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As 10 Melhores Músicas de Charli XCX

Charli XCX é uma das artistas mais interessantes do cenário fonográfico contemporâneo – e uma das responsáveis por uma revolução artística que introduziu o PC music e o hyperpop ao escopo mainstream. Ao longo de sua carreira, a cantora, compositora e produtora se manteve fiel à identidade inesperada que calcara no começo de sua ascensão, à medida que se permitia explorar mais incursões que fugiam do convencionalismo instrumental.

No último dia 07 de junho, Charli lançou seu aguardado álbum BRAT – e, para celebrar a recente estreia do compilado de originais, preparamos uma breve lista elencando suas dez melhores canções.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “PINK DIAMOND”

Álbum: how i’m feeling now

Pouco depois de seu álbum homônimo, Charli XCX lançou de surpresa o álbum ‘how i’m feeling now’ e, conhecendo o estilo da cantora, ela iria se respaldar com força no PC music que vem explorando com mais e mais afeição desde o início da década passada. Com “pink diamond”, Charli deixa claro que não tem medo de experimentar e unir gêneros conflitantes em um mesmo espectro.

9. “GOOD ONES”

Álbum: CRASH

Para promover sua quinta investida artística, a cantora e compositora originou o lead single “Good Ones”, uma mistura enérgica e irretocável de synthwave e electro-pop que nos convida para as pistas de dança em uma nostalgia gritante e uma sagacidade lírica invejável; talvez o aspecto mais interessante da faixa seja seu respaldo no mainstream em vez dos experimentalismos clássicos de sua imagética sonora, bem como o fato de uma quantidade considerável de compositores se unir para um bem em comum.

8. “LIGHTNING”

Álbum: CRASH

Retomar o passado vem se tornando uma estética bastante utilizada pelos artistas musicais, como vemos desde 2020 com o lançamento de álbuns que recuperaram os anos 1980 e 1990 com originalidade e mimetismo surpreendentes – e é claro que Charli não ficaria de fora. Todavia, diferente dos outros, ela se mantém fiel a si mesma e às raízes do PC music que a colocou no centro dos holofotes. Dessa forma, temos a presença da evocativa e sensorial “Lightning”, em que ela “espirala por todo lugar” ao sentir o amor de seu par romântico, aproveitando para destilar suas afeições à eletrônica e à performance robótica de outrora.

7. “NEXT LEVEL CHARLI

Álbum: Charli

Charli consegue encontrar mensagens metafóricas muito bem articuladas que se provam à frente de seu tempo sem abandonar aspectos nostálgicos, emulando aqueles que sempre lhe inspiraram. Não é surpresa seu álbum homônimo abra com “Next Level Charli, cuja construção insurge com a impactante e pesada preferência da artista pelos brutos sintetizadores oitentistas, remasterizados com uma verborrágica versificação coming-of-age.

6. “NEW SHAPES”

Álbum: CRASH

A parceria com Christine and the Queens e Caroline Polachek“New Shapes”, é retumbante e não pensa duas vezes antes de se iniciar com uma impactante profusão de sintetizadores que se aglutina a vocais multiplicados e quase dêiticos. O reflexo oitentista é bem maior na track, principalmente quando paramos para prestar atenção à redundância proposital da bateria e do teclado eletrônico, aliados a uma narrativa divertida e a pincelada de um violino clássico – cortesia da produção conhecida de Lotus IV, que já trabalhou com Zedd e Avicii, por exemplo.

5. “VON DUTCH”

Álbum: BRAT

“Von Dutch” é uma mistura pungente e dançante de electroclash e dance-pop, cuja lírica é uma exploração de um autoempoderamento necessário e que é tradução quase direta da intitulação do álbum BRAT, com uma repetição antêmica da frase “eu sou sua número 1” (“I’m your number one”), quase funcionando como um epítome que resume as principais mensagens do compilado de originais.

4. “VROOM VROOM”

Álbum: Vroom Vroom

Se há uma música que define o estilo de Charli XCX, esta é a clássica “Vroom Vroom”. Lançada em 2016, a faixa é uma das principais representantes do movimento do PC music e do hyperpop, empregando novas camadas de sonoridade às fórmulas utilizadas ad nauseam pelos artistas mais conhecidos. Contando com a produção da saudosa SOPHIE, que também utilizou a canção para imprimir sua marca na indústria musical, a track mergulha em um pop industrial movido a batidas ressoantes e a sintetizadores propositalmente dissonantes para nos convidar a uma jornada sinestésica e bastante vanguardista.

3. “WHITE MERCEDES”

Álbum: Charli

O álbum Charliaposta em seu hibridismo para voltar-se para a década passada em “White Mercedes” – que se configura, sem sombra de dúvida, como uma das melhores faixas. A delineação pop, travestida com certos elementos sintéticos que a tornam bastante diferente do normal. Aliás, se há algo do qual a lead singer foge é a normatização, e essa é a provável razão pela qual opta por não se importar com o que a indústria lhe exija: ela, em uma independência autoproclamada, arquiteta epopeias guiadas pela força descomunal do baixo, da guitarra e de alguns toques que vagamente nos trazem de volta para a atualidade

2. “USED TO KNOW ME”

Álbum: CRASH

Em CRASH, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”.

1. “TRACK 10”

Álbum: Pop 2

mixtape Pop 2 foi a responsável por cimentar a identidade sonora e a importância de Charli como uma das maiores artistas do século – movida pelo desejo de criar arte em vez apenas de emulá-la. E, dentro desse escopo absolutamente incrível, temos “Track 10”, uma de suas investidas mais conceituais e memoráveis, guiada pelo uso impactante de sintetizadores e pela impecável de vocais. Em 2019, Charli se reuniu com Lizzo para a colaboração “Blame It On Your Love”, apresentando uma nova versão da faixa.

Crítica | O Telefone Preto – Novo suspense do diretor de O Exorcismo de Emily Rose estreia no Prime Video e é SUFOCANTE…

Existem alguns filmes que mesmo se utilizando de histórias batidas e reciclando clichês conseguem se sobressair por usar velhos elementos para entregar algo inovador e diferente. E esse é o caso de O Telefone Preto‘ (The Black Phone), suspense sobrenatural do diretor Scott Derrickson que estreou no Prime Video.

Derrickson tem se provado um dos maiores e melhores diretores dos últimos anos, especialmente quando se trata de terror. Para se ter uma ideia, foi ele quem comandou o aterrorizante ‘O Exorcismo de Emily Rose‘ (2005) – considerado por muitos o melhor filme de exorcismo desde o icônico ‘O Exorcista‘ (1973). Além disso, ele tem no currículo o terror ‘A Entidade‘ (Sinister), que foi eleito pela ciência como o terror mais assustador de todos os tempos.

Aqui em ‘O Telefone Preto‘ fica claro o talento e a sagacidade do diretor em criar uma atmosfera interativa e assustadora para a audiência, além de conseguir logo nos primeiros minutos criar personagens interessantes e aprofundados que geram empatia com o telespectador. E esse é o segredo de um suspense bem sucedido: fazer com que nos importamos com os personagens e suas dores.

