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‘One Piece’: Live-action tem queda significativa na audiência na 2ª temporada

A segunda temporada da adaptação live-action de One Piece consolidou-se, à primeira vista, como um sucesso incontestável ao manter o posto de série número um da Netflix em nível global por duas semanas consecutivas. No entanto, por trás da liderança momentânea nas paradas, surgem dados que sugerem um cenário de cautela para o futuro da franquia: a produção registrou uma queda de performance de 34% em comparação ao seu ano de estreia.

De acordo com o ComicBook, a nova temporada, após 13 dias de exibição, acumula um déficit de aproximadamente 14 milhões de visualizações em relação ao desempenho da primeira temporada no mesmo período.

Especialistas do setor indicam que uma retração na audiência entre a primeira e a segunda temporada é um movimento comum na indústria do streaming. O ano de estreia costuma atrair um público “generalista”, movido pela curiosidade de ver como uma obra monumental do Japão seria adaptada pelo Ocidente.

Já a sequência tende a concentrar um nicho mais fiel, filtrando os espectadores casuais. Todavia, a magnitude dessa queda, superior a um terço do público original, acende o alerta sobre a capacidade da série em reter o interesse de massa necessário para sustentar orçamentos tão elevados.

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Apesar dos números de alcance quantitativo estarem abaixo da marca anterior, a percepção qualitativa da obra parece ter evoluído drasticamente. A resposta dos fãs tem sido extremamente favorável, com o sétimo episódio desta temporada tornando-se o mais bem avaliado de toda a série no IMDb, e seis dos dez episódios com as maiores notas da produção pertencendo a este segundo ano.

A Netflix já deu luz verde para a 3ª temporada, que terá a responsabilidade de adaptar a épica Saga de Alabasta, um dos arcos mais queridos da obra de Eiichiro Oda.

One Piece’ está disponível na Netflix. 

A série continua a acompanhar a odisseia de Monkey D. Luffy e sua tripulação dos Piratas do Chapéu de Palha em busca do lendário tesouro deixado pelo Rei dos Piratas. A 2ª temporada foca nos eventos que pavimentam o caminho para o confronto no deserto de Alabasta, introduzindo novos perigos e aliados.

O elenco conta com o retorno de Iñaki Godoy, Mackenyu, Emily Rudd, Jacob Romero Gibson e Taz Skylar, além de talentos como Jeff Ward, Morgan Davies e Ilia Isorelýs Paulino.

One piece

Super Mario Galaxy – O Filme

(The Super Mario Galaxy Movie)

 

Elenco de vozes na versão original:

Chris Pratt (Mario)
Anya Taylor-Joy (Princesa Peach)
Jack Black (Bowser)
Charlie Day (Luigi)

DUBLADORES na versão nacional
Mario: Raphael Rossatto
Luigi: Manolo Rey
Princesa Peach: Carina Eiras
Bowser: Marcio Dondi
Toad: Eduardo Drummond
Donkey Kong: Pedro Azevedo
Kamek: Ricardo Juarez
Bowser Jr.: Charles Emmanuel

Direção: Aaron Horvath, Michael Jelenic

Gênero: Animação

Duração: 100 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 1º de Abril de 2026

Sinopse: 

Em SUPER MARIO GALAXY – O FILME leva o público a uma missão de tirar o fôlego. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario e seus amigos enfrentam uma nova ameaça cósmica que coloca toda a galáxia em perigo. O filme promete momentos divertidos, cenas repletas de ação e, claro, a estreia triunfante de Yoshi em sua jornada cinematográfica.

A animação é produzida por Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, firmando mais uma vez a colaboração de sucesso entre os dois estúdios.

Curiosidades: 

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» Após ter feito uma brevíssima aparição na cena pós-créditos do primeiro filme, o icônico Yoshi já foi confirmado na sequência;

» Matthew Fogel (‘Minions 2: A Origem de Gru’) retorna como roteirista do novo filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Supergirl’: Milly Alcock revela que não buscou conselhos de antigas atrizes da heroína

Supergirl chega em breve aos cinemas, apresentando a mais nova heroína do DCU. A atriz Milly Alcock falou recentemente sobre estrelar o longa e revelou que decidiu não entrar em contato com antigas intérpretes da personagem, Melissa Benoist, Laura Vandervoort e Sasha Calle.

Diferente de uma prática comum em Hollywood, na qual novos atores costumam buscar conselhos com quem já viveu o papel, Alcock revelou ao ComicBookMovie que optou por não procurar Benoist, que interpretou a heroína por seis temporadas na televisão, nem Calle, que deu vida à kryptoniana no filmeThe Flash e nem Laura Vandervoort, que interpretou a heroína em Smallville: As Aventuras do Superboy’.

“São apenas pessoas vivendo suas vidas. Não é como se tivéssemos um laço de sangue”, afirmou a atriz, de forma direta.

Apesar disso, as intérpretes anteriores demonstraram apoio à nova Supergirl. Na época, Benoist declarou: “Eu acredito que todas as interpretações da personagem são valiosas pelo que ela representa. Supergirl, como entidade, é icônica por um motivo e tem sido desde os anos 50. Pessoalmente, acho que cada versão dela é importante para que jovens possam se ver representadas”.

Vandervoort, que interpretou a heroína na série Smallville, também se manifestou nas redes sociais: “Enquanto celebramos a escalação de Milly Alcock como a nova Supergirl, achei apropriado compartilhar algumas artes de fãs que remetem ao meu tempo com esse ‘manto’. Obrigada por isso”.

Por sua vez, Calle também apoiou Alcock, afirmando: “Divirta-se muito. Você parece incrível, adorei isso. Arrase completamente”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

Anteriormente, James Gunn, cofundador do DCU, falou recentemente sobre Supergirl’ e explicou que a heroína será um pouco “bagunçada” devido ao fato de ter crescido em um ambiente muito menos estável que Clark Kent.

“Quando assumi esse cargo, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ [a graphic novel que inspirou o filme de 2026] foi, tipo, a prioridade número um para mim entre as coisas que eu sabia que queria fazer. Ana Nogueira mandou muito bem no roteiro desde o começo, e enxergou o mesmo que eu vi sobre como a HQ poderia ser adaptada para o cinema, onde a Supergirl é ainda mais dura no filme do que na própria HQ, eu diria”, afirmou.

