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Daniel Brühl é destaque no cartaz INÉDITO da série ‘Becoming Karl Lagerfeld’; Confira!

Foi divulgado um cartaz inédito da minissérie Becoming Karl Lagerfeld, que gira em torno do ícone da moda titular.

A produção chega à plataforma do Disney+ no dia 07 de junho.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção foi criada por Isaure Pisani-FerryJennifer Have, baseada na biografia homônima assinada por Raphaëlle Bacqué.

Em 1972, Karl Lagerfeld tem 38 anos e ainda não usa seu penteado icônico. Ele é um designer de pronto-a-vestir, desconhecido do grande público. Enquanto conhece e se apaixona pelo sensual Jacques de Bascher, um jovem dândi ambicioso e perturbador, o mais misterioso dos estilistas ousa enfrentar seu amigo (e rival) Yves Saint Laurent, um gênio da alta costura apoiado pelo formidável empresário Pierre Bergé.

Daniel Brühl estrela como Lagerfeld.

O elenco também conta com Théodore PellerinArnaud ValoisAlex LutzAgnès Jaoui e outros.

O alemão Karl Lagerfeld foi uma figura importante do mundo da moda por décadas, com seu cabelo branco característico, óculos de sol pretos e golas altas e engomadas. Ele foi diretor criativo da casa de moda francesa Chanel, cargo que ocupou de 1983 até sua morte em 2019. Ele também foi o diretor criativo da casa de moda italiana Fendi, e também tinha sua própria marca de moda alemã com o seu sobrenome.

Artigo | Os fantasmas do passado: o final explicado de ‘Them: The Scare’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Três anos depois do que acreditávamos ser o fim de uma breve série de terror, o Prime Video resolveu nos presentear com a segunda temporada da ambiciosa Them.

Subtitulada ‘The Scare’, a trama nos apresenta a uma narrativa antológica que leva o público quase quatro décadas depois dos eventos da iteração predecessora. Aqui, acompanhamos a detetive Dawn Reeve (Deborah Ayorinde) e sua investigação de um brutal assassinato em Los Angeles que pode estar vinculado à sua própria história. Conforme os episódios se desenrolam, percebemos que o homicídio, na verdade, é apenas o princípio de uma comunhão de acontecimentos medonhos que envolvem uma força sobrenatural inexplicável e que começa a ter como alvo sua família.

Durante o enredo, também somos convidados a conhecer o insano Edmund Gaines (Luke James), um aspirante a ator que navega entre a insanidade e a loucura ao ser constantemente rejeitado de todos os sonhos que sempre teve – não apenas no âmbito profissional, mas nas outras esferas. A priori, não entendemos de que forma as duas tramas se conectam; porém, conforme o horror cresce, as coisas começam a se encaixar da maneira mais angustiante possível e guiada por uma brincadeira cronológica que não poderíamos ter previsto em nenhum momento.

Como Dawn percebe, não existe nenhum serial killer físico tirando as vidas de pessoas inocentes em Los Angeles, e sim uma criatura demoníaca que parece estar atrás de uma vingança inexplicável. O que ela não imaginava é que um compilado de segredos obscuros viria à tona pouco a pouco – como o fato dela, na verdade, ter sido adotada por Athena (Pam Grier) do orfanato em que vivia desde bebê, em que era maltratada pela cuidadora (a qual, por sua vez, a maltratava dia e noite com ameaças e punições condenáveis). Mas isso não é tudo: Dawn havia sido adotada por Athena junto ao irmão gêmeo, que foi devolvido ao sistema após apresentar um comportamento estranho e beirando a psicopatia; sua mãe adotiva, dessa forma, os separou em uma decisão precipitada e que daria origem à trama principal. Afinal, o irmão gêmeo de Dawn em questão era ninguém menos que Edmund.

A verdade é que a temporada divide-se em duas linhas temporais que só começam a fazer sentido quanto a iteração entra em seu terceiro ato e somos levados a 1989, quando Edmund e Dawn se reencontram. Todavia, após todo o trauma sofrido, Dawn acabou por recalcar o que passou ao lado do irmão e no orfanato, construindo uma vida nova ao lado do até então marido e do filho. Não é surpresa, pois, que a protagonista não o reconheceu de imediato, mas Edmund sabia exatamente quem ela era e utilizou aquele encontro apenas como um último gatilho para se suicidar e transformar-se na implacável e rancorosa criatura que precisa caçar e punir aqueles que representam seus assuntos inacabados.

E isso não é tudo: os gêmeos provêm de uma linhagem que é marcada por traumas e que já foi perseguida por monstros bastante semelhantes. Como é-nos revelado no capítulo de encerramento, Edmund e Dawn são filhos de Ruby Lee Emory (Shahadi Wright Joseph), a filha mais velha de Lucky (Ayorinde) e Henry (Ashley Thomas) na temporada de estreia – que, levando em consideração o que a família passou confinada em um horrível subúrbio dominado por brancos nos anos 1950, resolveu dar a melhor chance possível para os filhos recém-nascidos sem que eles precisassem carregar os fardos de algo que não lhes pertencia.

Ao descobrir quem é sua mãe biológica, Dawn crê que está livre de todas as amarras que borravam sua genealogia – mas, o que ela não esperava, é que os fantasmas de um remoto passado voltariam a assombrá-la em uma espetacular cena final que traz o retorno do Tap Dance Man (Jeremiah Birkett), um dos demônios que assolava os Emory (em especial, Henry, ao emergir como um algoz que o induzia a se render às angústias e à impotência de proteger a família). A sequência em questão pode, inclusive, nos preparar para uma merecida terceira temporada que deve finalizar esse arco multigeracional e muito bem-vindo.

Lembrando que as duas temporadas estão disponíveis no Prime Video.

Nos 30 anos de falecimento, relembre a importância de Ayrton Senna na Cultura Pop

Há 30 anos, o piloto Ayrton Senna sofria o acidente fatal no GP de San Marino, em Ímola, na Itália. Há uma crença no Brasil de que todo mundo se lembra o que estava fazendo quando foi dado o anúncio da morte de Senna naquele 1º de maio de 1994. Só isso já demonstra o tamanho que esta lenda do esporte teve no país. Em uma época em que a moral do brasileiro estava em baixa, dados os problemas socioeconômicos do país, Ayrton começou a encantar o público com seu estilo de direção ousado e a sede por vitória. Com o tempo, o icônico capacete que ostentava as cores da bandeira nacional foi virando símbolo para o povo, e ver o piloto subir ao pódio e realizar as voltas da vitória sempre com a bandeira do Brasil em mãos trouxe um pouco de conforto em meio ao sofrimento de uma nação à beira da miséria. Senna era mais que um atleta, era um sinal da esperança em dias melhores.

“Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá” – Ayrton Senna.

Mas não era só no Brasil que o povo acordava de madrugada para acompanhar as curvas no limite e a determinação super-humana de Senna. O piloto foi parte fundamental do processo de consolidação da Honda no mundo da Fórmula 1 e do sucesso do esporte no país. Praticamente como um embaixador da marca, o brasileiro foi elevado ao status de entidade no país nipônico e logo se tornou um marco na Cultura Pop Japonesa.

