A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Vladimir’, nova minissérie de comédia dramática estrelada pela vencedora do Oscar Rachel Weisz (‘A Múmia’, ‘A Favorita’).
Coestrelada por Leo Woodall (‘The White Lotus’), a produção chega à plataforma de streaming no dia 5 de março.
Confira:
Baseado em seu romance homônimo, o projeto foi criado por Julia May Jonas.
Ao ver sua vida virar de cabeça para baixo, uma professora fica perigosamente obcecada por um novo colega de trabalho. A sedução e obsessão se misturam em uma minissérie repleta de desejos proibidos, humor ácido e personagens carismáticos e imprevisíveis. À medida que os limites se confundem e os segredos ameaçam vir à tona, ela arriscará tudo para realizar suas fantasias mais escandalosas.
Oito episódios foram encomendados para a produção.
De acordo com o Deadline, Jason Momoa (‘Aquaman’) será o protagonista da adaptação live-action de ‘Helldrivers‘, baseada na popular saga de jogos Arrowhead Game Studios.
Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 10’) será responsável pela direção.
Na trama…
“Uma unidade de elite chamada Helldivers deve proteger a Super-Terra e derrotar os inimigos da humanidade em uma intensa guerra intergaláctica.”
O longa está programado para estrear no dia 10 de novembro de 2027.
Sony Pictures e PlayStation Productions são os estúdios por trás da adaptação. Eles já haviam colaborado em ‘Uncharted: Fora do Mapa‘, ‘The Last of Us‘ e ‘Twisted Metal‘.
Em 2024, o segundo jogo da franquia, ‘Helldivers 2‘, vendeu mais de 12 milhões de cópias em seus primeiros quatro meses.
O projeto contará com a volta dos protagonistas da série original e tem estreia oficial marcada para 25 de fevereiro de 2026.
No Brasil, porém, ainda não há confirmação oficial sobre o lançamento da série. A expectativa é que o revival chegue ao Disney+ em algum momento, já que a produção será exibida nos Estados Unidos pelo Hulu.
O criador da série original,Bill Lawrence, retorna como produtor executivo, acompanhado pelos veteranos Tim Hobert e Aseem Batra — ambos com passagens marcantes pela produção original — que agora assumem os cargos de showrunners e produtores executivos.
A produção fica por conta da Doozer, empresa de Lawrence, com Jeff Ingold e Liza Katzer também no time de executivos.
O novo capítulo da série seguirá J.D. e Turk, que voltam a trabalhar juntos após um longo tempo longe das salas de cirurgia. Em um mundo onde a medicina mudou, os internos são de uma nova geração, mas a amizade entre os dois continua inabalável. A trama promete mesclar risos, emoção e surpresas, enquanto novos e antigos personagens circulam pelos corredores do hospital Sacred Heart.
Judy Reyes, que interpretou a enfermeira-chefe Carla Espinosa, atualmente está em outro sucesso da ABC, ‘High Potential’, estrelado por Kaitlin Olson. Apesar disso, fontes próximas à produção afirmam que estão em andamento conversas positivas para alinhar agendas e possibilitar que Reyes participe também do reboot de ‘Scrubs‘.
A versão original funcionou como uma sitcom de câmera única ambientada no Hospital Sacred Heart, narrada por J.D., enquanto ele e seus colegas avançavam em suas carreiras médicas.
Lançada em 2001 pela NBC, ‘Scrubs’ foi exibida por sete temporadas antes de ser cancelada. Em seguida, foi renovada pela ABC para uma oitava temporada, inicialmente planejada como a última. Contudo, a emissora acabou aprovando uma nona temporada, intitulada ‘Scrubs: Med School’, na qual apenasJohn C. McGinley eDonald Faison permaneceram como regulares no elenco.
