Em FELIZ ANIVERSÁRIO EM BELGRADO, as guerras após a dissolução da Iugoslávia socialista continuam na Croácia e na Bósnia. Belgrado está sob sanções e a inflação ameaça se transformar em hiperinflação. Uma mãe acorda em um dia em que precisa cuidar de todos os preparativos para a festa de aniversário da filha mais nova.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Milica Tomovic também assina o roteiro ao lado de Tanja Sljivar;
Em SIRÂT, pai e filho chegam a uma rave nas montanhas do Marrocos em busca de Mar — filha e irmã —, que desapareceu meses antes em um evento semelhante. Cercados por música eletrônica e por uma sensação crua e desconhecida de liberdade, eles saem distribuindo a foto da jovem. A esperança vai se apagando, mas os dois persistem e seguem um grupo de frequentadores rumo a uma última festa no deserto, confrontando os próprios limites.
» Vencedor do prêmio do júri do Festival de Cannes e destaque na 49ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o longa foi escolhido pela Espanha para disputar uma vaga no Oscar 2026 na categoria de melhor filme internacional;
Em O CASO DOS ESTRANGEIROS, a tragédia atinge uma família síria em Aleppo e desencadeia uma reação em cadeia de eventos envolvendo cinco famílias diferentes em quatro países diferentes.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Brandt Andersen também assina o roteiro do longa;
Em MANUAL PRÁTICO DA VINGANÇA LUCRATIVA, rejeitado ao nascer por sua família obscenamente rica, o jovem Becket Redfellow arquiteta um plano de assassinato para herdar a riqueza de sua família.
Curiosidades:
» Além de dirigir, John Patton Ford também assina o roteiro do roteiro do longa;
» A trama é inspirada pelo clássico ‘As Oito Vítimas‘, de 1949;
Em ANÊMONA, os laços familiares entre pais, filhos e irmãos são explorados à medida que relacionamentos complexos se desenrolam por meio de jornadas pessoais e conflitos geracionais.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Ronan Day-Lewis também assina o roteiro ao lado do seu pai Daniel Day-Lewis – que interpreta o protagonista do longa;
O GATOLA DA CARTOLA assume sua tarefa mais difícil até agora no I.I.I.I. – Instituto da Instituição da Imaginação e a Inspiração limitada: animar e alegrar Gabby e Sebastian, dois irmãos com dificuldade para se adaptar na nova cidade para a qual acabaram de mudar. Conhecido por levar as situações longe demais, esta pode ser a última chance desse agente do caos de provar a si mesmo… ou perder seu chapéu mágico!
Curiosidades:
» O filme é baseado no icônico livro infantil escrito por Dr. Seuss;
O fenômeno nacional ‘O Agente Secreto’ consolidou seu sucesso com quatro indicações ao Oscar. Agora, em sua campanha internacional, o longa divulgou um novo trailer, destacando os prêmios que o filme vem acumulando.
Vale lembrar que ‘O Agente Secreto’ foi indicado ao Oscar nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (Wagner Moura) e Melhor Elenco.
Hot off the press—THE SECRET AGENT is the most awarded international film of the year.
Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.
Desde sua estreia em 1996, a franquia slasher‘Pânico’ se tornou um dos marcos da cultura pop contemporânea – principalmente por unir metalinguagem e terror em um mesmo lugar. Eternizando Neve Campbell como a final girl Sidney Prescott, o filme original se transformou em um explosivo e sangrento microcosmos cinematográfico que estende seu legado até os dias de hoje. Trinta anos mais tarde, a saga ainda continua a encantar fãs de longa data e a abrir portas para uma nova geração que descobre ou redescobre o impacto causado pela dupla Wes Craven e Kevin Williamson.
Agora, Williamson nos convida a retornar para esse perigoso e insano mundo com o lançamento do aguardado ‘Pânico 7’. A nova entrada da franquia se afasta das duas iterações predecessoras, que trouxeram Melissa Barrera e Jenna Ortega, e finca seus dentes em uma celebração testamentária ao trazer Campbell de volta como Sidney – colocando a nossa heroína no centro de uma conspiração que tem como alvo sua própria família. Responsável tanto pela direção quanto pelo roteiro (este coassinado com Guy Busick), Williamson promove um encontro entre passado e presente, acertando onde deve acertar, mas se mostrando apaixonado demais pela inestimada glória da saga para entregar algo, de fato, original e diferente.
Abandonando o opressivo e labiríntico cenário metropolitano de Nova York, o sétimo filme é um regresso às raízes e, em vez do conhecido panorama de Woodsboro, nos leva à pequena cidade de Pine Grove, em Indiana, onde Sidney fugiu da vida pública e do escrutínio midiático para focar em sua família – que inclui o marido Mark (Joel McHale) e a filha mais velha, Tatum (Isabel May). Acreditando estar a salvo e recusando-se a trazer seu traumático passado à tona, as coisas tomam um rumo inesperado quando Sidney recebe uma ameaçadora ligação de um novo Ghostface. Mas, diferente dos outros, o serial killer resolve mostrar quem realmente é: Stu Macher (Matthew Lillard), um dos assassinos originais ao lado de Billy Loomis (Skeet Ulrich).
Levada em uma espiral inescapável de medo, frustração e ódio, Sidney é levada a crer em duas possibilidades: ou Stu sobreviveu aos eventos do filme original, forjando sua morte e esperando pacientemente uma gloriosa volta para acabar com o que começou três décadas antes, ou alguém está tentando desmantelar seu psicológico com o uso de inteligências artificiais e deepfakes. Vendo-se no centro de mais uma batalha pela sobrevivência, Sidney investiga quem pode estar por trás dos recentes ataques e percebe que pode não ter o tempo necessário para proteger Tatum, que se torna um dos alvos do Ghostface.
Como podemos ver, a temática da família aparece mais uma vez como mote principal da narrativa – o que não é nenhuma surpresa, considerando que Sidney nos foi apresentada em 1996 através de uma subtrama envolvendo a mãe, Maureen, que foi brutalmente assassinada. Agora, a protagonista está no papel de matriarca e, apesar de todos os esforços para garantir que Tatum e as outras filhas estejam livres desse peso, o destino coloca duas gerações distintas em comunhão para impedir que o serial killer saia vitorioso. E, de fato, Williamson consegue explorar ao máximo esse enredo a fim de nos instigar em mais um sangrento e bélico embate.
O diretor e roteirista faz um sólido trabalho nos dois primeiros atos da obra, valendo-se de tropos conhecidos para nos reintroduzir a Sidney e a outros que aprendemos a amar – como Gale Weathers (Courteney Cox) e Mindy e Chad Meeks-Martin (Jasmin Savoy Brown e Mason Gooding, respectivamente). Porém, é notável que, à medida que a história caminha para sua conclusão, todos os coadjuvantes que permeiam o projeto sofrem do mesmo mal dos personagens de ‘Pânico 4’, sendo descartados e não tendo um peso significativo na condução narrativa. Com exceção de May, que se entrega de corpo e alma ao papel de Tatum, nomes como Mckenna Grace, Asa Germann e Celeste O’Connor são desperdiçados em personas esquecíveis e que os impedem de brilhar como deveriam, sendo escolhidos como artifícios descartáveis demais para serem levados a sério.
Toda a atmosfera do projeto é marcada por uma clara crítica às IAs, denotando a aproximação da franquia com as constantes inovações tecnológicas, mas Williamson não parece saber como lidar com isso. A cena de revelação de Stu Macher é certeira, valendo-se do Efeito Hitchcock para reiterar que Sidney jamais conseguirá se livrar de seus fantasmas e beneficiando-se da ótima e despojada atuação de Lillard; todavia, essa ideia escala a um nível sem sentido e que demonstra a falta de crença no conceito e no cerne do próprio longa-metragem, resolvendo mergulhar em convencionalismos para concluir a trama em um apelo gritante pelo saudosismo e pela nostalgia.
As sequências de assassinato têm o seu “charme”, por assim dizer, com algumas nos deixando vidrados pelo nível de violência e de gore; e, tropeçando mais vezes do que deveria, é possível se divertir na primeira metade do filme à medida que não levamos o projeto a sério e encontramos um certo brilho em meio a essa descompensada jornada, divertindo-se com ácidos comentários autorreferenciais e à presença de atores-legado da franquia que nos envolvem em um misto de surpresa e melancolia (para o bem ou para o mal). Entretanto, é notável como a saga começa a demonstrar sinais de cansaço – e nos faz perceber a falta que Barrera, Ortega e os realizadores Matt Betiinelli-Olpin e Tyler Gillett fazem no tocante à originalidade.
Lembrando que o filme estreia hoje, 26 de fevereiro, nos cinemas nacionais.
Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Neve CampbelleIsabel Mayfalaram sobre o filme, suas personagens, o legado da franquia e revelaram seus filmes de terror favoritos.
E ainda mandaram um recado fofo em português para os brasileiros.
Assista a um trecho da entrevista e siga o CinePOP no YouTube:
Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
‘Pânico 7’, sequência da icônica franquia de terror, já está em cartaz nos cinemas nacionais. E, confiantes no sucesso do longa, a estrela Neve Campbell e o diretor Kevin Williamson já revelaram que existem conversas em andamento sobre um possível novo capítulo da saga.
Durante uma entrevista ao Deadline, concedida na estreia mundial do filme, a dupla contou que começou a “trocar ideias”sobre a próxima sequência enquanto trabalhava no longa atual.
“Quando você está sentado no set às três da manhã, você pensa: ‘Bem, sobre o que seria Pânico 8?’ E simplesmente começa a jogar ideias. E Neve teve uma ideia ótima, e todo mundo embarcou nela. Então, sim, se este filme funcionar e as pessoas quiserem, estamos aqui pelos fãs. Se eles quiserem, certamente vamos entregar”, explicou Williamson.
Vale lembrar que as primeiras projeções indicam que o longa pode ter uma estreia positiva nas bilheterias, com uma arrecadação estimada em cerca de US$ 60 milhões em seu fim de semana de estreia.
Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
A Netflix divulgou recentemente as primeiras imagens de ‘Criaturas Extraordinariamente Brilhantes’, filme que adapta o best-seller homônimo de Shelby Van Pelt, lançado em 2022 e consagrado como um dos livros mais vendidos do The New York Times.
Além de dirigir, Newman será uma das produtoras executivas, ao lado de Van Pelt.
O livro conta a história do peculiar e fascinante relacionamento entre uma idosa e solitária viúva chamada Tova, que trabalha como zeladora em um aquário, e um polvo gigante do Pacífico, chamado Marcellus, que vive na instalação. Tova forma uma amizade improvável com o cefalópode rabugento, mas, sem que ela saiba, Marcellus está em uma missão para resolver um mistério que irá curar o coração da viúva e levá-la a uma descoberta que mudará sua vida.
O livro foi lançado na primavera de 2022 e se tornou uma sensação através do boca a boca, crescendo vertiginosamente, a ponto de se tornar a obra literária mais vendida de 2023 – segundo algumas páginas de ranqueamentos de livros.
São quase 30 anos tentando matar Sidney. Mesmo para um serial killer, esse tipo de obsessão acaba consumindo uma vida quase inteira, num jogo em que se o objetivo com alcançado, o assassino perde o objetivo de vida. Mal comparando, é como quando a gente quer muito alguma coisa e, quando consegue, perde o encanto pela coisa. No caso dos filmes, essa obsessão se transformou em uma franquia (e muito lucrativa), que transformou um único filme de terror adolescente do final dos anos 90 na franquia ‘Pânico‘, que volta hoje aos cinemas em sua sétima parte, de nome ‘Pânico 7‘.
Depois de anos sobrevivendo em Woodsboro, Sidney Prescott (Neve Campbell) hoje mora em outra cidade, fora de Nova York, com seu marido, Mark (Joel McHale), e sua filha, Tatum (Isabel May), e onde gerencia uma cafeteria. Apesar de tentar seguir a vida normalmente, os inúmeros traumas de seu passado a impedem de conseguir ter um bom relacionamento com sua filha, que justamente lhe faz perguntas sobre esse período, às quais Sidney não se sente confortável em responder. Porém, quando uma pessoa desse passado retorna à sua vida, e novos assassinatos passam a acontecer na pequena cidade onde vive, Sidney entende que, uma vez mais, precisará lutar pela própria vida e proteger aqueles a quem ama.
Com quase duas horas de duração (um pouco longo para um filme-pipoca) e nenhum pós-créditos, ‘Pânico 7’ flutua numa irregularidade que, com o tempo de projeção, vai ficando nítido para o espectador. O longa é dividido em dois núcleos bem evidentes: a galera do passado de Sidney e a turminha nova da filha, Tatum. O que se observa é que toda a trama desenvolvida pelo “núcleo adulto” corre de maneira mais sólida, com boas atuações não só da protagonista, como também de Courtney Cox e outros desse tempo que reaparecem na história, mostrando a afinidade que têm com a franquia e com tudo que já passaram juntos. Nesse núcleo, os acontecimentos são lógicos, os diálogos são interessantes e as atuações, convincentes.
Mas quando o roteiro de Kevin Williamson, Guy Busick e James Vanderbilt gira o foco para os jovens, a coisa desanda ao ponto de parecer ter sido escrito por outra equipe. Os personagens adolescentes são mal desenvolvidos, tem diálogos bobos, cenas incoerentes e ações vazias. Nem mesmo nomes mais reconhecidos, como Mckenna Grace seguram a onda, dando a sensação de estar se explicando o tempo todo, como se o público não fosse capaz de entender o que está acontecendo. Aqui o enredo lembra não só o plot da série ‘Pânico’, mas até mesmo de outros retornos de outras franquias, como ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’, de 2025.
O que nos faz pensar que Kevin Williamson dedicou mais em segurar o hype da nostalgia, com elementos e personagens do passado, do que efetivamente construir uma ponte sólida para uma possível passagem de bastão (que parece ser o objetivo desse filme). Aliás, sobre essa passagem, as frases de efeito são tão clichês e forçadas, que cansam.
Mas, por ser um filme de terror, precisamos focar no que realmente importa: as mortes. E elas são muitas, criativas e bem-feitas. O slasher aqui entrega suco de entretenimento (com o perdão do trocadilho), com mortes que podem tanto causar repulsa quanto despertar a gargalhada. Independente da identidade do Ghostface, ele continua matando, e matando de maneira sádica e hilária. ‘Pânico 7’ tem um bocado de jump scare e sangue espirrando desde a primeira cena.
Ainda que com altos e baixos nas tramas, ‘Pânico 7’ entrega bom entretenimento para os fãs de terror, tanto os de antigamente quando das novas gerações. E, ao que tudo indica, o Ghostface vai continuar aparecendo, afinal, a passagem de bastão nessa franquia acontece em todos os núcleos.
A aguardada sequência do terror ‘Pânico 7’ (Scream 7) chega aos cinemas brasileiros hoje (26) – e parece não estar agradando os críticos internacionais.
No Rotten Tomatoes, a mais nova entrada da franquia slasher abriu com fracos 47% de aprovação com base em 34 reviews até o momento – configurando-se como a segunda menor aprovação da saga (atrás apenas de ‘Pânico 3’, com 45%).
Confira os principais comentários:
“Apesar de alguns momentos irreverentes e assassinatos brutais, uma obra que outrora satirizava os clichês do terror sucumbiu em grande parte a eles” – Screen International.
“Após sete filmes, ‘Pânico’ finalmente ficou sem alvos para satirizar” – ScreenCrush.
“Há um caráter mecânico na narrativa que faz com que ‘Pânico 7’ soe como uma experiência arrastada, apesar do grande número de mortes” – THR.
“O motivo pelo qual ‘Pânico 7’ funciona é por causa das mortes, do elenco e de quão assustador pode ser imaginar-se nessas situações com o Ghostface” – ComingSoon.net.
“Arriscar em uma direção diferente pode funcionar quando se chega a esse ponto da franquia, mas isso não compensa um roteiro que parece pouco desenvolvido” – We Live Entertainment.
“Há muito o que apreciar nos personagens espirituosos, nos diálogos inteligentes e na relação entre mãe e filha, e pode-se dizer que a série termina em grande estilo — mas, por favor, que este seja o fim” – SciFiNow.
“Não é que ‘Pânico 7’ seja um filme ruim da franquia. Não existem filmes ruins da franquia (ainda). Mesmo o pior deles é até que razoável, e esse é o pior” – TheWrap.
De acordo com o Deadline, o filme pode estrear com mais de US$ 60 milhões mundialmente, o que representaria a segunda melhor abertura de toda a franquia. Caso os números se confirmem, o novo capítulo ficará atrás apenas do recorde estabelecido por ‘Pânico 6’ (2023), que contou com Jenna Ortega e Melissa Barrera.
Na época, o sexto filme registrou a maior estreia doméstica da saga, com US$ 44,4 milhões, e alcançou US$ 66,4 milhões globalmente em seu primeiro fim de semana.
Com um orçamento líquido de US$ 45 milhões, cofinanciado pela Paramount e Spyglass, ‘Pânico 7’ tem um caminho sólido para o lucro.
No mercado internacional, a expectativa é de uma arrecadação inicial de US$ 20 milhões, impulsionada por mercados estratégicos como Reino Unido, Brasil, França e México.
Embora a franquia tenha um desempenho tradicionalmente forte na América Latina e Europa, analistas observam com cautela o cenário no México, onde eventos recentes de violência local podem impactar a frequência do público nos cinemas.
Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
Quando um músico apaixonado recebe o número errado da garota dos seus sonhos, ele se une a uma determinada estudante de psicologia para encontrá-la. Juntos, eles desencadeiam uma hilária confusão por todo o campus, que testa seus próprios corações e ambições ao longo do caminho.
A trama segue cinco bailarinas a caminho de uma prestigiosa competição de dança quando o ônibus em que viajam quebra em uma floresta remota. Sem outras opções, relutantemente buscam abrigo em uma pousada sinistra à beira da estrada, administrada por Devora Kasimer, uma ex-prodígio do balé reclusa.
Desde o momento em que chegam, algo parece errado — e seus piores instintos se confirmam. À medida que a situação se torna mortal, o grupo fragmentado precisa deixar de lado as rivalidades e usar anos de treinamento árduo como armas, transformando graça, disciplina e até sapatilhas de ponta em ferramentas de sobrevivência.
Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.
A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.
A Netflix Brasil divulgou o trailer oficial da série ‘Os Casos de Harry Hole’ (‘Jo Nesbø’s Detective Hole’), inspirada nos escritos do aclamado romancista de suspense e mistério Jo Nesbø.
Estrelada por Tobias Santelmann (‘The Last Kingdom’), a produção conta com nove episódios e chega à plataforma de streaming no dia 26 de março.
Confira:
Santelmann dará vida ao detetive Harry Hole, estrela da saga literária assinada pelo autor e que já foi interpretado por Michael Fassbender nos cinemas.
O elenco também conta com Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’) como Tom Waaler e a Pia Tjelta (‘Made in Oslo’) como Rakel Fauke.
‘Os Casos de Harry Hole’ é um mistério policial de serial killer liderado pelo famoso anti-herói. Por baixo da superfície, é um drama cheio de nuances sobre dois policiais – e supostos colegas – operando em lados opostos da lei. Ao longo da primeira temporada, Harry enfrenta seu adversário de longa data e detetive corrupto Tom Waaler.
A história do ciclo de estreia é inspirada no romance ‘A Estrela do Diabo’, lançado em 2003 e que funciona como o quinto volume da saga de Hole.
Oystein Karlsen (‘Sem Saída’) é o criador, enquanto Nesbø assina o roteiro.
A elogiada animação adulta do Adult Swim chegará ao fim após três temporadas, como revelado pelos criadores Michael Cusack e Zach Hadel (via Deadline).
Embora o terceiro ciclo da produção tenha chegado ao fim em 30 de novembro do ano passado, os fãs ainda não assistiram ao último episódio. Cusack e Hadel revelaram que dois episódios extras serão lançados em 12 de abril na plataforma de streaming, esclarecendo que são “pequenos episódios isolados, pequenos planetas fora do contexto da série, sem relação temática” e não foram concebidos como um final, deixando a porta aberta para revisitar a série no futuro com novos capítulos.
Cusack e Hadel enfatizaram que a decisão de encerrar ‘Smiling Friends’ foi inteiramente deles, com apoio dos executivos da emissora.
“Depois que terminamos a terceira temporada, Zach e eu tivemos a mesma sensação: estávamos bastante esgotados depois de anos e anos dedicados a isso, mas também muito realizados. Chegamos a essa conclusão de que, depois da terceira temporada, talvez seja isso”, disse Cusack.
Hadel acrescentou: “Desde o comecinho da série, sempre dissemos: ‘nossa, como seria ótimo tentar fazer a série o melhor possível, dar 110% de nós e terminar no auge, deixando o público querendo mais, em vez de as pessoas pensarem: ‘ah, essa série ainda está no ar”. Depois de vários anos nos dedicando intensamente a essa série, sem parar, 24 horas por dia, 7 dias por semana, chegamos a um ponto em que sentimos que era o momento certo para encerrá-la. Não queríamos fazer mais temporadas sem empenho, esgotados ou sem vontade. Isso não seria justo conosco. Não seria justo com o público entregar a vocês uma porcaria qualquer”.
“Foi uma experiência incrível”, disse Cusack. “A série ficou muito maior do que qualquer um de nós jamais imaginou: todas as fanarts, todos os figurinos, as pessoas compartilhando memes, tudo isso”.
Lembrando que as três temporadas estão disponíveis na HBO Max.
A produção acompanha as divertidas aventuras de uma pequena empresa que tem como objetivo levar felicidade a um mundo estranho e colorido, com a ajuda da dupla Charlie, o funcionário cínico, e Pim, um otimista muito alegre, que enfrentam tarefas desafiadoras e até mesmo profundas ao lidar com os problemas de seus clientes.
As participantes irão competir pelo título da Próxima Drag Superstar da América, levando para casa um cetro e uma coroa estilizados, bem como o montante de US$200 mil.
Baseada nos populares romances de Anne Rice, o terceiro ciclo tem retorno previsto para o verão norte-americano de2026 (isto é, entre os meses de junho e agosto).
Confira, junto ao teaser trailer:
A adaptação contemporânea do romance gótico acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).
Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Reid) conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.