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2ª temporada de ‘Pachinko’ ganha teaser e data de estreia na Apple TV+!

Apple TV+ divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de Pachinko, série épico-dramática que acompanha quatro gerações de uma família coreana lutando para alcançar seus sonhos.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 23 de agosto.

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https://x.com/AppleTV/status/1796285460744126742?t=VHMsAYhVjGl0-Jcckac4Jg&s=19

A série foi escrita por Soo Hugh e baseada no romance homônimo best-seller assinado por Min Jin Lee.

Recheada com temas universais sobre família, amor, triunfo, destino e resiliência, Pachinko acompanha as esperanças e os sonhos de uma família de imigrantes coreanos através de quatro gerações, conforme deixam sua terra natal em uma jornada indômita para sobreviver e prosperar. Começando na Coreia do Sul no começo dos anos 1900, a narrativa é contada através dos olhos de uma marcante matriarca, Sunja, que supera todos os obstáculos. Sua história é justaposta ao do neto, Solomon, na década de 1980.

A vencedora do Oscar Yuh-Jung Youn (‘Minari’) estrela a produção.

Lee MinhoJin HaMinha KimAnna Sawai, Eunchae JungInji JeongJimmi SimpsonJunwoo HanKaho MinamiSteve Sanghyun NohSoji AraiYu-na JeonSoji AraiJin HaInji JeongMinha KimKaho MinamiSteve Sanghyun NohAnna SawaiJunwoo HanEun Chae JungJimmi Simpson e Yu-na Jeon completam o elenco.

‘The Front Room’, novo TERROR da A24 estrelado por Brandy, ganha data de estreia

A aclamada produtora A24 finalmente anunciou quando o terror psicológico ‘The Front Room‘, estrelado pela Brandy Norwood (‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’), será lançado.

O longa está programado para estrear no dia 6 de setembro de 2024.

O projeto será dirigido por Max e Sam Eggers, irmãos de Robert Eggers – diretor de ‘A Bruxa‘ e ‘O Homem do Norte‘.

A trama é baseada no conto homônimo escrito por Susan Hill.

A história segue um jovem casal grávido que é forçado a acolher uma madrasta doente que há muito se afastou da família.

O elenco ainda contará com Kathryn Hunter, Andrew BurnapNeal Huff.

Max coescreveu o roteiro de ‘O Farol‘, enquanto Sam foi um assistente de produção em ‘A Bruxa‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Mahershala Ali está em negociações para estrelar novo ‘Jurassic World’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Mahershala Ali (‘True Detective’) está em negociações para se juntar ao elenco do novo filme da franquia ‘Jurassic World‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu possível papel não foram divulgados.

Caso o acordo seja fechado, ele se juntará aos atores Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’), Manuel Garcia-Rulfo (‘O Poder e a Lei’), Rupert Friend (‘Asteroid City’) e Jonathan Bailey (‘Wicked’), que haviam sido previamente anunciados.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, será responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assinará o novo filme.

Jurassic World 4‘ tem estreia prevista para 2 de julho de 2025 e promete iniciar uma “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente. O roteiro já está sendo finalizado e não deve contar com o retorno dos protagonistas de ‘Jurassic World‘, interpretados por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

A produção do novo filme está a cargo dos produtores Frank Marshall e Patrick Crowley, que trabalharam em ‘Jurassic World‘. Steven Spielberg será o produtor executivo por meio de sua produtora.

A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.

‘Megarrromântico’: Comédia com Rebel Wilson ganhará sequência focada no gênero TERROR

De acordo com o Deadline, a New Line Cinema está desenvolvendo uma sequência da comédia ‘Megarrromântico‘ (Isn’t It Romantic), que fez piadas com os clichês das comédias românticas.

A continuação, intitulada ‘Isn’t It Scary‘ (Megassustador, em tradução livre), vai tirar sarro do gênero terror – como a franquia ‘Todo Mundo em Pânico‘.

April Prosser (‘Como Seria Se…?’) assinará o roteiro.

Infelizmente, não foi confirmado se Rebel Wilson (‘A Escolha Perfeita’) retornará para o novo filme.

No longa original, cínica em relação ao amor e desprezada em seu trabalho de Nova York, a arquiteta Natalie não acredita em romances e finais felizes. Depois de sofrer um golpe na cabeça durante uma briga com um assaltante no metrô, Natalie acorda em um universo paralelo e se vê interpretando a protagonista de uma comédia romântica na vida real.

Com 69% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 48.7 milhões nas bilheterias norte-americanas.

No Brasil, o filme segue disponível no catálogo da Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Michael Keaton retorna em nova imagem da sequência ‘Os Fantasmas se Divertem 2’; Confira!

O site Empire Magazine divulgou uma nova imagem inédita da sequência ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘, que destaca o retorno do Michael Keaton como o icônico personagem titular.

Em entrevista ao site, o ator declarou: “Eu amo este filme. Não falo o suficiente sobre isso. Eu realmente amo isso. Não é fácil [retornar para este universo], mas acredito que fomos muito bem-sucedidos.”

Confira a imagem e siga o CinePOP no Youtube:

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência e tem dado indícios promissores sobre o projeto.

Os 10 Melhores Álbuns Pop Internacionais dos Anos 2010

Quando pensamos no cenário musical dos anos 2010, são vários os álbuns que nos chamam a atenção – principalmente no cenário pop. E, quando fazemos menção ao termo pop, não focamos no gênero em si, mas sim na cultura popular como um todo – e que produções conseguiram manejar sair de um escopo mais independente e causar um impacto significativo no mainstream.

Dentre os nomes mais populares dessa época, podemos citar, sem sombra de dúvidas, BeyoncéLady GagaTaylor SwiftAriana GrandeDua Lipa e diversos outros artistas que conseguiram deixar uma marca sólida na indústria fonográfica e que ou continuaram a estender seu legado, ou começaram a construí-lo de forma imensurável.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns internacionais dos anos 2010 para você conferir e colocar na sua playlist.

Veja abaixo as nossas escolhas:

10. ANTI, Rihanna (2016)

O último álbum de Rihanna, ‘ANTI, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos. Contando com inúmeras músicas icônicas, incluindo “Work”“Needed Me” e “Love on the Brain”, a produção é nostálgica, retumbante, narcótica e mais tantos ótimos adjetivos que consiga pensar – motivo pelo qual está presente na nossa lista.