A história original acompanha o Príncipe Próspero, que se esconde em uma abadia com um grupo de nobres para escapar de uma praga conhecida como Morte Escarlate. Pensando estarem seguros, Próspero organiza um baile de máscaras na abadia. De repente, uma figura misteriosa vestida com um manto ensanguentado, parecendo uma vítima da Morte Vermelha, surge. Próspero persegue e confronta o estranho. Ao encurralá-lo, Próspero desmaia e morre. Quando os outros nobres desmascaram a figura, não encontraram nada por baixo. Mais tarde, todos na abadia morrem.
Poe é um dos autores mais influentes da história da literatura, apoiando-se no terror gótico para delinear narrativas sobre a destruição da própria psique humana – como visto em contos como ‘O Gato Preto’, ‘O Corvo’ e ‘O Barril de Amontillado’. Recentemente, suas histórias foram adaptadas na aclamada antologia ‘A Queda da Casa de Usher’, de Mike Flanagan (que inclusive trouxe uma releitura de ‘A Máscara da Morte Escarlate’).
Para efeito de comparação, o clássico de 1939 alcançou 96% de aprovação, baseado em 25 críticas.
No geral, os críticos elogiam o remake por sua abordagem ousada e renovada do conto clássico. Ainda assim, parte da imprensa considera o filme irregular e muito aquém da grandiosidade da obra original.
“Se você abraçar o estilo audacioso do filme e encará-lo como uma reinvenção, e não uma adaptação, este ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ ousado e artístico é absolutamente envolvente”, disse Caryn James do BBC.
“Os puristas da literatura podem se opor, mas Fennell se apropria de algo apaixonado no material que sempre esteve lá, embora nunca tenha sido explicitado, amplificando aquilo que permaneceu em grande parte não correspondido ao longo de todos esses anos”, disse Peter Debruge da Variety.
“Em sua maioria, os moralistas estão errados, Fennell usou seus poderes para o bem aqui. E, gostem ou não, ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ provavelmente será o filme definidor da primeira metade de 2026”, disse Ben Allen do GQ Magazine.
“Este ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, em sua totalidade, é uma obra irregular que provocará uma enxurrada de artigos de opinião, e tanta indignação quanto admiração. Mas também é um filme que parece ter sido gravado a fogo na minha mente”, disse Radhika Seth do Vogue.
“É uma adaptação que parece ter sido feita por uma jovem de 14 anos que folheou o livro por alto e tirou suas próprias conclusões, sem qualquer compreensão real do romance”, disse Therese Lacson do Collider.
“Para Fennell, parece uma pose luxuosa de abandono inconsequente. É quase erótico, pseudo-romântico e depois artificialmente triste, uma noite de balada de emoções simuladas”, disse Peter Bradshaw do Guardian.
“Como em todos os filmes de Fennell, o tédio não é uma opção. Ainda assim, isso não dissipa completamente a sensação de que ainda falta algo aqui”, disse Kate Erbland do IndieWire.
‘O Morro dos Ventos Uivantes’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 12 de fevereiro de 2026.
Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.
Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.
À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.
A peça teatral ‘Stranger Things: The First Shadow’, derivada do fenômeno da Netflix, finalmente chegará à plataforma de streaming. De acordo com a Variety, a gigante do streaming está gravando a produção da Broadway esta semana para um futuro lançamento global.
Para viabilizar as filmagens, a Netflix e a Sonia Friedman Productions cancelaram as apresentações entre os dias 10 e 14 de fevereiro, com a retomada da agenda regular prevista para o dia 15. Embora a versão filmada já esteja em produção, ainda não há uma data oficial de estreia.
O registro contará com o elenco original da Broadway, liderado porLouis McCartney, indicado ao Tony por sua interpretação de Henry Creel. Esta é uma oportunidade única de eternizar essa formação, já que um novo elenco assumirá a montagem no final de março.
