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‘Jimmy’: KJ Apa interpreta James Stewart no primeiro teaser da cinebiografia; Confira!

Foi divulgado o primeiro teaser trailer oficial de Jimmy, cinebigrafia estrelada por KJ Apa como o lendário ator James Stewart (1908-1997), conhecido por filmes como ‘A Felicidade Não Se Compra’ e Janela Indiscreta.

O longa chega aos cinemas no dia 6 de novembro de 2026.

Confira:

Aaron Burns assume a cadeira de direção, enquanto Kelly Stewart-Harcourt, filha de Stewart, entra como produtora executiva.

O filme acompanha a ascensão de Stewart, natural da Pensilvânia, em Hollywood, incluindo sua vitória no Oscar por Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story), antes de se alistar na Força Aérea do Exército dos EUA como piloto de combate no início da Segunda Guerra Mundial. Pouco tempo após seu retorno para casa, ele estrelou ‘A Felicidade Não Se Compra’, de Frank Capra, em 1946.

O elenco ainda conta com Jason AlexanderMax CasellaSarah DrewJulian WorksJen Lilley.

10 Dicas de SÉRIES que vão virar sua cabeça do avesso!

Para você que gosta daqueles seriados inteligentes, onde muitas vezes nos vemos em enormes labirintos emocionais e com reviravoltas realmente surpreendentes, você veio ao lugar certo. Abaixo, separamos 10 séries que vão virar sua cabeça do avesso e merecem uma maratona urgente!

 

O Sinal (Netflix)

Paula (Peri Baumeister) é uma brilhante cientista alemã enviada, por uma empresa privada, para o espaço com um único objetivo de realizar pesquisas sobre possíveis sinais vindos de fora da Terra. Ao mesmo tempo, seu marido, o professor de história Sven (Florian David Fitz) e sua jovem filha com deficiência auditiva esperam o retorno dela. Perto de completar sua missão, Paula se depara com uma descoberta e conflitos se desenrolam. Ao voltar ao nosso planeta, acaba sendo responsabilizada por uma tragédia, modificando completamente a vida de sua família.

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.
Ruptura (Apple Tv)

E se você pudesse dividir seu tempo de trabalho com seu tempo em casa, não lembrando de nada em quanto estiver em um deles? Cheio de atalhos para instigar nossa curiosidade, o roteiro de Ruptura é algo sublime que nos faz refletir sobre a sociedade, o trabalho e a questão descontrolada do avanço da tecnologia.

 

Paradise (Disney Plus)

Tudo ia bem numa comunidade perfeita de algumas milhares de pessoas, até que um dia o presidente Cal (James Marsden) é brutalmente assinado no seu quarto. Logo, Xavier (Sterling K. Brown), o responsável chefe por sua segurança, começa a juntar as peças desse quebra-cabeça que nos leva até a exposição de fatos surpreendentes que vão de encontro aos interesses de Sinatra (Julianne Nicholson), uma influente nas relações políticas. Se você acha que a trama se prende a isso, não ande por esse caminho. Ao final do primeiro episódio, entendemos um pouco do que é aquele lugar.

 

O Eternauta (Netflix)

Sempre renovando uma amizade de quase 40 anos, quatro amigos se reúnem toda sexta-feira para jogar truco. Num desses dias, algo estranho acontece. Ao perceberem estar sob uma misteriosa e mortal nevasca, Juan Salvo (Ricardo Darín) e o restante do grupo precisarão encontrar soluções para sobreviver quando os perigos se mostram presentes. Conforme os dias passam começam a entender que uma invasão aconteceu e nada será como antes.

 

Assassino Zen (Netflix)

Na trama, conhecemos o advogado Björn Diemel (Tom Schilling) que trabalha em um grande escritório de advocacia na função de liberar bandidos para um chefão local. Infeliz no trabalho, com dificuldades em reestruturar os laços afetivos da própria família, vive seu cotidiano com a corda no pescoço. Tudo isso muda quando resolve fazer um intensivão num curso de ‘atenção plena’ com um guru que lhe entrega saídas para momentos difíceis. Assim, colocando em prática tudo que aprendeu, se envolve em uma série de situações conflitantes a partir da morte de um famoso criminoso, cliente dele.

 

Fallout (Prime Video)

Na trama, bem à frente no futuro, conhecemos a Terra dizimada por ações nucleares. Para proteger alguns, os Estados Unidos junto a um grupo de empresas, principalmente a Vault- Tec , resolve criar refúgios subterrâneos. Assim, 200 anos depois do caos começar, conhecemos a jovem Lucy (Ella Purnell) que, após o lugar onde nasceu e foi criada ser atacado e ainda com o sequestro de seu pai, resolve ir atrás dele e desbravar a superfície, um lugar onde nunca antes havia ido. A cada caminhada, uma nova descoberta. Assim, seu destino se cruza com Maximus (Aaron Moten), um sobrevivente de um dos ataques nucleares mais impactantes e o enigmático necrótico Cooper (Walton Goggins), esse último com um passado com vivas memórias do início do fim.

 

O Problema dos 3 Corpos (Netflix)

Na trama, conhecemos uma jovem cientista lá na década de 1960, em meio à revolução cultural chinesa, que após passar por um trauma acaba recebendo a chance de trabalhar num lugar secreto que tem como objetivo colocar a China como líder na comunicação interestelar. Um dia, ela consegue contato com seres de outro planeta e uma decisão nessa comunicação acaba tendo consequências anos depois, atingindo em cheio as vidas de um grupo de amigos e brilhantes cientistas que estão na Europa nos tempos atuais.

 

It: Bem-Vindos a Derry (HBO MAX)

Com um episódio piloto simplesmente brilhante e surpreendente, em It: Bem-Vindos a Derry, ambientado no início da década de 1960, acompanhamos uma série de situações sinistras que ocorrem na cidade de Derry, antes dos eventos de It: A Coisa.

 

Yellowjackets (Paramount Plus, Netflix)

Na trama, conhecemos quatro mulheres na fase adulta que, por mais que sigam suas vidas com suas respectivas famílias, foram marcadas por acontecimentos trágicos quando eram adolescentes – cerca de duas décadas atrás. Elas viajavam de avião para um jogo importante já que eram do time de futebol feminino conhecido como Yellowjackets. Assim, vamos conhecendo Tai (Tawny Cypress), Shauna (Melanie Lynskey), Misty (Christina Ricci) e Natalie (Juliette Lewis), e os segredos que esconderam durante todo o tempo em que estiveram perdidas.

 

‘CIA’: Série derivada de ‘FBI’ com Tom Ellis ganha trailer EXPLOSIVO e data de estreia; Confira!

CBS divulgou o trailer oficial de CIA, série derivada de FBI estrelada por Tom Ellis (‘Lúcifer’).

Além disso, foi revelado que o spin-off tem estreia agendada para o dia 23 de fevereiro de 2026 na emissora, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

 

A série derivada foi escrita por Dick Wolf e David Hudgins (showrunner de ‘FBI: Most Wanted’).

A trama gira em torno de dois parceiros improváveis ​​– um agente da CIA (Ellis), falante e descontrolado, que desrespeita as regras, e um agente do FBI experiente e inteligente (Nick Gehlfuss), que acredita no Estado de Direito. Quando esta dupla peculiar é designada para trabalhar na Estação da CIA em Nova York, eles precisam aprender a trabalhar juntos para investigar casos e criminosos que representam ameaças em solo americano, descobrindo que suas diferenças podem, na verdade, ser sua força.

Natalee LinezNecar Zadegan também fazem parte do elenco.

10 Documentários ARREBATADORES que vão te deixar de QUEIXO CAÍDO!

A partir de perspectivas – ou mesmo de fatos impactantes – que muitas vezes se chocam com um interessante assunto, os documentários buscam, nos seus retratos da realidade, apresentar reflexões. Seja sobre problemas sociais, política ou mesmo sonhos, algumas destas produções nos deixam com os olhos atentos. Para você que curte documentários, separamos abaixo alguns imperdíveis:

 

As Crianças Perdidas (Netflix)

A sobrevivência em meio as leis da selva. Reunindo uma série de detalhes sobre um dos resgates mais emocionantes de toda a história da América do Sul, o excelente documentário As Crianças Perdidas nos leva até uma região conflituosa, onde grupos paramilitares, indígenas e militares entram em embates há muitos anos e se tornam variáveis de uma busca por crianças que sofreram com uma traumática tragédia no coração da Amazônia Colombiana.

 

La Ilusión de la Abundancia

La Ilusión de la Abundancia, dirigido pela dupla Erika Gonzalez Ramirez e Matthieu Leitaert, conta com um discurso afiado, colocando na tela verdades sobre três regiões do mundo onde a ganância e os absurdos tomaram conta.

 

Criaturas da Mente

A partir de uma inquietação – e também curiosidade – de um consolidado cineasta brasileiro, o fascinante documentário Criaturas da Mente vai de encontro as possibilidades de preenchimentos de lacunas, onde um universo fascinante logo se abre. Imerso num curioso paradoxo, onde um cineasta não consegue mais sonhar, Marcelo Gomes encontra o neurocientista Sidarta Ribeiro, e juntos abrem diálogos para profundos paralelos entre o cinema e os sonhos.

 

A Vizinha Perfeita (Netflix)

Com uma narrativa brilhante, que encontra enorme coesão na sua montagem, o novo documentário da Netflix, A Vizinha Perfeita, detalha uma tragédia real e chocante que atingiu em cheio a cidade de Ocala, no Condado de Marion (Flórida). Dirigido pela cineasta Geeta Gandbhir, o projeto – que prende a atenção desde seu início até o sufocante desfecho – levanta questões importantes sobre preconceito racial, leis de legítima defesa e o papel da polícia, chegando em um recorte profundo sobre a sociedade norte-americana.

 

Cheiro de Diesel

Selecionado para a mostra Première Brasil de Documentários do Festival do Rio 2025, o impactante projeto Cheiro de Diesel é um profundo e inquietante recorte sociológico da cidade conhecida como ‘maravilhosa’. Buscando em seus intensos 80 minutos de projeção ampliar o debate sobre as intervenções militares nas favelas cariocas – mais precisamente quando o exército brasileiro ocupou o complexo da Maré durante a Copa do Mundo de 2014 -, chegamos num retrato comovente e avassalador pela visão da própria comunidade, de seus trabalhadores e moradores da região.

 

Memoria Impacable

O CineBH trouxe em sua programação deste ano preciosos documentários, alguns sobre assuntos pouco conhecidos. É o caso de Memoria Implacable, co-produção Argentina e Chile que apresenta, por meio de um road movie, a desapropriação de terras e genocídio do povo indígena Mapuche a partir da chegada militar pelos dois lados da Cordilheira dos Andes. Através das descobertas de uma acadêmica descendente Mapuche, percorremos os lugares por onde, entre dores e desamparo, seu povo foi obrigado a passar logo após a expulsão de suas terras.

 

Titan: O Desastre da OceanGate (Netflix)

Os detalhes da catástrofe. Chegou à Netflix um documentário que reconstrói, com rigorosa pesquisa e depoimentos impactantes, todo o contexto que levou a um dos desastres marítimos mais trágicos dos últimos tempos. Dirigido por Mark Monroe, Titan: O Desastre da OceanGate organiza seus achados investigativos em uma linha temporal precisa, trazendo reflexões profundas e múltiplos pontos de vista sobre o ocorrido.

 

O Efeito Casa Branca (Netflix)

Por meio de reportagens televisivas que incluem opiniões, coletivas de imprensa, entrevistas, além da exposição de documentos internos que trazem revelações importantes, o chocante documentário O Efeito Casa Branca mete o dedo em feridas, trazendo verdades incômodas via fatos, sobre a relação política x meio ambiente sob a ótica dos Estados Unidos. Filme de abertura da 14ª Mostra Ecofalante de Cinema, esse projeto é um aulão de economia, revelando o embate entre interesses políticos e questões ambientais.

 

Rua do Pescador, nº 6

As dores de uma tragédia anunciada. Exibido no segundo dia de mostras competitivas do Bonito CineSur 2025, o novo trabalho da diretora e atriz Bárbara Paz, Rua do Pescador, nº 6 apresenta reflexões em meio a destruição e desilusão narrada por quem viveu os fatos de uma das maiores tragédias climáticas de nosso país. Com pausas reflexivas que buscam ganhar fôlego com uma raiz de conexões do discurso que se mostram amplas, o projeto parte de um olhar de uma comunidade ribeirinha gaúcha remetendo ao passado, sem saber sobre o futuro, mesmo do olhar presente.

 

Número Desconhecido: Catfishing na Escola (Netflix)

O universo do True Crime insiste em nos surpreender e vem conquistando cada vez mais a atenção do público. A bola da vez é uma história chocante ocorrida nos Estados Unidos, envolve cyberbullying, investigação policial e uma verdade capaz de deixar qualquer um de queixo caído. Disponível na Netflix, este documentário acompanha todo o desenrolar na vida de dois jovens vítimas de perseguição e assédio.

VAZA novo teaser de ‘Vingadores: Destino’, com dez segundos extras de filmagem

O primeiro teaser trailer de Vingadores: Destino’ vazou online na manhã de ontem (16), e a Walt Disney Studios agiu rapidamente para removê-lo de plataformas como o X (antigo Twitter) e o TikTok. É difícil acreditar que o estúdio não tenha previsto isso, embora seja difícil imaginar que eles tenham previsto a enxurrada de cópias piratas que seriam disseminadas nas redes sociais.

A Marvel Studios ainda não anunciou oficialmente planos para lançar os quatro teasers promocionais do ambicioso projeto, que serão lançados através de quatro semanas antes das exibições de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’.

De qualquer forma, uma versão estendida e de melhor qualidade do trailer de ‘Destino’ acaba de ser vazado. Aparentemente, o vídeo foi gravado em uma exibição no exterior e inclui cerca de dez segundos de cenas adicionais.

Para além do que já se sabe – e cuja descrição você confere aqui -, o material mencionado no parágrafo acima mostra Steve Rogers/Capitão América andando de bicicleta por uma estrada de terra antes de chegar em casa – uma fazenda que apareceu em várias imagens de bastidores e que recebeu o codinome de “Casa do Luke Cage”.

Acredita-se que o local em questão terá importância significativa no desenrolar da narrativa, visto que rumores apontam que uma espaçonave de algum tipo pousará na propriedade (possivelmente a da Capitã Marvel/Carol Danvers).

O longa-metragem abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno de Robert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

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Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Matt Damon, Anne Hathaway e MAIS nas novas imagens de ‘A Odisseia’, épico de Christopher Nolan

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Entertainment Weekly divulgou, com exclusividade, imagens inéditas da vindoura adaptação de ‘A Odisseia’, inspirada no poema épico de Homero e dirigida pelo vencedor do Oscar Christopher Nolan (‘Oppenheimer’).

As fotos dão destaque a Matt DamonAnne HathawayRobert PattinsonTom Holland e outros.

Confira:

A estreia no Brasil está marcada para o dia 16 de julho de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

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Crítica | ‘O Naufrágio do Heweliusz’ – Megaprodução polonesa na NETFLIX resgata os detalhes de uma tragédia

Era o início do ano de 1993, na Polônia. O enorme cargueiro MS Jan Heweliusz, construído no final da década de 1970, se preparava para mais uma jornada atravessando o Mar Báltico. A bordo, mais de 60 pessoas – entre passageiros e tripulantes. Durante uma manobra arriscada – mas necessária diante das condições que se estabeleceram –, a embarcação começou rapidamente a afundar, se tornando um dos maiores desastre marítimos europeus.

O Naufrágio do Heweliusz, nova minissérie da Netflix, dirigido por Jan Holoubek e roteiro assinado por Kasper Bajon, chega para jogar luz sobre essa tragédia, mostrando de forma detalhada o antes, o durante e o depois, reunindo fatos que se juntam para uma explicação complexa sobre o que realmente aconteceu em uma madrugada que ficaria marcada na história.

Desde os problemas estruturais de um navio que precisava de manutenção constante e o atraso na partida, até uma corrente de situações que se somaram para se chegar à catástrofe, essa ficção retrata de forma impressionante questões que se desenrolaram na realidade. A dor das famílias, a luta pela sobrevivência em águas geladas atingidas por uma tempestade violenta, as questões políticas e militares que estavam presentes e um polêmico julgamento compõem uma história cheia de conflitos e emoções.

O que mais chama a atenção nessa produção é o equilíbrio entre seus cinco episódios, que vão da terra ao mar caminhando por uma porção de tensões. Você se vê preso nessa história do início ao fim, com poucas pontas soltas – fruto de um roteiro muito bem construído, que conduz o público por diversas perspectivas, e seus dilemas morais, sem perder o ritmo.

A narrativa dilacera as emoções através das histórias que correm em paralelo dos muitos personagens. É tudo muito angustiante! As cenas no navio são impressionantes, somado a atuações maravilhosas de um talentoso elenco que enriquece a obra. Vale o destaque também para o competente departamento de arte, trazendo concepções visuais impactantes, e para a fotografia assinada por Bartlomiej Kaczmarek, que constrói sua identidade através do luto, do desespero, da indignação e de emoções conflitantes.

O Naufrágio do Heweliusz chegou à líder dos streamings nesse início de novembro e logo alcançou ao Top 10 de séries da plataforma. É uma megaprodução, com roteiro preciso e diálogos incisivos e marcantes, que contou com mais de 3.000 figurantes. Vai por mim: você vai querer maratonar!

‘Meu Namorado Coreano’: Novo doc-reality da Netflix ganha trailer e data de estreia!

Foto: Nat Odenbreit/Netflix

A Netflix divulgou recentemente o trailer e a data de estreia do doc-reality Meu Namorado Coreano, mais um formato brasileiro inédito do serviço de streaming.

A primeira parte da produção, que mistura reality show e documentário, estreia no dia 1º de janeiro, e a segunda parte em 8 de janeiro.

Confira:

Cinco brasileiras em diferentes momentos de vida e de relacionamento com coreanos desembarcam na agitada Seul, capital da Coreia do Sul, para descobrir se suas relações irão sobreviver a fatores como rotina e diferenças culturais. Juntas, sem confinamento mas com muita convivência, elas irão colocar à prova suas expectativas, tendo como pano de fundo cartões postais da capital sul-coreana.

Meu Namorado Coreano foi gravado em Seul ao longo de 22 dias, com uma equipe multicultural de mais de 100 profissionais do Brasil e da Coreia do Sul. O projeto contou ainda com consultoria cultural coreana desde o início, além de apoio do Consulado-Geral da Coreia do Sul em São Paulo e da Film Commission de Seul.

Com uma narrativa que busca autenticidade e afeto, o doc-reality foi produzido pela Floresta, produtora da Sony Pictures Television no Brasil.

reality conta com Camila KimKaty DiasLuanny VitalMariana TollendalMorena Monaco como participantes.

10 filmes para ESQUECER a ideia de que parece o fim do mundo todo dia da semana

Não adianta, há semanas em que nos vemos presos nos obstáculos que o destino nos coloca! Mas não é pra desanimar! Em um momento de estresse, nada melhor que parar, preparar uma pipoca e estacionar em frente da TV e relaxar. Para você que está buscando ótimos filmes para essas horas, segue abaixo uma ótima lista:

 

Os Fabelmans (Netflix)

Passeando, em partes, pela incrível história de uma das maiores lendas da história do cinema, Steven Spielberg, Os Fabelmans nos apresenta a descoberta do mundo mágico da sétima arte aos olhos de um jovem, que por meio de suas lentes da memória, da lembrança do que significa família, se tornou um ícone que transcende gerações.

 

História de Amor em Copenhague (Netflix)

Mia (Rosalinde Mynster) é um escritora de sucesso que vive seus dias em total descontrole, adepta das relações constantes e descartáveis. Tudo muda em sua vida quando conhece Emil (Joachim Fjelstrup), um solteiro, pai de dois filhos. Os dois logo se apaixonam e começam a viver o desejo de ter um filho juntos. Esse processo colocará à prova todo o amor que sentem um pelo outro.

 

A Música de John Williams (Disney Plus)

https://youtu.be/Usxj7KT7pig?si=DY0o0YP-QGBSzk4g

A magia do cinema do cinema está associada a elementos que muitas vezes não damos devido valor – como a trilha sonora. E quando pensamos nessa questão, não podemos esquecer de John Williams. No documentário, lançado no segundo semestre de 2024 na Disney Plus, A Música de John Williams, acompanhamos curtos recortes na carreira e vida pessoal desse genial compositor e maestro de 92 anos, autor de temas inesquecíveis como Star Wars, Superman, ET – o Extraterrestre, Jurassic Park e tantos outros.

 

Rebel Ridge (Netflix)

Terry (Aaron Pierre) é um ex-fuzileiro naval que chega até uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos com o objetivo de pagar a fiança de um primo, que está sendo transferido para uma penitenciária. Quando chega ao lugar, tem o dinheiro da fiança roubado por policiais corruptos. Tendo que improvisar com novas soluções para seu objetivo após uma tragédia e sem nada a perder, acaba travando um explosivo duelo com a gangue da maior autoridade do local: o chefe de polícia Sandy Burnne (Don Johnson).

 

Meu Bolo Favorito (Reserva Imovision)

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

O Ônibus Perdido (Apple TV)

Kevin (Matthew McConaughey) é um motorista de ônibus escolar, perto dos 40 anos, que voltou para a cidade onde nasceu e tenta se entender com o único filho. Um dia, após um incêndio florestal com alta taxa de propagação, ele fica com a missão de resgatar um grupo de crianças e a professora Mary (America Ferrera), no colégio onde estavam.

 

Viver Duas Vezes (Netflix)

O mal-humorado ex-professor de matemática Emílio (Oscar Martínez), um homem no terço final de sua vida, dedicou grande parte de seu tempo na terra para decifrar os enigmas da famosa ciência exata. Quando essa mente brilhante é diagnosticado com Alzheimer, sua filha Julia (Inma Cuesta) e sua neta Blanca (Mafalda Carbonell, em uma atuação marcante) se aproximam dele, e juntos partem em uma inusitada aventura em busca do primeiro amor de Emílio.

 

O Clube do Crime das Quintas-Feiras (Netflix)

Com atuações maravilhosas e um ritmo equilibrado, percorremos a história de um grupo de pessoas na melhor idade que vivem em um enorme lar e se reúnem para refletir sobre crimes. Até que, um dia, um assassinato acontece bem próximo a eles, levando-os a embarcar pelas verdades sobre o ocorrido.

 

Um Clímax entre Nós (Netflix)

Escrito e dirigido pela cineasta – de apenas 28 anos – Joosje Duk, em seu primeiro longa-metragem na carreira, Um Clímax entre Nós é uma fita holandesa que de forma leve e divertida aborda um assunto que ainda é tabu para algumas pessoas: o sexo.

 

Dias Perfeitos (Netflix)

O novo trabalho do aclamado cineasta alemão Wim Wenders, Perfect Days, é uma jornada atenta aos detalhes que percorre o curioso recorte sobre um homem de poucas palavras, que contempla o momento na sua forma mais simples, chegando no olhar para o outro em meio as verdades do cotidiano.

 

‘Vivo ou Morto’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da nova sequência de ‘Entre Facas e Segredos’

‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, terceiro capítulo da aclamada franquia de mistério criada por Rian Johnson, finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da atração, que traz Daniel Craig de volta como o sagaz detetive Benoit Blanc.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Com 231 reviews publicadas até o momento, o longa conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclamou o terceiro filme da franquia ‘Entre Facas e Segredos‘, considerando-o mais centrado que o capítulo anterior. O grande destaque, no entanto, fica por conta da química entre os atores Daniel Craig e Josh O’Connor – que formam uma excelente dupla nas telas.

Separamos os trechos das principais críticas:

Crítica | Rian Johnson acerta novamente com o impecável e introspectivo ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’ 

“Mais focado do que o exuberante filme anterior, ‘Vivo ou Morto’ busca, de forma agradável, respostas tanto existenciais quanto terrenas.” (AV Club)

“Gótico, iconoclasta, envolvente, com uma crítica mordaz à América moderna e, para completar, muito engraçado. É mais um mistério policial extremamente satisfatório do Benoit Blanc.” (Empire Magazine)

“Com um roteiro seguro que ousa fazer perguntas existenciais junto com as reviravoltas usuais do gênero, este pode ser o melhor filme da franquia até o momento.” (Observer UK)

“‘Vivo ou Morto’ é mais sóbrio que o filme anterior, tem um mais parecido com o longa original, mas não é tão inteligente quanto nenhum dos dois em sua solução.” (Independent UK)

“‘Vivo ou Morto’ parece menos o terceiro filme de uma série de mistérios e mais com a confiante terceira temporada de uma série de prestígio — uma em que os criadores se sentem totalmente seguros de suas capacidades, certos de entregar algo cativante.” (Consequence)

Rian Johnson reuniu seu elenco mais forte até agora. Daniel Craig e Josh O’Connor formam uma dupla de detetives que nos faz lembrar de Sherlock Holmes e Watson.” (Time Out)

“O filme satiriza as convenções das histórias de detetive, mas nunca se torna tão autoconsciente a ponto de você deixar de levá-lo a sério.” (Slant Magazine

O grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’), Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’), Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’).

Amazon MGM anuncia adaptação do romance best-seller ‘The Probability of Miracles’

Amazon MGM Studios acaba de anunciar que deu sinal verde para uma adaptação seriada de ‘The Probability of Miracles’, romance best-seller assinado por Wendy Wunder (via Deadline).

A atração, que conta com oito episódios, foi criada por Katie Lovejoy, roteirista por trás do filme ‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’.

Alloy Entertaiment fica resposável pelo projeto ao lado da Amazon e da Warner Bros. Television.

A trama acompanha Campbell Cooper, uma adolescente sarcástica que está morrendo de câncer e, após receber o diagnóstico terminal, se muda com a mãe e a irmã mais nova para a cidade de Promise, onde dizem que milagres acontecem. Cam, no entanto, não acredita em milagres. Como poderia, se a ciência diz que ela definitivamente vai morrer? Mas, ao passar o verão nessa cidade peculiar e mística, ela descobre que milagres — e se apaixonar — ainda são possíveis, por mais improváveis ​​que pareçam.

Lovejoy entra como showrunner. Ela também assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Leslie Morgenstein.

“Me apaixonei pelo belíssimo romance de Wendy Wunder em 2011, um ano após o início da minha carreira como roteirista”, disse a realizadora. “O fato de agora, 14 anos depois, poder dar vida à jornada de Cam nas telas é nada menos que um milagre. Sou muito grata aos meus parceiros da Alloy, da Warner Bros. Television e da Amazon por acreditarem nessa história tanto quanto eu”.

Mais informações não foram reveladas.

‘Spotless’: Roteirista de ‘Mentirosos’ está desenvolvendo novo drama CRIMINAL para a NBC

Segundo o Deadline, a NBC está desenvolvendo um novo drama criminal intitulado ‘Spotless’.

A produção é fruto da parceria entre Noah Rose Keeling, roteirista do recente sucesso ‘Mentirosos’, e Annabel Oakes, que assumiu o cargo de showrunner de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’.

Universal Television supervisiona o projeto.

A série acompanha Bridget, uma mãe descolada e caótica, e sua filha adulta, Marnie, brilhante, porém desajeitada. A dupla está expandindo seu negócio de limpeza de cenas de crime para uma atividade paralela de detetive particular, enquanto lidam com seu relacionamento complexo, mas inabalável.

Keeling entra como roteirista e assume o cargo de produtora executiva ao lado de Oakes.

Mais detalhes não foram divulgados.

Alfie Allen vive um ESTRANHO professor no trailer da série de suspense ‘Girl Taken’; Confira!

Paramount+ divulgou o trailer oficial de Girl Taken, série de suspense psicológico estrelada por Alfie AllenJill HalfpennyTallulah EvansDelphi Evans.

A atração, que conta com seis episódios, tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026 na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens promocionais:

A série é baseada no romance Baby Doll, de Hollie Overton.

A trama acompanha a história das irmãs gêmeas Lily e Abby, cujas vidas são destruídas quando Lily é sequestrada de sua pacata cidadezinha rural inglesa por Rick Hansen, um professor muito querido na região. Após anos de abusos em cativeiro, ela consegue escapar, apenas para descobrir que a liberdade traz seus próprios desafios.

Vikash BhaiNiamh WalshLevi BrownVictoria EkanoyeHolly AtkinsKiran Krishnakumar fazem parte do elenco coadjuvante.

Girl Taken foi criada por David TurpinSuzanne CowieNessah Muthy.

Crítica | ‘O Grande Roubo do Louvre: O Crime Minuto a Minuto’ – O passo a passo de um crime que beira ao inacreditável!

Quando pensamos em roubos mirabolantes – beirando ao inacreditável –, a primeira pergunta que vem na cabeça é: como isso foi possível? Trazendo detalhes sobre um curioso crime ocorrido no maior museu de arte do mundo, o Louvre, chegou à HBO MAX um média-metragem documental que explica, passo a passo, o que aconteceu na manhã do dia 19 de outubro deste ano, quando algumas peças da coroa francesa foram roubadas – e, até agora, não encontradas.

O Louvre, com seus mais de 200 metros quadrados, foi inaugurado em 1793 e logo se tornou um importante ponto turístico da capital francesa, foi e sempre será um lugar conhecido no mundo todo. Talvez por isso o choque diante do ocorrido. Criminosos – provavelmente não tão profissionais – subiram uma escada acoplada a um veículo e entraram por uma das janelas, localizada em um ponto cego de uma das câmeras do complexo. Após uma rápida ação criminosa na Galeria d’Apollon, fugiram em scooters. Mas como ninguém fez nada?!

 

Reunindo uma série de depoimentos de especialistas em artes e segurança, testemunhas, autoridades e até mesmo ex-ladrões famosos, O Grande Roubo do Louvre: O Crime Minuto a Minuto embarca em uma reconstituição detalhada, através das informações públicas disponíveis, de uma ação delituosa que durou menos de 10 minutos, mas deixou as marcas de insegurança em um lugar onde a história se mantém viva.

Com muitos questionamentos, mas sem uma incursão crítica profunda – talvez em razão da rapidez na produção de um documentário sobre um crime ocorrido há menos de três meses -, a narrativa se joga nos processos comportamentais dos criminosos, explorando de forma geral as motivações, planejamento e execução: um combo da psicologia criminosa amplamente debatida por parte dos entrevistados.

O fato, por si só, coloca na vitrine da opinião pública o fator segurança em um lugar que é um dos mais frequentados do mundo – algo que chegamos pelas entrelinhas do que vemos. Além desse problema, no exato momento que escrevo esse texto, o Louvre amanheceu com uma greve de funcionários, que reivindicam melhores salários e condições de trabalho. Parece que há muito o que se repensar sobre a administração do museu – que é feita por uma entidade pública chamada Établissement public du musée du Louvre, sob a supervisão do Ministério da Cultura da França.

Crítica | ‘Fuga Fatal’ – FILMAÇO no PRIME VIDEO expõe julgamentos desconfortáveis e um mar de ambiguidade moral

É sempre bom acharmos alguma obra que busca, no sombrio dos atos inconsequentes, reflexões sobre relações próximas marcadas pela falta de oportunidades. Em Fuga Fatal, novo filme disponível no Prime Video, dirigido por Nick Rowland, nos deparamos com uma história cruel em muitos sentidos: um reencontro forçado entre pai e filha, ambos marcados como alvos por uma organização movida à ideologias de intolerância e preconceito. Ao romper camadas através de um estremecido vínculo, a narrativa nos convida para um caminho de tensões e de um amadurecimento precoce.

Nesse forte drama, com altas doses de ação e violência, conhecemos Nathan (Taron Egerton), que, por conta de suas escolhas erradas, passou longos anos na prisão. Quando consegue sair, é perseguido por uma gangue da qual se tornou inimigo durante o encarceramento e logo percebe que sua família também virou alvo. Com a ex-mulher assassinada, ele corre para proteger Polly (Ana Sophia Heger), sua filha, com que teve pouco contato até então. Juntos, os dois embarcam em uma jornada para fugir dos criminosos, enquanto tentam se reaproximar.

Baseado no livro She Rides Shotgun, do autor norte-americano Jordan Harper, o filme lança uma lupa na relação pai e filha sem cair em muitos clichês, apresentando de forma visceral as consequências de escolhas. A construção narrativa é moldada por cenas de alto impacto, que detalham a frieza e remete à julgamentos desconfortáveis, nos quais a ambiguidade moral é despejada na tela através de mais de um personagem. Vamos caminhando até o desfecho com a certeza de que muitas reflexões serão acessadas mesmo após o fim.

E há espaço para uma leitura sobre o amor? Como transmitir o forte vínculo familiar presente em meio um mar de sangue e inconsequências? É em pequenas cenas que o filme constrói seus grandes momentos, tendo a perda da inocência como alicerce. Com as verdades ficando cada vez mais inevitáveis e a necessidade de sobreviver ultrapassando a ingenuidade da idade, a jovem tímida – muito bem interpretada por Ana Sophia Heger – logo vira uma sobrevivente, adaptando-se a uma situação alarmante: aprender a lidar com as consequências das ações provocadas pelo pai.

E esse pai, interpretado pelo competente Taron Egerton, entra em sua jornada de redenção bastante consciente do que provocou àqueles que deveria proteger. O desenvolvimento desse personagem chama bastante a atenção ao colocá-lo em uma condição narrativa fácil de se captar: a de um vilão agindo como herói, em uma complexidade moral que expõe ao público constantes questionamentos sobre suas atitudes.

Fuga Fatal se apresenta mais complexo que parecia. Consegue prender a atenção ao acompanhar de perto personagens intrigantes que avançam para um mar de desconforto e amadurecimento, chegando nos limites frágeis do eticamente questionável e do que é justo ou injusto.

As Minisséries com Grandes Astros de Hollywood que quase NINGUÉM notou…

Para toda série extremamente popular, precisa existir também aquela que quase ninguém notou e menos pessoas ainda viram. Esses são aqueles tipos de programa os quais é necessário que muitas pessoas recomendem e jurem de pés juntos que é bom. Porque são programas que a maioria nunca ouviu falar. E se eu disser que muitas vezes, nem mesmo um elenco de peso estrelando adianta para a sua fama. Em anos recentes, minisséries como ‘O Gambito da Rainha’, ‘Missa da Meia Noite’, ‘Mare of Easttown’, ‘Adolescência’, ‘A Oferta’, ‘Pinguim’ e as novíssimas ‘O Monstro e Mim’ e ‘Spartacus – House of Ashur’ se tornaram incrivelmente populares, com o grande público falando delas até não poder mais. Esse fenômeno é simplesmente inexplicável.

Pode-se dizer que tem a ver com a qualidade, apesar de que: gosto é relativo. Podemos dizer que envolve comoção coletiva. Algo, quem sabe, mais vendável e palatável para o maior número de pessoas. Por outro lado, uma minissérie sobre uma jogadora de xadrez não é a coisa mais empolgante do mundo, mesmo assim dominou a cultura popular durante a pandemia. E por aí vai. É difícil de entender, mas o resultado é mais fácil de ser lido. Ou seja, injustiça ou não, algo sempre fará sucesso e outra coisa não. Assim, nessa nova matéria, separamos para você as minisséries que tinham tudo para ser badaladas, graças ao seu elenco de peso, mas que terminaram longe dos holofotes por não terem sido “abraçadas” pelo grande público como deveriam. Confira.

O Simpatizante

Robert Downey Jr. não é apenas um dos astros mais populares de Hollywood, graças ao seu papel como Homem de Ferro, o qual interpreta desde 2008, mas é também um ator vencedor do Oscar (‘Oppenheimer’) e com uma longa carreira que data desde a década de 1980. Porém, nada disso ajudou para chamar atenção quando Downey decidiu dar tudo de si interpretando não um, não dois, não três, mas quatro personagens distintos na minissérie ‘O Simpatizante’, projeto pensado e realizado pelo sul-coreano Park Chan-wook (‘Oldboy’ e ‘A Criada’). A obra é uma revisão nos bastidores da Guerra do Vietnã. Você já tinha ouvido falar?

Gaslit

Os vencedores do Oscar Julia Roberts e Sean Penn são amigos na vida real e recentemente participaram juntos do programa ‘Actors on Actors’, promovido pela revista Variety, uma das mais respeitadas no meio. O foco eram suas atuações em filmes como ‘Depois da Caçada’ e ‘Uma Batalha Após a Outra’, que podem lhes render prêmios nesta temporada. Voltando alguns anos no passado, a dupla atuava pela primeira e única vez juntos em ‘Gaslit’, uma visão arrojada nos bastidores do escândalo de Watergate durante a década de 1970, que derrubou o presidente americano Nixon. Penn interpreta o procurador-geral do governo Nixon, John Mitchell, debaixo de muita maquiagem, e Roberts vive sua esposa Martha. Mas quase ninguém viu. O motivo? Ninguém tem o streaming da Starz, nem mesmo nos EUA.

Entre Estranhos

Entre Estranhos’ é a prova que nem mesmo um dos maiores jovens astros da atualidade em um programa de um dos streamings mais elogiados por sua qualidade, é sinal de sucesso e popularidade. Afinal, você conhece alguém que assistiu a ‘Entre Estranhos’? O lançamento foi da AppleTV+, que tem no currículo sucessos como ‘Ted Lasso’, ‘Ruptura’ e ‘Silo’, protagonizado por Tom Holland, o Homem-Aranha em pessoa. Completando o elenco principal, a indicada ao Oscar Amanda Seyfried. Esta foi uma tentativa de Holland demonstrar seu talento dramático, interpretando um jovem perturbado psicologicamente, preso após cometer um crime hediondo. O grande público, no entanto, deu de ombros.

A Inglesa

A próxima da lista é Emily Blunt, atriz indicada ao Oscar por ‘Oppenheimer’ e que é um dos maiores nomes de Hollywood na atualidade. A jovem Blunt coleciona sucessos como a franquia ‘Um Lugar Silencioso’, ‘O Diabo Veste Prada’, ‘O Dublê’, e recentemente foi vista no drama ‘The Smashing Machine’. Ano que vem ela estará na nova superprodução de Steven Spielberg e na continuação ‘O Diabo Veste Prada 2’. Certamente Blunt terá uma estatueta do Oscar em seu currículo antes de sua carreira chegar ao fim. Mas nada disso adiantou na hora que a estrela decidiu protagonizar sua primeira minissérie, com ‘A Inglesa’. Nem mesmo o fato de ser uma produção da Amazon Studios, um dos streamings mais populares da atualidade. O mesmo não pode ser dito deste programa do gênero faroeste, sobre a vingança de uma mulher.

The Girl from Plainville

Nos anos 2000, a então pequena Dakota Fanning era a atriz mirim mais talentosa da época. Alguns anos depois, e fomos apresentados para sua irmã mais nova, Elle Fanning. Hoje, as duas são adultas, mas é Elle quem se tornou a representante mais famosa da família Fanning em Hollywood. Não temos dúvida que em breve ela receberá sua indicação ao Oscar. Recentemente ela foi vista no subestimado ‘Predador: Terras Selvagens’. Elle já estrelou na TV também, em duas séries. A mais famosa é ‘The Great’, no qual interpreta a Imperatriz da Rússia, Catharina – a grande – regente entre 1729 e 1796; e durou três temporadas. Por outro lado, ‘The Girl from Plainville‘, sua minissérie baseada em uma história real sobre um crime na era online, não gerou a comoção do público esperada. No programa ela interpreta Michelle Carter, uma jovem que acaba influenciando o namorado a cometer suicídio em 2014. O caso chocou os EUA.

Recomeço

Agora falaremos sobre a vencedora do Oscar Zoe Saldana. Como todos sabem, Saldana se juntou à seleta lista dos vencedores do Oscar este ano, por sua ótima performance no polêmico ‘Emilia Pérez’. Mas Saldana também é a atriz que esteve nos filmes mais rentáveis de todos os tempos no cinema. Isso porque ela é parte do universo de ‘Avatar’, criado por James Cameron, que chega ao seu terceiro filme este ano – em um desempenho de captura de movimento no papel de Neytiri. Mas não apenas isso, ela também é parte do MCU, os filmes Marvel, extremamente rentáveis, no papel da durona Gamora – estrela dos três filmes de ‘Guardiões da Galáxia’ e dos dois últimos ‘Vingadores’. Uma atriz tão famosa chamaria atenção em sua própria série, certo? Bem, em partes. Quando o assunto é ‘Operação Lioness’ sim. Mas em sua minissérie da Netflix, ‘Recomeço’, sobre uma mulher recomeçando sua vida na Itália e descobrindo o amor por lá, Saldana quase não foi notada – e o programa idem.

O Regime

O que falar de Kate Winslet? Outra vencedora do Oscar (‘O Leitor’), a atriz britânica já havia encantado o mundo no fim dos anos 90 ao lado de Leonardo DiCaprio no fenômeno ‘Titanic’ – do mesmo James Cameron. De lá para cá, Winslet se consolidou como uma das melhores intérpretes de sua geração, entregando um trabalho sólido atrás do outro. Além de seu desempenho vencedor do Oscar, a atriz coleciona outras seis indicações ao maior prêmio do cinema em sua carreira. E atualmente também faz parte da franquia ‘Avatar’, em um papel secundário. Até mesmo quando se aventurou na telinha, Winslet chamou atenção em ‘Mare of Easttown’, parceria com a HBO Max. Porém, em sua mais recente parceria com a mesma empresa, o resultado não foi tão memorável assim. A crítica política ‘O Regime’ foi visto por poucos, ao contrário de sua minissérie anterior.

A Mulher no Lago

Aqui tínhamos uma receita de sucesso que não tinha como dar errado. Mas deu. Uma obra baseada em um livro best-seller de uma autora prestigiada. Dois paradigmas sociais distintos, abordados em uma narrativa feminina, sobre a vida de duas mulheres bem diferentes na década de 1960, vivendo na mesma cidade. Uma esposa branca e judia com sonhos de se tornar jornalista. E uma mulher negra, mãe, que trabalha fora em um subemprego na cidade. Fora isso, temos não uma, mas duas vencedoras do Oscar no elenco. Natalie Portman é o nome chamariz aqui, em sua primeira série da carreira. Mas ainda temos Mikey Madison, vencedora do último Oscar, em um papel secundário. Mesmo com todos estes atrativos, a minissérie da Apple mal foi notada. Você conhecia?

A Serpente de Essex

No primeiro item da lista falamos sobre Robert Downey Jr., o maior às da Marvel. Aqui, temos um que poderíamos pôr no top 5 das maiores pratas do MCU. Falamos do Loki em pessoa, Tom Hiddleston. Assim como Downey Jr., a performance de Hiddleston para um personagem considerado secundário, o colocou no primeiro time da casa. Mas nem tudo que o ator participa vira ouro. Isso porque o público parece gostar de vê-lo apenas como Loki. A série do vilão da trapaça se tornou um sucesso de audiência na Disney+, mas a Apple não conseguiu pegar essa casquinha e converter para a sua plataforma na minissérie ‘A Serpente de Essex’. Na trama, Hiddleston vive um pastor se apaixonando por uma viúva, vivida por Claire Danes, na Londres de 1893. Você conhecia?

Extrapolations

Quantos vencedores e indicados ao Oscar você consegue contar nessa minissérie? Vou dar uma ajuda. Que tal sete? Sim, porque nessa antologia que fala sobre o futuro da raça humana e de nosso planeta através das mudanças climáticas versus a tecnologia – temos desfilando em tela nada menos que gente do quilate de Meryl Streep, Marion Cotillard, Edward Norton, Diane Lane, Forest Whitaker, Judd Hirsch e Peter Riegert. Ah, mas ainda sobra espaço para artistas populares do nível de Sienna Miller, Kit Harrington, Tahar Rahim, Gemma Chan e Eiza González. Cada episódio se passa em um ano diferente no futuro, variando de 2037 até 2070, onde vemos a degradação de nosso planeta. Apesar do elenco estelar e do tema importantíssimo, muito menos pessoas prestaram atenção do que deveriam.

10 curiosidades de ‘Velozes e Furiosos 8’, o capítulo mais CAÓTICO da franquia

Lançado em 2017, Velozes e Furiosos 8 ficou conhecido por ter uma produção muito turbulenta. E se tratando dessa franquia, é realmente complicado saber que teve um filme com mais problemas para lidar do que o 7, que viu um dos protagonistas falecer durante a folga em um acidente de carro.

As brigas de bastidores deram alguma dor de cabeça e provocaram um racha em parte do elenco. Pensando nisso, o CinePOP separou dez curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Acabou o amor

Velozes & Furiosos 8 teve uma complicação enorme nos bastidores devido uma infantil disputa de egos entre Vin Diesel e The Rock. De última hora, Vin entendeu que o personagem do amigo estaria ganhando mais destaque na série do que o seu, então decidiu cortar algumas cenas e desenvolvimentos de Luke Hobbs, o que claramente desagradou a The Rock. Revoltado, o ator foi ao Instagram, onde fez um post lavando roupa suja, no qual dizia: “Esta é a minha última semana de filmagens #FastAndFurious8. Não há outra série que faça meu sangue ferver mais do que esta. Uma equipe incrível e trabalhadora. A Universal também tem sido grande parceira. Minhas colegas de elenco são sempre incríveis e eu adoro. Os meus colegas de elenco, no entanto, são uma história diferente. Alguns se comportam como homens honrados e verdadeiros profissionais, enquanto outros não. Os que não fazem são muito covardes para fazer qualquer coisa a respeito de qualquer forma. Bundões. Quando você for assistir este filme no próximo mês de abril e parecer que eu não estou atuando em algumas das cenas, parecendo que meu sangue está fervendo de raiva de verdade – você estará certo. Resumindo, ele vai funcionar muito bem para o filme e se encaixa muito bem nesse personagem Hobbs, que já faz parte do meu DNA. O produtor em mim está feliz com essa parte. Semana final no Fast 8 e vou terminar forte. ;/ #IcemanCometh #F8 #ZeroToleranceForCandyAsses”. A publicação foi apagada.

A treta

Os bastidores desse filme foram polêmica pura. Vin Diesel repetidamente chegava atrasado aos sets de filmagens, deixando seus companheiros de trabalho esperando por horas para fazer as cenas. Por conta disso, praticamente não há cenas entre Toretto e Hobbs. O ‘racha’ ficou insustentável quando Vin descobriu que a Universal deu sinal verde para o spin-off da saga protagonizado por The Rock e Jason Statham: Hobbs & Shaw. O ator teve seu ego ferido e justificou um possível atraso em Velozes & Furiosos 9 para fazer o boicote. A treta entre os dois brucutus, porém, foi resolvida recentemente.

Sem embargo

Por conta dos confrontos políticos e do embargo econômico, Hollywood passou mais de meio século sem filmar em Cuba. No entanto, a Universal conseguiu negociar diretamente com as autoridades cubanas e fizeram breves filmagens na ilha. Essa ação fez dele o primeiro longa de estúdio a ter cenas rodadas por lá desde a década de 1950.

Caos

Para fazer as cenas na ilha, a equipe norte-americana alterou completamente o esquema das ruas de Havana. A rotina de filmagens foi descrita por alguns moradores como caótica, principalmente os motoristas de Cuba, que tiveram de realizar desvios e procurar rotas alternativas. Alguns dos comentários dados à imprensa internacional tinham o teor de reclamação, como: “Eles vieram e tiraram nossa paz”.

Improviso

Um dos pontos altos do filme é a relação entre Hobbs e Shaw. Essa química entre eles veio de uma liberdade criativa maior dada a The Rock e Jason Statham pela direção. O improviso mais famoso do filme é a cena em que Hobbs fala que vai dar um soco tão fundo na boca de Shaw que ele precisará enfiar uma escova na bunda para escovar os dentes. A fala pegou Statham tão desprevenido, que a gargalhada foi inevitável. A direção gostou tanto daquilo que decidiu manter no corte final.

De parar o trânsito

A ideia de Vin Diesel era fechar ruas importantes para gravar o filme. A ideia inicial do ator era ter uma cena importantíssima gravada na principal rodovia de Grande Manila, a capital das Filipinas. Porém, sabendo que seria impossível fechar o país, o governo filipino recusou a participação na franquia.

Nova York mais ou menos

O mesmo aconteceu com a cidade de Nova York, que é palco da sequência de ação final. A ideia de Vin Diesel era fechar as principais pistas da cidade para gravar sua perseguição, o que obviamente não foi possível. Então, eles gravaram algumas cenas em Nova York com o que conseguiram de autorização e simularam NY nas pistas de Atlanta e Cleveland, que não eram tão caóticas quanto a ‘Big Apple’. Foi algo parecido com o que fizeram no Rio de Janeiro. Porém, o Rio contou com as filmagens de algumas estrelas, deixando as cenas de ação para serem recriadas em Porto Rico. Já Nova York praticamente não contou com nenhum ator famoso para não atrasar as filmagens.

Homenagens

Falecido antes do fim das gravações do filme 7, Paul Walker permanece vivo na série, apesar de seu personagem nunca mais ter aparecido desde então. O filme 8 faz questão de mencionar que o Brian está vivendo por aí, longe da vida de crimes, e ainda presta uma homenagem ao personagem quando Toretto decide chamar seu filho de Brian, algo que, segundo o roteirista Chris Morgan, era mais do que natural para um “Homem família” que nem o Dom.

Pontinha

Durante a festa de lançamento de Velozes & Furiosos 7 (2015), em Londres, a incrível Helen Mirren disse em várias entrevistas que adoraria fazer uma participaçãozinha que fosse na franquia. Posteriormente, em alguns Talk Shows, a atriz novamente reforçaria seu interesse em estar na saga de Toretto e sua família. Sabendo dessa ‘cavada’, Vin Diesel pediu que escrevessem uma personagem só para ela, que passou a integrar a franquia já em Velozes & Furiosos 8 e não saiu mais.

Sucesso total

Velozes & Furiosos 8 foi um tapa na cara de quem seguia falando mal da franquia, porque acabou arrecadando impressionantes 1,239 bilhão de dólares. Mais do que isso, foi o 30º filme da história dos EUA a ter bilheteria superior a US$ 1 bilhão.  Com isso, se tornou a segunda maior arrecadação da saga, perdendo apenas para seu antecessor, Velozes & Furiosos 7 (2015), que fez mais de US$ 1,5 bilhão.

Velozes & Furiosos 8 está disponível na Netflix, no Amazon Prime Video e no Telecine.

‘Robocop’, ‘Drácula’ e os Filmes que Completam 11 anos e FRACASSARAM em se Tornar uma Franquia

2014 (1)
2014 (1)

Como sempre frisamos aqui no CinePOP, a palavra de ordem na Hollywood atual é “IP” – ou “Intellectual Property” (Propriedade Intelectual). Esse termo é muito usado hoje para se referir a uma marca registrada de um título. Em resumo, são as famosas franquias. De ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’, até as mais recentes como ‘John Wick’ e ‘Barbie’, sem falar na maior delas: o MCU, as franquias cinematográficas são o que mantém os cinemas funcionando e o público comparecendo nesses tempos pós-pandemia e de domínio dos streamings. A prova disso é o fenômeno que se tornaram ‘Top Gun Maverick’ e ‘Avatar – O Caminho da Água’.

Embora uma franquia pareça ser uma receita de sucesso, criar um produto que o mundo inteiro abrace pode ser mais difícil que o alinhamento dos planetas. Primeiro porque não pode ser algo forçado, é o público quem decide o que irá aprovar ou não. Dessa forma, centenas de produções miradas para serem o mais novo sucesso, terminam se tornando fracasso e parando logo no primeiro exemplar. É justamente sobre essas obras que iremos falar nessa matéria. Abaixo iremos lembrar de 10 filmes que estão completando ONZE ANOS de sua estreia em 2014, planejados para serem uma franquia, mas que não deram muito certo. Confira.

 

Academia de Vampiros

vampiro cinepop
vampiro cinepop

Ainda no universo da fantasia, essa com ares adolescentes, ‘Academia de Vampiros’ foi outro filme baseado em uma série literária que fez muito sucesso com seu público-alvo e conta com mais cinco livros em sua narrativa. A expectativa era que todas essas histórias juvenis sobre uma “escola” para os sugadores de sangue (assim como Harry Potter era sobre uma escola para bruxos) fossem adaptadas para o cinema também, o que poderia ter feito a protagonista Zoey Deutch (filha da icônica Lea Thompson – a Lorraine do clássico ‘De Volta para o Futuro’) uma estrela do nível de Jennifer Lawrence ou Kristen Stewart. Mas o filme não deu certo e parou por aí. Uma nova tentativa em 2022 de transformar a história em uma série também não funcionou.

Hércules

hercules cinepop
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É fácil pensar que ‘Hércules’, blockbuster estrelado por Dwayne Johnson, foi planejado para ser apenas um filme. Mas é só olhar por outro ângulo: que blockbuster hoje é planejado para ser apenas um filme? É claro que se tivesse sido o sucesso esperado, o longa da Paramount em parceria com a MGM, geraria uma continuação e quem sabe até uma terceira parte, transformando as aventuras do herói mitológico em uma franquia. Acontece que com o orçamento infladíssimo de US$100 milhões, ‘Hércules’ recuperou apenas US$72 milhões nos EUA, e US$244 milhões mundiais, falhando em se tornar o novo queridinho da cultura pop como se esperava.

O Sétimo Filho

filho cinepop
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Saímos de uma aventura medieval de fantasia para outra. E se no item acima pode até existir dúvida sobre a intenção do estúdio em planejar uma franquia para o herói ‘Hércules’ (na realidade não existe qualquer dúvida), aqui com ‘O Sétimo Filho’ a intenção de novos filmes era certeza. Acontece que o longa que traz Jeff Bridges e Julianne Moore em lados opostos do bem e do mal, como poderosíssimos feiticeiros, é baseado no livro que Joseph Delaney, que faz parte de uma série com nada menos que doze exemplares a mais. Ou seja, assim como a franquia ‘Harry Potter’, ‘O Sétimo Filho’ era preparado para se tornar o substituto da magia no cinema. Como sabemos, devido ao pobre resultado do longa nas bilheterias e com os críticos, não foi bem assim.

Drácula – A História Nunca Contada

dracula cinepop
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Há 11 anos, os filmes de super-heróis já estavam com tudo. O próprio MCU já estava na ativa fazia seis anos e já tinha 10 filmes em seu currículo. Assim, todo estúdio grande deseja uma fatia desse bolo, até mesmo a Universal Pictures. Mas como a empresa não tinha um super-herói para chamar de seu, a solução foi transformar um personagem clássico de seu acervo em um super-herói. Assim nascia ‘Drácula – A História Nunca Contada’, em que o príncipe das trevas era remodelado para parecer que havia saído de uma HQ nas formas de Luke Evans. Com coprodução da Legendary Pictures, o filme custou US$70 milhões, mas o resultado financeiro, somado às críticas, não permitiram uma planejada continuação.

Need for Speed – O Filme

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Adaptações de videogames finalmente encontraram seu lugar ao sol após um longo período de tentativas, graças ao sucesso de franquias como ‘Sonic’, ‘Super Mario Bros’, ‘The Last of Us’ e ‘Fallout’. Mas voltando 11 anos no tempo, tais obras ainda não possuíam o prestígio de hoje. Assim, ‘Need for Speed’, que contou com nomes como Aaron Paul, Michael Keaton, Dakota Johnson e Rami Malek no elenco, precisou entrar na lista dos filmes do gênero que amargaram fracasso e não tiveram chance de se tornar uma franquia. Por comparação, outro filme baseado em um game de corridas se daria bem melhor quase uma década depois: ‘Gran Turismo’, que ao menos recebeu elogios da crítica e dos fãs.

RoboCop

robocop cinepop
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Essa dói de um jeito diferente para nós brasileiros. Acontece que o remake do clássico ‘Robocop – O Policial do Futuro’, um dos mais icônicos blockbusters dos anos 80, teve o comando de nosso conterrâneo José Padilha, responsável pelos irretocáveis ‘Tropa de Elite’ 1 e 2. E isso não é nenhuma espécie de patriotismo, acontece que o remake é realmente muito legal. É claro que seria impossível competir com a obra-prima de 1987 dirigida por Paul Verhoeven, e Padilha sequer tentou. Como cineasta brilhante que é, resolveu seguir por outro caminho, mais atual e mais em harmonia com os tempos em que vivemos (de militarismo robótico, com drones, e imprensa extremista e sensacionalista). O que era para ter sido o primeiro capítulo de uma nova saga, infelizmente se viu interrompido antes do tempo por falta de fé do estúdio no projeto.

Operação Sombra – Jack Ryan

ryan cinepop
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Aqui temos um caso curioso. A trajetória de um dos maiores heróis da literatura norte-americana, o agente da CIA Jack Ryan (saído dos livros de Tom Clancy), é no mínimo errática no cinema. Isso porque a primeira adaptação para as telonas foi ‘A Caçada ao Outubro Vermelho’, onde Ryan não foi o protagonista (nas formas de Alec Baldwin), mas sim um coadjuvante para o militar russo interpretado por Sean Connery. Dois anos depois, aí sim assumiria o protagonismo nas formas de Harrison Ford em ‘Jogos Patrióticos’ (1992). Ford voltaria ao papel dois anos depois em ‘Perigo Real e Imediato’.

Essa poderia ser uma franquia interessante, mas algo aconteceu no caminho e Ford não voltou para um eventual terceiro filme. A opção da Paramount foi um reboot com um Ryan mais jovem (nas formas de Ben Affleck) em ‘A Soma de Todos os Medos’ (2002). Não deu certo. Mais doze anos e o agente ficaria ainda mais jovem em ‘Operação Sombra’, personificado por Chris Pratt – mais um reboot para iniciar uma nova franquia. Nada feito. Ryan só encontraria redenção nas telinhas, na série da Amazon, vivido por John Krasinski.

Tusk

tusk cinepop
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E até hoje esperamos por ‘Moose Jaws’. Bem, sabemos como alguns filmes podem demorar para ser produzidos, e de acordo com o IMDB, o longa prometido por Kevin Smith está de fato em desenvolvimento. Antes um pouco de contextualização para aqueles que não conhecem essa “trilogia involuntária” do diretor de ‘O Balconista’ e ‘Dogma’. Na década passada, Kevin Smith deixava as comédias um pouco de lado e resolvia investir nos filmes de terror.

O que começou de forma séria e tensa, com ‘Seita Mortal’ (2011), descambou para algo mais exagerado em ‘Tusk – A Transformação’ – um filme onde um podcaster cai nas garras de um insano idoso e é transformado em um leão marinho. Entre todas as bizarrices do filme, dois fatores chamaram atenção: Johnny Depp como o detetive canadense Guy Lapointe; e Lily-Rose Depp e Harley Quinn Smith como as atendentes do mercadinho. Os três voltaram em ‘Yoga Hosers’, de 2016. Mas a “épica” conclusão da saga ainda não saiu do papel.

Operação Big Hero

bighero cinepop
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O interessante destas listas é mesclar todo tipo de gênero cinematográfico, sem ter preconceito com nenhum quando o assunto é entretenimento. Desta forma, agora chegamos até as animações nestes dois últimos itens, gênero muito adorado pelo grande público. E o primeiro deles que não se tornou uma franquia, embora esse fosse o plano há 11 anos, foi ‘Operação Big Hero’. Hoje, você pode até dizer que não é tão difícil acreditar que uma produção Marvel / Disney fracasse e não dê continuidade à sua franquia – como os casos recentes de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, ‘As Marvels’ e ‘Eternos’. Mas há 11 anos, o estúdio estava a pleno vapor e isso era algo impensável.

Bem, mas aconteceu. Você lembra de ‘Operação Big Hero’? Pois bem, essa foi a única animação da parceria Marvel e Disney até hoje, que deveria não apenas ter se tornado uma franquia com novas continuações, como também aberto porta para novos filmes animados nos cinemas. Assim como ‘Guardiões da Galáxia’, a intenção era pegar personagens de quadrinhos B da editora, completamente desconhecidos do grande público, e transformá-los em fenômeno pop. Não deu muito certo, e a ideia foi levada para as telinhas em uma série animada.

As Aventuras de Peabody e Sherman

peabody sherman cinepop
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Finalizando a lista dos filmes de 11 anos atrás que eram planejados como franquias, mas que desandaram, temos agora ‘As Aventuras de Peabody e Sherman’. O mais curioso aqui é que o resultado deste se mostrou um dos mais satisfatórios e divertidos daquele ano, mas como o público não comprou a ideia, terminou minando os planos de uma eventual sequência. Aqui temos a versão moderna de um clássico desenho animado que data da década de 1960.

Na trama, temos as aventuras de dois viajantes do tempo, que vão participando e influenciando eventos históricos pelo mundo. Acontece que um deles é um cachorro super inteligente, o tal Sr. Peabody, e o outro é seu filho adotivo humano. A primeira e única versão para o cinema, no entanto, mesmo produzido pelo mesmo estúdio responsável por sucessos como ‘Shrek’, ‘Como Treinar Seu Dragão’ e ‘Madagascar’, falhou em se tornar uma franquia.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Desde sua concepção em meados dos anos 1990 até sua estreia em 2009, a franquia Avatar tornou-se um fenômeno cinematográfico – um tour-de-force revolucionário da visionária mente de James Cameron. O realizador, conhecido por suas inovações tecnológicas que pincelaram projetos como ‘Aliens, o Resgate’, ‘O Exterminador do Futuro’ e ‘Titanic’, construiu uma mitologia inédita e apoiada nas clássicas incursões da Jornada do Herói, de Joseph Campbell, para nos convidar ao vibrante e expansivo universo de Pandora, conquistando a crítica e o público tanto com o primeiro quanto com o segundo capítulos.

Agora, somos chamados de volta a esse explosivo mundo com o antecipado e ambicioso Avatar: Fogo e Cinzas’: o terceiro capítulo da saga sci-fi de aventura, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de dezembro, segue os passos dos capítulos predecessores ao abrir espaço para novos personagens, expandindo esse macrocosmos com fidelidade imprescindível e, ainda que derrapando em certos equívocos cometidos nos projetos anteriores, alcançando um nível de espetáculo visual que consegue ofuscar os deslizes e trazer alguns elementos originais e mais dramáticos que permeiam os arcos dos personagens que aprendemos a amar com o passar dos anos.

Após os derradeiros eventos de ‘O Caminho da Água’, Cameron se mostra disposto a focar em um lado mais introspectivo dos protagonistas e coadjuvantes, aliando tais incursões a uma preciosidade cinemática que já nos é revelado na primeira sequência. Afinal, o diretor resolveu rodar o longa-metragem em 48 frames-por-segundo, afastando-se do comodismo costumeiro dos 30fps para garantir uma imersão total dos espectadores à Pandora e aos cenários que nos serão introduzidos através de uma epopeia ambientalista e bélica de quase três horas e meia. E, reiterando seu importante status no cenário contemporâneo da sétima arte, o diretor causa um estranhamento proposital que logo dá espaço a uma fluidez artística que irrompe das telonas em um comprometimento inegável e muito envolvente.

Na trama, Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) ainda lidam com a perda do filho mais velho, Neteyam, que foi assassinado pelos humanos em uma poderosa batalha pelo futuro de Pandora. Neytiri, em seu período de luto, canaliza sua frustração e sua crescente raiva para o jovem Spider (Jack Champion), que foi “adotado” por Jake mesmo a contragosto da esposa, por representar toda a destruição e tudo o que os “caras rosadas” representam desde que chegaram para colonizar o planeta; Jake, por sua vez, canaliza seus pesares para seu segundo filho, o impetuoso Lo’ak (Britain Dalton), um jovem guerreiro que também se sente culpado pela morte do irmão e tenta, incansavelmente, provar seu valor para o pai.

Porém, as coisas saem do controle quando a versão avatar do perigoso Coronel Miles Quaritch (Stephen Lang) revela não estar morto, aliando-se às forças humanas para encontrar Jake, derrotá-lo e garantir que os humanos finalmente subjuguem Pandora a seu bel-prazer. E tudo ganha uma dimensão ainda mais problemática quando Kiri (Sigourney Weaver), de alguma forma, se conecta em um âmbito muito mais profundo às forças invisíveis que regem Pandora, transformando Spider em uma espécie de híbrido entre humano e Na’vi que consegue respirar sem o uso de máscaras através de um processo endossimbiótico – que, é claro, chama a atenção de Miles e seus asseclas a fim de recriar essa tecnologia natural no combate contra os nativos.

Como podemos imaginar, Cameron não se desvencilha por completo da narrativa conhecida do universo Avatar para dar continuidade à história, apostando em conflitos internos, intergeracionais e interraciais como um reflexo da sociedade em polvorosa que se mostra mais dividida dia após dia. E, em meio a metáforas claras e quase didáticas, as originalidades vêm com a forma em que o realizador, também responsável pelo roteiro, monta as tramas que se seguirão – com destaque às fortes atuações de um elenco que conta com a presença de Kate Winslet, Bailey Bass e Oona Chaplin (esta encarnando a melhor vilã da franquia até agora, a psicótica Varang, líder do clã vulcânico dos Mangkwan que se alia a Miles para alcançar seus condenáveis objetivos).

Um dos aspectos mais interessantes do filme, para além da cuidadosa e detalhista estética artística, destina-se ao roteiro. Cameron assina a história ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver e, pela primeira vez em quase quinze anos, mostra-se disposto o suficiente para sacrificar personagens em prol de dar continuidade à mitologia e de mostrar que as expectativas estão mais altas do que nunca – recusando-se a fazer isso apenas por comodismo e criando pequenas joias cinematográficas que tornam essas despedidas ainda mais emocionantes. É claro que alguns excessos poderiam ser podados, mas os fãs inveterados dessa franquia irão se divertir com a entrada mais instigante até o momento.

Avatar: Fogo e Cinzas’ é um espetáculo visual sem precedentes e ousa onde consegue, mesmo não conseguindo apostar fichas em uma narrativa totalmente sólida e original que reitere os próximos dois capítulos da saga. Contando com ótimos antagonistas que encontram mais profundidade em seus arcos e com personagens que retornam para uma guerra que se torna cada vez mais sangrenta, a nova iteração é um deleite festivo que cumpre com o que promete.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’ estreia com a MENOR aprovação da franquia no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Avatar: Fogo e Cinzas’ é o terceiro da elogiada franquia sci-fi criada por James Cameron – e as primeiras críticas já foram disponibilizadas.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem estreou com 70% de aprovação dos especialistas internacionais, representando a menor porcentagem da saga. A encargo de comparação, o primeiro filme possui 81% de aprovação, enquanto o segundo possui 76%.

Confira os principais comentários:

“Não é ofensivo. Não é a pior coisa que você verá o ano todo. O que é, é chato. Chato de um jeito que dá sono. Chato o suficiente para te fazer cochilar na cadeira. Chato o suficiente para você pensar na sua lista de compras do supermercado.” – The Nightly

“A atenção aos detalhes é impressionante… Eu me peguei pensando: como eles fazem isso? Mas eu não deveria ter me perguntado isso. Eu deveria ter me perguntado o que aconteceria a seguir”Arizona Republic.

‘Fogo e Cinzas’ é som e fúria, sem significado algum. Ou pelo menos nada de novo e empolgante”THR.

Avatar: Fogo e Cinzas’ termina com algumas pontas soltas na narrativa, mas também em um ponto em que, caso não alcance os bilhões de bilheteria de seus antecessores, há um desfecho suficiente para que a saga chegue ao fim”SciFiNow.

“[O filme] é tão visualmente extraordinário quanto seus antecessores e, embora o filme contenha algumas das fraquezas das produções anteriores, essas deficiências começam a parecer peculiaridades encantadoras em uma série que, de resto, é fascinante”Screen International.

“São ocasiões raras, visto que foram lançados em 2009, 2022 e 2025. E com tanta coisa para lembrar da última vez, eles deveriam mesmo seguir o exemplo das séries policiais e anunciar: ‘anteriormente em Avatar” – Original Cin.

Vale lembrar que ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ estreia nas telonas brasileiras no dia 18 de dezembro.

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.