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O que de melhor já estreou em 2026 no streaming: 10 dicas de filmes ou séries!

Chegamos à metade do primeiro mês de 2026, e algumas novidades já foram adicionadas em alguns dos streamings disponíveis no Brasil. Entre aguardadas segundas temporadas, um ótimo curta-metragem brasileiro e uma história carismática sobre a descoberta do amor, separamos abaixo algumas opções que servem como sugestão para você assistir e tirar suas próprias conclusões:

 

The Pitt – 2ª Temporada (HBO MAX)

Logo no primeiro dia de um grupo de novos residentes em um hospital escola de Pittsburgh – conhecido como The Pitt – uma série de complicadas situações se mostram à disposição de novas e experientes pessoas que escolheram a medicina como ofício. Ao longo de 15 horas, acompanharemos as batalhas morais e escolhas difíceis de homens e mulheres que podem ser a última barreira entre a vida e a morte.

 

De Férias com Você (Netflix)

Dois amigos de longa data, que se encontram anualmente para férias em lugares que nunca visitaram, começam a se questionar sobre a relação que vivem.

 

Amor no Escritório (Netflix)

Nessa comédia que entrou há pouco tempo na Netflix, acompanhamos uma dedicada funcionária de uma empresa que conhece um homem às vésperas de, provavelmente, ser efetivada para um cargo maior, mas precisa lidar com uma surpresa: ele é o filho do chefão da empresa.

 

Fabrizio Corona: A Notícia Sou Eu (Netflix)

Nessa impactante série documental, lançada no início de 2026 na Netflix, acompanhamos a trajetória de Fabrizio Corona, um homem que conseguiu marcar seu nome no universo dos famosos, sobretudo por estar sempre à frente de escândalos envolvendo várias celebridades.

 

Beast Games – 2ª Temporada (Prime Video)

Baseado em um vídeo viral e também na série de ficção Round 6, chegou na Prime Video um reality show empolgante que leva competidores vindos de todos os lugares dos Estados Unidos na busca por um prêmio milionário. Mas a tarefa não é nada fácil! Provas em grupo, elos e confianças sendo quebrados, sorte, inteligência emocional são algumas das variáveis que encontramos em Beast Games.

 

Garota Sequestrada (Paramount Plus)

Prestes a concluir o ensino médio, duas irmãs gêmeas se veem em possíveis estradas diferentes para o futuro. Acontece que, um dia, uma delas é sequestrada pelo próprio professor e acaba ficando presa em um cubículo por anos, um acontecimento que muda para sempre a vida de muitas pessoas.

 

All Her Fault (Prime Video)

Marissa (Sarah Snook) é uma empresária bem-sucedida que leva uma vida confortável ao lado do marido, o investidor Peter (Jake Lacy), na cidade de Chicago. No entanto, toda a aparente perfeição e sucesso da família é colocado em xeque quando o filho do casal é sequestrado por uma mulher misteriosa. A partir desse ponto, pessoas próximas ao casal passam a se tornar suspeitas, nos guiando para desenrolares bombásticos que afetam a vida de todos os personagens.

 

Custe o que Custar (Netflix)

Simon (James Nesbitt) é um consultor financeiro bem-sucedido, pai de três filhos, que vive feliz ao lado da esposa, a pediatra Ingrid (Minnie Driver). Só que toda a aparente calmaria na família esconde um grave problema: a filha mais velha, Paige (Ellie de Lange), se tornou uma viciada em drogas e sumiu de casa faz alguns meses. Na busca por seu paradeiro, Simon é envolvido em uma estrada onde situações o levam ao limite do desgaste emocional.

 

Dele & Dela (Netflix)

As séries 2026 estão começando a chegar pelos streamings! Esse é o caso de Dele & Dela, produção de seis episódios da Netflix, baseada na obra homônima da escritora britânica Alice Feeney. O casal de protagonistas, interpretados pelos ótimos Jon Bernthal e Tessa Thompson, busca lapidar seus intrigantes personagens de forma intensa, despertando um certo desconforto pelos julgamentos morais, em pontos de vistas que avançam pela narrativa.

 

Amarela (Globoplay)

No dia 12 de julho de 1998, a equipe masculina de Futebol Brasileira enfrentou a França na final da Copa do Mundo. Para Erika, uma adolescente nipo-brasileira, esse dia se torna marcante ao despertar conflitos emocionais profundos.

Artigo | Bem-vinda ao clube: o final de ‘Os Sete Relógios de Agatha Christie’ explicado

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Neste último dia 15 de janeiro, chegou ao catálogo da Netflix a mais nova adaptação dos escritos de Agatha Christie: Os Sete Relógios, minissérie de três episódios inspirado no romance de 1929 da Dama do Crime, é centrada na jovem aristocrata Eileen “Bundle” Brent (Mia McKenna-Bruce), que se vê arrastada para uma investigação perigosa após encontrar seu amigo e pretendente Gerry Wade (Corey Mylchreest) morto.

O jovem rapaz foi encontrado no quarto de Bundle, que cedeu o cômodo para que ele passasse a noite após uma festa no casarão da família, ao lado de sete despertadores acionados para dispararem no mesmo horário como parte de uma brincadeira de dois amigos próximos dele, Ronny Devereux (Nabhaan Rizwan) e Bill Eversleigh (Hughie O’Donnell). A princípio, o laudo da perícia indica suicídio por sonífero – mas pistas estranhas levam Bundle a acreditar que ele foi assassinado. Para tanto, ela se alia a Jimmy Thesiger (Edward Bluemel) e aos outros para tentar descobrir quem é o responsável pela série de mortes que começa a acompanhá-la.

Mas quem foi o responsável pelos homicídios?

QUEM É O ASSASSINO?

Ao longo da narrativa, o diretor e roteirista Chris Chibnall nos apresenta a duas mortes chocantes – e a outras tentativas de assassinato é claro – que compelem Bundle a continuar as investigações, mesmo colocando a vida em risco. A primeira delas, mencionada nos parágrafos acima, é a de Gerry; a segunda ocorre quando a protagonista resolve viajar para Londres para obter mais informações e cruza caminho com Ronny, que foi baleado no coração e deixado para morrer após resolver ajudá-la na investigação.

Conforme nos aproximamos do encerramento do mistério, descobrimos que a artimanha em que Bundle se envolveu era maior do que o previsto. Afinal, ela já suspeitava de que as mortes de Gerry e Ronny poderiam estar atreladas com o descobrimento de informações valiosas sobre o Ministério de Relações Exteriores com a chegada de um gênio da engenharia, o Dr. Cyril Matip (Nyasha Hatendi). O Dr. Matyp havia chamado a atenção de alguns magnatas ingleses, incluindo George Lomax (Alex Macqueen) e Sir Oswald Coote (Mark Lewis Jones), por ter criado um revestimento de aço indestrutível que poderia ditar o futuro do país – principalmente no quesito militar (e, considerando que a trama é ambientada em 1925, sabemos da polvorosa situação geopolítica da Europa no cenário pós-I Guerra Mundial).

Porém, Matyp, que cresceu em Camarões, não criou o revestimento para que fosse usado em conflitos bélicos, deixando isso bem claro após revelar que perdeu toda sua família durante os conflitos que se estenderam na África, colocando uns aos outros até que nada restasse além da pura destruição. Como ele mesmo afirma, confiar nas pessoas certas é um trabalho complicado – e, caso sua criação caísse nas mãos erradas, tudo poderia estar em risco. Não é surpresa, pois, que a fórmula e o protótipo construídos por Matyp se tornem alvos do assassino, sendo roubados por ninguém menos que Loraine Wade (Ella-Rae Smith), meia-irmã de Gerry que inclusive foi a responsável pelo envenenamento do jovem. O motivo? Gerry havia contado a ela sobre o misterioso clube conhecido como Sete Relógios – lar de uma organização secreta que Bundle acreditava estar envolvida com os homicídios, mas cujo objetivo era impedir que conflitos sanguinários continuassem a acontecer.

É claro que Loraine não agiu sozinha, aliando-se a Jimmy para conseguir escapar com a fórmula e o protótipo. Jimmy, inclusive, foi responsável por assassinar Ronny assim que descobriu que o amigo tinha informações valiosas demais para serem divulgadas. E isso não é tudo: Loraine, conseguindo a vantagem de que precisava, apressou-se para a estação de trem, onde faria a troca com a verdadeira antagonista da história: Lady Caterham (Helena Bonham Carter), mãe de Bundle.

No início da minissérie, somos apresentados a Lorde Caterham (Iain Glen), que chega à cidade de Ronda, na Espanha, e cai em uma emboscada que culmina em sua morte. Pouco depois, Lady Caterham é obrigada a dizer adeus ao filho mais velho, que morreu em combate, deixando-a desampara e com um sentimento quase misantropo e indiscutivelmente desiludido sobre a Inglaterra e sobre as pessoas. Dessa forma, ao descobrir que Matyp possuía uma arma em potencial que ditaria o futuro da Europa, ela engendrou um complexo plano, recrutando a ajuda de Loraine e Jimmy para vender o revestimento ao inimigo. Eventualmente, os três são presos – e os planos de Lady Caterham não se concretizam.

O QUE SÃO OS SETE RELÓGIOS?

First Look Image

Jimmy fez questão de criar uma distração ao rearranjar os despertadores no quarto onde Gerry foi assassinado – chegando inadvertidamente a levar Bundle a acreditar que os membros da organização conhecida como Sete Relógios fossem os responsáveis pelas mortes.

Quando Bundle descobre a carta de Gerry que mencionava os Sete Relógios pela primeira vez, ela jamais imaginaria que seria levada a um popular clube noturno de Londres onde os integrantes dessa “seita” se reuniriam. Mais do que isso, é nesse momento que ela descobre que um deles, conhecido como Sete, estaria na reunião entre os membros do Ministério de Relações Exteriores e o Dr. Matyp, fazendo de tudo para conseguir um convite para participar da conversa e descobrir quem, de fato, é o assassino.

Eventualmente, como já explicado nos parágrafos acima, Bundle descobre que a mãe, ao lado de Jimmy e Loraine, foram os responsáveis pelos crimes. Mas então o que, de fato, são os Sete Relógios?

Após retornar à casa da família, Bundle cruza caminho com Alfred (Josef Davies), um antigo serviçal do casarão. Confrontando-a com uma pistola, Alfred a leva até o local secreto da organização, onde acredita que será assassinada. Porém, o membro conhecido como Sete revela sua verdadeira identidade: o Superintendente Battle (Martin Freeman), oficial da Interpol que também investigava o possível assassinato de Gerry. Mais do que isso, Battle observava Bundle há bastante tempo, principalmente pelo fato do pai da jovem, Lorde Caterham, ser um membro da organização.

Os Sete Relógios, na verdade, funcionam como “justiceiros sociais” que impedem que conflitos bélicos continuem a acontecer e que a facilitação de armas ou quaisquer objetos de perigo inegável caiam nas mãos erradas – como é o caso da fórmula criada pelo Dr. Matyp. Battle viu em Bundle uma coragem imprescindível que o impulsionou a convidá-la a participar do grupo. Como podemos imaginar, a protagonista aceita a proposta, deixando uma espécie de “final aberto” que inclusive pode render outros títulos.

Lembrando que a minissérie já está disponível na Netflix.

Teoria de fã afirma que teasers de ‘Vingadores: Doutor Destino’ estão relacionados a ‘Vingadores: Ultimato’; Entenda!

Vingadores: Doutor Destino (‘Avengers: Doomsday’) é um dos projetos mais ambiciosos da Marvel Studios e irá introduzir ninguém menos que Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o principal vilão da Saga do Multiverso.

Enquanto os fãs se preparam para o longa-metragem, os Irmãos Russo, que retornam à cadeira de direção após ‘Vingadores: Guerra Infinita’Vingadores: Ultimato, pediram aos espectadores que “prestassem atenção” aos quatro primeiros teasers promocionais – afirmando que cada um deles contém “pistas” sobre o que esperar da história.

No final de cada vídeo, inclusive, há um relógio com contagem regressiva que culmina no lançamento do longa nos cinemas, mas só depois de mostrar alguns números aleatórios. Agora, um usuário do fórum Reddit acredita ter solucionado esses relógios, argumentando que as marcas de tempo se relacionam com momentos específicos de ‘Ultimato’.

Por exemplo, no teaser de Steve Rogers (Chris Evans), na marca 1:24:20, somos levados à cena em que a Anciã (Tilda Swinton) alerta Hulk (Mark Ruffalo) sobre os perigos de remover as Joias do Infinito de seu devido lugar no tempo (e como isso criará linhas temporais ramificadas).

“Isso confirma que a missão de Steve de devolver as joias (e sua subsequente decisão de permanecer no passado) é central para o conflito”, escreve o usuário u/Fear_Itself. “Sugere que suas ações podem ter desencadeado inadvertidamente uma incursão”.

No teaser de Thor (Chris Hemsworth), em 1:17:20, coincide com o momento em que Loki (Tom Hiddleston) rouba o Tesseract e escapa – outro momento que criou uma linha temporal ramificada e eventualmente levou o Deus da Trapaça a ocupar o centro do Multiverso na série de TV do Loki.

O teaser dos X-Men apresenta os números 1:11:20 e é um pouco mais difícil de decifrar. Corresponde ao momento em que Rocket (Bradley Cooper) pergunta a Thor: “você está chorando?”. Embora não esteja diretamente ligado à equipe mutante, o internauta argumenta que pode ser uma referência a Thor chorando sobre Wade Wilson (Ryan Reynolds), que tem uma leve ligação com os X-Men, em ‘Deadpool & Wolverine’.

Por fim, temos 1:04:20 no teaser ambientado em Wakanda; em ‘Ultimato’, a marca temporal nos leva à cena em que os Heróis Mais Poderosos da Terra planejam e testam o Roubo do Tempo, outra forte indicação de que sua missão de restaurar metade do universo terá grandes ramificações para ‘Doutor Destino’.

Como acrescenta o usuário, “os irmãos Russo disseram aos fãs para ‘prestarem atenção’, porque estes não são apenas trailers; são ‘histórias’. O código nos diz que o apocalipse é a consequência direta do Roubo do Tempo. Cada marcação temporal aponta para um momento em que os Vingadores interferiram no tempo, criando o multiverso fragmentado que o Doutor Destino provavelmente tentará reparar ou governar”.

E você? O que achou da teoria?

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

10 DICAS DE SÉRIES que vão te fazer virar noites!

Poucas coisas, para quem ama séries, são melhores do que aquele final de episódio que te faz assistir ao próximo em um ciclo constante até o desfecho da temporada. Para você que curte se aventurar em uma maratona sempre que possível, segue abaixo algumas ótimas sugestões:

 

Garota Sequestrada (Paramount Plus)

Prestes a concluir o ensino médio, duas irmãs gêmeas se veem em possíveis estradas diferentes para o futuro. Acontece que, um dia, uma delas é sequestrada pelo próprio professor e acaba ficando presa em um cubículo por anos, um acontecimento que muda para sempre a vida de muitas pessoas.

 

The Assassin (Universal +)

Uma ex-assassina experiente vive uma vida pacata e longe do antigo trabalho. Quando reencontra o filho, seu passado volta a confrontá-la.

 

Fabrizio Corona: A Notícia Sou Eu (Netflix)

Nessa impactante série documental, lançada no início de 2026 na Netflix, acompanhamos a trajetória de Fabrizio Corona, um homem que conseguiu marcar seu nome no universo dos famosos, sobretudo por estar sempre à frente de escândalos envolvendo várias celebridades.

 

O Lendário Martin Scorsese (Apple Tv)

Dirigido pela ótima cineasta Rebecca Miller, o documentário Mr.Scorsese nos leva, em cinco episódios, até detalhes marcantes da vida pessoal e da carreira fantástica de um dos mais lendários cineastas da história do cinema. Uma aula, pra quem ama cinema!

 

O Falso Sheik (Prime Video)

Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década de 1990, tabloides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação – e ainda longe dos avanços das redes sociais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik.

 

Efeitos Colaterais (HBO MAX)

Marshall dedica sua vida a suas pesquisas. Um dia, pelas florestas peruanas, encontra um cogumelo azul que logo se mostra como um poderoso remédio contra qualquer coisa. Observado de perto por agentes enviados por pessoas que não querem que esse cogumelo vire de conhecimento público, Marshall precisará encontrar soluções para sobreviver tendo a ajuda apenas de uma ex-amiga dos tempos de colégio.

 

O Naufrágio do Heweliusz (Netflix)

O Naufrágio do Heweliusz, nova minissérie da Netflix, dirigido por Jan Holoubek e roteiro assinado por Kasper Bajon, chega para jogar luz sobre uma tragédia, mostrando de forma detalhada o antes, o durante e o depois, reunindo fatos que se juntam para uma explicação complexa sobre o que realmente aconteceu em uma madrugada que ficaria marcada na história.

 

O Homem das Castanhas (Netflix)

Na trama, conhecemos a policial Naia (Danica Curcic), uma mulher que sofre por não ter tempo para cuidar de sua filha. Mãe solteira, ela tem como objetivo mudar de trabalho para conseguir mais tempo para sua família. Só que uma série de assassinatos cometidos pela mesma pessoa, um serial killer que deixa como rastro bonecos feitos de castanhas, começam a acontecer, levando Naia a uma angustiante jornada rumo à verdade.

 

Seus Amigos e Vizinhos (Apple Tv Plus)

Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem-sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo e, tempos depois, ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.

 

Task (HBO MAX)

Um ex-padre, que se tornou agente do FBI, precisa liderar uma força tarefa designada para investigar uma série de roubos e acontecimentos violentos. Por diversas perspectivas, vamos acompanhando essa história rumo a um final de temporada de tirar o fôlego.

 

DESPEDIDA! Kathleen Kennedy deixa a Lucasfilm após 14 anos

Após intensos rumores sobre sua possível saída da presidência da Lucasfilm, Kathleen Kennedy confirmou hoje que está deixando a empresa.

Ela está passando o comando para seus colaboradores de longa data. A divisão Disney será dirigida pelo Diretor Criativo Dave Filoni e, na área de negócios, por Lynwen Brennan, uma executiva galesa experiente que atuou como Vice-Presidente Executiva e Gerente Geral da Lucasfilm após 16 anos na ILM.

Kennedy planeja retornar ao seu primeiro amor: a produção. Ela fará muitos filmes de ‘Star Wars‘, num futuro distante, além de colaborar em alguns projetos com Frank Marshall. Eles são casados ​​há quase 40 anos e se apaixonaram enquanto comandavam a Amblin de Steven Spielberg em seu auge.

Antes de aceitar a oferta de George Lucas para comandar a Lucasfilm em 2012, antes da Disney adquirir a empresa por pouco mais de US$ 4 bilhões em dinheiro e ações, Kennedy já havia participado de praticamente todos os grandes sucessos de bilheteria que marcaram nossas vidas. Seus primeiros créditos como produtora foram em Poltergeist e E.T. – O Extraterrestre, seguidos por filmes como A Lista de Schindler , O Sexto Sentido , Munique e Guerra dos Mundos. Incluindo os filmes de Star Wars que ela produziu, isso representa mais de US$ 11 bilhões em bilheteria mundial.

Desde que assumiu o cargo máximo na Lucasfilm, há quase 14 anos, a empresa produziu cinco filmes que deram continuidade à saga iniciada por Lucas em 1977 ou exploraram outras direções. Esses filmes arrecadaram US$ 5,9 bilhões em bilheteria mundial. O primeiro, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, tornou-se o filme de maior bilheteria de todos os tempos na América do Norte, com US$ 936 milhões nos Estados Unidos, e foi um dos únicos sete filmes a ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões em todo o mundo.

Nos últimos 14 anos, ela foi uma figura controversa e divisiva entre os fãs da saga, chegando a aparecer em um episódio da série animada ‘South Park‘, onde suas decisões foram alvo de piada.

Crítica | Me Ame Com Ternura – Vicky Krieps vive maternidade interrompida pelo preconceito sexual

Apresentado na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2025, Me Ame Com Ternura (Love Me Tender), primeiro longa-metragem de ficção da diretora francesa Anna Cazenave Cambet, chega aos cinemas brasileiros ancorado em uma premissa que, à primeira vista, pode remeter a um clássico do cinema judicial como Kramer vs. Kramer (1979). Mas a semelhança é apenas inicial — e, em muitos sentidos, enganosa.

Adaptado do romance homônimo de Constance Debré, o filme acompanha Clémence (Vicky Krieps), uma advogada e mãe, que se vê tragada por uma batalha judicial não por ter abandonado o lar, mas justamente por ter afirmado sua liberdade. Já divorciada, Clémence revela ao ex-companheiro Laurent (Antoine Reinartz) que está se relacionando com mulheres. A partir desse momento, o conflito se instala: após um fim de semana na casa do pai, o pequeno Paul (Viggo Ferreira-Redier) se recusa a voltar a ver a mãe, e o ex-marido entra com uma denúncia alegando que ela submete a criança a comportamentos obscenos e moralmente indevidos.

O que poderia se estruturar como um drama jurídico clássico se transforma, nas mãos de Anna Cazenave Cambet, em um filme que evita o tribunal como espetáculo. A disputa legal existe, mas nunca encontra um verdadeiro ápice narrativo. Embora coerente com a ideia de um sistema opressor e burocrático, essa escolha acaba tornando a experiência cansativa. A ausência de um clímax faz com que o filme se mova em círculos, reiterando a mesma dor sem oferecer novas camadas dramáticas.

Vicky Krieps, como já demonstrou em filmes como Trama Fantasma (2017) e Corsage (2022), é uma atriz de impressionante versatilidade. Seja no cinema norte-americano, francês ou alemão, ela consegue nos convencer independentemente do papel. Há algo em seu rosto que captura o olhar do espectador, uma presença que convida à empatia quase automaticamente. Em Me Ame Com Ternura, ela está bem — contida, digna, silenciosamente ferida. Ainda assim, nem mesmo sua força interpretativa é suficiente para compensar as fragilidades da narrativa.

A diretora estreante aposta em uma mise-en-scène sóbria, estruturada em capítulos e atravessada por uma voz off que retoma trechos do livro de Debré. A opção instaura um distanciamento reflexivo coerente com o dispositivo narrativo, mas acaba por produzir também um afastamento emocional em relação à protagonista. Pouco se revela da vida de Clémence para além do embate com o filho e da engrenagem judicial que a engole. Seus afetos, desejos e cotidiano permanecem elididos durante a disputa pela guarda da criança — inclusive no romance mal engendrado com Sarah (Monia Chokri) —, o que fragiliza a possibilidade de uma conexão mais profunda com a personagem.

Algumas cenas se tornam repetitivas, especialmente os encontros entre mãe e filho, sempre marcados por silêncios, olhares interrompidos e despedidas dolorosas. A repetição não gera progressão emocional: as angústias retornam, mas raramente se transformam. Falta ao filme a percepção concreta da passagem do tempo — a consciência de que aquelas feridas não serão apaziguadas e de que o tempo perdido entre mãe e filho nunca mais poderá ser recuperado.

Esse deveria ser o ponto mais dilacerante do filme. A constatação de que a infância passa, de que o vínculo se rompe sem retorno possível, de que o sistema não apenas pune, mas rouba o tempo. Esse elemento, no entanto, nunca se impõe como verdadeira força dramática. Ele existe, mas permanece à margem, como se o filme evitasse mergulhar totalmente nessa dor irreversível.

Ainda assim, Me Ame Com Ternura encontra sua relevância ao abordar o preconceito vivido por uma mulher homossexual — e, sobretudo, por uma mãe — em pleno século XXI. Ao deslocar o foco da figura masculina tradicionalmente associada à dor romântica (evocada ironicamente pelo título inspirado na canção de Elvis Presley) para uma mulher privada do direito de amar e maternar, o filme escancara o quanto a sociedade ainda impõe limites violentos às existências que escapam da norma.

Mesmo deixando a desejar em termos de cadência e envolvimento emocional, Me Ame Com Ternura  provoca uma ressonância incômoda: até que ponto avançamos, de fato, quando a liberdade afetiva de uma mulher ainda pode ser usada como arma contra ela? É nessa fricção entre potência temática e fragilidade narrativa que o filme se sustenta, imperfeito, por vezes exaustivo, mas impossível de ignorar.

Lançado no Festival de Cannes e no Festival do Rio, em 2025, Me Ame Com Ternura chega aos cinemas brasileiro nesta quinta-feira, dia 15 de janeiro, com distribuição da Imovision.

Crítica | Apesar das boas atuações, ‘Os Sete Relógios de Agatha Christie’ falha em adaptar o clássico da Dama do Crime

Agatha Christie é uma das autoras mais célebres da história – e não é por qualquer motivo que é conhecida como a Dama do Crime. Ao longo de sua ilustre carreira, Christie assinou clássicos da literatura de mistério como ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, ‘…E Não Sobrou Nenhum’, ‘A Noite das Bruxas’ e diversos outros romances que caíram no gosto popular e da crítica. Até hoje, seus escritos são lembrados e traduzidos em diversas adaptações para os streamings e para os cinemas, sendo o mais recente deles a minissérie de três episódios Os Sete Relógios de Agatha Christie, que chegou ao catálogo da Netflix nesta última quinta-feira, 15 de janeiro.

Inspirado no livro O Mistério dos Sete Relógios, lançado em 1929, o projeto nos leva para a aristocracia britânica do início do século XX e acompanha a jovem Lady Eileen “Bundle” Brent (Mia McKenna-Bruce), que vive com a mãe, Lady Caterham (Helena Bonham Carter), em um imponente casarão. Durante uma das festas celebratórias em que seus amigos e outros membros da elite se reúnem, Bundle cruza caminho com o charmoso Gerry Wade (Corey Mylchreest), membro do Ministério das Relações Exteriores que trabalha para George Lomax (Alex Macqueen) e que nutre de uma afeição amorosa pela moça. Prestes a ser pedida em casamento, Bundle vê seu mundo se desmantelar quando, na manhã seguinte, Gerry aparece morto na cama.

Após as investigações da polícia, chega-se à conclusão de que Gerry tirou a própria vida ao ingerir uma quantidade perigosa de sonífero. Porém, Bundle sabe que algo não soa certo, visto que o rapaz nunca precisou de medicamentos para poder dormir, visto que tinha um sono muito pesado. Mais do que isso, alguns objetos parecem estar fora de lugar, enquanto sete despertadores programados para dispararem na mesma hora – uma peça pregada pelos amigos de Gerry, Ronny Devereux (Nabhaan Rizwan) e Bill Eversleigh (Hughie O’Donnell) – foram realinhados de maneira estranha sobre a cômoda. Para completar o estranho cenário, uma carta escrita pela metade mostra que Gerry estava escrevendo à irmã, Lorraine (Ella-Rae Smith), falando sobre algo conhecido como os Sete Relógios.

Não demora muito até que Bundle decida investigar por conta própria o que está acontecendo, pedindo a ajuda de Ronny, Bill, de Jimmy Thesiger (Edward Bluemel) e do misterioso oficial da Interpol, o Superintendente Battle (Martin Freeman), para descobrir o que de fato significa essa misteriosa frase – e provar que Gerry foi assassinado. À medida que navega pelas complexas engrenagens políticas da hierarquia mundial, a jovem descobre que a morte de seu amado pode ter sido apenas o início de uma grande conspiração. E é em meio a essa intrincada atmosfera que o diretor Chris Chibnall, conhecido por seu trabalho em obras como Doctor Who e ‘Torchwood’, tenta honrar o romance original de Christie – ainda que falhe em construir uma história que merecia ser contada.

Responsável também pelo roteiro, Chibnall nos apresenta a um interessante primeiro ato que nos apresenta aos personagens e aos principais suspeitos da narrativa, mergulhando nas clássicas incursões detetivescas britânicas que, volta e meia, voltam a enfeitar o circuito seriado e fílmico. Afastando-se da sisudez costumeira das produções do gênero, o cineasta constrói um panorama a princípio regado a tons vibrantes de dourado e diamante que pincelam uma fachada de bonança, antes de mergulhar na melancolia de uma paleta sóbria e inerte com a morte de Gerry.  Todavia, essas pulsões criativas são logo deixadas de lado por uma quantidade inexplicável de convencionalismos e de ocasionalidades que destituem o enredo de Christie de sua genialidade.

Tentando navegar entre a comédia, o mistério e o drama, o cineasta acaba não acertando o tom na maioria das sequências, construindo diálogos expositivos demais para que o aspecto whodunnit que esperamos de produções como essa seja mantido. Enquanto McKenna-Bruce posa como uma joia a ser admirada, fornecendo uma característica ácida e rápida à personalidade de Bundle, é notável como a superficialidade é forte o bastante para nos privar de apreciar as centelhas de beleza do enredo – e o mesmo pode ser dito acerca da firme presença de nomes como Bonham-Carter, que diverte-se no papel de Lady Caterham, Bluemel como o inquietante e ávido Jimmy, e outros.

A minissérie transforma-se em uma sucessão de eventos impalpáveis demais para serem considerados críveis e, ao estender-se por quase três horas no total, não justifica sua existência. Ainda que se valha das já mencionadas ótimas performances e de uma ambientação impecável que de fato nos arremessa para o auge dos anos 1920 em Londres, talvez a melhor saída tivesse sido reimaginar a história original em algo mais constrito e reduzido, aproveitando o imponente cenário aristocrático para colocar os personagens dentro de um espectro quase labiríntico e inescapável, mesmo se afastando da essência estrutural do enredo.

Com exceção de pontuais momentos de criatividade, Os Sete Relógios de Agatha Christie é uma produção esquecível do catálogo da Netflix que não tinha qualquer necessidade de ser como é. Caso fosse construído como um longa-metragem, acredito que as engrenagens se encaixariam com mais fluidez e o resultado seria muito mais aprazível do que o que nos foi dado.

‘VisionQuest’: Chefe da Marvel revela que série explorará relações entre pais e filhos

Brad Winderbaum, chefe de Streaming, Televisão e Animação da Marvel Studios, compartilhou recentemente novidades sobre VisionQuest, a nova série derivada de WandaVision, que acompanhará a jornada do herói Visão.

Segundo o ComicBookMovie, Winderbaum elogiou o showrunner Terry Matalas e confirmou que a série abordará temas ligados à paternidade.

“É realmente sobre pais e filhos e, especificamente, sobre três gerações: avô, pai e filho. Um homem que teve um pai abusivo pode ser um bom pai ele mesmo? Fica muito emocional em alguns momentos, e é uma aventura empolgante”, explicou.

“Quando você vê o Visão em ação, com toda a diversão e aventura típicas da Marvel, tudo acontece em um contexto de desafios humanos reais e emoções, o que torna a série grandiosa. É como uma descarga de adrenalina”, acrescentou Winderbaum.

‘Vision Quest’: Emily Hampshire revela que não conhecia o MCU; “Tive que procurar no Google”

Detalhes da trama ainda não foram totalmente revelados, mas sabe-se que James Spader reprisará seu papel como Ultron, que provavelmente será o avô da história.

A série também será uma sequência de ‘Agatha: Desde Sempre’, na qual vemos Billy/Wiccano, no final da trama, sair em busca de seu irmão Tommy. Espera-se que Billy tenha destaque emVisionQuest, mas Tommy deve assumir um papel ainda mais central como filho.

A série será estrelada por Paul Bettany e contará no elenco com Henry Lewis, Jonathan Sayer, Ruaridh Mollica, T’Nia Miller, Lauren Morais, Diane Morgan, James Spader e Faran Tahir.

Terry Matalas (produtor executivo de ‘Star Trek: Picard’) assume o cargo de showrunner.

VisionQuest’ está prevista para estrear ainda este ano no Disney+.

‘Game of Thrones’: Emilia Clarke revela que ficou “machucada” e “irritada” após críticas à sua pronúncia em Dothraki

A atriz Emilia Clarke, eternizada como Daenerys Targaryen, relembrou recentemente seu trabalho em Game of Thrones, contando que se sentiu “machucada” e “muito irritada” ao ler um artigo em que o linguista da série criticava sua pronúncia em Dothraki.

De acordo com a Variety, Clarke recordou com tristeza as críticas de David J. Peterson, responsável pela criação do idioma fictício da série:

“Coloquei tanta energia em aprender Dothraki”, disse Clarke. “Mas o criador da língua, li em um artigo, disse que eu era péssima no Dothraki. Eu fiquei tipo: ‘O quê, mano?’ Não é real! Não é uma língua real! Eu não posso ser ruim nisso porque estou falando na TV, é assim que funciona… Honestamente, fiquei tão machucada. E depois, muito irritada”.

Emilia Clarke descarta retorno ao gênero fantasia após ‘Game of Thrones’

Após as declarações da atriz, Peterson se manifestou, explicando que ela havia entendido mal o que ele havia dito. Ele afirmou que, embora acreditasse que o Dothraki de Clarke estivesse um pouco instável na série, isso era exatamente o que a personagem Daenerys Targaryen precisava, já que ela não era nativa da língua.

“Eu acho que Emilia pode ter interpretado mal o que eu disse, porque nunca critiquei o Dothraki dela. Por que eu faria isso? A personagem dela nunca deveria falar como se fosse sua primeira língua, então ela nunca precisou ser perfeita”, explicou.

“Criticar qualquer imperfeição na performance dela seria como criticar Colin Firth por gaguejar em ‘O Discurso do Rei’. Seria perder totalmente o ponto. Na verdade, erros gramaticais e de pontuação foram incorporados em muitas das falas em Dothraki dela, e esses erros estavam nos arquivos de áudio que gravei para ela justamente com esse propósito… Emilia Clarke fez um trabalho excelente com o Dothraki, pois interpretava uma personagem que, diante de dificuldades enormes, era obrigada a aprender uma língua que nunca tinha ouvido antes e, eventualmente, se torna funcionalmente fluente, como uma falante não-nativa, e em um período relativamente curto”, concluiu.

Sansa Stark de volta? Sophie Turner comenta sobre possível retorno a ‘Game of Thrones’

Game of Thrones’ está disponvivel no HBO Max. 

“Nove famílias nobres lutam pelo controle sobre as terras míticas de Westeros, enquanto um antigo inimigo retorna depois de estar adormecido por milhares de anos”, diz a sinopse.

Vampiros? Cineasta revela final descartado de ‘Marty Supreme’

A cinebiografia ‘Marty Supreme’, estrelada por Timothée Chalamet, já está em cartaz nos cinemas nacionais. No entanto, o longa quase teve um final completamente diferente, que mudaria totalmente o tom da trama.

Segundo a Variety, Josh Safdie, cineasta responsável pelo filme, revelou que um rascunho inicial acompanhava a jornada do personagem até o final dos anos 1980, quando ele se torna um empresário de sucesso.

Nos momentos finais desse roteiro, um plot twist inesperado aconteceria: o empresário Milton Rockwell, interpretado por Kevin O’Leary, se revelaria um vampiro, dando “uma mordida em seu pescoço”, cumprindo a fala de Rockwell, “Eu sou um vampiro”, dita anteriormente no terceiro ato.

“Ele transforma aquela [loja de sapatos] na mais bem-sucedida da Orchard Street. Muda o nome para Marty Mauser’s Shoes”, disse Safdie sobre o final descartado. “Franquias, mais franquias, ele sai do estado de Nova York e se torna um homem muito rico. Todos os indicadores de sucesso estão lá. A família cresce, ele deixa a cidade, tem uma casa linda, e termina em um show do Tears for Fears com a neta. Eles têm ótimos lugares, bem na frente, e ele está assistindo. Ele pensa em ‘Todo Mundo Quer Dominar o Mundo’, na juventude e no que isso significa. Ele alcançou o sucesso, mas não está fazendo aquilo que acreditava ter nascido para fazer”.

Safdie revelou ainda o clímax vampírico do roteiro: “Você está nos olhos dele, nós construímos próteses para o Timmy e tudo, e o Sr. Maravilha aparece atrás dele e dá uma mordida em seu pescoço. Essa seria a última imagem. E ele não tinha envelhecido”.

O cineasta lembrou que, quando a A24 leu o final, os executivos do estúdio perguntaram: “‘Isso é um erro, certo?'”.

O’Leary comentou recentemente que apoiava totalmente o desfecho vampírico, revelando que Safdie “foi até o ponto de criar dentes digitais”. Ele acrescentou: “Sei que parece loucura, mas, para mim, seria a punição certa.”

Apesar do entusiasmo do cineasta, o final acabou sendo rejeitado, e o longa termina de outra forma, sem vampiros na história.

‘Marty Supreme’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

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Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

Elegemos os 45 Melhores Vilões da Marvel

Nós do CinePOP resolvemos criar nova lista colocando em ordem os vilões que já deram as caras em uma produção do MCU. São mais de 40 personagens nesta lista – um dos maiores desafios pessoais para este que vos fala. Para algo assim, precisamos entrar em detalhes sobre alguns personagens e suas reviravoltas, portanto estejam avisados que esta lista possui SPOILERS. Antes de ler, certifique-se de que assistiu a todos os filmes do MCU, ou pule os que não conhece. Vamos lá.

45. Gatuno (Donald Glover)

Aproveitando o sucesso de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, começamos a lista com um vilão do filme. O Gatuno do cinema é apenas um criminoso tentando comprar armas dos capangas do Abutre e sequer exibe seu traje verde e roxo. Nos quadrinhos, o primeiro Gatuno foi Hobie Brown, criminoso convencido a trocar de lado e virar herói pelo Homem-Aranha, algo semelhante ao que temos no filme. A versão cinematográfica do personagem, no entanto, corresponde ao universo Ultimate, já que se trata de Aaron Davis, tio de Miles Morales (o Homem-Aranha de tal versão) – fato também mencionado em De Volta ao Lar.

44. O Consertador (Michael Chernus)

Curiosamente, nos quadrinhos o Consertador (que no Brasil já foi chamado de Reparador e até de Remendão) fez seu debute na mesma edição do Abutre, fato repetido no cinema. Assim como o vilão alado, o Consertador é um dos antagonistas mais idosos do Aranha. Ao contrário da maioria dos vilões, o Consertador não comete diretamente crimes, ele vende armas e maquinários para outros criminosos fazerem. No filme, ele é o criador do equipamento usado pelo Abutre e seus capangas.

43. Barão von Strucker (Thomas Kretschmann)

Nos quadrinhos, o Barão Wolfgang von Strucker é um nazista de alta patente e um dos idealizadores da HYDRA. O vilão recebeu ordem para ser executado, vinda diretamente de Hitler, mas encontrou nas formas do Caveira Vermelha um poderoso aliado. No cinema, tal amizade nunca foi retratada, já que o personagem só deu as caras no final de Capitão América: O Soldado Invernal (2014) e no início de Vingadores: Era de Ultron (2015). Ele foi responsável pelo recrutamento dos gêmeos Mercúrio e Feiticeira Escarlate.

42. Líder (Tim Blake Nelson)

Talvez nunca vejamos este vilão de fato concretizado nas telonas. Bem, ao menos não nas formas de Tim Blake Nelson. Com O Incrível Hulk (2008), a Marvel já demonstrava o desejo de novas continuações, e a maior deixa deste segundo filme solo do gigante esmeralda foi a transformação do gentil e prestativo aliado Samuel Sterns no Líder. Embora não tenha cometido nenhum ato de vilania no filme, podia-se esperar uma busca por vingança após sua condição. Já sua metamorfose lembrou a cabeçorra do personagem nos quadrinhos.

41. Escorpião (Michael Mando)

Embora não apareça em sua forma esverdeada, o alterego do vilão participa tempo suficiente para sentirmos a ameaça vindoura. A tatuagem do escorpião no pescoço não nega, Mac Gargan voltará após sua ponta em De Volta ao Lar, num próximo filme do Aranha, como deixou claro na cena pós-crédito.

40. Ellen Brandt (Stephanie Szostak)

Militar da força aérea que se afiliada ao programa Extremis de Aldrich Killian em Homem de Ferro 3 (2013), adquirindo a capacidade regenerativa e a manipulação do calor extremo. Em comum com sua contraparte nos quadrinhos somente a cicatriz no rosto e o fato de ser membro da A.I.M. (Advanced Idea Mechanics). Em seu cânone nos quadrinhos, ela é a esposa do cientista Theodore Sallis, que se torna o Homem Coisa (não confundir com o Coisa do Quarteto Fantástico).

39. Korath, o Perseguidor (Djimon Hounsou)

Agente do Império Kree, Korath fez sua única aparição no universo Marvel do cinema em Guardiões da Galáxia (2014). No filme, Korath é um mercenário trabalhando para Ronan, o Acusador.

38. Batroc, o Saltador (Georges St-Pierre)

Definido por seu criador como Jean Claude Van Damme dos anos 1960, Georges Batroc foi interpretado por um lutador na vida real. Fora isso, esse vilão de terceira, ou quarta (seria quinta?), linhagem manteve suas características. Um mercenário e lutador francês. O personagem apareceu em Capitão América: O Soldado Invernal (2014). Repare nas cores de sua roupa, amarela e rosa, mantida de sua contraparte nos quadrinhos.

37. Arnim Zola (Toby Jones)

Cientista louco da Hydra, Zola faz experimentos com genética. Ele apareceu em sua forma humana em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011). Em 2014, na continuação O Soldado Invernal, sua caracterização foi uma homenagem a sua contraparte dos quadrinhos, na qual sua mente aparece numa tela no peito de um robô. No filme, Zola tem a consciência transportada para dentro de computadores antigos.

36. Algrim / Kurse (Adewale Akinnuoye-Agbaje)

Considerado o mais forte dentre os Elfos Negros, Algrim é traído por seu líder, Malekith, com o propósito de derrotar Thor, e termina por se tornar Kurse, uma versão ainda mais poderosa. No filme, a transformação é autoimposta pelo próprio, a fim de liberar seu exército da prisão de Asgard.

35. Eric Savin (James Badge Dale)

Também conhecido como Coldblood nos quadrinhos, Eric Savin é um militar transformado em ciborgue, que se torna um soldado urbano, trabalhando como mercenário. Sua versão cinematográfica apresentada em Homem de Ferro 3 (2013), no entanto, usa como base o universo Ultimate, no qual o personagem adere ao programa Extremis se tornando um mutante de fogo.

34. Ossos Cruzados (Frank Grillo)

No cinema, Brock Rumlow era um ex-agente da SHIELD. Renegado, assume as formas do vilão Ossos Cruzados. Ao combaterem-no, os Vingadores terminam por destruir propriedades e ferir inocentes, o que desencadeia a lei que visa controlar os heróis, em Capitão América: Guerra Civil (2016). Nos quadrinhos, foi criado como capanga do Caveira Vermelha, e num recente arco de histórias, esteve ligado ao assassinato do Capitão América.

33. Shocker (Logan Marshall-Green / Bokeem Woodbine)

Dois atores dividem o personagem Shocker no novo Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Nos quadrinhos, o original é Herman Schultz (Woodbine), que é quem eventualmente termina como o vilão no filme. Já Green é Jackson Brice, personagem que originalmente portava a alcunha Montana, para depois se tornar uma das encarnações de Schocker. Ou seja, filme e quadrinhos inverteram a ordem, mas nada do uniforme de meia arrastão amarelo no cinema.

32. O Outro (Alexis Denisof)

Alienígena braço direito de Thanos, e um dos responsáveis pela invasão da Terra em Os Vingadores (2012). Apesar de ter dado dura em Loki no mesmo filme, foi brutalmente assassinado por Ronan, o Acusador, na frente de Thanos, em Guardiões da Galáxia (2014).

31. Malekith, o Maldito (Christopher Eccleston)

Embora seja um dos maiores inimigos de Thor nos quadrinhos, Malekith, o líder dos Elfos Negros, foi um vilão sem muita personalidade e nada marcante em Thor: O Mundo Sombrio (2013). Mesmo assim, conseguiu invadir Asgard e ser responsável pela morte de Frigga, mãe do herói.

30. Garra Sônica (Andy Serkis)

Até agora, só pudemos conferir o alterego do vilão, Ulysses Klaue, um traficante de armas africano, que perde o braço em um ataque de fúria do robô Ultron, no segundo Vingadores. O personagem terá nova chance em Pantera Negra (2018), mas pelas prévias, ainda estará em sua versão humana. Quem sabe durante o filme, ou em seu desfecho veremos o novo braço / arma do criminoso.

29. Kaecillius (Mads Mikkelsen)

Apesar de ser interpretado por um dos melhores atores nesta lista, o vilão de Doutor Estranho (2016) foi realmente pra lá de genérico. O ex-aprendiz que se torna antagonista é uma das fórmulas de roteiros mais manjadas que existe. Legal mesmo foi ver a maquiagem do herói, com a pele estilhaçada ao redor dos olhos.

28. Jaqueta Amarela (Corey Stoll)

Darren Cross teve sua origem mudada, de um milionário com problemas de coração nos quadrinhos, para o aprendiz de Hank Pym, o primeiro Homem-Formiga no cinema. Seu alterego também já teve diversas encarnações nos quadrinhos, inclusive a do próprio Cross. Aprendiz amargo atrás de vingança é o mote do vilão aqui.

27. Ronan, o Acusador (Lee Pace)

Um poderoso vilão da raça Kree, Ronan é um dos seres especiais da Marvel. No cinema, o personagem foi bem fiel às origens, demonstrando-se um antagonista perigoso e enfrentando o Deus Thanos. Sua única aparição em Guardiões da Galáxia (2014) deixou alguns fãs frustrados com sua derrota através da dança, como ficou conhecida.

26. Aldrich Killian (Guy Pearce)

O vilão de Homem de Ferro 3 (2013), primeiro filme do MCU após o fenômeno Os Vingadores (2012), era um nerd rancoroso por ter sido tapeado e ignorado pelo playboy Tony Stark na juventude. Muitos anos depois e o sapo surge na forma de um príncipe, galante e sedutor, capaz de atrair com seu charme os amores do passado e presente, Maya Hansen (Rebecca Hall) e Pepper Potts (Gwyneth Paltrow), respectivamente, do alterego do Homem de Ferro. Criador e criatura da tecnologia Extremis, o vilão não é apenas um empresário, é também um mutante cuspidor de fogo. Nos quadrinhos Killian é apenas um cientista que ajudou a desenvolver a tecnologia. Arrependido, ele tira a própria vida.

25. Mercúrio & Feiticeira Escarlate (Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen)

Tudo bem que os gêmeos europeus se redimiram e se tornaram heróis membros dos Vingadores, ao menos a Feiticeira Escarlate. Mas assim como sua origem nos quadrinhos, inicialmente a dupla usou suas capacidades sobre-humanas para o mal. No filme, a desculpa era a visão deturpada que seu mentor Ultron os apresentou, que os fazia pensar estarem do lado certo do problema.

24. O Abominável (Tim Roth)

Lembrando que o auge dos quadrinhos era também a era da Guerra Fria, assim muitos vilões criados nesta época eram soviéticos. Emil Blonsky era mais um deles. Um Agente da KGB tentando recriar o efeito da radiação Gama, acabou sendo transformado na criatura monstruosa conhecida como Abominável. No filme O Incrível Hulk (2008), Blonsky é um militar ávido a encontrar e caçar Bruce Banner. Para isso, aceita participar de um experimento que vai aos poucos transformando seu corpo na criatura. O Abominável é tido como o principal inimigo do Hulk nos quadrinhos.

23. Destruidor (CGI)

Esse é bem simples, mas muito eficiente como vilão. Trata-se de uma armadura Asgardiana ativada através de magia. Ela foi criada por Odin, pai de Thor, e para funcionar precisa absorver a alma de um ser humano ou um Deus, fato omitido de sua primeira e única aparição no MCU, em Thor (2011). Fora isso, o retrato do “personagem” foi bem fiel, e se mostrou um grande antagonista, como uma arma de destruição em massa e o teste definitivo para o Deus do Trovão.

22. Rei Laufey (Colm Feore)

Líder dos Gigantes de Gelo, raça inimiga que por anos travou guerra contra Asgard, até a paz ser instaurada por Odin. Mantendo-se fiel aos quadrinhos, Laufey é na verdade o pai biológico de Loki, um dos maiores antagonistas do universo Marvel. Sua única aparição no cinema foi em Thor (2011).

21. Caveira Vermelha (Hugo Weaving)

Um dos vilões mais importantes da editora Marvel, o Caveira Vermelha é um nazista deformado, com a cabeça de um crânio rubro enrugado. Arqui-inimigo do Capitão América, o vilão não teve grandes chances no cinema, se tornando um antagonista genérico e rotineiro, longe do peso dos quadrinhos. Os fãs ainda clamam por uma nova tentativa e imploram pelo retorno do ditador. Sua aparição no MCU foi em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), e depois ele volta de surpresa em Guerra Infinita e Ultimato.

20. Ayesha (Elizabeth Debicki)

Nos quadrinhos, Ayesha foi uma espécie de Noiva do Frankenstein, criada como um super ser perfeito apenas para servir de companhia para Adam Warlock, uma criatura criada nos mesmos moldes, pelos mesmos cientistas, anteriormente. Em Guardiões da Galáxia 2, ela foi a líder dos Supremos, uma raça evoluída e dourada, que persegue os heróis. Sua cena pós-créditos é uma das mais legais do acervo Marvel.

19. Ultron (James Spader)

Nos quadrinhos, o ser sintético, dono de inteligência artificial, é um dos maiores vilões da Marvel. No cinema, o personagem poderia ter rendido questões mais interessantes sobre existencialismo. O resultado ficou abaixo do esperado, assim como o filme Vingadores: Era de Ultron, com o inimigo criado apenas com uma nota entre as piadinhas e a psicopatia.

18. Zemo (Daniel Brühl)

Um dos personagens que mais teve alterações de sua contraparte de papel. No cinema, o vilão busca justiça deturpada pela morte da família, após os eventos de Vingadores: Era de Ultron. São os pecados dos heróis se voltando contra eles. Nos quadrinhos, igualmente o personagem busca vingança pela morte do pai, mas ao ser derrotado e dado como morto, ressurge desfigurado, precisando usar o famoso gorro roxo cobrindo seu rosto. Quem sabe o mesmo não se repete no cinema.

17. Dormammu (Benedict Cumberbatch)

Não sei por que, mas a cena envolvendo o demônio em Doutor Estranho (2016) me lembrou demais o filme Spawn (1997). Dormammu é um dos seres místicos mais poderosos do universo Marvel. No MCU mostrou ser igualmente ameaçador, porém, a cena envolvendo a criatura e a forma como o protagonista o desarma, é digna de muitas risadas.

16. Justin Hammer (Sam Rockwell)

Rival de Tony Stark, o industrial Justin Hammer seguiu fiel em sua versão para o cinema, sendo apenas rejuvenescido nas formas de Sam Rockwell, já que sua contraparte nos quadrinhos era um homem idoso. Curiosamente, nas primeiras histórias envolvendo o vilão Chicote Negro, Hammer o apadrinhava contra o Homem de Ferro. Apesar da mudança de identidade do vilão, de Mark Scarlotti para Ivan Vanko, a ideia da história foi mantida.

15. Chicote Negro (Mickey Rourke)

O vilão mais ameaçador de um filme solo do Homem de Ferro, apareceu em sua continuação de 2010. Silencioso e letal, Ivan Vanko era também um gênio e um oponente à altura, atrás de vingança – quem pode esquecer a cena da corrida de carros em Mônaco. No entanto, o personagem foi modificado para o cinema. Nos quadrinhos, o alterego de Chicote Negro (Whiplash no original) é Mark Scarlotti, ex-funcionário das indústrias Stark. No filme, Vanko é russo. Nos quadrinhos, o vilão Dínamo Vermelho ou Dínamo Escarlate teve diversas encarnações, todas agentes russos. O primeiro foi justamente Anton Vanko, no filme, pai de Ivan Vanko.

14. O Colecionador (Benicio Del Toro)

Como o nome autoexplicativo diz, este ser cósmico tem como hobby colecionar artefatos intergalácticos, alguns muito poderosos como as joias do infinito, e também seres vivos, vide Howard – o pato. Ele é basicamente uma versão espacial de Trato Feito, e em sua “loja” você pode encontrar de tudo.

13. Monge de Ferro (Jeff Bridges)

Obadiah Stane era o parceiro de negócios de Howard Stark, pai de Tony Stark, e juntos construíram um império. Após a morte de Howard, Stane se tornou a figura paterna de Tony, em muitos sentidos. Na primeira grande reviravolta do MCU, Obadiah Stane revela-se um traidor e o antagonista do herói Homem de Ferro. Stane foi também o primeiro vilão do MCU. Uma coisa não pode ser dita em relação aos famosos inimigos, a Marvel sempre escala atores de grande cacife e aqui temos ninguém menos que Jeff Bridges.

12. Mandarim (Ben Kingsley)

O que era para ter sido o maior antagonista do Homem de Ferro, finalmente dando as caras no terceiro filme, se tornou uma das maiores troladas do MCU nos fãs. O Mandarim é para o Homem de Ferro o que o Coringa é para o Batman, ou o que Lex Luthor é para o Superman. Porém, hoje o personagem é visto como uma caricatura racista e preconceituosa de figuras asiáticas, o que levou a Marvel a modificá-lo totalmente (Jon Favreau deu declarações dizendo que não colocaria o personagem em seus filmes). O problema foi a forma como o maior antagonista de Tony Stark foi apresentado. Aparentemente, uma mudança de nacionalidade ocorreria, o que seria bem vindo, colocando o Mandarim como uma espécie de Osama Bin Laden da internet. Mas, como sabemos, tudo não passou de um truque de Killian, e o Mandarim nada mais era do que o ator britânico Trevor Slattery, um bufão. Por essa ninguém esperava.

11. Mordo (Chiwetel Ejiofor)

O Barão Mordo, o místico rival do Doutor Estranho (2016), teve suas origens respeitadas (em partes) na versão do MCU e como muitos grandes antagonistas, começou sua carreira aliado do herói. Agora é só esperar pela sequência para o grande embate entre Estranho e seu “Coringa” pessoal.

10. Hela (Cate Blanchett)

Hela, a Deusa da Morte, é uma das vilãs mais assustadoras das HQs… Nos cinemas, nem tanto.  Cate Blanchett dá o melhor de si mas está caricata como a vilã, parecendo uma cópia da Rita Repulsa. O grande problema talvez seja o roteiro de Thor: Ragnarok, que transforma um sério acontecimento em motivo de piada. Apesar da vilã não botar medo, é delicioso ver Blanchett se divertindo como a personagem….

9. Abutre (Michael Keaton)

Muitos reclamam da falta de qualidade dos vilões da Marvel no cinema, mas com o Abutre a coisa pode estar mudando. Um dos antagonistas mais carismáticos e, de certa forma, identificável, o Adrian Toomes do cinema é o oposto de sua contraparte dos quadrinhos. E acredite, melhor! Longe de ser um assaltante comum, seus atos são justificáveis, deixando-o numa tênue linha.

8. Nebulosa (Karen Gillan)

Uma das poucas mulheres da lista, Nebulosa é a filha preterida de Thanos, o que por si só rende um conflito digno de Shakespeare. Assim como nos mais renomados dramas clássicos, esta ciborgue azulada busca vingança, não apenas de seu progenitor negligente, como da preferida dele, a irmã Gamora. Seu arco, no entanto, começa a suavizá-la do primeiro Guardiões da Galáxia para o segundo.

7. Alexander Pierce (Robert Redford)

Nunca em um milhão de anos imaginaríamos que um ator do porte de Robert Redford embarcaria num filme do gênero. Com a contratação do ator, imaginamos que não exista ninguém que diga não para a Marvel. Quem falta, Al Pacino e Robert De Niro? Nos quadrinhos um dos melhores agentes da SHIELD, sua versão cinematográfica destaca-se não apenas por seu intérprete, e sim devido à reviravolta existente em seu arco dramático. Pierce revela-se um dos maiores e mais realísticos antagonistas em um filme do MCU.

6. Mystério (Jake Gyllenhaal)

Jake Gyllenhaal está sensacional como Quentin Beck/Mystério, um personagem cheio de camadas e motivações bastante interessantes, que tem uma ótima química com Homem-Aranha. É super interessante a ideia de trazer um herói, que na verdade é o grande vilão. A maneira como desenvolveram sua trama consegue surpreender até mesmo aqueles que o conhecem das HQs, e os roteiristas tiveram muito cuidado para amarrar sua história de maneira realista e convincente.

A sequência criada pelo Mystério para assustar o Homem-Aranha em Longe de Casa, mostrando até o Homem de Ferro morto e sendo comido por bichos, é uma das coisas mais assustadoras de todo o MCU. Brilhante e genial, o personagem é trazido dos quadrinhos para uma releitura ainda melhor que a original.

5. Soldado Invernal (Sebastian Stan)

O Soldado Invernal poderia dividir a colocação com Alexander Pierce, já que se trata de criador e criatura. Bucky Barnes, melhor amigo de Steve Rogers (o Capitão América), serviu com ele na Segunda Guerra Mundial, mas terminou perdendo sua vida. Bem, isso era o que todos pensavam. Os marqueteiros da Marvel decidiram trazer o personagem de volta, com lavagem cerebral e tudo, na pele do ameaçador Soldado Invernal, um vilão tão silencioso e letal quanto o Jason de Sexta-Feira 13. E com esse nome adivinha qual foi o filme que marcou sua estreia.

4. Ego (Kurt Russell)

O Planeta Vivo como é conhecido nos quadrinhos, ganhou a melhor das sacadas no cinema, para driblar a dificuldade que seria ter o herói contracenando com um planeta (risos). Assim, Peter Quill não apenas descobriu quem era seu pai, e que ele na verdade era um planeta, mas pode interagir com ele (ou uma versão criada dele e dentro dele). Nem os quadrinhos foram tão originais.

3. Erik Killmonger (Michael B. Jordan)

Michael B. Jordan é um dos grandes expoentes de sua geração. Pantera Negra, apesar de não ser seu primeiro filme da Marvel (ele foi o Tocha Humana no Quarteto Flopástico de 2015), é sua estreia no Universo Cinematográfico Marvel. E que estreia… Ele é o maior destaque do filme.

Erik recebeu o apelido de “Killmonger” no exército. Após sumir em batalha, o soldado de elite ressurge como grande opositor ao governo de T’Challa. Aliado a Ulysses Klaue, ele quer derrubar a monarquia de seu rival e tomar o país para si. Não sabemos se há alguma motivação além da divergência de ideologias, mas nos quadrinhos, Erik costuma atribuir a morte de seus familiares ao Rei T’Chaka.

2. Loki (Tom Hiddleston)

Loki é puro carisma na pele de Tom Hiddleston e consegue inclusive roubar os holofotes de seu protagonista, Thor. O fato só prova que a performance de um bom ator pode mudar completamente o foco de um personagem (Robert Downey Jr., alguém?). Ninguém esperaria que o Deus da Trapaça fosse se tornar um superstar em sua versão cinematográfica. Respeitando as origens do personagem, Loki foi nos quadrinhos o primeiro antagonista dos Vingadores, e no cinema repetiu a dobradinha. Antes havia aparecido em Thor (2011), Thor: O Mundo Sombrio (2013) e Thor: Ragnarok (2017).

1. Thanos (Josh Brolin)

Thanos (Josh Brolin) é um vilão (ou seria anti-herói) trágico, sofrido, que realiza seus atos com pesar e em sua loucura (que muitos aqui na Terra compartilhariam) assume a conclusão de um bem maior. Protagonista de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’, o vilão foi o primeiro a conseguir derrotar TODOS os Vingadores e trouxe consequências que deixaram os fãs pirando por um ano até descobrirem a conclusão do arco em Ultimato. De longe, o vilão mais humano e interessante do MCU. Essa talvez seja a melhor surpresa da construção do Thanos, a humanização de seu antagonista. A motivação, suas atitudes, seu sofrimento (sim, este é um malvadão melancólico) são mesclados a um desempenho certeiro do intérprete – é possível enxergar o Josh Brolin o tempo todo no personagem – e efeitos de cair o queixo de tão reais.

Thanos é o grande vilão da Marvel, sem qualquer dúvida.

 

Assista ao trailer da versão brasileira de ‘O Quarto do Pânico’, com Isis Valverde e Marco Pigossi

O Hugo Gloss divulgou com exclusividade o trailer de O Quarto do Pânico, sucesso de David Fincher originalmente estrelado por Jodie Foster.

O filme ganhou uma versão nacional protagonizada por Isis Valverde (‘A Força do Querer’). Marco Pigossi (‘The Boys’), Caco Ciocler (‘Olga’) e André Ramiro (‘Tropa de Elite’).

Eles vão interpretar os invasores da casa, enquanto Marianna Santos será a filha da protagonista.

A Floresta, produtora da Sony Pictures Television no Brasil, produz.

O filme estreia no Telecine no dia 13 de Fevereiro.

Assista:

Na trama, uma mulher (Isis Valverde) se muda para uma casa após a morte do marido e se vê obrigada a se refugiar no quarto secreto de sua casa junto com sua filha pré-adolescente. Elas buscam segurança ali quando uma gangue de ladrões invade o local em busca de algo que se encontra exatamente onde as duas estão escondidas.

No entanto, elas logo descobrem que é ali que está escondido o que os invasores tanto procuram.

Gabriela Amaral Almeida (‘O Animal Cordial’) dirige.

‘Demolidor: Renascido’: Chefe da Marvel compartilha novidades sobre a 2ª temporada

A 2ª temporada deDemolidor: Renascido’ chega este ano ao Disney+, prometendo mostrar a épica batalha de Matt Murdock contra o Rei do Crime. Brad Winderbaum, presidente de Streaming, Televisão e Animação da Marvel Studios, compartilhou novidades sobre a nova temporada.

Segundo o ComicBookMovie, Winderbaum revelou que veremos Matt Murdock em uma “realidade completamente diferente”, enquanto ele “[luta] contra o poder de uma forma massiva”.

Ele explicou: “Se a 1ª temporada foi sobre a ascensão de Wilson Fisk ao poder, a segunda é sobre as armadilhas do poder e como é difícil mantê-lo uma vez que você o alcança. Quando o poder é sua única motivação, é uma coisa várias pessoas apontarem na direção do Rei do Crime e dizerem que ele é ruim, mas é outra conseguir que todos estejam na mesma página”.

Sobre o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones, que fará uma parceria com o Homem Sem Medo, Winderbaum comentou: “O mais divertido nesse personagem é o salto temporal desde a última vez que a vimos. Já faz um tempo. Estamos reestabelecendo a personagem e atualizando o público sobre tudo o que ela tem feito. E isso vem cheio de surpresas muito legais”.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Jodie Foster afirma que indicação ao Oscar a protegeu de predadores sexuais em Hollywood

A estrela do cinema Jodie Foster surpreendeu recentemente ao revelar que conseguiu escapar de assédios sexuais em Hollywood graças à sua indicação ao Oscar ainda jovem, o que lhe conferiu um status de poder na indústria.

De acordo com o Deadline, Foster afirmou que sua indicação ao Oscar de 1977 porTaxi Driver provavelmente “a salvou” de predadores do meio cinematográfico.

“Eu realmente precisei refletir sobre isso, tipo, como foi que eu me salvei? Houve microagressões, é claro. Qualquer pessoa no ambiente de trabalho já passou por microagressões misóginas. Isso faz parte de ser mulher, certo? Mas o que me manteve longe dessas experiências ruins, dessas experiências terríveis?”, comentou a atriz.

“E o que eu passei a acreditar… é que eu já tinha uma certa quantidade de poder quando tinha, tipo, 12 anos. Então, na época da minha primeira indicação ao Oscar, eu fazia parte de uma categoria diferente de pessoas que tinham poder, e eu era ‘perigosa demais’ para ser tocada. Eu poderia ter arruinado a carreira de alguém ou chamado por ajuda, então não estava vulnerável”, acrescentou.

Foster, que tem refletido sobre sua carreira após receber uma homenagem no Festival de Cinema de Marrakech no final do ano passado, disse ainda que sua personalidade “arrojada” também pode ter ajudado a afastar comportamentos inaceitáveis.

“É muito difícil me manipular emocionalmente porque não opero com minhas emoções na superfície. Predadores usam tudo o que podem para manipular e fazer as pessoas fazerem o que eles querem. E isso é muito mais fácil quando a pessoa é mais jovem, mais fraca, quando não tem poder”, explicou.

Após a indicação por Taxi Driver, Foster conquistou dois Oscars: o primeiro em 1989 por ‘O Acusado’ e o segundo em 1992 por O Silêncio dos Inocentes.

“Eu acho que há uma parte de mim que foi fortalecida pelo que faço para viver e que aprendeu a controlar minhas emoções para desempenhar um papel”, concluiu.

Especial The Office | 15 Curiosidades da Série que completa 21 anos

A versão americana de The Office foi lançada há exatos quinze anos. A série que começou como uma versão do curto seriado britânico de mesmo nome ganhou força, popularidade e verba extra para se desenvolver ao longo de 201 episódios e 9 temporadas.

Para comemorar os 21 anos da série, o CinePOP fez este especial. Confiram 15 curiosidades sobre uma das maiores comédias de todos os tempos!

 

As imagens da abertura foram feitas por John KrasinskiDepois de conseguir o papel de Jim, John Krasinski fez uma viagem de pesquisa em Scranton, Pensilvânia, para entender um pouco da cidade e poder enriquecer seu personagem. Na viagem, ele fez alguns vídeos e fotos de lugares da cidade. Acabou que os produtores gostaram das imagens e as usaram na icônica abertura da série.

 

Seth Rogen fez teste para DwightAme ou odeie, Seth Rogen é um dos nomes mais influentes da comédia americana. Na época das audições, ele fez um teste para o papel do esquisito Dwight. O teste está disponível na internet para que os curiosos vejam. Ele não conseguiu passar as nuances do personagem, ficando Seth Rogen de mais e Dwight Schrute de menos.

 

O beijo foi improvisado Um dos momentos mais constrangedores da série é quando Oscar assume sua homossexualidade e, como esperado, Michael não reage de forma comum. O episódio se chama “Gay Witch Hunt” e tem seu ápice em uma reunião na qual Michael fala sobre como ser gay é normal e dá um beijo na boca de Oscar, deixando absolutamente todos em cena constrangidos. Acontece que o constrangimento é real, visto que o beijo não estava no roteiro e foi completamente improvisado por Steve Carell.

 

Roteiro intocadoFalando em constrangimento, um dos episódios mais engraçados e constrangedores da história da televisão americana é “The Dinner Party“, em que Michael e Jan convidam os funcionários do escritório para jantarem na casa deles. Absolutamente TUDO nesse episódio é constrangedor, porque mostram os hábitos esquisitos do casal, os convidados desconfortáveis e termina com uma das brigas mais icônicas da série, chegando até a envolver o assunto de vasectomias. Snip Snap. Pois bem, por mais impressionante que possa parecer, o roteiro desse episódio, diferentemente da maioria dos outros, não foi reescrito em momento algum. Ele foi gravado exatamente da forma como foi originalmente imaginado.

 

Carol é a esposa de Steve Carell fora da sérieUma das namoradas que Michael Scott tem ao longo da série é a corretora de imóveis, Carol. Nancy Carell é atriz, mas, além disso, é esposa do ator Steve Carell, que interpreta Michael Scott.

 

Em famíliaDepois de dar a luz à Cece, Pam passa por uns problemas para amamentar a bebê. Para isso, há um médico especialista em lactação que ensina a mamãe a amamentar, deixando Jim com ciúmes. Acontece que esse médico é interpretado por Lee Kirk, o marido de Jenna Fischer na vida real.

 

Pedido de casamento caroUm dos momentos mais importantes e fofos da série é o pedido de casamento de Jim para Pam em um posto de gasolina em meio a chuva. Os produtores da série afirmaram que essa cena foi a mais cara da série, custando cerca de 250 mil dólares. Isso porque eles viram o posto de gasolina na estrada e decidiram reconstruí-lo nos sets de filmagem.

 

Anel de brindeÉ comum que atores guardem recordações de trabalhos marcantes. Robert Downey Jr, por exemplo, tem o A gigante da Torre Stark em sua casa, foi um presente da equipe de produção de Os Vingadores. Em The Office, a recordação não é tão espalhafatosa, mas é bastante significativa. No Twitter, a atriz Jenna Fischer, que interpreta a Pam, revelou que: “Apesar de ser verdade que eu fiquei com a aliança que Jim deu para Pam, era apenas um anel comum de prata, nada que valha uns 5 mil dólares. E eu não uso na vida real“.

 

Perdendo o BVO primeiro beijo de verdade entre Jim e Pam foi o primeiro “beijo técnico” de John Krasinski e Jenna Fischer em suas vidas profissionais. Ao final da cena, Jenna perguntou para John se aquele era o primeiro beijo técnico dele. Kransinski, todo envergonhado, disse que não, mas anos mais tarde, ele afirmou em uma entrevista que foi, tornando o momento ainda mais fofo.

 

Força na perucaJohn Krasinski teve que usar uma peruca durante a terceira temporada da série por conta de seu papel em O Amor Não Tem Regras. No filme, ele interpreta um jogador de futebol americano dos anos 20, que acaba raspando a cabeça em dado momento. Como o estranho cabelo de Jim era uma característica marcante do personagem, os produtores improvisaram uma peruca, coisa que só foi descoberta pelos fãs depois do final da série.

 

Fábrica de artistas

O programa Late Night With Conan O’Brien foi um verdadeiro berço para o elenco de The Office. Ellie Kemper (Erin), John Krasinski (Jim) e Mindy Kaling (Kelly) trabalharam como estagiários do programa antes de atuarem na série. Conan faz uma participação relâmpago em um episódio da série.

 

Evolução das máquinasDurante a primeira temporada da série, a produção pedia que os atores focassem em fazer trabalhos com papel, como preencher formulários, desenhar ou fazer contas, já que os computadores não eram de verdade. Mais tarde, a série se tornou um sucesso e as verbas aumentaram. Com isso, a produção preparou computadores de verdade com acesso à internet para que o elenco pudesse se entreter/ agir como em um escritório de verdade.

 

DesafioRainn Wilson, o Dwight, fez um acordo com o assistente de direção que, caso as câmeras flagrassem o que ele estava lendo no computador, o ator faria uma doação de 100 dólares para a Meals on Wheels.

 

Faz tudoA maioria dos episódios teve algum tipo de contribuição dos atores nos bastidores. O elenco escrevia, produzia e até mesmo dirigia alguns episódios. Inclusive muitas cenas extras foram filmadas, mas não usadas. A produção dizia que, se quisessem, os episódios poderiam ter facilmente mais de uma hora de duração, cada.

 

Lágrimas de despedidaEm entrevista ao Los Angeles Times, o diretor Paul Feige disse que todo o elenco chorou de soluçar quando ensaiou “9,986,000 minutes”, a música em homenagem a Michael Scott em sua despedida da série. Para o diretor, aquele era o princípio do fim. As lágrimas do chefe no episódio também são reais, já que essa cena não estava no roteiro dado a

 

Steve Carell.As 9 temporadas de The Office estão disponíveis no Amazon Prime Video e a série também está sendo reprisada no canal por assinatura Comedy Central.

James Gunn revela em que ponto da linha do tempo do DCU se passará a 2ª temporada de ‘Comando das Criaturas’

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A 2ª temporada de ‘Comando das Criaturas’ ganhou novidades promissoras, com James Gunn revelando quando a série se passará na linha do tempo do DCU.

De acordo com o ComicBookMovie, ‘Comando das Criaturas’ utilizou suas redes sociais para informar que a animação terá sua data de estreia “quando terminarmos de animar a nova temporada, que já está em produção”.

Sobre sua posição na linha do tempo do DCU, Gunn confirmou que a nova temporada se passará após os eventos da 2ª temporada de Pacificador, reforçando a estrutura linear já estabelecida no universo.

Lembrando que ‘Comando das Criaturas’ já está disponível na Max.

comando das criaturas
comando das criaturas

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

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10 Filmes que Refletem sobre Interesses Amorosos Obsessivos

Geralmente em recortes de períodos de tempo indefinidos, a obsessão e seus exageros contornam histórias repletas de situações inconsequentes que muitas vezes levam personagens para finais infelizes. Buscando lembrar sobre produções que possuem retratos de obsessões ligados de alguma forma ao amor, separamos abaixo uma lista com 10 filmes que refletem sobre interesses amorosos obsessivos:

 

Ata-me!

Na trama, conhecemos Ricky (Antonio Banderas) um jovem sedutor que passou grande parte do seu tempo em vida em instituições psiquiátricas. Quando enfim consegue a liberdade, não pensa duas vezes e vai atrás de sua atual obsessão, Marina (Victoria Abril) uma ex-atriz pornô que está atualmente rodando um longa-metragem. A perseguição começa e logo Ricky consegue prender Marina em seu próprio prédio buscando durante dias fazer com que ela o aceite como seu amado.

 

O Homem Invisível

Na trama, somos apresentados a arquiteta Cecília Kass (Elisabeth Moss), uma mulher que está em plena fuga de seu casamento obsessivo com Adrian (Oliver Jackson-Cohen) e busca refúgio em sua irmã Emily (Harriet Dyer) e na casa do amigo policial James (Aldis Hodge). Tudo ia indo bem até que após ser anunciado o suicídio de Adrian, Cecília passa a ser perturbada por situações inusitadas como se um homem invisível estivesse a perseguindo, fato que se mostra verdade quando descobrimos que seu ex-marido, um bilionário do ramo da tecnologia, vinha desenvolvendo um trajeto inovador que transformava a pessoa em um ser invisível. Lutando para provar seus argumentos, a protagonista embarca em uma perigosa jornada rumo novamente à liberdade.

 

O Lobo atrás da Porta

Na trama, conhecemos Bernardo (Milhem Cortaz), um fiscal de uma empresa de ônibus, casado com Sylvia (Fabiula Nascimento) com quem tem uma filha. Quando a garota desaparece misteriosamente após ser pega por alguém na creche em que estava, Bernardo e Sylvia vão até a polícia onde um tenso interrogatório acontece. O delegado de plantão (Juliano Cazarré) começa a desconfiar de algumas versões da história e logo se descobre que Bernardo tem uma amante chamada Rosa (Leandra Leal) que também é convocada para prestar depoimento. O tempo passa e as verdades começam a aparecer.

 

Louca Obsessão

Na trama, acompanhamos um pacato escritor de sucesso chamado Paul Sheldon (James Caan) que está prestes a entregar a primeira e única cópia de seu mais novo livro. No seu processo de escrever, ele sempre vai para uma cabana numa região gelada do estado do Colorado. Saindo desse lugar rumo ao encontro com sua editora, ele acaba sofrendo um grave acidente. Ele acorda em uma casa onde mora Annie (Kathy Bates) uma enfermeira super fã do escritor que viu o acidente e o ajudou. Nos primeiros dias de recuperação Paul acha que tirou a sorte grande mas aos poucos vai entendendo que se meteu em uma grande enrascada e precisa encontrar soluções para fugir daquele lugar.

 

Remédio Amargo

Na trama, conhecemos o paramédico Angel (Mario Casas), um homem por volta dos 30 anos, que desde sempre não bate bem da cabeça, inclusive tem uma estranha obsessão em levar souvenires das vítimas que atende. Ele mora com a namorada, a ingênua francesa Vane (Déborah François) que divide o tempo em cuidar da casa e a faculdade de veterinária. Quando Angel sofre um grave acidente que o deixa paraplégico, a relação dos dois piora mais ainda e Vane resolve deixa-lo. Só que Angel não deixará essa situação ficar assim por muito tempo e começa a bolar planos mirabolantes para se vingar de todos ao seu redor.

 

Decisão de Partir

Na trama, conhecemos o ex-militar da marinha sul-coreana e detetive da divisão de homicídios da polícia de Busan Jang Hae-joon (Park Hae-il) que vive seus dias agitados decifrando casos complexos. Ele vive uma rotina monótona, é casado, e se afunda perto da linha da obsessão no seu trabalho. Certo dia, é chamado para investigar o caso de um homem que caiu do topo de uma montanha e logo percebe que a esposa chinesa do falecido, Song Seo-rae (Tang Wei), tem tudo para ser uma das suspeitas. Só que ao longo dos dias que se passam, o detetive acaba se interessando além da conta pela misteriosa mulher.

 

O Rio do Desejo

Na trama, conhecemos o capitão da polícia Dalberto (Daniel Oliveira) um homem sério que resolve abandonar a corporação e comprar um barco depois de se apaixonar perdidamente pela bela e alegre Anaíra (Sophie Charlotte). Ainda em fase de mudança de vida, Dalberto resolve levar a amada para morar por um tempo na casa onde vive com os dois irmãos, Dalmo (Rômulo Braga) e Armando (Gabriel Leone), o primeiro um fotógrafo que tem um pequeno empreendimento na cidade, o outro um amante do universo musical que faz apresentações com sua banda. Mas a aparente harmonia é colocada à prova quando Dalberto precisa fazer uma viagem de quase dois meses e Anaíra começa a se aproximar de Dalmo e principalmente Armando.

 

Obsessão Secreta

Na trama, que já começa a mil por hora, conhecemos uma jovem chamada Jennifer (Brenda Song) que está sendo perseguida por uma pessoa que não sabemos quem é. Após conseguir chegar ao hospital da pior maneira possível, acaba perdendo a memória. Acorda e é apresentada a seu marido Russell (Mike Vogel), que chega todo bondoso e com livros de fotos e com muitas referências de como era a vida deles juntos. Mas nem tudo é o que parece nessa história, paralelo aos descobrimentos da jovem, somos apresentados a Frank Page (Dennis Haysbert), um policial perto da aposentadoria e com traumas em seu passado que começa a desconfiar daquela situação.

 

O Amante de Lady Chatterley

Dirigido pela cineasta francesa Laure de Clermont-Tonnerre (do ótimo Mustang), O Amante de Lady Chatterley nos apresenta Connie (Emma Corrin), uma jovem mulher que vive um primeiro momento de muita felicidade no seu recente casamento com um membro da aristocracia, Clifford (Matthew Duckett), esse que logo vai para a guerra e acaba voltando com problemas de locomoção. Certo dia, o casal resolve ir passar uma temporada na casa de campo, uma enorme propriedade. Aos poucos Connie vai se sentindo mais afastada do marido e ficando cada vez mais sozinha. Durante um curioso papo, é sugerido para Connie procurar um outro homem para ter um filho e quando engravidar Clifford o assumir dizendo ser dele. Lutando contra essa ideia que nada ia de encontro aos seus princípios, Connie acaba se aproximando de um funcionário da propriedade, o ex-soldado Oliver (Jack O’Connell) por quem logo acende uma enorme paixão e desejo, descobrindo novas facetas sobre intensos sentimentos.

 

O Amante Duplo

O filme, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes, nos mostra a história de uma mulher que trabalha em um museu chamada Chloé (Marine Vacth) que após uma consulta para saber sobre um desconforto na região da barriga acaba sendo orientada a procurar um terapeuta. Assim, ela chega em Paul (Jérémie Renier), com quem logo se envolve. A questão que após um tempo, ele descobre um segredo de seu novo par romântico: ele tem um irmão gêmeo que também é terapeuta. Assim acaba se envolvendo com esses dois homens e acaba descobrindo muitas surpresas nesse caminho.

 

 

 

‘Coringa: Delírio a Dois’: Executivos da Warner Bros. defendem sequência, apesar do fracasso de bilheteria

Coringa: Delírio a Dois’, estrelado por Joaquin Phoenix e Lady Gaga, foi um verdadeiro fracasso de bilheteria. Ainda assim, as executivas da Warner Bros., Pamela Abdy e Michael De Luca, defenderam o longa.

“Eu realmente gostei do filme. Ainda gosto”, disse Abdy, ao ComicBookMovie, levando De Luca a acrescentar: “Foi realmente inovador. Pode ser que tenha sido inovador demais para um público global mainstream, mas eu achei que Todd e seu parceiro de roteiro, Scott [Silver], fizeram algo que a maioria das pessoas que fazem sequências não faz: eles decidiram não se repetir”.

“Eu realmente os parabenizo por não se repetirem, mas, no fim, o filme simplesmente não se conectou com o público”, completou o executivo.

Lady Gaga dá resposta sincerona sobre o FRACASSO de ‘Coringa: Delírio a Dois’

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Coringa: Delírio a Dois’ está disponível para streaming no HBO Max.

Na trama da continuação, Arthur Fleck está internado em Arkham, aguardando julgamento por seus crimes como o Coringa. Enquanto lida com sua dupla identidade, ele não só se depara com o amor verdadeiro, mas encontra a música que sempre esteve dentro de si.

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‘Heated Rivalry’: Estrela afirma que série nunca seria feita nos EUA

Heated Rivalry – Rivalidade Ardente’, série canadense que se tornou um verdadeiro fenômeno, estreia em breve no Brasil. Agora, François Arnaud, uma das estrelas da produção, afirmou acreditar que a série jamais teria sido feita nos Estados Unidos.

“Eu não acho que essa série poderia ter sido feita nos Estados Unidos. Ela chegou a ser desenvolvida anteriormente em uma grande plataforma de streaming, mas havia tantas observações e tantas ideias sobre o que a série deveria ser que o Jacob decidiu sair e produzi-la no Canadá. Lá, é verdade, o orçamento era bem menor, mas ele pensou: ‘Eu posso fazer a série que eu quero fazer'”, afirmou o ator, conforme o Deadline.

“Acho que é isso que o público está respondendo. E acredito que, de certa forma, isso seja uma grande lição para o pessoal de Hollywood. É uma ‘série de nicho’, sem grandes estrelas de cinema, e ainda assim se tornou uma sensação muito maior”, acrescentou Arnaud.

Segundo o ator, executivos da antiga plataforma de streaming chegaram a sugerir que não houvesse beijos até o quinto episódio.

“E o Jacob respondeu: ‘Bom, não é isso que estamos fazendo!'”, relembrou.

Falando ao Deadline sobre o recente final da primeira temporada, Tierney elogiou a equipe do serviço canadense Crave por apoiá-lo, enquanto outros executivos queriam que ele comprometesse sua visão criativa.

“Claro, houve momentos ao longo do caminho… mas meus executivos da Crave foram simplesmente incríveis”, disse o criador. “Havia pessoas tentando interferir, mas eles não queriam que nada fosse suavizado”.

Vale lembrar que a HBO Max já divulgou o trailer legendado de Heated Rivalry, série baseada no livro homônimo que se tornou um fenômeno de público na América do Norte.

A HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘Heated Rivalry‘, série baseada no livro homônimo que se tornou fenômeno de público no território norte-americano.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que a produção será lançada no Brasil em fevereiro.

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A série foi criada por Jacob Tierney.

Na trama…

Duas estrelas rivais do hóquei no auge de suas carreiras enfrentam o desafio inesperado de se apaixonar, o que complica suas carreiras e as expectativas do esporte.

O elenco ainda conta com François ArnaudRobbie G.K.Christina ChangDylan WalshSophie NélisseKsenia Daniela Kharlamova.

Zach Braff e Donald Faison retornam em novo cartaz do reboot de Scrubs; Confira!

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O Hulu divulgou uma nova imagem do reboot de Scrubs, série médica lançada originalmente em 2001 e estrelada por Zach Braff, Donald Faison e Sarah Chalke. No novo cartaz, é possível ver o retorno do elenco principal, reforçando o caráter nostálgico da produção.

O reboot contará com a volta dos protagonistas da série original e tem estreia oficial marcada para 25 de fevereiro de 2026.

No Brasil, porém, ainda não há confirmação oficial sobre o lançamento da série. A expectativa é que o revival chegue ao Disney+ em algum momento, já que a produção será exibida nos Estados Unidos pelo Hulu.

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O criador da série original, Bill Lawrence, retorna como produtor executivo, acompanhado pelos veteranos Tim Hobert e Aseem Batra — ambos com passagens marcantes pela produção original — que agora assumem os cargos de showrunners e produtores executivos.

A produção fica por conta da Doozer, empresa de Lawrence, com Jeff Ingold e Liza Katzer também no time de executivos.

O novo capítulo da série seguirá J.D. e Turk, que voltam a trabalhar juntos após um longo tempo longe das salas de cirurgia. Em um mundo onde a medicina mudou, os internos são de uma nova geração, mas a amizade entre os dois continua inabalável. A trama promete mesclar risos, emoção e surpresas, enquanto novos e antigos personagens circulam pelos corredores do hospital Sacred Heart.

Judy Reyes, que interpretou a enfermeira-chefe Carla Espinosa, atualmente está em outro sucesso da ABC, ‘High Potential’, estrelado por Kaitlin Olson. Apesar disso, fontes próximas à produção afirmam que estão em andamento conversas positivas para alinhar agendas e possibilitar que Reyes participe também do reboot de ‘Scrubs‘.

A versão original funcionou como uma sitcom de câmera única ambientada no Hospital Sacred Heart, narrada por J.D., enquanto ele e seus colegas avançavam em suas carreiras médicas.

Lançada em 2001 pela NBC, Scrubs foi exibida por sete temporadas antes de ser cancelada. Em seguida, foi renovada pela ABC para uma oitava temporada, inicialmente planejada como a última. Contudo, a emissora acabou aprovando uma nona temporada, intitulada Scrubs: Med School’, na qual apenas John C. McGinley e Donald Faison permaneceram como regulares no elenco.