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‘The Boys’: Ator do Black Noir revela que herói entende quem é o Capitão Pátria na temporada final

A reta final de The Boys está cada vez mais próxima. A 5ª e última temporada da produção chega em breve ao Prime Video, e novas informações sobre o desfecho começam a surgir, especialmente sobre personagens-chave da trama.

Em entrevista ao ComicBookMovie, o ator Nathan Mitchell, intérprete do enigmático Black Noir, comentou sobre a evolução do herói ao longo da temporada final, destacando principalmente sua relação com o temido Capitão Pátria.

“Acho que ele percebeu o tipo de ameaça que Capitão Pátria é, sabe, ao mesmo tempo, ele ainda está entrando nesse mundo. Ele ainda está no primeiro, sabe, tipo um ou dois anos, e isso já é suficiente, mas todo mundo já está nisso há mais tempo, ou tem uma experiência muito mais visceral de como Capitão Pátria é ameaçador e o quão perigoso ele é”, explicou.

O ator também adiantou que a jornada de Noir na temporada final será marcada por uma aceitação mais profunda de sua identidade:

“E acho que Noir, sabe, na quinta temporada, é realmente sobre ele se comprometer e abraçar o papel de Noir, sabe. Então, o assassino silencioso, sabe, a ameaça ameaçadora, e acho que ele está sempre em busca de personagem, interpretando o personagem com certeza, e a questão é: quão satisfatório isso é para ele? E o que ele vai fazer na busca por sua arte?”, completou.

Na nova fase, o mundo estará cada vez mais à mercê dos impulsos instáveis e egocêntricos do Capitão Pátria. Enquanto isso, personagens como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie enfrentam situações extremas, e Annie tenta organizar uma resistência contra o domínio dos Supers. Já Kimiko segue desaparecida, enquanto o retorno de Bruto, disposto a usar um vírus capaz de eliminar todos os Supers, pode desencadear consequências irreversíveis.

O elenco principal conta com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e o próprio Nathan Mitchell.

A 5ª temporada de ‘The Boys’ tem estreia mundial marcada para o dia 8 de abril no Prime Video.

‘Heart Eyes 2’: Olivia Holt está em negociações para RETORNAR à sequência

De acordo com o Dread Central, Olivia Holt (‘Feliz Assalto!’) está em negociações para retornar para a sequência do terror slasher ‘Heart Eyes‘.

Anteriormente, o site já confirmado que o ator Mason Gooding (‘Pânico’) também está negociando seu retorno para o novo filme.

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) retornará como roteirista, tendo finalizado recentemente o enredo da continuação.

Anteriormente, ele havia comentado sobre o que podemos esperar de um novo filme: “Podemos replicar a estrutura de qualquer comédia romântica com o assassino Heart Eyes no centro da história.”

Com 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa original arrecadou US$ 33 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, quando o assassino dos Olhos de Coração ataca em Seattle, dois colegas trabalhando durante o Dia dos Namorados são confundidos como um casal por um serial killer que foca em matar namorados. Agora, eles terão que passar a noite mais romântica do ano correndo por suas vidas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Mason Gooding (‘Pânico’) e Olivia Holt (‘Cruel Summer’), o elenco também conta com Devon Sawa (‘Premonição’) e Jordana Brewster (‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’).

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Phillip Murphy (‘Dupla Explosiva 2’), Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’) e Michael Kennedy (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’).

‘Suzane Vai Falar’: Suzane von Richthofen quebra o silêncio e revela bastidores do crime em documentário da Netflix

Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos próprios pais em 2002, rompe o silêncio em uma nova produção documental da Netflix,Suzane Vai Falar (titulo provisório). Segundo informações da Rolling Stone Brasil, o longa, com cerca de duas horas de duração, mergulha na intimidade da família von Richthofen e nos eventos que culminaram em um dos crimes mais chocantes da história policial brasileira.

Na obra, Suzane descreve a mansão onde cresceu como um ambiente gélido e focado apenas em aparências e desempenho acadêmico.

“Eu vivia estudando. Era só nota alta. Tirava 9 e 10 em todas as matérias. Não tinha demonstração de amor, nem deles pra gente, nem da gente pra eles. Minha vida era brincar com o meu irmão. Meu pai era zero afeto. Minha mãe ainda tinha um pouco. Volta e meia ela pegava a gente no colo. Mas era muito de vez em quando”, afirmou.

Um dos pontos mais sensíveis do depoimento é a alegação de violência doméstica. Suzane afirma ter presenciado agressões físicas de Manfred contra Marísia:

“O relacionamento dos meus pais era muito ruim. Eu era criança. Meus pais botavam a gente pra dormir muito cedo. Ouvi uma discussão e desci pra ver o que era. Eu vi meu pai enforcando a minha mãe contra a parede. Foi horrível”, acrescentou.

Suzane ainda sugere que o vácuo emocional em sua casa foi preenchido pelo relacionamento com Daniel Cravinhos. Ela narra que passou a viver uma vida dupla para manter o namoro, que era rejeitado pelos pais.

“Eu saía de casa dizendo que ia pro karatê, mas ia pra casa do Daniel. Escondida dos meus pais, conheci todo o litoral de São Paulo. A gente alugava carro e seguia viagem. O Daniel me mostrou o mundo que eu queria viver. Virou uma guerra dentro de casa. Qualquer coisa era briga. [Meu pai] me deu um tapão na cara tão forte que meu rosto virou pro lado”, destacou.

O ponto de ruptura teria ocorrido durante uma viagem de 30 dias de Manfred e Marísia à Europa, período em que Daniel se mudou para a residência do casal.

“Foi um mês de liberdade total. Um sonho que eu não queria que acabasse. Era o dia inteiro de sexo, drogas e rock ’n’ roll. Aquele mês mudou tudo na nossa vida”, declarou ela durante as gravações.

Sobre o planejamento do assassinato, Suzane afirma que a ideia surgiu de forma gradual, alimentada pelo desejo de que os pais “não existissem”.

“Nós não falávamos em matar meus pais. A gente dizia que seria muito bom se eles não existissem”, descreveu.

Embora negue participação direta na execução física e na confecção das armas usadas pelos irmãos Cravinhos, ela admite a culpa por ter facilitado a entrada dos agressores na residência na noite de 31 de outubro de 2002.

“Eu não construí a arma do crime. Não tenho nada a ver com isso. Eu aceitei. Eu os levei pra dentro da minha casa. A culpa é minha. Claro que é minha”, confessa.

Manfred e Marísia von Richthofen foram assassinados a pauladas em 31 de outubro de 2002, em seu quarto no segundo andar da casa. Na noite do crime, Suzane relata que que permaneceu no andar de baixo. Relatando o momento das mortes, ela descreve um estado de dissociação emocional:

“Eu fiquei no sofá, com a mão no ouvido para não escutar nada. Eu não estava em mim. Era como um robô, sem sentimento. Se eu parasse pra pensar, aquilo não aconteceria. (…) Quando tudo terminou, o impacto veio de forma imediata. Não tinha mais como voltar atrás. O que eu fiz não tem mais volta”, afirma.

Atualmente com 42 anos, Suzane cumpre pena em regime aberto desde janeiro de 2023. Ela reside em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, com o marido, o médico Felipe Zecchini Muniz.

Suzane Vai Falar’ ainda não tem data de estreia definida.  

Cannes 2026: 22 apostas para a seleção oficial, com a presença de Selton Mello, Rodrigo Teixeira e Fellipe Barbosa

Após o Oscar 2026, o circuito internacional volta suas atenções para a 79ª edição do Festival de Cannes, cuja seleção oficial será anunciada na quinta-feira, 9 de abril. O Brasil aparece com duas chances discretas — por meio de um diretor e de um ator, ainda que fora de produções nacionais —, mas pode surpreender nas mostras paralelas. Nomes consagrados como Lars von Trier e Asghar Farhadi parecem certos, enquanto o festival segue se afirmando como peça-chave na temporada de premiações. Fora de competição, são aguardadas estreias de Steven Spielberg e Pedro Almodóvar.

