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‘Vivo ou Morto’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da nova sequência de ‘Entre Facas e Segredos’

‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, terceiro capítulo da aclamada franquia de mistério criada por Rian Johnson, finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da atração, que traz Daniel Craig de volta como o sagaz detetive Benoit Blanc.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Com 231 reviews publicadas até o momento, o longa conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclamou o terceiro filme da franquia ‘Entre Facas e Segredos‘, considerando-o mais centrado que o capítulo anterior. O grande destaque, no entanto, fica por conta da química entre os atores Daniel Craig e Josh O’Connor – que formam uma excelente dupla nas telas.

Separamos os trechos das principais críticas:

Crítica | Rian Johnson acerta novamente com o impecável e introspectivo ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’ 

“Mais focado do que o exuberante filme anterior, ‘Vivo ou Morto’ busca, de forma agradável, respostas tanto existenciais quanto terrenas.” (AV Club)

“Gótico, iconoclasta, envolvente, com uma crítica mordaz à América moderna e, para completar, muito engraçado. É mais um mistério policial extremamente satisfatório do Benoit Blanc.” (Empire Magazine)

“Com um roteiro seguro que ousa fazer perguntas existenciais junto com as reviravoltas usuais do gênero, este pode ser o melhor filme da franquia até o momento.” (Observer UK)

“‘Vivo ou Morto’ é mais sóbrio que o filme anterior, tem um mais parecido com o longa original, mas não é tão inteligente quanto nenhum dos dois em sua solução.” (Independent UK)

“‘Vivo ou Morto’ parece menos o terceiro filme de uma série de mistérios e mais com a confiante terceira temporada de uma série de prestígio — uma em que os criadores se sentem totalmente seguros de suas capacidades, certos de entregar algo cativante.” (Consequence)

Rian Johnson reuniu seu elenco mais forte até agora. Daniel Craig e Josh O’Connor formam uma dupla de detetives que nos faz lembrar de Sherlock Holmes e Watson.” (Time Out)

“O filme satiriza as convenções das histórias de detetive, mas nunca se torna tão autoconsciente a ponto de você deixar de levá-lo a sério.” (Slant Magazine

O grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’), Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’), Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’).

Amazon MGM anuncia adaptação do romance best-seller ‘The Probability of Miracles’

Amazon MGM Studios acaba de anunciar que deu sinal verde para uma adaptação seriada de ‘The Probability of Miracles’, romance best-seller assinado por Wendy Wunder (via Deadline).

A atração, que conta com oito episódios, foi criada por Katie Lovejoy, roteirista por trás do filme ‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’.

Alloy Entertaiment fica resposável pelo projeto ao lado da Amazon e da Warner Bros. Television.

A trama acompanha Campbell Cooper, uma adolescente sarcástica que está morrendo de câncer e, após receber o diagnóstico terminal, se muda com a mãe e a irmã mais nova para a cidade de Promise, onde dizem que milagres acontecem. Cam, no entanto, não acredita em milagres. Como poderia, se a ciência diz que ela definitivamente vai morrer? Mas, ao passar o verão nessa cidade peculiar e mística, ela descobre que milagres — e se apaixonar — ainda são possíveis, por mais improváveis ​​que pareçam.

Lovejoy entra como showrunner. Ela também assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Leslie Morgenstein.

“Me apaixonei pelo belíssimo romance de Wendy Wunder em 2011, um ano após o início da minha carreira como roteirista”, disse a realizadora. “O fato de agora, 14 anos depois, poder dar vida à jornada de Cam nas telas é nada menos que um milagre. Sou muito grata aos meus parceiros da Alloy, da Warner Bros. Television e da Amazon por acreditarem nessa história tanto quanto eu”.

Mais informações não foram reveladas.

‘Spotless’: Roteirista de ‘Mentirosos’ está desenvolvendo novo drama CRIMINAL para a NBC

Segundo o Deadline, a NBC está desenvolvendo um novo drama criminal intitulado ‘Spotless’.

A produção é fruto da parceria entre Noah Rose Keeling, roteirista do recente sucesso ‘Mentirosos’, e Annabel Oakes, que assumiu o cargo de showrunner de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’.

Universal Television supervisiona o projeto.

A série acompanha Bridget, uma mãe descolada e caótica, e sua filha adulta, Marnie, brilhante, porém desajeitada. A dupla está expandindo seu negócio de limpeza de cenas de crime para uma atividade paralela de detetive particular, enquanto lidam com seu relacionamento complexo, mas inabalável.

Keeling entra como roteirista e assume o cargo de produtora executiva ao lado de Oakes.

Mais detalhes não foram divulgados.

Alfie Allen vive um ESTRANHO professor no trailer da série de suspense ‘Girl Taken’; Confira!

Paramount+ divulgou o trailer oficial de Girl Taken, série de suspense psicológico estrelada por Alfie AllenJill HalfpennyTallulah EvansDelphi Evans.

A atração, que conta com seis episódios, tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026 na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens promocionais:

A série é baseada no romance Baby Doll, de Hollie Overton.

A trama acompanha a história das irmãs gêmeas Lily e Abby, cujas vidas são destruídas quando Lily é sequestrada de sua pacata cidadezinha rural inglesa por Rick Hansen, um professor muito querido na região. Após anos de abusos em cativeiro, ela consegue escapar, apenas para descobrir que a liberdade traz seus próprios desafios.

Vikash BhaiNiamh WalshLevi BrownVictoria EkanoyeHolly AtkinsKiran Krishnakumar fazem parte do elenco coadjuvante.

Girl Taken foi criada por David TurpinSuzanne CowieNessah Muthy.

Crítica | ‘O Grande Roubo do Louvre: O Crime Minuto a Minuto’ – O passo a passo de um crime que beira ao inacreditável!

Quando pensamos em roubos mirabolantes – beirando ao inacreditável –, a primeira pergunta que vem na cabeça é: como isso foi possível? Trazendo detalhes sobre um curioso crime ocorrido no maior museu de arte do mundo, o Louvre, chegou à HBO MAX um média-metragem documental que explica, passo a passo, o que aconteceu na manhã do dia 19 de outubro deste ano, quando algumas peças da coroa francesa foram roubadas – e, até agora, não encontradas.

O Louvre, com seus mais de 200 metros quadrados, foi inaugurado em 1793 e logo se tornou um importante ponto turístico da capital francesa, foi e sempre será um lugar conhecido no mundo todo. Talvez por isso o choque diante do ocorrido. Criminosos – provavelmente não tão profissionais – subiram uma escada acoplada a um veículo e entraram por uma das janelas, localizada em um ponto cego de uma das câmeras do complexo. Após uma rápida ação criminosa na Galeria d’Apollon, fugiram em scooters. Mas como ninguém fez nada?!

 

Reunindo uma série de depoimentos de especialistas em artes e segurança, testemunhas, autoridades e até mesmo ex-ladrões famosos, O Grande Roubo do Louvre: O Crime Minuto a Minuto embarca em uma reconstituição detalhada, através das informações públicas disponíveis, de uma ação delituosa que durou menos de 10 minutos, mas deixou as marcas de insegurança em um lugar onde a história se mantém viva.

Com muitos questionamentos, mas sem uma incursão crítica profunda – talvez em razão da rapidez na produção de um documentário sobre um crime ocorrido há menos de três meses -, a narrativa se joga nos processos comportamentais dos criminosos, explorando de forma geral as motivações, planejamento e execução: um combo da psicologia criminosa amplamente debatida por parte dos entrevistados.

O fato, por si só, coloca na vitrine da opinião pública o fator segurança em um lugar que é um dos mais frequentados do mundo – algo que chegamos pelas entrelinhas do que vemos. Além desse problema, no exato momento que escrevo esse texto, o Louvre amanheceu com uma greve de funcionários, que reivindicam melhores salários e condições de trabalho. Parece que há muito o que se repensar sobre a administração do museu – que é feita por uma entidade pública chamada Établissement public du musée du Louvre, sob a supervisão do Ministério da Cultura da França.

