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Selton Mello revela que filmagens de ‘O Auto da Compadecida 2’ estão chegando ao fim

Selton Mello revelou em seu Instagram que as filmagens de ‘O Auto da Compadecida 2‘ já estão chegando ao fim e ele está se despedindo de seu personagem, Chicó.

“Meu anjo da guarda
Vou me despedir aos poucos
Anos ao meu lado
Anos vivendo em mim
Anos nos lares & corações de vocês
Para dar adeus pela segunda vez…
…preciso de mais tempo”, postou.

Confira:

Dirigido por Guel Arraes e Flávia Lacerda, o filme ganhou previsão de estreia para o final de 2024 nos cinemas de todo o Brasil.

O filho de Ariano Suassuna, Manuel Dantas Suassuna, revelou que sua família analisou a fundo a ideia antes de autorizar a continuação.

“Analisamos os prós e contras de se ter um texto que não é puramente de Ariano, mas que vai levar o nome dele. A peça é de muito sucesso, então consultamos vários escritores amigos para saber a opinião deles, para traçar um caminho”, afirmou Suassuna. “E também teve uma conversa de meu pai com Guel, quando ele estava vivo, para se fazer uma segunda versão. Depois, abandonaram a ideia, e agora, mais de 20 anos depois, ela veio à tona.”, ele disse.

A continuação do clássico que marcou o cinema brasileiro recentemente ganhou sua primeira imagem, que traz Selton MelloMatheus Nachtergaele retornando como Chicó e João Grilo, respectivamente.

Confira:

Lembrando que Taís Araújo foi escalada para interpretar a Compadecida, recebendo o manto sagrado de Fernanda Montenegro, que interpretou a icônica personagem no primeiro filme e, por incompatibilidade de agenda, não irá repetir o papel.

@cinepopcinema Taís Araujo será a Compadecida em “O Auto da Compadecida 2”. A atriz recebe o manto sagrado de Fernanda Montenegro, que interpretou a icônica personagem no primeiro filme. O que achou da mudança? #viral #trend #meme #geek #geekbr #geekbrasil#viral #trend #interview #entretênews #tiktokmefezassistir #viralavideo #entretenimento #filme #fy #oautodacompadecida #oautodacompadecida2 #taisaraujo ♬ som original – Renato Marafon – CinePOP

“Nós falamos tanto que ninguém é insubstituível, mas Fernanda Montenegro é. Graças a Deus temos muitas ‘Nossas Senhoras’, e interpretar essa nova versão da Compadecida será certamente uma celebração a elas. Fico muito emocionada de fazer essa personagem porque, mesmo não tendo religião, sigo Jesus Cristo, Nossa Senhora e todos os santos. É muito emocionante mergulhar nesse lugar da fé, da bondade, da caridade”, comenta a atriz.

“Sou fã da linguagem de comédia do Guel e da forma com que ele traz a brasilidade no trabalho que faz. Além de toda essa bondade, a Compadecida tem um humor superinteligente”, conta a atriz, celebrando o reencontro com o diretor neste novo projeto.

Divertido, empolgante, com personagens inesquecíveis que abordam a cultura popular, a tradição religiosa, a amizade, o amor no mais puro sentido desse sentimento, o filme original foi dirigido por Arraes no ano de 2000.

Baseado em um clássico homônimo da cultura nordestina brasileira escrito por Ariano Suassuna, além de outros dois contos do famoso escritor, O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, todos de meados da década de 50, o filme foi um grande sucesso de público e crítica levando mais de 2 milhões de pessoas às salas de cinema de todo o Brasil.

Dica de série IMPERDÍVEL para quem é fã de ‘Vikings’, ‘Game of Thrones’ e ‘Outlander’

Séries com temáticas de época fazem bastante sucesso entre o público que gosta de narrativas mais voltadas aos séculos passados, sejam elas baseadas em histórias reais ou fictícias, como ‘Game of Thrones’, ‘Vikings’ e ‘Outlander‘.

As duas primeiras já chegaram ao fim, e a última parte de ‘Outlander‘ deve estrear apenas em novembro.

Até lá, os assinantes da Star+ devem ficar satisfeitos com ‘Black Sails, que serve como pré-sequência do clássico romance ‘A Ilha do Tesouro‘, escrito por Robert Louis Stevenson.

No entanto, a atração promete agradar mesmo quem não conhece a história original, já que é ambientada muito antes dos eventos que marcam as páginas do romance de Stevenson.

Exibida originalmente entre 2014 e 2017, a trama de ‘Black Sails‘ se passa no início do século XVIII, no auge da pirataria, contando com a presença de algumas figuras históricas do movimento, como o Barba Negra (Ray Stevenson), Anne Bony (Clara Paget) e Charles Vane (Zach McGowan).

Como não poderia ser diferente, também há personagens marcantes do universo criado por Stevenson, como o Capitão James Flint (Toby Stephens), John Silver (Luke Arnold) e Billy Bones (Tom Hopper).

Ao longos dos episódios, o público acompanha as aventuras do trio enquanto enfrentam tripulações rivais e a marinha britânica pela disputa de terras, aliados e influência geográfica e militar, rendendo eletrizantes cenas de ação em alto mar, bem como duelos de espadachins, sem deixar de lado os embates ideológicos.

Além de explorar como era o modo de vida dos piratas e trazer uma olhar histórico sobre eles, ‘Black Sails‘ também se aprofunda no drama de cada personagem, fazendo com o que público crie um vínculo com eles e seus planos pessoais, sejam eles honestos ou trapaceiros.

Confira o trailer:

Artista da Marvel divulga artes conceituais do Doutor Destino de Robert Downey Jr. em ‘Vingadores: Apocalipse’

O artista da Marvel Studios, Mushk Rizvi, divulgou a primeira arte conceitual do Doutor Destino que será vivido por Robert Downey Jr. em ‘Vingadores: Apocalipse’.

Confira:

Os cineastas Joe e Anthony Russo falaram recentemente sobre os próximos longas dos ‘Vingadores’, revelando que as gravações de ‘Avengers: Doomsday’ e ‘Avengers: Secret Wars’ ocorrerão em Londres de forma simultânea e praticamente consecutiva.

Em uma entrevista ao Deadline, os cineastas comentaram sobre o início das filmagens, programadas para abril.

Joe explicou:

“Tudo vai acontecer em Londres. Estamos filmando quase de forma consecutiva, é muito trabalho novamente, talvez não sobrevivamos, vamos ver. Mas estamos muito empolgados com isso. Encontramos uma maneira de entrar na história que acreditamos que será desafiadora para o público e para nós mesmos, tanto na execução quanto na narrativa. É realmente empolgante para nós, é isso que nos motiva a sair da cama para fazer isso.”

Quando perguntado se veremos personagens do Universo ‘X-Men’ ou ‘Deadpool e Wolverine’, Joe brincou:

“Quem sabe? Eu não sei. Ainda não sei quem vamos ver”. Anthony então se juntou à conversa, brincando: “Se você fechar os olhos e usar a imaginação, pode ver qualquer pessoa que quiser. Quem quer que te agrade”.

Sobre a possível participação de Peter Quill (Star-Lord), Joe Russo comentou:

“Qualquer pessoa do universo Marvel pode aparecer neste filme”.

Em outra entrevista ao The Hollywood Reporter, Joe compartilhou mais detalhes sobre o que está planejado para os ‘Vingadores’.

“Bem, isso provavelmente seria dar spoilers demais. Acho que estamos sempre buscando novos rostos, pois sempre há novas histórias para contar. Acho que esses filmes vão ser uma surpresa para as pessoas. Encontramos uma maneira de entrar na história que é muito empolgante para nós, mas também muito radical. Vai desafiar o público”, explicou.

Vale ressaltar que ambos os filmes foram completamente reescritos, portanto, ao contrário do que muitos acreditam, o Doutor Destino não substituiu Kang, o Conquistador, na trama.

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que Robert Downey Jr. irá retornar ao Universo Cinemático Marvel, dessa vez dando vida ao antagonista Victor von Doom/Doutor Destino.

Vale lembrar que recentes rumores apontam que Deadpool, Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Thunderbolts, Jovens Vingadores, Doutor Estranho, Clea, Hulk, Mulher-Hulk, Shang-Chi, Pantera Negra (Shuri), Sam Wilson, Capitã Marvel, Monica Rambeau, Cavaleiro da Lua, Demolidor, Gavião Arqueiro, Senhor das Estrelas, Loki, Thor, Visão Branco, Wanda, Agatha Harkness, Homem-Formiga, Máquina de Combate e Pepper Potts devem aparecer em ambos os projetos.

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

‘Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros’ faz onze anos – Relembre o fantástico filme

Há onze anos, a franquia dos dinossauros mais famosos do cinema estreava um reboot que se tornou extremamente bem-sucedido e deu origem a uma nova trilogia de filmes jurássicos. Lançado no que ficou conhecido como “o ano dos blockbusters”, ‘Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros‘ se tornou um dos maiores sucessos da história do cinema. Abaixo daremos uma olhada nesse enorme sucesso.

Leia também: ‘Jurassic Park III’ (2001) – Revisitando o Filho “Bastardo” da Franquia

Em 1993, Steven Spielberg fez o mundo ficar de boca aberta com ‘Jurassic Park, e o cinema nunca mais seria o mesmo: dinossauros hiperrealistas, efeitos práticos e digitais revolucionários, uma trilha sonora imortal e o alerta de que brincar de Deus pode dar muito ruim.

Após duas continuações medianas (‘O Mundo Perdido e ‘Jurassic Park III), a franquia entrou em hibernação por 14 anos, como um T-Rex esperando a hora certa para rugir novamente. Em 2015, com a onda de revivals e reboots a mil, a Universal decidiu que era hora de reabrir os portões do parque. E reabriram com estilo: mais dinossauros, mais turistas, mais gritos… e um dinossauro geneticamente modificado, por que não?

Leia também: ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park’ (1997) – Revisitando a continuação mais desnecessária do cinema, mas que rendeu uma das maiores franquias

Jurassic World se passa 22 anos após o original. O parque dos dinossauros, agora chamado “Jurassic World”, finalmente deu certo e virou uma atração turística de sucesso com direito a resort, monotrilho, petting zoo de tricerátopes e Wi-Fi (provavelmente instável). Mas como toda franquia corporativa moderna, o sucesso nunca é o bastante. Os investidores querem algo “mais radical”.

Então os cientistas criam um novo dinossauro híbrido, o Indominus rex: maior, mais inteligente, mais perigoso, com camuflagem e, se deixassem, talvez até acesso à IA. É claro que criatura escapa. Ou não teríamos um filme. E aí a trama troca os discursos éticos pela corrida desesperada para sobreviver. O parque entra em colapso, os visitantes viram aperitivo, e os dinossauros voltam a fazer o que fazem de melhor: dominar a tela.

Leia também: ‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’ (1993) – Revisitando um dos melhores filmes da história do cinema

Muitos diretores foram cogitados para o comando do reboot. Nomes como Joe Johnston, que já havia dirigido um filme da franquia, com ‘Jurassic Park III‘ (2001), e Brad Bird, mais conhecido por animações como ‘Os Incríveis‘ (2004), e que havia estreado em live-action com ‘Missão: Impossível – Protocolo Fantasma‘ (2011). Ele viria a dirigir ‘Tomorrowland‘ no mesmo ano. Matthew Vaughn (‘Kick-Ass‘), J.A. Bayona (‘O Impossível‘) e Duncan Jones (‘Warcraft‘) igualmente foram sondados. Bayona viria a dirigir a sequência de ‘Jurassic World‘ em 2018.

O comando do filme ficou nas mãos de Colin Trevorrow, um diretor praticamente desconhecido que havia feito apenas o indie ‘Sem Segurança Nenhuma (2012). Spielberg, que atuou como produtor executivo, escolheu pessoalmente Trevorrow, vendo nele o equilíbrio entre reverência ao original e energia nova. Trevorrow não decepcionou. Trouxe nostalgia com fan service na medida (incluindo o jipe antigo do primeiro parque, a trilha de John Williams e até o velho T-Rex) e adicionou elementos modernos: ação frenética, CGI afiado, e um humor pop entre os protagonistas.

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O elenco é liderado por Chris Pratt, que estava em alta após ‘Guardiões da Galáxia(2014). Ele vive Owen Grady, um ex-militar, agora “treinador de velociraptores”, porque alguém precisava ter esse emprego. Pratt usa um colete marrom, cara séria e uma moto para andar no meio dos dinossauros — resumindo, ele é o Indiana Jones de Jurassic World.

Antes de Pratt ser contratado, Owen teria uma outra cara e um estilo mais duro e menos brincalhão. Isso porque Josh Brolin chegou perto de fechar acordo com a Universal, após inúmeras reuniões. Porém, diferenças criativas o fizeram desistir do personagem. Já pensou? Garrett Hedlund (‘Tron: O Legado‘) também foi cogitado para o papel, com outra proposta. No no aspecto dos rumores sem confirmações oficiais, nomes de atores como Henry Cavill, John Krasinski e até Jason Statham surgem como possíveis candidatos.

Bryce Dallas Howard interpreta Claire Dearing, executiva do parque que começa o filme friamente corporativa e termina como uma heroína destemida (até correndo de salto alto). A química com Pratt é boa, mesmo com os diálogos flertando com o clichê. Temos também os sobrinhos de Claire, Zach e Gray (Nick Robinson e Ty Simpkins), clássicos “garotos em apuros” da franquia, e o sempre ótimo Vincent D’Onofrio como o vilão secundário, um cara que acha uma ótima ideia usar velociraptores como armas militares. Spoiler: não é.

Como sempre, outras atrizes foram cogitadas para o papel feminino principal de Claire Dearing. Até mesmo uma comediante. Kristen Wiig teria sido considerada a pedido de Colin Trevorrow, que via potencial dramático na atriz mais conhecida por seus papeis de humor. Certamente seria outro filme. Além de Wiig, Emilia Clarke, Brie Larson e Keri Russell estiveram na lista dos produtores para ocupar a personagem.

