O reboot do clássico do horror ‘Hellraiser: Renascido do Inferno‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Paramount+.
Na trama, acompanhamos uma jovem mulher que luta contra o vício e se depara com uma antiga caixa de quebra-cabeças, sem saber que seu propósito é convocar os Cenobitas, um grupo de seres sádicos sobrenaturais de outra dimensão.
A versão é uma reimaginação aterrorizante do clássico do horror de Clive Barker, de 1987.
Na trama, uma jovem lutando contra seu vício toma posse de uma antiga caixa, sem saber que o objetivo tem o poder de invocar os Cenobitas, um grupo de seres sobrenaturais e sádicos de outra dimensão.
Jamie Clayton (‘Sense8’) estrelará como a Sacerdotisa do Inferno – versão feminina do vilão Pinhead.
O elenco ainda contará com Odessa A’zion (‘Nashville’), Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Goran Visnjic (‘The Boys’), Drew Starkey (‘Outer Banks’), Adam Faison (‘Into the Dark’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Hiam Abbass (‘Succession’).
O roteiro foi escrito por Ben CollinseLuke Piotrowski, com quem o cineasta já trabalhou no vindouro ‘A Casa Sombria‘.
O projeto está sendo desenvolvido pela produtora Spyglass Media, que também está por trás do novo filme da franquia ‘Pânico‘.
O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sadomasoquista.
Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.
A história começa quando Samuel é encontrado morto na neve do lado de fora do chalé isolado onde morava com sua esposa Sandra, uma escritora alemã, e seu filho Daniel, de 11 anos, com deficiência visual. Uma investigação leva à conclusão de “morte suspeita”: é impossível saber ao certo se ele tirou a própria vida ou foi morto. Sandra é indiciada e acompanhamos seu julgamento que expõe o relacionamento do casal. Entre o julgamento e a vida familiar, as dúvidas pesam sobre a relação da mãe com seu filho.
Eles irão reprisar seus papéis como Beth Dutton e Rip Wheeler, respectivamente.
Taylor Sheridan, criador da série original, está trabalhando no novo derivado.
O site ainda afirma que o novo projeto também deve contar com o retorno de outros rostos conhecidos de ‘Yellowstone‘, e deve servir de sequência direta ao seriado original.
Vale lembrar que o último episódio de ‘Yellowstone‘, intitulado Life is a Promise, irá ao ar no dia 15 de dezembro.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de outubro.
O consenso geral não poupa elogios ao cão protagonista, destacando o excelente uso do conceito não convencional e o impacto emocional de sua narrativa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Parte do terror do filme, especialmente quando chega à sua conclusão devastadora, é testemunhar esse inocente peludo ver seu mundo inteiro desmoronar lentamente ao seu redor, e não ser capaz de compreender o motivo.” (RogerEbert.com)
“O que poderia ter sido facilmente um truque barato, na verdade, resulta em um dos melhores filmes de terror deste ano.” (Indiewire)
“O que mais chama a atenção e dá ao filme seu poder emocional é a lealdade inabalável de Indy ao seu amado dono e sua disposição de fazer praticamente qualquer coisa para protegê-lo.” (The Hollywood Reporter)
“[O diretor] Ben Leonberg cria um retrato pensativo, perturbador e comovente de quão assustador pode ser para um cão quando seu mundo inteiro vira de cabeça para baixo e ele não consegue entender o motivo.” (Bloody Disgusting)
“‘Good Boy’ é um terror assustador e nada convencional, com uma das melhores atuações que vi este ano (de um cachorro, nada menos).” (Film Inquiry)
“Com uma abordagem inovadora e a atuação alucinante de Indy, ‘Good Boy’ é uma das experiências mais únicas do ano.” (ScreenAnarchy)
“Nosso herói canino, Indy, se encontra em uma nova aventura com seu dono humano — e melhor amigo — Todd, deixando a vida na cidade para viver em uma casa de família antiga no campo. Desde o início, duas coisas ficam bem claras: Indy desconfia da velha casa assustadora e sua afeição por Todd é inabalável.
Após se mudar, Indy fica imediatamente incomodado com cantos vazios, rastreia uma presença invisível que só ele consegue ver, percebe avisos fantasmagóricos de um cachorro morto há muito tempo e é assombrado por visões da morte sombria do antigo morador. Quando Todd começa a sucumbir às forças sombrias que rondam a casa, Indy precisa lutar contra uma maldade que pretende arrastar seu amado Todd para a vida após a morte.”
A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.
Dirigido por David Ayer (‘Esquadrão Suicida’), o longa segue um ex-soldado das Forças Especiais e seu cão de combate aposentado, lutando para sobreviver e encontrar o caminho de volta à civilização após um acidente de avião na selvagem e implacável região do Alaska.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de setembro.
Vale lembrar que o primeiro trailer do filme foi exibido exclusivamente durante a CinemaCon 2026.
O vídeo inédito traz Pitt em uma performance impactante como um homem lutando contra Transtorno de Estresse Pós-Traumático (PTSD), mas é o seu cachorro que realmente brilha – protegendo-o contra ursos, lobos e outras feras. O trailer destaca as condições precárias que a dupla terá que enfrentar enquanto atravessam o pico de uma montanha e lidam com corredeiras turbulentas.
