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Eva Longoria, John Leguizamo e mais de CEM artistas assinam carta criticando falta de representatividade latina em Hollywood

Eva Longoria backstage at the ALMA Awards on Sunday, Sept. 16, 2012, in Pasadena, Calif. (Photo by Jordan Strauss/Invision/AP)

Segundo o Deadline, mais de cem atores, artistas e roteiristas latinos assinaram uma carta aberta a Hollywood pedindo maior presença de vozes latinas nas etapas iniciais de desenvolvimento e aprovação de projetos, bem como um aumento no número de atores latinos em audições e em papéis principais que não sejam estereotipados.

A carta vem à tona pouco depois de Odessa A’zion (‘Marty Supreme’) ter deixado o elenco de ‘Deep Cuts’, filme de Sean Durkin para a A24. A atriz abandonou o projeto após enfrentar represália por ter aceitado um papel de origem mexicana sendo uma mulher branca.

“As recentes decisões de elenco em torno da personagem Zoe Gutierrez em Deep Cuts, da A24, expuseram um padrão preocupante. Reconhecemos e elogiamos Odessa A’zion por ouvir, refletir e decidir deixar o projeto e se tornar uma aliada. Mas como isso aconteceu?”, diz a declaração. “A ausência de oportunidades de testes para atrizes latinas e a escolha de substituir uma personagem claramente latina por uma atriz não latina sinalizam um apagamento mais amplo e contínuo da nossa comunidade, das histórias que definem nossa cultura. Não se trata de uma atriz ou projeto específico. Trata-se de um sistema que repetidamente ignora talentos latinos qualificados, mesmo quando nossas identidades, histórias e experiências alimentam as narrativas mais duradouras”.

Entre os signatários estão Eva Longoria, John Leguizamo, Xochitl Gomez, Jessica Alba, Danny Ramirez, Isabela Merced, Diego Boneta, Ismael Cruz Cordova, Michael Peña e muitos outros. A atriz Xochitl Gomez, estrela de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, foi quem inspirou a realização do documento e reuniu as assinaturas.

As polêmicas tiveram início quando A’zion foi confirmada no papel de Zoe Gutierrez no longa-metragem, que adapta o elogiado romance best-seller de Holly Brickley. Em seu Instagram oficial, a atriz concordou com as críticas recebidas e afirmou que não tinha conhecimento da identidade da personagem antes de aceitar o papel.

“Gente! Estou com todos vocês e não vou fazer esse filme”, ela escreveu nos stories“Obrigada por me avisarem. Concordo com cada um de vocês! É por isso que amo vocês. Sinto muito que isso tenha acontecido. É muito importante para mim contar como tudo aconteceu: fiz o teste para Percy, mas me ofereceram a Zoe e aceitei na hora! Estou muito irritada, eu não tinha lido o livro e deveria ter prestado mais atenção a todos os aspectos da Zoe antes de aceitar… E agora que sei o que sei?”

A’zion acrescentou: “Que se dane. Estou fora! Eu jamais tiraria um papel de outra pessoa que nasceu para fazê-lo. Que deveria fazê-lo! Não sou eu. Há muitas pessoas mais do que capazes de interpretar esse papel e eu não sou uma delas. Mal posso esperar para ver quem vai ficar com o papel”.

Mouhamed Harfouch retorna a São Paulo com o monólogo ‘Meu Remédio’

Foto: Gustavo de Freitas

Depois de uma trajetória que passou por Juiz de Fora, por uma longa temporada no Rio de Janeiro e pela elogiada estreia em São Paulo, o espetáculo Meu Remédio volta ao Teatro Santos Augusta a partir de 28 de fevereiro de 2026.

Escrita, produzida e estrelada por Mouhamed Harfouch, com direção de João Fonseca, a montagem chega à segunda temporada na capital paulista, fortalecida por um ano praticamente inteiro em cartaz e pelo reconhecimento da crítica, do público e de premiações importantes. Nesse intervalo, o espetáculo venceu o Prêmio FITA na categoria Melhor Dramaturgia — em uma edição em que recebeu também indicações de Melhor Direção e Melhor Ator — e conquistou o Prêmio Arcanjo de Teatro Solo, chancelas que reforçam a força e a originalidade do trabalho.

A peça se construiu a partir do desejo do artista de revisitar sua trajetória e compreender a relação com seu próprio nome. Entre música ao vivo, humor, passagens biográficas e momentos de introspecção, Harfouch resgata memórias da infância e da juventude, marcadas pela herança síria do lado paterno e pela ascendência portuguesa da família materna, além de experiências de pertencimento e aceitação no Brasil dos anos 1970. Essa combinação de delicadeza e comicidade estabeleceu uma conexão rápida com o público, tornando Meu Remédio um dos solos mais elogiados do último ano.

A criação do texto começou durante as gravações da novela ‘Órfãos da Terra’, quando o ator foi levado a reaproximar-se de suas raízes. O processo se intensificou durante a turnê da peça ‘Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito’, ocasião em que o artista percebeu que aquele mergulho emocional precisava ganhar forma no palco.

A escrita se desenrolou ao longo de meses, acompanhada do desafio de assumir simultaneamente a atuação e a produção do próprio espetáculo, uma escolha que exigiu maturidade e segurança artística. O olhar cuidadoso de Fonseca foi fundamental para equilibrar espontaneidade, humor e emoção, permitindo que a narrativa pessoal dialogasse com questões universais e atemporais.

A nova temporada marca também um momento de expansão profissional para Harfouch, que reafirma a versatilidade de uma carreira com mais de três décadas, mais de quarenta produções teatrais e participações em novelas, séries e filmes de grande repercussão nacional. Entre seus trabalhos mais recentes nas telas está a série musical ‘Rensga Hits’, na qual participou das três temporadas, sendo que a terceira foi exibida recentemente pela Globo. Em 2026, o artista amplia também sua presença no cinema e poderá ser visto em dois novos longas: ‘Viver de Vento, onde interpreta Torben Grael, e na cinebiografia ‘Emmanuel’, em que assume o papel-título, reforçando uma fase de intensa produção e renovação artística.

