O outono chegou no hemisfério sul, baixando as temperaturas das cidades e mudando o clima. Durante o dia, um calorzinho gostoso; à noite, um friozinho que dá vontade de ficar agarradinho em alguém, né? E com um feriado na próxima semana, a boa é ficar em casa curtindo um filminho delicinha com o/a crush no fim de semana né? Melhor ainda se for um filme que traz esse clima leve de paquera e conquista, como é o romance ‘Uma Parede Entre Nós’, lançamento recente da Netflix e que desde então vem se mantendo no Top 10 da plataforma.
Valentina (Aitana, que é cantora de verdade e tem diversos trabalhos como tal) é uma jovem que acabou de terminar seu relacionamento com seu ex, que também era seu regeste e maior incentivador de sua carreira musical no piano. Decidida a tomar as rédeas da própria vida, Valentina aluga um apartamento onde pretende se dedicar a fundo à prática do piano por conta de uma importante audição dali a duas semanas. Porém, o apartamento dos sonhos rapidamente se transforma em pesadelo quando seu vizinho (Fernando Guallar) começa a infernizar sua vida com barulhos fora de hora e muito altos. Acontece que David, o vizinho, é um cara extremamente introvertido que trabalha em casa, concentrado, e precisa de muito silêncio para desenvolver suas ideias de jogos infantis. O choque desses dois estilos de vida tão opostos irá ensinar que o amor é realmente cego em suas escolhas.
Com menos de uma hora e quarenta, ‘Uma Parede Entre Nós’ é aquele tipo de comédia romântica tão previsível, que nos primeiros segundos já dá para imaginar todo o cenário por vir. Para quem curte o gênero, isso é bom, pois o filme entrega exatamente o que se espera desse tipo de produção: uma história divertida, um clima leve, um elenco lindo de morrer, uma decoração dos sonhos e até mesmo participação especial interessante, como a de Paco Tous, o Moscow da série ‘La Casa de Papel’, como o chefe de Valentina da cafeteria.
Escrito por Marta Sánchez, o roteiro até traz debates interessantes – por exemplo, a metáfora do muro entre os dois pombinhos sendo comparada com o relacionamento às escuras através de aplicativos de paquera que muitas pessoas têm. Se começamos no app sem saber a verdade sobre a pessoa ou sequer se as fotos ali são reais, que diferença faria um relacionamento entre vizinhos que não se veem?
A diretora Patricia Font faz bom uso da produção de arte em contraste com a iluminação certa, conferindo sempre tons de laranja e seu degradê ao figurino, à paisagem e até mesmo nos rostos dos personagens. Assim, tudo fica com aquele ar de comercial de lavanda, em que respirar fundo é delicioso e faz bem.
‘Uma Parede Entre Nós’ é uma romcom bem gostosinha para ver agarradinho no/na crush, ou simplesmente é uma ótima pedida para chamar a pessoa que faz seu coração balançar para assistir juntinho. Com uma pegada bem Dia dos Namorados e situações bem suaves, o filme diverte e faz suspirar de acordo com sua proposta.
Através do Twitter, a página oficial da série ‘Doctor Who’ divulgou uma imagem da 14ª temporada, que marca o retorno de Ncuti Gatwa interpretando o personagem titular após o especial de 60 anos da clássica série sci-fi.
A imagem reforça que os novos episódios vão se aprofundar na cultura popular, trazendo o personagem e sua assistente, Ruby (Millie Gibson), junto aos Beatles em uma nova versão da capa do álbum With the Beatles.
Confira:
Lembrando que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 10 de maio na plataforma de streaming.
Confira, junto aos títulos oficiais dos episódios:
‘Space Babies‘: (Roteiro de Russell T Davies e direção de Julie Anne Robinson).
‘The Devil’s Chord‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Ben Chessell).
‘Boom‘: (Roteiro de Steven Moffat, com direção de Julie Anne Robinson).
‘73 Yards‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Dylan Holmes Williams).
‘Dot and Bubble’: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Dylan Holmes Williams).
‘Rogue‘: (Roteiro de Kate Herron e Briony Redman, com direção de Ben Chessell).
‘The Legend of Ruby Sunday‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Jamie Donoughue).
‘Empire of Death’: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Jamie Donoughue).
Nos últimos anos, a Netflix vem entregando diversas produções de alto calibre e que se tornaram um sucesso de público e de crítica. Tivemos, por exemplo, a minissérie ‘Treta’, estrelada por Steve Yeun e Ali Wong, que explodiu como um dos títulos originais mais aplaudidos da plataforma e levou inúmeros prêmios para casa. Agora, continuando sua onda de narrativas bem pensadas, críticas e ácidas, a plataforma de streaming nos apresentou com uma das melhores iterações do ano: ‘Bebê Rena’.