Neste ano, os filmes exibidos no festival somaram 19 indicações ao Oscar, incluindo o vencedor de Filme Internacional, Valor Sentimental. Destaque também para O Agente Secreto, que recebeu quatro indicações após conquistar os prêmios de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Atuação Masculina para Wagner Moura.

Em entrevistas de aquecimento para o anúncio desta semana, Thierry Frémaux afirmou à Variety que os novos filmes de Alejandro González Iñárritu e Christopher Nolan não ficarão prontos a tempo de uma estreia mundial em maio. Ele também indicou que o primeiro anúncio será incompleto: ainda há muitos títulos em avaliação. Como a competição pela Palma de Ouro costuma reunir cerca de 22 filmes, reunimos aqui 22 apostas às vésperas da divulgação.

1  — After, de Lars von Trier

Cineasta de obras perturbadoras como Anticristo e Dançando no Escuro (Palma de Ouro em 2000), Lars von Trier não apresenta um filme em Cannes desde A Casa que Jack Construiu (2018). Após o diagnóstico de Parkinson, em 2022, manteve-se recluso, mas voltou à ativa no fim do ano passado com After, projeto ainda cercado de mistério, centrado no tema da morte.

2  — Memória de Menina, de Judith Godrèche

Após apresentar o curta Moi Aussi em Cannes 2024, Judith Godrèche surge como nome forte com seu primeiro longa, adaptação de Mémoire de fille, de Annie Ernaux. O filme aborda a primeira experiência sexual da autora, tema que se insere no debate mais amplo sobre memória, consentimento e formação feminina. Eixo central das discussões impulsionadas pelo movimento #MeToo, do qual Godrèche se tornou uma das vozes mais proeminentes na França após denunciar o diretor Jacques Doillon por abuso no set de filmagem durante sua adolescência.

3  — Succederà questa notte, de Nanni Moretti

Vencedor da Palma de Ouro por O Quarto do Filho (2001), Nanni Moretti é um nome recorrente na competição. Seu novo longa, estrelado por Louis Garrel e Jasmine Trinca, surge como um candidato natural à seleção principal. Na trama, quatro inquilinos moram no mesmo prédio, em uma cidade israelense, e enfrentam problemas pessoais e um vazio emocional. Suas vidas se entrelaçam enquanto buscam realização, conexão e redenção.

4  — Histórias Paralelas, de Asghar Farhadi

Condecorado com o Prêmio do Júri por seu último filme, Um Herói (2021), Asghar Farhadi é um dos autores mais respeitados do cinema contemporâneo. Desde o sucesso de A Separação (2011), suas obras costumam figurar entre os concorrentes à Palma de Ouro. Seu novo projeto, em língua francesa, com elenco estrelado por Vincent Cassel, Isabelle Huppert, Virginie Efira e Catherine Deneuve, aborda os atentados de Paris em novembro de 2015 e se encaixa no perfil de crise sociopolítica frequentemente privilegiado pelo festival.

5  — Fjord, de Cristian Mungiu

Com quatro filmes já selecionados para competição e uma Palma de Ouro — 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (2007) — no currículo, Cristian Mungiu pode concorrer mais uma vez com um drama psicológico que envolve paranoia social e julgamento coletivo. A narrativa acompanha uma família romena que migrou para a Noruega e passa a ser investigada, sendo julgada não apenas pelo sistema judicial local, mas também pela opinião pública.

6  —Minotauro, de Andrey Zvyagintsev

Após quase uma década sem lançar longas, Andrey Zvyagintsev deve retornar com uma fábula política que mistura suspense e tragédia — um tipo de narrativa densa e alegórica frequentemente valorizada pelo festival. Vale lembrar que ele já esteve três vezes em competição: O Desterro (2007), Leviathan (2014) e Sem Amor (2017).

7  — Paper Tiger, de James Gray

Outra figura constante na Croisette, James Gray pode voltar pela sexta vez ao tapete vermelho de Cannes com o suspense policial Paper Tiger. Com elenco composto por Scarlett Johansson, Miles Teller e Adam Driver, o projeto reforça seu potencial competitivo. Vale destacar que conta com produção do brasileiro Rodrigo Teixeira.

8  — Jack of Spades, de Joel Coen

Segundo filme solo de Joel Coen, após A Tragédia de Macbeth, na AppleTV+, Jack of Spades é uma obra de mistério gótica ambientada na Escócia em 1880. Com apelo artístico e histórico, o filme conta com sua esposa Frances McDormand e Josh O’Connor no elenco.

9  — Sheep in the Box, de Hirokazu Kore-eda

Palma de Ouro com Um Assunto de Família (2018), Hirokazu Kore-eda pode chegar à sua décima participação no festival com Sheep in the Box, obra que explora tecnologia, luto e humanidade — temas recorrentes em sua filmografia.

10  — Histoires de la Nuit, de Léa Mysius


Verdade seja dita, as mulheres ainda são minoria na competição oficial pela Palma de Ouro — seguimos à espera de uma edição que alcance a equidade de gênero. Nesse contexto, esta é apenas a segunda diretora da nossa lista. Após estreias em seções paralelas de Cannes, com Ava (2017) e Os Cinco Diabos (2022), Léa Mysius pode chegar à seção principal com a adaptação literária Histoires de la Nuit, de Laurent Mauvignier, centrada em tensões familiares e na invasão do espaço íntimo.

11 — Bunker, de Florian Zeller

Após Meu Pai (2020) e Um Filho (2022), Florian Zeller pode apresentar seu terceiro longa em Cannes. Bunker é um suspense psicológico filmado na Espanha e estrelado por Javier Bardem e Penélope Cruz, além de contar com Stephen Graham e Paul Dano no elenco. A história acompanha um casal casado há 17 anos, cujo relacionamento é abalado após o marido aceitar um projeto polêmico.

12 — L’inconnue, de Arthur Harari

Co-roteirista de Anatomia de uma Queda (2023), ao lado de sua esposa, Justine Triet, Arthur Harari já esteve na mostra Un Certain Regard com Onoda (2021). Agora, seu terceiro longa pode ser uma aposta à Palma de Ouro. A história acompanha um fotógrafo que passa a viver no corpo de uma mulher misteriosa, interpretada por Léa Seydoux.

13 — Milo, de Nicole Garcia

Três vezes concorrente à Palma de Ouro, Nicole Garcia pode retornar à disputa com o drama familiar Milo. Com Marion Cotillard e Laura Calamy no elenco, o filme acompanha uma mulher que, após sair da prisão, se aproxima de um jovem mecânico por motivos pessoais.

14 — Covarde, de Lukas Dhont

Premiado em Cannes anteriormente com o belíssimo Close (2022) e O Florescer de Uma Garota (2018), Lukas Dhont pode retornar ao festival com um drama histórico sobre um soldado belga dividido entre a covardia e o heroísmo nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial.

15 — Gentle Monster, de Marie Kreutzer

Após o sucesso de Corsage (2022), Marie Kreutzer aposta em um projeto em inglês com Léa Seydoux (sim, é a terceira vez que ela é mencionada em um dos possíveis projetos selecionados) e Catherine Deneuve. Na trama, uma pianista renomada muda-se com a família para o campo, onde descobre uma verdade comovente que a obriga a enfrentar as complexidades do amor, da confiança e da traição.

