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ASSUSTADOR! Saiba aonde assistir ao filme eleito pela igreja como o MAIS FIEL sobre EXORCISMO

O filme considerado pela igreja como o mais fiel sobre exorcismo já está disponível para aluguel nas plataformas digitais.

Trata-se do badalado terrorNefárious‘ – que obteve uma nota de audiência do Rotten Tomatoes de 96%, com mais de 1.000 espectadores elogiando a produção.

Nefárious‘(Sean Patrick Flanery) está condenado à morte pela acusação de diversos homicídios, os quais ele não nega ter cometido. Após a morte misteriosa do antigo psiquiatra do centro de detenção onde ‘Nefárious‘ está preso, o Dr. James Martin (Jordan Belfi), pupilo do especialista anterior, é chamado para atender o caso. Em meio à comoção nacional com relação aos direitos humanos e à disposição do governo estadunidense de decidir quem vive quem morre, Dr. James tem um único trabalho: realizar uma última entrevista com o detento para determinar se ele é dissimulado de verdade – e, portanto, a pena de morte pode ser cumprida –, ou se Nefarious sofre de algum tipo de distúrbio psicológico, e, portanto, não poderia ser responsabilizado pelos seus atos. Tendo já realizado este trabalho inúmeras vezes antes, o que o Dr. James não imaginava é que essa entrevista se tornasse tão pessoal para ele.

Logo nos primeiros minutos de ‘Nefárious‘ fica bastante evidente que é uma produção de baixo orçamento. Em nada isso prejudica o filme, mas é perceptível o quanto a história teve que ser construída para utilizar recursos limitados – são poucas as locações (basicamente, um carro, três salas e a área externa do presídio), redução de elenco (apenas quatro personagens têm falas diretas no longa) e contenção de cenário (são poucos os objetos de cena e props). Por outro lado, isso demonstra que a essência de qualquer filme é uma boa história.

E é exatamente esse o ponto forte de ‘Nefarious’. O roteiro de Cary Solomon, Chuck Konzelman com colaboração de Steve Deace parte de um mote muito simples – o embate entre o bem e o mal tendo que ser provado por um outro embate: a ciência versus a legislação –, e baseia a sua essência exatamente nesta bifurcação. Assim, 80% do filme se passa basicamente em um único cenário – a sala onde a tal entrevista se desenrola – enquanto os outros cenários servem apenas para costurar o argumento do filme. Se a maior parte da história se passa em um único local, como ocorre em peças de teatro, os diretores Chuck Konzelman e Cary Solomon, que também escreveram o roteiro, confiaram a eficiência de seu projeto às atuações da dupla principal – o condenado e o psiquiatra. Sean Patrick Flanery e Jordan Belfi, assim, travam longuíssimos debates verborrágicos no melhor exercício retórico, fazendo uso das utilizando as ferramentas morais da sociedade para analisar cada argumento dado pelo demônio.

O filme pode ser alugado na Apple TV+ e no Prime Video.

Assista ao trailer:

Nefarious’ é um filme de terror psicológico curioso. Não tanto dá medo, mas planta uma sementinha de paranoia pela criatividade da produção e pode surpreender o público.

Após exibição-teste, ‘Gladiador 2’ é ACLAMADO: “Arrepiante e digno de Oscar”

No último dia 24 de abril, foi realizada a primeira exibição-teste da aguardada sequência Gladiador 2’, que traz Ridley Scott de volta à cadeira de direção.

O corte exibido foi de impressionantes duas horas e 40 minutos e é descrito como uma crua e envolvente história de vingança, com cenas caracterizadas como “absolutamente insanas” (via World of Reel).

As informações também indicam que os novos personagens são bastante fortes, com destaque à performance sutil e prática de Paul Mescal como Lucius e a Connie Nielsen, que faz um “ótimo trabalho” como Lucilla. Além disso, diversos elogios foram dados a Denzel Washington, ovacionado como “diabolicamente brilhante” em seu papel, a Joseph Quinn (Caracalla) e a Fred Hechinger (Geta) – estes últimos dois descritos como grandes valores de entretenimento ao longa-metragem.

Como se não bastasse, tanto o design de produção quanto os figurinos receberam aplausos, replicando o visual e a atmosfera do título original. As cenas na arena de gladiadores chamaram a atenção dos espectadores – e incluíram tubarões, macacos assassinos, um rinoceronte gigante e ótimas sequências de ação e de luta.

Lembrando que o CinePOP compareceu à última edição da CinemaCon, onde o primeiro trailer (ainda não finalizado) foi exibido

Confira a descrição:

O trailer começa com uma narração do Paul Mescal como Lucius, filho do Maximus (protagonista do primeiro filme, interpretado por Russell Crowe). Sendo um escravo como seu pai, ele luta na arena e precisa enfrentar ameaças inesperadas, como um rinoceronte e até mesmo macacos assassinos – em combates muito mais grandiosos e perigosos do que no longa original.

Denzel Washington é um dos grandes destaques do vídeo, e promete ser uma figura importante na narrativa – manipulando conflitos políticos ao seu favor. Em sua busca pelo poder, ele quer a queda de Roma e pretende usar o personagem do Paul Mescal como um peão em seu jogo.

Pedro Pascal lidera o exército romano em diversas cenas épicas de batalha naval, e o trailer se encerra com uma cena épica entre Pascal e Mescal na arena.

Gladiador

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Até o momento, tudo o que sabemos sobre a trama, estrelada por Paul Mescal (‘Aftersun’), é que vai contar a história de Lucio, filho de Lucilla (Connie Nielsen), numa batalha contra Roma, após se inspirar nas façanhas de Maximus (Russell Crowe).

A sequência do épico histórico também conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.

A sequência está programada para chegar aos cinemas em novembro de 2024.

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

Elegemos os 15 MELHORES Filmes da Distribuidora A24!

Se você gosta de cinema e especialmente se você for um cinéfilo, certamente já ouviu falar na produtora e distribuidora A24, a nova queridinha do cinema independente em Hollywood. O estúdio é a antítese dos majors da maior indústria de cinema do mundo, ou seja, costuma trabalhar com orçamentos baixos, privilegiando mais as ideias de seus artistas (quanto mais fora da caixinha melhor), e os deixando trabalhar sem grandes interferências. Ou seja, é o sonho de todo realizador, se cinema fosse apenas arte e não um negócio.

Criada por Daniel Katz, David Fenkel e John Hodges, todos oriundos e já inseridos no cinema independente norte-americano, a A24 se tornou em pouco tempo uma empresa favorita do público que possui gosto, digamos, mais requintado e gosta de fugir da mesmice. Independente se o resultado do filme agrada, ou se ele é considerado bom ou ruim, o que todos esperam ao assistir a um filme do estúdio é aquela qualidade única, o diferencial que o separa dos demais. E sim, a A24 aposta em todos os gêneros, de dramas que chegam ao Oscar, passando por suspense, comédia, ação e terror.

Em homenagem ao mais recente sucesso da casa, ‘Guerra Civil’ (reportado como o filme mais caro do estúdio), que está atualmente em cartaz nos cinemas e vem arrancando elogios dos críticos e do público com sua visão de um futuro distópico e não muito distante, resolvemos eleger nossos 15 melhores filmes da A24 nessa estrada de um pouco mais de 10 anos de atividades. Confira abaixo.

15) Projeto Flórida (2017)

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Drama coming of age, o filme mostra “o outro lado dos parques da Disney”, com os moradores de um conjunto habitacional que fica nas proximidades do famoso local. Nesse contexto, a pequena Moonee (Brooklyn Prince) sonha em um dia poder frequentar a tal “terra mágica”. Ela desenvolve uma amizade com Bobby (Willem Dafoe – indicado ao Oscar pelo filme), o zelador de seu condomínio. Onde assistir: Max.

