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Wagner Moura revela que, após ganhar prêmio em Cannes, precisou gravar cena com “cocô de cachorro”

O ator Wagner Moura revelou recentemente, em entrevista a Seth Meyers, por que não pôde ir ao Festival de Cannes receber o prêmio de Melhor Ator pelo seu trabalho em O Agente Secreto’.

Durante a conversa, conforme noticiado pelo UOL Splash, Moura explicou que estava em Londres gravando um filme e, apesar de estar de folga, a equipe pediu que ele retornasse para filmar uma cena no set.

“Eu não podia dizer: ‘Hoje não posso, preciso ir para Cannes porque acho que vou ganhar um prêmio’. Fiquei com vergonha, então topei”, contou o ator.

Além disso, Moura revelou que a cena que precisou gravar foi, no mínimo, desagradável. Logo após receber a notícia de que havia ganhado o prêmio, ele teve que gravar uma cena envolvendo cocô de cachorro.

“Colocaram uma sacola de plástico na minha mão e me filmaram pegando cocô de cachorro do chão”, lembrou, fazendo o apresentador cair na risada.

O Agente Secreto’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

Shawn Levy compara novo filme de ‘Star Wars’ ao sucesso de ‘Stranger Things’

star wars shawn levy
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O diretor Shawn Levy, responsável pelo fenômeno da Netflix Stranger Things, falou recentemente sobre seu próximo longa, Star Wars: Starfighter’, comparando o novo capítulo da amada franquia à série de sucesso.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Levy afirmou: “Se aprendi alguma coisa com Stranger Things, é que você pode se sentir intimidado pela escala das expectativas de uma franquia. Mas você vai se perder se esse for o seu foco. Aprendi a necessidade de permanecer enraizado nos personagens, nos temas e nos relacionamentos na tela”.

O cineasta ressaltou que, embora o novo longa entregue o espetáculo visual esperado pela marca, o coração da história é o que realmente importa.

“Sim, há espetáculo e grande escala, assim como em Stranger Things. E, claro, Star Wars: Starfighter tem espetáculo, grande escala e aventura em um nível que nunca experimentei em toda a minha carreira. Mas, assim como Stranger Things, também é muito ancorado em uma história em escala humana, centrada nos personagens”, acrescentou.

Levy concluiu traçando uma meta ambiciosa para o projeto: “Acredito que, se eu conseguir equilibrar o épico e o íntimo da mesma forma que os irmãos Duffer fazem em Stranger Things, vou criar um filme e uma nova aventura original de Star Wars que possa ser realmente satisfatória para fãs e para o público”.

Vale lembrar que o cineasta anunciou recentemente em suas redes sociais o fim das filmagens deStar Wars: Starfighter’.

Conforme o ComicBookMovie, o cineasta esclareceu que embora o filme carregue o peso da marca Star Wars, a produção contará uma história totalmente independente:

“Antes de tudo, ele é diferente porque se trata de uma aventura nova, que não é sequência nem prelúdio. São personagens inéditos e uma nova linha do tempo. O filme herda temas do legado, mas tenta oferecer algo fresco. Queremos resgatar aquele espírito lúdico de grande aventura que Uma Nova Esperança apresentou de forma revolucionária”, disse Levy.

“Estamos tentando usar esse tom como nossa estrela-guia todos os dias. Minha equipe, meu diretor de fotografia Claudio Miranda e Ryan Gosling, que é meu principal colaborador no papel central, transformaram isso em um sonho realizado. Meu eu de 10 anos está no set comigo todos os dias. É uma oportunidade enorme e revigorante, porque a Lucasfilm tem me incentivado muito a fazer algo novo. Não há pressão para ser derivativo ou ficar limitado pelo que veio antes. Existe apenas um amor pelo legado”, acrescentou.

O diretor enfatizou a liberdade criativa concedida pela Lucasfilm:

“É surreal entrar nesse set todos os dias e perceber que criamos uma história original que não está limitada por obrigações com o que veio antes. Há apenas um amor pelo legado. Meu eu de 10 anos está no set comigo todos os dias”, afirmou.

Apesar de ser uma história original com personagens novos, já foi confirmado que a trama se passa vários anos após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker’ (Episódio IX), explorando um futuro ainda pouco conhecido da franquia.

O foco, segundo o diretor, é manter a “estrela-guia” do tom clássico de aventura, mas sem medo de inovar e apresentar um território completamente inexplorado para os fãs.

Diretor de ‘Star Wars: Starfighter’ confirma que novo filme não é nem uma sequência, nem um prelúdio

O elenco da produção contará com Ryan Gosling, Flynn GrayMatt Smith, Mia GothAaron PierreSimon BirdJamael WestmanDaniel IngsAmy Adams.

Jonathan Tropper assina o roteiro.

Star Wars: Starfighter‘ tem estreia marcada para 28 de maio de 2027.

Marina Ruy Barbosa celebra repercussão de ‘Tremembé’: “Foi e está sendo um grande sucesso”

A atriz Marina Ruy Barbosa, que interpreta Suzane von Richthofen na série ‘Tremembé’, celebrou recentemente o impacto da produção e compartilhou suas expectativas para o futuro do projeto.

Conforme à revista Quem, Marina revelou o mix de emoções que sentiu ao estrear no streaming.

“Acho que era um mix de sensações, porque era o meu primeiro trabalho no streaming, né, e eu estava muito ansiosa. Eu acho que era um desafio artístico, também já desejava e queria há um certo tempo. E, realmente, Tremembé é, foi e está sendo um grande sucesso. Eu fico muito feliz com isso”, comemorou a atriz.

Marina Ruy Barbosa revela POR QUE topou viver Suzane von Richthofen na série ‘Tremembé’ [EXCLUSIVO]

Além de protagonizar o drama, Marina atua como produtora associada, o que torna o reconhecimento ainda mais significativo:

“Eu não só atuo na série, como também sou produtora associada, então para mim isso tem um gostinho ainda mais especial em toda essa situação da gente ter estreado e feito todo esse sucesso, tanto aqui no Brasil como fora também. Então, foi para o mundo e foi bem recebido. Vem segunda temporada aí”, completou a atriz.

A segunda temporada, que tem estreia prevista para o final de 2026, já foi confirmada. Além de continuar acompanhando a jornada de Suzane, os novos episódios devem abordar outro caso de grande repercussão midiática: a chegada do ex-jogador Robinho ao presídio.