16 — Leila e a Noite, de Fellipe Barbosa

Conhecido por Casa Grande (2014) e Gabriel e a Montanha (2017), Fellipe Barbosa pode representar o Brasil na competição. A produção francesa, estrelada por Roschdy Zem e Marina Foïs, narra a história da fotógrafa Leila Alaoui, morta após um atentado em Burkina Faso, em 2016.

17 — Hombre al agua, de Gael García Bernal

Este é o terceiro longa dirigido por Gael García Bernal. Conhecido por sua carreira como ator, atrás das câmeras, ele já apresentou Chicuarotes (2019) em Cannes, fora de competição. Desta vez, pode disputar a Palma de Ouro como diretor e roteirista.

18 — A Cachorra, de Dominga Sotomayor

Aclamada por Tarde para Morrer Jovem (2018) e com histórico em festivais internacionais, Dominga Sotomayor apresenta chances de entrar como representante latino-americana ao levar às telonas a adaptação do polêmico romance homônimo, da escritora colombiana Pilar Quintana. Dois brasileiros marcam presença na produção: o ator Selton Mello e o produtor Rodrigo Teixeira, responsável por sucessos como Me Chame pelo Seu Nome (2017) e Ainda Estou Aqui (2024).

19 — All of a Sudden, de Ryûsuke Hamaguchi

Depois dos sucessos da crítica, como Drive My Car e O Mal Não Existe (2023), o novo projeto de Ryûsuke Hamaguchi já conta com distribuição internacional e coprodução com França, Bélgica e Alemanha, tornando-se um forte candidato a aparecer novamente em Cannes. Na trama, dois acadêmicos que trocam cartas sobre o acaso e o risco desenvolvem um vínculo mais profundo quando um deles adoece, transformando sua correspondência em conversas íntimas sobre a mortalidade.

20 — Her Private Hell, de Nicolas Winding Refn

Desde 2016 longe dos cinemas, a exuberância de Nicolas Winding Refn pode ser uma aposta certa para a competição pela Palma de Ouro deste ano. Seu último projeto, Demônio de Néon, estreou há exatos dez anos no Festival de Cannes. Sua obra de retorno é descrita como um suspense hipnótico e nonsense, repleto de glamour, sexo e violência — aquele cinema provocador que só Refn sabe fazer.

21 — Bucking Fastard, de Werner Herzog

Quatro vezes concorrente à Palma de Ouro, Werner Herzog é figurinha carimbada na Croisette sempre que apresenta um novo projeto. Com protagonismo das irmãs Kate e Rooney Mara, a narrativa nos conduz a uma existência excêntrica, fiel ao estilo inconfundível de Herzog. Segundo a sinopse, Jean e Joan Holbrooke são tão próximas que falam em uníssono, amam o mesmo homem e compartilham os mesmos sonhos. Em busca de uma terra imaginária onde o amor verdadeiro seja possível, elas cavam uma cordilheira.

22 — Água fresca para as flores, de Jean-Pierre Jeunet

Eternamente lembrado pelo culto clássico da virada do século, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, Jean-Pierre Jeunet retorna ao público após o controverso BigBug (2022), lançado diretamente na Netflix. Com a adaptação do best-seller francês Changer l’eau des fleurs, de Valérie Perrin, a narrativa promete ser uma mescla de tristeza, luto e da impossibilidade de deixar ir — exatamente como o livro.

Fora de competição

23 — Amarga Navidad, de Pedro Almodóvar

Mesmo com estreia antecipada na Espanha, Pedro Almodóvar mantém histórico sólido com Cannes, o que mantém a possibilidade de seleção fora de competição. Outros filmes do diretor sempre respeitaram a estreia mundial em seu país de origem, consolidando tradição de confiança mútua com o festival.

24 — Dia D, de Steven Spielberg

Com trailer já revelado no último mês, a grande produção de Steven Spielberg pode aparecer como sessão especial, reforçando o lado mais midiático e espetacular do festival.

25 — Full Phil, de Quentin Dupieux

Figura recorrente em Cannes, Quentin Dupieux retorna com um projeto absurdo e internacional, com Woody Harrelson e Kristen Stewart. Como de costume, encontra espaço em sessões paralelas e fora de competição. Em 2024, ele abriu o festival com Segundo Ato, filme que, apesar de criticado, reforçou seu estilo provocador e inusitado.

26 — La bataille de Gaulle: L’âge de fer, de Antonin Baudry

Um dos grandes lançamentos do cinema francês este ano, Antonin Baudry apresenta a biografia em duas partes do general e ex-presidente da França, Charles de Gaulle. Os filmes acompanham sua vida e engajamento político entre 1940 e 1945, além da trajetória rumo à carreira política. Após o sucesso de bilheteria com o suspense Alerta Lobo (2019), este novo projeto é fortemente considerado para a seção Cannes Specials.

Brad Pitt e Angelina Jolie travam nova batalha judicial por vinícola na França

A disputa judicial entre Brad Pitt e Angelina Jolie ganha um novo e tenso capítulo. O ex-casal, que há anos estampa as manchetes por sua separação conturbada, agora enfrenta um impasse sobre o cronograma da batalha legal envolvendo a vinícola francesa Château Miraval. Segundo documentos obtidos pelo TMZ, o ator manifestou urgência em resolver o caso, alegando que o prolongamento do processo tem prejudicado tanto seus negócios quanto sua vida pessoal.

O conflito central gira em torno da venda da participação de Jolie na propriedade, adquirida por ambos durante o casamento. Pitt processou a ex-esposa alegando que ela alienou sua parte sem o seu consentimento prévio. Por outro lado, Angelina sustenta que não dependia da aprovação do ator, especialmente após o colapso das negociações diretas entre os dois.

Atualmente, o julgamento está agendado para 1º de fevereiro de 2027. No entanto, Jolie solicitou o adiamento do pleito para novembro do mesmo ano, uma manobra que Pitt contesta veementemente. O ator aceitaria postergar a data por, no máximo, dois meses, mas opõe-se ao hiato de quase um ano sugerido pela atriz.

A defesa de Brad Pitt elenca motivos críticos para a celeridade do processo:

  • Perda de Testemunhas: O ator argumenta que o tempo é um fator de risco. Terry Bird, ex-gerente de negócios de Jolie, faleceu recentemente, e outro advogado ligado à atriz estaria com a saúde debilitada, o que poderia comprometer depoimentos cruciais.
  • Uso da Mansão: Pitt afirma que a disputa impede o “uso tranquilo” de sua mega mansão na França. Ele relata problemas constantes com o novo coproprietário (sócio de Jolie na venda), a quem acusa de tentar uma “aquisição hostil” do empreendimento vinícola.
  • Saúde do Negócio: O ator defende que a incerteza jurídica está asfixiando a operação da vinícola e que a resolução imediata permitiria que ambas as partes “seguissem em frente com suas vidas”.

Em resposta, a equipe jurídica de Angelina Jolie rebate as alegações, classificando-as como infundadas. A atriz argumenta que a complexidade do caso, que envolve questões internacionais e múltiplas frentes de investigação, justifica um prazo maior para a preparação da defesa.

Sobre o suposto impedimento de Pitt em desfrutar da propriedade, Jolie foi categórica em sua petição: “Não há qualquer evidência de que a capacidade do Sr. Pitt de viver em sua própria casa tenha sido minimamente afetada por este caso.”

O tribunal de Los Angeles deve decidir em breve se mantém a data original em 2027 ou se cede à pressão de Jolie para o final daquele ano.