9. GOLDEN HOUR, Kacey Musgraves (2018)

Vencedor do prêmio de Álbum do Ano do Grammy Awards em 2019, Golden Hour é um marco no cenário da música country e a obra-prima de Kacey Musgraves. A limpa produção é cortesia do fato da cantora e compositora ter assinado e produzido as 13 faixas ao lado de Daniel Tashian e Ian Fitchuk, incrementando-as com discoelectropop e yacht rock. Além da estatueta supracitada, o álbum rendeu à artista mais três estatuetas.

8. THE ARCHANDROID, Janelle Monáe (2010)

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

7. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk (2013)

As egrégias canções de Random Access Memories são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

6. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey (2019)

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

5. BEYONCÉ, Beyoncé (2013)

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular.

4. BODY TALK, Robyn (2010)

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. Body Talk foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

3. BORN THIS WAY, Lady Gaga (2011)

Born This Way é um marco no cenário musical e artístico por ter remado contra o que estava acontecendo no mainstream ao trazer incursões do electro-rock ao EDM. Aqui, Lady Gaga se afastou da identidade marcante de ‘The Fame Monster’ e ‘The Fame’ para um testamento de libertação e de empoderamento que foi considerado como uma das “bíblias do pop” contemporâneo e que salvou inúmeras vidas pelo teor de autoaceitação – além de contar com canções como “Hair”“The Edge of Glory” e a faixa-título. Não é surpresa que o álbum seja relembrado até hoje e sirva de inspiração para inúmeros artistas.

2. MELODRAMA, Lorde (2017)

Lorde havia começado sua carreira como um proeminente nome do indie – até resolver migrar oficialmente para o mainstream com um dos melhores álbuns do século e de todos os tempos com Melodrama. Indicado a Álbum do Ano no Grammy Awards 2024, a produção é uma amálgama de conceitualizações certeiras e uma coesão apaixonante que se estende por quarenta minutos (na versão padrão) e aposta fichas em um experimentalismo maximizante de pop alternativo, art popelectro-pop que rendeu inúmeros singles impecáveis e uma colaboração apaixonante com Jack Antonoff.

1. LEMONADE, Beyoncé (2016)

Lemonade é um acontecimento que ficará para sempre marcado no mundo da música e representou uma mudança considerável na estética não apenas sonora, como também identitária e imagética na carreira de Beyoncé. Considerada por muitos, inclusive por este que vos fala, como a magnum opus de uma das maiores artistas de todos os tempos, o compilado rende-se à definição de pop como pertencente à cultura popular, como explicado no começo da matéria. Aqui, temos uma mistura explosiva de inúmeros gêneros que representaram uma amálgama de reapropriação de estilos originários da comunidade afro-americana – como o country, o rock, o reggae, o rap e vários outros – que celebraram uma libertação que seria explorada em suas incursões mais recentes como ‘Renaissance’‘Cowboy Carter’.

Dica do feriado | Filmes de mesma premissa, mas com visões diferentes

Uma das vantagens dos incontáveis streamings que estão por aí é a possibilidade de assistir filmes que saíram direto dos cinemas para as telas no conforto dos lares, ou poder conferir longas que chegam exclusivamente neles. E a dica deste feriado é justamente um desses casos.

Lançado em abril deste ano, Evidências do Amor é uma comédia romântica nacional estrelada pelo humorista Fábio Porchat e pela cantora Sandy Leah. Essa mistura inesperada de talentos foi usada para contar a história de um casal que vê o relacionamento ruir após um pedido de casamento. Agora, um ano depois do término, o rapaz segue sem ter superado a ex e se vê em uma situação pra lá de inusitada: toda vez que ele ouve a música do casal, acaba voltando no tempo para reviver brigas que teve com a amada.

O problema é que a música em questão é Evidências, fenômeno popularizado por Chitãozinho & Xororó, que virou praticamente o hino extraoficial do Brasil. Então, o coitado se vê numa situação de desespero, porque é praticamente impossível não ouvir a música pelos lugares, mas pior do que isso é tentar viver tendo que presenciar novamente seus piores momentos com o amor da vida dele, que infelizmente o deixou.

O filme é obviamente uma comédia, mas sabe retratar o relacionamento dos dois de forma muito sensível e madura. O personagem de Porchat é meio bobão e ainda assim é um apaixonado. Ele está angustiado porque está vivendo seus erros novamente, em um momento que tudo que ele queria fazer era esquecer. Do outro lado, a personagem de Sandy guarda surpresas que não a limitam ao papel de ‘participação especial’. A trama é amarradinha e deliciosa de acompanhar.

Da mesma forma, Porchat e Sandy têm uma química fora do comum. E o mais impressionante é que mesmo tocando Evidências o tempo inteiro, a música não fica enjoativa. Foi um trabalho muito especial do diretor Pedro Antônio.

Onde assistir: Max.

Com a mesma temática, o drama Grandes Hits também chegou ao Brasil no mês de abril. Para deixar a ‘competição’ mais interessante, os dois filmes ficaram disponíveis ao público na mesma semana. Na trama, Harriet (Lucy Boynton) é uma jovem que achava ter encontrado o amor de sua vida. Porém, numa infelicidade do destino, o casal sofre um acidente de carro e o rapaz não resiste.

Com o trauma, Harriet descobre uma habilidade que mais tem jeito de maldição. Ela viaja no tempo toda vez que escuta uma música que embalou algum momento marcante de sua vida com o falecido. Então, ela volta para aquele momento e o revive enquanto durar a música no passado. A grande diferença, porém, é que ela começa a suspeitar que talvez consiga mudar as coisas. Por isso, ela não consegue lidar bem com o luto, porque começa a acreditar que conseguirá evitar o acidente do amado.

O problema é que enquanto ela tenta reverter as coisas, a vida continua. E para quem não está na mente dela, é praticamente impossível entender o que se passa com a jovem. Com isso, ela adota táticas para evitar ser surpreendida pelas músicas no dia a dia. Além disso, ela entra em grupos de terapia para tentar superar a situação.

No entanto, ela vê sua vida, que estava teoricamente controlada, sair dos rumos quando conhece um rapaz que também está vivenciando o luto. Dividida entre tentar consertar o passado e seguir com sua vida, Harriet vai testando a confiança do rapaz para saber se conseguirá revelar seu segredo ou não. Paralelamente a isso, ela tenta resolver esse conflito interno de se abrir novamente para o amor. É um drama realmente interessante que apesar de ter a premissa muito parecida com Evidências do Amor, conduz a trama por uma outra perspectiva. Além disso, não aposta em uma música só, mas em uma playlist que mistura canções mais atuais com outras mais antigas, rendendo uma grande experiência para os fãs de música em geral. São as músicas de uma vida mexendo diretamente com os rumos de uma jovem mulher.