E ainda há o velociraptor Blue, a raptor leal, carismática e quase protagonista. Sim, o público amou tanto a raptor domesticada que ela virou meme, ícone e teve mais desenvolvimento emocional que alguns humanos.

O clímax do filme é um espetáculo jurássico. O Indominus Rex toca o terror, os humanos correm para todos os lados, e Owen libera seus raptors para uma tentativa (fracassada) de contenção. Quando tudo parece perdido, quem surge? O bom e velho T-Rex, estrela do primeiro filme, que junto com Blue enfrenta o híbrido num duelo épico de rugidos, garras e destruição. É o tipo de cena que mistura nostalgia, insanidade e puro prazer cinematográfico. Tem até mosassauro pulando do tanque para dar o golpe final. É a luta de kaijus que Spielberg nunca fez, mas que Trevorrow entregou com paixão.

A crítica de ‘Jurassic World‘ foi, no geral, positiva, mesmo com algumas ressalvas. A direção de Trevorrow foi elogiada, o ritmo ágil, o retorno ao espírito do original e o uso criativo da nostalgia. Outros apontaram que a trama era previsível, que o roteiro tinha personagens rasos e que o Indominus era “vilão de videogame”.

Mas quem se importa? O público adorou. O filme estreou no dia 12 de junho de 2015 em primeiro lugar das bilheterias americanas com impressionantes US$208.8 milhões. E assim permaneceu por mais dois fins de semana, dominando as bilheterias no mês de junho, sem dar chance para os lançamentos de ‘Divertida Mente‘, da Disney, e ‘Ted 2‘, continuação da comédia de sucesso com o ursinho obsceno falante. Sim, não foram muitas estreias, afinal quem seria louco de bater de frente com os dinos? O melhor a se fazer foi abrir espaço e sair da frente.

Jurassic World fez história: arrecadou US$1,67 bilhão no mundo todo, se tornando, na época, a terceira maior bilheteria de todos os tempos (atrás apenas de ‘Titanic e ‘Avatar). Ninguém esperava tanto. A Universal nadou em dinheiro. E claro: imediatamente encomendou sequências.

Jurassic World conseguiu o que parecia impossível: reviver com força uma franquia que muitos consideravam extinta. Combinou o charme do original com os excessos modernos, deu ao público o que queria (dinossauros destruindo tudo) e ainda lançou um novo ciclo. Claro, não tem o mesmo frescor filosófico do original de 1993. Mas como entretenimento? É um passeio divertido, barulhento e nostálgico — como um carrinho de monotrilho correndo de um raptor com fome. No fim, ‘Jurassic World provou uma coisa: por mais que o tempo passe, dinossauros nunca saem de moda.

Crítica | ‘Sisu: Uma História de Determinação’ – O John Wick Highlander finlandês com toque ‘tarantinês’

Buscar inovações, ou até mesmo alguns resgates, dentro de um recheado gênero cinematográfico, aqui no caso a ação, é sempre algo louvável. Dito isso, no último dia do ano de 2023 nos deparamos com um projeto violento, sangrento, exagerado (na linha dos filmes de Tarantino), que nos joga de frente para a figura de um anti-herói, um imortal em sua determinação, que dentro de um contexto histórico real, já no finalzinho da Segunda Guerra Mundial, se joga em sua jornada de incertezas tendo a sobrevivência como um único objetivo.

Escrito e dirigido pelo cineasta Jalmari Helander, Sisu: Uma História de Determinação se destaca por cenas muito bem filmadas, empolgantes, e um roteiro que se sustenta usando do indestrutível para dizer verdades de um embolado contexto geopolítico. A narrativa se estrutura em um clima de total tensão, longe de qualquer complexidade, impondo um ritmo intenso durante seus 90 minutos.

Na trama, conhecemos Aatami (Jorma Tommila), um ex-comandante do exército finlandês, temido pelo próprio batalhão, que abandonou os tempos de guerra, largado em uma terra ao norte, ainda destruída, no meio do nada, onde vira garimpeiro e começa a achar generosas quantidades de ouro. Só que logo seu caminho se cruza com o de nazistas inescrupulosos sedentos pelo ouro encontrado.

Curtinho e objetivo. Essa produção finlandesa não perde muito tempo para apresentar suas peças mesmo que uma (necessária) maior explicação sobre o contexto da época seja uma lacuna em aberto. Em 1944, já no finalzinho da Segunda Guerra Mundial, na região da Lapônia, rodeada por outros países além do local onde o filme se passa, a União Soviética e a Finlândia assinaram um armistício onde a segunda deveria expulsar as tropas nazistas restantes da região. Fato esse que criou uma corrida por sobrevivência de todos os lados, já que a Finlândia ficou arrasada pela guerra e seus próprios cidadãos não sabiam como seria o futuro. O gancho para o roteiro vem exatamente desse ponto, daí a importância do ouro num tempo de incertezas.

Com um orçamento na casa de seis milhões de dólares, valor bem baixo para os padrões de hoje em dia, a figura do anti-herói tem interpretações variadas dentro de uma narrativa que empolga o espectador, muito pelo dinamismo alcançado. Tudo é muito intenso nessa obra, a crueldade caminha pelos dois lados e se torna um elemento que atinge os conflitos que fazem parte do arco dramático de seu protagonista.

A sobrevivência na ponta do discurso, seja na terra, seja na água, seja no mar, afasta qualquer semelhança com a jornada do herói já que seu fim não causa transformação, é somente mais um dia de guerra para alguém que se adaptou a isso no cotidiano. Essa análise em cima do personagem é um caminho instigante, reflexivo, que o espectador pode alcançar.

Sisu: Uma História de Determinação pode ser considerado um filme finlandês com toque ‘tarantinês’. Só isso já abre o interessante, né? Pra você que curte os filmes do Tarantino, ou, até mesmo famosas sagas de heróis indestrutíveis onde a ação rola solta, essa é uma produção que pode te agradar. Fica a dica: chegou recentemente ao catálogo da HBO MAX!

Steven Spielberg dirigiu ‘Poltergeist’, confirma envolvido na produção

Desde seu lançamento, em 1982, uma polêmica cerca a produção do terror Poltergeist – O Fenômeno, e não diz respeito às assustadoras lendas urbanas. Aparentemente, o produtor e roteirista Steven Spielberg teria dirigido o longa, jogando Tobe Hooper, o diretor creditado, para escanteio.

Agora, mais uma confirmação do fato vem à tona com a declaração de John Leonetti, diretor dos recentes Annabelle (2014) e 7 Desejos (2017), que serviu como Assistente de Câmera no longa de 1982. Em entrevista para o podcast Shock Waves, da produtora Blumhouse, o veterano revelou:

“Foi um filme muito intenso, muito divertido e muito técnico de se trabalhar. Tinha muita coisa acontecendo. E francamente… Steven Spielberg dirigiu o filme. Não existe dúvida. No entanto, eu adoro Tobe Hooper. Eu amo tanto este homem. Hooper era muito gentil e estava muito feliz por estar lá. Criativamente ele tinha uma marca. Steven desenvolveu o filme, e era seu para dirigir, porém, havia boato de uma greve de diretores, então ele se tornou o ‘produtor’, quando na realidade ele dirigiu em caso fosse haver uma greve, e Hooper concordou com isso. Não era nada contra o Tobe. De vez em quando, ele (Spielberg) saía do set e deixava Tobe fazer algumas coisas. Mas na realidade, Steven dirigiu.”

A declaração talvez ponha de uma vez por todas uma pedra em cima da dúvida. De qualquer forma, o próprio Hooper já havia comentado tais afirmações, de uma forma similar. E você, o que acha desta história? Comente.

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Os 20 Filmes + Girl Power de 2018

O Globo de Ouro 2018 foi ao ar no último domingo, dia 7 de janeiro, e deu o que falar. De fato, ainda estamos falando sobre ele, nem tanto sobre a cerimônia em si, mas sobre seu conteúdo – discursos femininos inflamados e a onda de protestos contra assédios. E enquanto as francesas acusam as hollywoodianas de serem reprimidas, e aqui no Brasil alguns considerem a entrega de prêmios um “funeral”, o que as mulheres de lá, e todas as outras pelo mundo, querem é simples: oportunidade de trabalho igual a dos homens, salários iguais e o fim do abuso. Realmente acho que não é pedir muito, mas isso precisa ser uma luta.

Por aqui o que podemos fazer é dar apoio, e divulgar o trabalho de atrizes e estrelas para que mais e mais pessoas as prestigiem. Ao entender o potencial feminino para arrastar multidões aos cinemas, os estúdios certamente irão investir na ideia – se não for por ideal, que seja por dinheiro. Em 2017, Mulher Maravilha se tornou um marco, e mostrou que além de funcionarem bem em superproduções, coisa que já sabíamos desde que Sigourney Weaver combateu o xenomorfo em 1979 e 1986, as mulheres funcionam bem dentro do gênero mais rentável do cinema na atualidade, os filmes de super-heróis. Até a maior franquia da sétima arte já aderiu aos novos tempos, colocando mulheres como protagonistas de seus três novos filmes – O Despertar da Força (2015), Rogue One (2016) e Os Últimos Jedi (2017).

Relembrando uma matéria que fizemos em 2017, e temos muito orgulho, damos continuidade – e esperamos que de forma anual (que você pode conferir clicando neste link) – com uma nova lista para 2018 – é claro, aumentando o número de filmes. Estas são as grandes produções mais Girl Power do ano. Anote e aguarde.

1 | Oito Mulheres e um Segredo

Se os homens podem, porque as mulheres não? A subversão do masculino está em pauta em Hollywood. Primeiro foram Os Caça-Fantasmas, que em 2016 ganharam uma roupagem totalmente protagonizada por mulheres. Agora, é a vez da franquia Onze Homens e um Segredo (2001), que ganhou duas sequências (2004 e 2007), e por sua vez já era refilmagem de um clássico homônimo de 1960. Este não é um reboot, no entanto, mas uma continuação.

Aqui é a estrela Sandra Bullock quem comanda o show e um timaço de mulheres, na pele da irmã do personagem de George Clooney – grande amigo seu na vida real. Veja só este elenco e diga se não é um dos melhores do ano: Cate Blanchett, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Rihanna, Helena Bonham Carter, Dakota Fanning, Olivia Munn, Mindy Kaling e Katie Holmes. A trama seguirá de perto o molde dos anteriores, e mostrará Bullock reunindo sua equipe para um grande roubo. Matt Damon fará uma participação na pele de Linus Caldwell.

Estreia: 8 de junho nos EUA.

2 | Operação Red Sparrow

Que a musa Jennifer Lawrence é uma das estrelas mais empoderadas de Hollywood todo mundo sabe. E isso com seus 27 aninhos. Desde que apareceu nos radares em 2010 com Inverno da Alma, a atriz mostra a que veio, e não por acaso, saía daquele ano com sua primeira indicação ao Oscar, e o resto é história. Lawrence é uma das profissionais mais bem pagas do ramo, e mescla muito bem prestígio e boas bilheterias. Aqui é justamente seu nome que impulsiona esta trama de espionagem, na qual interpreta uma agente russa treinada desde cedo. A direção é de Francis Lawrence, que não é seu parente, mas a catapultou ao estrelato na franquia Jogos Vorazes.

Estreia: 1º de março.

3 | Tomb Raider: A Origem

Tudo bem, este filme nos traz dúvidas e pode ser um flop. Mas o fato é que Lara Croft se tornou uma personagem feminina tão marcante que transcendeu os games e virou fenômeno pop – além da musa de adolescentes e adultos babões. No cinema ela já teve as formas de Angelina Jolie, uma das maiores estrelas da atualidade. E agora chega nas formas mais mignon de outra estrela vencedora do Oscar, a sueca Alicia Vikander. Se a atriz vai funcionar como a personagem ninguém sabe, mas as primeiras imagens deixam bem claras as semelhanças com a nova versão de Croft nos jogos. Vikander é talentosa, tem no currículo filmes como Ex-Machina (2015), e merce que o filme dê certo.

Estreia: 15 de março.

4 | X-Men: Fênix Negra

Os X-Men sempre foram um grupo de heróis cujos membros mulheres são alguns dos personagens mais poderosos e de grande destaque, vide Tempestade, Jean Grey e Vampira – só para citar as principais. No cinema, infelizmente, nenhuma delas ganhou a devida importância e ficamos sempre com Wolverine, Xavier e Magneto (nos novos filmes). A única mulher que conseguiu destaque foi a mulher errada, a vilã Mística transformada em heroína, e porque era Jennifer Lawrence. Bom, mais uma vez a Fox tentará fazer certo, e esperamos sinceramente que desta vez consigam – nunca perdemos a esperança. Tudo porque na segunda adaptação do arco da Fênix Negra (a primeira foi e A Batalha Final, de 2006), a personagem Jean Grey será novamente interpretada por Sophie Turner, sensação em Game of Thrones, que garante um filme de personagens femininas em destaque. Além dela, teremos uma das maiores estrelas da atualidade, Jessica Chastain, no papel de uma vilã que ainda não foi revelada. Ah sim, precisamos levar a Mística de J-Law de brinde mais uma vez.

Estreia: 2 de novembro nos EUA.

5 | Lady Bird – A Hora de Voar

Com este filme a jovem Saoirse Ronan pode conquistar sua terceira indicação ao Oscar (já quase certa). Aqui é empoderamento feminino dentro e fora das telas, para contar a história semi biográfica de uma adolescente sonhando em voar e se libertar da vida ordinária ao lado da mãe. Fora das telas, temos a estreia da atriz Greta Gerwig na direção, que igualmente pode sair com uma nomeação ao Oscar.

Estreia: 15 de fevereiro.

6 | A Garota na Teia de Aranha

Já tivemos muitas personagens femininas empoderadas na lista. Espiãs, mutantes superpoderosas, aventureiras exploradoras, ladras de luxo e até mesmo uma adolescente teimosa, mas nenhuma delas é igual a Lisbeth Salander, uma das melhores personagens femininas já postas em tela – saída de uma série literária de sucesso. A personagem é quase uma James Bond feminina (e quem precisa de 007 quando temos Lisbeth), no sentido de que troca de intérprete quase a cada filme. Depois de Noomi Rapace e Rooney Mara, agora é a vez de Claire Foy (The Crown) dar vida à badass hacker antissocial de estilo único mais amada da sétima arte. Esta é a adaptação do quarto livro da série, nunca levado ao cinema antes.