‘Aterrorizados’: Warner Bros. anuncia remake do aclamado terror argentino

O cineasta Noah Hawley, mente criativa por trás do sucesso fenomenal deFargo e vencedor do Emmy, já definiu seu próximo grande passo nos cinemas em parceria com a Warner Bros. Pictures. O projeto em questão é uma reimaginação deAterrorizados (Terrified), o aclamado longa-metragem de terror sobrenatural argentino que se tornou um fenômeno entre os entusiastas do gênero desde seu lançamento em 2017.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a nova versão está sendo desenvolvida por Demián Rugna, o roteirista e diretor do filme original em espanhol, atuará como produtor executivo.

O longa original narra a trajetória de um policial que une forças a um grupo de investigadores paranormais para desvendar uma série de eventos perturbadores e inexplicáveis concentrados em um bairro específico de Buenos Aires. A trama é amplamente elogiada por sua atmosfera opressiva e jump scares executados com maestria.

Hawley assumirá a produção através de sua empresa, a 26 Keys, sediada em Austin. O currículo da 26 Keys reforça as expectativas em torno do remake. Além da antologia Fargo, que acumula impressionantes 70 indicações ao Primetime Emmy e sete vitórias ao longo de cinco temporadas, a produtora também assina a cultuada série Legion, da FX.

‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’: Chefe da Marvel revela desejo de produzir 2ª temporada

Brad Winderbaum, chefe de streaming, televisão e animação da Marvel Studios, trouxe novas perspectivas sobre o futuro de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’. Conforme o ComicBookMovie, o executivo surpreendeu a indústria ao revelar que, apesar da polarização extrema que cercou o lançamento, a produção figura como uma das séries de melhor desempenho do estúdio no Disney+, conseguindo furar a “bolha” dos fãs de quadrinhos e alcançar o público geral.

Desde sua estreia, a série protagonizada por Tatiana Maslany enfrentou uma trajetória turbulenta, mas os dados internos da Marvel apontam para um cenário positivo. Winderbaum não poupou elogios à produção e demonstrou entusiasmo com a possibilidade de uma sequência:

“Eu adoro Mulher-Hulk. Adoraria fazer mais da personagem. Vou dizer uma coisa: é uma das nossas séries com melhor desempenho. Ela realmente alcançou o grande público”, afirmou o executivo. “Eu adoraria ter a oportunidade de fazer mais, sinceramente. Quem sabe um dia. Talvez.”

Os números iniciais de audiência já indicavam esse potencial, com cerca de 1,5 milhão de espectadores nos Estados Unidos apenas nos primeiros quatro dias de exibição, patamar semelhante ao de outras grandes apostas televisivas da Marvel na época, como ‘Loki’.

No entanto, o retorno financeiro e a viabilidade técnica continuam sendo pontos de interrogação para a Disney. A primeira temporada de Mulher-Hulk custou impressionantes US$ 225 milhões, um dos maiores orçamentos da história do streaming. O alto custo deve-se, em grande parte, ao desafio de entregar efeitos visuais fotorrealistas para a protagonista em um formato episódico.

Mesmo com o investimento robusto, a consistência do CGI foi alvo de debates entre os espectadores mais exigentes, evidenciando as limitações de um cronograma de TV comparado ao cinema.

Além das questões técnicas, a trama enfrentou resistência de uma parcela do público. Ao se propor a satirizar a cultura “incel” e o machismo nos espaços digitais, a série foi alvo de críticas que consideraram o humor excessivo ou o tom destoante do restante do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ está disponível no catálogo do Disney+.

Lena Headey lamenta ter sido cortada de ‘Thor: Amor e Trovão’

A atriz Lena Headey, eternizada na cultura pop por sua interpretação da implacável Rainha Cersei Lannister em Game of Thrones, quebrou o silêncio recentemente sobre sua participação inédita no Universo Cinematográfico Marvel. Conforme o ComicBookMovie, Headey relembrou com carinho sua experiência nas gravações deThor: Amor e Trovão (2022), longa que deveria marcar sua estreia oficial na franquia, mas que acabou tendo todas as suas cenas removidas no corte final.

De acordo com a atriz, seu papel não era baseado em nenhuma figura clássica dos quadrinhos, sendo uma criação original do diretor Taika Waititi: ela interpretaria uma bruxa excêntrica destinada a guiar o Deus do Trovão através das profundezas do submundo.

“Eu não apareci no filme, mas trabalhei nele. Éramos três. Nós éramos um coven de bruxas. Acho que foi uma criação do Taika, e éramos meio que guias do Thor no submundo, mas éramos muito, muito engraçadas e meio insanas. Acho que surgiu toda essa história de que ‘fomos demitidas’, quando na verdade foi mais algo como ‘o que elas estão fazendo aqui?'”, afirmou.

Conforme Headey o “coven” (um grupo de bruxas) seria composto por Angus Sampson e a vencedora do Oscar Da’Vine Joy Randolph.

“A ideia, acredito, era encontrar um espaço para que tivéssemos nossas próprias aventuras. Éramos eu, Angus Sampson e Da’Vine Joy, então era um trio bem caótico. Nós éramos bruxas. Ah, ela é maravilhosa. É uma alegria. Uma alegria divina. Então, sim, é uma pena que não tenhamos entrado no corte final”, acrescentou.

A exclusão de Headey, no entanto, não foi um caso isolado. Outros grandes nomes da indústria, como Jeff Goldblum e Peter Dinklage, também filmaram sequências para o quarto filme da franquia que jamais chegaram aos cinemas.

“Se você perguntar a qualquer um desses atores que foram cortados, Jeff Goldblum, Lena Headey, Peter Dinklage, todos entendem como isso funciona. Eles já estão na indústria há tempo suficiente. Mas é assim que eu vejo as coisas. Não vou mostrar essas cenas porque foram cortadas por um motivo: não eram boas o suficiente. Elas não estão no filme, e é isso”, afirmou na época.

Apesar do elenco estrelado, Thor: Amor e Trovão enfrentou uma recepção mista por parte da crítica e do público. Embora tenha arrecadado sólidos US$ 760,9 milhões mundialmente, um desempenho respeitável no cenário pós-pandemia, ainda que abaixo dos US$ 865 milhões de Thor: Ragnarok.

O filme foi duramente criticado por seu tom excessivamente cômico e pelo desperdício de Christian Bale no papel de Gorr, o Carniceiro dos Deuses. O próprio protagonista, Chris Hemsworth, admitiu em entrevistas que o filme acabou ficando “bobo demais”, prometendo uma abordagem mais sóbria e alinhada à essência dos quadrinhos para o futuro do herói.

Com a saída de Taika Waititi da franquia, o futuro de Thor caminha para uma nova direção. Hemsworth já confirmou o desenvolvimento de um quinto filme solo que pretende resgatar a imponência do Deus do Trovão, embora nenhum diretor tenha sido anunciado até o momento. Enquanto isso, o retorno do herói às telonas está garantido emVingadores: Dr. Destino’.

Vingadores: Doutor Destino tem estreia confirmada no Brasil para o dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, Vingadores: Guerras Secretas, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

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Netflix sofre DERROTA histórica na Itália e é CONDENADA a pagar reembolso MILIONÁRIO a assinantes

Em uma decisão que promete abalar o mercado de streaming na Europa, um tribunal em Roma declarou ilegais os aumentos de preços aplicados pela Netflix na Itália entre os anos de 2017 e 2024. A sentença favorável ao grupo de defesa do consumidor Movimento Consumatori não apenas invalida os reajustes, como estabelece que milhões de clientes têm direito a reembolsos que podem chegar a € 500 (aproximadamente R$ 2.700) por usuário.

Conforme a Variety, a fundamentação da justiça italiana baseia-se na violação do código nacional do consumidor. Segundo a decisão, a Netflix teria alterado os valores das mensalidades de forma unilateral, sem apresentar justificativas válidas ou motivos prévios, o que configura uma prática abusiva.