14) Docinho da América (2016)

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Dirigido por Andrea Arnold, o filme apresenta uma parte dos EUA esquecida e desajustada. Jovens fugidos de casa, que tentam ganhar a vida como podem, entre empregos e amores fugazes. Um filme extremamente sensitivo, que se garante em cima do carisma e talento da atriz Sasha Lane. Onde assistir: Max.

13) Pearl (2022)

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O diretor Ti West encontrou ouro com sua trilogia de filmes de terror – cada um passado em uma época distinta (os anos 1970, 1918 e agora os anos 1980). Quem sabe muito em breve precisaremos editar a lista e acrescentar o vindouro ‘Maxxxine’, que estreia este ano e tem tudo para ser o ponto alto da trilogia. Mas o que todos parecem concordar é que ‘Pearl’ conseguiu superar o já muito elogiado ‘X – A Marca do Medo’. O que os três têm em comum é a performance crucial de Mia Goth como a estrela da franquia. Onde assistir: Telecine.

12) Vidas Passadas (2023)

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Como dito, a A24 não é estranha aos filmes que de tão elogiados chegam até o Oscar. E aqui temos um exemplo com este drama romântico escrito e dirigido por Celine Song, sobre um amor adolescente não concretizado, que permeou a vida de dois jovens separados pela distância de vidas em diferentes continentes. Indicado aos Oscar de melhor filme e roteiro original.

11) A Bruxa (2015)

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Definitivamente um dos melhores filmes de terror não apenas da A24, mas também dos últimos 20 anos (pelo menos), ‘A Bruxa’ é um dos grandes responsáveis por termos como ‘terror elevado’ ou ‘pós-terror’ que caiu na boca de todos. Ou seja, um filme de gênero com o artesanato do cinema “de arte”, sem conclusões ou narrativa fácil. Fora isso, cravou os nomes de Robert Eggers e Anya Taylor-Joy com força em Hollywood. Onde assistir: Globoplay.

10) Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo (2022)

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Se formos olhar apenas para os prêmios da Academia, poderíamos dizer que essa “viagem alucinante” em forma de filme é uma das melhores obras da A24, pois foi um de seus dois únicos longas a vencer o prêmio mais cobiçado do cinema: o Oscar de melhor filme. Mistura de ‘Matrix’, com filme de super-heróis e drama de imigrantes asiáticos vivendo nos EUA, ‘Tudo em Todo Lugar…’ se tornou uma verdadeira sensação, um dos filmes mais populares do estúdio e levou 7 Oscar, incluindo três de atuação.

09) Moonlight – Sob a Luz do Luar (2016)

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E se ‘Tudo em Todo Lugar…’ levou a honraria máxima da sétima arte, outro filme da A24 já havia realizado tal feito alguns anos antes. Estamos falando do drama LGBTQIA+ de Barry Jenkins, que se tornou igualmente um sucesso muito comentado. Por uma fração de tempo muito pequena naquele Oscar, ‘La La Land’ havia vencido (graças a uma confusão de envelopes), porém, o verdadeiro vencedor foi o coming of ageMoonlight’, uma sensível incursão na vida de um jovem negro e gay nos EUA. Onde assistir: Amazon e Max.

08) Sob a Pele (2014)

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Por falar em filmes “fora da caixinha”, agora começamos a ter obras na lista que realmente desafiam a percepção do público, restringindo bastante o tipo de espectador. Aqui temos o filme mais enigmático da carreira da estrela Scarlett Johansson (que foi muito vendido em cima do fato de “ela aparecer como veio ao mundo”). Ecoando Stanley Kubrick, aqui temos a história de uma alienígena na Terra, cujo objetivo é seduzir e abduzir homens – pelo menos foi isso que entendemos. Um filme extremamente sensorial (uma trilha hipnótica e imagens alucinógenas) e uma experiência única. Onde assistir: Max.

07) Sombras da Vida (2017)

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É claro que os filmes de mais fácil digestão são ótimos, e são eles que geralmente se tornam os mais famosos, já que costumam agradar gregos e troianos. Porém, um tipo de filme mais enigmático, daquele que nos desafia a compreendê-lo e a tirar nossas próprias conclusões do que vemos em tela igualmente possui o seu valor. É claro que sendo uma obra da A24, aqui falaremos do segundo item. ‘Sombras da Vida’ fala sobre um grande amor interrompido pela morte, e retrata de forma onírica e poética o mais próximo que deve ser a experiência além da vida.

06) O Ano Mais Violento (2014)

Violent Cinepop

Um dos grandes filmes de máfia e também um dos mais subestimados dos últimos anos, que quase ninguém viu. Nessa pérola escondida temos a primeira união em tela da dupla Jessica Chastain e Oscar Isaac. Ele é um sujeito que se casa com a filha de um mafioso (Chastain), mas decide levar os negócios de forma legítima, mesmo que tenha que ir até as últimas consequências para isso, a contragosto de sua esposa, que a todo tempo tenta “puxá-lo de volta” para a vida do crime.

05) Joias Brutas (2019)

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Agora chegamos ao top 5 da A24 com um filme que é pura tensão do início ao fim, resultando no melhor trabalho da carreira de Adam Sandler. Dificilmente artistas comentam sobre a qualidade de suas obras em relação a outras, mas quando fez esse filme, Sandler jurava que seria indicado ao Oscar, ele e o resto do mundo todo. Mas a Academia não quis assim. Dirigido pelos talentosíssimos irmãos Safdie, Sandler vive um sujeito que mete os pés pelas mãos constantemente e precisará pagar por seus excessos. Onde assistir: Netflix.

04) Hereditário (2018)

Hereditary Cinepop

E se ‘Joias Brutas’ é o melhor suspense da A24, ‘Hereditário’ ainda se mantém como o melhor filme de terror já lançado pela produtora. ‘Hereditário’ demonstrou ao mundo o talento de Ari Aster, que estreou chutando a porta e seguiu fazendo filmes de grande hype (apesar de nenhum deles ter se igualado à popularidade de seu filme de estreia). A trama  parece ter sido retirada de um pesadelo e colocada em filme – aterrorizou e segue aterrorizando espectadores pelo mundo. Digníssimo herdeiro da maior obra de terror do cinema, ‘O Exorcista’, o longa de Aster fala sobre o derrocada de uma família amaldiçoada pelo passado que causa inúmeras tragédias no presente. Onde assistir: Netflix e Max.

03) Ex-Machina – Instinto Artificial (2015)

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Agora seguimos com a melhor ficção científica da A24, e uma das melhores dos últimos anos. Do mesmo diretor de ‘Guerra Civil’, Alex Garland, o cineasta também é uma das pratas da distribuidora. Em seu primeiro esforço como diretor, Garland prevê a questão da Inteligência Artificial como um grande problema se não administrada da forma correta. Na trama, um gênio excêntrico brinca de Frankenstein e cria vida, de uma forma artificial. Sua criatura, assim como o monstro do clássico de Mary Shelley, tenta compreender seu lugar no mundo, mesmo que de forma violenta. Onde assistir: Netflix.

02) O Lagosta (2015)

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Pelo menos para nós aqui do CinePOP, 2015 foi o melhor ano para a A24, pois foi o ano em que a produtora estreou nossos três filmes preferidos do estúdio. Chegando em segunda posição temos o conto distópico, dramático e romântico do grego Yorgos Lanthimos, de ‘Pobres Criaturas’. O filme ainda é considerado o melhor trabalho do realizador. Nessa realidade surreal e fantasiosa, a sociedade nos obriga a encontrar nossa alma gêmea (é o que os seres humanos buscam desde que o mundo é mundo). Os azarados que não encontram um par por conta própria são levados a um resort e se até o fim de sua estadia ainda assim não conseguirem, serão levados à floresta e transformados em um animal de sua escolha. Onde assistir: Netflix.

