Os blockbusters do ano passado, ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’, voltaram à tona após a declaração do co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, de que ambos teriam feito o mesmo sucesso se estreados na plataforma.
“Ambos esses filmes [‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’] seriam ótimos para a Netflix. Eles certamente teriam alcançado uma audiência tão grande na plataforma. Portanto, não vejo motivo para acreditar que certos tipos de filmes funcionam ou não. Não há razão para acreditar que o próprio filme é melhor em qualquer tamanho de tela para todas as pessoas. Meu filho é editor. Ele tem 28 anos e assistiu ‘Lawrence da Arábia’ em seu celular”.
O filme mais assistido de 2023, com uma bilheteria de US$ 1,4 bilhão, ‘Barbie’ conquistou 8 indicações ao Oscar, ganhando uma estatueta pela categoria de Melhor Canção Original, e está disponível no Max.
Trama: Após ser expulsa da Barbieland, Barbie (Margot Robbie) parte para o mundo humano em busca da verdadeira felicidade.
Liderando as indicações ao Oscar com 13 categorias e vencendo em 7 delas, incluindo Melhor Filme, ‘Oppenheimer’ está disponível para aluguel por R$14,90 e compra por R$49,90 no Prime Vídeo e YouTube Play.
Trama: O físico J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy) lidera uma equipe de cientistas durante o Projeto Manhattan, resultando no desenvolvimento da bomba atômica.
Através do Instagram, a Netflix anunciou que foram iniciadas as gravações da 2ª temporada de ‘FUBAR‘, a série de comédia de ação estrelada por Arnold Schwarzenegger.
Além disso, a publicação revela que a produção conseguiu entrar para o Guinness, o livro dos recordes, por conta da maior action figure da história, representando o astro em uma versão de quase sete metros de altura.
Anteriormente, o Collider divulgou que Carrie-Anne Moss (‘Matrix’) foi adicionada ao elenco dos novos episódios.
A estrelada dará vida à Greta Nelso, uma ex-espiã da Alemanha Oriental que compartilha uma história apaixonante com Luke Brunner (Schwarzenegger).
Não foi revelado se ela fará parte do elenco recorrente ou se fará apenas algumas participações especiais.
Mas, considerando seu calibre, é provável que Moss tenha bastante destaque na atração.
Na série, Luke e sua filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA há anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.
Com potencial de ser o filme de ação mais impactante do ano, ‘Alerta de Risco‘ traz Jessica Alba como Parker, uma comandante das forças especiais que retorna à sua cidade natal para investigar a repentina morte de seu pai.
Ao longo de sua jornada, Parker enfrentando uma lista de obstáculos até chegar a verdade, rendendo cenas de combate dignas de rivalizar com a franquia ‘John Wick‘.
Nos comentários do trailer divulgado, grande parte da audiência parece estar com bastante expectativa pela estreia, marcada para 21 de junho.
Inclusive, alguns disseram que o longa promete ser o filme de ação mais impactante do ano, disputando o título com ‘Fúria Primitiva‘, que também vem sendo comparado aos filmes estrelados porKeanu Reeves.
Lançado em 1837 pelo escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, o conto A Pequena Sereia se tornou uma das obras mais celebradas do meio dos contos de fadas clássicos. A história se consagrou como uma das obras mais eficazes de falar com as crianças, justamente por misturar perfeitamente a fantasia dos contos imaginativos, ao mesmo tempo que lidava com uma protagonista bem novinha e deslumbrada, de fácil identificação para a molecada. Com o passar dos anos, a obra foi adaptada para peças teatrais, balés, especial para rádio, TV e, claro, explodiu ao redor do mundo com a releitura lançada pela Disneyem 1989.
No entanto, mesmo se tratando de um conto infantil, a versão original era bem mais sombria do que a versão da Disney, já que ele segue a tendência dos contos de fadas da época, que serviam também como histórias educativas para prevenir a molecada de fazer besteira. Quer forma melhor de educar uma criança do que um leve terror psicológico dizendo que se ele aprontar, poderá até morrer? A molecada se amarrava lá nos 1800. E isso é bem comum se tratando de Hans Christian Andersen. Outro conto famosíssimo dele é A Rainha da Neve, que serviu de base para outro fenômeno da Disney ao ser adaptado como Frozen: Uma Aventura Congelante (2014), que também modificou bastante a história original.
Nessa época, era bem comum que as princesas e protagonistas passassem por situações bizarríssimas, geralmente morrendo ou se complicando no final. Por exemplo, no Chapeuzinho Vermelho original, o Lobo Mau mata a Vovozinha, cozinha seu corpo e coloca seu sangue em uma jarra, fazendo a menina se empanturrar da própria avó. Em A Branca de Neve, a jovem tortura a Bruxa Má, fazendo com que ela dance eternamente em brasa ardente usando sapatos de ferro. Falando em sapatos, no conto original da Cinderela, as irmãs feias estão desesperadas pela riqueza do príncipe, então mutilam os próprios pés para tentar adequá-los ao sapatinho de vidro.
