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Camila Cabello lança a faixa “He Knows”, colaboração com Lil Nas X; Ouça!

popstar cubano-americana Camila Cabello lançou hoje, 10 de maio, o segundo single do álbum ‘C, XOXO’.

A faixa, que é uma colaboração com o rapper Lil Nas X, é intitulada “He Knows”. O compilado de originais, por sua vez, tem estreia agendada para o dia 28 de junho.

Ouça:

Lembrando que a última incursão de Camila no cenário fonográfico foi ‘Familia’, que contou com o lead single “Don’t Go Yet”, bem como a faixa promocional “Bam Bam”, cantada ao lado de Ed Sheeran, e “Psychofreak”, apresentada ao lado de Willow Smith.

Crítica | Camila Cabello celebra suas raízes cubanas com a explosão dançante de ‘Familia’

Cabello fez sucesso mundial ao participar da competição ‘The X-Factor’, em que fundou o grupo Fifth Harmony, um dos mais bem-sucedidos do século. Anos mais tarde, fez sua estreia na carreira solo com o disco Camila, que se tornou um dos mais vendidos da época e recebeu vários elogios da crítica especializada. Seu último compilado de originais, Romance, foi lançado em 2019.

Charli XCX lança videoclipe oficial de “360”, novo single do álbum ‘BRAT’; Assista!

A icônica popstar Charli XCX lançou hoje (10) o videoclipe oficial de “360”, novo single oficial de seu vindouro próximo álbum de estúdio BRAT.

A canção é precedida pelas faixas “Club Classics”“B2b”“Von Dutch”.

Lembrando que o compilado de originais têm lançamento marcado para o dia 07 de junho.

Assista:

O álbum terá 15 faixas.

Confira a tracklist oficial:

1. 360
2. Club Classics
3. Sympathy Is a Knife
4. I Might Say Something Stupid
5. Talk Talk
6. Von Dutch
7. Everything Is Romantic
8. Rewind
9. So I
10. Girl, So Confusing
11. Apple
12. B2B
13. Mean Girls
14. I Think About It All the Time
15. 365

‘Vermelho, Branco e Sangue Azul 2’ é CONFIRMADO pelo Prime Video!

Boas notícias para os fãs de ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’!

Prime Video revelou que a sequência do elogiado filme lançado em 2022 está em desenvolvimento. Infelizmente, detalhes sobre a produção não foram revelados.

Confira o anúncio:

Lembrando que o filme é baseado no romance LGBTQIA+ de mesmo nome assinado por Casey McQuinston.

O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra? Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado ― e que ele não suporta. O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois. Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar ― e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?.

Relembre o trailer:

Taylor Zakhar Perez (‘A Barraca do Beijo 2’) e Nicholas Galitzine (‘Cinderela’) dão vida aos protagonistas.

Perez interpreta Alex Claremont-Diaz, o charmoso filho da presidente dos EUA. Já Galitzine dá vida ao príncipe Henry.

Uma Thurman (‘Kill Bill’) interpreta a Presidente dos EUA, Ellen Claremont.

O elenco ainda conta com Clifton Collins Jr., Stephen Fry, Sarah Shahi, Rachel Hilson, Ellie Bamber, Aneesh Sheth, Polo Morin, Ahmed Elhaj e Akshay Khanna.

Matthew López é responsável pela direção, além de também ter escrito o roteiro da adaptação. O projeto marca sua estreia diretorial.

Cannes 2024 | Conheça TODOS os filmes BRASILEIROS presentes no Festival

Na próxima terça-feira, dia 14 de maio, começa a 77ª edição do Festival de Cannes, o maior evento de cinema do mundo. Este ano, o Brasil concorre à Palma de Ouro — a última vez foi com Bacurau  , de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, em 2019; ganhador do Prêmio do Júri  —, e apresenta ainda outros dois longas-metragens em mostras paralelas. 

Além disso, nosso país é representado por dois curtas-metragens, um documentário sobre o atual presidente, e ainda uma obra memorável do nosso cinema, na seção Cannes Classics. Conheça todos os nossos sete representantes em detalhes abaixo e as possibilidades de prêmio para o Brasil. Afinal de contas, o Festival de Cannes é a maior janela cinematográfica da nossa sétima arte para o mundo.  

Próxima Palma de Ouro? 

Motel Destino, de Karim Aïnouz 

Esta é a sexta participação de Karim Aïnouz no Festival de Cannes, desde a seleção de Madame Satã, na mostra Um Certo Olhar, em 2002. Com um prêmio de Melhor Filme da Competição Um Certo Olhar em 2019, por A Vida Invisível, o diretor cearense disputa pela segunda vez a Palma de Ouro, só que pela primeira vez pelo nosso país. O Brasil ganhou o prêmio maximo apenas uma vez com O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte, em 1962.

Ano passado, Karim Aïnouz apresentou Firebrand, protagonizado por Jude Law e Alicia Vikander, na mostra competitiva. O filme obteve uma recepção pouco calorosa — apenas 53% de apreciação no Rotten Tomatoes (RT) — e ainda é inédito no Brasil. Longe da Europa, Motel Destino é um thriller erótico rodado inteiramente no Ceará e protagonizado pelos atores locais Iago Xavier e Nataly Rocha, além de Fábio Assunção.

Veja também: Exclusivo | Entrevista com Karim Aïnouz: “Tive que ser convencido a fazer Firebrand” [Cannes 2023]
Fábio Assunção em ‘Motel Destino

Em coprodução com França e Alemanha, Motel Destino é descrito como um palco de jogos perigosos de desejo, poder e violência. Sua curta sinopse revela que numa noite, a chegada do jovem Heraldo (Iago Xavier) transforma em definitivo o cotidiano do local. Quando anunciado na seleção oficial de Cannes 2024, Karim Aînouz revelou mais sobre a obra: 

Eu me inspirei bastante na pornochanchada e no cinema noir. Posso resumir Motel Destino como um thriller erótico, mas ele é, antes de tudo, uma história de amor. O amor entre um jovem periférico que vive à revelia de um sistema que o quer morto e uma mulher que resiste aos atentados do patriarcado contra a sua própria vida”, compartilha o cineasta brasileiro. O filme estreia dia 22 de maio no festival. 

Competições Paralelas 

Baby, de Marcelo Caetano 

Com seu segundo longa-metragem, sete após o elogiado Corpo Elétrico —  lançado no Festival de Roterdã 2017—, Marcelo Caetano está entre os sete filmes em competição na Semana da Crítica. A mostra é organizada pelo Sindicato Francês de Críticos de Cinema e direcionada a revelar promissores diretores de primeira ou segunda viagem. 

Em coprodução com França e Holanda, Baby narra a trajetória de Wellington (João Pedro Mariano) logo após ser liberado de um centro de detenção para jovens. Sem rumo, ele vê-se à deriva nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema pornô, o rapaz conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa, que lhe ensina novas formas de sobreviver. Aos poucos, a relação dos dois se transforma em uma paixão cheia de conflitos, entre a exploração e a proteção, o ciúme e a cumplicidade.

Cena de Baby, em competição pelo Palm Queer em Cannes

Além dos dois protagonistas, o elenco conta com Ana Flavia Cavalcanti, Bruna Linzmeyer e Cleo Coelho. Todos os atores e atrizes estarão presentes na estreia mundial no festival dia 21 de maio. Além dos prêmios da mostra paralela, Baby concorre a Palma Queer, prêmio criado em 2010 e concedido a filmes relevantes para o movimento LGBTQIA+, ao lado de Motel Destino e outros 16 títulos. 

De acordo com anúncio da diretora da Semana da Crítica, Ava Cahen: “Baby é um retrato vibrante de um outsider tentando sobreviver em São Paulo. Romanesco em sua narrativa, esse melodrama queer, ora doce, ora duro, é o retrato de uma realidade social desafiadora ao mesmo tempo que conta uma história de amor moderna. Um filme emocionante e flamejante com atores carismáticos”, declara a curadora da mostra. 