Além de estrelar, Pitt também produz a série, por meio da sua produtora Plan B.
Essa é a primeira vez que Pitt trabalha com Ayer em mais de 10 anos. A última parceria da dupla foi em ‘Corações de Ferro’, aclamado drama de 2014 da Sony.
O diretor Chad Stahelski, responsável pela sequência ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘, vai assumir o comando da adaptação da série de quadrinhos ‘Analog‘. A informação foi revelada pelo site The Hollywood Reporter.
Produzido pela Image Comic, as hqs são de autoria de Gerry Duggan e David O’Sullivan. O roteiro será assinado por Ryan Condal. O roteirista é um dos artistas por trás de ‘Rampage: Destruição Total‘.
A adaptação de ‘Analog‘ será conduzida ela produtora de Stahelski e David Leitch, a 87eleven, sob a tutela da Lionsgate.
A oitava e última temporada de ‘Game of Thrones‘ ganhou novas e várias imagens. O material foi compartilhado pela emissora Sky Atlantic, que exibe a produção no Reino Unido.
Em algumas das fotos, é possível ver Daenerys em Winterfell.
Confira:
Confira a duração dos novos episódios:
Episódio 1: 54 minutos – 14 de abril
Episódio 2: 58 minutos – 21 de abril
Episódio 3: 60 minutos – 28 de abril
Episódio 4: 78 minutos – 5 de maio
Episódio 5: 80 minutos – 12 de maio
Episódio 6: 80 minutos – 19 de maio
Recentemente, a revista Entertainment Weekly publicou um belo ensaio fotográfico feito com o elenco principal da série.
Os retratos destacam bem os figurinos dos personagens.
Confira:
A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.
Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.
A conturbada história da cantora Whitney Houston vai ganhar uma nova cinebiografia aprovada por sua própria família, intitulada ‘I Wanna Dance With Somebody‘. A informação foi revelada pelo portal Deadline.
O roteiro será assinado pelo indicado ao Oscar, Anthony McCarten, o mesmo responsável pelos aclamados longas ‘O Destino de Uma Nação‘, ‘A Teoria de Tudo‘ e ‘Dois Papas‘.
A cinebiografia será co-produzida por Pat Houston, cunhada de Whitney, bem como por Clive Davis (produtor musical que descobriu a cantora), McCarten e Lary Mestel e Denis O’Sullivan, da Primary Wave.
‘I Wanna Dance With Somebody‘ é descrito como uma “celebração alegre, emocional e comovente da vida e da música da maior cantora pop de R&B de todos os tempos, acompanhando sua jornada da obscuridade ao estrelato musical. À medida que em será um relato muito franco sobre o preço que o super-estrelato lhe exigiu, a biografia será também uma saga rica e complexa da busca pelo casamento perfeito entre a música, a artista e o seu público e, ao mesmo tempo, a história comovente de uma simples garota de Jersey tentando encontrar o caminho de volta para casa “.
Whitney foi reconhecida internacionalmente como uma das maiores artistas de todos os tempos, devido ao seu talento, legado e, principalmente, à sua voz marcante e lendária. Frequentemente chamada de The Voice (A Voz), a cantora sempre foi comparada à grandes artistas do passado, como Frank Sinatra, Aretha Franklin e Elvis Presley. Houston está entre os 500 Maiores artistas de todos os tempos da Revista Rolling Stone.
A cantora possui sete álbuns de estúdio, quatro trilhas sonoras e cinco coletâneas. Vencedora de sete Grammy Awards, Houston viu sua carreira definhar em virtude do alto consumo de cocaína.
A artista veio a falecer em 2012, em uma banheira de um hotel, em virtude de uma aterosclerose, que causou uma iminente falta de oxigenação para o cérebro e resquícios de cocaína em sua corrente sanguínea, que foram encontrados durante a autópsia – o que comprova que o afogamento foi causado por uma overdose.
A nova série de super-heróis da HBO, intitulada ‘The Nevers’, iniciou sua jornada no último domingo (11).
E sua estreia veio acompanhada de um novo e intenso trailer, que anuncia o mais profundo caos que tomará conta de Londres, ao longo dos próximos episódios.
Confira:
Confira, junto ao trailer:
A produção é exibido todos os domingos, às 22h (BSB), na HBO.
Philippa Goslett entra como showrunner.
A trama acompanha uma gangue de mulheres vitorianas que descobrem ter habilidades incomuns, inimigos implacáveis e uma missão que pode mudar o mundo.
O remake de Meninas Malvadas já está em exibição nos cinemas brasileiros e promete resgatar a essência do clássico original de 2004, trazendo uma nova roupagem musical.
Mas embora o longa tenha boas intenções, a releitura da amada comédia teen não funciona. Descaracterizando as principais protagonistas, a recém-lançada versão peca pelos furos de roteiro, uma montagem mal feita e falta de carisma do novato e desconhecido elenco.
Além disso, a versão musical é muito mais rasa e superficial, com um péssimo desenvolvimento de conflitos, arcos mal elaborados e um desfecho mediano – que embora copiei o original, falha na execução do humor.