Desde o inesperado nome do projeto até a construção do enredo e a performance irretocável de um elenco de peso, cada sequência arquitetada pelo escritor e showmanRichard Gadd é recheada com uma pinceladas de drama e de suspense apaixonantes. A trama é inspirada em um show do próprio Gadd, que inclusive interpreta uma rendição fictícia de si mesmo (aqui sob o nome de Donny Dunn), em que ele foi perseguido e sexualmente abusado quando tinha seus vinte anos. Nesta esfera, sua agressora emerge na persona de Martha Scott (Jessica Gunning em uma performance fabulosa do começo ao fim) e, ao longo de sete breves episódios, ele discorre sobre como se deu toda essa aventura apaixonante por todos os motivos errados, nos fazendo querer mais, mas nos deixando agradecidos pela qualidade artística eternizada através dos capítulos.
Gadd, confinado a um arco que vai se expandindo beat após beat, sabe como conduzir a própria narrativa sem se valer dos comodismos do gênero e apostando fichas em uma perfeita e instigante mixórdia criativa – recheada de quebras de expectativas surpreendentes, exageros propositais de personagens e uma química exuberante com sua companheira de cena; Gunning, como brevemente mencionado no parágrafo acima, entrega-se de corpo e alma à personagem que lhe é dada, tangenciando uma atuação absurdista que casa com a atmosfera delimitada e que a permite construir os maneirismos de Martha como bem entende. Não é surpresa, pois, que ambos tenham grandes chances de se tornarem favoritos na vindoura temporada de premiações.
Um outro aspecto a ser analisado – e que insurge como ponto positivo – é a sólida direção de Weronika Tofilska e Josephine Bornebusch. Dividindo a responsabilidade de supervisionar os episódios, é notável como ambas mantêm uma estética clara em mente: de um lado, temos um apreço pela montagem acelerada, fornecendo ainda mais ritmo para o curto tempo das iterações; de outro, um espectro conflitante entre os protagonistas marcado pela escolha certeira da fotografia sóbria e firme, por figurinos que entram em contraste uns com os outros. É claro que, considerando a perspectiva pela qual a história se esquadrinha, era apenas óbvio que a caracterização das personas seria muito diferente uma da outra – e é essa a beleza da produção: sabemos que estamos lidando com algo imparcial e compramos essa jornada instigante, devorando-a de uma vez só.
A cada capítulo, percebemos que as ações de Martha se intensificam em uma psicopatia que já foi representada de diversas maneiras no cenário audiovisual. Todavia, Gaad, em colaboração com as diretoras, não quer seguir o padrão cansativo de obras similares e faz de tudo para se afastar de clichês em potencial que manchem a originalidade estrutural e técnica da minissérie – e, para além dele e de Gunning, nada disso seria possível sem a presença de nomes como Nava Mau, Tom Goodman-Hill, Hugh Coles e outros no elenco, auxiliando-nos a compreender esse complexo, intrincado e exasperador arco. E, conforme vamos nos aproximando da resolução, não temos nada a fazer além de nos render ao nó formado no estômago que nos faz querer, de imediato, refletir sobre o que acabamos de assistir – na maneira mais elogiosa possível.
‘Bebê Rena’ é uma adição muito bem-vinda ao catálogo da Netflix que não apenas nos entrega o que prometia com a confecção apresentada, mas supera quaisquer expectativas por, ao não se levar a sério e a deixar que o talento fale mais alto, nos viciar em uma das minisséries mais soberbas dos últimos anos. É muito provável que o crescente sucesso do título lhe renda um destaque a mais nas premiações desse ano e do começo do próximo – ainda mais por estar caindo no gosto do público ao redor do planeta e angariando inúmeros fãs que, inclusive, podem transformá-la em uma produção com potencial para mais temporadas.
‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, aguardada série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, teve seu último episódio exibido hoje, 23 de abril – e, agora, os assinantes podem conferir a produção na íntegra na plataforma de streaming.
‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .
A obra conquistou nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 58 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.
“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.
“‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.
“‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.
“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.
A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.
Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.
Dorival Caymmi. Esse é um nome que a maioria dos brasileiros minimamente já ouviu falar. Talvez seja mais difícil para as gerações mais novas relacionar nome à obra, uma vez que o auge da carreira desse músico se deu muito antes do advento da internet e das redes sociais. Mas fato é que muito antes disso, Dorival já tinha construído as suas próprias redes sociais, círculos de amizades que ajudaram a solidificar não só sua carreira na música, mas também a sua família – razão pela qual é possível descrevê-lo como “um homem de afetos”. E esse é o título do documentário que conta parte de sua biografia que chega essa semana ao circuito exibidor, em comemoração aos 110 anos do nascimento deste que é um dos maiores gênios musicais do mundo.
Em pouco menos de duas horas de duração, a diretora Daniela Broitman convida o espectador a entrar numa roda de conversa com Caymmi, tamanha a proximidade que sentimos ao assistirmos o filme. É, de fato, como se estivéssemos ali, batendo um papo junto com o biografado, sua família e seus amigos, jogando conversa fora. Parte desse sentimento tem a ver com o roteiro da diretora, que traça um perfil bem simpático do biografado, deixando todos à vontade não só para falar dele, mas também para nós, para ouvirmos dele.