01) O Quarto de Jack (2015)

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Ocupando a primeira posição do ranking temos mais um filme com pompa de Oscar. ‘O Quarto de Jack’ foi eleito entre os oito indicados de seu respectivo ano para tentar a sorte de levar para casa a estatueta de melhor filme. O longa estava lá entre os oito indicados. Uma história estarrecedora e que é mais comum do que gostaríamos de saber, o filme conta sobre uma adolescente sequestrada por um maníaco e mantida em um cativeiro no porão. Estuprada, ela engravida e dá vida a um menino ainda no cativeiro. O menino Jack cresce no local e aquele quarto é tudo o que ele conhece da vida. Até a oportunidade única em que encontra de dar a liberdade para sua mãe e a si mesmo. Deu o Oscar de melhor atriz para Brie Larsson. Onde assistir: Amazon e Telecine.

Cinco anos de ‘Vingadores: Ultimato’, o ato final do MCU para muitos fãs

A Marvel dominou os cinemas na década passada. Sua aposta em criar um universo compartilhado nas telonas, unindo diferentes personagens de franquias diferentes em filmes-eventos, deu muito certo e fidelizou milhões – quiçá bilhões – de fãs pelo mundo. Heróis como Homem de Ferro, Guardiões da Galáxia e até mesmo o Gavião Arqueiro, que não eram tão conhecidos pelo público fora dos fãs de quadrinhos, ganharam holofotes e viraram ícones da Cultura Pop. Por isso, os filmes dos Vingadores se tornaram fenômenos de público. Esse encontro de diferentes sagas em um filme só chamavam atenção e despertavam a curiosidade para ver como seu personagem favorito ia interagir com os outros. Foi algo praticamente único.

E mesmo tendo começado em 2008, foi a partir de 2012 mesmo que o Universo Cinematográfico Marvel virou esse sinônimo de qualidade para os fãs. Ao romper a marca do bilhão, Os Vingadores (2012) mostrou que os super-heróis estavam ali para ficar. E pelos sete anos consecutivos, as bilheterias do MCU cresceram absurdamente, as críticas passaram a aprovar praticamente tudo que o estúdio lançava e o público ficou na expectativa para ver onde aquilo tudo levaria. Afinal, havia uma promessa de ameaça mortal sendo mencionada a cada projeto: Thanos (Josh Brolin).

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Com o final devastador de Vingadores: Guerra Infinita (2018), que mostrava mais da metade dos heróis virando poeira diante das ações do vilão, a expectativa para ver como os super-heróis mais poderosos da Terra iriam reverter a situação foi algo que não lembro de ter visto em muito tempo no cinema. Até mesmo quem não era fã queria ver como seriam solucionados esses 11 anos de longas compartilhados. E foi assim que Vingadores: Ultimato (2019) conseguiu algo que parecia impossível até então: passar Avatar (2009) nas bilheterias mundiais. Tudo bem que depois relançaram o filme dos gigantes azuis nas telonas e ele recuperou o topo da bilheteria de todos os tempos, mas ter ultrapassado o filme, mesmo que momentaneamente, foi um feito gigante dos heróis.

Dirigido pelos Irmãos Russo, Ultimato está completando cinco anos. O curioso é que ele foi lançado no Brasil um dia antes do que a estreia oficial nos EUA. Por conta das datas de estreia de cada país, o longa chegou ao Brasil numa quinta-feira, 25, enquanto nos Estados Unidos foi lançado na sexta, 26. O filme foi um marco por ser uma grande homenagem aos personagens em tela e aos fãs, que dedicaram mais de uma década de suas vidas a conferirem os lançamentos da Marvel e ajudarem a empresa a se consolidar como a gigante dos cinemas que se tornou. E essa missão não era nada fácil, porque teriam de atender as expectativas de muita gente para fechar com chave de ouro o rumo dos Vingadores originais.

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O mais curioso acerca desse projeto de encerramento é que ele foi filmado junto com Vingadores: Guerra Infinita. A ideia supostamente deveria ajudar a evitar vazamentos e também permitiria que o elenco estivesse completamente focado no projeto. Isso rendeu situações muito diferentes. Por exemplo, o uniforme que a Capitã Marvel (Brie Larson) usa no filme foi feito antes da atriz saber como seria seu traje no filme solo, que foi lançado entre os dois Vingadores. Mas o caso mais divertido envolve a atriz Yvette Nicole Brown. Famosa no mundo das séries, ela foi convidada pelos Irmãos Russo para fazer um ponta em Vingadores. Então, ela gravou seu papel como agente da SHIELD dos anos 70 e ficou frustrada ao ver que não estava em Guerra Infinita. Um ano depois, ela foi convidada para ver Ultimato e levou um susto ao se ver em tal.

Essa decisão de gravar os dois filmes ao mesmo tempo também aterrorizou a agenda de atores mais requisitados, como Benedict Cumberbatch. O ator do Doutor Estranho trabalha mais que vendedor de água no verão e não conseguiu conciliar seus compromissos para ficar muito tempo nos sets. Para resolver isso, os Irmãos Russo fizeram as cenas fundamentais com o britânico e substituíram boa parte das cenas de ação por um dublê. Eles inseriram o rosto de Cumberbatch na pós-produção. Inclusive, há fãs que teorizam que a pouca participação do Mago Supremo na batalha final se deve a esse conflito de agenda.

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A trama do filme se passa cinco anos após a derrota dos heróis, mostrando os sobreviventes do genocídios universal tendo de lidar com o próprio fracasso. A forma que o roteiro escolheu para lidar com a reversão das ações do Thanos acabou ficando confusa por apelar para a viagem no tempo – ou para diferentes realidades, trazendo suas próprias regras de funcionamento para as viagens. Isso é bem comum nesses filmes. No entanto, o resultado final ficou bem confuso. Parece que até mesmo os diretores se perderam na lógica que criaram, mas se encantaram tanto em como o filme estava legal que acabaram nem percebendo os furos no roteiro.

E cá entre nós, o filme veio com a proposta de divertir e emocionar os fãs para concluir a saga. Em meio ao frenesi que foi o lançamento de Ultimato, o público se entreteve tanto com o que estava acontecendo em tela que foram pouquíssimas as pessoas que pararam para se questionar como diabos o Thanos de 2014 viajou para 2023 ou como o Capitão América (Chris Evans) voltou para viver no passado e apareceu velhinho no futuro se a lógica da viagem no tempo no filme dizia que isso era impossível. Foi um dos poucos casos recentes em que até o fã mais cri-cri se permitiu desligar o ‘reclamômetro’ e curtir as três horas de cores, explosões e nostalgia em tela.

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No fim das contas, o filme foi um sucesso mas inexplicavelmente não foi a conclusão da ‘Saga do Infinito’. Por incrível que pareça, o cronograma oficial do MCU considera Homem-Aranha: Longe de Casa (2019) como o encerramento. Não faz muito sentido, porque já é um filme que se encaixa na proposta de Multiverso que viria a marcar a próxima etapa do estúdio, que é a ‘Saga do Multiverso’, que o público está assistindo atualmente – e não curtindo muito.

Nesses cinco anos, ainda é muito interessante parar e assistir Ultimato. Mesmo sem o frisson do público reagindo as cenas, é impossível não se envolver pelas aventuras nostálgicas dos heróis em uma luta pelo tempo e contra o tempo.

Vingadores: Ultimato está disponível no Disney+.

De Repente 30 | Vinte anos da CLÁSSICA comédia romântica estrelada por Jennifer Garner e Mark Ruffalo

Os anos 2000 foram marcados por um boom espetacular das comédias românticas – alimentados pela popularidade do gênero na década de 1990. E, dentre os diversos títulos que se tornaram clássicos desse tipo de narrativa, como ‘A Proposta’, ‘10 Coisas que Eu Odeio em Você’ e ‘Como Se Fosse a Primeira Vez’, um deles consagrou-se como o suprassumo e como um dos títulos que se tornou um clássico cult desde seu lançamento: De Repente 30.