Na Itália, a legislação de proteção ao consumidor impõe limites rígidos ao poder discricionário das empresas, exigindo transparência e equilíbrio contratual.

Para os advogados Paolo Fiorio e Riccardo Pinna, que lideraram a ação, o impacto financeiro para a empresa é massivo: “Para o Plano Premium, os aumentos ilegais aplicados em 2017, 2019, 2021 e 2024 somam €8 ($9,22) por mês, enquanto para o Plano Padrão o total é de €4 por mês. Um assinante Premium que tenha pago pela Netflix continuamente de 2017 até o presente tem direito a um reembolso de cerca de €500 ($577), enquanto um assinante padrão merece um reembolso de cerca de €250 ($288)”.

Além da devolução dos valores, o tribunal ordenou que a Netflix dê ampla publicidade à derrota. A empresa deverá publicar os detalhes da sentença em seu site oficial na Itália e nos principais jornais do país, informando aos cidadãos que as cláusulas de reajuste atuais são nulas.

O cronograma imposto pela justiça determina que a gigante do streaming tem 90 dias para cumprir as determinações. Após o prazo, será aplicada uma multa de € 700 por dia de atraso.

O revés em Roma ocorre em um momento delicado para a plataforma. Apenas alguns dias antes da sentença, em 26 de março, a Netflix anunciou um novo aumento em seus três planos nos Estados Unidos, o segundo reajuste em pouco mais de um ano.

Em nota oficial, a companhia informou que irá recorrer da decisão: “Na Netflix, nossos membros vêm em primeiro lugar. Levamos os direitos do consumidor muito a sério e acreditamos que nossos termos sempre estiveram alinhados com a lei e as práticas italianas”.

Embora casos isolados já tenham ocorrido, como em maio de 2025, quando um cliente na Alemanha venceu uma ação individual em Colônia, a decisão italiana é vista como um marco jurídico. Com processos semelhantes tramitando nos Países Baixos e na Polônia, o veredito de Roma pode servir de jurisprudência para uma onda de ações coletivas em todo o continente.

Atualmente, a Netflix possui uma base sólida de 5,4 milhões de assinantes na Itália (dados de 2025). Caso a decisão seja mantida após os recursos, a empresa enfrentará um dos maiores prejuízos operacionais de sua história em território europeu.

netflix

“WILSON!”: Cruzeiro encalha em Fiji próximo à ilha de Náufrago

O longaNáufrago (2000), estrelado por Tom Hanks e imortalizado pelo icônico grito por “Wilson!”, quase ganhou uma “versão moderna” na vida real. Em uma coincidência curiosa reportada pelo Dexerto, um navio de cruzeiro encalhou recentemente nas proximidades da ilha utilizada como cenário para as filmagens do clássico de Robert Zemeckis.

O episódio ocorreu em Fiji, nas imediações da Ilha Monuriki. Na última segunda-feira, 6 de abril, o navio MV Fiji Princess ficou preso em um recife de corais. Segundo a Blue Lagoon Cruises, operadora da embarcação, o acidente foi causado por uma mudança súbita nas condições climáticas.

Em nota oficial, a companhia detalhou o ocorrido: “Embora a investigação esteja em estágio inicial, as condições eram calmas no momento da ancoragem. Tudo indica que uma forte rajada de tempestade fez com que a âncora se arrastasse em direção ao recife, levando o navio ao encalhe.”

A operação de evacuação foi bem-sucedida. Todos os 30 passageiros foram retirados em segurança por meio de uma balsa, levando consigo seus pertences. Para evitar um desastre ecológico na região, a empresa também providenciou a remoção preventiva de combustíveis e óleos da embarcação.

Náufrago’ está disponível no Mercado Play.

10 curiosidades de ‘Náufrago’, um dos ícones das sessões vespertinas da TV aberta

Lançado há mais de duas décadas, Náufrago narra a luta de um inspetor da FedEx para sobreviver em uma ilha deserta após um acidente aéreo. Com uma bilheteria superior a US$ 430 milhões, o filme se tornou um marco da cultura pop, servindo de base para produções como Lost,Madagascar e o recente Socorro!’ (2025).

As Tartarugas Ninja: Caos Mutante 2

Tartarugas Ninja sob lua cheia, estilo ilustração

(Teenage Mutant Ninja Turtles: Mutant Mayhem 2)

 

Elenco:

Micah Abbey (Donatello)
Nicolas Cantu (Leonardo)
Shamon Brown Jr. (Michelangelo)
Brady Noon (Raphael)

 

Direção: Jeff Rowe, Yashar Kassai, Kyler Spears

Gênero: Animação

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Estreia: 8 de Outubro de 2026

Sinopse: 

Em AS TARTARUGAS NINJA: CAOS MUTANTE 2, Donnie, Raph, Leo e Mikey estão de volta para sua próxima aventura com Mestre Splinter, os Mutantes, April e um novo vilão que eles precisam enfrentar: O Destruidor.

Curiosidades: 

» Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o primeiro filme arrecadou US$ 181.8 milhões nas bilheterias mundiais;

» Em entrevista ao Comic Book, o produtor Seth Rogen revelou detalhes sobre a continuação: “Há um título e é incrível, mas acho que não posso dizê-lo, por enquanto”, disse Rogen. “Mas quando apareceu na tela, eu me levantei e comemorei. Também há uma animação pronta a partir dos storyboards do filme inteiro, então eles estão trabalhando nisso agora”;

Trailer:

Cartazes: 

Logo do filme Teenage Mutant Ninja Turtles 2

Fotos: 

‘Super Mario Galaxy’ tem a maior estreia do ano nas bilheterias brasileiras, mas fica bem atrás do primeiro filme…

Super Mario Galaxy – O Filme‘ teve a maior abertura do ano no Brasil, levando 1,16 milhão de pessoas aos cinemas e arrecadando R$ 27,3 milhões nos seus primeiros cinco dias, segundo o FilmeB.

Apesar de ser a maior abertura do ano no Brasil, o filme abriu abaixo do original, que em 2023 conquistou nada menos que R$ 30,9 milhões nos seus primeiros cinco dias, com um público de 1,6 milhão.  

Devoradores de Estrelas‘ caiu para a vice-liderança, mas foi o único filme que teve um crescimento de audiência (+6% em público e +4% em renda), e chegou a ter uma média de público por sessão superior à de Super Mario (58 contra 42 pessoas). O famoso boca-a-boca positivo.

O filme nacional ‘Velhos Bandidos‘ também tem tido uma repercussão positiva. Em seu segundo fim de semana, caiu apenas 11% em público, chegando a um acumulado de 255 mil espectadores e R$ 5,4 milhões arrecadados.

Todos esses fatores contribuíram para que mais de 1,62 milhão de brasileiros fossem aos complexos neste fim de semana, movimentando quase R$ 40 milhões. O resultado ficou acima da média dos fins de semana de 2026 até agora (1,34 milhão / R$ 29,3 milhões).

Confira o TOP 10 de 2 a 5 de Abril, segundo o FILMEB:

filmerenda (R$)
1Super Mario Galaxy: O filme23.818.000
2Devoradores de estrelas8.014.000
3Velhos bandidos2.122.000
4Nuremberg1.049.000
5Cara de um, focinho de outro951.000
6Uma segunda chance918.000
7O drama593.000
8A última Ceia415.000
9Pânico 7389.000
10Eles vão te matar270.000

 

Mundialmente, o filme do Mario arrecadou sólidos US$ 372.5 milhões em sua estreia global. Nos EUA, a produção abriu com US$ 190 milhões. Internacionalmente, foram US$ 182.4 milhões através de 80 mercados.