A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro 

Gabriela Carneiro da Cunha e Eryk Rocha

Selecionado para a mostra Quinzena dos Cineasta, a coprodução Brasil, Itália e França, A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, é uma espécie de adaptação do livro homônimo de Davi Kopenawa, xamã Yanomami e um dos maiores líderes indígenas do mundo, e de Bruce Albert, antropólogo francês. No seu campo de estudo, a obra é considerada  como um clássico contemporâneo. 

Esta é a terceira vez do cineasta Eryk Rocha no Festival Cannes. Em 2004, ele apresentou o curta Quimera e, em 2016, recebeu o Olho de OuroL’Œil d’or, prêmio de Melhor Documentário no Festival —, por Cinema Novo, seu sétimo longa. Já Gabriela Carneiro da Cunha estreia em Cannes e na direção com este projeto, concorrendo ao prêmio Olho de Ouro 2024.  

A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha

A Queda do Céu é centrado na festa Reahu, ritual funerário e a mais importante cerimônia dos Yanomami, que reúne centenas de parentes dos falecidos com a finalidade de apagar todos os rastros daquele que se foi e assim colocá-lo em esquecimento. O documentário segue três eixos fundamentais do livro: Convite, Diagnóstico e Alerta.

Com estreia marcada no dia 19 de maio no Festival, A Queda do Céu apresenta a cosmologia do povo Yanomami, o mundo dos espíritos Xapiri, o trabalho dos xamãs para segurar o céu e curar o mundo das doenças produzidas pelos não-indígenas, o garimpo ilegal, o cerco promovido pelo povo da mercadoria e a vingança da Terra. 

Curtas-Metragens 

Amarela, de André Hayato Saito

André Hayato Saito, diretor de ‘Amarela

Com seu sétimo curta-metragem, Amarela, o cineasta nipônico-brasileiro André Hayato Saito faz sua estreia em Cannes. O filme concorre à Palma de Ouro da sua categoria, ao lado de outras 10 produções do mundo inteiro. A obra será apresentada no dia 24 de maio

Amarela acompanha Erika Oguihara (Melissa Uehara), uma adolescente nipo-brasileira que rejeita as tradições de sua família japonesa e está ansiosa para comemorar um título mundial de futebol pelo Brasil. Em 1998, na final da Copa do Mundo, entre Brasil e França, ela vivencia uma violência que parece invisível e mergulha em um mar de emoções dolorosas.

Melissa Uehara em ‘Amarela

A Menina e o Pote, de Valentina Homem

Após estreia em Cannes na Quinzena dos Realizadores em 2016, com o curta Abigail, Valentina Homem volta a Croisette na seleção de curtas da Semana da Crítica para apresentar A Menina e o Pote, no dia 21 de maio. Esta animação é adaptada de um conto escrito pela própria cineasta em 2012, uma parábola sobre cosmogonia ameríndia e plantas sagradas amazônicas. 

A Menina e o Pote, de Valentina Homem

Com técnica de pintura sobre vidro, A Menina e o Pote reflete a jornada da protagonista em um mundo distópico, no qual ao quebrar o seu pote — objeto que guarda um segredo em seu interior — abre portais para universos paralelos. A protagonista fala em Nheengatu, dialeto a partir de uma língua indígena de influência europeia no século XVI.

Sessões Especiais: clássico e documentário

Lula, de Oliver Stone

Oliver Stone em ‘LULA

Ganhador de três Oscar, Oliver Stone dispensa apresentações. Ao lado do produtor Robert S. Wilson, o cineasta estadunidense constrói um retrato íntimo e evocativo de uma das figuras políticas mais influentes e populares do mundo: o atual presidente do Brasil  Luiz Inácio Lula da Silva. Concorrente ao Olho de Ouro, o filme será apresentado na Cannes Première, no dia 19 de maio

O documentário Lula explora a ascensão, queda e retorno triunfante do presidente nas eleições de 2022. Beneficiando-se de um acesso privilegiado sem precedentes a Lula e seus assessores mais próximos, Oliver Stone lança luz sobre a personalidade do carismático líder político durante uma série de entrevistas (sem filtros) e revela o lado de obscuro da operação anticorrupção “Lava Jato”, com a ajuda do jornalista investigativo  Luke Harding, autor de Os Arquivos Snowden, cujas revelações levaram à libertação de Lula

Lula no documentário de Oliver Stone.

Bye Bye Brazil, de Cacá Diegues

Em celebração aos 44 anos de lançamento de Bye Bye Brazil na Competição pela Palma de Ouro em 1980 — abocanhada por Kagemusha, a Sombra de um Samurai, de Akira Kurosawa —, o Festival de Cannes projeta pela terceira vez a obra de Cacá Diegues em sua programação, a segundo foi em 2004. Protagonizado por Betty Faria e José Wilker, Bye Bye Brazil passa na seção Cannes Classics no dia 20 de maio.

Leia também: 40 Anos do Filme Bye Bye Brazil | Por que a nova geração precisa conhecer esta obra? 

Com ousadia e coragem, o cineasta Carlos Diegues apresenta um país em plena transição industrial e política a partir dos personagens Salomé (Betty Faria), Senhor Cigano (José Wilker) e Andorinha (Príncipe Nabor), três artistas itinerantes que percorrem o país junto com a Caravana Rolidei. Eles se apresentam para o setor mais humilde da população brasileira que não tem acesso à televisão, pelo caminho junta-se a eles o acordeonista Ciço (Fábio Jr.) e sua esposa, Dasdô (Zaira Zambelli).

Cinema do Brasil em Cannes

Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho 

Em entrevista ao CinePOP, no Festival de Cannes 2023, Kleber Mendonça Filho já havia revelado seu próximo trabalho em pré-produção: O Agente Secreto, ao lado de Wagner Moura (Guerra Civil) e Maria Fernanda Cândido (A Paixão Segundo G.H.). O longa é um suspense político ambientado em 1977, no qual Marcelo (Wagner Moura), um professor universitário, está em fuga de São Paulo para o Recife, escapando de agentes da ditadura por conta das suas atividades consideradas subversivas. 

Veja também: Cannes 2023 | Entrevista Exclusiva com Kleber Mendonça Filho – Retratos Fantasmas
Kleber Mendonça Filho no Festival de Cannes 2023

Com quatro passagens pelo Festival, uma delas com júri em 2021, Kleber Mendonça Filho apresentara o projeto à distribuidores internacionais durante o Festival de Cannes 2024. A estreia nos cinemas está prevista para 2025.  Assim como outros projetos nacionais estarão presentes no estande Cinema do Brasil, no Marché du Film, isto é, Mercado do Filme abertos à negociação com produtores, distribuidores e vendedores internacionais.

Acompanhe o Festival de Cinema de Cannes no CinePOP, de 14 a 25 de maio de 2024.

5 Filmes INTERESSANTES com a Madonna!

A musa do Pop e uma das artistas mais conhecidas do planeta esteve recentemente no Brasil, mais precisamente nas areias de Copacabana, e realizou um show que deu o que falar onde reviveu no palco um pouco de sua história. Muita gente não sabe mas Madonna tem muitos filmes no currículo, alguns bem interessantes que indicaremos abaixo:

 

Procura-se Susan Desesperadamente

Em meados da década de 80, quase 40 atrás, chegava aos cinemas a comédia dramática Procura-se Susan Desesperadamente. Na trama, uma dona de casa que fica fascinada por uma mulher chamada Susan que é procurada insistentemente pelo namorado. Uma curiosidade dessa produção é que Madonna entra para o elenco ainda não tão conhecida mas no final das filmagens, com o lançamento de Like a Virgin no meio das filmagens, ela vira uma estrela com fãs por todos os lados.

 

Dick Tracy

Baseado na história em quadrinhos criada pelo cartunista norte-americano Chester Gould, Dick Tracy nos leva até uma cidade tomada pelo crime onde um detetive entrará em diversos conflitos amorosos e contra os criminosos. Ao lado de Al Pacino, Dustin Hoffman e Warren Beatty, Madonna faz parte desse elenco estelar. Ela recebeu um dos seus menores cachês em Hollywood, apenas 35 mil dólares.