Estreia: 19 de outubro nos EUA.

7 | A Volta de Mary Poppins

Um dos filmes mais aguardados dos últimos anos é esta continuação do musical clássico da Disney, protagonizado por Julie Andrews. A babá mágica está de volta, e seu guarda-chuva voador também, 54 anos depois de sua primeira aparição. No entanto, está um pouco mudada, agora nas formas de Emily Blunt. A verdade é que nós brasileiros teremos que esperar um pouco mais, pois o filme só estreia mesmo por aqui no início de 2019, no dia 3 de janeiro. A não ser que role alguma pré-estreia. Os sortudos que estiverem fora do país, como nos EUA, poderão conferi-lo a partir de dezembro. Quem dirige é Rob Marshall, de Chicago (2002), e no elenco temos Meryl Streep e Angela Lansbury – precisa dizer mais?

Estreia: EUA -25 de dezembro / Brasil – 3 de janeiro.

8 | Eu, Tonya

A musa Margot Robbie (que tem a mesma idade da menina Jennifer Lawrence) já foi a Arlequina, uma forte personagem feminina. Bem, amigos, estou aqui para dizer para vocês que Arlequina é pinto perto do que Robbie alcança na pele da patinadora controversa Tonya Harding. Além do filme ser incrível, a personagem é um presentão para qualquer atriz e Robbie tira de letra, mostrando pela primeira vez em sua carreira que não é apenas um rostinho bonito (eu diria lindo). Que venham todas as indicações possíveis e imagináveis, pois queremos ver Robbie no Oscar!

Estreia: 15 de fevereiro.

9 | A Grande Jogada

Jessica Chastain já apareceu nesta lista, mas para uma musa do porte dela, uma vez é pouco. No item 4 da lista, Chastain será a vilã platinada dos heróis de quadrinhos, em X-Men: Fênix Negra. Mas aqui ela é a protagonista, e assim como Margot Robbie acima, interpreta uma personalidade real, a contraventora Molly Bloom. De fato, Bloom e Tonya Harding têm muito em comum, já que ambas participaram de esportes no gelo – Bloom era esquiadora olímpica – e aderiram ao crime. A poderosa personagem de Chastain se torna rainha do submundo da jogatina ilegal de Los Angeles e passa a ser conhecida como A Princesa do Poker.  Chastain foi indicada no Globo de Ouro e pode figurar no Oscar também. O filme marca a estreia do roteirista sensação Aaron Sorkin na direção.

Estreia: 22 de fevereiro.

[adiado] 10 | X-Men: Novos Mutantes

Nota: Quando escrevemos a lista, Os Novos Mutantes ainda não havia sido adiado – agora sua estreia está programada para o início de 2019.

Outro filme dos X-Men na lista? Sim. A Fox abriu os olhos para a possibilidade de filmes de censura alta dentro de seu universo de herói dos mutantes, com Deadpool e Logan. Novos Mutantes será uma novidade também, já que se trata do primeiro filme do gênero a misturar em sua narrativa elementos fortes de terror. Fora isso, o que a Fox promete para 2018 são filmes guiados por presenças femininas marcantes. Fênix Negra traz a saga trágica de Jean Grey (Sophie Turner), transformada em genocida devido à possessão de uma entidade; e Novos Mutantes apresenta cinco jovens, dos quais se destacam as mulheres, em especial a personagem de Anya Taylor-Joy. Além disso teremos a nossa Alice Braga no papel de uma médica pra lá de suspeita. Ah, e por falar em Deadpool, o segundo, que também será lançado este ano, trará uma favorita dos fãs, a mutante Dominó (Zazie Beetz).

Estreia: 12 de abril /  22 de fevereiro de 2019 nos EUA.

11 | Alita: Anjo de Combate

Tudo bem que a Alita do título é uma robô. Mas mesmo assim, é uma robô mulher. Sim, o futuro nos mostrará que robôs terão sexo – como vimos em Ex-Machina, por exemplo. Baseado num manga de sucesso, Alita tem roteiro e produção de James Cameron, e direção de Robert Rodriguez. A jovem Rosa Salazar é quem dá vida para a criatura artificial, tentando encontrar seu lugar no mundo. Prontos para conhecerem uma das personagens que tem tudo para cravar seu nome em 2018, e quem sabe na história do cinema?

Estreia: 19 de julho.

12 | Três Anúncios para um Crime

Um dos filmes de maior prestígio nesta temporada de prêmios, Três Anúncios para um Crime levou algumas estatuetas importantes no último Globo de Ouro, como melhor atriz para Frances McDormand, coadjuvante para Sam Rockwell, e melhor filme drama. O fato aumenta consideravelmente suas chances de vitória no Oscar, deixando a indicação do filme como uma certeza. Na trama, uma mulher dura e decidida, resolve pressionar a polícia de sua cidadezinha de um jeito incomum, para que procurem com mais afinco o criminoso que estuprou e matou sua filha. Justiça é o que toda mulher pede, ainda mais uma mãe. Frances McDormand sendo esta mãe só aumenta nossa baba em relação ao longa. Quero para ontem!

Estreia: 15 de fevereiro.

13 | Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo

Se Jessica Chastain pode aparecer duas vezes na lista, é claro que Meryl Streep, a mulher mais poderosa de Hollywood, também pode. Aqui, ela reprisa Donna – ou quase isso. Bem, sem querer dar spoiler, quem já viu o trailer percebeu algo no ar. Creio que a personagem de Streep estará morta. Sua filha, por outro lado, está grávida e sem a mãe para ajuda-la neste momento tão difícil. É então que as duas melhores amigas da matriarca (vividas por Christine Baranski e Julie Walters) relembram a juventude de Donna, que precisou encarar a gravide sozinha. Nestes flashbacks, a personagem será interpretada pela gracinha Lily James. Streep, no entanto, está no elenco. Quem aparece também é Cher, no papel de avó da personagem de Amanda Seyfried. Ou seja, é mulher poderosa até não poder mais.

Estreia: 19 de julho.

14 | Aniquilação

Protagonizado por Natalie Portman, atriz vencedora do Oscar por Cisne Negro (2010), e indicada por Closer – Perto Demais (2004) e Jackie (2016), também conhecida como a apresentadora do Globo de Ouro que deixou cineastas do porte de Spielberg, Ridley Scott e Guillermo del Toro desconfortáveis com sua afirmação da presença exclusiva masculina na categoria de diretor. Além disso, Aniquilação é dirigido por Alex Garland, cineasta que depois de sua estreia com Ex-Machina, seria impossível não ficarmos de olho. Ah, quer mais girl power no longa? Então toma, Tessa Thompson, Jennifer Jason Leigh e Gina Rodriguez completam o elenco – que tem Oscar Isaac também. A notícia triste: a Paramount cancelou o lançamento do filme nos cinemas brasileiros, e Aniquilação irá aportar diretamente no mercado de home vídeo. Isso que é banho de água fria.

Estreia: 22 de fevereiro.

15 | On the Basis of Sex

Superproduções com mulheres protagonizando são uma conquista e queremos ver cada vez mais sendo lançadas. Mas também existem os filmes mais sérios que ajudam a causa, e abordam justamente o tema – geralmente em produções voltadas a prêmios. Em 2017 tivemos o lançamento de A Guerra dos Sexos – o filme feminista do ano passado, que trazia Emma Stone (recém-saída da vitória no Oscar) na pele de Billie Jean King, jogadora de tênis profissional que buscava igualdade de salário para as mulheres em relação aos tenistas homens. De quebra, ainda mostrou que uma mulher pode derrotar um homem no jogo. Este ano teremos esta obra, dirigida por Mimi Leder, grande cineasta que andava sumida, e mostra a luta de uma juíza para se tornar a primeira mulher na Suprema Corte dos EUA. Como protagonista temos uma jovem atriz empoderada, que não é estranha a premiações ou a superproduções, Felicity Jones (A Teoria de Tudo, Inferno e Rogue One). Armie Hammer e Kathy Bates completam o elenco.

Estreia: ainda não divulgada.

16 | Máquinas Mortais

Este é mais um item que traz uma mulher como protagonista de uma superprodução, em uma história grandiosa de ficção e aventura. Em 2015, a Furiosa de Charlize Theron já havia roubado o filme do protagonista em Mad Max: Estrada da Fúria. Agora, uma nova mulher ganha seu próprio Mad Max para comandar, elevado à decima potência. Baseado no livro de Philip Reeve, e com roteiro e produção de Peter ‘Senhor dos Anéis’ Jackson, a história apresenta um mundo devastado onde cidades motorizadas sobre rodas (sim, você leu certo) precisam estar sempre se movendo para não serem assimiladas por outras maiores. O trailer é simplesmente insano. Ah sim, quem protagoniza é a novata Hera Hilmar.

Estreia: 13 de dezembro.

17 | A Escolha Perfeita 3

Ano passado quando fizemos uma lista igual a esta, tratamos de incluir esta terceira parte das aventuras musicais das Bellas, nossas cantoras a capela mais amadas do cinema. Mas o que acontece é que o filme foi lançado no final de 2017, em dezembro, e só chega ao Brasil este ano. Desta forma, aqui estão as Bellas novamente, em sua despedida após três filmes. Anna Kendrick, Rebel Wilson, Brittany Snow, Anna Camp e a adicionada Hailee Steinfeld estão de volta. E dessa vez precisarão cantar contra Ruby Rose e seu grupo country, entre outros desafios. Quem dirige Trish Sie, outra cineasta mulher, depois de Elizabeth Banks (que é anunciada para o reboot das Panteras em 2019) no segundo filme.

Estreia: 8 de março.

18 | Maria Madalena

O que pode ser mais empoderado e girl power do que a personagem bíblica Maria Madalena? Descrita como pecadora em trechos da bíblia, por ter vivido uma vida de luxúria, Madalena foi uma das maiores discípulas de Cristo, e por ele perdoada e amada. Tanto que diversos teólogos e suas teorias afirmam que Madalena foi uma apóstola de Jesus, omitida da história, e inclusive casada com o Messias, com quem teve filhos. Seja como for, não deve ser exatamente esta versão que veremos neste novo filme (ou será?), no qual Madalena é interpretada pela talentosíssima Rooney Mara (duas vezes indicada ao Oscar). Esta é a história de Maria Madalena, onde Jesus Cristo, vivido por Joaquin Phoenix, é o coadjuvante. Completando o time principal, Chiwetel Ejiofor vive Pedro. A direção é de Garth Davis, que comandou Mara em Lion: Uma Jornada para Casa.

Estreia: 15 de março.

19 | Proud Mary

Este filme é representatividade em dose dupla, e consegue ainda resgatar o espírito dos filmes blaxploitation da década de 1970, que geralmente traziam personagens femininas empoderadas, descendo o cacete nos homens, vide os filmes protagonizados por Pam Grier. Aqui é Taraji P. Henson (indicada ao Oscar por O Curioso Caso de Benjamin Button) quem comanda o show na pele de Mary, uma assassina de aluguel trabalhando para a máfia em Boston. Tudo muda para a matadora quando seu caminho cruza com o de um menino, após um de seus contratos dar errado. Quem dirige é o iraniano Babak Najafi (Invasão a Londres).

Estreia: 12 de janeiro nos EUA.

20 | Colette

Com estreia marcada para o Festival de Sundance deste ano, a casa do cinema independente nos EUA, esta biografia traz Keira Knightley na pele da icônica personagem título, Sidonie Gabrielle Colette, conhecida como Colette, escritora francesa vivendo no século XIX, que consegue se libertar de um casamento abusivo, emergindo como uma das principais autoras de seu país e candidata ao prêmio Nobel de literatura. Se isso não é empoderamento feminino, não sei o que é. Também vale mencionar que do Festival de Sundance costumam surgir alguns dos candidatos ao Oscar, e nos últimos anos tivemos filmes como Manchester à Beira Mar, Capitão Fantástico, Brooklyn e Indomável Sonhadora.

Estreia: 20 de janeiro nos EUA (festival de Sundance).

Bônus:

Uma Dobra no Tempo

Superprodução de fantasia da Disney, baseado numa série de livros de sucesso, traz um grupo de mulheres bem especiais impulsionando. Primeiro, a autora Madeleine L´Engle, responsável pelos livros adaptados. Segundo, pela roteirista Jennifer Lee, que adapta o texto. Terceiro, pela diretora da obra, Ava DuVernay, cineasta renomada responsável pelo ótimo Selma  – Uma Luta Pela Igualdade (2014). E quarto, pelo elenco fantástico, que traz Oprah Winfrey, a mulher mais poderosa dos EUA, Reese Witherspoon, Mindy Kaling e Gugu Mbatha-Raw. A história mostra três jovens em busca do pai cientista (papel de Chris Pine) desaparecido, recebendo ajuda de três seres peculiares (Winfrey, Witherspoon e Kaling) em sua jornada.

Estreia: 29 de março.

Menções Honrosas:

Bumblebee – protagonista: Hailee Steinfeld.
Halloween – protagonistas: Jamie Lee Curtis, Judy Greer e Andi Matichak.
A Simple Favor – protagonistas: Anna Kendrick e Blake Lively.
O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos – protagonistas: Mackenzie Foy e Keira Knightley.
Ophelia – protagonistas: Daisy Ridley e Naomi Watts. Diretora: Claire McCarthy.
A Maldição da Casa Winchester – protagonista: Helen Mirren e Sarah Snook.
Tully – protagonista: Charlize Theron. Roteirista: Diablo Cody.
Suspiria – protagonistas: Chlöe Grace Moretz, Dakota Johnson e Tilda Swinton.
Lizzie – protagonista: Kristen Stewart.
The Women of Marwen – protagonistas: Diane Kruger, Gwendoline Christie, Janelle Monáe, Leslie Mann e Eiza Gonzáles. Roteiro: Caroline Thompson.