Crítica | Super Mario Galaxy: O Filme – Nova Aventura tem Bastante Jogabilidade, Mas História Morna

RECORDES NOS EUA:

  • Maior abertura doméstica de 2026.
  • Quarta maior abertura doméstica estendida de 5 dias da história, após ‘Moana 2’ (US$225.4M), ‘Super Mario Bros’ (US$204.6M) e ‘Transformers: A Vingança do Derrotados’ (US$200M).
  • Maior abertura doméstica estendida de 5 dias desde ‘Moana 2’ (US$225.4M).
  • Quarta maior abertura doméstica regular no final de semana de Páscoa, atrás apenas de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ (US$166M), ‘Velozes e Furiosos 7’ (US$147.1M) e ‘Super Mario Bros’ (US$146.3M).
  • Segunda maior doméstica abertura regular da história para um filme da Illumination Entertainment, atrás apenas de ‘Super Mario Bros’.
  • Maior abertura doméstica regular desde ‘Wicked: Parte ‘ (US$147M).
  • Segunda maior abertura doméstica regular da história para um filme animado da Universal Pictures, atrás apenas de ‘Super Mario Bros’.
  • Terceira maior abertura doméstic regular da história para um filme baseado em um jogo, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft’ (US$162.7M) e ‘Super Mario Bros’.
  • É a quarta franquia animada da história a ter dois títulos com abertura doméstica regular superior a US$ 100 milhões, após ‘Shrek’, ‘Toy Story’ e ‘Minions’.

RECORDES INTERNACIONAIS:

  • Maior abertura internacional do ano para um filme hollywoodiano.
  • É a única franquia animada a ter dois títulos com estreia internacional acima de US$ 170 milhões.
  • Segunda maior abertura internacional da história para um filme da Illumination, atrás apenas de ‘Super Mario Bros’.
  • Segunda maior abertura internacional da história para uma adaptação de jogo, atrás apenas de ‘Super Mario Bros’.

RECORDES GLOBAIS:

  • Maior abertura global do ano.
  • É a única franquia animada a ter dois títulos com estreia global acima de US$ 350 milhões.
  • Quinta maior estreia global da história para um filme animado e quarta maior para uma animação hollywoodiana, atrás apenas de ‘Zootopia 2’ (US$560.3M), ‘Moana 2’ (US$389.3M) e ‘Super Mario Bros’.
  • Segunda maior abertura global da história para um filme da Illumination, atrás apenas de ‘Super Mario Bros’.
  • Segunda maior abertura global da história para um filme baseado em jogo, atrás apenas de ‘Super Mario Bros’.
  • Quinta maior abertura global da história para um filme da Universal Pictures, atrás apenas de ‘Velozes e Furiosos 8’ (US$541.9M), ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’ (US$525.5M), ‘Velozes e Furiosos 7’ (US$397.6M) e ‘Super Mario Bros’ (US$372.5M).

‘Michael’, ‘Super Mario’, ‘O Drama’ e os Filmes Mais Esperados de Abril 2026 nos CINEMAS!

O TOP 5 dos maiores mercados conta com México (US$29.1M), Reino Unido (US$19.7M), Alemanha (US$15.8M), França (US$13M) e Espanha (US$10.8M).

No Brasil, o filme arrecadou R$ 27.8 milhões no final de semana estendido, tornando-se a terceira maior abertura da história para uma animação da Universal – atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ e ‘Meu Malvado Favorito 4‘.

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 41% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência recebeu uma ótima nota A- do público no CinemaScore.

Super Mario Galaxy‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

Miranda RECONTRATA Andrea no primeiro clipe de ‘O Diabo Veste Prada 2’, mas demite outra assistente….

Depois do trailer final, foi divulgado um clipe inédito da vindoura sequência O Diabo Veste Prada 2’, que chega aos cinemas vinte anos depois do filme original.

Na cena, Miranda RECONTRATA Andrea – mas demite outra assistente….

O filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

Confira:

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

‘Meu Malvado Favorito 4’ se torna o filme MAIS VISTO de streaming; Saiba aonde assistir!

meu malvado favorito 4

Após se tornar um enorme sucesso nas bilheterias – com mais de US$ 950 milhões arrecadados mundialmente –, a sequência ‘Meu Malvado Favorito 4‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, Gru dá as boas-vindas a um novo membro da família, Gru Jr., que pretende atormentar seu pai. No entanto, sua existência pacífica logo desmorona quando um mentor do crime escapa da prisão e jura vingança contra Gru.

O filme estreou em primeiro lugar entre os títulos mais assistidos do streaming.

Confira o TOP 5 deste dia 7 de Abril:

Vale lembrar que o filme segue no TOP 3 das maiores arrecadações de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B) e ‘Deadpool e Wolverine‘ (US$1.3B). Com o sucesso, a franquia ultrapassou US$ 5 bilhões em arrecadação mundialmente – tornando-se a primeira saga animada a superar a marca.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Última temporada de ‘The Boys’ alcança 96% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 26 reviews publicadas até o momento, a 5ª (e última) temporada de ‘The Boys‘ abriu com impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que a série entrega um desfecho digno para sua narrativa, com os elementos característicos que a tornaram tão popular – cenas sangrentas, explosivas, sarcásticas e cheias de críticas relevantes ao cenário político atual.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com um final épico a ser construído, tudo na série se encaixa perfeitamente: a tensão da história parece imediata, a sátira encontra um novo ângulo que parece completamente original, e até mesmo o formato da série em si evolui.” (Inverse)

“Após cinco temporadas, ‘The Boys’ chega ao fim em grande estilo, ou melhor, com vários momentos explosivos.” (Black Girl Nerds)

“Com esta temporada final sangrenta, ‘The Boys’ força seus personagens (e os espectadores) a confrontar o preço do poder, da cumplicidade e da sobrevivência em um mundo que parece prestes a implodir. É uma conclusão visceralmente envolvente e inesperadamente reflexiva.” (Empire Magazine)

“A temporada final de ‘The Boys’ se assemelha à América atual mais do que qualquer outra temporada, criando uma história sombria que é igualmente ridícula e genial.” (CBR)

“Embora a quarta temporada de ‘The Boys’ tenha marcado o início de uma trama desgastada, a quinta temporada representa um desfecho satisfatório para a irreverente saga de super-heróis de Erick Kripke.” (Collider)

“Facilmente a temporada mais sombria e emocionalmente impactante de toda a série. Absolutamente excepcional.” (Zach Pope Reviews)

“A temporada só começa a parecer realmente a última a partir do quinto episódio, mas mesmo assim é uma série excelente e ousada. É uma pena que a Amazon não tenha podido dar o orçamento necessário para um final grandioso, mas este desfecho mais tranquilo é muito emocionante. É difícil dizer adeus…” (Beyond the Trailer)

A temporada final será lançada nesta quarta-feira, no dia 8 de abril.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A temporada final promete elevar o caos a níveis globais. Com o mundo sob os caprichos erráticos do Capitão Pátria (Antony Starr), a resistência liderada por Annie (Erin Moriarty) tenta se organizar, mesmo com Hughie, Mother’s Milk e Frenchie confinados em um “Campo da Liberdade” e com o paradeiro de Kimiko sendo um mistério.

O ponto de virada será o retorno de Billy Bruto (Karl Urban), determinado a utilizar um vírus capaz de exterminar todos os Supers, desencadeando eventos que mudarão o destino da humanidade para sempre.

O elenco estelar conta ainda com nomes como Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

A última temporada de ‘The Boys’ estreia mundialmente no Prime Video no dia 8 de abril de 2026.

‘A Queda 2’: Sequência do filme sobre as garotas presas em torre ganha data de estreia no Brasil

A Paris Filmes finalmente anunciou quando a sequência ‘A Queda 2‘ (Fall 2) será lançada no Brasil.