Com canibalismo e tentativa de abuso, “Chapeuzinho Vermelho” é um conto pesadíssimo
A Bela Adormecida conta a história de uma jovem que espeta o dedo no tear e cai em sono profundo. Então, um príncipe a encontra desacordada, abusa sexualmente dela, que engravida e passa a gestação inteira dormindo, até que seus gêmeos nascem e, famintos, chupam o dedo da moça e acabam tirando a agulha do dedo da mãe. De volta à vida e mãe de gêmeos, a coitada vai atrás do príncipe abusador e descobre que ele seguiu a vida e casou-se com outra. A outra ficou revoltada com a situação e, pasme, decidiu mandar matar e cozinhar os bebês da coitada. Só que não dá certo, então ela opta por empurrar a Bela Adormecida numa fogueira gigante. O príncipe abusador descobre tudo e corre para empurrar a própria esposa na fogueira. Viúvo, ele vai atrás da Bela Adormecida e casa com ela.
“A Bela Adormecida” foi abusada e casada com o abusador, cuja ficha criminal assusta até os vilões clássicos de filmes de terror
Por mais que também tenha uma série de crueldade em sua trama, o conto A Pequena Sereia é bem mais poético do que “educativo”, e traz um certo drama mais bonito que esses citados anteriormente. Isso porque a trama se passa no mar nórdico, em que uma jovem e esmirrada sereia, a caçula de seis irmãs, sonha em crescer para poder fazer seu ritual de maioridade. Na história, ao completar 15 anos, todas as sereias ganham a oportunidade de explorar a superfície em uma aventura única. Assim, quando elas retornam para o fundo do mar, contam as histórias do que viram e viveram. Só que a história mostra que não há rivalidade entre as criaturas da superfície e as marinhas. Na verdade, por serem mundos tão distintos, há uma certa indiferença entre eles. Menos para a pequena sereia, que se encanta com as histórias das irmãs e se fascina por essa vida fora d’água.
Quando chega sua vez, a pequena sereia sobe para a superfície e vê um navio comemorar com fogos de artifícios, até sofrer um naufrágio. A jovem vê o príncipe se afogando e decide ajudá-lo. Ela leva o rapaz até a praia e deixa seu corpo na areia, até que surge uma moça e o ajuda. A pequena sereia sente algo diferente pelo rapaz e se apaixona por ele, que sequer sabe de sua existência. De volta ao fundo do mar, ela consulta sua querida avozinha sobre quais as diferenças entre os seres humanos e as sereias. E aí que entra a parte filosófica da parada. A avó diz que apesar das sereias viverem até os 300 anos, sua jornada acaba quando elas morrem e viram bolhas no mar, enquanto os humanos têm uma vida mais curta, mas por terem almas, começam uma jornada eterna no céu quando morrem. Apaixonada pelo príncipe e fascinada por isso, a pequena sereia busca a Bruxa do Mar por um acordo para se tornar humana, conquistar o príncipe se ganhar uma alma eterna, tal qual a das pessoas da superfície.
O problema é que o acordo aqui é bem mais cruel que o dos filmes, já que a Bruxa pede sua voz em troca, então corta a língua da garota fora. Além disso, a transformação de sua cauda em pernas é praticamente uma cirurgia plástica clandestina, em que a cauda é cortada no meio e costurada, causando uma dor equivalente a “mil adagas atravessando o corpo”, chegando a sangrar, torturando a menina. Porém, diz a Bruxa que quando se recuperar totalmente, a menina teria pernas capazes de dançar mais que qualquer ser humano, mesmo que sinta como se estivesse pisando sobre facas. E apesar do trato não ter um prazo para acontecer, é acordado que ela não apenas deva conseguir um beijo do príncipe, mas deve se casar com ele. Caso não conclua o casamento, a pequena sereia teria sua morte antecipada, virando bolhas na madrugada da noite de núpcias do amado.
Em terra firme, a sereia muda encontra o príncipe, que se encanta com a beleza da jovem. Para complicar mais a situação da garota, ele fica doidinho vendo-a dançar. Então, mesmo que cause uma dor insuportável, ela passa um bom tempo dançando para ele. Eis que bate o choque de realidade, quando o Rei diz ao príncipe que arrumou um casamento para ele com a princesa do reino vizinho. Ele, então, conta para a sereia que não pode se casar com essa tal princesa, porque seu coração bate pela menina que o encontrou na praia. Sim, ele acredita que ela o salvou do afogamento e ficou perdidamente apaixonado pela mulher. E como a sereia não tinha mais língua, ela sequer pôde explicar que era ela a responsável por seu salvamento.