Gunn diferenciou o tom de Supergirl do de Superman: “Lembre-se: esse é um filme diferente de ‘Superman’. ‘Supergirl’ é um filme muito mais rock & roll. É um pouco mais cru, de certa forma. Ela é uma personagem mais durona. Ela não é o Superman, nem de longe. Então, não é a mesma coisa. Este filme (‘Superman’) realmente é para todo mundo. E Supergirl também é, mas tem um pouco mais de atitude, digamos assim”.

O cineasta também expressou sua empolgação com o progresso do filme: “Só para constar, eu vi todos os diários de filmagem, mas ainda não vi o corte final. Acho que vou ver na semana que vem. Estou bem empolgado com isso”.

A Última Ceia

(The Last Supper)

 

Elenco:

Jamie Ward
Robert Knepper
Nathalie Rapti Gomez

 

Direção: Mauro Borrelli

Gênero: Religioso

Duração: 114 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 2 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em A ÚLTIMA CEIA, nos dias que antecedem um dos momentos mais marcantes da humanidade, Jesus reúne seus discípulos para a Última Ceia, um momento de comunhão que se tornará eterno. Entre palavras de amor e despedida, Ele anuncia o sacrifício que mudará a história, deixando ensinamentos que ecoarão para sempre. Enquanto a fé é fortalecida, a sombra da traição paira sobre a mesa, mas nem mesmo a dor pode apagar a promessa de redenção.

Curiosidades: 

» Mauro Borrelli e John Collins assinam o roteiro;

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Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Mais velhos que todos nós! ‘Taxi Driver’, ‘Rocky’ e os clássicos absolutos do cinema que completam 50 anos!

Sim, querido leitor, existia cinema antes do TikTok. Existia cinema antes do Instagram. Existia cinema antes mesmo do Facebook. Mas quer saber uma que vai ser dolorida? Existia cinema antes dos streamings e antes mesmo da internet. Já pensou? Era a época do cinema totalmente analógico, coisa que grande parte dos fãs hoje em dia apenas ouviram falar como um conto antigo de ninar.

Bom, e se a geração Z não sabe o que foi viver em um mundo analógico, a geração anterior, chamados de geração Y ou millenials, não sabem o que foi viver em um mundo sem acesso às locadoras (os streamings da época). As gerações mais antigas é que sabem o que significa ver filmes apenas nos cinemas ou na TV. E bem, os filmes que iremos apresentar aqui hoje são exatamente desta época. E não por menos, eles estão completando 50 anos de seu lançamento nas telonas em 2026. Abaixo iremos dar uma olhada em 10 verdadeiros clássicos absolutos da sétima arte. Confira.

Taxi Driver

Nem sempre os filmes do Oscar são os mais lembrados ou os que mais resistem ao teste do tempo. Isso é um fato bem curioso, porque se formos analisar, os indicados ao maior prêmio do cinema são considerados “os melhores” e deveriam ser constantemente lembrados. De tempos em tempos, o prestígio e a popularidade se cruzam, e temos conjunções como a do Oscar de 1977, no qual todos os filmes indicados (de 1976) entraram para a história da sétima arte. Bem, quase todos, tirando o esquecido ‘Esta Terra é Minha Terra’. Mas aqui falamos de ‘Taxi Driver’, obra-prima de Martin Scorsese, que possui um cunho bem underground, alternativo e incorreto, ao tratar de um protagonista desequilibrado, que não encontra lugar em sociedade após a guerra do Vietnã, e começa a dirigir um taxi à noite. ‘Taxi Driver‘ foi indicado ao Oscar de melhor filme, é claro, e ainda ator (para Robert De Niro) e atriz coadjuvante (para um bem novinha Jodie Foster). Além de ser um dos três desta lista, considerado parte dos melhores de todos os tempos com o grande público no IMDB. Seu maior prêmio, sem dúvida.

Rocky – Um Lutador

O segundo filme do Oscar daquela época, foi também o grande vencedor do prêmio naquela noite. Existe uma discussão sobre qual filme de fato seria o melhor, e muitos ainda choram por ‘Taxi Driver’, símbolo da contracultura da época, não ter levado. A verdade é que o filme de Scorsese representa como poucos o que foram os anos 1970. Por outro lado, ‘Rocky’ é aquele filme perfeito, que agrada todo tipo de público. Um filme que tem o coração no lugar certo e que fala sobre a verdadeira essência humana, da bondade, da superação e da conquista. Mostra que todos nós somos capazes de uma segunda chance e de mudar nossas vidas quando a oportunidade se apresenta. É sobre ter coragem e aceitar o desafio. Fora isso, é a história de Davi e Golias para àquela época, considerado até hoje o melhor filme de esporte da história da sétima arte. ‘Rocky‘ levou o Oscar de melhor filme, diretor (John G. Avildsen) e edição; e foi indicado para melhor ator (Sylvester Stallone), roteiro (também para Stallone) e mais cinco prêmios, incluindo três de atuação.

Fora isso, Stallone se tornou o terceiro artista na história do Oscar a receber indicações de melhor ator e roteirista no mesmo ano, depois de Charles Chaplin por ‘O Grande Ditador‘ (1940) e Orson Welles por ‘Cidadão Kane‘ (1941). E que ótima companhia para se ter. ‘Rocky‘, é claro, também está entre os melhores filmes de todos os tempos no IMDB, e resistiu ao teste do tempo, criando uma franquia que já possui 9 filmes.