As entrevistas foram conduzidas de maneira a extrair o melhor da intimidade de Caymmi, com causos contados com o maior afeto possível por aqueles que o amavam. Dá para ver que as histórias são sinceras e que todos ali estão felizes em compartilhar essas memórias. Além dos filhos Dori, Danilo e Nana compartilhando memórias do pai Dorival – um aspecto talvez pouco conhecido do grande público – e da infância numa casa cheia de música e de músicos, há também depoimentos muito especiais de Caetano Veloso e Gilberto Gil, apontando como Caymmi é excelência musical e abriu caminhos para os movimentos da Tropicália e da Bossa Nova.
Parte do dinamismo gostoso que vemos no documentário é fruto da ótima montagem da produção feita por Jordana Berg, intercalando os depoimentos para imprimir ainda mais humor aos relatos, com especial atenção a uma cena de uma entrevista inédita do biografado, que está contando algo e alguém a seu lado impede que outra pessoa o interrompa. Esse olhar sensível à cena garante o riso certo no público.
Percorrendo sua relação com a natureza, sua espiritualidade no candomblé, as muitas paixões vividas e a atmosfera vibrante da Bahia que sempre ecoou no peito de Caymmi, fica muito nítido que Dorival Caymmi é um patrimônio brasileiro que fundamentou muito do que hoje é internacionalmente apreciado, e não só na música. E que documentários como ‘Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos’ ajudam a evidenciar esses aspectos do músico que talvez comecem a ser esquecidos pelo público, afinal, todo mundo já ouviu falar de Caymmi, mas talvez não o conheçam de fato.
‘Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos’ cumpre em trazer um olhar cheio de afetos sobre um dos maiores músicos que esse mundo já teve. Com muito humor, alegria e curiosidades irresistíveis, é um documentário essencial para conhecer o melhor do Brasil.
— 20th Century Studios Brasil (@20thcenturyBR) April 23, 2024
De acordo com o Deadline, o filme deve arrecadar em torno de US$ 54 milhões em sua estreia nos EUA.
Para termos de comparação, ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ arrecadou US$ 54.8 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas.
Os dois filmes seguintes, ‘Planeta dos Macacos: O Confronto‘ e ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘, estrearam com US$ 72.6 milhões e US$ 56.2 milhões no país, respectivamente.
Vale lembrar que a 20th Century Studios exibiu os 13 primeiros minutos do longa no CinemaCon 2024, e a experiência foi nada menos que épica! Este novo filme marca o início de uma nova saga na icônica franquia, e promete ser uma aventura emocionante e visualmente deslumbrante.
O filme impressiona desde o início com seus efeitos visuais realistas, que transportam o público para um mundo selvagem e exuberante. As paisagens são de tirar o fôlego, e a aparência dos macacos é extremamente detalhada e convincente. É como se estivéssemos realmente observando esses animais em seu habitat natural.
Seguimos a história de Noa, um jovem macaco que faz parte de um grupo especial de caçadores. Sua missão é escalar árvores gigantes em busca de ovos de falcão para um ritual chamado “Dia do Vínculo”. Durante uma dessas expedições, Noa então decide deixar um dos ovos para trás, preservando assim o ciclo da vida.
Noa se depara com um ninho com três ovos, então os macacos decidem criar os filhotes de falcão para poderem caçar melhor com companheiros que voam. Noa então parte em busca de outro ninho, mas durante uma escalada traiçoeira, ele é atacado pela mãe Falcão e cai de um penhasco e mal consegue sobreviver, se segurando em um galho.
O filme então corta para a aldeia natal de Noa, que é atacada por outro clã de macacos liderado por Proximus Caesar (Kevin Durand). Eles devastam a vila com armas, e Noa presencia a morte de seus familiares e amigos. No final do trailer, todos os macacos da casa de Noa são derrotados, e ele fica apenas com o Falcão com quem se uniu.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.
O realismo de #PlanetaDosMacacos – O Reinado é SURREAL! Assistimos quase 10 minutos do filme e fiquei realmente impressionado. No trecho, Noa e seus dois amigos encontram três ovos, e prometem cada um criar um deles, mas sempre juntos. Depois vemos uma grande cena de ação. pic.twitter.com/BihsAcJpJz
Na trama, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.
Por mais que se tente explicar, quem não viveu a época pré-internet realmente jamais entenderá o que era a ansiedade pelo lançamento de um disco, por exemplo – ansiedade esta que era redobrada porque primeiro o disco lançava lá fora, e só depois, meses depois, alguma loja o tinha à venda aqui no Brasil. E a espera era realmente de matar. Era uma época em que suas bandas favoritas não faziam show no país, que não se tinha produto de merchandising para comprar, que sequer víamos o rosto de nossos ídolos, pois não passava na tv, e tínhamos que ficar hooooras ouvindo a rádio esperando nossas músicas favoritas tocarem de novo para que pudéssemos gravá-las numa fita K7 de hits favoritos. Quem tem uns 40 anos ou mais sabe como foi. No Rio de Janeiro, no início da década de 1980, houve uma rádio que rompeu essa barreira e conectou os ouvintes com o melhor do rock, tanto lançando bandas quanto trazendo os clássicos para o público. Tratava-se da Fluminense FM, popularmente conhecida como A Maldita, cuja história chega essa semana aos cinemas com o filme brasileiro ‘Aumenta Que É Rock’n’Roll’.