Para piorar a situação da sereiazinha, o príncipe acaba descobrindo que a tal princesa arranjada era a mesma menina da praia. Ou seja, ele desiste da ideia de negar o matrimônio e consuma o casamento com a moça. A sereia fica desolada, não só por perder seu grande amor, mas porque sabe que sua jornada chegou ao fim. Preparando-se para a morte, ela recebe uma visita das irmãs na noite de núpcias do príncipe. Elas fecharam um acordo com a Bruxa do Mar para salvar a vida da caçula. Elas trocaram seus belos cabelos por uma adaga de prata, que anularia o acordo da Pequena Sereia, caso ela assassinasse o príncipe com a arma e deixasse o sangue dele cair sob seus pés.
A sereia até cogita cometer o ato, mas ao vê-lo dormir pacificamente com a esposa, ela desiste de esfaqueá-lo e corre para o mar. Na água, ela aceita seu destino e vira um amontoado de bolhas. No entanto, em vez de morrer, ela consegue sentir o calor vindo do sol e acaba sendo acolhida pelo ar em forma de espírito. Sua busca extrema por uma alma eterna comoveu os outros espíritos, que a aceitaram como um deles, conquistando seu desejo mais profundo.
Com o passar dos anos, a história se consolidou como uma das mais queridas da Europa, e virou um símbolo da Dinamarca. Tanto que foi homenageada com uma estátua nas águas de Copenhague, na Dinamarca, que foi inaugurada em 1913 e segue como um grande ponto turístico até hoje. A estátua fez tanto sucesso que o país passou a presentear outros com réplicas menores dela. Uma delas, inclusive, foi dada ao Brasil e está exposta em Brasília, em frente ao prédio principal do Comando da Marinha.
E aí, qual sua versão favorita da história da pequena sereia? Diga nos comentários!
A Pequena Sereia (1989) e o live-action, que completou um ano de sua estreia, estão disponíveis no Disney+.
O ator Jeremy Renner, interprete de William Brandt na franquia ‘Missão Impossível’, deixou os fãs em êxtase ao revelar a possibilidade de um retorno à saga de espionagem ao lado de Tom Cruise.
Em entrevista ao Collider, Renner explicou que sua saída da franquia se deu devido aos conflitos entre os rigorosos cronogramas de filmagem e suas responsabilidades como pai.
“Sim, tive que sair. Eu deveria ter feito mais filmes com eles. Amo esses caras, amo o Tom [Cruise] demais. Nos divertimos muito e tenho um grande apreço por esse personagem. Mas o trabalho exige muito tempo longe de casa, e as filmagens acontecem principalmente em Londres. Na época, eu precisava ser um pai presente. Simplesmente não dava certo”.
No entanto, com sua filha crescendo e suas responsabilidades como pai diminuindo, Renner demonstra entusiasmo com a possibilidade de retomar seu papel na franquia.
“Quem sabe agora que minha filha está mais velha, isso pode acontecer. Eu sempre estaria disposto a voltar para um filme ‘Missão Impossível’ a qualquer momento e reviver o personagem Brandt. É uma franquia incrível”.
O oitavo filme ‘Missão: Impossível‘ continua enfrentando problemas. O projeto começou a ser filmado junto com o sétimo filme durante a pandemia, e depois teve que ser pausado por causa da greve dos roteiristas e atores.
Agora, enfrenta mais um atraso na produção devido a um mau funcionamento de um submarino de US$ 29 milhões.
O cronograma de filmagens foi adiado por várias semanas, levando a um aumento significativo nos custos do filme.
O orçamento do filme já tinha passado dos US$ 150 milhões.
‘Missão: Impossível 8’ está programada para chegar aos cinemas nacionais em 22 de maio de 2025.
Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.
Lembrando que o capítulo anterior, ‘Missão Impossível: O Acerto de Contas’, encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.
Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.
Já disponível no catálogo da Netflix, o filme ‘Atlas’ trazJennifer Lopez como a personagem titular, uma brilhante analista de dados, porém antissocial, que não confia nem um pouco na inteligência artificial, mas embarca em uma missão para capturar um robô rebelde, com quem ela compartilha um passado misterioso.
Mas, quando o plano não funciona, a única esperança de Atlas para salvar o futuro da humanidade será confiar na inteligência artificial.
Apesar de ter recebido apenas 17% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme se tornou um sucesso de audiência.
‘Atlas’ se tornou o mais assistido do catálogo da plataforma nos Estados Unidos e no mundo.