10 Flops que PREJUDICARAM a carreira de astros e estrelas

Hollywood é a Terra dos Sonhos. Todo ano milhares de atores lutam para se tornar o mais novo astro da maior indústria de cinema do mundo. Poucos conseguem. Existem os que até vivem seus 15 minutos de fama. Outros, até emplacam sucessos consecutivos, mas tudo o que basta é um grande fracasso, daqueles monumentais, para que as portas comecem a se fechar para determinados atores e fazer com que eles nunca mais consigam papeis de destaque no mercado. Sim, é uma área cruel e que pode acabar de uma hora para outra com sonhos. É preciso sempre levar isso em conta.

Aqui, nesta nova matéria iremos falar um pouco sobre este assunto. O tópico da matéria é justamente os atores que tiveram suas carreiras interrompidas no cinema (pelo menos da forma como eram) devido a um grande fracasso monumental que carregava seu nome como chamariz. Confira abaixo alguns dos casos mais notórios.

‘Batman & Robin’ – Alicia Silverstone

Musa adolescente dos anos 90, Alicia Silverstone fez todo jovem se apaixonar por ela graças aos clipes da banda de rock Aerosmith: Crazy, Cryin’ e Amazing. Na mesma época, continuava a seduzir rapazes e moças com filmes como Paixão Sem Limite (presente na HBO Max). Mas é claro que a atriz viraria uma estrela internacional devido ao sucesso de As Patricinhas de Beverly Hills (1995), ainda hoje seu trabalho mais marcante. Tudo o que bastou foram dois fracassos consecutivos para o nome de Silverstone sair do topo de Hollywood e ser riscado. Ninguém poderia imaginar que o quarto filme do Homem-Morcego no cinema, ‘Batman & Robin’ (1997), se tornaria motivo de piada (ainda hoje). Parecia uma escolha acertadíssima para a atriz aceitar viver a Batgirl nas telonas. Mas não foi só isso que enterraria a carreira da moça, já que no mesmo ano ela ainda cometeria ‘Excesso de Bagagem’ (1997), outro grande flop.

‘Destino Insólito’ – Madonna

Foi em 1985, no auge de sua carreira como diva pop geração MTV, que Madonna estrelaria o sucesso ‘Procura-se Susan Desesperadamente’. Dois anos depois, ela voltaria com o clássico da Sessão da Tarde, ‘Quem é Essa Garota?’. Madonna seguiria fazendo filmes na década de 90, mas vira e mexe se deparava com o fracasso de seus filmes, como ‘Corpo em Evidência’ e ‘Sobrou para Você’. Porém, nada prepararia a material girl para a flopada homérica que foi ‘Destino Insólito’ (2002), sua parceria com o maridão (na época) Guy Ritchie. Foi depois deste ‘Triângulo da Tristeza’ dos pobres que Madonna decidiu nunca mais atuar em um filme.

‘Showgirls’ – Elizabeth Berkley

Com certeza a bela Elizabeth Berkley topou participar do explícito drama erótico ‘Showgirls’ (1995) acreditando que o filme faria para sua carreira o mesmo que ‘Instinto Selvagem’ (1992) havia feito para Sharon Stone três anos antes. Berkley era conhecida pelo seriado infanto-juvenil ‘Galera do Barulho’ (Saved by the Bell), que ficou no ar de 1989 a 1992, e ganhou um revival em 2020. Assim, agarrou com unhas e dentes a oportunidade de trabalhar com o holandês Paul Verhoeven em sua nova obra sensual. Fora isso, Berkley queria mostrar que não era mais uma adolescente e sim uma bela mulher, realizando cenas verdadeiramente ousadas de nudez. ‘Showgirls’, no entanto, se tornaria um dos maiores fracassos da história do cinema, definido como um dos piores filmes de todos os tempos, e acabaria com o sonho de estrelato da atriz.

‘John Carter’ – Taylor Kitsch

Existem atores que são simplesmente, por falta de termo melhor, azarados! E o jovem Taylor Kitsch, que até possui talento como ator, é um dos casos mais claros de artista com tremenda falta de sorte. Afinal, os produtores dos maiores estúdios não querem saber se você é bom, querem é saber se você tem carisma o suficiente para colocar bundas nos assentos de cinema (ou hoje, gerar cliques nos streamings). Kitsch vinha de uma série de sucesso (‘Friday Night Lights’) e tinha sido o Gambit em ‘X-Men Origens: Wolverine’. A promessa para o ator era que o ano de 2012 o transformaria em astro, afinal ele tinha nada menos que três grandes projetos no ano – sendo dois deles grandes blockbusters. ‘Battleship: A Batalha dos Mares’ e ‘Selvagens’ (de Oliver Stone) floparam, mas o baque mais sentido foi em ‘John Carter: Entre Dois Mundos’, ainda hoje um dos maiores fracassos financeiros que a Disney já enfrentou.

‘O Guru do Amor’ – Mike Myers

Saído do humorístico ‘Saturday Night Live’, o canadense Mike Myers estava com tudo na segunda metade dos anos 90, quando lançou ‘Austin Powers’, uma sátira certeira dos filmes de 007. Antes, o comediante já havia conseguido emplacar em ‘Quanto Mais Idiota Melhor’ (1992) e sua continuação, um quadro do SNL levado ao cinema. ‘Austin Powers’ gerou duas continuações até o início dos anos 2000. Mas ao invés de tirar do papel um quarto filme do espião, Myers decidiu criar um novo personagem, a caricatura indiana Pitka em ‘O Guru do Amor’ (2008), um filme extremamente sem-graça onde nada funciona. O fracasso retumbante fez Myers dar um tempo das comédias protagonizadas por ele nos cinemas.

‘Rollerball’ – Chris Klein

Assim com Alicia Silverstone, o jovem Chris Klein se tornou “muso” juvenil graças ao seu papel como Oz em ‘American Pie’. Ele reprisaria o personagem na continuação, mas no terceiro filme já estava se achando grande demais para continuar na franquia e pretendia alçar voos mais altos. Nesse período Klein protagonizou filmes como o romance ‘Seu Amor, Meu Destino’ (2000), a comédia escrachada ‘Diga que Não é Verdade’ (2001) e o drama de guerra ‘Fomos Heróis’ (2002). Foi no mesmo ano deste último que a Columbia Pictures apostaria todas as suas fichas no ator para protagonizar a superprodução ‘Rollerball’, remake de ‘Os Gladiadores do Futuro’ (1975). O pretenso blockbuster seria execrado por crítica e público e colocaria um prego no caixão no estrelato do ator.

 

‘Aço’ – Shaquille O’Neal

Agora temos dois jogadores de basquete muitos famosos nos EUA, que resolveram arriscar e se tornar astros também no cinema. O primeiro é o boa-praça Shaquille O’Neal. O gigantesco ex-jogador da NBA de 2.16m de altura começou a arriscar na atuação com o drama ‘Blue Chips’ (1994). Depois disso, ganharia seu próprio filme para protagonizar com a comédia de fantasia para toda a família ‘Kazaam’ (1996), na qual interpreta um gênio da lâmpada realizando os desejos do menino que o encontra. Até aí tudo bem, embora não tenha sido um sucesso unânime, continuou a abrir portas para Shaq. No entanto, elas rapidamente se fechariam com a escolha seguinte do jogador no cinema, uma adaptação de quadrinhos, numa época pouco favorável a elas. ‘Aço’ (1997) é um personagem secundário da DC Comics, saído dos quadrinhos do Superman. O filme não teve nada a ver com seu material fonte e boicotou a carreira do pseudo-astro – que hoje faz pontas nos filmes de Adam Sandler.

‘Busca Explosiva’ – Dennis Rodman

Outro ex-jogador de basquete chega agora à lista. Ao contrário de Shaq, Dennis Rodman sempre foi uma figura controversa, e considerado o bad boy do esporte. Cheio de tatuagens e cabelos pintados cada hora de uma cor diferente (sempre o loiro o preferido), Rodman adorava se vestir de mulher, por exemplo. Usava maquiagem e vestido de noiva, clamando ter casado com si próprio. Hoje, seu comportamento seria até mais aceitável, mas nos anos 90 era manchete atrás de manchete. Aproveitando esse hype, Rodman estrelaria seu primeiro blockbuster ao lado do astro da ação Jean-Claude Van Damme. O filme escolhido foi ‘A Colônia’ (1997), que na época até fez relativo sucesso. Mas então veio ‘Busca Explosiva’ (Simon Sez, 1999), que muitos pensam ser a continuação do filme citado, mas não é. Uma curiosidade é que Robert Downey Jr. estrelaria ao lado de Rodman neste longa, mas resolveu desistir do projeto sendo substituído por Dane Cook. Ainda bem para o nosso Homem de Ferro, já que o filme colocou um ponto final na carreira de Rodman como protagonista.

‘A Ilha da Garganta Cortada’ – Geena Davis

Até mesmo grandes estrelas estabelecidas e prestigiadas em Hollywood podem vir a ser destronadas, dependendo do tamanho do fiasco no qual estejam envolvidas. Geena Davis levou o Oscar por ‘O Turista Acidental’ (1988) e nos anos 80 participou de filmes ainda hoje muito queridos como ‘A Mosca’ (1986) e ‘Beetlejuice’ (1988). Davis adentrou a década de 90 com uma nova indicação ao Oscar por ‘Thelma & Louise’ (1991), e sucessos como ‘Uma Equipe Muito Especial’ (1992) e ‘Herói por Acidente’ (1992). Tudo mudaria para a estrela com a união com o então companheiro, o diretor Renny Harlin. Seu primeiro projeto juntos foi o ambicioso filme de piratas ‘A Ilha da Garganta Cortada’ (1995), que praticamente faliu a MGM. Depois disso, ainda lançaram outro filme juntos, ‘O Despertar de um Pesadelo’ (1996), mas o estrago já estava feito e a carreira de Davis nunca mais foi a mesma.

‘Tank Girl’ – Lori Petty

Muitos podem não lembrar e os mais novos podem nunca ter ouvido falar dela, mas Lori Petty era um nome promissor no início dos anos 90, e caminhava para se tornar uma estrela. Na época, a atriz participou de sucessos como ‘Caçadores de Emoção’ (1991), com Keanu Reeves e Patrick Swayze; foi a irmã de Geena Davis em ‘Uma Equipe Muito Especial’ (1992); e no querido infanto-juvenil ‘Free Willy’ (1993). No entanto, sua grande chance ocorreria em 1995, quando iria protagonizar e carregar nas costas a adaptação de quadrinhos alternativos ‘Tank Girl’, numa época em que tais produções estavam bem longe de ser o que se tornaram. Embora seja divertido e tenha sido redescoberto hoje como obra cult, em sua época de lançamento a superprodução flopou e derrubou também a carreira de Lori Petty.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Diretores explicam como Groot levantou a arma de Thor

Thor forjou uma nova arma mortal para derrotar Thanos em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, mas o que deixou os fãs curiosos mesmo foi o fato do Groot conseguir erguer o Stormbreaker. Os diretores, então, se prontificaram a esclarecer este mistério:

“O Mjolnir requer que a pessoa seja digna, mas o Stormbreaker não,” eles disseram.

Então, aparentemente qualquer um pode levantar o Stormbreaker. Simples, não?

Um vídeo promocional do blu-ray está circulando na internet. Nele, a Marvel explica exatamente qual o poder de cada uma das Joias do Infinito.

Destaque para a Joia da Alma, a pedra que menos apareceu no MCU até agora. No vídeo, seu poder é “controlar a vida e a morte”. Confira:

Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.

Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.

Joia da Realidade: Dobrar a realidade à sua vontade.

Joia do Poder: Destruir qualquer coisa em seu caminho.

Joia da Mente: Criar ou alterar consciências.

Joia da Alma: Controlar a Vida e a Morte.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 02 de maio de 2019.

‘Scary Stories to Tell in the Dark’ ganha novo cartaz sinistro; Confira!

O terror ‘Scary Stories to Tell in the Dark‘, produzido por Guillermo del Toro e pela CBS Films, ganhou um novo cartaz sinistro.

Confira:

Dirigido por André Øvredal (‘A Autópsia‘), o filme é baseado em um livro de contos publicado em 1981.

A trama segue um grupo de adolescentes que precisa resolver o mistério por trás das repentinas e macabras mortes que estão acontecendo em sua pequena cidade.

O elenco inclui Zoe Colletti, Michael Garza, Gabriel Rush, Austin Abrams, Dean Norris, Gil Bellows, Lorraine Toussaint, Austin Zajur Natalie Ganzhorn.

O longa será lançado durante o concorrido verão norte-americano, no dia 9 de agosto de 2019.

‘O Juízo’: Fernanda Montenegro dá show de atuação em novo clipe do suspense

A Paris Filmes divulgou um novo clipe do suspense sobrenatural espírita ‘O Juízo‘.

Confira:

Estrelado por Fernanda Montenegro e dirigido por seu genro, Andrucha Waddington, o longa estreia dia 12 de dezembro nos cinemas.

O filme conta a história de Augusto Menezes (Felipe Camargo) que está em crise no casamento com Tereza (Carol Castro). Na esperança de colocar sua vida nos eixos, depois de perder o emprego na cidade e sofrer com o alcoolismo, decide mudar-se com a mulher e o filho Marinho (Joaquim Torres Waddington em sua estreia nos cinemas) para uma fazenda herdada do avô. Mas a propriedade carrega uma história de traição e vingança que pode custar mais caro a Augusto e sua família do que ele imaginava.

‘3%’: Elenco discute sobre o legado da série em novo vídeo; Assista!

Para promover o lançamento da última temporada da série brasileira ‘3%‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com o elenco falando sobre o legado e o impacto da produção.

Confira:

Na última temporada, o conflito entre a Concha e o Maralto está escancarado e uma guerra é iminente. Mas, enquanto o Processo 108 se inicia sob uma liderança nova e ainda mais agressiva, os integrantes da Concha são convidados para uma visita diplomática ao Maralto. A proposta de paz acaba sendo o pretexto para a destruição que definirá o futuro desse mundo dividido.