Fan-art recria o pôster de Akira com a imagem de Ayrton Senna

O ano era 1985. A montadora japonesa Honda fornecia os motores para os carros da Williams e para a escuderia Lotus. Adquirindo os direitos de transmissão da Fórmula 1 para a TV aberta japonesa, a Honda precisava de um “herói” para consolidar o esporte no imaginário do povo japonês. Com a derrota por conta de más decisões da gestão da Williams na temporada de 1986, a McLaren tomou conhecimento da insatisfação da Honda com a escuderia azul.

Em 1987, a Lotus tinha o surpreendente Ayrton Senna. Mesmo com um carro mecanicamente limitado, o brasileiro conseguiu vitórias em Mônaco e nos Estados Unidos, além de conseguir o impressionante segundo lugar no GP de Suzuka, no Japão. Desde então, Senna fazia sugestões de como melhorar a aerodinâmica dos carros e dava detalhes do que precisava para um motor mais potente. Sua obsessão por vencer e ser o piloto mais rápido da Fórmula 1, sem perder a humildade, fascinou os engenheiros japoneses da Honda, que passaram a tê-lo como exemplo.

A necessidade de um “herói” para fazer o esporte crescer era simples. A maioria das provas da Fórmula 1 eram disputadas no período da manhã, que, por conta do fuso-horário, eram transmitidas nas madrugadas nipônicas. Para fazer o povo acordar tão cedo, somente com um ícone nas pistas.

Alguns dos mangás de Senna na revista semanal “Shonen Jump”

Com o interesse da McLaren em contar com os motores Honda, que eram considerados os melhores da competição, chegando a dar 1 segundo de vantagem nas voltas, a empresa japonesa impôs uma condição: contratar Ayrton Senna. A parceria foi histórica e deu mais do que certo. Logo no primeiro ano pela McLaren, Senna foi campeão mundial, conquistando esse título justamente no GP de Suzuka, no Japão, assim como seus outros dois títulos mundiais. Com esse projeto vitorioso de um novo esporte na terra do sol nascente, a revista japonesa Shonen Jump fechou um acordo de patrocínio com a McLaren para estampar o logo no bico dos carros. Acontece que as aventuras de Goku em Dragon Ball eram publicadas na revista semanal, desenhadas pelos marcantes traços do agora saudoso Akira Toriyama. Dragon Ball fez tanto sucesso que virou um dos animes mais populares do país em 1989, ano da estreia nas TVs. Tendo sua imagem atrelada a dois dos maiores ícones do Japão, a Shonen Jump não foi boba e começou a publicar histórias e reportagens sobre Fórmula 1 ilustradas pelos grandes mestres do mangá. Foi dessa parceria que surgiram os mangás GP Boy e F. no Senkou: Ayrton Senna no Chousencomo, que foram sucessos instantâneos. E foi com a reportagem ilustrada BattleMan F-1 GP, em que um personagem disputava provas contra os principais nomes da F-1, que Toriyama conheceu seu ídolo, Ayrton Senna.

A foto viralizou em tempos de internet como um dos encontros mais legais entre o mundo dos esportes e o mundo da Cultura Pop. Além da determinação e das vitórias, que renderam os apelidos de Samurai e Príncipe Supersônico, Senna conquistou os fãs japoneses com seu carisma.  Ele era um homem muito mais bonito e simpático que seu companheiro de equipe e principal rival, o francês Alain Prost. O brasileiro conquistou o público com sua humildade e simpatia ao atender todos os fãs que paravam apenas para observá-lo caminhar em solo japonês.

O pequeno Gohan se diverte na lendária McLaren #27 de Ayrton Senna, em arte de Akira Toriyama

A identificação entre Senna e o Japão também tinha relação com um sentimento de exclusão. Historicamente, a Fórmula 1 é um esporte europeu. Então, quando um latino surge representando os ideais de perseverança tão disseminados no Oriente, surge o casamento perfeito dentre aqueles que tinham o sentimento de não pertencerem àquele esporte.

Ícones da velocidade

Alain Prost, Damon Hill e Sonic posam para foto promocional da parceria Williams/ SEGA.

Em 1993, a empresa de videogames SEGA era uma das maiores patrocinadoras da Fórmula 1. Era um patrocínio que fazia muito sentido, já que a mascote da empresa japonesa era o simpático ouriço Sonic, famoso por sua velocidade absurda. Além do torneio, a SEGA era um dos patrocinadores máster da escuderia Williams, que mandava seus pilotos para as pistas trajados com um macacão azul, calçados vermelhos e luvas brancas, tal qual o Sonic.  Além disso, a carinha do ouriço era estampada no aerofólio dos carros e os pezinhos dele eram desenhados na lataria dos veículos, de modo que parecia ser o próprio ouriço pilotando durante as provas.

A imagem Senna erguendo o troféu do Sonic entrou para a história do esporte

Foi uma estratégia de marketing intensa e que deveria ter seu ápice com a vitória de Alain Prost, principal piloto da escuderia na época, ou Damon Hill no XXXVIII Sega European Grand Prix – ou, como ficou conhecido no Brasil, o GP da Europa de 93. Com a vitória da equipe, a marca da SEGA ficaria exposta de maneira total em todos os grandes veículos de imprensa esportiva do mundo.

O que a empresa japonesa não esperava era que Ayrton Senna, ainda pela McLaren, não apenas ganharia a prova com seu carro, que era considerado inferior às máquinas inteligentes da Williams, mas também realizaria a “melhor primeira volta da história” do esporte.

Resultado: o plano de um pódio todo azul foi frustrado por um brasileiro de vermelho, que acabou faturando um dos troféus mais icônicos da história da Fórmula 1. A nível publicitário, a invasão vermelha acabou sendo benéfica para a SEGA, que tem a foto compartilhada anualmente pelos fãs das corridas por reunir o ícone da velocidade virtual com o ícone da velocidade do mundo real.

Em 2019, o artista Kaell Silva prestou uma homenagem invertendo os papéis.  Crédito: twitter.com/kaell_sillva/

Senninha, o herói da molecada

Se 2024 traz o luto dos 30 anos do falecimento do piloto, marca também os 30 anos da criação do simpático Senninha, a versão animada que ajudou a manter o legado eterno do piloto vivo dentre o público infantil. É impressionante como há pelo menos duas gerações que sequer viram Ayrton impressionar o mundo com suas atuações espetaculares, mas sabem quem ele foi por influência do Senninha.

‘Nascido’ em 28 de janeiro de 1994, o Senninha surgiu de um desejo de Ayrton Senna de passar seus valores e aprendizados para as crianças. Afinal, Senna era o grande ídolo da época e queria ser uma boa influência para a molecada. Então, foi decidido que a forma mais lúdica para falar com os pequenos era por meio das histórias em quadrinhos, já que assim também incentivaria a leitura.

