em casa.

Fumante

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A construção do E.T. passa pela aparência e pela voz. Para criar o visual do alienígena, o time apostou no tom professoral dos rostos do físico Albert Einstein e do poeta Carl Sandburg. Para deixar mais fofinho, misturaram esses rostos com a cara de um cachorrinho da raça Pug. Para a voz, eles convidaram a atriz Pat Welsh, que fumava dois maços de cigarro por dia. Por US$ 380, ela gravou suas falas em aproximadamente nove horas e meia.

Surpresa

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Steven Spielberg botava tanta fé no projeto, que decidiu fazer o primeiro teste oficial do longa no Festival de Cannes. O filme entrou na programação de última hora, como uma inscrição extraoficial. O resultado foi uma sonora salva de palmas, fazendo de E.T. um dos filmes mais populares daquela edição, tendo melhor desempenho do que muitos longas que estavam na programação e concorrendo ao prêmio.

Injusto

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E.T. – O Extraterrestre foi um fenômeno. O longa se tornou a maior bilheteria do cinema até então e foi indicado a 9 Oscars, incluindo Melhor Filme. Porém, acabou concorrendo com o espetacular Gandhi, que levou 8 das indicações que conseguiu, incluindo a tão sonhada categoria de melhor filme. No entanto, alguns anos depois, o ator e diretor do filme Richard Attenborough disse ter se sentido culpado por ter vencido, porque considerava E.T. um filme muito melhor.

Ele gosta

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Spielberg é um dos maiores diretores da história e tem uma filmografia absurda. Porém, ele reconhecidamente não gosta de rever seus filmes. Em entrevista ao ‘The Late Show com Stephen Colbert’, o diretor revelou que só gosta de assistir várias vezes cinco ou seis filmes de sua autoria, sendo E.T. um deles. Steven definiu o longa como “um filme realmente perfeito”.

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E.T. – O Extraterrestre está disponível no Amazon Prime Video.

 

Dia do Orgulho LGBTQIA+ | ‘Pose’ trouxe uma revolução trans na indústria do entretenimento

“O que me atingiu mais ao falar [com a comunidade transexual] foi o quanto eles enfrentaram, quantos ataques eles recebem, quantos deles encontram dificuldade em conseguir saúde pública e trabalho. Então eu decidi fazer mais do que um show para [eles]. Eu quero estender a mão e ajudar a comunidade”.

Nessa entrevista à Variety, o prolífico realizador Ryan Murphy anunciava, antes mesmo da estreia da série Pose, que todos os lucros da produção seriam destinados ao Transgender Legal Defense & Education Fund, organização fundada para ajudar os jovens transexuais a terem maiores oportunidades em uma sociedade extremamente retrógrada e preconceituosa. A decisão de Murphy em fazer isso não veio após o lançamento do drama, e sim como uma forma de diminuir esses abismos e fomentar discussões sobre identidade de gênero que são deixadas de lado em prol de uma controversa defesa tradicionalista do que significa ser “homem” e “mulher”. Rechaçado pelos conservadores, ele se tornou responsável, ao lado de nomes como o do frequente colaborador Brad Falchuk e de Steven Canals, Nina Jacobson e Janet Mock, por levar tais pautas ao cenário mainstream.

É claro que narrativas sobre pessoas transexuais já existiam antes no cinema, mas nunca de uma forma tão verdadeira ou revolucionária quanto com Pose. Nos últimos anos, o escopo cinematográfico e televisivo lidou com um aumento exponencial dessas narrativas, como o aclamado ‘Uma Mulher Fantástica’, que gira em torno de uma mulher trans que luta contra a família de seu amado após sua morte e que se tornou a primeira produção no Oscar a trazer uma personagem transexual e uma atriz transexual a ganhar uma estatueta; ou também o controverso ‘A Garota Dinamarquesa’, que reviveu a história de Lili Elbe, mas foi estrelado por um homem cis-hétero (Eddie Redmayne); ou os documentários Paris Is Burning e ‘Revelação’, que permanecem como títulos obrigatórios para quem queira estudar a representatividade trans na mídia.

As obras mencionadas acimas são apenas algumas das que trouxeram tal temática aos holofotes – e representam uma porcentagem ínfima do número absurdo de filmes e séries que são lançados dia a dia. Pose, dessa maneira, veio para abalar as engessadas estruturas da criação artística e promoveu uma transgressão dos paradigmas: primeiro, Murphy contratou o maior elenco protagonista trans da história do entretenimento; segundo, aliou-se a nomes de peso da comunidade para permitir que estrelas como Dominique Jackson e Mj Rodriguez ascendessem a uma fama inenarrável – Rodriguez inclusive faturou uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz em Drama por seu papel como Blanca Rodriguez; e, terceiro, contribuiu para conversas de importância inenarrável para a contemporaneidade, inclusive a destruição de tabus e comentários LGBTQfóbicos movidos por um ódio infundado e generalizado.

Segundo estudos do Human Rights Campaign, o ano de 2021 registrou um recorde de assassinatos de pessoas trans e de gênero não-conformista nos Estados Unidos: 28 pessoas foram mortas, com a maioria das vítimas sendo negra ou latina – o maior número em seis anos. Já no Brasil, a situação é mais complicada: em janeiro de 2020, a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) chamou atenção pelo fato do nosso país continuar como o que mais mata travestis e transexuais no mundo inteiro, apresentando um aumento de 90% de homicídios contra a comunidade em relação ao ano anterior e caindo para a 68ª posição no ranking de países seguros para a população LGBTQIA+. Esses aumentos injustificáveis refletem também a baixíssima expectativa de vida da comunidade trans – que gira em torno de 35 anos, metade da média nacional.

Pose pode até ser ambientado no efervescente cenário dos anos 1980 e 1990 dos EUA, mas, certamente, serve como uma aula de identidade de gênero e das preocupações que a população queer, especialmente as mulheres trans negras e latinas, enfrentam quando resolvem levantar a voz frente a injustiças sociais e à falta de oportunidades. As personagens principais foram desmoralizadas e diminuídas por serem quem são e por ousarem sair da conformidade de gênero e se expressarem de um modo mais verdadeiro. Grande parte das personagens, como Elektra (Jackson), Angel (Indya Moore) e Candy (Angelica Ross), se viram obrigadas a encontrar um modo de sobreviver como prostitutas e trabalhadoras do sexo – algo que parece duro, mas representa a altíssima porcentagem de mulher trans que recorrem a esses meios para ganhar dinheiro (representando quase 15% do total, segundo a National Transgender Discrimination Survey de 2015).

Como se não bastasse, elas, ao lado de Pray Tell (Billy Porter), Damon (Ryan Jamaal Swain), Ricky (Dyllón Burnside) e tantos outros, são vítimas do estigma segregativo do boom do HIV e da AIDS, infecção sexualmente transmissível que servia como aval para a marginalização dos LGBTQIAs e para que as pessoas aquiescessem a um estilo de vida heteronormativo e à risível defesa de um “núcleo familiar tradicional” que, na verdade, é fruto de um pensamento religioso e quase medievalista. Em meio a tantos obstáculos, cada protagonistas e coadjuvante reúne as forças necessárias para vencer os obstáculos e tentar, de alguma forma, alcançar um modo de vida digno.