Dirigido por Gary Winick, o longa-metragem é reconhecido por qualquer um apaixonado por rom-coms – e não é surpresa que seja constantemente revisitado pelas mais diversas gerações. Aqui, Winick aposta fichas também em uma espécie de fantasia para narrar a história de Jenna, uma jovem de treze anos cujo maior sonho é ser reconhecida. Após receber uma casa de bonecas feita por seu melhor amigo, Matty, que a polvilhou com uma espécie de “pozinho dos desejos”, ela dá uma festa e convida as garotas mais populares do colégio, que a fazem cair em uma espécie de armadilha e a levam a fazer um pedido para que tenha trinta anos – ou seja, a idade do sucesso. Na manhã seguinte a de seu aniversário, ela acorda mais velha, pulando de 1987 para o ano de 2004, onde mora em um apartamento luxuoso e tem uma carreira de enorme sucesso (mas a que custo?).

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Jenna é interpretada por Jennifer Garner em sua versão mais velha, que recebeu aclame por sua performance e por, com apenas um filme, emergir como um dos ícones das rom-coms dos anos 2000. E, apesar de ter trinta anos, como assim queria quando fez o desejo, ela ainda tem a mentalidade de uma garota de treze anos e é obrigada a navegar pelas atribulações da vida adulta sem qualquer ajuda – por mais que tenha sucesso considerável na carreira e pose como uma mulher independente. De forma mais profunda, é possível analisar esse salto na idade como um reflexo de todos que atingem a vida adulta e percebem que precisam andar com os próprios pés, tudo levado com uma leveza cômica apaixonante e um trabalho memorável para a carreira de Garner.

Mas é claro que a atriz não estaria sozinha nessa apaixonante empreitada: ela divide os holofotes com ninguém menos que Mark Ruffalo, o eterno Hulk do Universo Cinemático Marvel, desfrutando de uma química explosiva que os eternizam como um dos melhores casais do cinema. Ruffalo interpreta a versão mais velha de Matty que, depois de ter rompido amizade com Jenna (nos anos em que ela não se lembra do que aconteceu), tornou-se um famoso fotógrafo. Após eles se reencontrarem, Jenna faz de tudo para recuperar os laços com a única pessoa que pode ajudá-la a entender o que está acontecendo; eventualmente eles reatam a amizade que tinham e resgatam a inocência de quando eram crianças para transformar a vida adulta em uma jornada mais leve e divertida do que apenas viver para trabalhar e pagar as contas.

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Outros nomes que permeiam o elenco incluem Judy Greer no papel da mean girl Lucy Wyman, uma das garotas populares que atormentavam Jenna e que passou a trabalhar com ela numa respeitada revista de moda chamada Poise; Andy Serkis como o hilário Richard Kneeland, editor-chefe da revista; Marcia DeBonis como a assistente de Jenna, Arlene; e vários outros. Cada um dentro de seu arquétipo rom-com, desenvolvendo-se dentro de restrições já conhecidas dentro do gênero e entrando como apoio para a jornada coming-of-age da protagonista – que deve superar as próprias limitações para poder encontrar sua luz. Não é à toa que uma das cenas mais relembradas é o momento em que todos se lançam à coreografia de “Thriller”, de Michael Jackson, em uma festa do escritório (onde passado e presente se unem em uma espetacular e dançante sequência).

Apesar de ter caído no gosto público com o passar dos anos e ser um dos títulos mais reassistidos pelos fãs de comédia romântica, De Repente 30 não fez um sucesso tão grande à época de seu lançamento. Além de ter estacionado com humildes 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme arrecadou US$96,5 milhões contra um orçamento de US$37 milhões, talvez em virtude da quantidade absurda de títulos semelhantes que vinham saindo nos últimos anos. Mas o tempo provou a popularidade do filme e, vinte anos depois, é notável como ele continua causando um grande impacto na cultura pop, sendo elevado a um patamar de adoração plena e que ajudou a eternizar nomes como Jennifer Garner e Mark Ruffalo no cenário do entretenimento.

Documentário do Globoplay sobre o Davi do BBB 2024 ganha título e data de estreia

Davi Brito foi o grande vencedor da última edição do Big Brother Brasil e, além de ter levado o prêmio de R$3 milhões para casa, ganhará um documentário sobre a própria vida na plataforma da Globoplay.

O Globoplay anunciou hoje que o documentário vai se chamar ‘Davi — Um Cara Comum da Bahia‘, e estreia em 8 de maio.

O título faz referência a uma fala de Rodriguinho no reality. Ainda no início do programa, ele disse que Davi era só “um cara comum da Bahia”…

“Qual foi a estratégia para lidar com os conflitos no reality? Qual o impacto da fama após o confinamento de 100 dias no BBB? Estas e outras questões serão abordadas no documentário, que estreia em breve no Globoplay, e tem direção artística de Duda Martins, roteiro de Tais Amordivino, produção executiva de Anelise Franco e direção de gênero de Mariano Boni, aponta o release.

Entretanto, em virtude das brigas entre o casal formado por Davi e Mani Rego, a produção do documentário resolveu contratar dois atores de Salvador para rodar sequências que reconstituem o passado de ambos na capital baiana (via Expert Play).

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Jean Pedro e Mariane Freire, que vão interpretar Davi e Mani, em imagem do documentário que o Globoplay prepara sobre vencedor do BBB24.

Os atores foram escalados para o documentário em virtude da separação de Davi e Mani, levando esta a sair das gravações. Todavia, Mani gravou um depoimento em sua estadia no Rio de Janeiro para integrar o projeto.

Crítica 2 | Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2 – Continuação é MELHOR com Puro Suco Gore pra Fã de Terror Se Esbaldar no Cinema

Parece inacreditável, mas eles conseguiram. Depois de surpreender o mundo, em 2023, com um filme de terror envolvendo o Ursinho Pooh e sua turma (uma vez que os direitos autorais do personagem caíram de domínio público naquele ano), poucos meses depois o restrito público que se aventurou a assistir àquela produção foi surpreendido pelo anúncio de uma inacreditável sequência. E era verdade, tanto, que a partir dessa quinta-feira estreia no circuito exibidor brasileiro o longa ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’, a surpreendente (em todos os sentidos) continuação daquele projeto inicial.

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Após sobreviver aos ataques terríveis do Bosque dos 100 Acres, Christopher Robin (Scott Chambers) se tornou uma pessoa mal-quisto na cidade onde vive, de pouco menos de dois mil habitantes. Sem amigos e isolado socialmente, ele frequenta terapia de hipnose para tentar lembrar do que ocorreu quando seu irmão fora sequestrado, e, ao mesmo tempo, tenta superar os horrores que vivera no bosque. Porém, quando novos casos de assassinato brutais recomeçam a surgir na cidade, todos parecem desconfiar dele, mas Christopher Robin sabe que a culpa é dos seus antigos amigos de infância, Pooh (Ryan Oliva), Leitão (Eddy Mackenzie), Corujão (Marcus Massey) e Tigrão (Lewis Santer). Agora, mais do que tudo, Christopher Robin precisa se lembrar do que acontecera no passado para proteger sua irmã (Thea Evans) e a todos da cidade.

Dá quase pra esquecer completamente o filme anterior com este ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’. Se antes o orçamento fora de milagrosos $40 mil, dessa vez a verba é bem maior, e dá pra reparar que a produção não poupou centavo para investir em qualidade em todos os aspectos nesta continuação. Assim, ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’ é um desses raros casos do cinema em que a sequência é melhor (bem melhor) do que o original.