Desde sua estreia no Marquis Theatre, em 22 de abril de 2025, a peça tem sido um sucesso absoluto. O interesse do público disparou após o lançamento da temporada final de ‘Stranger Things’ na Netflix, consolidando o espetáculo como uma das maiores arrecadações semanais da Broadway, atingindo recentemente a marca de US$ 1,4 milhão em bilheteria.
Escrita por Kate Trefry e baseada em uma história original dos irmãos Duffer,Jack Thorne e da própria Trefry, a trama funciona como um prelúdio independente dentro da mitologia da série.
“Ambientada em Hawkins, no ano de 1959, a história acompanha a chegada da família Creel à cidade. Enquanto eventos perturbadores começam a surgir, o jovem Henry Creel percebe uma conexão sombria com as forças que assolam o local”, diz a sinopse.
Com direção de Stephen Daldry e codireção de Justin Martin, a produção conta com 34 atores e uma encenação grandiosa que funde efeitos práticos e narrativa cinematográfica.
James Van Der Beek, o ator conhecido por interpretar Dawson Leary em ‘Dawson’s Creek‘, morreu hoje (11) aos 48 anos.
A família postou a declaração:
“Nosso amado James David Van Der Beek faleceu em paz esta manhã. Ele enfrentou seus últimos dias com coragem, fé e serenidade. Há muito a compartilhar sobre seus desejos, seu amor pela humanidade e a sacralidade do tempo. Esses dias chegarão. Por ora, pedimos privacidade e paz enquanto lamentamos a perda de nosso amado marido, pai, filho, irmão e amigo.”
Em sua última aparição pública, James Van Der Beek surpreendeu os fãs durante a reunião do elenco de ‘Dawson’s Creek’.
Van Der Beek, que estrelou a popular e prestigiada série em todas as seis temporadas, não pôde participar da reunião na época por motivos de saúde. O ator havia sido diagnosticado com câncer colorretal em 2024.
O evento, organizado por Michelle Williams, colega de elenco de Van Der Beek na atração, tinha como objetivo arrecadar fundos para a F Cancer.
Após a apresentação da mensagem, o elenco desceu do palco para que o vídeo de Van Der Beek pudesse ser exibido.
“Estava ansioso por esta noite há meses e meses e meses, desde que meu anjo Michelle Williams disse que a organizaria”, disse o ator aos presentes. “Não acredito que não estou aqui. Não acredito que não posso abraçar meus colegas de elenco, meu lindo elenco, pessoalmente”.
Ele continuou: “eu queria subir ao palco e agradecer a cada pessoa neste teatro por estar aqui esta noite. Do elenco à equipe, a todos que doaram seu tempo e foram tão generosos, e, especialmente, a cada um de vocês, os melhores fãs do mundo”.
Em um story do Instagram postado após o evento, Philips agradeceu a todos que compareceram ao reencontro e expressou sua decepção por Van Der Beek não ter tido a oportunidade de presenciá-lo pessoalmente.
“Essa noite foi realmente incrível e muito especial e, obviamente, James não poder estar lá foi de partir o coração por um milhão de razões diferentes”, disse Philipps. “Mas fiquei muito feliz que [sua esposa] Kimberly e todas as crianças puderam estar lá. Seu pai estava lá, sua irmã, a família de Kimberly e seus amigos mais próximos. Foi realmente lindo, e James estava recebendo muitos vídeos, FaceTimes, mensagens e coisas do tipo. Nós o amamos muito e amamos todos que o apoiaram. Obrigada.”
Simone Ledward Boseman, viúva de Chadwick Boseman, relembrou recentemente o diagnóstico do marido, explicando a decisão do astro de não tornar pública a sua condição até o seu falecimento, em 2020.
Em uma ação de conscientização sobre a doença reportada pelo ComicBookMovie, Simone detalhou que o ator nunca quis ser tratado de forma diferente.
“Ele nunca quis ser tratado de forma diferente. Muitos dos papéis que ele fez eram muito físicos, e ele ainda queria fazê-los. Ele não queria ser julgado pelo que estava enfrentando. Não queria que o diagnóstico interferisse no trabalho”, explicou Simone.