Para criar o personagem, o publicitário Rogério Martins pensou no conceito, enquanto o desenhista da Mauricio de Sousa Produções, Ridault Dias Jr., foi o responsável por criar seu visual. Com a aparência inspirada no próprio piloto, ficou definido que o Senninha seria um menino de seis anos, alegre e confiante, que é apaixonado por corridas e enfrenta um vilão que gosta de trapacear nas pistas. Seu maior sonho, inclusive, é virar piloto de Fórmula 1.

O conceito foi aprovado e apresentado pelo próprio Ayrton Senna, que passou a ser o principal garoto-propaganda de seu personagem, usando as camisas e produtos oficiais inspirados nele pelo mundo. Mas o ponto mais interessante desse processo de criação é que a dona Neyde, mãe de Ayrton, se apaixonou pelo personagem e compartilhou histórias e curiosidades sobre a vida do piloto. Esses relatos foram usados para criar roteiros e encorpar a personalidade do Senninha, que passou a ser não apenas um personagem inspirado em Senna, mas uma versão do próprio.

Para compor o Senninha e os outros personagens que integram sua turminha dos quadrinhos, o projeto contou com o auxílio do Dr. Jacob Goldberg – psicoterapeuta, ensaísta, pesquisador, assistente social, advogado e expert no estudo de desenvolvimento humano – para definir aspectos de personalidade e comportamento que fossem influências positivas para a molecada. Com isso, ficou definido que o Senninha deveria ter resiliência, empatia, amizade, honestidade,  saber trabalhar em equipe, respeitar o próximo e cuidar do meio ambiente.

O projeto foi um sucesso e as histórias em quadrinhos do Senninha foram lançadas em 28 de janeiro de 1994. Inicialmente, as HQs foram distribuídas de forma gratuita nos colégios brasileiros e nas agências do Banco Nacional, principal patrocinador de Ayrton Senna na época.

A recepção foi muito positiva, fazendo com que as edições de Senninha e Sua Turma chegassem às bancas com edições lançadas quinzenalmente.

Infelizmente, em maio daquele ano, Ayrton sofreria o acidente fatal em Ímola, na Itália, criando uma enorme comoção nacional. Ainda assim, o Senninha seguiu fazendo sucesso com a molecada e com os jovens, estrelando tiras de jornal, materiais de informação de trânsito e vinhetas para TV. Com a chegada dos anos 2000, ele ganhou uma série animada – premiada no Anima Mundi de 2004 – e uma linha de produtos que marcou época. Afinal, quem nunca ouviu falar da famosa Papete do Senninha, presença certa nos pezinhos das crianças encapetadas dos anos 2000? E parte dos lucros envolvendo o personagem são revertidos para o Instituto Ayrton Senna, responsável pela educação de milhões de jovens no país, até os dias de hoje.

Com o passar dos tempos, o Senninha foi explorando novas frentes na Cultura Pop brasileira, ganhando série animada no Gloob, prova anual de corrida, videogames e uma animação muito fofa no YouTube. Agora, para comemorar os 30 anos, o canal do Senninha lançou um curta-metragem especial em que o Senninha atual atinge uma velocidade tão alta que volta no tempo e se encontra com sua versão original.

Nesses 30 anos, o Senninha desempenhou papel importante na educação das crianças, entreteve gerações e ajudou a espalhar um pouco do legado do maior brasileiro que já correu nas pistas da Fórmula 1, fazendo dele não apenas um símbolo do Brasil nos esportes, mas também um ícone da Cultura Pop nacional. Para os fãs do piloto, fica sempre a recomendação do filme Senna: O Brasileiro, O Herói, O Campeão, que é um dos documentários esportivos mais bem avaliados de todos os tempos, e acompanha a trajetória do jovem Ayrton desde os tempos do Kart até a mobilização popular insana no dia do funeral em São Paulo. Ele pode ser assistido no Telecine.

Que esse 1º de maio de 2024 seja muito mais que um dia de lamentar pelos 30 anos da morte do ídolo, mas que seja um dia de reflexão e valorização de um legado social importantíssimo e reconhecimento de seu esforço em mostrar ao povo que o Brasil valia a pena, seja no esporte, na cultura ou na sociedade. Senna é um ídolo eterno.

‘Scooby-Doo’: Fãs reagem ao anúncio da SÉRIE live-action na Netflix; Confira!

Foi confirmado ontem que o desenho ‘Scooby-Doo‘ vai ganhar uma série live-action produzida pela Netflix, com episódios de uma hora, roteirizados por Josh Appelbaum e Scott Rosenberg.

Por enquanto, os detalhes exatos do enredo estão sendo mantidos em sigilo, exceto pelo fato de que será baseado no desenho animado de Hanna-Barbera.

Mesmo assim, o anúncio foi o bastante para movimentar as redes sociais.

Entre os comentários, diversos fãs mostraram entusiasmo com o projeto, torcendo para que a plataforma de streaming.

Por outro lado, alguns também demonstraram preocupação, com medo de que a adaptação não seja à altura da franquia.

Confira as reações:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Television produzirá, tendo o estúdio lançado recentemente a série ‘Garotos Detetives Mortos‘, na Netflix.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e Leigh London Redman serão os produtores executivos da Berlanti Productions (a empresa está atualmente sob um acordo geral com a WBTV). Jonathan Gabay da Berlanti Productions e Adrienne Erickson serão os co-produtores executivos.

Em live-action, a franquia ganhou dois filmes lançados em 2002 e 2004, que trouxeram Freddie Prince Jr. (Fred) Sarah Michelle Gellar (Daphne), Matthew Lillard (Salsicha) e Linda Cardellini (Velma) como a turma da Mistério S/A.

Juntos, os títulos renderam US$ 456.9 milhões aos cofres da Warner Bros.

Blake Lively e Justin Baldoni em novas fotos da adaptação ‘É Assim que Acaba’

A Sony Pictures divulgou novas imagens da adaptação ‘É Assim que Acaba‘ (It Ends with Us), estrelada por Blake Lively e Justin Baldoni.

O filme chega nos cinemas dos EUA dia 9 de agosto, sem previsão no Brasil.

Confira:

 

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Fique ligado para mais informações!

Ryan Gosling e Mikey Day se fantasiaram como Beavis e Butt-Head no Red Carpet de ‘O Dublê’; Assista!

Ryan Gosling e Mikey Day se fantasiaram como Beavis e Butt-Head no Red Carpet de ‘O Dublê‘, que aconteceu ontem em Las Vegas.

Eles já tinham se fantasiado como a dupla em uma esquete do Saturday Night Live, que foi um sucesso de audiência.

Assista:

Em entrevista ao CinePOP, Gosling  foi questionado se foi mais desafiador interpretar o Ken ou o Dublê, Gosling respondeu:

“Qual foi o maior desafio? Essa é uma boa pergunta! Eu sinto que o Colt foi o Ken da Barbie da Jody. Você sentiu isso?”, perguntou Ryan a Emily Blunt.

Ela brincou: “Eu senti que você estava realmente lutando pela minha atenção. Eu gosto disso”. 

Dirigido por David Leitch (‘Deadpool 2’), o filme se tornou um sucesso de crítica com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes e chega aos cinemas nacionais em 02 de maio.

