A Disney enfrentou problemas legais no Reino Unido após a veiculação de um anúncio digital de ‘Predador: Terras Selvagens’ que exibia um corpo cortado ao meio.
Segundo informações do Deadline, a Autoridade de Padrões de Publicidade (ASA) proibiu a empresa de exibir a peça em seu formato atual, decidindo que o conteúdo provavelmente “causaria medo ou angústia em crianças pequenas”.
O anúncio em vídeo, divulgado originalmente em novembro, mostrava o personagem Dek erguendo uma figura humana menor que havia sido severamente mutilada. A imagem estática era seguida por cenas do Predador acompanhadas pela frase: “Bem-vindo a um mundo de dor”.
A ASA interveio após receber reclamações de que o anúncio era “inapropriado e perturbador” para o público infantil.
Em sua defesa perante o órgão regulador, a Disney argumentou que o material foi preparado com “senso de responsabilidade”, alegando que o corpo exibido era de um “sintético”(um robô), e não de um ser humano.
A empresa ressaltou ainda que a imagem aparecia por menos de dois segundos em um trailer de dez, sendo compatível com a classificação etária e a natureza do filme.
No entanto, a ASA rejeitou os argumentos, declarando: “Embora tenhamos reconhecido o comentário do Twentieth Century Studio de que a figura menor não era realmente humana, mas sim um robô ‘sintético’, consideramos que isso não ficava claro no anúncio, e que a figura provavelmente seria interpretada como humana”.
“Além disso, consideramos que a representação realista do torso cortado e da coluna exposta da figura menor era sangrenta e provavelmente perturbadora para crianças pequenas”, acrescentou.
Em resposta oficial, um porta-voz da Disney afirmou: “Reconhecemos a decisão da ASA. Levamos nossas responsabilidades com o público muito a sério e buscamos trabalhar em estreita colaboração com nossos parceiros para cumprir os padrões exigidos”.
Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.
A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.
A animação ‘Um Cabra Bom de Bola‘ (Goat) chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo – e já está fazendo um sucesso considerável entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com sólidos 83% de aprovação, com base em 23 reviews até o momento. No geral, os especialistas teceram elogios para a irretocável animação supervisionada pela Sony Pictures, mas afirmaram que a história carece de originalidade.
Confira os principais comentários abaixo:
“A estreia de Tyree Dillihay na direção de longas-metragens é uma homenagem encantadora ao pequeno, mas sua trama típica de filme esportivo e o roteiro preguiçoso fazem com que ela mal consiga uma vitória” – Little White Lies.
“É uma obra-prima técnica que comprova que a Sony Pictures Animation continua no auge quando se trata de pura arte” – Nerdspin.
“‘Um Cabra Bom de Bola’ oferece diversão colorida e vibrante, além de potencial para filmes adicionais, mas em termos de enredo, precisa se expandir antes de voltar aos tribunais” – Flick Feast.
“Não é um filme particularmente original, carecendo de surpresas, mas há uma dose de doçura e muita personalidade para se apreciar, juntamente com a intensidade do basquete que só a animação pode proporcionar” – Blu-ray.com.
“[O filme] pode pecar na lógica narrativa, mas visualmente, é um sucesso absoluto” – FandomWire.
“As crianças ficarão deslumbradas com a animação surpreendente do filme, enquanto os adultos apreciarão a positiva mensagem central, que poderá inspirar seus filhos a almejarem objetivos maiores do que os que têm atualmente” – Loud and Clear Reviews.
“O filme […] é um deleite visual, como seus outros filmes de animação, mas peca por falta de alguns ingredientes essenciais para a originalidade” – Discussing Film.
Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, 12 de fevereiro.
A comédia de ação é ambientada em um mundo exclusivamente animal e acompanha Will (McLaughlin), um cabrito com grandes sonhos que tem a oportunidade única de se juntar aos profissionais e jogar roarball – um esporte misto de alta intensidade e contato total, dominado pelos animais mais rápidos e ferozes do mundo.
Os novos companheiros de equipe de Will não estão nada felizes com a ideia de ter um cabrito em seu elenco, mas Will está determinado a revolucionar o esporte e provar de uma vez por todas que “os pequenos sabem jogar bola!”.
O filme ‘Vingadores: Dr. Destino’ chega às telonas este ano para apresentar a épica Guerra Multiversal do UCM, e novos rumores sobre o Magneto de Sir Ian McKellen estão agitando os fãs.
Segundo informações do ComicBookMovie, o longa pode apresentar um confronto histórico entre o Mestre do Magnetismo e o Doutor Destino de Robert Downey Jr., um embate descrito como a luta mais épica do filme e, possivelmente, de toda a história da Marvel nos cinemas.
Algumas teorias indicam, inclusive, que este duelo seria o responsável por uma cena de destruição massiva em Nova Jersey.
A reportagem destaca ainda que os X-Men aparecerão na trama como veteranos de guerra quebrados e exaustos, após enfrentarem diversas Incursões que quase apagaram seu universo original.
Nesse cenário sombrio, cada Incursão obrigaria o grupo a enviar membros para outras Terras para enfrentar seus defensores e destruir esses universos antes que os seus próprios fossem aniquilados.
Essa premissa ajudaria a justificar a ausência de figuras clássicas como Jean Grey e Tempestade, que teriam se sacrificado em batalhas anteriores.