Rede de Intrigas

Como dito, dos filmes do Oscar desta época, apenas ‘Esta Terra é Minha Terra’ se tornou esquecido, uma obra pouco falada hoje em dia. As outras duas também eram obras atuais, que falavam sobre a força do jornalismo, seja televisivo ou impresso (você lembra?). Começaremos com o primeiro, o jornalismo televisivo, que nos anos 70 já enfrentava bastante ceticismo. ‘Rede de Intrigas’ surge como crítica máxima à indústria das notícias sensacionalistas e da ganância do mundo corporativo. Das grandes redes de TV, mais interessadas na audiência do que de fato em realizar um programa que sirva ao cidadão. Nesse contexto, o diretor Sidney Lumet cria a sua obra-prima, que jamais foi igualada quando o tema é os bastidores de um telejornal. Na trama, um âncora demitido pela baixa audiência de seu programa enlouquece e vira sensação da noite para a dia, fazendo os executivos do canal o transformarem em uma estrela. A mensagem é: será que vale tudo pela audiência? ‘Rocky‘ pode ter sido o grande vencedor daquela noite (com o Oscar de melhor filme) – ‘Taxi Driver‘ foi o grande perdedor -, mas ‘Rede de Intrigas‘ ganhou ainda mais prêmios da Academia.

O filme venceu quatro estatuetas: melhor ator (Peter Finch, que se tornou o primeiro ator da história a levar uma prêmio póstumo de atuação – ele havia falecido pouco tempo antes), melhor atriz (Faye Dunaway), melhor atriz coadjuvante (Beatrice Straight) e melhor roteiro original. Ah, é claro, também faz parte dos melhores filmes de todos os tempos no IMDB.

Todos os Homens do Presidente

Outro filme sobre jornalismo, outro filme indicado ao Oscar que resistiu ao teste do tempo. E se por um lado, ‘Rede de Intrigas’ era sobre o que de pior o jornalismo tinha a oferecer (sendo de uma forma inclusive profético), onde a audiência precisa chegar em primeiro lugar, e a ética profissional em segundo; ‘Todos os Homens do Presidente’ é o outro lado da moeda. Aqui, temos a essência da profissão, ou seja, ética, comprometimento e responsabilidade. Essa é a história real dos jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, que através de uma minuciosa investigação, conseguiram descortinar o escândalo que ficou conhecido como o “caso Watergate”, envolvendo corrupção na política, chegando até o mais alto escalão do governo americano e derrubando o então presidente Richard Nixon. No filme, os jornalistas são interpretados pelo saudoso Robert Redford e o veteraníssimo Dustin Hoffman. O longa também foi indicado ao Oscar de melhor filme e levou quatro prêmios da Academia: ator coadjuvante (Jason Robards), melhor roteiro adaptado, direção de arte e som.

Nasce uma Estrela

Se você só conhece este título pelo filme da Lady Gaga, saiba que antes existiu outro filme. Sim, o longa de Bradley Cooper e Lady Gaga é um remake. Bem, na verdade não existiu somente outro filme, mas três. Acontece que a primeira versão deste roteiro data de 1937, quando a história ainda falava sobre uma aspirante à atriz e um astro em decadência. Depois veio a versão de 1954 com Judy Garland, que migrava a personagem para uma atriz e cantora. Depois veio este aqui (que completa 50 anos), a terceira versão da história, estrelada por Barbra Streisand e Kris Kristofferson, que a narrativa migraria completamente para o mundo dos cantores celebridades. Essa é a versão que muita gente conhece e foi a versão da qual o filme de 2018 mais pegou emprestado. Este ‘Nasce uma Estrela’ não foi indicado ao Oscar de melhor filme, mas bem que poderia ter ocupado a vaga de ‘Esta Terra é Minha Terra’. No entanto, o longa foi indicado para os Oscar de melhor fotografia, melhor som, trilha sonora e levou o de melhor canção.

Carrie – A Estranha

Carrie’ foi o primeiro livro de Stephen King. Não por menos, foi também a primeira adaptação para o cinema de uma obra sua. Ou seja, ‘Carrie’ precede até mesmo o clássico dos clássicos ‘O Iluminado’. Esse ano ganharemos uma série da Amazon Prime Video que reimagina o conto inesquecível de King, sobre uma menina retraída, que sofre bullying no colégio e em casa sofre punições de sua mãe fanática religiosa. Ao mesmo tempo em que entra na puberdade, Carrie White também descobrem poderes telecinéticos, que fogem rapidamente de seu controle. Esperamos que a nova série nos faça esquecer o remake de 2013 com Chloe Grace Moretz e Julianne Moore. Por outro lado, sempre teremos o clássico absoluto dirigido por Brian De Palma – um dos primeiros papeis de destaque de Sissy Spacek (indicado ao Oscar pelo filme).

A Profecia

Por falar em filmes de terror, há 50 anos ganhávamos alguns bastante icônicos, que jamais esqueceríamos. Podemos dizer que os filmes de terror eram mais sutis antes. Muitos podem inclusive afirmar que ‘Carrie’ não é bem um filme de terror, e foca mais no drama pessoal da protagonista, uma jovem reprimida, que sofre bullying e em casa pena com os abusos da mãe fanática. Outro que pode ser analisado desta forma mais sutil dentro do terror é ‘A Profecia’, longa que segue os passos de ‘O Exorcista’ e fala sobre o “capeta” encarnado. Porém, enquanto ‘O Exorcista’ mostrava uma garotinha possuída por um demônio zombeteiro, ‘A Profecia’ apresenta um menininho ainda mais jovem, que é a reencarnação do anti-Cristo. Nesse aspecto ele guarda semelhanças com ‘O Bebê de Rosemary’ também. ‘A Profecia‘ levou para casa o Oscar de melhor trilha sonora, e ainda foi indicado para melhor canção.

King Kong

King Kong’ é uma das histórias mais clássicas da dramaturgia norte-americana e um de seus melhores roteiros fantásticos. Justamente por isso já foi reinterpretado diversas vezes. A história simples, mas muito eficiente, mostra o embate mais antigo que existe: homem versus a natureza. Basicamente, um grupo de exploradores encontra um gorila gigantesco em uma ilha remota, e resolvem trazê-lo para a cidade, a fim de explorá-lo comercialmente. É claro que a coisa dá errado e uma enorme tragédia se inicia. O filme original é de 1933, em preto e branco, e todo criado através da técnica do stop-motion. Já esta versão aqui, de 50 anos atrás, foi o primeiro remake do clássico, produzido por Dino De Laurentiis, e estrelado por Jeff Bridges e Jessica Lange. O gorilão desta vez era criado através de um ator usando uma roupa de gorila. É claro que a versão que quase todos lembram é a de 2005, criada por Peter Jackson após o sucesso da trilogia ‘O Senhor dos Anéis’. O ‘King Kong‘ dos anos 70 rendeu uma sequência em 1986, e foi indicado aos Oscar de melhor fotografia e som; além de ter levado um Oscar especial pelos efeitos visuais.

