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Crítica | ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ entrega um esplêndido 4º episódio marcado por traições e disputas políticas

Depois dos chocantes eventos do episódio anterior, ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ retornou esta semana com mais um impecável capítulo – que foi lançado na HBO Max antes do previsto em virtude do Super Bowl. A nova entrada do segundo spin-off de Game of Thrones, que se passa entre os eventos da trama original e da pré-sequência A Casa do Dragão, não apenas trouxe uma profunda mudança tonal para o projeto, como o aproximou da conhecida atmosfera de suspense político que sempre acompanhou a história de Westeros. E, se já havíamos nos encantado na semana passada, retornamos agora para um novo espectro dessa instigante jornada que já nos prepara para o finale.

Após enfrentar Aerion (Finn Bennett) para proteger a jovem marionetista Tanselle (Tanzyn Crawford) das investidas malignas do psicótico Príncipe Targaryen, e descobrir que Egg (Dexter Sol Ansell) é, na verdade, Aegon, um dos filhos desaparecidos do herdeiro do Trono de Ferro, Ser Duncan (Peter Claffey) se vê desmantelado de todos os sonhos que almejava – como se tornar um Cavaleiro respeitado, seguindo os passos de seu falecido mestre. Acorrentado em uma masmorra, Dunk é visitado por Egg, mostrando-se decepcionado com o garoto por ter mentido sobre sua verdadeira identidade e sendo levado para uma breve conversa com Maekar (Sam Spruell), tio de Aegon.

Dunk é instruído a apelar pelo direito que tem como réu do tribunal que o determinará inocente ou culpado de ter desrespeitado e atacado um Targaryen, além de ser acusado de ter raptado Egg. Dessa maneira, em frente à “corte” que o ouve, o Cavaleiro Andante afirma querer um julgamento por combate; em contrapartida, Aerion, valendo-se de uma prerrogativa milenar, apela para o Julgamento de Sete, uma prática há muito não vista que afirma que tanto o lado acusatório quanto o acusado devem reunir sete cavaleiros que irão batalhar até que um dos grupos caia por completo (por rendição ou por morte). Apoiando-se na mitologia e na misericórdia dos Velhos Deuses, a sangrenta batalha determinará se Dunk será inocentado ou punido.

Sarah Adina Smith retorna mais uma vez à cadeira de direção, mantendo o altíssimo nível do spin-off e, sem sombra de dúvida, superando seu trabalho em “The Squire”. A realizadora pouco a pouco constrói uma ponte entre a trama iniciada na semana passada com a desta semana, regendo a crescente angústia que se apodera dos personagens ao apostar fichas em uma isolação crescente que culmina em novas alianças e artimanhas inesperadas. Aliando-se a Federico Cesca na fotografia, Smith promove uma profunda alteração nos moldes aventurescos e despojados das iterações predecessoras para nos engolfar em um perigoso e inescapável labirinto enevoado que transforma a jornada do herói em um conflito beligerante de interesses e de poder.

A diretora faz isso com a ajuda igualmente imprescindível do roteiro assinado por Azia Barnes, Annie Julia Wyman e Ira Parker, este funcionando como criador e showrunner do spin-off. O trio, abrindo espaço para um lado que ainda não tínhamos visto da série, em momento algum abandona a essência da personalidade de Dunk e Egg, optando por usar o caráter dos protagonistas para amadurecê-los em uma trama repleta de reviravoltas e traições. À medida que laços de amizade e companheirismo são fortalecidos, outros ruem frente a promessas vazias e a uma completa renegação de um dos principais atributos de um Cavaleiro: a honra.

É notável como essa transformação é essencial para nos relembrar, mais uma vez, que todos os riscos tomados no efervescente mundo de Westeros podem ter repercussões catastróficas. Como se não bastasse, depois de sermos levados para o ápice da dinastia Targaryen com A Casa do Dragão, nos oferecer o início da queda e da ruína de uma das famílias mais poderosas desse panteão é um lembrete de que até mesmo o indivíduo mais temido se esvai com a força ineludível do tempo. E, conforme essa percepção se torna mais clara, Dunk e Egg permanecem como os fios condutores do encontro entre duas esferas muito distintas de um mesmo cosmos.

Esquadrinhando camadas inéditas e que fornecem complexidade ímpar para o que apenas poderia ser uma história de fantasia medieval, ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ volta a nos surpreender com um esplêndido episódio que encontra sucesso nos mínimos detalhes – e que nos “frustra”, por assim dizer, por ter uma duração muito curta.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 15 de fevereiro.

Dylan O’Brien agradece apoio para viver personagem LGBTQ+ em ‘Twinless – Um Gêmeo a Menos’

O astro Dylan O’Brien (‘Teen Wolf’) comentou recentemente sobre os desafios e a responsabilidade de interpretar um personagem queer no longa Twinless – Um Gêmeo a Menos’.

Em entrevista ao Deadline, o ator destacou a importância de ter recebido o “aval” e a orientação de seu colega de elenco e diretor, James Sweeney, para o papel.

Sweeney, que é um homem gay, explicou que incentivou O’Brien a explorar uma performance mais fluida, fugindo do estereótipo comum de atores heterossexuais que interpretam personagens gays de maneira “neutra” por receio de críticas.