A série foi criada por Pedro Aguilera.

A trama se passa em um mundo no qual todas as pessoas, ao completarem 20 anos, podem se inscrever para um processo seletivo que os levará a um “novo mundo”, cheio de oportunidades e promessas de uma vida melhor. Apenas 3% das pessoas são aprovadas para ingressarem nessa área, mas, até lá, um processo bastante cruel é imposto aos candidatos.

João Miguel, Bianca Comparato, Zezé Motta, Rodolfo Valente, Vaneza Oliveira, Michel Gomes, Rafael Lozano e Viviane Porto estrelam.

‘Mestres do Universo’: Noah Centineo deixa o elenco da adaptação live-action

De acordo com o Collider, Noah Centineo (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’) deixou o elenco da adaptação live-action de ‘Mestres do Universo‘, e não interpretará mais o protagonista He-Man.

Vale lembrar que a Sony Pictures havia removido indefinidamente o projeto de seu calendário de lançamentos, levantando dúvidas sobre a continuidade da produção.

Esclarecimentos sobre o futuro da adaptação devem ser divulgados em breve. Fiquem ligados!

Adam e Aaron Nee (‘Lost City of D’) serão responsáveis pela direção.

Art Marcum e Matt Holloway (‘Homem de Ferro’) escreveram o roteiro.

Relembre a sinopse:

“O Rei Randor é um grande guerreiro de Eternia, descendente dos Grayskulls, e pai de dois filhos: Adam e Keldor, que é escolhido como herdeiro para o trono, enquanto que seu irmão, Adam, é jovem, irresponsável, a ovelha negra da família. Como o relacionamento de Adam com seu pai é tenso, Keldor é tido como um filho perfeito, amado por seu pai, porém o destino de Eternia é posto em risco. Com seu reino em perigo, Randor coloca seu povo como prioridade, traindo Keldor, e iniciando uma série de eventos que o levam a se tornar o icônico vilão Esqueleto.”

O longa será baseado na popular linha de brinquedos da Mattel, que rendeu uma popular série animada (1983-85), além do filme live-action de 1987, estrelado pelo Dolph Lundgren.

‘Pânico’: Ghostface ataca em novos comerciais NACIONAIS; Confira!

A Paramount Pictures divulgou novos comerciais nacionais do próximo filme da franquia ‘Pânico‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

‘Chucky’: 2ª temporada ganha novas imagens oficiais; Confira!

A revista SFX Magazine divulgou novas imagens oficiais da 2ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade aos eventos da clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

Lembrando que o próximo ciclo irá estrear no dia 5 de outubro nos EUA. No Brasil, a produção é exibida pelo serviço de streaming do Star+.

A segunda temporada contará com o retorno de Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpretará Glen/Glenda.

Sutton Stracke, Joe Pantoliano, Tony Nappo, Meg Tilly Lara Jean Chorostecki também farão parte dos novos episódios.

Anteriormente, Mancini falou sobre a possibilidade de enviar o Chucky ao espaço, levando-nos a crer que ele não descarta a ideia.

“Eu nunca senti que havia um limite sobre o que eu pudesse fazer com o Chucky. Ele é um personagem muito versátil e se encaixa em diversos tons e gêneros – seja terror, comédia ou uma mistura de ambos. Acredito que o personagem é complexo o suficiente para ir para qualquer lugar… até mesmo ao espaço. Apesar de ter dado essa ideia como uma brincadeira, acredito que ela daria um filme divertido.”

Ele completa, “Quando [as franquias de terror] enviam seus vilões para o espaço, geralmente é uma indicação que eles foram longe demais. Mas quem não gostaria de ver o Chucky em um pequeno traje de astronauta?”

‘The Walking Dead’: Derivado focado em Rick e Michonne ganha logo, título e sinopse oficial; Confira!

A AMC divulgou o logo oficial do novo spin-off de ‘The Walking Dead‘, que será focado em Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira)

A série derivada será intitulada ‘The Walking Dead: Rick & Michonne‘.

Além disso, a emissora também compartilhou a nova sinopse da produção:

“A história de amor entre Rick Grimes e Michonne é mudada por um mundo diferente. Afastados pela distância. Por um poder inabalável. Será que eles irão conseguir encontrar um ao outro e a si mesmos em uma situação nunca antes vista?”

Confira o logo:

Vale lembrar que as filmagens da produção já foram finalizadas!

Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

Anteriormente prevista para julho deste ano, a série só vai estrear em 2024.

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

O Mal Não Existe

(Evil Does Not Exist)

Elenco:

Hitoshi Omika
Ryo Nishikawa
Ryuji Kosaka

Direção: Ryusuke Hamaguchi

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Julho de 2024

Sinopse: 

Em O MAL NÃO EXISTE, Takumi e sua filha Hana moram na vila de Mizubiki, perto de Tóquio. Um dia, os habitantes da aldeia tomam conhecimento de um plano para construir um retiro perto da casa de Takumi, oferecendo aos moradores da cidade uma fuga confortável para a natureza.

Crítica: 

Crítica | ‘O Mal não Existe’ – Crítica social alcança sua força através do olhar sensível de um dos cineastas japoneses mais elogiados da atualidade

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Ryûsuke Hamaguchi também assina o roteiro, que é baseado em um conceito original criado ao lado de Eiko Ishibashi;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Diretor DEFENDE a temática mostrada no terror ‘Acompanhante Perfeita’ [SPOILER]

*SPOILERS ABAIXO SOBRE O TEMA DO FILME*

Após o lançamento do novo trailer de ‘Acompanhante Perfeita‘ (Companion), o mistério em torno da narrativa do longa foi revelado. O terror terá como protagonista uma robô, desenvolvida para ser a namorada perfeita, que se torna ciente e se revolta.

Em entrevista ao Entertainment Weekly, o diretor Drew Hancock defendeu a revelação do spoiler no trailer, afirmando que foi necessário para diferenciar este filme dos outros semelhantes no gênero.

“O lado positivo de mostrar ao público que este é um filme sobre uma robô é que é uma forma de se antecipar a qualquer um que o descarte como mais um filme qualquer de robôs. Seria muito fácil receber comentários tipo ‘É como ‘M3GAN’ ou aquele filme da Megan Fox’. Então é diferente quando ressaltamos: ‘Esse é um filme de robô, mas é diferente de qualquer outro lançamento anteriormente’.”

Ele completa, “Este filme não segue a história de uma Inteligência Artificial que deu errado, mas sim uma Inteligência Artificial que deu certo.”

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) e Jack Quaid (‘The Boys’), o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de janeiro.

Além de assinar o roteiro, Drew Hancock faz sua estreia diretorial.

O elenco ainda conta com Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’), Lukas Gage (‘Você’), Megan Suri (‘It Lives Inside’) e Rupert Friend (‘Obi-Wan Kenobi’).

Zach Cregger, diretor de ‘Noites Brutais‘, é responsável pela produção.

‘The Life of a Showgirl’: Novo filme da Taylor Swift arrecada US$ 33 milhões em estreia nos EUA

Sucesso! O novo filme da Taylor Swift, que está sendo descrito como um evento cinematográfico ligado ao seu 12º álbum de estúdio – intitulado The Life of a Showgirl –, estreou no topo das bilheterias nos EUA.

A produção arrecadou US$ 33 milhões em seu primeiro final de semana no país.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 13 milhões através de 54 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 46 milhões.

Além disso, a artista tem dominado as paradas musicais, com seu novo disco registrando a maior estreia do ano no Spotify (um recorde quebrado em menos de 11 horas).

Crítica em Vídeo | Taylor Swift transforma o mundo em seu próprio palco com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

Intitulado ‘The Official Release Party of a Showgirl‘, o filme será lançado nos cinemas nacionais apenas no dia 24 de outubro.

Vale lembrar que o álbum já foi lançado. O compilado de originais já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta com 12 faixas inéditas.

Confira a tracklist:

1. “The Fate of Ophelia”
2. “Elizabeth Taylor”
3. “Opalite”
4. “Father Figure”
5. Eldest Daughter”
6. “Ruin the Friendship”
7. “Actually Romantic”
8. “Wi$h Li$t”
9. “Wood
10. “CANCELLED!”
11. “Honey”
12. “The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter)”

O último álbum de Swift foi The Tortured Poets Department, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’‘Folklore’‘Midnights’.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’‘Red’‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

‘Nightborn’: Terror com astro de ‘Harry Potter’ explora os horrores da maternidade; Confira o trailer!

O terror ‘Nightborn‘, estrelado por Rupert Grint (‘Harry Potter’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Hanna Bergholm (‘Ninho do Mal’) é responsável pela direção.

Sonhando em construir a família perfeita, Saga e seu marido britânico, Jon, mudam-se para a casa isolada onde ela passou grande parte da infância, nas profundezas da floresta finlandesa. No entanto, assim que o bebê nasce — e apesar de todos ao seu redor tentarem tranquilizá-la —, Saga sente que há algo terrivelmente errado com o filho. À medida que o casamento começa a desmoronar, Jon tenta apoiar a esposa, mas apenas Saga suspeita da terrível verdade sobre o recém-nascido.

Seidi Haarla (‘Compartimento Nº 6’) também estrela a produção. O elenco ainda conta com Pamela Tola, Pirkko Saisio, Rebecca LaceyJohn Thomson.

O terror será lançado no Shudder no dia 31 de julho.

Famke Janssen toparia voltar a viver Jean Grey em ‘X-Men’

A atriz Famke Janssen admitiu que não sabia nada sobre ‘X-Men’ quando conquistou o papel de Jean Grey para o primeiro filme da saga, lançado em 2000.

Durante a Denver Comic Con, ela foi questionada sobre o assunto e foi realmente franca, dizendo que foi justamente o papel que a estimulou a fazer uma densa pesquisa para se aprofundar sobre a história e os personagens.

Segundo ela:

“Eu sei que isso é péssimo, principalmente porque eu estou diante dos fãs verdadeiros, aqueles que sempre amaram os quadrinhos. Mas eu não sabia nada e quando era questionada, sempre dizia que já tinha ouvido falar e só. Mas depois que eu consegui o papel comecei a ler os quadrinhos e fiquei impressionada. E eu sabia da grande responsabilidade que seria interpretar a Jean Grey, pois todos amam os personagens de ‘X-Men’ e estes leitores possuem compreensões bem específicas de quem cada um deles é e como deveriam ser retratados no cinema”.

Questionada se voltaria a viver a personagem, a atriz não exitou:

“Voltaria a vivê-la a qualquer momento que me chamassem. A personagem é parte de mim”.

A última vez que ela interpretou Jean Grey foi em uma participação especial em ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘.

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×02: ‘Unwomen’ – O som do silêncio se rompe em episódio doloroso

O direito à expressão não se trata apenas de uma virtude da sociedade contemporânea. Absolutamente inerente, ele é o símbolo de tudo aquilo que faz parte do ser humano. Suas emoções, sua razão, a racionalização daquilo que o rodeia, a maneira como as circunstâncias são absorvidas e processadas no íntimo. A expressividade é a linguagem multifacetada com a qual nos comunicamos.

Em The Handmaid’s Tale, já sabemos que nada disso tem valor em um contexto totalitarista e fundamentalista cristão. Em frangalhos, essa expressão se desfalece de vez entre rascunhos inacabados, textos jamais finalizados e jornais interrompidos no auge de sua impressão. Se na primeira temporada observamos o fim da imprensa – reduzida a apenas um lembrete do passado, em revistas femininas antigas -, na segunda compreendemos a dimensão deste silêncio. Muito mais que o fim do som das teclas frenéticas de um notebook que hospeda uma nova matéria jornalística, cada um desses representantes do povo também guarda em si uma dolorosa história que quase se apaga em meio a marcas de tiro e manchas de sangue.

Mas o episódio ‘Unwomen’ não se trata apenas disso. Como se já não fosse doloroso o bastante ver o veículo The Boston Globe (aquele mesmo que desmascarou uma histórica e trágica lista de abusos sexuais cometidos pela Igreja Católica) se transformar em um galpão assustador e empoeirado, adentramos o campo aberto e isolado que configura as Colônias. Acinzentado e lúgubre, a luz do sol parece não penetrar o amplo espaço, cercado por uma poluição tóxica profunda, um solo terrivelmente improdutivo e rostos cansados, marcados pelo cenário. E embora os semblantes escondam uma pequena juventude, a cor carvão enlameia os traços e salienta linhas de expressão que poderiam até ser coisas da idade, mas que de fato são reflexos de um emocional absolutamente fragilizado pela pressão e opressão. Dois contextos tão distintos, mas tão iguais.

Nessas duas extremidades somos apresentados a um leque de novas histórias. Emily, vivida por Alexis Bledel, ganha novas camadas. Somos absorvidos por um flashback pesado e percorremos os corredores de uma bela universidade onde a jovem tenta lidar com a homofobia, à medida que vê toda sua experiência profissional e sua vida particular serem reduzidas a sua orientação sexual. O complexo conflito já anuncia fragmentos do que seria a Gilead. Perceptíveis, mas também comuns em um mundo onde a intolerância de todos as espécies ainda persiste, seria difícil perceber que algo muito maior que o preconceito nascia ali. Talvez seja por isso que a imprensa tenha sido calada. Acostumada a submergir além do óbvio através de um trabalho investigativo, talvez ali nascesse a resistência antes do golpe. Se o golpe não tivesse sido tão certeiro como foi.

Em um contraste entre dois presentes e dois passados, o poder da expressividade entra em cena como o grande protagonista, delineando toda a trama em dois arcos que já se cruzaram na primeira temporada, conforme explora uma fotografia que maltrata os olhos da audiência em um roteiro impecável. Enquanto passeamos pelos pensamentos da Emily, andamos também pelos cascalhos tóxicos das Colônias, nos caminhos da personagem que assume para si o papel de enfermeira, de cuidadora. Na outra extremidade, June tenta encontrar alento em um novo esconderijo, apenas para descobrir uma narrativa quase alternativa, com novas histórias registradas em memorabilias, bilhetes e fotos. Pessoas desconhecidas e sem nomes, mas que se expressam de maneira gritante no passado que infelizmente ficou para trás.

