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Crítica: ‘Tom e Jerry: Uma Aventura no Museu’ Traz Passeio Pela China Histórica com Protagonistas Ofuscados

O gato Tom e o rato Jerry são dois dos personagens mais conhecidos do mundo da animação. Exibidos incontáveis vezes na televisão aberta no Brasil e também na tv a cabo ao longo de décadas, os dois ganharam o gosto do público ao longo de muitas gerações, chegando aos dias de hoje com um sucesso ainda sólido no quesito de entretenimento infantil. Partindo de uma trama simples – um rato que implica com um gato e um gato que se irrita e persegue o rato – a dupla acaba de ganhar mais uma versão cinematográfica, ‘Tom e Jerry: Uma Aventura no Museu’, que chega essa semana no circuito nacional.

Em mais um dia de pura provocação, Tom (na voz original de Mino Eek e no Brasil por Tatá Guarnieri) e Jerry (Yûki Tardh, no Brasil dublado por Marcelo Campos) estão num arranca-rabo em pleno museu quando, de repente, um artefato em exposição começa a brilhar: é a bússola mágica, que acaba transportando Tom e Jerry numa viagem atemporal, de volta à China antiga, na Cidade Dourada. Por cair dos céus com o artefato em mãos, Tom passa a ser visto como um deus cadente pelos moradores da cidade e por antigas figuras mitológicas que, por alguma razão, estão presas neste espaço-tempo. Porém, ao verem a bússola mágica, entendem que o objeto é a grande chance de conseguirem retomar aos reinos do céu, e, por isso, farão de tudo para consegui-lo.

As uma hora e quarenta e quatro de duração de ‘Tom e Jerry: Uma Aventura no Museu’ parecem muito mais enquanto assistimos ao filme. Escrito e dirigido por Gang Zhang, os personagens criados por William Hanna e Joseph Barbera acabam que são apenas o gatilho inicial para a aventura apresentada no longa. Ou seja, a partir da trapalhada de Tom e Jerry, os dois vão parar na China antiga – e, a partir daí, o filme se desenvolve ilustrando costumes e características chinesas para o público, focando a história no personagem deus-caído, seu fiel escudeiro que queria ser uma Fênix e um grupo de gárgulas cuja função é proteger a Cidade Dourada.

Se não fosse o artifício dos personagens de Hanna-Barbera, o longa poderia ser um interessante produto de divulgação cultural, cuja trama se destaca dentre outras animações da atualidade. Porém, para quem vai ver ao filme por causa de Tom e Jerry, provavelmente haverá um desapontamento, afinal, além de não falarem (só fazerem aqueles grunhidos típicos, mas que, num longa onde todo mundo fala, só os protagonistas não falarem fica esquisito), depois de viajarem no tempo os protagonistas são escanteados para elenco de apoio, com a história e os personagens chineses se sobrepondo na trama.

Porém, quem quiser ir ver ‘Tom e Jerry: Uma Aventura no Museu’ de coração aberto, encontrará nesta animação um mergulho na cultura chinesa (afinal, é uma coprodução China-EUA) – o que pode ser uma grande vantagem para adultos que quiserem apresentar às crianças histórias alternativas. Com qualidade técnica, ‘Tom e Jerry: Uma Aventura no Museu’ parte de dois personagens clássicos para atrair o Ocidente ao mundo oriental.

Suspense de AÇÃO com Dave Bautista e atriz de ‘It – A Coisa’ estreia fazendo sucesso no Prime Video, mas divide os críticos

Boca de Fumo (‘Trap House’), novo thriller de ação estrelado por Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’) e Sophia Lillis (It – A Coisa), estreou em terceiro lugar entre os filmes mais vistos do Prime Video.

Na trama, um agente disfarçado da DEA e seu parceiro embarcam em um jogo de gato e rato com um audacioso e surpreendente grupo de ladrões – seus próprios filhos adolescentes rebeldes, que começaram a roubar um perigoso cartel, usando as táticas e informações secretas de seus pais

O filme recebeu 55% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com 20 críticas publicadas.

Confira as reações dos críticos e o trailer:

“Não damos crédito suficiente a Bobby Cannavale… quando a ação esquenta, ele entrega momentos divertidos e sólidos.”, Tim Cogshell – FilmWeek

“A narrativa corre a um ritmo vigoroso, e as sequências de ação são montadas e filmadas em alto nível… não em um patamar clássico, mas bastante competentes.”, Glenn Kenny – RogerEbert.com

“Surpreendentemente, muito pouco disso é brincadeira, exceto no sentido não intencional. É um crédito ao carisma de Bautista que o filme seja digerível.”, Frank Scheck – The Hollywood Reporter

“Este thriller de ação parece fora de alvo em seu tom… mistura aventura adolescente ao estilo ‘Goonies’ com um filme sério sobre traficantes de drogas, desperdiçando seu elenco.”, Jeffrey M. Anderson – Common Sense Media

Boca de Fumo é um filme bem equilibrado que ocasionalmente luta para acertar seu tom… há ação, grandes explosões, e também tema sobre laços familiares.”, Nicholas Brooks – CBR

“Um grupo de ladrões do ensino médio se encontra entre cartéis assassinos e seus pais da DEA neste exagerado filme de ação.”, Paste Magazine. 

O filme é dirigido por Michael Dowse, com roteiro assinado por Gary Scott ThompsonTom O’Connor.

Jack ChampionWhitney Peak, Kate Del Castillo e Bobby Cannavale completam o elenco.

A primeira maratona de 2026: 10 filmes para começar o ano!

Enfim, chegou o novo ano, e as novidades do universo cinema começam a despertar ansiedade de nós, amantes da sétima arte! Mas tem muitos filmes interessantes já disponíveis pelas plataformas de streaming que você pode ter perdido!

Nesse início de 2026, nada melhor que começar com uma maratona cinéfila! Se você está nesse desejo, indicamos abaixo 10 ótimos filmes para você adicionar à sua lista:

 

A Mulher da Fila (Netflix)

Andrea (Natalia Oreiro) é uma mulher batalhadora e viúva, mãe carinhosa, que é surpreendida com a prisão do filho mais velho. Tendo que se adaptar a essa situação, passa a visitá-lo sempre que pode na prisão, onde acaba conhecendo um outro detento.

 

The Last Showgirl (HBO MAX)

Shelly (Pamela Anderson) é uma dançarina de um antigo show em Las Vegas e integra o elenco do espetáculo há muitas décadas. Ao receber a notícia que a atração será encerrada, começa a entrar em conflito com as escolhas que fez até então. Enquanto busca alguma saída para se reinventar profissionalmente, sua filha reaparece em sua vida.

 

Kasa Branca (Telecine)

Na trama, conhecemos o jovem e gente boa Dé (Big Jaum) que está passando por um momento delicado. Sua avó, a única parente de seu presente, está numa estrada sem volta com a doença de alzheimer e, precisando cuidar dela, as contas só acumulam. Morador de um bairro de Mesquita, Chatuba, no Rio de Janeiro, ele resolve enfrentar esse momento vivendo o máximo de experiências com ela, contando com a ajuda de seus dois melhores amigos, Adrianim (Diego Francisco) e Martins (Ramon Francisco).

 

Sob as Estrelas (Prime Video)

Dirigido por Sébastien Tulard, em Sob as Estrelas acompanhamos a trajetória de um jovem que, após uma infância difícil, vai atrás dos seus sonhos em busca do sucesso no ramo da confeitaria.

 

O Freelancer: O Homem por Trás da Foto (Netflix)

Um segredo revelado mais de 50 anos depois serve de estopim para um documentário que nos conduz de volta a uma das imagens mais marcantes da Guerra do Vietnã. Por meio de uma investigação minuciosa, amparada por argumentos e provas contundentes, o filme levanta a possibilidade de que o autor da célebre fotografia O terror da guerra — que mostra uma garota vietnamita correndo após um bombardeio norte-americano — não seja quem historicamente recebeu o crédito.

 

O Conclave (Prime Video)

Na trama, que envolve muitas surpresas, acompanhamos a saga do Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) que tem a missão de organizar a sempre misteriosa seleção de um novo papa.

 

Baby (Telecine)

Na trama, conhecemos o jovem Wellington (João Pedro Mariano), que ao sair de um reformatório vai em busca dos pais que não mantiveram contato enquanto ele estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, seu destino se cruza com o de Ronaldo (Ricardo Teodoro), um homem que sobrevive se prostituindo e traficando. Aos poucos, esse relacionamento se estabelece com muitas fases que vão desde amor intenso até caóticos desencontros.

 

A Grande Inundação (Netflix)

A trama, ambientada em uma Seul (Coreia do Sul) dos tempos atuais, gira em torno de An-Na (Kim Da-mi Koo), uma cientista e pesquisadora que acorda em um dia com um tsunami atingindo o prédio de 30 andares onde mora com o filho, Ja In (Kwon Eun-sung). Correndo contra o tempo para encontrar uma saída em meio ao caos, seu destino se cruza com o agente de segurança Hee-jo (Park Hae-soo), que está no local para resgatá-la. Aos poucos, vamos entendemos que essa história não se resume só a isso, com algo misterioso sendo revelado aos poucos.

 

Uma Família Extraordinária (Prime Video)

Na trama, conhecemos Bea (Kiernan Shipka), uma jovem adolescente que, após sofrer um acidente, entra em coma, reunindo para perto de si toda sua família e amigos. Com sua família se embaralhando no suporte necessário, momentos importantes viram peças de reflexões em um filme sobre laços profundos e suas camadas.

 

Oeste Outra Vez (Telecine)

Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.

Stephen Lang admite não recordar detalhes de ‘Avatar 5’: “Tenho apenas uma memória dele”

Stephen Lang, o intérprete do implacável Coronel Miles Quaritch na franquiaAvatar, revelou em entrevista recente que sua memória sobre o quinto filme da saga está um pouco “nublada”. O motivo? Ele leu o roteiro original há quase uma década.

Em conversa com o GamesRadar+, o ator explicou a dificuldade de acompanhar a cronologia da épica jornada de James Cameron:

“Não leio o roteiro de Avatar 5 há sete, oito ou nove anos, então tenho apenas uma memória dele. Conheço um pouco melhor o quarto filme, mas quando você trabalha em produções desse porte, é fácil se confundir sobre o que acontece e quando acontece”, admitiu Lang.

Apesar do tempo decorrido, o ator demonstrou entusiasmo total para retornar ao set: “No dia das filmagens, quando mergulharmos de cabeça em Avatar 4 e 5, estarei totalmente por dentro. Não há uma cena que eu não esteja ansioso para interpretar. Adoro vestir o traje de captura de performance e assumir essa função”.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’ se torna o 4º filme do James Cameron a superar UM BILHÃO mundialmente

O ator também refletiu sobre a complexidade de seu personagem, que retornou como um Recombinante (um avatar com as memórias do coronel) após sua morte no primeiro filme.

“O caminho que Quaritch percorre sempre levanta a questão: ‘Ele pode se redimir?’. É maravilhoso interpretar isso. O Jim [Cameron] criou muitas reviravoltas. Ser trazido de volta à vida na forma de seu maior inimigo é simplesmente alucinante. Tem sido um grande desafio e muito divertido”, concluiu.

Vale lembrar que ‘Avatar: Fogo e Cinzas’, o terceiro longa da franquia, continua em exibição nos cinemas.

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

10 FILMES BRASILEIROS lançados em 2025 que revelam o Brasil em silêncios e olhares

Nosso cinema vem nos presenteando com histórias potentes que, muitas vezes, refletem nossa realidade. Em 2025, uma série de competentes obras brasileiras marcou presença no concorrido circuito exibidor, nos levando para inúmeras reflexões. Para você que ama conhecer nossas histórias, seguem abaixo 10 filmes brasileiros que marcaram neste ano de 2025:

 

Oeste Outra Vez (Telecine)

Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.

 

A Natureza das Coisas Invisíveis (Em cartaz nos cinemas)

O delicado e marcante longa-metragem A Natureza das Coisas Invisíveis aposta no olhar ingênuo das primeiras fases da vida para construir uma trama que se sustenta na sutileza, encontrando reflexões maduras sobre a vida e a morte, equilibrando o conforto da imaginação com o impacto da realidade. O filme é escrito e dirigido por Rafaela Camelo, em seu primeiro longa-metragem.

 

O Silêncio das Ostras

Um importante olhar para as atividades predatórias. Partindo para uma impactante crítica social através dos conflitos emocionais de uma jovem que acompanha as mudanças de tudo e todos ao seu redor, O Silêncio das Ostras, novo trabalho do cineasta Marcos Pimentel, fortalece o debate sobre as ações das mineradoras. Com uma belíssima fotografia assinada pelo craque Petrus Cariry, o projeto alimenta seu discurso através da tentativa de sobrevivência de uma representante de seres humanos deslocados em meio à destruição.

 

A Melhor Mãe do Mundo (Netflix)

Gal (Shirley Cruz) é uma batalhadora. Trabalha como recicladora de lixo. Certo dia, num ato desesperado para fugir dos absurdos cometidos pelo marido (Seu Jorge), foge de casa junto com seus dois filhos. Durante esse período, fortalece seus laços maternos transformando esse momento numa grande aventura para essas duas crianças.

 

Manas (Telecine)

Na trama, conhecemos Tiele (Jamilli Correa), que vive com sua família em uma região na Ilha de Marajó, no Pará. Cheia de sonhos logo entra em um pesadelo, começando por perguntas sem respostas sobre o sumiço da irmã. Quando se vê perdida e completamente atingida pela violência que chega aos seus olhos de forma cruel, persegue o socorro por um caminho solitário até as últimas consequências.

 

Ainda não é Amanhã (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos Jana (Mayara Santos), uma esforçada jovem que é orgulho de sua avó e da mãe – com quem mora num conjunto habitacional da periferia de Recife. Mas a alegria de um presente cheio de sonhos se transforma em desespero quando descobre estar grávida do namorado. Pensando em encontrar alguma solução, em meio as incertezas de ter ou não a criança, a protagonista precisará enfrentar alguns dilemas com respostas que levará por toda a vida.

 

Baby (Telecine)

Na trama, conhecemos o jovem Wellington (João Pedro Mariano), que ao sair de um reformatório vai em busca dos pais que não mantiveram contato enquanto ele estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, seu destino se cruza com o de Ronaldo (Ricardo Teodoro), um homem que sobrevive se prostituindo e traficando. Aos poucos, esse relacionamento se estabelece com muitas fases que vão desde amor intenso até caóticos desencontros.

 

Um Outro Francisco

Dois fotógrafos estrangeiros. Um evento religioso de um famoso santo italiano em terras cearenses. Com essas duas vertentes se unindo por um tour fascinante, objetivo e reflexivo sobre o universo da fotografia, o documentário Um Outro Francisco, dirigido por Margarita Hernández, amplia o olhar para os espelhos culturais através dos personagens que encontram.

 

Noel Rosa, um Espírito Circulante

Quem nasce lá na Vila, nem sequer vacila! O documentário Noel Rosa, um Espírito Circulante busca decifrar curiosidades e histórias desse importante personagem da nossa cultura. Através da sua conhecida vida boêmia, da importância e relevância de muitas das suas mais de 200 canções até hoje, e da forte ligação que tinha com um famoso bairro da zona norte do Rio de Janeiro, o trabalho da diretora e roteirista Joana Nin nos leva para um encontro animado entre o antes e o depois.

 

Kasa Branca (Telecine)

Na trama, conhecemos o jovem e gente boa Dé (Big Jaum) que está passando por um momento delicado. Sua avó, a única parente de seu presente, está numa estrada sem volta com a doença de alzheimer e, precisando cuidar dela, as contas só acumulam. Morador de um bairro de Mesquita, Chatuba, no Rio de Janeiro, ele resolve enfrentar esse momento vivendo o máximo de experiências com ela, contando com a ajuda de seus dois melhores amigos, Adrianim (Diego Francisco) e Martins (Ramon Francisco).

 

10 Dicas de Filmes para assistir do ladinho dos SOGROS!

MEET THE PARENTS, Robert De Niro, Ben Stiller, 2000

Uma das situações mais conflitantes que existe em um relacionamento é quando você se prepara para conhecer os pais de seu amor. O nervosismo, o frio na barriga, é uma junção de sentimentos que demora a estabilizar. Pensando nesse cenário, resolvemos criar uma inusitada lista com algumas indicações que podem fazer você conquistar e fazer seus sogros refletirem sobre essa relação. Segue abaixo 10 filmes para assistir do ladinho dos sogrões!

 

Entrando Numa Fria

Lançado 23 anos atrás, em Entrando numa Fria (que depois ganhou até duas continuações) conhecemos um tímido enfermeiro que após conhecer os pais da sua namorada acaba sendo intimidado pelo pai dela.

 

Alguém Tem que Ceder

Dirigido por Nancy Meyers e protagonizado por Diane Keaton e Jack Nicholson, na comédia Alguém tem que Ceder acompanhamos um homem já na casa dos 60 anos que conhece a mãe da sua namorada mais nova e acaba se apaixonando por ela.

 

Muzi v nadeji

Na trama, conhecemos o ex-contador e agora garçom do restaurante da família Ondrej (Jirí Machácek), um homem de fala mansa que vive graves problemas em seu casamento com Alice (Petra Hrebícková). Certo dia, em uma das inúmeras saidinhas do seu sogro Rudolf (Bolek Polívka), das quais Ondrej sempre acaba virando cúmplice, a dupla vai parar em um snooker bar onde encontram a belíssima Sarlota (Vica Kerekes), conhecida do traidor compulsivo Rudolf. Só que dessa vez, a provável conquista acaba ficando encantada com Ondrej que começa a conhecer melhor Sarlota. Assim, posta a confusão, o quarteto enfrentará situações inusitadas em busca da tão sonhada felicidade.

 

Podres de Ricos

Na trama, conhecemos a feliz e inteligente professora de economia Rachel Chu (Constance Wu) que namora com o misterioso Nick (Henry Golding), de quem nunca conheceu a família. Certo dia e próximo de ser pedida em casamento sem saber, Rachel resolve aceitar o convite de Nick para viajar com ele para Singapura, onde irão juntos ao casamento do melhor amigo dele. Chegando lá, ela percebe que Nick é filho da família mais rica do país, herdeiro de uma fortuna inestimável e um dos solteiros mais cobiçados do lugar. Além de enfrentar toda a surpresa da revelação, precisará enfrentar as regras e desconfiança de Eleonor (Michelle Yeoh), mãe de Nick.

 

O Pai da Noiva

Um dos grandes sucessos da carreira de Steve Martin, em O Pai da Noiva, dirigido por Charles Shyer e lançado no início da década de 90, acompanhamos um pai que não consegue lidar bem com a notícia que a filha vai se casar.

 

Dou-lhes um Ano

Na trama, conhecemos um casal que se conhece e logo se apaixona projetando uma vida juntos mas a torcida para esse relacionamento dar certo não é de todos.

 

O Genro da Minha Vida

Na trama, conhecemos Stéphane (o ótimo Kad Merad), um médico dedicado e bem sucedido, sócio de uma clínica especializada em gestações. Sua grande frustração na vida, foi nunca poder ter tido um filho homem para poder dividir tudo que conquistou. Mesmo assim, é um pai muito amoroso para suas três filhas. Assim, quando a mais jovem da família embarca em uma romance improvável com um astro do rúgbi francês, Stéphane fará de tudo para ela não terminar com ele.

 

Meu Querido Intruso

Na trama, uma jovem sonhadora vai em busca de uma nova oportunidade de trabalho numa cidade longe de sua família. Como é muito ligada aos pais, se sente muito solitária no começo, até conhecer Sam, um homem mais velho e com ele viver uma intensa e divertida história de amor. No começo as experiências são positivas mas a peculiaridade de como Sam vive sua vida geram graves problemas de relacionamento com a família de sua noiva.

 

Retratos de Família

Lançado no ano de 2005, Retratos de Família nos mostra a história de uma mulher que após uma viagem acaba conhecendo por completo a família do marido gerando diversas reflexões.

 

Terapia do Amor

Nessa comédia romântica com ótimo elenco, acompanhamos uma mulher que está insegura num relacionamento com um homem mais novo e desabafa tudo com sua psicóloga. A questão é que o filho da psicóloga é o par romântico dela.

 

 

 

 

 

 

10 Filmes pra fazer pipoca e não DESGRUDAR os olhos da tela!

Nada como dar o play e assistir a um filme bom. Como a oferta está cada vez mais volumosa, com muitas produções entrando e saindo das prateleiras virtuais dos streamings e também no eletrizante circuito exibidor, resolvemos criar uma lista com alguns filmes que merecem sua atenção. Assim, segue abaixo 10 filmes pra fazer pipoca e não desgrudar os olhos da tela!

 

Os Cowboys

Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.

 

Pecados Antigos, Longas Sombras

Na trama, acompanhamos a saga de dois detetives de Madri, Juan (Javier Gutiérrez) e Pedro (Raúl Arévalo) com ideias, personalidade e ações sob pressão completamente diferentes, que são enviados a um pequeno povoado para resolver um caso intrigante de desaparecimento de duas jovens. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos descobrindo segredos, traições, e um grande mistério, muito maior que os assassinatos, que é aos poucos desvendado.

 

Igualada

Eu sou porque somos. Exibido no Festival É Tudo verdade 2024, o documentário colombiano Igualada chega para mostrar algumas verdades do mundo político e as possibilidades de como a coragem aliada à uma forte corrente de mudanças buscam se libertar do medo, da intolerância. Partindo de um termo desdenhoso, referido à ativista social Francia Márquez, que logo acende uma chama para um caminho de uma candidatura à princípio sem apoio nenhum, o documentário acende uma luz no fim do túnel virando mais um símbolo de um movimento que ganhou força pelas redes sociais e também nas urnas colombianas.

 

Uma Família Feliz

Na trama, conhecemos Eva (Grazi Massafera), uma artesã de bonecos de bebês à espera do terceiro filho, o primeiro menino, que vive seus dias felizes ao lado do marido, o advogado Vicente (Reynaldo Gianecchini), e das duas filhas gêmeas em um condomínio de alto padrão numa grande cidade brasileira. Certo dia, já após o nascimento do novo filho, e em meio a uma depressão pós-parto evidente, suas filhas aparecem machucadas e Eva acaba sendo acusada de ter cometido tal ato. Assim, sua vida muda completamente, desencadeando uma série de conflitos que rebatem em acontecimentos estranhos e duvidosos.

 

Instinto Materno

Na trama, ambientada na década de 60, conhecemos duas amigas, vizinhas, praticamente inseparáveis: Celine (Anne Hathaway) e Alice (Jessica Chastain). Quando uma tragédia acontece, essa relação entre as amigas é completamente abalada. Assim, ao longo dos dias, entre o luto e a culpa, no campo das suposições uma série de desconfianças encontra o caminho das personagens.

 

Amores Expressos

A trama nos joga em um par de momentos. Primeiro um jovem policial de pouco mais de 20 anos, à beira do desespero com um término recente adquirindo inclusive hábitos estranhos envolto na sua loucura obsessiva que tem seu destino cruzado em um bar onde conhece uma criminosa que se mete em uma enrascadas após ser passada para trás. Num segundo momento, conhecemos um outro policial que fora abandonado por uma aeromoça, um amor relâmpago visto de formas diferentes pelos dois, que acaba tendo seu caminho impactado por uma jovem que trabalha em um pequeno restaurante.

 

Zona de Interesse

Na trama, ambientada na segunda guerra mundial, conhecemos Rudolf Höss (Christian Friedel), alta patente nazista e comandante do campo de concentração de Auschwitz que vive com sua esposa Hedwig (Sandra Hüller) e seus filhos em uma casa confortável levando a vida que sempre sonharam. O lugar é situado ao lado do campo de concentração mencionado, onde atrocidades foram cometidas.

 

Regra 34

Na trama, conhecemos Simone (Sol Miranda), uma jovem negra, de vinte e poucos anos, que, após a faculdade de direito, está iniciando seu caminho na Defensoria Pública no Estado do Rio de Janeiro. Seu cotidiano é intenso, precisa lidar pelas possibilidades da lei sobre vários tipos de violências quase sempre contra mulheres. De noite, ela é Camgirl, faz performances sexuais online, buscando expor seus desejos e também os desejos do público que já a acompanha faz tempo. Quando ela se vê em um certo descontrole quanto a violência (e até mesmo os limites) de suas apresentações na internet, escolhas precisarão serem tomadas.

 

Miss Violence

Na trama, sem nenhum tipo de introdução, somos guiados para dentro do dia do aniversário de 11 anos da jovem Angeliki, que de repente e sem ninguém entender, se joga da janela da casa onde mora com sua mãe, seus irmãos e avós. A polícia e o serviço social são chamados e tentam a todo custo descobrir a razão desse suicídio. Assim, somos guiados para o cotidiano tenebroso dessa estranha família que tem na figura do avô (interpretado de maneira brilhante pelo ator Themis Panou) a razão de seu mistério.

 

Meu Querido Intruso

Na trama, uma jovem sonhadora vai em busca de uma nova oportunidade de trabalho numa cidade longe de sua família. Como é muito ligada aos pais, se sente muito solitária no começo, até conhecer Sam, um homem mais velho e com ele viver uma intensa e divertida história de amor. No começo as experiências são positivas mas a peculiaridade de como Sam vive sua vida geram graves problemas de relacionamento com a família de sua noiva.

‘Como eu Era Antes de Você’ é o filme MAIS VISTO da Netflix; Confira 10 outros filmes no mesmo estilo!

Um dos filmes de romance mais LINDOS dos últimos anos estreou em PRIMEIRO lugar na Netflix. Lançado em 2016, ‘Como Eu Era Antes de Você‘ (Me Before You) tinha a difícil missão de adaptar um dos romances mais populares da década, escrito por Jojo Moyes. E conseguiu. Dirigido por Thea Sharrock, o filme rapidamente se tornou um fenômeno entre o público e se tornou um clássico moderno.

No filme, Louisa “Lou” Clark (Emilia Clarke) vive uma peculiar garota de 26 anos que se torna cuidadora e acompanhante de Will Traynor (Sam Claflin), um banqueiro jovem e rico que se tornou cadeirante após um acidente ocorrido dois anos antes.

Crítica | Como Eu Era Antes de Você 

O CinePOP selecionou 10 Filmes que seguem o mesmo estilo.

Pegue o lencinho e confira:

Doce Novembro (Sweet November, 2001)

Talvez só exista um par tão perfeito quanto Sandra Bullock para o ator Keanu Reeves no cinema. E ele é Charlize Theron. Aqui, a dupla refaz a parceria do suspense Advogado do Diabo (1997), num filme bem diferente. Trata-se da refilmagem de Por Toda a Minha Vida (1968), de Robert Ellis Miller. O remake é dirigido pelo irlandês Pat O´Connor, de Círculo de Paixões (1997) – com Liv Tyler e Joaquin Phoenix, e também apresenta um romance inusitado entre duas pessoas bem diferentes. Uma delas, no caso Theron, é uma doente terminal de câncer. Apesar de adorada pelas românticas irremediáveis, a produção recebeu três indicações ao Framboesa de Ouro, o anti-Oscar (pior ator e atriz para Reeves e Theron respectivamente, e pior refilmagem ou sequência).

Agora e Para Sempre (Now is Good, 2012)

Talvez o filme atual que venha à mente da maioria quando se pensa em jovem terminal de câncer buscando novas experiências. A menina Dakota Fanning entrou na fase mais madura de sua carreira, embora muitos ainda não tenham percebido. O motivo é que a atriz tem optado por produções do cinema independente americano (este aqui, britânico, com direito a sotaque) e muitas dessas obras são desconhecidas do grande público. De cabelos curtos, Fanning é uma jovem que resolve criar uma lista com tudo o que deseja realizar antes de partir. Agora e Para Sempre é baseado no livro de Jenny Downham.

 

Tudo por Amor (Dying Young, 1991)

O que seria de qualquer lista romântica sem uma das representantes máxima do subgênero, a musa Julia Roberts. Mas nem só de comédias leves e sonhos de Cinderela viveu a musa. Aqui, com 24 aninhos, e já duas indicações ao Oscar no currículo, Roberts vive uma jovem com desejo de recomeçar a vida. Ela arruma emprego cuidando de um rapaz com câncer, interpretado por Campbell Scott. Nem precisa dizer que os dois se apaixonam, e lá vêm as lágrimas. A obra é baseada no Livro de Marti Leimbach e a direção é do inconstante Joel Schumacher.

Um Amor para Recordar (A Walk to Remember, 2002)

Segundo romance do escritor Nicholas Sparks adaptado para o cinema, Um Amor para Recordar é também um dos mais adorados pelos fãs do autor. Esta lista, aliás, poderia contar somente com obras de Sparks, já que seus textos sempre contam com os mesmos elementos, o principal deles sendo “um amor sofrido demais”. Aqui, os sumidos Mandy Moore e Shane West interpretam Jamie, a filha do pastor da cidade e Landon, o rebelde infrator local. Tais personalidades tão distintas se apaixonam de forma inesperada, somente para serem testados pela doença terminal da menina. A veterana Daryl Hannah também está no elenco, e a direção é de Adam Shankman, de Rock of Ages: O Filme.

Diário de uma Paixão (The Notebook, 2004)

Eu disse que a lista poderia ter apenas produções baseadas em Nicholas Sparks, mas esta será a última selecionada, prometo. Não por menos, esta é considerada a obra quintessencial no que diz respeito a adaptações do escritor. Mesmo quem não tem consciência de se tratar de uma adaptação, aprova este romance intenso protagonizado por Ryan Gosling e Rachel McAdams. A história de Romeu e Julieta, ou da Dama e o Vagabundo, é recriada nos anos 1940. Um jovem pobre e apaixonado começa um relacionamento com uma burguesa e passam por todos os empecilhos imagináveis. O interessante aqui é mostrar o depois, com o casal de pombinhos agora interpretado pelos veteranos James Garner e Gena Rowlands (mãe do diretor do filme, Nick Cassavetes, do recente Mulheres ao Ataque), enfrentando o Alzheimer dela.

50% (50/50, 2011)

Agora, um filme no qual o doente é o rapaz, para variar. Esse é também provavelmente o melhor filme da lista. Uma mistura de comédia, com drama edificante e sério, esta produção trata o câncer de forma indulgente e para cima, de forma respeitosa. O ótimo Joseph Gordon-Levitt é Adam, um jovem que se descobre com câncer. Ao mesmo tempo em que é deixado pela egoísta namorada, vivida por Bryce Dallas Howard (que não quer lidar com este problema em sua vida), seu melhor amigo interpretado pelo sempre divertido Seth Rogen, faz de tudo para animá-lo e fazê-lo seguir. O rapaz reata os laços com mãe, papel de Anjelica Huston (ótima) e vê surgir em sua vida uma nova promessa de felicidade, na forma de sua psicóloga, Anna Kendrick.

Amor Louco (Mad Love, 1995)

Outro saído diretamente dos anos 1990, esse filme traz como protagonistas a dupla saída de Batman Eternamente, do mesmo ano. O sumido Chris O´Donnell (então com 25 anos) e Drew Barrymore (20 aninhos na época) interpretam estudantes colegiais muito diferentes que… você adivinhou, se apaixonam. Onde estão os casais parecidos do cinema? Ele é Matt, um rapaz certinho, e ela vive Casey (o mesmo nome da primeira vítima do terror Pânico, interpretada pela própria), a doidinha de plantão. Depois de problemas e do comportamento errático constante, Casey é internada num hospital psiquiátrico. Seu cavaleiro reluzente a resgata do local, somente para depois perceberam que a menina sofre de transtorno bipolar.

Antes que o Dia Termine (If Only, 2004)

Este filme feito para a TV nos Estados Unidos, traz a sumida Jennifer Love Hewitt como a protagonista. A atriz, que teve o seu auge com filmes de terror e algumas comédias no fim da década de 1990, vive Sam, uma musicista americana vivendo em Londres com o marido Ian, papel de Paul Nicholls. O casal passa por dificuldades de relacionamento. É quando de forma impactante, a personagem de Hewitt sofre um acidente de trânsito fatal. Na manhã seguinte, o casal recebe uma nova chance de ficar junto. A obra tem elementos que depois foram utilizados no suspense romântico com Sandra Bullock, Premonições (2007). Duas curiosidades são a presença do talentoso Tom Wilkinson (Conduta de Risco) no elenco e a direção de Gil Junger, do cultuado 10 Coisas que eu Odeio em Você (1999). Hewitt também produz o filme.

Para Sempre (The Vow, 2012)

Muitos acreditam que este romance é baseado num livro de Nicholas Sparks. Talvez até mesmo os produtores, que o venderam de forma agressiva desta maneira. O motivo para isso é que temos como protagonistas as estrelas de duas de suas obras mais conhecidas e adoradas, Rachel McAdams (Diário de uma Paixão) e Channing Tatum (Querido John). No filme, Tatum é um jovem precisando lidar com uma realidade devastadora: Após envolverem-se em um acidente de carro, sua esposa (McAdams) o apagou de sua memória. De todo o resto ela lembra. O fato faz seus pais (Jessica Lange e Sam Neill) tentarem resgatar a antiga vida da filha longe dele, enquanto o marido tenta desesperadamente reconquistá-la. O filme fez sucesso com o público jovem e figurou com indicações no MTV Movie Awards e Teen Choice Awards.

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012)

O único filme da lista indicado ao Oscar, O Lado Bom da Vida também trouxe uma indicação para o protagonista Bradley Cooper e deu a vitória para a talentosa Jennifer Lawrence. Esse também não é um filme sobre câncer, mas sim sobre doenças mentais, como a bipolaridade. Após pegar a traição da esposa, o professor Pat (Cooper) surta e é internado num hospital psiquiátrico. Ao ser liberado, a coisa que parece lhe dar forças é a amizade com a igualmente atormentada Tiffany (Lawrence), uma recente viúva, que usa o sexo como forma de escape. A obra é baseada no livro de Matthew Quick, e inspirou o cineasta David O. Russell, que sofre com o filho, portador de um mal similar.

Wagner Moura revela que, após ganhar prêmio em Cannes, precisou gravar cena com “cocô de cachorro”

O ator Wagner Moura revelou recentemente, em entrevista a Seth Meyers, por que não pôde ir ao Festival de Cannes receber o prêmio de Melhor Ator pelo seu trabalho em O Agente Secreto’.

Durante a conversa, conforme noticiado pelo UOL Splash, Moura explicou que estava em Londres gravando um filme e, apesar de estar de folga, a equipe pediu que ele retornasse para filmar uma cena no set.

“Eu não podia dizer: ‘Hoje não posso, preciso ir para Cannes porque acho que vou ganhar um prêmio’. Fiquei com vergonha, então topei”, contou o ator.

Além disso, Moura revelou que a cena que precisou gravar foi, no mínimo, desagradável. Logo após receber a notícia de que havia ganhado o prêmio, ele teve que gravar uma cena envolvendo cocô de cachorro.

“Colocaram uma sacola de plástico na minha mão e me filmaram pegando cocô de cachorro do chão”, lembrou, fazendo o apresentador cair na risada.

O Agente Secreto’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

Shawn Levy compara novo filme de ‘Star Wars’ ao sucesso de ‘Stranger Things’

star wars shawn levy
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O diretor Shawn Levy, responsável pelo fenômeno da Netflix Stranger Things, falou recentemente sobre seu próximo longa, Star Wars: Starfighter’, comparando o novo capítulo da amada franquia à série de sucesso.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Levy afirmou: “Se aprendi alguma coisa com Stranger Things, é que você pode se sentir intimidado pela escala das expectativas de uma franquia. Mas você vai se perder se esse for o seu foco. Aprendi a necessidade de permanecer enraizado nos personagens, nos temas e nos relacionamentos na tela”.

O cineasta ressaltou que, embora o novo longa entregue o espetáculo visual esperado pela marca, o coração da história é o que realmente importa.

“Sim, há espetáculo e grande escala, assim como em Stranger Things. E, claro, Star Wars: Starfighter tem espetáculo, grande escala e aventura em um nível que nunca experimentei em toda a minha carreira. Mas, assim como Stranger Things, também é muito ancorado em uma história em escala humana, centrada nos personagens”, acrescentou.

Levy concluiu traçando uma meta ambiciosa para o projeto: “Acredito que, se eu conseguir equilibrar o épico e o íntimo da mesma forma que os irmãos Duffer fazem em Stranger Things, vou criar um filme e uma nova aventura original de Star Wars que possa ser realmente satisfatória para fãs e para o público”.

Vale lembrar que o cineasta anunciou recentemente em suas redes sociais o fim das filmagens deStar Wars: Starfighter’.

 

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Conforme o ComicBookMovie, o cineasta esclareceu que embora o filme carregue o peso da marca Star Wars, a produção contará uma história totalmente independente:

“Antes de tudo, ele é diferente porque se trata de uma aventura nova, que não é sequência nem prelúdio. São personagens inéditos e uma nova linha do tempo. O filme herda temas do legado, mas tenta oferecer algo fresco. Queremos resgatar aquele espírito lúdico de grande aventura que Uma Nova Esperança apresentou de forma revolucionária”, disse Levy.

“Estamos tentando usar esse tom como nossa estrela-guia todos os dias. Minha equipe, meu diretor de fotografia Claudio Miranda e Ryan Gosling, que é meu principal colaborador no papel central, transformaram isso em um sonho realizado. Meu eu de 10 anos está no set comigo todos os dias. É uma oportunidade enorme e revigorante, porque a Lucasfilm tem me incentivado muito a fazer algo novo. Não há pressão para ser derivativo ou ficar limitado pelo que veio antes. Existe apenas um amor pelo legado”, acrescentou.

O diretor enfatizou a liberdade criativa concedida pela Lucasfilm:

“É surreal entrar nesse set todos os dias e perceber que criamos uma história original que não está limitada por obrigações com o que veio antes. Há apenas um amor pelo legado. Meu eu de 10 anos está no set comigo todos os dias”, afirmou.

Apesar de ser uma história original com personagens novos, já foi confirmado que a trama se passa vários anos após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker’ (Episódio IX), explorando um futuro ainda pouco conhecido da franquia.

O foco, segundo o diretor, é manter a “estrela-guia” do tom clássico de aventura, mas sem medo de inovar e apresentar um território completamente inexplorado para os fãs.

Diretor de ‘Star Wars: Starfighter’ confirma que novo filme não é nem uma sequência, nem um prelúdio

O elenco da produção contará com Ryan Gosling, Flynn GrayMatt Smith, Mia GothAaron PierreSimon BirdJamael WestmanDaniel IngsAmy Adams.

Jonathan Tropper assina o roteiro.

Star Wars: Starfighter‘ tem estreia marcada para 28 de maio de 2027.

Marina Ruy Barbosa celebra repercussão de ‘Tremembé’: “Foi e está sendo um grande sucesso”

A atriz Marina Ruy Barbosa, que interpreta Suzane von Richthofen na série ‘Tremembé’, celebrou recentemente o impacto da produção e compartilhou suas expectativas para o futuro do projeto.

Conforme à revista Quem, Marina revelou o mix de emoções que sentiu ao estrear no streaming.

“Acho que era um mix de sensações, porque era o meu primeiro trabalho no streaming, né, e eu estava muito ansiosa. Eu acho que era um desafio artístico, também já desejava e queria há um certo tempo. E, realmente, Tremembé é, foi e está sendo um grande sucesso. Eu fico muito feliz com isso”, comemorou a atriz.

Marina Ruy Barbosa revela POR QUE topou viver Suzane von Richthofen na série ‘Tremembé’ [EXCLUSIVO]

Além de protagonizar o drama, Marina atua como produtora associada, o que torna o reconhecimento ainda mais significativo:

“Eu não só atuo na série, como também sou produtora associada, então para mim isso tem um gostinho ainda mais especial em toda essa situação da gente ter estreado e feito todo esse sucesso, tanto aqui no Brasil como fora também. Então, foi para o mundo e foi bem recebido. Vem segunda temporada aí”, completou a atriz.

A segunda temporada, que tem estreia prevista para o final de 2026, já foi confirmada. Além de continuar acompanhando a jornada de Suzane, os novos episódios devem abordar outro caso de grande repercussão midiática: a chegada do ex-jogador Robinho ao presídio.

Suzane von Richthofen seguirá como PROTAGONISTA da 2ª temporada de ‘Tremembé’; Robinho e Thiago Brennand serão adicionados!

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

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A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.

O elenco conta ainda com Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Anselmo Vasconcelos e Lucas Oradovschi.

O roteiro é assinado por Ulisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A direção-geral é de Vera Egito, com direção episódica de Daniel Lieff.

Barry Keoghan está em negociações para reprisar o Coringa em ‘The Batman: Parte II’

O ator Barry Keoghan, que interpretou o implacável Coringa em uma cena deletada de ‘Batman’, está em negociações para reprisar seu papel como o icônico vilão na sequência do longa estrelado por Robert Pattinson.

Segundo a Variety, as negociações ainda estão em andamento. Apesar de detalhes da trama não terem sido revelados, caso Keoghan aceite, ele se juntará novamente a Pattinson no universo do filme.

Vale lembrar que, no primeiro longa, o ator gravou sua participação como Coringa em uma cena que acabou sendo cortada da versão final do filme. A sequência, que circulou nas redes sociais, mostrava Batman visitando o vilão na cadeia, oferecendo um vislumbre do encontro entre os dois personagens.

A aguardada sequência do filme de super-herói deve iniciar as filmagens na próxima primavera, com estreia prevista para 1º de outubro de 2027, nos cinemas, pela Warner Bros. O primeiro ‘The Batman’ estreou em março de 2022 e arrecadou US$ 772 milhões em bilheteria mundial.

‘The Batman – Parte II’ tem estreia confirmada para 1º de outubro de 2027.

‘O Batman’ está disponível na HBO Max.

Astro de ‘Velozes e Furiosos’ estrelará ‘Limited Edition’, novo filme de ação da Universal Pictures

Chris “Ludacris” Bridges, astro da franquia Velozes e Furiosos, foi confirmado como o protagonista de ‘Limited Edition’, novo projeto de ação da Universal Pictures em parceria com a produtora 87North. Segundo o Deadline, os detalhes da trama ainda são mantidos em sigilo absoluto.

A direção e o roteiro do longa ficarão a cargo da dupla Dan Berk e Robert Olsen. Os cineastas ganharam destaque recentemente com o sucesso de Novocaine, comédia de ação estrelada por Jack Quaid que estreou no topo das bilheterias e se tornou um fenômeno no streaming. Antes disso, a dupla foi responsável pelo suspense de ficção científica ‘Uma Obsessão Desconhecida’, da Paramount.

Vencedor do Grammy e ator multiplatinado, Ludacris consolidou sua carreira no cinema como Tej, personagem fundamental na equipe de Dominic Toretto.

Além da saga de ação, seu currículo inclui produções prestigiadas como ‘Crash: No Limite’ (vencedor do Oscar de Melhor Filme) e o drama ‘Ritmo de um Sonho’ (Hustle & Flow). Recentemente, o ator também estrelou a comédia natalina ‘Que Noite de Natal’ (Dashing Through the Snow), lançada em 2023.

Bomba! ‘O Agente Secreto’ é inelegível para o WGA Awards, o prêmio dos roteiristas

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Após vencer o Critics Choice Awards como “Melhor Filme Internacional”, o longa nacional O Agente Secreto foi declarado inelegível para o WGA Awards, a premiação do Sindicato dos Roteiristas dos EUA.

Segundo o Deadline, o filme de Kleber Mendonça Filho se junta a uma longa lista de produções aclamadas que não cumprem os rigorosos requisitos da premiação.

Curiosamente, a lista de ausências inclui os principais favoritos ao Oscar de Melhor Filme Internacional: além do brasileiro, estão fora ‘Valor Sentimental’, ‘Foi apenas um acidente’ e ‘Sirāt’.

Outros destaques do circuito de festivais, como ‘Pai, Mãe, Irmã, Irmão’ (vencedor da Palma de Ouro de Jim Jarmusch) e ‘Sorry, Baby’ (premiado em Sundance), também não figuram na cédula de votação.

A exclusão não se deve à qualidade dos roteiros, mas às regras sindicais.

“Os roteiros devem ter sido escritos sob um acordo coletivo da WGA ou sob um acordo coletivo legítimo do Writers Guild of Canada, Writers’ Guild of Great Britain, Writers Guild of Ireland, Writers’ Guild of South Africa, New Zealand Writers Guild, ALMA Sindicato des Guionistas, Associação de Roteiristas (Índia), Sindicato dos Roteiristas da Coreia (SGK), La Guilde Française des Scénaristes (França), Sindicato dos Roteiristas de Israel, Société des Auteurs de Radio, Télévision et Cinéma (Québec) ou Verband Deutscher Drehbuchautoren (VDD/Alemanha) (coletivamente, “guildas afiliadas”). Por favor, note que uma guilda afiliada pode impor requisitos adicionais para que um escritor seja considerado coberto por seu acordo coletivo de trabalho”, diz as regras do WGA.

Kleber Mendonça Filho fala sobre a constrangedora entrega do prêmio para ‘O Agente Secreto’ no Critics Choice Awards

Entre os roteiros originais ausentes estão ‘Blue Moon’, de Richard Linklater, e Rosemead.

Já nos adaptados, a ausência mais sentida é ‘A Única Saída’, do sul-coreano Park Chan-Wook, além de produções premiadas em Cannes e no Gotham Awards, como ‘The History of Sound’ e ‘A Cronologia da Água’, estreia de Kristen Stewart na direção.

Por outro lado, produções de gênero como ‘M3GAN 2.0’ e ‘Telefone Preto 2’ garantiram sua elegibilidade.

As indicações finais do WGA serão anunciadas em 27 de janeiro, e a cerimônia de premiação acontece no dia 8 de março de 2026.

O Agente Secreto’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

Ben Grimm chega em Wakanda no novo teaser vazado de ‘Vingadores: Doutor Destino’; Confira!

Mais um teaser de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ vazou e mostra Ben Grimm, o Coisa, chegando em Wakanda.

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VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Estrela de ‘Homem de Ferro 2’ DETONA vaquinha online criada para evitar despejo: “Não sei por que fizeram”

Mickey Rourke, conhecido por interpretar o vilão Ivan Vanko emHomem de Ferro 2, tornou-se o centro de uma polêmica recente após informações sobre seus supostos problemas financeiros viralizarem.

De acordo com o ComicBookMovie, o ator publicou um vídeo denunciando uma campanha no GoFundMe, criada por sua própria equipe, para pagar US$ 60 mil em aluguéis atrasados.

A campanha, que já havia arrecadado US$ 97.664, foi realizada sem o consentimento do ator.

“Surgiu uma coisa que está me deixando muito frustrado, confuso, e eu não entendo. Alguém criou algum tipo de fundação ou fundo para eu receber doações. Uma caridade. E isso não sou eu. Se eu precisasse de dinheiro, eu não pediria caridade nenhuma. Eu preferiria enfiar uma arma no meu rabo e puxar o gatilho”, afirmou Rourke.

“Quem fez isso, eu não sei por que fez. Eu não saberia o que é um GoFundMe nem em um milhão de anos”, acrescentou.

A iniciativa partiu de Liya-Joelle Jones, assistente de Kimberly Hines, empresária de Rourke há uma década.

O astro de Sin City admitiu ter cometido erros na gestão de sua carreira no passado, mas reforçou que mudou: “Eu fiz um trabalho terrível administrando minha carreira. Eu não fui muito diplomático. Tive que fazer 20 anos de terapia para superar isso. Mas eu não sou mais essa pessoa”.

“Eu nunca pediria um centavo a estranhos ou fãs. Não é do meu estilo. Pergunte a qualquer pessoa que me conheça. É humilhante e f***ing constrangedor. Eu quero que vocês recebam seu dinheiro de volta. Tudo passa”, concluiu.

Mickey Rourke deixa a casa do ‘Celebrity Big Brother UK’ após “comportamento inaceitável”

Em resposta, Kimberly Hines revelou que o ator foi despejado e está atualmente em um hotel em West Hollywood. Segundo ela, houve uma falha de comunicação:

“Se o Mickey não quiser esse dinheiro agora e decidir: ‘Eu não quero ajuda, isso é como caridade’, o dinheiro será devolvido. Nós dissemos: ‘Mickey, tem algumas pessoas que querem te ajudar’. Ele disse: ‘OK, ótimo’. Acho que ele não entendeu, e agora isso virou esse frenesi da mídia, e ele surtou”, afirmou.

Apesar do mal-estar, Hines revelou um lado positivo: após a exposição, Rourke recebeu quatro propostas de filmes.

“Ninguém está tentando passar a perna no Mickey. Eu quero que ele esteja trabalhando. Eu não quero que ele faça um GoFundMe. A coisa boa disso tudo é que ele recebeu quatro propostas de filmes desde ontem. As pessoas estão enviando propostas de filmes por e-mail agora, o que é ótimo, porque ninguém ligava para ele há muito tempo”, concluiu.

‘Stranger Things’: Final da série faz músicas de Prince dispararem no Spotify

O impacto deStranger Things no mundo da música mostrou-se, mais uma vez, significativo. Após impulsionar o sucesso deRunning Up That Hill, da Kate Bush, a última temporada da série voltou a alavancar clássicos, desta vez, as músicas de Prince no Spotify.

Segundo a Variety, o catálogo do artista registrou um aumento expressivo nas reproduções na plataforma graças a sincronizações marcantes no episódio final deStranger Things.

Desde a estreia do último episódio, na véspera de Ano-Novo, Purple Rain teve um crescimento de 243% nas reproduções globais no Spotify, além de um impressionante salto de 577% entre ouvintes da Geração Z.

“When Doves Cry” registrou um aumento de 200% nas reproduções globais e de 128% entre o público da Geração Z. No total, o catálogo de Prince apresentou um crescimento de 190%, com alta de 88% entre os ouvintes mais jovens.

Vale lembrar que “When Doves Cry” ePurple Rain foram utilizadas em momentos decisivos do episódio final da série, o que contribuiu diretamente para o impacto emocional e o sucesso das faixas.

Cabe destacar que essas músicas raramente são licenciadas para produções televisivas desde que Prince as incluiu na trilha sonora de seu filme de 1984, Purple Rain.

“Disseram-nos que era algo muito improvável, então apenas cruzamos os dedos”, revelou o criador da série, Matt Duffer, após a estreia do episódio final.

O co-criador Ross Duffer acrescentou que eles “nunca discutiram tanto a escolha de uma música como naquele momento. O mais empolgante é que ela simplesmente não havia sido usada antes. O espólio de [Prince] geralmente não permite que essa música seja licenciada fora do filme ‘Purple Rain'”.

Stranger Things’ está disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Stranger Things’: Criadores explicam por que Vecna permanece como vilão [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

O desfecho épico deStranger Things já está disponível na Netflix e, agora, os criadores da série, Matt e Ross Duffer, comentaram as cenas envolvendo Vecna no último episódio da temporada.

Ao longo da temporada final, o público descobre que Vecna carrega um trauma ligado a uma montanha que ele nunca teve coragem de enfrentar. No episódio derradeiro, é revelado que foi justamente nesse local que, após matar um homem, o jovem Henry teve seu primeiro contato com o Devorador de Mentes, evento que marcou definitivamente seu destino.

Apesar de muitos fãs acreditarem inicialmente que isso culminaria na redenção do vilão, Vecna permanece convicto em seu papel antagonista. Em entrevista ao Tudum, os irmãos Duffer explicaram o motivo de o personagem continuar como ameaça na trama.

“Nós discutimos na sala de roteiristas se ele poderia ter um momento à la Billy [Dacre Montgomery], em que se voltaria contra o Devorador de Mentes, em uma situação ao estilo Darth Vader. Mas, quanto mais conversávamos com os roteiristas e com o Jamie [Campbell Bower], mais ficava claro que ele foi longe demais para chegar até aqui. Ele precisa justificar tudo o que fez, e a única forma de fazer isso é dizendo: ‘Eu escolhi isso e ainda acredito nisso'”, explicou Ross Duffer.

“Mesmo abalado ao ver essa memória, ele já está longe demais para se voltar contra o Devorador de Mentes. Quisemos deixar para o público decidir se o jovem Henry realmente fez essa escolha ou se foi simplesmente o Devorador de Mentes o controlando do começo ao fim. No fim das contas, porém, isso pouco importa, porque ele escolhe ficar do lado do Devorador de Mentes”, completou.

Vecna é niilista? Diretor de ‘Stranger Things’ responde [SPOILER]

Os criadores também explicaram por que essa cena é essencial para compreendermos melhor Vecna e como ela se conecta à peçaStranger Things: The First Shadow”.

“Quando estávamos discutindo a peça e tentando decidir qual história valeria a pena contar, achamos que a do Henry era a mais interessante, e também aquela que não tivemos tempo suficiente para explorar totalmente na série. Sempre soubemos que mostraríamos o momento em que ele se conecta ao Devorador de Mentes, mas queríamos explorar o que vem depois: o conflito entre resistir ou abraçar essa força”, disse Matt Duffer.

“Achamos que esse era um território rico para a peça explorar, permitindo aprofundar o passado do personagem sem tornar isso essencial para a quinta temporada, já que a peça funciona como uma obra independente. Ainda assim, ela oferece uma compreensão maior da psicologia do Henry”, acrescentou.

“Depois de ver o final, será interessante assistir à peça com esse novo entendimento, porque até agora o público a viu sem saber como todos os pontos se conectam”, concluiu Ross Duffer.

Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Por que as pessoas não estão gostando do final de ‘Stranger Things’?

Ninguém esperava que ‘Stranger Things’ se tornasse o fenômeno mundial que se tornou. Esses tipos de erupções de popularidade são muito difíceis de prever e não podem ser planejadas. É preciso cair no gosto do grande público – e para o espectador dos quatro cantos do mundo abraçar um produto, não há qualquer planejamento. Veja bem, todo e qualquer título almeja tal sucesso, e pensando assim, podemos dizer que toda e qualquer obra audiovisual é planejada para ser consumida pelo maior número de pessoas. Todos almejam quebrar tais recordes. Mas o que eu quero dizer é que são pouquíssimos os que de fato conquistam, e para isso não há fórmula. É preciso quase um alinhamento das estrelas e planetas.

Voltando para 2016, quando a primeira temporada de ‘Stranger Things’ estreou na plataforma da Netflix, em 15 de julho, de forma tímida, esse alinhamento ocorreu, e em pouco tempo o programa se tornava a “febre” daquela temporada. Este amigo que vos fala foi um dos primeiros a poder assistir à temporada completa, antes da estreia na plataforma. A Netflix disponibiliza para os jornalistas um acesso único para que assistam antes e possam dar o seu parecer ao público, para que as pessoas saibam o que irão assistir e se realmente vale à pena. Desta forma, sem qualquer alarde, sem grandes nomes no elenco (a não ser uma Winona Ryder buscando credibilidade na carreira novamente), o programa chegava de forma sorrateira.

Leia também: Crítica 1ª Temporada | Stranger Things: Terror e mistério na fantástica série da Netflix

Confesso que não dei a importância necessária ao programa logo de cara. Como dito, é impossível fazer qualquer previsão neste sentido. No meu caso, existia ainda um outro fator. Eu havia acabado de assistir à série ‘The Returned’ (2015), que fazia parte do catálogo como chamariz de uma recém-inaugurada Netflix, e o programa guardava muitas similaridades com ‘Stranger Things’. ‘The Returned’ era na verdade o remake americano da francesa ‘Les Revenants’ (2012), sobre um mistério sobrenatural envolvendo os moradores de uma pequena cidade, em especial crianças e suas famílias. Na versão americana, de criação de Carlton Cuse, produtor de ‘Lost’ (2004-2010), Mary Elizabeth Winstead era um dos nomes emergentes.

Assistindo a ‘The Returned’ e ‘Stranger Things’ sequencialmente, qualquer um esperaria que o programa criado pelo produtor do sucesso ‘Lost’ seria o dono de uma vida mais longeva. ‘Stranger Things’ também se garantia na emulação da nostalgia dos anos 80 – artifício muito utilizado na época, como por exemplo em filmes como ‘A Ressaca’, ‘Férias Frustradas de Verão’, ‘Uma Noite Mais que Louca’, ‘Super 8’ e ‘Terror nos Bastidores’, só para citar os que foram lançados mais ou menos na mesma época. Ou seja, pegar pela nostalgia oitentista não era assim algo muito inovador. Porém, não é preciso fazer primeiro, é preciso fazer bem. Nenhum dos filmes citados se tornou sucesso e a maioria ficou esquecido. ‘The Returned’, que não era um programa original da Netflix (e sim do canal A&E) – apenas exibido pela plataforma, foi cancelado na primeira temporada e rapidamente desapareceu. Você já tinha ouvido falar?

No final, tudo o que restou foi ‘Stranger Things’. A popularidade do programa foi tão grande, que ele ganharia um especial no SBT apresentado por Marília Gabriela, junto a boatos de que a emissora do homem do baú havia fechado um acordo para exibir a série, com o título de ‘Coisas Estranhas’. Isso nunca viria a se concretizar. Para nós jornalistas, ‘Stranger Things’ era legal, mas nada perto de ser um divisor de águas, e poderia ser cancelada, assim como ‘The Returned’, na primeira temporada. A coisa funciona mais ou menos como no cinema, em que as críticas saem antes da avaliação de bilheteria. Muitas vezes temos casos de filmes rechaçados pelos críticos, mas que se tornam sucessos financeiros retumbantes. Ou vice e versa. No caso de ‘Stranger Things’, foi só quando o programa ficou disponível para o público, que pudemos dimensionar o tamanho do abraço que receberia.

Esse sucesso garantiu logo no ano seguinte a segunda temporada. E daí foi um pulo. A sensação já estava consolidada, os personagens já haviam caído no gosto do grande público e a audiência atingia o pico para a primeira plataforma de streaming. ‘Stranger Things’ rapidamente se tornou o programa mais popular da empresa e um dos mais populares de todos os tempos. Com a terceira temporada, de 2019, os memes dominavam a internet, e todo mundo passou a conhecer o seriado. Quem poderia esquecer, por exemplo, a namorada secreta de Dustin, Suzie (Gabriella Pizzolo), cantando a música de ‘História sem Fim’, que viralizou com a ajuda das redes sociais – algo que as temporadas anteriores não contaram.

Finalmente chegamos à última temporada, o quinto ano do programa que também marcou sua despedida. É engraçado notar essa diferença da era do streaming e TV à cabo com os canais convencionais de antigamente, onde tínhamos ano após ano uma nova temporada de uma série que ainda estava no ar. ‘Stranger Things’, por exemplo, está em nossas vidas há praticamente 10 anos, mas só teve cinco temporadas.

Mas por que, com tanta adoração pela série, as pessoas não estão gostando do seu encerramento? Existem muitos fatores por trás disso. Os motivos podem ser os mais variados, dependendo do tipo de espectador que se analisa. Existem aqueles que nunca acharam ‘Stranger Things’ algo muito especial, mas assistiam sem compromisso para ficar por dentro das rodinhas de conversa. Esse tipo de espectador dificilmente se encantaria com o final de uma série a qual nunca morreram de amores verdadeiramente. A não ser que o final fosse realmente algo inovador e único. E devo dizer que realmente não foi. Não foi a reinvenção da roda. Mas ele é extremamente condizente com o que ‘Stranger Things’ sempre foi.

Agora vem o segundo grupo de espectador: o que se decepciona com qualquer coisa. E eu poderia facilmente me incluir neste grupo também. É da natureza humana criar expectativas em nossa mente sobre o que deveria ser, e quando não recebemos, ocorre o inevitável. Junte a isso o fato de que é muito difícil criar o final de uma série, pois qualquer que ele seja, não irá agradar. Vamos usar com exemplo duas das séries consideradas as melhores de todos os tempos por grande parte dos fãs: ‘Game of Thrones’ e ‘Seinfeld’. Ainda hoje ambas entram na conversa quando o assunto é série adorada, no entanto, ambas são consideradas também séries com os piores finais. Estes finais talvez tenham decepcionado pela expectativa em torno do tamanho que tais programas atingiram. E bem, podemos dizer que ambos ousaram em suas abordagens, fugindo do esperado. E não foram bem aceitos.

Com ‘Stranger Things’ ocorre o contrário, as maiores críticas foram a falta de ousadia e a previsibilidade. Certamente, se o final entregasse o inesperado também não agradaria e os argumentos seriam os mesmos que elegem ‘Game of Thrones’ e ‘Seinfeld’ como dois dos piores de todos os tempos. ‘Stranger Things’ fez o feijão com arroz? Com certeza. A série não se arriscou, não ousou. Correto de novo. Ela entregou exatamente o que o público que acompanhou esse tempo todo queria, afinal a série sempre foi convencional e nada ousada, apenas brincava de ser afiada, mas é conservadora no sentido narrativo. Não dá para esperar que uma série assim entregue um final mirabolante e que fuja de sua essência. É esperar que ‘E.T. – O Extraterrestre’ tenha um final de ‘Clube da Luta’.

A vantagem de ‘Stranger Things’ é que ela nunca foi ‘Lost’. Ou seja, ao jogar no seguro, ela nunca deu um passo maior do que a perna. ‘Lost’ se tornou um programa ambicioso demais para o seu próprio bem, e os fãs no fundo sabiam que não existiria “payoff” que justificasse. É como sair amarrado em muitos balões, você levanta voo e é excitante, sobe, sobe, mas sabe que não vai ter mais como descer. ‘Lost’ não tinha como agradar em seu desfecho, e este é o caminho que parece estar seguindo uma série como ‘Ruptura’, por exemplo, em que ganhamos mais perguntas do que respostas, até se acumularem tanto, que até esquecemos qual foi a primeira pergunta que fizemos e não tivemos resposta. É a esquisitice pela esquisitice.

Stranger Things’ pode ser uma das séries mais populares de todos os tempos, mas é uma das melhores de todos os tempos? Bem, não. O que ela possui é o apelo do chamado “quatro quadrantes”, ou seja, apela aos quatro grupos demográficos: homens e mulheres, mais jovens e mais velhos. Isso explica sua chamada falta de ousadia, afinal é preciso continuar agradando todo tipo de espectador.

Em resumo, o final de ‘Stranger Things’ foi condizente com a proposta da série ao longo de todos esses anos. E como não vibrar ao ver a personagem de Winona Ryder arrancar a machadadas a cabeça de Vecna, empalado no dente da criatura colossal, lembrando de todas as vidas que ele tirou e o mal que causou a cada um dos personagens, em flashbacks de temporadas anteriores. Ele teve inclusive a chance de redenção, porém, se optassem por esse caminho aí sim que o povo iria chiar. Afinal o que todos queriam ver era o acerto de contas entre o bem e o mal, a mais antiga fórmula de todas. A decapitação é catártica, é a lavada na alma, e remete, por exemplo, a ‘Halloween H20’, o desfecho perfeito daquela franquia.

E o que dizer da corajosa afirmação de Will (Noah Schnapp), o mais sofrido dos quatro amigos, que finalmente ascendeu duplamente, ao mostrar sua verdadeira força e assumir sua sexualidade. O vislumbre de seu futuro na cena final foi um dos mais satisfatórios, mostrando que agora o personagem pode finalmente assumir as rédeas de sua vida sem medo, livre e sem restrições, se descobrindo por completo. Impossível não se emocionar. Assim como a mais bem-vinda adição ao elenco principal: a graciosa Holly (Nell Fisher), a irmã mais nova de Mike (Finn Wolfhard), que sempre esteve lá de pano de fundo, e ganha grande importância nesta temporada final. É ela quem fica na linha de frente, encarando os terrores de Vecna, dentro da mente do vilão. Ela é a responsável por salvar as outras crianças e no último episódio se mostra uma verdadeira líder, corajosa e confiante.

Todos os personagens tiveram os finais que precisavam ter. O mais interessante e emocionante, no entanto, foi o círculo perfeito que se fecha quando a última cena do programa se conecta com a primeira da temporada um. ‘Stranger Things’ abriu sua narrativa em 2016 com os quatro amigos jogando o RPG ‘  ’ no porão da casa de Mike. Todos que cresceram naquela era analógica se identificam de imediato. E aqui, no final, assim como o público, eles mesmos voltam àquela nostalgia inicial agora mais velhos, tendo se formado no colégio. Ao invés de festas com garotas, eles resgatam o tempo perdido de sua amizade após tantos entraves e perigos, ao mesmo tempo em que vemos uma passagem de bastão – com uma nova geração assumindo seus lugares, encabeçada pela mesma Holly.

O final de ‘Stranger Things’ foi repleto de emoção, suspense, ação e claro, drama – a despedida de Eleven (Millie Bobby Brown) foi de partir o coração. Ao mesmo tempo, deixou migalhas no chão para possibilidades no futuro. Foi um final perfeito? Bem, depende do que se entende pelo conceito. Para muitos sim. Para outros tantos não, bem longe disso. O que eu diria é que foi um final perfeito para ‘Stranger Things’ – o que não significa que foi um final perfeito para você.

Um dos filmes de romance mais LINDOS dos últimos anos estreia em PRIMEIRO lugar na Netflix

Um dos filmes de romance mais LINDOS dos últimos anos estreou em PRIMEIRO lugar na Netflix.

Lançado em 2016, ‘Como Eu Era Antes de Você‘ (Me Before You) tinha a difícil missão de adaptar um dos romances mais populares da década, escrito por Jojo Moyes. E conseguiu. Dirigido por Thea Sharrock, o filme rapidamente se tornou um fenômeno entre o público e se tornou um clássico moderno.

Quase dez anos depois, o filme estreia na Netflix alcançando o primeiro lugar.

A trama acompanha Louisa Clark (Emilia Clarke), uma jovem simples, espontânea e cheia de energia, que aceita trabalhar como cuidadora de Will Traynor (Sam Claflin), um homem rico que ficou tetraplégico após um grave acidente. O encontro entre os dois muda completamente a vida de ambos, dando origem a um romance sensível, divertido em alguns momentos, doloroso em outros, e marcado por decisões difíceis que fogem do padrão dos dramas românticos tradicionais.

Confira, com o trailer:

Desde sua estreia, ‘Como Eu Era Antes de Você‘ deixou claro que não seria apenas mais um romance açucarado. O filme aborda temas delicados como deficiência física, autonomia, depressão e escolhas sobre a própria vida — assuntos que, naturalmente, provocaram reações diversas.

Como Eu Era Antes de Você‘ rapidamente se transformou em um verdadeiro fenômeno comercial, especialmente entre fãs de dramas românticos.

Com um orçamento estimado em cerca de US$ 20 milhões, o filme arrecadou mais de US$ 208 milhões nas bilheterias mundiais, um número impressionante para um longa do gênero. Somente nos Estados Unidos, a arrecadação ultrapassou US$ 56 milhões, enquanto o restante veio de mercados internacionais, onde o filme teve desempenho ainda mais expressivo.

O boca a boca positivo, aliado à forte base de leitores do livro original, ajudou o longa a se manter em cartaz por várias semanas e a conquistar espectadores que, muitas vezes, saíam das salas de cinema visivelmente emocionados.

Vale lembrar que a história tem uma sequência nos livros. ‘Depois de Você‘ (After You), livro de Jojo Moyes dá sequência à jornada de Louisa Clark, e há anos especula-se que ele também deve ser adaptado aos cinemas.

10 Filmes no estilo ‘Como eu Era Antes de Você’ 

Crítica | Como Eu Era Antes de Você 

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