O Flix Patrol informou que o thriller de ficção científica superou todas as expectativas, solidificando-se como a principal tendência da gigante do streaming, superando outras grandes produções.
Nas redes sociais, o público está compartilhando suas reações ao longa, que pode não ter agradado a todos, mas está emocionando a maior parte do público.
Entre os comentários, alguns assinantes da plataforma disseram que o longa tem um roteiro clichê, raso e genérico, enquanto outros chegaram a chorar com o desfecho da trama, alegando que toca em temas importantes para a humanidade.
Não aceitarei críticas sobre o filme Atlas da Netflix, pq me deu vontade de voltar a escrever meu projeto de doutorado
Robôs são tudo pra mim
— Quel Soares está em ORDCDV (@PalavrasSalgad1) May 25, 2024
Atlas da Netflix com a Jlo é um típico filme de supercine. não é ruim, nem bom. tem um plot bem esquecivel e um vilão super fraco. mas achei melhor que rebel moon e resistência. o nome do filme tbm não ajuda, se Jlo se chamasse kyara ou Raimunda, iria funcionar como título? 1/5 pic.twitter.com/bA4QedswnW
Acabei de assistir atlas da Netflix.
O filme no início é bem irritante mas depois você começa a se acostumar com ele, e é bem provável que vc termine chorando no final. SIM 11 HORAS DA NOITE E EU ESTAVA CHORANDO
COM A RELAÇÃO AFETIVA DE UMA MULHER E UM ROBÔ. pic.twitter.com/V11FgYJiLm
Atlas fala sobre tema importante, mas se perde nos clichês. Filme da Netflix pode ser uma boa escolha para quem busca somente uma aventura mediana. Jennifer Lopez tem uma performance, competente, porém, não se sobressai em nenhum momento, fazendo o bom e velho “arroz com feijão”. pic.twitter.com/GDyrviN1vh
A pior coisa q vc pode fazer dps de assistir um filme é pesquisar o nome dele no Twitter, terminei “Atlas” da netflix, achei um filme bem fraquinho, bem “eu robô” “detroit become human” “evangelion” “exterminador do futuro” “robocop” etc. da vida
Em geral n achei ruim, só fraco
— Rimuru Persona 5 da Silva (@RimuruDaSilva) May 24, 2024
Acabei de ver o filme #Atlas na Netflix, me surpreendi quero uma IA como o Smith e a JLO deveria fazer mais filmes de ação muito legal.
Encomendada como um spin-off de ‘WandaVision‘, a série ‘Vision Quest’ está em desenvolvimento há um bom tempo e rumores até diziam que a produção teria sido cancelada pela Marvel Studios.
No entanto, a Variety (via Comic Book) divulgou que atração chegará à Disney+ em 2026.
Com roteiros assinados por Terry Matalas (’12 Macacos’), a série terá foco no Visão Branco, também interpretado por Paul Bettany, uma versão alternativa do androide morto por Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
Anteriormente, foi relatado que a redatora-chefe e produtora executiva, Jac Schaeffer, estava supostamente montando uma sala de roteiristas, que contaria também com Megan McDonnell (‘WandaVision’) e Peter Cameron (‘Cavaleiro da Lua’).
No entanto, não está claro se eles ainda estão envolvidos com Matalas na escrita do projeto.
Saindo dos eventos de ‘WandaVision’, a série provavelmente deve adaptar a trama dos quadrinhos homônimos, nos quais o personagem é reconstruído e parte em jornada de profunda busca de sua essência.
E, de acordo com o TheCosmic Circus, a série deve contar com a presença de Ultron, vilão que foi derrotado pelos Vingadores no segundo filme da equipe no MCU.
No filme, o corpo do visão foi inicialmente projetado por Ultron, e que deveria ser sua forma definitiva. No entanto, o androide é recuperado pelos Vingadores, tornando-se membro da equipe.
No desfecho, tudo indica que o Visão destruiu Ultron. Mas o portal aponta que o vilão não foi destruído e sua inteligência artificial permanece adormecida, apenas aguardando o momento certo para atacar.
Infelizmente, não foram revelados detalhes de como será o suposto retorno do vilão, apenas que sua ressurreição é iminente.
Nos quadrinhos, o androide já foi destruído e revivido diversas vezes, até mesmo enfrentando os Guardiões da Galáxia no arco ‘Aniquilação: Conquista‘.
Além disso, muitos fãs reclamam que um vilão tão formidável tenha sido descartado tão rápido do MCU, mas é possível que a Marvel esteja preparando se retorno mais cedo ou mais tarde.
Até lá, considere a informação como rumor.