Luiz Antônio (Johnny Massaro) e Samuca (George Sauma) são grandes amigos que trabalham juntos como repórteres de um jornal, onde são infelizes com o que fazem. Até o dia em que Samuca decide impulsionar o sonho de Luiz Antônio de ter um programa de rádio, e os dois vão conversar com o Superintendente (Orã Figueiredo), dono da rádio Fluminense, em Niterói. Com muita empolgação e uma boa dose de inocência, os dois apresentam um projeto que não agrada ao Superintendente, mas ele faz uma oferta a Luiz Antônio: quer que ele comande a Fluminense FM, que ia mal das pernas. Mal sabiam eles que teria aí o início de uma das maiores rádios brasileiras, a Maldita, a primeira rádio a dialogar diretamente com a juventude no estado do Rio de Janeiro.
Escrito por L. G. Bayão (de ‘O Doutrinador’), o roteiro é tão frenético quanto os hormônios juvenis. Partindo da vida de Luiz Antônio, o roteiro faz um retrato do amadorismo que eram as rádios por detrás dos microfones, além de traçar um retrato da juventude urbana dos anos 1980, já nos fins da ditadura e cheia de uma energia caótica represada, que queria mudar o mundo mas ainda vivia na casa dos pais. Para conduzir a história de uma geração, o roteiro mescla a jornada da rádio em se tornar “A Maldita” com uma pseudo história de amor entre Luiz Antônio e Alice (Marina Provenzzano), que vai dando linha à narrativa, tudo entremeado por clássicos do rock nacional e internacional – com especial atenção às bandas brasileiras dos anos 80 cujas carreiras começaram porque a rádio apostou no material delas, como a Blitz, o Barão Vermelho, aLegião Urbana, os Paralamas do Sucesso e por aí vai. E sim, as músicas dessa galera realmente tocam no filme, na íntegra.
Também os aspectos técnicos do filme deslumbram, com especial atenção ao som. Em se tratando de um filme sobre música, o cuidado e o esmero do som direto (da excelente Valéria Ferro com Renato Calaça) são realçados quando menos esperamos, desde o som do cair da ficha no orelhão ao impressionante efervescer da pastilha que Luiz Antônio frequentemente toma.
É difícil enxergar outro ator que não Johnny Massaro no protagonismo desse filme. Sua entrega e toda sua carga juvenil brilham na telona desde as cenas de fobia quanto nas cenas de exaltação. É o melhor papel de Johnny, sua verdadeira consagração.
Conseguir congregar tantos aspectos em excelência é uma missão difícil, mas o diretor Tomás Portella (de ‘4 x 100 – Correndo por um Sonho’ e que logo logo volta às telonas com ‘Overman’) conseguiu. Conseguiu mesmo. Para quem viveu a época retratada, ‘Aumenta Que É Rock’n’Roll’ é uma nostálgica viagem no tempo, com cheiros, sensações e muito som bom. Para quem não viveu, o filme é um retrato fidedigno de como era ter o rock como voz de uma geração indignada. Dá vontade de viver em ‘Aumenta Que É Rock’n’Roll’.
Atualmente na 1ª posição entre as séries mais assistidas da semana na Netflix, ‘Bebê Rena‘ retrata uma história real vivida pelo ator e comediante escocêsRichard Gadd quando foi vítima de uma perseguidora e predadora sexual por volta de seus 20 anos.
Na trama, ele interpreta Donny Dunn, que acaba virando a obsessão de Martha, uma mulher ele conhece em um bar onde trabalha, despertando nela um interesse sufocante que pode destruir as vidas dos dois.
No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.
Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.
Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.
Para ele, o objetivo da série é repudiar comportamentos abusivos e a importunação e não glamourizar pessoas que fazem isso.
Os relatos reproduzidos na trama são tão impactantes e doentios que estão tirando o sono dos assinantes da plataforma, que estão cada vez mais alertas sobre os perigos causados por perseguidores.
Confira as reações:
Eu NUNCA imaginaria que “Bebê Rena” fosse essa pedrada de série. E não só pela angustiante natureza temática dela. Repare como a direção assume o ato de perseguir através de planos invasivos que buscam sempre “encurralar” os personagens. É de uma intimidade desconfortável. pic.twitter.com/YTIxDPvepq
Acabei Bebê Rena. O desconforto dura até o episódio quatro. Depois segue forte, mas com justificativa. Achei bem interessante, mas gatilhos mil. Não sei se é para todos. Muitas camadas, gostei.
Eu comecei a ver Bebê Rena como se fosse uma minissérie qe eu mataria em uma noite e fim de festa. Ocorre que teve um episódio que mexeu demais comigo e eu estava chorando no sofá e decidi pausar pra voltar hoje, porque eu estava sem condições. pic.twitter.com/3aVKln0kT7
“No início, todos no pub achavam engraçado o fato de eu ter uma admiradora”, disse Gadd ao The Times. “Depois, ela começou a invadir meu espaço, me seguindo, aparecendo em meus shows, esperando do lado de fora da minha casa, enviando milhares de mensagens de e-mails e mensagens de voz.”