A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa

Os mais jovens talvez não conheçam a franquia ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ de uma forma, digamos, mais íntima. Isso porque os mais recentes exemplares foram o remake estrelado por Steve Martin e sua continuação, que passaram praticamente em branco. Ao lado da franquia do espião 007, a série cômica da ‘Pantera’ é uma das mais antigas ainda em vigor na cultura pop, datando do início da década de 1960. Foram nove filmes, adentrando pelas décadas de 1970, 1980 e 1990, até o citado reboot de 2006. Há 50 anos, ganhávamos o mais engraçado de todos estes filmes: ‘A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa’. Os filmes, é claro, foram estrelados pelo icônico humorista Peter Sellers, que imortalizou o detetive mais atrapalhado do cinema, o inspetor Jacques Clouseau. É dito que a próxima versão de Clouseau no cinema será na forma animada, dublado por Eddie Murphy. Voltando para ‘A Nova Transa…‘, o longa foi indicado ao Oscar de melhor canção.

Se Eu Fosse Minha Mãe

Você certamente viu e se divertiu com ‘Sexta-Feira Muito Louca’, de 2003, um filme muito adorado por todos que eram criança ou adolescente na época. O filme estrelado por Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan (em seu auge de popularidade) apresentava mãe e filha que viviam em conflito, trocando de corpos, em uma jornada extrema de aprendizado, compreensão e união. Ah sim, você pode até não saber, mas a comédia cult ganhou uma tão esperada sequência 22 anos depois. E bem, não foi a mesma coisa – mas quem é fã sem dúvida agradece. No entanto, mesmo o maior fã destes filmes pode não saber que tudo nasceu há 50 anos, numa produção da Disney em live-action intitulada ‘Se Eu Fosse Minha Mãe’. Nessa versão, a atriz Barbara Harris interpretava a mãe e a filha rebelde era vivida por ninguém menos que uma Jodie Foster ainda bem jovenzinha. Aliás, Foster foi convidada para o remake de 2003, para viver a mãe, porém, recusou.

‘A Mulher Mais Rica do Mundo’: Durante passagem pelo Festival de Cinema Francês no Rio, Isabelle Huppert celebrou Kleber Mendonça, Walter Salles e Karim Aïnouz

A Mulher Mais Rica do Mundo‘ estreia nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, dia 1º, é é estrelado por uma das atrizes mais influentes do mundo, Isabelle Huppert.

Dirigido por Thierry Klifa e estrelando Huppert, o elenco conta ainda com Marina Foïs e Laurent Lafitte. No enredo, acompanhamos uma herdeira desconfiada que deseja ser amada, um fotógrafo cheio de ousadia e um mordomo que sabe muito mais do que mostra. Segredos de família, doações astronômicas e uma guerra na qual vale tudo… amor à primeira vista e intriga em cada cena!

Em Novembro de 2025, Huppert abriu o Festival de Cinema Francês à sua maneira. Com trajes simples e estampando uma jaqueta jeans, absolutamente alheia ao peso que sua presença exerce nos ambientes que percorre, ela conduziu uma coletiva de imprensa fechada em que compartilhou sua nova fase profissional, aos 72 anos.

Após lançar o drama fantástico Luz, no Festival de Sundance 2025, Huppert se despe da mitologia fabulosa do longa sino-hong-kongues para não se levar tão a sério no filme de Thierry Klifa. E à medida em que refletia sobre o que esse novo projeto representa no escopo de toda sua obra, a veterana ponderou sobre o cinema brasileiro, celebrando os nomes mais marcantes que têm conquistado as audiências nas edições recentes do Festival de Cannes.

Na ocasião, Isabelle destacou a filmografia de Kleber Mendonça, Walter Salles e Karim Aïnouz. Admitindo que não conhece todos os longas do trio de cineastas, ela foi categórica ao salientar a força das narrativas desenvolvidas por eles, evidenciando a popularidade de seus filmes na cena europeia – mais precisamente francesa.

“O Brasil tem dois grandes diretores, e na minha opinião isso já bastaria, de tão imensos que eles são”, afirmou, se referindo a Walter Salles e Kleber Mendonça Filho. Em relação ao último, a atriz foi ainda mais além e revelou que ele é “um diretor muito importante para França, cujos filmes sempre esperamos com curiosidade”.

Huppert também mencionou Karim Aïnouz, cuja obra A Vida Invisível foi, para o público francês, “uma descoberta muito alegre”, ressaltando que o filme “caiu como uma luva” na França, mesmo antes de ela conhecer o diretor pessoalmente. Suas observações, feitas com naturalidade, ecoaram como um reconhecimento espontâneo da força criativa do cinema brasileiro.

E durante a coletiva, ela também fez questão de reiterar como se sente diante dos papéis tão diversos que habimente encara nas telonas. Se distanciando deles de maneira clara, a francesa salientou como não se parece com suas personagens, à medida em que também se identifica com elas em certos aspectos. O comentário, que gerou risos entre os presentes na coletiva, refletiu tanto seu rigor artístico quanto sua consciência da distinção que é necessário fazer entre a arte, o material que se interpreta e sua própria identidade.

“Eu não tenho nada em comum com meus personagens em geral. Ao mesmo tempo eu tenho tudo e nada. Tudo porque eu encarno essas figuras. Eu ainda não sou um produto de uma inteligência artificial. E nada, porque eu não tenho nada a ver com essa pessoa, nem com nenhuma das outras pessoas que eu escolho representar na tela”. 

Huppert enfatizou ainda a importância de Marianne Farrère, protagonista de A Mulher Mais Rica do Mundo ter um nome próprio dentro da ficção — algo que, segundo ela, não deve ser interpretado como referência direta à pessoa real que inspirou a narrativa. Para a atriz, atribuir nomes distintos não só protege a ficção, como também oferece aos intérpretes maior liberdade para construir seus papéis sem a sombra da identificação automática com figuras conhecidas.