Fey, que escreveu e atuou no original, faz uma ponta como a professora de matemática Sra. Norbury, ao lado de Tim Meadows, que retorna como o diretor da escola Sr. Duvall.
Confira os trailers:
Jon Hamm voltará a trabalhar comTina Fey após ‘30 Rock‘. Ele foi confirmado como o Coach Carr na adaptação musical de ‘Meninas Malvadas’. Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.
Os primeiros segundos de Emilia Perez nos colocam dentro de uma ópera, na qual Rita (Zoe Saldana), uma advogada superqualificada, desperdiça seu talento defendendo os caras os quais, pessoalmente, ela gostaria de condenar. Logo o estranhamento musical dá espaço ao maravilhamento por conta da forte canção que nos conta o necessário e é sonoramente aprazível.
Décimo longa de Jacques Audiard, Emilia Perez confronta paradigmas e inverte nosso olhar sobre o submundo do narcotráfico, além de nos encantar em meio a uma dramática história sobre a eterna incompletude e o latente desejo humano. Com uma mistura inusitada e, portanto, com grandes chances de naufragar antes mesmo de zarpar, a obra se reinventa de modo elétrico e nos surpreende a cada sequência.
Segundos após escutarmos uma linda composição sobre injustiça e violência doméstica em cenas entre tribunal e as ruas com barraquinha da capital do México, Emilia Perez parecia caminhar para o habitual discurso de feminista. Jacque Audiard interrompe o musical e insere um suspense vibrante com a proposta audaciosa feita a Rita.
Apesar de colecionar vitórias, a advogada é recompensada com um salário medíocre, então quando o temido chefe do cartel mexicano Juan “Manitas” Del Monte (Karla Sofía Gascón) oferece um trabalho milionàrio, ela não tem como recusar. Primeiro, porque é uma saída da sua mitigada situação financeira e moral no trabalho; segundo, o homem de dentes dourados e tatuagens no pescoço é ameaçador. Contudo, é a originalidade do seu pedido que fascina Rita: o traficante deseja aposentar-se e desaparecer do mundo, mas tornando-se uma mulher como sempre sonhou.
Para apresentar a transição de forma minuciosamente explicada, mas visualmente velada, Jacques Audiard utiliza-se mais uma vez do seus impressionantes números musicais. Os ritmos variam em cada canção, mas todas têm um perfeito encaixe no roteiro, com letras e arranjos engendrados ao ritmo dos personagens. Com a “morte” de Manitas, Rita ocupa-se de encontrar um novo lar para sua esposa Jessie (Selena Gomez) e seus dois filhos na segura e tranquila Lausanne, na Suíça.
Passados quatro anos, Rita está em um jantar de negócios em Londres, quando encontra outra mulher vinda do México. Apresentada como Emilia Perez, a transformação entre a figura medonha do tráfico e a mulher estonteante diante de nós é evidente, e ambos os personagens são vividos por Karla Sofía Gascón de maneira memorável.
Ao colocar uma personagem com tanta camadas em tela, Jacques Audiardnão somente prova a composição de boas personagens para atrizes trans, mas também coloca um verniz reluzente em suas histórias, na qual as lutas de três mulheres são expostas, de modo particular a cada uma delas, natural, vivo e dinâmico. O encontro entre a advogada e o seu cliente não é por acaso. Emília sente falta dos filhos.
Quando pensamos em uma mulher trans, a imaginamos em cima dos palcos e em um caso mal resolvido com um homem, como em Uma Mulher Fantástica(2017), de Sebastián Lelio e Manhãs de Setembro (2021— ), série da Prime Vídeo, de Luís Pinheiro. Já Audiard nos tira do lugar comum e nos coloca em diálogo com a periferia da capital do México e o confronto do personagem com a sua identidade anterior.
Durante anos de sua jornada, Emília foi responsável por desaparecer com os corpos de centenas de testemunhas, como queima de arquivo, porém em sua nova caminhada, ela decide fundar uma associação para buscar pessoas desaparecidas e ajudar familiares e próximos a colocar um ponto final em suas aflitivas buscas. Para isso, Emília busca novamente ajuda a Rita para ajudá-la a colocar o negócio de pé.
Enquanto Rita dedica-se a encontrar sentido na vida através do trabalho, sem tempo para flertes, Jessie vê a oportunidade de reconectar-se ao amor da sua vida Gustavo (Édgar Ramírez) de volta ao México. Após a morte do marido e sua fuga para a Suíça, Jessie deixou para trás um amante cujo segredo jamais ousaria revelar ao temido Manitas.
Ao pensar que Emília é uma prima do falecido, Jessie revela seus segredos e suas decepções com o casamento anterior e aceita toda ajuda para cuidar dos filhos. Do seu lado Emília encontra em Epifania (Adriana Paz), o carinho necessário para completar os seus dias já preenchidos pela presença dos filhos e o trabalho no terceiro setor.
Se nesse momento a música pop preenche o ambiente do filme, é porque ela é a que melhor traduz a mistura de tolice e desejo. Assim como na cena na farmácia de Bela Vingança(2020), de Emerald Fennell, temos Jessie e Gustavo em uma mistura de paixonite e sensualidade, a qual é a responsável por tornar Emilia Perez um musical inesquecível. Os sentimentos de posse, desejo, insatisfação, medo e vingança se entremeiam entre as três mulheres e o destino delas é decidido no meio de muita ação.