O novo filme chegará aos cinemas nacionais no dia 6 de agosto.

Na trama…

“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para superarem o luto, elas planejam fazer uma escalada no Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino as deixa presas a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar a solução.”

Harriet Slater (‘O Tarô da Morte’), Arsema Thomas (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’) e Tom Brittney (‘De Volta à Ação’) estrelam a produção.

Michael e Peter Sprierig (‘Jogos Mortais: Jigsaw’) são responsáveis pela direção.

Scott Mann vai roteirizar o segundo filme ao lado de Jonathan Frank.

Através de um comunicado, Christian Mercuri, CEO da Capstone, disse que:

“Essas duas novas sequências são oportunidades maravilhosas para expandir o original. Queremos agora levar a franquia ainda mais longe enquanto reunimos a melhor equipe e ideias para garantir que o próximo filme seja de arrepiar os cabelos, desafiar a morte e acelerar o coração do público global.”

Mann também se pronunciou, comemorando a parceria.

“Estou emocionado por continuar a jornada de ‘A Queda‘ e levar a franquia para o próximo nível. Temos uma experiência cinematográfica realmente especial planejada e estou imensamente grato aos meus colegas produtores por apoiarem essa visão. Também estou animado por trabalhar com novos colaboradores, bem como por me reunir com a turma original, e obviamente mal posso esperar para voltar a filmar a milhares de metros de altura.”

Ambos os novos filmes trarão de volta alguns dos personagens originais, ao mesmo tempo que deixam espaço para a introdução de novos.

Suspense policial com Bruce Willis e Sarah Jessica Parker estreia fazendo sucesso na Netflix

O suspense de ação ‘Zona de Perigo‘ chegou discretamente ao catálogo da Netflix, mas rapidamente conquistou espaço entre os assinantes. Estrelado por Bruce Willis, o longa estreou diretamente em 3º lugar no ranking dos filmes mais assistidos da plataforma, mostrando a força do astro mesmo em produções mais recentes lançadas no streaming.

A trama acompanha um ex-detetive que está convencido de que seu pai foi vítima de um assassino em série. Ele decide provar que o culpado é um policial, mas sua caçada obsessiva prejudica sua relação com outro parceiro.

O elenco ainda conta com Sarah Jessica Parker, Dennis Farina.

Confira o TOP 5 e o trailer:

A produção, que mistura tensão militar com sequências intensas de combate, vem chamando atenção principalmente entre os fãs do gênero e do ator, conhecido por clássicos como Duro de Matar. Mesmo sem grande campanha de divulgação, o filme conseguiu se destacar em meio a grandes lançamentos recentes da Netflix.

O bom desempenho de ‘Zona de Perigo‘ reforça uma tendência curiosa: produções estreladas por nomes consagrados continuam encontrando um novo fôlego no streaming, alcançando públicos que muitas vezes não passaram pelos cinemas.

Resta saber se o longa conseguirá subir ainda mais no ranking nos próximos dias — mas, por enquanto, já garantiu seu espaço entre os favoritos do momento.

Rebecca Ferguson ABRE O JOGO sobre o motivo de ter saído da franquia ‘Missão Impossível’

A atriz sueca Rebecca Ferguson, conhecida por seu papel como a agente secreta Ilsa Faust na aclamada franquia Missão: Impossível, não retornou em Missão: Impossível – O Acerto Final após o trágico desfecho de sua personagem no sétimo filme. Mas sua morte não foi apenas uma decisão do roteirista, mas sim da atriz.

A decisão foi tomada de forma consciente e planejada, segundo a própria atriz, que explicou os motivos em recente entrevista ao site JoBlo.

“Para ser absolutamente clara — porque sei que muitas pessoas estão tristes com essa notícia, e eu também estou —, eu participei de três filmes da franquia. Meu contrato chegou ao fim”, revelou Ferguson de maneira sincera. “E eu a amo além das palavras. Amo profundamente a Ilsa. Acho que ela é uma das personagens mais incríveis e complexas que já interpretei. Ela é fantástica, cheia de nuances.”

Ilsa Faust foi introduzida no universo da franquia em Missão: Impossível – Nação Secreta (2015) e rapidamente se tornou uma das personagens favoritas dos fãs. Sua inteligência, habilidades de combate e dilemas morais trouxeram uma profundidade inesperada à história, além de estabelecer uma química magnética com Ethan Hunt (Tom Cruise). Ferguson reprisou o papel nas sequências Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018) e Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um (2023), consolidando sua posição como uma das figuras centrais da narrativa.

Apesar do sucesso e da popularidade da personagem, Ferguson explicou que foi convidada a retornar para o oitavo filme, mas preferiu recusar a proposta. Segundo ela, a decisão não foi motivada por problemas de bastidores, mas por um desejo criativo de preservar a integridade e o legado da personagem.

“Eu senti que a Ilsa, como personagem, precisava ser preservada”, afirmou. “Com o aumento do número de personagens na franquia, há o risco de que figuras marcantes como ela acabem perdendo espaço e significado. Ilsa sempre foi uma agente solitária, cheia de mistérios, ousadia e imprevisibilidade. Ela não era uma peça no tabuleiro, ela era o próprio jogo. E, com tantas novas adições ao elenco, senti que talvez já não houvesse mais espaço para ela brilhar como antes.”

Ferguson também destacou que essa escolha partiu de um profundo respeito pela personagem e pelos fãs. “Eu queria sair no auge, mantendo a essência de Ilsa intacta. Não queria que ela se tornasse apenas mais uma entre muitos. Prefiro deixá-la como a lembrança forte e independente que todos conheceram.” 

Outro fator importante na decisão de Ferguson foi o tempo e a dedicação exigidos para fazer um filme de Missão Impossível.

“Egoisticamente, é muito tempo para fazer um filme de ‘Missão’. E a menos que você vá ter muito tempo de tela, é muito tempo sentado esperando para filmar um grande filme que pode levar mais de um ano para ser filmado. É dedicação. Há um momento em que você pensa que precisa valer a pena, não apenas amar o personagem e abraçar Tom e [McQuarrie] e a história. Eu quero trabalhar, cara. Eu quero trabalhar. Eu não quero ficar sentada em um trailer e saber que talvez haja uma cena nos créditos”.

Missão: Impossível – O Acerto Final‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 599 milhões nas bilheterias mundiais e estreou recentemente na Netflix.

Com 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o capítulo final da saga ‘Missão: Impossível‘ contou com um orçamento exorbitante que girou em torno de US$ 300-400 milhões.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Lembra dele? | Clássico esquecido, ‘Pokémon 3: O Feitiço dos Unown’ completa 25 anos

Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures)

Esta segunda-feira (6) marca os 25 anos do lançamento internacional de Pokémon 3: O Feitiço dos Unown, terceiro capítulo cinematográfico da franquia mais bem-sucedida da história da Cultura Pop. O lançamento desse filme é curioso porque aconteceu num momento específico da chamada PokéMania, em que parte do mercado acreditava que a franquia começaria a dar sinais de cansaço, deixando de ser uma febre mundial.

Por isso, o longa contou com menos investimento publicitário da 4Kids e da Warner Bros. Animation para divulgar a aventura no cenário internacional, ao contrário do que havia acontecido em Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca e Pokémon: O Filme 2000. Curiosamente, esse longa chama atenção de como as produções japonesas ainda enfrentavam um grande hiato até chegarem ao Ocidente nesse período. Pokémon 3 foi lançado oficialmente no Japão em 8 de julho de 2000, mas só começou sua jornada mundo afora em 6 de abril de 2001, quando estreou nos Estados Unidos. No Brasil, o longa estrearia apenas em 6 de julho do mesmo ano, aproveitando a janela das férias de inverno.

Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures

Por mais que o terceiro capítulo seja menos lembrado que os dois anteriores, ele não fez feio nas bilheterias. Na verdade, teve um desempenho tão interessante que segue como o sexto maior público de um anime nos cinemas brasileiros até hoje, tendo vendido quase 584 mil ingressos. Talvez o filme não tenha ficado tanto na memória dos fãs justamente pela falta de investimento na divulgação, já que, ao contrário dos dois capítulos anteriores e de seu sucessor, o terceiro filme não deu cartas colecionáveis de brinde para quem comprava os ingressos.

Mesmo com esse rótulo extraoficial de “esquecido”, Pokémon 3 segue como um dos capítulos mais interessantes de toda a saga por adotar uma trama que se assemelha a um conto de fadas sob a perspectiva do terror psicológico. A história é ambientada na brilhante região de Johto, onde o Dr. Spencer Hale dedica sua vida e recursos financeiros a pesquisar sobre os Unown, misteriosos Pokémon ancestrais que supostamente teriam envolvimento na própria criação da vida. Sua obsessão por essa espécie fez com que sua esposa o abandonasse, deixando o rapaz sozinho com a filha, a pequena Molly. Durante a noite, ele recebe uma chamada urgente de suas equipes de escavações, afirmando terem encontrado pistas determinantes sobre os Unown. O cientista deixa seu lar e vai em direção ao sítio arqueológico, onde acaba sendo absorvido pelos Pokémon.

Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures

O assistente do Dr. Hale encontra o computador do rapaz e as peças arqueológicas relacionadas aos Unown. Com peso na consciência, ele leva o material de volta para a casa do doutor, onde dá a notícia à pequena Molly. Desesperada, a menina pega as peças e começa a chorar, despertando os Unown, que decidem ajudá-la a ter uma nova família. Com seus poderes psíquicos, os Pokémon invocam o cão lendário Entei para assumir o papel de pai da garotinha e acabam sequestrando a mãe de Ash Ketchum, que estava pela região, para assumir o papel de mãe de Molly.

Agora, com o poder de um Pokémon lendário e as habilidades especiais de criação dos Unown ao seu lado, a garotinha cria um palácio mágico de gelo, sequestrando a cidade com um inverno eterno para formar seu mundo perfeito. Em meio a esse caos, Ash, Pikachu e seus amigos tentam invadir o castelo para resgatar a mãe do protagonista e convencer Molly de que suas ações podem ser perigosas. É curioso ver como essa trama acabou sendo ‘esquecida’ dentro da franquia, mas foi praticamente reaproveitada no fenômeno do streaming, WandaVision, da Disney.

Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures

Com essa pegada mais mística, apostando em uma antagonista que não é verdadeiramente uma vilã, mas uma menininha assustada que só quer sua família de volta, o filme é conduzido como uma grande negociação… Como um policial tentando negociar com um sequestrador. No início, a mãe de Ash está sob o feitiço dos Unown e sob a guarda de Entei, então age de forma automática. Quando o transe termina, ela não perde a paciência e nem se desespera. Pelo contrário: ela entende a situação de Molly e tenta negociar com a menina, mostrando a ela que suas ações trazem consequências.

Paralelamente, Ash não mede esforços para encarar o lendário cão de fogo no processo para salvar sua mãe. Em uma das sequências mais espetaculares de toda a franquia animada, um velho conhecido retorna mais poderoso do que nunca, trazendo esperança para o público e criando algumas das cenas mais sensacionais da saga. Sim, o Charizard ouve o pedido de ajuda de Ash e voa do Vale Charicífico, onde foi deixado para treinar, diretamente para ajudar seu treinador e amigo no embate contra um dos Pokémon mais poderosos da região. É simplesmente espetacular!

Foto: Divulgação/ Warner Bros. Pictures

Mais do que isso, Pokémon 3: O Feitiço dos Unown é o último filme da franquia a ser animado em célula. Ou seja, de forma artesanal, com os artistas desenhando cenários e personagens individualmente em células de acetato. A partir do quarto filme, a animação digital tomou conta — apesar de ainda haver alguns detalhes manuais. Esse fator confere ao filme um visual único, de muito valor nos dias de hoje, em que a animação 3D tomou conta dos cinemas e das TVs. É um filme esteticamente belíssimo, completamente diferente das produções atuais. Dá para sentir o esmero dos artistas em cena, compondo cenários fantásticos e surrealistas criados pela mente de uma criança de cinco anos que acabou de perder o pai.

As batalhas Pokémon dessa aventura talvez sejam as mais agradáveis da saga, visualmente falando. A começar pelos cenários, que são mais próximos da vida real, como parques públicos, praças e campos. Cá entre nós, se os Pokémon existissem de verdade, o que mais teria por aí seriam batalhas nos parquinhos das cidades. A sequência de abertura, em que Ash enfrenta uma adversária no parque ao som da música tema da temporada, é a mais incrível da franquia justamente por apostar nessa simplicidade de imaginar uma batalha no mundo real. A fluidez dos movimentos da luta somada aos monstrinhos aproveitando os brinquedos do parque como apoio ou obstáculos, faz dessa sequência simplesmente hipnótica. É o auge estético da franquia.

Infelizmente, no momento, Pokémon 3: O Feitiço dos Unown não está disponível no catálogo de nenhum streaming. O longa, porém, pode ser encontrado para compra ou aluguel no YouTube Filmes.

‘De Volta para o Futuro 4’: Roteirista explica por que NUNCA houve o quarto filme

O roteirista e produtor Bob Gale, uma das mentes criativas por trás da aclamada trilogia De Volta para o Futuro, quebrou o silêncio recentemente sobre as constantes pressões para uma nova sequência. Em entrevista ao ScreenRant, Gale foi categórico ao afirmar que, apesar do sucesso estrondoso e do apelo nostálgico, um quarto longa-metragem está completamente fora de cogitação.

Para Gale, a jornada iniciada em 1985 atingiu sua conclusão ideal em 1990, com o lançamento da terceira parte. Segundo o produtor, o principal obstáculo para qualquer tentativa de retorno é a indissociável imagem de Michael J. Fox como o protagonista Marty McFly. Após o diagnóstico de Parkinson revelado pelo ator, Gale reforçou que a ideia de seguir sem ele perderia qualquer propósito artístico.

“Desde o terceiro filme, as pessoas perguntam: ‘Quando vocês vão fazer o quarto?’. E a resposta é: nunca”, declarou Gale. “Você gostaria de ver De Volta para o Futuro sem Michael J. Fox? Quando faço essa pergunta, as pessoas imediatamente recuam e entendem o nosso ponto”.

Além do fator humano, Bob Gale destacou uma preocupação com a integridade da obra. Ele acredita que um novo filme dificilmente alcançaria o nível de excelência dos originais e citou o declínio de outras grandes franquias de Hollywood que perderam sua essência ao insistirem em continuações puramente comerciais.

A intenção dos criadores, incluindo o diretor Robert Zemeckis, é preservar a trilogia como um monumento intocado da cultura pop.

A saga, que se tornou um pilar do cinema de ficção científica e aventura, acompanha o adolescente Marty McFly em uma jornada acidental rumo ao ano de 1955, após um experimento do excêntrico cientista Doc Brown (Christopher Lloyd) dar errado. A bordo de um DeLorean modificado, Marty precisa garantir que seus pais se apaixonem para não ser apagado da existência, enquanto tenta desesperadamente retornar ao seu tempo original para salvar a vida de seu mentor.

O elenco estelar que imortalizou a franquia conta com nomes como: Michael J. FoxChristopher LloydLea ThompsonCrispin GloverThomas F. WilsonClaudia Wells e James Tolkan.