O Prime Video divulgou dois cartazes inéditos da 5ª e última temporada da aclamada série ‘The Boys’.
Os pôsteres dão destaque ao Capitão Pátria (Antony Starr), Billy Bruto (Karl Urban) e outros personagens que entrarão em explosivo conflito nos novos episódios.
Confira:
No novo ciclo, o mundo se torna sujeito aos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto Hughie, Mother’s Milk e Frenchie estão presos em um “Campo da Liberdade”. Annie luta para organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers. Kimiko está desaparecida. Mas quando Butcher reaparece, pronto e disposto a usar um vírus que eliminará todos os Supers do mapa, ele desencadeia uma série de eventos que mudarão para sempre o mundo e todos nele.
Em uma recente entrevista à Variety, Urban, que interpreta Billy Bruto na atração, comentou sobre o que os fãs podem esperar da leva de encerramento e disse que ninguém estará a salvo de uma sangrenta batalha que será centro da narrativa.
“Em todas as temporadas, mas principalmente nesta, desde o primeiro episódio, você pensa: ‘nossa!’”, ele contou. “Ninguém está a salvo. Mortes logo de cara. Vamos lá! Última temporada! É tudo ou nada!”.
Lembrando que a 5ª temporada estreia em 8 de abril.
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
Março é o mês do Oscar. É o momento de nossa torcida máxima pelo fenomenal ‘O Agente Secreto’. É quando todas as atenções estarão voltados para o nosso representante no maior prêmio do cinema, e também nos demais concorrentes que disputam as estatuetas, como os grandiosos ‘Pecadores’, ‘Uma Batalha Após a Outra’; e também os mais intimistas, vide ‘Hamnet’ e ‘Valor Sentimental’. E você, conseguiu correr atrás e assistir a todos os indicados?
Em um aspecto comercial, 2026 já nos brindou com alguns sucessos, em sua curta trajetória de dois meses. ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, produzido e estrelado por Margot Robbie, é o maior sucesso dos primeiros meses de 2026, com US$200 milhões globais até o momento. Já o recente ‘Pânico 7’ promete superar essa marca em breve. O terror soma US$100 milhões mundiais apenas em seu primeiro fim de semana (e mais três dias). Março chega pronto para sacudir as coisas, com novidades como a nova animação da Disney/Pixar, um blockbuster de respeito (que já desperta falatório de indicações ao Oscar 2027) e até mesmo uma dupla de filmes “gêmeos” de terror. Confira abaixo os principais lançamentos do mês nos cinemas.
O terceiro mês de 2026 começa quente, com a mais nova empreitada dos estúdios Disney / Pixar no terreno das animações. É preciso lembrar que nos últimos dois anos o estúdio apresentou obras como ‘Divertida Mente 2’, ‘Moana 2’ e ‘Zootopia 2’ – todas atingindo a marca de US$1 bilhão em bilheteria. Embora atingir este valor seja uma meta difícil para um título original como este, as críticas têm sido extremamente elogiosas para este filme de viés ecológico do estúdio.
O segundo filme que deve dominar o mercado exibidor no início de março é ‘A Noiva!’, reimaginação do clássico de Mary Shelley. No fim do ano passado tivemos a versão de Guillermo del Toro para a eterna história de ‘Frankenstein’, e o resultado foram 9 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme. Pelo que tudo indica, em especial as primeiras avaliações extremamente positivas, a diretora Maggie Gyllenhaal conseguiu criar uma obra igualmente exuberante e repleta de camadas com ‘A Noiva!’, nova interpretação de ‘A Noiva de Frankenstein’. Um dos muitos trunfos são as atuações caprichadas dos protagonistas Jessie Buckley (que deve levar o Oscar de melhor atriz este ano) e o vencedor do Oscar Christian Bale.
Quentin Tarantino tem um novo filme estreando nos cinemas. Bem, quase isso. Acontece que o diretor resolveu relançar nas telonas o agora clássico moderno ‘Kill Bill’, que em meados dos anos 2000 foi dividido em duas partes pelo estúdio por estratégia de marketing e lançados em dois anos seguidos. A ideia do diretor sempre foi ter um filme só. E agora finalmente ele consegue isso, com o relançamento da obra, pela primeira vez exibida de forma única nos cinemas. Um prato cheio para os fãs do cineasta e para os fãs do filme que homenageia o cinema de artes marciais.
O segundo fim de semana de março é o mais fraco do mês. Mas está tudo bem, pois os cinemas ainda estarão repletos de exibições de ‘Cara de um, Focinho de Outro’, ‘A Noiva!’ e também ‘Pânico 7’ para os que ainda não tiverem conferido, ou quiserem assistir mais uma vez. Seja como for, os fãs de ação no estilo tiro, porrada e bomba terão a sua dose de adrenalina no mês. Acontece que chega às telonas o novo veículo do astro do gênero Jason Statham. E sim, esse é o típico filme do ator, onde a trama não importa muito (sendo basicamente idêntica a de todos os demais de seu repertório) – o que queremos ver é o ator distribuindo sua própria justiça violenta contra criminosos. A Diamond Films é quem traz para o Brasil.
Por falar em filmes de gênero, março está repleto de filmes de terror. Este é um gênero que não para de crescer e dar resultado em bilheteria, pois é um tipo de filme mais barato para ser produzido e que possui um grande retorno financeiro. É um gênero de nicho, onde a grande parcela do público são os jovens e adolescentes, ou seja, a maior fatia pagante dos espectadores dos cinemas de forma geral. A Paris Filmes traz esse sucesso do início de 2026 nos EUA, que é também uma ficção científica intimista. Com o subtítulo ‘Oceano de Sangue’ aqui no Brasil, o longa marca a estreia do Youtuber Mark Fishbach como diretor de cinema.
Ao mesmo tempo em que estava em cartaz com o sucesso de público ‘A Empregada’, a atriz Amanda Seyfried lançava o mais intimista e artístico ‘O Testamento de Ann Lee’. A ideia criativa apresenta a história real da personagem título, uma jovem mulher que cria uma religião em 1774 e é perseguida por suas crenças e a o culto que se forma em torno dela – a grande sacada está na narrativa, que transforma um típico drama de época em um musical com toques de surrealismo. Na época de sua estreia nos EUA, o filme chegou a gerar falatório de uma indicação para Seyfried no Oscar. Agora é a oportunidade dos Brasileiros conferirem a obra nos cinemas – com lançamento da Disney através da 20th Century Studios.
O fim de semana mais recheado de estreias em março abre com o enorme lançamento de ‘Devoradores de Estrelas’, um dos filmes mais esperados do ano pelos fãs. Baseado em um livro de ficção científica de sucesso, os fãs da obra literária fizeram uma enorme campanha para aumentar a expectativa do público em relação ao filme. E deu certo, já que o hype em torno do longa se tornou imenso. As primeiras avaliações inclusive já o colocam como candidato a indicações no próximo Oscar. Ryan Gosling é quem estrela como um astronauta involuntário, saindo em missão para salvar a Terra da extinção.
Teremos alguns filmes de terror estreando em março, mas o ápice será mesmo este ‘Casamento Sangrento 2’. O filme original se tornou cult e fez muito mais barulho em home vídeo do que nos cinemas, mostrando que a fórmula da época das locadoras ainda vive. Foi o que bastou para os diretores conhecidos como Radio Silence se tornarem ícones atuais do gênero, com dois filmes da franquia ‘Pânico’ e ‘Abigail’ no currículo. Agora eles retornam para as raízes, e tiram da cartola a sequência do cult – novamente com Samara Weaving protagonizando. As adições no elenco ficam a cargo de Kathryn Newton, Sarah Michelle Gellar e Elijah Wood.
No mesmo fim de semana, depois que todos tiverem assistido a ‘Devoradores de Estrela’ e ‘Casamento Sangrento 2’, mas ainda tiverem em busca de adrenalina e suspense no cinema, a pedida é o novo lançamento da Diamond Films. Na veia de ‘A Queda’, a ação do filme se desenvolve toda dentro de um balão, em um passeio que deveria ser agradável. A história mostra um casal apaixonado, Jeremy Irvine (‘Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno’) e Hera Hilmar (‘Máquinas Mortais’), que viaja para um resort e resolve fazer um passeio de balão. Kelsey Grammer (o Fera dos filmes ‘X-Men’) é o condutor. O problema é a presença de uma mulher instável, papel de Olga Kurylenko (‘Thunderbolts’).
Assim como Robin Hood, o Rei Arthur e Sherlock Holmes, a história de Pinóquio é uma das mais contadas no terreno do audiovisual. Você lembra de quantas viu? Isso não importa, pois a proposta é justamente pegar novas gerações no encantamento deste conto clássico. A Paris Filmes traz para os cinemas brasileiros uma nova versão, uma produção russa na verdade, cujo título original é ‘The Golden Key: A New Pinocchio Story’. Por aqui, o título ficou o bem mais simples ‘Pinóquio’.
Nova produção baseada em um romance de Colleen Hoover, de ‘É Assim que Acaba’ (2024). A autora é especialista em se banhar na miséria humana, explorando com bastante melodrama suas narrativas. Aqui quem estrela é Maika Monroe (vista recentemente no remake de ‘A Mão que Balança o Berço’). Ela vive uma jovem apaixonada, e caso esse fosse um outro livro de romance qualquer, a história terminaria com o casal vivendo feliz para sempre. Mas essa é uma história de Hoover, então eles vão sofrer um acidente de carro, o rapaz irá morrer, ela será mandada para a prisão, mas seu drama irá começar mesmo quando cumprir sua pena e for libertada. Prepare o lencinho para este lançamento da Universal Pictures Brasil.
Ah sim, finalizando o terceiro fim de semana de março, não poderíamos fechar o mês sem um relançamento de um grande sucesso. Você lembra o fenômeno que foi ‘Crepúsculo’? As gerações mais novas talvez não tenham tido esse prazer. A saga da adolescente que se apaixona por um colega de turma, somente para descobrir que ele é um vampiro milenar, encantou plateias pelo mundo, e revelou Kristen Stewart e Robert Pattinson. O impacto foi tanto que muitos ainda os associam aos seus personagens, mesmo tendo se passado nada menos que dezoito anos. Essa é a chance para rever e os mais novos finalmente ficarem a par.
Nem só de filmes de prestígio em premiações, vide ‘O Agente Secreto’ e ‘Ainda Estou Aqui’ é feito o cinema brasileiro. Também temos nossos filmes de entretenimento, cujo objetivo é acima de qualquer outra coisa divertir as plateias nacionais. Para isso nada melhor do que reunir em cena um elenco de peso, com talentos de várias gerações. Tudo começa quando os assaltantes interpretados por Bruna Marquezine e Vladimir Brichta tentam roubar a casa de dois velhinhos: Fernanda Montenegro e Ary Fontoura. Acontece que esses idosos de indefesos não tem nada, e terminam virando o jogo. O quarteto então parte para roubar um banco, com plano dos idosos. Mas em sua cola está o policial vivido por Lázaro Ramos.
No início do texto eu comentei que teríamos filmes gêmeos em março nos cinemas. E a segunda parte deste esquema chega no fim do mês, com ‘Eles Vão Te Matar’, que soa como uma cópia de ‘Casamento Sangrento’. Se não soubéssemos que o filme da dupla Radio Silence iria ganhar uma sequência, poderíamos pensar que esta é a continuação daquele. Aqui também temos uma mulher que começa a ser caçada inadvertidamente por todos ao redor, depois de acreditar que está em um local seguro, aqui um prédio. O alvo da vez é a bad-ass Zazie Beetz. Mesmo soando como plágio, este aqui bancado pela Warner, o filme promete bastante diversão e quem sabe poderá ser melhor que o original.
Se é drama história que você gosta, também não ficará sem no mês de março. Isso porque a Diamond Films finalmente traz para o Brasil o filme que chamou atenção em 2025 e despertou certo falatório de Oscar, que terminou não se concretizando. Aqui temos retratado o famoso julgamento de oficiais de alta patente do regime nazista, após a Segunda Guerra Mundial. Quem estrela é o vencedor do Oscar Russell Crowe como a figura histórica Hermann Göring. O vencedor do Oscar Rami Malek coestrela como o psiquiatra Douglas Kelley, que o avalia ao longo de mais 22 oficiais alemãs, em 1945.
Finalizando, se você gosta de filmes de ação e se você é fã da atriz Milla Jovovich, a Imagem Filmes tem um presentaço para você. As duas maiores representantes do cinema de ação “tiro, porrada e bomba” feminina são as atrizes Milla Jovovich e Kate Beckinsale, que seguem distribuindo balas a sopapos no auge de seus 50 e 52 anos, respectivamente. Se os homens podem, por que elas não? Aqui, assim como no citado longa de Jason Statham, a história é o que menos importa, sendo a mesma de todos os demais filmes assim. O que importa é que Jovovich está pistola e irá descarregar sua fúria em muitas cenas de ação.
Com apenas vinte anos de idade, Mary Shelley tornou-se uma das maiores romancistas da história ao publicar ‘Frankenstein ou, o Prometeu Moderno’, que deu início à literatura da ficção científica com uma obra seminal e que constantemente é revisitada por realizadores dos mais diversos âmbitos artísticos – seja na música, no teatro ou no cinema. Com sua magnum opus, Shelley eternizou uma potente narrativa gótica explorando o galvanismo e o cientificismo como reflexo da desmedida ambição humana em controlar as forças da natureza – colocando-os frente a frente com os corolários de uma egolatria autodestrutiva.
Não é surpresa que essa obra-prima tenha ganhado incontáveis releituras, como o recente épico gótico ‘Frankenstein’, de Guillermo Del Toro, que conquistou várias indicações ao Oscar; ou a integração do conto na aclamada série ‘Penny Dreadful’, em que o icônico monstro foi imortalizado por uma performance irretocável de Rory Kinnear. Agora, somos convidados a uma inesperada adaptação que não bebe apenas do livro de Shelley, mas do clássico ‘A Noiva de Frankenstein’, de 1935. Escrito e dirigido por Maggie Gyllenhaal, o projeto é um encontro entre surrealismo, drama psicológico e terror que, em meio às explosões frenéticas da psique humana e uma análise da sociedade como motor disruptivo, com certeza irá dividir o público.
Com estreia marcada para o próximo dia 5 de março nos cinemas nacionais, a trama se inicia com a introdução de Ida (Jessie Buckley), uma mulher que, em meio a um caótico jantar, é possuída pelo espírito de Shelley e é assassinada. O que ela não imaginava é que seria trazida de volta à vida por Frankenstein (Christian Bale), que, após um século de solidão, anseia por companhia e pede a ajuda da Dra. Euphronious (Annette Bening), especializada em reanimação de organismos. Contrariando as intuições iniciais e intrigada pela presença do excêntrico visitante, ela e Frankenstein desenterram o corpo de Ida – que sai de seu sono eterno em um ímpeto de entender quem é e qual o seu motivo de existência.
Gyllenhaal, escolhendo a dedo um novo projeto após o aclamado drama psicológico ‘A Filha Perdida’, não pensa duas vezes antes de navegar por incursões oníricas e não-lineares para construir a essência dos protagonistas, em especial ao destinar boa parte dos holofotes ao coming-of-age em que Ida/Mary Shelley se vê. Responsável também pelo roteiro, a cineasta tem uma visão bem clara ao arquitetar uma amálgama de estilos artísticos e filosóficos que presta homenagens aos primórdios da sétima arte e a produções contemporâneas, construindo uma ponte diegética refletida no próprio enredo. Vanguardas como o expressionismo dão as caras em um jogo muito bem calculado de luz e sombra, enquanto Yorgos Lanthimos e Charlie Kaufman são canalizados para uma exploração quase niilista do que significa estar vivo – e da subjetividade de uma ação tão contundente.
À medida que digladia com a multiplicidade de vozes que toma controle de seu corpo inerte, Ida percebe que seu contato com o mundo espiritual a permitiu se transformar em um canalizador de um passado não muito distante em que ela, ao lado de outras garotas, estavam infiltradas em uma perigosa conspiração envolvendo um chefão da máfia. Sendo caçadas uma a uma, Ida, impulsionada pelo emblemático impacto que Shelley teve à sua época, promove uma radical mudança social que coloca os oprimidos em um levante violento e justificável que procura colocar um ponto final em um corroído status quo.
Tanto Ida quanto Frankenstein existem fora das convenções e, ao mesmo tempo, dentro delas. Conforme percebem que as construções sociais são frágeis o suficiente para serem esmagadas, ambos são arremessados a um arco de completa falta de consciência que esquadrinha temas como disrupção e deslocamento. A inconsequência transforma-se em um combustível anárquico que escala a níveis estratosféricos cena após cena, alcançando um patamar de absurdez que puxa conceitos do surrealismo sem se deixar levar pelo pedantismo. Não é surpresa que, por exemplo, paleta de cores seja uma materialização dessa ideia ao colocar Ida em uma constante perseguição por tons laranjas, indicando um perigo e uma euforia inescapáveis.
Nada disso seria possível sem o trabalho de um elenco inigualável. Buckley, recém-saída de uma performance aplaudida em ‘Hamnet’, que já parece ter lhe garantido a estatueta do Oscar, diverte-se em uma expansiva e intrincada rendição como Ida/Mary, navegando pela mudança brusca de sotaques e por uma exploração corporal do que significa contrariar as normas – em alguns momentos, nos relembrando de Eva Green em ‘Penny Dreadful’. Bale, por sua vez, reitera seu apelido como “camaleão do cinema” e apresenta uma perspectiva diferente para Frankenstein, dotando-o de uma espécie de egoísmo inconsciente que o aproxima dos mesmos seres que o condenam – e afastando-se das atuações de Kinnear e Jacob Elordi.
Permeando essa furiosa aventura, temos a contribuição igualmente imprescindível de Bening, Penélope Cruz como a Detetive Myrna Mallow, Peter Sarsgaard como o Detetive Jake Wiles e Jake Gyllenhaal como o popular astro de cinema Ronnie Reed – este auxiliando a construir um paralelo microcósmico do rompante cotidiano dos protagonistas e do efêmero refúgio que encontram na ficção. E, através da complexidade inegável dessas personas tão distintas, Gyllenhaal tropeça aqui e ali e parece se preparar para uma recepção polarizada de seu mais novo e incrível longa-metragem.
‘A Noiva!’ é um ambicioso projeto de Gyllenhaal em sua busca por inovações técnicas e narrativas, reiterando peculiaridades que, pouco a pouco, refletem um estilo em potencial muito interessante. Ao se aliar ao talento de Buckley, Bale e uma equipe de talentosos nomes, a realizadora homenageia uma das maiores romancistas de todos os tempos com uma reimaginação incisiva, indesculpável e deliciosamente cínica.
Apesar da recepção positiva do primeiro trailer de ‘Todo Mundo em Pânico 6‘, alguns fãs criticaram a dublagem da talentosíssima Marisa Leal, que retorna como a voz da Brenda.
Apesar de ter sido responsável pela dublagem icônica da personagem nos três primeiros filmes da franquia, alguns espectadores alegaram que a voz da Brenda não passou a mesma energia no trailer do sexto capítulo da saga.
Através de sua redes sociais, Marisa se defendeu das críticas e explicou a mudança no tom da personagem, apontando que o trabalho de dublagem é muito mais complexo do que as pessoas imaginam.
‘Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.
Contando o retorno dos veteranos Anna Faris (Cindy), Regina Hall (Brenda), Marlon Wayans (Shorty) e Shawn Wayans (Ray), o novo filme irá parodiar ‘Pânico‘, ‘Halloween‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘A Hora do Mal‘, ‘Sorria‘, ‘A Substância‘, ‘Terrifier‘, entre outros.
Os Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, retornam como roteiristas.
“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.
“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.
Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) é responsável pela direção.
Jonathan Glickman, da Miramax, serve como produtor do novo filme.
Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.
A estrela e produtora Margot Robbie compartilhou recentemente sua visão sobre a indústria cinematográfica atual, enfatizando que o foco total de seu trabalho é a audiência, e não os especialistas. Segundo a atriz, as análises da crítica de cinema não são uma preocupação durante o processo criativo.
“Eu sempre considero o público. Nunca estive em um set pensando: ‘O que os críticos vão achar disso?’. Eu penso: ‘O que o público vai sentir agora? Qual será a resposta emocional deles?’. Acredito que você deve fazer filmes para as pessoas que compram ingressos para vê-los. É simples assim”, afirmou Robbie.
A atriz também aproveitou para elogiar o estilo de direção de Emerald Fennell, com quem trabalhou na mais recente adaptação de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’. Para Robbie, a cineasta possui a rara habilidade de equilibrar inteligência com apelo emocional:
“Adoro trabalhar com a Emerald porque ela sempre prioriza a experiência emocional acima de uma ideia excessivamente intelectual. Ela é muito inteligente e tem ótimas ideias, mas deixa uma ideia ‘legal’ de lado se houver uma opção que seja mais empolgante para o público. Realmente admiro isso nela”, declarou.
Chung estava trabalhando no projeto com a estrela e produtora Margot Robbie. Um porta-voz da Warner Bros. informou que “a separação foi amigável devido a diferenças criativas”.
Representantes da Warner Bros. e da LuckyChap também elogiaram o diretor:
“Lee Isaac é um talento singular no cinema, cuja visão e parceria foram inestimáveis para a Warner Bros. e a LuckyChap ao longo de toda essa jornada. Nossa experiência com ele só aumentou nosso entusiasmo para colaborar em projetos futuros.”
A busca por um novo diretor está em andamento.
A pré-sequência de ‘11 Homens e um Segredo‘ será estrelada por Margot Robbiee Ryan Gosling. A trama deve ser ambientada décadas antes dos eventos do primeiro filme, dirigido por Steven Soderbergh e estrelado por George ClooneyeJulia Roberts.
Para quem não se lembra, ‘11 Homens e um Segredo‘ acompanha Danny Ocean (Clooney) enquanto planeja assaltar três cassinos de Las Vegas em apenas uma noite, em meio à realização de uma luta pelo título mundial dos pesos-pesados. Para isso, Ocean reúne uma equipe de 11 especialistas a fim de ajudá-lo em seu plano, seguindo sempre três regras básicas: não ferir ninguém, não roubar alguém que realmente não mereça e seguir o plano como se não tivesse nada a perder.
Foi dito que a ideia de uma pré-sequência surgiu com o objetivo de ser um suporte à nova estratégia cinematográfica do estúdio, e o filme terá um orçamento muito maior que os anteriores, mas não será tão caro quanto filmes como ‘Agente Oculto‘, orçado em US$ 200 milhões.
Se tudo der certo, este será o quinto filme da franquia desde 2001. Em 2004 e 2007, surgiram as sequências ‘12 Homens e Outro Segredo’ e ’13 Homens e um Novo Segredo‘.
Além desse filme, uma sequência com o elenco original também está em produção.
É oficial: a cozinha de Carmy Berzatto está prestes a fechar as portas. A aclamada série ‘O Urso’ (The Bear), estrelada porJeremy Allen White, encerrará sua produção na 5ª e última temporada. A informação foi confirmada pelo Deadline, ratificando o que já vinha sendo especulado nos bastidores.
O encerramento já havia sido sugerido anteriormente por Jamie Lee Curtis em uma postagem nas redes sociais. De acordo com a reportagem, o desfecho da trama já começou a ser desenhado: no final da quarta temporada [ALERTA DE SPOILER], Carmy comunica a Syd (Ayo Edebiri) e Richie (Ebon Moss-Bachrach) que está deixando o restaurante e transferindo sua parte no negócio.
A decisão de estender a série até o quinto ano marca uma pequena mudança no planejamento inicial. O próprio Jeremy Allen White já havia mencionado que a ideia original do criador, Christopher Storer, era concluir a jornada após a quarta temporada.
Criada por Christopher Storer, ‘O Urso’ tornou-se um fenômeno ao retratar a rotina caótica e emocional de um jovem chef de elite que retorna a Chicago para administrar a lanchonete de sua família após uma tragédia pessoal.
O ator Harry Melling comentou recentemente sobre estrelar o romance queer ‘Pillion’, revelando que um dos momentos mais importantes para ele no longa, que explora a dinâmica BDSM ao lado deAlexander Skarsgård, foi a cena envolvendo os pais de seu personagem.
Em entrevista à Variety, Melling destacou que um dos momentos mais cruciais do longa é a cena do jantar de domingo, onde o relacionamento entre Colin e Ray (Skarsgård) é colocado sob a perspectiva dos pais:
“A jornada dos pais no filme é quase o oposto do que normalmente vemos. Eles partem de um lugar de aceitação absoluta. São quase excessivamente solidários, chegando a sufocar Colin em certos momentos, ‘Você já tem namorado?’ e coisas assim. À medida que a história avança e eles começam a entender, ou não entender, Ray e a natureza do relacionamento, isso muda. Eles não negam a relação, mas passam a questioná-la”, revelou o ator.
Para Melling, a força da cena reside na colisão de perspectivas: “A cena do jantar de domingo sempre foi uma das mais importantes do roteiro para mim, porque é onde todas as perspectivas coexistem no mesmo espaço. Temos Peggy, que questiona profundamente o relacionamento, quem é Ray e quais são suas intenções. O pai tenta se manter no meio-termo, preservando a paz. E Ray afirma: ‘É um relacionamento consensual. Colin sabe o que é isso. É assim que funciona. Qual é o problema?'”.
“Tem sido fascinante conversar com o público nas sessões de perguntas e respostas, porque é justamente nessa cena que as opiniões se dividem. Alguns ficam firmemente do lado de Peggy; outros defendem Ray, perguntando qual é o problema se eles estão felizes e a relação funciona. Para Colin, esse confronto se torna o catalisador do ato final. É o momento em que ele começa a questionar a dinâmica estabelecida por Ray e diz: ‘Na verdade, acho que preciso de mais. Quero mais desse relacionamento'”, concluiu.
Na trama de ‘Pillion’, Colin é um homem tímido cuja vida monótona é transformada ao conhecer Ray, o carismático líder de uma gangue de motoqueiros. Ray o introduz a um mundo de submissão e novas experiências, impulsionando o crescimento pessoal de Colin por meio dessa complexa dinâmica de poder.
A aguardada adaptação de ‘Devoradores de Estrelas’ (Project Hail Mary) acaba de ganhar um novo teaser oficial. O vídeo destaca o protagonista Ryland Grace, interpretado por Ryan Gosling, um professor de ciências que se vê transformado em astronauta para uma missão desesperada: salvar o Sol, que está morrendo e ameaça a vida na Terra.
Um dos pontos altos do teaser é o vislumbre da parceria inusitada entre Grace e Rocky, um alienígena que se torna seu único aliado na vastidão do espaço.
Dividindo a opinião dos críticos, o terror conquistou 40% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral critica a falta de sustos em um filme que não consegue se desprender dos clichês do gênero. Apesar disso, a atriz Willa Holland foi apontada como um dos grandes acertos da adaptação, com sua performance sólida.
Separamos os trechos das principais críticas:
“A mitologia ganha uma importância tediosa em uma adaptação incapaz de gerar medo.” (Bloody Disgusting)
“Qualquer sensação de tensão ou suspense se dissipa assim que fica óbvio que os riscos da trama continuarão se reiniciando e se repetindo.” (Mark Reviews Movies)
“Os fãs do jogo ‘The Mortuary Assistant’ certamente irão reconhecer as referências desta adaptação, mas outros espectadores ficarão se perguntando por que tanto alarde em torno deste título.” (ComicBook)
“Embora existam adaptações de videogames muito piores do que ‘The Mortuary Assistant’, não pude deixar de me sentir decepcionado. O filme tem seus momentos, mas não é o suficiente para elevá-lo acima da mediocridade.” (What I Watched Tonight)
“[Willa] Holland é a força pulsante que mantém o terror ‘The Mortuary Assistant’ vivo, investindo a história com nuances suficientes para diferenciá-la das produções comuns do gênero.” (High on Films)
“A adaptação dirigida por Jeremiah Kipp se beneficia da atuação sutil de Willa Holland.” (Casey’s Movie Mania)
“[Willa] Holland está absolutamente fantástica como a protagonista Rebecca, por vezes firme e confiante, mas também vulnerável na medida certa e um tanto excêntrica.” (Mark Reviews Movies)
Rebecca Owens (Holland), recém-formada em ciências mortuárias, aceita um emprego noturno na Funerária River Fields. Inicialmente, o trabalho parece simples — embalsamamento de corpos, preenchimento de papelada e manutenção do local. Mas, quando Rebecca começa a trabalhar no turno da noite, as coisas tomam um rumo sombrio.
A adaptação está sendo descrita como “um novo capítulo da história que irá expandir o universo do jogo foi criado por Brian Clarke, se aprofundando na mitologia das entidades demoníacas”.
Com 44 reviews publicadas até o momento, ‘A Noiva!‘, reboot do clássico ‘A Noiva de Frankenstein‘, dividiu a opinião dos críticos com 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Apesar de algumas ideias criativas, o consenso geral declara que o filme não funciona como um todo – tornando-se seu próprio Frankenstein, com conceitos que não se encaixam perfeitamente.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Há um toque de ludicidade e uma verdadeira explosão de pensamento imaginativo, mas, lamentavelmente, Maggie Gyllenhaal acabou criando uma espécie de Frankenstein, mas suas ideias não se encaixaram perfeitamente para formar um belo cadáver.” (Independent UK)
“Embora existam imperfeições neste romance violento que desafia os gêneros, elas não diminuem a paixão lúcida da [diretora] Maggie Gyllenhaal, suas grandes ideias e ousadias demonstradas na tela.” (USA Today)
“A diretora claramente está se divertindo. Mas mesmo que a intenção fosse a paródia, isso ocorre às custas do propósito temático.” (San Francisco Chronicle)
“O filme nem sempre é bem-sucedido, mas é gratificante ver a Maggie Gyllenhaal se entregar neste modo de ‘vou tentar de tudo pelo menos uma vez’ – um direito raramente concedido às mulheres por trás das câmeras.” (RogerEbert.com)
“É um fracasso estrondoso para a atriz que se tornou diretora, Maggie Gyllenhaal, que, neste recente e chamativo reboot de Frankenstein, abandonou toda a integridade artística que demonstrou em sua impressionante estreia, ‘A Filha Perdida’.” (The Times UK)
“Algumas partes de ‘A Noiva!’ funcionam, mas, como um todo, o crítico em mim achou o filme confuso e irritante.” (Boston Globe)
“É como ‘Coringa 2’ estrelado por uma versão grunge dos ‘Os Monstros’, com pitadas de ‘Sid e Nancy – O Amor Mata’ e ‘Assassinos por Natureza’, em um filme sem ritmo.” (Variety)
O terror será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 6 de março.
“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”
Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.
O mundo do cinema perdeu um de seus produtores mais prolíficos no gênero de comédia e fantasia. Andrew Gunn, responsável por sucessos como ‘Sexta-Feira Muito Louca’ (2003), ‘Sky High: Super Escola de Heróis’ (2005) e o recente ‘Cruella’ (2021), faleceu na última segunda-feira, 2 de março, em sua residência em Toronto.
Segundo informações do Deadline, o produtor lutava há dois anos contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
Nascido em 15 de julho de 1969, em Toronto, Gunn consolidou sua carreira em Los Angeles após obter mestrado na USC. Após uma passagem pela Great Oaks Entertainment, do lendário John Hughes, ele fundou a Gunn Films em 2001, estabelecendo uma parceria de exclusividade duradoura com a Disney.
Seu nome tornou-se sinônimo das comédias familiares de sucesso dos anos 2000. Ele foi o idealizador da versão de ‘Sexta-Feira Muito Louca’ estrelada por Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis, projeto que apresentou pessoalmente à Disney.
Gunn deixa a esposa, Jane Bellamy Gunn, seus dois filhos, Isabelle e Connor, sua mãe e três irmãos.
O roteiristaBlaise Hemingway prestou uma homenagem ao produtor no Instagram: “O legado de Andrew Gunn vai muito além dos filmes que produziu; ele é o ‘padrinho’ de mais roteiristas, produtores, diretores e executivos do que posso contar. Muitos de nós devemos nossas carreiras a ele. Andrew mudou minha vida de todas as formas imagináveis”.
A nova versão chegará aos cinemas no dia 12 de março de 2027.
Escrito, dirigido e produzido por Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), o novo filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga” – e não dará continuidade ao filme anterior, ‘O Exorcista: O Devoto‘, que foi concebido como o primeiro de uma fracassada trilogia.
Anteriormente, Flanagan havia revelado que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.
“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”
Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”
A ABC renovou oficialmente a série de comédia ‘Abbott Elementary‘ para a 6ª temporada.
Aclamada pelos críticos, a produção tem registrado uma média de 2.4 milhões de espectadores no território norte-americano – o que representa a maior audiência do canal para uma série de comédia.
O anúncio veio acompanhado de uma mensagem especial da icônica Barbara Howard (Sheryl Lee Ralph).
No Brasil, o seriado está disponível através do serviço de streaming do Disney+.
A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda.
Considerado um dos piores filmes de super-heróis da história do cinema, ‘Mulher-Gato’ (2004) provou que o tempo, ou talvez a curiosidade do streaming, pode mudar o destino de uma produção. Recentemente adicionado ao catálogo da Netflix, o longa surpreendeu ao conquistar a quinta posição entre os filmes mais assistidos da plataforma no Brasil nesta semana.
De acordo com a Rolling Stone Brasil, a atual relevância do título não se limita ao mercado nacional. O filme entrou para o Top 10 da Netflix em 21 países, atingindo o topo do ranking em três deles.
O desempenho atual impressiona quando contrastado com o histórico da produção. Lançado em 2004, o longa foi um verdadeiro fracasso comercial, arrecadando apenas US$ 82 milhões mundialmente frente a um orçamento estimado em US$ 100 milhões. Além do prejuízo financeiro, a recepção crítica foi devastadora: o filme detém até hoje uma taxa de aprovação de apenas 8% no Rotten Tomatoes.
A história acompanha Patience Philips (Halle Berry), uma artista tímida e sensível que trabalha como designer gráfica na Hedare Beauty, uma gigante dos cosméticos. Ao descobrir um segredo obscuro sobre um novo produto antienvelhecimento da empresa, Patience acaba envolvida em uma conspiração corporativa que muda sua vida para sempre, transformando-a na mística Mulher-Gato.
‘Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria’, estrelado por Rose Byrne e dirigido por Mary Bronstein, conquistou 92% de aprovação da crítica especializada, com base em 220 avaliações, além de 79% de aprovação do público.
No geral, os críticos elogiaram o longa, especialmente pela abordagem intensa e sensível dos conflitos e desafios da maternidade retratados na trama.
“Dilacerante e, às vezes, sufocante, ‘Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria’ é um grito de desespero materno temperado com um humor ácido e cortante”, disse Jeannette Catsoulis do New York Times.
“Embora esteja longe de ser aquele filmbe emotivo ideal para assistir no Dia das Mães, ‘Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria’ vai fazer você querer ligar para sua mãe e saber como ela está, mas de verdade, checar se ela está bem”, disse Glenn Garner do Deadline.
“Bronstein é impressionantemente destemida e sem filtros. Por mais envolvente e imaginativa que seja essa experiência de tirar os nervos do lugar, é preciso dizer que absorver duas horas da ansiedade de outra pessoa pode se tornar exaustivo”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Entregando uma atuação febril e à flor da pele, destinada a entrar para a lista das grandes performances do ano, Byrne nunca teve um papel sequer remotamente tão intenso que nos preparasse para o tipo de acrobacias emocionais que sua roteirista e diretora reserva aqui”, disse Peter Debruge da Variety.
“É o tipo de filme que faz você querer ligar para a sua própria mãe e pedir desculpas”, disse David Fear do Rolling Stone.
“Bronstein é brilhante ao transmitir o pânico crescente e uma tristeza terrível e avassaladora”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.
“Uma jornada movida pela ansiedade que deixará o público com o coração acelerado e as mãos suadas. Rose Byrne está excepcional, você nunca a viu assim antes”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.
“Rose Byrne entrega uma atuação imperdível que me deixou impressionado, e Mary Bronstein conduz com habilidade temas difíceis e discussões sobre maternidade e feminilidade”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.
‘Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria’ está disponível no Globoplay e no Prime Video.
“Com a vida desmoronando ao seu redor, Linda tenta lidar com a misteriosa doença de seu filho, seu marido ausente, uma pessoa desaparecida e um relacionamento cada vez mais hostil com seu terapeuta”, diz a sinopse.
‘SOULM8TE’, aguardado spin-off da franquia ‘M3GAN’, recebeu oficialmente classificação indicativa R (+18) nos Estados Unidos, segundo o portal JoBlo. Descrito como “Atração Fatal com robôs”, o longa é o mais novo capítulo do universo de terror tecnológico desenvolvido pela Blumhouse Productions, prometendo uma abordagem mais violenta e ousada do que os filmes anteriores da franquia.
Diferente de seus antecessores, ‘M3GAN’ e a sequência ‘M3GAN 2.0’, que mantiveram a classificação PG-13 para atrair o público jovem, a Motion Picture Association (MPA) concedeu o selo R a ‘SOULM8TE’ devido a violência acentuada, cenas sangrentas, conteúdo sexual, nudez gráfica e linguagem imprópria.
A trama acompanha um homem (interpretado por David Rysdahl) que adquire uma androide de Inteligência Artificial (Lily Sullivan) para ajudá-lo a lidar com o luto após a recente morte de sua esposa. Na tentativa de criar uma parceira verdadeiramente consciente, ele acaba transformando um robô teoricamente inofensivo em uma “alma gêmea” mortal.
A direção está a cargo de Kate Dolan, que também reescreveu o roteiro original de Rafael Jordan, baseado em uma história concebida por James Wan, Ingrid Bisu e Jordan.
“Fundamentalmente, vejo este filme como uma exploração de relacionamentos e solidão. Apesar dos avanços tecnológicos, há verdades humanas e tensões das quais não podemos escapar”, declarou a cineasta.
Apesar das novidades, o longa segue sem uma data de estreia definida. Originalmente previsto para 2 de janeiro de 2026, o filme foi removido do calendário oficial de lançamentos após o desempenho de ‘M3GAN 2.0’ ficar abaixo das expectativas do estúdio. A expectativa agora é que a nova classificação ajude a reposicionar o filme como um terror psicológico mais adulto e impactante.
‘Lanternas’, série da HBO Max que trará à cena a legião de heróis conhecidos como Lanternas Verdes, teve seu trailer completo divulgado na internet.
A série acompanha os policiais intergalácticos Hal Jordan (Kyle Chandler) e o novato John Stewart (Aaron Pierre) investigando um assassinato sombrio no coração dos Estados Unidos. Com tom policial estilo True Detective, a trama foca no mistério na Terra.
Em uma recente entrevista ao The Today Show (via CBR), o astro Kyle Chandler, que interpreta Hal Jordan na vindoura atração, trouxe alguns detalhes sobre o projeto e revelou que nunca se divertiu quanto no set de gravações.
“Nunca me diverti tanto gravando algo como nesse projeto”, ele disse. “As pessoas envolvidas foram absolutamente maravilhosas, do início ao fim. Não tenho palavras para descrever [o showrunner] Chris Mundy, os produtores e o pessoal da DC. Foi uma experiência excelente e espero que a série seja tão boa quanto a experiência que tive [gravando-a]. Trabalhei com Aaron Pierre e nos divertimos muito; e Kelly Macdonald foi simplesmente fantástica”.
A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.
O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.
James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov também comandam a produção.
O renomado produtor Rodrigo Teixeira (conhecido por sucessos como ‘Ainda Estou Aqui’) anunciou seu próximo grande projeto: a adaptação cinematográfica do livro ‘O Crime do Bom Nazista’, de Samir Machado de Machado.
Conforme O Globo, A novidade foi revelada pelo produtor em suas redes sociais com uma promessa direta: “Em 2027, esse livro vira filme”.
Vencedor do Prêmio Jabuti 2024 na categoria Romance de Entretenimento, o livro foi publicado pela editora Todavia em 2023 e rapidamente se tornou um destaque na literatura nacional contemporânea.
A história se passa em 1933 e acompanha o policial Bruno Brückner a bordo de um luxuoso dirigível que parte da Berlim nazista rumo ao Rio de Janeiro, com escala em Recife. O mistério começa quando o passageiro Otto Klein é encontrado morto por envenenamento em um banheiro trancado por dentro. No trajeto entre as cidades brasileiras, Brückner precisa conduzir uma investigação extremamente discreta para evitar escândalos políticos e incidentes diplomáticos em um período de tensões globais crescentes.