A trama é baseada em um famoso livro do Joe Hill, o filho de Stephen King, mas traz uma história que já ouvimos antes. Acompanhamos o protagonista Finney Shaw, um garoto de 13 anos que é sequestrado por um sádico serial killer (Ethan Hawke) em um porão a prova de som, onde os gritos do menino não podem ser ouvidos. Na parede do porão, Finney encontra um telefone antigo. O telefone preto.

Quando o aparelho toca, o garoto consegue ouvir a voz das vítimas anteriores do assassino, e elas tentam evitar que o Finney sofra o mesmo destino. Enquanto isso, a irmã sensitiva de Finney tem sonhos que indicam o lugar onde ele pode estar e corre contra o tempo para resgatar o amigo antes que seja tarde demais.

Apesar da história não ser tão inventiva, os artifícios do roteiro escrito pelo próprio Scott Derrickson – com ajuda de C. Robert Cargill – fazem com que a história fique ainda mais interessante e convidativa, fazendo com que o espectador se contorça na cadeira na esperança que o protagonista sobreviva àquele terror.

E grande parte da veracidade e urgência do filme vem do talento de seu elenco. Mason Thames entrega uma atuação angustiante como o jovem Finney, e consegue passar todo o desespero do personagem através de suas expressões bastante emotivas. Uma grande atuação de um jovem em ascensão. Ethan Hawke como sempre entrega uma atuação poderosa e aterrorizante como o vilão, e consegue aterrorizar a audiência mesmo usando uma máscara sinistra boa parte do filme.

Mas quem rouba a cena é a garotinha Madeleine McGraw, que vive a sensitiva Gwen, e é o grande destaque do filme com uma personagem extremamente interessante e poderosa.

Produzido pela Blumhouse, ‘O Telefone Preto‘ não é um filme de terror aterrorizante como estava sendo vendido, mas sim um suspense instigante que consegue te envolver e entreter por 1 hora e 43 minutos. E ele funciona muito bem a que se propõe. Com apenas dois jumpscares, o filme prefere criar uma atmosfera que te faz ter medo e explora os maiores terrores da infância. E acredite, ele vai te fazer sentir medo sim, mas de uma maneira bem diferente. E essa é a graça do Scott Derrickson, subverter ideias e te surpreender. Que ele continue fazendo isso!

Crítica | Will Smith e Martin Lawrence estão de volta no DIVERTIDÍSSIMO ‘Bad Boys: Até o Fim’

Dois policiais armados prontos para ação com helicópteros.
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Em 1995, Will Smith e Martin Lawrence uniam forças para dar origem a uma das franquias de ação mais adoradas do cinema contemporânea, Bad Boys. Quase trinta anos mais tarde, a saga continua a ganhar novos capítulos e, neste último dia 06 de junho, o quarto capítulo, Bad Boys: Até o Fim’, chegou aos cinemas nacionais com a promessa de revitalizar a narrativa e mostrar que ainda há histórias que podem ser contadas, por mais que a fórmula ainda permaneça a mesma. E, para a alegria dos fãs de longa-data da série, o resultado do novo filme é bastante positivo e traz foco para elementos que, nas iterações anteriores, foram “deixadas de lado”, por assim dizer.

O enredo é uma sequência direta dos acontecimentos da história predecessora e traz os detetives Mike Lowery (Smith) e Marcus Burnett (Lawrence) investigando um caso de corrupção que envolve o falecido Capitão Conrad Howard (Joe Pantoliano) – que, para aqueles que não lembram, foi assassinado no longa de 2020. Recusando-se a acreditar que Conrad teria se envolvido com lavagem de dinheiro e com a máfia romena, a dupla embarca em uma perigosa missão para descobrir o que realmente está acontecendo e de que forma eles podem limpar o nome de um grande amigo e mentor cujo legado está sendo descaradamente manchado por pessoas de má índole.

Dois homens cumprimentando-se em frente ao rio.

Como podemos imaginar, não há muito de novo para se ver por aqui: Adil El Arbi e Bilall Farrah regressam à cadeira de direção após terem comandado Bad Boys para Sempre’ alguns anos atrás, mantendo-se fiéis à identidade repaginada que promoveram à franquia e, da mesma maneira, abrindo espaço para incursões divertidas e que dosam de forma correta uma dança entre ação, comédia e uma pitada de drama que esquadrinha camadas diferentes aos protagonistas. A dupla de cineastas demonstra uma paixão indiscutível pela saga, originalmente cunhada por Michael Bay, prestando homenagens através de ângulos de câmera e um apreço por explosões bem coreografadas – mas sem deixar que o imagético seja a força-motriz da história.

Em outras palavras, El Arbi e Farrah investem esforços em uma espécie de aliança com os roteiristas Chris Bremner e Will Beall, apostando fichas em duas narrativas diferentes que convergem a um ponto em comum com a chegada do segundo ato. De um lado, o público é presenteado com um protagonismo mais significativo de Marcus – que, apesar de obviamente ser um dos personagens principais, existia como uma adjacência a Mike -, uma jogada exemplar que o transforma tanto no eixo da trama e no escape cômico; de outro, Eric Dane insurge como o mortal James McGrath, responsável por culpabilizar Conrad a fim de sair ileso de suas artimanhas condenáveis. Dane, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Euphoria’ e ‘Grey’s Anatomy’, mostra-se confiante ao encarnar o antagonista do filme e diverte-se com uma construção clássica e atemporal que ajuda a engatar o ritmo no filme.

Dois detetives armados dentro de uma loja de conveniência.

Para além do trio supracitado, temos a presença de Vanessa Hudgens e Alexander Ludwig como Kelly e Dorn, dois especialistas da AMMO que se tornam dois dos únicos aliados de Marcus e Mike após eles descobrirem que as acusações de corrupção são de um trabalho interno; Paola Núñez reprisando seu papel como a Capitã Rita Secada, por mais que não tenha tanto tempo de tela assim; e Jacob Scipio fazendo um trabalho primoroso como Armando Aretas, filho de Mike que foi responsável pela morte de Conrad e começa a construir um conturbado relacionamento com o pai neste novo capítulo. Nesse tocante, o roteiro faz um trabalho complexo de garantir que as personas não apenas existam, mas tenham importância considerável para o desenrolar da narrativa e para a conclusão de cada bloco.

Um dos aspectos mais interessantes do projeto é a forma como a unidimensionalidade existente nas iterações anteriores é deixada de lado para um enfoque diferenciado nos traumas e nas angústias do Mike e Marcus: este, após ter uma experiência de quase morte, percebe que tem uma missão específica e sabe que os laços de amizade e companheirismo com seu parceiro fogem da cronologia que conhecem; aquele começa a demonstrar uma vulnerabilidade compulsória ao perceber que perdeu quase todas as pessoas que amava, sendo engolfado por ataques de pânico e crises existenciais que colocam em xeque seus próprios valores. E, de modo muito interessante, eles navegam por tais problemáticas em um misto de emoções que convida os espectadores a uma montanha-russa sentimental.

Dois homens em cenário colorido com luzes neon.