Suzane von Richthofen seguirá como PROTAGONISTA da 2ª temporada de ‘Tremembé’; Robinho e Thiago Brennand serão adicionados!

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

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A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.

O elenco conta ainda com Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Anselmo Vasconcelos e Lucas Oradovschi.

O roteiro é assinado por Ulisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A direção-geral é de Vera Egito, com direção episódica de Daniel Lieff.

Barry Keoghan está em negociações para reprisar o Coringa em ‘The Batman: Parte II’

O ator Barry Keoghan, que interpretou o implacável Coringa em uma cena deletada de ‘Batman’, está em negociações para reprisar seu papel como o icônico vilão na sequência do longa estrelado por Robert Pattinson.

Segundo a Variety, as negociações ainda estão em andamento. Apesar de detalhes da trama não terem sido revelados, caso Keoghan aceite, ele se juntará novamente a Pattinson no universo do filme.

Vale lembrar que, no primeiro longa, o ator gravou sua participação como Coringa em uma cena que acabou sendo cortada da versão final do filme. A sequência, que circulou nas redes sociais, mostrava Batman visitando o vilão na cadeia, oferecendo um vislumbre do encontro entre os dois personagens.

A aguardada sequência do filme de super-herói deve iniciar as filmagens na próxima primavera, com estreia prevista para 1º de outubro de 2027, nos cinemas, pela Warner Bros. O primeiro ‘The Batman’ estreou em março de 2022 e arrecadou US$ 772 milhões em bilheteria mundial.

‘The Batman – Parte II’ tem estreia confirmada para 1º de outubro de 2027.

‘O Batman’ está disponível na HBO Max.

Astro de ‘Velozes e Furiosos’ estrelará ‘Limited Edition’, novo filme de ação da Universal Pictures

Chris “Ludacris” Bridges, astro da franquia Velozes e Furiosos, foi confirmado como o protagonista de ‘Limited Edition’, novo projeto de ação da Universal Pictures em parceria com a produtora 87North. Segundo o Deadline, os detalhes da trama ainda são mantidos em sigilo absoluto.

A direção e o roteiro do longa ficarão a cargo da dupla Dan Berk e Robert Olsen. Os cineastas ganharam destaque recentemente com o sucesso de Novocaine, comédia de ação estrelada por Jack Quaid que estreou no topo das bilheterias e se tornou um fenômeno no streaming. Antes disso, a dupla foi responsável pelo suspense de ficção científica ‘Uma Obsessão Desconhecida’, da Paramount.

Vencedor do Grammy e ator multiplatinado, Ludacris consolidou sua carreira no cinema como Tej, personagem fundamental na equipe de Dominic Toretto.

Além da saga de ação, seu currículo inclui produções prestigiadas como ‘Crash: No Limite’ (vencedor do Oscar de Melhor Filme) e o drama ‘Ritmo de um Sonho’ (Hustle & Flow). Recentemente, o ator também estrelou a comédia natalina ‘Que Noite de Natal’ (Dashing Through the Snow), lançada em 2023.

Bomba! ‘O Agente Secreto’ é inelegível para o WGA Awards, o prêmio dos roteiristas

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Após vencer o Critics Choice Awards como “Melhor Filme Internacional”, o longa nacional O Agente Secreto foi declarado inelegível para o WGA Awards, a premiação do Sindicato dos Roteiristas dos EUA.

Segundo o Deadline, o filme de Kleber Mendonça Filho se junta a uma longa lista de produções aclamadas que não cumprem os rigorosos requisitos da premiação.

Curiosamente, a lista de ausências inclui os principais favoritos ao Oscar de Melhor Filme Internacional: além do brasileiro, estão fora ‘Valor Sentimental’, ‘Foi apenas um acidente’ e ‘Sirāt’.

Outros destaques do circuito de festivais, como ‘Pai, Mãe, Irmã, Irmão’ (vencedor da Palma de Ouro de Jim Jarmusch) e ‘Sorry, Baby’ (premiado em Sundance), também não figuram na cédula de votação.

A exclusão não se deve à qualidade dos roteiros, mas às regras sindicais.

“Os roteiros devem ter sido escritos sob um acordo coletivo da WGA ou sob um acordo coletivo legítimo do Writers Guild of Canada, Writers’ Guild of Great Britain, Writers Guild of Ireland, Writers’ Guild of South Africa, New Zealand Writers Guild, ALMA Sindicato des Guionistas, Associação de Roteiristas (Índia), Sindicato dos Roteiristas da Coreia (SGK), La Guilde Française des Scénaristes (França), Sindicato dos Roteiristas de Israel, Société des Auteurs de Radio, Télévision et Cinéma (Québec) ou Verband Deutscher Drehbuchautoren (VDD/Alemanha) (coletivamente, “guildas afiliadas”). Por favor, note que uma guilda afiliada pode impor requisitos adicionais para que um escritor seja considerado coberto por seu acordo coletivo de trabalho”, diz as regras do WGA.

Kleber Mendonça Filho fala sobre a constrangedora entrega do prêmio para ‘O Agente Secreto’ no Critics Choice Awards

Entre os roteiros originais ausentes estão ‘Blue Moon’, de Richard Linklater, e Rosemead.

Já nos adaptados, a ausência mais sentida é ‘A Única Saída’, do sul-coreano Park Chan-Wook, além de produções premiadas em Cannes e no Gotham Awards, como ‘The History of Sound’ e ‘A Cronologia da Água’, estreia de Kristen Stewart na direção.

Por outro lado, produções de gênero como ‘M3GAN 2.0’ e ‘Telefone Preto 2’ garantiram sua elegibilidade.

As indicações finais do WGA serão anunciadas em 27 de janeiro, e a cerimônia de premiação acontece no dia 8 de março de 2026.

O Agente Secreto’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

Ben Grimm chega em Wakanda no novo teaser vazado de ‘Vingadores: Doutor Destino’; Confira!

Mais um teaser de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ vazou e mostra Ben Grimm, o Coisa, chegando em Wakanda.

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VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Estrela de ‘Homem de Ferro 2’ DETONA vaquinha online criada para evitar despejo: “Não sei por que fizeram”

Mickey Rourke, conhecido por interpretar o vilão Ivan Vanko emHomem de Ferro 2, tornou-se o centro de uma polêmica recente após informações sobre seus supostos problemas financeiros viralizarem.