Com personagens que simbolizam figuras marcantes das duas primeiras décadas de sua vida, costurada a uma trilha cantada e tocada ao vivo, Meu Remédio convida o público a refletir sobre a relação com as próprias origens, partindo do íntimo para alcançar o coletivo. O espetáculo, que se consolidou como um dos solos mais bem-sucedidos do ciclo recente, evidencia como cada história pessoal é atravessada por escolhas, afetos e camadas que moldam quem somos, emocionando plateias ao tratar de identidade, pertencimento e autoconhecimento.

A nova temporada aprofunda esse percurso, ressaltando que, muitas vezes, o maior remédio é aceitar quem se é. “Um nome nunca é só um nome”, lembra Harfouch em cena, e a trajetória do espetáculo demonstra como relatos verdadeiros têm o poder de conectar e transformar.

Helena Bonham Carter é CONFIRMADA na 4ª temporada de ‘The White Lotus’

Boas notícias para os fãs de The White Lotus!

A vencedora do BAFTA Helena Bonham Carter (‘Os Sete Relógios de Agatha Christie’) foi oficialmente confirmada no elenco da 4ª temporada da antologia de Mike WhiteChris Messina (‘Objetos Cortantes’), que também estava em negociações preliminares, foi escalado para os novos episódios (via Deadline).

Além disos, Marissa Long (‘Harrison Bergeron’) foi escalada para o próximo ciclo.

Infelizmente, detalhes sobre seus personagens não foram divulgados.

O trio se junta aos previamente confirmados Steve Coogan (‘Uma Noite no Museu’), Caleb Jonte Edwards (‘Black Snow’), Alexander Ludwig (‘Vikings’) e AJ Michalka (‘The Goldbergs’).

A quarta temporada será ambientada na França, e terá o hotel Château de La Messardière, em Saint-Tropez, como locação principal.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

‘Operação: Lioness’: Atriz de ‘Mayor of Kingstown’ é escalada para a 3ª temporada

Segundo o Deadline, a estrela em ascensão Elizaveta Neretin (‘Mayor of Kingstown’) foi escalada para a 3ª temporada do thriller de espionagem ‘Operação Lioness, de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’).

Tendo importância significativa na trama dos novos episódios, a atriz dará vida a uma operativa internacional que cruza caminh com Joe (Zoe Saldaña).

Vale lembrar que a série também é estrelada por Nicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) e Laysla de Oliveira (‘Locke & Key’).

Mais detalhes sobre a próxima temporada não foram divulgados.

Lembrando que a série está disponível na Paramount+.

 

Em ‘Operação Lioness, uma fuzileira naval marcada por traumas está determinada a fazer de tudo para derrubar uma organização terrorista. Na série, Cruz Manuelos (Oliveira) é recrutada pela CIA para se infiltrar entre as mulheres de terroristas. Para sobreviver a diversas situações de vida ou morte e evitar ao máximo erros que podem custar sua própria segurança, e do país, ela é treinada e orientada por Joe (Saldaña), a chefe da Operação Lioness.

Jill Wagner, Dave Annable, LaMonica Garrett, James Jordan, Austin Hébert, Hannah Love Lanier, Stephanie Nur, Jonah Wharton, e Morgan Freeman completam o elenco.

Saldaña e Kidman também entram como produtoras executivas do projeto.

Mandy Patinkin, de ‘Homeland’, será Odin no live-action de ‘God of War’

De acordo com o Deadline, o vencedor do Emmy Mandy Patinkin (‘Homeland’, ‘A Princesa Prometida’) foi escalado para o elenco da ambiciosa adaptação em live-action de God of War, desenvolvida pelo Prime Video.

Patinkin dará vida ao poderoso deus nórdico Odin na série.

Odin, o Pai de Todos, não é fisicamente imponente nem particularmente divino, mas as aparências enganam. Ele é o mais poderoso dos deuses Aesir, um patriarca que governa com mão de ferro e um buscador de conhecimento inigualável. Quando se trata de buscar profecias, Odin é paranoico, manipulador e perigoso — e fará qualquer coisa para tentar impedir o Ragnarök, o fim do mundo nórdico. Ele funciona como um antagonista formidável para Kratos (Ryan Hurst).

O elenco ainda conta com Teresa Palmer como Phoebe/Sif, esposa de Thor e deusa da família; Max Parker como Heimdall, guardião de Asgard e um dos filhos de Odin; e Ólafur Darri Ólafsson como Thor, deus do trovão e outro dos filhos de Odin.

Na trama…

“Kratos e seu filho, Atreus, embarcam uma jornada para espalhar as cinzas de sua esposa e mãe, Faye. Através de suas aventuras, Kratos tenta ensinar seu filho a ser um deus melhor, enquanto Atreus tenta ensinar seu pai a ser um ser humano melhor.”

God of War‘ se encontra atualmente em pré-produção, em Vancouver.

Frederick E.O. Toye, vencedor do Emmy pelo seu trabalho em ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Ronald D. Moore servirá como showrunner, roteirista e produtor executivo.

Billy Magnussen e Zach Galifianakis no primeiro teaser de ‘The Audacity’, novo DRAMA do produtor de ‘Succession’; Confira!

AMC divulgou o primeiro teaser oficial de The Audacity, novo drama criado por Jonathan Glatzer (‘Succession’, ‘Better Call Saul’).

A produção, que conta com oito episódios, traz Billy MagnussenSarah GoldbergZach GalifianakisLucy PunchSimon Helberg e mais ao elenco.