Bad Boys: Até o Fim’ é uma divertida e instigante entrada a uma franquia que tinha tudo para estar desgastada, mas que encontra formas de se reinventar capítulo após capítulo – e que abraça a apaixonante química entre Lawrence e Smith para criar mágica.

Gostou de ‘Sob as Águas do Sena’ na Netflix? Conheça os Filmes de TUBARÃO Mais Famosos do Cinema!

A Netflix lançou o terror francês ‘Sob as Águas do Sena‘, novo filme de tubarão assassino que alcançou 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia as cenas de ação da produção, destacando sua brutalidade e as cenas sangrentas dos ataques dos tubarões. Em contrapartida, parece que o filme afunda quando tenta se levar a sério demais…

Cartaz de filme "Under Paris" com avaliações e sinopse.

Sob as Águas do Sena‘ não é o único filme a abordar as tais criaturas – já que todos os demais longas a trazer o ser bestial são produções, digamos, do cinema B com lançamentos direto no mercado de vídeo ou TV. Já os primos do bichão, os tubarões como os temos hoje, esses sim já foram tema de diversas produções bem conhecidas do cinema. Pensando nisso, separamos os mais famosos filmes de tubarão de todos os tempos.

Você conhece todos? Confira abaixo.

Tubarão (1975)

Não tem como começar de outra forma. ‘Tubarão’, de Steven Spielberg, é o pai de todos os filmes de tubarão. É também o primeiro blockbuster da história, o primeiro filme-evento, daquele tipo de deixou o mundo inteiro falando sobre ele. ‘Tubarão’ também foi indicado ao Oscar de melhor filme e ajudou a transformar o cinema entretenimento no que ele é hoje. Ah sim, se transformou em uma franquia para a Universal Pictures, rendendo três continuações, uma em 1978, uma em 1983 e outra em 1987.

Do Fundo do Mar (1999)

Os anos 70 e 80 foram dominados pela franquia ‘Tubarão’, com dois exemplares em cada década, era difícil lançar um filme sobre o tema no período sem que fosse imediatamente comparado aos longas dessa série. Assim, sobrou para o fim dos anos 90, quando a Warner resolveu investir numa superprodução sobre tubarões modificados geneticamente, que se tornam mais inteligentes. O filme é um dos mais divertidos sobre o tópico, e também um dos mais subestimados.

Mar Aberto (2003)

E se ‘Tubarão’, suas sequências e ‘Do Fundo do Mar’ podem ser considerados filmes que misturam bem a tensão e certo elemento de diversão e entretenimento em sua narrativa, este exemplar é só nervosismo do início ao fim. Com ares documentais, ‘Mar Aberto’ é uma produção pequena e independente que coloca em tela o pior pesadelo de qualquer um, quando um casal é esquecido no mar, ficando à deriva cheio de tubarões em volta.

O Espanta Tubarões (2004)

Agora um filme bem leve e inocente sobre o tema dos tubarões, com essa animação da Dreamworks voltada para toda a família. Com um grande elenco de astros dublando, como Will Smith, Angelina Jolie, Jack Black e Renée Zellweger, o filme conta sobre um peixe que ganha fama de matar tubarões. O mais legal foi ver, ou ouvir, Robert De Niro e Martin Scorsese como tubarões mafiosos. O longa nos deixou esperando por uma versão para o cinema do desenho ‘Tutubarão’ da Hanna-Barbera.

Terror na Água 3D (2011)

Exibido no Festival do Rio de 2011, ‘Terror na Água’ se favoreceu do advento crescente do 3D na época, para criar um filme do gênero em terceira dimensão, criando um atrativo maior para o público. O filme é do mesmo diretor de ‘Premonição 2’, ‘Premonição 4’ e ‘Serpentes a Bordo’, e estrelado pela loirinha Sara Paxton (a sereia de ‘Aquamarine’). Na trama, um grupo de amigos universitários viaja até a casa do lago de um deles, e descobre que as águas do local estão infestadas de tubarões.

A Isca (2012)

A história aqui fala sobre um grupo de pessoas que ficam presos dentro de um supermercado após um tsunami atingir a costa de Queensland, na Austrália. É claro que no local chegarão tubarões de quase 4 metros para movimentar as coisas. O roteiro tem assinatura de Russell Mulcahy, diretor de ‘Highlander – O Guerreiro Imortal’ e a direção é de Kimble Rendall, que trabalhou como assistente de direção em ‘Matrix Reloaded’ e ‘Eu, Robô’.

Maré Negra (2012)

Aqui temos uma verdadeira estrela do time A de Hollywood protagonizando. Quem estrela é a vencedora do Oscar Halle Berry. O filme independente, no entanto, se tornou um dos mais obscuros de sua carreira, com muitos sequer tendo conhecimento de sua existência. Berry estrela como uma experiente instrutora de mergulho, acostumada a nadar com os tubarões. Mas após um trauma que resultou numa experiência de quase morte, ela irá retornar à água 1 ano depois para superar o medo.

Sharknado (2013)

Essa produção do canal SyFy, especializado em produções B do cinema, se tornou uma verdadeira febre no início da década passada, gerando nada menos que cinco continuações. Seria legal ver um novo filme da franquia no cinema em 3D para testar a força de sua base de fãs. Seja como for, a boa sacada aqui é não se levar nem um pouco a sério, apostando no fator trash do “quanto mais ridículo melhor”. Na trama, uma tempestade de grande periculosidade, com direito a muitos tornados, traz tubarões dos mares direto para cima das pessoas nas cidades. É “it’s raining sharks” literalmente.

Águas Rasas (2016)

Agora chegamos no que é o melhor filme de tubarões desde o fim dos anos 90. Isso porque ‘Águas Rasas’ é uma produção de prestígio, da Columbia Pictures, estrelada por Blake Lively, com direção do espanhol Jaume Collet-Serra, de ‘A Casa de Cera’, ‘A Órfã’ e ‘Adão Negro’. Na trama, Lively é uma estudante de medicina que acaba de perder a mãe para uma doença. Como forma de cura ela viaja para uma praia e decide surfar. No entanto, termina atacada e presa em recifes de corais por um grande tubarão branco, que a impede de retornar à praia.

Medo Profundo (2017)

Também conhecido por seu título original ’47 Meters Down’, ou ’47 metros para baixo’, essa produção é estrelada por Mandy Moore. Ela interpreta uma mulher que decide se reconectar com a irmã, e decidem se aventurar nas famosas gaiolas de mergulho com tubarões. É claro que algo sai errado e ambas terminam presas nas profundezas com os peixes assassinos, precisando lutar por suas vidas. A direção é do mesmo responsável pelo reboot de ‘Resident Evil’ nos cinemas e que também voltou para dirigir a sequência deste filme.

Megatubarão (2018)

Agora chegamos ao filme que ajudou no tema desta matéria. ‘Megatubarão’ foi o primeiro (e até o momento, o único) filme a abordar a criatura pré-histórica conhecida como megalodonte em uma produção lançada para os cinemas. Com produção da Warner, o longa quase foi feito pela Disney nos anos 90, e quase contou com direção de Eli Roth e protagonismo de George Clooney. No fim das contas, como sabemos, quem estrelou foi Jason Statham e neste fim de semana a continuação chegou aos cinemas.