 

Evita

Em um dos papéis mais conhecidos da carreira de Madonna no cinema, Evita nos mostra a história da vida de uma das primeiras damas mais conhecidas da história, a argentina Eva Perón. Dirigido pelo experiente e ótimo cineasta britânico Alan Parker, o filme foi indicado para cinco Oscar (venceu em uma categoria). Uma curiosidade é que a musa do Pop foi para o livro dos recordes por ter trocado 85 vezes de figurino para as cenas do filme. Outra, é que para conseguir o papel Madonna escreveu uma longa carta ao diretor dizendo que ela era o nome certo para interpretar essa personagem.

 

Uma Equipe Muito Especial

Dirigido pela cineasta nova iorquina Penny Marshall, Uma Equipe Muito Especial nos mostra a história de duas mulheres, irmãs, que entram para um time de baseball, numa recente liga criada, durante a Segunda Guerra Mundial.

 

Grande Hotel

Contando quatro histórias diferentes, dirigida por quatro cineastas, que se passam próximo à chegada de um novo ano, Grande Hotel foi lançado em meados da década de 90 e apresenta ao público um elenco maravilhoso, com nomes como: Tim Roth, Antonio Banderas, Jennifer Beals e até mesmo Quentin Tarantino atuando. Madonna aparece na história The Missing Ingredient fazendo um papel de uma bruxa.

 

Crítica 2 | ‘Planeta dos Macacos: O Reinado’ expande o universo com maestria em aventura clássica

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2023 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Chega aos cinemas nesta quinta-feira (9) Planeta dos Macacos: O Reinado. Dirigido por Wes Ball, o longa dá continuidade à saga de Caesar (Andy Serkis), mas agora explorando seu legado praticamente messiânico na formação de uma sociedade dominada por primatas extremamente inteligentes. A trama se passa cerca de três séculos depois da revolução iniciada pelo chimpanzé de estimação e mostra a raça humana vivendo na natureza como selvagens, enquanto os símios formaram uma cadeia social evoluída para conviver em harmonia com natureza, respeitando seus próprios códigos e regras de convivência.

Porém, como em toda cadeia social, há diferentes leis e comportamentos que costumam se confrontar. Nesse ponto, o filme aborda uma jornada entre ‘nativos’ e ‘colonizadores’ com o aditivo de terem uma raça humana à espreita, sendo tratada como uma potencial ameaça ao domínio dos chimpanzés como a espécie dominante.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2023 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Para quem gosta de construção de universos extremamente detalhistas, esse filme é uma experiência necessária. Já era possível ver um pouco da humanidade em colapso em Planeta dos Macacos: A Guerra (2019). Havia uma resistência ali, mas a estrutura do mundo era essencialmente humana. Depois de 300 anos, a espécie claramente perdeu a guerra e foi sobreposta pelos chimpanzés. Então, além da direção valorizar com muito gosto a derrocada das estruturas humanas, explorando cada prédio tomado de volta pela natureza, cada túnel ‘fantasma’, cada veículo abandonado, Wes investe em um trabalhar uma arquitetura símia, que é feita pensando nas habilidades de escalada desses animais. Tudo é feito de forma lógica para seres capazes de se locomover sobre duas ou quatro patas.

Mais do que isso, a trama gira ao redor de Noa (Owen Teague) um jovem chimpanzé criado em um clã de treinadores de águias. Eles ostentam seus próprios rituais e conexões com o meio que vivem e formaram sua aldeia com base nas leis dos anciãos. Estes, por sua vez, não tiveram contato com Caesar, então ‘louvam’ a natureza como sua entidade. Suas regras prezam por preservar o ciclo natural da vida, tirando somente o necessário para sua sobrevivência e conforto. O extraordinário é demais. Suas vidas mudam para sempre ao entrarem na rota dos batedores de Proximus Caesar (Kevin Durand), um imperador símio que formou um reinado na orla. Ele procura por humanos inteligentes que ainda estejam perdidos por aí, mas não tolera que macacos vivam de uma forma que ele considera ‘inferior’, mesmo que isso signifique apagar culturas próprias e se apropriar da força de trabalho para expandir seu reinado. Um maldito colono.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2023 20th Century Studios. All Rights Reserved.

A relação entre símios e humanos é um dos pontos de fascínio desse longa. Enquanto os anteriores abordavam sempre o embate, o nós contra eles, essa nova ‘fase’ da franquia parte do princípio que as pessoas perderam. Com a ascensão desse novo poder, capaz de formar cidadelas e se inspirar em lendas do passado e na violência para fidelizar legiões, cabe aos seres humanos se isolar ou procurar uma forma de viver em meio aos chimpanzés. Causa um certo estranhamento ver grupos de pessoas vivendo na natureza, dividindo riachos com animais selvagens enquanto vestem roupas sobreviventes. E nesse ponto vale destacar que apenas materiais reconhecidamente duráveis foram escolhidos pela produção, como calças jeans. Parece besteira, mas é apenas mais uma demonstração do cuidado que tiveram para compor um universo crível para o público.

Não pense que o longa vale a pena somente para explorar esse mundo aberto por um viés sociológico. Ele tem muita ação e a captura de movimento utilizada em Planeta dos Macacos: O Reinado é impressionante. Ao mesmo tempo em que atingiram um realismo que beira o absurdo, as expressões dos atores são facilmente identificáveis nas caras dos personagens. No caso do Noa, Owen Teague tem um maxilar naturalmente mais projetado para frente, então as expressões do chimpanzé são mais concentradas na boca. Além da expressividade dos olhos. Seu trabalho de expressões faciais se aproxima muito do lendário Andy Serkis. E sinceramente, acho que não há elogio maior do que esse.

Noa (Owen Teague) e Dar (Sara Wiseman) em cena do filme. Divulgação/ 20th Century Studios. © 2024 20th Century Studios. All Rights Reserved.

As cenas de luta são um espetáculo, porque não pendem para aquele limitador do ‘humano vestido de macaco’. Com o auxílio da computação, eles replicaram movimentos de chimpanzés de verdade, o que reflete também nas sequências de saltos e escalados. É impressionante de ver, porque criam situações absurdas, como um chimpanzé usando uma barra de ferro para escalar, mas é tão bem construída que fica crível.

Em meio a essas sequências de puro dinamismo, há o fortalecimento do mito de Caesar e sua influência nesse novo mundo. Seu papel já havia sido retratado de forma praticamente profética em A Guerra (2019), com direito a algumas cenas que remetiam diretamente a artes religiosas e passagens bíblicas. Mais de 300 anos depois, ele é considerado um profeta e salvador, que mostrou aos macacos seu verdadeiro papel no mundo. Porém, ele sempre conviveu e teve carinho por parte dos humanos, acreditando que era possível que as duas espécies coexistissem. Ele assume realmente um papel messiânico, e como toda religião, há quem interprete a palavra por meio do pacifismo e há quem use seus ensinamentos para manipular os outros e tirar vantagem para seus interesses.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2023 20th Century Studios. All Rights Reserved.

Essa dualidade quanto ao legado de Caesar é brilhantemente representada por Raka (Peter Macon), um orangotango pacifista que é praticamente o último guardião dos conceitos e conhecimentos propagados por Caesar, e Proximus, que se inspira na história humana para criar uma linhagem de imperadores escolhidos pela suposta linhagem do profeta, colocando os símios como os verdadeiros herdeiros da Terra, relegando a humanidade a selvageria e destruição. É curioso que Noa cruza o caminho de ambos e abraça ambas as ideias. O que dialoga diretamente com sua relação com a humana Mae (Freya Allan), que aparentemente é imune ao vírus que dizimou a humanidade e afetou a capacidade cognitiva dos sobreviventes. Sua participação no filme é repleta de nuances, trazendo características que vão contra as crenças do jovem Noa, mas que também fortalecem ações que ele hesitaria em tomar.

É uma relação complexa e que ajuda muito a compor o protagonista, enquanto desenvolve uma subtrama interessantíssima sobre os humanos nesse mundo caótico. É ela quem força o Noa a expandir sua personalidade e lidar diretamente com conflitos morais, ao mesmo tempo em que muda suas percepções sobre as diferenças entre as espécies e se permite ser curioso com o que essa espécie supostamente inferior tem a ensinar. E ainda que vá abrindo mais a mente, ele segue como um jovem fiel a seus conceitos, o que deixa ele perdidinho no pagode para salvar sua família.

Noa (Owen Teague), Mae (Freya Allan) e Raka (Peter Macon) criam um núcleo muito interessante. Divulgação/ 20th Century Studios. © 2024 20th Century Studios. All Rights Reserved.

No geral, essa franquia atual de Planeta dos Macacos é puro suco de excelência. Até o momento, nenhum dos quatro filmes foram menos do que ótimos. Em Planeta dos Macacos: O Reinado, o nível da saga é mantido e só não é um filme perfeito porque parece haver momentos em que o filme se alonga demais, resultando em 2h25 de duração. Talvez uns 15 minutinhos a menos fizessem bem para a produção. Mas ainda assim não é um fator que desconecte o público desse roteiro que brilha ao abordar a complexidade de forma simples e instigante.

Com um esmero realmente louvável na consolidação e expansão desse universo, Planeta dos Macacos: O Reinado retoma a saga com personagens carismáticos o bastante para darem prosseguimento aos próximos capítulos. É impossível não se arrepiar com as ações de Noa e o público passa a torcer por ele quase que automaticamente. Ao mesmo tempo, criam aquele gostinho para o público descobrir o que acontecerá com os humanos em seguida, assim como seguirá a vida desses símios que estão em um reinado em construção. É um verdadeiro filmaço de ficção e aventura, que impressiona não só pelo visual fora de série, mas principalmente por sua habilidade em contar essa história.

Divulgação/ 20th Century Studios. © 2023 20th Century Studios. All Rights Reserved.
Planeta dos Macacos: O Reinado está em cartaz nos cinemas.

Orlando Bloom DETESTOU participar de ‘Troia’: “Não queria interpretar aquele personagem”

Em entrevista ao Variety, Orlando Bloom (‘Piratas do Caribe’) revelou que não queria ter participado do épico ‘Troia‘.

O ator afirma ter bloqueado a experiência de sua mente, afirmando que não sentia vontade de dar vida ao seu personagem Paris – um dos filhos do rei Príamo de Troia com a rainha Hécuba.

“Eu realmente apaguei [‘Troia’] da minha mente. Muitas pessoas amam aquele filme, mas eu detestei interpretar aquele personagem. Posso dizer essas coisas? Eu não queria fazer parte daquele filme. Não queria interpretar aquele personagem.”

Ele completa, “O filme é ótimo, mas aquele personagem era o oposto de tudo o que eu queria interpretar. Em determinado momento no roteiro, há uma cena que o Paris rasteja no chão após ser espancado e segura a perna do seu irmão. Eu pensei: ‘Não vou conseguir fazer isso!’. Então o meu agente disse: ‘Será importante!’, e eu completamente caí na ideia dele. Acho que é por isso que eu apaguei esse filme da minha cabeça.”

Apesar de ser descrito como um “espetáculo divertido”, o longa também foi criticado por sua “trama rasa”. A produção dividiu a opinião dos especialistas, alcançando apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Nas bilheterias, o filme arrecadou quase meio bilhão mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 175 milhões.

Durante uma visita ao rei de Esparta, Menelau, o príncipe troiano Paris se apaixona pela esposa do rei, Helena, e a leva de volta para Troia. O irmão de Menelau, o rei Agamenon, que já havia derrotado todos os exércitos na Grécia, encontra o pretexto que faltava para declarar guerra contra Troia, o único reino que o impede de controlar o Mar Egeu.

Olivia Rodrigo anuncia novas datas para a turnê mundial de ‘GUTS’

popstar vencedora do Grammy Olivia Rodrigo anunciou nove novas datas para a turnê mundial do aclamado álbum GUTS.

Rodrigo acrescentou performances no continente asiático e na Austrália – este último contando com uma participação especial da cantora e compositora Benee.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais, que conta com os singles “vampire”“bad idea right?” e “get him back!”, já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Relembre a tracklist oficial:

1. All-American Bitch
2. Bad Idea Right?
3. Vampire
4. Lacy
5. Ballad of a Homeschooled Girl
6. Making the Bed
7. Logical
8. Get Him Back!
9. Love Is Embarrasing
10. The Grudge
11. Pretty Isn’t Pretty
12. Teenage Dream

Rodrigo foi uma das grandes vencedoras do Grammy 2022, levando para casa os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por SOUR, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo pelo sucesso “drivers license”.

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100.

Nikolaj Coster-Waldau está de volta no trailer INÉDITO da sequência de ‘Nightwatch – Perigo na Noite’

O suspense ‘Nightwatch: Demons Are Forever‘, sequência direta do clássico ‘Nightwatch – Perigo na Noite‘, ganhou um novo trailer oficial.

A continuação conta com o retorno do ator Nikolaj Coster-Waldau (‘Game of Thrones’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Kim BodniaUlf Pilgaard também retornam na sequência.

Emma (Fanny Leander Bornedal), estudante de medicina de 22 anos, acaba de conseguir um emprego como vigilante noturno no mesmo departamento forense onde seus pais quase foram mortos pelo psicopata inspetor de polícia Wörmer. Os acontecimentos levaram ao suicídio de sua mãe, e seu pai, Martin (Coster-Waldau), recorreu a tranquilizantes para suprimir as memórias. Determinada a investigar o que exatamente aconteceu com eles, Emma rastreia e confronta Wörmer, apenas para despertar involuntariamente sua sede de sangue e desencadear uma vingança violenta contra todos que selaram seu destino anos atrás.

Ole Bornedal retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O suspense será lançado pelo Shudder no dia 17 de maio.

‘Matéria Escura’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da nova série sci-fi com Alice Braga e Joel Edgerton; Confira!

Matéria Escura (Dark Matter), série sci-fi baseada no romance homônimo de Blake Crouch, já chegou ao catálogo da Apple TV+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a atração abriu com 75% de aprovação com base em 28 reviews. Segundo o consenso geral, “as ideias intrigantes [da produção] estão um pouco espalhadas ao longo de sua temporada, mas os fãs de ficção científica agourenta acharão seus resquícios viciantes e envolventes”.

Matéria Escuratem um elenco tremendo e uma trama de alto conceito que cobre algumas das maiores falhas dos primeiros episódios” – AV Club.

“Sombria, misteriosa e determinada a deixar você na ponta da cadeira, [a série] consegue chocar o público” – The Mary Sue.

“A série mais ousada do momento” – Inverse.

“É uma série a que não falta engenhosidade e, principalmente nas últimas duas horas, surgem ideias que beiram a inspiração, mas a falta de variação tonal acaba por condená-la” – THR.

“Uma boa ideia que foi ampliada muito além do seu ponto de ruptura” – RogerEbert.com.

Confira os principais comentários:

“VOCÊ É FELIZ COM A VIDA QUE TEM?” Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca.  Raptado por um homem mascarado, Jason é levado para uma usina abandonada e deixado inconsciente. Quando acorda, um estranho sorri para ele, dizendo: “Bem-vindo de volta, amigo.”

Neste novo mundo, Jason leva outra vida. Sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor numa universidade mediana, ele é um gênio da física quântica que conseguiu um feito inimaginável. Algo impossível. Será que é este seu mundo, e o outro é apenas um sonho? E, se esta não for a vida que ele sempre levou, como voltar para sua família e tudo que ele conhece por realidade?

Com ritmo veloz e muita ação, Matéria escura nos leva a um universo muito maior do que imaginamos, ao mesmo tempo em que comove ao colocar em primeiro plano o amor pela família. Marcante e intimista, seus múltiplos cenários compõem uma história que aborda questões profundamente humanas, como identidade, o peso das escolhas e até onde vamos para recuperar a vida com que sonhamos.

O elenco também conta Joel Edgerton, Alice BragaOakes Fegley, Dayo OkeniyiJimmi SimpsonJennifer ConnellyAmanda Brugel.

Crouch também servirá como roteirista e produtor executivo da adaptação.

Nove episódios foram encomendados para a primeira temporada.

O livro ‘Matéria Escura‘ entrou instantaneamente para a lista de mais vendidos do New York Times, além de ser traduzido para 35 línguas diferentes.

Eric Bana fala sobre retorno de seu Hulk em ‘Deadpool e Wolverine’

Embora o filme Deadpool e Wolverine seja promissor em termos de integrar os mutantes da Fox ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU), as especulações sobre o retorno de Eric Bana como o Incrível Hulk foram silenciadas pelo próprio ator.

Segundo o ScreenRant, Bana foi direto ao responder sobre a possibilidade de reprisar seu papel: “Eu não consigo ver isso acontecendo. Sinto muito, Jess”. Ele reforçou sua posição, mesmo reconhecendo a amizade com Hugh Jackman, que interpretará Wolverine no filme: “Hugh [Jackman] é um amigo muito próximo meu”, mas ainda assim, “não consigo ver isso acontecendo”.

Anteriormente, em entrevista para a Variety (via Comic Book), Karan Soni garantiu que os fãs vão ficar de queixo caído e que devem esperar muito mais surpresas quando o filme for lançado.

O intérprete do taxista Dopinder se empolgou ao dizer:

“Quando estávamos fazendo o segundo filme, Ryan estava planejando tudo isso naquela época. Lembro-me que ele contou no almoço um dia que havia iniciado uma conversa com Hugh. Lembro-me de dizer: ‘Caramba, o mundo vai pirar!’ Mas o estúdio foi vendido para a Disney e muitas outras coisas aconteceram. Mas, é claro, Ryan seguiu em frente porque era um elenco dos sonhos.”

Embora tenha sido evasivo quando questionado sobre as participações especiais, ele disse que muitas pessoas fizeram questão de reprisar seus papéis no projeto.

“Esta nova versão do MCU é ultrassecreta. Há muitas surpresas. Digamos apenas que muitas pessoas viajaram para Londres porque faziam questão de parecer.”

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

‘O Dublê’: Emily Blunt revela a cena MAIS DIFÍCIL que já fez… e foi em um filme da Disney! [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou Ryan Gosling (‘Barbie’) e Emily Blunt (‘Oppenheimer’), os astros da comédia de ação ‘O Dublê‘.

Na entrevista, Emily revelou qual foi a cena mais difícil que ela já fez… e a resposta é surpreendente.

“A chegada em Mary Poppins.  Eu consideraria isso uma façanha. Eu estava muito assustada. Rob Marshal falou: ‘Vou apenas começar com você nas nuvens, e você terá que descer… e você entrará em seu close.. Porque tenho muito medo de altura. Achei que eu não tivesse medo. E então eu estava lá em cima e vi que tinha medo sim. Você é içada… Eu estava tão no alto, a uns 7,5 metros ou mais, e então eles continuam e de repente você fica tipo: ‘Deus, estou tendo palpitações.'”, ela afirmou.

A atriz conseguiu concluir a cena, mas revela que passou mal:

“E eu olhei para baixo e Lin-Manuel Miranda estava assim. Tentei olhar para fora e tudo que vi foi que estava mais alta que as árvores. E então Rob tocava a música e ele achava que seria emocionante. Ela deveria fazer aquilo sem esforço. Eu tinha que caminhar até a câmera e conversar com as crianças. E eu fiz três tomadas e senti minha tolerância cair. Eu disse: Já chega”  

Assista a entrevista e a nossa crítica em vídeo:

Dirigido por David Leitch (‘Deadpool 2’), o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, Gosling interpreta um dublê e, como todos na comunidade de dublês, faz as cenas mais arriscadas de explosão, tiroteio, incêndios, perseguição e acidentes de carro, quedas das mais altas janelas, tudo para nos divertir. Mas agora, depois de um grave acidente que quase acabou com sua carreira, esse herói anônimo das produções de cinema precisa descobrir o paradeiro de um astro de cinema desaparecido, desmascarar uma conspiração e tentar reconquistar o amor de sua vida enquanto ainda faz seu trabalho diário. O que poderia dar errado?

Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), Teresa Palmer (‘Quando as Luzes se Apagam’), Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e outros também fazem parte do projeto.

Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, assina o roteiro e atua como produtor executivo.

Suspense estrelado por Nicolas Cage e John Cusack que DIVIDIU os críticos lidera o TOP 10 da Netflix

Lançado originalmente em 2013, o suspense policial ‘Sangue no Gelo‘ chegou ao catálogo da Netflix e já está assumindo a 1ª posição entre os títulos mais assistidos da semana.

Baseada em uma história real, a trama dirigida por Scott Walker gira em torno do detetive Jack Halcombe (Nicolas Cage) e sua determinação em em acabar com a fúria assassina de Robert Hansen (John Cusack), um serial killer que tem silenciosamente perseguido vítimas pelas ruas de Anchorage por mais de 13 anos.

À medida que os corpos das mulheres começar a aumentar, o sargento Halcombe parte em uma caçada pessoal para encontrar o assassino.

Tudo fica ainda mais eletrizante quando a jovem Cindy Paulson (Vanessa Hudgens), escapa do monstro, levando Halcombe a crer que a lei poderá ser cumprida.

Lutando por sua vida, a adolescente tem o sargento Halcombe como seu único aliado, unindo-se a ele para trazer o serial killer à justiça.

Apesar de parecer uma premissa instigante, ‘Sangue no Gelo‘ não foi um sucesso unânime, dividindo os críticos com apenas 61% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as avaliações:

“Apenas mais uma adição a um gênero bastante desgastado e que está destinado a ocupar as caixas de pechinchas dos supermercados mais cedo do que o esperado.” – CineVue

“Aqui está uma prova da tensão considerável que pode ser criada por um elenco determinado a oferecer performances realistas junto a um diretor que mostra domínio na construção de personagens realistas.” IonCinema

“As cenas em que Cage encara o personagem de Cusack são a melhor coisa deste suspense mediano, que passaria despercebido sem a presença dos referidos astros.” – Movie Chambers

“Você vai descobrir que a tensão irá mantê-lo grudado na tela, graças ao tenso jogo de gato e rato entre os velhos astro de ‘Con Air’, Cusack e Cage.” – Metro UK

“O filme nos influencia a estarmos de luto pelo assassinato das mulheres ou empolgados com seus traumas, saboreando o seu abuso? Um filme de emoções baratas, que destroem quaisquer intenções de reflexão, resumindo o esforço de Walker à mais banal das entradas de filmes B.” – Blu-ray.com

Glen Powell, Anthony Mackie e Laura Dern se unem em ‘Monsanto’, novo drama jurídico de John Lee Hancock

As estrelas Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e a vencedora do Oscar Laura Dern (‘História de um Casamento’) unem forças no mais recente filme de John Lee Hancock, intitulado Monsanto.

Segundo o Deadline, baseado em fatos reais, Monsanto acompanha a história de Brent Wisner (Glen Powell), um jovem advogado inexperiente que assume um caso aparentemente impossível contra a gigante empresa química Monsanto. Ele representa Dewayne “Lee” Johnson (Anthony Mackie), um homem que utilizou o famoso herbicida Roundup da Monsanto em seu trabalho como zelador de escola e, como consequência, sofre de graves problemas de saúde. Durante o julgamento, a Dra. Melinda Rogers (Laura Dern), a principal toxicologista da Monsanto Company, testemunha com convicção sobre a segurança do Roundup.