A dramatização da época em questão é certeira em diversos aspectos realistas – principalmente quando a série nos transporta para o escondido microcosmos dos ballrooms. Os bailes em questão, parte da própria existência de Nova York e de tantas outras cidades ao redor do mundo (como São Paulo e Londres), surgiram como espaço de resistência e de promoção da diversidade, pavimentados como refúgios para jovens LGTBQIA+ expulsos de suas casas, por exemplo. Tal cenário ganhou expressividade nos anos 1960 e pelas mãos da comunidade negra latino-americana, mantendo-se vivo até os dias de hoje. É aqui, também, que as Casas ganham vidas (grupos que emulam as configurações familiares) e onde o voguing, dança inspirada pela revista Vogue, é apreciado por todos.

Cada elemento de Pose deve ser apreciado em sua completude e compreendido como um breve retrato de uma história que auxilia na desconstrução de tabus e máculas que acompanham essa comunidade desde sempre. Por esse e por tantos outros motivos, a série, com apenas suas três temporadas, tornou-se uma das mais importantes e essenciais do escopo mainstream – e suscitou uma revolução queer que mudou para sempre a nossa maneira de enxergar o mundo.

Dia do Orgulho LGBTQIA+ | 10 recentes filmes e séries para conferir nos streamings

O Dia do Orgulho LGBTQIA+ é celebrado hoje – e é sempre bom relembrarmos as grandes produções que vêm dominando os streamings nos últimos anos e que apresentam uma visibilidade considerável e livre de estereótipos para uma das minorias da sociedade que sofrem preconceito dia após dia.

Pensando nisso, preparamos mais uma matéria especial elencando os melhores e mais recentes filmes e séries queer para você conferir nos streamings – focando essencialmente nas produções lançadas nesta década (isto é, de 2020 até 2022).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

BEM-VINDO À CHECHÊNIA (2020)

Onde assistir: HBO Max

Trazendo conversas com inúmeros refugiados da comunidade queer e suas experiências de quase morte, a produção do longa sofreu complicações pela proteção dos entrevistados. Entretanto, em vez de utilizar técnicas convencionais de mascarar o rosto dos participantes, o diretor optou por utilizar substituições faciais com avançados efeitos visuais – principalmente por seu desejo de colocar rostos reais nas histórias.

AMMONITE (2020)

Onde assistir: Apple TV+

Em 1820, no Reino Unido, a paleontóloga Mary Anning faz importantes descobertas científicas de fósseis marinhos de amonite, um tipo de molusco, ao longo do Canal da Mancha. Lá, ela conhece e vive um romance com uma jovem londrina que vive junto ao mar enquanto sua saúde se recupera.

THE WILDS (2020)

Onde assistir: Prime Video

Parte drama de sobrevivência, parte festa do pijama distópica, The Wilds segue um grupo de meninas adolescentes de diferentes origens que devem lutar pela sobrevivência depois que um acidente de avião as deixa em uma ilha deserta. As garotas brigam e se unem enquanto aprendem mais umas sobre as outras, os segredos que guardam e os traumas que todas enfrentaram. Há apenas uma reviravolta neste drama emocionante… Essas meninas não acabaram nesta ilha por acidente.

GENERATION (2021)

Onde assistir: HBO Max

Generationsegue um grupo de alunos do ensino médio que vive em Orange County, na Califórnia, e explora sexualidade, amor, família e amizade no mundo moderno e tecnológico ao seu redor. Chester é um rapaz que começa a atrair a atenção do novo conselheiro da escola. Por sua vez, Greta percebe que não pode fazer muito fora de casa sem que sua tia descubra. Nathan decide se afastar de sua irmã gêmea Naomi quando segredos vêm à tona, mas está confiante de que Chester vai melhorar seu dia. Já Arianna, a rica e desbocada melhor amiga de Naomi, tenta esconder suas inseguranças com piadas preconceituosas. É nessa comunidade conservadora que todos eles vão lutar para encontrar seu lugar no mundo, colocando à prova crenças e convicções morais – como as de Megan, uma mulher que sofre de TDAH e que não poderia discordar mais das visões dos filhos Naomi e Nathan.

YOUNG ROYALS (2021)

Onde assistir: Netflix

Na série Young Royals, quando o príncipe Wilhelm precisa se ajustar à vida em seu prestigioso colégio interno, Hillerska, ele começa a perceber que seguir seu coração nem sempre é uma escolha fácil, necessitando lidar com algumas situações mais desafiadoras do que o previsto.

APRESENTANDO, NATE (2022)

Onde assistir: Disney+

Nate Foster, de 13 anos, é um garoto impopular que nutre fantasias vívidas de se tornar uma grande estrela musical da Broadway. No entanto, Nate não consegue nem mesmo um papel decente nas produções dramáticas de seu ensino médio, sendo escalado como uma árvore em vez do papel principal que ele deseja. Quando ele e sua melhor amiga Libby planejam uma viagem ousada a Nova York, sem o conhecimento de seus pais, para uma audição para “Lilo & Stitch: The Musical”, Nate pode estar prestes a realizar seu sonho de toda a vida. Mas, primeiro, ele tem que superar uma série de obstáculos cômicos que ameaçam sua aventura na Broadway com um desastre a cada passo em falso.

HEARTSTOPPER (2022)

Onde assistir: Netflix

Na adorável e elogiada adaptação de Heartstopper, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

ORGULHO E SEDUÇÃO (2022)

Onde assistir: Star+

Ambientado em um destino de férias gay perto de Long Island, Nova York, ‘Orgulho e Sedução é uma comédia romântica moderna que tem um olhar diversificado e multicultural do mundo queer. Inspirado nos dilemas atemporais do clássico ‘Orgulho e Preconceito‘ de Jane Austen, a história gira em torno de dois melhores amigos que decidem embarcar em uma lendária aventura de verão com a ajuda de um vinho rosé barato e seu eclético grupo de amigos.

PRIMEIRA MORTE (2022)

Onde assistir: Netflix

Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope. Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.

MEU NAMORADO FAKE (2022)

Onde assistir: Prime Video

Em Meu Namorado Fake, Andrew está em apuros. Além de ter que superar o término com o namorado, ele ainda tem que despistar o intrometido tóxico de seu dia-a-dia. Enfim, só não consegue ficar longe do boy tóxico. Com dó do amigo emocionado, seus amigos intrometidos decidem ajudá-lo criando “Cristiano”, um namorado falso perfeito nas redes sociais. Enquanto Cristiano vai viralizando na internet e se torna uma sensação mundial, Andrew conhece seu cara dos sonhos da vida real, Rafi, um charmoso dono de restaurante. Agora, Andrew deve encontrar uma maneira de acabar com a falsa aventura, fugir de seu ex ciumento e conquistar o coração de Rafi.