Grande Tubarão Branco (2021)

Como diz o cartaz do filme, este longa tem produção dos mesmos responsáveis por ‘Medo Profundo’, ou seja, decidiram apostar mesmo no gênero. A trama mostra um grupo viajando até uma remota ilha. É quando o desastre acontece e seu hidroavião cai, os deixando à deriva num bote salva-vidas. Claro que teremos tubarões os cercando, o que os fará lutar por suas vidas. Sim, essa é mais uma produção do cinema B, cujo diferencial é a presença da graciosa atriz loirinha Katrina Bowden, a Cerie do seriado ’30 Rock’.

The Requin – À Deriva (2022)

Até a musa dos anos 90 Alicia Silverstone se aventurou a protagonizar um filme de tubarões. Infelizmente o dela também pertencente ao cinema tipo B de Hollywood. Ela vive uma mulher que, ao lado do marido, decide passar férias românticas num local paradisíaco, destes cujos quartos estão em palafitas sobre o mar. É então que uma tempestade atinge o local, e separa o quarto deles do resto das instalações, o transformando numa jangada perdida no oceano. E sim, você acertou, logo tubarões famintos lhes farão companhia.

‘Grande Menina, Pequena Mulher’: Dakota Fanning relembra de quando trabalhou com a finada Brittany Murphy [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover ‘Os Observadores‘, Dakota Fanning relembrou de quando trabalhou com Brittany Murphy, que morreu aos 32 anos em 2009 de maneira até hoje considerada misteriosa.

Elas trabalharam juntas no clássico da sessão da tarde ‘Grande Menina, Pequena Mulher‘ (Uptown Girls, 2003).

“Sim, eu sinto muita falta ela. Ela foi tão divertida. Ela foi a mais maravilhosa. Ela fez aquele momento na minha vida ser especial. Fazer esse filme foi ótimo. Quando o filme estava saindo, foi tão incrível. E eu sinto falta dela o tempo todo.”, ela afirmou.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Os Observadores‘ já está em exibição nos cinemas.

Brittany Murphy se tornou um ícone de Hollywood antes mesmo dos seus 30 anos, estrelando algumas das produções mais famosas e rentáveis dos anos 90 e 2000.

A atriz se consagrou pelos amados filmes ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ (1995) e ‘Garota, Interrompida’ (1999), ‘Os Garotos da Minha Vida‘ (2001), ‘8 Mile – Rua das Ilusões‘ (2002), ‘Recém-Casados‘ (2003) e ‘Sin City – A Cidade do Pecado‘ (2005).

A Max lançou o documentário ‘What Happened, Brittany Murphy?‘ (O que aconteceu, Brittany Murphy?), que acompanha os últimos dias de vida da amada atriz.

A produção faz um retrato íntimo e profundo da atriz, explorando a vida, a carreira e as circunstâncias misteriosas que cercam a trágica morte desta que era uma estrela em ascensão nos anos 90 e 2000. A série vai além das teorias e manchetes de conspiração, apresentando novas entrevistas com pessoas mais próximas de Brittany, além de novas filmagens de arquivo.

Seu último trabalho foi no terror psicológico Something Wicked‘, lançado postumamente em 2014.

Confira o trailer legendado:

Durante anos, a causa da morte foi considerada um grande mistério, já que Murphy foi encontrada sem vida no banheiro da própria casa, localizada em Los Angeles.

Após o incidente, sua mãe relatou que passou o dia anterior com a filha, que estava bastante introspectiva e vomitando a todo momento, além de se manter trancada no quarto.

Anos mais tarde, exames apontaram que Murphy apresentava sinais de pneumonia, deficiência de ferro e “intoxicação por múltiplas drogas”.

Para o pai da atriz, não há dúvidas de que ela foi envenenada pela mãe, mas a morte foi oficialmente considerada acidental.

O mistério se tornou ainda mais forte quando seu marido, o roteirista e diretor Simon Monjack, foi encontrado morto cinco meses após a partida de Murphy, apresentando os mesmos sintomas de pneumonia e anemia por falta de ferro no sangue.

Falando nisso, o passado sombrio de Monjack também é tema do documentário.

Em um trecho do documentário, a ex-noiva de Monjack, Elizabeth Ragsdale, diz que:

“Ele era um indivíduo perturbado que estava acostumado a enganar as pessoas e Brittany foi uma de suas últimas vítimas.”

A maquiadora Trista Jordan, que trabalhou com Murphy em ‘Something Wicked‘ que a aparência da atriz em seus meses finais foi alarmante.

“Seus olhos estavam fundos e ela parecia tão triste. Ela já não era ela mesma. Ela estava com muita dor. Ela estava com as pernas finas e nem conseguia ficar de pé.”

Além disso, a produção trará depoimentos inéditos dos familiares de Murphy e especialistas com a promessa de ir além das teorias da conspiração e manchetes tendenciosas para oferecer um retrato íntimo e profundo da estrela.

Dica do fim de semana | Diferentes produções para conferir nos streamings

O CinePOP separou cinco produções presentes nos principais streamings para assistir no fim de semana. As sugestões incluem terror, drama, animações e séries que acabaram de chegar a essas plataformas, mesmo que não sejam necessariamente filmes novos.

Como de costume, os streamings em que as obras estão disponíveis podem ser vistos logo abaixo das indicações. Confira!

O Telefone Preto

Um dos filmes recentes de terror de maior sucesso dos últimos anos, O Telefone Preto repete a parceria entre o diretor Scott Derrickson e o ator Ethan Hawke para contar a história de um serial killer que sequestra crianças nos anos 1970. No caso mostrado no longa, ele rapta um garoto de 13 anos que é mantido em um porão com isolamento acústico. Por lá, ele encontra um telefone desconectado que serve como um comunicador com as vítimas assassinadas do psicopata. Então, o menino vai tentar usar as dicas do além para tentar escapar.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Tá Dando Onda

Apesar de não ter feito tanto sucesso na época de seu lançamento, em 2007, Tá Dando Onda virou um fenômeno da internet brasileira, que descobriu um dos trabalhos de dublagem com maior liberdade criativa de todos os tempos. O filme é um mockumentary sobre um campeonato de surf de pinguins em uma ilha isolada. A equipe acompanha o jovem e sonhador Cadu Maverick, morador do Frio de Janeiro, cuja maior ambição é poder vencer o torneio para que as pessoas de sua casa o respeitem. Porém, por lá, ele se envolve em confusões e acaba fazendo novos amigos.

Onde assistir: Netflix

Sem Coração

Um dos principais filmes nacionais do ano, Sem Coração é um drama espetacular sobre a vida e o amadurecimento de duas jovens de Alagoas em 1996. A trama acompanha Tamara, uma jovem de família com boas condições financeiras que está vivendo suas últimas semanas no vilarejo de pescadores em que cresceu, antes de se mudar para fazer faculdade em Brasília. Em meio a suas inseguranças de perder suas origens ao se mudar para outra cidade, ela conhece uma menina misteriosa que não quer deixar seu lar e se interessa pela jovem.