Eu gosto muito de dizer que nesse filme eu interpreto uma pessoa que se chama Marianne Farrère, é o meu nome no filme. Mas é importante dizer isso, porque Thierry Klifa não fez um filme em que ele chama os personagens pelo seu nome verdadeiro”, explicou.

Ao detalhar sua leitura da personagem, Huppert descreveu Marianne como alguém que atravessa uma transformação emocional — movimento que ela resume como a passagem “do bem-estar para a alegria”. Essa mudança, contou, surge com a chegada de um fotógrafo excêntrico e imprevisível que entra na vida da protagonista. Para ela, trata-se de “um personagem completamente fora do comum. Muito brilhante, engraçado, inteligente, iconoclástico. Assolante, vulgar.”

É justamente essa combinação, tão destoante do universo de Marianne, que desencadeia seu despertar. “Isso a faz rir. Isso a faz rir, porque ela tem muito humor, obviamente”, disse a atriz – acrescentando que a personagem redescobre sua leveza ao mesmo tempo em que se distancia da própria família.

Já a relação com a filha é, segundo Huppert, uma peça essencial da dramaturgia. A atriz a descreveu como uma figura “austere, bastante orgulhosa”, diametralmente oposta à protagonista, e ressaltou que essa oposição evidencia o processo de afirmação de Marianne. À medida que encontra uma nova forma de existir, ela também explicita suas diferenças — e suas rupturas — com aqueles ao seu redor. “Então, é isso… isso conta uma história”, concluiu, encerrando com discrição o que talvez tenha sido a definição mais sintética — e mais precisa — do filme inteiro.

Assista ao trailer de ‘A Mulher Mais Rica do Mundo‘:

 

Zero D.C.

(Zero A.D.)

 

Elenco:

Ben Mendelsohn
Jim Caviezel
Deva Cassel
Sam Worthington

 

Direção: Alejandro Monteverde

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 24 de Dezembro de 2026

Sinopse: 

Em ZERO D.C., um rei consumido pelo medo recebe uma profecia sobre o nascimento de uma criança que ameaça seu reinado. Determinado a impedir o cumprimento dessa promessa divina, ele ordena a morte do menino. Mas uma mãe, guiada pela fé, protege seu filho e aceita o plano de Deus. Em meio à perseguição, uma batalha espiritual se desenrola pela salvação da humanidade. Esta é a origem de uma fé que mudará o mundo para sempre.

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor de ‘Som da Liberdade‘;

» ‘Zero A.D.’: Sam Worthington e mais aparecem IRRECONHECÍVEIS nos cartazes de filme da mesma produtora de ‘The Chosen’

» Com roteiro assinado por Rod Barr, ‘Zero D.C.‘ é baseado no Evangelho de Mateus, da Bíblia, retratando um império em decadência e um governante consumido pelo medo diante de uma profecia capaz de mudar o destino da humanidade. Após o nascimento de uma criança vista como símbolo de rebelião, o rei ordena que seus exércitos a eliminem, espalhando violência e desespero, porém, em meio ao caos, uma mulher se recusa a fugir de seu destino, mantendo viva a chama da esperança;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Divina Sarah Bernhardt

(Sarah Bernhardt, la divine)

 

Elenco:

Sandrine Kiberlain
Laurent Lafitte
Amira Casar

 

Direção: Guillaume Nicloux

Gênero: Biografia

Duração: 88 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 13 de Agosto de 2026

Sinopse: 

A DIVINA SARAH BERNHARDT traz um mergulho no mundo extravagante de Sarah Bernhardt, famosa atriz do século XIX. Cruzando drama histórico e romance, o retrato apresenta uma figura tão excêntrica quanto visionária, ainda hoje considerada uma lenda do teatro mundial.

Curiosidades: 

» O longa é baseado na vida de Sarah Bernhardt, uma atriz francesa que considerada por alguns “a mais famosa atriz da história”;

» A atriz Sandrine Kiberlain interpreta a Sarah Bernhardt em diferentes épocas da trama, na idade de 42, 52, 72 e 74 anos;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Anna Faris fala sobre retorno em ‘Todo Mundo em Pânico 6’ e diz que “Cindy vai ter sua vingança”

Em entrevista à Variety, Anna Faris falou sobre seu retorno em ‘Todo Mundo em Pânico 6‘, que será lançado no Brasil apenas como ‘Todo Mundo em Pânico‘ – rebranding parecido com o do quinto ‘Pânico‘.

“A Cindy voltou, e eu estou tão animada! Nunca imaginei que isso aconteceria. O Marlon Wayans em fevereiro de 2025, ele me ligou e disse: “Vamos reunir a turma de novo”. Eu não conseguia acreditar. Então, ver isso acontecer dessa forma tem sido uma euforia para mim. Estou muito sentimental. Sinto que finalmente cheguei a um ponto em que posso realmente agradecê-los, em que posso dizer ao Keenan [Ivory Wayans]: “Você mudou a minha vida”. Foi um momento crucial, em contraste com o medo que eu sentia no início. Tem sido incrível para mim. Não conheço muitas pessoas que têm a oportunidade de vivenciar uma reunião tão linda como essa. O fato de o público parecer ansioso por isso é emocionante. Eu não imaginava que isso aconteceria comigo.”, ela afirmou.

Segundo ela, Cindy vai ter sua vingança no novo filme.

“Enfim, digamos que Cindy Campbell consegue uma certa vingança, e isso foi incrível.”, ela concluiu.

Vinte e seis anos depois de escaparem de um assassino mascarado muito familiar, Shorty (Marlon Wayans), Ray (Shawn Wayans), Cindy (Anna Faris) e Brenda (Regina Hall) estão novamente na mira do criminoso. No sexto filme da franquia de comédia, eles se veem envolvidos com assassinos, monstros e criaturas sobrenaturais em uma trama que ironiza remakes, sequências, requels, prequels, spin-offs. Nenhum clichê sobrevive.

Além do aclamado quarteto principal, o elenco conta com Damon Wayans Jr., Gregg Wayans, Kim Wayans, Benny Zielke, Cameron Scott Roberts, Cheri Oteri, Chris Elliott, Dave Sheridan, Heidi Gardner, Lochlyn Munro, Olivia Rose Keegan, Ruby Snowber, Savannah Lee Nassif e Sydney Park.