Confira, junto às imagens promocionais:

Ambientado na bolha do Vale do Silício, The Audacityaborda os sonhos distorcidos, os egos inflados e os deslizes éticos dos autoproclamados inventores do futuro. Em um mundo de bilionários cínicos, gurus psiquiatras, especialistas em biohacking, laboratórios de IA e adolescentes desiludidos sendo otimizados em escolas particulares de elite, um audacioso CEO de mineração de dados (Magnussen) se esforça para transformar conhecimento e influência em lucro e poder. O drama com humor ácido confronta a realidade, a privacidade e as ilusões que alimentam nosso mundo em constante transformação.

Glatzer entra como produtor executivo, roteirista e showrunnerGina Mingacci (‘Killing Eve’) também assume a função de produtora executiva.

Lucy ForbesDan SackheimDan LonginoAlex Buono formam o time de diretores.

The Audacity tem estreia marcada para o dia 12 de abril na AMC.

Demi Lovato faz BELÍSSIMA apresentação ao vivo de “Ghost”, faixa do álbum ‘It’s Not That Deep’

A indicada ao Grammy Demi Lovato recentemente subiu aos palcos do Hollywood Palladium e fez uma belíssima apresentação de “Ghost”, uma das faixas do aclamado álbum ‘It’s Not That Deep’.

A faixa é assinada por Lovato e conta com a colaboração de Steph JonesBrett McLaughlin.

Lembrando que o compilado de originais já está disponível em todas as pltaformas de streaming.

Confira:

Vale lembrar que Lovato começará a turnê promocional do álbum no dia 8 de abril na cidade de Charlotte, Carolina do Norte, estendendo-se até 25 de maio em Houston, Texas. É provável que mais dias sejam acrescentados.

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.

Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

Jovem se questiona sobre o que é o amor no trailer INÉDITO de ‘O Museu da Inocência’, nova série da Netflix

Netflix divulgou o trailer completo de O Museu da Inocência, adaptação do romance homônimo do vencedor do Prêmio Nobel Orhan Pamuk.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 13 de fevereiro, com o lançamento dos nove episódios.

Confira:

A série é dirigida por Zeynep Günay, trazendo Ertan Kurtulan como roteirista e Ay Yapım na produção.

O Museu da Inocência narra a turbulenta história de Kemal, um jovem de uma das famílias mais ricas de Istambul, e sua parente pobre e distante, Füsun, a partir da década de 1970. Kemal, disposto a tudo por amor, começa a colecionar os brincos, os grampos de cabelo e até as bitucas de cigarro de sua amada… O que é o amor? Uma obsessão, uma aflição, um acidente que desvia o curso de nossas vidas; ou uma grande e inocente felicidade?

Selahattin Paşalı, Eylül Lize Kandemir, Oya Unustası, Tilbe Saran, Bülent Emin Yarar, Gülçin Kültür Şahin e Ercan Kesal estrelam.

‘The Asset’: Drama CRIMINAL dinamarquês da Netflix ganha instigante trailer e data de estreia!

The Asset, elogiado drama criminal dinamarquês da Netflix, foi oficialmente renovado para a 2ª temporada (via Deadline).

A primeira temporada, que girou em torno de uma jovem agente policial disfarçada que se torna amiga da esposa de um contrabandista, alcançou a primeira posição em 52 países diferentes, além de angariar sólidas 11,3 milhões de visualizações.

Sem muitos detalhes revelados, o novo ciclo apresentará “os amiores desafios já enfrentados pelos agentes, em uma luta pela justiça e pela sobrevivência”, trazendo Clara DessauMaria CordsenAfshin FirouziNicolas Bro de volta ao elenco.

Contando com seis episódios, a minissérie é dirigida por Samanou Acheche SahlstrømKasper BarfoedAdam August criou a história.

Tea, aspirante a cadete da polícia, se disfarça de joalheira para se infiltrar em um ambiente criminoso brutal que há algum tempo escapa ao controle do serviço de inteligência. Adotando uma identidade completamente nova, ela precisa fazer amizade com a esposa do gênio do crime, Ashley, para reunir informações cruciais. À medida que Tea se aproxima de Ashley e testemunha a dura realidade de sua vida sob o controle do marido e em meio à sua teia criminosa, surgem dúvidas sobre onde reside sua verdadeira lealdade.

Clara Dessau, Maria Cordsen, Afshin Firouzi, Nicolas Bro, Soheil Bavi, Arian Kashef e Lara Ly Melic Skovgaard estrelam.

Crítica | ‘Nosso Amigo Romário’ – Quando os caminhos do inusitado atravessam razões existenciais de grande valor [Mostra de Cinema de Tiradentes]

Em um dos dias de Mostra de Cinema de Tiradentes 2026, nos encontramos com um filme repleto de simbolismos, que percorre os caminhos curiosos do inusitado para atravessar razões existenciais de grande valor. Nosso Amigo Romário, escrito e dirigido pelo cineasta mineiro Antonio Pedroni, valoriza a atmosfera ligada às emoções, construindo uma experiência emocional marcante que convida para lindas reflexões e gerando muitas lições.

 

No interior de Minas Gerais, no ano da copa do mundo de futebol masculino de 1994 – aquela mesma onde o Brasil venceu – conhecemos Francisco (Carlos Francisco), um senhor de idade que vive em uma casa humilde junto de sua filha Renata (Paula Amorinni) e seu neto Pedrinho (Daniel Pedro). Um dia, ele se depara com uma fato peculiar: encontra um alienígena a poucos metros de casa e passa o restante dos dias criando um forte vínculo de amizade com ele.

 

Selecionado para a Mostra Praça, no lindo Cine Petrobrás, a céu aberto, esse é um filme que nos instiga a ver o mundo através de seu protagonista. Utilizando vetores de afeto para provocar interessantes diálogos, a narrativa nos conduz para questões existenciais – sobretudo à oposição conceitual entre a vida e a morte – e também a beleza de simples gestos, o voltar a ser criança e as lembranças que despertam.

 

A compaixão logo se faz presente, sendo um alicerce acoplado na ingenuidade. Nada é forçado; tudo é construído com a força da beleza das relações, da empatia e da dinâmica familiar. Em 18 minutos, sem muitas inovações quando pensamos em potenciais para dar uma chacoalhada na linguagem cinematográfica, temos uma obra pés no chão, mas que levita para as possibilidades graças à atuação emocionante de Carlos Francisco. Lindo filme.