Onde assistir: Netflix

The Acolyte

Ambientado no universo Star Wars, The Acolyte é um seriado que se desenvolve um século antes dos eventos de A Ameaça Fantasma (1991). Ele conta a história da Sociedade Jedi nos últimos dias da Alta República, quando uma antiga Padawan se vê obrigada a reencontrar seu velho Mestre Jedi. Junta, essa dupla vai investigar uma série de crimes que apontará para o crescimento oculto do Lado Sombrio, que se cria à sombra da arrogância Jedi. A série tem episódios lançados mensalmente, e os dois primeiros episódios já estão disponíveis.

Onde assistir: Disney+

Operação Fronteira Brasil – Temporada 3

Uma das séries documentais de maior sucesso da atualidade, Operação Fronteira chega a sua terceira temporada para mostrar as rotinas e missões dos agentes da Polícia Federal nas principais fronteiras do Brasil. Além das operações e organização dos policiais e fiscais, é muito curioso ver as bizarrices que as pessoas tentam atravessar pelas fronteiras.

Onde assistir: Max

Novo teaser de ‘Deadpool & Wolverine’ traz vislumbre da Ladypool

Deadpool e Wolverine‘ ganhou um novo teaser, que traz um vislumbre da Ladypool.

Especula-se que a personagem será vivida por Blake Lively ou Taylor Swift.

Confira:

Lembrando que a estreia está marcada pra 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Deadpool & Wolverine’: Novo teaser confirma retorno de vilão de ‘X-Men: O Confronto Final’

Em março, o ator Vinnie Jones, que interpretou Juggernaut em ‘X-Men: O Confronto Final‘, disse ao Yahoo Movies UK que recusou a oferta de reprisar o papel em ‘Deadpool e Wolverine‘.

Na ocasião, Jones afirmou que o motivo de ter passado adiante a oferta foi o pesado traje que tinha que usar para viver o personagem, cuja experiência não foi a das melhores.

No entanto, um usuário do Twitter reparou que o vilão aparece brevemente no novo teaser do filme.

Agora resta saber se Jones estava despistando o público ou se o personagem será trazido de volta através de CGI.

Confira:


De acordo com o Comic Book, ‘Deadpool e Wolverine‘ foi oficialmente classificado para maiores de 18 anos por “conteúdo com alto teor de violência, linguagem inapropriada, referências sexuais e abuso de sangue nas cenas”.

A informação não é bem uma surpresa, já que o trailer mostrou diversas cenas com palavrões e cenas de violência não censuradas enquanto os personagens cortavam e atiravam um contra o outro.

Além disso, a classificação segue o padrão dos dois filmes anteriores do Mercenário Tagarela.

Lembrando que a estreia está marcada pra 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Tokyo Vice’ é CANCELADA; 2ª temporada é a ÚLTIMA da série

Baseada no romance ‘”okyo Vice: An American Reporter on the Police Beat in Japan”, a sérieTokyo Vice oficialmente encerrou sua jornada na segunda temporada.

Segundo o The Hollywood Reporter, os produtores confirmaram que a segunda temporada, que foi concluída recentemente, é a última da série na plataforma. Lembrando que a série foi originalmente concebida para ter duas temporadas, e o astro Ansel Elgort também assinou apenas para duas temporadas da série.

“Ao longo dos últimos cinco anos, a Max garantiu que pudéssemos contar nossa história. Eles nos apoiaram nos momentos bons e ruins. Não só nos deram essas duas temporadas, mas também disseram sim quando pedimos para encerrar a primeira temporada com uma série de cliffhangers, e disseram sim quando pedimos por dois episódios extras para podermos concluir a trama da forma como [o criador] J.T. [Rogers] sempre imaginou”, disseram Rogers e o diretor Alan Poul em um comunicado conjunto.

Eles continuaram: “Somos gratos não apenas à Max, mas também aos nossos parceiros da Fifth Season, que venderam a série ao redor do mundo e a transformaram em um sucesso global. Eles estiveram conosco em todas as situações, garantindo que pudéssemos fazer o programa que queríamos fazer. A resposta tanto da imprensa quanto dos fãs, especialmente à segunda temporada, tem sido avassaladora. Foi emocionante descobrir o quanto os telespectadores se envolveram com nossos personagens e ouvir como clamam por mais. Sabemos que há mais história para contar. Claro, veremos o que o futuro nos reserva, mas estamos realmente gratos por termos podido compartilhar essa história na Max até agora.”

“Desde o material ricamente escrito de Tokyo Vice até as imagens lindamente compostas e as performances autênticas, o cuidado e a criatividade deste elenco e equipe enormemente talentosos brilham em cada quadro do show. Agradecemos a J.T., Alan, Ansel, Ken [Watanabe], Fifth Season e [estação de TV de Tóquio] Wowow por sua parceria neste thriller moderno de noir totalmente único”, concluiu Rogers e Poul.

Lembrando que Rogers estava otimista quanto à obtenção de uma terceira temporada do drama após o final da segunda temporada, declarando que tinha “toda uma história pronta para ser contada”. No entanto, a série acabou não sendo renovada.

Criada por J.T. Rogers, a trama segue Jake Adelstein, um repórter estadunidense que, enquanto trabalhava para o jornal japonês Yomiuri Shinbun, cobriu alguns dos crimes do chefe da perigosa máfia Yakuza, Tadamasa Goto. A série é uma investigação detalhada do trabalho de Adelstein, que foi frequentemente ameaçado de morte e que teve de sacrificar socialmente a própria vida para fazer o seu trabalho.

O elenco conta com Ansel Elgort, Ken Watanabe, Rachel Keller, Hideaki Itō, Show Kasamatsu, Ella Rumpf, Rinko Kikuchi e Tomohisa Yamashita.

Na atual temporada, enquanto Edelstein percebe que sua vida, e a vida das pessoas que ama, está mortalmente em risco, a trama nos levará ainda mais fundo no submundo criminoso da cidade.

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‘Loki’: Ke Huy Quan fala sobre o futuro de O.B.

O astro Ke Huy Quan, intérprete de Ouroboros/O.B. no UCM, discutiu recentemente o futuro de seu personagem após o desfecho da segunda temporada de ‘Loki’.

Em uma entrevista ao Collider, Huy Quan abordou o tema da temporada, assim como o futuro de O.B. “Um dos temas, para mim, da segunda temporada de Loki é que é incrível porque este personagem está muito solitário no início, e ele encontrou amor e amizade nos lugares mais improváveis. Para mim, qualquer pessoa é adorável. Todos nós amamos Loki no final, então é isso que eu amo sobre esse personagem e também sobre o programa. Em relação a Ouroboros, cara, cruzando os dedos para que possamos vê-lo mais em um filme do MCU ou, esperançosamente, mais na TVA. É um universo tão vasto. Só conseguimos ver um pouco da TVA, então espero que possamos ver mais disso. Além disso, Ouroboros tem tanto conhecimento, então eu adoraria ver mais dele e mais de suas contribuições para esse universo”.