O roteiro do filme foi escrito por Michael Wisner, Alexandra Duparc, Ned Benson e Hancock, enquanto a produção fica por conta de Moritz Borman, Eric Kopeloff, Philip Schulz-Deyle e Jon Levin. Adam McKay e Kevin Messick também são produtores do longa.

Sobre trabalhar no filme Powell afirmou: “Sempre me fascinei por histórias verdadeiras de pessoas comuns enfrentando desafios extraordinários. Esta história encapsula esse espírito com uma questão crítica que afeta a todos nós. É um privilégio trazê-la ao público com um cineasta excepcional e um elenco poderoso.”

Dern acrescentou: “Adorei colaborar com John Lee e estou ansiosa para trabalhar com ele novamente. Não poderia haver uma história mais vital para fazer parte.”

McKay observou: “Hoje em dia, histórias sobre o ‘pequeno contra o grande’ parecem escassas, tanto na vida real quanto na tela grande. Quando uma história tão envolvente e inspiradora como esta surge, ficamos empolgados. As pessoas amam e precisam desses filmes. Sempre amaram e sempre amarão. Erin Brockovich, Silkwood, A Felicidade Não Se Compra, Spotlight, 12 Homens e uma Sentença, Moneyball, Norma Rae… Eu honestamente acredito que posso listar 200 filmes extremamente bem-sucedidos e amados sobre pessoas reais enfrentando probabilidades avassaladoras com apenas justiça e verdade ao seu lado. Então, vamos fazer o número 201.”

Hancock comentou: “Fui atraído por esta história verdadeira contemporânea de Davi contra Golias porque a achei dramática, comovente, e de importância crítica no mundo atual. Minhas ambições são entregar um drama jurídico inteligente, ponderado e comercial que leve o público em uma jornada humana.”

Nicholas Galitzine revela sentir “um pouco de CULPA” por ser um hétero interpretando personagens gays

O astro Nicholas Galitzine, conhecido por seus trabalhos em ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’, recentemente abordou seu sucesso em produções de “histórias queer”, revelando que, por se identificar como heterossexual, protagonizar esse tipo de história lhe causa uma sensação de “talvez culpa”.

Segundo o The Hollywood Reporter, o ator declarou: “Eu acho que sim”, disse ele quando perguntado se teve que lidar com as pessoas confundindo-o com seus personagens. “Eu me identifico como um homem heterossexual, mas participei de algumas histórias queer incríveis. Às vezes, senti uma sensação de incerteza sobre estar ocupando o espaço de alguém, e talvez culpa. Ao mesmo tempo, vejo esses personagens não apenas pela sua sexualidade.”

Galitzine enfatizou a intenção de se separar dos papéis que assumiu: “Eu sou o Nick, e não meu papel”.

O ator também falou sobre se tornar algo como um profissional em cenas de sexo ao longo de sua carreira, repleta relativamente de personagens um tanto provocativos até agora.

“Você não vê partes nuas do corpo, não há movimentos de penetração”, disse ele sobre as cenas íntimas. “Hayes (personagem de ‘Uma Ideia de Você’) está meio que adorando ela. Aquela cena de cuidados pós-coito foi tão sexy. Uma vez me perguntaram quando me sinto mais amoroso, e não para ser muito grosseiro, mas às vezes pode ser após o sexo, porque é quando você deixa de lado todas as suas vulnerabilidades.”

Galitzine então falou sobre se sentir “constantemente aterrorizado” de ser visto como “um pedaço de carne em um mercado de carne” à medida que sua carreira decola.

“Acho que o mais importante para mim é ser levado a sério como intérprete”, disse ele. “Não vou pedir para você chorar um rio aqui, mas tem sido difícil fazer parte de uma conversa que parece muito com se eu fosse um pedaço de carne em um mercado de carne. Acho que ser minha característica definidora é algo que me deixa constantemente aterrorizado.”

O novo romance ‘Uma Ideia de Você’, estrelado por Anne Hathaway (‘Os Miseráveis’) e Nicholas Galitzine (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’), está disponível no Prime Video.

Inspirado no livro homônimo de Robinne Lee, ‘Uma Ideia de Você’ narra a história de Solène Marchand (Anne Hathaway), proprietária de uma galeria de arte que reluta em levar a filha para conhecer sua boyband favorita. No entanto, ela acaba se envolvendo romanticamente com um dos integrantes do grupo, Hayes Campbell (Nicholas Galitzine).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco também inclui Reid Scott (‘Veep’), Perry Mattfeld (‘Shameless’), Ella Rubin (‘The Girl from Plainville’), Annie Mumolo (‘Missão Madrinha de Casamento’) e a estreante Mathilda Gianopoulos.

O filme é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor’), com roteiro de Jennifer Westfeldt (‘Solteiros com Filhos’).

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’: Elizabeth Yu comenta o que espera de Azula na 2ª temporada

A primeira temporada da versão live-action de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar adaptou a trama de abertura da série animada original, mas também incluiu mais cenas de personagens como Azula (Elizabeth Yu) e o Senhor do Fogo Ozai (Daniel Dae Kim) em relação à animação original.

No entanto, os fãs do original sabem que Azula realmente começa a entrar na história nas temporadas posteriores da animação.

Sendo assim, Yu comentou um pouco sobre a abordagem para a personagem nos próximos episódios, que já estão em desenvolvimento.

Em entrevista para o The Direct durante o Paleyfest 2024, Yu revelou que está animada não apenas para interagir com Aang (Gordon Cormier) e o grupo principal pela primeira vez, mas também para explorar a rivalidade entre Azula e Zuko (Dallas Liu)

“Não tive nenhuma cena com as crianças na primeira temporada. Contracenei com Daniel [Dae Kim], Momona [Tamada] e Thalia [Tran], o que foi muito divertido, mas quero ir muito além. Mal posso esperar para ver como serão as trocas com o Team Avatar e a rivalidade entre irmãos, estou animado para falar sobre isso.”

Anteriormente, o produtor Jabbar Raisani disse ao The Direct que os novos episódios vão resumir os eventos inspirados na 2ª temporada da animação.

O cineasta disse que os cortes de conteúdo são necessários para que a produção se adeque ao formato live-action, mas isso não significa que a trama será prejudicada.

Vale lembrar que o mesmo foi feito na 1ª temporada, então os fãs não precisam se preocupar.

“Estamos fazendo algo muito parecido com a primeira temporada. Há muito conteúdo na série animada. E estamos analisando todo esse conteúdo. A série live-action não tem o mesmo número de episódios da animação, então é preciso resumir as coisas.”

Ele continuou:

“Assim como na primeira temporada, alguns momentos serão cortadas, mas os eventos principais foram todos mantidos na versão live-action e ainda tivemos tempo para mixar alguns elementos da 2ª temporada no início… Sabemos o que estamos fazendo.”

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.

Enquanto isso, relembre o trailer da 1ª temporada:

 

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

Jeremy Strong se junta a Jeremy Allen White na cinebiografia de Bruce Springsteen

O elenco da cinebiografia de Bruce Springsteen está ficando cada vez mais incrível! Jeremy Strong (‘Succession’) está em negociações para se juntar a Jeremy Allen White (‘Shameless’) no filme da 20th Century Studios baseado no livro de 2023 de Warren Zane, “Liberte-me do Lugar Nenhum: A Criação de Bruce Springsteen’s Nebraska”.

Segundo a Variety, Jeremy Allen White dará vida ao icônico cantor e compositor Bruce Springsteen. Já Jeremy Strong está em negociações para interpretar Jon Landau, o empresário que desempenhou um papel fundamental na carreira de Springsteen.

Este projeto está programado para ser filmado no outono e terá um lançamento teatral global antes de ser distribuído pelos canais de distribuição da Disney.

O filme será escrito e dirigido por Scott Cooper, reconhecido por suas obras como Tudo por Justiça e Hostiles.

A trama será uma adaptação do livro de Warren Zanes, publicado em 2023, e se concentrará no árduo trabalho de Springsteen para criar seu álbum seminal de 1982, “Nebraska”. O filme irá explorar o período em que Springsteen e a E Street Band estavam gravando faixas para o grande sucesso “Born in the USA”, enquanto ele dava início ao desenvolvimento de “Nebraska”.

A produção de Deliver Me from Nowhere está a cargo de Scott Stuber, Ellen Goldsmith-Vein e Eric Robinson.

Bruce Frederick Joseph Springsteen, nascido em 1949, é um cantor, compositor, violonista e guitarrista norte-americano. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1969, Springsteen acumulou diversos prêmios importantes, incluindo 20 Grammys, 4 American Music Awards e um Oscar, além de ter vendido mais de 120 milhões de discos.

‘Planeta dos Macacos: O Reinado’ tem cena pós-créditos?

Planeta dos Macacos: O Reinado’, o mais recente lançamento da querida franquia, chegou aos cinemas, mas será que este novo filme apresenta uma cena pós-créditos?

A tradição, popularizada pelos filmes da Marvel, já se tornou uma marca registrada nas grandes franquias, e embora ‘O Reinado’ tenha planos de se tornar uma nova trilogia, o filme não inclui uma cena pós-créditos.

No entanto, se você permanecer até o final, você poderá ouvir o distintivo som de um macaco, sugerindo que um personagem cujo destino ficou ambíguo no final do filme pode ainda estar vivo para lutar outro dia.

O único filme da franquia ‘Planeta dos Macacos a apresentar uma cena pós-créditos foi O Planeta dos Macacos: A Origem’, que mostrava uma sequência sugerindo a propagação da Gripe Símia.

Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

O longa está em cartaz nos cinemas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Marvel Studios tem dois roteiristas em vista para o REBOOT de ‘X-Men’

A notícia tão aguardada pelos fãs finalmente chegou: a Marvel Studios iniciou oficialmente o desenvolvimento do filme reboot dos ‘X-Men‘. O estúdio está entrando em uma fase de avaliação de roteiros nos próximos dias.

Segundo o insider Jeff Sneider, a Marvel Studios tem dois finalistas para roteirizar o projeto: Rafe Judkins, de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘, e Michael Lesslie, de ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘.

Fontes confiáveis indicaram que a Marvel Studios começará a agendar reuniões com roteiristas ainda neste trimestre para apresentar propostas para o projeto.

No entanto, não há pressa para preencher o cargo, já que o filme ainda não recebeu uma data de lançamento oficial.

Vale lembrar que a Marvel Studios está produzindo ‘Deadpool e Wolverine‘, que será lançado em Julho de 2024 e trará Ryan Reynolds de volta como o Mercenário Tagarela junto com Hugh Jackman reprisando seu papel icônico como Wolverine.

De ‘Premonição’ a ‘X-Men’ | 20 Filmes IMPERDÍVEIS que Completam 24 anos em 2024

No mesmo ano em que as rádios nacionais eram dominadas por Raimundos (Mulher de Fases), P. O. Box (Papo de Jacaré) e Karametade (Morango do Nordeste), o cinema nos presenteou com inúmeras produções as quais o CinePOP não vai deixar cair no esquecimento. Aquele ano começou com o Bug do Milênio e terminou com George Bush sendo eleito presidente dos Estados Unidos, contra Al Gore (roteirista de Uma Verdade Inconveniente [2006]). 

Por terras verde-amarelas, a comemoração dos 500 anos do Brasil tornou-se tema recorrente nas ruas, no Carnaval e obras televisivas, mas também chegou ao cinema umas das obras mais memoráveis do acervo nacional, com Selton Mello e Matheus Nachtergaele. Igualmente foi o ano do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro. O infeliz episódio foi representado no documentário Ônibus 174 (2002), de José Padilha, e na ficção Última Parada 174 (2008), de Bruno Barreto

Voltando às produções de 2000, confira a nossa lista de 20 obras marcantes daquele ano, sem ordem de preferência: 

1- O Auto da Compadecida (A Dog’s Will, Brasil)

Encurtado do seriado homônimo exibido pela rede Globo no ano anterior, o filme de Guel Arraes tornou-se fenômeno de bilheteria em 2000 no país. Podem passar 20, 30, 50 anos e as tiradas de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) não perderão jamais a graça e a irreverência sobre o bem e o mal, a riqueza e a pobreza, e, sobretudo, o céu e o inferno. Com participação especial de Fernanda Montenegro, a obra de Ariano Suassuna é um retrato alegórico das crenças do nosso Brasilzão e a gente jamais esquecerá este bordão: “eu não sei, só sei que foi assim”. 

2 – Todo Mundo em Pânico (Scary Movie, EUA)

Quando lançado o filme tornou-se sucesso imediato, apesar de condenado pela crítica que não via muita graça e originalidade na paródia de outros filmes do gênero terror, além da comédia [American Pie (1999)] e romance [Grease (1978)]. Baseada principalmente nos enredos de Pânico (1996) e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), a obra dos irmãos Wayans foi a sensação de 2000, tanto que rendeu mais quatro sequências entre 2001 e 2015. 

3 – Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento (Erin Brockovich, EUA)

Aproveitando ao máximo o talento de Julia Roberts, esta cinebiografia supera alguns deslizes e proporciona uma trama inteligente, simpática e engraçada. Apesar das cinco nomeações ao Oscar, a obra de Steven Soderbergh garantiu apenas a estatueta à irreverência de Roberts.  A atriz já havia recebido duas indicações anteriores por Uma Linda Mulher (1990) e Flores de Aço (1989).

4 – Missão: Impossível 2 (Mission: Impossible II, EUA)

Seu cérebro pode desejar algo mais substancial, no entanto, os  seus olhos se deleitarão com todas as incríveis cenas de ação desta sequência do agente Ethan Hunt (Tom Cruise). No estilo James Bond, Tom Cruise domina a tela com seu carisma e cenas engenhosas. Nesta continuação, o diretor John Woo introduz as artes marciais ao estilo de Hong Kong e evita as manobras políticas do seu antecessor em favor da adrenalina. 

5 – X-Men (X-Men, EUA)

Este é o primeiro filme da franquia X-Men, a qual coleciona altos [Logan (2017)] e baixos [X-Men: Fênix Negra (2019)]. Fiel aos quadrinhos e repleta de ação, a produção de Bryan Singer foi bem recebida pelo público e tornou atores como Hugh Jackman (Wolverine), Famke Janssen (Jean Grey) e James Marsden (Ciclope) eternizados em seus personagens. Não podemos esquecer também da incrível dobradinha de Patrick Stewart (Professor Xavier) e Ian McKellen (Magneto).

6 – Premonição (Final Destination, EUA)

Com a premissa de que a gente não pode escapar da morte, o filme de James Wong tornou-se um dos maiores sucesso do gênero terror na virada do milênio. O estilo serviu de inspiração para uma dúzia de obras com mortes bizarras, tais como Jogos Mortais (2004) e A Hora da Sua Morte (2019). O sucesso rendeu mais quatro sequências, entre 2003 e 2011, e nos deixou apavorados com os antes inofensivos elevadores e escadas de incêndio.

7 – A Praia (The Beach, EUA)

Após o estrondoso sucesso de Titanic (1997), Leonardo DiCaprio arriscou-se nesta adaptação do aclamado romance de Alex Garland, sob a direção de Danny Boyle. Apesar de controverso entre os críticos, a história do norte-americano (DiCaprio) que encontra um local paradisíaco e quase inabitado na Tailândia é instigante. Seu problema, no entanto, é o roteiro superficial e confuso comparado à obra literária, embora tenha uma belíssima fotografia. Posteriormente, o local de filmagens na ilha de Koh Phi Phi Leh tornou-se uma famosa atração turística, entretanto, atualmente é considerado zona de preservação ambiental. 