Onde assistir: Star+.

No fim das contas, não houve um tipo de Barbenheimer entre os filmes, mas agora que ambos podem ser conferidos nos streamings, a dica para o feriadão é curtir essas duas grandes obras que tratam de temas parecidos, só que de formas completamente distintas e fascinantes.

Jeremy Renner se junta ao grandioso elenco de ‘Entre Facas e Segredos 3’

De acordo com o Deadline, Jeremy Renner (‘Os Vingadores’) é a mais nova adição ao elenco de ‘Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery‘, terceiro filme da saga ‘Knives Out‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O astro se junta aos atores Josh O’Connor (‘Rivais’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’) e Kerry Washington (‘Scandal’), que haviam sido previamente anunciados.

Daniel Craig reprisará o seu papel como o detetive Benoit Blanc.

Sem data de estreia, o terceiro filme será lançado na Netflix em 2025.

Lembrando que o filme antecessor, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e se tornou a 3ª maior estreia de um longa-metragem em serviços de streaming da Netflix, com 2.2 bilhões de minutos assistidos durante os três primeiros dias.

A sequência de ‘Entre Facas e Segredos‘ ficou atrás apenas de ‘Abracadabra 2‘ (2.3 bilhões de minutos) e ‘Mulher-Maravilha 1984‘ (2.3 bilhões de minutos).

Pouco foi revelado sobre o novo filme, além dos desejos anteriores de Johnson de ambientá-lo em algum lugar da América, depois que ‘Glass Onion‘ levou Benoit Blanc para a Grécia.

“Eu quero que seja na América”, contou Johnson ao Insider em dezembro do ano passado passado. “Há muitas coisas tentadoras em Paris ou nos Alpes Suíços, mas sinto que é muito importante que sejam filmes americanos. Mesmo que Glass Onion seja ambientado no exterior, ainda é um grupo de americanos que estão presos juntos em uma ilha, então Blanc de volta para algum lugar um pouco mais perto de casa, acho que pode ser uma coisa boa para o próximo.”

Até lá, relembre nossa crítica de ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’: 

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

10 filmes que refletem sobre o mundo da literatura!

Pensar o mundo com a arte das palavras é uma das primeiras definições que aparecem quando pensamos na palavra literatura. Muito do universo fascinante que cerca essa palavrinha mágica já foi objeto de uso em roteiros que se aprofundam para gerar a reflexão sobre esse tema. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 filmes que refletem sobre o mundo da literatura:

 

Bem-Vinda, Violeta!

Filmado em Ushuaia, na Patagônia argentina, na trama conhecemos a escritora Ana (Débora Falabella) que resolve embarcar em uma viagem para uma espécie de laboratório criativo onde ela e outros escritores participam de dinâmicas comandadas pelo enigmático Holden (Darío Grandinetti), um homem cheio de personalidade que ficara famoso no mundo literário após queimar exemplares dos seus livros no dia do lançamento. Os dias nesse lugar são intensos e provocantes, há uma necessidade de um abandono de si mesmo e um embarque na personalidade dos principais personagens das respectivas obras. Aos poucos, a forte protagonista começa a se perder, se descontruindo em torno de uma de suas personagens do seu último livro.

 

Sociedade dos Poetas Mortos

Dirigido pelo cineasta australiano Peter Weir e com roteiro assinado por Tom Schulman, Sociedade dos Poetas Mortos possui cenas inesquecíveis. O longa-metragem, lançado no primeiro semestre do ano de 1990 aqui no Brasil, conta a história de um criativo e inspirador professor, interpretado por Robin Williams, que é contratado para dar aulas em uma escola cheia de regras e tradições no final da década de 50. Aos poucos, com seus métodos diferente do que todos encontravam na escola, consegue inspirar seus alunos a combaterem suas ansiedades e os conflitos provocados por uma sociedade conservadora.

 

Verissimo

O Luis Fernando do Verissimo. Partindo 15 dias antes do aniversário de 80 anos de uma das lendas da literatura brasileira, o documentário Verissimo, busca um recorte do dia a dia de um dos maiores cronistas do cotidiano. Com um acertado tom intimista, a narrativa, de alguma forma, simplifica a personificação de um homem pacato que adora criar laços com as palavras através de seu próprio universo. Dirigido por Angelo Defanti, o projeto foi um dos destaques do Festival É Tudo Verdade desse ano.

 

A Livraria

Na trama, acompanhamos a saga de uma viúva bastante inteligente chamada Florence (Emily Mortimer) que após a perda do marido, resolve empreender, arriscando tudo que possui para abrir uma livraria em uma cidade litorânea no interior de uma Inglaterra perto do início dos anos 60. Enfrentando dificuldades que nunca imaginara, com maior força por conta de interesses de forças da elite local, encabeçada pela excêntrica Violet (Patricia Clarkson), Florence precisará ter muita força de vontade para seu negócio dar certo e também contará com a ajuda de Edmund (Bill Nighy), um recluso morador da cidade que está cansado da mesmice e da falta de renovação cultural onde vive.

 

O Livro da Discórdia

O sexo e a punição. Exibido no Festival Varilux de Cinema Francês do ano passado a comédia O Livro da Discórdia apresenta reflexões sobre uma geração de imigrantes no choque entre as memórias do passado e o presente na visão de um escritor de meia idade, descendente de argelinos. Dirigido pela atriz e cineasta francesa Baya Kasmi, em seu segundo longa-metragem de ficção, o projeto abre também espaço para mercado editorial dos livros e seu circuito de interesses. Tudo funciona de forma equilibrada em um roteiro que preza pelo humor na medida certa.

 

American Fiction

Na trama, conhecemos Monk (Jeffrey Wright), um escritor e professor num presente repleto de conflitos não deixando barato os absurdos culturais que percebe ao seu redor. Após ser afastado pela universidade que leciona, vai passar um tempo na casa de praia da família se aproximando dos irmãos e da mãe em fase inicial de Alzheimer. Um dia, resolve escrever um livro de forma aleatória, longe das complexidades de suas outras obras e acaba vendo o sucesso chegar de forma curiosa e mostrando muitas verdades da sociedade.