“A perseguição na televisão tende a ser muito romantizada. Tem uma mística, uma aura em torno de dos fãs obsessivos. A mídia costuma fazer deles muito sexies, devotados, mas são pessoas que se tornam maníacos pouco a pouco”, disse Gadd à Netflix.
Ele continuou, argumentando que:
“A perseguição é uma doença mental. Eu realmente queria mostrar as camadas da perseguição com uma qualidade humana que eu não tinha visto na televisão antes. É uma história de perseguição virada de cabeça para baixo.”
De acordo com o Deadline, um acidente durante as gravações de ‘The Pickup‘, novo filme estrelado pelo Eddie Murphy, deixou diversas pessoas da equipe feridas.
“Em 20 de abril, um acidente aconteceu nos bastidores de ‘The Pickup’ durante o ensaio de uma sequência de ação. Infelizmente, a cena não saiu como planejado e diversos membros da equipe saíram feridos,” declarou um representante da Amazon MGM Studios.
“Nós ainda estamos no processo de investigar os fatos do que aconteceu naquele dia e o motivo do incidente, mas, em primeiro lugar, nossos pensamentos estão com aqueles que ainda estão se recuperando.”
O comunicado continua: “O bem-estar de toda a nossa equipe e elenco é a nossa prioridade, e vamos continuar em garantir um ambiente seguro durante as filmagens. Todas as medidas de segurança serão revisadas durante as gravações.”
Infelizmente, detalhes sobre a trama do projeto não foram revelados.
De acordo com o Variety, a TriStar Pictures e Sony Pictures Television fecharam um acordo exclusivo com a Hasbro Entertainment para o desenvolvimento de novas adaptações do clássico suspense cômico ‘Os Sete Suspeitos‘ (Clue).
O acordo inclui novos projetos para os cinemas e para a televisão.
“Sony é a parceria perfeita para adaptar um título tão culturalmente impactante e definidor como o jogo ‘Clue’,” declarou Gabriel Marano, chefe da divisão de entretenimento da Hasbro. “Nicole Brown, Katherine Pope e suas equipes são parceiros ideais e colaboradores incríveis para nos ajudar, após 75 anos, a desvendar este mistério.”
O jogo de tabuleiro, conhecido no Brasil como ‘Detetive‘, foi criado em 1943, por Anthony E. Pratt.
Em 1985, a primeira adaptação vai lançada nas telonas, estrelada por Tim Curry. Em 2011, uma minissérie foi lançada, mas não atraiu a mesma atenção que o filme clássico.
Na trama…
Seis convidados são anonimamente convidados para jantar em uma estranha mansão, mas depois que seu anfitrião é morto, eles devem cooperar com a equipe para identificar o assassino enquanto os corpos se amontoam.
A série é estrelada por Idris Elba (‘Luther: O Cair da Noite’), e conta com Adam Pally, que retorna como Wade Whipple. A trama é situada entre ‘Sonic 2‘ e ‘Sonic 3‘, programado para chegar aos cinemas em 20 de dezembro de 2024.
Na série, Knuckles“concorda em treinar Wade como seu protegido e lhe ensinar os caminhos do guerreiro Echidna”.
Edi Patterson (‘The Righteous Gemstones’), Julian Barratt (‘Mindhorn’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’) e Ellie Taylor (‘Ted Lasso’), Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’), Cary Elwes (‘Esquema de Risco: Operação Fortune’), Stockard Channing (‘Maryland’), Paul Scheer (‘The League’) e Rob Huebel (‘Childrens Hospital’) também estrelam.
Além disso, Rory McCann (‘Game of Thrones’) faz parte do elenco convidado, ao lado de Tika Sumpter, que retorna como Maddie.
A versão final do roteiro é assinada por John Whittington, auxiliado por Brian Schacter e James Madejski. Jeff Fowler, responsável pelos dois filmes de ‘Sonic‘, cuida da direção do episódio piloto.
A equipe de diretores inclui Ged Wright, Brandon Trost, Jorma Taccone e Carol Banker. Neal H. Moritz e Toby Ascher, da Original Film, e Toru Nakahara – todos membros da equipe criativa dos filmes – são produtores executivos da série.
Sébastien Vaniček, que comandará o próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, é responsável pela direção.
A história gira em torno de Kaleb, que está prestes a completar 30 anos e nunca esteve tão sozinho. Ele está brigando com a irmã por uma questão de herança e cortou relações com seu melhor amigo. Apaixonado por animais exóticos, ele chega em casa com uma aranha venenosa e sem querer a deixa escapar…
De acordo com o Deadline, Callum Turner (‘Mestres do Ar’) será o protagonista da série ‘Neuromancer‘, que está sendo desenvolvida pela Apple TV+.
A trama acompanha Henry Case, um hacker fracassado contratado para “um último trabalho”, que o coloca em contato com uma poderosa inteligência artificial. Ele é empurrado em um complicado jogo de espionagem digital e crimes de alto risco com sua parceira Molly, uma assassina com olhos espelhados, com o objetivo de realizar um assalto a uma dinastia corporativa com segredos incalculáveis.
A produção é baseada no icônico romance sci-fi cyberpunk escrito por William Gibson, em 1984.
10 episódios foram encomendados para a primeira temporada.
JD Dillard (‘Sleight: O Truque Perfeito’) e Graham Roland (‘Fringe’) serão responsáveis pelo roteiro.
Dillard também vai comandar o primeiro episódio, enquanto Roland será o showrunner.
O projeto é fruto de uma parceria entre a plataforma de streaming e as produtoras Skydance Television e Anonymous Content. Além disso, o cantor Drake será um dos produtores executivos, através de sua companhia, a Anonymous Content.
Através de um comunicado conjunto, Roland e Dillard comemoraram o pontapé inicial da adaptação.
“Estamos extremamente entusiasmados em trazer esta propriedade icônica para a Apple TV+. Desde que nos tornamos amigos, há quase dez anos, procuramos algo para trabalhar juntos, então esta colaboração marca a realização de um sonho. ‘Neuromancer‘ inspirou grande parte da ficção científica que veio depois dele e estamos ansiosos para inserior o público da televisão para o mundo ‘cyberpunk’ definitivo de Gibson.”
Conhecida como ‘Trilogia Sprawl‘, a série literária também conta com ‘Count Zero‘ e ‘Mona Lisa Overdrive‘, bem como os contos ‘Johnny Mnemonic’, ‘Burning Chrome’ e ‘New Rose Hotel‘.
Apesar do sucesso da série no mundo impresso, as adaptações tiveram menos sorte. O próprio ‘Neuromancer‘ esteve em desenvolvimento como filme várias vezes, mais recentemente com Tim Miller e Simon Kinberg, de ‘Deadpool‘, em 2017… Mas nunca saiu do papel.
Segundo o Deadline, a Netflix já encontrou o novo showrunner que ficará responsável pela 2ª temporada da aclamada adaptação em live-action de ‘One Piece’.
As informações indicam que Joe Tracz foi escalado para a equipe criativa do novo ciclo, trabalhando ao lado de Matt Owens. Tracz também será um dos roteiristas e produtores executivos dos próximos episódios.
Vale lembrar que as gravações oficiais da segunda temporada deem começar apenas em junho de 2025, sem previsão de lançamento.
Em entrevista para a Teen Vogue, Iñaki Godoy, que interpreta o protagonista Luffy na produção, foi questionado por quanto tempo pretende continuar dando vida ao personagem e se tem interesse em interpretar outros papéis icônicos.
“Posso fazer ‘One Piece‘ por muitos anos e posso ser feliz com isso. Não tenho a ambição de fazer um milhão de coisas.”
No entanto, Godoy confessou que sonha em interpretar um vilão.
“Sinceramente, eu gostaria de interpretar alguém que é horrível e que adora ser horrível. Sonho em interpretar algum vilão.”
Anteriormente, ele conversou com o The Laterals e comentou sobre a pressão de interpretar o protagonista da atração.
O ator confessou que, no início, acabou passando por momentos difíceis, mas que o próprio personagem o ajudou a superar a pressão que estava sentindo.
“Passei alguns momentos muitos difíceis e a pressão [de interpretar o Luffy] realmente me abalou. Mas, sabe, uma vez que você tem a chance de interpretar o Luffy por algum tempo, o espírito dele te contamina e você acaba esquecendo que está participando de uma mega produção. Você começa a se divertir como ele.”
Vale destacar que a atuação de Godoy foi um dos pontos mais elogiados na série da Netflix.
O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.
De acordo com Deadline, a dramática comédia esportiva ‘Rivais‘, estrelada pela Zendaya (‘Duna’), deve arrecadar em torno de US$ 15 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Aclamado pelos críticos, com impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa se tornará o maior lançamento da carreira do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) no país.
Os dados de pré-venda ainda apontam que a produção já se encontra na frente de filmes como ‘Não Se Preocupe, Querida‘ e ‘O Urso do Pó Branco‘, que estrearam com US$ 19.3 milhões e US$ 23.2 milhões no território norte-americano, respectivamente.
Infelizmente, ‘Rivais‘ está orçado em US$ 70 milhões, o que deve dificultar o seu retorno nas telonas – o que deve depender de seu desempenho no mercado internacional.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de abril.
O longa também é estrelado por Josh O’Connor (‘The Crown’) e Mike Faist (‘Amor Sublime Amor’).
A trama acompanha um casal de atletas de tênis que, após se reencontrarem com um antigo amigo, acabam desenterrando um relacionamento mantido em segredo por muitos anos.
Tashi Duncan, atleta prodígio do tênis que se tornou treinadora, uma força da natureza que não pede desculpas por seu jogo dentro e fora da quadra. Casada com um campeão que tem acumulado apenas derrotas nos últimos jogos, a estratégia de Tashi para a redenção de seu marido toma um rumo surpreendente quando ele deve enfrentar o fracassado Patrick nas quadras. Patrick foi o melhor amigo de seu marido, e é ex-namorado de Tashi. Quando o passado e o presente entram em colisão, e as tensões aumentam, Tashi deve se perguntar qual será o custo dessa vitória.