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Novamente escrito por Matt Leslie e Rhys Frake-Waterfield, com direção deste, o novo filme recupera o formato anterior: temos um prólogo feito em animação, que conta basicamente a sinopse do filme, e um pós-créditos que dá o gancho para o próximo (que já está confirmado). Além disso, temos a introdução de “novos” personagens (os direitos do Tigrão caíram este ano), o que amplia a trama, mesmo que seu eixo principal esteja centrado no par Pooh-Christopher Robin. Mas dessa vez os roteiristas decidiram (acertadamente) a focar nas inspirações e homenagens aos filmes de terror; assim, o longa fica recheado de easter-eggs e pequenas celebrações dos clássicos undergrounds, como matança com motosserra tal qual ‘O Massacre da Serra Elétrica’; um jovem super-fã de Jason, usando a máscara; uma baby-sitter bonitona que vai cuidar de uma criança justo no dia que um assassino invade a casa e decide subir as escadas pra se salvar; temos assassinato com bastão de beisebol; há matança estilo ‘Halloween’ e até mesmo uma loira bonitona correndo em câmera lenta toda coberta de sangue no meio de uma festa de gente como nos clássicos de terror dos anos 80. Nesse quesito, os fãs realmente serão fartamente contemplados.

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Agora, é preciso ter estômago. As cenas caminham entre o terror slasher e o gore, e tudo muito evidente (é pra ver faca no olho, tripa explodindo, cabeças voando etc), e isso ocorre desde literalmente a primeira cena. E são muitas, muitas mesmo. Mas, como todo bom filme, ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’ não se resume só à matança e à tortura, e traz uma explicação coerente e bem interessante na sua proposta.

Dentre os últimos lançamentos do gênero, ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’ é realmente uma grande e inacreditável surpresa, desbancando fácil muitos desses outros que andam figurando nas listas por aí. É terror raiz puro, que por acaso tem personagens famosinhos no enredo. Diversão garantida para os de estômago forte.

Ursinho Pooh Sangue E Mel 2 03

10 ÓTIMOS filmes que abordam a luta pela sobrevivência

A angústia e os dilemas são traços marcantes de filmes que apresentam protagonistas em conflitos de vida e morte. Geralmente em narrativas profundas que exploram os detalhes dentro do campo de opções para se encontrar algumas saídas em meio ao caos de um instante, alguns longas-metragens mexem com nossas emoções. Pensando nesse recorte, segue abaixo uma lista bem legal com 10 ótimos filmes que abordam a luta pela sobrevivência:

 

Mosquito

Na trama, conhecemos o soldado Zacharias (João Nunes Monteiro) que por vontade própria se alista no exército português e assim é enviado a Moçambique, na África, com a missão de defender a colônia portuguesa da invasão alemã. Seu pelotão acaba o abandonando porque o protagonista contrai malária. Esse se cura e resolve de maneira inconsequente ir atrás do seu pelotão que está a dias na sua frente. Enfrentando vários tipos de problemas e esbarrando com muitas pessoas, há momentos de silêncio e solidão onde o protagonista precisará encontrar forças para lutar contra sua mente e invocar assim um espírito de sobrevivência. O roteiro de Mosquito é baseado na história real do avô do diretor, que foi um dos soldados mandados a Moçambique na guerra.

 

Capitão Phillips

Na trama, acompanhamos mais uma viagem na vida do experiente Capitão da marinha norte-americana Richard Phillips (Tom Hanks). À bordo do gigantesco Maersk Alabama, no ano de 2009, sofreu junto com sua tripulação a inusitada situação de ser sequestrado no meio do oceano por um grupo de piratas oriundos da Somália. Lutando contra o tempo, utilizando todo o conhecimento que tem sobre a embarcação e contando com a ajuda de sua tripulação, Phillips trava uma difícil batalha psicológica com o líder dos piratas.

 

Sisu: Uma História de Determinação

Na trama, conhecemos Aatami (Jorma Tommila), um ex-comandante do exército finlandês, temido pelo próprio batalhão, que abandonou os tempos de guerra, largado em uma terra ao norte, ainda destruída, no meio do nada, onde vira garimpeiro e começa a achar generosas quantidades de ouro. Só que logo seu caminho se cruza com o de nazistas inescrupulosos sedentos pelo ouro encontrado.

 

Até o Fim

Na trama, acompanhamos um experiente velejador que precisa enfrentar o maior desafio de sua vida quando, em alto mar e sozinho, em seu barco atingido por um container gigante e repleto de sapatos. Com sérias avarias em seu barco, precisa lutar dia e noite para sobreviver.

 

A Queda

Na trama, conhecemos as amigas Becky (Grace Caroline Currey) e Hunter (Virginia Gardner), duas aventureiras que adoram praticar o alpinismo que em uma dessas aventuras acabam presenciando uma fatalidade com o namorado de uma delas. Um ano se passa e a dupla de amigas volta a se reunir, dessa vez para um novo desafio: subir até uma antena de transmissão que fica a mais de 600 metros do chão localizada em um deserto na Califórnia. Algo de inesperado acontece e as amigas precisarão se unirem ainda mais para buscar soluções nas alturas.

 

Treze Vidas – O Resgate

Na trama, voltamos ao ano de 2018 onde em meados de julho, durante a Copa do Mundo de Futebol Masculino, um grupo de jogadores de um time amador denominados Javalis Selvagens, após um treino e para iniciarem as comemorações de aniversário de um deles, resolvem junto ao seu treinador fazer um passeio por dentro de uma região repleta de cavernas que sempre foi ligado à questões folclóricas e fica perto da fronteira da Tailândia com um país chamado Mianmar. O tempo muda radicalmente quando eles estão dentro de uma das cavernas e um passeio que era pra ser rápido acaba durando muitos dias. Os familiares ao notarem o sumiço dos jovens, chamam as autoridades e constata-se que o grupo ficou preso em algum lugar dentro da caverna. Logo as autoridades são chamadas e uma ajuda internacional chega em seguida. Assim, conhecemos o experientes mergulhadores Rick Stanton (Viggo Mortensen) e John Volanthen (Colin Farrell) que terão papéis fundamentais nesse incrível salvamento.

 

Veja por Mim

Na trama, conhecemos a ex-esquiadora de relevante sucesso Sophie (Skyler Davenport), uma jovem que após algumas conquistas na carreira promissora acabou ficando cega. Essa nova condição a levou a uma certa rebeldia que faz com que seu relacionamento com a mãe fica amargurado e chegando ao ponto de inconsequentes roubos em trabalhos que arruma cuidado de lares de pessoas que viajam. Um dia, após aceitar mais um trabalho desse tipo, acaba ficando refém de uma situação inusitada quando ladrões invadem a casa em que ela está para arrombar um cofre. Sem saber direito o que está acontecendo, ela consegue fazer uma chamada de um aplicativo que ajuda pessoas cegas, conhecendo assim Kelly (Jessica Parker Kennedy), uma veterana do exército, que a ajuda a encontrar soluções para que a noite não termine em uma grande tragédia.

 

Fresh

Na trama, acompanhamos Noa (Daisy Edgar-Jones), uma jovem solitária, com poucos amigos, quase sem família, que busca relacionamentos em encontros terríveis pelos aplicativos de mensagens. Certo dia, acaba conhecendo em um mercadinho o médico Steve (Sebastian Stan) um homem super simpático que logo gera uma intensa atração em Noa. Eles se relacionam por um tempo e planejam uma viagem, só que coisas estranhas começam a acontecer quando eles fazem uma parada na casa de Steve.

 

Oxigênio

Na trama, acompanhamos uma mulher (Mélanie Laurent) que acorda dentro de uma cápsula cheia de aparatos tecnológicos e computadorizada. Após os primeiros minutos de desespero, tendo que controlar o fôlego e as emoções, consegue entrar em contato com uma voz, uma inteligência artificial ligada ao local aonde está. Buscando encontrar algumas respostas, antes do oxigênio que alimenta a cápsula que ela está acabar, para arranjar soluções para sair dessa situação ela aos poucos vai entendendo quem é e assim escolhas precisarão serem feitas a partir desse momento.