Lembrando que, ao final de ‘WandaVision‘, o Visão foi reconstruído e reativado pela SWORD – com um visual completamente branco, enquanto tenta recuperar suas memórias e sua ‘humanidade’ .
Há exatamente dois anos, no dia 27 de Maio de 2022, estreou a quarta temporada de ‘Stranger Things’… e para muitos, a melhor temporada da série.
Quando pensamos em ‘Stranger Things’, somos imediatamente transportados para um mundo nostálgico e mergulhado em uma familiar narrativa de fantasia, amizade e aventuras arrepiantes. Em sua estreia, ainda em 2016, fomos levados à pequena cidadezinha de Hawkins, Indiana, em que o pacato cotidiano de seus moradores foi abalado pelo desaparecimento de um menino e a chegada de uma poderosa e desorientada jovem – lançando um grupo de amigos em uma jornada de tirar o fôlego pelos perigos do Mundo Invertido, uma realidade paralela controlada por criaturas medonhas e sedentas pelo caos.
Na quarta temporada, os Irmãos Duffer, responsáveis pela supervisão da narrativa e da condução de cada arco, perceberam que precisavam investir esforços em certas mudanças que acompanhassem a evolução dos protagonistas e coadjuvantes, bem como a crescente densidade da atmosfera e dos acontecimentos. E o resultado é exatamente o que esperávamos dentro da proposta apresentada, ou seja, uma mixórdia de emoções e revelações que se infiltram na mitologia que nos envolveu desde o episódio piloto.
E, enquanto alguns podem pensar que Eleven (Millie Bobby Brown) é a única a roubar os holofotes, garanto que o restante do elenco se rende a performances aplaudíveis e a rendições que trazem o melhor o drama, do terror e da comédia à tona.
Talvez o aspecto mais interessante da obra em si seja o fato de termos acompanhado o amadurecimento não só dos personagens, mas também dos atores e das atrizes. O grupo mirim formado por Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Sadie Sink, Noah Schnapp e Caleb McLaughlin transpõe uma verdade inexorável de que a fantasia e a ingenuidade com que tratavam o mundo à volta não pode existir sem a dura veracidade que enfrentam como, agora, adolescentes renegados cuja única preocupação é se encaixar dentro de uma comunidade que não os aceita. E isso não é tudo: o enredo lida com um constante trauma que causa efeitos diversos, seja na recusa de Max (Sink), na apatia induzida de Lucas (McLaughlin) ou no escapismo saudosista de Mike (Wolfhard) e Dustin (Matarazzo); Eleven, por sua vez, luta para se encaixar dentro de um microcosmos que nunca fez parte de seu passado, experimentando pela primeira vez o bullying e não tendo ninguém a recorrer – nem mesmo a Mike, seu namorado.
Mas eles não são únicos a enfrentar problemas: os explosivos adolescentes também devem transpor inúmeros obstáculos que apenas aumentam uma complexidade que achávamos perdida há tempos. Nancy (Natalie Dyer) continua a seguir seu sonho ao se apropriar do jornal da escola, mas percebe que o relacionamento com um afastado Jonathan (Charlie Heaton) pode prejudicar um futuro que já escrevera para si própria; Jonathan, por sua vez, é arrastado em uma espiral de decisões iminentes refletidas pela mudança repentina da família para a Califórnia e para o desejo de não agradar a ninguém, e sim apenas a si – achando uma válvula entorpecente ao lado do divertido Argyle (Eduardo Franco), um bem-vindo alívio cômico aos novos capítulos. Robin (Maya Hawke) e Steve (Joe Keery) desenvolvem ainda mais a amizade que nutrem um pelo outro, permitindo que suas fraquezas fortaleçam os laços e abram espaço para que se ajudem.
E é claro que não posso deixar de mencionar a magnífica presença do elenco adulto – reiterando que, não importa o quão “experiente” você seja, os medos e as inseguranças sempre irão existir. Winona Ryder se mantém fiel às peculiaridades adoráveis de Joyce, compreendendo que sua jornada está longe de acabar ao receber uma mensagem vinda da Rússia e garantindo que Jim Hopper (David Harbour) sobreviveu à explosão do reator nuclear e foi capturado por soldados russos, sendo tratado como um espião e uma espécie de prisioneiro de guerra; dentro desse espectro, também é preciso citar a presença pungente de Brett Gelman como Murray Bauman, que, enfim, tem seu merecido protagonismo e salva o dia da maneira mais inesperada possível.
Não são apenas as atuações que exalam beleza extraordinária nas telinhas, mas a sagacidade com a qual o roteiro é conduzido. A ideia aqui não é revolucionar o modo de se contar histórias, e sim encontrar uma forma de usar as fórmulas para um determinado propósito – que é nos conduzir em um conto amalgamado entre épica e drama, em que os Irmãos Duffer e seu competente time criativo entrevem uma multiplicidade de cronologias que se amarram logo nos últimos minutos do episódio final do primeiro volume. Afinal, o principal antagonista da temporada, apelidado pela memorialística alcunha de Vecna (em alusão ao jogo ‘Dungeons & Dragons’), não é apenas uma das culminações do Mundo Invertido, mas está intimamente atado às tragédias de Hawkins, preso ao perigoso universo espelhado da cidade e coletando vítimas para aumentar seus poderes.
A ambientação segue uma linha lógica bastante funcional que brinca com as paletas de cores não só na comparação entre as duas realidades, mas conforme as reviravoltas ganham corpo e se transformam em impactos irreversíveis no andamento da narrativa – reiterando a predileção dos showrunners em emular incursões de nomes como Steven Spielberg, Stephen King e H.P. Lovecraft dentro de uma mistura de terror clássico e suspense psicológico. É claro que não podemos deixar de ficar ainda mais animados para a quinta temporada – e esperar, com a ansiedade a mil, para o desfecho de uma das grandes séries da atualidade.
Os fãs da Marvel estão ansiosos por ‘Deadpool e Wolverine’, o único filme do UCM deste ano que vai explorar os ‘X-Men’ da antiga Fox. Enquanto aguardam a introdução da aclamada equipe, um artista imaginou Dwayne “The Rock” Johnson como o icônico vilão Apocalipse.
A arte foi compartilhada no Instagram do artista Mike Posters.
No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.
Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.
A estreia de Tom Holland como Romeu Montéquio na nova versão teatral da clássica peça de William Shakespeare, “Romeu e Julieta”, dividiu os críticos. Enquanto alguns elogiam sua performance, outros a consideram sem carisma e inferior ao seu trabalho como ‘Homem-Aranha’.
Confira algumas críticas.
“Em geral, o Romeu de Holland é um rapaz contido, lacrimoso, vulnerável e pouco impressionante; é difícil entender por que Julieta iria se esforçar tanto por ele. Quando o rapaz finalmente se anima — literalmente em apenas alguns momentos de excitação estridente — parece forçado. Embora Holland tenha a chance de mostrar sua doçura semelhante a um filhote e seu físico musculoso de Homem-Aranha, certamente ele tem um Romeu melhor dentro de si do que este”, disse Demetrios Matheou do The Hollywood Reporter.
“Holland carece da presença de palco. Ele é perfeitamente plausível como o Romeu apaixonado que fica cada vez mais tenso e angustiado, mas ele expressa emoções em vez de provocá-las”, disse David Benedict da Variety.
“Como Romeu, Tom Holland é uma zona sem carisma, alcançando o feito improvável de ser musculoso e fraco ao mesmo tempo. Embora essa combinação possa ser adequada para Peter Parker/Homem-Aranha, deixa Romeu como um personagem em segundo plano”, disse Neil Norman do Daily Express.
“As habilidades de atuação de Holland são evidentes em todos os momentos em que ele não está falando. Isso não é uma crítica, sinceramente: é apenas que seu rosto está repleto de detalhes – detalhes que as câmeras e close-ups podem realmente capturar – e suas reações aos outros personagens são tão intensas e atentas. No entanto, sua entrega de falas é um pouco monótona – há um tom de canto excessivo enquanto ele recita o pentâmetro de forma tranquila”, disse Tim Bano do Independent.
“Tom Holland hipnotiza nesta produção única em uma geração”, disse Dominic Cavendish do Telegraph.
Dirigida por Jamie Lloyd (‘The Seagull’), a peça tem estreia marcada para o dia 11 de maio em West End, um cultuado centro cultural de Londres, na Inglaterra.
A produção de Lloyd está sendo anunciada como uma “nova visão pulsante do conto imortal de Shakespeare sobre escritores de palavras, rimadores, amantes e guerreiros” e vai permanecer em cartaz durante 12 semanas.
Vale lembrar que Holland fez sua estreia nos palcos como protagonista em ‘Billy Elliot: O Musical‘, em 2009.
Além de ser mais conhecido por seu papel como Peter Parker nos novos filmes do Homem-Aranha, ele também atuou em ‘O Diabo de Cada Dia’, ‘Cherry – Inocência Perdida’, ‘Uncharted’ e na série ‘The Crowded Room‘.
Neve Campbell e Courteney Cox (Gale Weathers) retornam à franquia. Além das duas, Patrick Dempsey está confirmado para reprisar o seu papel como Mark Kincaid.
O filme será focado na família dela, com os quatro sendo protagonistas: Sid, seu marido e as duas filhas.