De acordo com o ComicBookMovie, o ator publicou um vídeo denunciando uma campanha no GoFundMe, criada por sua própria equipe, para pagar US$ 60 mil em aluguéis atrasados.

A campanha, que já havia arrecadado US$ 97.664, foi realizada sem o consentimento do ator.

“Surgiu uma coisa que está me deixando muito frustrado, confuso, e eu não entendo. Alguém criou algum tipo de fundação ou fundo para eu receber doações. Uma caridade. E isso não sou eu. Se eu precisasse de dinheiro, eu não pediria caridade nenhuma. Eu preferiria enfiar uma arma no meu rabo e puxar o gatilho”, afirmou Rourke.

“Quem fez isso, eu não sei por que fez. Eu não saberia o que é um GoFundMe nem em um milhão de anos”, acrescentou.

A iniciativa partiu de Liya-Joelle Jones, assistente de Kimberly Hines, empresária de Rourke há uma década.

O astro de Sin City admitiu ter cometido erros na gestão de sua carreira no passado, mas reforçou que mudou: “Eu fiz um trabalho terrível administrando minha carreira. Eu não fui muito diplomático. Tive que fazer 20 anos de terapia para superar isso. Mas eu não sou mais essa pessoa”.

“Eu nunca pediria um centavo a estranhos ou fãs. Não é do meu estilo. Pergunte a qualquer pessoa que me conheça. É humilhante e f***ing constrangedor. Eu quero que vocês recebam seu dinheiro de volta. Tudo passa”, concluiu.

Mickey Rourke deixa a casa do ‘Celebrity Big Brother UK’ após “comportamento inaceitável”

Em resposta, Kimberly Hines revelou que o ator foi despejado e está atualmente em um hotel em West Hollywood. Segundo ela, houve uma falha de comunicação:

“Se o Mickey não quiser esse dinheiro agora e decidir: ‘Eu não quero ajuda, isso é como caridade’, o dinheiro será devolvido. Nós dissemos: ‘Mickey, tem algumas pessoas que querem te ajudar’. Ele disse: ‘OK, ótimo’. Acho que ele não entendeu, e agora isso virou esse frenesi da mídia, e ele surtou”, afirmou.

Apesar do mal-estar, Hines revelou um lado positivo: após a exposição, Rourke recebeu quatro propostas de filmes.

“Ninguém está tentando passar a perna no Mickey. Eu quero que ele esteja trabalhando. Eu não quero que ele faça um GoFundMe. A coisa boa disso tudo é que ele recebeu quatro propostas de filmes desde ontem. As pessoas estão enviando propostas de filmes por e-mail agora, o que é ótimo, porque ninguém ligava para ele há muito tempo”, concluiu.

‘Stranger Things’: Final da série faz músicas de Prince dispararem no Spotify

O impacto deStranger Things no mundo da música mostrou-se, mais uma vez, significativo. Após impulsionar o sucesso deRunning Up That Hill, da Kate Bush, a última temporada da série voltou a alavancar clássicos, desta vez, as músicas de Prince no Spotify.

Segundo a Variety, o catálogo do artista registrou um aumento expressivo nas reproduções na plataforma graças a sincronizações marcantes no episódio final deStranger Things.

Desde a estreia do último episódio, na véspera de Ano-Novo, Purple Rain teve um crescimento de 243% nas reproduções globais no Spotify, além de um impressionante salto de 577% entre ouvintes da Geração Z.

“When Doves Cry” registrou um aumento de 200% nas reproduções globais e de 128% entre o público da Geração Z. No total, o catálogo de Prince apresentou um crescimento de 190%, com alta de 88% entre os ouvintes mais jovens.

Vale lembrar que “When Doves Cry” ePurple Rain foram utilizadas em momentos decisivos do episódio final da série, o que contribuiu diretamente para o impacto emocional e o sucesso das faixas.

Cabe destacar que essas músicas raramente são licenciadas para produções televisivas desde que Prince as incluiu na trilha sonora de seu filme de 1984, Purple Rain.

“Disseram-nos que era algo muito improvável, então apenas cruzamos os dedos”, revelou o criador da série, Matt Duffer, após a estreia do episódio final.

O co-criador Ross Duffer acrescentou que eles “nunca discutiram tanto a escolha de uma música como naquele momento. O mais empolgante é que ela simplesmente não havia sido usada antes. O espólio de [Prince] geralmente não permite que essa música seja licenciada fora do filme ‘Purple Rain'”.

Stranger Things’ está disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Stranger Things’: Criadores explicam por que Vecna permanece como vilão [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

O desfecho épico deStranger Things já está disponível na Netflix e, agora, os criadores da série, Matt e Ross Duffer, comentaram as cenas envolvendo Vecna no último episódio da temporada.

Ao longo da temporada final, o público descobre que Vecna carrega um trauma ligado a uma montanha que ele nunca teve coragem de enfrentar. No episódio derradeiro, é revelado que foi justamente nesse local que, após matar um homem, o jovem Henry teve seu primeiro contato com o Devorador de Mentes, evento que marcou definitivamente seu destino.

Apesar de muitos fãs acreditarem inicialmente que isso culminaria na redenção do vilão, Vecna permanece convicto em seu papel antagonista. Em entrevista ao Tudum, os irmãos Duffer explicaram o motivo de o personagem continuar como ameaça na trama.

“Nós discutimos na sala de roteiristas se ele poderia ter um momento à la Billy [Dacre Montgomery], em que se voltaria contra o Devorador de Mentes, em uma situação ao estilo Darth Vader. Mas, quanto mais conversávamos com os roteiristas e com o Jamie [Campbell Bower], mais ficava claro que ele foi longe demais para chegar até aqui. Ele precisa justificar tudo o que fez, e a única forma de fazer isso é dizendo: ‘Eu escolhi isso e ainda acredito nisso'”, explicou Ross Duffer.

“Mesmo abalado ao ver essa memória, ele já está longe demais para se voltar contra o Devorador de Mentes. Quisemos deixar para o público decidir se o jovem Henry realmente fez essa escolha ou se foi simplesmente o Devorador de Mentes o controlando do começo ao fim. No fim das contas, porém, isso pouco importa, porque ele escolhe ficar do lado do Devorador de Mentes”, completou.

Vecna é niilista? Diretor de ‘Stranger Things’ responde [SPOILER]

Os criadores também explicaram por que essa cena é essencial para compreendermos melhor Vecna e como ela se conecta à peçaStranger Things: The First Shadow”.

“Quando estávamos discutindo a peça e tentando decidir qual história valeria a pena contar, achamos que a do Henry era a mais interessante, e também aquela que não tivemos tempo suficiente para explorar totalmente na série. Sempre soubemos que mostraríamos o momento em que ele se conecta ao Devorador de Mentes, mas queríamos explorar o que vem depois: o conflito entre resistir ou abraçar essa força”, disse Matt Duffer.

“Achamos que esse era um território rico para a peça explorar, permitindo aprofundar o passado do personagem sem tornar isso essencial para a quinta temporada, já que a peça funciona como uma obra independente. Ainda assim, ela oferece uma compreensão maior da psicologia do Henry”, acrescentou.

“Depois de ver o final, será interessante assistir à peça com esse novo entendimento, porque até agora o público a viu sem saber como todos os pontos se conectam”, concluiu Ross Duffer.

Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Por que as pessoas não estão gostando do final de ‘Stranger Things’?

Ninguém esperava que ‘Stranger Things’ se tornasse o fenômeno mundial que se tornou. Esses tipos de erupções de popularidade são muito difíceis de prever e não podem ser planejadas. É preciso cair no gosto do grande público – e para o espectador dos quatro cantos do mundo abraçar um produto, não há qualquer planejamento. Veja bem, todo e qualquer título almeja tal sucesso, e pensando assim, podemos dizer que toda e qualquer obra audiovisual é planejada para ser consumida pelo maior número de pessoas. Todos almejam quebrar tais recordes. Mas o que eu quero dizer é que são pouquíssimos os que de fato conquistam, e para isso não há fórmula. É preciso quase um alinhamento das estrelas e planetas.

Voltando para 2016, quando a primeira temporada de ‘Stranger Things’ estreou na plataforma da Netflix, em 15 de julho, de forma tímida, esse alinhamento ocorreu, e em pouco tempo o programa se tornava a “febre” daquela temporada. Este amigo que vos fala foi um dos primeiros a poder assistir à temporada completa, antes da estreia na plataforma. A Netflix disponibiliza para os jornalistas um acesso único para que assistam antes e possam dar o seu parecer ao público, para que as pessoas saibam o que irão assistir e se realmente vale à pena. Desta forma, sem qualquer alarde, sem grandes nomes no elenco (a não ser uma Winona Ryder buscando credibilidade na carreira novamente), o programa chegava de forma sorrateira.

Leia também: Crítica 1ª Temporada | Stranger Things: Terror e mistério na fantástica série da Netflix

Confesso que não dei a importância necessária ao programa logo de cara. Como dito, é impossível fazer qualquer previsão neste sentido. No meu caso, existia ainda um outro fator. Eu havia acabado de assistir à série ‘The Returned’ (2015), que fazia parte do catálogo como chamariz de uma recém-inaugurada Netflix, e o programa guardava muitas similaridades com ‘Stranger Things’. ‘The Returned’ era na verdade o remake americano da francesa ‘Les Revenants’ (2012), sobre um mistério sobrenatural envolvendo os moradores de uma pequena cidade, em especial crianças e suas famílias. Na versão americana, de criação de Carlton Cuse, produtor de ‘Lost’ (2004-2010), Mary Elizabeth Winstead era um dos nomes emergentes.

Assistindo a ‘The Returned’ e ‘Stranger Things’ sequencialmente, qualquer um esperaria que o programa criado pelo produtor do sucesso ‘Lost’ seria o dono de uma vida mais longeva. ‘Stranger Things’ também se garantia na emulação da nostalgia dos anos 80 – artifício muito utilizado na época, como por exemplo em filmes como ‘A Ressaca’, ‘Férias Frustradas de Verão’, ‘Uma Noite Mais que Louca’, ‘Super 8’ e ‘Terror nos Bastidores’, só para citar os que foram lançados mais ou menos na mesma época. Ou seja, pegar pela nostalgia oitentista não era assim algo muito inovador. Porém, não é preciso fazer primeiro, é preciso fazer bem. Nenhum dos filmes citados se tornou sucesso e a maioria ficou esquecido. ‘The Returned’, que não era um programa original da Netflix (e sim do canal A&E) – apenas exibido pela plataforma, foi cancelado na primeira temporada e rapidamente desapareceu. Você já tinha ouvido falar?

No final, tudo o que restou foi ‘Stranger Things’. A popularidade do programa foi tão grande, que ele ganharia um especial no SBT apresentado por Marília Gabriela, junto a boatos de que a emissora do homem do baú havia fechado um acordo para exibir a série, com o título de ‘Coisas Estranhas’. Isso nunca viria a se concretizar. Para nós jornalistas, ‘Stranger Things’ era legal, mas nada perto de ser um divisor de águas, e poderia ser cancelada, assim como ‘The Returned’, na primeira temporada. A coisa funciona mais ou menos como no cinema, em que as críticas saem antes da avaliação de bilheteria. Muitas vezes temos casos de filmes rechaçados pelos críticos, mas que se tornam sucessos financeiros retumbantes. Ou vice e versa. No caso de ‘Stranger Things’, foi só quando o programa ficou disponível para o público, que pudemos dimensionar o tamanho do abraço que receberia.

Esse sucesso garantiu logo no ano seguinte a segunda temporada. E daí foi um pulo. A sensação já estava consolidada, os personagens já haviam caído no gosto do grande público e a audiência atingia o pico para a primeira plataforma de streaming. ‘Stranger Things’ rapidamente se tornou o programa mais popular da empresa e um dos mais populares de todos os tempos. Com a terceira temporada, de 2019, os memes dominavam a internet, e todo mundo passou a conhecer o seriado. Quem poderia esquecer, por exemplo, a namorada secreta de Dustin, Suzie (Gabriella Pizzolo), cantando a música de ‘História sem Fim’, que viralizou com a ajuda das redes sociais – algo que as temporadas anteriores não contaram.

Finalmente chegamos à última temporada, o quinto ano do programa que também marcou sua despedida. É engraçado notar essa diferença da era do streaming e TV à cabo com os canais convencionais de antigamente, onde tínhamos ano após ano uma nova temporada de uma série que ainda estava no ar. ‘Stranger Things’, por exemplo, está em nossas vidas há praticamente 10 anos, mas só teve cinco temporadas.

Mas por que, com tanta adoração pela série, as pessoas não estão gostando do seu encerramento? Existem muitos fatores por trás disso. Os motivos podem ser os mais variados, dependendo do tipo de espectador que se analisa. Existem aqueles que nunca acharam ‘Stranger Things’ algo muito especial, mas assistiam sem compromisso para ficar por dentro das rodinhas de conversa. Esse tipo de espectador dificilmente se encantaria com o final de uma série a qual nunca morreram de amores verdadeiramente. A não ser que o final fosse realmente algo inovador e único. E devo dizer que realmente não foi. Não foi a reinvenção da roda. Mas ele é extremamente condizente com o que ‘Stranger Things’ sempre foi.

Agora vem o segundo grupo de espectador: o que se decepciona com qualquer coisa. E eu poderia facilmente me incluir neste grupo também. É da natureza humana criar expectativas em nossa mente sobre o que deveria ser, e quando não recebemos, ocorre o inevitável. Junte a isso o fato de que é muito difícil criar o final de uma série, pois qualquer que ele seja, não irá agradar. Vamos usar com exemplo duas das séries consideradas as melhores de todos os tempos por grande parte dos fãs: ‘Game of Thrones’ e ‘Seinfeld’. Ainda hoje ambas entram na conversa quando o assunto é série adorada, no entanto, ambas são consideradas também séries com os piores finais. Estes finais talvez tenham decepcionado pela expectativa em torno do tamanho que tais programas atingiram. E bem, podemos dizer que ambos ousaram em suas abordagens, fugindo do esperado. E não foram bem aceitos.

Com ‘Stranger Things’ ocorre o contrário, as maiores críticas foram a falta de ousadia e a previsibilidade. Certamente, se o final entregasse o inesperado também não agradaria e os argumentos seriam os mesmos que elegem ‘Game of Thrones’ e ‘Seinfeld’ como dois dos piores de todos os tempos. ‘Stranger Things’ fez o feijão com arroz? Com certeza. A série não se arriscou, não ousou. Correto de novo. Ela entregou exatamente o que o público que acompanhou esse tempo todo queria, afinal a série sempre foi convencional e nada ousada, apenas brincava de ser afiada, mas é conservadora no sentido narrativo. Não dá para esperar que uma série assim entregue um final mirabolante e que fuja de sua essência. É esperar que ‘E.T. – O Extraterrestre’ tenha um final de ‘Clube da Luta’.

A vantagem de ‘Stranger Things’ é que ela nunca foi ‘Lost’. Ou seja, ao jogar no seguro, ela nunca deu um passo maior do que a perna. ‘Lost’ se tornou um programa ambicioso demais para o seu próprio bem, e os fãs no fundo sabiam que não existiria “payoff” que justificasse. É como sair amarrado em muitos balões, você levanta voo e é excitante, sobe, sobe, mas sabe que não vai ter mais como descer. ‘Lost’ não tinha como agradar em seu desfecho, e este é o caminho que parece estar seguindo uma série como ‘Ruptura’, por exemplo, em que ganhamos mais perguntas do que respostas, até se acumularem tanto, que até esquecemos qual foi a primeira pergunta que fizemos e não tivemos resposta. É a esquisitice pela esquisitice.

Stranger Things’ pode ser uma das séries mais populares de todos os tempos, mas é uma das melhores de todos os tempos? Bem, não. O que ela possui é o apelo do chamado “quatro quadrantes”, ou seja, apela aos quatro grupos demográficos: homens e mulheres, mais jovens e mais velhos. Isso explica sua chamada falta de ousadia, afinal é preciso continuar agradando todo tipo de espectador.

Em resumo, o final de ‘Stranger Things’ foi condizente com a proposta da série ao longo de todos esses anos. E como não vibrar ao ver a personagem de Winona Ryder arrancar a machadadas a cabeça de Vecna, empalado no dente da criatura colossal, lembrando de todas as vidas que ele tirou e o mal que causou a cada um dos personagens, em flashbacks de temporadas anteriores. Ele teve inclusive a chance de redenção, porém, se optassem por esse caminho aí sim que o povo iria chiar. Afinal o que todos queriam ver era o acerto de contas entre o bem e o mal, a mais antiga fórmula de todas. A decapitação é catártica, é a lavada na alma, e remete, por exemplo, a ‘Halloween H20’, o desfecho perfeito daquela franquia.

E o que dizer da corajosa afirmação de Will (Noah Schnapp), o mais sofrido dos quatro amigos, que finalmente ascendeu duplamente, ao mostrar sua verdadeira força e assumir sua sexualidade. O vislumbre de seu futuro na cena final foi um dos mais satisfatórios, mostrando que agora o personagem pode finalmente assumir as rédeas de sua vida sem medo, livre e sem restrições, se descobrindo por completo. Impossível não se emocionar. Assim como a mais bem-vinda adição ao elenco principal: a graciosa Holly (Nell Fisher), a irmã mais nova de Mike (Finn Wolfhard), que sempre esteve lá de pano de fundo, e ganha grande importância nesta temporada final. É ela quem fica na linha de frente, encarando os terrores de Vecna, dentro da mente do vilão. Ela é a responsável por salvar as outras crianças e no último episódio se mostra uma verdadeira líder, corajosa e confiante.

Todos os personagens tiveram os finais que precisavam ter. O mais interessante e emocionante, no entanto, foi o círculo perfeito que se fecha quando a última cena do programa se conecta com a primeira da temporada um. ‘Stranger Things’ abriu sua narrativa em 2016 com os quatro amigos jogando o RPG ‘  ’ no porão da casa de Mike. Todos que cresceram naquela era analógica se identificam de imediato. E aqui, no final, assim como o público, eles mesmos voltam àquela nostalgia inicial agora mais velhos, tendo se formado no colégio. Ao invés de festas com garotas, eles resgatam o tempo perdido de sua amizade após tantos entraves e perigos, ao mesmo tempo em que vemos uma passagem de bastão – com uma nova geração assumindo seus lugares, encabeçada pela mesma Holly.

O final de ‘Stranger Things’ foi repleto de emoção, suspense, ação e claro, drama – a despedida de Eleven (Millie Bobby Brown) foi de partir o coração. Ao mesmo tempo, deixou migalhas no chão para possibilidades no futuro. Foi um final perfeito? Bem, depende do que se entende pelo conceito. Para muitos sim. Para outros tantos não, bem longe disso. O que eu diria é que foi um final perfeito para ‘Stranger Things’ – o que não significa que foi um final perfeito para você.

Um dos filmes de romance mais LINDOS dos últimos anos estreia em PRIMEIRO lugar na Netflix

Um dos filmes de romance mais LINDOS dos últimos anos estreou em PRIMEIRO lugar na Netflix.

Lançado em 2016, ‘Como Eu Era Antes de Você‘ (Me Before You) tinha a difícil missão de adaptar um dos romances mais populares da década, escrito por Jojo Moyes. E conseguiu. Dirigido por Thea Sharrock, o filme rapidamente se tornou um fenômeno entre o público e se tornou um clássico moderno.

Quase dez anos depois, o filme estreia na Netflix alcançando o primeiro lugar.

A trama acompanha Louisa Clark (Emilia Clarke), uma jovem simples, espontânea e cheia de energia, que aceita trabalhar como cuidadora de Will Traynor (Sam Claflin), um homem rico que ficou tetraplégico após um grave acidente. O encontro entre os dois muda completamente a vida de ambos, dando origem a um romance sensível, divertido em alguns momentos, doloroso em outros, e marcado por decisões difíceis que fogem do padrão dos dramas românticos tradicionais.

Confira, com o trailer:

Desde sua estreia, ‘Como Eu Era Antes de Você‘ deixou claro que não seria apenas mais um romance açucarado. O filme aborda temas delicados como deficiência física, autonomia, depressão e escolhas sobre a própria vida — assuntos que, naturalmente, provocaram reações diversas.

Como Eu Era Antes de Você‘ rapidamente se transformou em um verdadeiro fenômeno comercial, especialmente entre fãs de dramas românticos.

Com um orçamento estimado em cerca de US$ 20 milhões, o filme arrecadou mais de US$ 208 milhões nas bilheterias mundiais, um número impressionante para um longa do gênero. Somente nos Estados Unidos, a arrecadação ultrapassou US$ 56 milhões, enquanto o restante veio de mercados internacionais, onde o filme teve desempenho ainda mais expressivo.

O boca a boca positivo, aliado à forte base de leitores do livro original, ajudou o longa a se manter em cartaz por várias semanas e a conquistar espectadores que, muitas vezes, saíam das salas de cinema visivelmente emocionados.

Vale lembrar que a história tem uma sequência nos livros. ‘Depois de Você‘ (After You), livro de Jojo Moyes dá sequência à jornada de Louisa Clark, e há anos especula-se que ele também deve ser adaptado aos cinemas.

10 Filmes no estilo ‘Como eu Era Antes de Você’ 

Crítica | Como Eu Era Antes de Você 

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‘Kaguya: A Princesa Espacial’: Jovens buscam o estrelato em belíssimo trailer; Confira!

Kaguya: A Princesa Espacial, novo filme musical em anime da Netflix, divulgou seu mais novo trailer.

A produção estreia no serviço de streaming em 22 de janeiro de 2026.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é um filme original da plataforma e marca a estreia do diretor Shingo Yamashita (Pokémon: Twilight Wings) em longas-metragens. O design de personagens é assinado em conjunto por Hechima (‘Gakuen Idolmaster’) e Akihiro Nagae (‘Uma Casa à Deriva’).

A história acompanha duas garotas que se aproximam através da música. No mundo virtual dos sonhos de Tsukuyomi, o destino das duas se revela em meio a um espetáculo visual deslumbrante.

Netflix confirma spin-off animado de ‘Stranger Things’; Confira o teaser!

A música, elemento central da narrativa, foi criada por renomados produtores da cena Vocaloid, incluindo ryo (supercell), responsável pelo sucesso “Melt”, interpretado pela cantora virtual Hatsune Miku, além de kz (livetune), 40mP, HoneyWorks, Aqu3ra e yuigot.

O elenco principal conta com:

Além disso, o longa marca a estreia do Studio Chromato, fundado por Yamashita, na produção de longas-metragens, em parceria com o Studio Colorido.

Comédia histórica ‘A Primeira Cirurgia da História, ou O Barbeiro de Andaluzia’ estreia este mês em São Paulo

Em uma praça da Andaluzia medieval, há exatamente mil anos, um barbeiro-curandeiro
improvisa tratamentos para sobreviver — e, no processo, expõe as contradições entre fé,
ciência, ignorância e poder. Esse é o ponto de partida de ‘A Primeira Cirurgia da
História, ou O Barbeiro de Andaluzia’
, monólogo autoral protagonizado por
Emerson Espíndola (Mister Emerson), com direção de Ivan Parente, que estreia em
21 de janeiro de 2026, no Teatro MorumbiShopping, em São Paulo.

Na trama, Raí atende aldeões com “procedimentos” tão duvidosos quanto cômicos:
cortes de cabelo, extrações de dentes, sangrias, rezas e curas improvisadas. O
que começa como ofício e charlatanismo vira uma jornada inesperada quando o
personagem se vê diante da necessidade — e do desejo — de compreender o que, afinal,
é conhecimento de verdade.

Com humor físico, fala direta com o público e ritmo ágil, a encenação combina
sátira histórica e comédia popular, traçando um caminho que leva não só o protagonista,
mas o público, ao conhecimento da medicina. O riso aqui não é só entretenimento — é
ferramenta para refletir sobre como (ainda) lidamos com o corpo, a dor, o medo e a
desinformação.

Ao mesmo tempo, o espetáculo faz um “resgate histórico” também na linguagem:sem perder a velocidade contemporânea, o texto de Emerson flerta com um prazer
narrativo que lembra as contações de história populares e educativas que
marcaram parte da televisão dos anos 1990 — aquele tom de fábula, de causos e
de curiosidade que prende o olhar e conduz o público pelo enredo com clareza e
surpresa.

Ainda que fictícia, a história é atravessada por informações reais e referências
históricas que convidam o espectador a mergulhar em um tempo que, de algum
modo, já estudamos — e a sentir o impacto da distância entre época e presente. Entre
cenas e digressões, surgem “estalos” típicos de quem reconhece origens e
permanências: a sensação de “então é por isso que tal coisa se chama assim” ou
“então vem daí esse costume”. Esse contraste temporal — e a percepção do que mudou
(ou não) — vira parte do humor e também da camada crítica da peça.

A condução cênica reforça esse jogo com o público por meio do corpo e do
movimento, que seguram a plateia no enredo: a cena se organiza como um fluxo de
ações e imagens que impulsionam o relato, com uma fisicalidade precisa e um senso de
ritmo que “puxa” a narrativa para a frente.

Na direção, Ivan Parente utiliza recursos ligados à tradição da commedia dell’arte — como tipos, energia de jogo, presença frontal e comicidade apoiada na ação — para construir um teatro vivo, direto e popular.

Emerson se afirma, aqui, como contador de histórias. Seu domínio do storytelling
lapidado na prática diária de prender atenção nas redes — aparece transposto para o
palco com sofisticação: o texto organiza informação, piada e virada narrativa com a
mesma consciência de “audiência” que caracteriza a cultura digital, sem abrir mão da
teatralidade. Entre as referências assumidas no processo de escrita, está Dario Fo,
mestre do monólogo satírico e popular, cuja tradição de comicidade crítica ecoa no modo
como a peça usa o riso para iluminar estruturas sociais e contradições humanas.

O espetáculo também se conecta ao repertório contemporâneo do próprio Emerson —
ator e comediante com forte presença digital — ao transformar temas complexos em
narrativa acessível e provocadora, preservando o valor do encontro ao vivo: teatro como
acontecimento, jogo e experiência compartilhada.

Para mais informações, clique aqui!

Sebastian Stan negocia participação em ‘The Batman: Parte II’ ao lado de Robert Pattinson

O astro Sebastian Stan, conhecido por Capitão América 2: O Soldado Invernal’, está em negociações para se juntar a Robert Pattinson em ‘The Batman – Parte II’, épico dirigido por Matt Reeves, da DC Studios.

Segundo a Variety, ainda não se sabe qual personagem Stan interpretará na nova aventura do Cavaleiro das Trevas, nem se ele será um aliado ou adversário de Bruce Wayne.

A aguardada sequência do filme de super-herói deve iniciar as filmagens na próxima primavera, com estreia prevista para 1º de outubro de 2027, nos cinemas, pela Warner Bros. O primeiro ‘The Batman’ estreou em março de 2022 e arrecadou US$ 772 milhões em bilheteria mundial.

Vale lembrar que Sebastian Stan não é estranho ao universo dos heróis. O ator marcou o cinema ao interpretar Bucky Barnes, o Soldado Invernal, no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM). Sua aparição mais recente nesse gênero foi em ‘Thunderbolts*’.

‘The Batman – Parte II’ tem estreia confirmada para 1º de outubro de 2027.

‘O Batman’ está disponível na HBO Max.

Carmina Burana Ballet une dança, música e tecnologia em uma experiência inédita no Teatro Liberdade

CARMINA BURANA - VORTICE DANCE COMPANY - NAS COMEMORAÇÕES DOS 100 ANOS DO TEATRO TIVOLI BBVA A Vortice Dance Company com direção artística dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, está pronta para deslumbrar o público do Teatro Tivoli BBVA com a estreia da sua reinterpretação do clássico “Carmina Burana” (Canções de Beuren). Elevando-o a um novo patamar, alia a dança e as novas tecnologias à poderosa cantata de Carl Orff. Os poemas e canções profanas medievais (séc. XII, XIII) escritos por monges num Convento da Bavária alemã, são os manuscritos que serviram de inspiração para a cantata cénica de Carl Orff. Neles exalta-se o amor, o sexo, a bebida e a dança. Momentos como “In Taberna quando summus” são revividos de forma extenuante e visceral. É uma peça onde todas as personagens são corrompidas pelos prazeres da carne e pela luxúria, o que, à dimensão dos dias de hoje, por vezes assume a dimensão da loucura. Uma viagem emocionante, onde as personagens estão verdadeiramente entregues à sua “Fortuna” (Sorte).

Em janeiro de 2026, a Infinitus, do Grupo IN, liderado pelo produtor e gestor Manuel Fernandes, traz ao Brasil um dos mais impactantes espetáculos de dança da atualidade: Carmina Burana Ballet’, obra da prestigiada Vortice Dance Company, de Portugal. A curta temporada no Teatro Liberdade, em São Paulo, que estreia dia 22, já nasce marcada pelo entusiasmo do público: mais de 2.500 ingressos foram vendidos apenas na pré-venda, impulsionando a abertura de duas sessões extras. Os ingressos para todas as datas estão disponíveis pelo site da Sympla e na bilheteria física do teatro.

A recepção calorosa reforça a expectativa para esta montagem que promete transformar o palco em um grande altar de arte, emoção e tecnologia — uma experiência imersiva que une dança contemporânea, música e videomapping em uma releitura arrebatadora da célebre cantata de Carl Orff.

Sob a direção artística e coreográfica de Cláudia Martins e Rafael Carriço, o espetáculo revisita um dos marcos da música coral do século XX para construir uma dramaturgia do corpo e da alma. A trilha monumental de Orff, composta em 1936 a partir de poemas medievais encontrados no mosteiro bávaro de Benediktbeuern, ganha nova dimensão cênica: o espetáculo conduz o público por uma jornada de imagens, sons e movimentos que evocam o poder da Fortuna, símbolo do destino e da constante mudança da existência.

O que antes era uma cantata sobre os prazeres e as contradições humanas — amor, luxúria, fé, poder e decadência — torna-se agora um diálogo entre o sagrado e o profano, o corpo e a alma, a carne e a transcendência. O resultado é uma fusão entre tradição e tecnologia que redefine a forma de se vivenciar a arte em cena, propondo uma reflexão contemporânea sobre o desejo, o tempo e a vulnerabilidade humana.

Criada originalmente nos claustros do Mosteiro de Alcobaça, em Portugal, a montagem parte de uma profunda meditação sobre o corpo, o confinamento e a necessidade de transcendência. A fisicalidade intensa dos intérpretes, aliada ao uso inovador de projeções, luz e cenário digital, transforma Carmina Burana Ballet’ em um verdadeiro ritual visual e emocional que transita entre o êxtase e a redenção, entre a queda e a libertação.

Reconhecida por unir arte, tecnologia e sensibilidade, a Vortice Dance Company é hoje uma das companhias mais premiadas da Europa. Suas criações — como ‘A Sagração da Primavera’, ‘Drácula’ e ‘Chroma’ — já circularam por mais de 30 países, destacando-se pela intensidade estética e pela sofisticação coreográfica. Em São Paulo, o público brasileiro terá a oportunidade de vivenciar uma experiência cênica de padrão internacional, em uma temporada que reafirma a cidade como epicentro latino-americano das grandes produções culturais.

A turnê latino-americana conta com o apoio à internacionalização da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, e chega ao Brasil em produção INALIVE, do Grupo IN, que segue expandindo sua atuação em intercâmbios artísticos e produções de alto impacto cultural.

‘Bad Monkey’: Apple TV escala dois novos membros ao elenco da 2ª temporada!

Segundo o Deadline, a Apple TV escalou dois novos membros ao elenco da 2ª temporada da elogiada série de comédia Bad Monkey, estrelada por Vince Vaughn.

As informações indicam que Keyla Monterroso Mejia (‘O Estúdio’) e Mo Amer (‘Mo) farão parte do próximo ciclo. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

A dupla se junta aos previamente confirmados Sam JaegerYvonne StrahovskiJohn MalkovichZavior PhillipsNate JacksonBrent MorinPeter BillingsleyJune Diane Raphael.

Natalie MartinezCharlotte LawrenceJohn Ortiz irão reprisar seus papéis.

Após se basear no livro homônimo de Carl Hiaasen, o seriado passará a contar uma história original na próxima leva de episódios.

A produção segue Andrew Yancy (Vaughn), que foi expulso do departamento de polícia de Miami e agora é inspetor de saúde em Florida Keys. Após se deparar com um caso que começa com um braço humano decepado, pescado por turistas, ele percebe que, se conseguir provar o assassinato, poderá voltar para a polícia. Ele só precisa passar por um coleção de estranhos da Flórida e um “macaco mau”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Bill Lawrence (‘Ted Lasso’) e baseada no romance homônimo de Carl Hiaasen.

Vaughn também entra como produtor executivo.

L. Scott CaldwellRob DelaneyMeredith HagnerAlex MoffatMichelle MonaghanRonald PeetJodie Turner-Smith também fazem parte do elenco.

Fernanda Torres é eleita pela Variety como uma das indicações ao Oscar mais INSPIRADORAS do século XXI

Fernanda Torres
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O trabalho de Fernanda Torres emAinda Estou Aqui continua a ressoar internacionalmente. Recentemente, a revista Variety relembrou sua indicação ao Oscar, destacando-a como uma das performances mais inspiradoras do século XXI.

A publicação considerou a indicação de Torres como a terceira mais importante da história do século XXI.

“Uma indicação que quebrou barreiras, atuação que definiu a carreira e personificação da sobrevivência de uma mulher (e do país)”, descreveu a revista.

Além disso, a reportagem ressaltou que: “O trabalho de Fernanda Torres no drama brasileiro de Walter Salles se mostra excepcional, construído cena a cena, até que o luto se transforma em um verdadeiro testemunho de resistência”.

A matéria conclui: “Torres representa tudo o que o Oscar afirma valorizar, mas raramente recompensa: excelência internacional, coragem política e contenção em vez de espetáculo”.

Fernanda Torres anuncia seu próximo filme após ‘Ainda Estou Aqui’, intitulado ‘Os Corretores’

Vale destacar que a revista colocou a indicação de Lupita Nyong’o por 12 Anos de Escravidão em segundo lugar, descrevendo sua performance como “devastadora”.

Já o primeiro lugar ficou com Denzel Washington, porDia de Treinamento, cuja atuação demonstrou que o poder de estrela, quando bem utilizado, pode se tornar mais envolvente do que qualquer construção de personagem.

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Ainda Estou Aqui’ está disponível no GloboPlay.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Dafne Keen enfrenta MALDIÇÃO mortal no trailer do terror ‘O Som da Morte’; Confira!

O terror ‘O Som da Morte‘ (Whistle), estrelado pela Dafne Keen (‘Deadpool e Wolverine’), ganhou um novo trailer sinistro.

Na trama, um grupo de estudantes desajustados do ensino médio acidentalmente se depara com um antigo apito fúnebre asteca. Ao soprá-lo, suas futuras mortes começam a caçá-los. À medida que o número de corpos aumenta, eles investigam a história do artefato na esperança de interromper a sequência de eventos que desencadearam.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de Fevereiro.

Corin Hardy (‘A Freira’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Owen Egerton.

Sophie NélisseSky YangJhaleil SwabyAli SkovbyePercy Hynes WhiteMichelle FairleyNick Frost completam o elenco.

Sebastian Stan negocia para se juntar a Scarlett Johansson e Robert Pattinson em ‘Batman: Parte II’

O astro Sebastian Stan, o Soldado Invernal da Marvel, pode estar a caminho de Gotham City. O ator indicado ao Oscar por ‘O Aprendiz‘ está em negociações para se juntar a Robert Pattinson em ‘Batman: Parte II‘, da DC Studios.

Não foi revelado seu papel na próxima aventura do Cavaleiro das Trevas, nem se ele será um adversário ou um aliado de Bruce Wayne.

A tão aguardada sequência do filme de super-herói, dirigida por Matt Reeves, deve começar a ser filmada no fim de abril para um lançamento nos cinemas em outubro de 2027 pela Warner Bros. ‘The Batman‘ estreou nos cinemas em março de 2022 e arrecadou US$ 772 milhões nas bilheterias mundiais.

Recentemente, Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) se juntou ao elenco e  interpretará Gilda Gold, também conhecida como Gilda Dent. Como acontece com a maioria dos personagens da DC Comics, Gilda teve diversas interpretações ao longo dos anos, mas a mais famosa delas trouxe a personagem como a Assassina do Dia das Bruxas nas páginas de ‘Batmn: O Longo Dia das Bruxas’, série de quadrinho criada por Jeph LoebTim Sale.

Na tentativa de aliviar a carga de trabalho do marido, Gilda começou a assassinar criminosos de Gotham City. No entanto, suas ações levaram Harvey a ser atacado e se transformar no infame vilão Duas-Caras, tornando um dos maiores aliados do Batman em talvez o membro mais perverso de sua galeria de vilões.

‘The Batman: Parte II’: Matt Reeves comenta possível introdução de Robin na sequência

Além de assinar o roteiro, Matt Reeves também retornará à direção.

Robert Pattinson reprisará seu papel como o herói titular.

Roteiro de ‘Batman: Parte 2’ é tão secreto que foi enviado para Robert Pattinson em MALA com cadeado

O primeiro filme está disponível na HBO Max.

Após dois anos espreitando as ruas como Batman, Bruce Wayne se encontra nas profundezas mais sombrias de Gotham City. Com poucos aliados confiáveis, o vigilante solitário se estabelece como a personificação da vingança para a população.