Ganhadoras da Palma de Ouro de Melhor Interpretação Feminina em Cannes 2024
Assim como nas suas obras anteriores, Jacques Audiardconstrói narrativas modulares, nas quais o destino dos seus personagens são imprevisíveis, ricos e cheios de nuances até o seu remate. O cineasta francês sempre nos coloca nesse ponto de efervescência próximo à ebulição, como no ganhador da Palma de Ouro Dheepan: O Refúgio(2015), o poderoso O Profeta (2009), e ainda o impactante De Tanto Bater o Meu Coração Parou (2005), com Romain Duris.
Com um elenco afiadíssimo, um surpreendente roteiro a seis mãos — composto também por Thomas Bidegain e Nicolas Livecchi — e canções de tirar o fôlego,Emilia Pereznão apenas se destacou no Festival de Cannes 2024, levando o Prêmio do Júri e o de melhor interpretação feminina para as quatro atrizes principais, como também se consolidou como uma obra ímpar. Misturando narrativa ousada e sensibilidade artística, o longa promete trilhar um caminho brilhante até o Oscar 2025, deixando sua marca como um dos filmes mais audaciosos e memoráveis do ano.
Já sabemos que o vilão Thanos será o foco de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e que seu passado será explorado nos cinemas. Agora, pelo visto, a juventude do mestrão também será retratada, confirma o ator Josh Brolin, explicando que só assim as pessoas vão entender suas motivações.
Em entrevista ao EW, o ator contou:
“Sabemos que Thanos é diferente de sua família. Eles são todos Titãs e todos se parecem muito, mas ele nasceu deformado. Você vê como ele cresceu, e que ele era quase o Quasimodo de seu tempo, ou se você já leu ‘O Perfume’, é um grande paralelo com Thanos. Ele era uma anomalia na infância. Uma aberração. E isso lhe trouxe essa aparente insanidade que veremos nos próximos filmes”
O ator ainda ressaltou que, apesar da aparência bruta, o vilão será de longo o personagem mais inteligente do filme.
Recentemente, em uma reportagem especial para a Entertainment Weekly, Kevin Feige revelou que os planos de Thanos são “geniais ou aterrorizantes“, dependendo de qual lado da guerra você estiver. Sobre suas motivações, Feige disse:
“Ele é de um planeta chamado Titan, que não é mais habitado por coisas que ele pensou que poderia prevenir, e ele não era permitido fazer isso. O que ele mais temia aconteceu, e o planeta, e todo mundo nele, basicamente foram extintos. Ele jurou nunca mais deixar aquilo acontecer novamente. Ele acha que vê o universo sendo destruído. Ele acha que a vida está se espalhando sem controle.”
Parece que eles irão dar uma história de fundo para o vilão, tornando-o mais complexo.
Confira fotos e as 15 capas divulgadas pela revista EW:
A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
A Variety confirmou que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) foi escolhido para dublar Sonic no filme que a Paramount Pictures está desenvolvendo, com Jim Carrey como o vilão Robotnik.
Além disso, ao contrário do que se imaginava, o vilão não será feito com a ajuda de CGI. Carrey confirmou que aparecerá em carne e osso como o antagonista.
“Será em live-action. O personagem é uma mistura de magia e desespero, vocês vão ver!”
O astro Paul Rud também estaria sendo cotado para estrela a adaptação do clássico videogame. A informação foi compartilhada pelo That Hashtag Show.
Segundo o programa, o intérprete de ‘Homem-Formiga‘ deve dar vida a Tom, “um policial que faz amizade com Sonic e que provavelmente se unirá a ele para destruir o malvado Robotnik”.
As filmagens serão iniciadas em julho deste ano, em Atlanta, de acordo com o Omega Underground. A Paramount Pictures anunciou a estreia para 15 de novembro de 2019.
A produção ficará por conta de Tim Miller, o mesmo responsável por ‘Deadpool’, ao lado de Neal H. Moritz. A direção permanece a cargo de Jeff Fowler.
A produção de estreia do icônico Sonic contará com uma narrativa híbrida, que vai mesclar o modelo live action com o uso de animação CGI, aos moldes do que já vimos no clássico ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game Sonic já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo.Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o segundo episódio da segunda temporada de Loki, evite esta matéria, pois ela contém spoilers
Após um primeiro episódio exemplar, Loki continua em sua jornada de redenção pelo MCU com seus amigos da AVT. Porém, nada foi tão divertido neste segundo capítulo quanto poder voltar a ver o lado vilanesco do Deus da Trapaça em uma trama interessante, com uma direção disposta a explorar mais de seus poderes em tela. Até o momento, o público só havia visto o Loki assumir a forma de outros heróis, lançar magia verde genérica e fazer projeções suas por aí. Porém, neste episódio, vemos o aspirante a anti-herói manipular as sombras, usar sua retórica, projetar suas cópias e muito mais. Ele é o ponto central da semana, garantindo um desenvolvimento bem interessante de um personagem que muitos já acreditavam ter mostrado tudo nesses 12 anos dele no Universo Cinematográfico Marvel.
A trama da vez dá prosseguimento ao plano de acabar com Aquele Que Permanece, mas ele precisa encontrar a Sylvie antes para tentar descobrir como ela retornará para a AVT, como visto na viagem para o futuro que o Loki fez no primeiro episódio. Para isso, eles rastreiam os Time Pads dos Caçadores enviados para encontrá-la e acabam indo para na Londres dos anos 70, aonde o Caçador X-5 abandonou seu posto para viver a vida que foi tirada dele quando a AVT o sequestrou.
O easter egg está na parede à esquerda
Por lá, eles descobrem que o agente assumiu o nome de Brad Wolfe, o grande astro da época, e estava prestes a lançar seu novo filme, Zaniac!, já praticamente um sucesso. Vale dizer que Brad Wolfe existe nos quadrinhos da Marvel e trazê-lo para cá nesse episódios foi uma forma interessante de abordar um personagem que jamais ganharia chance nos longas principais da casa. Nas HQs, ele é um personagem dos quadrinhos do Thor e tem um backstory bem bizarro. Após sobreviver a uma infância repleta de violência, trauma e abusos, Brad se torna um ator e aceita protagonizar o filme de terror “Zaniac“, em que ele interpreta um serial killer que só mata mulheres. Durante as filmagens, completamente trajado como o monstro, ele sofre um acidente improvável que termina com uma explosão colossal, que bizarramente o infecta com radiação do Projeto Manhattan, causando mutações em seu DNA. Ele fica sobrenaturalmente forte e ganha a capacidade de projetar lâminas de energia com as mãos.
Ele também acaba sendo possuído por uma entidade infernal e, por estar vestido com a roupa do monstro, acredita ter se tornado o próprio Zaniac. Com isso, ele fica maluquinho das ideias e decide fazer o que o vilão do filme faria: sequestrar e assassinar mulheres. O problema é que ele sequestra justamente uma amiga do Thor, que vai atrás do vilão. Ele leva uma martelada do Thor e vai preso. Um tempo depois, ele seria contratado para matar a Jane Foster e não conseguiria tal feito. Curiosamente, ele seria morto nessa missão e a entidade demoníaca que o possuía deixaria seu corpo na forma de um rato verde horroroso, que aí sim possuiria outro corpo, causando o assassinato de Jane. Porém, o Deus do Trovão se une à AVT, volta no tempo e matam Brad no passado, evitando que ele se tornasse o Zaniac e desse início a esse caos todo.
Durante essa sequência em Londres, vemos uma série de easter eggs daquele estilo “piscou, perdeu”. Como visto nas imagens acima e ao lado, a direção aproveitou esse cenário de realidade alternativa para trazer esses personagens mais obscuros para o MCU.
Além do Zaniac, há uma menção ao Phone Ranger. E, sim, por mais ridículo que possa parecer, esse herói existe nas HQs. Criado nos anos 80, ele é AG Bell, um técnico especializado em telefones que descobre uma misteriosa raça alienígena e começa a estudar sua tecnologia. Com suas análises, Bell consegue decifrar os códigos alienígenas e desenvolve um traje tecnológico capaz de interceptar sinais de telefone e outros meios de comunicação. Ele decide usar esses “poderes” para lutar contra o crime, mesmo que tenha se tornado um dos mais obscuros heróis da Casa das Ideias. O mais engraçado disso tudo é que ele foi citado durante a Guerra Civil como um dos heróis opostos ao registro. Porém, depois de ser preso pelo Homem de Ferro e oHomem-Aranha, ele fecha um acordo e vai trabalhar como T.I. do Governo.
De qualquer forma, ele é oficialmente introduzido no MCU como um personagem de filme existente em uma ramificação temporal. Da mesma forma, nessa sequência, há outro easter egg divertido. Enquanto Mobius e Loki caminham pelas ruas, é possível ver um pôster de um dos filmes do Kingo, de Eternos (2021). Vale lembrar que ele se disfarçou na Terra como um ator de Bollywood, cujos filhos e netos deram continuidade a seu legado cinematográfico. Detalhe, como é virtualmente imortal, os “Kingos” II e III eram o próprio Eterno fingindo ser pessoas diferentes. É uma das poucas menções ao filme desde seu lançamento, já que o longa não foi tão popular quanto se esperava.
Pois bem, encerrada a seção easter egg, esse segmento londrino do episódio reúne tudo o que a série tem de melhor. Loki mostra mais de seus poderes, Mobius transborda carisma e há uma excelente sequência de ação. Sem contar que termina com a prisão do X-5, que nos leva a um dos melhores momentos do Loki no MCU.
Durante o interrogatório, Loki é humilhado pelo X-5, que o define como o grande problema do Multiverso, relembrando como tudo que ele e suas variantes fizeram foi causar dor e tragédias. Mas o interessante desse momento é que não é o Deus da Trapaça quem se descontrola, e sim Mobius, que sempre havia se mantido calmo nessas duas temporadas.
A pressão em cima dele para descobrir quem ele era antes de ser raptado pela AVT foi o gatilho para um ato de destempero do mais diplomático dos agentes. Abordar essa questão por meio de um diálogo sincero entre Mobius e Loki foi um grande acerto. Além de explorar mais do visual divertidíssimo da AVT, agora de sua cantina e seus forninhos de torta, mostrou um lado mais humano de Mobius, que até então era mostrado como um homem seguro de si, com uma estranha obsessão por motos aquáticas. Ao assumir que ele não quer procurar sua vida passada não por medo dela ser terrível, mas por temer que seja ridiculamente boa, o desconcentrando de sua vida atual, Mobius mostra um compromisso fora do normal no MCU. Ele está literalmente abdicando sua própria vida pela missão de garantir o fim do genocídio promovido anteriormente pela AVT.
Também gera uma piada sensacional, em que Loki assume que a Batalha de Nova York, talvez o mais importante evento canônico do MCU, foi um péssimo plano, feito por conta de um ataque de raiva de Deus da Trapaça. Durante essa conversa, eles decidem mudar a abordagem do interrogatório do X-5, trazendo ao público uma literal cena de tortura comandada pelo Loki. Tom Hiddleston dá show de atuação neste episódio, e essa vibe torturador é apenas mais um dos momentos em que ele brilha muito, agregando demais ao personagem.
Correndo em paralelo, há a trama de Ouroboros tentando consertar o Tear do Tempo. Ela destoa do ritmo do episódio, mas o carisma absurdo de Ke Huy Quan consegue lidar bem com essa “interrupção” da busca de Loki. Ela será importante para os próximos episódios porque mostra que o futuro do Multiverso depende de um reconhecimento facial do criador da AVT, Aquele Que Permanece(Jonathan Majors). O problema é que ele foi morto por Sylvie ao fim da primeira temporada. E aí entra a cena pós-créditos de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023). Na série, vemos Loki evitar ao máximo Kang e suas variantes. Entretanto, na pós-créditos, Mobius e Loki estão indo atrás de uma variante do Déspota do Multiverso. Ou seja, eles provavelmente vão atrás da variante que eles consideram mais “sensata” ou menos perigosa para ajudá-los a rebootar o Tear Temporal com a autorização por meio do reconhecimento facial.
Se vale um palpite, a Marvel adora o ditado “Criamos nossos próprios demônios”. Pela sequência caótica desse episódio, que mostra o próprio Loki assumindo ser uma criatura fadada ao fracasso, essa ideia de trazer um Kang para ajudá-los a salvar a AVT, a única barreira entre a Linha do Tempo Sagrada e a Guerra dos Kangs, provavelmente servirá para evitar o fim de todas as realidades, mas também será a causadora desse choque do Multiverso que será pano de fundo dos próximos dois filmes dos Vingadores. Porém, como dito antes, isso não passa de um palpite.
Na reta final do episódio, Sylvie volta de vez para a trama ao ser encontrada por Loki em seu novo emprego no McDonald’s dos anos 80. X-5 os leva até lá, onde os ex-pombinhos se reencontram e o Deus da Mentira tenta convencê-la a voltar com eles. É interessante ver como a direção trabalhou os dois como ex-namorados que ainda nutrem algum tipo de sentimento, cujos destinos foram separados por diferentes ambições na vida. Só que aqui a situação toma um outro rumo porque é o destino de toda a vida nas infinitas realidades que depende deles.
Novamente há de se destacar o trabalho incrível de cenografia e figurino do episódio, porque a reconstrução da lanchonete e os visuais oitentistas são impecáveis. Em cena, Loki e Sylvie esbanjam química, o que acaba refletindo nos poderes deles. Em meio a essa D.R., Mobius descobre que X-5 armou contra eles, porque o plano dos rebeldes da AVT era podar todas as ramificações secretamente. Para isso, os militares bombardearam todas com uma tecnologia modificada da agência. Esse momento encerra o episódio com a Caçadora B-15 se reencontrando com o grupo, claramente abalada. O arco de redenção dos agentes acordados da lavagem cerebral, após anos chacinando trilhões de vidas, incluindo de versões deles mesmos em nome da AVT, promete ser um dos maiores destaques da temporada. E a atuação de Wunmi Mosaku como a B-15 cresce a cada episódio, só precisando ganhar um pouco mais de destaque para brilhar ainda mais.
Agora, com diversas ramificações bombardeadas e com OB precisando do rosto de um Kang para impedir o fim dos mundos, o próximo capítulo já deve estabelecer os novos vilões da série e o plano que provavelmente envolverá encontrar o menos pior dos Kangs.
Em mais um ótimo capítulo, a segunda temporada de Loki segue promissora e já dá indícios de que será muito melhor que a anterior. O destaque vem sendo esse foco maior no núcleo da AVT, que traz mais coesão para a trama. E a tendência agora é realmente só melhorar. Os caminhos traçados para os próximos episódios indicam uma conclusão de ciclo para os personagens queridos e pontes para os próximos projetos, tal qual as produções do MCU antes da Disney apostar nas séries. A boa e velha Marvel que o público aprendeu a amar na última década.
Os novos episódios deLoki estreiam toda quinta noDisney+.
Viver entre os seres humanos traz desafios sociais que, por mais que a gente tente, ouça e busque outros caminhos, eventualmente acaba cometendo o mesmo erro novamente. Parte desse condicionamento à frustração tem a ver com a quantidade de expectativas que depositamos em algo ou alguém, e, quando não alcançamos aquilo que almejamos, o resultado acaba gerando decepção. De uma maneira metafórica e levemente cômica, chega a partir do próximo dia 6 de julho no circuito nacional a nova comédia brasileira, ‘Um Dia Cinco Estrelas’.
Pedro Paulo (Estevam Nabote) só tem olhos para o seu Mozão, um Opala dos anos 70. Apesar de casado com Manuela (Aline Campos), e ser pai de uma filha, é o seu carro que é o seu grande xodó. Acontece que Pedro Paulo está desempregado e sua esposa é quem sustenta a casa. Às vésperas de conseguir uma promoção no emprego, Manu está ansiosa, mas também animada com a chegada de sua sogra, Dona Nilda (Nany People), que veio passar uns dias em sua casa antes de embarcar para Buenos Aires para realizar seu sonho de dançar tango na capital portenha no dia do seu aniversário. Porém, um diluvio destrói o telhado da casa e os planos têm que ser adiados. Para tentar minimizar as frustrações familiares, Pedro Paulo decide trabalhar como motorista de aplicativo, pensando em, assim, arrecadar dinheiro para sustentar sua família. Ele só não imaginava que o seu primeiro dia como motorista seria com passageiros tão surreais…
Estrelando seu primeiro papel como protagonista, o comediante Estevam Nabote constrói um personagem de bom coração e bastante tímido perante a imprevisibilidade do mundo, passando a sensação de que a qualquer momento a vida irá engoli-lo. Neste universo, tem destaque o elenco feminino: Aline Campos está ótima, completamente afastada da figura de mulher fatal na qual sempre a colocavam; bem à vontade com a câmera, Nany People confere o carisma de uma mãe/avó com a qual o espectador espontaneamente cria afeto; em participação especial, Danielle Winits retoma seu papel como mulher histérica, energizando a reta final do filme com requintes de humor trapalhão e exagerado.
O roteiro de Ricky Hiraoka e Cris Wersom é um bocado metafórico e talvez sua intenção não fique clara ao espectador, que irá se deparar com um filme de comédia familiar com ares inocentes bem estilo Sessão da Tarde. Numa camada mais profunda, o espectador poderá enxergar a metáfora da vida através desse motorista de aplicativo: como bem entendemos naquele episódio de ‘Black Mirror’, vivemos numa sociedade que anseia ser qualificada e conseguir as 5 estrelas – qualquer coisa diferente disso gera frustração e descarte. Ao mesmo tempo em que Pedro Paulo quer ser um motorista de qualidade para prover o sustento da família e oferece, para tal, seu grande Mozão (que na prática, é um carro antigo e que não atende aos padrões de uma empresa desse tipo de serviço), é nas relações interpessoais que este herói do cotidiano tenta conseguir suas 5 estrelas – com a esposa, com a mãe, com a filha, com as pessoas que conhece no caminho – por conta das expectativas geradas sobre ele. Generoso, honesto, esforçado e de bom coração, Pedro Paulo é um retrato do trabalhador brasileiro que tenta muito vencer na vida, mas cujo direito às 5 estrelas permanece bem longe de seu caminho.
O diretor Hsu Chien mais uma vez se debruça no grande público brasileiro que lota as salas de cinema com a comédia de riso fácil e entrega um filme com o qual este público vai se identificar, se emocionar e reconhecer objetos, situações e personagens comuns ao seu cotidiano.
Colorido, frenético e bastante humano, ‘Um Dia Cinco Estrelas’ é um filme quem pega metrô espremido e trabalha terceirizado prestando serviços sem direitos trabalhistas. Um retrato, através da comédia, da uberização das relações sociais.
Porém, diversos boatos surgiram recentemente que ambos os filmes culminariam em uma trilogia, concluída com um crossover entre os dois filmes em questão. Agora, uma reportagem da Forbes negou esses rumores e alegou que não há nenhum projeto sendo feito pela DC.
‘Aves de Rapina’ e ‘Batgirl’ não estarão conectados, para aqueles que erroneamente acreditaram nos rumores de que Barbara Gordon teria um arco contínuo em ambos os filmes. E não há nenhum projeto crossover entre ‘Sereias de Gotham’ e ‘Aves de Rapina’, apesar dos inúmeros boatos.
O site Collider confirmou hoje (03) que Isabelle Fuhrman, conhecida por seus papéis em ‘A Órfã’ e ‘Jogos Vorazes’, entrou para o elenco de ‘Escape Room 2’ em um papel ainda não revelado.
Fuhrman se junta aos previamente anunciados Taylor Russell e Logan Miller, os únicos sobreviventes do primeiro filme.
Recentemente, o terror foi adiado novamente e agora chegará nas telonas no dia 30 de novembro.