Crítica | A Grande Fuga – Michael Caine Volta a Atuar em EMOCIONANTE Filme Baseado em História Real

Parece inacreditável, mas em breve completaremos 70 anos desde o fim da II Guerra Mundial. Ainda hoje temos histórias desse período que vêm à tona para ajudar a montar o grande quebra-cabeças que é atravessar uma guerra. Histórias às vezes terríveis, outras vezes, de sobrevivência e de superação. Acima de tudo, história de pessoas, cujas lembranças aos poucos vão sendo compartilhadas, e muitas destas acabam por emocionar tanto ao público, que decidem registrá-la de alguma forma, seja no formato de um livro, seja no formato de um filme. Um desses relatos emocionantes acaba de virar um filme, ‘A Grande Fuga’, que chega a partir dessa semana nos cinemas brasileiros.

Bernard Jordan (Michael Caine, de ‘Despedida em Grande Estilo’) é um ex-combatente da marinha da rainha, tendo servido o império britânico durante as Guerras Mundiais. Ele esteve presente durante a chegada das tropas aliadas à Normandia, conhecido como o Dia D, e foi durante esse episódio que conheceu um jovem soldado que lhe pedira que entregasse uma carta em caso de sua morte. Hoje, aos 89 anos, Bernard vive em uma casa de repouso junto à sua esposa, Edith (Ann Queensberry, de ‘Cidade das Sombras’), e basicamente passa os dias lhe fazendo companhia. Porém agora, às vésperas das celebrações dos 70 anos desde a libertação da Normandia, Bernard se sente inquieto, desejoso de participar do evento e, quem sabe, assim, afastar de vez todos os fantasmas que ainda o assombram, e, para isso, Bernard decide fugir do lugar sem avisar a ninguém seu paradeiro.

Existe uma diferença fundamental no título original – ‘The Great Escaper, em tradução livre, ‘O Grande Fugitivo’, cujo significado centra, com humor, a história no indivíduo Bernard – e o título em português, ‘A Grande Fuga’, que centra a história na aventura de fugir da casa de repouso. Embora a escapadela realmente tenha sido o grande diferencial na vida deste indivíduo (motivo pelo qual a história se tornou conhecida de todos na Inglaterra), a motivação para tudo que acontece é humana, pessoal, e essa mudança no significado do título faz com que o espectador foque mais no evento da fuga, que nem é o momento ápice do longa.

Baseado na história real de Bernard Jordan, que realmente fugiu de uma casa de repouso para acertar contas com seu passado nas celebrações dos 70 anos da libertação da Normandia pelas tropas aliadas – e cuja simpatia da estripulia fez com que sua história ganhasse os jornais e, de uma hora para a outra, ele se tornasse uma celebridade espontânea, para além da figura do herói de guerra – o roteiro de William Ivory constrói muitos momentos de interação entre o protagonista e outros personagens, mas corre demais nas cenas principais do enredo, e o diretor Oliver Parker opta por não explorar muito dramaticamente as motivações do protagonista, aliviando a carga emocional da história em prol de uma abordagem mais leve e simpática da aventura de um idosinho combatente de guerra que realizou um último ato de coragem para a marinha britânica.

Com mais uma bela atuação de Michael Caine, ‘A Grande Fuga’, embora seja uma jornada muito particular aos britânicos, emociona pela empatia que sentimos ao assistir protagonistas idosos enfrentando uma sociedade para realizar suas vontades, desejos e sonhos. E como é bom ver atores veteranos atuando, demonstrando que conseguem tornar qualquer história melhor com suas sabedorias!

10 recentes músicas INCRÍVEIS para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

Hoje, 28 de junho, comemora-se o Dia do Orgulho LGBTQIA+, uma das datas mais importantes do ano.

O dia em questão comemora as revoltas que ocorreram em 1969, em Stonewall, Greenwich Village, na cidade de Nova York, em que a comunidade queer lutou contra o sistema opressivo e a falta de oportunidades e de reconhecimento dentro de uma sociedade retrógrada e extremamente preconceituosa. Apesar dos resultados surtirem efeito, os LGBTQIA+ ainda sofrem com inúmeras ofensas veladas e não-veladas – o Brasil, por exemplo, é o país que mais mata homens e mulheres transexuais.

Logo, não é surpresa que o Dia do Orgulho continue com tanta força e sirva como lembrete de que a luta ainda não acabou – e que a representatividade ainda é uma questão importante para buscar a equidade social.

Para celebrá-lo, preparamos uma nova matéria especial elencando dez recentes músicas INCRÍVEIS de artistas queer ou que sirvam como hinos de aceitação e de empoderamento – incluindo, por exemplo, a ode house de “Babylon”, assinada por Lady Gaga, e a antêmica semi-balada “Chosen Family”, de Rina Sawayama.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“ON YOUR SIDE”, The Veronicas

“Nos momentos difíceis, eu estarei do seu lado” é a frase que resume a ótima “On Your Side”, uma das faixas da dupla The Veronicas que prenunciou o retorno das irmãs ao mundo da música. A combinação entre synth-popEDM traz mensagens de apoio e de superação através de uma narrativa relacionável e que dialoga com a luta diária da comunidade LGBTQIA+, em que, às vezes, precisamos de um ombro amigo para até mesmo levantar da cama e enfrentar o mundo.

“MAKE ME FEEL”, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com ‘Dirty Computer’ – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

“YOU NEED TO CALM DOWN”, Taylor Swift

Taylor Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

“CHOSEN FAMILY”, Rina Sawayama

Em 2020, Rina Sawayama entregou seu aclamado álbum homônimo, recheado de músicas espetaculares e celebrações da vida e da alteridade das pessoas. “Chosen Family”, dessa maneira, emerge como uma das faixas essenciais para apreciar a arte da cantora e compositora: “onde eu pertenço?” é a pergunta que inicia a canção, dando margem para uma narrativa que remete à “família por escolha” da comunidade queer, que procura o amor renegado pelos parentes de sangue em pessoas que passam pela mesma situação.

“FREE WOMAN”, Lady Gaga

Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de ‘Chromatica’, Lady Gaga remodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.

“BABYLON”, Lady Gaga

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o impecável ‘Chromatica’. A exuberante conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora. Apesar de não falar diretamente com a comunidade LGBTQIA+, a faixa traz elementos próprios da cultura queer, construindo uma dançante e empoderadora aventura.

“SOMETHING TO SAY”, Michaela Jaé

Michaela Jaé, conhecida por seu nome artístico de Mj Rodriguez e por seu papel como Blanca no aclamado drama ‘Pose’, já era conhecida no cenário fonográfico, ainda mais por ter participado de uma das rendições teatrais de ‘Rent’. Com “Something to Say”, a artista busca referências nos anos 1970 e presta homenagem ao grupo ‘Earth, Wind & Fire’ em uma dançante e explosiva faixa disco.

“MIRROR”, Sigrid

Uma das músicas mais alto-astral de 2021 é, sem sombra de dúvida, “Mirror”, de Sigrid. A artista norueguesa fez sua estreia em 2017 com o EP ‘Don’t Kill My Vibe’ e, quatro anos mais tarde, se afastou do pop mainstream para se jogar de cabeça no house e no nu-disco da faixa supracitada. A sólida e dançante atmosfera é regada por versos de empoderamento e de liberdade, como visto em “eu amo quem eu vejo olhando para mim no espelho”.

“BOYFRIEND”, Dove Cameron

Em 2021, Dove Cameron revelou publicamente que era queer e, pouco depois, começou a investir em peso em uma identidade que representasse quem ela é, de verdade. “Estou escolhendo me amar”, ela disse. Logo, não poderíamos deixar a incrível “Boyfriend” de fora da lista: a canção representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.