8 – Gladiador (Gladiator, EUA/ Reino Unido/ Malta)

Ganhador de cinco Oscars, a grandiosa (2h51m) obra de Ridley Scott é um dos melhores filmes lançados em 2000, seja pelo primor cinematográfico de reconstrução do império romano, seja pelas excelente atuações de Russel Crowe e Joaquin Phoenix. Saudosistas das superprodução sessentistas, tal como Spartacus (1960) e Ben-Hur (1959), vibraram com a chegada desta obra-prima aos cinemas. Infelizmente, em tempos mais recentes presenciamos a tentativa sem êxito de Êxodo: Deuses e Reis (2014) e a desnecessária refilmagem Ben-Hur (2016).

9 – Traffic (Traffic, EUA/ México/ Alemanha)

Com uma narrativa entrecortada entre três histórias, Steven Soderbergh dirige magistralmente  um elenco repleto de estrelas nesta brilhante dinâmica sobre poder e corrupção. Caminhando pelos diversos meandros do mundo das drogas, a obra mostra que as questões éticas são mais cinzas do que em preto e branco, ou seja, não existem mocinhos e nem vilões bem definidos. Destaque para uma das melhores atuações do porto-riquenho Benicio Del Toro. Lançando em dezembro de 2000 nos Estados Unidos, o filme chegou ao Brasil em março de 2001. 

10 – Náufrago (Cast Away, EUA)

O que torna este filme tão memorável? Com certeza, a resistência dos envelopes FedEx e a icônica bola Wilson. Merchandising à parte, a aventura de Robert Zemeckis é mais que uma história de solidão e superação, na verdade, é uma ode ao amor, tendo a doação física e emocional total de Tom Hank em uma das suas mais brilhantes performances. Esta foi uma das suas seis nomeações ao Oscar. 

11 – Alta Fidelidade (High Fidelity, EUA)

Nesta adaptação fiel do romance de Nick Hornby, John Cusack exerce um dos mais brilhantes papéis da sua carreira. Celebrado por todos os adoradores do cinema alternativo, o personagem Rob Gordon (Cusack) é ícone da faceta do anti-herói. Desolado pelo abandono da atual namorada (Iben Hjejle), ele entra em uma viagem narrativa ao elencar seus cinco piores términos, além de todos os outros elementos da sua vida. Tudo merece um TOP 5!

Após 20 anos, no dia 14 de fevereiro, o canal Hulu lançou um seriado de 10 episódios baseado na mesma história, só que com o gênero dos personagens invertidos. Isto é, a obra é protagonizada por Zoë Kravitz, no papel de Rob, mas, vale lembrar, que a sua mãe Lisa Bonet viveu a cantora Marie de Salle na produção original. 

12 – Miss Simpatia (Miss Congeniality, EUA)

Embora Sandra Bullock seja responsável pelo charme e todos os momentos cômicos do filme, a produção ainda é bastante vilipendiada pelo roteiro pouco criativo. Recheado de clichês e, principalmente, a velha fórmula do banho de loja e maquiagem para tornar uma mulher atraente, o filme não foi bem recebido pela crítica. Por outro lado, tornou-se fenômeno de público e a Warner lançou uma sequência, ainda mais desgastada, em 2005. 

13 – Quase Famosos (Almost Famous, EUA)

Assim como Alta Fidelidade (2000), a produção de Cameron Crowe é queridinha dos amantes do cinema cult. Afinal quem não ama a época do sexo e rock ‘n’ roll, misturada a um pouco de ingenuidade e romance?  Através do olhar de um adolescente de 15 anos (Patrick Fugit), a obra é um belo retrato dos anos 1970 e acompanha a turnê da fictícia banda Stillwater pelos Estados Unidos. Destaque para atuação impecável de Kate Hudson, como Penny Lane, e a memorável cena de todo o elenco cantando “Tiny Dancer”, de Elton John, lançada em 1971.

14 – Malena (Malèna, Itália/EUA)

Mais uma vez sob a perspectiva de um adolescente, a obra italiana de Giuseppe Tornatore conta a história do despertar sexual de Renato Amoroso (Giuseppe Sulfaro) com a chegada da bela Malena (Monica Bellucci) em uma pequena vila da Sicília em 1941. Esposa de um dos soldados em combate durante a Segunda Guerra, Malena é cobiçada pelos homens da região e invejada pelas mulheres. Quando seu marido é dado como morto, sua odisseia de sofrimento e desgraça é embalada pela trilha sonora de Ennio Morricone, além da belíssima fotografia de Lajos Koltai

15- Dançando no Escuro (Dancer In the Dark, Dinamarca/França/EUA)

Se você apenas conhece as obras de Lars Von Trier dos últimos 10 anos, é hora de voltar 24 anos atrás e assistir a este primor cunhado pelo diretor dinamarquês ao lado da cantora islandesa Björk. O musical apresenta um enredo de sonhos, superação e abnegação, sendo impossível sentir-se indiferente em relação à personagem Selma Jezkova (Björk). Prepare-se para o angustiante percurso de uma mãe em meio a cegueira crescente para salvar o filho da mesma doença genética. Destaque para a canção “I’ve Seen It All”, indicada ao Globo de Ouro e ao Oscar.

16 – Amor à flor da pele (Faa yeung nin wa, Hong Kong/ China, 2000)

Através da deslumbrante fotografia de Christopher Doyle, a obra-prima de Wong Kar-Wai é uma inebriante história de amor nunca consumada e completamente envolvente pela estética de cores quentes e pulsações sexuais. Lançada no festival de Cannes em 2000, a obra chegou aos cinemas nacionais apenas em fevereiro de 2001, mas a gente não poderia deixar de data-lhe com a exatidão do seu sucesso. A produção ganhou duas palmas de ouro: uma para equipe técnica e outra para o ator Tony Leung Chiu-Wai

17 – Batalha Real (Battle Royale, Japão)

Você provavelmente conhece a franquia Jogos Vorazes (2012-2015), não é mesmo? Contudo, conhece a obra que provavelmente inspirou a escritora Suzanne Collins? Com o lançamento da adaptação cinematográfica em 2012, a comparação entre as duas obras foi imediata, no entanto, o filme japonês é baseado no romance homônimo do escritor Koushun Takami, de 1999.

Brutal e violento, o longa apresenta a premissa de um governo autoritário que aprisiona 42 alunos do ensino médio em um campo e lhes propõe como única saída: apenas um sobrevivente. Sem nenhuma preparação e totalmente surpresos pela proposta dada, os adolescentes lutam para escapar de suas coleiras eletrônicas e assassinar os seus amigos. Evidentemente, a obra é bem mais intensa que Jogos Vorazes

18 – Réquiem para um sonho (Requiem for a Dream, EUA)

Logo depois da obra surrealista Pi (1998), Darren Aronofsky foi catapultado ao estrelato por meio deste drama com elementos de horror e gore. O diretor novaiorquino apresenta o mundo do vício de forma grosseira e vibrante, tornando a maioria de suas cenas indeletáveis da memória. Com um elenco de atuação extraordinária, destaque para Ellen Burstyn, o filme é obrigatório aos ávidos por uma imersão cinematográfica. Aliás, como toda a cinematografia de sete longas-metragens de Aronofsky

19 – Psicopata Americano (American Psycho, EUA)

Para alguns a adaptação está aquém do romance de Bret Easton Ellis, entretanto, sob a tutela da canadense Mary Harron, o filme ganhou o seu próprio tempero na mistura de horror e humor. Seu sucesso é advindo principalmente da assustadora performance de Christian Bale. A premissa desta sátira é simples: se você é um homem branco e rico na América, pode se safar de tudo. Assassinato e estupro? Cometa-os sem pudor, porque o mundo está aos seus pés. Atenção: as últimas frases são uma grande ironia. 

20 – Amnésia (Memento, EUA)

Christopher Nolan adora colocar os nossos neurônios para trabalhar, este é o segundo longa do então promissor diretor. Após lançar Following (1998), o suspense protagonizado por Guy Pearce foi o seu grande salto ao sucesso e o levou à indicação de dois Oscars: melhor roteiro original e edição, ou seja, as duas maçãs douradas da  trama. Sua original narrativa deslocada da linearidade e picotada entre episódios é um dos mais engenhosos roteiros do cinema até a atualidade.