Luca Guadagnino compartilhou detalhes sobre o filme em entrevista à Variety. Ele revelou que Zendaya passou três meses treinando com o técnico de tênis profissional e ex-jogador Brad Gilbert para se preparar para o papel.
Uma das coisas que mais gostamos é quando assistimos a um bom filme e logo corremos para falar sobre com nossos conhecidos. Com o poder das redes sociais transformando a comunicação é algo instantâneo essa interação. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista com ótimos filmes que temos certeza que vocês vão querer contar para os amigos:
Eu, Capitão
Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional em 2024, o sensacional Eu, Capitão nos mostra a saga conflituosa de dois primos que resolvem partir de Dakar, no Senegal, rumo a Europa e acabam passando por terríveis situações em busca de seu objetivo.
Na trama, conhecemos Sofia (Domênica Dias), uma adolescente super alegre, entrosada com as amigas de longa data, craque do time de vôlei de seu bairro que após se destacar nas quadras recebe uma possível proposta irrecusável, sendo forte concorrente à uma bolsa de estudos para jogar seu esporte favorito em outro país sul-americano. Acontece que no mesmo período dessa grande notícia, uma outra abala suas estruturas emocionais, ela está grávida. Desesperada e querendo interromper a gravidez, ela busca forças nas amigas e no seu pai (Rômulo Braga) mas sem deixar de sentir a fúria de um grupo de pessoas que fica sabendo da tentativa de aborto e que começa a discriminá-la.
Mussum, o Filmis
Na trama, conhecemos partes da trajetória de vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, apelidado de Mussum, desde os tempos da infância pobre, passando pela esperança de estabilidade no serviço militar, seu amor pelo samba e pela Mangueira que o levou a ser integrante de um grupo chamado Os Originais do Samba, e sem esquecer do momento onde brilhou, quando se viu humorista por acaso, primeiro na saudosa Escolinha do Professor Raimundo e chegando até o ápice quando fora chamado por Renato Aragão para ser um dos integrantes de um dos programas televisivos mais vistos da história, os Trapalhões. Seus dramas na vida pessoal também contornam o brilhante roteiro assinado por Paulo Cursino.
Na trama, conhecemos Nina (Barbara Sukowa) e Martine (Martine Chevallier), duas mulheres já bem mais velhas que durante toda uma vida vivem um amor escondido. Vivem em um prédio, de dois apartamentos por andar, e ambas moram uma de frente pra na outra. Tentando dar um passo importante na relação, elas resolvem procurar soluções para o futuro e quem sabe até contar para a família de Martine (já que Nina é sozinha no mundo) sobre o relacionamento que vivem. O problema é que essa última, sofre um avc e tudo muda bastante na rotina escondida das duas amantes.
7 Años
Na trama, conhecemos Vero (Juana Acosta), Marcel (Alex Brendemühl), Luis (Paco León) e Carlos (Juan Pablo Raba), quatro sócios majoritários de uma empresa em crescimento milionário que são convocados em pleno sábado, dia que não trabalham, para uma reunião emergencial onde um deles precisará assumir a culpa de um problema contábil e ir para a prisão durante 7 anos para poder salvar a empresa e a todos os outros. Sem saberem direito como tomar alguma decisão, o quarteto que se diz muito amigo contrata um mediador profissional para acompanhar os rumos dessa curiosa decisão.
O Clã
O longa-metragem conta a história dos Puccios que por trás da rotina de uma típica família de classe média argentina, escondem um cotidiano repleto de segredos e alguns seqüestros de pessoas com muito dinheiro. Liderando o Clã, Arquímedes Puccio (Guillermo Francella), um senhor de idade, bastante rígido que pratica os maiores absurdos tendo toda sua família como cúmplice, principalmente seu filho Alejandro Puccio (Peter Lanzani). Ao longo dos anos, a família praticou diversas atrocidades, até um determinado dia onde tudo dá errado.
Quem com Ferro Fere
Na trama, conhecemos o enfermeiro Mario (Luis Tosar), um homem atencioso e carinhoso, adorado por todos na clínica de idosos onde trabalha. Sua vida anda às mil maravilhas, é um ótimo profissional e sua esposa está a beira de dar a luz ao primeiro filho do casal. Tudo muda radicalmente quando chega até a clínica um novo paciente, Antonio Padin (Xan Cejudo), um homem conhecido por toda a comunidade como um perigoso bandido chefe de um clã ligado a morte e tráfico de drogas. Só que Mario tem um passado que o liga a Padin e dessa interseção uma série de acontecimentos transformam de vez o destino do enfermeiro.
Será só um o vilão dessa história? Exibido no Festival é Tudo Verdade do ano passado, o espetacular documentário Morcego Negronos leva de volta para o final da década de 80 e início dos anos 90, um período de recomeço da democracia, onde um lobista de Alagoas se tornaria uma figura central no impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Com 10 anos de pesquisas sobre a vida de PC Farias, materiais de arquivos (alguns exclusivos), depoimentos de jornalistas, amigos, família, os cineastas Chaim Litewski e Cleisson Vidal resumem de forma intrigante o cenário político dentro da recém-restaurada democracia brasileira além de fatos sobre o misterioso assassinato do lobista.