Conta pra gente, você tava com saudade do humor politicamente incorreto:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 4 de junho.

O longa conta com o retorno dos veteranos Anna Faris (Cindy), Regina Hall (Brenda), Marlon Wayans (Shorty) e Shawn Wayans (Ray), o novo filme irá parodiar ‘Pânico‘, ‘Halloween‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘A Hora do Mal‘, ‘Sorria‘, ‘A Substância‘, ‘Terrifier‘, entre outros.

Os Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, retornam como roteiristas.

“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.

“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) é responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, serve como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

‘Minha Melhor Amiga’: Comédia com Ingrid Guimarães e Mônica Martelli tem estreia ADIADA nos cinemas

Minha Melhor Amiga‘, comédia estrelada por Ingrid Guimarães (‘De Pernas Pro Ar’) e Mônica Martelli (‘Minha Vida em Marte’), teve sua estreia adiada nos cinemas nacionais.

Ao invés de 28 de maio, o filme chega agora nos cinemas em 3 de Setembro.

A trama acompanha Julia e Clara, duas melhores amigas que têm suas vidas viram de cabeça pra baixo quando suas filhas adolescentes partem para estudar em Lisboa. Vivendo o vazio da casa, as frustrações no trabalho e os relacionamentos em crise, as duas decidem viver novas experiencias e viajam para Portugal, onde as filhas vivem a própria liberdade. Mas, ao chegarem em terras lusitanas, nem tudo sai como planejado. O que seria apenas umas férias divertidas se transforma numa jornada que vai ressignificar a vida das duas. Entre encontros, desencontros e revelações, Julia e Clara redescobrem a força da amizade feminina — aquela que apoia, fortalece e nos lembra quem realmente somos.

Assista ao trailer:

 

Susana Garcia é responsável pela direção. Ela é a cineasta com a maior bilheteria do Brasil: seus filmes ‘Minha Mãe é Uma Peça 3‘, ‘Minha Vida em Marte‘ e ‘Minha Irmã e Eu‘ venderam, juntos, mais de 20 milhões de ingressos.

Ela também assina o roteiro ao lado de Ingrid Guimarães, Mônica Martelli, Andrea Batitucci e Luisa Capri.

Minha Melhor Amiga

(Minha Melhor Amiga)

 

Elenco:

Ingrid Guimarães
Mônica Martelli
Giulia Benite

 

Direção: Susana Garcia

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 3 de Setembro 2026

Sinopse: 

A trama de MINHA MELHOR AMIGA acompanha Julia e Clara, duas melhores amigas que têm suas vidas viram de cabeça pra baixo quando suas filhas adolescentes partem para estudar em Lisboa. Vivendo o vazio da casa, as frustrações no trabalho e os relacionamentos em crise, as duas decidem viver novas experiencias e viajam para Portugal, onde as filhas vivem a própria liberdade. Mas, ao chegarem em terras lusitanas, nem tudo sai como planejado. O que seria apenas umas férias divertidas se transforma numa jornada que vai ressignificar a vida das duas. Entre encontros, desencontros e revelações, Julia e Clara redescobrem a força da amizade feminina — aquela que apoia, fortalece e nos lembra quem realmente somos.

Curiosidades: 

» A diretora Susana Garcia é conhecida por sucessos como Minha Mãe é Uma Peça 3, Minha Vida em Marte e Minha Irmã e Eu. O roteiro conta com a colaboração da própria direção, além de Ingrid Guimarães, Mônica Martelli, Andrea Batitucci e Luisa Capri;

» Rodado no Rio de Janeiro, em Lisboa e em Sevilha, ‘Minha Melhor Amiga‘ é inspirado nas experiências da dupla com as filhas adolescentes, Julia e Clara, que inclusive dão nome às protagonistas. Amigas de longa data, Mônica e Ingrid conquistaram a internet mostrando situações hilárias e os perrengues que passaram durante as férias com as garotas na Europa e a química foi tão boa que elas não pararam mais de viajar juntas;

» A produção é de Marcio Fraccaroli, André Fraccaroli e Veronica Stumpf, da Paris Entretenimento, e a distribuição é da Paris Filmes;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Deep Water’: Aaron Eckhart e Ben Kingsley no trailer do novo filme de TUBARÃO assassino do diretor de ‘Do Fundo do Mar’

O terror ‘Deep Water‘, próximo filme de tubarão assassino do diretor Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), ganhou seu trailer.

Aaron Eckhart e Ben Kingsley estrelam a produção. A trama acompanha um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões.

Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de julho, pela Diamond Films.

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O elenco ainda conta com Molly WrightAngus SampsonKelly Gale, Li WenhanNashi.

Este é o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene SimmonsGary Hamilton.

‘Mother Mary’: Anne Hathaway é cantora pop com segredo obscuro no trailer do novo terror da A24

Mother Mary, o novo terror psicológico melodramático musical da A24 estrelado por Anne Hathaway e Michael Coel, ganhou seu novo trailer.

Descrito como um melodrama pop épico, o longa acompanha a história de uma estrela da música (Hathaway) que está vivendo uma crise existencial e reencontra sua ex-melhor amiga e estilista (Michaela Coel), reacendendo segredos sombrios e uma relação intensa e complexa, que vai se tornar um terror na vida das duas.

Mother Mary estreia nos cinemas norte-americanos em 17 de abril.

Assista ao trailer:

Lowery, Toby Halbrooks e James M. Johnston produzirão ao lado de Jeanie Igoe, da Homebird Productions, e Jonas Katzenstein, Maximilian Leo e Jonathan Saubach, da Gugenschein Filmproduktion.

Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Isaura Barbé-Brown, Alba Baptista, Sian Clifford e FKA Twigs integram o elenco.

David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) assume a direção e o roteiro do projeto.

‘Mother Mary’: Nova música ORIGINAL é anunciada pela A24; Saiba mais!

Mother Maryé o novo terror psicológico melodramático musical da A24 estrelado por Anne Hathaway e Michael Coel – e o segundo single oficial está prestes a ser lançado.

Ainda sem muitos detalhes, a canção será divulgada hoje, 1º de abril, e é precedida do lead single “Burial”. Ambas as tracks integram o compilado Mother Mary: Greatest Hits’, que traz Hathaway, Jack AntonoffCharli XCXGeorge Daniel como compositores.

 

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O projeto é uma parceria entre a A24 e as produtoras Homebird Productions e Gugenschein Filmproduktion.

Descrito como um melodrama pop épico, o longa acompanha a história de uma estrela da música (Hathaway) e seu relacionamento complexo com uma icônica estilista (Coel).

Mother Mary estreia nos cinemas norte-americanos em 17 de abril.

Lowery, Toby Halbrooks e James M. Johnston produzirão ao lado de Jeanie Igoe, da Homebird Productions, e Jonas Katzenstein, Maximilian Leo e Jonathan Saubach, da Gugenschein Filmproduktion.

Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Isaura Barbé-Brown, Alba Baptista, Sian Clifford e FKA Twigs integram o elenco.

David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) assume a direção e o roteiro do projeto.

Daryl McCormack é escalado para o novo SUSPENSE dramático da Apple TV

Segundo o DeadlineDaryl McCormack (‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’) foi escalado em um papel chave no novo suspense dramático do Apple TV.

O astro se junta ao previamente anunciado Stellan Skarsgård (‘Valor Sentimental’).

Dakota Fanning estrela a produção. Ela também assume a função de produtora ao lado da irmã, Elle Fanning.

Na trama, Dakota estrela como uma agente secreta do Tesouro infiltrada em um conglomerado internacional multibilionário, com tentáculos políticos e criminosos que podem mudar o mundo, e que se vê dividida entre sua missão e a crença de que seu principal alvo, o herdeiro aparente de todo esse poder corrupto, é, em sua essência, um homem bom e digno de seu amor.

A série foi criada por Alex Cary, em parceria com a Sony Pictures Television.

McCormack interpretará Kar, o herdeiro relutante do conglomerado internacional, enquanto Skarsgård interpretará o presidente da empresa, Brandt.

Cary entra como showrunner e produtor executivo. Julie Gardner, Dakota e Elle Fanning, e Kari Skogland também assumem as funções de produtoras executivas. Skogland ficará responsável pela direção dos episódios.

Mais detalhes não foram divulgados.

Pré-sequência de ‘Invocação do Mal’ ganha data de estreia no Brasil

A Warner Bros. finalmente anunciou quando a pré-sequência ‘Invocação do Mal: A Primeira Comunhão‘ (The Conjuring: First Communion) será lançada no Brasil.

O terror chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de setembro de 2027.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Rodrigue Huart será responsável pela direção.

Richard NaingIan Goldberg, dos últimos dois filmes da franquia e ‘A Freira 2‘, irão assinar o roteiro.

Ainda não se sabe se Vera FarmigaPatrick Wilson irão reprisar seus papéis como os demonologistas Lorraine e Ed Warren, visto que ‘O Último Ritual‘ encerrou a saga da família.

Invocação do Mal | Ranqueamos TODOS os filmes da icônica saga de terror, incluindo ‘O Último Ritual’

As boas novas vêm após o sucesso financeiro de ‘O Último Ritual’, que arrecadou impressionantes US$487.2 milhões ao redor do mundo e tornou-se o filme de maior bilheteria de toda a franquia.

Lembrando que todos os filmes estão disponíveis na HBO Max.

‘Waller’: Nova série do DCU recebe atualização desanimadora sobre produção

Recentemente, em entrevista à Variety, Casey Bloys, presidente da HBO e da Max, trouxe atualizações sobre o cronograma de produções, jogando um balde de água fria nos fãs que aguardavam o início imediato deWaller. A série, protagonizada pela vencedora do Oscar Viola Davis, não deve entrar em produção tão cedo.

“Digamos assim: eu não diria que está prestes a começar. No momento, nosso foco imediato está em ‘Lanternas’, que chega no próximo ano”, afirmou Bloys.

A declaração sugere que, embora a personagem Amanda Waller continue sendo uma peça central na integração do novo universo, sua série solo permanece em estágio inicial de desenvolvimento, aguardando uma janela mais estratégica no calendário da Warner Bros. Discovery.

‘Waller’: James Gunn compartilha atualização promissora sobre a série

EnquantoWaller aguarda seu momento, a série ‘Lanternas’ encontra-se no olho de um furacão criativo. Prevista para estrear em agosto de 2026, a produção tem sido alvo de críticas pelo seu tom excessivamente “pé no chão” e pela estética realista apresentada nos primeiros materiais de divulgação. O embate ganhou contornos mais sérios após o lendário autor escocês Grant Morrison, responsável por fases definitivas do herói nos quadrinhos, questionar publicamente a visão da série.

“Por que um roteirista se envolve com uma narrativa se a acha fundamentalmente estúpida? Por que contratar pessoas que parecem envergonhadas do material de quadrinhos que receberam? Não é como se Lindelof precisasse de dinheiro. Essa rejeição arrogante às convenções dos super-heróis pretende provar o quê? Que parece menos nerd? Já é tarde para isso”, afirmou.

Morrison ainda criticou a alteração do título: “Lanterna Verde é muito mais evocativo e dramático do que Lanternas. Quem não entende isso não deveria estar perto de histórias de heróis”.

Lembrando que a controvérsia ressurgiu após fãs resgatarem um comentário antigo de Damon Lindelof, no qual ele teria dito: “Chama-se Lanternas porque todos concordamos que o ‘Verde’ era estúpido”.

Em resposta, o showrunner Damon Lindelof utilizou suas redes sociais para tentar conter a crise. Em um tom autodepreciativo, Lindelof admitiu que uma piada feita em um podcast de comédia, na qual sugeria que o termo “Verde” no título era estúpido, foi tirada de contexto e mal interpretada.

“Para citar o bardo (Otis Redding), isso é culpa minha. Eu fiz uma piada idiota em um podcast de comédia. Não vou tentar me justificar pelo contexto, a piada foi ruim, o fandom não. Eu devo uma explicação e uma reflexão sincera sobre o que realmente sinto”, explicou.