Crítica | ‘Fuga Fatal’ – FILMAÇO no PRIME VIDEO expõe julgamentos desconfortáveis e um mar de ambiguidade moral

É sempre bom acharmos alguma obra que busca, no sombrio dos atos inconsequentes, reflexões sobre relações próximas marcadas pela falta de oportunidades. Em Fuga Fatal, novo filme disponível no Prime Video, dirigido por Nick Rowland, nos deparamos com uma história cruel em muitos sentidos: um reencontro forçado entre pai e filha, ambos marcados como alvos por uma organização movida à ideologias de intolerância e preconceito. Ao romper camadas através de um estremecido vínculo, a narrativa nos convida para um caminho de tensões e de um amadurecimento precoce.

Nesse forte drama, com altas doses de ação e violência, conhecemos Nathan (Taron Egerton), que, por conta de suas escolhas erradas, passou longos anos na prisão. Quando consegue sair, é perseguido por uma gangue da qual se tornou inimigo durante o encarceramento e logo percebe que sua família também virou alvo. Com a ex-mulher assassinada, ele corre para proteger Polly (Ana Sophia Heger), sua filha, com que teve pouco contato até então. Juntos, os dois embarcam em uma jornada para fugir dos criminosos, enquanto tentam se reaproximar.

Baseado no livro She Rides Shotgun, do autor norte-americano Jordan Harper, o filme lança uma lupa na relação pai e filha sem cair em muitos clichês, apresentando de forma visceral as consequências de escolhas. A construção narrativa é moldada por cenas de alto impacto, que detalham a frieza e remete à julgamentos desconfortáveis, nos quais a ambiguidade moral é despejada na tela através de mais de um personagem. Vamos caminhando até o desfecho com a certeza de que muitas reflexões serão acessadas mesmo após o fim.

E há espaço para uma leitura sobre o amor? Como transmitir o forte vínculo familiar presente em meio um mar de sangue e inconsequências? É em pequenas cenas que o filme constrói seus grandes momentos, tendo a perda da inocência como alicerce. Com as verdades ficando cada vez mais inevitáveis e a necessidade de sobreviver ultrapassando a ingenuidade da idade, a jovem tímida – muito bem interpretada por Ana Sophia Heger – logo vira uma sobrevivente, adaptando-se a uma situação alarmante: aprender a lidar com as consequências das ações provocadas pelo pai.

E esse pai, interpretado pelo competente Taron Egerton, entra em sua jornada de redenção bastante consciente do que provocou àqueles que deveria proteger. O desenvolvimento desse personagem chama bastante a atenção ao colocá-lo em uma condição narrativa fácil de se captar: a de um vilão agindo como herói, em uma complexidade moral que expõe ao público constantes questionamentos sobre suas atitudes.

Fuga Fatal se apresenta mais complexo que parecia. Consegue prender a atenção ao acompanhar de perto personagens intrigantes que avançam para um mar de desconforto e amadurecimento, chegando nos limites frágeis do eticamente questionável e do que é justo ou injusto.

As Minisséries com Grandes Astros de Hollywood que quase NINGUÉM notou…

Para toda série extremamente popular, precisa existir também aquela que quase ninguém notou e menos pessoas ainda viram. Esses são aqueles tipos de programa os quais é necessário que muitas pessoas recomendem e jurem de pés juntos que é bom. Porque são programas que a maioria nunca ouviu falar. E se eu disser que muitas vezes, nem mesmo um elenco de peso estrelando adianta para a sua fama. Em anos recentes, minisséries como ‘O Gambito da Rainha’, ‘Missa da Meia Noite’, ‘Mare of Easttown’, ‘Adolescência’, ‘A Oferta’, ‘Pinguim’ e as novíssimas ‘O Monstro e Mim’ e ‘Spartacus – House of Ashur’ se tornaram incrivelmente populares, com o grande público falando delas até não poder mais. Esse fenômeno é simplesmente inexplicável.

Pode-se dizer que tem a ver com a qualidade, apesar de que: gosto é relativo. Podemos dizer que envolve comoção coletiva. Algo, quem sabe, mais vendável e palatável para o maior número de pessoas. Por outro lado, uma minissérie sobre uma jogadora de xadrez não é a coisa mais empolgante do mundo, mesmo assim dominou a cultura popular durante a pandemia. E por aí vai. É difícil de entender, mas o resultado é mais fácil de ser lido. Ou seja, injustiça ou não, algo sempre fará sucesso e outra coisa não. Assim, nessa nova matéria, separamos para você as minisséries que tinham tudo para ser badaladas, graças ao seu elenco de peso, mas que terminaram longe dos holofotes por não terem sido “abraçadas” pelo grande público como deveriam. Confira.

O Simpatizante

Robert Downey Jr. não é apenas um dos astros mais populares de Hollywood, graças ao seu papel como Homem de Ferro, o qual interpreta desde 2008, mas é também um ator vencedor do Oscar (‘Oppenheimer’) e com uma longa carreira que data desde a década de 1980. Porém, nada disso ajudou para chamar atenção quando Downey decidiu dar tudo de si interpretando não um, não dois, não três, mas quatro personagens distintos na minissérie ‘O Simpatizante’, projeto pensado e realizado pelo sul-coreano Park Chan-wook (‘Oldboy’ e ‘A Criada’). A obra é uma revisão nos bastidores da Guerra do Vietnã. Você já tinha ouvido falar?

Gaslit

Os vencedores do Oscar Julia Roberts e Sean Penn são amigos na vida real e recentemente participaram juntos do programa ‘Actors on Actors’, promovido pela revista Variety, uma das mais respeitadas no meio. O foco eram suas atuações em filmes como ‘Depois da Caçada’ e ‘Uma Batalha Após a Outra’, que podem lhes render prêmios nesta temporada. Voltando alguns anos no passado, a dupla atuava pela primeira e única vez juntos em ‘Gaslit’, uma visão arrojada nos bastidores do escândalo de Watergate durante a década de 1970, que derrubou o presidente americano Nixon. Penn interpreta o procurador-geral do governo Nixon, John Mitchell, debaixo de muita maquiagem, e Roberts vive sua esposa Martha. Mas quase ninguém viu. O motivo? Ninguém tem o streaming da Starz, nem mesmo nos EUA.

Entre Estranhos

Entre Estranhos’ é a prova que nem mesmo um dos maiores jovens astros da atualidade em um programa de um dos streamings mais elogiados por sua qualidade, é sinal de sucesso e popularidade. Afinal, você conhece alguém que assistiu a ‘Entre Estranhos’? O lançamento foi da AppleTV+, que tem no currículo sucessos como ‘Ted Lasso’, ‘Ruptura’ e ‘Silo’, protagonizado por Tom Holland, o Homem-Aranha em pessoa. Completando o elenco principal, a indicada ao Oscar Amanda Seyfried. Esta foi uma tentativa de Holland demonstrar seu talento dramático, interpretando um jovem perturbado psicologicamente, preso após cometer um crime hediondo. O grande público, no entanto, deu de ombros.

A Inglesa

A próxima da lista é Emily Blunt, atriz indicada ao Oscar por ‘Oppenheimer’ e que é um dos maiores nomes de Hollywood na atualidade. A jovem Blunt coleciona sucessos como a franquia ‘Um Lugar Silencioso’, ‘O Diabo Veste Prada’, ‘O Dublê’, e recentemente foi vista no drama ‘The Smashing Machine’. Ano que vem ela estará na nova superprodução de Steven Spielberg e na continuação ‘O Diabo Veste Prada 2’. Certamente Blunt terá uma estatueta do Oscar em seu currículo antes de sua carreira chegar ao fim. Mas nada disso adiantou na hora que a estrela decidiu protagonizar sua primeira minissérie, com ‘A Inglesa’. Nem mesmo o fato de ser uma produção da Amazon Studios, um dos streamings mais populares da atualidade. O mesmo não pode ser dito deste programa do gênero faroeste, sobre a vingança de uma mulher.

The Girl from Plainville

Nos anos 2000, a então pequena Dakota Fanning era a atriz mirim mais talentosa da época. Alguns anos depois, e fomos apresentados para sua irmã mais nova, Elle Fanning. Hoje, as duas são adultas, mas é Elle quem se tornou a representante mais famosa da família Fanning em Hollywood. Não temos dúvida que em breve ela receberá sua indicação ao Oscar. Recentemente ela foi vista no subestimado ‘Predador: Terras Selvagens’. Elle já estrelou na TV também, em duas séries. A mais famosa é ‘The Great’, no qual interpreta a Imperatriz da Rússia, Catharina – a grande – regente entre 1729 e 1796; e durou três temporadas. Por outro lado, ‘The Girl from Plainville‘, sua minissérie baseada em uma história real sobre um crime na era online, não gerou a comoção do público esperada. No programa ela interpreta Michelle Carter, uma jovem que acaba influenciando o namorado a cometer suicídio em 2014. O caso chocou os EUA.

Recomeço

Agora falaremos sobre a vencedora do Oscar Zoe Saldana. Como todos sabem, Saldana se juntou à seleta lista dos vencedores do Oscar este ano, por sua ótima performance no polêmico ‘Emilia Pérez’. Mas Saldana também é a atriz que esteve nos filmes mais rentáveis de todos os tempos no cinema. Isso porque ela é parte do universo de ‘Avatar’, criado por James Cameron, que chega ao seu terceiro filme este ano – em um desempenho de captura de movimento no papel de Neytiri. Mas não apenas isso, ela também é parte do MCU, os filmes Marvel, extremamente rentáveis, no papel da durona Gamora – estrela dos três filmes de ‘Guardiões da Galáxia’ e dos dois últimos ‘Vingadores’. Uma atriz tão famosa chamaria atenção em sua própria série, certo? Bem, em partes. Quando o assunto é ‘Operação Lioness’ sim. Mas em sua minissérie da Netflix, ‘Recomeço’, sobre uma mulher recomeçando sua vida na Itália e descobrindo o amor por lá, Saldana quase não foi notada – e o programa idem.

O Regime

O que falar de Kate Winslet? Outra vencedora do Oscar (‘O Leitor’), a atriz britânica já havia encantado o mundo no fim dos anos 90 ao lado de Leonardo DiCaprio no fenômeno ‘Titanic’ – do mesmo James Cameron. De lá para cá, Winslet se consolidou como uma das melhores intérpretes de sua geração, entregando um trabalho sólido atrás do outro. Além de seu desempenho vencedor do Oscar, a atriz coleciona outras seis indicações ao maior prêmio do cinema em sua carreira. E atualmente também faz parte da franquia ‘Avatar’, em um papel secundário. Até mesmo quando se aventurou na telinha, Winslet chamou atenção em ‘Mare of Easttown’, parceria com a HBO Max. Porém, em sua mais recente parceria com a mesma empresa, o resultado não foi tão memorável assim. A crítica política ‘O Regime’ foi visto por poucos, ao contrário de sua minissérie anterior.

A Mulher no Lago

Aqui tínhamos uma receita de sucesso que não tinha como dar errado. Mas deu. Uma obra baseada em um livro best-seller de uma autora prestigiada. Dois paradigmas sociais distintos, abordados em uma narrativa feminina, sobre a vida de duas mulheres bem diferentes na década de 1960, vivendo na mesma cidade. Uma esposa branca e judia com sonhos de se tornar jornalista. E uma mulher negra, mãe, que trabalha fora em um subemprego na cidade. Fora isso, temos não uma, mas duas vencedoras do Oscar no elenco. Natalie Portman é o nome chamariz aqui, em sua primeira série da carreira. Mas ainda temos Mikey Madison, vencedora do último Oscar, em um papel secundário. Mesmo com todos estes atrativos, a minissérie da Apple mal foi notada. Você conhecia?

A Serpente de Essex

No primeiro item da lista falamos sobre Robert Downey Jr., o maior às da Marvel. Aqui, temos um que poderíamos pôr no top 5 das maiores pratas do MCU. Falamos do Loki em pessoa, Tom Hiddleston. Assim como Downey Jr., a performance de Hiddleston para um personagem considerado secundário, o colocou no primeiro time da casa. Mas nem tudo que o ator participa vira ouro. Isso porque o público parece gostar de vê-lo apenas como Loki. A série do vilão da trapaça se tornou um sucesso de audiência na Disney+, mas a Apple não conseguiu pegar essa casquinha e converter para a sua plataforma na minissérie ‘A Serpente de Essex’. Na trama, Hiddleston vive um pastor se apaixonando por uma viúva, vivida por Claire Danes, na Londres de 1893. Você conhecia?

Extrapolations

Quantos vencedores e indicados ao Oscar você consegue contar nessa minissérie? Vou dar uma ajuda. Que tal sete? Sim, porque nessa antologia que fala sobre o futuro da raça humana e de nosso planeta através das mudanças climáticas versus a tecnologia – temos desfilando em tela nada menos que gente do quilate de Meryl Streep, Marion Cotillard, Edward Norton, Diane Lane, Forest Whitaker, Judd Hirsch e Peter Riegert. Ah, mas ainda sobra espaço para artistas populares do nível de Sienna Miller, Kit Harrington, Tahar Rahim, Gemma Chan e Eiza González. Cada episódio se passa em um ano diferente no futuro, variando de 2037 até 2070, onde vemos a degradação de nosso planeta. Apesar do elenco estelar e do tema importantíssimo, muito menos pessoas prestaram atenção do que deveriam.

10 curiosidades de ‘Velozes e Furiosos 8’, o capítulo mais CAÓTICO da franquia

Lançado em 2017, Velozes e Furiosos 8 ficou conhecido por ter uma produção muito turbulenta. E se tratando dessa franquia, é realmente complicado saber que teve um filme com mais problemas para lidar do que o 7, que viu um dos protagonistas falecer durante a folga em um acidente de carro.

As brigas de bastidores deram alguma dor de cabeça e provocaram um racha em parte do elenco. Pensando nisso, o CinePOP separou dez curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Acabou o amor

Velozes & Furiosos 8 teve uma complicação enorme nos bastidores devido uma infantil disputa de egos entre Vin Diesel e The Rock. De última hora, Vin entendeu que o personagem do amigo estaria ganhando mais destaque na série do que o seu, então decidiu cortar algumas cenas e desenvolvimentos de Luke Hobbs, o que claramente desagradou a The Rock. Revoltado, o ator foi ao Instagram, onde fez um post lavando roupa suja, no qual dizia: “Esta é a minha última semana de filmagens #FastAndFurious8. Não há outra série que faça meu sangue ferver mais do que esta. Uma equipe incrível e trabalhadora. A Universal também tem sido grande parceira. Minhas colegas de elenco são sempre incríveis e eu adoro. Os meus colegas de elenco, no entanto, são uma história diferente. Alguns se comportam como homens honrados e verdadeiros profissionais, enquanto outros não. Os que não fazem são muito covardes para fazer qualquer coisa a respeito de qualquer forma. Bundões. Quando você for assistir este filme no próximo mês de abril e parecer que eu não estou atuando em algumas das cenas, parecendo que meu sangue está fervendo de raiva de verdade – você estará certo. Resumindo, ele vai funcionar muito bem para o filme e se encaixa muito bem nesse personagem Hobbs, que já faz parte do meu DNA. O produtor em mim está feliz com essa parte. Semana final no Fast 8 e vou terminar forte. ;/ #IcemanCometh #F8 #ZeroToleranceForCandyAsses”. A publicação foi apagada.

A treta

Os bastidores desse filme foram polêmica pura. Vin Diesel repetidamente chegava atrasado aos sets de filmagens, deixando seus companheiros de trabalho esperando por horas para fazer as cenas. Por conta disso, praticamente não há cenas entre Toretto e Hobbs. O ‘racha’ ficou insustentável quando Vin descobriu que a Universal deu sinal verde para o spin-off da saga protagonizado por The Rock e Jason Statham: Hobbs & Shaw. O ator teve seu ego ferido e justificou um possível atraso em Velozes & Furiosos 9 para fazer o boicote. A treta entre os dois brucutus, porém, foi resolvida recentemente.

Sem embargo

Por conta dos confrontos políticos e do embargo econômico, Hollywood passou mais de meio século sem filmar em Cuba. No entanto, a Universal conseguiu negociar diretamente com as autoridades cubanas e fizeram breves filmagens na ilha. Essa ação fez dele o primeiro longa de estúdio a ter cenas rodadas por lá desde a década de 1950.

Caos

Para fazer as cenas na ilha, a equipe norte-americana alterou completamente o esquema das ruas de Havana. A rotina de filmagens foi descrita por alguns moradores como caótica, principalmente os motoristas de Cuba, que tiveram de realizar desvios e procurar rotas alternativas. Alguns dos comentários dados à imprensa internacional tinham o teor de reclamação, como: “Eles vieram e tiraram nossa paz”.

Improviso

Um dos pontos altos do filme é a relação entre Hobbs e Shaw. Essa química entre eles veio de uma liberdade criativa maior dada a The Rock e Jason Statham pela direção. O improviso mais famoso do filme é a cena em que Hobbs fala que vai dar um soco tão fundo na boca de Shaw que ele precisará enfiar uma escova na bunda para escovar os dentes. A fala pegou Statham tão desprevenido, que a gargalhada foi inevitável. A direção gostou tanto daquilo que decidiu manter no corte final.

De parar o trânsito

A ideia de Vin Diesel era fechar ruas importantes para gravar o filme. A ideia inicial do ator era ter uma cena importantíssima gravada na principal rodovia de Grande Manila, a capital das Filipinas. Porém, sabendo que seria impossível fechar o país, o governo filipino recusou a participação na franquia.

Nova York mais ou menos

O mesmo aconteceu com a cidade de Nova York, que é palco da sequência de ação final. A ideia de Vin Diesel era fechar as principais pistas da cidade para gravar sua perseguição, o que obviamente não foi possível. Então, eles gravaram algumas cenas em Nova York com o que conseguiram de autorização e simularam NY nas pistas de Atlanta e Cleveland, que não eram tão caóticas quanto a ‘Big Apple’. Foi algo parecido com o que fizeram no Rio de Janeiro. Porém, o Rio contou com as filmagens de algumas estrelas, deixando as cenas de ação para serem recriadas em Porto Rico. Já Nova York praticamente não contou com nenhum ator famoso para não atrasar as filmagens.

Homenagens

Falecido antes do fim das gravações do filme 7, Paul Walker permanece vivo na série, apesar de seu personagem nunca mais ter aparecido desde então. O filme 8 faz questão de mencionar que o Brian está vivendo por aí, longe da vida de crimes, e ainda presta uma homenagem ao personagem quando Toretto decide chamar seu filho de Brian, algo que, segundo o roteirista Chris Morgan, era mais do que natural para um “Homem família” que nem o Dom.

Pontinha

Durante a festa de lançamento de Velozes & Furiosos 7 (2015), em Londres, a incrível Helen Mirren disse em várias entrevistas que adoraria fazer uma participaçãozinha que fosse na franquia. Posteriormente, em alguns Talk Shows, a atriz novamente reforçaria seu interesse em estar na saga de Toretto e sua família. Sabendo dessa ‘cavada’, Vin Diesel pediu que escrevessem uma personagem só para ela, que passou a integrar a franquia já em Velozes & Furiosos 8 e não saiu mais.

Sucesso total

Velozes & Furiosos 8 foi um tapa na cara de quem seguia falando mal da franquia, porque acabou arrecadando impressionantes 1,239 bilhão de dólares. Mais do que isso, foi o 30º filme da história dos EUA a ter bilheteria superior a US$ 1 bilhão.  Com isso, se tornou a segunda maior arrecadação da saga, perdendo apenas para seu antecessor, Velozes & Furiosos 7 (2015), que fez mais de US$ 1,5 bilhão.

Velozes & Furiosos 8 está disponível na Netflix, no Amazon Prime Video e no Telecine.

‘Robocop’, ‘Drácula’ e os Filmes que Completam 11 anos e FRACASSARAM em se Tornar uma Franquia

Como sempre frisamos aqui no CinePOP, a palavra de ordem na Hollywood atual é “IP” – ou “Intellectual Property” (Propriedade Intelectual). Esse termo é muito usado hoje para se referir a uma marca registrada de um título. Em resumo, são as famosas franquias. De ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’, até as mais recentes como ‘John Wick’ e ‘Barbie’, sem falar na maior delas: o MCU, as franquias cinematográficas são o que mantém os cinemas funcionando e o público comparecendo nesses tempos pós-pandemia e de domínio dos streamings. A prova disso é o fenômeno que se tornaram ‘Top Gun Maverick’ e ‘Avatar – O Caminho da Água’.

Embora uma franquia pareça ser uma receita de sucesso, criar um produto que o mundo inteiro abrace pode ser mais difícil que o alinhamento dos planetas. Primeiro porque não pode ser algo forçado, é o público quem decide o que irá aprovar ou não. Dessa forma, centenas de produções miradas para serem o mais novo sucesso, terminam se tornando fracasso e parando logo no primeiro exemplar. É justamente sobre essas obras que iremos falar nessa matéria. Abaixo iremos lembrar de 10 filmes que estão completando ONZE ANOS de sua estreia em 2014, planejados para serem uma franquia, mas que não deram muito certo. Confira.

 

Academia de Vampiros

vampiro cinepop
vampiro cinepop

Ainda no universo da fantasia, essa com ares adolescentes, ‘Academia de Vampiros’ foi outro filme baseado em uma série literária que fez muito sucesso com seu público-alvo e conta com mais cinco livros em sua narrativa. A expectativa era que todas essas histórias juvenis sobre uma “escola” para os sugadores de sangue (assim como Harry Potter era sobre uma escola para bruxos) fossem adaptadas para o cinema também, o que poderia ter feito a protagonista Zoey Deutch (filha da icônica Lea Thompson – a Lorraine do clássico ‘De Volta para o Futuro’) uma estrela do nível de Jennifer Lawrence ou Kristen Stewart. Mas o filme não deu certo e parou por aí. Uma nova tentativa em 2022 de transformar a história em uma série também não funcionou.

Hércules

hercules cinepop
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É fácil pensar que ‘Hércules’, blockbuster estrelado por Dwayne Johnson, foi planejado para ser apenas um filme. Mas é só olhar por outro ângulo: que blockbuster hoje é planejado para ser apenas um filme? É claro que se tivesse sido o sucesso esperado, o longa da Paramount em parceria com a MGM, geraria uma continuação e quem sabe até uma terceira parte, transformando as aventuras do herói mitológico em uma franquia. Acontece que com o orçamento infladíssimo de US$100 milhões, ‘Hércules’ recuperou apenas US$72 milhões nos EUA, e US$244 milhões mundiais, falhando em se tornar o novo queridinho da cultura pop como se esperava.

O Sétimo Filho

filho cinepop
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Saímos de uma aventura medieval de fantasia para outra. E se no item acima pode até existir dúvida sobre a intenção do estúdio em planejar uma franquia para o herói ‘Hércules’ (na realidade não existe qualquer dúvida), aqui com ‘O Sétimo Filho’ a intenção de novos filmes era certeza. Acontece que o longa que traz Jeff Bridges e Julianne Moore em lados opostos do bem e do mal, como poderosíssimos feiticeiros, é baseado no livro que Joseph Delaney, que faz parte de uma série com nada menos que doze exemplares a mais. Ou seja, assim como a franquia ‘Harry Potter’, ‘O Sétimo Filho’ era preparado para se tornar o substituto da magia no cinema. Como sabemos, devido ao pobre resultado do longa nas bilheterias e com os críticos, não foi bem assim.

Drácula – A História Nunca Contada

dracula cinepop
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Há 11 anos, os filmes de super-heróis já estavam com tudo. O próprio MCU já estava na ativa fazia seis anos e já tinha 10 filmes em seu currículo. Assim, todo estúdio grande deseja uma fatia desse bolo, até mesmo a Universal Pictures. Mas como a empresa não tinha um super-herói para chamar de seu, a solução foi transformar um personagem clássico de seu acervo em um super-herói. Assim nascia ‘Drácula – A História Nunca Contada’, em que o príncipe das trevas era remodelado para parecer que havia saído de uma HQ nas formas de Luke Evans. Com coprodução da Legendary Pictures, o filme custou US$70 milhões, mas o resultado financeiro, somado às críticas, não permitiram uma planejada continuação.

Need for Speed – O Filme

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Adaptações de videogames finalmente encontraram seu lugar ao sol após um longo período de tentativas, graças ao sucesso de franquias como ‘Sonic’, ‘Super Mario Bros’, ‘The Last of Us’ e ‘Fallout’. Mas voltando 11 anos no tempo, tais obras ainda não possuíam o prestígio de hoje. Assim, ‘Need for Speed’, que contou com nomes como Aaron Paul, Michael Keaton, Dakota Johnson e Rami Malek no elenco, precisou entrar na lista dos filmes do gênero que amargaram fracasso e não tiveram chance de se tornar uma franquia. Por comparação, outro filme baseado em um game de corridas se daria bem melhor quase uma década depois: ‘Gran Turismo’, que ao menos recebeu elogios da crítica e dos fãs.

RoboCop

robocop cinepop
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Essa dói de um jeito diferente para nós brasileiros. Acontece que o remake do clássico ‘Robocop – O Policial do Futuro’, um dos mais icônicos blockbusters dos anos 80, teve o comando de nosso conterrâneo José Padilha, responsável pelos irretocáveis ‘Tropa de Elite’ 1 e 2. E isso não é nenhuma espécie de patriotismo, acontece que o remake é realmente muito legal. É claro que seria impossível competir com a obra-prima de 1987 dirigida por Paul Verhoeven, e Padilha sequer tentou. Como cineasta brilhante que é, resolveu seguir por outro caminho, mais atual e mais em harmonia com os tempos em que vivemos (de militarismo robótico, com drones, e imprensa extremista e sensacionalista). O que era para ter sido o primeiro capítulo de uma nova saga, infelizmente se viu interrompido antes do tempo por falta de fé do estúdio no projeto.

Operação Sombra – Jack Ryan

ryan cinepop
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Aqui temos um caso curioso. A trajetória de um dos maiores heróis da literatura norte-americana, o agente da CIA Jack Ryan (saído dos livros de Tom Clancy), é no mínimo errática no cinema. Isso porque a primeira adaptação para as telonas foi ‘A Caçada ao Outubro Vermelho’, onde Ryan não foi o protagonista (nas formas de Alec Baldwin), mas sim um coadjuvante para o militar russo interpretado por Sean Connery. Dois anos depois, aí sim assumiria o protagonismo nas formas de Harrison Ford em ‘Jogos Patrióticos’ (1992). Ford voltaria ao papel dois anos depois em ‘Perigo Real e Imediato’.

Essa poderia ser uma franquia interessante, mas algo aconteceu no caminho e Ford não voltou para um eventual terceiro filme. A opção da Paramount foi um reboot com um Ryan mais jovem (nas formas de Ben Affleck) em ‘A Soma de Todos os Medos’ (2002). Não deu certo. Mais doze anos e o agente ficaria ainda mais jovem em ‘Operação Sombra’, personificado por Chris Pratt – mais um reboot para iniciar uma nova franquia. Nada feito. Ryan só encontraria redenção nas telinhas, na série da Amazon, vivido por John Krasinski.

Tusk

tusk cinepop
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E até hoje esperamos por ‘Moose Jaws’. Bem, sabemos como alguns filmes podem demorar para ser produzidos, e de acordo com o IMDB, o longa prometido por Kevin Smith está de fato em desenvolvimento. Antes um pouco de contextualização para aqueles que não conhecem essa “trilogia involuntária” do diretor de ‘O Balconista’ e ‘Dogma’. Na década passada, Kevin Smith deixava as comédias um pouco de lado e resolvia investir nos filmes de terror.

O que começou de forma séria e tensa, com ‘Seita Mortal’ (2011), descambou para algo mais exagerado em ‘Tusk – A Transformação’ – um filme onde um podcaster cai nas garras de um insano idoso e é transformado em um leão marinho. Entre todas as bizarrices do filme, dois fatores chamaram atenção: Johnny Depp como o detetive canadense Guy Lapointe; e Lily-Rose Depp e Harley Quinn Smith como as atendentes do mercadinho. Os três voltaram em ‘Yoga Hosers’, de 2016. Mas a “épica” conclusão da saga ainda não saiu do papel.

Operação Big Hero

bighero cinepop
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O interessante destas listas é mesclar todo tipo de gênero cinematográfico, sem ter preconceito com nenhum quando o assunto é entretenimento. Desta forma, agora chegamos até as animações nestes dois últimos itens, gênero muito adorado pelo grande público. E o primeiro deles que não se tornou uma franquia, embora esse fosse o plano há 11 anos, foi ‘Operação Big Hero’. Hoje, você pode até dizer que não é tão difícil acreditar que uma produção Marvel / Disney fracasse e não dê continuidade à sua franquia – como os casos recentes de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, ‘As Marvels’ e ‘Eternos’. Mas há 11 anos, o estúdio estava a pleno vapor e isso era algo impensável.

Bem, mas aconteceu. Você lembra de ‘Operação Big Hero’? Pois bem, essa foi a única animação da parceria Marvel e Disney até hoje, que deveria não apenas ter se tornado uma franquia com novas continuações, como também aberto porta para novos filmes animados nos cinemas. Assim como ‘Guardiões da Galáxia’, a intenção era pegar personagens de quadrinhos B da editora, completamente desconhecidos do grande público, e transformá-los em fenômeno pop. Não deu muito certo, e a ideia foi levada para as telinhas em uma série animada.

As Aventuras de Peabody e Sherman

peabody sherman cinepop
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Finalizando a lista dos filmes de 11 anos atrás que eram planejados como franquias, mas que desandaram, temos agora ‘As Aventuras de Peabody e Sherman’. O mais curioso aqui é que o resultado deste se mostrou um dos mais satisfatórios e divertidos daquele ano, mas como o público não comprou a ideia, terminou minando os planos de uma eventual sequência. Aqui temos a versão moderna de um clássico desenho animado que data da década de 1960.

Na trama, temos as aventuras de dois viajantes do tempo, que vão participando e influenciando eventos históricos pelo mundo. Acontece que um deles é um cachorro super inteligente, o tal Sr. Peabody, e o outro é seu filho adotivo humano. A primeira e única versão para o cinema, no entanto, mesmo produzido pelo mesmo estúdio responsável por sucessos como ‘Shrek’, ‘Como Treinar Seu Dragão’ e ‘Madagascar’, falhou em se tornar uma franquia.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Desde sua concepção em meados dos anos 1990 até sua estreia em 2009, a franquia Avatar tornou-se um fenômeno cinematográfico – um tour-de-force revolucionário da visionária mente de James Cameron. O realizador, conhecido por suas inovações tecnológicas que pincelaram projetos como ‘Aliens, o Resgate’, ‘O Exterminador do Futuro’ e ‘Titanic’, construiu uma mitologia inédita e apoiada nas clássicas incursões da Jornada do Herói, de Joseph Campbell, para nos convidar ao vibrante e expansivo universo de Pandora, conquistando a crítica e o público tanto com o primeiro quanto com o segundo capítulos.

Agora, somos chamados de volta a esse explosivo mundo com o antecipado e ambicioso Avatar: Fogo e Cinzas’: o terceiro capítulo da saga sci-fi de aventura, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de dezembro, segue os passos dos capítulos predecessores ao abrir espaço para novos personagens, expandindo esse macrocosmos com fidelidade imprescindível e, ainda que derrapando em certos equívocos cometidos nos projetos anteriores, alcançando um nível de espetáculo visual que consegue ofuscar os deslizes e trazer alguns elementos originais e mais dramáticos que permeiam os arcos dos personagens que aprendemos a amar com o passar dos anos.

Após os derradeiros eventos de ‘O Caminho da Água’, Cameron se mostra disposto a focar em um lado mais introspectivo dos protagonistas e coadjuvantes, aliando tais incursões a uma preciosidade cinemática que já nos é revelado na primeira sequência. Afinal, o diretor resolveu rodar o longa-metragem em 48 frames-por-segundo, afastando-se do comodismo costumeiro dos 30fps para garantir uma imersão total dos espectadores à Pandora e aos cenários que nos serão introduzidos através de uma epopeia ambientalista e bélica de quase três horas e meia. E, reiterando seu importante status no cenário contemporâneo da sétima arte, o diretor causa um estranhamento proposital que logo dá espaço a uma fluidez artística que irrompe das telonas em um comprometimento inegável e muito envolvente.

Na trama, Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) ainda lidam com a perda do filho mais velho, Neteyam, que foi assassinado pelos humanos em uma poderosa batalha pelo futuro de Pandora. Neytiri, em seu período de luto, canaliza sua frustração e sua crescente raiva para o jovem Spider (Jack Champion), que foi “adotado” por Jake mesmo a contragosto da esposa, por representar toda a destruição e tudo o que os “caras rosadas” representam desde que chegaram para colonizar o planeta; Jake, por sua vez, canaliza seus pesares para seu segundo filho, o impetuoso Lo’ak (Britain Dalton), um jovem guerreiro que também se sente culpado pela morte do irmão e tenta, incansavelmente, provar seu valor para o pai.

Porém, as coisas saem do controle quando a versão avatar do perigoso Coronel Miles Quaritch (Stephen Lang) revela não estar morto, aliando-se às forças humanas para encontrar Jake, derrotá-lo e garantir que os humanos finalmente subjuguem Pandora a seu bel-prazer. E tudo ganha uma dimensão ainda mais problemática quando Kiri (Sigourney Weaver), de alguma forma, se conecta em um âmbito muito mais profundo às forças invisíveis que regem Pandora, transformando Spider em uma espécie de híbrido entre humano e Na’vi que consegue respirar sem o uso de máscaras através de um processo endossimbiótico – que, é claro, chama a atenção de Miles e seus asseclas a fim de recriar essa tecnologia natural no combate contra os nativos.

Como podemos imaginar, Cameron não se desvencilha por completo da narrativa conhecida do universo Avatar para dar continuidade à história, apostando em conflitos internos, intergeracionais e interraciais como um reflexo da sociedade em polvorosa que se mostra mais dividida dia após dia. E, em meio a metáforas claras e quase didáticas, as originalidades vêm com a forma em que o realizador, também responsável pelo roteiro, monta as tramas que se seguirão – com destaque às fortes atuações de um elenco que conta com a presença de Kate Winslet, Bailey Bass e Oona Chaplin (esta encarnando a melhor vilã da franquia até agora, a psicótica Varang, líder do clã vulcânico dos Mangkwan que se alia a Miles para alcançar seus condenáveis objetivos).

Um dos aspectos mais interessantes do filme, para além da cuidadosa e detalhista estética artística, destina-se ao roteiro. Cameron assina a história ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver e, pela primeira vez em quase quinze anos, mostra-se disposto o suficiente para sacrificar personagens em prol de dar continuidade à mitologia e de mostrar que as expectativas estão mais altas do que nunca – recusando-se a fazer isso apenas por comodismo e criando pequenas joias cinematográficas que tornam essas despedidas ainda mais emocionantes. É claro que alguns excessos poderiam ser podados, mas os fãs inveterados dessa franquia irão se divertir com a entrada mais instigante até o momento.

Avatar: Fogo e Cinzas’ é um espetáculo visual sem precedentes e ousa onde consegue, mesmo não conseguindo apostar fichas em uma narrativa totalmente sólida e original que reitere os próximos dois capítulos da saga. Contando com ótimos antagonistas que encontram mais profundidade em seus arcos e com personagens que retornam para uma guerra que se torna cada vez mais sangrenta, a nova iteração é um deleite festivo que cumpre com o que promete.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’ estreia com a MENOR aprovação da franquia no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Avatar: Fogo e Cinzas’ é o terceiro da elogiada franquia sci-fi criada por James Cameron – e as primeiras críticas já foram disponibilizadas.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem estreou com 70% de aprovação dos especialistas internacionais, representando a menor porcentagem da saga. A encargo de comparação, o primeiro filme possui 81% de aprovação, enquanto o segundo possui 76%.

Confira os principais comentários:

“Não é ofensivo. Não é a pior coisa que você verá o ano todo. O que é, é chato. Chato de um jeito que dá sono. Chato o suficiente para te fazer cochilar na cadeira. Chato o suficiente para você pensar na sua lista de compras do supermercado.” – The Nightly

“A atenção aos detalhes é impressionante… Eu me peguei pensando: como eles fazem isso? Mas eu não deveria ter me perguntado isso. Eu deveria ter me perguntado o que aconteceria a seguir”Arizona Republic.

‘Fogo e Cinzas’ é som e fúria, sem significado algum. Ou pelo menos nada de novo e empolgante”THR.

Avatar: Fogo e Cinzas’ termina com algumas pontas soltas na narrativa, mas também em um ponto em que, caso não alcance os bilhões de bilheteria de seus antecessores, há um desfecho suficiente para que a saga chegue ao fim”SciFiNow.

“[O filme] é tão visualmente extraordinário quanto seus antecessores e, embora o filme contenha algumas das fraquezas das produções anteriores, essas deficiências começam a parecer peculiaridades encantadoras em uma série que, de resto, é fascinante”Screen International.

“São ocasiões raras, visto que foram lançados em 2009, 2022 e 2025. E com tanta coisa para lembrar da última vez, eles deveriam mesmo seguir o exemplo das séries policiais e anunciar: ‘anteriormente em Avatar” – Original Cin.

Vale lembrar que ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ estreia nas telonas brasileiras no dia 18 de dezembro.

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Com um espetáculo visual inebriante, Avatar: Fogo e Cinzas (Avatar: Fire and Ash), terceiro capítulo da franquia iniciada em 2009, aprofunda — mas também repete — conflitos já conhecidos. Assinado pelo diretor James Cameron ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver, o roteiro aposta novamente em uma estrutura circular que provoca uma sensação constante de déjà-vu, adicionando poucos elementos novos e demonstrando escassa ousadia.

Marcados pela morte do filho mais velho Neteyam (Jamie Flatters) em Avatar: O Caminho da Água (2022), Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) lidam com o luto cada um à sua maneira, ele se prepara para o combate iminente, enquanto ela mergulha em uma dor atravessada por raiva, culpa e desejo de vingança — sentimentos que impactam diretamente sua relação com Spider (Jack Champion), o humano criado entre eles e filho genético do capitão Quaritch (Stephen Lang).

Além dessa hostilidade familiar, o novo eixo de conflito surge com a introdução dos ash people, o povo do fogo e cinzas que dá nome ao filme. Diferentemente dos amigáveis Metkayina, habitantes da água, liderados por Tonowari (Cliff Curtis) e por Ronal (Kate Winslet), os povos das cinzas são retratados como saqueadores e incendiários: avançam sobre territórios alheios, tomam riquezas pela força e deixam destruição por onde passam. 

Liderados pela implacável Varang (Oona Chaplin), eles não coexistem, eles dominam. Varang não apenas se torna inimiga dos Na’vi, como também estabelece uma aliança estratégica com o capitão Quaritch, criando uma simbiose perigosa entre tecnologia militar humana e os conhecimentos tribais, além de poder voar pelos céus de Pandora. Essa aliança oferece vantagem tática clara no embate e desloca Quaritch para além do arquétipo do vilão puramente militar, colocando-o como um ser desejante, seja paternal, seja apenas o carnal, dentro desse ecossistema de guerra.

Assim como Jake no primeiro Avatar (2009), o filme explora a rejeição que Spider sofre por conta do seu lugar ambíguo entre dois mundos. Sua condição humana — dependente de uma máscara de oxigênio para sobreviver em Pandora — é apresentada como um elemento central de tensão nos primeiros minutos de Avatar: Fogo e Cinzas

Essa dualidade constrói um peso emocional mais consistente quando entrelaçada ao arco de Kiri (Sigourney Weaver), pois o seu vínculo emocional com o rapaz une a sua busca de conexão espiritual com Eywa, a deusa da natureza. O envolvimento fraternal toma novos contornos e culmina em uma das surpresas do filme. Esse gesto representa um novo ponto de ruptura dentro da família de Jake, o eterno estrangeiro em Pandora. 

A partir dessa nova aliança, Kiri passa a ocupar uma posição quase messiânica — evocando uma espiritualidade próxima de um monoteísmo naturalista. Em contraponto, os povos das cinzas possuem crenças próprias, rituais e práticas espirituais desacreditadas como “bruxaria”. Varang, inclusive, domina formas de transe, hipnose e manipulação mental, o que reforça o choque simbólico entre uma fé monoteísta dominante em Pandora, e espiritualidades marginalizadas. É um embate religioso potente, mas que o filme prefere sugerir em vez de desenvolver plenamente.

As reviravoltas prometidas pelo roteiro, no entanto, ficam majoritariamente restritas ao núcleo militar e sua lógica predatória de exploração, mas é nessa parte que o filme enfraquece. Os conflitos com os soldados humanos lembram filmes da Sessão da Tarde, nos quais crianças ou grupos claramente em desvantagem conseguem vencer forças armadas muito mais bem equipadas simplesmente porque o roteiro exige.

Visualmente, Avatar: Fogo e Cinzas continua sendo um espetáculo incontestável. A introdução do elemento fogo, combinada à terra em constante transformação, amplia o vocabulário visual da franquia e reforça a ambição de James Cameron de explorar todos os elementos naturais ao longo dos cinco filmes prometidos. O uso de altas taxas de quadros segue criando uma sensação física e imersiva, ainda que essa inovação já não provoque o mesmo impacto revolucionário de 2009.

O problema central permanece sendo o roteiro com personagens unidimensionais e conexões, por vezes, caricatos. Com 3 horas e 20 minutos, o longa se estende em situações repetitivas: capturas, resgates, ameaças que retornam sempre ao mesmo ponto. Os diálogos continuam frágeis e pouco sofisticados, e o humor tenta compensar a falta de densidade dramática em meio ao excesso de estímulos visuais.

Em 2009, Avatar foi uma ruptura estética. Em 2022, ainda havia curiosidade tecnológica e uma nova audiência a conquistar passado o boom das produções em 3D. Em 2025, o espetáculo já não surpreende — embora ainda impressione — e parte do público chega desconfiada após um segundo filme de narrativa irregular. 

Avatar: Fogo e Cinzas é uma experiência imersiva enquanto dura. Ao final, porém, seus personagens se apagam rapidamente da memória, deixando claro que, em Pandora, o espetáculo continua crescendo, mas os conflitos permanecem superficiais. O filme expande territórios, tribos e efeitos visuais, mas evita aprofundar o luto, a violência e as contradições políticas que ele mesmo introduz. Pandora cresce em escala, mas permanece emocionalmente estagnada.

‘A Empregada’: Suspense com Sydney Sweeney e Amanda Seyfried abre com 73% de aprovação no RT!

A Empregada‘ (The Housemaid), adaptação do romance homônimo de Freida McFadden, chega aos cinemas muito em breve – e parece ter conquistado a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com sólidos 73% de aprovação, com base em 33 postagens até o momento. Os especialistas elogiaram as atuações de Sydney SweeneyAmanda Seyfried, bem como a despojada atmosfera de suspense.

Confira os principais comentários:

“Uma experiência gloriosa, raivosa, hilária e de roer as unhas, vinda de um diretor, roteirista e elenco que sabem exatamente o que estão fazendo e se deleitam com o fato de praticamente saírem impunes de qualquer crime” – The Wrap.

“As reviravoltas picantes do grande sucesso de McFadden são levadas a um nível deliciosamente insano, resultando em um thriller psicológico extremamente divertido que permite que Amanda Seyfried e Sydney Sweeney se soltem de maneiras cômicas e violentas” – Bloody Disgusting.

“É um filme sobre acontecimentos diabólicos, e é isso que o torna cativante. Isso, e a atuação hilária de Elizabeth Perkins como uma sogra típica da alta sociedade americana” – Variety.

“A direção de [Paul Feig] também conduz este filme firmemente para um tom divertido e exagerado, mas ele certamente conta com a ajuda da atuação verdadeiramente magistral de Seyfried como a Nina, de olhos arregalados, inquieta e aparentemente estranha” – Looper.com.

“Um thriller sensual com uma pitada de humor característico do gênero, mas que ainda assim cumpre o que promete” – United Press International.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de janeiro, pela Paris Filmes.

Na trama…

“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco.

Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.

Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

Crítica com Spoilers | Episódio final de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ aposta no fabulesco e prepara terreno para a 2ª temporada

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Andy Muschietti parece ter encontrado uma mina de ouro após ter encabeçado a mais recente adaptação de ‘IT: A Coisa’, de Stephen King. Depois de ter lançado dois ótimos longas-metragens que se tornaram sucessos de crítica e de público – ainda que a parte dois tenha seus críticos mais contundentes -, o realizador resolveu expandir a mitologia do mestre do horror para uma série pré-sequência intitulada ‘IT: Bem-Vindos a Derry’, nos levando para o início dos anos 1960 e explorando as origens da temível entidade conhecida como Pennywise.

E, desde sua estreia no final de outubro, o spin-off mostrou não apenas manter a qualidade da duologia cinematográfica, mas um desejo de superar o projeto original com mais ousadia e muito mais sangue do que poderíamos imaginar. Através de oito capítulos sólidos e sem medo de se arriscar para expandir esse icônico universo do terror, a produção encabeçada por Muschietti chegou ao fim recentemente com uma conclusão que não só amarra as pontas soltas das múltiplas tramas exploradas, como prepara terreno para uma 2ª temporada que promete ser tão incrível quanto a primeira.

Para aqueles que não se recordam, a semana anterior colocou a cidade de Derry em xeque total com a própria sobrevivência quando a horda de militares liderada por Francis Shaw (James Remar) retirou um dos pilares que mantinha Pennywise em seu cativeiro, abrindo as portas para que a demoníaca criatura subjugasse o mundo a seu bel-prazer. Porém, as coisas não saíram como o planejado: a entidade foi acordada de sua hibernação, lançando-a a uma sedenta busca por almas e corpos para se alimentar, atacando Will (Blake Cameron), os estudantes locais e qualquer um que se colocasse em seu caminho.

Não demora muito até que Marge (Matilda Lawler), Lilly (Clara Stack) e Ronnie (Amanda Christine) se tornassem o último fio de esperança para impedir que Pennywise desse continuidade a seu maligno plano, munindo-se da mística adaga para impedi-lo. Enfrentando demônios interiores e o poder inimaginável do objeto, elas eventualmente encontram a trilha de corpos flutuantes que acompanha a criatura em suas andanças pelo caos e pela destruição – reunindo-se com Leroy (Jovan Adepo), Charlotte (Taylour Paige), Hank (Stephen Rider), Hallorann (Chris Chalk) e Rose (Kimberly Guerrero) e enfrentando a ação invasiva e inconsequente dos militares, que ainda tentam controlar a Coisa.

Seguindo os passos de incontáveis histórias fabulescas, o capítulo de encerramento se encerra com um toque simultâneo de melancolia e esperança, da mesma maneira que Muschietti trabalhou no primeiro capítulo da duologia fílmica. Em outras palavras, nossos heróis-mirins conseguem colocar Pennywise de volta em seu cárcere, obrigando-o a hibernar por 27 anos antes de atacar novamente – período em que ‘IT: A Coisa’ se passa. Entretanto, a momentânea derrota da entidade é precedida por uma revelação interessante e que rema contra o que esperávamos de um season finale: enquanto enfrentam a entidade, Marge é isolada pela entidade, que lhe afirma que sua mera existência será o início de seu fim – visto que a jovem será mãe de Richie Tozier, um dos membros do Clube dos Otários responsável por destruí-la.

Pouco depois, Marge se reúne com Lilly para lhe dizer que, talvez, Pennywise exista fora da cronologia como a conhecemos, exilada em um confinamento de tempo e espaço que foge do comum e que o permite ver passado, presente e futuro – com uma provável habilidade de viajar entre épocas. É com esse breve diálogo que Muschietti e Jason Fuchs, este responsável pelo roteiro, já nos dão o tom da próxima temporada, supostamente nos levando ainda mais no passado para uma investida da impiedosa criatura em interromper sua inescapável ruína – apostando fichas em uma relação intergeracional que têm muitos frutos a serem colhidos.

O diretor resolve nos colocar em um panorama inóspito, marcado por uma densa névoa que logo se transforma em uma turbulenta tempestade de neve, construindo uma atmosfera derradeira e que antecipa o enfrentamento final dos nossos protagonistas contra a Coisa. Isolados ou reunidos, a decisão de colocar tantos núcleos diferentes em um mesmo ponto de convergência serve para reiterar o poder cósmico e divino de Pennywise, transformando-o em uma figura mítica que, como todas as outras, é brevemente contida, e não derrotada. Garantindo-nos um aprazível espetáculo performático, Muschietti se vale do talento do elenco para finalizar a temporada de estreia com chave de ouro.

‘IT: Bem-Vindos a Derry’ chega ao fim com um sólido e memorável finale, abraçando algumas fórmulas do gênero sem se deixar levar pelos convencionalismos em excesso – ao mesmo tempo que explora aspectos diferentes para assegurar uma experiência completa ao público e deixá-lo ansioso para o que o futuro aguarda.

Trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ vaza e traz Sadie Sink, Bruce Banner e Justiceiro; Confira!

Após vazar o primeiro trailer de ‘Vingadores – Destino‘, o trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ supostamente também vazou em baixa qualidade.

O vídeo indica que Sadie Sink deve interpretar a antagonista da história, surgindo para alertar Peter Parker a não se envolver com um problema.

O herói aparece enfrentando dificuldades para dominar suas habilidades, inclusive em uma cena em que desperta aprisionado em algo parecido com um casulo de teias.

Tom Holland narra as cenas borradas, dizendo: “Oi, meu nome é Peter Parker. Vocês não se lembram de mim, mas nós nos conhecíamos. Algo ruim ia acontecer, e a única maneira de impedir… era fazer com que todos se esquecessem de mim.”

Ele acrescenta: “Porque eu não sou apenas Peter Parker, eu sou o Homem-Aranha. E às vezes, o Homem-Aranha tem que fazer coisas difíceis, mesmo que isso parta o coração de Peter Parker.”

As imagens ainda revelam a presença de vários Ninjas Vermelhos, do vilão Bumerangue, participações de Bruce Banner e do Justiceiro, além de um vislumbre do Escorpião usando o traje de presidiário.

Assista:

O filme chega aos cinemas no ano que vem, trazendo a nova jornada do Amigão da Vizinhança interpretado por Tom Holland e com direção de Destin Daniel Cretton.

Com a estreia se aproximando, a conta britânica do Twitter da Sony Pictures publicou um GIF de Peter Parker de um dos primeiros filmes do Homem-Aranha, acrescentando: “Tudo o que queremos para o Natal é Tom Holland”, com alguns emojis reveladores.

O primeiro trailer de ‘Vingadores – Destino‘ será lançado no dia 19, mas será que teremos um trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ no Natal?

Confira:

 

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

‘Seven Sisters’: Drama com Elizabeth Olsen e Cristin Milioti ganha sinal verde pela FX

De acordo com o DeadlineSeven Sisters, novo drama estrelado por Elizabeth Olsen (‘WandaVision’) e Cristin Milioti (‘Black Mirror’) ganhou sinal verde oficial pela FX e recebeu encomenda de uma temporada completa.

A trama acompanha uma grande e unida família que começa a se desfazer quando uma das irmãs, Adrienne, (Olsen) começa a se comunicar com uma voz que ninguém mais consegue ouvir, forçando-os a confrontar segredos há muito enterrados.

O elenco ainda contará com Cristin Milioti, Meredith Hagner, Odessa Young, Zoë Winters, Bridget Brown, Carolyn Kettig, Philip Ettinger, Anthony Edwards, Ryan EggoldJ. Smith-Cameron.

O projeto conta com a produção executiva de Will Arbery, que assina o roteiro do episódio piloto.

Sean DurkinGarrett Basch também ficam responsáveis pela produção. Durkin entra como diretor.

Novos detalhes devem ser divulgados em breve.

Astro-mirim de ‘Hamnet’ é escalado para o novo reboot de ‘O Exorcista’ ao lado de Scarlett Johansson

Segundo o DeadlineJacobi Jupe, que conquistou uma indicação ao Critics Choice Awards de Ator Revelação por seu papel em ‘Hamnet’, foi escalado para o vindouro reboot de ‘O Exorcista’, da Blumhouse.

Jupe se junta à previamente confirmada Scarlett Johansson, que será a protagonista. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Mike Flanagan (‘A Queda da Casa de Usher’) fica responsável pela direção e pelo roteiro da nova versão.

O diretor revelou que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa: “essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

O reboot será lançado no dia 13 de março de 2026 e está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga”, e não dará continuidade à narrativa de ‘O Exorcista: O Devoto‘ (2023).

Jessie Buckley surge como a “Noiva de Frankenstein” em novas imagens de ‘A Noiva!’; Confira!

A Warner Bros. divulgou novas imagens de A Noiva!’, reboot do clássicoA Noiva de Frankenstein”, estrelado por Christian Bale e Jessie Buckley.

A nova versão tem estreia marcada nos cinemas para 6 de março de 2026.

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Christian Bale interpretará o Frankenstein, enquanto Jessie Buckley viverá sua noiva titular. O elenco ainda contará com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

Guillermo del Toro celebra sucesso de ‘Frankenstein’: “Uma onda gigante de afeto”

O novo filme de Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’), Frankenstein, está disponível na Netflix, está se tornando um fenômeno de audiência e crítica, gerando uma reação do público que surpreendeu até o próprio cineasta.

Conforme o The Hollywood ReporterDel Toro revelou que o sucesso do filme, um projeto que ele perseguiu por anos, foi confirmado de uma maneira inusitada:

“Como sou mexicano, tenho o que chamo de teste de imigração. Quando eu passo pela imigração, se eles perguntarem: ‘Em que você está trabalhando?’ Eu digo: ‘Ah, o filme não vai dar certo'”, contou Del Toro. “Mas se eles dizem, ‘Ah, mal posso esperar para ver Frankenstein’, que foi o que começou a acontecer, eu digo, ‘Ah, está acontecendo!'”.

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O diretor tem repostado fanarts e depoimentos de pessoas que assistiram ao filme repetidamente, expressando seu choque com a magnitude da recepção:

“O que é insano para mim é a forma como o público reagiu. Nunca em 30 anos tive essa reação. É uma onda gigante de afeto”, diz del Toro. “Tenho recebido comunicações públicas e privadas de cineastas que adoro e adoro, que falam sobre o filme com admiração ou grande orgulho”.

O filme já está sendo aclamado por colegas da indústria:

  • Seu amigo de longa data, o cineasta Alfonso Cuarón, comentou em uma exibição recente: “Desde que te conheço, e isso já faz um tempo, você sempre falou em, em algum momento, fazer um Frankenstein. Sua consciência de Frankenstein e do cinema andam juntos”.
  • A estrela Margot Robbie disse em outro evento: “Sinto que, Guillermo, este é seu magnum opus, este é o filme para o qual você nasceu”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Oscar Isaac interpreta Victor Frankenstein, enquanto Elordi dá vida ao seu monstro. O elenco ainda conta com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.

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Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.

Crítica | Guillermo del Toro orquestra uma ópera gótica com a gloriosa adaptação de ‘Frankenstein’ [Mostra SP]

O filme teve um orçamento estimado em US$ 120 milhões.

“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.

Frankenstein 1

‘Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno’ ganha novo e belíssimo cartaz; Confira!

A Paris Filmes divulgou um novo cartaz da adaptação ‘Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno’. 

O longa tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 22 de janeiro.

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Jeremy IrvineHannah Emily AndersonEvie Templeton estrelam como James, Mary e Laura, respectivamente.

‘Silent Hill’: Astro do novo filme da franquia revela que foi EXAUSTIVO participar do projeto

Na trama, James é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor. Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.

Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.