Oscar Anos 80! Os Filmes Vencedores e os Filmes que Deveriam ter Vencido!

O filme que vence o Oscar é realmente o melhor? Bom, segundo os membros da Academia sim, já que a maioria votou nele. Até mesmo no que diz respeito aos indicados existe essa polêmica, muitos não concordam que os nomeados sejam de fato os melhores filmes de seu respectivo ano. Desde que o mundo é mundo a coisa funciona assim. A verdade é que jamais existirá unanimidade, mesmo entre as diferentes tribos, ou seja, entre os cinéfilos, os fãs casuais de cinema e até mesmo aqueles que quase não veem filmes, apenas ouvem falar da mais recente polêmica no “zap”.

É simples resolver essa questão, caso você não concorde com os indicados, crie uma associação junto aos seus amigos e elejam os melhores filmes do ano – e veja se as demais pessoas ao redor irão concordar ou fazer o mesmo que você faz atualmente: reclamar. É difícil agradar a todos e quem almeja isso, termina não agradando ninguém. Tendo dito isso, abaixo traremos uma matéria relembrando com você todos os clássicos vencedores do Oscar da década de 80. Você ainda lembra deles? Mas não apenas isso, pois aqui daremos voz ao nosso mimimi interno também, apresentando quais filmes em nossa opinião deveriam ter vencido, quais resistiram ao teste do tempo ao longo destes 40 anos  ainda mencionados pelos fãs e quais caíram no esquecimento. Confira.

1980

Vencedor: o filme que levou o Oscar em 1981 (dentre as produções lançadas em 1980) foi o dramalhão ‘Gente como a Gente’, dirigido por Robert Redford, baseado no livro de Judith Guest, sobre uma família lidando com a perda de um de seus filhos, cada um à sua maneira. Além do filme, o diretor Redford também ganhou, além do roteiro e do ator coadjuvante para Timothy Hutton.

Quem Deveria ter Vencido: nesse ano disputavam a estatueta, ‘O Homem Elefante’, de David Lynch; ‘Tess – Uma Lição de Vida’, de Roman Polanski; e ‘O Destino Mudou sua Vida’, de Michael Apted. Mas o filme que continua na boca do povo até hoje e que deveria ter vencido naquela noite é ‘Touro Indomável’, do grande Martin Scorsese, longa que rivaliza com ‘Rocky’ pelo título de melhor filme de boxe da história do cinema.

1981

Vencedor: no ano seguinte, o grande vencedor do Oscar foi ‘Carruagens de Fogo’, de Hugh Hudson – filme feel good de esporte sobre a história real de amizade entre dois atletas britânicos, um judeu e outro cristão, superando as diferenças por um bem maior, nas Olimpíadas de 1924. A obra até hoje é lembrada, ao menos por sua trilha sonora composta pelo saudoso Vangelis – que você certamente conhece. Além destes dois prêmios, o filme também levou nas categorias de roteiro original e figurino.

Quem Deveria ter Vencido: os filmes que estavam na disputa eram o drama familiar ‘Num Lago Dourado’, de Mark Rydell; o épico sobre o comunismo ‘Reds’, de Warren Beatty; e o thriller romântico ‘Atlantic City’, de Louis Malle. É difícil falar contra ‘Carruagens de Fogo’, pois é um filme tão positivo e para cima, que realmente eleva o espírito, mas acontece que também disputava o prêmio um certo ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, a primeira aventura de Indiana Jones no cinema, de Steven Spielberg – um dos grandes marcos da sétima arte.

1982

Vencedor: a biografia do líder religioso e político da Índia, Mahatma Gandhi, foi o grande vitorioso do Oscar daquele ano. Uma figura pacífica extremamente querida, ‘Gandhi’ foi considerado um dos grandes pensadores do século XX. O épico de Richard Attenborough ganhou 8 Oscar – além de melhor filme, diretor, ator para Ben Kingsley, roteiro original, fotografia, direção de arte, figurino e edição. Por outro lado, alguns aspectos do filme envelheceram mal, como o uso de maquiagem para escurecer a pele do protagonista – o chamado “brown face”.

Quem Deveria ter Vencido: assim como no item acima, é difícil falar contra ‘Gandhi’, apesar de notarmos deslizes que geralmente acontecem com o revisionismo histórico. Entre os indicados tínhamos o drama/thriller político ‘Desaparecido: Um Grande Mistério’, do grego Costa-Gavras; o drama jurídico ‘O Veredito’, de Sidney Lumet; e até mesmo a comédia divertidíssima ‘Tootsie’, de Sydney Pollack, um dos maiores sucessos de seu respectivo ano. Mas por falar em sucesso, nada se compara a ‘E.T. – O Extraterrestre’, de Steven Spielberg, “o” filme daquele ano.

1983

Vencedor: a maior honraria do cinema daquele ano ficou com o drama familiar ‘Laços de Ternura’, que traz a conturbada relação entre mãe e filha, vividas por Shirley MacLaine e Debra Winger, respectivamente. Dirigido por James L. Brooks, esse foi o filme que colocou o nome do cineasta no mapa (sendo sua primeira obra na direção). Brooks voltaria ao Oscar em ‘Nos Bastidores da Notícia’ e ‘Melhor é Impossível’. O longa levou 5 Oscar – além de melhor filme, diretor, atriz para MacLaine, ator coadjuvante para o monstro Jack Nicholson e roteiro adaptado.

Quem Deveria ter Vencido: este foi um dos anos menos memoráveis da década de 80. ‘Laços de Ternura’ marcou época, mas não é muito mencionado atualmente. Bem, nenhum dos seus concorrentes são também. Os mais famosos aqui são a comédia dramática sobre amizade e amadurecimento ‘O Reencontro’, de Lawrence Kasdan; e o épico sobre a corrida espacial americana ‘Os Eleitos – Onde o Futuro Começa’, de Philip Kaufman – que muitos na época acreditavam que deveria ter vencido. Já o drama teatral ‘O Fiel Camareiro’, de Peter Yates; e o drama musical ‘A Força do Carinho’, de Bruce Beresford, ficaram totalmente esquecidos.