“Há esse perigo em qualquer compartilhamento, porque uma pessoa diz algo, depois outra diz outra coisa, e então isso se espalha. E o vento leva para onde quiser”, acrescentou.
Segundo ela, como muitos de seus papéis eram fisicamente exigentes, ele temia ser julgado pelo que enfrentava ou que o diagnóstico interferisse em sua capacidade de continuar trabalhando.
“Quando você está em uma posição como a de Chad, tudo o que você faz precisa ser protegido. É preciso ter cuidado com quem você compartilha seus planos. E se você é alguém que só quer ter relacionamentos e conversas profundas e significativas, rapidamente percebe que seu círculo será pequeno, porque não pode ter essas conversas com muitas pessoas”, continuou Simone.
Simone reforçou que apenas algumas pessoas próximas, sabiam que Chadwick estava doente.
“Eram alguns familiares e alguns amigos. Eu tinha meu terapeuta e minha mãe, e basicamente era isso. O círculo virou um ponto”, afirmou.
Apesar de sinais físicos, como uma perda de peso drástica que gerou manchetes e comentários ofensivos nas redes sociais na época, o segredo foi mantido até o fim.
Sobre possíveis reações negativas em Hollywood quanto à falta de transparência, Simone foi enfática: “Tenho certeza de que houve. Mas eu não carreguei nada disso. É normal ter perguntas, mas eu apenas dizia: ‘Se o Chad não falou com você sobre isso, eu não vou falar'”.
Hoje, o foco de Simone é proteger o legado do marido, garantindo que ele não seja simplificado.
“Eu nunca quero que a história da vida dele seja reduzida à forma como ele morreu. Quero que a vida dele seja sobre a maneira como ele viveu. Não preciso criar o legado dele, só preciso protegê-lo. Só preciso garantir que ele não seja simplificado”, destacou.
“É por isso que eu gosto de falar sobre ele, acho importante que as pessoas o entendam como um ser humano completo, que tenham a visão total de quem ele era”, acrescentou.
Ao final, ela recordou o emocionante discurso de Nakia (Lupita Nyong’o) sobre T’Challa em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’. Simone revelou que o diretor Ryan Coogler a consultou sobre a cena:
“Ele era rei e o Pantera Negra para todos. Mas, para mim, ele era tudo. Meu T’Challa. Ryan perguntou especificamente sobre aquela cena. A única coisa que acrescentei foi que ela dissesse o nome dele”, concluiu.
Além disso, a Marvel Studios já confirmou ‘Pantera Negra 3’, e rumores indicam que o novo filme deve focar no filho de T’Challa, dando continuidade ao legado do Pantera Negra no Universo Cinematográfico da Marvel.
Adriana Paz appears in The Huntress (La Cazadora) by Suzanne Andrews Correa, an official selection of the 2026 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Maria Sarasvati Herrera.
Assombrada por si mesma, Luz caminha pela vida com a constante tensão fruto do abuso sexual que sofreu dentro de um ônibus. Sua respiração ofegante denuncia a aflição da alma. O suor que escorre pelo seu rosto em constante alerta revela o desconforto que jamais se vai. E ela não é a única. Os campos áridos de Juarez, no México, são tomados pelo sangue de outras mulheres, vitimadas de forma permanente pelo mesmo crime. E é o “fardo” da sobrevivência que a leva em uma jornada de justiceira no drama A Caçadora, de Suzanne Andrews Correa.
Mas sua história, baseada em relatos reais, não é a de uma vigilante como nas tradicionais ficções. Ela não é a obstinada face de alguém cansada de testemunhar os mesmos crimes replicados em reportagens jornalísticas. Exausta da constante reprodução de seu trauma em sua alma, ela busca vingança como um silenciador de sua própria dor, ainda que esta não lhe traga de volta a paz de jamais ter sido violada por mãos imundas. Em sua caçada, ela se protege do constante pavor que a atormenta ao tentar blindar outras vítimas. Enquanto busca cada violentador para ceifar a terra com seu sangue, ela encerra o descompasso cardíaco que a persegue em cada esquina escura por onde anda.
