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Crítica | Triângulo da Tristeza – Ganhador da Palma de Ouro é uma sátira político-social engraçada e impactante

Ganhador da Palma de Ouro do Festival de Cannes, Triângulo da Tristeza (Triangle of Sadness) coloca em um plano jocoso a luta de classe e o embate sobre os prazeres e as agruras do capitalismo. 

Assim como em Parasita (2019), de Bong Joon-ho, Triângulo da Tristeza utiliza o timing cômico para apresentar uma envolvente e ácida crítica social. Com um currículo de seis filmes impressionantes, o sueco Ruben Östlund, responsável pela direção e roteiro, expõe desta vez uma nova classe de privilegiados, os “influencers”, por meio de diálogos mordazes e situações bem-humoradas. 

Cena debochada de um casting de modelos.

Em seu filme anterior, The Square – A Arte da Discórdia (2017), igualmente premiado com a Palma de Ouro em Cannes, Östlund já tinha apresentado o seu modo intenso de trabalhar uma crítica a partir de particularidades individuais à esfera coletiva. A comparação com a obra coreana Parasita, não é por acaso. São ambos filmes com proposições políticas e de comando à reflexão, ao mesmo tempo em que se propõem encantar e divertir o público. 

Desde a cena inicial, numa sala repleta de modelos masculinos para um teste de casting, Triângulo da Tristeza já ostenta o seu tom de ironia, o qual é exacerbado ao longo das 2h20 de filme. O extenso tempo não é motivo de preocupação, cada minuto é um deleite da criatividade do autor. 

Do exemplo mais corriqueiro de glamour e frivolidade, a gente acompanha o casal Yaya (Charlbi Dean) e Carl (Harris Dickinson). Eles são o centro da primeira parte narrativa, dividida em três. O bate-boca entre eles prepara suavemente o terreno para as intempéries seguintes. Vale lembrar que a carreira promissora da sul-africana Charlbi Dean foi precocemente interrompida após uma parada respiratória, em agosto deste ano. 

Após um jantar, eles abrem uma longa discussão – sempre jocosa – sobre o pagamento da conta do restaurante. A começar deste gesto trivial, o diretor/roteirista desenrola o debate sobre dinheiro, poder e manipulação. 

Depois de um tenso começo, o longa nos leva para um cruzeiro com o jovem casal de modelos e outros passageiros ainda mais exóticos. A mudança de ambiente abre o segundo capítulo da história. 

Quem são as pessoas que viajam em um transatlântico? Segundo os critérios burlescos do filme, os “endinheirados” e os “influencers”. Na era do Instagram todo passeio, monumento ou momento extraordinário, no sentido, fora da rotina, torna-se uma pose a ser compartilhada na rede. Nesta disputa, quem mais compartilhar momentos de prazer com um belo filtro, ganha… seguidores. 

Entre os passageiros, estão homens que não dispensam a oportunidade de gabar-se de suas posses e mulheres que amam ostentar um controle sobre os outros. Neste cenário, os tripulantes e funcionários do cruzeiro têm apenas uma missão: satisfazer os clientes. Comandados pela chefe de operações, Paula (Vicki Berlin), eles devem sempre concordar com a vontade dos hóspedes e obedecer os seus pedidos mais estapafúrdios. 

Darius (Arvin Kananian) e O Capitão (Woody Harrelson)

Dentro deste animado navio, o capitão é um bêbado, esnobe e avesso ao capitalismo do modo mais sonso possível. Inspirado pela tônica burlesca, Woody Harrelson – muito próximo dos seus personagens em Zumbilândia (2009) e Jogos Vorazes (2012) -, intensifica o tom nonsense da vergonhosa mistura de humilhação e esnobismo do enredo. 

Por conta da falta de comunicação entre a coordenadora de tripulação e o comandante embriagado, o jantar do capitão ocorreu em um dia de tormenta marítima. Dali, é provocado as cenas mais hilariantes do filme, um show de vômitos e diarreia. Algo que todos os seres humanos, sejam eles faxineiros ou proprietários de terras, estão sujeitos a passar.

Neste pé de igualdade, a noite de tempestade é permeada por discussões ébrias – e sempre chistosas – entre um russo capitalista e um estadunidense marxista, e termina numa explosão. O acontecimento é tão engraçado quanto todas as situações anteriores e nos leva à terceira parte do filme: o embate final. 

Numa ilha deserta, quem sobrevive é quem sabe caçar a comida e acender o fogo. Desse modo, a faxineira do navio Abigail (vivida pela filipina Dolly De Leon) toma partido dos seus conhecimentos sobre outros sobreviventes. Assim, toda a dinâmica de poder, sedução, autoridade discutidas desde da cena de casting e do jantar entre os namorados é entrelaçada. 

Como o Triângulo da Tristeza conquistou o júri de Cannes? Assim como em Força Maior (2014) e The Square (2017), Ruben Östlund cria uma sátira político-social naturalmente engraçada e impactante. Em outras palavras, o diretor coloca o dedo nas nossas feridas sociais, mas como uma farsa, assim o processo catártico não é dolorido.  

O Massacre da Serra Elétrica (1974)

(The Texas Chain Saw Massacre)

 

Elenco:

Marilyn Burns
Gunnar Hansen
Edwin Neal

 

Direção:  Tobe Hooper

Gênero: Terror

Duração: 98 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ 300 mil

Estreia: 16 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

No caminho para visitar o túmulo de seu avô, cinco adolescentes passam por um matadouro, pegam um sinistro caroneiro antes de terminarem na antiga casa da família… onde eles mergulham em um pesadelo sem fim quando conhecem uma família de canibais que mais do que compensam em ferramentas elétricas o que lhes falta em habilidades sociais…

Curiosidades: 

O Massacre da Serra Elétrica (1974) estreia nos cinemas | Conheça TODOS os filmes da franquia!

O Massacre da Serra Elétrica | Entenda a COMPLICADA Cronologia da Franquia de Terror – Incluindo o novo filme da Netflix

» O terror será relançado nos cinemas nacionais em comemoração ao aniversário de quase 50 anos da estreia original;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Massacre da Serra Elétrica (1974) estreia nos cinemas | Conheça TODOS os filmes da franquia!

Antes de Atividade Paranormal, Jogos Mortais e Premonição, antes mesmo de Jason, Freddy, Chucky ou até Michael Myers, existia Leatherface e sua família de canibais psicopatas. O Massacre da Serra Elétrica pode ser considerado uma das franquias de terror mais antigas da história do cinema, e uma que continua gerando frutos – para o bem ou para o mal.

O filme dirigido por Tobe Hooper (‘Poltergeist – O Fenômeno’) e lançado em 1974 estreia pela primeira vez nos cinemas nacionais hoje, dia 16 de fevereiro de 2023, com distribuição de Synapse Distribution.

Atualmente indisponível nas plataformas de streaming, o clássico do terror slasher poderá ser visto em cópias restauradas somente nos cinemas.

Pegando carona no lançamento, resolvemos fazer uma retrospectiva destrinchando (com o perdão do trocadilho) todos os filmes que levaram até o público o pavor da sonoridade da serra do maníaco “cara de couro”. Portanto, pegue sua motosserra, ou serra elétrica se preferir, e vamos lá.

O Massacre da Serra Elétrica | Entenda a COMPLICADA Cronologia da Franquia de Terror – Incluindo o filme da Netflix

O Massacre da Serra Elétrica (1974)

Foi em 1974 que tudo começou, sem a mínima aspiração de transformar esta obra crua, visceral e com ares de documentário em uma franquia. Dirigido pelo saudoso Tobe Hooper em início de carreira (este foi seu segundo longa), o filme é livremente baseado na vida do psicopata real Ed Gein, que também rendeu assunto para o clássico Psicose (1960), de Alfred Hitchcock.

Gein gostava de roubar túmulos e foi um dos assassinos em série mais notórios da história dos EUA. Em sua casa, a polícia encontrou diversas partes, órgãos e membros decepados de suas vítimas, que o sujeito insano usava como objetos de decoração no local. Este fato serviu como inspiração para o interior da casa da família deste filme, mostrado no desfecho. Além disso, Leatherface, como viria a ficar conhecido o personagem de Gunnar Hansen, o maníaco mudo, usava a pele de suas vítimas para confeccionar as máscaras que vestia ao longo do filme.

O Massacre da Serra Elétrica foi vendido na época como um filme real, muito antes de A Bruxa de Blair (1999), e serviu para assombrar uma geração inteira, sendo proibido em diversos países por anos. Devido a seu baixo orçamento, a obra ganhou contornos de amadorismo (principalmente nas atuações), o que somaram ao teor realista. Bastou um filme para Leatherface se tornar um ícone dos slasher e Marilyn Burns, a mocinha, ser catapultada ao status de musa rainha do grito no gênero.

O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986)

Sabe tudo que eu disse no item acima, sobre o realismo e tom quase documental? Pois bem, jogue tudo isso fora para a sequência. Mais de dez anos depois (doze para ser bem preciso), o mesmo Tobe Hooper decide revisitar o universo da família canibal do Texas. Nesta época, já tendo passado pela epopeia de Poltergeist –O Fenômeno (1982) – filme pelo qual é creditado, mas jura de pé junto ter sido dirigido por Steven Spielberg -, Hooper optou pelo caminho inverso, e com um orçamento bem mais folgado, entrega uma orgia do nonsense, numa viagem lisérgica.

Os personagens são os mesmos, mas em 1986, década bem propícia para a “farofada”, eliminam bastante do fator medo, recaindo voluntariamente no humor e na sexualidade. Logo na primeira cena de morte, quando uma dupla de “machões” decide despejar muita obscenidade numa ligação para a DJ de uma rádio, percebemos que Hooper estava muito mais em sintonia com a época do que de fato com sua obra original. É um caminho ousado, mas que demonstra originalidade ao não tentar se repetir.

O Massacre da Serra Elétrica 2, no entanto, não é um filme ruim qualquer – como viriam a se mostrar os outros episódios vindouros desta franquia – é uma obra de muito estilo, seja na estética ou narrativa, ambas muita apuradas. O que Hooper cria é uma grande brincadeira com o gênero e com sua própria mitologia. A confecção por trás de tudo, por exemplo, é muito viva, e a direção de arte se faz tão presente – em especial o cenário da rádio – que além de o sentirmos como um personagem, temos a dimensão exata de sua arquitetura. Aqui é também aonde Leatherface começa a surgir como anti-herói, representado como figura enfatuada pela mocinha; a grotesca e libertina cena da serra na virilha de shortinho da protagonista demonstra isso de maneira deturpada.

O filme cria ainda uma das heroínas de maior fetichismo na franquia, a locutora de rádio Vanita ‘Stretch’ Brock, papel da belíssima Caroline Williams, imortalizada igualmente pelo papel. A falta de desfecho, a cena da competição do chilli, e alguns momentos com o grande Dennis Hopper (como quando ele adquire sua motosserra para combater os vilões) fazem da Parte 2 o exemplar mais Twin Peaks de toda a franquia.

O Massacre da Serra Elétrica 3 (1990)

Sabemos que o dinheiro sempre falou mais alto em Hollywood, mas também a vontade dos fãs, afinal sem eles não existiria filme. Assim, a terceira parte de O Massacre da Serra Elétrica já exibia seu trailer antes mesmo de um roteiro, e um diretor ser contratado. Com um lançamento programado para 1989, o filme chegava aos cinemas em 1990 sem qualquer dos envolvidos nas produções anteriores.

Sem o impacto do original e sem o estilo estético do segundo, O Massacre da Serra Elétrica 3 adentrava os anos 1990 se tornando apenas um slasher qualquer, numa década em que tais filmes já pereciam. Assim, a história aqui era o que menos importava, já que era confeccionada como uma produção rotineira do subgênero. Originalmente planejado para a volta de Tobe Hooper na direção, o cineasta de fato chegou a enviar o tratamento de sua ideia para a New Line, mas optou por desistir, em nome de Combustão Instantânea, o filme que lançava no mesmo ano. Assim, Jeff Burn assumia em seu lugar.

O anúncio do trailer já credita o longa a seus nomes mais famosos, os produtores de A Hora do Pesadelo, agora que Leatherface recaía nas mãos da New Line, mesmo estúdio de Freddy Kruger, saindo da falida Cannon. Peter Jackson e o maquiador Tom Savini foram oferecidos o filme. Jackson começou a carreira em produções de horror, como Trash – Náusea Total (1987) e Fome Animal (1992); e Savini estrearia na direção de um longa no mesmo ano, com o remake de A Noite dos Mortos Vivos (1990).

A cada novo exemplar, a família se reestruturava e mudava seus membros. O único elemento imutável é Leatherface. Bem, ao menos no roteiro, já que o intérprete, depois de Gunnar Hansen no primeiro e Bill Johnson no segundo, assume os contornos de R.A. Mihailoff. O desejo por impulsionar o psicopata na cultura pop, ao ponto de querer torna-lo o novo Jason ou Freddy (tardiamente), era tanto que a New Line não hesitou em intitular o longa como Leatherface: Texas Chainsaw Massacre III no original. Curiosamente, o mais recente exemplar da franquia traz de novo Leatherface como título original de Massacre no Texas (2017).

Fora isso, o terceiro filme traz ainda um então desconhecido Viggo Mortensen, como o rosto mais famoso do elenco (pelo menos agora), na pele de um dos membros desta peculiar família, e o retorno de Caroline Williams reprisando o papel de Stretch numa ponta. O desejo do diretor era mostrar que a personagem havia subido na vida, de DJ ela agora é uma repórter dando as notícias das mortes – o diretor pensou que Stretch estaria investigando por conta própria os assassinatos, mas o longa não foca nisso.

O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1994)

É claro que a New Line não iria deixar sua recém-adquirida franquia apenas sentar na prateleira sem uso. Assim, quatro anos depois do malfadado Leatherface, o quarto exemplar da franquia chegava aos cinemas. Mas a coisa mais assustadora aqui é a atuação caricata e exagerada de um então iniciante Matthew McConaughey como o alucinado psicopata Vilmer. Dizem as más línguas que os produtores sabiam que a carreira do ator estava para decolar (em 1996 ele lançaria o divisor de águas Tempo de Matar) e esperaram sua explosão para soltar um relançamento do filme. Além disso, a mocinha é interpretada por ninguém menos do que Renée Zellwegger em início de carreira, igualmente vindo a explodir em Jerry Maguire – A Grande Virada em 1996.

Mais uma vez, Leatherface passou a máscara e a serra adiante, e quem assume aqui é Robert Jacks – estranhamente creditado como “Leatherface Slaughter”. A direção ficou a cargo de Kim Henkel, parceiro (sim, não deixe o nome te enganar, se trata de um homem) de Tobe Hooper no roteiro do filme original. Ele assume o texto e o comando do quarto exemplar. A trama, a mais idiota até então – e estamos levando em conta a “viagem de ácido em forma de filme” que foi o segundo – apresenta um grupo de adolescentes a caminho do baile de formatura, cujo infortúnio os joga diretamente na fazenda da famosa família canibal.

Como forma de homenagear o original, no qual esteve envolvido como roteirista, o diretor entregou a reunião de alguns atores do clássico em pontas neste quarto episódio. Na cena do hospital, John Dugan, o vovó do filme de 1974, interpreta um policial; Paul A. Partain (o deficiente Franklin) vive um funcionário, e a lendária Marilyn Burns é uma paciente na maca. Outro detalhe é que nesta continuação, Leatherface incorpora sua veia drag de forma mais intensa, com diversas cenas do maníaco se maquiando em frente ao espelho, usando perucas e roupas femininas, e até mesmo no pôster do filme sua aparência lembra bastante as formas físicas de uma mulher, com meia arrastão e salta alto. O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno colocaria um grande hiato na franquia, por nove anos.

O Massacre da Serra Elétrica (2003)

A refilmagem O Massacre da Serra Elétrica (2003) foi a produção responsável por abrir as portas de vez para a febre de remakes de filmes de terror que assola Hollywood nos últimos anos. É claro que refilmagens já existiam, mas aqui elas se apossaram de alguns dos maiores ícones do gênero no cinema. Foi depois desta obra que vieram A Profecia (2006), Sexta-Feira 13 (2009), Halloween (2007), A Hora do Pesadelo (2010), Carrie – A Estranha (2013), A Hora do Espanto (2011), entre outros.

Tudo, é claro, culpa de Michael Bay e sua Platinum Dunes, a produtora responsável, sob a tutela da New Line. O curioso é perceber que o filme não é ruim, muito pelo contrário, consegue sobressair à maioria de reimaginações que seguiram. Este foi também o primeiro filme com o selo da franquia que este amigo que vos fala assistiu na telona. O Massacre da Serra Elétrica é uma modernização do clássico de 1974 que, ao mesmo tempo em que respeita os conceitos, estrutura, cenas e a época retratada (todo o clima dos anos 1970 está lá, embora não seja obrigatoriamente passado em tal década), o longa inova com sua edição e visual chamativo – longe do clima “cru” do original.

A história é a mesma, e mostra cinco amigos aterrorizados em uma viagem ao Texas por uma bizarra família de canibais. No elenco, destaca-se a estonteante Jessica Biel, em seu primeiro papel de protagonismo no cinema, fazendo as vezes da Marilyn Burns moderna. O gigante Andrew Bryniarski vive Leatherface, e a direção ficou com Marcus Nispel, exalando todo seu estilo saído de videoclipes. Nispel viria a comandar produções maiores como o citado remake Sexta-Feira 13 (2009) e Conan – O Bárbaro (2011). A história termina de tal forma, com a protagonista arrancando o braço do psicopata a machadadas, que esta linha narrativa jamais foi seguida.

O Massacre da Serra Elétrica – O Início (2006)


Para onde correr após o desfecho da refilmagem? Porque deixar o filme sem continuação, jamais, não é mesmo? A opção então se mostrou por uma prequel (uma pré-sequência), apostando em eventos passados antes da refilmagem, e assim antes do primeiro filme (1974) também. Nesta reintrodução à franquia, lançada em 2006, uma trama envolvendo a Guerra do Vietnã é adicionada, narrando a história de dois irmãos que, antes de partirem para seu serviço militar, resolvem viajar ao lado das namoradas. No lugar da mocinha Jessica Biel, entra a filha de brasileira Jordana Brewster (antes de seu retorno para Velozes e Furiosos).

Essa é a primeira vez também que a franquia repete o intérprete do maníaco Leatherface, com o gigante Andrew Bryniarski reprisando o papel do filme anterior. Quem também volta é o saudoso R. Lee Ermey (falecido recentemente), no papel do sádico patriarca da família Hewitt. O elenco conta ainda com Matt Bomer como um dos irmãos protagonistas. A direção é de Jonathan Liebesman, que havia dirigido o terror No Cair da Noite (2003) e seguiu para blockbusters como Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (2011), Fúria de Titãs 2 (2012) e As Tartarugas Ninja (2014).

O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua (2013)

Este filme com título imenso em nosso país, foi a tradução que demos para Texas Chainsaw 3D – título original que dispensa o “Massacre” do nome, acrescenta o caça-níquel do 3D, sendo o primeiro filme da franquia dentro a utilizar tal tecnologia. Aqui ocorre mais uma troca de batata quente entre estúdios: depois da Cannon, da New Line e da Platinum Dunes, a Serra Elétrica cai nas mãos da Lionsgate e da Millenium Films – o que causa o encontro curioso (mas não oficial) entre Leatherface e Jigsaw, assassino da maior franquia da casa, Jogos Mortais. Encontro este no qual numa cena Leatherface dá um chega pra lá em um Jigsaw wannabe – mostrando o respeito dos produtores pelo clássico.

Depois de beldades como Marilyn Burns, Caroline Williams, Renée Zellwegger, Jessica Biel e Jordana Brewster no comando dos “pulmões” protagonizando, é a vez de Alexandra Daddario deixar seu legado nesta longa história de terror. A trama, joga fora todas as continuações e segue direto após os eventos do longa original, artifício utilizado também pelo mais recente Halloween (2018).

Só existe um pequeno grande problema com este roteiro, detalhe que foi apontado na maioria das críticas da obra. Enquanto Halloween irá acertar utilizando a mesma Jamie Lee Curtis, uma adolescente de 18 anos no original e agora uma senhora de 60 anos, a premissa deste filme quer que acreditemos que em 1974 Daddario ainda era um bebê e hoje, uma jovem em seus 27 anos. O problema? Neste tempo se passaram 39 anos! E esta deveria ser a idade dela. Bem, isso se resolveria se a trama estivesse ocorrendo até o início da década passada, mas os carros, celulares com câmeras e outros aparatos centram o filme em seu ano de lançamento de 2013.

Na história, a personagem de Daddario é cria da bizarra família, adotada por um casal do interior, já que após os eventos ocorridos no filme de 1974, os canibais são inteiramente dizimados pelos habitantes locais. Ou quase todos, já que Leatherface, o único sobrevivente (interpretado aqui por Dan Yeager), vive inerte durante esses anos todos no porão de uma idosa, sua parente. Quando a mulher morre, Daddario herda a casa e viaja para a propriedade com um grupo de amigos. O elenco traz Scott Eastwood na pele de um policial e direção de John Luessenhop (Ladrões).

Mais uma vez transformado em anti-herói, Leatherface não deu mais as caras em sua versão famosa e a série ficaria mais alguns anos na geladeira.

Massacre no Texas (2017)

Falei recentemente sobre esta produção, lançada direto em vídeo no Brasil (ao contrário da anterior e da refilmagem de 2003), que marca o oitavo longa com a marca “O Massacre da Serra Elétrica”. Bem, ou quase, como podemos notar no título – este é o primeiro filme da franquia a não exibir o nome original aqui no Brasil. No original, ficou apenas Leatherface.

Os rostos mais famosos aqui são os de Stephen Dorff e Lili Taylor, vivendo personagens coadjuvantes. O roteiro criativo tenta (sem sucesso) soprar novo ar para dentro da franquia, ao contar os verdadeiros primórdios do assassino “cara de couro” e sua ligação com a família. Taylor vive a matriarca, e logo no início Leatherface ainda criança é tirado dos cuidados dela e levado pelas autoridades até uma instituição psiquiátrica, aonde fica até se tornar um jovem rapaz.

A grande jogada do filme é nos fazer adivinhar qual dentre alguns possíveis candidatos irá se tornar Leatherface. Durante uma rebelião no manicômio, alguns pacientes fogem e saem numa jornada criminosa, levando consigo uma enfermeira sequestrada. Acompanhamos seus atos, o que transforma este exemplar mais em um drama criminal do que num filme de terror em si. Isto é, até seu desfecho apoteótico.

O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface (2022)

E finalmente, após oito filmes, chegamos ao último filme da franquia lançado pela Netflix. Esse é o segundo filme da série que não recebeu um lançamento nos cinemas brasileiros, depois de Massacre no Texas (2017), e o primeiro que estreia diretamente numa plataforma de streaming. O vilão Leatherface se junta ao boneco Chucky (em sua série) como os dois primeiros ícones do terror a receberem estreias em plataformas de streamings, abrindo os horizontes para os novos tempos. A ideia por trás de O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface era reiniciar a franquia mais uma vez. Assim como o filme em 3D de 2013 havia feito, a proposta é esquecer todas as continuações, e emendar diretamente após o original de 1974.

Com produção e roteiro dos mesmos realizadores de A Morte do Demônio (2013) e O Homem nas Trevas (2016), a trama mostra um grupo de jovens tentando reerguer e modernizar uma cidade abandonada no Texas. No local, eles terminam entrando no território do maníaco Leatherface, cinquenta anos após os eventos do original – toma essa Michael Myers! E assim como Halloween, que trouxe a heroína original Laurie Strode de volta, em O Massacre da Serra Elétrica também temos a mocinha Sally Hardesty retornando de 1974 para se vingar do psicopata de seus pesadelos. Aqui, porém, não temos a mesma atriz interpretando, já que Marilyn Burns (que atuou no reboot de 2013) faleceu em 2014. Burns foi substituída por Olwen Fouéré no filme deste ano.

No Rotten Tomatoes, a produção amargou míseros 38% de aprovação, com nota 4.80/10 baseada em 16 reviews até o momento. Os especialistas comentaram sobre as inúmeras falhas em relação ao projeto e, principalmente, ao fato de ninguém compreender o motivo de fazerem uma sequência.

Morte a Pinochet

(Kill Pinochet)

 

Elenco:

Rodrigo Aceituno
Héctor Aguilar
Vicente Almuna

 

Direção:  Juan Ignacio Sabatini

Gênero: Drama

Duração: 81 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Chile. Em setembro de 1986, um grupo de jovens tinha nas mãos a oportunidade de mudar o destino de um país: acabar com a ditadura de Pinochet matando-o. Enquanto o Chile vivia uma das ditaduras mais cruéis de Augusto Pinochet, poucos ousados consideravam o impossível: matar o tirano. O professor de educação física Ramiro, a psicóloga Tamara, e Sasha, nascida na favela, marcam o ataque armado para uma tarde de domingo em 1986. Baseado na história real de um ataque fracassado lançado por um braço armado do Partido Comunista Chileno.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Juan Ignacio Sabatini também assina o roteiro ao lado de Pablo Paredes e Enrique Videla;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica com SPOILERS | ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ traz aventura genérica salva pelo vilão

Caso você tenha ignorado o título, vamos ressaltar aqui novamente que essa crítica contém revelações importantes sobre a trama de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, os famosos SPOILERS. Então, se você ainda não tiver assistido e não quiser saber das principais revelações da trama, não leia este texto. Caso queira ler a crítica sem spoilers, basta clicar aqui.

Desde que foi anunciado que Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), principal vilão desta nova Fase da Marvel, seria introduzida para o público em geral no terceiro filme do Homem-Formiga, houve uma dúvida generalizada por parte dos fãs acerca dessa decisão. Recentemente, o CEO da Marvel Studios, Kevin Feige, disse que escolheu abrir a Fase Cinco com Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania para começar o novo projeto com rostos mais conhecidos do público. Apesar de mercadologicamente ser uma decisão que faz bastante sentido, narrativamente é uma escolha complicada, porque o Homem-Formiga teve sua construída na leveza e no bom humor, flertando muito pouco com a seriedade. Então, ao colocar a ameaça principal para ser Kang, o Conquistador, uma das versões mais perigosas do vilão, deveria acontecer uma mudança brusca no tom do filme. No entanto, o roteiro e a direção não souberam dosar bem essa alteração, fazendo com que o longa tenha momentos muito similares aos dois capítulos anteriores da franquia e outras partes mais sérias que não foram tratadas com o devido peso. Ou seja, é um filme sem coesão.

Outro problema grave desse filme é a escolha de vilão secundário. Não me entenda mal, a adaptação do M.O.D.O.K. ficou muito boa, mesmo com a alteração na origem do personagem. Nos quadrinhos, ele foi feito para ser um vilão bobo de aparência tosca mesmo, e nisso o filme acerta. A direção deve ter achado uma boa ideia concluir o arco de Darren Cross (Corey Stoll) – que para muitos já estava concluído há sete anos – o transformando em um vilão clássico dos quadrinhos que provavelmente não teria espaço em nenhum outro filme do MCU.

E de fato seria uma ótima ideia, mas não como coadjuvante do Kang. Isso porque a presença de M.O.D.O.K. em cena tira o peso das crueldade do vilão principal, que é o Kang. É como se a Marvel tivesse medo de deixar as maldades do seu grande malfeitor terem impacto, então colocam essa cabeça flutuante de CGI logo em seguida para tentar arrancar um riso do público. E realmente é impossível não gargalhar toda vez que essa tosqueira em forma de vilão brota na tela. Seu visual esquisitão destoa do resto. Seria uma excelente escolha para ser o vilão principal de um filme do Homem-Formiga que mantivesse a essência dos dois primeiros da saga, mas para ser o coadjuvante de um longa que busca a seriedade… Não deu certo.

Ainda no tema de vilões secundários, a participação de Bill Murray que prometia ser bem interessante se mostrou apenas uma forma de dizer que mais um ator de peso estava em uma produção do MCU, porque a verdade é que se a sequência do Lorde Krylar não estivesse no filme, não faria a menor diferença. E cá entre nós, o Bill não fez o mínimo de esforço no papel. Provavelmente o Peyton Reed devia ser muito fã dele e implorou pra Marvel deixar trabalhar com ele uma vez na vida, porque só assim para explicar essa quase participação especial do ator no filme.

É interessante ver como a Marvel popularizou essa ideia dos três vilões num filme, algo que era extremamente problemático há 20 anos, reduzindo a participação de um ou dois deles, colocando eles nos filmes apenas para ocupar uns 12 minutos de filme com uma sequência de ação genérica ou uma piadoca antes deles serem descartados.

Outro problema desse filme é algo já recorrente na franquia do herói: eles simplesmente não sabem o que fazer com a Vespa. Mesmo que a Evangeline Lilly não seja exatamente um poço de carisma, a escalação da atriz passou pela aprovação do diretor, Peyton Reed, que comanda a saga desde 2015. Parece que todo filme em que ela aparece, fica a promessa de que ela terá mais desenvolvimento na próxima aventura. Aí, quando chega, a direção segue deixando a Vespa de lado, e a personagem fica nesse marasmo de ser a personagem favorita de ninguém. E quem conhece a Vespa dos quadrinhos sabe como é triste desperdiçar uma personagem assim.

E a situação fica ainda mais incômoda quando até mesmo os pais da Hope, Hank Pym (Michael Douglas) e Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que são heróis na aposentadoria, cansados da vida de heróis, são mais interessantes e têm mais tempo de tela que uma super-heroína no auge e com suas tecnologias em dia. Só deixa mais nítido que a direção não tem a menor ideia de como usá-la.

Falando em Hank Pym, ele ganha bastante destaque neste capítulo, o que é ótimo, já que ele é um excelente personagem. E seu trabalho com as formigas permite que os insetos ganhem muito mais relevância do que no filme anterior. Ao mesmo tempo, as formigas socialistas acabam virando um artifício de escrito que só ressalta a fragilidade de roteiro. Na sede de fazer um Ultimato em miniatura, eles transformaram as formigas em soluções rápidas para conflitos.

O problema disso é que tira o peso das situações. Afinal, se der problema, é só esperar que as formigas resolvem. Na verdade, esse filme no geral convive com uma grande problemática de falta de consequência por conta dos próprios poderes do protagonista. No primeiro filme, é dito que o herói se encolhe, mas mantém a mesma resistência e densidade de seu tamanho normal. Então, ao encolher a nível subatômico, ele praticamente fica invencível às ameaças diminutas. Tanto que ele só se fere de verdade com o Kang, que não é dali. Tudo bem, isso até passa, o incômodo mesmo é ter as formigas como solução para todos os problemas. É como se o Gandalf chamasse as águias para resolver a trama de O Senhor dos Anéis em 15 minutos. Seria possível e mais fácil? Sim, mas então pra quê fazer um filme disso?

Outro problema narrativo é a divisão dos personagens em núcleos familiares. Isso geralmente funciona em filmes com grandes equipes, mas até nisso aqui o longa dá uma bola fora. A interação entre Scott, Hope e Cassie foi bem interessante na cena do carro. Enquanto isso, não pudemos ver Hank e Jan agindo como um casal. Ao dividir os núcleos entre a família Lang e a família ‘Pym Van Dyne’, o filme relegou um espaço de desenvolvimento para Hope em sua ‘nova’ família e a deixou como um estorvo para sua antiga família, já que ela mal interage de forma interessante com os próprios pais.

Mas nem só de erros vive esse filme. Como disse na crítica sem spoilers, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania não é um filme ruim, só é genérico ao extremo e desperdiça um potencial gigantesco de ser excelente. Os maiores destaques dessa aventura são o próprio Scott Lang, que vive afogado no carisma super-humano de Paul Rudd. Sério, é assustador como esse cara é talentoso e sabe usar isso a seu favor. Basta ele aparecer em tela para você comprar a ideia dele para o Scott e provavelmente dar uma risada sincera.

Em contraponto a ele, Jonathan Majors dá show como essa variante de Kang, o Conquistador. E pelas cenas pós-créditos, já foi confirmado que ele interpretará a maioria das outras versões do vilão. Também é impressionante como em aparições de segundos no Conselho dos Kangs já podemos ver trabalhos diferentes do ator para “o mesmo” personagem. Ele sabe ser inocente, sabe se impor em cena e sabe como passar a sensação de ameaça de um homem disposto a qualquer coisa por seus objetivos. É um vilão muitíssimo promissor, mesmo que tenha sido momentaneamente descartado.

Por fim, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania peca por querer ser mais do que ele é. Numa analogia completamente aleatória, esse filme é como um hambúrguer artesanal cheio de adicionais exóticos colocados por um cozinheiro inexperiente só para aumentar o preço e chamar atenção. Por mais que ele soque o máximo de ingredientes disponíveis, ainda é um hambúrguer. E, às vezes, um chef mais experiente conseguiria executar um hambúrguer muito mais gostoso e eficiente se fizesse uma receita básica de pão, carne bem temperadinha, queijo e molho. É um longa que peca pelo excesso, mas que não chega a ser uma catástrofe. Só decepciona porque tinha potencial para ser melhor.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania está em cartaz nos cinemas do Brasil.

Kerry Washington é destaque nas imagens de bastidores de ‘Six Triple Eight’, novo drama de guerra da Netflix

Netflix divulgou duas novas imagens de bastidores de ‘Six Triple Eight’, novo drama da II Guerra Mundial dirigido por Tyler Perry.

As fotos dão destaque à personagem de Kerry Washington e ao grandioso elenco do projeto.

Confira:

A produção conta a história do 6888º Batalhão, um grupo formado apenas por mulheres negras que contribuiu para o esforço de guerra de uma maneira única: classificando uma carteira de correspondência não entregue de três anos e entregando a correspondência a soldados americanos longe de casa.

Diante da discriminação e de um país vasto e desconhecido dividido por um conflito global, as 855 mulheres que compuseram o grupo trouxeram esperança para a linha de frente. “Sem correspondência, moral baixa” foi o lema que deram a si mesmos, cumprindo a promessa de entregar nada menos que 17 milhões de artigos e a elevar os ânimos quando os Estados Unidos mais precisavam.

Além de Washington, o elenco é formado por Oprah Winfrey, Ebony ObsidianMilauna JacksonPepi SonugaSarah JefferyShanice ShantayJay ReevesDean NorrisSam WaterstonKylie JeffersonJeanté GodlockMoriah BrownSusan Sarandon.

Perry entra também como roteirista, marcando sua quarta colaboração com a gigante do streaming.

Nos anos mais recentes, a história do 6888º Batalhão foi levada a público através de um artigo da revista WWII History, assinado por Kevin M. Hymel.

Saiba quais os Atores com MAIS INDICAÇÕES ao Oscar na Última Década

Com a edição 2023 do Oscar bem ao lado – a cerimônia será exibida no dia 12 de março – os cinéfilos do mundo todo correm para conferir todos os filmes indicados em todas as categorias.

E você, já conseguiu ver tudo?

Considerada a maior premiação do cinema mundial, a esta altura nem precisa ser mais dito que essa é a maior honraria que qualquer artista ao redor do mundo poderia conquistar no terreno do cinema e entretenimento. É verdade que muitas vezes podemos não concordar com as indicações e até mesmo com as vitórias. Assim como todo ano sempre temos os famosos esnobados – que terminam fora da festa a ver navios. Mas a verdade é que são quase 10 mil membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e os nomeados são escolhidos através do grande consenso entre a maioria.

Neste último texto sobre o maior prêmio do cinema, resolvi traçar um panorama nos dez últimos anos da cerimônia, e lembrar com você leitor os atores e atrizes que mais indicações receberam na última década. Entre obviedades e surpresas, confira abaixo a lista completa com estes 17 artistas exemplares.

Meryl Streep

Não é difícil de imaginar que a atriz com o recorde de indicações ao Oscar de todos os tempos (21 ao total) seja também a primeira  da lista com o maior número de nomeações da última década. O monstro sagrado imparável Meryl Streep é quem abre a matéria com nada menos que cinco indicações nos últimos dez anos – ou seja, Streep esteve presente ano sim, ano não, praticamente. Das cinco, apenas uma a rendeu a estatueta para a atriz – que também pode ser considerada uma das maiores perdedoras da história, já que das 21 indicações, possui apenas 3 vitórias. A primeira da década foi exatamente há dez anos, com a vitória por A Dama de Ferro – no qual interpretou a Primeira Ministra Britânica Margaret Thatcher. Depois, em 2014, pelo drama Álbum de Família, onde viveu a mãe amargurada de Julia Roberts. No ano seguinte, em sua única indicação coadjuvante da década pelo musical Caminhos da Floresta, no qual viveu uma bruxa. Em 2017 foi lembrada novamente por outra biografia, Florence – Quem é Essa Mulher?, onde interpretou a socialite que sonhava em ser cantora, apesar da falta de talento. Por fim, em sua última indicação até o momento, viveu outra personalidade da vida real, Kay Graham – a editora do jornal Washington Post, em The Post – A Guerra Secreta.

Denzel Washington

Um dos grandes intérpretes da atualidade, também conhecido como o “Meryl Streep de calças”, o astro Denzel Washington coleciona nada menos do que 10 indicações ao Oscar, sendo uma delas como produtor de Um Limite Entre Nós – filme que igualmente estrela e dirige. Washington já tem suas duas estatuetas do Oscar decorando a lareira em casa, uma como ator protagonista e outra como coadjuvante. Mas sua última vitória ocorreu em 2002. Na última década, o astro coleciona 4 indicações como ator, todas como protagonista. Em 2013, viveu um piloto aéreo alcoólatra em O Voo; no citado Um Limite Entre Nós (2017) foi um pai da classe trabalhadora na década de 1950; em 2018 foi um advogado idealista em Roman J. Israel; e este ano está novamente nomeado pelo papel clássico em A Tragédia de Macbeth.

Bradley Cooper

O jovem Bradley Cooper não é um nome que a maioria esperava encontrar aqui entre os mais indicados da última década, apesar do ator ter prestígio e talento de sobra. Aparecendo para o mundo do cinema quase há exatos dez anos, podemos dizer que o grande divisor de águas na carreira de Cooper ocorreu com sua primeira indicação ao Oscar, em 2013, por O Lado Bom da Vida. Ao total são nada menos que 9 indicações para o ator, sendo que apenas 4 por atuação. As outras foram como produtor por Sniper Americano (2015), como roteirista e produtor de Nasce uma Estrela (2019), como produtor de Coringa (2020) e este ano como produtor de O Beco do Pesadelo. Como ator, depois de O Lado Bom da Vida, foi indicado como coadjuvante por Trapaça (2014) e como ator principal por Sniper Americano (2015) e Nasce uma Estrela (2019). Cooper ainda não levou seu tão esperado Oscar para casa.

Leonardo DiCaprio

O ator imortalizado por Titanic era conhecido como um dos maiores injustiçados pelo Oscar. Após ser esnobado pela Academia no filme citado do navio, DiCaprio entregou uma atuação poderosa atrás da outra. Ele até era indicado, mas nada de vencer. Isso mudou em 2016 quando sua vitória finalmente saiu por O Regresso. Muitos podem não saber, mas a primeira nomeação do ator foi com ele ainda bem novinho, no drama Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador, em 1994. DiCaprio coleciona 7 indicações ao Oscar, sendo uma delas como produtor de O Lobo de Wall Street (2014). Na última década, como ator ele possui 3 indicações: O Lobo de Wall Street, O Regresso e Era uma Vez em Hollywood. Todas como ator principal.

Viola Davis

Grande nome representativo na indústria, a talentosa Viola Davis já está há muitos anos na estrada, sempre em papeis coadjuvantes. O ponto de virada na carreira da atriz veio após sua segunda indicação ao Oscar, quando se tornou conhecida graças ao seriado muito popular How to Get Away With Murder. A atriz tem ao todo 4 indicações ao Oscar, sendo 3 somente na última década. Fora isso, já conquistou sua estatueta, como coadjuvante por Um Limite Entre Nós (2017). As outras duas indicações de Viola Davis nos últimos 10 anos foram como protagonista em Histórias Cruzadas (2012) e também como protagonista pelo recente A Voz Suprema do Blues (2021) – onde interpretou a icônica cantora Ma Rainey.

Christian Bale

Conhecido por papeis intensos de figuras, digamos, desequilibradas, como o Batman e o Psicopata Americano, o britânico Christian Bale é um ator que está na ativa desde a infância – sendo O Império do Sol (1987), de Steven Spielberg, um de seus primeiros trabalhos marcantes ainda garoto. De lá para cá, Bale se tornou um dos intérpretes mais competentes e desafiadores de Hollywood, sempre se entregando e se transformando por completo para o papel – assim como lendas como Robert De Niro e Tom Hanks fizeram antes dele. Assim, magro para viver um viciado em drogas, saiu a primeira indicação, seguida de vitória, da carreira do ator por O Vencedor (2011), como coadjuvante. Bale coleciona 4 indicações ao total, sendo 3 delas somente na última década. As seguintes foram como protagonista por Trapaça (2014), como coadjuvante por A Grande Aposta (2016) e como protagonista de novo por Vice (2019) – sua última nomeação até o momento.

Jennifer Lawrence

Outra que começou bem jovenzinha e logo escalou até se tornar a maior estrela de Hollywood, Jennifer Lawrence foi um verdadeiro furacão que tomou o cinema de assalto. Nos últimos anos ela andou meio sumida, devido a alguns fracassos em sua carreira, mas retornou ano passado com o polêmico Não Olhe para Cima – um grande sucesso de público. J-Law é outra da lista que possui 4 indicações ao Oscar, assim como seu colega acima, e uma estatueta para chamar de sua em casa. Ao contrário de Christian Bale, no entanto, não foi sua primeira indicação que a rendeu a vitória, e seu prêmio foi como atriz principal e não coadjuvante. Das 4 indicações, 3 ocorreram na última década – a começar com sua vitória por O Lado Bom da Vida (2013). Depois seguiram indicações como coadjuvante por Trapaça (2014) e como protagonista por Joy – O Nome do Sucesso (2016) – sua última indicação até o momento.

Olivia Colman

A britânica Olivia Colman, assim como Viola Davis, está na estrada há muitas décadas e é muito possível que você já tenha visto inúmeros filmes dela (ou melhor, com ela) no passado sem tê-la reconhecido. O que levou à consagração a atriz foi sua primeira indicação ao Oscar – seguida de vitória – por A Favorita (2019), onde interpretou a insana Rainha Anne da Inglaterra. De lá para cá a Academia parece ter descoberto Colman, e nos últimos 4 anos a indicou 3 vezes ao Oscar. A primeira foi a citada como atriz principal. Depois vieram como coadjuvante por Meu Pai (2021) e este ano ela está lá de novo como protagonista por A Filha Perdida. E segundo afirmam muitos, pode sair vitoriosa neste domingo. O que você acha?

Gary Oldman

Um dos maiores veteranos em atividade da lista, o britânico Gary Oldman já fez de tudo um pouco no cinema: já viveu policial corrupto, traficante que pensa que é jamaicano, o maior vampiro de todos Drácula, Winston Churchill, o roqueiro Sid Vicious e até mesmo o policial de quadrinhos Comissário Gordon. São mais de 100 créditos como ator, numa carreira que já dura 40 anos. Oldman sempre foi constantemente bom, porém, a Academia demorou para reconhece-lo. Foi há exatos 10 anos que o Oscar daria sua primeira indicação, no trhiller O Espião que Sabia Demais (2012). São 3 indicações no total para Oldman, incluindo a estatueta por O Destino de uma Nação (2018), sua segunda indicação. A terceira ocorreu por Mank em 2021. Todas como ator protagonista.

Emma Stone

Jovem intérprete muito carismática, Emma Stone é outra que foi revelada faz pouco tempo – digamos, há mais ou menos uma década. Ela já estava há um certo tempo na ativa entregando trabalhos sólidos, quando recebeu sua primeira nomeação como coadjuvante por Birdman, em 2015. No total, Stone junta 3 indicações ao Oscar, incluindo sua vitória, logo na segunda nomeação, como atriz protagonista por La La Land (2017). Depois disso, Stone voltou a ser indicada como coadjuvante pelo citado A Favorita (2019). Temos certeza que não irá demorar até que a moça seja novamente lembrada pelo Oscar.

Octavia Spencer

Octavia Spencer é mais uma da lista que já está inserida no mundo do cinema há muitas décadas – inclusive me surpreendi de reconhece-la como enfermeira numa pontinha em Tempo de Matar (1996) – seu primeiro trabalho nas telas. São mais de 140 créditos como atriz, numa carreira que já dura quase 30 anos. O divisor de águas para a atriz foi justamente sua primeira indicação ao Oscar há exatos 10 anos. A nomeação como coadjuvante por Histórias Cruzadas também daria a vitória para Spencer. Depois disso vieram indicações por Estrelas Além do Tempo (2017) e A Forma da Água (2018). Todas como coadjuvante.

As Maiores Perdedoras da Década:

Glenn Close

A veterana Glenn Close é um tesouro de Hollywood. Infelizmente é também não apenas a maior “perdedora” do Oscar nos últimos 10 anos, como também uma das maiores de todos os tempos. A grande atriz possui nada menos do que 8 indicações ao Oscar, revezando entre intérprete principal e coadjuvante, e nenhuma vitória. Prevejo em breve Close ganhando um Oscar honorário pelo conjunto da obra – mas seria bom mesmo vê-la sair vitoriosa de um prêmio por atuação. Quem sabe ainda não aconteça. Na última década, Close soma 3 indicações: fazendo papel de uma mulher que se disfarça de homem em Albert Nobbs (2012), como uma mulher se sentindo menosprezada no casamento por A Esposa (2018), e como uma avó amorosa em uma família problemática em Era uma Vez em Sonho (2021).

Amy Adams

Agora a brincadeira é chamar Amy Adams de o Leonardo DiCaprio de saias. Acontece que a atriz já foi muito elogiada por seus desempenhos e há alguns anos apenas se envolvia em projetos de prestígio e filmes adorados por crítica e público. Tudo bem que de um tempinho para cá Adams tem se envolvido em alguns projetos duvidosos, mas acontece. Quem nunca? O que importa é que Amy Adams já soma nada menos que 6 indicações ao Oscar em sua jovem carreira e ainda não possui uma vitória. Nos últimos 10 anos são 3 também: como coadjuvante por O Mestre (2013) – sobre os primórdios da cientologia -, como protagonista por Trapaça (2014), e como coadjuvante por Vice (2019) – sua última indicação até o momento.

Saoirse Ronan

Esperamos que a jovem Saoirse Ronan não siga os passos de Glenn Close e Amy Adams no que diz respeito ao Oscar. São três gerações de atrizes muito talentosas e menosprezadas pelos votantes da Academia. Close segura o recorde com 8 ao total sem vitórias, e Adams segue de perto com 6 nomeações. Chegando logo atrás, Ronan, de 28 anos, possui 4 indicações. Das quatro, três foram na última década, e apenas a primeira foi como coadjuvante. Seguiram Brooklyn (2016), no papel de uma imigrante irlandesa; Lady Bird (2018), no papel de uma adolescente sonhadora; e Adoráveis Mulheres (2019), no papel de uma jovem forte e independente na adaptação do clássico literário. Nada de vitória para Ronan ainda.

Jessica Chastain

Outra atriz ruivinha chegando à lista, Jessica Chastain assim como outras acima foi revelada ao mundo da sétima arte há cerca de dez anos. De lá para cá foram muitos trabalhos expressivos ao ponto de ser considerada uma das maiores estrelas de Hollywood na atualidade. Assim como a colega Amy Adams, Chastain tem dado uma escorregadas em suas escolhas do projeto, nada que a estrela não recupere – afinal, sua mais recente indicação ao Oscar saiu este ano. São 3 indicações para Jessica Chastain, ainda sem vitória. São elas como coadjuvante por Histórias Cruzadas (2012), como protagonista por A Hora Mais Escura (2013) e este ano de novo como atriz principal pelo drama Os Olhos de Tammy Faye.

Melhores Rendimentos:

Frances McDormand

Muito se fala no reinado de Meryl Streep como a atriz mais vezes indicada ao Oscar. Esse recorde certamente é impressionante. Porém, se formos olhar de perto, como mencionado no início do texto, Streep tem apenas 3 vitórias – de suas 21 indicações. E destas, uma delas é por atriz coadjuvante. Talvez mais impressionante ainda seja o histórico de Frances McDormand, outra atriz veterana, na premiação. São um total de 7 indicações e 4 vitórias no Oscar – ou seja, mais da metade de aproveitamento. A primeira indicação de McDormand saiu em 1989, e logo em sua segunda nomeação, a atriz levava o prêmio para casa por Fargo (1997). Depois vieram mais duas indicações sem vitória. Na última década, ela voltou a ser lembrada, sendo indicada e saindo vitoriosa por Três Anúncios para um Crime (2018) e Nomadland (2021). Detalhe, McDormand é a única em atividade a receber três estatuetas como atriz principal. Isso é para poucos. Ah sim, ela ainda possui uma quarta estatueta como produtora de Nomadland.

Mahershala Ali

Outro ator então desconhecido, que teve um boom na carreira graças à suas indicações ao Oscar. Mahershala Ali é um dos poucos atores da atualidade com aproveitamento máximo nas indicações da Academia, isso porque suas dois nomeações resultaram em suas duas estatuetas. E ambas na última década. A primeira veio com Moonlight (2017) e depois o ator foi novamente vitorioso por Green Book (2019). Ambos os prêmios foram na categoria de coadjuvante. Um histórico bem parecido tem o austríaco Christoph Waltz, com duas indicações e duas vitórias – também como coadjuvante (e ambas por filmes de Quentin Tarantino). A diferença é que só uma delas ocorreu na última década – o tema desta matéria.

‘X-Men’: Evangeline Lilly recusou convite de Hugh Jackman para se juntar aos filmes

Antes de se juntar à Marvel como intérprete de Hope Van Dyne/Vespa na trilogia do ‘Homem-Formiga’, Evangeline Lilly já teve a chance de ser uma mutante nos filmes dos ‘X-Men‘, mas recusou a proposta.

Durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, ela disse que o convite foi feito pelo próprio Hugh Jackman, o Wolverine.

No entanto, ela não tinha interesse no universo de super-heróis naquela época.

Jackman me disse: ‘Ei, então, os caras dos ‘X-Men‘ me perguntaram se eu poderia falar com você porque eles sabem que você não vai falar com ninguém. Eles sabiam que eu estava trabalhando com você e estavam interessados ​​em saber se algum dia você se interessaria em ser uma X-Men. Eu estava tipo: ‘Eu me sinto um idiota porque estou falando com um X-Men em pessoa! Mas não, não estou interessada’. Hoje eu fico: ‘O que? Como assim?’ Eu me senti tão rude por recusar o convite!”

Infelizmente, Lilly não mencionou qual personagem ela poderia ter interpretado… Ou talvez eles nem tenham chegado a esse ponto, já que ela não demonstrou atração pelo convite.

Lembrando que ela está de volta como Hope Van Dyne em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, que já está em exibição nos cinemas.

Confira nossas entrevistas com o elenco:

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

 

M. Night Shyamalan fecha contrato EXCLUSIVO com a Warner Bros. e anuncia próximo filme; Saiba mais!

Segundo o Deadline, a Warner Bros. fechou contrato com o icônico cineasta M. Night Shyamalan para a produção e a direção de projetos originais.

Shyamalan é um dos diretores mais conhecidos da atualidade e tem a distinção de ter ao menos um filme estreando em primeiro lugar nas bilheterias em quatro décadas diferentes. Recentemente, ele conquistou seu sétimo #1 com o suspense Batem à Porta, que já arrecadou US$40 milhões ao redor do mundo.

O acordo feito com Shyamalan vem pouco depois da Warner também ter fechado contrato com outros grandes nomes da indústria do entretenimento – incluindo Akiva GoldsmanBaz Luhrmann.

Sob a nova parceria, o diretor e sua companhia Blinding Edge Pictures irão desenvolver projetos originais para o cineasta produzir e/ou dirigir com a supervisão da Warner Bros. Pictures e da New Line Cinema. Um dos primeiros projetos, inclusive, é o antecipado ‘Trap’, que tem estreia marcada para o dia 02 de agosto de 2024.

Lembrando que Batem à Porta continua em exibição nos cinemas nacionais.

O longa traz Jonathan Groff (‘Mindhunter’) e Ben Aldridge (‘Fleabag’) como um casal de férias numa cabana na floresta, que são surpreendidos por um grupo de fanáticos religiosos que acreditam que eles serão a causa do início do Apocalipse. A jovem e seus pais precisam fazer uma escolha impensável para evitar o apocalipse, enquanto estão com acesso limitado ao mundo exterior.

O longa também é estrelado por Dave Bautista (‘Army of the Dead’), Rupert Grint (‘Servant’) e Nikki Amuka-Bird (‘Tempo’).

‘Homem-Formiga 3’: Apesar das críticas mistas, sequência está fazendo SUCESSO entre o público

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ era aguardado com bastante ansiedade por introduzir Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), como o grande vilão do MCU depois de Thanos (Josh Brolin).

No entanto, o longa dividiu os críticos, acumulando atualmente 48% de aprovação. Trata-se do menor score da Marvel, quase empatando com ‘Eternos‘ (47% de aprovação).

Por outro lado, a sequência está agradando o público, que atribuiu 84% de avaliações positivas à sequência, ficando atrás apenas do primeiro filme (2015), que conta com 85% de aprovações dos fãs.

Já ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ (2018), recebeu 80% de positividade dos fãs.

E aí, você já assistiu ao filme? Qual é a sua opinião?

Confira nossas entrevistas com o elenco:

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

 

‘Os Cavaleiros do Zodíaco’: Seiya ostenta sua armadura em belíssimo pôster do live-action

A Toei Company divulgou um belo pôster de ‘Knights of the Zodiac: Saint Seiya‘, primeiro longa-metragem em live-action dos ‘Cavaleiros do Zodíaco‘, que estreia em 28 de abril no Japão.

A imagem destaca o protagonista Mackenyu (‘Círculo de Fogo: A Revolta’) como Seiya, o Cavaleiro de Bronze dono da armadura de Pégaso.

Confira, junto com o trailer:

O elenco também conta com Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’) e Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’).

O longa acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.

Originalmente, ‘Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

James Gunn revela DETALHES sobre o aguardado ‘Superman – O Legado’; Saiba mais!

Universo DC está oficialmente entrando em um novo território, visto que os co-CEOs James GunnPeter Safran anunciaram os primeiros filmes e as primeiras produções seriadas recentemente.

Uma das obras principais será um novo filme solo do Superman, intitulado Superman – O Legado’, que já havia sido oficialmente confirmado no ano passado, com Gunn assinando o roteiro.

Agora, em entrevista ao SlashFilm, Gunn revelou alguns detalhes sobre a abordagem que adotará com o icônico personagem e o que os fãs podem esperar da produção.

“Eu realmente gosto da ideia desse Superman, ele explica. “Ele é um grande tolo. É um garoto de uma fazenda do Kansas que é muito idealista. Sua principal fraqueza é que ele não quer matar ninguém. Ele não quer machucar uma alma viva. Eu gosto dessa bondade inata do Superman; é sua característica definitiva. Ele não é o Superman All-Star [uma das versões do personagem], mas me inspirei muito [nessa série de quadrinhos]”.

Anteriormente, durante uma coletiva de imprensa para revelar os planos futuros do DCU, Gunn disse que pode não dirigir o longa-metragem.

“Bom, é o seguinte: eu só tenho um de mim”, ele explicou. “E eu só tenho sete dias na semana, todos usados em serviço da narrativa da DC. Estou trabalhando o tempo todo. E só consigo fazer o que consigo. Teremos de tomar uma decisão em algum momento, se é melhor ou não que eu dirija o filme. Eu posso escrever mais. Eu já escrevi tudo, escrevi bastante, e trabalhei muito no escopo de ‘The Authority’. O que melhor serve a DC? O que melhor serve os fãs? Realmente sou eu focando no Superman ou garantir que tenhamos uma grande abertura?”.

O filme estreia dia 11 de julho de 2025.

“Não é uma história de origem, ela se concentra no equilíbrio do Super-Homem entre sua herança kryptoniana e sua educação humana. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, ele é a gentileza em um mundo que considera a gentileza antiquada”, afirmou Safran.

A trama vai se concentrar em Clark Kent já vivendo em Metrópolis e trabalhando no Planeta Diário.

E, ao responder a pergunta de um fã nas redes sociais, Gunn ofereceu novos detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?

‘Pinguim’: Robert Pattinson deve aparecer como Batman na série estrelada por Colin Farrell

De acordo com o Comic Book, o jornalista Jeff Sneider disse em seu podcast, The Hot Mic, que Robert Pattinson vai reprisar seu papel como Bruce Wayne/Batman na série do ‘Pinguim‘.

Embora ele não tenha certeza se Pattinson vai aparecer como Bruce Wayne, Batman, ou como ambos, o astro deve participar de pelo menos um dos oito episódios da atração.

Como a série é ambientada depois do filme de Matt Reeves e servirá como âncora para a sequência, a aparição de Pattinson faz todo sentido.

Por enquanto, ainda não há como confirmar a veracidade da informação, mas Sneider ganhou fama devido ao seu histórico positivo de vazamentos de bastidores.

Por falar em elenco, o Deadline divulgou que a HBO Max adicionou mais quatro membros à série.

Os escolhidos são Michael Kelly (‘Jack Ryan’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), Deirdre O’Connell (‘Outer Range’) e Rhenzy Feliz (Os Fugitivos da Marvel’).

O grupo se ao protagonista Colin Farrell e Cristin Milioti (‘How I Met Your Mother’), que será Sofia Falcone, que brigará com o vilão para assumir o crime de Gotham.

Por enquanto não há detalhes sobre os personagens de Kelly, Aghdashloo e O’Connell.

Feliz dará vida a um adolescente que faz amizade com o Pinguim e se torna seu motorista, embora nada oficial tenha sido revelado.

Kelly, Aghdashloo, O’Connell e Feliz

Anteriormente, Farrell revelou à Variety que o personagem pode ganhar um interesse amoroso.

No entanto, ele adicionou uma ponta de dúvida sobre o romance, dizendo que será uma relação complicada.

“Não sei se é amor e ainda não tenho certeza de onde isso vai dar.”

Quando o repórter perguntou se há uma atração entre Oswald Cobblepot e sua pretendente Farrell respondeu:

“Ahhh, com certeza, isso sim.”

Obviamente, ele não revelou com quem o Pinguim compartilha uma atração ou quem interpreta a potencial cara-metade do vilão.

Farrell também confirmou que “vai ser uma história de oito episódios. Vamos nos apoiar na ascensão de Oswald ao poder, preenchendo o vácuo de poder criado quando Falcone foi morto.”

Ele continuou, dando mais detalhes sobre a conexão entre a série e o próximo filme do Homem-Morcego.

“A ideia de Matt [Reeves, o diretor de ‘Batman‘] era fazer com que a série do Pinguim começasse cerca de uma semana após o final do filme de ‘Batman‘. E se funcionar, se a trajetória for interessante, e o público aceitar, o segundo ‘Batman‘ vai começar logo após o fim da trama da série.”

Lembrando que a fotografa principal já começou e será finalizada dentro de cinco ou seis meses. Depois disso, a equipe de pós-produção dará início à edição e aos efeitos visuais.

Agora a principal pergunta é quanto vai durar a pós-produção. De qualquer forma, é possível que a série seja lançada no fim de 2023 ou no início de 2024.

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

 

Fãs de Bruce Willis lamentam diagnóstico de demência do astro; Confira as reações!

Os fãs de Bruce Willis (‘O Sexto Sentido’) foram pegos de surpresa quando sua família revelou que seu quadro de afasia, doença que afeta o sistema nervoso e motor, evoluiu para demência.

A demência é uma condição ou grupo de distúrbios causados ​​pela perda progressiva de células nervosas nos lobos frontal ou temporal do cérebro. Como Willis já vinha tratando a afasia e não obteve melhoras, isso indica uma progressão constante da deterioração futura.

Nas redes sociais, os fãs do astro estão desconsolados enquanto lamentam a notícia.

Além de ser uma grande perda para o cinema, também é uma situação bem triste para qualquer pessoa.

Confira as reações:

A família de Willis divulgou uma declaração conjunta da esposa de Bruce, Emma, ​​ex-esposa Demi Moore, e filhas, Rumer, Scout, Tallulah, Mabel e Evelyn.

“Como uma família, queríamos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos pelo derramamento de amor e compaixão por Bruce nos últimos dez meses”, escreve a família Willis. “Sua generosidade de espírito foi impressionante e estamos tremendamente gratos por isto. Por sua gentileza e porque sabemos que você ama Bruce tanto quanto nós, gostaríamos de atualizá-lo.

Desde que anunciamos o diagnóstico de afasia de Bruce na primavera de 2022, a condição de Bruce progrediu e agora temos um diagnóstico mais específico: demência frontotemporal (conhecida como FTD). Infelizmente, os problemas de comunicação são apenas um sintoma da doença que Bruce enfrenta. Embora isso seja doloroso, é um alívio finalmente ter um diagnóstico claro.

FTD é uma doença cruel da qual muitos de nós nunca ouvimos falar e pode atingir qualquer pessoa. Para pessoas com menos de 60 anos, a FTD é a forma mais comum de demência e, como o diagnóstico pode levar anos, a FTD provavelmente é muito mais prevalente do que sabemos. Hoje não há tratamentos para a doença, uma realidade que esperamos que possa mudar nos próximos anos. À medida que a condição de Bruce avança, esperamos que qualquer atenção da mídia possa se concentrar em lançar uma luz sobre esta doença que precisa de muito mais conscientização e pesquisa.

[Bruce] sempre acreditou em usar sua voz no mundo para ajudar os outros e aumentar a conscientização sobre questões importantes, tanto pública quanto privadamente. Sabemos em nossos corações que — se ele pudesse hoje — ele gostaria de responder trazendo atenção global e uma conexão com aqueles que também estão lidando com esta doença debilitante e como ela afeta tantos indivíduos e suas famílias.

Bruce sempre encontrou alegria na vida – e ajudou todos que ele conhece a fazer o mesmo. Significa o mundo ver esse sentimento de cuidado ecoado de volta para ele e para todos nós. Ficamos muito comovidos com o amor que todos vocês compartilharam por nosso querido marido, pai e amigo durante este período difícil. Sua compaixão, compreensão e respeito contínuos nos permitirão ajudar Bruce a viver uma vida tão plena quanto possível.”

Foi revelado pelo seu próprio advogado que Bruce Willis queria continuar trabalhando após o seu diagnóstico de afasia – com o ator ainda fazendo alguns papéis já com a doença.

Nos últimos dois anos, Bruce Willis engatou 12 filmes diferentes que estreiam ainda est ano.

Veja abaixo a lista com todos esses filmes, inclusive o primeiro já estreou:

Gasoline ALley
‘Vendetta’
‘Fortess 2’
A Day to Die
‘The Wrong Place’
‘Soul Assassin’
Corrective Measures
‘White Elephant’
Paradise City
‘Wire Room’
‘Fortress 3’
‘Hair of the Dog’ 

‘Doogie Kamealoha’: 2ª temporada do reboot de ‘Tal Pai, Tal Filho’ ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Disney+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce‘, reboot da clássica série oitentista ‘Tal Pai, Tal Filho‘.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 31 de março na plataforma de streaming.

Confira:

A trama acompanha Lahela Kameāloha, uma garota de 16 anos com descendência asiática que tenta seguir a carreira de médica no Havaí, enquanto tenta conciliar com a vida de adolescente. Lahela contará com a ajuda da sua atrapalhada família. Enquanto sua mãe irlandesa é pavio curto e supervisora o hospital onde ela trabalha, seu pai havaiano luta para aceitar que sua filha não é mais uma garotinha.

Confira as primeiras imagens:

A nova versão foi criada pela havaiana Kourtney Kang, que teve grande sucesso como roteirista de ‘How I Met Your Mother‘ e ‘Fresh Off the Boat‘.

Kang assina o roteiro, além de ser uma das produtoras executivas do projeto.

Peyton Elizabeth Lee, Kathleen Rose Perkins e Jason Scott Lee estrelam a produção.

Na versão original, Neil Patrick Harris vive um gênio adolescente, que tenta lidar com as complexidades da juventude, à medida em que atua como um médico licenciado em um programa de residência bem exigente. O enorme sucesso da produção, que no inglês se chama Doogie Howser, M.D., transformou a carreira do ator, lançando-o ao estrelato.

Tal Pai, Tal Filho‘ foi exibida entre 1989 e 1993.

Kevin Feige revela qual projeto futuro do MCU está mais ansioso para ver

A Marvel Studios deu início à sua mais nova fase com o lançamento de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ – e vários outros títulos já foram confirmados pela companhia.

Agora, em entrevista à EW, Kevin Feige, presidente da Marvel, revelou qual projeto futuro do MCU está mais ansioso para ver ganhar vida.

“Nós falamos um pouco sobre ‘Guerras Secretas’. Falamos sobre ‘Dinastia Kang’, em relação à ‘Quantumania’, ele conta. “O único outro [projeto pelo qual estou animado] é Quarteto Fantástico. Nós falamos sobre os mutantes e todo o aspecto do mundo Marvel, mas Quarteto Fantástico é a fundação de tudo que veio depois disso nos quadrinhos. Houve versões [para o cinema], mas nunca habitando a narrativa do MCU. E isso é algo que nos deixa muito animados”.

Vale lembrar que o reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ tem estreia marcada apenas para 14 de fevereiro de 2025.

E, apesar de nenhuma confirmação ter sido feita oficial pela Marvel, diversos rumores apontam que o reboot pode ser estrelado por Adam DriverDev PatelPenn Badgley ou Diego Luna como o Sr. Fantástico.

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, o diretor Matt Shakman quebrou o silêncio acerca dos boatos.

“Há muito lá fora, cara”, ele conta. “Realmente há. É doido. Como eu aprendi com ‘WandaVision’, é adorável ver o nível de engajamento que os fãs têm com esse material, porque sou fã também e tenho lido Quarteto Fantástico desde que eu era uma criança”.

Shakman continua: “eu amo esses personagens. Amo a chance de poder trazê-los ao MCU e realmente quero acertar. E sei que todo mundo está muito animado. E eu encorajo isso. Acho que é ótimo. Mas não tenho respostas para ninguém hoje sobre o elenco”.

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

‘A Lenda de Tarzan’: Filme com Alexander Skarsgård e Margot Robbie estreia no Prime Video!

A Lenda de Tarzan‘ (The Legend of Tarzan), live-action estrelado por Alexander SkarsgårdMargot Robbie, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem foi lançado hoje, 15 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Tarzan deixou as florestas da África para viver uma vida pacata como John Clayton III, o Lorde Greystoke, ao lado de sua esposa, Jane, na Inglaterra. Agora, ele é convidado para voltar ao Congo, onde passou a maior parte da sua vida, para servir como emissário de troca do parlamento britânico. O que Tarzan não sabe é que está se dirigindo para uma armadilha mortal, fruto da vingança do capitão belga Leon Rom.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por David Yates (‘Harry Potter’).

Samuel L. JacksonDjimon HounsouJim BroadbentChristoph Waltz também fizeram parte do elenco.

Apesar das promessas de se tornar um blockbuster‘A Lenda de Tarzan recebeu críticas mistas (amargando 35% de aprovação no Rotten Tomatoes) e fracassou nas bilheterias, arrecadando US$356,7 milhões mundialmente contra um altíssimo orçamento de US$180 milhões (gerando mais de US$40 milhões em prejuízo para a Warner Bros.).

‘O Consultor’: Série de suspense com Christoph Waltz ganha novo clipe OFICIAL; Confira!

O Prime Video divulgou um novo clipe promocional da série de suspense ‘O Consultor‘.

A 1ª temporada tem estreia marcada para o dia 24 de fevereiro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer completo:

Criada por Tony Basgallop, a série é baseada no livro homônimo de Bentley Little.

Regus Patoff é o novo consultor contratado para acelerar os negócios de uma empresa de games digitais, a CompWare. Com sua chegada, os funcionários experienciam novas demandas e desafios que os colocam à prova, ameaçando até mesmo suas vidas.

O elenco conta com Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’), Nat Wolff (‘Cidades de Papel’), Brittany O’Grady (‘The White Lotus’) e Aimee Carrero (‘O Menu’).

‘F1: Dirigir para Viver’: 5ª temporada da série documentária ganha novo trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o novo trailer oficial da 5ª temporada da série documental F1: Dirigir para Viver.

Os novos episódios chegarão à plataforma de streaming no dia 24 de fevereiro.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 6ª temporada.

Confira:

Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.

‘Walker: Independence’: História de origem dos protagonistas é revelada na prévia do episódio 01×12; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial de “How We Got Here”, 12º episódio de ‘Walker: Independence‘, série derivada de ‘Walker’.

Na trama, “através de uma série de cartas que Gus escreve para sua falecida esposa, a história de origem de Abby, Hoyt, Kate, Kai, Calian e Tom é revelada, junto ao papel que cada um interpreta no destino do outro”.

O capítulo vai ao ar no dia 23 de fevereiro.

Confira:

A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.

Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.

Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.

Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna FrickeSeamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.

Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.