O ator ainda revelou qual seu herói preferido da Marvel. “Sabe, eu sou tendencioso. Por mais que tenhamos personagens no MCU, e há muitos personagens ótimos — Homem de Ferro, Thor, Homem-Aranha, todos esses — mas para mim, eu amo Loki. Eu realmente amo. Eu amo os sacrifícios que ele fez. Ele salvou o mundo, ele salvou a linha do tempo”.

E ainda reforçou como Loki salvou o multiverso. “Todos os mundos. E estar no trono segurando todas as linhas do tempo juntas — alerta de spoiler [risos] — esse sacrifício é realmente incrível. É muito emocionante. Poder ver essa jornada para esse personagem é muito incrível. Então, tenho que dizer Loki. Mas, novamente, sou tendencioso, sabe?”.

Lembrando que segundo o Deadline, Tom Hiddleston admitiu sua incerteza sobre o retorno do deus da trapaça: “Eu não sei. Realmente não sei. Eu sei que alcançamos algum tipo de conclusão narrativa com a segunda temporada, o que me parece muito satisfatório”.

O ator também abordou a complexa natureza de Loki, questionando sua classificação como vilão: “Estou ciente de que ele fez algumas escolhas interessantes, que poderiam ser acumuladas em uma imagem que parece que ele é um vilão, e, em algum momento, ele estava fazendo algumas escolhas equivocadas. Você sabe, tentando tomar conta de Nova York e os Vingadores tendo que se reunir para impedi-lo, aquele foi um dia ruim no escritório. Gostaria de pensar que, 14 anos depois, ele está fazendo algumas escolhas um pouco mais generosas, amorosas e heroicas”.

Lembrando que a próxima produção da Marvel é Deadpool e Wolverine, único filme do UCM em 2024.

“No novo filme, após enfrentar alguns obstáculos profissionais durante uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se tornar um vendedor de carros usados. No entanto, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide desenterrar suas katanas da aposentadoria e convoca um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado”.

O filme está programado para estrear em 25 de julho e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que conhecemos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

‘The Umbrella Academy’: Netflix divulga os títulos dos episódios finais

Faltam apenas dois meses para a estreia da 4ª e última temporada de ‘The Umbrella Academy‘, que chega à Netflix em 08 de agosto.

Pensando nisso, a plataforma de streaming divulgou os títulos dos episódios finais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

‘Meu Malvado Favorito 4’ traz homenagem a momento icônico de ‘Homem-Aranha 2’; Confira!

meu malvado favorito 4 homem aranha 2

Meu Malvado Favorito 4‘ chega aos cinemas brasileiros em 04 de julho de 2024, e a animação conta com uma bela homenagem a ‘Homem-Aranha 2‘, dirigido por Sam Raimi em 2004.

Em um vídeo publicado pelo FilmSpot, um dos Minions de Gru (Steve Carell) usa seu corpo elástico para tentar parar um trem em movimento, assim como Peter Parker (Tobey Maguire) usou suas teias para impedir a queda da locomotiva.

Apesar de ser uma breve referência, com certeza a cena de ‘Meu Malvado Favorito 4‘ é o bastante para agradar os fãs do Aranha de Raimi.

Confira:

“Na trama, Gru (Steve Carell) e Lucy (Kristen Wiig) ganharam um novo membro da família: Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai. Além de lidar com as obrigações parentais, o protagonista ainda precisa encarar as ameaças de uma nova dupla de vilões formada por Maxime Le Mal (Will Ferrell) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara)”.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com o retorno de Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas), além de introduzir Will Ferrell (Maxime), Sofia Vergara (Valentina), Joey KingStephen ColbertChloe Fineman.

Chris Renauld retorna à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).

O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.

‘Superman’: Novos jornalistas se juntam ao Planeta Diário

Superman e mulher em montagem gráfica.
superman mikaela hoover

Superman, longa que inicia o novo Universo DC sob a direção de James Gunn, acaba de receber novos membros para o elenco, de acordo com o The Hollywood Reporter. Mikaela Hoover (‘O Esquadrão Suicida’) e Christopher McDonald estão se juntando ao filme como jornalistas do Planeta Diário.

Hoover assumirá o papel de Cat Grant, uma colunista de fofocas, cuja presença é mais reconhecida pelos fãs da série da CW, ‘Supergirl’, onde foi interpretada por Calista Flockhart.

McDonald interpretará Ron Troupe, um dos repórteres da redação.

Nas redes sociais, Hoover celebrou a escalação, dizendo: “Cat Grant… alguém me belisca”.

Lembrando queSuperman (anteriormente ‘Superman – O Legado’) contará com David Corenswet (‘Hollywood’) como o Homem de Aço e Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.

“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.  

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Jared Leto será o Dr. Lawrence Gray em novo filme sobre roubo de joias

Jared Leto, aclamado ator por seu papel em Clube de Compras Dallas, vai dar vida ao Dr. Lawrence Gray, um professor aposentado que se envolveu em um caso intrigante de roubo de joias. Segundo o Deadline, o longa, ainda sem título, será dirigido por Andy Bellin (‘Lovelace’) e baseado no artigo “The Talented Dr. Gray” de Steve Kroft e Howard L. Rosenberg, publicado na Airmail de Graydon Carter em 2022.

“Gray, um ex-professor de ciência política da Universidade John Cabot, é acusado de arquitetar um esquema sofisticado de roubos, levando joias e obras de arte valiosas. Apesar de sua educação impecável e conexões sociais de elite, Gray teria roubado mais de US$ 1 milhão em objetos de valor de casas em cinco estados diferentes. Entre suas vítimas, estavam pessoas que ele conheceu em eventos sociais, como casamentos e galas de caridade, e, principalmente, sua amante de longa data, Jacqueline Quillen, figura proeminente na alta sociedade de Washington D.C.”

Leto será o protagonista e também produzirá o filme ao lado de Emma Ludbrook, em parceria com a Scoop Productions de Scoop Wasserstein.

Bellin expressou seu entusiasmo com o projeto: “Assim que li o artigo, soube que seria um filme incrível. O ponto crucial aqui é a psicologia do Dr. Gray e as reviravoltas fantásticas da história. Essa história explora a vida perfeita de privilégios e glamour que, na verdade, esconde um mundo de astúcia, subterfúgios e decepção. Somos muito sortudos por ter Jared, que tem um talento especial para personagens complexos, e por ter a h.wood Media apoiando este projeto”.

‘Motel Destino’ ganha data de estreia!

Motel Destino, o novo filme de Karim Aïnouz que recebeu aclamação no Festival de Cannes 2024, finalmente tem sua data de estreia oficial no Brasil anunciada.

A Pandora Filmes revelou que o longa será lançado em 22 de agosto.

“Na trama, o local numa beira de estrada do litoral cearense que dá nome ao filme é palco de jogos perigosos de desejo, poder e violência. Uma noite, a chegada do jovem Heraldo transforma em definitivo o cotidiano do motel. O rapaz em fuga totalmente vulnerável cruza seu caminho com o de uma mulher aprisionada pelas dinâmicas de um casamento abusivo”.