1984

Vencedor: esta espécie de biografia fictícia e fantasiosa de Mozart, realmente era a opção mais chamativa e pomposa. Dirigido por Milos Forman, ‘Amadeus’ é uma superprodução em todos os sentidos, e mostra Wolfgang Amadeus Mozart como um brilhante bon vivant desvairado, despertando a ira de seu rival Antonio Salieri, que tinha inveja de seu talento. O longa venceu 8 Oscar, incluindo melhor filme, é claro (diretor, roteiro adaptado, maquiagem, som, direção de arte, figurino e ator coadjuvante para F. Murray Abraham).

Quem Deveria ter Vencido: essa é outra edição que acertou o vencedor, afinal os concorrentes não faziam frente para ‘Amadeus’. Os longas que disputavam o prêmio máximo naquele ano foram o drama racial de guerra ‘A História de um Soldado’, de Norman Jewison; o épico ‘Passagem para a Índia’, de David Lean; ‘Os Gritos do Silêncio’, drama sobre a guerra do Camboja, de Roland Joffé; e o drama feminista ‘Um Lugar no Coração’, de Robert Benton.

1985

Vencedor: o épico de quase 3 horas de projeção de Sydney Pollack, ‘Entre Dois Amores’, foi o grande vencedor do Oscar entre os lançamentos de 1985. A história real da socialite dinamarquesa Karen Blixen (Meryl Streep), que larga sua vida confortável e parte para o Quênia para plantar café, é um dos verdadeiros marcos de Hollywood nos anos 80 – uma produção que emula a era de ouro da maior indústria do cinema. Robert Redford interpreta o homem rústico por quem ela se apaixona. O longa levou 7 Oscar – além de melhor filme, também melhor diretor, roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, som e trilha sonora.

Quem Deveria ter Vencido: minha opção é ‘A Cor Púrpura’, de Steven Spielberg, filme que entrou para a história como um dos maiores injustiçados do Oscar. Isso porque foi indicado para 11 Oscar – um dos maiores números – e saiu de mãos abanando, sem vencer um premiozinho sequer. Uma história potente de amor e superação. Outros indicados eram a comédia mafiosa ‘A Honra do Poderoso Prizzi’, de John Huston; o thriller policial ‘A Testemunha’, de Peter Weir; e o drama cult ‘O Beijo da Mulher Aranha’, de Hector Babenco, cujo livro ganhou nova versão nas telonas na forma de um musical. Este foi um dos melhores anos da década, no qual todos os filmes continuam relevantes e comentados.

1986

Vencedor: mais uma vez o Oscar acertou em seu eleito. O grande vitorioso dos filmes de 1986 foi ‘Platoon’, drama de guerra sobre os horrores no conflito do Vietnã, dirigido por Oliver Stone. O diretor usou sua experiência real servindo em tal guerra para compor a obra – e três anos depois lançaria um novo relato do mesmo conflito, com ‘Nascido em 4 de Julho’. Nessa época diversos filmes sobre o tema eram produzidos, mas ‘Platoon’ segue como um dos mais contundentes e premiados. Além de melhor filme, o longa levou também os prêmios de melhor diretor, roteiro original e som.

Quem Deveria ter Vencido: ‘Platoon’ era realmente o momento daquele ano e é difícil falar contra a sua vitória. Seus concorrentes talvez fossem obras mais mundanas. Fora isso, ‘Platoon’ difere dos demais vencedores ou indicados da década de 80 e ainda é lembrado nos dias de hoje. Seus concorrentes eram o romance entre uma zeladora surda e um professor, ‘Filhos do Silêncio’, de Randa Haines; o épico sobre padres Jesuítas ‘A Missão’, de Roland Joffé; o romance de época ‘Uma Janela para o Amor’, de James Ivory; e a comédia dramática ‘Hannah e suas Irmãs’, um dos filmes mais famosos da carreira de Woody Allen.

1987

Vencedor: o épico ‘O Último Imperador’ foi o grande vencedor do Oscar em sua edição. O filme do italiano Bernardo Bertolucci narra a vida de Pu Yi, o herdeiro de um trono milenar e último imperador da China, antes das mudanças radicais na política do país e a forma com que o povo se relacionava com os governantes. Um filme belíssimo e imponente, com toda a pompa de Oscar. Fora isso foi o recordista de vitórias na década de 80, com 9 prêmios – além de melhor filme, melhor diretor, roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, figurino, som, edição e trilha sonora. Ou seja, todos aos quais estava indicado.

Quem Deveria ter Vencido: é impossível falar contra o maior vencedor do Oscar nos anos 80 – ‘O Último Imperador’ é uma experiência única e riquíssima quando falamos em cinema. Mas em matéria de popularidade e resistência ao teste do tempo, o filme ainda comentado daquela edição do Oscar é ‘Atração Fatal’, de Adrian Lyne – o melhor suspense dos anos 80. E o melhor, ainda bastante atual – onde um caso extraconjugal se torna o pesadelo de uma família, graças a uma mente obsessiva. Tivemos também duas comédias, ‘Nos Bastidores da Notícia’, de James L. Brooks, sobre o romance entre jornalistas de um canal de TV; e ‘Feitiço da Lua’, de Norman Jewison, o melhor filme de Cher; e ‘Esperança e Glória’, sobre a Segunda Guerra Mundial vista através dos olhos de um menino britânico, dirigido por John Boorman.