E nesse trajeto cheio de conflitos morais, suores noturnos e uma pressão assustadora da corrupta polícia local, Correa nos apresenta Adriana Paz (Emilia Pérez) em uma performance estarrecedora, digna de uma indicação ao Oscar. E a atriz aqui se despe de tudo aquilo que poderia deixar sua atuação caricata, artificial, performática ou como uma sinalização política. Abandonando as ideologias que tomaram de assalto a pauta da luta contra crimes sexuais, ela apenas se concentra em entregar a crueza do sofrimento de uma mulher mergulhada em sua dor. E evidenciando a força do cinema mexicano – que desbanca o Brasil em qualidade cinematográfica quer você aceite ou não -, A Caçadora é um drama com ares de suspense psicológico, que aborda de forma rigorosa todas as dores que assolam a mente de uma sobrevivente de estupro.
Inerentemente uma representante de tantas vozes inaudíveis abafadas pela dor da perda, Luz vive aqui não a algoz imaculada das ficções pueris, mas sim uma voz resistente em um deserto onde corpos se espalham e ninguém faz nada. Heroína do cotidiano e da vida real, ela digladia com a decisão de puxar o gatilho, enquanto corre contra o tempo e contra as circunstâncias que a apavoram na espinha dorsal – tamanho seu medo de ver sua filha adolescente como a próxima vítima. E essa trama ganha sombras profundas e um sol escaldante que se contrastam em uma fotografia bela, mas sombria. Lindamente dirigido por Correa, que retorna ao Festival de Sundance 2026 após conquistar um prêmio na sessão de curtas do Festival em anos anteriores, o thriller dramático é um relato desconfortável sobre o silêncio de uma comunidade que aceita sucumbir ao medo e se torna refém de si mesma.
E sob essa fotografia escura, o pôr-do-sol que insiste em se esgueirar e que se expande pelos céus em algumas tomadas é a justaposição do nascimento da esperança sobre a escuridão do luto. É na verdade um anseio por dias melhores, em meio às agruras de uma alma calejada. E assim, A Caçadora cumpre sua missão pelas ruas e pelos ônibus da cidade de Juarez, solitária, sem rumo e com um alvo em sua testa, sob a incerteza de seu destino, mas a garantia de um passado sangrento vingado. Uma história contemporânea que metaforiza uma antiga lenda mexicana, que se encerra sem um tradicional fim hollywoodiano, mas com o mesmo acalento de que não há mal que dure para sempre. Ainda bem que bons filmes como esse duram sim.
“Bodyman acompanha uma violenta disputa por poder, e, no fim, pela sobrevivência, que se inicia durante um Natal em família, quando um excêntrico bilionário inesperadamente transfere a herança que seus filhos “nepo babies” esperavam receber, referente à sua empresa militar privada, para seu guarda-costas de longa data (Jonas). Quem sairá vivo da isolada propriedade da família?”, diz a sinopse.
As gravações estão previstas para começar em junho de 2026.
“Estou desenvolvendo este projeto há algum tempo e animado para vê-lo ganhar vida”, afirmou Jonas. “Trabalhar novamente com Byron Balasco e Gary Fleder torna tudo ainda mais especial”.
“Estamos sempre em busca de histórias envolventes que elevem o gênero de ação, e é ainda mais empolgante quando se reúne um talento como Nick Jonas, com seu profundo comprometimento com o ofício, ao lado de uma equipe criativa incrível para entregar um filme realista e eletrizante que o público deseja”, concluiu Greenstein.
A eterna “Princesa do Pop”, Britney Spears, deu um passo importante em sua trajetória financeira ao vender seu catálogo musical e outros direitos para a empresa Primary Wave, conforme confirmado pela Variety.
Embora os detalhes específicos estejam protegidos por rigorosos acordos de confidencialidade, estima-se que a transação envolva valores na casa das centenas de milhões de dólares. É provável que o acordo inclua tanto os royalties de artista quanto os direitos de publicação da cantora.
Como a Sony Music detém e controla as gravações master de Spears, a venda foca principalmente nos direitos relacionados aos seus royalties de artista e créditos de composição.
Britney possui créditos em cerca de 40 faixas de seu catálogo, incluindo o sucesso “Everytime” e hits adorados pelos fãs, como “Work Bitch!”, “Me Against the Music” e sua participação no remix de “S&M”.
‘Michael’, cinebiografia do icônico Rei do Pop, divulgou seu mais novo trailer, revelando os bastidores do filme que contará a trajetória da lendária estrela da música.
A produção conta a história da vida deMichael Jackson além da música, acompanhando sua jornada desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder dos Jackson Five, até se tornar o artista visionário cuja ambição criativa impulsionou uma busca incansável para ser o maior artista do mundo.
Destacando tanto sua vida fora dos palcos quanto algumas das performances mais icônicas do início de sua carreira solo, o filme oferece ao público um lugar na primeira fila para ver Michael Jackson como nunca antes. É aqui que sua história começa.
O elenco ainda conta com Nia Long (Empire, O Melhor Amigo da Noiva), Laura Harrier (Infiltrado na Klan, Homem-Aranha: De Volta ao Lar), Juliano Krue Valdi (The Loud House, Arco),Miles Teller (Top Gun: Maverick, Whiplash) e o duas vezes indicado ao Oscar® Colman Domingo (Sing Sing, Rustin).
O Superman vivido por David Corenswet deve aparecer mais do que o esperado em ‘Supergirl‘. Novos rumores apontam que o Homem de Aço terá uma presença considerável na trama, reforçando os laços entre os dois kryptonianos e ajudando a consolidar os alicerces do novo Universo DC nos cinemas.
Segundo informações divulgadas pelo canal Alex Talks Film — que afirma ter reunido detalhes de exibições-teste descritas como bastante positivas —, Kal-El surgiria em pelo menos três momentos distintos do longa. A participação, portanto, iria além de uma simples cena pós-créditos ou de uma aparição relâmpago.
O relato também reforça comentários anteriores do insider Daniel RPK, que mencionou um período específico de refilmagens dedicado à inclusão de novas sequências com o personagem, sugerindo que a Warner e a DC Studios enxergam valor estratégico em ampliar essa conexão na tela.
A abordagem representa uma mudança significativa em relação à HQ ‘Supergirl: Woman of Tomorrow‘, escrita por Tom King, que serve de inspiração para o projeto. No material original, o Superman praticamente não interfere na jornada de Kara Zor-El, que embarca em uma aventura mais solitária, explorando seu próprio senso de justiça e amadurecimento. Já na adaptação cinematográfica, a proposta parece caminhar em outra direção: fortalecer a dinâmica entre os primos e usar essa relação como pilar emocional da narrativa.
Nos bastidores, a comparação que circula é bastante interessante. A presença de Corenswet em ‘Supergirl‘ seria semelhante ao papel desempenhado por Robert Downey Jr. em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (2017). Naquele filme, Tony Stark atua como mentor e figura de referência para Peter Parker, oferecendo suporte dramático e ajudando a situar o herói dentro de um universo maior — mas sem roubar o protagonismo. A ideia, portanto, seria utilizar o Superman como uma espécie de norte moral e estrutural para Kara, ao mesmo tempo em que a história permanece centrada na evolução da heroína.
Essa estratégia também faz sentido dentro do planejamento mais amplo da DC Studios, que busca estabelecer rapidamente as principais figuras do seu novo universo compartilhado. Inserir Superman de maneira orgânica em Supergirl pode ajudar a criar continuidade, aprofundar a mitologia kryptoniana e fortalecer o vínculo emocional do público com ambos os personagens.
Se os relatos das exibições-teste se confirmarem, a participação de Corenswet não será apenas um agrado aos fãs, mas parte fundamental da construção narrativa dessa nova fase da DC nos cinemas — equilibrando fan service e desenvolvimento dramático.
No começo da semana, a Warner Bros. divulgou novo teaser do live-action de ‘Supergirl‘, estrelado pela Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’). O vídeo destaca cenas inéditas da produção, incluindo a destruição de Krypton e o adorável cachorro Krypto.
Dan Trachtenberg foi responsável por revitalizar a popular franquia de terror ‘Predador’ nos cinemas, oferecendo uma perspectiva original a uma conhecida história com não apenas um, mas três longas-metragens.
O diretor fez sua estreia na saga em 2022 com o aclamado ‘Predador: A Caçada’, retornando para o universo no ano passado com a incrível animação ‘Predador: Assassino de Assassinos’ e ‘Predador: Terras Selvagens’. Todos os novos títulos caíram no gosto da crítica e do público, abrindo espaço para mais sequências.
Porém, um recente acordo firmado entre Trachtenberg e a Paramount Pictures causaram certa comoção nos fãs, que ficaram em dúvida quanto ao futuro da saga. Mas em uma recente entrevista ao io9, o realizador tranquilizou o público ao revelar que o contrato entre ele e a Paramount não afeta a franquia (cujos direitos pertencem à Walt Disney Studios).
“Não significa isso”, assegurou Trachtenberg.
Ele acrescenta: “estou simultaneamente planejando todos os próximos passos da franquia ‘Predador’. Estou naquele momento em que estava quando [o filme] foi lançado, pensando: ‘o que eu faço agora?’, e fiquei muito empolgado com um protagonista Predador e com um filme de animação que se passa em diferentes períodos de tempo – e, por acaso os dois projetos foram lançados ao mesmo tempo. Então, é aí que estou agora: ‘meu Deus, há tantas coisas empolgantes que podemos fazer!’”.
Trachtenberg continua:
“Mas agora também tenho esse acordo com a Paramount, que me deixa muito animado, e eles também estão muito animados para fazer alguns dos filmes originais que sempre tive em mente e no coração. E, claro, eles também têm propriedades intelectuais muito legais e tudo mais. Sabe, o momento pode afetar certas coisas, mas ambas as coisas estão no meu coração… Tudo está em aberto”.
Lembrando que ‘Predador: A Caçada’ e ‘Predador: Assassino de Assassinos’ estão disponíveis no Disney+. ‘Predador: Terras Selvagens’ chega à plataforma de streaming em 12 de fevereiro.
Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, o filme foi indicado ao Oscar 2026 nas categorias de Melhor Filme Internacional e Melhor Roteiro Original.
O filme de Panahi acompanha cinco personagens que acreditam ter identificado o promotor que os torturou durante suas próprias prisões. No entanto, como todos estavam vendados na cadeia, nenhum deles pode ter certeza absoluta de que o homem capturado é de fato o responsável.
‘Pânico 7’ é a mais nova entrada da amada franquia slasher que teve início em 1996 e que eternizou Ghostface como um dos serial killers mais populares da cultura pop – mesmo com inúmeros rostos tendo vestido a máscara do assassino. E parece que a saga está longe de perder seu apelo para o público.
De acordo com dados do Global Box Office, o aguardado longa-metragem já nos impressiona ao se tornar o título com o melhor primeiro dia de pré-vendas de 2026.
A marca não apenas reafirma o contínuo impacto da saga, como coloca a produção em vias de ter a maior estreia de toda a franquia com mais de US$50 milhões arrecadados (e isso apenas nos Estados Unidos).
Caso as projeções se concretizem, ‘Pânico 7’ irá destronar ‘Pânico 6’, que detém o recorde atual com estreia de US$44,5 milhões nos EUA em 2023.
SCREAM 7 had the BEST first day of pre-sales among all 2026 releases to date.
It’s now tracking to break $50M+ on its opening weekend, the best in the franchise. pic.twitter.com/y1ejqamIsu
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
O jovem ator Caleb McLaughlin, eternizado como o Lucas Sinclair de ‘Stranger Things’, refletiu recentemente sobre sua jornada no fenômeno global da Netflix. Em entrevista à Variety, o ator demonstrou profunda gratidão pelo tempo que passou na série, que está se aproximando de sua conclusão.
“É uma bênção”, afirmou McLaughlin. “Olhando para o passado, sou realmente grato por tudo o que vivi, pelas pessoas que conheci ao longo do caminho e por todos os amigos que fiz. Sou muito grato”.
Embora o fim da série marque o encerramento de uma era, Caleb está entusiasmado com o que vem pela frente.
“Acho que a vida após a série é um novo capítulo, e estou feliz em começá-lo com Goat”, disse ele, referindo-se ao seu novo projeto cinematográfico.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
A aclamada cantora e compositora ROSALÍA continua investindo em sua mais recente era musical – e acaba de lançar o clipe oficial de “Sauvignon Blanc”.
A faixa integra o ovacionado álbum ‘LUX’, lançado no final do ano passado, e sucede o single“Berghain”, ao lado de Yves Tumor e Björk.
Confira:
ROSALÍA sempre se mostrou como uma artista única e fora dos conceitos bombardeados pelo cenário fonográfico mainstream – e, pouco tempo depois de ter nos encantado com ‘MOTOMAMI’, a cantora e compositora espanhola entregou a maior obra-prima de sua carreira, ao menos até agora, com o místico e hagiográfico ‘LUX’.
O compilado de originais é uma exploração conceitual da personalidade feminina da maneira mais incrível e inesperada possível, misturando baroque pop, música clássica e avant art para um cosmos como nunca visto (ou, neste caso, ouvido) antes. Esquadrinhando treze línguas diferentes, ROSALÍA arquiteta um tour-de-force narrativo e artístico que reitera seu inegável status no mundo da música contemporânea.
Em AS DEZ VANTAGENS DE MORRER DEPOIS DE VOCÊ, Julia e Gabi são uma dupla inseparável, amigas desde crianças, mas super diferentes. Enquanto Gabi é cautelosa, tímida e tem medo de sair de sua zona de conforto, Julia é extrovertida, carismática e vive intensamente. Tudo muda quando Julia sofre um acidente de carro e, antes de morrer, escreve para Gabi dez cartas, que buscam ajudá-la a deixar a timidez de lado e aproveitar todos os minutos da vida. Cada recado contém uma missão e, enquanto Gabi segue desafios que nunca se imaginou fazendo, precisa lidar com o luto e com a saudade ao mesmo tempo em que sente a presença da amiga em todos os momentos.
As atividades propostas por Julia desafiam Gabi a enfrentar seus medos e a vencer sua timidez. Julia deixa cartas que estimulam a amiga a cantar, dançar, embarcar em uma viagem inesperada e dar chance para se apaixonar. Enquanto completa essa e outras missões, Gabi aprende a se reconectar com si mesma e a entender melhor sobre o luto e a importância do perdão. Ela conta com a ajuda da nova colega Lorena para completar as propostas, que a ensinam sobre o trauma e a importância da amizade com Julia, que estará sempre presente.
Em O MENINO E O PANDA, Tian, um garoto de 12 anos, é enviado para morar com a avó nas remotas montanhas de Sichuan por ter notas baixas na escola. Longe da cidade e imerso na natureza, ele secretamente faz amizade com um filhote de panda que chama de Lua.
Curiosidades:
» Prune de Maistre, de ‘A Menina e o Leão‘, assina o roteiro;