 

Motel Destino é estrelado por Iago Xavier, Nataly Rocha e Fabio Assunção e tem roteiro de Wislan Esmeraldo e Maurício Zacharias

O longa tem direção de Karim Aïnouz.

Motel Destino conquistou uma impressionante taxa inicial de aprovação de 86% no Rotten Tomatoes, baseada em 7 críticas.

Os críticos em geral elogiaram o trabalho de Karim Aïnouz, descrevendo o filme como uma obra bela e ousada.

Confira:

“As atuações centrais deste filme são espetaculares: três performances intensas e despretensiosas, onde seus corpos estão frequentemente em evidência, sensuais porém frágeis”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.

“Amor, sexo, poder e violência continuam sendo temas centrais no mais recente filme de Karim Aïnouz, Motel Destino, assim como em seu filme anterior, Firebrand, apesar de estarem ambientados em mundos completamente diferentes!”, disse Chase Hutchinson do TheWrap.

“Com o trabalho do designer de produção Marcos Pedroso, o próprio Motel Destino se torna uma força sordidamente impressionante que ganha vida através da lente de Hélène Louvart. Talvez seja pelo ruído constante nos quartos, mas o filme em si parece tremer voluptuosamente em alguns momentos”, disse Fionnuala Halligan do Screen.

Motel Destino representa uma ousada incursão do diretor brasileiro Karim Aïnouz em trazer suas sensibilidades distintas para o gênero do thriller erótico”, disse Sarah Manvel
do Next Best Picture.

“A fronteira entre o paraíso e o inferno pode ser frágil, e a incerteza sobre qual lado você está se revela uma força eletrizante em Motel Destino, a empolgante montanha-russa emocional de Karim Aïnouz, disse Stephen Saito do Moveable Fest.

“É um romance envolvente e sombrio, representando um retorno bem-vindo ao estilo erótico de Aïnouz após o tedioso drama de época Firebrand (2023)”, disse Nicholas Bell do IonCinema.

“Em determinado momento, o diretor parece perder o controle sobre o crescente descontentamento, e, de repente, a trama se enreda em uma série de absurdos até chegar a um desfecho desesperador”, disse Luis Martínez do El Mundo.

‘The Boys’: Revelada a DURAÇÃO dos quatro primeiros episódios da 4ª temporada; Confira!

Através do Twitter, o insider da página Cryptic HD divulgou a duração dos quatro primeiros episódios da 4ª temporada de ‘The Boys‘.

Apesar da Prime Video não ter confirmado a informação, o portal tem um histórico positivo de vazamentos.

A boa notícia é que o episódio de abertura terá pouco mais de uma hora de duração, com 62 minutos.

Confira:

Lembrando que o novo ciclo estreia no próximo dia 13 de junho na plataforma de streaming.

Lembrando que a série já está renovada para um quinto ciclo.

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

‘Sweet Tooth’: 3ª e ÚLTIMA temporada tem aprovação perfeita no Rotten Tomatoes!

A 3ª e última temporada da aclamada série de fantasia distópicaSweet Tooth, baseada nos quadrinhos da DC, já está disponível no catálogo da Netflix. A série alcançou uma aprovação perfeita no Rotten Tomatoes, com 100% de aprovação dos críticos baseada em 11 avaliações, e 86% de aprovação do público.

Cartaz da série Sweet Tooth com avaliação positiva.

Os críticos, em geral, afirmaram que o novo ano conclui a série de forma perfeita, proporcionando um encerramento satisfatório para a história.

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“A temporada final de Sweet Tooth tem seus altos e baixos, mas uma atuação principal fantástica e um ótimo desfecho compensam qualquer dificuldade ao longo do caminho”, disse Ross Bonaime do Collider.

“A terceira temporada de Sweet Tooth mantém essa combinação perfeita de um mundo repleto de maravilhas e violência, culminando de forma excepcional”, disse Felipe Rangel do Screen Rant.

“A adaptação de quadrinhos Sweet Tooth, de Jim Mickle, garante seu lugar entre as melhores já feitas”, disse Tara Bennett da Paste Magazine.

“Apesar de a terceira temporada chegar a uma conclusão emocionante que ressoa com os temas da série, a introdução de muitos novos personagens e respostas insatisfatórias aos mistérios da trama tornam tentador abandonar a jornada antes do desfecho”, disse Samantha Nelson do IGN Movies.

“Se você esteve acompanhando Sweet Tooth até agora, não há nada na temporada final que o faria desistir de concluir a história”, disse Joel Keller do Decider.

“Existe algo tão encantador em Sweet Tooth que, ao término da temporada final, ela se estabeleceu como uma das grandes séries da Netflix”, disse Alan French do FandomWire.

“Em poucas palavras, o programa é tão bom que é impossível não recomendá-lo, mesmo que não tenha agradado a este escritor em particular. Assim como seu nome sugere, Sweet Tooth tem algo irresistível”, disse Tim Stevens do The Spool.

Sweet Tooth S3 conclui a série de forma perfeita, com performances maravilhosas e momentos verdadeiramente intensos. Os leitores de quadrinhos certamente ficarão satisfeitos”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

Sweet Tooth’ está disponível na Netflix. 

Relembre o trailer:

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

O elenco conta com Neil SandilandsChristian Convery, Nonso Anozie, Aliza Vellani, Adeel Akhtar e Will ForteJames Brolin entra como narrador da produção.

A trama é ambientada num mundo habitado por híbridos de humanos e animais, e giram em torno de Gus, um híbrido entre homem e veado, que deixa sua casa e encontra um mundo devastado por um evento cataclismático. Ele se junta a uma gangue de híbridos e humanos que buscam respostas sobre o acontecimento e acaba descobrindo uma enorme conspiração que o força a questionar sua própria existência.

Cinebiografia LEGO de Pharrell Williams ganha trailer, confira!

Piece by Piece (Peça por Peça, em tradução livre), a cinebiografia do cantor Pharrell Williams, acaba de lançar seu primeiro trailer. Diferente das cinebiografias tradicionais, esta contará a história do artista por meio de animação LEGO.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas em 11 de outubro deste ano.

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“Quem diria que brincar com peças de LEGO quando criança se transformaria em um filme sobre minha vida. Essa é a prova de que você também consegue… #PieceByPiece.”

 

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Produzido pela Focus Features e dirigido por Morgan Neville (conhecido por ‘Roadrunner: A Film About Anthony Bourdain’), o filme conta com a produção de Neville, Caitrin Rogers, Pharrell Williams, Mimi Valdés e Shani Saxon. Jill Wilfert e Keith Malone são os produtores executivos representando o Grupo LEGO.

O presidente da Focus Features, Peter Kujawski, elogiou Pharrell Williams como um verdadeiro pioneiro: Pharrell Williams é um verdadeiro pioneiro cuja influência na música, arte e moda remodela continuamente a cultura global com um inegável senso de alegria. Ao colaborar com o inigualável Morgan Neville e a criatividade ilimitada da marca LEGO, seu espírito visionário ganha vida de uma maneira única e inspiradora que incentiva todos a dançar, cantar e usar sua voz para construir o mundo que desejam ver, bloco por bloco, peça por peça.”