Como ocorre com todo grande vazamento, é importante tratar essas informações com cautela até a confirmação oficial pelo estúdio.
O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
O jovem ator Callum Vinson, conhecido por seu trabalho em ‘Chucky’, foi escalado para interpretar Atreus na série ‘God of War’, do Prime Video.
Segundo o Deadline, Vinson dará vida ao filho de Kratos e coprotagonista da história. A adaptação já recebeu encomenda de duas temporadas, com a pré-produção em andamento em Vancouver.
“Kratos e seu filho, Atreus, embarcam uma jornada para espalhar as cinzas de sua esposa e mãe, Faye. Através de suas aventuras, Kratos tenta ensinar seu filho a ser um deus melhor, enquanto Atreus tenta ensinar seu pai a ser um ser humano melhor.”
‘God of War‘ se encontra atualmente em pré-produção, em Vancouver.
Frederick E.O. Toye, vencedor do Emmy pelo seu trabalho em ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Ronald D. Moore servirá como showrunner, roteirista e produtor executivo.
Após duas edições históricas, o mega-show gratuito nas areias de Copacabana desse ano será comandado por Shakira. A informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (11) pela Prefeitura do Rio de Janeiro.
A terceira edição do Todo Mundo no Rio, evento anual realizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro na praia de Copacabana, está marcada para o dia 2 de maio de 2026. Mas havia uma dúvida no ar: quem seria a atração deste ano? Depois de dois shows históricos, que reuniram mais de 3.9 milhões de pessoas no total, a cantora colombiana foi a grande escolhida para encantar o público carioca.
Divulgação/ Nicolas Gerardin.
Desde a apresentação histórica deLady Gagano ano passado, que entrou para a história como o maior público de todos os tempos de um show gratuito de uma artista feminina, houve um grande debate sobre qual outra atração poderia causar um impacto do mesmo nível da turnê Mayhem, o Gagacabana. O grande desejo do prefeito Eduardo Paes era trazer a banda U2, mas o nome teve ampla rejeição do público e causou um receio de não conseguir atrair as pessoas para o evento.
Dentre as especulações mais recentes estiveram o canadense Justin Bieber, que não se apresenta no Brasil desde o Rock In Rio 2022, e a diva do Pop Britney Spears, que está fora dos palcos desde 2018. A ideia era fazer um comeback histórico nas areias de Copacabana. Por falar em Britney Spears, na última terça-feira (10), foi revelado que a cantora vendeu seu catálogo musical à Primary Wave, uma produtora independente, por valores que estaria na casa dos 200 milhões de dólares.
Shakira é vista internamente pela Prefeitura como um nome capaz de engajar com o público e garantir outro sucesso na casa do milhão de espectadores. A colombiana está se apresentando pelo mundo com a turnê Las Mujeres Ya No Lloran. Inclusive, foi por esta turnê que a cantora realizou seus últimos shows no país, em fevereiro de 2025, com apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo.
O evento será anunciado oficialmente nesta quinta-feira, mas a informação já foi confirmada pelo prefeito Eduardo Paes. Iniciado em 2024, o Todo Mundo no Rio surgiu da ideia de movimentar um dos períodos de menor apelo turístico da Cidade Maravilhosa. Segundo dados da Prefeitura do Rio, o “Gagacabana” rendeu um retorno financeiro estimado em R$ 600 milhões à cidade. A ideia é manter o padrão em 2026.
Segundo o Deadline, a elogiada atriz Sandra Bernhard (‘Pose’, ‘Marty Supreme’, ‘Ruptura’) foi escalada na 4ª temporada da aclamada antologia criada por Mike White.
O Brasil está cheio de “samba pra gente sambar”. E a roda mais imperdível de 2026 já está confirmada: é a turnê Zeca Pagodinho & Alcione & Jorge Aragão – O Maior Encontro do Samba. As vendas gerais para esta reunião histórica inicia hoje, ao meio-dia, exclusivamente pelo site da Eventim. Realizada pela 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e apresentada pelo Itaú Unibanco, a tour passará por sete estádios do Brasil e, em todas as datas, contará com participações especiais.
Juntos, Zeca Pagodinho, Alcione & Jorge Aragão somam mais de 150 anos de carreira e um repertório que se tornou trilha sonora de uma nação. Zeca Pagodinhoé sinônimo de espontaneidade, encontro e boas conversas. “Se fosse sozinho, eu não faria”, divertiu-se o cantor em uma das oportunidades em que se reuniram para falar sobre a turnê. Já Alcione representa força, autenticidade e presença — daquelas que não pedem licença para brilhar. “Encontrar essa galera aqui é festa. Vai ser um show que vai dar prazer”, comenta a eterna Marrom. Jorge Aragão é o poeta elegante, de sorriso largo e de versos que atravessam o tempo. “Vai ser uma felicidade. Nos encontrarmos é cotidiano; aqui é amizade mesmo. Temos muito trabalho pela frente, mas, se pudesse, mais do que cantar, ficaria mais admirando os dois”, diz o artista, expressando a sensação de ter no palco os amigos (e também ídolos) de longa data. Personalidades distintas, mas complementares, que fazem com que o público se sinta próximo de cada um. “Vamos apresentar quem somos. Estamos felizes de poder agregar isso à nossa história”, finaliza Aragão.
Essa sensação de intimidade é justamente o fio condutor da turnê O Maior Encontro do Samba. Com a direção musical de Pretinho da Serrinha, o espetáculo reunirá, pela primeira vez, os três artistas no palco ao mesmo tempo e em uma só turnê. Os ícones do samba dividirão os vocais em canções que marcaram suas trajetórias e em clássicos presentes durante várias gerações, em uma celebração coletiva da música brasileira.
“O samba sempre foi sobre encontro, afeto e histórias compartilhadas. Colocar Zeca Pagodinho, Alcione e Jorge Aragão juntos no palco é materializar tudo isso em um espetáculo único. Esse projeto traduz muito do que a 30e acredita: experiências que conectam pessoas, respeitam a trajetória dos artistas e celebram a cultura brasileira em sua forma mais autêntica”, afirma Carol Pascoal, vice-presidente de Marketing e Comunicação da 30e.
Os convidados desta turnê complementam essa festa. Martinho da Vila participa da estreia, no Rio de Janeiro (6/6, Maracanã), e do show em São Paulo (20/6, Allianz Parque). Seu Jorge é o convidado da apresentação em Brasília (19/9, Arena BRB Mané Garrincha). Em Curitiba (7/11, Ligga Arena), o trio recebe Alexandre Pires e Martinho da Vila. Já em Porto Alegre (14/11, Estádio Beira-Rio), a participação especial é de Péricles. A cidade de Belo Horizonte (28/11, Estádio Mineirão) em breve terá o seu convidado revelado. No encerramento da turnê, em Salvador (19/12, Casa de Apostas Arena Fonte Nova), Martinho da Vila volta a dividir o palco com Zeca Pagodinho, Alcione e Jorge Aragão.
A direção artística da turnê é assinada por Leninha Brandão, que trabalhou no DVD Zeca Pagodinho – 40 anos (Ao Vivo), de 2024, além de projetos com O Rappa, Lulu Santos e mais nomes de prestígio.
O Maior Encontro do Samba celebrará um patrimônio vivo da cultura brasileira por meio de artistas que são seus pilares. O convite para este evento histórico está posto. Como o próprio samba já ensinou, quem não gosta de samba, bom sujeito não é. E, em 2026, o Brasil inteiro está convidado a provar dessa sensação ao vivo.
O dia 7 de setembro vai marcar a história do Rock in Rio com um encontro poderoso entre lendas, gerações e gêneros que ajudaram a moldar a música brasileira e global. Em pleno feriadão, a Cidade do Rock será palco de uma celebração sofisticada e elegante, marcada por uma curadoria artística refinada, que atravessa estilos, gerações e movimentos culturais – do jazz ao soul, da bossa nova ao pop e do samba à MPB.
Um dia pensado como uma experiência musical do mais alto nível, com apresentações já confirmadas de ícones como Elton John, headliner da data, e Gilberto Gil, além de nomes que representam a força da música contemporânea, como Jon Batiste e Laufey, uma das artistas mais potentes da nova geração e fenômeno recente de público. O line-up do dia ainda conta com três performances Rock in Rio Originals – conceito de shows exclusivos e inéditos idealizado especialmente para a Cidade do Rock.
No Palco Mundo, o cantor, compositor e pianistaJon Batiste, oito vezes vencedor de prêmios Grammy, Oscar e Emmy, faz sua estreia na Cidade do Rock, trazendo ao festival sua visão musical ampla e contemporânea. Vencedor da categoria Melhor Álbum de Americana no Grammy Awards de 2026 por seu projeto ‘BIG MONEY’, Batiste será um dos destaques de um dia repleto de apresentações memoráveis por todo o local. No mesmo espaço, Luísa Sonza abre as apresentações com um show com grandes hits de sua trajetória, em que faz uma grande homenagem à bossa nova, com a participação de Roberto Menescal.
Já no Palco Sunset, a mesma data terá Laufey – que também conquistou, pela segunda vez em sua carreira, a categoria Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional com seu álbum ‘A Matter of Time’ na última cerimônia do Grammy – se apresentando pela primeira vez no Rock in Rio e encerrando as apresentações do espaço. O Sunset também será palco de uma homenagem ao melhor da música negra e do soul, com um show original de Péricles cantando Motown e o Roupa Nova dividindo o palco com Guilherme Arantes.
Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual.
Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos.
A Penguin Random House Publishing anunciou que a BOOM! Studios lançará uma nova série de quadrinhos da icônica e adorada franquia multimidiática no próximo dia 3 de junho de 2026 (via ScreenRant).
A escritora Marguerite Bennett substituirá Melissa Flores, que comandou a fase mais recente dos ‘Power Rangers’ na companhia.
Mighty Morphin Power Rangers #1 marcará o início desta nova era para os heróis, com 24 páginas prometidas em sua edição de estreia. Por enquanto, ainda não está claro se a série de Bennett dará continuidade à história de Flores ou se será um recomeço completo para a saga.
Detalhes sobre a narrativa ainda não foram divulgados.
Embora ainda não haja confirmações oficiais por parte da Disney, a possível escalação desses atores indica que o estúdio busca um elenco diverso e alinhado com a proposta de revitalizar a franquia para uma nova geração. Detalhes adicionais sobre cada candidato, incluindo perfis e experiências anteriores, vêm circulando nas redes sociais, alimentando ainda mais a expectativa dos fãs.
Durante uma entrevista ao MovieWeb, Steinberg pôs fim aos rumores e confirmou o projeto: “o rumor é verdadeiro. Não posso te contar [detalhes], mas estou muito, muito animado para essa história”.
A dupla não compartilhou detalhes da trama ou do formato, mas revelou sua empolgação em “dar vida” à nova história dos ‘Power Rangers’.
Ao ser questionado, Steinberg brincou: “(Risos) Você está fazendo perguntas que sabe que eu não posso responder. Digamos apenas que esperamos muito trazer essa história à vida, é tudo o que posso dizer por enquanto”.
Pouco a pouco, detalhes sobre o aguardado ‘Vingadores: Doutor Destino’ ganham as mídias sociais, com incontáveis rumores levantando mais questões do que as respondendo à medida que viralizam entre os fãs do Universo Cinemático Marvel.
O mais recente deles envolve a presença dos X-Men na narrativa, cuja importância deve ser imprescindível para o andamento da narrativa. De acordo com o conhecido insider @MyTimeToShineH, Magneto, que será interpretado mais uma vez por Ian McKellen (‘O Senhor dos Anéis’), deve enfrentar o Doutor Destino (Robert Downey Jr.) no que é descrito como “a luta mais épica do filme e talvez de toda a Marvel”.
O perfil também comentou sobre o status quo dos mutantes quando o reencontrarmos no filme: “os X-Men em ‘Vingadores: Doutor Destino’ sobreviveram a inúmeras Incursões, cada uma quase dizimando seu universo. Eles estão exaustos, fragilizados e sacrificaram tudo”.
“Cada Incursão os força a enviar seus membros para outra Terra para lutar contra seus defensores e apagar aquele universo da existência antes que ele destrua o deles”, o insider acrescenta.
‘Vingadores: Doutor Destino’ marca a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e prepara o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
Pouco a pouco, detalhes sobre o aguardado ‘Vingadores: Doutor Destino’ ganham as mídias sociais, com incontáveis rumores levantando mais questões do que as respondendo à medida que viralizam entre os fãs do Universo Cinemático Marvel.
O mais recente deles envolve a presença dos X-Men na narrativa, cuja importância deve ser imprescindível para o andamento da narrativa. De acordo com o conhecido insider @MyTimeToShineH, Magneto, que será interpretado mais uma vez por Ian McKellen (‘O Senhor dos Anéis’), deve enfrentar o Doutor Destino (Robert Downey Jr.) no que é descrito como “a luta mais épica do filme e talvez de toda a Marvel”.
O perfil também comentou sobre o status quo dos mutantes quando o reencontrarmos no filme: “os X-Men em ‘Vingadores: Doutor Destino’ sobreviveram a inúmeras Incursões, cada uma quase dizimando seu universo. Eles estão exaustos, fragilizados e sacrificaram tudo”.
“Cada Incursão os força a enviar seus membros para outra Terra para lutar contra seus defensores e apagar aquele universo da existência antes que ele destrua o deles”, o insider acrescenta.
‘Vingadores: Doutor Destino’ marca a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e prepara o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
O reboot de ‘Highlander’ recebeu mais algumas atualizações nos últimos dias e, agora, um novo vídeo de bastidores ganhou popularidade ao mostrar uma complexa e instigante sequência de luta entre Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) como o vilanesco Kurgan e Henry Cavill (‘The Witcher’) como o protagonista Connor MacLeod.
Kurgan é membro de uma tribo cruel que ficou conhecida por “jogar crianças em buracos cheios de cães famintos para fins de entretenimento”. O filme original, lançado em 1986, acompanhou MacLeod e o Kurgan em uma batalha até a morte para absorver os poderes um do outro.
Séculos após sua primeira morte em um campo de batalha escocês, o guerreiro imortal Connor MacLeod vive tranquilamente no mundo moderno, assombrado pela perda e pelo ciclo interminável de violência entre sua espécie. Quando o implacável imortal Kurgan ressurge, apoiado por uma organização secreta empenhada em desvendar o segredo da vida eterna, Connor é forçado a retornar ao Jogo — uma batalha ancestral onde ‘só pode restar um’.
Guiado por seu mentor Ramírez e uma aliada mortal, a arqueóloga Kate Bennett, Connor precisa confrontar seu passado e redescobrir seu propósito. À medida que imortais se chocam através do tempo e dos continentes, a luta pelo misterioso ‘Prêmio’ se torna uma batalha pela alma da humanidade.
Vale lembrar que, recentemente, o prestigiado ator Jeremy Irons (‘O Rei Leão’, ‘Watchmen’, ‘Casa Gucci’) foi contratado para o projeto e dará vida a um antagonista secundário, descrito como “o líder de um grupo secreto conhecido como Os Observadores, que acompanham os seres imortais e os enxergam como uma ameaça à humanidade”.
Drew McIntyreserá Angus MacLeod, irmão de Connor (Cavill).
As filmagens haviam sido adiadas para janeiro de 2026 em virtude de uma lesão sofrida pelo protagonista, que estava em processo de recuperação. Apesar de não ser considerada grave, ela limitou a mobilidade de Cavill, impedindo-o de realizar as sequências de ação de alta intensidade do filme.
A produção de ‘Highlander’ descreveu as cenas de combate como semelhantes às de ‘John Wick’. Segundo relatos, o ator sofreu o acidente durante um treinamento para o longa.
O elenco conta ainda com grandes estrelas, como Russell Crowe, que viverá o mentor Ramirez, Dave Bautista no papel do vilão Kurgan e Karen Gillan como Heather, a esposa mortal de Connor MacLeod. O filme, com roteiro de Michael Finch, também terá a participação de Marisa Abela, Djimon Hounsou e Max Zhang.
Dirigido por Chad Stahelski, o novo Highlander promete atualizar a mitologia dos guerreiros imortais para uma nova geração, com lutas de espadas épicas, cenários internacionais e um elenco de tirar o fôlego. A Lionsgate pretende investir cerca de US$ 100 milhões na produção, sinalizando um projeto de grande escala.
A nova versão ainda não tem data de estreia confirmada, mas a expectativa é que chegue aos cinemas em 2026.
De acordo com o Variety, o SAG-AFTRA retomou as negociações com os grandes estúdios sobre os termos do uso de IA e os residuais de streaming acordados durante a grave de 2023.
O site afirma que o sindicato e a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão estão respeitando o silêncio mediático para evitar negociações públicas.
A discussão geralmente se inicia com uma troca de propostas e, em seguida, vários dias de estudo. No sábado, a diretoria nacional do SAG-AFTRA se reuniu e aprovou por unanimidade o pacote de propostas do sindicato.
Há três anos, o sindicato obteve proteções em relação ao uso de inteligência artificial para alterar ou criar a performance de um ator. No entanto, o acordo não garantiu proteção contra “intérpretes sintéticos” que não se assemelham a ninguém em particular. O sindicato busca ampliar essas proteções.
Outras questões em pauta incluem direitos autorais de streaming, testes gravados pelos próprios atores e benefícios de saúde.
As novas negociações também buscam abordar a questão dos residuais em streaming, que deixou lacunas graves nos pagamentos de direitos sobre reprises.
“O ponto número 1 ainda são os residuals [direitos sobre reprises]”, diz Kate Bond, capitã da greve de 2023 e membro do conselho da SAG-AFTRA em Los Angeles. “Existe uma forma de fazer com que, quando um programa entra em uma plataforma de streaming, recebamos o equivalente ao residual de uma rede tradicional?”.
Além das questões tecnológicas e financeiras, o sindicato pretende discutir as longas pausas entre as temporadas de streaming, que muitas vezes impedem os atores de buscarem outros trabalhos devido a cláusulas de exclusividade.
O cineasta é familiar com o material do autor, já tendo comandado as adaptações ‘Jogo Perigoso‘, ‘Doutor Sono‘, ‘A Vida de Chuck‘ e a vindoura série ‘Carrie, a Estranha‘.
Na trama…
“Depois que uma tempestade causa danos em sua casa no Maine, David Drayton e seu jovem filho vão à cidade para conseguir alimentos e suprimentos. Logo depois, uma espessa neblina atinge a cidade, deixando várias pessoas presas na mercearia. Criaturas mortais aterrorizam a cidade, mas dentro do mercado um fanático exige que alguém se sacrifique.”
Em 2007, a obra foi adaptada para os cinemas por Frank Darabont. Uma década depois, uma série de televisão baseada na novela foi lançada, mas a produção falhou em se conectar com o grande público – sendo cancelada com apenas uma temporada.
A aguardada sequência ‘Pânico 7‘ recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos no Brasil.
Quando um filme é classificado para maiores de 18 anos no Brasil, não é permitida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados de um responsável.
A restrição para essa faixa etária é absoluta e as leis e políticas de cinemas seguem a legislação brasileira, que proíbe o acesso de menores a conteúdos inadequados para a sua idade
‘Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
“Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo”, revela Kate Hudsonem entrevista exclusiva ao CinePOP, ao lado de Hugh Jackman. A frase, dita em resposta direta a uma pergunta sobre música brasileira, por conta do seu irmão Boston Russell, acaba funcionando como um elo inesperado entre o público do país eSong Sung Blue: Um Sonho a Dois, lançado no Brasil em 29 de janeiro,— um filme atravessado por conexões improváveis e personagens comuns que encontram na música um idioma universal para sobreviver.
Além dos protagonistas da trama, o diretor Craig Brewer participou do bate-papo exclusivo e refletiu sobre o peso emocional da história, a cultura americana de celebração de heróis anônimos e a relação íntima entre música, dor e sobrevivência. Não por acaso, Song Sung Blue rendeu a Kate Hudson sua segunda nomeação ao Oscar, vinte e cinco anos depois de Penny Lane, em Quase Famosos, reunindo Hudson eHugh Jackman em registros bem distintos daqueles que os tornaram figuras centrais do cinema comercial.
Hugh Jackman e Kate Hudson em entrevista exclusiva com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ Youtube)
Eternamente associada às comédias românticas dos anos 2000, Kate Hudson revela aqui uma potência vocal e dramática raramente explorada. Hugh Jackman, por sua vez, mundialmente reconhecido pelo corpo indestrutível e pela fúria contida de Logan, surge propositalmente envelhecido, dessaturado de glamour. Ambos são moldados para parecer personagens que o tempo e a vida já desgastaram — uma escolha que desloca o foco do carisma das estrelas para a dignidade silenciosa de Mike e Claire.
A música como abrigo emocional
Letícia Alassë (CinePOP): É um enorme prazer falar com vocês. Vocês estão incríveis.
Letícia: Claro que não é surpresa, já que acompanho a carreira de vocês. Kate, lembro de você em Quase Famosos, Como Perder um Homem em 10 Dias… e Hugh, O Rei do Show é espetacular.
Minha pergunta é: vocês chegaram a conhecer Claire ou a interagir com os filhos dela para ajudar a construir seus personagens?
Kate Hudson: Tivemos muita sorte de conhecer Rachel, a filha. Ela foi central para o Craig desde o início. Para mim e para o Hugh, ela trouxe muita cor emocional sobre como era a relação com os pais e com o padrasto. Conhecer Claire também foi um presente — ter esse acesso mudou tudo para mim.
Hugh Jackman: Claire e Rachel estiveram muito presentes no set. Claire me trazia pequenos presentes todos os dias. No primeiro dia, ela me deu um cordão de Mike; e o último dia, ela me deu o colete original dele, aquele com lantejoulas da bandeira americana. Foi muito simbólico. Eles estavam realmente investidos na história.
Letícia: E, para nós que somos estrangeiros, Sweet Caroline, do Neil Diamond, é um hino para as pessoas dos Estados Unidos. Qual é a relação de vocês com essa música?
Kate Hudson: Acho que todo mundo já viveu pelo menos uma experiência com essa música. Seja em karaokês, casamentos, bar mitzvahs… é aquela canção que sempre termina com todo mundo cantando junto.
Hugh Jackman: No mundo inteiro, na verdade. Na Austrália é gigante. Em estádios, corridas… vi um vídeo outro dia com 120 mil pessoas cantando juntas, bebendo e celebrando juntos. Não cantam Sweet Caroline no Carnaval? Letícia: Não (risos), não no carnaval. Conhecemos a canção, mas não como nos Estados Unidos, em todos casamentos… Kate Hudson: Vamos fazer isso acontecer. Quando conhecemos o Neil Diamond, descobrimos que até a família dele mantém o ritual. Se alguém diz “so good”, todos respondem “so good, so good”. Eles mantêm isso vivo até em casa.
Letícia: A música no filme ajuda os personagens a atravessarem questões como alcoolismo e depressão. Vocês têm alguma canção que recorrem em momentos difíceis?
Kate Hudson:Fake Plastic Trees (Radiohead), River (Joni Mitchell) e Don’t Think Twice, It’s Alright. (Bob Dylan)
Hugh Jackman:Beautiful World, do Colin Hay, e Tenterfield Saddler, do Peter Allen.
Letícia: E música brasileira para festa, vocês conhecem?
Kate Hudson: Meu irmão estuda uma religião afro-brasileira há anos e fala português fluentemente. Ele vai ao Brasil duas vezes por ano, então escuto música brasileira o tempo todo, só não sei dizer os nomes.
Momento engraçado durante a entrevista entre Hugh Jackman e Kate Hudson (Foto: reprodução/ Youtube)
Letícia: Rapidinho, uma recomendação: Lineker é uma das maiores cantoras do Brasil hoje. Ela acabou de ganhar um Grammy Latino [entrevista realizada em novembro].
Minutos depois, a conversa muda de tom. Sai o corpo dos intérpretes, entra o olhar de quem rege. Craig Brewer surge como o maestro desse musical de superação, articulando uma trajetória autoral que sempre encontrou na música e nos personagens à margem seu eixo dramático.
O contadores de histórias extraordinárias
Dentro de uma filmografia muito específica do cinema americano recente, de Ritmo de Um Sonho (2005) a Meu Nome é Dolemite(2019) passando por Footloose – Ritmo Contagiante(2011), Brewer construiu uma carreira marcada por personagens à margem, movidos por música, desejo de reconhecimento e uma fé quase obstinada na própria voz.
Craig Brewer em entrevista com Letícia Alassë (Foto: reprodução/ YouTube)
Mais do que um diretor interessado em performances intensas, o cineasta se mostra um raro caçador de histórias capaz de identificar, em trajetórias aparentemente pequenas, um potencial cinematográfico genuíno. Em Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, essa sensibilidade reaparece e a escolha de Hugh Jackman e Kate Hudson são certeiras.
Letícia: Crescer em Memphis, cercado por figuras como Elvis Presley, B.B. King e Johnny Cash, influenciou sua sensibilidade para contar histórias como essa, sobre pessoas comuns que acabam ganhando o mundo?
Craig Brewer: Quando você vive e ama Memphis, Tennessee, precisa entender o que realmente tornou aquela música tão grande — e o que criou o rock’n’roll. Eram pessoas sem dinheiro, sem poder, tentando sobreviver. Esse ambiente gerou o blues, o country, e tudo isso colidiu em jovens que conviviam entre culturas diferentes, como Elvis, que cresceu próximo de músicos como B.B. King.
Estar nesse lugar é entender que a grande arte nasce da luta. Quando vi o documentário sobre Mike e Claire [homônimo de Greg Kohs], senti imediatamente que os conhecia. Sei qual é essa batalha porque tenho muitos amigos que amam música, mas estão longe de ser ricos ou famosos. Eles lutam para pagar o aluguel.
E, ali, estava esse casal tentando criar uma família, sendo apenas uma banda tributo, tentando entreter pessoas. Tragédia após tragédia, obstáculo após obstáculo, e mesmo assim eles continuavam. E continuavam também um pelo outro. Achei ali uma história de amor surpreendentemente refrescante, algo que eu não via no cinema há muito tempo.
Letícia: Muitos acontecimentos parecem inacreditáveis, mas são reais. Houve algo que você precisou romantizar ou reorganizar para funcionar melhor no cinema?
Craig Brewer: Conversei com a família desde o início sobre a necessidade de sermos criativos. Não acho que haja nada que seja exatamente falso, mas certamente peguei eventos de momentos diferentes e os reorganizei, intensificando emoções.
Um exemplo: a Rachel, filha deles, me contou que quando chegou ao hospital após o acidente da mãe, o pai confidenciou que estava tendo um ataque cardíaco. Pensei no peso absurdo disso para uma adolescente — a mãe gravemente ferida e, diante dela, o pai passando mal.
No filme, isso virou um momento em que personagens que nem sempre estavam em harmonia se unem em uma situação extrema, quando ela precisa salvá-lo com o desfibrilador. Tudo parte de algo real, sempre ancorado na verdade, mas com liberdade criativa na forma de contar.
Letícia: Gostaria de ter mais tempo para conversar, mas por enquanto só posso parabenizá-lo. E espero que, no futuro, você conte também uma história ligada à música brasileira.
Depois de 25 anos, Kate Hudson é indicada ao Oscar novamente.
Longe de se tornar um fenômeno de bilheteria, o filme parece ter encontrado seu público de maneira silenciosa, sustentado mais pelo boca a boca e pela curiosidade em torno de seus protagonistas do que por um impulso comercial consistente. Há algo coerente nessa trajetória discreta: a própria história que ele conta rejeita a lógica do sucesso estrondoso e se alinha a uma ideia mais íntima de reconhecimento, aquela que nasce da persistência e do afeto, não do espetáculo.
É esse contraste que torna simbólica a nomeação que colocouSong Sung Blue: Um Sonho a Dois noradar do Oscar 2026. Mesmo com chances reduzidas diante de atuações mais arrebatadoras da temporada — como a performance amplamente celebrada de Jessie Buckley em Hamnet —, o filme ocupa um lugar curioso na corrida: menos como favorito, mais como sinal de um trabalho contínuo de valorização artística, liderado por Kate Hudson e sustentado por uma campanha discreta, mas consistente. O longa deCraig Brewerparece, portanto, ecoar o destino de seus próprios personagens: talvez não alcance o palco principal, mas insiste em cantar até o último acorde.
Assista a entrevista completa com Hugh e Kate no Youtube:
A máxima “capitalismo selvagem” tem um fundo de verdade. Essa forma de economia, da qual participa a maior parte dos países do mundo, é um sistema que está sempre favorecendo a empresa, o rico, a classe abastada, e, frequentemente, buscando formas de explorar ainda mais a mão de obra. É assim que se gera lucro e riqueza em quantidades. Já vimos isso em inúmeros filmes e séries, mas não da forma tão visceralmente humana e global como a apresentada em ‘A Única Saída’, longa coreano em cartaz nos cinemas.
Man-su (Lee Byung-hun, o Frontman de ‘Round 6’) acaba de ser demitido. Depois de anos se dedicando com afinco à indústria de celulose, a sua empresa acaba de ser comprada por uma multinacional estadunidense, que realizou demissão em massa afinal, o consumo de papel caiu drasticamente com o aumento dos aparelhos eletrônicos. Desesperado, com uma hipoteca para pagar, dois filhos pequenos (sendo um, autista), dois cachorros e uma esposa que largara tudo no passado para cuidar dos filhos, Man-su não consegue encontrar solução para sua situação…até que tem uma grande ideia: em breve a empresa deverá contratar um gerente geral para ocupar o cargo, e, pelos seus cálculos, só há cinco candidatos possíveis para ocupar a posição. Assim, para resolver seu problema e garantir seu sustento, Man-su deverá eliminar cada um dos possíveis candidatos, literalmente.
Recheado de crítica social, que é o fio condutor de ‘A Única Saída’, o longa de Park Chan-wook faz uso do drama, do suspense, do fino humor inteligente e até mesmo do surrealismo (que beira a histeria) para construir situações de crescente tensão que fazem o espectador não só se solidarizar com esse protagonista, mas também a entender (e, de certa forma, justificar) as escolhas que ele faz para encontrar a tal única saída para a sua vida. Não é fácil ser desempregado, provedor da família e com idade avançada num mundo que não se importa com o humano, apenas com o lucro.
Daí a beleza do roteiro de Park Chan-wook, Donald E. Westlake e Lee Kyoung-mi, que não se furtam de usar até mesmo a violência para contar a saga desesperada de um pai procurando uma saída para um problema crônico que não deveria existir, não fosse os sistemas econômicos que descartam a mão de obra. Assim, mesmo se passando na Coreia, todas as inquietações, até mesmo as mais bobas, são totalmente pulsantes e enquadradas de maneira muito criativa por uma direção de fotografia inspirada.
O que pega um pouco no filme é sua duração – 2 horas e 20 minutos – que pesam no espectador principalmente pela cadência ritmada dos diálogos e pela sensação de repetição das tramas. Com toda sua experiência com ‘Oldboy’, o diretor Park Chan-wook poderia ter dado uma enxugada nas resoluções da saga do protagonista, que acabam tomando grande parte do desenvolvimento do filme.
Balanceando gêneros com uma linguagem totalmente universal, humana e contemporânea, ‘A Única Saída’ é um filmaço escondido no circuito, um retrato do CLT que é descartado pelo sistema ao sabor do capitalismo. Um retrato social do que os jovens adultos estão enfrentando hoje, e do futuro sombrio que pode se instalar se as relações trabalhistas não forem revistas. Filme para ver e ficar muito tempo refletindo depois.
Lançando luz sobre um clássico jogo de espionagem que se molda através de uma configuração familiar com seus segredos, chegou de mansinho à NetflixUnfamiliar, uma série alemã de seis episódios, com um recheio generoso de personagens ambíguos, traições, segredos, amantes e reviravoltas – daquele tipo que prende a atenção e dá vontade de maratonar.
No aniversário de 16 anos da filha, dois agentes da BND (Serviço Federal de Inteligência da Alemanha) dado como mortos – Meret (Susanne Wolff) e Simon (Felix Kramer) – são contatados por um homem misterioso. Esse primeiro movimento daria início ao caos na vida do casal. A ligação com uma missão realizada uma década e meia atrás na Bielorrússia – e todos os mistérios que a cercam – é o ponto de partida para chegarmos em revelações importantes, desencadeando uma cadeia de ações e consequências.
Criado por Paul Coates, a trama, que se desenrola toda em Berlim, é bem amarrada e atravessa aos poucos os segredos do passado, que se tornam peças importantes dos conflitos do presente. O uso do flashback – um elemento bem utilizado em ‘voltas ao passado’ – é moderado, preservando a fluidez da narrativa sem desacelerar o ritmo.
Separando muito bem – e encontrando atalhos para criar paralelos – entre o conflito familiar e o caos que se instaura no lado profissional dos personagens, esse projeto surpreende a cada novo episódio, um melhor que o outro. Tudo começa bem embaralhado, principalmente com o episódio piloto que apresenta as primeiras pistas sem muitas explicações. Mas, a partir do segundo capítulo, a narrativa ganha um equilíbrio, com fatos marcantes que nos prendem à história.
‘Desconfiança’ é uma palavra bastante lembrada quando percebemos sobre o que é essa trama. O discurso do roteiro se constrói em cima de um casal de espiões precisando superar conflitos como família provocados por ações de anos atrás – até mesmo para tentar salvar seu casamento. À medida que esse contexto se expande, a manipulação, a vigilância, as alianças na corda bamba e a velha conhecida ambiguidade moral começam a aparecer nos episódios.
Pra quem curte uma boa obra sobre espionagem, Unfamiliaré uma escolha certeira. Mesmo com seu final totalmente aberto – que remete à iminência de uma segunda temporada – vale a pena embarcar nessa história, que deixa um leve gostinho de quero mais.
Apesar da trilogia ter sido gravada simultaneamente, a atriz confirmou que a produção passou por refilmagens para melhorar a narrativa – em consequência direta ao feedback recebido do público.
“Nós filmamos o terceiro filme [antes do primeiro], mas, para ser honesta, deixamos cerca de 80% do filme original fora do corte final. Nós passamos por refilmagens para melhorar o terceiro filme; gravamos por 15 dias em 2025.”
Ela completa, “A cena do motel e da igreja foram acrescentadas após as refilmagens. A cena da igreja foi criada para intensificar essa química estranha entre a Maya e o Gregory, que nós percebemos que existia enquanto editávamos o segundo filme.”
Vale lembrar que o capítulo final arrecadou apenas US$ 3.4 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa a pior abertura da história da franquia, ficando abaixo do segundo capítulo da trilogia (US$5.8M).
Para termos de comparação, o longa original, de 2008, estreou com US$ 20.9 milhões no território norte-americano; a sequência, ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘, abriu com US$ 10.4 milhões; e o primeiro capítulo da nova trilogia estreou com US$ 11.8 milhões.
Com apenas 18% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota D do público no CinemaScore – o que representa a pior média de aprovação da história da saga.
No Brasil, o longa está programado para estrear no dia 9 de Abril.
No capítulo final, Maya enfrenta os assassinos mascarados pela última vez em um brutal acerto de contas, mas antes ela precisa se juntar a eles para conseguir escapar de uma vez por todas.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de maio.
Além de dirigir, Almodóvar também assina o roteiro do longa.
Elsa é uma diretora de publicidade cuja mãe morre durante um longo feriado de dezembro. Ela se joga no trabalho como forma de escape, sem perceber que está se privando do tempo para o luto. Seu ritmo implacável é interrompido quando um ataque de pânico a obriga a fazer uma pausa. Seu parceiro, Bonifácio, torna-se sua âncora neste momento de crise. Elsa decide viajar para a ilha de Lanzarote com sua amiga Patricia, que também busca fugir de Madri, enquanto Bonifácio fica na cidade.
A história desses três personagens, e de vários outros, corre paralela à do roteirista e diretor de cinema Raúl Durán, entrelaçando ficção e realidade. ‘Amarga Navidad’ explora como a vida e a ficção estão inseparavelmente ligadas, às vezes de forma dolorosa.