Na trama, conhecemos Tommaso Buscetta (Pierfrancesco Favino) um soldado da mais famosa Máfia Italiana, a Casa Nostra, que após uma série de disputas e assassinatos dentro dessa sociedade criminosa resolve fugir para o Brasil com a esposa, a brasileira Maria Cristina de Almeida Guimarães (Maria Fernanda Cândido). Só que sua estadia por aqui é marcada por perseguição e ele acaba sendo forçado à retornar para seu país de origem onde toma uma decisão que acabaria sendo um dos mais duros golpes que a Casa Nostra já tomou, se tornaria testemunha chave contra muito dos integrantes da organização.
Na trama, ambientada no início da década de 50, conhecemos um casal ainda apaixonado, Margaret (Diane Lane) e George (Kevin Costner) Blackledge, depois de anos de toda uma vida, vivem sua rotina na simplicidade e pequenos gestos de amor e carinho em uma casa/rancho em Montana onde vivem seus dias. Eles passam os dias com o filho, a nora Lorna (Kayli Carter) e o recém-nascido neto. Certo dia, de maneira inesperada, o filho deles morre em um acidente com um cavalo. O tempo passa e a Lorna resolve se casar com Donnie Weboy (Will Brittain), um homem sem delicadezas e que maltrata a agora ex-nora do casal e o neto deles. Quando Donnie e Lorna se mudam sem avisar Margaret e George, o casal embarca em uma road trip em busca de resgatar o neto deles, só que enfrentarão muitos absurdos pelo caminho, principalmente os provocados pela líder do clã Weboy, a maquiavélica Blanche (Lesley Manville).
Foi divulgado um novo teaser de ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, que chega aos cinemas nacionais no dia 23 de maio.
No vídeo, a personagem titular vivida por Anya Taylor-Joy confronta seu passado, jurando vingança contra o homem que a sequestrou durante a infância e a separou de sua mãe.
Dirigido por George Miller, o longa vem sendo aguardado com bastante expectativa pelos fãs da franquia e ganhou algumas imagens inéditas divulgadas pela Empire.
Nas imagens, vemos Furiosa se preparando para entrar em ação ainda com seus cabelos longos, enquanto as outras mostram ela sendo capturada pelo personagem de Chris Hemsworth e depois já com seu corte de cabelo.
Confira:
Dirigido por George Miller, o longa vem sendo aguardado com bastante expectativa pelos fãs da franquia.
E parece que a espera vai valer à pena…
Entrevista para a Total Film, o produtor Doug Mitchell disse que:
“‘Furiosa‘ tem uma sequência de ação de 15 minutos que levamos 78 dias para filmar. Apelidamos a cena de ‘Stairway To Nowhere’ [porque parecia não ter fim].”
A protagonista Anya Taylor-Joy acrescentou:
“George e eu tivemos muitas conversas sobre o porquê desse cenário em particular ser tão longo. É porque você vê um acúmulo de habilidades ao longo de uma batalha, e isso é muito importante para entender o quão engenhosa Furiosa é, mas também sua coragem. É a sequência mais longa que qualquer um de nós já filmou. No dia em que terminamos, todos ganhamos um vinho da garrafa ‘Stairway To Nowhere’!”
Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.
Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa. Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke.
A trama de AMIGOS IMAGINÁRIOS acompanha Bea (Cailey Fleming), uma garota que passa a ver os amigos imaginários de todas as pessoas após viver um evento traumático. Quando Cal, personagem de Ryan Reynolds, descobre seu poder, eles embarcam numa jornada para reconectar os amigos às suas crianças, especialmente os que foram abandonados após seus criadores se tornarem adultos.
Curiosidades:
» Além de dirigir, John Krasinski também assina o roteiro e integra o elenco da produção;
» O longa originalmente seria intitulado Imaginary Friends – título que acabou sendo adotado em território nacional;
Sucesso! A sequência ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$480.3M), tornando-se a segunda maior bilheteria global do ano.
O longa dirigido por Adam Wingard já arrecadou impressionantes US$ 485.2 milhões nas bilheterias mundiais, ficando atrás apenas de ‘Duna: Parte 2‘ (US$695.7M).
Ao total, o longa já soma US$ 171.6 milhões no território norte-americano. Internacionalmente, foram US$ 313.6 milhões.
Vale destacar que longa surpreendeu em sua passagem pela China, onde já arrecadou sólidos US$ 110.3 milhões – e, segundo projeções, chegar alcançar US$ 130 milhões até a próxima semana no país.
‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
O longa vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
Quando o bilionário de tecnologia Slater King (Tatum) conhece a garçonete Frida (Naomi Ackie) em sua gala de arrecadação de fundos, faíscas voam. Ele a convida para se juntar a ele e seus amigos nas férias dos sonhos em sua ilha particular. É o paraíso. Noites selvagens se misturam com dias ensolarados e todos estão se divertindo. Ninguém quer que esta viagem acabe, mas à medida que coisas estranhas começam a acontecer, Frida começa a questionar a sua realidade. Há algo errado com este lugar. Ela terá que descobrir a verdade se quiser sair viva desta festa.