Na trama, Gosling interpreta um dublê e, como todos na comunidade de dublês, faz as cenas mais arriscadas de explosão, tiroteio, incêndios, perseguição e acidentes de carro, quedas das mais altas janelas, tudo para nos divertir. Mas agora, depois de um grave acidente que quase acabou com sua carreira, esse herói anônimo das produções de cinema precisa descobrir o paradeiro de um astro de cinema desaparecido, desmascarar uma conspiração e tentar reconquistar o amor de sua vida enquanto ainda faz seu trabalho diário. O que poderia dar errado? 

Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), Teresa Palmer (‘Quando as Luzes se Apagam’), Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e outros também fazem parte do projeto.

Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, assina o roteiro e atua como produtor executivo.

Arte revela o visual do Hulk Vermelho em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’

Foi divulgada uma arte que apresenta, pela primeira vez, o visual do Hulk Vermelho em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo

Harrison Ford irá interpretar o General Presidente Thaddeus “Thunderbolt” Ross, que se transforma no personagem.

Confira:

Em entrevista à Entertainment Weekly, o astro Anthony Mackie revelou que ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ irá reiniciar o Universo Cinematográfico da Marvel.

“Esse filme é claramente um reboot desse universo. Ele realmente restabelece a ideia do que é esse universo e do que será. Acho que esses próximos filmes irão esclarecer para onde a Marvel está caminhando, da mesma forma que fizeram com Capitão América: O Soldado Invernal. Teremos um inimigo novo e ainda maior, e uma nova fronteira que precisamos conquistar.”, ele afirmou.

Segundo o ator, as apostas agora são outras.

“De Capitão América: O Primeiro Vingador a Vingadores: Ultimato, o jogo sempre foi o bem contra o mal. Agora que passamos por isso, para onde vamos a partir daqui? Quando os bandidos voltam a aparecer, e como eles se parecem? É um novo enredo com novos personagens, com novas crenças, e isso cria uma nova ideia deste novo mundo no qual estamos entrando”, completou. 

A Disney sacudiu a CinemaCon 2024 com o trailer oficial, e o CinePOP teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!

O novo longa apresenta Sam Wilson (Anthony Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.

No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.

Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.

Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.

O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval, enquanto Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”.

Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”.

E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.

‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025. 

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Filme de ação com Jason Statham, ‘Godzilla e Kong’, ‘Daryl Dixon’ e as estreias de MAIO no Prime Video

O Prime Video divulgou a lista com suas principais estreias de maio, que contam com ‘Beekeeper: Rede de Vingança‘- novo filme de ação com Jason Statham, e ‘Godzilla e Kong‘.

Além disso, temos as aguardadas estreias das séries ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘ e ‘Entrevista Com o Vampiro‘.

Confira:

– Uma Ideia de Você – 2 de maio
– Morte, Morte, Morte – 5 de maio
– The Walking Dead: Daryl Dixon – 1ª temporada – 5 de maio
– Segredos de um Escândalo – 8 de maio
– Maxton Hall: O Mundo Entre Nós – 1ª temporada – 9 de maio
– Beekeeper: Rede de Vingança – 17 de maio
– The Piper – 18 de maio
– The Elevator Game – 22 de maio
– Black Lotus – 23 de maio
– Dom – 3ª temporada – 24 de maio
– Entrevista Com o Vampiro – 1ª temporada – 29 de maio
– Die Hart 2: Die Harter – 30 de maio
– Kali – 31 de maio

Para aluguel e compra:

– Kung Fu Panda 4 – 9 de maio
– Godzilla e Kong: O Novo Império – 12 de maio

 

Vale lembrar que ‘Beekeeper – Rede de Vingança‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.

Com 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme parece ter conquistado os espectadores – o que resultou em uma sólida média de 92% de aprovação do público no site.

Na trama, uma jornada brutal de vingança de um homem assume riscos nacionais depois que ele é revelado como um ex-agente de uma organização poderosa e clandestina conhecida como “Apicultores”.

Relembre o trailer:

O longa também é estrelado por Josh Hutcherson e Jeremy Irons.

Além de estrelar, Statham assume a função de produtor, junto com Wimmer e Bill Block, diretor executivo da Miramax.

‘Garotos Detetives Mortos’ estreia com MENOS AUDIÊNCIA que a cancelada ‘Lockwood & Co’

Baseada na HQ homônima do lendário Neil Gaiman, a série ‘Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives) teve uma estreia decepcionante na Netflix.

Segundo o Whats On Netflix, a série fracassou em sua estreia com apenas 3,1 milhões de visualizações nos primeiros 4 dias.

É menos que as canceladas ‘Lockwood & Co‘ e ‘O Filho Bastardo do Diabo‘.

Ambientada no mesmo universo do Senhor do Sono, a trama gira em torno de dois adolescentes que se conhecem após suas mortes e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más, do Inferno e da Morte em pessoa.

O que alguns não esperavam é que a Morte é interpretada por Kirby Howell-Baptiste, reprisando seu papel como a Perpértua, introduzida em ‘Sandman‘.

Apesar de ‘Garotos Detetives Mortos‘ funcionar com base na fuga de Edwin Paine (George Rexstrew) e Charles Rowland (Jayden Revri) da Morte, a aparição da personagem foi uma grata surpresa.

Vale lembrar que a Morte só aparece no episódio 6 da 1ª temporada de Sandman, mas foi o bastante para conquistar o coração dos fãs devido a sua trama sentimental e sua personalidade gentil.

Já em ‘Garotos Detetives Mortos, ela aparece logo no primeiro episódio, acolhendo um soldado da Primeira Guerra Mundial em sua jornada na vida após a morte, sempre demonstrando sua gentileza para aqueles que recebem sua visita.

Confira as reações do público:

Não sabia que Garotos Detetives Mortos era do Gailman e se passa no mesmo universo que Sandman, dei play de bobeira e nos primeiros minutos já tivemos a Kirby de Morte!! Foi minha personagem preferida em Sandman!! pic.twitter.com/5Y32bo9xXe

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e foi lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Crítica | Love Lies Bleeding – O Amor Sangra – Kristen Stewart vive amor bandido em ALUCINANTE suspense da produtora A24

Sob uma luz amarelada de uma antiga academia, Lou (Kristen Stewart) e Jackie (Katy M. O’Brian) trocam olhares e se encontram mental e emocionalmente. Completamente diferentes – uma franzina, a outra musculosa -, elas se encaixam em um tórrido e peculiar romance que poderia muito bem ser apenas uma tempestuosa e tumultuada história a dois. Mas o que Love Lies Bleeding – O Amor Sangra não nos revela logo de início é exatamente o que a torna uma das experiências mais originais e inusitadas do cinema recente. O que poderia se tratar apenas de um amor bandido, se transforma em uma caçada vingativa e sangrenta com ares de contos pulp, marcada por um plot twist absolutamente inesperado. E nem nas nossas maiores expectativas em relação à versatilidade da produtora A24 esperaríamos algo tão…divertidamente exagerado.