 

Violette

Na história, roteirizada pelo próprio diretor, conhecemos mais profundamente a vida da escritora Violette Leduc, uma mulher guerreira que encontrou a salvação através da escrita. Sua amizade e sua paixão por Simone de Beauvoir também é meticulosamente bem mostrada. Se sentindo em um deserto que monologa, desafiando o convencional da época, quebrando tabus, sendo admirada por ilustres escritores do século XX, a protagonista é muito poderosa.

 

O Cidadão Ilustre

Na trama, conhecemos o recluso e porque não dizer rabugento escritor argentino Daniel Mantovani (Oscar Martínez), um senhor de idade que mora a cerca de 40 anos na Europa e ganhou recentemente o grande prêmio Nobel de Literatura. Certo dia, recebe um convite da prefeitura de sua cidade natal, Salas, na Argentina, para ser homenageado. Depois de muito pensar, acaba aceitando o convite e embarca em uma jornada alucinante onde colocará em prova tudo o que representa para os habitantes do local e alguns velhos conhecidos.

 

The Lesson

Na trama conhecemos Liam, um brilhante entendedor do universo literário. Em busca de lançar seu primeiro romance, acaba aceitando o emprego de tutor de um jovem prestes a entrar numa renomada faculdade que também é filho de seu ídolo, um romancista de sucesso. Porém, durante esse tempo ele perceberá que sobre essa família, algumas coisas não são exatamente como dizem ser.

 

Tolkien

Na trama, conhecemos em três etapas o inteligente e obstinado J.R.R. Tolkien (Nicholas Hoult), um jovem que perdeu a mãe muito cedo e teve que morar de favor na casa de uma velha senhora para assim poder terminar os estudos. Na escola que é matriculado faz forte amizade com outros três jovens, um grupo unido, ligados a arte, chás e rúgbi. Seus calorosos debates acontecem em um movimentado estabelecimento onde se sentem mais velhos e guiados pela liberdade de se expressar. Por meio de flashbacks vamos acompanhando esses encontros, principalmente quando o protagonista é recrutado para a Primeira Guerra Mundial. Tudo o que viveu nas linhas de batalhas, o desespero e sofrimento, a força da amizade que constrói, além do amor que sente pela sua vizinha de quarto e amante do piano Edith (Lily Collins) acabam servindo de inspiração para Tolkien escrever um dos maiores sucessos literários de todos os tempos O Senhor dos Anéis.

‘Star Trek: Discovery’: Série COMPLETA já está disponível na Paramount+!

Star Trek: Discovery‘, estrelada por Sonequa Martin-Green (‘The Walking Dead’), chegou ao fim após a exibição do último episódio da 5ª temporada – e, agora, os fãs podem desfrutar da série completa no catálogo da Paramount+.

Criada por Bryan FullerAlex Kurtzman, a atração foi lançada em 2017 e serve como a sétima série do panteão Star Trek.

Relembre a trama original:

Dez anos antes da famosa missão do Capitão Kirk, a tripulação do USS Discovery se depara com novos mundos e civilizações, sendo obrigada a se aprofundar em temas familiares e explorar situações até então desconhecidas. O descuido da capitã Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) causa uma devastadora guerra entre a Federação de Planetas e o Império Klingon. Por isso, ela acaba perdendo seus status e sendo enviada a nave Discovery. Depois de se aventurar pelo Universo de Espelhos, eles conseguem ajudar a encerrar a guerra Kinglon.

O elenco também conta com Doug Jones, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Wilson Cruz, David Ajala e Blu del Barrio.

Dica do Feriado | Produções recém-chegadas aos streamings para você conferir!

Mais um feriado nacional chegou – e, para aqueles que resolveram não viajar e descansar em casa, uma ótima opção para passar o tempo e relaxar é conferir os lançamentos nos streamings.

Pensando nisso, preparamos uma brevíssima lista com cinco produções recém-chegadas às plataformas para você assistir nestes próximos dias, seja sozinho, seja acompanhado.

Confira abaixo:

ENTREVISTA COM O VAMPIRO – 1ª TEMPORADA (2022)

Onde assistir: Prime Video

Dois anos depois de ser exibida nos Estados Unidos, a primeira temporada da aclamada adaptação de Entrevista com o Vampiro, baseada nos escritos de Anne Rice, chegou ao Brasil através do Prime Video – e está conquistando os fãs da autora ao se sagrar uma competente e instigante releitura.

A trama segue a história épica de amor e sangue de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Bailey Bass), e os perigos da imortalidade, contados ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian). Irritando-se com as limitações da vida de um homem negro na Nova Orleans dos anos 1900, Louis acha impossível resistir à oferta de fuga definitiva do libertino Lestat de Lioncourt: juntar-se a ele como seu companheiro vampiro. Mas os novos poderes inebriantes de Louis têm um preço violento, e a introdução da mais nova novata de Lestat, a criança vampira Claudia, logo os coloca em um caminho de décadas de vingança e expiação.

JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES (2023)

Onde assistir: Prime Video

Oito anos depois de ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2’, os assíduos fãs da icônica saga distópica criada por Suzanne Collins foram convidados a retornar aos cinemas com o lançamento do ótimo ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ – pré-sequência que trouxe um elenco estelar às telonas, incluindo Rachel ZeglerTom BlythViola DavisPeter DinklageHunter Schafer e vários outros.

Disponível no catálogo do Prime Video, o longa é ambientado mais de seis décadas antes de Katniss Everdeen e narra os eventos que precederam e que se desenrolaram na 10ª edição dos Jogos Vorazes. Na trama, o jovem Coriolanus Snow, tentando resgatar a glória da família após a Guerra Civil que assolou o território agora conhecido como Panem, é escalado para ser mentor de Lucy Gray Baird, tributo feminino do Distrito 12 – tentando salvá-la a qualquer custo da morte certa.

EVIDÊNCIAS DO AMOR (2024)

Onde assistir: Max

Contrariando as expectativas de todos, a comédia romântica musical Evidências do Amor agradou à boa parte do público e da crítica ao chegar aos cinemas nacionais no começo deste ano – e, agora, está disponível para os assinantes da Max.

A trama acompanha um casal, formado por Marco Antônio e Laura, que se apaixonam após cantarem juntos a música “Evidências” em um karaokê. Porém, a dupla passa por uma reviravolta, o relacionamento chega ao fim e tudo piora quando, um ano após o término, Marco Antônio percebe que sempre volta às duras discussões do passado toda vez que ouve a famigerada música que os uniu. Desesperado, ele parte em uma grande aventura para se livrar dessa maldição que a canção traz para sua vida.

BIÔNICOS (2024)

Onde assistir: Netflix

Nos últimos anos, a indústria audiovisual brasileira vem investindo esforços em títulos que fogem do senso comum, como títulos de ficção científica e de terror que acabam caindo no gosto do público. E, nesta última quarta-feira, foi lançado na Netflix o ambicioso terror futurista Biônicos, estrelado por Bruno GagliassoJéssica Córes.

A trama nos leva para o ano de 2035, onde o mundo foi transformado pela tecnologia. Nesse futuro distópico, próteses biônicas dominam a sociedade e levam duas irmãs para um caminho sinistro.

ERIC (2024)

Onde assistir: Netflix

Benedict Cumberbatch permanece como um dos atores mais conhecidos da atualidade, principalmente por eternizar o papel de Doutor Estranho no Universo Cinemático Marvel e por ter estrelado o aclamado drama ‘Ataque dos Cães’ (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator). Agora, ele retoma colaboração com a Netflix para a minissérie Eric.

O drama, que conta com seis episódios, acompanha um famoso fabricante de marionetes infantis que, após seu filho desaparecer, vê sua vida desmoronar. Após perder tudo e se tornar um viciado, ele descobre em Eric, um gigante boneco azul, uma forma de reencontrar com seu filho.

Primeiras impressões | ‘Romário, O Cara’ cativa com entrevistas e destaque pra carreira na Europa

Um dos personagens mais idolatrados e controversos do futebol brasileiro ganhou um documentário. Dividida em seis episódios, Romário, O Cara é uma produção original do Max sobre o atacante dos mil gols. Multicampeão com o Vasco da Gama, o ‘Baixinho’ marcou seu nome de uma vez por todas na história do futebol mundial ao levar a Seleção Brasileira rumo ao tetra da Copa do Mundo em 1994. Ao longo de sua carreira, Romário se consagrou não apenas pelos gols, mas também por seu jeitão polêmico e sem papas na língua, tendo virado ídolo na Holanda, na Espanha e até mesmo nos rivais do Cruzmaltino quando voltou ao Brasil.

Diante de um personagem tão rico em possibilidades, a produção da série apostou em um arsenal poderosíssimo de entrevistados, sejam eles lendas do futebol brasileiro, como Roberto Dinamite e Bebeto, até os heróis do futebol mundial, como Pep Guardiola.

A produção impressiona pela riqueza da pesquisa. Nos primeiros episódios, podemos ver imagens recuperadas da infância do Baixinho e histórias que o público talvez não conhecesse. Por exemplo, ele havia feito teste para a base do Vasco, mas não foi chamado por ser considerado muito pequeno e franzino. Isso o levou ao Olaria, clube pelo qual destruiria os adversários em um torneio de base, fazendo com que o próprio Vasco corresse atrás para corrigir seu erro e trazer a promessa para São Januário.

Houve um trabalho riquíssimo de busca em acervo para trazer ao público imagens inéditas do pequeno Romário e vídeos sensacionais de seus primeiros passos no futebol. Paralelamente, a direção entrelaça essas imagens do início com momentos de sua maturação no mundo da bola, com seus lances pelo Vasco ou pelo início de sua passagem gloriosa pelo Velho Continente, quando encantou a Europa com sua habilidade absurda de marcar gols.

E é justamente nessa ‘investigação’ de sua vida na Europa que a série se diferencia das demais. Na época que Romário foi para o PSV, não havia essa gama de canais esportivos transmitindo os mais diversos campeonatos pelo mundo. Então, muito do sucesso do ‘Baixo’ na Holanda chegou ao Brasil apenas por comentários, por rádio ou revistas e jornais. Ou seja, há vários torcedores que nunca viram os lances de Romário pelo PSV, apenas ouviram falar e acreditaram que eram coisa de gênio. Em Romário, O Cara, o público não apenas tem acesso aos melhores momentos do carioca, mas também entende melhor, por meio das entrevistas, de onde se consolida a tão famosa marra do jogador.

Ao longo dos primeiros episódios, a produção entrevista dirigentes, amigos pessoais, ex-jogadores e a ex-esposa do Baixinho nos tempos de PSV. Fica melhor explicado o motivo de um menino brasileiro chegar na Europa com status de craque e conseguir bancar suas vontades em meio a um elenco com atletas mais experientes. Tem cada causo contado na série que parece impossível de acontecer hoje em dia, mas dado o impacto que sua chegada causou no time e sua importância para mudar o PSV de prateleira, junto ao amadorismo dos dirigentes da época, fica mais fácil de entender de onde veio o ‘Romário marrento’ que os torcedores conhecem tão bem.

Reprodução/ Twitter

Outro ponto que vai acertar em cheio os torcedores e apaixonados por futebol são as entrevistas. Ao longo da carreira, Romário dividiu o campo com verdadeiras lendas do futebol. Mais do que isso, ele se envolveu em confusões com nomes praticamente intocáveis do panteão esportivo. No lado positivo, ele foi o ‘herdeiro’ de Roberto Dinamite, maior ídolo do Vasco, que estava na fase descendente da carreira quando Romário surgiu. Então, ele serviu como um tipo de tutor para o garoto. Infelizmente, Roberto faleceu em janeiro de 2023, vítima de um câncer. Então, quando ele aparece dando seus depoimentos sobre o Baixinho (a série começou a ser gravada em 2018), é quase impossível não se emocionar. Da mesma forma, o rival e amigo Bebeto – que surge como o ‘herdeiro’ de Zico – fala sobre a rivalidade no início de carreira até a parceria no ambiente da Seleção Brasileira.

Por outro lado, fica um decepção pelos maiores desafetos de Romário na Seleção Brasileira, como o tetracampeão do Mundo, Zagallo, que também faleceu recentemente, não terem topado dar entrevista. Seria interessante saber o que essa galera tinha a dizer depois de tanto tempo das polêmicas.

E como não poderia ser diferente, há um destaque absurdo por suas passagens pela Seleção Brasileira. E não há forma melhor de definir Romário se não com sua trajetória tortuosa com a pesada camisa verde e amarela.

Ao mesmo tempo que surge como uma das maiores revelações do futebol nacional, ele acumula controvérsias e discussões com a comissão técnica, que se apega a conceitos de hierarquia para tentar manter o vestiário, mas acaba sacrificando seu melhor jogador por isso. As passagens sobre o tenebroso ciclo para a Copa do Mundo de 1994, para qual o Brasil correu sérios riscos de não se classificar, e da frustrante Copa de 1990 mostram a quantidade absurda de amadorismo e vaidade que rondavam os bastidores da CBF na época. Mais do que isso, a importância do histórico jogo pelo Uruguai no Maracanã, em 1993, em que Romário é chamado às pressas e acaba com os uruguaios, carimbando o passaporte brasileiro para o Mundial de 94, é sensacional. Os depoimentos de quem viveu esse ciclo mostram com perfeição o que era a figura do Baixinho fora dos campos.

Ainda faltam muitos detalhes sobre a vida de Romário nos campos a serem explorados. Particularmente, estou ansiosíssimo para chegar à clássica rivalidade entre Edmundo e ele, companheiros de clube, mas rivais na vida. Por ter seis episódios de aproximadamente uma hora, cada, o Max está adotando um formato de lançamento de dois episódios por semana. Ou seja, ela estará completa no streaming até o dia 6.

Enfim, com esse preciosismo por detalhes e entrevistas, Romário, O Cara surge com o potencial de ser uma das melhores séries documentais esportivas já feitas. Vamos aguardar a conclusão.

Os 10 Melhores Álbuns Pop Internacionais da Década (Até Agora)

Estamos caminhando para a metade dos anos 2020 e, até agora, inúmeros artistas pararam o mundo com lançamentos impecáveis e que, de fato, ficaram marcados na memória recente.

Apenas nos últimos anos, tivemos nomes como BeyoncéTaylor SwiftAriana GrandeLady Gaga e vários outros que trouxeram composições incríveis e arranjos memoráveis que dominaram as playlists ao redor do mundo e, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns pop internacionais da década (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós o seu favorito:

10. 30, Adele (2021)

“Já tendo passado dos trinta anos, a única direção em que a performer poderia seguir era o do amadurecimento – da mesma maneira que vimos acontecer com nomes como Lady GagaGwen Stefani e Taylor Swift. É claro que 30, desde seu inesperado lançamento, já fomentava inúmeras expectativas e um dos comebacks mais aguardados da década, algo que Adele definitivamente cumpriu com enorme êxito. Seu quarto álbum de estúdio, estendendo-se por doze faixas de puro êxtase criativo, é uma carta de amor para si mesma e a representação do profundo processo de cura em que se lançou após o divórcio (uma drástica mudança para qualquer um que enfrente algo similar). Novamente se apoiando no soul, no pop e no jazz, a cantora explorou territórios ainda inóspitos dentro de sua carreira, mas sem deixar sua identidade de lado – o que significa vocais esplêndidos, versos de tirar o fôlego e uma produção aplaudível do começo ao fim.” – T.N.

9. FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa (2020)

Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.” – T.N.

8. HIT ME HARD AND SOFT, Billie Eilish (2024)

“O compilado de apenas dez faixas originais é uma celebração artística de sua própria mente criativa – e veio acompanhado de um marketing pontual, sem a divulgação de singles ou de videoclipes, aumentando as nossas expectativas. E, considerando o sucesso imensurável de seus discos anteriores, sabíamos que Eilish tinha um objetivo claro em mente, alcançando-o de forma objetiva e espetacular com uma construção atemporal na medida certa. A obra, dessa forma, não é apenas um dos melhores lançamentos de 2024, como também da breve carreira de Billie, revelando um amadurecimento sonoro e midiático de tirar o fôlego e que nos vicia do começo ao fim em uma jornada sobre libertação sexual, empoderamento, decepções amorosas e uma reflexão mais melancólica e letárgica sobre a vida” – T.N.

7. WHAT’S YOUR PLEASURE, Jessie Ware (2020)

Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas – T.N.

6. SAWAYAMA, Rina Sawayama (2020)

SAWAYAMA segue o caminho de revitalização da música mainstream e indie e equipara-se a tantos ótimos álbuns lançados em 2020. Rina, por sua vez, mostra-se como um nome que tem muito a oferecer nos próximos anos, talvez representando um futuro brilhante para a esfera fonográfica: suas habilidades criativas são invejáveis e aplaudíveis em todos os sentidos – conseguindo enterrar os poucos deslizes do álbum em performances implacáveis.” – T.N.

5. CHROMATICA, Lady Gaga (2020)

“O pecado de Lady Gaga é nos deixar querendo por mais – e talvez esse pecado seja expurgado em um piscar de olhos, seja quando nos deliciamos com a envolvência gritante de “Enigma”, com a viciante balada desconstruída “Sine From Above”, proferida ao lado de Sir Elton John, ou com a elegíaca house pop que ganha forma com “1000 Doves”. E, em um complementar ápice, “Babylon” é uma conclusão sem quaisquer defeitos que nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, apesar de pincelá-las com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.” – T.N.

4. SOS, SZA (2022)

SZA parou o mundo ao retornar ao mundo da música com um impecável segundo álbum de estúdio. Intitulado SOS, a produção é regida pelo R&B e pelo hip hop dentro de um escopo pop e, ao mesmo tempo, mercadológico e conceitual – que reiterou sua versatilidade artística e sua importância no cenário mainstream. Não é surpresa que seu álbum tenha sido considerado um dos melhores da década e até mesmo do século, conquistando inúmeros prêmios e sendo injustamente esnobado na cerimônia do Grammy ao não ter levado a estatueta de Álbum do Ano para casa.

3. ETERNAL SUNSHINE, Ariana Grande (2024)

“Enquanto muitos poderiam estar com um pé atrás com a suposta pressa com que o álbum foi construído, é notável como eternal sunshine é uma obra pensada com minúcia e muita atenção a cada um dos detalhes. O resultado é uma gloriosa jornada tour-de-force que nos guia por um amadurecimento compulsório, um abandono da imagem que Grande carregava consigo e a abertura de um novo capítulo recheado de questões pendentes que só podem ser resolvidas com seu próprio eu – e que a eterniza como uma das vocalistas e compositoras mais honestas da contemporaneidade” – T.N.

2. THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware (2023)

“É quase impossível escolher um ponto alto da produção, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música” – T.N.

1. RENAISSANCE, Beyoncé (2022)

“Temos um electro-trap e um synth-trap que se inicia com a sensual “Thique”, que migra para as dissonâncias robóticas e ecoantes de “All Up In Your Mind”, atravessa o uptempo marcante da autoconsciente “America Has a Problem” e culmina no ostensivo equilíbrio de electro-house e neo-disco de “Pure/Honey” (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”). Mas nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego” – T.N.

‘Evidências do Amor’: Comédia com Fábio Porchat e Sandy já está disponível na Max!

Evidências do Amor‘, comédia romântica estrelada por Fabio Porchat e Sandy, fez um grande sucesso quando estreou nos cinemas nacionais em abril deste ano – e, agora, chegou ao catálogo da Max.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 29 de maio.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O filme é dirigido pelo também autor do enredo, o cineasta Pedro Antônio Paes (Tô Ryca! (2016), Um Tio Quase Perfeito (2017) e Altas Expectativas (2017)), prometendo entregar aos espectadores uma comédia romântica autêntica, hilária e conectada à realidade de milhares de brasileiros.

Crítica | ‘Evidências do Amor’, com Fábio Porchat e Sandy, é uma das MELHORES comédias românticas do ano

“Hoje em dia, encontrar uma ideia boa e original é um enorme desafio. Mas, quando a sinopse de “Evidências do Amor” chegou na Warner Bros., nós acreditamos de cara no potencial do projeto. Afinal, quem nunca quis consertar os erros do passado e ter uma segunda chance no amor?”, afirma Claudia Cortez, Head de Produções Locais da divisão de cinema da Warner Bros. no Brasil. “Com Sandy, Porchat e a música “Evidências”, Pedro Antônio conseguiu criar um filme que comove e ao mesmo tempo diverte. Tenho certeza de que as pessoas vão se conectar com a história. Todos vão sair do cinema cantando e ansiosos para disputar o microfone no próximo karaokê.”

Sempre muito divertido e irreverente, Fabio Porchat comenta sobre o longa. “Às vezes, Saturno se alinha com Mercúrio, colocando na nossa frente um projeto inspirado na música mais incrível do Brasil. E, dentro dessa oportunidade, você tem a chance de ser o par romântico da filha de um dos principais intérpretes da canção, sendo ela simplesmente a Sandy. Então, esse projeto é uma união de forças que tem tudo para dar certo, é a cara do cinema, para todos conferirem nas telonas.”

“Quando recebi o convite para o filme, explicando a sinopse, adorei de cara! Tava morrendo de saudade de atuar e me empolguei com a possibilidade, mesmo sabendo que teria uma agenda intensa para administrar, com meus shows, lançamento de DVD e tudo que envolve meus projetos na música”, afirma Sandy. “Me sinto super feliz, envolvida e a cada dia mais encantada com as trocas que estou tendo com o elenco, direção e todos do filme. Estou muito empolgada que vamos começar a rodar agora e quero me divertir muito com este novo desafio!”

Evidências do Amor‘ narra a história de um casal, Marco Antônio e Laura, que se apaixonam após cantarem juntos a música “Evidências” em um karaokê. Porém, a dupla passa por uma reviravolta, o relacionamento chega ao fim e tudo piora quando, 1 ano após o término, Marco Antônio percebe que sempre volta às duras discussões do passado toda vez que ouve a famigerada música que os uniu. Desesperado, ele parte em uma grande aventura para se livrar dessa maldição que a canção traz para sua vida.

Crítica | Eric: Bennedict Cumberbatch e Netflix se unem em excelente minissérie de suspense dramático

É nas encardidas ruas da Nova York oitentista que o pequeno Edgar, de nove anos, desaparece de seus pais. Estendendo um rastro de destruição em uma família já desestruturada, seu sumiço é mais do que outro suspeito sequestro – daqueles comuns entre as décadas de 80 e 90. Como uma pétala que se desfaz de uma murcha e quase desfalecida rosa, sua trágica história é um inesperado prelúdio da brusca queda de um castelo de cartas. E o que, aparentemente, parecia envolver apenas um pequeno núcleo familiar, se transforma é um imenso novelo de lã que se desfaz, conectando histórias, tragédias aleatórias e uma rede de corrupção sem medidas.

Eric poderia ser apenas uma minissérie dramática como tantas outras, mas Abi Morgan faz de sua mais nova produção um catalisador de pequenas, grandes e complexas narrativas interpessoais, que ainda estampam o ruidoso e quase apocalíptico cenário de uma Nova York assombrada pela má gestão, tomada por gangues, tráfico de drogas a céu aberto e macabras pichações. Nesse cenário de perdas e desespero, Benedict Cumberbatch ousa se despir da audiência, tal como o fez em O Jogo da Imitação. Dando vida a um verborrágico e exigente pai alcoólatra, ele é uma complicada combinação entre a genialidade criativa, a soberba de um discurso constantemente agressivo e o fervilhar de traumas de infância marcados por pais ricos, mas frios e ausentes.

Como um vulcão em constante ebulição, ele é intenso, intragável e difícil de lidar. Seu coração está no lugar certo, mas sua mente não. Sua esposa, vivida por Gaby Hoffmann, é embalada por seu caos. Sempre reativa, ela é o reflexo da toxicidade de seu parceiro. Juntos, eles formam um doentio coquetel molotov, transformando seu secreto caos em uma espiral de sofrimento e solidão. E não haveria escolha melhor para essa disfuncional realidade que não fosse Cumberbatch e Hoffmann. Brigando entre si enquanto lutam por um mesmo objetivo, ambos são como cicatrizes abertas e pulsantes, que perambulam sem rumo pelos imundos becos de uma Nova York antiga, em busca de seu filho.

Com performances poderosas e dignas de prêmios, a dupla protagonista é acompanhada por McKinley Belcher III, Dan Fogler e David Denman, que brilham em tela em papéis secundários que sustentam os pilares da narrativa principal. E protagonizando um dos três subplots presentes em Eric, ambos também são peças-chave nesse thriller dramático que se compõe diante dos nossos olhos como um denso quebra-cabeça. Ajudando a compor a dramaticidade e o mistério da trama, eles também operam como bússolas morais, que nos ajudam a caminhar e a encaixar cada pedaço desse imenso retrato.

E de maneira especial, McKinley nos encanta como o voraz, sensível e focado policial Mickey. Enfrentando seus próprios dilemas em uma década marcada pela epidemia da AIDS, ele recria um hiato muito doloroso da história mundial, com a precisão de um ator habilidoso e a sutileza de quem sabe que está fazendo mais do que contar uma história fictícia. E assim, Eric transforma um thriller dramático sobre o desaparecimento de uma criança em uma experiência sinestésica e histórica, que faz uma amálgama entre ficção, fantasia e realidade. Abordando com profundidade a psique de um homem repleto de vícios e traumas, a original Netflix ainda consegue nos tocar profundamente com seus personagens, nos vinculando às suas lutas de maneira apaixonada.

Aguçando nossos sentidos e nos proporcionando uma experiência emocionalmente exaustiva – tamanha sinestesia da obra de Morgan -, Eric é uma raridade em autenticidade, em um mar de remakes, reboots e sinalizações de virtude excessivas. Com um design de produção que nos transporta para a vibrante década de 80, a série da Netflix conta com um roteiro impecável, que faz alusões poderosas entre doenças mentais e o contexto do entretenimento infantil. Apresentando três subtramas além do core narrativo (sumiço do garoto Edgar), a produção ainda consegue a façanha de administrar bem seu tempo de tela, garantindo que todas as pequenas grandes histórias se desenvolvam bem e se conectem com a essência da trama.

E ainda que alguns torçam o nariz alegando que a original Netflix tenta explorar mais temáticas do que de fato é capaz de desenvolver em apenas seis episódios, a verdade é que Eric é uma complexa teia de histórias que inevitável e invariavelmente se conectam. Trazendo às telinhas uma realidade histórica social latente que de fato marcou os Estados Unidos, a produção faz um relato quase documental de uma época dilacerada por excessivas mortes de homens gays, violência no gueto, racismo e miséria – unindo todos esses pontos a partir de uma tragédia familiar. Nos absorvendo profundamente para esse drama, à medida em que expõe as rachaduras de um lar marcado por dor, traumas e vícios, a nova minissérie é uma catártica experiência – tanto para os personagens, bem como para o público. Eric transforma o sofrimento em uma valiosa oportunidade de cura, uma chance de cavarmos o melhor em nós em meio aos escombros da monstruosidade que muitas vezes carregamos na alma e sequer percebemos.

‘Eric’: Série estrelada por Benedict Cumberbatch já está disponível na Netflix!

Eric‘, série estrelada por Benedict Cumberbatch, Gaby Hoffmann e McKinley Belcher III, já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção chegou hoje, 30 de maio, à plataforma de streaming.

O drama, que conta com seis episódios, acompanha um famoso fabricante de marionetes infantis que, após seu filho desaparecer, vê sua vida desmoronar.

Após perder tudo e se tornar um viciado, ele descobre em Eric, um gigante boneco azul, uma forma de reencontrar com seu filho.

Relembre o trailer:

Eric‘ é uma criação de Abi Morgan, conhecida por ‘As Sufragistas‘, ‘As Horas‘ e ‘A Dama de Ferro‘, com Lucy Forbes (‘The End of the F***ing World’) na direção da produção.

‘Planeta dos Macacos: O Reinado’ ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa segue no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Duna: Parte 2‘ (US$711.8M), ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$564.3M) e ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$536.8M).

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 128.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 178.1 milhões – totalizando US$ 306.8 milhões arrecadados globalmente.

Os maiores mercados internacionais conta com a China (US$25.8M), França (US$18.1M), México (US$15.9M), Reino Unido (US$14.5M).

Além disso, o filme arrecadou sólidos R$ 13.4 milhões em seu primeiro final de semana no Brasil, tornando-se a maior estreia do ano no território nacional, e já soma quase R$ 30 milhões em arrecadação no nosso país.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 56.5 milhões nos EUA, superando as estreias de ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ (US$54.8M) e ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘ (US$56.2M).

Planeta dos Macacos: O Confronto‘ segue como a maior abertura doméstica da franquia, com US$ 72.6 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana.

Orçada em US$ 165 milhões, a produção infelizmente recebeu uma nota B dos espectadores no CinemaScore – o que é considerada baixa para o gênero. Para termos de comparação, essa é a menor nota da franquia desde o criticado reboot de Tim Burton, de 2001.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Confira o teaser da ÚLTIMA temporada de ‘The Umbrella Academy’

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª (e última) temporada de ‘The Umbrella Academy‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O ciclo final contará com 6 episódios, e será lançado no dia 8 de agosto.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

Lady Gaga revela que sua Arlequina em ‘Coringa: Delírio a Dois’ terá outro apelido

A cantora Lady Gaga compartilhou novidades sobre sua Harley Quinn em Coringa: Delírio a Dois’, sequência estrelada por Joaquin Phoenix.

Ela revelou ao E! News que sua versão de Arlequina é chamada de Lee.

“Minha versão de Arlequina é conhecida como Lee e acredito que ela será uma Lee muito diferente para as pessoas. Estou muito empolgada para as pessoas conhecerem essa história!”

 Vale lembrar que a sequência promete ser um sucesso, considerando que o primeiro trailer se tornou o maior lançamento entre as prévias da Warner Bros. nos últimos anos.

Segundo a Variety, o trailer deCoringa: Delírio a Dois’ somando todas as plataformas conquistou 167 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após o lançamento. A reportagem ainda afirma que os números do trailer e o engajamento nas redes sociais superaram os do primeiro trailer de ‘Barbie’, tornando-se o maior lançamento da Warner Bros.

Além disso, o trailer se tornou instantaneamente o vídeo mais comentado no YouTube na noite da estreia e conta atualmente com 25,9 milhões de visualizações apenas nessa plataforma.

Durante as primeiras 24 horas, o trailer da sequência deCoringa dominou o X, com 10 termos relacionados ao filme em tendência, incluindo #JokerFolieADeux, Gaga, Harley, Harley Quinn, Joaquin Phoenix, Joker, Joker 2, Joker2, Lady Gaga e Todd Phillips.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

Como o novo filme apresenta Lady Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

Feiticeira Escarlate pode ganhar seu próprio filme na Marvel

A Feiticeira Escarlate, vivida por Elizabeth Olsen, deve ganhar seu próprio filme na Marvel.

Segundo a insider MyTimetoShineHello, a Marvel atualmente está procurando um diretor para o projeto.

A informação foi anunciada originalmente pelo insider Daniel Ritchman, famoso por trazer diversos furos dos bastidores da Marvel que acabam se comprovando verdadeiros.

A publicação diz que o projeto pode ter roteiro e direção de Jac Schaeffer, que já trabalhou com Olsen em ‘WandaVision‘ e está atado à série ‘Agatha: Darkhold Diaries’.

Por enquanto, ainda não há detalhes, então não se sabe se a feiticeira irá retornar dos mortos ou se veremos uma variante.

Você é fã da personagem?