“Em relação a ele agir como queer, vou assumir o crédito por ter dado permissão a ele e levado ele para ser fluido com a masculinidade e feminilidade. Muitas vezes, quando atores héteros interpretam gays, eles não se inclinam para isso por medo de serem vilipendiados pelo público, e dizem: ‘Somos todos iguais, então vou interpretar a mim mesmo’. Não digo isso como uma denegração a outros atores héteros, mas senti que, para Rocky se sentir atraído por Dennis, ele precisaria se sentir confortável tanto com masculinidade quanto com feminilidade, na minha experiência de namoro”, afirmou Sweeney.

Dylan O’Brien protagoniza cenas QUENTES de sexo gay na comédia dramática ‘Twinless’; Assista!

O’Brien concordou, ressaltando que essa confiança foi fundamental para evitar uma atuação inautêntica:

“Permissão faz toda a diferença. James é um homem gay, e isso vinha de um lugar em que eu podia confiar. Nós tínhamos uma visão parecida sobre atores heteros interpretando papéis gays, especialmente nos últimos anos: você começou a ver atores héteros fazendo personagens queer de maneira completamente ‘hétero’. Começou a parecer inautêntico. Foi ótimo ter a visão dele, o apoio e esse ajuste fino. Ele dizia: ‘Exagera nessa aqui. Depois a gente ajusta se não parecer real'”, acrescentou.

Lembrando que após a exibição do filme no Festival de Sundance, James Sweeney reforçou que seu objetivo não é apenas criar personagens “identificáveis”, mas sim normalizar a experiência queer através de suas imperfeições.

“Não abordo meu trabalho pensando que estou tentando tornar as dificuldades de um protagonista queer mais identificáveis. É algo mais instintivo. Fico feliz se, de alguma forma, isso funcionar, acredito que sempre há universalidade na especificidade. Sempre que conseguimos normalizar personagens queer como pessoas passando pelas mesmas dificuldades que todos enfrentamos, seja solidão, rejeição. isso ajuda a construir empatia. E essa é uma das coisas mais poderosas da narrativa: a capacidade de se colocar no lugar do outro”, concluiu o diretor.

Na trama, Roman, abalado pela morte do irmão gêmeo, encontra no luto uma solidão que parece invencível. Ao se unir a um grupo de apoio para pessoas que perderam seus gêmeos, ele conhece Dennis e nasce entre os dois uma amizade intensa, inesperada e complexa.

Sweeney escreveu, dirigiu e produziu o longa-metragem.

Aisling Franciosi, Lauren Graham, Tasha Smith, Chris Perfetti, François Arnaud, Susan Park e Cree Cicchino completam o elenco.

O’Brien e Miky Lee entram como produtores executivos ao lado de Ali Jazayeri, David Gendron e Liz Destro.

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‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Vincent D’Onofrio revela que Rei do Crime não aparecerá no novo filme do herói

Homem aranha rei do crime

O aguardado Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas ainda este ano, prometendo uma nova era para o herói de Tom Holland. Apesar das teorias dos fãs sobre um embate urbano, o astro Vincent D’Onofrio esclareceu por que o seu icônico Rei do Crime não estará no longa.

Conforme o Deadline, D’Onofrio explicou que, embora Wilson Fisk seja o “prefeito” de Nova York no atual cenário do MCU, ele ainda não cruzará o caminho do Amigão da Vizinhança nesta produção.

O ator brincou sobre as questões contratuais e de direitos que envolvem o personagem: “Não. Acho que vou esperar até que eles tenham os direitos do meu personagem [para o cinema] e me coloquem em um desses filmes; então eu resolvo tudo isso”.

Apesar de ficar de fora da nova aventura de Peter Parker, os fãs não precisarão esperar muito para ver o vilão novamente. Vincent D’Onofrio já está confirmado para retornar na 2ª temporada de ‘Demolidor: Renascido’, onde o conflito político e físico com Matt Murdock deve atingir seu ápice.

Cretton é conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, que integrou a Fase 4 do Universo Cinemático Marvel.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

‘Pillion’: Editor de romance BDSM revela inspiração inusitada em ‘Tubarão’, de Steven Spielberg

O editor Gareth C. Scales, responsável pelo longa Pillion, surpreendeu ao revelar uma referência inusitada para a produção: o clássico Tubarão, de Steven Spielberg. A inspiração, no entanto, não está no suspense, mas na forma como o filme lida com a nudez, especificamente na decisão de nunca mostrar o órgão sexual masculino por completo.

De acordo com a Variety, Scales explicou que o filme adota a mesma lógica cinematográfica de Spielberg, que ficou famoso por economizar nas aparições do temido tubarão para aumentar o impacto no público.

Em uma cena crucial no início do filme, o tímido e solitário Colin (Harry Melling) tem seu primeiro encontro sexual com o motociclista Ray (Alexander Skarsgård) em um beco escuro. No momento em que Ray abre o zíper de sua calça de couro e Colin se ajoelha, a edição optou pelo mistério.

“É um pênis prostético muito bem-feito”, afirma Scales. “Mas achamos que era importante vê-lo pelos olhos do Colin. Você quer muito ver, e a sugestão faz você pensar: ‘Meu Deus’. Você sabe quem o personagem é, então espera algo impressionante, mas pareceu mais divertido manter um certo mistério”.

O editor admite que a decisão final foi tomada na pós-produção para instigar a imaginação da audiência:

“Você vê parte do corpo do órgão aparecendo, mas não ele completo — cortamos bem antes do momento em que você acha que vai ver tudo. Decidimos, por assim dizer, não mostrar o tubarão, explica o editor.

Produzido pela A24, o longa chega aos cinemas brasileiros em 12 de fevereiro de 2026, com distribuição da Diamond Films.

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O longa marca a estreia diretorial de Harry Lighton, que também adapta o roteiro do romance Box Hill, de Adam Mars-Jones.

Na trama, Colin, um homem tímido, conhece Ray, um confiante líder de gangue de motoqueiros, que o inicia em um relacionamento submisso, desafiando a existência mundana de Colin e estimulando o crescimento pessoal por meio de sua dinâmica.

Douglas HodgeLesley SharpJake ShearsPaul TallisAnthony Welsh e mais completam o elenco.

Retro Dance #36 | ‘Guilty Pleasure’ e o início do amadurecimento artístico de Ashley Tisdale

Ashley Tisdale ganhou fama mundial ao interpretar Sharpay Evans na franquia musical High School Musical, eternizando uma das “vilãs” mais icônicas do panteão Disney Channel. Em meio ao término da saga infanto-juvenil em 2008, Tisdale já havia se lançado à carreira musical solo, seguindo os passos de tantas outras artistas da Casa Mouse, como sua colega de elenco, Vanessa Hudgens. Com ‘Headstrong’, a atriz e cantora começou a receber mais destaque em virtude de sua versatilidade; todavia, a artista percebia que precisava se desvincular da persona que imortalizara ao longo dos anos e, com isso, encontrou um espaço mais amadurecido para seu segundo álbum de estúdio.

Intitulado Guilty Pleasure, o compilado de originais foi lançado em 2009, com uma trajetória promocional que logo de cara já nos chamou a atenção. Em meio ao desejo de finalizar um capítulo importante da carreira e estando pronta para o próximo, Tisdale emergiu aos holofotes com uma roupagem totalmente diferente ao divulgar o lead single “It’s Alright, It’s OK”, uma divertida e vibrante faixa pop-rock dotada de todos os elementos que amamos em produções como essa: uma boa organização instrumental, mensagens de empoderamento e de libertação e uma clara construção convencional que funciona do começo ao fim. Poucos meses mais tarde, o álbum ganhava vida.

Através de catorze faixas, a obra é uma clara tentativa da performer em criar uma ruptura entre o passado e o presente – e já se inicia com uma sólida faixa assinada por ela própria. Os breves segundos introdutórios de “Acting Out” parecem preparar o terreno para um espetáculo de que Tisdale se apropriou, afirmando com todas as palavras que está mudada e que está na hora de mostrar ao mundo um lado que, até então, estava escondido. Ainda que a produção de Alke, escalado para diversas tracks do álbum, não traga nada de novo, por assim dizer, sua beleza está na funcionalidade e na praticidade, mostrando que, em meio ao mandatório curso de amadurecimento, impulsos e erros são normais e continuarão a acontecer.

No geral, o álbum envelheceu de maneira positiva após dezessete anos de lançamento. À época, a crítica internacional soou dividida entre aqueles que notaram a clara remodelação imagética e identitária de Tisdale, e aquele que perceberam que a artista não ousou como poderia – optando por construções genéricas e convencionais. Estreando em décimo segundo lugar nas paradas da Billboard, o comedido sucesso parece ter atrapalhado os ápices que se espalham profusamente pelo projeto, funcionando mais como o início de uma artista que ainda tinha muito para contar do que como a investida de uma musicista estabelecida.

É curioso comparar a longeva reviravolta que a performer atribuiria à própria visão artística com ‘Symptoms’, álbum independente que estreou em 2019, mais de dez anos depois de sua última incursão. Afinal, se Tisdale conseguiu traduzir todas as suas angústias e suas batalhas contra ansiedade e depressão com aspectos do pop, do R&B e até mesmo do indie, foi Guilty Pleasure quem começou a calcar esse tortuoso e, eventualmente, libertador caminho. Mesmo escorregando em fórmulas constantes e alguns versos fracos, boa parte das canções entrega o que promete.

Quando Tisdale se volta para o power-pop, ela faz mágica – como é o caso de “Overrated”, uma ótima e subestimada faixa movida pela bateria e pela guitarra que, sem sombra de dúvida, posa como uma das líricas mais amadurecidas da discografia da artista. Em breves três minutos e quarenta segundos, ela discorre sobre um tóxico relacionamento em que foi engolfada, moldando-se ao bel-prazer de alguém que havia se apaixonado por uma amorfa figura que criou, e não por quem ela de fato é. “A verdade é que me quero de volta” antecipa o verso “de quem eu desisti para você acreditar” em um impressionante levante para alguém de 23 anos de idade que começava, finalmente, a expressar os traumas e as frustrações escondidos há tempo demais.

“Tell Me Lies” parte de uma estrutura similar, mas mergulha em uma premissa bem diferente ao implorar para seu amado que lhe conte apenas mais uma mentira, recusando-se a enfrentar uma dolorosa; “Erase and Rewind”, mesmo contando com uma construção mais vibrante e explosiva, parte de uma melancolia inescapável da transição para a vida adulta, sem deixar de lado o escopo romântico que é muito comum ao mainstream; e, em faixas como “Masquerade” e “Crank It Up”, Tisdale se arrisca em algumas incursões mais ousadas, trazendo referências da eterna princesa do pop Britney Spears para mostrar uma camada sensual e “despudorado”, por assim dizer.

É necessário dizer que o álbum sofre de problemas intrínsecos, que o tornam um tanto quanto profuso com a inclusão de certas faixas – a maior parte delas centrada nas baladas. Seja com a power-pop “How Do You Love Someone”, a soturna e um tanto quanto problemática “Me Without You” e a dissonante “What If”, Tisdale perde a mão quando se volta para uma atmosfera mais restrita e sentimental, não encontrando a verdade obrigatória para esse tipo de faixa. E, por algum motivo, a presença da electro-pop “Switch”, do filme ‘Pequenos Invasores’, deixa tudo um pouco mais absurdo.

Apesar dos óbvios equívocos e do extenso time de produtores e liricistas, Guilty Pleasure nos chama a atenção por começar a mostrar o coming-of-age de Ashley Tisdale de maneira brutal e incisiva, mergulhando em uma espécie de metadiegese que seria polida anos mais tarde – e contando com músicas que mereciam mais a nossa atenção.

‘Grizzly Night’: Oded Fehr destaca importância do terror sobre Ursos

O ator Oded Fehr comentou recentemente sobre seu papel emGrizzly Night, terror inspirado em eventos reais que narra a luta desesperada de uma família contra ataques violentos de ursos.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Fehr, que interpreta um médico tentando salvar seus entes queridos, destacou a importância do filme.

“Para mim, a importância deste filme e da história que ele conta está na mudança de mentalidade que tivemos antes e depois desses eventos. Passamos a ser muito mais cuidadosos em minimizar o impacto humano na vida selvagem,  seja com o lixo, seja ao nos aproximarmos demais dos ursos”, afirmou

“A mentalidade mudou de ‘é como um zoológico, você pode fazer o que quiser, jogar comida neles’ para ‘precisamos ter muito cuidado. Não podemos envolvê-los em nossas vidas. Temos que deixá-los viver em seu habitat natural’. Assim, temos muito mais chances de evitar incidentes como os que vemos no filme”, acrescentou.

Fehr também abordou a complexidade de equilibrar o profissionalismo médico com o desespero emocional de um pai em meio ao caos das gravações:

“Não sou médico de verdade, mas já interpretei um muitas vezes na televisão, então foi algo que veio de forma natural. Ainda assim, é desafiador e ao mesmo tempo empolgante. Essas sequências dramáticas são emocionalmente intensas, você precisa encontrar essas emoções e ser verdadeiro nelas, mas também agir como um médico, alguém que, em certos momentos, precisa se distanciar para conseguir fazer o trabalho”, destacou.

“Então foi interessante descobrir: até que ponto ele se permite sentir? Ele reage na hora ou guarda tudo para depois? É uma situação muito triste, ainda mais em um contexto de férias, acampamento… algo que deveria ser leve. É devastador tanto para os humanos quanto para os animais. Havia muito drama a ser explorado”, concluiu.

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Na trama, uma guarda florestal novata enfrenta uma noite aterrorizante de ataques de ursos pardos, liderando sobreviventes isolados em meio ao caos e ao medo em uma luta que muda para sempre a visão da América sobre a natureza selvagem.

Em 12 de agosto de 1967, dois ataques fatais de ursos pardos ocorreram a nove milhas de distância um do outro no Parque Nacional Glacier, em Montana.

O elenco conta com Charles EstenOded FehrLauren CallJoel JohnstoneJosh ZuckermanMatt LintzAli SkovbyeSophia GrayBrec BassingerJack Griffo.

Burke Doeren faz sua estreia na direção, a partir de um roteiro assinado por Katrina Mathewson & Tanner Bean (‘Dexter: Resurrection’).

Austin Butler viverá Lance Armstrong em novo filme do diretor de ‘Conclave’

O astro Austin Butler, conhecido por sua atuação em Elvis, foi escalado para interpretar Lance Armstrong no novo filme dirigido por Edward Berger (‘Conclave’). O longa abordará a trajetória do lendário ciclista, cuja reputação mundial foi destruída após a revelação de um massivo escândalo de doping.

Segundo informações da Variety, a produção está sob o comando de Scott Stuber, ex-chefe da divisão de filmes da Netflix agora na United Artists, e o projeto já desencadeou uma disputa acirrada entre grandes estúdios e plataformas de streaming pelos direitos de distribuição.

Embora a história de Armstrong já tenha sido levada ao cinema em 2015 com o filme The Program, estrelado por Ben Foster, a nova produção de Stuber conta com um diferencial importante: a garantia dos direitos de vida do próprio ciclista.

O roteiro será assinado por Zach Baylin, indicado ao Oscar por ‘King Richard: Criando Campeãs’, enquanto Nick Nesbit dividirá a produção com Stuber.

Oded Fehr fala sobre possível retorno em ‘A Múmia 4’: “Imagino que vá acontecer”

O ator Oded Fehr, que conquistou os fãs como o guerreiro Ardeth Bay na franquia original, comentou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel em ‘A Múmia 4′, novo longa que trará de volta o astro Brendan Fraser.

Em entrevista ao portal ComicBookMovie, Fehr revelou que, embora ainda não tenha sido contatado oficialmente pela produção, o projeto é alvo constante de conversas nos bastidores:

“Ouvi muitas coisas de muitas pessoas. Não fui oficialmente abordado, mas ouvi bastante coisa. Imagino que vá acontecer, e provavelmente estou tão animado quanto vocês”, afirmou o ator.

Fehr também demonstrou consciência sobre o peso de retornar a uma saga tão querida, destacando o carinho especial que tem pelos filmes originais:

“É uma grande responsabilidade tentar fazer um filme que os fãs amem tanto quanto os dois primeiros, que são os que realmente importam. A Múmia me transformou em um ator em atividade, e eu amo esse filme. Amo a franquia. Acho que ela ainda funciona maravilhosamente bem, e adorei as pessoas com quem trabalhei. Seria incrível poder fazer isso de novo”, acrescentou.

‘A Múmia 4’: O que já sabemos da sequência com Brendan Fraser e Rachel Weisz?

De acordo com múltiplas fontes, acredita-se que Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett (‘Casamento Sangrento’, ‘Pânico’) assumirão a cadeira de diretores, enquanto David Coggeshall (‘Plano em Família’) ficará responsável pelo roteiro.

Sean Daniel, que já trabalhou nos outros filmes da franquia, está atado como produtor ao lado de William SherakJames Vanderbilt e Paul Neinstein.

Mais detalhes não foram divulgados.

Lançado em 1999, A Múmia nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.

Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommers transformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel WeiszArnold VoslooJohn HannahOded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.

O filme está disponível no Prime Video.

Chris Hemsworth quer Halle Berry como Tempestade em ‘Vingadores: Guerras Secretas’

O astro Chris Hemsworth, conhecido por dar vida ao Deus do Trovão no MCU, comentou recentemente sobre o seu desejo de ver Thor dividindo a tela com uma das personagens mais icônicas dos X-Men: a Tempestade.

De acordo com o ComicBook, Hemsworth brincou sobre a possibilidade de Thor se sentir ameaçado por alguém “roubando seu trovão” em um crossover, mas negou qualquer rivalidade.

Pelo contrário, o ator revelou estar desapontado com a ausência da mutante no próximo grande evento da Marvel, ‘Vingadores: Dr. Destino’.

Em tom de convite direto, ele declarou: “Todo mundo quer você no filme. Você tem que vir se juntar a nós. Precisa aceitar. Eu estou te convidando”.

Apesar do entusiasmo de Hemsworth e dos fãs, o retorno de Halle Berry como Ororo Munroe ainda parece incerto. A atriz comentou anteriormente sobre a possibilidade e indicou que não estará presente no quinto filme dos Vingadores.

Halle Berry ainda reforçou que Tempestade é uma personagem extremamente especial em sua carreira e, embora tenha afirmado que não participará de ‘Vingadores: Dr. Destino’ “desta vez”, deixou as portas abertas: “Existem outras oportunidades, e eu faria isso sem hesitar”.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘DanMachi – É errado tentar pegar garotas numa masmorra?’ é renovado para a 6ª temporada

O anime ‘DanMachi – É errado tentar pegar garotas numa masmorra?’ foi oficialmente renovado para sua sexta temporada. A novidade foi confirmada pelo portal AnimeMojo durante o evento especial de 10º aniversário, intitulado “Aedes Vesta – Sacred Flame’s Path”, realizado em Chiba, no Japão, neste sábado, 7 de fevereiro de 2026.

Embora um teaser de anúncio tenha sido divulgado para empolgar os fãs, a nova leva de episódios ainda não possui uma data de estreia definida.

A produção deve manter a consistência das temporadas anteriores com o estúdio J.C.Staff à frente do projeto. A expectativa é que o diretor Hideki Tachibana retorne ao comando, acompanhado por Hideki Shirane na composição da série, Shigeki Kimoto no design de personagens e Keiji Inai na trilha sonora.

A obra é baseada nas populares light novels de Fujino Omori e Suzuhito Yasuda, publicadas desde 2013, que já ultrapassaram a marca de 20 volumes.

A trama acompanha a jornada do adorável Bell Cranel, um jovem que busca aventuras nas masmorras e acaba encontrando muito mais do que esperava ao se aliar à pequena deusa Hestia.

‘DanMachi – É errado tentar pegar garotas numa masmorra?’ está disponível na Netflix.

Sam Raimi afirma que Rachel McAdams foi “subaproveitada” em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

O cineasta Sam Raimi comentou recentemente sobre sua decisão de colaborar novamente com Rachel McAdams após trabalharem juntos em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Em entrevista ao GamesRadar+, Raimi revelou que sentiu que a atriz foi “subaproveitada” no longa da Marvel e prometeu a si mesmo que encontraria um projeto à altura de seu talento.

Para Raimi, McAdams era a escolha ideal para o papel de Linda devido à sua capacidade de surpreender o público.

“Ela era a pessoa perfeita porque é uma atriz brilhante. Vi o quanto ela é talentosa e, na verdade, subaproveitada no meu último filme. Prometi a mim mesmo que trabalharia com ela novamente”, explicou o diretor. “O calor humano dela é maravilhoso. Como ela nunca interpretou uma personagem realmente sombria antes, era o cenário perfeito para chocar a audiência”.

Raimi destaca que o filme foge do óbvio: “O longa não é um ‘quem fez isso?’, mas sim um ‘o que vem a seguir?’. Ele vira à esquerda quando você acha que vai virar à direita. O choque é muito maior quando essa pessoa que amamos se transforma em uma vilã terrível”.

Sam Raimi revela cena descartada de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

A atriz também demonstrou entusiasmo ao explorar um lado menos “perfeito” em cena, abraçando a complexidade de sua nova personagem.

“Simpatia é superestimada. É entediante”, brincou McAdams em uma entrevista separada. “Parecia muito divertido inverter os papéis e ver se conseguiríamos reconquistar o público depois. Isso é muito mais representativo dos seres humanos reais: um pouco de bondade e, logo depois, nem tanto”.

Socorro!‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

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‘Vingadores: Dr. Destino’: Nova imagem revela detalhes do visual do Doutor Destino de Robert Downey Jr.

‘Vingadores: Dr. Destino’, épico da Marvel que promete explorar uma guerra multiversal de proporções gigantescas, teve recentemente mais um brinde oficial da equipe revelado, oferecendo um novo vislumbre do visual de Robert Downey Jr. como o implacável Doutor Destino.

A imagem foi compartilhada pelo ComicBookMovie e destaca o vilão. O visual está bastante fiel aos quadrinhos, embora os símbolos estampados em seu peito pareçam ser uma adição inédita para a versão cinematográfica.

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Além disso, o termo “Team Doom” presente no material reforça rumores de que Victor Von Doom pode liderar sua própria equipe, possivelmente formada por variantes de personagens conhecidos do multiverso.

Vale ressaltar que, até o momento, tivemos apenas um breve vislumbre de Destino na cena pós-créditos de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’. Na ocasião, ele aparentava usar uma capa e uma máscara diferentes durante seu encontro com o jovem Franklin Richards, o que pode indicar múltiplas versões do personagem em ação.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Paradise Lost’: DC descarta série derivada da ‘Mulher-Maravilha’, apontam rumores!

Novos rumores sugerem que Paradise Lost, a aguardada série derivada do universo da Mulher-Maravilha, pode ter sido descartada pela Warner Bros. Discovery. O projeto foi anunciado originalmente pelo cineasta James Gunn como parte do “Capítulo 1: Deuses e Monstros” do novo DCU.

De acordo com o jornalista John Rocha, do portal ComicBookMovie, fontes internas indicam que o desenvolvimento foi interrompido.

“Fontes estão me dizendo que a DC estava se reunindo com roteiristas para Paradise Lost, recebendo propostas para Paradise Lost, mas eles foram informados de que o projeto está morto. Paradise Lost está morto. Não vai acontecer como série de TV. E não morto no sentido de que vão apenas esperar por um roteiro”, afirmou o jornalista.

Ele acrescentou: “Esses roteiristas e as pessoas que apresentaram ideias de histórias para Paradise Lost, para serem showrunners ou roteiristas da série, foram informados de que o projeto agora está morto, não está mais em desenvolvimento ativo. Morto. E isso é uma grande notícia, porque muita gente achava um pouco estranho fazer uma série sobre Themyscira sem ter a Mulher-Maravilha nela”.

A notícia do suposto cancelamento ganha força após o anúncio de que Ana Nogueira (roteirista de ‘Supergirl’) foi contratada para escrever um filme solo da Mulher-Maravilha’.

Para muitos especialistas, a decisão de encerrar a série faz sentido, já que havia certa resistência do público e da crítica sobre uma produção focada em Themyscira que não contasse com a presença da heroína principal.

Importante: Até o momento, a DC Studios e a Warner Bros. não confirmaram oficialmente o cancelamento. Portanto, as informações devem ser tratadas como rumores

Anunciada como uma prequela dos filmes da Mulher-Maravilha, a série teria como cenário a ilha de Themyscira (a Ilha Paraíso). A proposta era explorar a política, as intrigas e as aventuras das Amazonas gerações antes do nascimento de Diana, com um tom sombrio e épico comparado ao estilo de ‘Game of Thrones’.

Durante o anúncio, Gunn não revelou quem estará envolvido com o projeto.

“Essa é uma história no estilo ‘Game of Thrones’, sobre a atmosfera da Ilha Paraíso, lar das Amazonas e local de nascimento da Mulher Maravilha”, ele disse. “E isso envolve toda a obscuridade e o drama e a intriga política por trás dessa sociedade matriarcal. É uma história de origem sobre: como essa sociedade surgiu? O que ela significa? Como é a política delas? Quais são suas regras? Quem está no comando? Quais são os jogos que elas jogam entre si? Acho que é algo muito animador”.

Me Ame com Ternura

(Love Me Tender)

 

Elenco:

Vicky Krieps
Antoine Reinartz
Monia Chokri

 

Direção: Anna Cazenave Cambet

Gênero: Drama

Duração: 134 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 5 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em ME AME COM TERNURA, no fim de um verão, Clémence decide abrir seu coração ao ex-marido e revela que está vivendo novos amores, agora com mulheres. Em resposta, ele a pune de forma cruel, tomando a guarda do filho e passando a impedir qualquer contato entre os dois. Diante dessa ruptura, Clémence precisa encontrar forças para se reinventar, lutando não apenas pelo papel de mãe, mas também pelo direito de ser quem é: uma mulher livre, em busca de amor e de si mesma.

Crítica | Me Ame Com Ternura – Vicky Krieps vive maternidade interrompida pelo preconceito sexual

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo de Constance Debré;

» Além de dirigir, Anna Cazenave Cambet também assina o roteiro da adaptação;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Infinite Icon: Uma Memória Visual

(Infinite Icon: A Visual Memoir)

 

Elenco:

Paris Hilton
Rina Sawayama
Sia

 

Direção: JJ Duncan, Bruce Robertson

Gênero: Documentário

Duração: 118 min.

Distribuidora: SATO Company

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 29 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

INFINITE ICON: UMA MEMÓRIA VISUAL traz um retrato íntimo, emocional e profundamente humano de Paris Hilton — uma das figuras mais famosas da cultura pop do século XXI, e também uma das mais incompreendidas.

Curiosidades: 

»  Além de codirigir, Bruce Robertson também assina o roteiro da produção;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Brinquedo Assassino’: Chucky vai ganhar novo filme dando sequência para a série, afirma insider

Segundo o BeyondReporter, a franquia ‘Brinquedo Assassino‘ vai ganhar um novo filme após o cancelamento da série ‘Chucky‘ em sua terceira temporada.

O insider afirma que a produção já começou em segredo, e que o filme vai pegar exatamente do momento em que a série encerrou.

Para aqueles que não se recordam, a 3ª temporada apresentou Jake (Zachary Arthur) injetando uma espécie de droga para temporariamente “morrer” e adentrar o Reino Espiritual. Pelo fato de Chucky ter passado anos dividindo a própria alma para continuar imortal, inúmeras versões dele aguardam lá – mas Jake está em busca apenas de uma: a do Chucky Bom. Jake espera encontrá-lo para que ele possa ajudá-lo a descobrir o paradeiro de Caroline, irmã de Lexy (Alyvia Alyn Lind), que estava desaparecida desde o ciclo anterior.

Mais novidades devem ser divulgadas em breve.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Amanda Seyfried revela que sua cena de sexo FAVORITA foi com Megan Fox

Amanda Seyfried (‘Meninas Malvadas’) revelou que sua cena de sexo favorita no cinema foi com Megan Fox em ‘Garota Infernal’:

“É o filme que mais gosto na minha carreira. Foi ignorado nos cinemas, mas ganhou um público fiel depois. Não acredito que ninguém quis ver eu e Megan juntas. Nos beijamos muito bem e funcionou. Fizemos para o público.”, ela afirmou.

Recentemente, Amanda confirmou que uma sequência para o clássico  está oficialmente em desenvolvimento.

No entanto, a atriz revelou que só retorna para a continuação se a Megan Fox também estrelar o novo filme.

“Estamos fazendo um novo [‘Garota Infernal’]. Você retornará?”, perguntou a artista ao Adam Brody, durante o especial Actor on Actor do site.

Ele responde: “Eu ouvi falar, mas não me chamaram. Meu personagem morreu no primeiro filme.”

Seyfried, então, completa e revela sua condição para participar da sequência: “A Megan Fox também morreu, mas eu não farei a continuação sem ela.”

Anteriormente, a roteirista Diablo Cody (‘Juno’) havia revelado que adoraria ver o retorno das duas atrizes na sequência: “Eu adoraria trazer a Megan [Fox] e a Amanda [Seyfried] de volta para uma sequência de ‘Garota Infernal’ – isso seria o ideal. Quero muito voltar a explorar aquele universo, e já pensei em diversas permutações que poderíamos fazer. Poderíamos fazer uma pré-sequência, uma sequência e até mesmo um musical. Estou disposta a fazer qualquer coisa, só preciso encontrar o parceiro certo.”

Cody já havia comentado sobre seu desejo em desenvolver uma continuação: “Eu quero fazer uma sequência [para ‘Garota Infernal’]. Eu ainda tenho mais coisas para contar [naquele universo]. Eu só preciso encontrar um parceiro que acredite neste projeto tanto quanto eu, e isso ainda não aconteceu. Preciso de alguém que acredite nesta sequência e tenha dinheiro.”

Ao ser possuída por um demônio, a estudante Jennifer se torna muito brava com os rapazes que nunca a deram uma chance. Enquanto a maldosa Jennifer satisfaz seu apetite com carne humana de meninos da escola, sua amiga nerd Needy descobre o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.

Marvel está EMPOLGADA com a recepção inicial de ‘Vingadores: Doutor Destino’, afirma insider

Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas este ano, prometendo apresentar a guerra multiversal no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Mesmo com refilmagens já programadas para abril, os rumores mais recentes indicam que a avaliação interna no estúdio é extremamente positiva e que o longa está “tomando uma forma muito boa” na pós-produção.

De acordo com o jornalista Jeff Sneider, conhecido por antecipar informações da indústria, as primeiras impressões dos executivos da Marvel apontam para um projeto sólido, sem sinais de problemas criativos graves. Pelo contrário: a cúpula do estúdio estaria confiante e muito satisfeita com o rumo da trama.

Se esse otimismo se confirmar, as refilmagens de abril não servirão para “consertar” o filme, mas sim para refiná-lo. Os esforços devem focar em três pilares principais:

  • Participações Especiais: Incluir aparições de atores que não puderam gravar anteriormente devido a conflitos de agenda.
  • Conexão com o Futuro: Ajustar subtramas que preparam o terreno para o próximo grande evento, Vingadores: Guerras Secretas.
  • Ritmo e Emoção: Aprimorar o ritmo da narrativa e intensificar o impacto emocional de cenas específicas.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Netflix é PROCESSADA em R$ 10 milhões no Brasil após PROIBIR compartilhamento de senhas

netflix symbol black

A Netflix foi processada no valor de R$ 10 milhões por ferir o Código de Defesa do Consumidor (CDC) devido a práticas contratuais abusivas. Entre essas práticas estão publicidade enganosa, exigência de vantagens excessivas e divulgação de dados dos clientes sem consentimento.

O processo foi ajuizado pela Associação de Defesa dos Direitos dos Consumidores do Estado da Bahia (Aceba) após a plataforma de restringir o compartilhamento de contas,  o que obrigou muitos assinantes a pagar taxas adicionais ou contratar planos extras para manter o acesso em mais de um dispositivo.

A Aceba afirma que essa alteração foi realizada sem comunicação clara e prévia, deixando usuários sem informações suficientes sobre as novas regras

A entidade diz que já notificou a Netflix, mas que não obteve resposta para alguma negociação e entrou com a ação.

A Netflix já havia sido multada pelo Procon ano passado em R$ 11 milhões pelo mesmo motivo.

A decisão foi tomada a partir de uma cláusula no contrato que isenta a plataforma de streaming de responsabilidade em relação ao consumidor, gerando conflito com Código de Defesa do Consumidor, que, por sua vez, estabelece o dever de reparação por parte dos fornecedores e prestadores de serviços em caso de infrações contra os consumidores.

Os termos contratuais relativos à privacidade, que preveem a divulgação ilimitada dos dados do consumidor sem a aviso prévio, também é uma prática abusiva e “ao fazer isso, o fornecedor incorre em infração, pois condiciona a contratação do serviço à cessão do direito de utilização de dados”, disse o promotor de Justiça Fernando Abreu.

Membro do Ministério Público de Minas Gerais, Abreu aponta que essa prática fica mais evidente quando o consumidor não consegue ter direito ao fim do compartilhamento dos seus dados, demonstrando claramente o desequilíbrio contratual e o prejuízo ao livre exercício dos direitos da personalidade.

Antes da multa ser aplicada, o Procon já havia realizado em 2023 uma audiência para discutir as cláusulas contratuais e os termos de privacidade com a Netflix.

No mesmo ano, a Netflix também anunciou uma cobrança extra por pontos adicionais fora de uma mesma residência com a justificativa que seus planos são de uso intransferível, direcionados apenas ao assinante e às pessoas que residem com ele.

No entanto, a decisão administrativa do Procon ressaltou que uma pessoa pode ter múltiplas residências, e seu domicílio pode ser considerado em qualquer uma delas, conforme os termos do Código Civil.

“Ilegalmente, o fornecedor se apropria do termo residência e promove uma redefinição de seu conteúdo, fugindo não somente à concepção legal, mas também da concebida por qualquer consumidor”, continuou Abreu. “Se um serviço de streaming de música, por exemplo, utilizasse o mesmo modelo adotado pela Netflix, não se poderia sequer escutar música enquanto dirige. Logo, o novo sistema de cobrança utilizado contraria a própria publicidade dela, que afirma: ‘Assista onde quiser’.”

Ele acrescenta que:

“É perfeitamente possível vedar, contratualmente, o compartilhamento de senhas e os acessos simultâneos. O que não se revela razoável, por ferir a legalidade, é o uso do termo ‘residência’ para restringir o acesso à plataforma, gerando prejuízo ao exercício do direito do consumidor.”

Arquivos de Epstein revelam e-mail em que esposa de Woody Allen chama Timothée Chalamet de “idiota”

O nome de Timothée Chalamet dominou as redes sociais recentemente após a divulgação de novos arquivos relacionados ao caso de Jeffrey Epstein. Entre os documentos, consta uma troca de mensagens de 2018 em que Soon-Yi Previn, esposa de Woody Allen, refere-se ao ator de forma depreciativa, chamando-o de “idiota” (no original, “prick”).

De acordo com o NME, as mensagens fazem parte de milhões de documentos divulgados sobre o ex-financista Jeffrey Epstein, condenado por tráfico sexual de menores em 2019.

Na sequência de e-mails, Previn teria encaminhado a Epstein uma crítica negativa sobre o filme ‘Hot Summer Nights’ (2018), estrelado por Chalamet, comentando: “Fico feliz que o filme daquele idiota do Chalamet não tenha recebido uma boa crítica. Não, eu não sou vingativa”.

Embora o motivo do rancor não esteja explícito nos documentos, a relação entre o círculo de Woody Allen e Chalamet azedou após o ator se distanciar publicamente do filmeUm Dia de Chuva em Nova York, dirigido por Allen.

Woody Allen condena a cultura do CANCELAMENTO em Hollywood: “É simplesmente estúpida”

Concluído em 2018, o longa foi engavetado pela Amazon na época, após as acusações de abuso sexual contra o diretor ganharem força com o movimento #MeToo. Allen sempre negou as alegações.

Na ocasião, Chalamet declarou arrependimento por ter trabalhado com o cineasta e doou todo o seu cachê para instituições de caridade, afirmando no Instagram: “Não quero lucrar com meu trabalho no filme”.

A atriz Selena Gomez, que também estrelou a produção, seguiu o mesmo caminho.

Um Dia de Chuva em Nova York acabou sendo lançado em 2019, mas sem o sucesso das produções anteriores de Allen.

Um Dia de Chuva em Nova York’ está disponível na Netflix.