Morgan Neville compartilhou sua empolgação com o projeto: “Há cinco anos, Pharrell Williams me apresentou a ideia de ajudá-lo a contar sua história por meio da animação LEGO. Foi um daqueles raros momentos em que soube imediatamente que essa era uma jornada que eu queria fazer. Sou grato aos nossos parceiros na Focus Features e no Grupo LEGO por acreditarem em nossa missão maluca. Montamos uma equipe incrível de colaboradores criativos para fazer um novo tipo de filme. Mal posso esperar para as pessoas assistirem.”

Pharrell Williams expressou sua gratidão pela parceria com Morgan Neville: “Quando tive essa visão maluca de contar essa história por meio de blocos LEGO, não poderia ter imaginado um parceiro melhor do que o Morgan. Ele é uma lenda. Grato que a Focus quis colaborar conosco e é uma honra compartilhar isso com o mundo e trazer as pessoas para o meu universo. Construir com blocos LEGO nos incentiva a seguir nossa imaginação… quem imaginaria que brincar com esses brinquedos na infância evoluiria para um filme sobre minha vida? É a prova de que qualquer pessoa pode fazer isso também.”

Jill Wilfert, Vice-Presidente Sênior de Parceiros de Entretenimento e Conteúdo do Grupo LEGO, enfatizou que Pharrell é um verdadeiro visionário: “Pharrell é um verdadeiro visionário e alguém que continua a desafiar os limites do que significa criatividade; algo muito próximo aos nossos corações aqui no Grupo LEGO. Acreditamos que o bloco LEGO é o meio criativo supremo, permitindo que as pessoas construam, desconstruam e reconstruam de tantas maneiras quanto puderem imaginar, espelhando como Pharrell continuou inovando em sua própria vida. Ter a oportunidade de colaborar com ele; com um contador de histórias incrível como Morgan Neville; e a maravilhosa equipe da Focus Features tem sido verdadeiramente inspirador. A combinação da criatividade de Pharrell e do bloco LEGO é realmente algo especial de se ver acontecer.”

O filme está programado para estrear nos cinemas em 11 de outubro de 2024.

‘Bebê Rena’: Netflix divulga a ESPETACULAR audição de Jessica Gunning

Jessica Gunning brilhou como protagonista emBebê Rena, sucesso da Netflix. Agora, a plataforma divulgou o vídeo de sua audição para o papel.

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Bebê Rena‘ retrata uma história real vivida pelo ator e comediante escocês Richard Gadd quando foi vítima de uma perseguidora e predadora sexual por volta de seus 20 anos.

Na trama, ele interpreta Donny Dunn, que acaba virando a obsessão de Martha (Jessica Gunning), uma mulher ele conhece em um bar onde trabalha, despertando nela um interesse sufocante que pode destruir as vidas dos dois.

No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.

Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.

Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.

Identificada na série como Martha, a mulher não teve sua real identidade revelada por Gadd para evitar represálias ou reforçar o traumas que algumas pessoas viveram na vida real.

Em entrevista à Variety, ele disse que:

“Há certas restrições [quando se faz uma produção baseada em fatos]. Você não pode simplesmente copiar a vida e o nome das pessoas e divulgá-los na TV. Obviamente, também estávamos cientes de que alguns personagens são baseados em pessoas vulneráveis. Não queremos tornar a vida das pessoas mais difíceis. Então é preciso ocultar certas coisas para se proteger e proteger outras pessoas.”

O comediante também admitiu que precisou fazer algumas alterações para deixar a história mais atraente e dramática.

“Muito da perseguição que sofri foi uma narrativa chata. Às vezes, Por razões artísticas, é necessário dramatizar o conteúdo para deixá-lo mais atraente para o público. O que aconteceu comigo foram ações repetitivas, do tipo: ‘Ai, Deus, uma mensagem dessa pessoa de novo. E, claro, na televisão, especialmente em um suspense, você
precisa mover certas linhas do tempo, precisa mover certos pontos para o final dos episódios terem um resultado satisfatório. Além de uma história verdadeira, você precisa torná-la visualmente interessante. Ainda assim, é uma história verdadeira – vem de uma verdade emocional, e acho que é com isso que as pessoas mais se identificam.”

No entanto, Gadd reforça que o objetivo da série é repudiar comportamentos abusivos e a importunação e não glamourizar pessoas que fazem isso.

Ao fim da adaptação, Martha é presa depois de confessar perseguição e assédio, sendo condenada a nove meses de prisão, além de receber uma ordem de restrição.

Já no caso real, o destino da perseguidora é incerto, pois Gadd disse ao The Independent, que não fez questão da prisão dela, demonstrando empatia e encarando o caso como uma questão de doença mental.

“Não consigo enfatizar o suficiente o quanto ela é uma vítima em tudo isso. Perseguição e assédio são uma forma de doença mental. Teria sido errado colocá-la como um monstro, porque ela não está bem e o sistema falhou com ela.”

Com direção de Weronika Tofilska, a atração retrata o caso em sete episódios.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Imagens da 2ª temporada destacam romance entre Isildur e nova personagem

Homem de cabelo longo com navio ao fundo.
isildur o senhor dos anéis os anéis de poder

Através do Instagram, a Prime Video divulgou novas imagens da aguardada 2ª temporada de Os Anéis de Poder, destacando os personagens Arondir (Ismael Cruz Córdova), Isildur (Max Baldry) e Estrid (Nia Towle), personagem que fará sua estreia nos novos episódios.

Inclusive, Isildur e Estrid devem viver um intenso romance nos novos episódios.

Confira:

Lembrando que os novos episódios chegam à Prime Video no dia 29 de agosto.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A adaptação inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien, causou um grande barulho quando estreou no Prime Video em 2022 – deixando os fãs animados para o futuro da narrativa.

Agora, segundo os criadores J.D. PaynePatrick McKay, a nova temporada da obra fantástica está mais perto do que poderíamos imaginar (via ComicBook.com).

As informações indicam que o próximo ciclo chegará ao catálogo da plataforma de streaming no final de 2024, ainda sem dia confirmado.

Anteriormente, conversando com o MovieZine, a diretora Charlotte Brändström, que ficou responsável por um dos episódios da temporada de estreia e por quatro da nova iteração, disse que os vindouros capítulos serão ainda mais ousados e sombrios.

“O que eu posso dizer é que [a 2ª temporada] será mais sombria, mais ousada e mais focada nos personagens”, ela comentou. 

“Ainda acho que temos temos episódios muito interessantes vindo aí. Assisti a todos eles durante o Natal, apenas os cortes. Acho que vai ser uma temporada muito boa. Tentamos fazê-los mais ousados, um pouco mais ‘sujos’, pr assim dizer. E não em relação à imagem, mas em relação a fazê-los os mais autênticos possíveis. Temos várias reviravoltas surpreendentes, também”.

Embora não tenham sido divulgados detalhes exatos sobre os novos episódios, espera-se que a história traga uma maior participação de Sauron, que foi formalmente apresentado nos momentos finais da primeira temporada.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram recentemente contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.