1988

Vencedor: o grande vencedor do Oscar entre os filmes lançados em 1988 foi o drama ‘Rain Man’, de Barry Levinson, estrelado por Tom Cruise e Dustin Hoffman. No filme, Cruise é um jovem egoísta que para conseguir a herança do pai, precisa cuidar de um irmão mais velho autista, papel de Hoffman. Cruise não foi lembrado para uma indicação, mas Hoffman venceu o prêmio de melhor ator. Além destes dois, o longa ainda levou roteiro original e diretor.

Quem Deveria ter Vencido: ‘Rain Man’ é um bom filme, uma história humana sobre amadurecimento e aceitação das diferenças. Um filme inclusivo. Mas em um aspecto de obras mais poderosas, temos o ainda muito fervoroso ‘Mississippi em Chamas’, um filme que todos deveriam assistir e que está atualmente disponível na Amazon Prime Video. Um filme duro e talvez difícil de se ver, que fala sobre o racismo no sul dos EUA nos anos 1960 – dirigido por Alan Parker. Esse foi um ano onde todos os filmes seguem famosos e relevantes, como ‘Ligações Perigosas’, de Stephen Frears, baseado no romance clássico; e a comédia ‘Uma Secretária de Futuro’, de Mike Nichols, sobre o mundo empresarial da década de 80, o chamado mundo dos yuppies, visto de um ponto de vista feminino. Talvez o menos badalado hoje seja ‘O Turista Acidental’, de Lawrence Kasdan, sobre um homem tentando reconstruir a sua vida.

1989

Vencedor: ‘Conduzindo Miss Daisy’, de Bruce Beresford, foi o grande vencedor do Oscar em sua edição. A proposta é mostrar a história de amizade entre uma idosa branca e seu motorista negro. Na época, o longa encantou plateias, mas através do revisionismo histórico pode vir a ser comparado com ‘Green Book – O Guia’, outro vencedor do Oscar, este mais recente, que se tornou polêmico por ser considerado racista. Tudo bem que as histórias não são exatamente iguais, e que ‘Green Book’ é supostamente baseado em uma história real, a qual modificou em prol da narrativa. ‘Conduzindo Miss Daisy’ levou 4 Oscar, além de melhor filme, melhor atriz (Jessica Tandy), roteiro adaptado e maquiagem.

Quem Deveria ter Vencido: ‘Conduzindo Miss Daisy’ talvez não desça mais tão redondo hoje, apesar de ainda ter bastante renome, assim como ‘E o Vento Levou’. Mas a verdade é que o filme que deveria ter levado o prêmio, sequer foi indicado. Falo de ‘Faça a Coisa Certa’, de Spike Lee, que trata de racismo de uma forma muito mais urgente, e já atual na época. Dentre os nomeados, temos Oliver Stone voltando ao tema da Guerra do Vietnã em ‘Nascido em 4 de Julho’; Robin Williams saindo da comédia no feel goodSociedade dos Poetas Mortos’, de Peter Weir; a fantasia de esporte de Kevin Costner, ‘Campo dos Sonhos’, de Phil Alden Robinson; e o drama baseado em uma história real ‘Meu Pé Esquerdo’, de Jim Sheridan, com o fenômeno Daniel Day-Lewis.

Crítica | ‘Tião Personal Dancer’ – As poesias da atração na batida do forró [Mostra de Cinema de Tiradentes 2026]

Filme: Tião Personal Dancer - Direção: Aristótelis Tothi - Foto: Corpo Fechado Produtora
Filme: Tião Personal Dancer - Direção: Aristótelis Tothi - Foto: Corpo Fechado Produtora

De uma forte expressão cultural ligada à celebração coletiva às surpresas da intensidade da atração, em Tião Personal Dancer somos convidados a acompanhar um jogo de sedução de duas almas solitárias que tem a pista de dança como cenário. Dirigido por Aristótelis Tothi, o curta-metragem foi uma das obras selecionadas para o recorte Panorama da Mostra de Cinema de Tiradentes 2026.

Reginaldo (Adolfo Moura) faz parte de um de amigos que sempre que podem estão pelas casas de forró espalhadas por Goiânia. Numa sexta-feira dessas, a atenção de Reginaldo se fixa em Tião (Otto Caetano), um professor de dança profissional. Ao longo da noite, de um evento a outro, algo parece se conectar para esses dois universos.

Ao longo de 23 minutos e embalada pela batida do forró, a narrativa progride de forma envolvente ao transformar um momento de lazer em uma oportunidade de encontro. Buscando a todo instante uma curta experiência de impacto, focada em dois personagens, com construções sensoriais marcantes – a trilha sonora, o silêncio, cores, luz, enquadramentos – a obra abre seus leques de reflexões confiando mais na sutileza das cenas do que em uma maior imposição.

Filme: Tião Personal Dancer - Direção: Aristótelis Tothi - Foto: Corpo Fechado Produtora
Filme: Tião Personal Dancer – Direção: Aristótelis Tothi – Foto: Corpo Fechado Produtora

O roteiro posiciona seu discurso para o interpretar o que acontece através da atração, um caminho complexo e cheio de estradas, mas que aqui encontra equilíbrio ao enfatizar as sugestões em vez de romper camadas de explicação. Explorando muitos elementos cinematográficos de forma simples – e também inventiva -, Tião Personal Dancer camufla suas intensidades deixando caminho aberto para as poesias da atração.

‘Heart Eyes 2’ vem aí…

De acordo com o Dread Central, uma sequência para o terror slasher ‘Heart Eyes‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) retornará como roteirista. O site ainda afirma que ele finalizou recentemente o enredo da continuação.

Anteriormente, ele havia comentado sobre o que podemos esperar de um novo filme: “Podemos replicar a estrutura de qualquer comédia romântica com o assassino Heart Eyes no centro da história.”

Com 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa original arrecadou US$ 33 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, quando o assassino dos Olhos de Coração ataca em Seattle, dois colegas trabalhando durante o Dia dos Namorados são confundidos como um casal por um serial killer que foca em matar namorados. Agora, eles terão que passar a noite mais romântica do ano correndo por suas vidas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Mason Gooding (‘Pânico’) e Olivia Holt (‘Cruel Summer’), o elenco também conta com Devon Sawa (‘Premonição’) e Jordana Brewster (‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’).

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Phillip Murphy (‘Dupla Explosiva 2’), Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’) e Michael Kennedy (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’).

Cinebiografia dos Beatles revela primeira visão da banda; Confira!

Beatles’, cinebiografia composta por quatro filmes e dirigida pelo cineasta Sam Raimi, divulgou novas imagens.

Nas imagens vemos Joseph Quinn como George Harrison, Paul Mescal no papel de Paul McCartney, Barry Keoghan interpretando Ringo Starr e Harris Dickinson como John Lennon.

Confira as primeiras imagens.

‘The Beatles’: Ringo Starr revela que pediu MUDANÇA no roteiro para Sam Mendes

Os filmes são assinados pelos vencedores do Tony Jez ButterworthJack Thorne, bem como o vencedor do Oscar Peter Straughan, foram contratados para adaptar a história às telonas.

A quadrilogia tem estreia simultânea agendada para abril de 2028.

Sam Mendes traz atualizações promissoras dos Filmes dos ‘Beatles’

Alem disso, Mia McKenna-Bruce, Saoirse Ronan, Anna Sawai e Aimee Lou Wood, completam o elenco.

Segundo a sinopse oficial, “cada homem tem sua própria história, mas juntos eles são lendários”. 

“[Os Beatles] redefiniram a cultura e permaneceram com vocês pela vida toda”, Mendes disse, caracterizando o grupo de rock como “a banda mais significativa de todos os tempos”.

Os quatro longas serão produzidos pela Sony Pictures em parceria com a Apple Corps Ltd, juntamente com McCartney, Starr e as famílias de Lennon e Harrison, que concederam todos os direitos de história de vida e música para um filme roteirizado.

‘Mestres do Universo’: Filme revela brinquedos de He-Man, Esqueleto e mais; Confira!

A Sony Pictures divulgou novas imagens do aguardado live-action He-Man: Mestres do Universo, revelando a nova linha de brinquedos inspirados no filme. O longa será estrelada por Nicholas Galitzine (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’) e Camila Mendes (‘Riverdale’).

As imagens foram divulgadas com pela Entertainment Weekly.

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em He-Man: Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

Após ficarem separados por 15 anos, a Espada do Poder conduz o Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) de volta a Eternia, onde ele descobre seu lar devastado sob o domínio perverso de Esqueleto (Jared Leto). Para salvar sua família e seu mundo, Adam precisa unir forças com seus aliados mais próximos, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba), e aceitar seu verdadeiro destino como He-Man — o homem mais poderoso do universo.

O longa ‘Mestres do Universo’ tem lançamento programado para 5 de junho de 2026.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Elenco Principal:

A atriz Kristen Wiig interpretará um papel inusitado no filme, dando voz ao personagem Roboto, um robô aliado de He-Man. O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Mostra de Tiradentes disponibiliza 27 filmes para assistir ONLINE gratuitamente, incluindo ‘Que Horas Ela Volta?’

A 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes amplia seu alcance com uma programação online gratuita que pode ser acessada de qualquer lugar pela plataforma oficial. Com sinal aberto ao público, a seleção digital reúne 27 filmes das mostras Homenagem, Panorama e Soberania Imaginativa, incluindo obras essenciais da cinematografia brasileira contemporânea.

Na Mostra Homenagem, dedicada à atriz e diretora Karine Teles, o público poderá assistir a títulos representativos de sua trajetória, entre eles Quinze (direção de Maurílio Martins), Otimismo, A Lama da Mãe Morta (direção Camilo Pellegrini) e o emblemático Que Horas Ela Volta? (direção Anna Muylaert).

A Mostra Panorama organiza sua programação em três sessões temáticas: Dramaturgias InfinitasEncontros e Desvios pelo Tempo e Em Busca da Paisagem. Nesta seleção, figuram obras como Lomba do Pinheiro (dir. Iuri Minfroy), Maira Porongyta – o Aviso do Céu (dir. Kujãesage Kaiabi), Tião Personal Dancer (dir. Aristótelis Tothi), e Um Oceano Inteiro (dir. Bruna Dias & Carine Fiúza), além de Comunhão (dir. Pétala Lopes), Do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto (dir. Weyna Macedo, Lucas Parente, Adeciany Castro & Mariana Smith), Windows 51 (dir. Sandro Garcia), YVY Mbyte – Em busca do centro da terra (dir. Gildo Gomes e Araci da Silva), Curva acentuada (dir. Leon Sampaio), Ajude os menor (dir. Janderson Felipe e Lucas Litrento), Nevrose (dir. Ana do Carmo), Trem da onze (dir. Izabelli Campanelli).

Na Mostra Soberania Imaginativa, que celebra invenção e experimentação, o público encontra curtas como Memorial dos Metacarpos (direção Maria Rita Moreira), Pânico na Praia Vermelha (direção Marcos Gabriel Faria), Vigília Noturna (direção Diego Robert) e Vulto Sagrado (direção Daniel Caetano). A segunda sessão apresenta filmes como A Morte da Aparição (direção Lila S.), Mãe Santíssima (direção Buca Dantas), Mydzé (direção Coletivo Memorial Isú-Kariri & Unides Contra a Colonização), Pequeno Jogo (direção Sofia Tomic) e Vim e Irei Como uma Profecia (direção Fábio Rogério).

O Primata

(Primate)

 

Elenco:

Johnny Sequoyah
Troy Kotsur
Jessica Alexander

 

Direção: Johannes Roberts

Gênero: Terror

Duração: 89 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 29 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em O PRIMATA, a universitária Lucy vai passar férias em casa com a família e aproveita a ausência do pai para organizar uma festa na piscina. Durante o evento, seu chimpanzé de estimação surge irreconhecível e agressivo, contaminado com raiva, forçando o grupo a buscar algum jeito de escapar da fúria do animal.

Crítica:

Crítica | O Primata – Filme de TERROR sobre Chimpanzé com raiva é extremamente sangrento e inventivo

Entrevistas: 

Curiosidades: 

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» Além de dirigir, Johannes Roberts também assina o roteiro ao lado de Ernest Riera. Conhecido entre os fãs do gênero, o cineasta já comandou títulos populares como ‘Medo Profundo‘, ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ e ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘;

» O elenco conta com Troy Kotsur, vencedor do Oscar por CODA – No Ritmo do Coração, além de Johnny Sequoyah (Dexter: Sangue Novo) e Jessica Alexander (A Pequena Sereia).

» O filme aposta em efeitos práticos (animatrônicos e figurinos reais) para dar vida ao chimpanzé, em vez de depender só de CGI — algo que tem sido elogiado pelos fãs do gênero.

» Antes mesmo da estreia oficial, O Primata já passou por festivais (como o Festival do Rio) e vem recebendo críticas muito positivas, com destaque para tensão e brutalidade.

» O longa tem cerca de 89 minutos e se encaixa principalmente no gênero de terror/survival horror.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Fenômeno! ‘Guerreiras do K-Pop’ é o filme mais assistido em streaming nos EUA em 2025

O fenômeno da Netflix,Guerreiras do K-Pop, consolidou-se como o maior sucesso do streaming nos Estados Unidos em 2025. De acordo com dados da Variety, o longa alcançou a impressionante marca de 20,5 bilhões de minutos assistidos.

Ao converter esse volume pela duração de 99 minutos da obra, o resultado equivale a cerca de 207 milhões de exibições completas. O domínio do filme foi impulsionado pelo público infantil: a reportagem indica que 48% dos espectadores tinham entre 2 e 11 anos.

Esse engajamento manteve a animação no Top 10 da Nielsen por 25 semanas consecutivas. Além do sucesso nas telas, a trilha sonora também brilhou, com a canção “Golden” liderando a Billboard Hot 100 por oito semanas.

Ranking de Streaming 2025:

O filme chega com força máxima à temporada de premiações, tendo sido indicado ao Oscar em duas categorias: Melhor Animação e Melhor Canção Original (por “Golden”). Em ambas, o longa desponta como o grande favorito para levar a estatueta.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

No longa, quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs contra ameaças sobrenaturais.

Além de se tornar um fenômeno no serviço de streaming, o longa alcançou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado quase US$ 25 milhões nas bilheterias norte-americanas.

Crítica | O Primata – Filme de TERROR sobre Chimpanzé com raiva é extremamente sangrento e inventivo

Nos dias de hoje, é muito difícil encontrar um filme de terror que traga uma história inovadora nunca pensada antes. E, ao mesmo tempo em que eu pensava “que loucura é essa?”, o terror ‘O Primata‘ (Primate) consegue fazer do limão uma limonada com sua trama maluca.

A trama do terror, que foi ovacionado em sua passagem pelo Fantastic Fest, no Texas, e no Festival do Rio, é realmente inventiva. Sabe aquela ideia que você acha muito louca pra ser verdade? É a dos roteiristas Ernest Riera e Johannes Roberts para esse filme.

A trama acompanha a universitária Lucy, que vai passar férias em casa com a família levando algumas amigas enquanto tenta superar a morte da mãe. A família tem um chimpanzé de estimação extremamente inteligente, que sabe até se comunicar com humanos.

Lucy aproveita uma viagem do pai para organizar uma festa na piscina com as amigas em um fim de semana. Durante o evento, o chimpanzé surge irreconhecível e agressivo… ele está contaminado com raiva. À partir daí, as garotas terão que fazer as coisas mais absusdas imagináveis para conseguir sobreviver.

No começo, a trama parece bizarra. Mas é um bizarro que realmente funciona. O filme usa a excentricidade a seu favor e entrega um festival de mortes extremamente violentas e inventivas, que ao mesmo tempo que diverte, assusta.

Ben, o chimpanzé raivoso, mata as suas vítimas sem dó e das maneiras mais insanas possíveis. Ou seja, esteja preparado para cenas realmente impactantes. Porém, o filme dosa o terror e o humor de uma maneira brilhante, tornando a experiência divertida… e extremamente surreal.

O ator surdo-mudo Troy Kotsur, de ‘CODA‘, é o destaque do filme. As atrizes Johnny Sequoyah, Jessica Alexander, Victoria Wyant, Kae Alexander e Gia Hunter também entregam atuações inspiradas.

Conhecido entre os fãs do gênero, Johannes Roberts já comandou títulos populares como ‘Medo Profundo‘, ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ e ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘. Aqui, ele entrega uma direção inteligente e potente.

O Primata‘ parece um filme de terror saído direto dos anos 90, que usa uma ideia que pode parecer maluca, mas é muito bem desenvolvida pelo roteiro. Uma grata surpresa do gênero.

 

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‘DTF St. Louis’: HBO Max divulga trailer e data de estreia de nova comédia; Confira!

A HBO Max divulgou o mais novo trailer e a data de estreia de DTF St. Louis, comédia ácida estrelada por Jason Bateman, Linda Cardellini e David Harbour.

O título da série faz referência a uma gíria popular nos Estados Unidos: “DTF”, abreviação de “down to fck”* (algo como “pronto para transar”), amplamente utilizada nas redes sociais no país.

DTF St. Louis’ estreia no dia 1º de março de 2026, no HBO Max.

O elenco ainda conta com Richard JenkinsChris PerfettiJoy Sunday.

A minissérie, supervisionada pela HBO, conta com sete episódios.

Steve Conrad entra como roteirista, diretor, showrunner e produtor executivo do projeto.

A trama é centrada em um triângulo amoroso entre três adultos que passam por uma crise de meia-idade que culmina em um deles sendo morto.

Bateman, Harbour, Todd BlackJason BlumenthalSteve TischMolly AllenBruce TerrisMichael CostiganKristina WensonJames Lasdun completam o time de produtores executivos.