 

O Declínio

Na trama, conhecemos Antoine (Guillaume Laurin) um pai de família que logo percebemos é um aficionado em proteção e muito fã de um youtuber que fala sobre táticas de sobrevivências caso o mundo entre em parafuso por qualquer motivo. Querendo ir mais a fundo nesses ensinamos, que vão desde o manuseio de armas e armadilhas, até como estocar arroz por 20 anos, o protagonismo resolve ir ao treinamento pessoal desse youtuber, que é em uma área isolada cheia de neve no interior de Quebec. Chegando lá, ele e mais alguns alunos precisarão enfrentar uns aos outros quando, após uma aula de explosivos, um deles acaba morrendo acidentalmente. Sem saberem o que fazer, se chamam a polícia ou não, a loucura toma conta do lugar.

Crítica | Anitta explora a história do funk nacional com o indesculpável e ousado álbum ‘Funk Generation’

Anitta é um dos nomes mais conhecidos do cenário fonográfico atual e, desde sua estreia oficial no mundo da música lá em 2013, mostrou que veio para ficar. Natural de Honório Gurgel e aproveitando a crescente popularização do funk-pop para se imortalizar, a cantora e compositora transformou-se em uma powerhouse como nenhuma outra, alcançando feitos invejáveis e até mesmo uma indicação ao Grammy de Artista Revelação após tornar-se a primeira brasileira a atingir o topo do Spotify Global com o hit “Envolver”. Calcando uma trajetória de enorme sucesso que inclusive lhe trouxe visibilidade no mercado internacional – ora, para além das colaborações memoráveis, ela até mesmo foi integrada à trilha sonora de ‘As Panteras’ com a subestimada “Pantera” -, é inegável que a genial mentalidade de Anitta a mantém na boca do povo goste ou não dela.

Em agosto do ano passado, a performer começou a nos preparar para sua nova investida musical ao lançar o EP Funk Generation: A Favela Love Story’, retornando às suas raízes após ter explorado incursões do mainstream internacional com Versions of Me – uma mistura explosiva de pop, synth e EDM adornada com pinceladas de reggaetón e funk em uma espécie de autotestamento. Com o EP em questão, ela alimentava o interesse de seus fãs em o que culminaria no aguardado Funk Generation, álbum que chegou às principais plataformas de streaming no último dia 26 de abril. É claro que seu novo lançamento não viria sem críticas pré-concebidas, principalmente pelo fato dela estar indesculpavelmente se apropriando de todas as críticas feitas à sua persona e transmutando-as em uma celebração eruptiva que se concretiza como a iteração mais coesa de sua discografia até agora.

É notável como o gênero funk sempre esteve associado a adjetivos e caracterizações pejorativas – erroneamente mencionado como palanque para o tráfico de drogas e a hiperssexualização. Entretanto, caso tracemos as origens desse estilo musical, que busca elementos do Miami bass e do freestyle norte-americano, a construção emergiu como um levante contracultural que começava a dar mais voz a artistas de comunidades periféricas e promoviam uma deliberada exploração da sociedade ao se afastar da burguesia e do elitismo musical. De certa maneira, ao incorporar as múltiplas facetas do funk em sua nova obra, Anitta utiliza a popularidade inescapável de que se apoderou para fazer questão de apresentar uma perspectiva nostálgica e original através de quinze faixas.

Em Funk Generation, Anitta nos convida a uma viagem no tempo que espalha-se pelas múltiplas vertentes do gênero: logo de cara, com “Lose Ya Breath”, o público é envolvido em um impactante electro-funk que traz certas páginas emprestadas de Ayria (mais especificamente da track “Analog Trash”) para firmar uma amálgama com o EDM à medida que nos conduz por uma sensual e vibrante narrativa que nos arremessa direto para as pistas de dança. É notável como as referências ao new-funk e ao funk 150-BPM aparecem com força e deixam claro o que podemos esperar desse compilado; “Grip”, por sua vez, se apoia na distorção do clássico funk carioca ao incorporar pesados sintetizadores e breves menções ao trap – incluindo batidas muito bem demarcadas que digladiam com versos ostensivos sobre dinheiro e sexo da melhor maneira possível.

Apesar de manter a essência trilíngue de produções anteriores, Anitta tem um objetivo muito claro com o álbum: apresentar o funk para o mundo – e, com um claro objetivo em mente, é apenas questão de tempo até questionamentos começarem a despontar sobre o caráter do disco. Afinal, o público brasileiro está acostumado com a multiplicidade de progressões sonoras e dissonâncias instrumentais presentes no estilo, enquanto o mainstream norte-americano e europeu pauta-se em algo mais sólido, com raras exceções. E, ao longo das tracks, percebemos como a performer não pensa duas vezes antes de se deixar levar por esse conceitualismo que, inclusive, abre um novo capítulo para o funk no escopo nacional ao aproximá-lo de uma criação artística com potencial ilimitado e mais mercadológico do que já é.

De um lado, “Double Team” abraça o funk ousadia em uma comunhão de compositores e produtores que unem forças para falar sobre liberdade sexual e responder às muitas críticas sofridas por Anitta ao longo dos anos – que diminuíam suas conquistas e sua importância em virtude de um puritanismo barato e que, em pleno século XXI, não tem mais espaço entre nós. Enquanto aqui ela é acompanhada pela clara química do rapper Brray e da cantora Bad Gyal, ela faz algo parecido em “Savage Funk”, navegando sozinha pelo melhor do funk carioca e do trap enquanto emula uma explicitação chocante e bem-vinda que dura menos de um minuto e meio; “Joga Pra Lua” expande a mentalidade “marketeira” de Anitta em uma simples e efetiva canção, enquanto “Ahi” traz o reggaetón de volta ao lado de Sam Smith para um mid-tempo que, apesar de repetitivo, é prático na ideia de que se vale.

O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funk, funk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que Funk Generation mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista.

Nota por faixa:

1. Lose Ya Breath – 4,5/5
2. Grip – 5/5
3. Funk Rave – 5/5
4. Fria – 4/5
5. Meme – 3/5
6. Love in Common – 3,5/5
7. Aceita – 3,5/5
8. Double Team – 4/5
9. Savage Funk – 3,5/5
10. Joga pra Lua, feat. Dennis e Pedro Sampaio – 4/5
11. Cria de Favela – 4,5/5
12. Puta Cara – 3/5
13. Sabana – 3,5/5
14. Ahi, feat. Sam Smith – 3,5/5
15. Mil Veces – 3,5/5

‘Godzilla x Kong: O Novo Império’ ultrapassa MEIO BILHÃO nas bilheterias mundiais

A sequência ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa superou a arrecadação total de ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$480.3M), tornando-se a segunda maior bilheteria global do ano. Atualmente, o filme dirigido por Adam Wingard está atrás apenas de ‘Duna: Parte 2‘ (US$700M).

Ao total, o longa já soma US$ 176.2 milhões no território norte-americano. Internacionalmente, foram US$ 324.2 milhões.

Vale destacar que longa surpreendeu em sua passagem pela China, onde já arrecadou sólidos US$ 110.3 milhões – e, segundo projeções, chegar alcançar US$ 130 milhões até a próxima semana no país.

Godzilla x Kong: O Novo Império‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O longa vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

Godzilla E Kong O Novo Imperio 02

Godzilla E Kong O Novo Imperio 01

Godzilla E Kong Poster

 

‘Descendentes: A Ascensão de Copas’ ganha clipe musical da canção ‘What’s My Name (Red Version)’; Confira!

A Disney Music divulgou um novo clipe de ‘Descendentes: A Ascensão de Copas‘, o quarto filme da franquia ‘Descendentes’, que chega ao catálogo da Disney+ em 12 de junho.

O material é um videoclipe da canção ‘What’s My Name (Red Version)‘, e traz China Anne McClain e Kylie Cantrall como as filhas de Ursulla e Rainha de Copas, respectivamente.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção, ambientada no mesmo universo de ‘Descendentes‘, retornará à Auradon e à Ilha dos Perdidos antes de levar os espectadores “em uma aventura através do território inexplorado de Wonderland, um lugar mágico e misterioso que se tornou famoso com ‘Alice no País das Maravilhas‘.

A trama focará em Chloe, filha da Cinderela, e Red, filha da Rainha da Copas. A dupla improvável se conhecerá “em uma celebração em Auradon quando o caos é libertado. Para evitar o golpe iminente, elas terão que se unir e viajar no tempo, com a ajuda de um relógio de bolso criado pelo filho do Chapeleiro Maluco, para parar um evento que irá gerar graves consequências”.

Jennifer Phang fica responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Dan Frey e Russell Sommer.

O elenco conta com Rita Ora como a Rainha de Copas; Kylie Cantrall como Red; Malia Baker como Chloe; China Anne McClain como Uma, a filha da Ursula; Dara Reneé como Ulyana, irmã da Uma; Joshua Colley como Gancho; Melanie Paxson como Fada Madrinha; Morgan Dudley como Ella, a versão jovem da Cinderela; Ruby Rose Turner como Bridget, a versão jovem da Rainha de Copas; Brandy como Cinderela; e Alex Boniello como o Valete de Ouros.

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‘Duna: Parte 2’ ultrapassa US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ultrapassou a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.

Ao lado de ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘, o longa dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’) ajudou a catapultar a arrecadação global da Warner Bros. em 2024, fazendo o estúdio superar US$ 1.2 bilhão mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 278.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 422.3 milhões.

Vale destacar que ‘Duna 2‘ também já soma em torno de US$ 140 milhões em IMAX globalmente – tornando-se a sétima maior arrecadação da história do formato.

Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.

Confira nossa crítica em vídeo:

Duna Parte Ii

Confira o divertido trailer de ‘Prom Dates’, nova comédia teen do Hulu

O Hulu divulgou o primeiro trailer da comédia teen ‘Prom Dates‘.

Confira:

Kim O. Nguyen (‘Eu Nunca…’) é responsável pela direção.

A trama segue as melhores amigas Jess e Hannah, que fizeram um pacto aos 13 anos para ter o baile de formatura perfeito. Apesar das mudanças iminentes que a faculdade trará nos próximos quatro anos, as duas estão empenhados em honrar o pacto do baile. Mas faltando apenas 24 horas para o grande evento, tudo desmorona quando elas terminam com seus encontros. Agora, Jess e Hannah têm apenas uma noite para encontrar novos encontros e viver suas fantasias do ensino médio.

Antonia Gentry (‘Ginny e Georgia’) e Julia Lester (‘High School Music: A Série’) estrelam a produção.

O longa estreará oficialmente no streaming no dia 3 de maio.

Prom Dates Poster

Stu em ‘Pânico 7’? Matthew Lillard fala sobre possível retorno à franquia

Durante o painel na Calgary Expo, Matthew Lillard (‘Five Nights at Freddy’s’) voltou a comentar sobre o seu possível retorno na franquia ‘Pânico‘.

Apesar do desfecho aparentemente definitivo do seu personagem, Stu Macher, no longa original, alguns fãs estão convencidos que o assassino ainda está vivo… e em busca de vingança.

“Estou sempre pronto para servir à franquia da forma que ela quiser. E eis a boa notícia: eles não precisam de mim. Acredito que seria divertido retornar, mas essa não é uma decisão que cabe a mim.”

Ele completa, “Eu adoro participar desses eventos e articular sobre como fazer partes desses filmes mudou a minha vida. Se não fosse por ‘Pânico’, eu certamente não estaria aqui. Agradeço pelo apoio de todos.”

Vale lembrar que ‘Pânico 7‘ marcará o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott, a estrela original da série.

De acordo com insider DanielRPK, Courteney Cox (Gale Weathers) também estará de volta à franquia. Embora seu retorno ainda não tenha sido oficialmente confirmado, o jornalista afirma que ela já assinou o contrato.

Ele ainda destaca que Campbell e Cox serão novamente as protagonistas do terror. Além disso, revela que o filme buscará jovens atores para interpretarem a família de Sidney.

Além das duas, Patrick Dempsey está em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid.

Alegadamente, os produtores do filme estão procurando dois atores para interpretarem os filhos de Sid. O filme será focado na família dela, com os quatro sendo protagonistas: Sid, seu marido e os dois filhos.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Ator de ‘Yellowstone’ apoia a decisão de Kevin Costner de DEIXAR a série

Em entrevista ao The Independent, Luke Grimes (‘Cinquenta Tons de Cinza’) revelou que apoia a decisão do astro Kevin Costner de deixar o elenco da aclamada série ‘Yellowstone‘.

Alegadamente, o ator abandonou o seriado após um conflito com o estúdio. Ele queria passar menos tempo filmando suas cenas para poder focar na direção de um projeto que ele estava interessado.

“Seja lá o que aconteceu [para causar a saída de Costner], será uma pena se isso afetar o desenvolvimento da narrativa. No entanto, você precisa seguir o seu coração. Em certo ponto, você só precisa correr atrás do que você ama.”

Felizmente, parece que Costner não descarta a possibilidade de retornar: “Eu amei fazer essa série. Passei cinco temporadas nela, pensei que seriam sete. Espero que dê tudo certo. Por eles estarem desenvolvendo diferentes produções neste universo, talvez a história retorne para mim. Se isso acontecer, e eu me sentir confortável com isso, amaria retornar.”

Anteriormente, o criador Taylor Sheridan havia quebrado o silêncio sobre a polêmica de sua repentina saída: “Minha última conversa com o Kevin [Costner] foi sobre um projeto que ele queria dirigir. Ele e a emissora estavam discutindo sobre quando ele poderia terminar as filmagens de ‘Yellowstone’. Então, eu disse que poderíamos filmar no período de preferência dele, e assim o fizemos.”

Apesar dos conflitos reportados nos bastidores da produção, Sheridan afirmou que sua opinião sobre o ator e seu trabalho na série “não mudou”, mas que “as pessoas não se comunicam e começam a dizer coisas que não são verdades” quando os advogados se envolvem nas discussões. “O filme [que o Costner quer dirigir] parece ser uma grande prioridade para ele. É onde ele quer focar. Espero que valha a pena – e que seja um ótimo filme.”

Sobre o destino do personagem do ator, Sheridan declara: “Tivemos que acelerar a conclusão do personagem. Não tivemos que alterar nada, apenas acelerar. Não vamos ter nenhum acidente de carro vingativo. Se [o destino de Dutton] infla o ego [de Costner] ou o insulta, isso é um dano colateral que não considero em relação à narrativa.”

A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.

A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.

Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly ReillyWes BentleyCole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki WeaverPiper PeraboKathryn KellyFinn Little.

Anne Hathaway volta a falar sobre possível ‘O Diário da Princesa 3’

Em entrevista ao V Magazine, Anne Hathaway (‘Oito Mulheres e Um Segredo’) voltou a comentar sobre o desenvolvimento da aguardada sequência ‘O Diário da Princesa 3‘.

Apesar de não revelar muito, a atriz indicou que o projeto está perto de sair do papel.

“Estamos em um bom momento atualmente. Isso é tudo o que posso dizer. Ainda não temos nada para anunciar, mas [o projeto] está em um bom momento.”

Anteriormente, Julie Andrews havia confirmado ter tido discussões sobre um terceiro filme: “Ah, tantas vezes me perguntaram isso. Houve conversas a respeito, mas nada se concretizou. E, se me permite dizer, acredito que o projeto tenha sido arquivado agora. Não posso ter certeza”.

A atriz também compartilhou sua crença de que, eventualmente, poderá haver um remake do filme original: “Tenho convicção de que haverá outra versão em algum momento futuro”.

No entanto, em relação à possibilidade de um terceiro filme, Andrews expressou sua opinião de que seria prudente deixar a saga descansar. “Já se passou bastante tempo desde que os dois primeiros ‘Diários’ foram lançados. Não posso afirmar com certeza, mas às vezes é melhor deixar uma obra de qualidade em paz. Não aprecio quando algo é explorado até não restar mais nada a oferecer”.

Apesar disso, Andrews ressaltou que ficaria muito feliz em participar de um novo filme, caso surgisse a oportunidade.

“Eu ficaria muito feliz se fizéssemos outro”, ela acrescenta. “Mas eu não espero isso”.

O Diário da Princesa‘ (The Princess Diaries) foi lançado em agosto de 2001, e estrelado pela então novata Anne Hathaway (sua estreia no cinema) como Mia Thermopolis, uma adolescente que descobre que ela é a herdeira do trono do Reino fictício de Genovia, governado por sua avó, a rainha viúva Clarisse Renaldi (Julie Andrews).

O filme arrecadou US$ 165 milhões mundialmente. Já a sequência foi lançada em 2004 e fez US$ 134 milhões no mundo todo.

O Diário da Princesa‘ está disponível no Disney Plus.

Vanessa Lachey quebra o silêncio sobre o cancelamento de ‘NCIS: Hawai’i’: “Estou devastada”

Através do seu Instagram, Vanessa Lachey quebrou o silêncio sobre o cancelamento da série ‘NCIS: Hawai’i‘, o primeiro derivado da franquia estrelada por uma mulher, depois de apenas três temporadas.

“Estou devastada, confusa e surpresa, porém também estou grata, confiante e me sentindo apoiada pelos fãs. Ainda estou processando a notícia, e passando um tempo com a minha família. Amo todos vocês,” declarou a atriz.

De acordo com o Deadline, o desfecho do terceiro ciclo – que será exibido no dia 6 de maio – não será uma conclusão planejada à narrativa, mas também não trará nenhum grande cliffhanger.

Ainda que o destino da série fosse incerto, a decisão foi uma surpresa. O site afirma que os produtores estavam negociando para uma quarta e última temporada mais curta, com cortes significativos no orçamento (entre outras concessões).

Com média de 7.8 milhões de espectadores, a produção representava a 12ª maior audiência da emissora – chegando a ultrapassar a marca dos 10 milhões de views através de todas as plataformas.

Jane é a primeira mulher a ser nomeada agente especial no comando do escritório da NCIS’ Pearl Harbor. Por ser uma mulher em uma profissão tão dominada por homens, ela terá de navegar com confiança e estratégia por um sistema que tenta puxar seu tapete a todo momento.

O elenco conta com Vanessa Lachey, Alex Tarrant, Noah Mills, Yasmine Al-Bustami, Jason Antoon e Tori Anderson.

Ncis Hawaii Poster

Diretores de ‘Vingadores: Ultimato’ não acreditam na fadiga de filmes de heróis

Esta semana marcou o aniversário de cinco anos de estreia de ‘Vingadores: Ultimato‘, o filme que encerrou a Saga do Infinito no MCU, arrecadando incríveis US$ 2,7 bilhões aos cofres da Disney.

Desde então, o MCU não teve o mesmo êxito, recebendo inúmeras reclamações de críticos e fãs devido à falta de profundidade das narrativas e ao excesso de lançamentos na TV e no cinema.

No entanto, para os diretores de ‘Vingadores: Ultimato’, Anthony e Joe Russo, o público não está saturado de filmes de heróis e sim mais exigentes.

Em entrevista para o Games Radar, os cineastas disseram acreditar que a saturação é em relação ao cinema em geral.

“Acho que é cansaço em geral. A questão da fadiga dos super-heróis já existia muito antes do trabalho que estávamos fazendo. Então, é uma espécie de reclamação eterna, como sempre costumávamos citar isso em nossos primeiros dias com o trabalho de super-heróis. Mas o MCU fez sucesso por décadas. Os filmes foram continuamente reinventados e levados a novos patamares à medida que avançavam”, argumentou Anthony.

Joe acrescentou que:

“Essa fadiga é um reflexo do estado atual de tudo. É um momento difícil, mas um momento interessante. Acho que estamos em um período de transição e as pessoas ainda não sabem como receberão as histórias daqui para frente, ou que tipo de histórias vão querer assistir. Há muito mais exigência. Há uma grande divisão geracional sobre como você consome mídia. Tem uma geração que está acostumada a esperar meses para ir ao cinema e saciar a ansiedade. Enquanto isso, a nova geração diz: “Quero isso agora, para agora”, e isso enquanto faz mais duas coisas ao mesmo tempo.”

Ele continuou:

“Então, acho que todos, inclusive a Marvel, estão vivenciando a mesma coisa, essa difícil transição midiática. E acho que isso é provavelmente o que está em jogo, mais do que qualquer outra coisa.”

E aí, você concorda ou discorda?

Lembrando que  o próximo filme do MCU é ‘Deadpool e Wolverine‘, que estreia em 25 de julho.

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer:

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

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O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

‘Superman’: Arte de fã mostra David Corenswet usando traje com a cueca vermelha; Confira!

Agendado para julho de 2025, o novo filme do Superman‘ está ganhando várias novidades à medida que as gravações avançam.

No momento, a maior curiosidade dos fãs é ver o novo traje completo do herói vivido por David Corenswet (‘Pearl’).

Pensando nisso, uma página dedicada ao universo DC compartilhou uma fan art que imagina o astro usando o traje com a clássica cueca vermelha, acessório que ficou de fora das adaptações estreladas por Henry Cavill.

Confira:

Infelizmente, o traje oficial não será revelado tão cedo, como revelou o roteirista e diretor James Gunn.

Através do Threads, um fã perguntou:

James Gunn, por que essa tortura? Por que você ainda não revelou o traje completo do Superman?”

Em resposta, o cineasta foi direto ao dizer:

“Porque o filme não será lançado por pelo menos um ano.”

Confira:

Superman James Gunn Threads Full Costume

Lembrando que a atualização mais recente sobre o longa foi a adição de Wendell Pierce como intérprete de Perry White.

White é um dos jornalistas do Planeta Diário, onde trabalha ao lado de Lois Lane (Rachel Brosnahan) e desempenhou um papel fundamental para que Clark Kent conseguisse emprego no jornal.

Para quem não sabe, Pierce é conhecido por seus trabalhos em ‘Jack Ryan’, ‘A Escuta’, ‘Elsbeth’ e ‘Suits’.

A notícia foi divulgada pelo Hollywood Reporter e posteriormente confirmada por Gunn através das redes sociais.

“Caso esteja se perguntando, isto é preciso. Feliz por receber Wendell Pierce na família DC Studios”, escreveu Gunn.

Lembrando que Superman(anteriormenteSuperman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.

Confira o novo símbolo, junto com a primeira foto dos bastidores:

“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.  

Superman

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

‘Deadpool e Wolverine’ ganha diversos produtos inspirados no filme; Confira as imagens!

Uma página do Twitter dedicada a vazamentos da cultura pop compartilhou uma série de imagens de produtos inspirados em ‘Deadpool e Wolverine‘.

Entre os produtos estão camisetas estampadas, chaveiros e adesivos com artes dos mutantes.

Apesar de não revelarem nada significativo, algumas estampas detalham a máscara do Wolverine, acessório que os fãs estão há anos para verem em live-action.

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho e há muita expectativa sobre a trama, que vai envolver o Multiverso com a participação de diversos personagens das adaptações da Fox.

Confira o trailer:

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

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O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU