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‘Na Mira do Júri: Retiro Corporativo’: James Marsden lidera episódio especial da 2ª temporada

Na Mira do Júri: Retiro Corporativo’, segunda temporada do falso reality show do Prime Video, anunciou recentemente que terá episódios especiais em seu novo ano. Um deles contará com James Marsden como apresentador.

Conforme o Deadline, a reunião é um dos dois episódios bônus que estreiam em 10 de abril e estarão disponíveis em mais de 240 países e territórios ao redor do mundo.

O segundo episódio especial, intitulado “The Meeting”, reunirá os “não-atores/heróis” da primeira temporada, Ronald Gladden, e da segunda, Anthony Norman, em uma cafeteria de Los Angeles. No encontro, os dois terão uma conversa franca sobre a experiência única que viveram, trocando histórias e refletindo sobre o impacto do experimento em suas vidas.

Já o episódio apresentado por Marsden, “The Reunion”, trará um reencontro do elenco da segunda temporada, além de cenas inéditas da série.

Além dos especiais, os assinantes também poderão conferir comentários em áudio inéditos em todos os oito episódios da temporada, com participações de Anthony Norman, Alex Bonifer, Stephanie Hodge, Rachel Kaly, Emily Pendergast e Marc-Sully Saint-Fleur, que comentam os bastidores da produção.

Na Mira do Júri: Retiro Corporativo’ já está disponível no Prime Video.

‘Na Mira do Júri: Retiro Corporativo’: Nova temporada do “falso reality” conquista 90% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Inspirada em clássicos dos anos 80, como Clube dos Cafajestes e Clube dos Pilantras, a trama acompanha uma pequena empresa durante um retiro corporativo, onde um participante desavisado é colocado à prova quando uma situação inesperada muda completamente o jogo.

Para preservar a proposta do formato, a escalação do elenco e toda a produção da nova temporada foram mantidas em absoluto sigilo.

John Lithgow, novo Dumbledore de ‘Harry Potter’, diz que falas de J.K. Rowling foram “distorcidas”

O ator John Lithgow, escalado para dar vida ao diretor Alvo Dumbledore na nova série de TV deHarry Potter, manifestou-se recentemente sobre os desafios de assumir o papel em meio ao conturbado clima político que envolve a autora da obra, J.K. Rowling. Em entrevista à Variety, o veterano abordou as críticas que Rowling recebe por suas opiniões sobre pessoas trans, classificando-as como “inexplicáveis”, mas ponderando sobre a complexidade do debate.

Lithgow revelou que o convite para interpretar o lendário bruxo de Hogwarts veio acompanhado de uma série de questionamentos éticos por parte do público. No entanto, o ator foi enfático ao explicar por que decidiu manter-se no projeto.

“Havia tudo de atraente nesse trabalho, além de segurança profissional para meus anos mais avançados. Você não ignora essas questões. Todo o assunto sobre o suposto preconceito de Rowling surgiu depois que tudo já estava em andamento. Eu já tinha aceitado […] Fui incentivado a desistir, e não estava disposto a fazer isso”, afirmou o ator.

Para o ator, as razões artísticas e profissionais pesaram mais do que o boicote: “As razões para aceitar o papel eram muito, muito mais fortes do que as razões para protestar contra o que Rowling disse e fez. Eu discordo de grande parte disso, e acredito que muita coisa foi distorcida e mal interpretada, e ela acabou reforçando essas posições, pagando um preço por isso”.

Andrew Garfield defende assistir a filmes de ‘Harry Potter’ apesar de polêmicas com J.K. Rowling: “São muito bons”

Apesar de se dizer “surpreso e decepcionado” com o tom das postagens de Rowling nas redes sociais, Lithgow esclareceu que seu vínculo com o projeto se deve à equipe técnica, e não à autora.

“Eu não a conheci! Outro ponto positivo do projeto de Harry Potter são as pessoas envolvidas. Francesca Gardiner e Mark Mylod formam uma parceria extraordinária. Francesca… ela me convenceu, foi a principal razão para eu aceitar”, acrescentou.

Nos últimos anos, J.K. Rowling tornou-se uma figura central em debates sobre direitos humanos no Reino Unido, defendendo posturas que a comunidade trans e organizações de direitos civis consideram discriminatórias. Esse posicionamento causou um racha com o elenco original: Daniel RadcliffeEmma WatsonRupert Grint e Eddie Redmayne já se manifestaram publicamente em apoio à comunidade trans, distanciando-se das falas da autora.

Apesar do clima de boicote por parte de alguns fãs, a Warner Bros. Discovery segue avançando com uma nova adaptação da obra, desta vez em formato de série para o HBO Max. A emissora defendeu o envolvimento de Rowling, afirmando que ela tem o direito de expressar suas opiniões pessoais enquanto o foco permanece na história de amizade e aceitação dos livros.

A nova série promete ser uma releitura fiel, dedicando uma temporada completa para cada um dos sete romances. O projeto conta com nomes de peso na produção, como a showrunner Francesca Gardiner (‘Succession’) e o diretor Mark Mylod (‘Game of Thrones’).

Confira o elenco principal da nova série:

O CEO de streaming global da companhia, JB Perrette, descreveu o projeto como “o maior evento da história do streaming”.

10 curiosidades de ‘Homem-Aranha’, o clássico que resgatou os super-heróis nos cinemas

Lançado no início dos anos 2000, Homem-Aranha foi revolucionário. A história do adolescente excluído que ganhou poderes aracnídeos após ser picado por uma aranha radioativa marcou gerações e virou sinônimo de heroísmo para crianças e adultos ao redor do mundo, ajudando a salvar a Marvel da falência e consolidando o Cabeça de Teia como um dos três maiores super-heróis do planeta.

Sucesso absoluto de bilheteria e crítica, o filme foi um tipo de “despertar” para os estúdios de Hollywood que o público estava pronto para comprar histórias de super-heróis novamente. Então, se o Universo Cinematográfico Marvel brilhou na década passada, isso só foi possível porque Homem-Aranha abriu as portas em 2002. Com uma legião de fãs muito fiel, o longa segue muito popular até hoje. Pensando nisso, o CinePOP separou mais 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o clássico. Confira!

Leia também: 10 curiosidades de ‘Homem-Aranha’, um clássico absoluto dos filmes com heróis

AranhaVerso

O mundo se encantou em 2021, quando a Marvel reuniu três Homens-Aranhas em cena em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Porém, algo próximo já havia acontecido em 2002, mesmo que muita gente não tenha percebido. Na cena em que o Duende Verde faz sua primeira aparição, matando os acionistas da Oscorp e tocando o terror no festival da Times Square, o ator Nicholas Hammond faz uma breve aparição na varanda junto a Harry e Mary Jane. Para quem não sabe, Hammond interpretou o Peter Parker no filme para a TV e na série dos anos 1970.

Xena

Por falar em participação especial, o diretor Sam Raimi inseriu uma velha amiga no filme em uma ponta que muitos deixaram passar na época. Trata-se da atriz Lucy Lawless, eternizada na TV pelo papel principal na série Xena: A Princesa Guerreira. A atriz conheceu o diretor justamente na série, que foi criada por ele. No filme, Lucy está praticamente irreconhecível como uma mulher Punk que aparece dando entrevista sobre as primeiras aparições do Homem-Aranha. A maquiagem e o figurino ficaram tão bons que Lucy pediu para ficar com eles para voltar para casa. Dessa forma, ela passou pelo aeroporto sem ser reconhecida. A amizade dos dois é tão grande que Raimi voltou a homenageá-la em 2022, inserindo uma estátua da Xena na sede dos Illuminati, em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.

Seria diferente

Hoje em dia, é simplesmente impossível pensar no Duende Verde sem lembrar imediatamente do ator Willem Dafoe. A atuação foi marcante a ponto de ninguém conseguir pensar em outro nome para interpretá-lo. Porém, ele quase não ficou com o papel. Inicialmente, a produção estava muito impressionada pelos testes de Billy Crudup, que era o favorito de Sam Raimi, e esteve muito próximo de ser anunciado no papel de Norman Osborn. Só que, para o azar do ator, o agente de Dafoe recebeu uma cópia do roteiro e enviou para seu agenciado, que estava gravando na Espanha, e pediu para que ele fizesse um teste por vídeo para enviar para a Sony. Não deu outra. Raimi ficou assombrado com que o viu e concluiu que não haveria outra escolha que não fosse Willem Dafoe.

Ele amou o papel

O que chamou atenção de Willem Dafoe para o projeto foi a oportunidade de fazer um filme completamente diferente de tudo que já havia sido feito no cinema até então. Internamente, o longa era encarado como o novo Superman. Se o clássico dos anos 70 tinha feito o público acreditar que era possível um homem voar, Homem-Aranha tinha a missão de convencer o público que era possível um homem escalar paredes. Por isso, Dafoe colocou em seu contrato uma condição para assinar com a equipe: ele teria que fazer suas próprias cenas de ação. O termo foi aceito e, segundo a produção, ele fez praticamente 90% das cenas que normalmente seriam atribuídas a dublês.

Retorno

Willem Dafoe se divertiu muito nesse papel, que o permitiu liberar essa personalidade mais insana em contraste com a imagem séria de um empresário de respeito. Além disso, ele se divertiu horrores com o planador do vilão. A experiência foi tão boa que, assim que soube que a Sony havia aprovado um Homem-Aranha 2, o ator ligou para Sam Raimi e perguntou se havia alguma forma de colocá-lo no novo filme. O desafio era grande, já que Norman foi morto no final do primeiro filme, se tornando parte importante na vilanização de Harry. Mas como não se nega o pedido de uma lenda, Raimi pegou seu computador e escreveu cenas do fantasma de Norman assombrando o filho para fazê-lo se vingar do Homem-Aranha.

Não era funcional

A única reclamação dos fãs acerca do Duende Verde, na época, foi sobre a máscara do vilão. Eles queriam que ela fosse mais próxima dos quadrinhos, que era uma máscara de duende feita de borracha, com direito ao icônico gorrinho roxo. Por anos, muita gente reclamou que isso não tenha sido sequer cogitado pela produção até que, na década passada, vazaram imagens na internet dos testes de figurino do Duende Verde, que revelavam que um visual mais fidedigno às HQs foi, sim, testado. O design foi feito por Stan Winston, com a mesma tecnologia de animatrônicos utilizada em Família Dinossauros. O resultado, porém, ficou cartunesco demais, destoando do tom mais voltado para a ficção científica que teria o filme. Então, a equipe optou por adotar uma estética inspirada nas séries japonesas, que simulava uma armadura.

Rejeição era a chave

Sam Raimi optou por abordar o Homem-Aranha como um herói trágico. Apesar de sempre ter fé em dias melhores, Peter Parker seria um protagonista moldado pelas perdas e pela rejeição. Por isso, um das cenas de teste que fizeram o diretor ter certeza de que Tobey Maguire era o cara certo para o papel foi justamente o final do filme, em que ele vê Mary Jane declarar seu amor e, diante de seu sonho, decide rejeitá-la, abrindo mão do amor que sempre sonhou, para poder proteger sua amada. Raimi viu que Tobey conseguia expressar a dor da rejeição, mas de forma nobre, sem parecer grosseiro ou babaca.

A Gwen tá aí, Mary Jane!

Antes de Sam Raimi chegar, o projeto de um filme do Homem-Aranha esteve nas mãos de David Fincher, que queria adaptar uma das histórias mais tristes do herói: A Noite em que Gwen Stacy Morreu. O projeto acabou não acontecendo e foi parar nas mãos de Raimi, que optou por contar a história de amor entre Peter e Mary Jane, em vez de Gwen Stacy. Só que o diretor não descartou completamente a loirinha, fazendo diversas referências a ela ao longo do filme. Na primeira aparição de Mary Jane, por exemplo, ela aparece vestindo um casaco verde, uma blusa lilás e usa uma tiara, elementos clássicos do figurino da Gwen no dia em que ela morre.

Morte à espreita

Da mesma forma, no primeiro ataque do Duende Verde, a moça é lançada da sacada e acaba sendo salva pelo herói, que repete o movimento que matou Gwen nos quadrinhos – que funciona dessa vez. Mas talvez o momento mais icônico seja justamente aquele em que o Duende Verde lança a futura namorada do herói de uma ponte, fazendo ele escolher entre salvar a menina ou a população de Nova York. O momento é cercado de tensão porque foi dessa forma que a Gwen foi morta nas HQs, o Duende a sequestrou e lançou ponte abaixo. Aqui, porém, o Peter conseguiu salvá-la novamente. Aprende, Andrew Garfield

Desafio

Para dar vida ao Homem-Aranha, Tobey Maguire passou por alguns desafios. O primeiro deles foi ter que admitir a Sam Raimi, um grande colecionador de gibis, que jamais havia lido uma história sequer do Cabeça de Teia. Ele ganhou muito trabalho de casa, por assim dizer, tendo de ler pilhas de histórias em quadrinhos para entender melhor o herói. Além disso, para chegar ao físico do herói, Tobey foi submetido uma dieta rigorosa, carregada de proteínas, e uma rotina diária de seis horas de musculação, cardio e artes marciais por aproximadamente cinco meses seguidos. Ainda assim, segundo o ator, o maior desafio desse primeiro filme foi gravar a icônica cena do beijo invertido em Mary Jane. Segundo Tobey, além de estar pendurado de cabeça para baixo, a água da chuva ficava entrando em seu nariz, o que causava muitas dores. Mas não tinha muito o que fazer. No final, deu tudo certo.

Homem-Aranha está disponível no Amazon Prime Video e no HBO Max.

Sharon Stone DETONA cenas de sexo no cinema atual: “Explícita e agressiva”

A atriz Sharon Stone, eternizada por seu papel no suspense erótico Instinto Selvagem (1992), manifestou-se recentemente sobre a evolução das produções cinematográficas contemporâneas. Em uma análise crítica sobre a representação da intimidade nas telas, a estrela revelou que o conteúdo atual se tornou “explícito e duro demais”, o que a leva, frequentemente, a pular cenas de sexo ao assistir televisão.

Conforme a Variety, para Stone, a indústria perdeu a mão ao abandonar a sutileza em favor da exposição total. Segundo a atriz, a eficácia de sua cena mais famosa residia justamente no que não era mostrado de forma clara.

“Nem sequer era um quadro inteiro de filme. Então, as pessoas estavam desesperadas para entender. E acho que essa ideia de ‘Meu Deus’. Essa expectativa, esse encanto, esse mistério, essa intriga, esse desejo… é nisso que se baseia toda a nossa sexualidade mais profunda”, relembrou Stone sobre a polêmica sequência da cruzada de pernas.

Em tom de desabafo, ela afirmou que prefere manter vivos o desejo e a curiosidade internos em vez de ser submetida a uma sexualidade “tão explícita e agressiva”.

“Muitas vezes hoje, quando cenas de sexo aparecem na TV, eu avanço. Não quero ver. Não quero ter que passar por essa sexualidade tão explícita e agressiva. Para mim, isso tira da minha própria imaginação. E eu prefiro manter meu desejo, mistério e curiosidade. Quero manter isso vivo dentro de mim”, destacou.

Embora Instinto Selvagem tenha alçado Stone ao posto de símbolo sexual internacional, a experiência nos bastidores foi marcada por controvérsias. Em sua autobiografia lançada em 2021, “The Beauty of Living Twice”, a atriz detalhou como foi induzida a aparecer nua sem o seu consentimento pleno para o resultado final.

Conforme o relato, a produção solicitou que ela retirasse a roupa íntima sob a justificativa de que o tecido branco estaria refletindo a luz, garantindo-lhe que nada seria visto na câmera. Stone só descobriu a realidade da cena em uma exibição técnica cercada por agentes e advogados. A reação da atriz na época foi imediata: ela confrontou o diretor Paul Verhoeven na cabine de projeção e chegou a desferir um tapa contra ele.

O nome da franquia voltou às manchetes no mês passado após a Variety informar que a Amazon MGM Studios, via United Artists, adquiriu os direitos para um reboot de Instinto Selvagem. O projeto contará com o retorno do roteirista original, Joe Eszterhas.

Questionada sobre a nova versão, Sharon Stone foi sucinta e irônica: “Vão em frente. Boa sorte para vocês!”.

Para aqueles que desejam conferir a obra original, ‘Instinto Selvagem’ está disponível no catálogo da Claro TV+.

“Catherine Tramell (Sharon Stone) é uma escritora extremamente sedutora e principal suspeita de um assassinato. O policial Nick Curran (Michael Douglas) é incumbido de desvendar o crime, mas fica fortemente atraído por Catherine, colocando a própria vida em risco”, diz a sinopse.

Família de Chuck Norris condena uso de IA para criar conteúdos falsos após morte do ator

A família do lendário ator e mestre de artes marciais Chuck Norris, que faleceu recentemente aos 86 anos, emitiu um comunicado oficial para alertar sobre a disseminação de desinformação online. Segundo a revista Variety, os familiares condenaram o uso de Inteligência Artificial (IA) para criar postagens e vídeos que distorcem as circunstâncias da morte e a vida pessoal do artista.

No comunicado publicado nas redes sociais, a família Norris pediu que os fãs não compartilhem nem acreditem em conteúdos de procedência duvidosa.

“Estamos cientes de que, desde a morte de Chuck, vários vídeos e postagens gerados por IA circularam online que contêm informações falsas e enganosas sobre as circunstâncias de sua morte, seu histórico de saúde e quem estava presente”, afirmaram os familiares.

O texto destaca que os relatos sobre supostos problemas médicos passados e narrativas familiares fabricadas são “completamente falsos”. A orientação é que o público apenas confie em informações divulgadas diretamente pelos canais oficiais da família ou de seus representantes.

Embora o comunicado não tenha citado exemplos específicos, uma imagem gerada por IA ganhou repercussão global nos últimos dias. A postagem simulava o funeral de Norris e exibia representações falsas de estrelas do cinema, como Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Jackie Chan, Bruce Willis e Mel Gibson, reunidos diante de um caixão.

Hollywood presta homenagens a Chuck Norris após sua morte: “Sua lenda viverá para sempre”

Chuck Norris faleceu no dia 19 de março, no Havaí, onde estava hospitalizado. A notícia foi confirmada pelo portal Deadline.

Conhecido por obras como O Voo do Dragão e a série Walker, Texas Ranger, Norris foi descrito pela família como um símbolo de força para o mundo e um “marido dedicado, pai e avô amoroso” em âmbito privado.

“É com o coração pesado que nossa família compartilha o falecimento repentino do nosso amado Chuck Norris na manhã de ontem. Embora queiramos manter as circunstâncias em privado, saibam que ele estava cercado por sua família e em paz. Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, ele era um marido dedicado, um pai e avô amoroso, um irmão incrível e o coração da nossa família.

Ele viveu sua vida com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava. Por meio de seu trabalho, disciplina e bondade, ele inspirou milhões ao redor do mundo e deixou um impacto duradouro na vida de tantas pessoas.

Embora nossos corações estejam partidos, somos profundamente gratos pela vida que ele viveu e pelos momentos inesquecíveis que tivemos a bênção de compartilhar com ele. O amor e o apoio que ele recebeu de fãs ao redor do mundo significaram muito para ele, e nossa família é verdadeiramente grata por isso. Para ele, vocês não eram apenas fãs, eram seus amigos.

Sabemos que muitos de vocês ficaram sabendo de sua recente hospitalização, e somos imensamente gratos pelas orações e pelo apoio enviados a ele. Enquanto lamentamos essa perda, pedimos gentilmente privacidade para nossa família neste momento.

Obrigado por amá-lo junto conosco.

Com amor, Família Norris”, diz nota oficial.

Shiloh Jolie estreia em clipe de K-pop e impressiona pela semelhança com Angelina Jolie

A dançarina Shiloh Jolie, filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, tornou-se um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nesta sexta-feira. O motivo foi sua aparição no clipe musical da faixa “What’s a Girl to Do”, da cantora de K-pop Dayoung, com lançamento oficial marcado para o dia 7 de abril.

De acordo com o portal Page Six, um breve teaser da participação da jovem de 19 anos foi o suficiente para mobilizar internautas. A semelhança física de Shiloh com sua mãe, Angelina Jolie, foi o ponto central das discussões.

Assim que o vídeo começou a circular, fãs rapidamente identificaram a jovem. No X (antigo Twitter), usuários destacaram o legado familiar: “Louco ver os filhos da Angie seguindo seus passos”, comentou um perfil. Outros reagiram com surpresa à genética: “Ela é literalmente idêntica à mãe” e “A genética da mãe é forte demais”.

Ainda não foi confirmado se a participação de Shiloh no clipe de Dayoung será apenas como atriz ou se ela também atuará no corpo de baile. No entanto, sua trajetória na dança já é consolidada.

Em junho de 2025, ela assinou a coreografia de um número original para o lançamento da coleção cápsula de Isabel Marant com a Net-A-Porter. Na ocasião, utilizou seu novo nome artístico, Shi Jolie.

Angelina Jolie revela que seus filhos “não estão interessados” em ser atores

A ascensão profissional de Shiloh ocorre em paralelo a mudanças definitivas em sua vida pessoal. Em 2024, um tribunal de Los Angeles concedeu o pedido da jovem para alterar legalmente seu nome, removendo o sobrenome do pai. Agora registrada como Shiloh Nouvel Jolie, ela é a primeira dos filhos do ex-casal a oficializar a mudança na justiça, embora outros irmãos já utilizem apenas o sobrenome materno informalmente.

A decisão marca mais um desdobramento do conturbado divórcio de Angelina Jolie e Brad Pitt. O casal, que se separou em 2016 após dois anos de casamento e uma década de união. O embate envolve acusações mútuas de comportamentos abusivos e brigas por propriedades, como a vinícola francesa do ex-casal.

shiloh jolie brad pitt
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Jonathan Majors cai de janela em set de filme e produtores disparam: “Não negociamos com comunistas”

O novo filme de ação estrelado por Jonathan Majors (‘Creed III’), produzido pela The Daily Wire e Bonfire Legend, tornou-se centro de uma crise trabalhista na Carolina do Sul. Segundo informações obtidas pelo portal Deadline, a produção enfrenta uma greve organizada pelo sindicato IATSE desde o dia 26 de março, motivada por uma sucessão de incidentes de segurança e falta de infraestrutura técnica.

O estopim para a paralisação foi um acidente envolvendo Majors e o colega de elenco JC Kilcoyne. Durante a gravação de uma cena, ambos caíram de uma janela a uma altura de aproximadamente dois metros. O incidente, registrado em vídeo, ocorreu porque a janela original foi substituída por uma placa de vidro temperado não fixada. O material deveria ser quebrado em uma cena posterior, sem a presença de atores, mas foi deixado apenas apoiado na estrutura.

Como resultado da queda, Kilcoyne precisou receber pontos nas mãos. Enquanto os representantes de Majors não comentaram o caso, a equipe de Kilcoyne afirmou que o ator recebeu atendimento imediato e continua no projeto.

“Está bem e recebeu atendimento imediato da produção. JC não se sentiu inseguro no set e continua tendo uma experiência positiva trabalhando no projeto”, afirmou o representante.

Membros da equipe, sob condição de anonimato, descrevem um ambiente de trabalho caótico. Entre as irregularidades relatadas estão:

  • Riscos Físicos: Queda frequente de objetos cenográficos, incluindo um galho que atingiu o médico do set.
  • Falta de Protocolo: Ausência de reuniões de segurança antes de cenas complexas ou do uso de armas de airsoft.
  • Gestão Inexistente: Relatos de que não havia gerente de produção visível ou lista oficial de funcionários, levando os trabalhadores a criarem uma lista informal (“mercado negro”) para se identificarem.
  • Insalubridade: A equipe teria se recusado a trabalhar em uma locação com mofo preto e suspeita de amianto. Segundo funcionários, os produtores tentaram manter as filmagens mesmo após alertas de consultores técnicos.

Outro ponto de tensão envolve o supervisor de efeitos especiais, Chris Bailey. Documentos do Departamento de Justiça de 2021 revelam que Bailey se declarou culpado por posse ilegal de explosivos em um set, sendo proibido de manusear tais materiais.

Ao Deadline, Bailey minimizou o caso, classificando-o como uma “irregularidade burocrática” e que “nenhuma pirotecnia foi mal utilizada”.

Atualmente, mais de 60% da equipe apoia o acordo coletivo via IATSE para garantir fundos de saúde e pensão. No entanto, o produtor Dallas Sonnier adotou uma postura combativa. Em resposta aos pedidos de comentário, Sonnier afirmou:

“A indústria inteira está em queda livre por causa das greves, e agora que seus membros estão sem trabalho, estão tentando sabotar quem ainda está produzindo. Não negociamos com comunistas”, declarou.

Anteriormente, o produtor já havia declarado que a equipe estava “ocupada demais sendo fodões, explodindo coisas, pilotando helicópteros e matando terroristas de filme para se preocupar com quatro idiotas com cartazes”.

Embora Sonnier questione a legitimidade da greve, a produção já recebeu comunicação oficial do IATSE Internacional. Normalmente, o sindicato intervém em sets não sindicalizados após denúncias da equipe.

Sobre o Projeto
O filme, que possui o título provisório ‘Run Hide Fight Infidels’, é descrito como uma sequência em formato de antologia do longa ‘Sobreviva ou Morra Tentando’ (2020). A trama segue o estilo de clássicos comoAmanhecer Violento (Red Dawn). Apesar da greve e do incentivo do sindicato para que profissionais não aceitem as vagas remanescentes, as filmagens continuam parcialmente com substitutos.

‘A Ressurreição de Cristo’: Sequência de ‘A Paixão de Cristo’ será lançada em DUAS partes e terá ator finlandês como Jesus

A aguardada sequência de A Paixão de Cristo, dirigida por Mel Gibson e intitulada A Ressurreição de Cristo, será dividida em duas partes.

A produção será dividida em duas partes: a primeira está programada para a Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a segunda será no Dia da Ascensão, que cai em 6 de maio de 2027.

A Ressurreição de Cristo – Parte 1‘ mergulha nos três dias mais misteriosos e espiritualmente intensos da história cristã — o intervalo entre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo. Dando continuidade direta aos eventos de ‘A Paixão de Cristo‘ (2004), o longa abandona o foco exclusivo no sofrimento físico para explorar um território mais sombrio, metafísico e profundamente simbólico. Enquanto o corpo de Jesus jaz no sepulcro, o mundo visível e o invisível entram em ebulição. A narrativa alterna entre diferentes planos de existência: na Terra, os discípulos vivem o luto, o medo e a incerteza, escondidos e questionando tudo o que acreditavam; Maria enfrenta a dor da perda com uma fé inabalável; e as autoridades tentam controlar rumores de que algo extraordinário está prestes a acontecer.

Mas é no plano espiritual que o filme promete sua abordagem mais ousada. Acompanhamos a descida de Cristo ao reino dos mortos, onde Ele confronta forças ancestrais, rompe as correntes da morte e leva esperança às almas perdidas — incluindo figuras históricas e bíblicas que aguardavam redenção. Nesse limbo entre a vida e a eternidade, o embate entre luz e trevas ganha proporções épicas e filosóficas.

A Ressurreição de Cristo – Parte 1

Segundo o World of Reel, o novo filme de Gibson adotará uma abordagem diferente do longa original: os diálogos serão em inglês, ao contrário da primeira produção, que utilizava hebraico, aramaico e latim. As filmagens tiveram início em outubro de 2025 e, segundo a reportagem, devem ser concluídas em junho de 2026.

O próprio Mel Gibson já descreveu o projeto como “superambicioso”, chegando a compará-lo a uma “viagem de ácido”, já que a narrativa irá explorar reinos espirituais, incluindo batalhas épicas entre anjos e demônios e a descida de Cristo ao inferno.

A Ressurreição de Cristo – Parte 2

O ator finlandês Jaakko Ohtonen (‘The Last Kingdom’) será o protagonista da aguardada sequência e interpretará Jesus Cristo, substituindo Jim Caviezel (‘Som da Liberdade’), do longa original de 2004.

O elenco ainda contará com Mariela Garriga como Maria Madalena; Kasia Smutniak como Maria; Pier Luigi Pasino como Pedro; Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos; e Rupert Everett foi escalado em um papel desconhecido.

Jaakko Ohtonen

Os dois longas seguirão os eventos após A Paixão de Cristo. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.

A Ressurreição de Cristo está em desenvolvimento há quase uma década.

A Paixão de Cristo’ está disponível na Netflix.

A Ressurreição de Cristo – Parte 1

(The Resurrection of the Christ: Part One)

Elenco:

Mariela Garriga
Rupert Everett
Jaakko Ohtonen
Riccardo Scamarcio

Direção: Mel Gibson

Gênero: Drama, Épico

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Março de 2027

Sinopse: 

A Ressurreição de Cristo – Parte 1‘, novo épico dirigido por Mel Gibson, mergulha nos três dias mais misteriosos e espiritualmente intensos da história cristã — o intervalo entre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.

Dando continuidade direta aos eventos de ‘A Paixão de Cristo‘ (2004), o longa abandona o foco exclusivo no sofrimento físico para explorar um território mais sombrio, metafísico e profundamente simbólico. Enquanto o corpo de Jesus jaz no sepulcro, o mundo visível e o invisível entram em ebulição.

A narrativa alterna entre diferentes planos de existência: na Terra, os discípulos vivem o luto, o medo e a incerteza, escondidos e questionando tudo o que acreditavam; Maria enfrenta a dor da perda com uma fé inabalável; e as autoridades tentam controlar rumores de que algo extraordinário está prestes a acontecer.

Mas é no plano espiritual que o filme promete sua abordagem mais ousada. Acompanhamos a descida de Cristo ao reino dos mortos, onde Ele confronta forças ancestrais, rompe as correntes da morte e leva esperança às almas perdidas — incluindo figuras históricas e bíblicas que aguardavam redenção. Nesse limbo entre a vida e a eternidade, o embate entre luz e trevas ganha proporções épicas e filosóficas.

Curiosidades: 

» Segundo informações da Variety, o cineasta Mel Gibson está consultando o excomungado arcebispo Carlo Maria Viganò para o desenvolvimento do longa. Mesmo afastado de suas funções clericais oficiais, Viganò esteve presente no set de filmagens em locações ao sul de Roma. Viganò, que já serviu como embaixador do Vaticano nos Estados Unidos, foi oficialmente excomungado em 2024 após se recusar a reconhecer a autoridade do Papa Francisco e rejeitar as reformas do Concílio Vaticano II.

»  O histórico de Viganò é marcado por declarações extremas, tendo se referido repetidamente ao Papa Francisco como um “servo de Satanás” e um “falso profeta”.

»  Além de sua postura de ruptura com a Igreja moderna, o arcebispo é conhecido por ser um fervoroso apoiador de Donald Trump, crítico ferrenho dos direitos LGBTQ+ e defensor de teorias antivacina.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Paixão de Cristo’ faz sucesso na Netflix; Confira detalhes da sequência ‘A Ressurreição de Cristo’, que estreia em 2027!

O épicoA Paixão de Cristo, de 2004, está fazendo sucesso na Netflix e é o 4º filme mais visto do catálogo nesse dia 04/04.

Confira:

Dirigido por Mel Gibson, A Paixão de Cristo é um retrato intenso e realista das últimas 12 horas da vida de Jesus Cristo, começando com a agonia no Jardim das Oliveiras, passando pela traição, julgamento, tortura e culminando na crucificação e ressurreição

O filme vai ganhar uma sequência chamada A Ressurreição de Cristo’.

Segundo informações da Variety, o cineasta Mel Gibson está consultando o excomungado arcebispo Carlo Maria Viganò para o desenvolvimento do longa. Mesmo afastado de suas funções clericais oficiais, Viganò esteve presente no set de filmagens em locações ao sul de Roma.

Viganò, que já serviu como embaixador do Vaticano nos Estados Unidos, foi oficialmente excomungado em 2024 após se recusar a reconhecer a autoridade do Papa Francisco e rejeitar as reformas do Concílio Vaticano II.

O histórico de Viganò é marcado por declarações extremas, tendo se referido repetidamente ao Papa Francisco como um “servo de Satanás” e um “falso profeta”.

Além de sua postura de ruptura com a Igreja moderna, o arcebispo é conhecido por ser um fervoroso apoiador de Donald Trump, crítico ferrenho dos direitos LGBTQ+ e defensor de teorias antivacina.

Mel Gibson, que defendeu publicamente Viganò na época de sua excomunhão, tem recebido contribuições diretas do religioso no roteiro e na visão de A Ressurreição de Cristo’.

Jaakko Ohtonen (‘The Last Kingdom’) será o protagonista da aguardada sequência. O ator finlandês interpretará Jesus Cristo, substituindo Jim Caviezel (‘Som da Liberdade’) do longa original de 2004.

O elenco ainda contará com Mariela Garriga como Maria Madalena; Kasia Smutniak como Maria; Pier Luigi Pasino como Pedro; Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos; e Rupert Everett foi escalado em um papel desconhecido.

Mel Gibson retornará à direção.

A produção será dividida em duas partes: a primeira está programada para a Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a segunda será no Dia da Ascensão, que cai em 6 de maio de 2027. No Brasil, ainda não tem data de estreia.

Os dois longas seguirão os eventos após A Paixão de Cristo. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.

A Ressurreição de Cristo está em desenvolvimento há quase uma década, e Gibson já afirmou em entrevistas que pretende que Jim Caviezel retorne ao papel de Jesus. A produção deve começar no final do verão de 2026, em locações na Europa.

“Para muitas pessoas ao redor do mundo, ‘A Ressurreição de Cristo’ é o evento cinematográfico mais aguardado de uma geração. É também um filme épico, espetacular e impressionante, que deixará o público ao redor do mundo sem fôlego”, disse Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, ao anunciar em maio que a Lionsgate faria parte do projeto.

“Mel é um dos maiores diretores de nosso tempo, e este projeto é profundamente pessoal para ele, além de ser uma vitrine perfeita para seu talento como cineasta. Minha relação com Mel e Bruce já tem 30 anos, e estou empolgado por me juntar a eles mais uma vez nesse evento histórico para o público”, concluiu.

‘Bruna Surfistinha 2’ não vai mais chegar nos cinemas no Reveillon de 2026; Confira a nova data!

bruna

A Imagem Filmes adiou a aguardada sequência ‘Bruna Surfistinha 2‘, que seria lançada nos cinemas no dia 31 de dezembro de 2026.

O filme agora chega aos cinemas em 14 de Janeiro de 2027. Além disso, o primeiro filme de 2011 volta aos cinemas em 15 de Outubro.

A trama da sequência acompanhará a jornada de autoconhecimento e reinvenção, em que Bruna Surfistinha ressurge como um símbolo que ainda reverbera no inconsciente coletivo. O filme vai mostrar o que a fama fez com Bruna, codinome de Raquel Pacheco, e como ela lidou com as consequências de ser conhecida.

Deborah Secco reprisará o papel titular.

O elenco ainda contará com o retorno de Drica Moraes como Larissa, a cafetina que viu o despertar de Bruna Surfistinha; Cássio Gabus Mendes como Huldson, um dos pares românticos da protagonista; e Fabiula Nascimento como Janine, a antagonista que se torna sua grande amiga

Confira a primeira foto e siga o CinePOP no Youtube:

Marcus Baldini retornará à direção, a partir de um roteiro assinado por Mariana Bardan e Eduardo Melo.

O primeiro filme, lançado em 2011, levou 2.2 milhões de pessoas aos cinemas e foi baseado em “O Doce Veneno do Escorpião: O Diário de uma Garota de Programa”, escrito pela própria Raquel Pacheco.

bruna surfistinha 2 crédito nico rocha

‘O Exorcista’: Reboot com Scarlett Johansson dirigido por Mike Flanagan estreia no Brasil em 2027; Confira a data!

O reboot de ‘O Exorcista‘ já tem data de estreia nos cinemas nacionais. A Universal Pictures lança o filme por aqui no dia 11 de março de 2027.

Escrito, dirigido e produzido por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), o novo filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga” – e não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.

Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) estrela e foi fotografada no set com um visual totalmente diferente.

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

O reboot será estrelado por Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’), Diane Lane (‘Infidelidade’), Chiwetel Ejiofor (’12 Anos de Escravidão’), John Leguizamo (‘O Menu’), Sasha Calle (‘The Flash’) e Laurence Fishburne (‘John Wick’).

O elenco ainda contará Rahul Kohli, Hamish Linklater, Gil Bellows, Carl Lumbly, Robert Longstreet, Matt Biedel, Samantha Sloyan, Kate Siegel, John Gallagher Jr., Benjamin Pajak e Carla Gugino.

Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Minha Vida com Shurastey’: Filme com Nicolas Prattes vivendo brasileiro que rodou a América com seu cachorro ganha data de estreia

Homem elegante, viajante alegre com cachorro em calçadão
minha vida com shurastey

Minha Vida com Shurastey‘, filme com dirigido por Afonso Poyart (“Mais Forte Que o Mundo – A História de José Aldo”) e roteiro de Ana Reber (“Depois Do Universo”), ganhou data de estreia.

A Paris Filmes lança o filme nos cinemas dia 7 de Janeiro de 2027.

Dono de uma longa trajetória no cinema e na televisão, o ator Nicolas Prattes será o protagonista do longa-metragem.

o filme conta a história real do influenciador digital Jesse Koz, interpretado por Prattes, que embarcou em uma jornada pelas Américas ao lado de seu cachorro, Shurastey, da raça golden retriever, em um Fusca 1978. A distribuição é da Paris Filmes.

Morador de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, Jesse Koz decidiu deixar para trás o trabalho em um shopping center da cidade e desbravar as estradas ao lado de Shurastey, seu fiel companheiro, em 2017.

A dupla seguiu um roteiro de viagem saindo de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, até o estado do Alasca, nos Estados Unidos, em um projeto chamado “Shurastey or Shuraigow?“, título inspirado na música “Should I Stay or Should I Go“, da banda britânica The Clash.

Depois de passarem por 17 países e conquistarem mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, o brasileiro e seu cachorro faleceram em um trágico acidente de trânsito, em maio de 2022.

Antes de ‘Bruna Surfistinha 2’, primeiro filme será RELANÇADO nos cinemas

Antes de ‘Bruna Surfistinha 2‘ chegar nos cinemas em 14 de Janeiro de 2027, o primeiro filme será RELANÇADO nos cinemas.

Segundo o FilmeB, o primeiro filme de 2011 volta aos cinemas em 15 de Outubro.

Na trama, Raquel é uma típica menina da classe média paulistana que decide ser garota de programa, usando o nome Bruna Surfistinha.

A atriz Deborah Secco desabafou recentemente sobre as críticas direcionadas ao seu retorno ao papel de Bruna Surfistinha (Raquel Pacheco) na sequência do filme de 2011. Em defesa do novo projeto, a atriz destacou a importância e a relevância da história a ser contada.

Em conversa com a Quem, Deborah revelou detalhes sobre o início das filmagens:

“A gente não dá muitos spoilers, mas começamos a filmar agora. Foi um mês e meio, dias intensos, de preparação. Muita expectativa. É uma personagem que eu nunca pensei que fosse voltar a fazer. Mas estou muito feliz com a história que a gente vai contar. Acho que é uma história muito emocionante. Estou muito animada”, revelou Deborah.

Qual vai ser a história de ‘Bruna Surfistinha 2’?

A atriz afirmou que o entusiasmo pela sequência supera as críticas. Ela também refletiu sobre a crueldade dos julgamentos e a necessidade de abordar o tema:

“Tem muito mais pessoas ansiosas por esse retorno. Pessoas que amam o filme e que sabem as falas de cor. Elas estão loucas para ver o que a gente vai inventar nesse 2”, afirmou.

“O hate existe, mas acho muito cruel um ser humano se sentir superior ao outro. Acho que essa história precisa mesmo ser contada. A gente precisa mesmo falar sobre isso. Somos todos iguais, apesar dos nossos acertos e erros”, concluiu a atriz.

Bruna Surfistinha 2’ iria estrear no Reveillon de 2026, e foi adiado para 14 de Janeiro de 2027.

Confira a primeira foto:

A nova trama acompanha a jornada de autoconhecimento e reinvenção, em que Bruna Surfistinha ressurge como um símbolo que ainda reverbera no inconsciente coletivo.

Uma das atrizes mais conhecidas e talentosas da TV e do cinema brasileiros, Deborah Secco, afirma que interpretar Bruna foi uma experiência transformadora em sua trajetória. Para ela, o primeiro filme representou um dos mergulhos mais intensos de sua carreira, e ainda há muito a ser explorado nessa mulher cuja força e complexidade continuam em sintonia com o presente.

O primeiro filme, lançado em 2011, foi baseado em “O Doce Veneno do Escorpião: O Diário de uma Garota de Programa”, escrito pela própria Raquel.

Para o diretor Marcus Baldini, o longa original continua vivo na memória do público:

“É impressionante ver como o primeiro Bruna é um filme que permanece vivo e continua atraindo atenção dos espectadores. Olhando para o mundo de hoje, muito diferente do que era 15 anos atrás (data do início das filmagens), vejo como vai ser um desafio grande dar continuidade a essa história. Ao mesmo tempo, me parece uma grande oportunidade visitar de novo essa personagem junto com a Deborah. Agora, de um ponto de vista mais maduro tanto do lado pessoal como profissional”.

bruna surfistinha 2 crédito nico rocha

‘Resident Evil’ foi descrito como uma versão de terror de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, com 90 minutos de tensão

Após o sucesso de ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, Zach Cregger dirigiu um reboot de ‘Resident Evil‘. A Sony pagou a ele US$ 20 milhões para comandar este reboot e deu-lhe total liberdade para fazer o que bem entendesse com a franquia.

E, segundo o Worldofreel, houve uma exibição teste e foi um sucesso, com reações extremamente positivas.

Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de apenas 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios.

Dizem que o filme é construído quase inteiramente em torno da tensão. Um dos presentes na sessão o descreveu como uma versão de terror de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’.

Segundo o insider Daniel RPK, o longa foi classificado como simplesmente “ótimo” pelos espectadores presentes na sessão confidencial, algo que rapidamente elevou o hype entre os fãs.

E não para por aí. O jornalista Gene Park, conhecido por seus bastidores ligados ao mundo dos games, reforçou o coro positivo ao afirmar: “Também ouvi coisas boas a respeito.” Ou seja, mesmo vindo de fontes diferentes, o burburinho parece consistente — pelo menos por enquanto.

A história acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador encarregado de transportar uma misteriosa maleta para o Hospital de Raccoon City durante um surto de um vírus mortal. Abrams basicamente interpreta o mesmo tipo de personagem que fez em ‘A Hora do Mal‘ — um sujeito meio excêntrico, meio viciado em drogas, que se vê envolvido no caos. Não se trata de uma atuação profunda, e essa é a intenção. O personagem funciona mais como um avatar do jogador, simplesmente transitando de um cenário de pesadelo para o próximo.

Agora resta esperar para ver se o hype vai sobreviver até a estreia — ou se estamos diante de mais um falso alarme em Raccoon City.

Em entrevista ao The New York Times, Cregger voltou a comentar sobre sua aguardada adaptação de ‘Resident Evil‘.

O cineasta acredita alguns fãs irão “crucificá-lo” por causa das liberdades criativas, mas promete que a produção canalizará o “espírito” dos jogos.

“Eu amo a ideia de ser jogado em um universo que está determinado a aniquilar você. É um conceito apenas divertido, e eu ainda não vi um filme que oferece este tipo de experiência.”

Ele completa, “Eu definitivamente não estou tentando ser completamente obediente à mitologia dos jogos. Estou tentando contar uma história que pareça autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos.”

O novo reboot chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de Setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

Zach Cregger, diretor dos aclamados ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, comanda a produção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Rumores indicam que o filme terá uma história inédita, focada em Bryan (Austin Abrams), um entregador que atropela uma mulher misteriosa numa estrada nevada perto de Raccoon City, envolvendo-se em um surto de mutações com tentáculos, resgatando o terror original e se passando entre os eventos de RE2 e RE3, sem personagens clássicos, prometendo voltar às raízes de terror com mais fidelidade aos jogos.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Estamos voltando à Lua: 10 filmes imperdíveis sobre exploração espacial

A Artemis II decolou rumo à lua, uma viagem que não acontecia há décadas. Essa missão terá como objetivo coletar informações para uma provável nova ida ao satélite natural da Terra onde, desta vez, pousaremos novamente lá.

O universo da exploração espacial é algo fascinante e, no cinema, algumas obras já nos apresentaram histórias sobre esse tema. Para você que gosta do assunto, segue abaixo uma lista de filmes como sugestões:

 

Devoradores de Estrelas (Em cartaz nos cinemas)

Nesse filme fantástico, acompanhamos a saga do professor e cientista Ryland Grace (Ryan Gosling), que, após acordar em uma nave em pleno espaço, precisa encontrar uma solução para um problema que em breve ameaçará nosso planeta e poderá acabar com a vida humana. Entre memórias perdidas, um encontro com um ser de outro planeta e diversos obstáculos, esse herói da ciência buscará soluções mesmo nas situações mais adversas.

 

Sally (Disney Plus)

Apresentando uma história real, marcante e cheia de camadas, o documentário Sally nos conduz pela trajetória pessoal e profissional de Sally Ride, a primeira astronauta norte-americana a viajar para o espaço.

 

Perdido em Marte (Disney Plus)

Na trama, conhecemos a tripulação da Ares, uma equipe de astronautas que faz uma expedição no planeta Marte. Após serem surpreendidos por uma tempestade violenta, um dos astronautas, Mark Watney (Matt Damon), é dado como morto. Para surpresa de todos, e com a tripulação restante já fora de Marte, o astronauta em questão acaba sobrevivendo e agora vai precisar de toda sua inteligência para tentar sobreviver até um improvável, mas possível, resgate.

 

Em um Piscar de Olhos (Disney Plus)

A trama apresenta trajetórias de algumas fases de nosso planeta. No final da era neandertal, uma família liderada por Thorn (Jorge Vargas) busca sobreviver em um mundo ainda cheio de limitações, mas onde o amor já começa a prevalecer. Em 2025, Claire (Rashida Jones), uma pesquisadora e antropóloga com dificuldades no relacionamento com Greg (Daveed Diggs) e problemas em sua vida pessoal, tenta construir sua vida. No futuro, mais especificamente em 2417, a inteligência artificial Coakley (Kate McKinnon) descobre as emoções humanas durante uma viagem com o objetivo de uma colonização espacial.

Crítica | ‘Em Um Piscar de Olhos’ – Um fascinante passeio pela antropologia filosófica, cheio de lições

 

Spacewalker – Rumo ao Desconhecido (Prime Video)

Esse filme europeu, que mistura drama e aventura rumo ao desconhecido universo da física gravitacional – em uma época onde a corrida espacial era questão de ordem nacional – é uma grata surpresa. Baseado em fatos reais, Vremya Pervykh (Spacewalker – Rumo ao Desconhecido), conta a versão russa sobre o primeiro homem a ‘caminhar no espaço’.

 

Apollo 13 (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, acompanhamos três astronautas que tinham como missão inicial ir à lua mas acabam sofrendo uma pane elétrica na nave em que estão, fazendo com que eles precisem de muita criatividade para poder voltar para a Terra. A obra também mostra a questão da imprensa nessa história, sem repercussão nenhuma no lançamento do foguete, mas com cobertura massiva quando o desastre vira triunfo.

 

A Milhões de Quilômetros (Prime Video)

Dirigido pela cineasta Alejandra Márquez Abella, esse ótimo filme nos conduz à história marcante do descendente de mexicanos José Hernández, destacando sua luta e perseverança para viajar ao espaço.

 

A Jornada (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos a astronauta francesa Sarah Loreau (Eva Green), que consegue a chance que tanto queria: fará parte da equipe que viajará para a estação espacial. Para tal, precisará ficar 1 ano no espaço e longe de sua filha.

 

Apollo 13: Sobrevivendo no Espaço (Netflix)

Este poderoso documentário apresenta, através de imagens originais e algumas entrevistas, os detalhes da conhecida missão Apollo 13.

 

Interestelar (HBO MAX)

Na trama, somos jogados a um futuro em que a Terra vem consumindo boa parte de suas reservas naturais, deixando o planeta em uma situação extrema. Assim, um grupo de astronautas, liderados pelo ex-engenheiro e piloto espacial Cooper (Matthew McConaughey), que precisou abandonar sua família para seguir nessa viagem, recebe a missão de verificar possíveis planetas capazes de abrigar a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Paralelo a isso, ainda na Terra, sua filha Murph, embarca em sua própria jornada na tentativa de ajudar a humanidade.

Crítica | ‘Pai Mãe Irmã Irmão’ é uma singela análise sobre família e tempo

Jim Jarmusch não se tornou um dos emblemas do cinema independente contemporâneo por qualquer motivo: através de uma visão única e sempre dotada de comentários cômicos e dramáticos sobre o cotidiano, o diretor e roteirista encontrou sucesso em oferecer uma perspectiva diferenciada sobre o banal, transformando o ordinário em instigantes estudos de personagens que, no geral, são universalizados em um nível dialógico considerável com qualquer um. E, depois de ter comandado obras como ‘Estranhos no Paraíso’ e ‘Amantes Eternos’, ele retorna aos holofotes com o denso e propositalmente incômodo Pai Mãe Irmã Irmão.

O longa, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 9 de abril, divide-se em um singular tríptico narrativo que nos apresenta a núcleos estruturalmente diferentes, mas tematicamente congruentes. O primeiro deles é centrado em Jeff (Adam Driver) e Emily (Mayim Bialik), dois irmãos que estão a caminho da casa do Pai (Tom Waits). Vivendo sozinho no interior dos Estados Unidos, o Pai vive em solidão após a morte de sua querida esposa e, por alguma razão, os três acabaram se afastando uns dos outros para seguir suas próprias vidas, convergindo para um estranho reencontro que se estende por longos silêncios e alguns comentários controversos que mostram que o trio parece não saber se comportar em uma situação corriqueira – uma breve reunião de família na gélida brisa do inverno.

O segundo núcleo nos leva para um subúrbio irlandês e nos mergulha na imponente casa da Mãe (Charlotte Rampling), que se prepara para um elegante chá da tarde ao lado das filhas – a rebelde e sonhadora Lilith (Vicky Krieps) e a metódica e polida Timothea (Cate Blanchett). Logo de cara, é notável como a relação entre o trio parte de um ponto em comum com a história anterior – o constrangimento e o silêncio em virtude de uma preponderante falta de assunto. Lily e Tim nutrem de um respeito inegável pela Mãe, que é uma famosa e introspectiva romancista que não costuma discutir seus intrigantes pensamentos com os outros, mas ao mesmo tempo sentem um distanciamento e uma necessidade de aprovação que divide-se em dois lados de uma mesma moeda: a rebeldia e a restrição.

O núcleo de encerramento nos apresenta a Skye (Indya Moore) e Billy (Luka Sabbat), gêmeos que retornam para a capital francesa após a precoce morte dos pais, que abalou os irmãos. Navegando pelas amontoadas ruas parisienses, eles se dirigem para o antigo apartamento dos pais, agora vazio e ecoante em meio aos infinitos corredores, e começam a se relembrar de suas personalidades inconsequentes e irrequietas – e de que forma eles ecoam nos fortes laços entre Skye e Billy. Dessa maneira, após toda a memória física ter sido encaixotada e compartimentada, a saudade e a nostalgia ganham espaço em uma memorabília abstrata que os acompanhará eternamente.

Jarmusch constrói uma das narrativas mais sutis de sua carreira até agora ao investir fortemente no silêncio como personagem ativo da trama: nos três segmentos, há uma inescapável celebração da quietude, ramificando-se para o constrangimento, a complacência e a reflexão, como já mostrado nos parágrafos anteriores. De um lado, o realizador se apoia nos laços familiares e na efemeridade do tempo para construir um drama intergeracional com breves e pungentes comentários ácidos que se escondem por trás de uma robusta condução artística.

Optando pelo exuberante conflito entre imagem e história, Jarmusch presta homenagens a outras entradas de sua carreira ao fincar os dentes numa simetria despojada e enganosa; afinal, por mais que as estruturas pareçam firmes e sem muito espaço para ruírem, obstáculos invisíveis posam entre os personagens, impedindo-os de se aproximar como deveriam e tecendo uma breve análise sobre as complexas relações entre pais e filhos e de que forma a universalidade e a particularidade temáticas singram pelo mesmo caminho, como se separadas pela tênue linha do pragmatismo social. Não é surpresa que, assim como suas incursões predecessoras, nos vemos numa representação contundente ao longo de quase duas horas de duração.

O singelo cuidado com os elementos técnicos e artísticos ganha ainda mais beleza e reafirma nossa atenção com o trabalho do formidável elenco: enquanto cada um tem o seu momento de brilhar, alguns destaques merecem menção, incluindo Waits em uma espetacular e precavida rendição como o Pai; Blanchett em uma metamorfose performática completa que nos presenteia com uma das melhores cenas do longa; Rampling encarnando a suntuosa e um tanto quanto intimidadora presença da Mãe; e a sólida e apaixonante química que Moore e Sabbat imprimem em uma história que encerra não apenas o segmento que estrelam, mas os outros também.

Com Pai Mãe Irmã Irmão, Jarmusch nos apresenta a um de seus projetos mais honestos e, em última instância, mostra que nunca devemos tomar as coisas como garantido, principalmente quando pensamos na multiplicidade dos laços familiares e como, no final das contas, não somos tão diferentes assim uns dos outros.

Série da Prime Video do mesmo criador de ‘Outer Banks’ é CANCELADA após 1 temporada

Não haverá uma segunda temporada de ‘Os Runarounds: Música e Sonhos’, pois o Prime Video optou por não renovar a série para jovens adultos.

A notícia não é surpreendente, já que se passaram sete meses desde o lançamento da primeira temporada da série musical dramática, composta por oito episódios, em 1º de setembro. Segundo fontes, a série foi cancelada discretamente há alguns meses. Sua protagonista, Lilah Pate, recentemente conseguiu um papel fixo em outra série, ‘Frisco King‘, spin-off de Tulsa King criada por Taylor Sheridan para o Paramount+.

Embora a série tenha chegando ao fim, a banda de rock homônima, que era o centro da trama, continuará na ativa por um futuro previsível. O grupo, formado pelos astros da série e músicos da vida real William Lipton, Axel Ellis, Jeremy Yun, Zendé Murdock e Jesse Golliher, está em turnê até o final de junho.

Do mesmo criador do sucesso Outer Banks‘, da Netflix, a produção acompanhava os dissabores de um verão marcado por memórias, músicas chiclete e romances que afloram em meio a um complexo processo de amadurecimento juvenil e busca por identidade.

Confira o trailer:

Criado por Jonas Pate, a nova série acompanha um grupo de recém-formados do Ensino Médio, de Washington, que decide formar uma banda na esperança de construir um futuro sólido diferentes dos planos idealizados por seus pais. Mas à medida em que eles vão avançando nessa jornada, maiores serão os desafios de viver da música.

Lilah Pate, Kelley Pereira, Brooklyn Decker, Maximo Salas, Marley Aliah, Hayes MacArthur, Mark Wystrach e Shea Pritchard completam o elenco.

Após fracassar nos cinemas, quarto ‘Extermínio’ estreia no streaming! Saiba aonde assistir…

Após fracassar nos cinemas, sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ já está disponível no streaming da HBO Max.

Expandindo o universo criado por Danny Boyle e Alex Garland em Extermínio: A Evolução – e virando esse mundo de cabeça para baixo – Nia DaCosta dirige Extermínio: O Templo dos Ossos. Na continuação dessa história épica, Dr. Kelson (Ralph Fiennes) se encontra em uma nova e chocante relação – com consequências que poderiam mudar o mundo como eles o conhecem – e o encontro de Spike (Alfie Williams) e Jimmy Crystal (Jack O’Connell) se torna um pesadelo do qual ele não consegue escapar. No universo de O Templo dos Ossos, os infectados não são mais a maior ameaça para a sobrevivência – a desumanidade dos sobreviventes se torna mais aterrorizante.

Nos Estados Unidos, o longa teve uma estreia considerada decepcionante, arrecadando cerca de US$ 15 milhões em seu primeiro fim de semana, ficando atrás de produções menores e longe de ameaçar o topo das bilheteiras. Para um filme que carrega o peso de uma marca tão respeitada no gênero, o número acendeu um sinal de alerta imediato em Hollywood.

O cenário global também não ajudou muito. Mesmo com lançamento em diversos mercados importantes, O Templo dos Ossos não conseguiu embalar e somou pouco mais de US$ 53 milhões mundialmente — um resultado modesto, especialmente considerando o crescimento do mercado internacional nos últimos anos.

Apesar do lançamento morno, o novo filme recebeu uma nota A- do público no CinemaScore – uma média de aprovação muito acima de ‘Extermínio: A Evolução‘ (B) –, e tem chances de manter uma boa estabilidade nas telonas nas próximas semanas.

Os críticos também ficaram impressionados com a nova iteração, que recebeu sólidos 93% de aprovação no Rotten Tomatoes – o que representa a maior média de aprovação da história da saga.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Polêmica! Revista usa IA para “entrevistar” ator de ‘One Piece’: “Tivemos que ser criativos”

Enquanto a segunda temporada do live-action deOne Piece já movimenta o catálogo da Netflix, o ator Mackenyu, intérprete do espadachim Roronoa Zoro, viu seu nome envolvido em uma situação no mínimo inusitada e controversa. A edição da revista Esquire Singapore do mês passado publicou uma “entrevista” com o astro nipo-americano que, na realidade, foi inteiramente concebida por ferramentas de Inteligência Artificial (IA).

De acordo com informações do portal Kotaku, a publicação decidiu recorrer à tecnologia após Mackenyu apresentar uma agenda incompatível com a realização de um encontro presencial. Em vez de abrir mão da matéria, a revista optou por uma abordagem experimental: utilizaram os modelos Claude e Copilot para simular as respostas do ator.

A jornalista Joy Ling justificou a decisão no próprio corpo do texto, afirmando que a equipe precisou ser “criativa” diante da ausência de disponibilidade do artista.

“Estávamos animados para conversar com o ator nipo-americano, mas sua agenda não permitiu. Com a necessidade de uma matéria, tivemos que ser criativos. Usando nossa licença criativa, pegamos falas dele de entrevistas anteriores e as alimentamos em um programa de IA para gerar novas respostas”, escreveu

Entretanto, o resultado foi recebido com estranheza. A versão digital de Mackenyu forneceu respostas descritas como genéricas e descontextualizadas sobre temas profundos, como pressão estética e desilusões na carreira.

A repercussão negativa atingiu o ápice quando os leitores notaram que a IA foi programada para discorrer sobre o legado de Sonny Chiba, o lendário ator de artes marciais e falecido pai de Mackenyu.

Na simulação, a “IA” afirmava querer “deixar o pai orgulhoso”, um toque que muitos fãs e críticos classificaram como sendo de extremo mau gosto e desrespeitoso à memória da família.

Nas redes sociais, especialmente no X (antigo Twitter), fanpages e entusiastas do ator expressaram indignação: “Estou decepcionado que a Esquire SG tenha escrito uma entrevista inteira com IA para substituir as respostas do Macken. Duvido que isso tenha sido feito com o consentimento dele. Era impossível publicar o ensaio sem entrevista? Lembrem-se: essas respostas não são dele”.

Até o momento, não houve qualquer confirmação de que Mackenyu ou sua equipe tenham autorizado o experimento. Pelo contrário, a própria revista admitiu que o ator não respondeu aos contatos por e-mail, o que sugere que a iniciativa partiu unilateralmente da publicação.

Apesar do ruído extracampo, o sucesso deOne Piece segue inabalável. A Netflix já deu sinal verde para a 3ª temporada, que terá o desafio de adaptar a épica Saga de Alabasta, um dos arcos mais icônicos da obra original de Eiichiro Oda.

A 2ª temporada, atualmente disponível, pavimenta o caminho para o confronto no deserto, focando na evolução da tripulação dos Piratas do Chapéu de Palha liderada por Monkey D. Luffy.

O elenco principal, composto por Iñaki Godoy, Mackenyu, Emily Rudd, Jacob Romero Gibson e Taz Skylar, retorna para os novos episódios, acompanhado por nomes como Jeff Ward e Morgan Davies.