Em ‘Uwomen’, até uma das referências mais prazerosas da cultura Pop perde seu vigor. Mostrada como apenas uma lasca de uma época que talvez jamais volte a existir, ela ganha um sabor agridoce, um simbolismo de impactar os corações e uma tristeza profunda. As gargalhadas que acompanham esse pequeno estilhaço do que a vida era se perdem e ecoam em uma redação vazia de pessoas, mas cheia de histórias registradas. The Handmaid’s Tale já provou que possui um conto muito maior que aquele relatado com maestria por Margaret Atwood, mas conseguiu ir ainda mais além, mostrando que aquela jornada de sofrimento será mais dolorosa do que eu e você possamos imaginar.

‘Da 5 Bloods’: Ator de ‘Infiltrado na Klan’ vai estrelar novo filme de Spike Lee

Após vencer o Oscar por ‘Infiltrado na Klan‘, o cineasta Spike Lee está de volta aos sets de filmagem, para mais um novo projeto.

Lee vai comandar o longa ‘Da 5 Bloods‘, que ainda vai contar com o retorno de um dos atores de seu recém premiado filme.

De acordo com o Deadline, Paul Walter Hauser vai novamente trabalhar com o diretor, assumindo o papel de Simon, descrito na trama como um trabalhador que possui minas terrestres no Vietnã e é tomado como refém.

A história acompanha um grupo de veteranos da Guerra no Vietnã, que retornam para a selva numa tentativa de redescobrir a inocência que perderam no tempo em que serviram.

O elenco de Da 5 Bloods‘ traz nomes de peso, já contando com Chadwick Boseman, Jean Reno, Jonathan Majors, e Giancarlo Esposito.

‘Space Jam 2’: Papel secreto de Don Cheadle é supostamente revelado

O astro Don Cheadle, da franquia de ‘Os Vingadores‘ fará parte da sequência ‘Space Jam 2’. E, aparentemente, seu papel secreto fora revelado por um colega de trabalho.

Durante sua participação no podcast Clip City, o ator Paul Scheer, colega de Cheadle na série ‘Black Monday‘, revelou sobre que tipo de personagem o intérprete da Máquina de Combate viverá nas telonas, na aguardada sequência.

Segundo ele:

“Na verdade, Don Cheadle, com quem eu trabalho na série ‘Black Monday‘, é o cara mau de ‘Space Jam 2‘ e ele me disse que o LeBron James é incrível. Ele também estava incrível no filme ‘Descompensada‘”.

Vale ressaltar que a estreia da produção, programada para 2021, segue dentro de seu calendário.

Recentemente, um usuário do Twitter compartilhou algumas que fotos trazem O Máskara, o Coringa, além da famosa Bruxa Malvada do Oeste nos bastidores do longa.

Confira:

A Warner Bros. recrutou Malcom D. Lee – de ‘Todo Mundo em Pânico 5‘ – para comandar o projeto.

O elenco conta com LeBron James e Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’), que dará vida à esposa de James na continuação.

Don Cheadle completa o elenco.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi lançado em 1996 e era estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

Confira as imagens dos uniformes

O uniforme dos mocinhos, o lendário Tune Squad
O uniforme dos vilões vem com uma aparência mais urbana

Space Jam 2 tem estreia marcada para 14 de Julho de 2021.

 

Confira as estreias da Netflix nesta semana

O mês de março segue a todo vapor e mais uma semana está entre nós e ela promete diversos lançamentos na plataforma de streaming da Netflix.

E entre as estreias estão o novo programa infantil apresentado pela ex-primeira dama Michelle Obama, intitulado ‘Waffles + Mochi‘ e a nova série espanhola ‘Sky Rojo’.

E para você não perder nada, separamos a agenda completa de títulos que chegam na grade de programação ao longo desta semana!

15/03

O Reino Perdido dos Piratas
Esta série documental mostra como os verdadeiros piratas do Caribe roubavam riquezas com violência e formaram uma república surpreendentemente igualitária.

This is Personal: A Marcha das Mulheres
Este documentário mostra a mobilização de milhões de pessoas para a Marcha das Mulheres logo após a posse de Donald Trump em 2017.

16/03

RebellComedy: Straight Outta the Zoo
Os comediantes do RebellComedy sobem ao palco e abordam temas como identidades trocadas, ser “o engraçado da turma” e a anatomia das estrelas-do-mar.

Waffles + Mochi
Protagonizado por Michelle Obama, a produção apresenta dois bonecos curiosos que viajam pelo mundo explorando as maravilhas da comida e das culturas de onde passam, aprendendo sobre ingredientes de todo o planeta.

17/03

Sob Suspeita: O Caso Wesphael
Baseada em um crime real, esta série traz o famoso caso do político belga Bernard Wesphael, acusado de assassinar a esposa em 2013.

Educação Americana: Fraude e Privilégio
Este documentário investiga o responsável por um esquema de suborno que garantia a entrada de herdeiros de famílias ricas e famosas nas melhores faculdades dos Estados Unidos.

18/03

Cabras da Peste
Ao estilo de filmes buddy cop, mas com um toque à brasileira, dois policiais (Matheus Nachtergaele e Edmilson Filho) totalmente incompatíveis e de regiões diferentes do país são forçados a trabalhar juntos para desmascarar uma quadrilha que atua no Ceará e em São Paulo.

B: The Beginning: Temporada 2
Quando Keith é levado e alguém do passado de Koku ressurge, o assassino B e todos os outros são arrastados para uma conspiração envolvendo a coroa.

19/03

F1: Dirigir para Viver: Temporada 3
Lewis Hamilton, Max Verstappen e outros grandes pilotos buscam a bandeira quadriculada enquanto a COVID-19 vira o mundo de pernas para o ar e encurta a temporada de 2020.

Sky Rojo
Para fugir de um cafetão e seus capangas, três mulheres embarcam em uma jornada alucinante em busca da liberdade. Dos criadores de La Casa de Papel.

Sem Filhos
Ele se apaixonou por uma mulher que odeia crianças. Mas ele tem uma filha de 9 anos que decide fingir que é sua irmã. O que poderia dar errado?

Alien TV: Temporada 2
Os repórteres alienígenas Ixbee, Pixbee e Squee voltam à Terra e aprendem mais sobre estranhos costumes humanos e invenções como trens e a moda.

Família em Concerto
Uma jovem quer ser cantora country e encontra a banda ideal trabalhando como babá em uma família cheia de talentos musicais.

21/03

A Febre do Rato
“Febre do rato”, no Nordeste, se refere a algo fora de controle. É como está Zizo (Irandhir Santos), poeta anarquista que publica o jornal que dá nome ao filme. Com Nanda Costa, Matheus Nachtergaele e Juliano Cazarré.

Confira TODAS as estreias da Netflix no mês de novembro

O mês de novembro está se aproximando e a Netflix segue renovando sua grade de programação, trazendo uma nova leva de filmes e séries. Em contrapartida, algumas produções começam a se despedir da plataforma, em virtude do fim do contrato de exibição firmado entres os estúdios e o streaming.

Mas em se tratando das próximas novidades que chegam em breve ao serviço, teremos a aguardada estreia da primeira parte da 4ª temporada de Manifest, da série de terror cômico Wandinha, além dos novos episódios de Cuphead.

Já em se tratando dos filmes, temos a chegada de Enola Holmes 2, o romance natalino Uma Quedinha de Natal, além do drama cult O Milagre.

E para você não perder nenhum lançamento, separamos a agenda completa de estreias da Netflix em novembro. Confira e já comece a planejar suas futuras maratonas!

01/11

Young Royals: Temporada 2
Lutando para aceitar seus novos deveres reais, Wilhelm teme que o título de príncipe herdeiro coloque em risco tudo o que ama.

Hackers no Controle
Acusada de assassinato após expor uma violação de privacidade, uma hacker precisa fugir da polícia enquanto tenta descobrir quem armou para ela.

12 Presentes de Natal
Uma artista fracassada começa a trabalhar como personal shopper de um publicitário estressado. Mas ele não está interessado apenas nas compras.

Na Terra do Natal
Ao herdar o terreno da avó, uma nova-iorquina precisa decidir se vende tudo ou recupera a produção de árvores de Natal da família em uma cidadezinha festiva.

A Casa Mágica da Gabby: Temporada 6
Gabby, Pandy e seus colegas felinos vivem novas aventuras na casa mágica, onde brincam de se fantasiar, viram super-heróis e aprontam muito!

Acampamento Intergaláctico
Ronaldo acredita em alienígenas. Quando ele e sua irmãzinha conquistam uma vaga para participar do Acampamento Intergaláctico, eles descobrem algo extraordinário.

02/11

Gol Contra
Baseada no assassinato de Andrés Escobar, esta série mostra a ligação entre o futebol e o tráfico de drogas na Colômbia dos anos 1980 e 1990.

Sally: Fisiculturismo e Assassinato
Amigos, familiares e a própria Sally McNeil relembram o chocante assassinato de um fisiculturista, cometido em um dos dias mais românticos do ano.

03/11

Blockbuster
O gerente da última Blockbuster em atividade luta para manter a loja aberta e a equipe feliz em meio à concorrência feroz e ao caos sentimental.

O Príncipe Dragão: Temporada 4
Dois anos depois, Claudia está ainda mais envolvida com a magia do mal. Callum, Ezran e seus amigos tentam impedi-la de libertar o poderoso Aaravos.

04/11

Manifest: Temporada 4
Em meio ao caos, a família Stone e os passageiros do voo 828 tentam entender seus chamados e os sinais sinistros que continuam a aparecer.

The Fabulous
Quatro amigos correm atrás do sonho de entrar para a elite da moda enquanto lidam com empregos exigentes, dilemas amorosos e a vida noturna coreana.

Os Corretores de Beverly Hills
Quando a filha do chefe entra para os negócios da família, ela precisa dar um jeito de ser levada a sério pelos corretores mais experientes da Agency.

Enola Holmes 2
Em seu primeiro caso oficial, Enola (Millie Bobby Brown) precisa encontrar uma menina desaparecida. Para isso, ela conta com a ajuda dos amigos e do irmão Sherlock (Henry Cavill).

O Cavaleiro do Rei
Com a morte do rei, um cavaleiro obedece à tradição e se sacrifica para servir seu governante no além. Só que uma súbita tragédia acontece.

Lookism
Em uma sociedade que favorece a beleza, um estudante leva uma vida dupla, alternando entre corpos com aparências totalmente opostas.

08/11

A Família Noel 2
A função do Papai Noel é entregar presentes. Mas depois de herdar as rédeas do avô Noël, Jules recebe uma carta de uma garota com um pedido especial.

09/11

The Crown: Temporada 5
Com Diana e Charles agitando a mídia, a Rainha Elizabeth II enfrenta seu maior desafio nos anos 1990: o debate público sobre o papel da monarquia.

Futebol em Apuros
Um cientista malvado rouba o talento de jogadores de futebol. Para recuperar suas habilidades, eles contam com a ajuda de quatro jovens fãs.

Esquemas da FIFA
Disputas, poder, política. Um mergulho na história da FIFA revela muitas controvérsias e o que é preciso para sediar uma Copa do Mundo.

10/11

Warrior Nun: Temporada 2
Ava e as irmãs da Ordem se unem a novos aliados para derrubar um falso profeta determinado a dominar o mundo.

Uma Quedinha de Natal
Depois de perder a memória em um acidente, uma herdeira mimada (Lindsay Lohan) fica sob os cuidados de um charmoso viúvo e sua filha na época do Natal.

Bala Perdida 2
Depois de limpar seu nome, o mecânico Lino tem um único objetivo: vingar-se dos policiais corruptos que mataram seu irmão e seu mentor.

O Estado do Alabama vs. Brittany Smith
Este documentário mostra a história angustiante de uma mulher em julgamento por matar o homem que a atacou.

11/11

Curta Essa com Zac Efron: Temporada 2: Austrália
Zac e Darin vivem uma grande aventura na Austrália, explorando a biodiversidade e a cultura do país e os esforços para protegê-las .

Papel de Rainha
Uma rainha temperamental precisa transformar um de seus filhos arruaceiros no próximo rei de Joseon e ainda enfrentar a concorrência pelo trono.

O Dragão do Meu Pai
Em uma ilha misteriosa cheia de animais ferozes, um garoto vive aventuras fantásticas ao lado de um amigo muito especial. Estrelado por Gaten Matarazzo, Ian McShane e Whoopi Goldberg.

Monica, O My Darling
Um especialista em robótica se envolve em uma trama de paixão e assassinato. Mas nada é o que parece, nem a morte.

Não Vá
Abandonado inesperadamente pela namorada, Semih precisa confrontar o passado se quiser encontrar respostas sobre seu relacionamento.

A História do Cinema Negro nos EUA
O historiador e crítico cultural Elvis Mitchell traça a evolução e a revolução do cinema negro, de suas origens ao impacto dos filmes da década de 1970.

Em Busca do Enfermeiro da Noite
Este documentário mostra como a polícia provou que o enfermeiro intensivista Charles Cullen matou pacientes e como ele quase escapou ileso.

12/11

Coração de Cowboy
Cansado de sua empresária despreparada e da cena sertaneja, o desencantado cantor Lucca volta ao interior para se reconectar com suas raízes e seu primeiro amor.

14/11

O Método de Stutz
Entrevistado pelo ator Jonah Hill, o famoso psiquiatra Phil Stutz fala sobre suas primeiras experiências de vida e seu método terapêutico exclusivo.

Teletubbies
Tinky-Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po embarcam em aventuras divertidas que ajudam as crianças a aprender e crescer nesta nova versão da série clássica.

15/11

Fuga Premiada
Correndo contra o tempo, celebridades tentam despistar caçadores para conquistar um grande prêmio em dinheiro.

Jurassic World: Acampamento Jurássico – Aventura Escondida
Uma grande tempestade, pouca comida e dinossauros famintos à solta. Neste especial interativo, os campistas contam com você para sobreviver.

16/11

Um de Nós Está Mentindo: Temporada 2
Um novo membro se junta ao Quinteto de Bayview, e o grupo se vê ameaçado por uma figura misteriosa que sabe exatamente o que eles fizeram.

Riverdale: Temporada 6
O clima é sombrio, mas Archie, Betty, Cheryl, Veronica e Jughead encaram uma nova temporada de incertezas em sua (assustadora) cidade natal.

O Milagre
Em 1862, uma enfermeira inglesa (Florence Pugh) assombrada pelo passado vai a um vilarejo irlandês para investigar o jejum supostamente milagroso de uma jovem.

Racionais: Das Ruas de São Paulo Pro Mundo
Armados apenas com a música, o influente grupo de hip-hop Racionais MC’s transformou a poesia de rua em um movimento poderoso no Brasil e no mundo.

Em Suas Mãos
Com a retirada das forças ocidentais, a mais jovem prefeita do Afeganistão enfrenta perigos mortais na luta por educação para a próxima geração.

17/11

1899
A viagem de um grupo de imigrantes a caminho do novo continente se transforma em um pesadelo quando encontram outro navio à deriva. Dos mesmos criadores de Dark.

Disque Amiga para Matar: Temporada 3
Jen e Judy ficaram amigas por causa de um atropelamento. Agora, outro acidente chocante vai alterar o futuro dessa amizade.

Natal com Você
Em busca de inspiração para uma música, uma pop star decide realizar um desejo de Natal e acaba encontrando uma chance no amor.

Eu Sou Vanessa Guillen
Aos 20 anos, Vanessa Guillen foi encontrada morta em uma base militar dos EUA. Sua família não ficou em silêncio e lutou por justiça e mudança.

18/11

Elite: Temporada 6
Em Las Encinas, os jovens estão em busca de amor, vingança ou milhões de seguidores. Mas será que eles vão sobreviver?

Somebody
Uma programadora cria um aplicativo de namoro em busca de um match, mas acaba encontrando um serial killer que usa a plataforma para atrair vítimas.

Le Monde de demain
Esta série acompanha dois amigos de origens humildes, que contribuíram para o nascimento e a ascensão do hip-hop francês.

Departamento de Conspirações: Parte 2
Na Cognito Inc., as conspirações são um trabalho em tempo integral. Esta série acompanha a rotina de um caótico escritório que controla secretamente o mundo.

Terra dos Sonhos
Uma jovem órfã corajosa embarca em uma jornada pela terra dos sonhos para encontrar uma pérola mágica e realizar seu maior desejo. Com Marlow Barkley e Jason Momoa.

Violence Action
Durante o dia, ela é uma estudante meiga. Mas à noite, ela se transforma em uma assassina que está prestes a enfrentar seu maior desafio até hoje.

Cuphead – A Série: Temporada 3
Acompanhe as desventuras do impulsivo Xicrinho e seu ingênuo irmão Caneco nesta série de animação baseada no famoso videogame.

21/11

My Little Pony: Deixe sua Marca – Capítulo 3
Chegou a hora de fazer desejos! Será que os pôneis vão conseguir celebrar as tradições natalinas e ainda voltar a tempo de trocar presentes?

23/11

Wandinha
Inteligente, sarcástica e meio morta por dentro, Wandinha Addams investiga uma onda de assassinatos e aproveita para fazer novos amigos e inimigos na Escola Nunca Mais.

As Nadadoras
Cheias de coragem, duas jovens irmãs saem da Síria devastada pela guerra e embarcam em uma viagem arriscada rumo às Olimpíadas do Rio em 2016.

Nosso Natal na Fazenda
Depois de herdar uma fazenda, um pai viúvo tenta se adaptar à vida no interior. Seus filhos, enquanto isso, criam um plano para ficar lá para sempre.

Sexo, Sangue & Realeza
Esta série investiga as vidas dos monarcas mais perigosos, sensuais e icônicos da história, revisitando todos os dramas e escândalos da monarquia britânica.

24/11

O Diário de Noel
Um escritor vai passar o Natal na casa onde cresceu e acaba cruzando o caminho de uma mulher em busca de sua mãe biológica.

Eike: Tudo ou Nada
Esta dramatização narra os momentos intensos do bilionário Eike Batista ao fundar a petrolífera OGX, uma estrela brilhante que entrou em colapso tão rápido quanto subiu.

25/11

Sangue e Água: Temporada 3
É um novo ano letivo no Colégio Parkhurst. Puleng e Fiks buscam uma pessoa querida desaparecida, mas sua perseverança pode colocá-las em perigo.

Ghislaine Maxwell: Poder e Perversão
Este documentário mostra as histórias das sobreviventes e o julgamento por tráfico sexual de Ghislaine Maxwell, socialite e cúmplice de Jeffrey Epstein.

30/11

Snack VS. Chef
Doze chefs tentam reproduzir petiscos clássicos e criar receitas originais em busca do prêmio de 50 mil dólares.

O Paciente Perdido
Um jovem acorda do coma sem se lembrar de um evento traumático. Para tentar descobrir o que aconteceu, ele vai contar com a ajuda de sua psiquiatra.

Meu Nome é Vingança
Após antigos inimigos matarem sua esposa e seu cunhado, um ex-mafioso e a filha vão a Milão para planejar sua vingança.

Take Your Pills: Xanax
Para algumas pessoas, a cura. Para outras, uma maldição. Neste documentário revelador, os ansiolíticos são avaliados por pacientes e especialistas.

Netflix Crítica | Emily em Paris – Terceira Temporada roda, roda e continua no mesmo Lugar

Com todo o charme da capital parisiense para explorar e todos os aspectos da adaptação em uma nova cultura, a produção de Darren Starr dá as mesmas voltas sem objetivos. A terceira temporada se ancora na enfadonha e sem sex appeal trama romântica — Emily e Gabriel (Lucas Bravo) —, rodeada de roupas extravagantes.  

Desde a primeira temporada, Emily em Paris já apresenta-se ancorada em clichês bobos, mas engraçados. O público não espera profundidade e nem crises existencialistas da personagem título. Apesar de todo encanto aos olhos e de looks exuberantes, a protagonista é a personagem mais insípida de todo o seriado. Apresentada como uma jovem aventureira e esperta, Emily (Lily Collins) sabe apenas ser insistente, fazer lives e usar hashtags. 

Embora acompanhamos sua “aventura” parisiense há três anos, Emily ainda não completou um ano em solo estrangeiro. Sem calendários pontuais no roteiro, a grávidez de Madeline (Kate Walsh)  é a nossa referência temporal. Quando o bebê nasce nesta temporada, é possível imaginar que a jovem executiva de marketing está mais ou menos há nove meses em Paris e não sente um pingo de saudade de casa, família, amigos, etc. 

Aliás, este é um ponto de incômodo para qualquer expatriado. Como um personagem em decisão de voltar ao país de origem e seguir em um estrangeiro não tem o seu momento de reflexão baseado em suas âncoras afetivas? Emily tem amigos além de Mindy Chen (Ashley Park)? Pai, mãe, irmãos? Colega da faculdade? Ela está o tempo todo nas redes sociais, mas não se comunica com ninguém além dos seus novos amigos na França. 

O círculo social da protagonista é de meia dúzia de pessoas e seus seguidores virtual, mas como “workaholic”, ela não se importa, afinal seu trabalho sempre está associado a festas, jantares e viagens. A difícil escolha de Emily no final da segunda temporada não é feita, tanto quanto ao trabalho quanto sua ao relacionamento. A ideia é que não fazer escolhas é também uma escolha, isto é, ela é na vibe “deixa a vida me levar”.  

Durante dois episódios, a protagonista vê-se sem emprego, sem visto e sem perspectivas futuras. Sua resposta a isso? Fazer turismo e lives no Instagram. Os produtores da série já deixaram claro que trata-se de uma comédia alto astral, mas Emily não derramou uma lágrima em 30 episódios. Ou seja, ela torna-se uma personagem sem vida, não conquista empatia e o público se afasta. 

Há coisas boas na nova temporada? Evidentemente. Outros cantos de Paris são apresentados como o parque de La Villette, suas festas e exposições, como o sucesso de público Pop Air — a da piscina de bolinhas para adultos —, além de outros pontos turísticos, como a Basílica de Sacré Coeur, o Muro de Je t’aime e o Museu de la Vie Romantique. Para além da cidade título, o seriado leva os espectadores aos encantadores campos de lavanda em Aix-de-Provence. 

Apesar da falta de desenvolvimento na trama, a comédia ainda tem cenas engraçadas, protagonizadas principalmente por Luc (Bruno Gouery) e sua maneira “sem filtro” de ser. Sem destaque nas duas últimas temporadas, o colega de trabalho ganha mais espaço e até uma utilitária ex-namorada (Laurence Gormezano). Vale pontuar ainda a apresentação de uma versão francesa (comme si, comme ça) de Shallow, da Lady Gaga, por Mindy e a estranha permanência de Alfie (Lucien Laviscount) em Paris, assim como as decisões de Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu) sobre o futuro de sua empresa. 

Em contrapartida, quase todos os personagens parecem ser apenas utilitários para Emily, eles estão sempre dispostos a ajudá-la, a dar mais uma chance e se deixar encantar por ela. Do outro lado da tela, a pergunta continua: será que Emily é talentosa como o roteiro deseja martelar? Não, ela não tem ideias brilhantes. Todas as suas ideias são muletas e sem grande inspiração, porém ela apresenta como se fosse uma descoberta de ouro.

O segredo de Emily é: fazer um bom pitch. Ela é uma executiva de marketing, mas é tratada como sócia da agência, algo que aliás, finalmente causa revolta no seu colega Julien (Samuel Arnold). O mundo de Emily é lúdico. É possível entrar na brincadeira da jovem de manter-se positiva e sem emoções fortes em uma vida filtrada para as redes sociais, caso Emily em Paris fosse uma crítica velada da vida pueril construída pela geração Z, mas não é. 

O problema é que os produtores perderam a mão da comédia e armaram um rocambole novelesco sem fim. Após 10 episódios, o relacionamento de Emily e Alfie é desconstruído em segundos, o rapaz londrino é irreconhecível nos últimos minutos. No fim, tudo volta à dinâmica modorrenta de Gabriel e Emily separados pelo inconveniente dele ter uma namorada (Camille Razat). Sim, mais uma vez, porque a quarta temporada já está confirmada. 

O Filho Uruguaio

(Une vie ailleurs)

 

Elenco:

Isabelle Carré

Ramzy Bedia

Maria Dupláa

Direção: Olivier Peyon

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: Bonfilm

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 01 de Março de 2018

Sinopse:

Na trama, Sylvie finalmente encontra a pista sobre o paradeiro de seu filho no Uruguai, sequestrado pelo ex-marido. Com a ajuda de Mehdi, ela vai recuperá-lo, mas as coisas não acontecem como previsto, pois a criança, criada por sua avó e sua tia, parece feliz.

Crítica | O Filho Uruguaio – Questionador drama familiar (Nota: 9.0)

 

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

‘Castlevania’: 2ª temporada da série da Netflix ganha trailer

A produtora Powerhouse Animation anunciou que a 2ª temporada de Castlevania, com oito episódios, estreia em 26 de outubro na Netflix.

Além disso, duas imagens oficiais foram liberadas, junto com o primeiro trailer. Confira:

A Netflix já deu a aprovação para uma terceira temporada da série ‘Castlevania‘.

Recentemente, Richard Armitage confirmou que ele e todo o elenco de vozes já estão trabalhando na terceira temporada.

“A segunda temporada ainda não foi ao ar, mas estamos prestes a gravar a terceira”, disse Armitage.

A próxima temporada se concentrará na relação entre o caçador de demônios Trevor Belmont e Adrian Tepes, um homem mais conhecido como Alucard.

Você sabe: o filho de Drácula.

Crepúsculo | 16 motivos que fazem a saga ser tão INESQUECÍVEL

Todos os filmes da saga Crepúsculo serão relançados nos cinemas brasileiros a partir de hoje, dia 1º de Dezembro.

Será um lançamento por semana, começando por Crepúsculo hoje. Lua Nova, o segundo filme da saga, estará nas telonas a partir de 08/12, seguido pelo terceiro filme, Eclipse, que chega aos cinemas em 15/12. Os dois últimos filmes, Amanhecer partes 1 e 2 reestrearão a partir de 20 e 27/12 respectivamente.

Publicado no Brasil de 2005, a primeira edição de ‘Crepúsculo’ já vinha arrebatando leitoras nos Estados Unidos e no resto do mundo. Em pouco tempo, milhões de exemplares em diversas línguas foram vendidos e os direitos da história foram adquiridos para a produção de um longa-metragem. Três anos depois, em 2008, estreou nos cinemas o primeiro capítulo da improvável história de amor entre uma humana e um vampiro – que se tornaria uma das sagas mais inesquecíveis e importantes do século XXI e da cultura pop por inúmeras razões.

Com a Saga voltando aos cinemas, resolvemos criar uma lista com 16 Motivos que a fazem ser tão INESQUECÍVEL:

16 – Jovem protagonismo feminino

Foi a primeira vez na cultura pop dos anos 2000 que tivemos uma saga estrelada por uma mulher, e jovem ainda por cima. As grandes referências anteriores são aventuras protagonizadas por homens – ‘Star Wars’, ‘Harry Potter’, ‘O Senhor dos Anéis’, ‘Jornada nas Estrelas’, etc. A partir de 2005 e ‘Crepúsculo’, uma nova possibilidade se abre para as narrativas de filmes juvenis.

15 – O público alvo se identifica com Bella Swan

Até esse momento da cultura pop, não tínhamos visto ainda uma jovem protagonista com quem o público alvo se identificasse tanto! Bella é insegura, nova na escola, se veste super básica e não está focada em festas, meninos e maquiagem. O fato de Bella se vestir de jeans e blusinha e dirigir um carro todo ferrado a aproximou da realidade das espectadoras – e, consequentemente, aproximou sua história de amor da gente.