Se revelando como um thriller romântico surrealista, o longa de Rose Glass reitera o enorme talento e criatividade da cineasta, que sabe nos conduzir a uma espiral alucinante de efeitos dominó onde nada do que se espera genuinamente é o como parece. E nos convencendo facilmente de que estamos diante de um mero romance com um pequeno “twist”, ela se aproveita de nossa inocência perante a trama para nos tragar para dentro de um impensável e inusitado mistério, onde aquela mesma história de amor se torna apenas o elo de uma catarse familiar regada por traumas, relacionamentos quebrados e consequências caóticas.

E em apenas 1h44 de filme, Stewart lidera seu elenco com astúcia e brilhantismo, revelando uma face mais masculinizada e antissocial. Provando sua capacidade camaleônica enquanto artista, ela brinca em tela com sua personagem, se apropria de uma linguagem corporal mais rude e esconde sua beleza em um corte de cabelo mal feito e roupas surradas e desgastadas. Já O’Brian é a personificação da ostentação física e do culto ao corpo. Seus músculos sobressalentes causam inveja em qualquer maromba e rato de academia e seu sonho no fisiculturismo é o pilar de sustentação dessa rede anárquica de eventos que se desmorona como um castelo de cartas.

Juntas em uma excelente dinâmica relacional, elas fazem de Love Lies Bleeding – O Amor Sangra um suspense criminal/romântico com um toque de Thelma & Louise, onde o crime rege a jornada desse casal rejeitado pela sociedade, mas disposto a transcender a frivolidade daqueles que querem separá-las e destruí-las. E nesse rolo de lã infindável, outros arcos paralelos ajudam a encorpar a trama principal, como a disfuncional e abusiva dinâmica do casal J.J. e Beth, muito bem encarnado por Dave Franco e Jena Malone, e a vida de mafioso de Lou Sr., pai de Beth e Lou, vivido de maneira poderosa por um Ed Harris pavoroso e breguíssimo (e com um mullet invejável!).

E assim, o novo thriller da A24 vai se desenvolvendo como uma poderosa pulp fiction, transformando um conto inicialmente simples em uma gigantesca história onde o elemento fantástico se une à ação e ao mistério. Adentrando ainda no folclore urbano e POP, Love Lies Bleeding consegue romper todas as nossas expectativas, superando uma a uma conforme avançamos para o seu 3º e surreal (literalmente) ato. Flertando com o caricato e até mesmo com o universo dos quadrinhos da Mulher Hulk, a produção nos faz arregalar os olhos com seu plot twist e nos leva ao riso inesperado com as ousadas escolhas narrativas de Glass e sua co-roteirista Weronika Tofilska.

Desafiando nossa percepção enquanto audiência e nos convidando a experimentar algo genuinamente autêntico, Glass e Tofilska aproveitam as telas do Festival de Sundance para nos inundar com sua sanguinolência, juras de amor exageradas e mortes aleatórias, na certeza de que o primeiro público de seu filme está à espera desse tipo de cinema. Não se levando a sério demais e cumprindo a promessa de entregar um entretenimento da mais alta qualidade e insanidade, elas fazem de Love Lies Bleeding – O Amor Sangra uma aventura contagiante, chocante, divertida e cheia de surpresas. Feito para os exaustos de remakes, releituras e repetições de estereótipos, esse é aquele original A24 que comprova mais uma vez o quanto essa produtora veio para revolucionar a indústria cinematográfica.

Keri Russell deve interpretar a melhor amiga de Sidney em ‘Pânico 7’

Segundo o insider DanielRPK, a atriz Keri Russell está em negociações para se juntar ao elenco de ‘Pânico 7‘.

Ela deve interpretar a melhor amiga de Sidney Prescott.

Russell estrelou recentemente ‘O Urso do Pó Branco‘ (Cocaine Bear) e a série de suspense e espionagem ‘The Americans‘ (2013-2018), pela qual ela foi indicada ao Primetime Emmy e ao Globo de Ouro.

Com o retorno de Neve Campbell confirmado, o novo filme voltará a trazer Sidney Prescott novamente como a protagonista – junto com seu marido (Mark Kincaid) e suas duas filhas.

Confira os rumores divulgados pelo CriticalOverlo3:

• Estão procurando uma floresta para as locações.

• Os três novos protagonistas de 20 anos devem ser a babá e as amigas da babá de Sidney.

• Durante as entrevistas de Sidney para contratar a babá, perguntaram se ela viu os filmes Stab.

• Para conseguir o emprego, a babá mente que não assistiu Stab.

• Sidney não é muito popular na cidade. As pessoas sabem quem ela é e não a querem perto delas.

• Há rumores de que Judy Greer, da nova trilogia Halloween, vai interpretar uma vizinha escrota da Sidney. Ela não gosta do Sidney ali porque ela acha que o Sidney é um problema pra vizinhança.

 

Além de Campbell, Courteney Cox (Gale Weathers) também estará de volta à franquia.  

Além das duas, Patrick Dempsey está em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid.

Alegadamente, os produtores do filme estão procurando dois atores para interpretarem os filhos de Sid. O filme será focado na família dela, com os quatro sendo protagonistas: Sid, seu marido e os dois filhos.

A estreia é prevista para 2025.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Assisti ao terror mais comentado do começo do ano… e me SURPREENDI!

Eu assisti ao aclamado terror de possessão demoníaca ‘Entrevista com o Diabo‘ (Late Night With the Devil) nos cinemas norte-americanos, e mesmo com o hype positivo me surpreendi com o filme.

O terror, que conquistou impressionantes 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, consegue inovar ao trazer um documentário falso found-footage sobre um talk show que se torna um palco de horrores ao trazer uma possessão ao vivo. E o filme é assustador.

Assista a crítica e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de Julho, pela Diamond Films.

Nos anos 1970, Jack Delroy (David Dastmalchian) apresentava um programa de variedades e talk show chamado “Night Owls with Jack Delroy“. Durante um episódio ao vivo da sexta temporada do programa, transmitido no Dia das Bruxas de 1977, o caos se instaura quando Delroy entrevista June Ross-Mitchell (Laura Gordon), uma parapsicóloga, e Lilly D’Abo (Ingrid Torelli), uma adolescente que foi a única sobrevivente de um suicídio coletivo em uma igreja satânica, tema do livro recente de Mitchell.

A entrevista toma um rumo terrível quando eventos sobrenaturais começam a acontecer, transformando não só a noite das pessoas presentes no estúdio em um inferno, mas também a de todos que assistiam ao programa em todo o país.

Colin e Cameron Cairnes são responsáveis pela direção.

O elenco ainda conta com David Dastmalchian, Laura Gordon, Ian Bliss, Fayssal Bazzi, Ingrid Torelli, Rhys Auteri, Georgina Haig e Josh Quong Tar.

Crítica | ‘Garotos Detetives Mortos’, spin-off de ‘Sandman’, é APAIXONANTE e ARREPIANTE do começo ao fim

Neil Gaiman é uma das forças criativas mais impetuosas e respeitadas de todos os tempos – principalmente por apresentar uma nova camada ao gênero de fantasia, amalgamando-a com drama, reflexões importantes sobre a vida e a morte (e sobre a própria sociedade), e com uma afeição inexplicável pela crueza e pela visceralidade. Não é surpresa que ele tenha ficado conhecido por títulos como ‘Coraline e o Mundo Secreto’, ‘American Gods’ e ‘Stardust – O Mistério da Estrela’, cada qual pautado em um âmbito narrativo diverso e que, ao mesmo tempo, condiz com a identidade do artista.

Em 2022, a Netflix lançou uma das adaptações mais aguardadas do panteão eternizado por Gaiman, ‘Sandman’, que logo quebrou recordes de audiência ao redor do mundo e ajudou a popularizar ainda mais essa potente, macabra e instigante história. Agora, a plataforma se reúne mais uma vez com a obra do autor para trazer Garotos Detetives Mortos à vida – funcionando como um spin-off da história envolvendo Morpheus e consagrando-se como uma das melhores entradas recentes do serviço de streaming. Através de oito capítulos muito bem construídos, os showrunners Steve Yockey e Beth Schwartz unem forças para presentear os assinantes com uma releitura sólida e envolvente sob uma ótica recheada de ótimas quebras de expectativa, atuações convincentes e um finale que já nos prepara para uma possível segunda temporada.

A trama gira em torno de Edwin Pane (George Rexstrew) e Charles Rowland (Jayden Revri), dois fantasmas adolescentes que fundam uma agência de investigações paranormais que ajudam os espíritos com assuntos pendentes no mundo terreno a seguirem para o além-vida. Edwin e Charles, cada qual tendo falecido sob diferentes circunstâncias e em diferentes épocas, escondem-se da burocracia dos reinos etéreos para que não sejam pegos e para que deem continuidade a um trabalho de extrema importância – e que ganha uma nova camada quando cruzam caminho com a jovem médium Crystal Palace (Kassius Nelson), que é possuída por um perigoso demônio e que passa a ajudá-los depois de ser salva (mesmo contra a vontade de Edwin e de suas engessadas opiniões sobre trabalhar com os humanos).

Dessa forma, os três acabam se envolvendo com situações amedrontadoras e aterrorizantes e que culminam em uma jornada de autodescoberta e de preservação que é delineada com bastante esmero pelo time de diretores e de roteiristas. Apesar de alguns obstáculos enfrentados no caminho, é notável como as múltiplas subtramas, que envolvem uma perigosa bruxa chamada Esther (Jenn Lyon) e o fato de Crystal ter tido suas memórias roubadas por seu algoz, David (David Iacono), convergem para um ponto em comum e auxiliam na expansão da mitologia engendrada por Gaiman.

Um dos aspectos de maior sucesso da temporada de estreia é a forma como a narrativa, por mais insana e descabida que possa parecer a princípio, se mantém fiel ao que já nos foi apresentado na série original – mas sem deixar de investir em idiossincrasias apaixonantes e memoráveis. Enquanto ‘Sandman’ mergulhou em uma profundidade temática e sensorial, Garotos Detetives Mortos parece pegar páginas emprestadas de produções como ‘Good Omens’ e ‘The Umbrella Academy’, garantindo que o teor cômico não seja excludente ao drama sobrenatural, e sim parte dele. Em contraposição, Yockey e Schwartz apostam fichas em um indesculpável terror jovem-adulto que não poderia acontecer se não fossem performances extremamente comprometidas do elenco protagonista e coadjuvante – com destaque a Rexstrew, Revri e Nelson em uma química espetacular e vibrante.

Lyon, ao encarnar Esther, calca a trajetória de uma das vilãs mais clássicas e apaixonantes do ano, afastando-se dos arcos de vítima explorados em produções similares e garantindo que a antagonista seja movida pela presunção, pela vingança e pela ambição desmedida – uma mixórdia ególatra que funciona do começo ao fim e que é guiada por um trabalho pautado no camp e em uma diabólica sensualidade. Yuyu Kitamura, dando vida ao principal escape cômico da narrativa, Niko, é outro membro do elenco que nos conquista desde os primeiros momentos em cena, enquanto Briana Cuoco (Jenny) e Ruth Connell (Enfermeira da Noite) trazem elementos de puro entretenimento macabro às telinhas. Além disso, é preciso comentar acerca da performance adorável de Caitlin Reilly e Max Jenkins como a descompensada e raivosa dupla de duendes que, volta e meia, ganham camadas durante os capítulos.

Outro ponto que merece nossa atenção é o duplo caráter antológico-contínuo que se apodera da iteração: a trupe de detetives recebe a tarefa de desvendar mistérios que impedem os espíritos de seguirem em frentes, descobrindo assassinatos e tramas de vingança; todavia, esses supostos “casos isolados” têm um significado oculto ao posarem como reflexos para os arcos dos protagonistas, seja no enfrentamento de Crystal contra uma falta de identidade que a consome pouco a pouco, seja nos fantasmas de um passado distante que aterrorizam Charles – e o brilhantismo com qual cada subtrama é tratada é um dos motivos que nos faz devorar a obra de uma só vez.

Problemas de ritmo à parte (bem como algumas sequências apressadas demais para conseguirmos saborear como deveríamos), Garotos Detetives Mortos é um bem-vindo acerto da Netflix e uma espécie de preparação para a próxima temporada de ‘Sandman’. Acompanhada de um gancho surpreendente, só podemos esperar que a história continue e que o cosmos de Neil Gaiman continue a ser explorado em seus mínimos e fantásticos detalhes.

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

FIM DA SAGA? ‘Rebel Moon – Parte 2’ despenca na audiência e é menos visto que ‘Pedido Irlandês’

A franquia que Zack Snyder está tentando criar com ‘Rebel Moon‘ desagradou em cheio os críticos, e parece que o público também.

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’, a aventura sci-fi dirigida por Zack Snyder, apresentou uma queda gigante após sua estreia.

Dos principais lançamentos de filmes da Netflix, ‘Rebel Moon 2‘ é um dos poucos a ver sua audiência diminuir em sua primeira semana completa no serviço. ‘A Marcadora de Cicatrizes’ acumulou pouco mais de 44 milhões de horas visualizadas em seus três dias de abertura na Netflix, liderando as paradas do streamer na semana de 15 a 21 de abril.

O filme não conseguiu registrar tantas visualizações nos sete dias seguintes, ganhando apenas 38,8 milhões de horas assistidas de 22 a 28 de abril.

No início deste ano, a comédia romântica estrelada por Lindsay Lohan, ‘Pedido Irlandês‘, foi vista por 40 milhões de horas em sua primeira semana completa. E custou menos da metade que o filme de Snyder.

Os números são desanimadores.

Agora, a Forbes revelou que a Netflix está cogitando CANCELAR a franquia e não seguir em frente com a Parte 3, que já está sendo desenvolvida por Snyder.

O streaming se assustou com a recepção negativa da Parte 2, principalmente após ver que o público também não compareceu para assistir ao filme.

O maior problema foi a falta de audiência: nem a Parte 1, nem a Parte 2, entraram para a lista dos filmes mais assistidos feitos pela Netflix. E cada um custou em torno de US$ 100 milhões.

Crítica | ‘Rebel Moon – Parte 2’ é o filme mais desinteressante da carreira de Zack Snyder

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.

 

‘X-Men’: Janet Jackson quase interpretou a Tempestade no lugar de Halle Berry

Halle Barry ficou consagrada entre os fãs dos ‘X-Men‘ como intérprete original da Tempestade na trilogia lançada entre 2000 e 2006.

No entanto, a mutante manipuladora do clima quase foi interpretada pela cantora Janet Jackson, irmã de Michael Jackson.

Durante sua passagem pelo The Drew Barrymore Show, ela foi questionada sobre o assunto, e relembrou que precisou recusar o papel:

“É verdade… Isso é horrível [a minha recusa]. Halle Berry interpretou a Tempestade. Eu tive que recusar. Não pude aceitar porque eu estava embarcando na minha turnê musical.”

Em uma entrevista de 2017, o roteirista de X-Men’, David Hayter, já havia revelado a informação, dizendo que o papel foi oferecido a Janet, Mariah Carey e Angela Bassett (‘Pantera Negra’), que foi a primeira escolha do cineasta para interpretar a deusa mutante.

Lembrando que a equipe de mutante agora está em evidência na animação ‘X-Men 97‘.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Beau DeMayo, que foi afastado do projeto em virtude de polêmicas envolvendo sua conta no OnlyFans.

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Lembrando que a 2ª e a 3ª temporada já estão em desenvolvimento.

Primeiras Impressões | O Véu – Elizabeth Moss Estrela Sonolenta Minissérie de Espionagem e Conspiração

Muitos historiadores dividem o novo milênio em dois momentos: antes e depois dos atentados às Torres Gêmeas, em 2001. Embora possa parecer exagero para as novas gerações, fato é que quem tem mais de quarenta anos tem memórias nítidas de como o mundo mudou a partir dos atentados – ou melhor, de como os Estados Unidos mudaram com relação ao mundo e, consequentemente, obrigou o mundo a mudar. Não que antes não houvesse interesses e ruídos entre esse país e os países de cultura árabe, mas o que ocorreu em 11 de setembro daquele ano foi crucial para uma postura abertamente violenta contra os países árabes, e segue até os dias de hoje. Reflexos desse pensamento também respingam para a cinematografia, como pode ser visto em ‘O Véu’, nova minissérie de espionagem e conspiração cujos primeiros episódios acabam de chegar na plataforma da Starplus.

Imogen Salter (Elizabeth Moss, de ‘The Handmaid’s Tale’) é uma agente infiltrada da Interpol que realiza missões perigosíssimas desmascarando as pessoas mais procuradas do planeta. É o tipo de agente que topa realizar o serviço que ninguém mais quer. Enquanto viaja o mundo desmascarando os malvadões, ela confia no direcionamento dado por Malik (Dali Benssalah, de ‘007: Sem Tempo Para Morrer’), que fica na base, na Europa, enviando informações a ela e com quem tivera um relacionamento no passado. Tudo ia relativamente bem até Imogen fazer um desvio de rota para a Síria, com a intenção de resgatar Adilah (Yumma Marwan, da série ‘Little Birds’), supostamente uma importante integrante de um perigoso grupo terrorista árabe. Contrariando as regras, Imogen resgata Adilah de um campo para refugiados da ONU e atravessa a Turquia em direção à Paris com ela, mas, no caminho, acaba criando confiança com Adilah, e agora as duas não sabem mais em quem confiar, principalmente depois da chegada do agente estadunidense Max (Josh Charles, de ‘Instinto Materno’), que tira todo mundo do comando e diz que agora está tudo sob o controle dos Estados Unidos.

Com apenas dois episódios disponibilizados na plataforma dos seis que supostamente serão, a minissérieO Véu’ chega com uma história complexa demais e entediante demais para prender a atenção do espectador. Soma-se a isso no roteiro de Steven Knight personagens que beiram a soberba, seja o agente Max com sua postura “Estados Unidos acima de todos”, seja mesmo a protagonista Imogen, com sua atitude de “branca salvadora” dentro de um contexto em que qualquer um com traços árabes é o vilão.

Dirigido por Damon Thomas e Daina Reid, ‘O Véu’ se destaca pela escolha de locações, com impressionantes paisagens da Turquia no inverno, coberta de neve. Mas ambos os diretores não conseguiram dirigir o elenco de modo a imprimirem as angústias de seus personagens na trama; ao contrário, os atores parecem estar na superficialidade de suas atuações, com Elizabeth Moss construindo uma protagonista esquisitamente feliz e risonha para a profissão que tem.

Irregular e sonolenta, ‘O Véu’ era para ser uma minissérie interessante de investigação, intriga e conspiração internacional, mas acabou trazendo mais do mesmo daquilo que já vemos sendo divulgados pelos governos dos países bélicos. Ao menos são só seis episódios de uma hora cada.

‘Red One’: Matéria EXPÕE falta de profissionalismo de Dwayne Johnson, que atrasava e fazia xixi em garrafas d’água

Red One é uma das produções mais aguardadas do ano e chegará aos cinemas norte-americanos no dia 15 de novembro de 2024 – já estando em desenvolvimento há bastante tempo.

O filme trará ninguém menos que Dwayne Johnson como um dos protagonistas, um dos atores mais conhecidos do cenário contemporâneo do entretenimento. Conhecido por estrelar alguns dos maiores blockbusters da memória recente, o ator está migrando para um novo capítulo de sua carreira com o projeto, principalmente pelo altíssimo orçamento de US$250 milhões.

Originalmente, o longa tinha data de estreia marcada para o fim de 2023, mas foi adiado, ao que tudo indicava, em virtude da greve de roteiristas e de atores de Hollywood. Todavia, a história é muito mais complexa (via The Wrap).

Problemas de produção – que vão desde o atraso crônico de Johnson e a falta de profissionalismo no set até a inexperiência dos produtores – causaram um aumento considerável no custo do filme coestrelado por Chris Evans e J.K. Simmons.

De acordo com mais de uma dúzia de pessoas diretamente envolvidas no projeto, o desenvolvimento de Red One transformou-se em uma tempestade de problemas agravados pela inexperiência do produtor principal do filme, Hiram Garcia, e dos executivos de longa-metragem e produção da Amazon MGM, Julie Rapaport e Glenn Gainor, que estão supervisionando o projeto.

Fontes disseram ao The Wrap que Johnson chegou oito horas atrasado para o set do filme – forçando a equipe a realizar as gravações em pouquíssimo dias. Nos filmes anteriores, Johnson adquiriu o hábito de urinar em uma garrafa de água para economizar tempo, incomodando os membros da equipe.

“No set, longe do trailer, se ele precisa urinar, ele não vai ao banheiro público”, disse uma fonte que conhece bem o astro de cinema. “Ele faz xixi em uma garrafa de água Voss e sua equipe ou um PA tem que descartá-la”.

Isso não é tudo: em sua primeira CinemaCon deste ano, a Amazon MGM resolveu, de modo incomum, exibir teasers do filme para um pequeno grupo de jornalistas escolhidos a dedo pela assessora de Johnson, Meredith O’Sullivan. Os jornalistas assistiram a cerca de 10 minutos de filmagem, mas não foram autorizados a escrever sobre o que viram.

Embora seja comum que os estúdios revelem estrategicamente cenas selecionadas, o completo apagão da mídia em torno do que foi exibido de Red One sugere que a Amazon está ciente de que terá um caminho difícil até o dia de lançamento.

Em outra declaração ao The Wrap, um porta-voz da Amazon MGM negou que houvesse quaisquer problemas no set do longa, fosse pelos atrasos causados ​​pela falta de comprometimento de Johnson ou pela inexperiência de Seven Bucks que fizeram o orçamento do filme disparar.

Dwayne Johnson e Seven Bucks têm sido parceiros incríveis em Red One – um filme que o público de todas as idades vai adorar nesta temporada de férias”, disse o porta-voz. “Nossos testes foram muito fortes – a reação da CinemaCon fala por si – e não teríamos conseguido sem o trabalho e apoio constante de Dwayne. Qualquer reportagem que implique que chegamos a esse ponto com ele chegando sete ou oito horas atrasado para o set é ao mesmo tempo ridícula e falsa.”

Lembrando que o elenco também conta com Kiernan Shipka e Lucy Liu.

A direção do filme é de Jake Kasdan, com roteiro de Chris Morgan. A produção é assinada por Kasdan, Morgan, Johnson, Garcia, Melvin Mar e Dany Garcia, enquanto Sky Salem Robinson, da Detective Agency, também é co-produtor.

‘Divertida Mente 2’ ganha duração; Primeiras impressões são extremamente positivas!

Divertida Mente 2‘ é um dos filmes mais aguardados do ano, explorando o cotidiano de Riley quando ela entra na adolescência.

Com a première acontecendo no Festival de Annecy, o filme teve sua duração divulgada: 1 hora e 40 minutos.

O primeiro filme tem 1 hora e 35 minutos, cinco minutos a menos.

O filme chega aos cinemas dia 20 de junho de 2024.

Além de contar com o retorno das clássicas emoções que encantaram o público no capítulo anterior, apresentará Ansiedade (Maya Hawke), Inveja (Ayo Edebiri), Tédio (Adèle Exarchopoulos) e Vergonha (Paul Walter Hauser).

Na CinemaCon, os membros da imprensa já assistiram aos primeiros 30 minutos do longa e suas reações foram emocionantes e extremamente positivas.

Vale destacar que grande parte dos elogios foi direcionada à performance de Hawke, fazendo o público sorrir e chorar.

Confira:

“Estou voando alto depois de ver 30 minutos de ‘Divertida Mente 2’! O primeiro é o meu filme favorito da Pixar e o novo começa como uma sequência PERFEITA. É hilário. O ritmo é impecável. A animação é impressionante. A história me fisgou. Me identifiquei extremamente como mãe de um adolescente. Adorei!”

Disney CinemaCon: Amy Poehler está aqui ao vivo para apresentar os primeiros 30 minutos de ‘Divertida Mente 2‘. Adoro todas as novas emoções. Definitivamente parece uma sequência digna até agora e há algumas surpresas hilariantes.”

“Os 35 minutos que vimos de ‘Divertida Mente 2′ provam que esta sequência será um ENORME HIT! Resgata o que tornou o primeiro tão bom e aprofunda suas raízes e crenças. O público estava ADORANDO! Maya Hawke como ansiedade e Ayo Edebiri como Inveja estão PERFEITAS!”

“‘Divertida Mente 2‘ parece o melhor filme da Pixar da última década. A filmagem exibida foi muito engraçada. Maya Hawke como Ansiedade é a que rouba a cena até agora.”

“‘Divertida Mente 2′ apresenta alguns novos conceitos incríveis *fios de CRENÇA, o conceito de formar um senso de identidade* sem mencionar novos personagens como Inveja, Ansiedade e Constrangimento. Esqueci o quanto eu amava este mundo. É uma maneira impressionante de pintar a condição humana.”

“A única coisa ruim de ver os primeiros minutos de Divertida mente 2’ é quando acaba. Vimos as novas emoções, mas também alguns segredos obscuros e profundos, um dos quais é um personagem de desenho animado desenhado à mão, bem como um tipo de personagem tirado de ‘Final Fantasy’ de 16 bits. Parece incrível.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

Trailer de ‘Mufasa: O Rei Leão’ traz NEVE na África e gera confusão nos internautas; Entenda!

‘Mufasa’, aguardada pré-sequência em live-action de O Rei Leão‘, teve seu primeiro trailer divulgado e veio acompanhado de algumas cenas ambientadas em um cenário gélido e nevoso – o que levou diversos internautas a se perguntarem como aquilo era possível em pleno território africano.

Entretanto, há diversos pontos no continente em questão em que a neve não é nada de novo, em contraste com o constante retrato da savana e dos desertos para retratar produções inspiradas nesses lugares.

Nas redes sociais, a dúvida viralizou, como visto abaixo:

Como já mencionado, são diversas as localidades no continente africano que possuem neve, como o Monte Kilimanjaro, na Tanzânia, cujo cume é nevado por quase todo o ano, ou Lesoto, um pequeno território no interior da África do Sul cuja altíssima altitude favorece o clima frio e recorrência de neve.

“‘Mufasa: O Rei Leão convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

https://youtu.be/6rukt5d9Hf4?si=OYTgIx3o9DhZYIGt

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

Confira a lista completa de dubladores:

Além de trazer novamente Beyoncé interpretando Nala, o filme contará com a voz de sua filha Blue Ivy Carter como a voz de Kiara, a filha de Simba.

Confira a lista de dubladores, a sinopse e as reações dos fãs no Twitter:

Aaron Pierre: Mufasa

Kelvin Harrison Jr.: Taka

Donald Glover: Simba

Beyoncé: Nala

Tiffany Boone: Sarabi

Mads Mikkelsen: Kiros

Thandiwe Newton: Eshe, mãe do Taka

Lennie James: Obasi, pai do Taka

Anika Noni Rose: Afia, mãe do Mufasa

Keith David: Masego, pai do Mufasa

Kasigo Lediga: Jovem Rafiki

Preston Nyman: Zazu

Billy Eichner: Timão

Seth Rogen: Pumbaa

Blue Ivy Carter: Kiara

2ª temporada de ‘Minhas Aventuras com o Superman’ ganha trailer e data de estreia; Confira!

O canal Adult Swim divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Minhas Aventuras com o Superman‘.

O novo ciclo, que estreará oficialmente no dia 25 de maio, dará mais destaque ao Lex Luthor, um dos vilões mais icônicos do Homem de Aço, e irá introduzir a Supergirl.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Jack Quaidno papel do herói, o elenco de dublagem conta com Alice Lee (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’) como Lois Lane.

A história segue Clark enquanto ele constrói sua identidade secreta como Superman e explora suas próprias origens misteriosas. Lois, a caminho de se tornar uma repórter famosa, se junta ao fotógrafo Jimmy Olsen para divulgar as histórias que importam.

Enquanto isso, Clark e Lois estão se apaixonando, ela se aproxima cada vez mais de descobrir sua identidade secreta! Compartilhando aventuras, o trio derrota bandidos, tropeça em segredos e descobre o que significado do heroísmo.