Localizada na aldeia de Winnetka, em Illinois, nos EUA, a icônica mansão do filme ‘Esqueceram de Mim‘ está à venda por nada menos que US$ 5,2 milhões, o equivalente a exorbitantes R$ 27,5 milhões.
Famosa por sua aparição nos filmes estrelados por Macaulay Culkin, a casa manteve a arquitetura exterior feita de tijolos georgianos justamente para agradar os fãs que passam por perto e aproveitam para tirar fotos.
Embora a propriedade tenha sido reformada e ampliada em 2018, chegando a abrigar 5 quartos e 6 banheiros, os atuais proprietários tomaram o máximo cuidado em manter os detalhes arquitetônicos e a integridade dos espaços mais memoráveis e reconhecíveis da casa.
O hall e a escada de entrada permanecem praticamente inalterados, junto com as salas de estar e jantar, em relação ao que os fãs devem se lembrar.
No entanto, a casa ganhou cozinhas e quatros ampliados, além de uma sala de cinema e até uma quadra para esportes.
Confira a descrição e algumas imagens disponibilizadas pelo The Sun:
“Uma lendária casa de férias dos sonhos, reinventada para o luxo moderno: a imponente residência de tijolos georgianos que ganhou fama em ‘Esqueceram de Mim’ agora pode ser sua. Como parte da história da cultura pop, a residência é situada em uma pitoresca e arborizada rua no coração do leste de Winnetka e elegantemente posicionada atrás de um portão de ferro, resumindo a arquitetura suburbana clássica de Chicago. A residência em si é uma obra-prima de estilo tradicional, com uma planta fluida repleta de calor, personalidade e detalhes primorosamente trabalhados. Totalmente renovada e ampliada em 2018, os atuais proprietários tiveram o máximo cuidado em manter os detalhes arquitetônicos e a integridade da casa em homenagem aos espaços mais memoráveis e reconhecíveis pelos fãs.”
Em 2018, foi anunciado que a clássica animação ‘Capitão Planeta‘, sucesso nos anos 90, iria ganhar uma adaptação live-action para os cinemas.
Na época, o anúncio foi feito por Glen Powell (‘Todos Menos Você’), que afirmou que o roteiro já estava pronto.
No entanto, o projeto caiu no esquecimento e não recebeu mais atualizações oficiais.
Agora, em entrevista ao Collider, o astro garantiu que o projeto ainda está em desenvolvimento pela Warner Bros, com Leonardo DiCaprio ocupando o cargo de produtor.
Questionado se o filme ainda vai acontecer, Powell se mostrou bastante esperançoso, mas admitiu que ainda não uma previsão para o início das filmagens.
“Meu Deus, eu realmente espero que sim. Esse é um daqueles projetos de paixão para mim porque cresci assistindo a animação. Confie em mim, estamos trabalhando duro nisso há muito tempo e estou otimista sobre o futuro da adaptação, o problema é que nunca se sabe o cronograma [das produções em Hollwyood].”
Para quem não conhece, a trama da animação ambiental gira em torno de cinco adolescentes de partes diferentes do planeta com poderes de controlar os elementos. A combinação dos seus poderes conseguia atrair o poderoso Capitão Planeta, herói que luta pela preservação da natureza.
Relembre a abertura:
Enquanto isso, vale lembrar que o próximo filme de Powell é ‘Twisters‘, que conta também com Daisy Edgar-Jones (‘Fresh’) e estreia em 18 de julho.
Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.
A comédia romântica ‘Todos Menos Você’, estrelada por Glen Powell e Sydney Sweeney, conquistou o título de filme mais assistido nas plataformas de streaming dos EUA.
Segundo o Collider, na semana de 22 a 28 de abril de 2024, ‘Todos Menos Você’ acumulou impressionantes 773 milhões de minutos assistidos na Netflix, consolidando seu sucesso entre o público dos EUA.
Para os fãs de cinema e streaming, confira a lista completa dos 10 filmes mais assistidos nos Estados Unidos durante o mesmo período:
2- ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’ (Netflix): 470 milhões de minutos assistidos
3- ‘King Richard: Criando Campeãs’ (Max): 336 milhões de minutos assistidos
10- ‘Super Mario Bros. O Filme’ (Netflix): 215 milhões de minutos assistidos
Sucesso nos cinemas, ‘Todos Menos Você’ conquistou US$ 219,2 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se a primeira comédia romântica a superar a marca desde ‘Podres de Ricos‘, de 2018.
Gluck escreveu o filme comIlana Wolpert (‘High School Musical’).
Na ousada comédia, Bea (Sweeney) e Ben (Powell) parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria – fingem ser um casal.
Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.
Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado deJonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.
O aclamado ‘Guerra Civil‘, que conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.