14 – Aparição da autora no filme

Para um escritor, ver sua história se tornar um longa-metragem é a concretização de um sonho. Porém, quase nunca o rosto do escritor fica associado ao filme. Embora muitos escritores já tivessem aparecido antes em suas produções, a partir da participação de Stephenie Meyer no casamento de Bella e Edward em ‘Amanhecer: Parte 1’ é que foi popularizado (e até esperado) essas aparições dos autores nas adaptações cinematográficas de livros da cultura pop.

13 – O resgate do vampiro sexy

A mais popular personificação do vampiro na literatura é o Drácula, e, em seguida, os vampirões super sensuais (e adultos) de Anne Rice, como o Lestat e o Louis de ‘Entrevista com o Vampiro’. Em ‘Crepúsculo’, temos um inovador vampiro adolescente, sem uma pegada infantil, mas na dose certa da malícia de acordo com a idade dos personagens. E, com isso, milhares de adolescentes no mundo inteiro passaram a amar e consumir a cultura gótica vampiresca.

12 – Popularização da literatura clássica

Essa estrutura de que estamos falando se assemelha com a de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, e a própria Stephenie Meyer admitiu ter se inspirado no romance de Emily Brontë. Inclusive Bella Swan aparece lendo e comentando o livro – artifício que foi repetido em muitas outras literaturas jovens, como ‘O Diário de Anne Frank’ em ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘A Divina Comédia’ em ‘O Inferno de Gabriel. Essa transmídia fez o público espectador se interessar por literaturas desconhecidas para eles até então, o que é bastante positivo, pois alavancou a venda de livros na época.

11 – Robert Pattinson cantando

Então com apenas 22 anos, Robert Pattinson agarrou a oportunidade na saga ‘Crepúsculo’ para mostrar que era um ator com muitos talentos, e não só um rostinho bonito. Já no primeiro filme, na cena do restaurante em que Bella e Edward estão jantando (bom, ele não né, rs), a música ao fundo é Robert Pattinson cantando. Mais tarde, em ‘Amanhecer: Parte 2’, o rapaz volta a cantar, mas dessa vez tocando piano.

10 – Saga iniciou um formato de narrativa que se popularizou no mundo inteiro

Se você analisar bem, a saga ‘Crepúsculo’ tem uma estrutura bastante simples: uma mocinha indefesa dividida pelo amor de dois rapazes – um bom e seguro, o outro mau e atraente; a jovem passa por uma grande mudança (vai morar em outra cidade), tem pais ausentes (até demais né), poucos amigos na cidade e fica quase totalmente dependente do protagonista – que é um rapaz misterioso, rico e culto. Os dois querem ficar juntos, mas não podem, e toda a saga no final das contas tem a ver com eles conseguirem ficar juntos. Você vê essa mesma estrutura se repetir em muitas outras histórias lançadas a partir daí, como ‘Cidade dos Ossos’, ‘Jogos Vorazes’, ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘O Inferno de Gabriel’ e por aí vai.

9 – Aprender a dor da perda

Pode parecer bobagem, mas quando Edward e Bella se separam em ‘Lua Nova’, milhares de adolescentes no mundo inteiro sentiram a dor de uma separação – e, com isso, aprenderam que essa dor é real e que é preciso fazer algo a respeito (mas não andar de moto né). Ensinamentos à parte, Bella ficar em casa todos os dias o dia inteiro sem ver o tempo passar também nos preparou para o que encararíamos nesse 2020.

8 – Gravações no Brasil

De todos os lugares do mundo em que Bella e Edward poderiam passar a lua de mel (já que ele evita ficar no sol), eles decidiram vir para o Rio de Janeiro (!!!!), onde dançaram numa rua da Lapa, e para a Ilha Grande (presente de Carlisle). Em pleno início de década, isso alvoroçou os hormônios de milhares de fãs da saga (e do casal) e, consequentemente, fez o Brasil parecer um paraíso nas telonas.

7 – O Mocinho Bad Boy e Protetor

Edward não é qualquer mocinho. Ele é perigoso, e, portanto, mau. Mas também é extremamente protetor – ao ponto de aparecer do nada no beco escuro para salvar Bella de uma enrascada. Esse arquétipo também foi reproduzido por diversas literaturas que depois viraram filmes, como ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘O Inferno de Gabriel’ e ‘365 DNI’. Perceba também que esses protagonistas são ricos, dão presentes inacreditavelmente caros, propõem passeios deslumbrantes e, ainda por cima, tocam piano. Edward destruiu o imaginário do mocinho comum, rsrsrss.

6 – Tem o Booboo Stewart novinho

Para quem não lembra, temos o Booboo Stewart noviiiinho em três dos cinco filmes da franquia como um lobinho pré-adolescente bem fofinho. Mais tarde ele iria crescer, ficar com os cabelos compridos e ganhar músculos ao estrelar a trilogia ‘Descendentes’, da Disney. Mas ele nunca perdeu o aspecto lobinho dele.

5 – Celulares que só ligam

A saga ‘Crepúsculo’ foi uma das últimas produções em que os personagens não tinham smartphone ainda. É sério! Os celulares, ainda que com um display moderninho, só ligavam e mandavam mensagem, não entravam na internet. Isso não é lindo? Até porque se eles tivessem acesso à internet, não teríamos Bella se fazendo de boba na visita ao herbário e o Edward mandando ela consultar o Google. Rá!

4 – Rapazes sem camisa

Uma vez que finalmente tínhamos o protagonismo focado em uma adolescente, finalmente o público feminino foi contemplado com a exibição de corpos jovens, sarados e sem camisa, respaldados pela desculpa super plausível de que lobisomens sentem calor e, portanto, andam sem camisa.

3 – Frases cafonas que amamos

A saga ‘Crepúsculo’ é recheada de frases cafonérrimas que se tornaram inesquecíveis para muita gente, como ‘E então, o leão se apaixonou pelo cordeiro’. Suspira… Mas uma das melhores frases está em ‘Amanhecer: Parte 1’, a cena em que Bella está quase congelando de frio dentro da barraca, Edward não pode fazer nada porque também ele é frio e, pra piorar, se dá conta de que o único que pode aquecer sua namorada nesse momento é justamente Jacob – seu concorrente pelo coração de Bella. Não bastasse a situação extremamente constrangedora pro vampirinho, Edward vira para Jacob e pergunta por quê ele acha que seria a única opção para salvar Bella naquele momento, e Jacob simplesmente devolve: “porque eu sou mais quente que você!”. Aaaahhh Nossa Senhora do Trocadilho!

2 – Fez a gente esperar mais de uma década pelo novo livro

Poucas foram as sagas mundiais que cativaram seu público com tanto carinho, fazendo a galera esperar mais de 10 anos por um novo livro que, a bem da verdade, conta a mesma história que nós amamos, só que sob o ponto de vista do nosso doce vampiro. De repente, mulheres no mundo inteiro voltam a se sentir adolescentes por conta do frisson do lançamento de ‘Sol da Meia-Noite, que acaba de chegar às livrarias, trazendo uma onda de bem-estar e satisfação a milhares de leitoras em um ano tão difícil como o de 2020. Só resta o agradecimento à Stephenie Meyer por tudo.

1 – Proporcionou o primeiro contato de Robert Pattinson com os morcegos

Muitos nerds ficaram enfurecidos com a representação de um vampiro que brilhava e com o frisson que a história estava causando no público feminino. Mas a verdade é que esses mesmos nerds agora têm que morder a língua, pois, não fosse seu trabalho em ‘Crepúsculo’ – e seu estrondoso sucesso como vampiro – Robert Pattinson provavelmente não seria tão bem cotado para ser o novo ‘Batman’, doze anos depois.

Brad Pitt BRILHA em fascinante drama espacial estilo ‘Interestelar’ lançado na Netflix

A exploração do espaço pelo homem faz parte da sétima arte desde que Georges Méliès realizou o clássico curta-metragem Viagem à Lua, de 1902. De lá pra cá, a relação do homem com o universo foi objeto de inúmeras produções, desde clássicos do cinema pensante como 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Solaris à obras mais modernas e comerciais como Gravidade, Perdido em Marte ou Interestelar. Ad Astra: Rumo às Estrelas estreou no catálogo da Netflix e é mais um longa a adentrar o gênero. E, mesmo ainda tendo que provar que resiste a barreira do tempo, parece uma obra destinada a marcar seu nome.

Assista ao trailer:

Em um mundo em que a exploração do universo está bem avançada, o major e engenheiro espacial Roy McBride (Brad Pitt) recebe uma importante missão. 20 anos após o desaparecimento de seu pai (Tommy Lee Jones), um lendário astronauta que estava em uma missão para buscar vida inteligente em Netuno, Roy recebe a notícia de que o mesmo pode estar vivo. Então, embarca em uma missão que busca responder de uma vez por todas se seu pai está vivo ou não, além de solucionar um mistério que ameaça a sobrevivência do sistema solar.

A trama é relativamente simples e temática edipiana de “homem com problemas com o pai” não é particularmente nova. Mas o que torna Ad Astra algo maior são dois fatores principais: a grande atuação de Brad Bitt; e o talento de James Gray como diretor e contador de histórias.

Com uma filmografia que navega por diversos estilos e tamanhos de produção, com trabalhos memoráveis como Seven – Os Sete Crimes Capitais, Clube da Luta, Bastardos Inglórios, A Árvore da Vida e Era uma Vez em… Hollywood, Brad Pitt constrói um personagem complexo, repleto de nuances e determinado. Recém-separado da esposa (Liv Tyler), Roy é um sujeito que vive para seu trabalho, como reflexo direto do trauma de perder o pai ainda jovem. Ele é um major condecorado, piloto experiente, e alguém que não perde a tranquilidade mesmo nos momentos de maior tensão. Sua calma e seu foco, é claro, vão sendo colocados à prova na medida em que a missão vai avançando.

Com apenas sete filmes em 25 anos de carreira, o diretor e roteirista James Gray é um dos nomes mais cultuados desta nova Hollywood. Sem grande reconhecimento por parte do público, uma vez que faz um cinema menos comercial, ele é um queridinho da crítica, responsável por obras como Os Donos da Noite, Amantes e Era Uma Vez em Nova York. O trabalho anterior do cineasta, Z: A Cidade Perdida acompanha um explorador britânico (Charlie Hunnam) em busca de uma cidade perdida no meio da Amazônia. O filme tem uma grande relação com Ad Astra, uma vez que as duas obras seguem exploradores com um objetivo claro, mas que descobrem muito mais ao longo do caminho.

Embora tenha bons coadjuvantes como Tommy Lee Jones, Liv Tyler, Ruth Negga, Donald Sutherland e Natasha Lyonne, o filme é praticamente Brad Pitt. Não é exagero, o ator está presente em quase 90% das cenas. No tocante à utilização do ator, além da bela atuação, há de se valorizar o roteiro reflexivo e a opção de Gray na utilização de tomadas próximas do rosto do ator. É praticamente um filme inteiro de closes, o que surpreendentemente funciona. O espectador é jogado diretamente no rosto de Pitt e pode acompanhar o desenrolar de suas ações e emoções.

Gray contou com a ajuda fundamental do diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, parceiro de longa data de Christopher Nolan, responsável por Interestelar e Dunkirk. Ele também fez as fotografias de O Espião Que Sabia Demais e Ela, dois trabalhos repletos de personalidade. Em Ad Astra, Van Hoytema une a melancolia de Ela com o espetacular de Interestelar, criando uma experiência realmente envolvente e fascinante. Além dos closes em Brad Pitt, a fotografia conta com belíssimas tomadas espaciais.

Produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, através de sua RT Features, o longa conta ainda com um belo trabalho de design de produção de Kevin Thompson (Birdman), que cria cenários espetaculares e variados. O público tem a oportunidade de visitar a Terra, a Lua e Marte, além de vagar por diferentes espaços do sistema solar. Cada local tem sua característica especial.

Escrito por Gray e Ethan Gross, o roteiro é simples, mas transmite um sentimento genuíno. O longa trata de solidão, desamparo e sobre o lugar do homem no mundo. Fala sobre exploração espacial, sobre buscar algo maior do que nós, mas foca principalmente na autodescoberta ou na tentativa de buscar paz em si mesmo. A cada viagem espacial, Roy passa por um processo automático de avaliação psicológica, o espectador pode assim conferir o estado de espírito do personagem e, ao mesmo tempo, refletir sobre suas atitudes. Tais relatos e a utilização de uma narração em off dão um tom de pessoalidade muito forte à produção. Por sinal, a narração, que em muitas obras acaba explicando demais as coisas, aqui é usada com o objetivo de conversação. O filme não quer explicar o que está acontecendo, mas trocar com o espectador o sentimento de seu protagonista.

Ad Astra é uma obra épica e ao mesmo tempo intimista sobre descoberta. Do mundo à sua volta e do mundo dentro de você. É complexo, delicado e reflexivo. E ainda oferece algumas sequências de ação bem eletrizantes, como uma perseguição na lua e uma queda livre de uma estrutura na Terra. Com cenas que remetem a clássicos como 2001 e Apocalypse Now, o filme é hipnotizante e traz Brad Pitt em uma de suas mais belas performances.

‘El Camino’: Novo trailer será lançado muito em breve, diz Aaron Paul

‘El Camino: A Breaking Bad Movie’ chegará em breve à Netflix e muito em breve é possível que os fãs possam assistir ao novo trailer oficial da produção.

Recentemente, o site The Hollywood Reporter revelou que um novo vídeo para o filme será lançado durante a cerimônia do Emmy Awards no dia 22 de setembro. Isso foi corroborado por uma postagem no Twitter do astro Aaron Paul, que comentou que algo será revelado muito em breve.

Confira:

Vale lembrar que a produção chega ao streaming na madrugada do dia 11 de outubro, sendo futuramente exibida no canal AMC, responsável por transmitir a série original.

El Camino‘ foi todo feito em segredo e os detalhes do longa permanecem um grande mistério dos fãs.

De acordo com o The Hollywood Reporter, Matt Jones irá reprisar seu papel como Badger em ‘El Camino‘, filme da Netflix que se passa após os eventos de ‘Breaking Bad’.

Assista ao trailer:

O longa terá duas horas e dois minutos de duração (122 minutos).