HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN marca o início do terceiro ano na escola de bruxaria Hogwarts. Harry, Ron e Hermione têm muito o que aprender. Mas uma ameaça ronda a escola e ela se chama Sirius Black. Após doze anos encarcerado na prisão de Azkaban, ele consegue escapar e volta para vingar seu mestre, Lord Voldemort. Para piorar, os Dementores, guardas supostamente enviados para proteger Hogwarts e seguir os passos de Black, parecem ser ameaças ainda mais perigosas.
Curiosidades:
» O longa será relançado nos cinemas em comemoração aos 20 anos da estreia original;
» Lançado em 2004, ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban‘ originalmente arrecadou US$ 807.1 milhões nas bilheterias mundiais. Aclamado pelos críticos, o longa ainda conseguiu alcançar sólidos 90% de aprovação no Rotten Tomatoes;
Quando o assassino Joe Flood (Bautista) é diagnosticado com uma doença terminal, ele decide resolver o problema por conta própria – atacando a si mesmo. Mas quando os próprios assassinos que contratou também têm como alvo a sua ex-namorada (Sofia Boutella), ele deve afastar um exército de colegas assassinos e reconquistar o amor da sua vida antes que seja tarde demais.
Os dublês podem finalmente conquistar uma categoria no Oscar. Por anos, a comunidade tem pressionado por um reconhecimento mais significativo na forma de uma categoria dedicada na premiação.
Essa disciplina desempenha um papel crucial na indústria cinematográfica, realizando acrobacias impressionantes que enriquecem as produções cinematográficas. Apesar de sua importância, os dublês são historicamente ignorados no maior evento de premiação de Hollywood.
O lançamento recente do blockbuster ‘O Dublê’, focado na categoria, intensificou a campanha por uma premiação no Oscar. O elenco e a equipe do filme defenderam a ideia com fervor, e o debate ganhou força na indústria.
Conforme relatado pela Empire em Cannes, os líderes da Academia, em meio ao processo de reformulação da instituição e ao aprimoramento da noite mais prestigiada do cinema, iniciaram investigações sobre a viabilidade de uma categoria dedicada aos dublês.
Bill Kramer, CEO da Academia, afirmou: “Estamos conversando com membros da comunidade de dublês que são membros da Academia sobre a possibilidade disso. Adicionamos um novo prêmio que será lançado em dois anos para Diretores de Elenco. Então sempre estamos abertos a essas discussões”.
Janet Yang, Presidente da Academia, explicou: “A Academia é como um organismo vivo e respirante. Ouvimos nossos membros e, se houver um apoio forte o suficiente e mecanismos adequados para avançar a causa, e se houver interesse… Foi assim que aconteceu com a Direção de Elenco. Criamos novos ramos ao longo das décadas. A Academia evolui e se adapta às mudanças da indústria.”
Embora ainda seja cedo, a possibilidade de uma categoria de dublês no Oscar está ganhando força.
O ator Ashton Kutcher se mostrou entusiasmado com o potencial da inteligência artificial (IA) na produção cinematográfica, especialmente com a ferramenta de vídeo generativo da OpenAI, chamada Sora.
Em entrevista à Variety, Kutcher afirmou que o Sora representa o futuro da indústria cinematográfica, com o potencial de tornar a produção de filmes mais barata e acessível a todos.
“Eu tenho uma versão beta do Sora e é incrível”, disse Kutcher. “Você pode gerar qualquer tipo de imagem que desejar, até mesmo vídeos curtos de 10 a 15 segundos que parecem muito reais. Ainda há erros, como a física não ser totalmente compreendida, mas o progresso em um ano é notável. Na verdade, há imagens que poderiam ser facilmente usadas em um grande filme ou programa de televisão”.
Kutcher acredita que a IA pode revolucionar a indústria cinematográfica, reduzindo significativamente os custos de produção. “Por que sair para filmar uma cena externa de uma casa em um programa de televisão quando você pode simplesmente criá-la por US$100? Sair para filmar custaria milhares de dólares. Cenas de ação em que eu pulo deste prédio, você não precisa de um dublê para fazer isso, você poderia simplesmente fazer com IA”.
Kutcher também mencionou um novo processador da Nvidia que é 30 vezes mais eficiente que o software existente, o que pode levar a um salto ainda maior na capacidade das plataformas de geração de vídeo como o Sora. “Eu não precisei contratar um departamento de CGI para fazer isso. Em cinco minutos, renderizei um vídeo de um ultramaratonista correndo pelo deserto sendo perseguido por uma tempestade de areia. E parece exatamente assim”.
O ator imagina um futuro onde cada pessoa poderá criar seus próprios filmes, sem a necessidade de grandes orçamentos ou equipes de produção. “Você será capaz de renderizar um filme inteiro. Você só precisa ter uma ideia para um filme, então ele vai escrever o roteiro, depois você insere o roteiro no gerador de vídeo e ele gera o filme. Em vez de assistir a algum filme que outra pessoa criou, eu posso simplesmente criar e depois assistir ao meu próprio filme”.
Ele continuou: “O que vai acontecer é que haverá mais conteúdo do que olhos no planeta para consumi-lo. Então, qualquer peça de conteúdo só será tão valiosa quanto as pessoas que a consomem. E assim, a versão ‘ponto de encontro’ catalisadora de algo ser bom, o padrão vai ter que subir muito, porque por que você assistiria ao meu filme quando poderia apenas assistir ao seu próprio filme?”
Apesar do entusiasmo de Kutcher, nem todos estão otimistas sobre o impacto da IA na indústria cinematográfica. Tyler Perry, por exemplo, interrompeu um projeto de expansão de estúdio de US$800 milhões em Atlanta após ver o que o Sora poderia fazer.
“Tem que haver algum tipo de regulamentação para nos proteger”, disse Perry. “Se não, simplesmente não vejo como sobreviveremos”.
Perry teme que a IA leve a uma perda massiva de empregos na indústria cinematográfica e pede por compaixão com os trabalhadores. “Espero apenas que, à medida que as pessoas estão abraçando essa tecnologia e as empresas estão se movendo para reduzir custos e salvar a linha de fundo, haja algum tipo de pensamento e compaixão pela humanidade e pelas pessoas que trabalharam nesta indústria e construíram carreiras e vidas, que haja algum tipo de consideração para eles”.
A icônica cantora e compositora Billie Eilishlançou o clipe oficial de “CHIHIRO”, novo single de seu aclamado 3º álbum de estúdio, ‘Hit Me Hard and Soft’.
Lembrando que o compilado de originais conta com dez faixas, incluindo a faixa “LUNCH”.
Confira:
Relembre a tracklist:
1. Skinny 2. Lunch 3. Chihiro 4. Birds of a Feather 5. Wildflower 6. The Greatest 7. L’amour de ma Vie 8. The Diner 9. Bittersuite 10. Blue
Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do Ano, Artista Revelação, Música do Ano e Gravação do Ano – estas duas últimas com o single“bad guy”).
Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy.
Em 2023, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.
Estrelado por Daisy Edgar-Jones (‘Fresh’) eGlen Powell (‘Todos Menos Você’), O filme de catástrofe ‘Twisters‘ chega aos cinemas nacionais em 18 de julho, e a IMAX divulgou um incrível pôster para promover o longa.
A imagem mostra os protagonistas enfrentando uma intensa ventania.
Confira:
Recentemente, a Universal Music e a Atlantic Records revelaram as 29 faixas da trilha, que inclui novas músicas de artistas de sucesso como Luke Combs, Jelly Roll, Lainey Wilson, Tyler Childers, Leon Bridges, Miranda Lambert, Kane Brown e Shania Twain.
No entanto, as músicas só estarão disponíveis nas plataformas de áudio junto com a estreia do longa.
Confira:
‘Ain’t No Love in Oklahoma’ – Luke Combs ‘Ain’t in Kansas Anymore’ – Miranda Lambert ‘Steal My Thunder’ – Conner Smith (feat. Tucker Wetmore) ‘Feelin’ Country’ – Thomas Rhett ‘The Cards I’ve Been Dealt’ – Warren Zeiders ‘Never Left Me’ – Megan Moroney ‘Out of Oklahoma’ – Lainey Wilson ‘Hell or High Water’ – Bailey Zimmerman ‘Dead End Road’ – Jelly Roll ‘Country Classic’ – Kane Brown ‘Tear Us Apart’ – Sam Barber ‘Song While You’re Away’ – Tyler Childers ‘Already Had It’ – Tucker Wetmore ‘Chrome Cowgirl’ – Leon Bridges ‘Death Wish Love’ – Benson Boone ‘Boots Don’t’ – Shania Twain & Breland ‘Stronger Than a Storm’ – Dylan Gossett ‘Chasing the Wind’ – Lanie Gardner ‘Leave the Light On’ – Jelly Roll (feat. Alexandra Kay) ‘Before I Do’ – Wyatt Flores & Jake Kohn ‘Caddo County’ – The Red Clay Strays ‘Blackberry Wine’ – Tanner Usrey ‘Too Easy’ – Tanner Adell ‘Shake Shake (All Night Long)’ – Mason Ramsey ‘New Loop’ – Tyler Halverson ‘Touchdown’ – Flatland Cavalry ‘Driving You Home’ – Nolan Taylor ‘Wall of Death’ – Wilderado, Ken Pomeroy, & James McAlister ‘(Ghost) Riders in the Sky’ – Charley Crockett
Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.
‘Star Wars: O Acólito‘ chega já está disponível na Disney+ e conta com o astro sul-coreano Lee Jung-jae (‘Round 6’) como o Mestre Jedi Sol, um dos membros da Alta República, centenas de anos antes dos eventos de ‘A Ameaça Fantasma‘.
Durante uma entrevista para a Radio Times, o astro foi questionado sobre os desafios que enfrentou para dar vida ao personagem, e ele admitiu que foi aprender inglês, mas ele fez questão de se adequar ao idioma para conversar de igual para igual com os colegas de elenco.
“Eu realmente não acreditei quando descobri que havia sido escalado para a série. É muito significativo se tornar um personagem neste vasto universo da saga ‘Star Wars’. Eu fiz muita pesquisa e estudei todos esses Jedi do passado para construir meu personagem, o Mestre Sol. Então esse foi meu primeiro dever de casa: analisar todas essas performances anteriores.”
Ele continuou:
“No entanto, aprender inglês foi definitivamente um grande desafio na preparação para o papel. Tive dois treinadores de diálogo incríveis que me ajudaram ao longo do caminho, e passamos muito tempo juntos, e nos mínimos detalhes eles estavam realmente me ensinando como falar – e eles também tinham grandes personalidades – então estávamos sempre brincando e rindo no set. Só tenho boas lembranças dos meus aprendizados durante a pré-produção.”
Anteriormente, ele conversou com o Comic Book e comentou sobre o que diferencia seu personagem dos outros Jedi da Alta República.
“Então, eu meio que mencionei uma certa arrogância que queria eu incorporar em Sole isso se encaixa na linha do tempo da Alta República, quando os Jedi reinam supremos. Mas acho que isso também diz respeito às emoções dele, expressando-as de maneira um pouco grosseira. Então, embora externamente o Mestre Sol seja extremamente poderoso na Força, acho que os Jedi ainda têm esse medo e essa arrogância dentro deles. Acho que se deparar com um vilão pela primeira vez ou, logo no início de uma batalha, sentir o poder do seu oponente pela primeira vez, é um desafio que eles não esperavam.”
Ele continuou:
“Comparado aos outros Jedi, eu realmente queria expressar Sol de uma forma única, porque ele é extremamente humanista e você vê isso em seu relacionamento com Osha, mas tendo aquele pequeno elemento de medo ou pequeno elemento de arrogância, mesmo dentro de uma batalha”, continuou ele.
Lembrando que a série vai estrear com episódio duplo.
Criada por Leslye Headland, “‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.
Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.
A distribuição dos episódios ficou assim:
Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef
Pouco depois do anúncio do novo livro da saga ‘Jogos Vorazes’, criada por Suzanne Collins, a Lionsgate confirmou que irá produzir a adaptação cinematográfica da obra.
Como se não bastasse, a companhia já anunciou a data de estreia do longa: 20 de novembro de 2026.
Intitulado ‘Sunrise on the Reaping’ (Amanhecer na Colheita’, em tradução livre), a trama do romance se passará vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.
Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.
O filme mais recente foi ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).
“Com ‘Sunrise on the Reaping’, fui inspirada pela ideia de submissão implícita de David Hume e, nas suas palavras, ‘a facilidade com que muitos são governados por poucos’”, disse Collins num comunicado oficial. “A história também se prestou a um mergulho mais profundo no uso da propaganda e no poder daqueles que controlam a narrativa. A questão ‘Real ou não real?’ parece mais urgente para mim a cada dia”.
O Disney+ está investindo mais esforços em conteúdos originais e vai lançar a série documentário ‘Volta, Priscila‘.
A série será centrada em Priscila Belfort, irmã do famoso lutador de MMA Vitor Belfort que desapareceu há duas décadas.
Priscila trabalhava na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e, no dia 9 de janeiro de 2004, assim que saiu do expediente para o horário do almoço, foi sequestrada. Até hoje, não há nenhuma informação sobre o que realmente aconteceu.
Em 2007, três anos após o desaparecimento da vítima, uma mulher chamada Elaine Paiva rendeu-se à polícia e confessou que foi membro ativo do assassinato da jovem. Além disso, ela revelou que Priscila foi abduzida para quitar uma dívida de aproximadamente R$10 mil com um grupo de traficantes. Porém, as investigações oficiais ainda permanecem inconclusivas.
Jovita Belfort, mãe de Priscila, auxiliou no desenvolvimento do projeto ao ceder mais de duas mil horas de materiais inéditos, incluindo fotos e vídeos da filha.
Em entrevista, Jovita comentou: “eu tenho três netos que só ouvem falar da Priscila. Achei que estava na hora deles conhecerem-na”.
“Eu não estou aqui somente como mãe da Priscila, mas como a faxineira, a dona de casa, todas essas mulheres que tiveram seus filmes desaparecidos e procuram informações”.
Bruna Rodrigues, escalada para o time de diretoras, afirmou em declaração oficial: “mergulhamos no mundo da Priscila e pensamos como iríamos contar esse quebra-cabeça. Porque ninguém some à luz do dia, em avenida movimentada, do nada. E até hoje não sabemos o que aconteceu”.
A Delegacia de Desaparecidos foi criado por causa da insistência de Jovita, pois antes quando você reportava desaparecimento era encaminhado para a delegacia de Homicídios.
Mesmo antes da Warner Bros. oficialmente ter dado aval para o quinto capítulo da franquia ‘Matrix’, o astro Keanu Reeves havia comentado à Empire, em 2021, que estaria disposto a retornar para a sequência – mas com uma condição.
À época, o intérprete de Neo disse que não pensaria duas vezes antes de reprisar o papel, desde que a diretora Lana Wachowski, responsável pela trilogia original ao lado de Lilly Wachowski, o chamasse.
“Se ela me convidar de novo, eu estou dentro”, ele disse.
Anteriormente, conversando com a Fandome, Reeves confirmou que ficaria “grato e honrado” em voltar para a sequência.
“Se a Lana Wachowski quiser fazer outra história… Eu gostaria de ver o que aconteceu com Trinity, Neo e o mundo…”, afirmou.
O novo filme não será escrito por Lana, e sim por Drew Goddard, o roteirista de ‘Perdido em Marte‘.
Apesar dela não roteirizar o novo projeto, ela voltará como produtora executiva – o que pode empolgar Keanu a também retornar.
Goddard, que dirigiu o terror ‘O Segredo da Cabana‘ (2011), também vai comandar o projeto.
Com o anúncio de um quinto filme sem Lana ou Lily Wachowski como diretoras, os fãs ficaram revoltados com a possibilidade da franquia ser destruída e perder toda sua importância.
Confira as reações:
Eu adoro o Drew Goddard, mas sei lá… Tem certas obras que só é possível de ver se desenvolvendo com as pessoas que criaram. Matrix é uma obra dessas. https://t.co/jk84sUO8sK
No final de Resurrections fica claro que um futuro remake não é uma derrota para Matrix, mas para a Warner, que está presa nesse loop eterno de reciclagem. Matrix foi além dos filmes, mas como os próprios filmes mostram: alguns se sentem confortáveis nessa prisão. https://t.co/fdpS4ImFeRpic.twitter.com/TTcmleDyFd
A menos que queiram contar uma nova história com outros personagens na Matrix, aí eu acho que aproveitar o universo e criar um conteúdo novo seria interessante, mas se quiserem bater na mesma tecla vai ficar péssimo
Os detalhes do enredo não foram revelados, mas o presidente de produção da Warner Bros. Motion Pictures, Jesse Ehrman, brincou que a história avançará no mundo da fantasia sem se afastar muito do que fez da série um sucesso.
“Drew veio para a Warner Bros. com uma nova ideia que todos acreditamos que seria uma maneira incrível de continuar o mundo Matrix, honrando o que Lana e Lilly começaram há mais de 25 anos e oferecendo uma perspectiva única baseada em seu próprio amor pelo séries e personagens”, disse Ehrman em comunicado. “Toda a equipe da Warner Bros. Discovery está entusiasmada com o fato de Drew estar fazendo este novo filme ‘Matrix’, adicionando sua visão ao cânone cinematográfico que os Wachowskis passaram um quarto de século construindo aqui no estúdio.”
Goddard foi indicado ao Oscar por escrever ‘Perdido em Marte‘, a adaptação de ficção científica dirigida por Ridley Scott e estrelada por Matt Damon. Seus outros créditos em longas-metragens incluem os roteiros de ‘Cloverfield’ e ‘Guerra Mundial Z‘.
“Não é exagero dizer que os filmes de ‘Matrix’ mudaram tanto o cinema quanto a minha vida”, disse Goddard. “A arte requintada de Lana e Lilly me inspira diariamente, e estou muito grato pela oportunidade de contar histórias em seu mundo.”
A 4ª temporada de ‘The Boys‘ estreia em 13 de junho naPrime Video, e a página oficial da série divulgou uma cena inédita que mostra Billy Bruto (Karl Urban) tentando se reaproximar de seu enteado, Ryan (Cameron Crovetti), depois que o garoto decidiu se juntar ao pai, o capitão Pátria (Antony Starr).
Recentemente, o showrunner Eric Kripke, comentou sobre o futuro da série, afirmando que embora ainda não saiba quando, ele já sabe como a produção vai acabar.
Durante uma entrevista à Empire, Kripke declarou: “Você não pode construir um programa que trata dessas duas forças, Patriota e Butcher, se aproximando lentamente um do outro sem levar isso a um ponto final. Independentemente de quando esse último episódio ocorrer, eu sei o que acontece.”
No entanto, com uma 4ª temporada prestes a estrear e uma quinta já confirmada, Kripke falou sobre o medo da história se perder. “Estou muito consciente da posição irônica em que isso nos coloca. Penso nisso todos os dias, o quão importante é: mesmo que estejamos contando mais histórias neste mundo, que não nos vendamos de jeito nenhum”.
Sobre quando a série termina, em 2020, Kripke comparou ‘The Boys’ com sua experiência anterior com ‘Supernatural’, onde havia previsto apenas cinco temporadas, mas a série acabou durando 15. “Meu último programa, Supernatural, eu disse cinco temporadas com certeza, e então aquele maldito foi até 15. Então, na maioria das vezes, vou manter minha boca fechada, mas criativamente cinco parece um número redondo bom.”
Durante uma recente entrevista à Inverse, Kripke revelou sua mudança de perspectiva. “Desde então, aprendi a não mais tentar prever o número de temporadas como se fosse a pessoa que, sem exagero, detém o título de ser a mais equivocada na história do entretenimento quanto ao tempo de duração de seu programa. Alguém destacou isso para mim, e eu concordei: ‘Você está certo. Isso é ridículo. É melhor eu me abster de fazer previsões.’ E assim o faço”.
Lembrando que o executivo da Amazon, Vernon Sanders, sugeriu que ‘The Boys’ ainda tem muito a oferecer. “Eric tem uma visão do que tudo isso leva há anos, e estamos em uma conversa contínua sobre o que vem a seguir. Então, provavelmente é prematuro falar sobre isso além de dizer que acreditamos em Eric e, se Eric estiver interessado em continuar a história, seremos os primeiros a trabalhar com ele para descobrir o que é isso”.
Lembrando que a série já está renovada para um quinto ciclo.
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
A DNEG Animation está desenvolvendo mais um filme inspirado no jogo ‘Angry Birds’, sendo o terceiro da franquia cinematográfica.
Há alguns meses, já havia sido revelado que Jason SudeikiseJosh Gad, que dublaram respectivamente Red e Chuck nos filmes anteriores, estavam em negociações para reprisarem os papéis caso a sequência ganhasse sinal verde.
A direção fica a cargo de John Rice, que entra no lugar de Thurop Van-Orman, que permanece ligado ao projeto como roteirista.
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) June 6, 2024
Enquanto isso, vale lembrar que a Netflix divulgou o trailer oficial da 2ª temporada da animação ‘Angry Birds: Loucuras de Verão‘.
Além disso, foi revelado que o próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 24 de junho na plataforma de streaming.
Confira:
A série segue Red, Bomb, Chuck e os outros em um acampamento de verão. Liberados por Might Eagle, e mantendo a rixa entre pássaros e porcos, seus rivais se encontram do outro lado do lago, levando a constantes confrontos entre os grupos.
A animação é baseada nos dois longas-metragens lançados, respectivamente, em 2016 e em 2019. Juntos, os títulos arrecadaram mais de meio bilhão nas bilheterias mundiais.
Sabrina Carpenter, uma das maiores vozes da Geração Z na música, anunciou recentemente que irá lançar a faixa “Please Please Please” como segundo single oficial de seu sexto álbum de estúdio, ‘Short n’ Sweet’.
A canção e o clipe serão lançados hoje, 06 de junho, às 22h (no horário de Brasília).
O compilado de originais será lançado no dia 23 de agosto e também conta o lead single“Espresso” (que se tornou a canção de maior sucesso de sua carreira ao atingir o 4º lugar da Hot 100 da Billboard).
Além disso, Carpenter revelou que trará uma surpresa especial para os fãs nesta próxima quinta-feira, 06 de junho.
“Short n’ Sweet” MY NEW ALBUM IS COMING OUT AUGUST 23rd!!!! this project is quite special to me and i hope it’ll be something special to you too.
Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.
Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.
Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”, “Paris”, “read your mind” e “feather”.
A 9ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ já teve sua estreia oficial e, agora, a World of Wonder divulgou a primeira parte do próximo episódio, que vai ao ar amanhã, 07 de junho.
As queens irão disputar pela coroa e irão representar uma instituição de caridade que receberá o prêmio em dinheiro.
Lembrando que a temporada anterior coroou a icônica Jimbo como vencedora. KandyMuse ficou em segundo lugar, enquanto LaLa Ri foi a vencedora dos Fame Games.
RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.
Em entrevista à revista PEOPLE, o astro Michael B. Jordan revelou que ainda está trabalhando no roteiro da aguardada sequência de ‘Eu Sou a Lenda’ – que será co-estrelado por ele e por Will Smith, reprisando seu papel do filme original.
“Ainda estamos trabalhando no roteiro e deixando-o à altura”, ele disse. “Não há data de lançamento nem nada parecido. Não tenho certeza exatamente onde vamos filmar isso, mas estou muito animado para estar na frente das câmeras com ele. Eu o admiro há muito tempo, poder trabalhar com Will é algo que estou realmente ansioso”.
Akiva Goldsman, que assinou a história do longa de 2007, também ficará responsável pelo roteiro.
Vale lembrar que nenhum diretor foi escalado ao projeto, até o momento.
Anteriormente, Smith havia contado alguns detalhes sobre o projeto.
“Tivemos algumas semanas juntos cerca de um mês atrás. Acho que está parecendo bom. Temos algumas ideias realmente sólidas… Acho que vamos levá-las para a tela juntos”, o astro disse. “Esse cara é incrível, então adoraria fazer isso.”
Veterano em franquias de sucesso, Smith define um critério rigoroso para sequências: “[ela precisa] se destacar por si só. Eu me disse que nunca faria aos fãs uma sequência apenas porque seria legal ter uma sequência”.
Na trama, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.
Atualmente em gravação, a 2ª temporada de ‘The Last of Us‘ será lançada em 2025 e vai surpreender os fãs do jogo com tramas que vão além do material original.
Em entrevista para o Deadline, o criador da adaptação, Craig Mazin, diz que embora a série da HBO não vai se distanciar muito dos jogos, os novos episódios vão explorar histórias inéditas dentro do contexto da franquia.
“Como fã, estou emocionado que possa haver um terceiro jogo. Como co-criador da série, não há nenhum lugar onde eu gostaria que nosso programa fosse além do material de origem. A 2ª temporada vai adaptar os eventos do 2º jogo, mas há bastante material que é relevante para essa história, mas, como eu disse, percorre novos caminhos interessantes, histórias inéditas que foram contadas dentro do contexto do jogo, mas que não foram exploradas.”
Mazin não entrou em detalhes sobre o que essas ‘histórias inéditas’ implicam à trama, mas Neil Druckmann, co-criador da série, argumentou que “existe um plano maior que une todas as temporadas de ‘The Last of Us’“.
“Nosso foco são os dois jogos”,disse Druckmann. “Como Craig mencionou, há bastante material com o qual estamos dedicando nosso tempo, e estamos analisando cada peça individualmente para ter certeza de que elas têm seu próprio arco, sua própria jornada, caminhos pelos quais os personagens seguem, mas há um plano maior que une todas as temporadas.”
Lembrando que Jeffrey Wright (‘Westworld’) entrou para o elenco da 2ª temporada da aclamada adaptação de ‘The Last of Us‘.
O ator interpretará Isaac, o poderoso líder de uma milícia conhecida como Frente de Libertação de Washington, que, apesar de originalmente ter buscado a liberdade, acabou se perdendo em uma guerra sem fim contra um inimigo surpreendentemente engenhoso.
Curiosamente, o ator também deu voz ao personagem no jogo ‘The Last of Us Part II‘.
Com estreia programada para 2025, as filmagens do próximo ciclo já foram iniciadas.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
Vencedor do Oscar de Melhores Efeitos Visuais, ‘Godzilla Minus One’ tornou-se um verdadeiro sucesso, arrecadando US$ 106,7 milhões nas bilheterias internacionais a partir de um orçamento de apenas US$ 15 milhões.
Dirigido por Takashi Yamazaki, o longa também conquistou 98% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
E parece que o cineasta já está trabalhando no seu próximo filme, que será uma adaptação do elogiado mangá ‘Gen Pés Descalços‘ (Barefoot Gen).
De acordo com o Comic Book, a informação foi revelada pelo produtor de anime Toshio Okada, que compartilhou um vídeo para os seguidores enquanto comentava sobre o impacto de ‘Godzilla Minus One’.
Durante o vídeo, Okada abordou a carreira de Yamazaki, e disse que está animado para ver o próximo filme do diretor, que será baseado no mangá escrito por Keiji Nakazawa entre 1973 e 1985 .
A trama é baseada nas experiências reais do próprio Nakazawa, que é um sobrevivente da bomba lançada em Hiroshima, e giram em torno de Gen, um garoto de seis anos de idade que vivia com sua família na cidade que foi bombardeada pelos norte-americanos na 2ª Guerra Mundial.
Depois que Hiroshima é destruída pela bomba atômica, Gen e outros sobreviventes são obrigados a lidar com as consequências da destruição, trazendo diversas lições sobre humanidade, perdão e nosso lugar no mundo.
Por enquanto, ainda não nenhum detalhe oficial sobre a adaptação. E, até que Yamazaki confirme, sua adaptação de ‘Gen Pés Descalços‘ é apenas um boato, mas Okada está confiante de que o filme está em andamento.
Enquanto isso, ‘Godzilla Minus One‘ já está disponível na Netflix.
O novo trailer do terror ‘Alien: Romulus‘ foi divulgado ontem e deixou os cinéfilos empolgados para o próximo filme do aclamado cineasta Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’).
Nas redes sociais, os fãs elogiaram o trailer e revelaram a empolgação com o filme:
Tava aqui pensando e xenomorfo do céu, esse trailer de Romulus é o que de melhor tivemos na franquia Alien no cinema desde sei lá, Ressurreição?! pic.twitter.com/HUmlZW3veG
O longa recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade por “violência sangrenta e linguagem”.
Considerado que o diretor já havia prometido algumas mortes surpreendentes e cenas perturbadores – e seu histórico em comandar filmes de terror particularmente brutais –, a classificação não é uma surpresa.
‘Alien: Romulus‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.
Confira o trailer, dublado e legendado:
Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.
Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.
Guimarães Rosa escreveu importantíssimos livros que são considerados clássicos da literatura brasileira, como ‘Grande Sertão: Veredas’ e ‘Sagarana’. E uma de suas principais características – segundo os leitores e a crítica – é seu texto rebuscado, de altíssima qualidade gramatical, que deixava os professores de literatura em êxtase, e os alunos, em pânico. Tal dificuldade se estendeu quando foram adaptar suas obras para outros idiomas e, posteriormente, quando foram adaptá-las para outras linguagens, como o cinema. E apesar da enorme potência de sua obra, Guimarães continuava distante do cotidiano do brasileiro comum. Mas isto está prestes a mudar com a estreia nesse feriadão do filme ‘Grande Sertão’, a mais nova – e definitiva – adaptação do romance homônimo.
Num território distópico atemporal, todo recortado por guetos, favelas e facções, o professor Riobaldo (Caio Blat) tenta sobreviver no Sertão, local dominado pelo bando de Joca Ramiro (Rodrigo Lombardi, o eterno Raj da novela ‘Caminhos das Índias’). Quando uma aluna sua é baleada na porta a escola, Riobaldo conhece Otacília (Mariana Nunes, de ‘Alemão’), mãe da menina, e reencontra Diadorim (Luisa Arraes, de ‘Transe’), seu antigo amigo de infância que lhe encorajara a não ter medo da vida. Dessa encruzilhada, Riobaldo repensará sua interpretação de mundo e os desdobramentos no Sertão. Porém, quando uma guerra explode encabeçada por Hermógenes (Eduardo Sterblitch, de ‘Dois é Demais em Orlando’) e revidada pelo comandante do exército, Zé Bebelo (Luís Miranda, de ‘Ó Paí Ó 2’), Riobaldo terá que colocar à tona a coragem que não sabe existir dentro de si, ao mesmo tempo em que tentará entender os motivos de seu peito bater de forma diferente por Diadorim.
‘Grande Sertão’ tem muitos méritos por conseguir coisas “inconseguíveis”. A primeira delas, claro, é conseguir adaptar uma obra extensa (cerca de 740 páginas) para um formato fílmico, e com menos de duas horas! O longa também consegue traduzir a guerra do sertanejo, dos cangaceiros versus os jagunços, os coronéis, as milícias do imaginário comum do interior do país para uma linguagem contemporânea, urbana, traçando um paralelo com a violência que ocorre hoje nas capitais metropolitanas do país. Nesse sentido, não há diferença dos anos 1950 para o hoje, ou entre o sertão e o urbano, ou entre o cangaço e as periferias comandadas por poderes paralelos.
A caracterização dos personagens impressiona, tanto no figurino quanto na maquiagem/cabelo – setores comandados por Cao Albuquerque, Diana Leste e Rosemary Paiva. Esses departamentos conseguiram, inclusive, “enfeiar” Rodrigo Lombardi, vejam só! Brincadeiras à parte, além das indumentárias steampunk/industrial, a caracterização de Eduardo Sterblitch é chocante, um misto de Puck de ‘Sonho de Uma Noite de Verão’ com Gollum de ‘O Senhor dos Anéis’ e um vozeirão sintetizado meio Mr Catra. De longe é seu melhor papel e é também a melhor interpretação de todas de Hermógenes. Fosse vivo, até Guimarães ficaria bolado de vê-lo em cena.
Caio Blat volta a encarnar Riobaldo (depois da peça que saiu em turnê pelos CCBBs em 2017, com parte desse mesmo elenco, e depois de gravar esta peça encenada no filme ‘O Diabo na Rua no Meio do Redemunho’, que passou ano passado no Festival do Rio) e traz seu melhor para esta versão. São 7 anos co-vivendo com esse personagem e a sensação é que, com o tempo, Caio só o melhorou, só o entendeu mais em sua complexidade. Também Luisa Arraes entrega uma surpreendente versão de Diadorim (originalmente na peça feita por Luiza Lemmertz), demonstrando todo o seu potencial não só por anteriormente decorar todo o texto de Hermógenes, como, agora, entregar um Diadorim com sangue nos olhos. Aqui Luisa mostra que é uma atriz enorme, corajosa e que enfrenta tudo de frente, emprestando sua força feminil para trazer um Diadorim valente, líder, inspirador.
Créditos: Helena Barreto
E tudo isso ganha uma roupagem de tirar o fôlego com a belíssima – belíssima mesmo – fotografia do diretor Gustavo Hadba (olho nele! que seus trabalhos são avassaladores!). A comunhão que o diretor encontra entre a iluminação perfeita, o posicionamento de câmera e ângulos absurdos (que encontra o melhor de seu elenco), somado a uma montagem agilíssima que imprime um ritmo frenético na produção, faz a gente ter vontade de chorar diante de tanta beleza. Ou falar um palavrão bem alto, tamanha a dificuldade para controlar as emoções.
Sob a assinatura do diretor Guel Arraes (que volta ainda esse ano com ‘O Auto da Compadecida 2’), esse ‘Grande Sertão’ é uma obra-prima irretocável. A ferramenta que os professores precisavam para animar os estudantes a lerem Guimarães Rosa – que teria aprovado o resultado dessa adaptação. ‘Grande Sertão’ é cinema-arte melhor que muito embutido hollywoodiano, e demonstra a atemporalidade e a qualidade da literatura (e do cinema) brasileira.
O terror slasher ‘In a Violent Nature‘, que promete subverter as expectativas do gênero ao ser narrado através da perspectiva do assassino, surpreendeu em sua estreia nos cinemas norte-americanos – e chamou a atenção de um dos maiores nomes da literatura de horror da contemporaneidade: Stephen King.
Através de seu perfil oficial no X (antigo Twitter), King rasgou elogios para a produção, escrevendo: “se você precisa de um filme de terror, este servirá. É vagaroso, quase lânguido, mas quando o sangue corre, corre em baldes. O assassino mascarado parece o Minion mais assustador do mundo”.
IN A VIOLENT NATURE: If you need a slasher movie, this one will do the job. It’s leisurely, almost languorous, but when the blood flows, it flows in buckets. The killer in his mask looks like the world’s most terrifying Minion.
O longa arrecadou US$ 2.1 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, através de 1426 salas de cinema.
De acordo com o Bloody Disgusting, este é um retorno sólido para um terror independente, experimental e para maiores. Além disso, a produção se aproximou dos números de estreia de ‘Entrevista com o Demônio‘, que havia se tornado o maior lançamento da história da IFC Films ao arrecadar US$ 2.8 milhões em seu primeiro final de semana.
Com o sucesso, o diretor Chris Nash revelou que adoraria retornar para uma sequência: “Sinto que definitivamente há espaço para novas aventuras do Johnny. Não me importaria em vê-lo atacando nos subúrbios em algum momento. Só de pensar em acompanhar esse personagem em um beco escuro – enquanto as pessoas ao seu redor estão vivendo normalmente – é aterrorizante. Eu gosto bastante dessa ideia. Então, no quarto filme, ele precisa ir ao espaço. Veremos.”
Quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…