Ele então declarou seu amor pelo herói: “Para um garoto quieto e desajeitado, não havia nada mais incrível do que um herói cujo superpoder era a imaginação. Verde não é idiota, é minha cor favorita desde sempre. Verde é incrível. Mal posso esperar para que todos vejam o que temos a dizer”.

Assista ao teaser trailer DUBLADO de ‘Lanternas’, nova série do DCU

Apesar das turbulências, a série mantém uma equipe técnica de prestígio. Além de Lindelof, a produção conta com o premiado roteirista de quadrinhos Tom King, garantindo que, embora a série tenha uma pegada de investigação policial inspirada em True Detective, os elementos cósmicos e a essência da Tropa dos Lanternas Verdes serão respeitados.

A trama deve focar nos personagens Hal Jordan e John Stewart investigando um mistério sombrio no coração da Terra, servindo como um pilar fundamental para os eventos cinematográficos que virão a seguir no DCU.

‘Pânico 8’ terá roteiristas do reboot CANCELADO de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’

De acordo com o Deadline, a dupla Lilla e Nora Zuckerman foi contratada para roteirizar a sequência ‘Pânico 8‘, que foi oficializada pela Spyglass após o recorde histórico de bilheteria do sétimo filme.

As irmãs são conhecidas pelo seu trabalho nas telinhas, tendo servido como showrunners em ‘Poker Face‘ e como roteiristas de séries populares como ‘Fronteiras‘, ‘Haven‘, ‘Agentes da SHIELD‘ e ‘Prodigal Son‘.

Recentemente, elas escreveram o episódio piloto do reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘, que foi inesperadamente cancelado pelo Hulu.

Este será o primeiro projeto para os cinemas da carreira da dupla.

Sucesso nos cinemas, ‘Pânico 7‘ superou US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se o primeiro filme da franquia a ultrapassar a marca.

Na semana passada, o sétimo capítulo já havia se tornado a maior arrecadação da saga, superando o longa original (US$173M) – que manteve o recorde por três décadas.

Nos EUA, o longa soma US$ 118.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 85.4 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$9.7M), França (US$8.7M), México (US$6.9M), Brasil (US$5.7M) e Alemanha (US$5.2M).

Vale lembrar que o longa abriu com impressionantes US$ 64.1 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia da história da franquia no país.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Além disso, o sétimo filme recebeu uma nota B- do público no CinemaScore. Apesar de ser a menor média de aprovação da franquia (ao lado de ‘Pânico 4‘), a nota não está muito longe da maior (B+), alcançada pelo longa original, sua primeira sequência e os dois capítulos estrelados pela Melissa Barrera e Jenna Ortega.

Os críticos, por outro lado, não parecem ter gostado muito da sequência – que permanece como a pior média de aprovação da saga no Rotten Tomatoes, com apenas 34%.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

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Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Atriz de ‘Rua do Medo’ se junta ao elenco do novo TERROR da diretora de ‘A Primeira Profecia’

De acordo com o Deadline, Suzanna Son (‘Rua do Medo: Rainha do Baile’) foi confirmada no elenco do novo terror da diretora Arkasha Stevenson (‘A Primeira Profecia’).

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Ela se junta aos atores Emma Corrin (‘Nosferatu’), Hunter Schafer (‘Euphoria’), Havana Rose Liu (‘Sem Saída’), Sophie Wilde (‘Fale Comigo’), Josh Hutcherson (‘Five Nights at Freddy’s’), Caleb Landry Jones (‘Drácula: Uma História de Amor Eterno’), Whitmer Thomas (‘A Hora do Mal’), Katelyn Rose Downey (‘A Freira 2’), Fabien Frankel (‘A Casa do Dragão’) e Emory Cohen (‘Marty Supreme’), que foram previamente anunciados.

Sem muitos detalhes, a trama irá acompanhar uma despedida de solteira que se torna um pesadelo infernal.

Além de dirigir, também assinará o roteiro ao lado de Tim Smith. A dupla já havia colaborado no enredo da aclamada pré-sequência de ‘A Profecia‘.

A24 é o estúdio por trás do projeto.

Ari Aster, diretor de ‘Hereditário‘, servirá como produtor ao lado de Lars Knudsen, Emily Hildner, Harrison Huffman e Christina D’Souza.

Vale lembrar que Hutcherson retornará às telonas na sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2‘, que será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

Henri Castelli passa por susto após figurino pegar fogo durante encenação de “Paixão de Cristo”; Confira o vídeo!

O ator Henri Castelli, conhecido por protagonizar sucessos da teledramaturgia comoFlor do Caribe eSol Nascente, enfrentou um momento de grave apreensão no último sábado (28). Durante a tradicional encenação de “A Paixão de Cristo”, realizada no município de Lindóia, no interior de São Paulo, o figurino do artista foi atingido por chamas enquanto ele interpretava o papel de Jesus Cristo diante de uma numerosa plateia.

O incidente ocorreu durante uma das cenas principais do espetáculo. De acordo com informações confirmadas pela assessoria do ator ao portal G1, o fogo teve início devido a uma combinação de fatores técnicos e climáticos. O dispositivo de fumaça cênica, que utiliza reações químicas para gerar efeitos visuais e pode produzir pequenas fagulhas, acabou entrando em contato com a vestimenta do ator.

“Devido à altura da estrutura da cena, houve um aumento repentino na intensidade do vento, o que acabou empurrando parte do tecido do figurino contra o dispositivo, iniciando as chamas”, explicou a equipe de Castelli em nota oficial.

Imagens registradas pelo público e que circulam nas redes sociais mostram o momento exato em que o fogo começa a se espalhar pelo traje. Os vídeos revelam a correria da equipe técnica e dos brigadistas de plantão, que agiram prontamente para conter o foco de incêndio enquanto o ator ainda permanecia no palco.

Apesar da tensão visível e dos gritos de surpresa dos espectadores, a assessoria ressaltou que a situação foi controlada com agilidade.

“A segurança do público e de todo o elenco foi preservada graças à intervenção imediata da equipe de brigadistas”, complementou o texto informativo.

Um dos pontos mais comentados nas redes sociais foi a serenidade de Henri Castelli diante do perigo. Mesmo com parte da roupa em chamas, o ator manteve a calma, o que evitou um pânico generalizado no palco e facilitou o trabalho dos socorristas.