Além disso, o longa já arrecadou US$ 68.1 milhões nos EUA, tornando-se a segunda maior arrecadação da história da A24 no país – atrás apenas de do fenômeno ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$77.1M).
Para termos de comparação, ‘Guerra Civil‘ superou sucessos populares da produtora, incluindo ‘Joias Brutas‘ (US$50M), ‘Lady Bird‘ e ‘Fale Comigo‘ (ambos com US$ 48 milhões), ‘Hereditário‘ (US$44M) e ‘Garra de Ferro‘ (US$35M).
Com ‘Ex_Machina: Instinto Artificial‘ (US$25M), o cineasta Alex Garland tem dois filmes no TOP 10 das maiores arrecadações da produtora no território norte-americano.
Internacionalmente, a produção soma US$ 45.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 113.2 milhões.
Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.
A produção, ambientada no mesmo universo de ‘Descendentes‘, retornará à Auradon e à Ilha dos Perdidos antes de levar os espectadores “em uma aventura através do território inexplorado de Wonderland, um lugar mágico e misterioso que se tornou famoso com ‘Alice no País das Maravilhas‘”.
A trama focará em Chloe, filha da Cinderela, e Red, filha da Rainha da Copas. A dupla improvável se conhecerá “em uma celebração em Auradon quando o caos é libertado. Para evitar o golpe iminente, elas terão que se unir e viajar no tempo, com a ajuda de um relógio de bolso criado pelo filho do Chapeleiro Maluco, para parar um evento que irá gerar graves consequências”.
Jennifer Phang fica responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Dan Frey e Russell Sommer.
O elenco conta com Rita Ora como a Rainha de Copas; Kylie Cantrall como Red; Malia Baker como Chloe; China Anne McClain como Uma, a filha da Ursula; Dara Reneé como Ulyana, irmã da Uma; Joshua Colley como Gancho; Melanie Paxson como Fada Madrinha; Morgan Dudley como Ella, a versão jovem da Cinderela; Ruby Rose Turner como Bridget, a versão jovem da Rainha de Copas; Brandy como Cinderela; e Alex Boniello como o Valete de Ouros.
O ‘Quarteto Fantástico‘ fará sua estreia no MCU no ano que vem, e os fãs continuam apostando em possíveis candidatos para dar vida a personagens ainda não confirmados.
Apesar de Ralph Ineson(‘A Bruxa’) ter sido escalado como Galactus, muitos esperam ver Victor von Doom, o Doutor Destino, em uma cena pós-créditos.
Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma arte imaginando Cillian Murphy (‘Oppenheimer’) como intérprete do vilão.
Lembrando que o elenco oficial conta com Pedro Pascal como Reed Richards/Sr Fantástico, o elenco conta Vanessa Kirby (Sue Storm/Mulher Invisível), Joseph Quinn (Johnny Storm/Tocha Humana), Ebon Moss-Bachrach (Ben Grimm/O Coisa) e Julia Garnercomo (Shalla-Bal/Surfista Prateada).
O elenco de apoio traz Ralph Ineson (‘A Bruxa’) como o vilão Galactus e Julia Garner como a Surfista Prateada Shalla-Bal, enquanto Paul Walter Hauser (‘Cobra Kai’) e John Malkovich (‘RED: Aposentados e Perigosos’) também foram escalados em papéis misteriosos.
Lembrando que ‘Quarteto Fantástico’, estreia em 25 de julho de 2025, será o primeiro filme da Fase 6 do MCU.
Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.
A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.
Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.
‘Atlas’, novo thriller de ficção científica estrelado por Jennifer Lopez (‘As Golpistas’), já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming divulgou um clipe promocional dando destaque à personagem titular.
Atlas Shepherd (Lopez), uma analista de dados brilhante, porém antissocial, que não confia nem um pouco na inteligência artificial, embarca em uma missão para capturar um robô rebelde, com quem ela compartilha um passado misterioso. Mas, quando o plano não funciona, a única esperança de Atlas para salvar o futuro da humanidade será confiar na inteligência artificial.
Aron Eli Coleite fica responsável pelo último tratamento do roteiro, que foi escrito originalmente por Leo Sardarian.
Lopez também entra como produtora ao lado de Peyton, Elaine Goldsmith-Thomas, Benny Medina, Joby Harold, Tory Tunnell e Jeff Fierson.
‘Star Wars: O Acólito’ chega ao catálogo da Disney+ em 04 de junho e, agora, foi divulgado um vídeo com as principais estreias da plataforma – e, com ele, cenas inéditas da atração.
Lembrando que a série vai estrear com episódio duplo.
Criada por Leslye Headland, “‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.
Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.
A distribuição dos episódios ficou assim:
Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef