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‘Stranger Things’: Gaten Matarazzo comenta desfecho de Eleven [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

O desfecho épico de Stranger Things já está disponível na Netflix e, com o fim da série, Gaten Matarazzo, eternizado como Dustin, comentou recentemente sobre o destino de Eleven, revelando se acredita ou não que a personagem está viva.

Em entrevista à Variety, o ator compartilhou sua visão sobre o assunto:

“Eu acredito, mas quero manter isso em sigilo”, disse ao se referir à teoria de que Eleven ainda estaria viva.

“Não sei se os outros vão, mas acho que o que funcionar para você e fizer a série terminar melhor para você é o correto. Você tem o direito de debater, mas o que você quiser que seja, para você, está ótimo. Acho que eles caminham muito bem nessa linha, porque já percebi uma divisão quase 50/50 entre os fãs sobre no que acreditam”, acrescentou.

Na trama, Eleven aparentemente morre ao permanecer no Mundo Invertido enquanto ele é destruído, se despedindo dos amigos. No entanto, nos momentos finais do episódio, Mike compartilha a teoria de que ela pode estar viva, graças à ajuda da irmã, que teria possibilitado sua fuga.

‘Stranger Things’: Irmãos Duffer defendem episódio com pior avaliação da série [SPOILER]

Matarazzo também falou sobre o impacto pessoal de interpretar Dustin ao longo de cinco temporadas e como o papel o ajudou a se conhecer melhor.

“De forma curiosa, isso basicamente moldou tudo em mim, mas não acho que poderia ter acontecido de outra maneira”, explicou. “Passei muito tempo tentando entender quem ele era e, inevitavelmente, acabei aprendendo muito sobre mim mesmo junto com ele. O Caleb [McLaughlin] sempre disse algo muito especial e interessante: que ele conheceu o Lucas antes de conhecer a si mesmo. Nunca tinha pensado dessa forma, mas ele está certo”.

Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Superman’: James Gunn diz que filme do Homem de Aço foi o mais difícil de sua carreira

James Gunn, CEO da DC Studios e arquiteto do novo universo compartilhado (DCU), revelou recentemente que o novo filme do Superman, que marca o início oficial desta nova era nos cinemas, foi o trabalho mais desafiador de sua trajetória até hoje.

Em entrevista à Variety, o diretor de sucessos como ‘O Esquadrão Suicida’ e a trilogia ‘Guardiões da Galáxia’ explicou por que a responsabilidade de dirigir o Homem de Aço superou seus projetos anteriores:

“Este foi o filme mais difícil que já fiz. O segundo lugar provavelmente ficaria com o primeiro Guardiões da Galáxia. Com Guardiões, estávamos construindo um canto do universo que parecia completamente diferente de tudo o que a Marvel fazia na época. Já aqui, o desafio era reorientar algo que todo mundo já acha que entende”, afirmou Gunn.

O próximo filme trará o retorno de David Corenswet como Superman/Clark Kent, Nicholas Hoult como Lex Luthor, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Milly Alcock como Supergirl, Jason Momoa como o Lobo, John Cena como Pacificador, Isabela Merced como Mulher-Gavião e Skyler Gisondo como Jimmy Olsen.

James Gunn irá dirigir e escrever o longa (tendo revelado recentemente que já completou o primeiro tratamento do roteiro), entrando também como produtor ao lado de Peter Safran.

Vale lembrar que ‘O Homem do Amanhã’ estreia nos cinemas em 9 de julho de 2027.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn encabeça o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

‘Stranger Things’: Criadores explicam o desfecho dos personagens do núcleo principal [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

O desfecho épico de Stranger Things já está disponível na Netflix e, agora, Matt e Ross Duffer, criadores do fenômeno, falaram sobre o destino dos principais personagens da saga.

Em entrevista ao Tudum, os irmãos Duffer explicaram as escolhas feitas para o encerramento da história de cada um deles.

“Houve discussões entre nós e também com os outros atores, e todos tinham ideias muito específicas sobre onde seus personagens deveriam chegar. Queríamos que eles continuassem as jornadas que já haviam iniciado. Então, claro, o Dustin vai continuar em busca de conhecimento. Mas também queríamos mostrar que a bromance com o Steve segue firme, porque eles tiveram uma quinta temporada turbulenta”, afirmou Ross Duffer.

Matt Duffer destacou o futuro de Mike e Will:

“O Mike é um contador de histórias, então, para nós, faz todo sentido que ele continue contando histórias. E, no caso do Will, gostamos da ideia de ele ir para uma cidade maior, onde seria mais aceito em uma situação assim. Queríamos que cada um dos personagens encontrasse a felicidade, mas à sua própria maneira”, acrescentou.

‘Stranger Things’: Noah Schnapp revela motivo da ausência da palavra “gay” na cena de Will [SPOILER]

Sobre o destino de Max e Lucas, o único casal do núcleo jovem que permanece junto, os criadores deram mais detalhes:

“Eles tinham um encontro no cinema planejado há muito tempo, então foi legal finalmente vê-los indo a esse filme”, contou Ross Duffer.

Matt completou: “Eles estão assistindo a Ghost”.

“A gente não mostra isso”, acrescentou Ross.

“Nós filmamos. Era uma cena bem romântica de Ghost, mas acabou tirando um pouco do foco do momento deles. Ainda assim, é esse o filme que eles estão vendo”, explicou Matt.

Na trama, nos momentos finais, Mike narra como imagina o futuro de cada um dos amigos: Dustin vai para a faculdade, mas continua vivendo aventuras ao lado de Steve (Joe Keery); Max e Lucas seguem juntos; Will encontra aceitação em um novo lugar; Mike se torna escritor; enquanto Eleven parte em viagem rumo a um destino marcado por três cachoeiras.

Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Marty Supreme’: Timothée Chalamet apanhou na bunda durante as gravações do drama

O ator Timothée Chalamet estrela o drama ‘Marty Supreme’ e se entregou completamente ao papel, literalmente. Em uma das cenas mais comentadas do filme, o ator aparece nu da cintura para baixo e leva palmadas com uma raquete, em um momento extremo de humilhação do personagem.

Segundo a Variety, Kevin O’Leary, que faz sua estreia como ator no longa, interpreta Milton Rockwell, um empresário bem-sucedido do ramo de canetas, e foi quem detalhou os bastidores da sequência.

Na cena, Marty, personagem de Chalamet, é punido por Rockwell, que usa uma raquete de pingue-pongue para bater em suas nádegas, marcando um ponto decisivo na trajetória do protagonista.

O’Leary contou que Chalamet teve a opção de usar um dublê, mas recusou: “Quando chegou a hora de bater nele, havia um dublê, um ‘traseiro’ de substituição. Mas [Chalamet] não quis. Ele disse que faria ele mesmo. Não queria que outro traseiro fosse imortalizado”.

‘Marty Supreme’: Timothée Chalamet usou lentes especiais e óculos de grau para viver jogador de tênis

Inicialmente, O’Leary usaria uma raquete falsa para suavizar o impacto, mas o objeto quebrou logo no primeiro golpe, obrigando a produção a recorrer a uma raquete real. As gravações da cena se estenderam por horas, com o diretor Josh Safdie exigindo cerca de 40 tomadas, que avançaram até as quatro da manhã.

“O Josh dizia: ‘Tem que preparar mais o golpe’. Eu estava realmente batendo nele”, relembrou O’Leary.

O ator descreveu a sequência como “uma cena crucial de humilhação” para Marty, necessária para o arco do personagem, um jogador de tênis de mesa arrogante e provocador.

“Ele tinha me irritado tanto e me insultado tantas vezes que uma punição exemplar parecia correta. Nunca senti que ele sofreu o suficiente pelo que fez. Até hoje, ainda estou irritado”, completou.

Timothée Chalamet elogia a própria atuação e enaltece trabalho em ‘Marty Supreme’

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro.

timothee chalamet marty supreme
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‘Marty Supreme’: Cinebiografia com Timothée Chalamet conquista 95% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Marty Supreme’ é o melhor filme de Safdie até agora. Uma odisseia cinética que se desenrola como um cruzamento insano entre ‘Prenda-Me Se For Capaz’ e ‘Joias Brutas’. Timothée Chalamet entrega a performance de uma vida inteira neste inesquecível e inspirador tour de force cinematográfico que dispara a todo vapor.

Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

‘Stranger Things’: Shawn Levy relembra último dia no set; “Extremamente emocionante”

O desfecho épico deStranger Things já está disponível na Netflix e, agora, o diretor Shawn Levy relembrou com carinho seu último dia no set de filmagens do fenômeno da plataforma.

Durante uma entrevista à Variety, Levy falou sobre os momentos mais marcantes da despedida.

“Como para todo mundo, o último dia foi extremamente emocionante. Os dois momentos que eu nunca vou esquecer foram a leitura final do último episódio, algo muito pequeno e íntimo. Estavam ali apenas o elenco e talvez meia dúzia de outras pessoas autorizadas a entrar naquela sala. Tive a sorte de ser um deles, por ter caminhado ao lado da série por uma década. Ver aqueles atores, especialmente os mais jovens, se emocionarem daquela forma durante a leitura foi algo muito bonito. Nunca vou esquecer isso”, afirmou.

O diretor também contou como se despediu silenciosamente de um dos cenários mais icônicos da série.

“Depois, no meu último dia de verdade, fui ao porão da casa dos Wheeler, que estava completamente vazio. Ninguém estava gravando ali. Sentei naquelas escadas, naquele sofá, e me deixei mergulhar em dez anos de memórias, dez anos de desafios e, acima de tudo, dez anos do privilégio de fazer parte dessa série como produtor executivo e diretor frequente. Isso me mudou para sempre. Fiquei ali, no silêncio daquele porão icônico, me sentindo profundamente grato”, concluiu.

Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘A Ressurreição de Cristo’: Sequência de ‘A Paixão de Cristo’ abandona o hebraico e será em inglês

A aguardada sequência de A Paixão de Cristo, dirigida por Mel Gibson e intitulada A Ressurreição de Cristo, começa a revelar novidades sobre sua produção.

De acordo com rumores divulgados pelo portal World of Reel, o novo filme de Gibson adotará uma abordagem diferente do longa original: os diálogos serão em inglês, ao contrário da primeira produção, que utilizava hebraico, aramaico e latim.

As filmagens tiveram início em outubro de 2025 e, segundo a reportagem, devem ser concluídas em junho de 2026.

O próprio Mel Gibson já descreveu o projeto como “superambicioso”, chegando a compará-lo a uma “viagem de ácido”, já que a narrativa irá explorar reinos espirituais, incluindo batalhas épicas entre anjos e demônios e a descida de Cristo ao inferno.

De acordo com o Variety, Jaakko Ohtonen (‘The Last Kingdom’) será o protagonista da aguardada sequência.

O ator finlandês interpretará Jesus Cristo, substituindo Jim Caviezel (‘Som da Liberdade’) do longa original de 2004.

O elenco ainda contará com Mariela Garriga como Maria Madalena; Kasia Smutniak como Maria; Pier Luigi Pasino como Pedro; Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos; e Rupert Everett foi escalado em um papel desconhecido.

Mel Gibson retornará à direção.

A produção será dividida em duas partes: a primeira está programada para a Sexta-feira Santa, 26 de março de 2027, enquanto a segunda será no Dia da Ascensão, que cai em 6 de maio de 2027.

No Brasil, ainda não tem confirmação de estreia.

Os dois longas seguirão os eventos após A Paixão de Cristo. Gibson está produzindo o ambicioso projeto com seu parceiro na Icon Productions, Bruce Davey.

A Ressurreição de Cristo está em desenvolvimento há quase uma década, e Gibson já afirmou em entrevistas que pretende que Jim Caviezel retorne ao papel de Jesus. A produção deve começar no final do verão de 2026, em locações na Europa.

“Para muitas pessoas ao redor do mundo, ‘A Ressurreição de Cristo’ é o evento cinematográfico mais aguardado de uma geração. É também um filme épico, espetacular e impressionante, que deixará o público ao redor do mundo sem fôlego”, disse Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, ao anunciar em maio que a Lionsgate faria parte do projeto.

“Mel é um dos maiores diretores de nosso tempo, e este projeto é profundamente pessoal para ele, além de ser uma vitrine perfeita para seu talento como cineasta. Minha relação com Mel e Bruce já tem 30 anos, e estou empolgado por me juntar a eles mais uma vez nesse evento histórico para o público”, concluiu.

A Paixão de Cristo’ está disponível no Prime Video.

‘Marty Supreme’: Timothée Chalamet usou lentes especiais e óculos de grau para viver jogador de tênis

Para dar vida ao lendário jogador de tênis de mesa em ‘Marty Supreme’, Timothée Chalamet foi muito além do figurino. O diretor Josh Safdie revelou detalhes impressionantes sobre o esforço do ator para atingir a máxima autenticidade em cena, incluindo o uso de lentes de grau que alteravam sua visão real.

Para que Chalamet sentisse a mesma dependência dos óculos que o personagem, a produção criou uma combinação ótica desafiadora:

“Decidimos colocar lentes de contato de +10 graus nos olhos dele e lentes de -10 graus nos óculos. Assim, se os óculos caíssem, ele literalmente não enxergaria nada”, explicou Safdie.

O ator confessou que a experiência era desorientadora, descrevendo a sensação como se estivesse “dentro de um aquário” e sentindo tonturas constantes. Mesmo assim, Chalamet insistiu em manter o método, afirmando ao diretor: “Eu faço qualquer coisa que você me pedir”.

Timothée Chalamet elogia a própria atuação e enaltece trabalho em ‘Marty Supreme’

A transformação física incluiu próteses sutis aplicadas pelo artista Michael Fontaine, que adicionou marcas de acne, sardas e pequenas cicatrizes ao rosto do galã. O objetivo era mostrar que Marty era um jovem que “veio das ruas e já se envolveu em brigas”.

A caracterização ficou tão natural que a atriz Gwyneth Paltrow, que interpreta Kay Stone, acreditou que as marcas eram reais:

“Eu não fazia ideia”, confessou Paltrow. “Pensei: ‘Meu Deus, ele tem cicatrizes de acne’. Fiquei surpresa, porque normalmente você nunca vê isso em atores desse nível”.

Além do visual, a preparação técnica levou anos. Chalamet treinou exaustivamente para parecer um profissional, contando com o suporte do especialista Diego Schaaf para coreografar as partidas.

A dedicação foi tanta que o clima de competição transbordava para fora do roteiro. Safdie relembra que, durante as gravações, o ator ficava tão imerso que desafiava os adversários reais: “Ele dizia: ‘Quero ganhar os próximos pontos. Precisamos jogar pra valer'”.

O campeão Koto Kawaguchi, que atua no filme, chegou a brincar com o diretor: “Olha, eu não sou ator, sou jogador. E estou tendo que atuar muito para não ganhar dele agora!”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro.

timothee chalamet marty supreme
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‘Marty Supreme’: Cinebiografia com Timothée Chalamet conquista 95% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Marty Supreme’ é o melhor filme de Safdie até agora. Uma odisseia cinética que se desenrola como um cruzamento insano entre ‘Prenda-Me Se For Capaz’ e ‘Joias Brutas’. Timothée Chalamet entrega a performance de uma vida inteira neste inesquecível e inspirador tour de force cinematográfico que dispara a todo vapor.

Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

‘Marty Supreme’: O que é fato e o que é ficção no novo filme de Timothée Chalamet?

‘Marty Supreme’ chega em breve aos cinemas e uma grande dúvida tomou conta dos fãs: afinal, o novo filme estrelado por Timothée Chalamet é baseado em fatos reais?

Em entrevista à Variety, o diretor Josh Safdie e o pesquisador Steve Grant esclareceram até que ponto o longa se inspira em uma história verdadeira.

No filme, Chalamet interpreta Marty Mauser, personagem inspirado no campeão real de tênis de mesa dos anos 1950 Marty Reisman, que morreu em 2012. A Sports Illustrated chegou a descrevê-lo como “o maior trapaceiro celebrado do esporte”. Embora ‘Marty Supreme’ seja apenas vagamente inspirado em sua trajetória, Grant afirma que as semelhanças são evidentes.

“Ele era muito bom em se autopromover. Essa era sua maior habilidade, além de ser, claro, um excelente jogador”, explica Grant.

Assim como Marty Mauser, Reisman tinha fama de exagerar os próprios feitos. Seu livro, “The Money Player”, é descrito como “um ótimo retrato de sua carreira nos anos 1950”, mas Grant alerta: “Não dá para levar tudo ao pé da letra. Ele gostava de aumentar as histórias”.

A ideia do filme surgiu quando Safdie encontrou uma cópia antiga do livro. “Quando li que o tênis de mesa lotava estádios no Reino Unido e em toda a Europa, percebi que era totalmente plausível que um garoto, em 1952, acreditasse que poderia transformar o esporte em fama e glória”, contou o diretor nos materiais de imprensa.

Timothée Chalamet elogia a própria atuação e enaltece trabalho em ‘Marty Supreme’

Apesar de muitas das cenas de ‘Marty Supreme’ parecerem exageradas, boa parte delas tem base na vida real. Apelidado de “a agulha” por seu físico magro e golpes rápidos, Reisman era conhecido pelo carisma e pela malandragem. Ele conseguia dividir um cigarro ao meio com uma bola de pingue-pongue do outro lado da mesa e aceitava jogar vendado ou sentado quando as apostas eram altas o suficiente.

Assim como mostrado no filme, Reisman também viajou o mundo ao lado dos Harlem Globetrotters, apresentando números cômicos em que jogava pingue-pongue usando frigideiras e até tênis.

Segundo um extenso perfil da Sports Illustrated, suas aventuras renderiam material para outro longa. Durante viagens internacionais, Reisman contrabandeava mercadorias, de meias de nylon a cristais finos, e chegava a desafiar chefes de Estado para partidas de alto risco. Ele realmente viajou em aviões militares, trabalhou brevemente em uma loja de sapatos e afirmou que seu livro havia sido vendido para o cinema, chegando a sugerir Robert De Niro para interpretá-lo. No entanto, apesar de o projeto ter sido adquirido, conforme noticiado pela Variety em 1974, o filme nunca saiu do papel.

‘Marty Supreme’: Primeiras impressões rasgam ELOGIOS ao filme estrelado por Timothée Chalamet; Confira!

No longa, Marty enfrenta um jogador japonês no Campeonato Mundial, mas a história real tem diferenças. Reisman viajou para a Índia, e não para o Japão, onde enfrentou Hiroji Satoh, que utilizava uma nova raquete com borracha esponjosa. Ele realmente perdeu a partida, mas na rodada 64, e não na final.

“Ele ainda precisaria vencer mais cinco jogos em 1952 para ser campeão, e não era o grande favorito”, explica Grant.

Outros personagens são reais?

Embora muitos personagens pareçam extremamente autênticos, a maioria é fictícia. As exceções incluem Koto Endo, interpretado pelo campeão real Koto Kawaguchi e inspirado em Satoh, além de um personagem vivido pelo astro do basquete George ‘The Ice Man’ Gervin, baseado em Herwald Lawrence, dono de um salão de pingue-pongue.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro.

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‘Marty Supreme’: Cinebiografia com Timothée Chalamet conquista 95% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Marty Supreme’ é o melhor filme de Safdie até agora. Uma odisseia cinética que se desenrola como um cruzamento insano entre ‘Prenda-Me Se For Capaz’ e ‘Joias Brutas’. Timothée Chalamet entrega a performance de uma vida inteira neste inesquecível e inspirador tour de force cinematográfico que dispara a todo vapor.

Além de Chalamet, o longa será estrelado por Gwyneth Paltrow, Odessa A’zion, Penn Jillette, Kevin O’LearyTyler the Creator e Abel Ferrara.

‘Marty Supreme’ é baseado na autobiografia Marty Reisman, que foi lançada em 1974. A trama abordará as façanhas do ex-jogador, enquanto se aprofunda no mundo do Ping Pong e na vida de Reisman.

O roteiro do longa é coassinado por Josh Safdie e Ronald Bronstein. Safdie também entra como diretor.

Artigo | Cerca de 18 anos depois, ‘Wall-E’ segue mais atual – e necessário – do que nunca

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Lançado em 2008, Wall-E é uma das ficções científicas mais espetaculares dos anos 2000. Porém, por se tratar de uma animação da DisneyPixar, muitos não encaram desse jeito, vendo o filme como “apenas” mais uma aventura animada do estúdio do camundongo. No entanto, ao revisitar esse filme, é possível encará-lo por diferentes óticas, principalmente no que diz respeito à “Fórmula Pixar, que foi do céu ao inferno nos últimos anos, com uma possível fadiga do público a seu respeito.

Para quem não conhece, a tal fórmula foi moldada ao redor de cerca de 20 pontos que marcam todas as produções do estúdio, sendo a principal delas a ideia de que os filmes devem ser feitos para que os pais queiram levar os filhos aos cinemas, e não o contrário. E isso é construído por meio de personagens disfuncionais, “excluídos” da sociedade em que vivem, moldados de forma empática. Tudo isso embalado pela mais avançada tecnologia de animação, sempre inovando e buscando ao máximo o fotorrealismo, que foi o que deu ao estúdio suas maiores glórias.

E parte importante da narrativa do estúdio é mostrar que a vida nem sempre é ditada pelos sucessos e que os sonhos são importantes, mas quase nunca se realizam. Porém, a genialidade da Pixar ao abordar esse tema foi conseguir mostrar ao público, geralmente de forma muito emocionante, que está tudo bem se os sonhos não se realizarem, porque a vida encontra um meio de se desenvolver ante as frustrações. E talvez se não der para corresponder às expectativas, esses caminhos alternativos escondem recompensas tão boas quanto, quiçá melhores do que as sonhadas previamente.

Foi seguindo essa ideia que o Relâmpago McQueen perdeu sua primeira Copa Pistão, mas descobriu o amor verdadeiro e a paixão pelas corridas em Radiator Springs, que o levaram a um heptacampeonato da Copa Pistão nos anos seguintes. Foi assim que Carl Fredricksen descobriu que nunca ter levado sua esposa, Ellie, para o Paraíso das Cachoeiras – fazendo com que ele mergulhasse em um estado constante de luto, após a perda do amor de sua vida – não poderia impedi-lo de viver novas aventuras. Foi assim que Flick, após estragar acidentalmente a “oferenda” para os gafanhotos, mostrou a todo o formigueiro que eles eram explorados e viviam sob um regime de medo mascarado de normalidade, e que era possível eles tomarem o controle sobre a própria colônia, contanto que unissem forças. São filmes que dão esse choque no dia a dia dos personagens, mostrando que se as coisas não derem certo “como deveriam”, sempre haverá alternativas.

No entanto, Wall-E se destaca por seguir um caminho narrativo contrário em meio ao auge da Fórmula Pixar nos cinemas. A divulgação do filme foi toda voltada para o público infantil, com cenas do robozinho dançando e brincando por aí, apostando no visual simpático e divertido do protagonista e de sua relação com a baratinha de estimação. No entanto, o que se viu no filme foi algo completamente diferente do estilo de histórias contadas pelo estúdio. A começar pelo protagonista, que não tem muitas falas. Por isso, é um longa com pouquíssimo diálogo, algo praticamente impensável para uma animação dos anos 2000. Mais do que isso, ele mistura a animação 3D com cenas em live-action do ator Fred Willard. Algo inédito e nunca mais repetido pela Pixar nos cinemas. Por fim, o filme mostra um sonho frustrado que é retomado como solução após o surgimento deste pequeno e novo sonhador.

A trama se passa nos anos 2800. Após séculos de exploração capitalista desenfreada, a Terra “pediu arrego”. Diante do consumismo exacerbado, os recursos naturais se exauriram, os mares ficaram poluídos e uma nuvem de poluição bloqueou a incidência da radiação solar no planeta, impedindo a fotossíntese e, por consequência, a renovação ambiental natural. Sem o nascimento de novas plantas e com a vida marinha praticamente extinta, o ar ficou tóxico e a humanidade teve de deixar o planeta para viver provisoriamente em uma nave planetária no espaço, enquanto robôs de limpeza, os Wall-E, foram deixados para compactarem o lixo e recuperarem ao menos a superfície da Terra.

Porém, as coisas saem de controle e a humanidade passa nada menos que sete séculos na expectativa de voltar para casa. Nesse tempo, com gerações nascidas no espaço, a Terra vira apenas uma vaga lembrança nos registros do computador de bordo, fazendo com que a humanidade viva tranquila sob comando das máquinas, que fazem todas as atividades na espaçonave. É algo tão “confortável” que as pessoas sequer precisam andar, perambulando por aí em cadeiras automatizadas flutuantes.

Enquanto isso, na Terra, o projeto dos Wall-E deu errado, restando apenas um robozinho funcionando no planeta. E aí que nasce o nosso protagonista. Com o avanço dos dias, o Wall-E ‘sobrevivente’ desenvolveu uma rotina pautada não apenas em seguir seu protocolo de limpeza, mas pela curiosidade. Em um mundo abandonado pelos humanos, a curiosidade da máquina se sobressai, coletando e explorando a cultura, que foi o que restou da humanidade no planeta em meio ao lixo.

Brinquedos, obras, música e cinema marcam o dia a dia do simpático robozinho, que enxerga o amor retratado nos musicais como um sonho distante. Afinal, sua única companheira no dia a dia é uma baratinha atrapalhada que se alimenta dos bolinhos que ele resgatou – em uma ótima piada visual sobre a artificialidade dos alimentos ultraprocessados postos à venda nos mercados. E aí que entra a grande questão do filme. A Terra aflorou a humanidade em seu único habitante, mesmo que ele seja uma inteligência artificial, enquanto os humanos, que agora habitam o espaço sideral, ficaram cada vez mais automatizados, fazendo apenas aquilo que as máquinas os permitem fazer.

O grande ponto que distancia Wall-E dessa Fórmula Pixar, porém, é a quebra de expectativas. Enquanto os outros filmes carregam um tom otimista, que é quebrado pela frustração das coisas não se desenharem “como deveriam”, até encontrarem uma solução no inesperado, Wall-E já começa com um tom agridoce, mas vê o plano de recolonização da Terra sair exatamente como fora planejado nos anos 2100 – apesar de uma atualização secreta no meio do caminho.

O longa começa com um tom bastante melancólico, mostrando a Terra destruída pelo lixo, com “prédios” formados por entulhos e um clima estranho embalado pela trilha de Alô, Dolly!, musical dos anos 1960 que acaba tendo uma importância absurda na vida do protagonista.  Além disso, é possível ouvir uma versão de La vie en rose, interpretada por Louis Armstrong. É uma trilha musical majoritariamente romântica, escolhida para ambientar o último traço de humanidade que sobreviveu ao lixo das grandes corporações: o amor. Mesmo que não seja entre humanos, mas entre duas máquinas que sequer deveriam saber o que são sentimentos, muito menos o amor.

E é por meio desse amor, não apenas o romântico, mas pela curiosidade, que o filme se desenha em uma aventura. Até onde você iria por quem ama? O pequeno Wall-E, com sua curiosidade, otimismo e amor pela exploradora EVA, vai literalmente salvar o mundo por ela. Não porque ele acha que é certo, mas é que o ele, em meio aos seus circuitos ultrapassados, sente. E é o que basta. Nesse caminho, ele faz com que os moradores da Axiom, a nave planetária que detém a população de humanos sobrevivente, acordem do transe das facilidades da automatização da vida, descobrindo que eles podem andar e podem desafiar as ordens das máquinas que determinam quando eles acordam, quando eles dormem e até mesmo quando eles se reproduzem.

O longa se constrói com base no plano de recolonização elaborado pelos próprios responsáveis pelo fim do mundo, a Buy N’ Large. A ideia era tirar a humanidade do planeta enquanto os robôs limpariam a superfície. Assim que fossem registrados nascimentos de vegetação, sinal de que a luz solar teria voltado a incidir sobre a terra e a renovação do ar fosse possível novamente, a raça humana voltaria para retomar o controle da Terra. Porém, é revelado posteriormente que a própria BNL desistiu secretamente dessa ideia, mandando a humanidade para viver no espaço pela eternidade, já que eles consideravam impossível a recuperação do planeta. É daí, inclusive, que nasce o grande conflito do filme, entre o capitão da nave e A.U.T.O., o piloto automático que recebeu essa diretriz secreta de não permitir a volta ao planeta Terra.

A grande sacada da trama, que começa dessa forma sem muita esperança, é justamente mostrar que o sonho e a esperança são as chaves. Por meio do sonhador Wall-E, eles encontram uma plantinha, provando que é possível voltar para casa. É por conta do robozinho que os moradores da Axiom se desligam das telas e descobrem, mesmo que brevemente, que existe uma vida além daquela imposta pelas máquinas do local. Por meio dele, eles conseguem deter o A.U.T.O. e traçar o caminho para a Terra. E ao chegarem no planeta, por mais que ainda em meio a montanhas de lixo empilhado, eles descobrem que aquele plano idealista e – para os próprios criadores – impossível era, na verdade, muito possível.

E nesse ponto, Wall-E é um filme que mexe diretamente com a imaginação do próprio público. Ele termina com você se questionando sobre todo esse universo apresentado. Como a humanidade fez para reverter a perda óssea? Como foi a adaptação ao ar, ainda poluído, nos pulmões ambientados ao oxigênio artificial da Axiom? Como foi a reconstrução desse planeta e a construção de uma nova sociedade adaptada às máquinas com inteligência própria? É ficção científica pura e simples, da mais alta qualidade.

Então, chegamos aos créditos finais, que talvez sejam a parte mais incrível do filme, justamente por sintetizarem com maestria tudo o que faz de Wall-E essa obra tão única. Ao som de “Down To Earth”, do Peter Gabriel, os cards vão mostrando que a humanidade se readaptou ao planeta Terra. E que mesmo com a fisiologia humana alterada pela gravidade artificial, a “volta ao lar” foi melhor do que a esperada. Conforme os créditos avançam, é possível ver a retomada da agricultura, a limpeza e reexploração dos oceanos e a volta da vida marinha. Com isso, as estruturas sociais se restabelecem, com novas formas de comércio de peixes, trabalhos de replantio e reconstrução das moradias afetadas por 700 anos de deterioração. A nova humanidade, por sinal, não é obesa, mas também não é marcada pela magreza extrema. São seres humanos de estrutura corporal mais larga, com mais músculos, com torso, pernas e braços largos, dada a necessidade de maior “trabalho braçal”.

Mais do que isso, é mostrado que os robôs atuaram junto aos humanos nessa reconstrução social, inserindo essas máquinas na nova sociedade. Só que o detalhe que mais chama atenção é como essa história da “nova humanidade” é contada nos créditos. A equipe fez uma pequena viagem pela história da arte, utilizando técnicas de diferentes eras para trazer esses capítulos posteriores ao filme. Começa com a arte grega, com o estilo geométrico das cerâmicas adaptado aos créditos, para contar sobre o replantio. Posteriormente, técnicas de pintura, como o pós-impressionismo e o pontilhismo, aparecem para mostrar épocas mais voltadas ao desenvolvimento social de humanos e robôs. Mostrando como não apenas a humanidade se desenvolveu, mas também como a arte renasceu e ajudou a reconstruir a Terra após anos de abandono.

Em meio a essa retomada, Wall-E e EVA vivem sua paixão, explorando um mundo cada vez mais verde e apreciando a pomposa árvore que sua grande aventura espacial virou.

Quase 18 anos depois de seu lançamento, Wall-E é uma mensagem cada vez mais necessária de como a humanidade deve se sobrepor às facilidades tecnológicas. Após a pandemia, o mundo pôde sentir na pele a importância da arte e como ela tem esse poder de mudar vidas. Mais recentemente, a questão do uso da Inteligência Artificial na arte vem tomando as rodas de debate, com diversas violações da moral e ética mundial. Esse tema já foi abordado no filme, que ressalta a todo momento a importância de mantermos a essência do ser humano em vez de vendê-la para as facilidades de uma vida automatizada.

Wall-E está disponível no Disney+.

Mark Hamill, estrela de ‘Star Wars’, reflete sobre aposentadoria

Mark Hamill, eternizado como Luke Skywalker, falou recentemente sobre a possibilidade de se aposentar das telas. Em entrevista à Variety, o ator refletiu sobre sua longa trajetória e admitiu que, em determinado momento, chegou a considerar uma despedida definitiva da atuação.

“Há alguns anos, comecei a pensar: ‘Já fiz muita coisa, talvez seja hora de fazer uma saída digna’. Assim como um ator valoriza uma boa entrada, também é importante encontrar uma forma de encerrar a carreira de cabeça erguida”, revelou Hamill.

O ator explicou que o entusiasmo foi renovado ao trabalhar com Trevor Macy e Mike Flanagan na série ‘A Queda da Casa de Usher’. Segundo ele, o projeto ofereceu uma oportunidade rara em produções live-action:

“O verdadeiro ponto de virada foi conhecer o Mike e o Trevor. Isso me deixou empolgado em atuar novamente, porque era um papel de personagem que, na dublagem, seria algo rotineiro. No voice over, não importa como você se parece; você interpreta papéis que dificilmente faria diante das câmeras, pois escalam pelo que ouvem, não pelo que veem. Levar essa liberdade para a frente das câmeras foi especial”, afirmou.

Hamill também comentou sobre a longevidade inesperada de sua carreira e a imprevisibilidade do futuro:

“Não dá para controlar isso, mas este foi um ano [2025] extremamente ativo. Não tenho nada engatilhado no momento, então talvez o próximo não seja tão movimentado. Quando você está nos seus 20 ou 30 anos, é difícil se imaginar aos 50 ou 60, mas eu certamente não achava que estaria diante das câmeras por tanto tempo quanto estive”, concluiu.

Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, comenta sobre Tilly Norwood, a primeira atriz criada por IA

Todas as produções da saga ‘Star Wars’ estão disponíveis no Disney+.

Crítica | ‘Custe o que Custar’ – Minissérie da NETFLIX se arrisca ao tentar transmitir o máximo de tensão em uma trama ousada

O autor norte-americano Harlan Coben, de 63 anos, segue criando histórias marcadas por mistérios complexos em tramas que abraçam as reviravoltas – um conteúdo que se torna um prato cheio para virar um produto audiovisual. Custe o que Custar, primeira minissérie lançada pela Netflix em 2026, é baseada em sua obra Run Away, publicada seis anos atrás. Com suas 364 páginas, aborda os impactos em uma família que luta contra o vício em drogas da filha mais velha.

Mas nada neste projeto é somente o que aparenta ser. Reunindo alguns núcleos, com ótimos personagens que adicionam demais à trama e que, aos poucos, se entrelaçam com à história principal, os dramas familiares se desenvolvem como pequenas peças embutidas em um cenário que se amplia conforme vamos descobrindo as verdades. Traumas na infância, adoção, possíveis traições, paranoia, árvores genealógicas, manipulação, seitas e psicopatas, vão se reunindo ao longo de oito intensos episódios, provocando um verdadeiro desfile de questões sociais.

Simon (James Nesbitt) é um consultor financeiro bem-sucedido, pai de três filhos, que vive feliz ao lado da esposa, a pediatra Ingrid (Minnie Driver). Só que toda a aparente calmaria na família esconde um grave problema: a filha mais velha, Paige (Ellie de Lange), se tornou uma viciada em drogas e sumiu de casa faz alguns meses. Na busca por seu paradeiro, Simon é envolvido em uma estrada onde situações o levam ao limite do desgaste emocional.

A grande missão desta obra seriada era como reunir toda a complexidade da trama, sem perder o interesse do público, em apenas oito episódios. Mesmo com algumas pontas soltas, as histórias se entrelaçam de forma coerente, se completando. Há o núcleo principal da família despedaçando, a investigação policial de uma dupla próxima na profissão e na paixão, as descobertas de uma detetive particular – muito bem interpretada por Ruth Jones – e a história de um casal de jovens assassinos, que formam a base dos segredos que são revelados no tempo certo, prendendo a atenção. Chegamos ao último episódio sem saber direito que desfecho nos aguardava – e isso é positivo.

 

A maneira como se amarra toda a trama central dentro do discurso também é interessante, focando nos argumentos que se cercam – talvez o grande acerto da produção. A partir do cancelamento – algo que está cada vez mais em moda nesse modo instantâneo das redes sociais –, o primeiro episódio abre-alas para ganhar nossa atenção nos conduzindo aquela bomba de emoções que recai sobre uma família, que possui personagens longe de serem carismáticos, mas cumprem seu papel de juntos chegarem nas dores de um presente caótico.

Custe o que Custar é uma minissérie que tem um pouco de tudo: drama, mistério e revelações bombásticas. O projeto se arrisca ao tentar transmitir o máximo de tensão em uma trama ousada, que usa das surpresas de verdades escondidas como uma ponte até importantes reflexões sociais. A Netflix começa bem suas adições de minisséries ao catálogo em 2026.

‘O Incrível Circo Digital’: Terror e humor se encontram em animação intrigante disponível na Netflix

Para quem busca uma animação diferente de tudo o que já viu, com uma história completamente original que mistura mistério, suspense e humor ácido, a Netflix esconde em seu catálogo uma joia moderna:O Incrível Circo Digital (The Amazing Digital Circus).

Criada pela artista Gooseworx e produzida pela Glitch Productions, a série nasceu como um projeto independente no YouTube. O episódio piloto viralizou rapidamente, acumulando centenas de milhões de visualizações e sendo aclamado tanto pela crítica quanto pelo público por sua estética única e narrativa psicológica.

“Uma mulher fica presa em um mundo virtual bizarro junto com outros cinco humanos; agora estão sujeitos aos caprichos de uma IA maluca e seus traumas pessoais”, diz a sinopse.

Atualmente,O Incrível Circo Digital conta com sete episódios disponíveis, enquanto o oitavo capítulo está previsto para 20 de março de 2026.

O Incrível Circo Digital’ está disponível tanto na Netflix quanto no canal oficial da GLITCH no YouTube.

MAS JÁ? 10 ótimos álbuns que completam cinco anos em 2026

Mais um ano se inicia e, com ele, começamos a desenterrar memórias não muito distantes de grandes produções musicais, cinematográficas e televisivas que, volta e meia, revisitamos com nostalgia.

Há meia década, o mundo fonográfico passava pela estreia oficial de Olivia Rodrigo com o álbum SOUR, que lhe rendeu a estatueta do Grammy de Artista Revelação, enquanto Billie Eilish lançava o aclamado Happier Than Ever. Como se não bastasse, nomes como St. VincentHalseyLiniker lançavam produções extremamente elogiadas, conquistando a crítica e o público.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez grandes álbuns que completam cinco anos em 2026 para você conferir.

Veja abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

30, Adele

Adele sempre foi uma força incomparável no mundo da música, seguindo os passos de nomes como DuffyCéline Dion para construir baladas que marcaram e que continuam marcando gerações. Em 2021, a vencedora do Grammy, do Oscar e do Emmy lançava uma de suas melhores produções com 30, representando um expressivo amadurecimento em sua visão artística ao tratar de seu divórcio e de sua vida como mãe através de faixas que encantaram os ouvintes – como “Easy On Me”“Oh My God”“I Love Wine”.

HAPPIER THAN EVER, Billie Eilish

Uma das principais vozes da nova geração da música, Billie Eilish também marcou presença cinco anos atrás com o aclamado Happier Than Ever. Seguindo o estilo já explorado em seu primeiro álbum de estúdio, ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, Eilish reiterou seu expoente status no cenário fonográfico com um compilado de originais que navegou pela sensualidade, pelo medo e pela frustração através de uma narrativa gloriosa e estupenda.

IF I CAN’T HAVE LOVE, I WANT POWER, Halsey

Halsey iniciou sua carreira no cenário do indie pop, ascendendo a uma fama considerável que trouxe uma originalidade inegável ao mundo da música. Com ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, a musicista superou nossas expectativas com uma mistura de indierockpopalt pop que cutucou a retrógrada cultura da dominância masculina no escopo do entretenimento, construindo potentes análises sobre o papel da mulher na sociedade e até mesmo um irretocável longa-metragem inspirado na controversa figura de Maria Antonieta.

JUBILEE, Japanese Breakfast

Se você nunca ouviu falar da banda independente Japanese Breakfast, não sabe o que está perdendo. Encabeçado pela lead singer Michelle Zauner, o grupo aproveitou as reminiscências deixadas por Fiona Apple com ‘Fetch the Bolt Cutters’ para saciar nossa sede de projetos inesperados e explosivos. Aqui, o ato musical mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’ para arquitetar uma mistura explosiva de art pop e lo-fi que ganhou o nome de Jubilee e que se transmutou em uma obra como nenhuma outra.

LOVE FOR SALE, Lady Gaga & Tony Bennett

Lady GagaTony Bennett criaram mágica com o elogiado ‘Cheek to Cheek’ em 2014 – e não é nenhuma surpresa que o ícone do jazz tenha escolhido a titânica popstar para sua última incursão musical antes de falecer. E assim nasceu Love for Sale: mergulhando de cabeça em covers mágicos das populares canções do gênero que permearam a história dos Estados Unidos, a dupla roubou os holofotes e conquistou seis indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano, para uma despedida emocionante e memorável.

INDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker

‘Indigo Borboleta Anil’ marcou a estreia solo da incrível Liniker no cenário da música, após ter cimentado sua carreira como parte do ato Liniker e os Caramelows. O compilado de originais, que conta com breves 11 faixas, é uma mistura de pop, bossa nova, samba e pop que explode em narrativas apaixonantes e envolventes e que garantiu à cantora um marco inédito na temporada de premiações, visto que ela se tornou a primeira artista travesti a conquistar um Grammy – vencendo na categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira em 2022.

SOUR, Olivia Rodrigo

Ninguém poderia imaginar o sucesso estrondoso que Olivia Rodrigo faria com seu álbum de estreia, SOUR. Apostando fichas no bedroom pop e lançando uma tendência que seria emulada por suas conterrâneas, Rodrigo alcançou o primeiro lugar da Hot 100 com os singles “drivers license”“good 4 u”, além de estrear no topo da Billboard 200 à medida que angariou uma legião de fãs e cimentou sua visão única sobre as atribulações da jovialidade e das suas próprias vivências.

DADDY’S HOME, St. Vincent

St. Vincent é uma das figuras mais interessantes da indústria do entretenimento e, pouco depois de sua estreia oficial no final dos anos 2010, ascendeu a uma fama espetacular e conquistou o coração da crítica e do público por suas construções originais que remam, até hoje, na maré do mainstream. Em 2021, a artista retomou colaboração com Jack Antonoff para o antecipadíssimo álbum ‘Daddy’s Home’, uma homenagem biográfica e pungente sobre a prisão do pai, cujo encarceramento se deu em virtude de um golpe financeiro de mais de 40 milhões de dólares – e que foi selecionado por nós como o melhor álbum do ano.

DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless

Uma das grandes surpresas de 2021 veio com o retorno glorioso da banda de rock The Pretty Reckless com o álbum Death by Rock and Roll. A íntima jornada representou um inegável amadurecimento do grupo no cenário fonográfico, encontrando beleza em meio à tragédia e construindo um arauto às principais influências da banda, incluindo Janis JoplinKurt Cobain e a Kato Khandwala, colaborador de longa data que faleceu e que foi celebrado com a emocionante faixa “Harley Darling”.

BLUE WEEKEND, Wolf Alice

Quatro anos depois de terem lançado seu último álbum, a banda inglesa Wolf Alice retornou sem muito alvoroço com a impecável produção Blue Weekend. Sem sombra de dúvida uma das obras mais subestimadas de 2021 e uma que merece entrar para a lista dos apaixonados por rock alternativo e indie pop, a construção das onze breves faixas representa o amadurecimento e a completa compreensão do que significa ser um artista na atualidade, contando com singles como “The Last Man on Earth” e “No Hard Feelings”.

‘Superman 2’: James Gunn fala sobre a sequência e diz se identificar com herói e vilão

James Gunn, CEO da DC Studios e diretor do novo universo compartilhado (DCU), falou recentemente à Variety sobre a aguardada sequência Superman: Homem do Amanhã’. Durante a entrevista, Gunn compartilhou detalhes profundos sobre a temática do longa e a relação central entre o herói e seu maior antagonista.

Segundo o diretor, o cerne da narrativa está na conexão intrínseca entre os dois protagonistas:

“Na essência, a história é sobre Clark e Lex. Eu me identifico com os dois. Me identifico com a ambição e a obsessão de Lex, tirando os assassinatos, é claro. E também me identifico com a crença do Superman nas pessoas, com seus valores do interior dos Estados Unidos. Eles são dois lados de mim”, afirmou Gunn.

O próximo filme trará o retorno de David Corenswet como Superman/Clark Kent, Nicholas Hoult como Lex Luthor, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Milly Alcock como Supergirl, Jason Momoa como o Lobo, John Cena como Pacificador, Isabela Merced como Mulher-Gavião e Skyler Gisondo como Jimmy Olsen.

James Gunn irá dirigir e escrever o longa (tendo revelado recentemente que já completou o primeiro tratamento do roteiro), entrando também como produtor ao lado de Peter Safran.

Vale lembrar que ‘O Homem do Amanhã’ estreia nos cinemas em 9 de julho de 2027.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn encabeça o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

‘They Will Kill You’: Terror estrelado por Zazie Beetz ganha primeiro trailer; Confira!

They Will Kill You(Eles irão te matar, em tradução literal), novo terror produzido por Andy Muschietti e estrelado por Zazie Beetz (‘Deadpool 2’), divulgou recentemente seu primeiro trailer.

O filme está previsto para estrear em 27 de março de 2026.

Na trama…

“Uma mulher responde a um anúncio para ser governanta em um edifício residencial glamoroso na cidade de Nova York. No entanto, após alguns desaparecimentos misteriosos, logo se torna aparente que o arranha-céu está sob o controle de um culto satânico.”

O elenco ainda contará com Myha’la (‘Morte Morte Mprte’), Patricia Arquette (‘Medium: A Paranormal’), Heather Graham (‘Do Inferno’) e Tom Felton (‘Harry Potter’).

Kirill Sokolov (‘Morra!’) será responsável pela direção.

Além de comandar a produção, ela também assina o roteiro ao lado de Alex Litvak.

Andy servirá como produtor ao lado de sua irmã Barbara Muschietti, através de sua produtora Nocturna Pictures.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

10 documentários na NETFLIX que você não pode deixar passar!

Ao longo de cada ano, a Netflix vem trazendo para seu gigantesco catálogo uma série de documentários bem interessantes. Muitas vezes perdidos em meio a gigantescos lançamentos, alguns desses projetos nos trazem histórias marcantes e provocam inúmeras reflexões. Para você que curte documentários, criamos uma lista bem legal de sugestões para você conferir:

 

Assassinato em Mônaco

Buscando apresentar alguns pontos de vista sobre o chocante assassinato de um dos homens mais ricos do mundo – ocorrido em um dos países mais seguros do planeta –  Assassinato em Mônaco conta com depoimentos de pessoas que acompanharam de perto toda essa história.

 

Sly

Com uma carreira consolidada e diversos sucessos no mundo do cinema, Sylvester Stallone abre seus livros de memórias e reflete sobre a vida pessoal e sua trajetória até o estrelato.

 

O Efeito Casa Branca

Por meio de reportagens televisivas que incluem opiniões, coletivas de imprensa, entrevistas, além da exposição de documentos internos que trazem revelações importantes, o chocante documentário O Efeito Casa Branca mete o dedo em feridas, trazendo verdades incômodas via fatos, sobre a relação política x meio ambiente sob a ótica dos Estados Unidos. Filme de abertura da 14ª Mostra Ecofalante de Cinema, esse projeto é um aulão de economia revelando o embate entre interesses políticos e questões ambientais.

 

O Freelancer: O Homem por Trás da Foto

Um segredo revelado mais de 50 anos depois serve de estopim para um documentário que nos conduz de volta a uma das imagens mais marcantes da Guerra do Vietnã. Por meio de uma investigação minuciosa, amparada por argumentos e provas contundentes, o filme levanta a possibilidade de que o autor da célebre fotografia ‘O terror da guerra’ — que mostra uma garota vietnamita correndo após um bombardeio norte-americano — não seja quem historicamente recebeu o crédito.

 

Desastre Total: O Verdadeiro Projeto X

Um convite para uma festa de aniversário de uma jovem de 16 anos viraliza pelo Facebook e logo vira o estopim de uma história que marcou uma cidadezinha na Holanda e ganhou as páginas policiais. Abordando esse peculiar caso que envolve inúmeras questões desde a falta de preparo das forças policiais até o comportamento descontrolado de jovens em busca de diversão, a Netflix, no seu ótimo projeto Desastre Total, apresenta um média-metragem documental marcante que gera muitas reflexões sociais.

 

Titan: O Desastre da OceanGate

Os detalhes da catástrofe. Chega à Netflix um documentário que reconstrói, com rigorosa pesquisa e depoimentos impactantes, todo o contexto que levou a um dos desastres marítimos mais trágicos dos últimos tempos. Dirigido por Mark Monroe, Titan: O Desastre da OceanGate organiza seus achados investigativos em uma linha temporal precisa, trazendo reflexões profundas e múltiplos pontos de vista sobre o ocorrido.

 

A Vizinha Perfeita

Com uma narrativa brilhante, que encontra enorme coesão na sua montagem, o documentário da Netflix, A Vizinha Perfeita, detalha uma tragédia real e chocante que atingiu em cheio a cidade de Ocala, no Condado de Marion (Flórida). Dirigido pela cineasta Geeta Gandbhir, o projeto – que prende a atenção desde seu início até o sufocante desfecho – levanta questões importantes sobre preconceito racial, leis de legítima defesa e o papel da polícia, chegando em um recorte profundo sobre a sociedade norte-americana.

 

Devo

Pode ser que você – assim como eu – nunca tenha ouvido falar de uma banda formada no início da década de 1970 que, misturando música, teatro e principalmente, filosofia, conseguiu alçar voos dentro do movimento New Wave. Pioneiros no foguete de visibilidade que foi a MTV, o Devo, como eles próprios se definem, incompreendidos, merece ser redescoberto!

 

Will & Harper

Um reencontro aguardado, uma viagem emocionante, um filme com mensagens lindas tendo a amizade como força. Chegou ao catálogo da Netflix um documentário interessantíssimo. Rodado em 16 dias pelas estradas norte-americanas, o projeto nos mostra uma viagem de carro para relembrar uma amizade quando Will Ferrell fica sabendo que Harper se assumiu como uma mulher trans.

 

As Crianças Perdidas

Reunindo uma série de detalhes sobre um dos resgates mais emocionantes de toda a história da América do Sul, o excelente documentário As Crianças Perdidas nos leva até uma região conflituosa, onde grupos paramilitares, indígenas e militares entram em embates faz muitos anos e se tornam variáveis de uma busca por crianças que sofreram uma traumática tragédia no coração da Amazônia Colombiana.

 

‘Stranger Things’: Irmãos Duffer defendem episódio com pior avaliação da série [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

O desfecho épico de Stranger Things já está disponível na Netflix e, agora, Matt e Ross Duffer, criadores do fenômeno, saíram em defesa da última temporada, em especial do episódio 7, que mostra Will se assumindo gay para amigos e familiares.

Segundo a Variety, os irmãos ficaram surpresos com a forte reação negativa ao episódio, que acabou se tornando o pior avaliado de toda a série, com nota 5,6 de 10 e cerca de 96 mil avaliações.

“A cena de se assumir é algo que vínhamos construindo há nove anos. Foi uma cena muito importante para nós e também muito importante para o Noah, não apenas do ponto de vista temático, mas também narrativo”, afirmou Ross Duffer.

“Essa série sempre foi sobre nossos personagens superando o mal. Para vencer esse mal, Vecna representa, de muitas formas, os pensamentos sombrios e a maldade da sociedade. Para que eles o superem, é preciso que se aceitem e também aceitem uns aos outros, se unindo”, acrescentou.

Penúltimo episódio de ‘Stranger Things’ registra a PIOR média de aprovação da série

Para Matt Duffer, a sequência representa o encerramento da jornada emocional de Will e tem peso direto no confronto final contra o vilão.

“Essa cena é o passo final na jornada do Will, e ele é, de muitas maneiras, a chave para derrotar Vecna. O Volume 1 fala sobre autoaceitação; esse é o primeiro passo. O segundo é a conversa de Will com Robin, quando ele entende que precisa se assumir. Ele encontra coragem para isso, e esse momento é, literalmente, o grande ‘vai se ferrar’ para o Vecna. Essa sempre foi a intenção”, explicou.

Apesar das críticas e da repercussão negativa nas redes, os criadores reforçaram que não se arrependem da escolha criativa.

“Estamos orgulhosos do episódio, orgulhosos da cena e, principalmente, orgulhosos do Noah, que entregou uma atuação extremamente corajosa e vulnerável”, disse Ross.

Matt também destacou a preocupação da dupla com o bem-estar de Noah Schnapp, dada a natureza pessoal da cena.

“O ponto em que fomos mais cuidadosos foi com o Noah, porque isso tocou muito de perto a vida dele. Nosso objetivo era garantir que ele estivesse confortável e feliz com a cena. Quando isso aconteceu, ficamos tranquilos. Tenho falado bastante com ele desde que o episódio foi ao ar, e ele está muito bem. Está orgulhoso da cena, assim como nós”, contou.

Após ‘Stranger Things’, Finn Wolfhard planeja focar na carreira MUSICAL

Ainda assim, os irmãos admitiram surpresa com o ódio online, mesmo em 2025.

“Não, para ser honesto”, respondeu Matt ao ser questionado se esperava a reação homofóbica. “Como o Ross disse, isso é algo que construímos há muito tempo. Eu sempre falo: eu e o Ross somos muitas coisas, mas sutis não é uma delas”.

Por fim, Matt revelou que o episódio foi um dos mais trabalhosos de toda a série, e que a cena de se assumir exigiu mais tempo de escrita do que qualquer outra.

“Estávamos muito preocupados em acertar. Foi um processo complexo. Claro que ficamos nervosos com a recepção do público, mas ficamos ainda mais apreensivos ao entregar o texto ao Noah. Precisava ser verdadeiro para ele. Escrevemos a cena pensando nele e para ele. Ele nos escreveu chorando depois de ler o roteiro. No dia da gravação, quase não houve direção. O Noah passou meses se preparando, e grande parte do que está na tela veio do primeiro take”, concluiu.

Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Stranger Things’: Gaten Matarazzo comenta planos para o futuro após o fim da série

O desfecho épico deStranger Things já está disponível na Netflix e, com o fim da série, Gaten Matarazzo, eternizado como Dustin, falou sobre seus planos para a carreira após encerrar o fenômeno do streaming.

Em entrevista ao Deadline, o ator comentou sobre a experiência de trabalhar por dez anos em uma das produções mais populares da Netflix e destacou o quão raro foi acompanhar a série do início ao fim da forma como os criadores imaginaram.

“É algo que faço questão de não tomar como garantido e de reconhecer o quão especial e raro esse tipo de processo realmente é. Qualidade, muitas vezes, nem é o fator decisivo para que uma série dure. Existem muitas produções excelentes que, por problemas de agenda, orçamento ou audiência, não conseguem concluir sua história da forma planejada”, afirmou.

Segundo Matarazzo, a partir da terceira temporada ficou claro que os irmãos Duffer teriam liberdade total para encerrar a trama como desejavam.

“Depois da segunda temporada, quando entramos no ritmo da série, ficou evidente que Matt e Ross poderiam tomar todas as decisões necessárias para finalizar Stranger Things do jeito que imaginaram. Isso é muito especial e extremamente raro. Provavelmente, algo assim nunca mais vai acontecer nessa mesma escala. Sou muito honrado por ter feito parte disso e sei que, no futuro, vou olhar para trás e pensar: ‘Cara, isso foi insano'”, destacou.

‘Stranger Things’: Menos dermogorgons e mais lágrimas; Irmãos Duffers falam sobre o final da série [SPOILER]

Sobre o futuro após o fim da série, o ator admitiu sentir uma mistura de empolgação e ansiedade.

“Estou animado por não saber o que vem a seguir. Quero encarar isso de forma otimista. Ao mesmo tempo, é assustador, porque me acostumei a ter essa consistência. Mesmo quando algum projeto não funcionava como eu esperava, sempre havia uma nova temporada de Stranger Things para retomar o ritmo”, explicou.

Agora, segundo ele, o foco é entender os próximos passos com calma, sem pressa para planos de longo prazo.

“Não estou preocupado com um plano de cinco ou dez anos. Quero olhar para o que está logo à minha frente, ver quais oportunidades surgem, talvez até criar as minhas próprias. Não sei exatamente como isso vai acontecer, mas estou empolgado por não saber”, destacou.

Após ‘Stranger Things’, Finn Wolfhard planeja focar na carreira MUSICAL

Questionado sobre os tipos de oportunidades que mais o interessam, Matarazzo afirmou que busca desafios, independentemente do gênero.

“Não me preocupo muito com gênero. Se for algo que me desafie ou que represente uma experiência de aprendizado, é isso que me interessa. Projetos que parecem apenas confortáveis ou fáceis geralmente não me atraem”, disse.

Por fim, o ator destacou o privilégio de poder escolher seus próximos trabalhos.

“A série me deu consistência, estabilidade financeira e a chance de dizer: ‘Não preciso fazer isso agora’. Normalmente, a carreira de ator não funciona assim. É uma profissão freelancer, e as oportunidades não são garantidas. Sou muito sortudo por estar em uma posição em que posso escolher o que fazer, e isso é algo que jamais vou tomar como certo”, concluiu.

Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Harry Potter’: Ator afirma que a série será uma adaptação “MUITO FIEL” aos livros

Em entrevista ao Deadline, Warwick Davis (‘Willow – Na Terra da Magia’) revelou o que podemos esperar da aguardada série live-action de ‘Harry Potter‘, que está sendo desenvolvida pela HBO.

O ator, que reprisará seu papel como o Professor Flitwick dos filmes, declarou que o seriado será “muito fiel” aos livros.

“Estou trabalhando na série atualmente, mas não posso dizer nada além de que estamos readaptando essas histórias incríveis com mais profundidade e detalhamento do que vimos anteriormente. A série será uma adaptação muito fiel aos livros.”

Ele completa, “Obviamente, estamos contando a mesma história, então há certas semelhanças com os filmes. É estranho retornar nos mesmos estúdios novamente, fazendo tudo isso de novo. Os filmes também foram gravados em Leavesden.”

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Harry potter 11

Crítica | Walker Scobell e Leah Sava Jeffries brilham no 5º episódio da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’

Cuidado: spoilers à frente.

A 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos’ vem se mostrando como uma sólida e envolvente adaptação dos escritos de Rick Riordan – não apenas nos envolvendo com ótimos enredos que se desenrolam episódio a episódio, mas provando que é sempre bom aprender com os erros do passado e polir alguns excessos criativos. Afinal, essa foi a principal crítica negativa dada ao ciclo de estreia da série, algo que, até agora, foi compreendido pelas mentes criativas da atração para os novos episódios. E, após um irretocável quarto episódio, somos presenteados com mais uma incursão incrível que tomou forma com o título “We Check In to C.C.’s Spa & Resort”.

O quinto capítulo se inicia logo após os chocantes eventos da semana anterior, em que Clarisse (Dior Goodjohn), em um ímpeto para destruir Caríbdis em meio a uma tempestade, destruiu o navio que lhe foi dado pelo pai, Ares (Adam Copeland), levando-a, ao lado de Percy (Walker Scobell), Annabeth (Leah Sava Jeffries), Tyson (Daniel Diemer) e sua tripulação, para o centro de um mortal ciclone que os separou mais uma vez. E é a partir daí que a narrativa toma forma: dividindo-se em apenas dois núcleos que são explorados com maestria inegável, a mais recente iteração mantém o altíssimo nível de qualidade da temporada e, pouco a pouco, nos prepara para o inescapável encontro dos nossos heróis com o perigoso ciclope Polifemo e em rota de colisão com o poderoso Velocino de Ouro – o objeto que deverão usar para salvar Thalia e o Acampamento Meio-Sangue.

O primeiro núcleo é focado em Percy e em Annabeth. Os dois semideuses, depois de quase morrerem, acordam em uma estranha instalação que descobrem ser o único refúgio para os heróis no Mar de Monstros. Gerenciado pela misteriosa C.C., acrônimo de Circe (Rosemarie DeWitt), o local serve como um spa para que os aventureiros recarreguem suas energias, confrontando suas maiores fraquezas para que saibam como agir quando decidirem sair da ilha. O problema é que, habitando os recifes que a circulam, existem perigosas sereias que atraem os heróis para sua eventual ruína, utilizando seus próprios defeitos para atraí-los com ilusões – o que torna a saída da dupla mais difícil ainda.

E isso não é tudo: Circe, ainda que afirme repetidas vezes que aprendeu com os erros de um passado distante (afinal, ela foi responsável por prender Odisseu e seus companheiros), possui uma vendeta pessoal contra os semideuses e se utiliza de artifícios psicológicos para mantê-los em um tratamento que nunca acaba e que os torna prisioneiros inadvertidos de um treinamento infindável. Eventualmente, Percy descobre o que está acontecendo e cai na armadilha da feiticeira, que o transforma em uma chinchila para impedi-lo de contar o segredo aos outros – mas Annabeth, dotada da inteligência que sua mãe, Atena, lhe concedeu, reverte o feitiço, liberta os outros prisioneiros que foram transformados em animais, e escapa, por pouco, da ilha.

O segundo núcleo nos leva para o lar de Polifemo (Aleks Paunovic), onde Clarisse é arrastada para a orla da praia apenas para ser raptada pelo ciclope. Conduzida para a caverna de Polifemo, a jovem e impetuosa guerreira se reencontra com Grover (Aryan Simhadri), esquadrinhando um plano para escapar de lá através de uma claraboia, recuperar o Velocino e voltarem para o Acampamento. Porém, dentro de uma das melhores reviravoltas da temporada, Polifemo revela seus verdadeiros poderes, emulando a voz de Grover para fazer com que Clarisse morda a isca e ambos se vejam em uma situação de vida ou morte que premedita os eventos do próximo episódio.

Catriona McKenzie fica responsável pela direção e, apoiando-se nas fórmulas de outras produções fantasiosas, diverte-se ao nos jogar pistas que serão encontradas pelos personagens para que seus arcos ganhem desenvoltura aos moldes da jornada do herói, como é de praxe dentro do panteão de Riordan. Aliando-se ao roteiro de Sarah Watson, McKenzie abre espaço para algumas explorações mais dramáticas e que denotam o tom amadurecido da adaptação – e que, com sorte, será levado para as próximas iterações.

Goodjohn e Simhadri fazem um ótimo trabalho no núcleo que lhes é destinado, navegando pela aventura e pela comédia com naturalidade invejável, mas o destaque da semana vai para a química esplendorosa de Scobell e Jeffries, que exploram lados novos de seus respectivos personagens em uma aliança fervorosa e que representa tanto a maior força quanto a maior fraqueza que possuem. A cereja do bolo emerge com a presença de DeWitt como uma versão mais despojada da conhecida feiticeira Circe, divertindo-se em um papel que parece ter sido delineado especialmente para ela.

O quinto capítulo da 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos’ é uma grata entrada para um dos títulos mais populares do Disney+, mantendo-se fiel à essência dos escritos de Rick Riordan à medida que explora tramas e subtramas que tornam os personagens, protagonistas ou coadjuvantes, mais acessíveis aos espectadores – não poupando esforços para construções heroicas que, mesmo familiares, são práticas e aprazíveis como devem ser.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 7 de janeiro.