“THIS HELL”, Rina Sawayama

Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady DiBritney SpearsParis Hilton e Whitney Houston.

‘Divertida Mente 2’ SUPERA bilheteria TOTAL do 1º filme em menos de três semanas

divertida mente

Sucesso! Em apenas 16 dias, a sequência ‘Divertida Mente 2‘ já arrecadou impressionantes US$ 863.1 milhões nas bilheterias mundiais.

O novo longa conseguiu ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme (US$859M), e atualmente se encontra no TOP 19 das maiores animações da história do cinema.

Nos EUA, o longa soma US$ 411.8 milhões – o que representa a nona maior animação da história do país, superando ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ (US$400.9M).

Internacionalmente, ‘Divertida Mente 2‘ acrescenta US$ 451.3 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados internacionais é formado pelo México (US$71.1M), Reino Unido (US$32.9M), Coreia (US$32.2M) e Brasil (US$28M).

De acordo com o Deadline, a sequência deve ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação no próximo final de semana, tornando-se a animação mais rápida a alcançar esta marca histórica.

Vale destacar que, no Brasil, o longa da Pixar se tornou a segunda maior abertura da história dos cinemas nacionais ao levar 4.5 milhões de espectadores para a frente das telonas, ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019), que vendeu 5.5 milhões de ingressos.

Agora, com R$ 112.4 milhões arrecadados, o filme ultrapassou os R$ 56.7 milhões de ‘Planeta dos Macacos – O Reinado’ – até então a maior bilheteria do ano.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.

O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.

“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”

Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

Rebecca Ferguson explica que decidiu SAIR da franquia ‘Missão Impossível’: “Não queria ser um membro da equipe”

Rebecca Ferguson revelou ao Entertainment Tonight que ela quem decidiu deixar a franquia ‘Missão Impossível‘ e se despedir como Ilsa Faust em ‘Missão ImpossívelAcerto de Contas’.

Em suas duas primeiras aparições, Ilsa teve uma relação um pouco mais antagônica com Ethan, embora eles tenham acabado se unindo quando seus interesses se alinharam.

Ferguson, porém, preferia a independência de Ilsa, então quando chegou a hora de renovar seus compromissos com a franquia, ela optou por não retornar.

“Você se lembra quando conversamos sobre esses três contratos de filmes em Hollywood? Bem, às vezes isso termina e os atores têm a possibilidade de dizer sim ou não. Então estávamos naquele ponto e Missão é uma dedicação tão grande, e eu fiz isso, e é fantástico, e é incrível e [Christopher McQuarrie] e [Tom Cruise] escreveram essa personagem incrível. Tenho direito à minha própria opinião sobre isso. Estou interessada no lado negro. Não queria ser um membro da equipe. Não é interessante para mim e Eu senti que era para lá que estávamos indo, e também leva muito tempo para fazer um filme Missão Impossível.”

‘Missão Impossível 8’ ganha data de estreia no Brasil

Após a visibilidade na franquia, Ferguson fez os filmes da saga ‘Duna‘ e também desenvolveu a série da Apple TV+, ‘Silo‘.

“É sangue, suor e lágrimas fazer esses filmes e até agora já fiz um programa de TV e dois filmes. Eles ainda estão em Missão. Mas é isso: nunca se sabe, certo?”, concluiu.

Último ‘Missão Impossível’ estreia de SURPRESA na Netflix fazendo sucesso

Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas‘ era uma das grandes apostas do ano passado, mas não atingiu as expectativas nas bilheteiras. O filme encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Jeremy Renner revela o verdadeiro MOTIVO de não ter voltado em ‘Missão Impossível: Efeito Fallout’

Embora seja uma quantia considerável, ainda não é suficiente para cobrir os custos significativos associados à produção do filme, que custou em torno de US$ 390 milhões, incluindo despesas de marketing.

A produção teria que alcançar ao menos US$ 800 milhões para ser considerado lucrativo.

De acordo com fontes da Variety, considerando todas as receitas geradas, é estimado que o filme sofrerá um prejuízo superior a US$ 100 milhões – o equivalente a R$ 500 milhões.  

O oitavo filme ‘Missão: Impossível‘ já tem data de estreia nos cinemas nacionais. A Paramount Pictures lança o filme por aqui dia 22 de Maio de 2025 – um dia antes dos EUA.

‘Missão Impossível 8’ enfrenta MAIS um atraso na produção após submarino de US$ 29 milhões dar problemas

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Lembrando que o capítulo anterior, Missão Impossível: O Acerto de Contas’, encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica do sétimo filme:

Fãs reagem ao retorno do Dentes de Sabre no trailer FINAL de ‘Deadpool e Wolverine’; Confira!

dentes de sabre deadpool e wolverine
dentes de sabre deadpool e wolverine

Imagens dos bastidores de ‘Deadpool e Wolverine‘ já haviam revelado que o Dentes de Sabre do primeiro filme dos ‘X-Men faria parte da trama, e o vilão foi o destaque do trailer final da adaptação.

Vivido mais uma vez por Tyler Mane, o personagem desafia o Wolverine (Hugh Jackman) para uma briga, e isso foi o bastante para levar os fãs à loucura.

Confira as reações:

De acordo com o Comic Book, ‘Deadpool e Wolverine‘ foi oficialmente classificado para maiores de 18 anos por “conteúdo com alto teor de violência, linguagem inapropriada, referências sexuais e abuso de sangue nas cenas”.

A informação não é bem uma surpresa, já que o trailer mostrou diversas cenas com palavrões e cenas de violência não censuradas enquanto os personagens cortavam e atiravam um contra o outro.

Além disso, a classificação segue o padrão dos dois filmes anteriores do Mercenário Tagarela.

Lembrando que a estreia está marcada pra 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ registra a MAIOR pré-estreia da franquia nos EUA

De acordo com o Deadline, ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ surpreendeu em sua abertura nas bilheterias norte-americanas, onde arrecadou sólidos US$ 6.8 milhões.

O valor representa a maior pré-estreia da história da franquia. Para termos de comparação, os dois primeiros filmes abriram com US$ 4.3 e US$ 4.8 milhões, respectivamente.

O longa estrelado por Lupita Nyong’o também superou a pré-estreia do recente ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘ (US$6.6M).

Projeções recentes indicam que a nova iteração deve arrecadar em torno de US$ 40-50 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA. Apesar de ser barrado do topo das bilheterias pelo fenômeno ‘Divertida Mente 2‘, o valor está na média da franquia e representa um excelente resultado para a produção.

Vale lembrar que os dois primeiros filmes da saga abriram com US$ 50.2 milhões e US$ 47.5 milhões, respectivamente.

Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Sam está viajando por Nova York quando os monstros chegam à Terra. Enquanto tudo rapidamente se transforma em caos, ela terá que se unir com um homem chamado Eric. Apesar de uma pequena relutância inicial, eles decidem cruzar a cidade e sobreviver juntos.

Michael Sarnoski (‘Pig: A Vingança’) é responsável pela direção.

A produção ainda contará com o retorno do Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), além de introduzir Alex Wolff (‘Hereditário’).

A Paramount planeja que este filme ajude a estabelecer uma franquia maior de ‘Um Lugar Silencioso‘ que o estúdio possa construir nos próximos anos.

‘Project Silence’: Terror sul-coreano com estrela de ‘Parasita’ ganha trailer!

project silence 02 (1)
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‘Project Silence’, filme de terror sul-coreano que conta com a estrela deParasita’, Lee Sun-kyun, lançou um novo trailer. O longa, ainda sem título oficial no Brasil, tem estreia agendada para 12 de julho de 2024 nos cinemas dos EUA.

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“Devido às condições climáticas repentinas e deterioradas, a visibilidade na Ponte do Aeroporto está severamente comprometida, deixando as pessoas presas e em risco de colapso devido a uma série de colisões em cadeia e explosões. Em meio ao caos, os cães sujeitos do experimento militar ‘Project Silence’, conhecidos como ‘Echo’, que estavam sendo transportados em segredo, escapam, e todos os sobreviventes humanos se tornam alvos de ataques implacáveis. Diversas pessoas ficam presas na Ponte do Aeroporto por motivos diferentes — um oficial do governo do escritório presidencial, que estava se despedindo de sua filha (Kim Su An) no aeroporto; um motorista de caminhão-guincho, que estava a caminho de uma cena de múltiplas colisões; um casal idoso, que estava retornando de uma viagem ao exterior; irmãs que perderam seus voos; e o Dr. Yang, o pesquisador responsável pelo Project Silence — e uma luta desesperada começa para que todos possam escapar em segurança”, diz a sinopse.

‘Project Silence’ é dirigido por Tae-gon Kim, que co-escreveu o filme ao lado de Yong-hwa Kim e Joo-Suk Park.

O elenco também inclui Ju Ji-hoon, Kim Su-an, Kim Hee-won, Moon Sung-Keun, Ye Soo-jung, Kim Tae-woo, Park Ju-hyun e Park Hee-bon.

project silence (1)
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Jeremy Renner afirma que amizade com colegas de ‘Vingadores’ é REAL!

O astro Jeremy Renner, conhecido por interpretar o Gavião Arqueiro no MCU, compartilhou recentemente sua profunda ligação com seus colegas de elenco, enfatizando que sua parceria vai além das redes sociais.

Em uma entrevista à MensHealth, Renner afirmou: “Ah, com certeza, é algo genuíno — não é só para o Instagram. Nós detestamos essa superficialidade”.

Ele prosseguiu: “Nós temos um grupo de mensagens há muito tempo. Quando você trabalha com pessoas — olha, todos nós compartilhamos uma experiência culturalmente significativa. Houve divórcios, casamentos, bebês; muitas coisas aconteceram nesses 12 anos. Nos filmes, parece que estamos em uma festa a fantasia, com adereços extravagantes e fazendo coisas absurdas, mas há também uma beleza nisso porque estamos todos conectados. Existe uma irmandade ou fraternidade, ou como você quiser chamar. Eu simplesmente chamo de amor. Eu amo cada um deles. Eu preferiria ir para a cadeia com o Downey do que realizar algo incrível sozinho. Eu preferiria sofrer um acidente de carro com o Evans”.

Lembrando que durante uma entrevista ao Happy Sad Confused, Renner revelou que adoraria voltar como o Gavião Arqueiro no futuro da Marvel e em um possível ‘Vingadores 5‘.

“Eu adoraria me reunir com todos eles de novo.”, disse Renner. 

Questionado sobre o que espera do personagem, ele brincou, dizendo:

“Flexibilidade. Estou me alongando enquanto falamos sobre isso. Tipo, não é brincadeira. Mas não sei. Deixo a narrativa para os roteiristas e tudo mais. Mas eu amo o personagem, e se eles ligassem e pedissem para eu fazer isso, estarei preparado.[Kevin] Feige, estou me alongando agora!” 

Bette Midler alimenta esperanças para ‘Abracadabra 3’

Bette Midler, a icônica atriz que deu vida à inesquecível Winifred Sanderson em Abracadabra, alimentou recentemente a empolgação dos fãs com comentários sobre um possível terceiro filme da franquia.

Durante uma entrevista à Entertainment Weekly, a estrela deu a entender que seu retorno como líder do coven está em negociações: “Agora, eles estão falando de um terceiro filme, bem delicada e gentilmente. Eles estão. Estão falando de um terceiro. O segundo foi um enorme sucesso”.

Para Midler, interpretar Winifred Sanderson foi uma experiência única e marcante: “Provavelmente a personagem menos parecida comigo de todas que já interpretei. Ela é a coisa mais próxima que já consegui de Shakespeare. Ela é da era, do tempo de Shakespeare. Ela realmente coloca isso, e ainda tem todas as coisas maravilhosas que você adora em um grande vilão. Ela é cruel, é hilária, tem uma aparência ridícula, e não sabe de nada disso. Tudo passa completamente por cima dela”.

Embora a Disney ainda não tenha confirmado oficialmente a produção de Abracadabra 3’, as declarações de Midler e da roteirista Jen D’Angelo, que mencionou ter ideias para o retorno das bruxas, indicam que o projeto está em desenvolvimento. Resta aguardar por mais informações e torcer para que as irmãs Sanderson ressurjam em uma nova aventura mágica!

Relembre o trailer do segundo filme:

Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.

O elenco ainda contará com Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

‘Chicago Med’: Ator veterano DEIXA o elenco da série após cinco temporadas

De acordo com o Deadline, Dominic Rains (‘Garota Sombria Caminha pela Noite’) deixou o elenco regular do adorado drama médico ‘Chicago Med‘.

O ator interpretava o Dr. Crockett Marcel desde a quinta temporada.

Infelizmente, não foi informação se o artista reprisará seu papel em caráter especial no décimo ciclo para encerrar a narrativa do seu personagem.

Vale lembrar que a possível saída do personagem foi indicada no último episódio da nona temporada, quando Sharon Goodwin (S. Epatha Merkerson) disse que Crockett poderia fazer uma pausa indeterminada no trabalho após a trágica morte de um de seus pacientes.

E essa não é a única mudança no próximo ciclo. Anteriormente, havia sido anunciado que Allen MacDonald assumirá como showrunner da série, substituindo Diane Frolov e Andy Schneide.

A trama oferece um passeio emocionante através do caos diário do hospital mais explosivo da cidade e seu corajoso time de médicos que se mantêm unidos. Eles enfrentarão novos casos únicos inspirados por eventos da atualidade, forjando relações ardentes no pandemônio da sala de emergência, e, além disso, rostos familiares do Departamento de Polícia e do Corpo de Bombeiros se entrelaçam com esta terceira equipe de heróis de Chicago.

O elenco conta com Nick Gehlfuss, Yaya DaCosta, Torrey DeVitto, Brian Tee, Marlyne Barrett, S. Epatha Merkerson e Oliver Platt.

Atriz de ‘Westworld’ se junta ao elenco de ‘El Gato’, nova série com super-herói latino

angela sarafyan
angela sarafyan

De acordo com o Deadline, Angela Sarafyan (‘Westworld’) foi confirmada no elenco da série ‘El Gato‘, que está em desenvolvimento pelo Prime Video.

Em caráter recorrente, a atriz interpretará Elisa Kazankian, uma agente da CIA que, dez anos atrás, esteve envolvida em um terrível massacre enquanto servia no exército no Afeganistão. O evento traumático a deixou fria e sem emoções, mas não menos capaz.

Diego Boneta (‘Monster Hunter’) dará vida ao herói titular.

Lorenza Izzo (‘Canibais’) será a protagonista feminina; ela interpretará Rosa, uma estranha ao mundo de riqueza com o qual ela se casou e a primeira a reconhecer os perigos que cercam sua família.

O elenco ainda contará com Sarah Jones, Adriana Barraza, Eric Lange e Alfonso Dosal.

A produção é baseada nos quadrinhos El Gato Negro, criados por Richard Dominguez.

Na trama…

Boneta interpretará Frank Guerrero, a ovelha negra de sua família, que se encontra no centro de uma conspiração quando ele descobre que o seu pai foi um vigilante nos anos 70. Frank, que retorna ao México após a morte do seu pai, precisa enfrentar sua família distante e outros inimigos que estão tentando assumir o controle de seu Império familiar.

Mas o luto de Frank é interrompido quando ele descobre que sua única herança é um pequeno pedaço de terra aparentemente sem valor perto da fronteira. No entanto, abaixo do terreno está o covil dos tempos de vigilante de seu pai, conhecido como El Gato. Agora, para sobreviver, Frank terá que resolver um mistério de décadas e descobrir as conexões de seu pai com uma aterrorizante conspiração moderna.

A série foi criada por Eric Carrasco (‘Supergirl’), que irá servir como showrunner e produtor executivo ao lado de Turi Meyer e Alfredo Septién (‘Stargirl’).

Além de estrelar, Boneta também será o produtor executivo.

“Trazer essa série para o público é como um sonho se tornando realidade. Este tem sido um projeto de paixão para mim. Eric Carrasco e toda a equipe construíram um universo que consegue honrar o gênero de super-heróis enquanto se mantém completamente épico e original,” declarou o ator.

As filmagens estão programadas para meados de 2024, no México.

‘Horizon: An American Saga – Chapter 1’: Faroeste com Kevin Costner divide os críticos com 40% de aprovação

kevin costner em horizon an american saga

Horizon: An American Saga – Chapter 1’, o primeiro capítulo da saga de faroeste estrelada por Kevin Costner, recebeu críticas mistas no Rotten Tomatoes.

O filme obteve uma taxa de aprovação de 40% entre os críticos, baseada em 70 análises, apesar de contar com uma aprovação de 70% do público.

horizon

Os críticos se dividiram: alguns elogiaram a produção pelos cenários, figurinos e potencial épico, enquanto outros criticaram o filme pela falta de propósito e enredo vago.

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“Mas um filme, especialmente um faroeste, deve contar com um enredo sólido, uma caracterização crível dos personagens e uma estrutura que inclua claramente um começo, meio e fim. Infelizmente, ‘Horizon’ carece de todos esses elementos”, disse Nicholas Barber da BBC.

“Um drama robusto e bem construído, cuidadosamente elaborado por Costner e seu elenco, proporcionando uma envolvente jornada pelo Velho Oeste”, disse James Mottram da Total Film.

“Qualquer uma dessas tramas poderia ter sido suficiente para sustentar uma hora de televisão cativante, mas juntas elas não formam um conjunto coeso neste acolchoado costurado de forma desajeitada, que raramente permite que as experiências de cada personagem ressoem adequadamente”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Costner possui um entendimento instintivo do arquétipo, elevando o papel e cada linha além da possibilidade de ser considerado superficial ou exagerado”, disse Kevin Maher
do Times.

“O verdadeiro respeito de Costner pelo western clássico flerta com o desastre ao transformar o primeiro de sua saga de quatro partes em uma tentativa de fazer um épico, mas que acaba sendo uma série de televisão desajeitadamente ligada por discursos, sem uma direção clara”, disse Peter Travers da ABC News.

“No filme, a trilha sonora, as paisagens e os cenários guiam a narrativa quando o diálogo é escasso, auxiliando na conexão emocional do espectador”, disse Brittany Witherspoon do
Screen Rant.

“Ninguém fez mais para manter a chama do western acesa nas telonas do que Kevin Costner, mas a audácia de seu mais recente projeto parece ser um exagero, senão uma completa loucura”, disse Brian Lowry da CNN.

“Embora seja aceitável que um épico se expanda, é crucial que haja um sentido de propósito ao mesmo tempo, algo que este filme às vezes perde. No entanto, é magnificamente filmado e as atuações são excelentes, evocando os dias de glória dos grandes épicos cinematográficos”, disse Helen O’Hara da Empire Magazine.

‘Horizon’ acompanha a história de diversos personagens durante e após a Guerra Civil Americana, enquanto eles lutam para sobreviver e construir uma vida no Oeste Selvagem.

Ao lado de Kevin Costner, um elenco de peso dá vida aos personagens: Sienna Miller, Jena Malone, Isabelle Fuhrman, Abbey Lee e Ella Hunt.

De Volta para o Futuro, Rambo e os filmes dos 80s que Viraram DESENHO

Ah, os anos 1980. Só quem viveu sabe. A época em que o politicamente correto era arremessado de forma violenta pela janela, viu o lançamento de alguns dos filmes mais cultuados da história. Muito se deve pelo fato de que foi em tal década que o cinema entretenimento foi consolidado.

Muitos destes filmes, embora não fossem recomendados para todos os públicos e para os menores de idade, fizeram um enorme sucesso com a criançada e os jovens na era das videolocadoras – esta foi a década da consolidação do mercado de home vídeo também, com alguns filmes inclusive fazendo mais sucesso e sendo redescobertos nas prateleiras após terem passado em branco nas salas de cinema.

Assim, os produtores e donos dos direitos autorais viram a oportunidade de licenciar sua marca e ganhar mais algumas malas de dinheiro, comercializando seu produto para as crianças, na forma de bonecos, lancheiras e todo tipo de merchandising. Ah sim, é claro, muitos deles viraram desenhos animados para os pimpolhos.  O curioso é que alguns eram filmes extremamente violentos, lascivos e impróprios para as crianças. O CinePOP resolveu relembrar alguns dos filmes mais inusitados a ganhar versões animadas para a TV. Vem conhecer e como sempre, não deixe e comentar.

 

Robocop: A Série Animada

O filme Robocop – O Policial do Futuro (1987), de Paul Verhoeven é pura visceralidade, e deixou muitas crianças daquela geração sem dormir. Logo quando o policia Alex Murphy (Peter Weller) é abatido, o filme faz questão de enfatizar de maneira muito gráfica a cena, e no sadismo dos criminosos – num momento extremamente sórdido. E daí seguiam piadas com prostitutas, drogas, desonestidade empresarial, falta de escrúpulos, mortes explícitas, muito sangue, pessoas derretidas por ácido e por aí vai. É claro que a criançada daquela geração consumiu feito água.

E foi no ano seguinte deste épico subversivo da ultraviolência (e grande mensagem social – que ainda não envelheceu) que era lançado o cartoon do policial meio homem, meio máquina. Afinal, era muita tentação ter um personagem tão legal sem que as crianças pudessem se relacionar. E o desenho veio antes mesmo das continuações, que chegaram em 1990 (com uma sequência ainda caprichando no teor impróprio, como a criação de uma nova droga e uma criança comandando o crime organizado) e 1993 (esta terceira parte sim, já remodelada para uma censura bem mais baixa). O desenho durou apenas uma temporada, com 12 episódios, em 1988.

 

De Volta para o Futuro

Por falar em Michael J. Fox, seu filme de maior sucesso também gerou uma estranha animação. De Volta para o Futuro (1985) é um dos filmes mais amados dos anos 80 e da história do cinema em si. O filme fez uma brincadeira em sua última cena e não havia verdadeiramente planejado uma sequência. Tanto que ela demorou a sair – quatro anos para ser mais exato, lançado de forma quase simultânea, num intervalo de um ano, com a terceira parte e encerramento da trilogia.

O que aconteceu foi que o filme ganhou ainda mais popularidade com as sequências, fazendo a trama sobre viagem no tempo em um DeLorean voltar à tona. Assim, decidindo continuar a história, mesmo que em outra mídia, os realizadores optaram por transformar as aventuras de Marty McFly e Doc Brown em um desenho animado. O seriado estreou um ano depois do terceiro filme, em 1991, e durou duas temporadas de 26 episódios até 1993.

Os Fantasmas se Divertem

Nos anos 1980, filmes que misturavam elementos de terror com comédia ficaram famosos. Mas não eram como os terrir de hoje em dia, que não metem medo em ninguém, e possuíam cenas verdadeiramente intensas – que se tiradas de contexto passariam perfeitamente como pertencendo a uma obra do gênero mais assustador de todos. Filmes como As Bruxas de Eastwick (1987) – que fala sobre a vinda do diabo à Terra -, Meus Vizinhos São um Terror (1989) – que mostra um grupo de moradores dos subúrbios descobrindo que seus vizinhos são psicopatas assassinos – e este Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice, 1988), primeiro filme de sucesso de Tim Burton.

No filme, um casal morre e volta como fantasmas, presos para sempre em sua casa, precisando se ajustar à nova realidade. Os desencarnados ganham muitas dicas “profissionais” de assessores do outro lado, e dá-lhe criaturas grotescas. Mas nenhuma se compara ao espírito mais canalha do além vida, Beetlejuice, interpretado por Michael Keaton. A assombração só pensa em sexo (inclusive numa cena indo passar a noite num prostíbulo) e em como vir parar no nosso mundo de vez, para isso tentando se casar com uma jovem deprimida (Winona Ryder). Na série animada, temos a improvável amizade entre Lydia (Ryder) e o morto-vivo Beetlejuice “se metendo em altas confusões”. O programa durou 4 temporadas, com 94 episódios, de 1989 a 1991.

 

Rambo: A Força da Liberdade

Em vias de estrear seu quinto filme nos cinemas, o personagem Rambo já foi um desenho animado nos anos 1980. Rambo não tem nada a ver com crianças, é um filme violento e sanguinário, que fala sobre um veterano da guerra do Vietnã voltando para casa e não encontrando mais lugar no país que foi defender, começando assim sua própria guerra particular com a polícia.

Mas o sucesso mesmo veio a partir de sua continuação, Rambo II – A Missão (1985), que além de transformar Sylvester Stallone num astro absoluto, foi um dos maiores sucessos do ano (e da década) e viraria até mesmo garoto propaganda pro governo Ronald Reagan. Rambo 2, apesar do grafismo, caiu tanto no gosto da criançada que no ano seguinte de seu lançamento emplacava um desenho animado – este muito mais amigável aos pequenos – mostrando o brucutu ao lado de uma equipe combatendo terroristas pelo mundo. E é claro que ganhou uma linha de bonecos também. O programa durou apenas uma temporada, mas com 65 episódios exibidos ao longo de 1986.

 

Karatê Kid

O filme original de 1984 falava sobre bullying. Sobre como um jovem de origem humilde sofria nas mãos de valentões do colégio após se mudar para uma nova cidade. Sua solução é começar aprender karatê para poder se defender. E quem o ensina é um mestre diferente, o faz-tudo de seu condomínio, o japonês Sr. Miyagi. O filme fez um baita sucesso e gerou duas continuações, em 1986 e 1989.

Novamente em voga devido à série do Youtube, Cobra Kai, a franquia Karatê Kid ganhava sua versão animada em 1989, no mesmo ano em que o último exemplar chegava aos cinemas. Assim, Daniel San e Sr. Miyagi viviam histórias ainda mais incríveis do que no cinema e, é claro, apaixonavam todas as crianças, virando inclusive bonecos.

 

 

Loucademia de Polícia

Muitos associam a franquia aos últimos capítulos, cada vez mais mergulhados no besteirol e no nonsense de seus esquetes, e por que não, cada vez mais sem graça. Mas se voltarmos ao Loucademia de Polícia original, lá de 1984, encontraremos uma típica comédia lasciva da década de 1980, com direito a muita sacanagem, nudez e até mesmo piadas com sexo oral e prostitutas, repetida duas vezes ao longo do filme. Temos também um sujeito que se veste de mulher para poder passar a noite no alojamento feminino e um bar homossexual de sadomasoquismo – quem poderia esquecer do Blue Oyster.

Aos poucos os filmes foram ficando mais infantilizados ao longo de seus exemplares na década de 1980 (a franquia lançava praticamente um filme por ano). Mas foi depois do quarto filme (1987), com a saída de Steve Guttenberg, o Mahoney, que tudo iria por água abaixo nos próximos três exemplares. Foi nesta época também que os envolvidos lançaram uma série animada, em 1988, ainda utilizando o personagem de Guttenberg – o mais memorável da franquia. O desenho durou duas temporadas de 64 episódios, de 1988 a 1989.

Os Caça-Fantasmas

Este é um item similar ao de cima. Os Caça-Fantasmas também foi um filme que misturava tais elementos com maestria. Na verdade, ele foi o precursor de tal “subgênero” e foi graças ao seu sucesso em 1984, que diversas outras produções (como todas as citadas acima) resolveram surfar em tal onda. O filme tem algumas cenas dignas de filmes de terror, como a transformação de Dana (Sigourney Weaver) em seu apartamento.

Mas o longa protagonizado pelo cínico e debochado Bill Murray e companhia fez tanto sucesso que gerou uma desenho animado dois anos depois, antes mesmo da continuação do filme (lançada em 1989). De todos da lista, este foi o desenho mais bem sucedido. O cartoon fez um tremendo sucesso e durou nada menos que sete temporadas de 140 episódios, de 1986 a 1991. Mas a animação teve um problema de direitos autorais, pois no mesmo ano era lançado o desenho Os Fantasmas (Ghostbusters), baseado na série de TV homônima em live action de 1975, sobre uma dupla de investigadores paranormais e seu gorila. Tanto a série com atores reais quanto a animação morreram na praia com apenas uma temporada cada. O fato fez com que Os Caça-Fantasmas ficasse conhecido como The Real Ghostbusters em sua versão animada.

O Garoto do Futuro

A série Teen Wolf, do canal Warner, fez muito sucesso com os adolescentes, com seus conflitos “Crepusculescos”. Mas o que muitos talvez não saibam é que tal série juvenil é baseada num filme dos anos 1980, intitulado O Garoto do Futuro (1985). Capitalizando em cima do sucesso de Michael J. Fox, esta é uma história de lobisomem diferente, na qual a “maldição” herdada de sua família transforma um jovem retraído em um cara descolado e muito habilidoso – além de muito mais peludo. O próprio título em português, aparentemente sem qualquer sentido, foi só para criar ligação com o mega sucesso De Volta para o Futuro, também estrelado por Fox.

O filme teve inclusive uma descarada continuação em 1987, estrelada por Jason Bateman. Antes disso, no entanto, virava desenho animado num programa exibido por duas temporadas de 21 episódios, entre 1986 e 1988.

O Vingador Tóxico

Aqui o nível de WTF atinge a nota máxima. Filme trash que virou cult, O Vingador Tóxico (1984) é um terror muito violento, mas que ganha contornos cômicos devido à sua trama louca, além é claro de sua produção pobre. Um nerd que vive sendo humilhado cai num tonel de produtos químicos no último bullying que sofre, ficando extremamente deformado. Com o tempo, ele fica também musculoso, super habilidoso e forte, uma espécie de Sloth dos Goonies ainda mais feio.

O sujeito decide usar sua nova condição para combater o crime, além de se dar bem com as mulheres (acredite) e se vingar de seus algozes. O filme rendeu algumas continuações, uma pior que a outra, e surpreendentemente um desenho intitulado Toxic Crusaders, que mostrava o “herói” ao lado de outros amigos mutantes combatendo o mal. O programa chegou de forma tardia em 1991 e durou apenas uma temporada de 13 episódios.

Tomates Assassinos

Outra produção trash que virou cult e inexplicavelmente gerou uma animação para a TV. Ainda pior e mais nonsense que O Vingador Tóxico, O Ataque dos Tomates Assassinos (1978) é baseado num curta de mesmo nome, de 1976, do próprio John De Bello, que comandou o longa. A história se resume em tomates gigantes que atacam e matam pessoas rolando até elas. Uma continuação foi produzida em 1988, mas foi só a partir do terceiro filme que os tomates começaram a ganhar bocas, rostos e personalidades.

A animação com a mesma premissa, e já trazendo os tomates com faces e vozes, foi lançada em 1990 e durou duas temporadas de 21 episódios até 1991.

Bill & Ted

Keanu Reeves e Alex Winter estão a toda gravando a volta de seus queridos personagens descerebrados 29 anos depois de sua última aparição nas telonas. Os jovens fanáticos por música, que viajam no tempo em uma cabine telefônica, agora serão homens de meia idade. Resta saber se sua inteligência mudou. Bill & Ted: Encare a Música será lançado em 2020.

Voltando aos anos 80, Bill & Ted apareciam pela primeira vez em 1989, com Uma Aventura Fantástica, e retornavam, com direito a uma brincadeira com a morte, em 1991 com Dois Loucos no Tempo. Entre os dois primeiros filmes era lançado o desenho As Aventuras de Bill & Ted, aproveitando o status cult do original. Apesar do programa ter durado apenas duas temporadas de 21 episódios, de 1990 a 1991, os próprios Reeves e Winter emprestaram suas vozes aos personagens na animação.

Highlander

Highlander é um filme de 1986 sobre guerreiros imortais vivendo desde a época da Escócia antiga, que precisam se digladiar, decapitando uns aos outros, a fim de restar apenas um. O filme se tornou um sucesso cult, conquistando muitos fãs após seu lançamento em vídeo. O sucesso fez gerar uma continuação em 1991, com uma história que não tinha nada a ver com o original. Foi lançada ainda uma terceira parte, mais desnecessária que a anterior, em 1993.

Foi após esta trilogia involuntária que o desenho animado estreou, em 1994. Assim como a parte dois, a animação se passa no futuro. O programa durou duas temporadas de 40 episódios, entre 1994 e 1996.

Droids e Ewoks

A franquia Star Wars jamais irá parar de fazer dinheiro. Hoje, em toda e qualquer mídia que você possa imaginar, Star Wars já esteve lá lucrando. De vídeo games, passando por HQs e livros, até bonecos e desenhos animados de todos os tipos. Além, é claro, de sua casa principal, os cinemas – a franquia lança no fim do ano A Ascensão Skywalker, encerramento da nova trilogia.

Nos anos 80, as coisas eram diferentes. Star Wars existia apenas nos cinemas, e quando as vídeo locadoras surgiram, os fãs puderam assistir novamente sua querida trilogia inúmeras vezes. Bem, isso se não contarmos com o malfadado especial de natal, um tiro no pé envolvendo a marca. Assim, antes de Star Wars ressurgir no imaginário popular em 1999 com A Ameaça Fantasma, duas séries animadas trataram de manter seu na boca do povo.

A primeira foi Droids, desenho que tinha como protagonistas os adorados robozinhos C3PO e R2D2. No mesmo ano era lançado o desenho Ewoks, que trazia como personagens os ursinhos igualmente adorados e odiados vistos em O Retorno de Jedi (1983). Na época, no entanto, sua aceitação foi boa o suficiente para gerar dois filmes solo para as criaturinhas peludas: Caravana da Coragem (1984) e A Batalha de Endor (1985), além de sua própria animação. Os dois programas animados duraram apenas duas temporadas cada.

EXCLUSIVO: ‘A Maldição de Cinderela’ vai ganhar SEQUÊNCIA? Diretora responde!

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A Maldição de Cinderela‘ (Cinderella’s Curse), versão terror do clássico ‘Cinderela‘, continua em exibição nos cinemas nacionais e, recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com a diretora Louisa Warren e a atriz Kelly Rian Sanson.

Durante a entrevista, Warren foi questionada sobre a possibilidade de uma sequência ou até mesmo de uma continuação que faça parte do mesmo universo de obras como ‘Ursinho Pooh: Sangue & Mel’.

Apesar de ter sido evasiva em relação à pergunta, a cineasta disse que conversas sobre um futuro capítulo já estão ocorrendo.

“Não posso dizer muito. Há conversas”, ela comentou. “Não posso dizer muito no momento, mas discussões sobre como isso pode progredir estão acontecendo”.

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Baseado no mesmo conto popular que a Disney atualizou e popularizou para crianças na década de 1950. Desta vez, uma pequena adaptação da história coloca Cinderela e todos ao seu redor dentro de uma bola sangrenta que eles nunca esquecerão.

Depois de sofrer nas mãos de suas meias-irmãs e da madrasta malvada, e sofrer humilhação no baile, Cinderela é levada ao limite. A Fada Madrinha concede a ela o poder para sua vingança final, e, transformada em um monstro com cabeça de abóbora, Cinders vai limpar a casa de uma vez por todas.

O elenco também conta com Chrissie Wunna, Danielle Scott, Natasha Tosini, Lauren Budd e Sam Barrett.

Harry Boxley (‘Mary Had A Little Lamb’) assina o roteiro.

Além desse filme, a A2 também lançará o terror ‘A VINGANÇA DE CINDERELA‘ (Cinderella’s Revenge) nos cinemas.