Mesmo as constantes mudanças, o diretor Adam Robitel deu novos detalhes sobre continuação, comentando que estão enfrentando alguns problemas no roteiro:
“É muito difícil. Nós fizemos fogo, gravidade, gelo, frio, gás… então, precisamos nos superar. Temos algumas coisas muito legais que estamos desenvolvendo, mas é complicado. Nós fizemos coisas grandiosas no primeiro filme, então é mais difícil de superá-las. Como dar ao público o que eles estão esperando de um Escape Room, mas que não seja a mesma coisa que fizemos com o primeiro filme? Estamos tentando lidar com essa questão atualmente.”
Ele completa, “Estamos explorando diversas opções atualmente, brincando com várias ideias.”
A série gira em torno de dois irmãos outrora separados, Wilhelm e Adam Rodman, que se unem para tomar conta de uma cervejaria. Cada um é um gênio da cerveja, mas não poderiam ser mais diferentes no preparado da bebida – e nas personalidades.
Depois de ter comandado o aclamado drama familiar ‘A Despedida’, a diretora e roteirista Lulu Wang já tem seu próximo projeto em mente: ‘Like Father, Like Son’ (via Variety).
Apesar de tero mesmo título e uma narrativa familiar com o clássico filme japonês de 2013, de Hirokazu Kore-eda, Wang garantiu que não fará um remake. Ela entra como produtora ao lado da Focus Features.
A dramaturga Sarah Ruhl ficará responsável pelo roteiro. Detalhes sobre a narrativa ainda não foram revelados.
‘A Despedida’ foi um dos filmes mais bem recebidos do ano passado e rendeu a Awkwafina uma estatueta do Globo de Ouro – tornando-se a primeira atriz americana-asiática a levar o prêmio para casa.
Continuando mais um de nossos especiais de fim de ano para celebrar a representatividade queer na indústria do entretenimento, o CinePOP separou uma lista com as dez melhores séries LGBTQ+ de 2020.
Levamos em consideração todas as minisséries ou temporadas que foram exibidas em TV aberta, a cabo ou em serviços de streaming.
Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual foi a sua favorita:
SEX EDUCATION
‘Sex Education’ quebrou diversos tabus ao estrear ainda em 2019, mas não foi até a sua segunda temporada que alcançaria uma maturidade apaixonante e divertida. A série criada por Laurie Nunn não apenas continuaria investindo em temas necessários da contemporaneidade, mas também abriria mais espaço para a representatividade LGBTQ+, falando sobre relacionamentos homoafetivos, não-binariedade e transsexualidade com naturalidade invejável e preciso.
Anya Taylor-Joy provou mais uma vez sua versatilidade com a minissérie ‘O Gambito da Rainha’, interpretando Beth Harmon, uma calculista e traumatizada enxadrista bissexual que quebrou padrões sociais ao longo de décadas e mais décadas. Aqui, Beth fala sobre o único homem pelo qual se apaixonou, que revela ser gay em meados da produção, além de ter um caso romântico com a sedutora modelo francesa Cleo (Millie Brady).
A MALDIÇÃO DA MANSÃO BLY
‘A Maldição da Mansão Bly’ é uma das histórias de romance gótico mais belas dos últimos anos e construiu com convicção e solidez o conturbado relacionamento entre Dani (Victoria Pedretti) e Jamie (Amelia Eve), que se apaixonaram em meio a acontecimentos estranhos num casarão mal assombrado e que construíram uma vida perfeita da melhor maneira possível. Isso é, até caminharem para um trágico e catártico finale que arrancou lágrimas até dos espectadores mais céticos.
SCHITT’S CREEK
‘Schitt’s Creek’ reviveu o brilho das comédias de situação e se tornou uma das produções favoritas dos telespectadores. Criado por Dan Levy, a série fala de temas como identidade de gênero e orientação sexual ao longo de quebras de expectativas hilárias guiadas por um elenco estelar. Não é surpresa que, neste ano, o show quebrou recordes de premiação e levou para casa nove estatuetas do Emmy – quatro delas nas categorias principais.
EU NUNCA…
A deliciosa e escapista comédia adolescente ‘Eu Nunca…’ se tornou uma sensação de 2020 por sua abordagem livre de estereótipos sobre diversas culturas e temas. Uma dessas linhas narrativas envolveu Fabiola Torres (Lee Rodriguez), uma jovem tímida em conflito consigo mesma que se assumiu lésbica para sua mãe em uma das sequências mais tocantes e verdadeiras do ano.
COM AMOR, VICTOR
A sequência derivada de ‘Com Amor, Simon’ veio inesperadamente e fez um bom trabalho – ainda mais numa época em que precisávamos de produções para passar o tempo. ‘Com Amor, Victor’ é uma dramédia adolescente que gira em torno das preocupações de um jovem acerca de sua sexualidade, ainda mais quando confrontada com a visão tradicionalista de sua família e do prospecto de uma nova escola.
Michaela Coel é um dos proeminentes nomes da televisão contemporânea e, depois de investir seus esforços na subestimada ‘Chewing Gum’, voltou este ano com a potente dramédia ‘I May Destroy You’. Encarnando a protagonista Arabella, Coel fala sobre abuso sexual, machismo e homofobia através de doze belos episódios e personagens complexos e bem representativos.
‘Feel Good’ provavelmente passou longe de seu radar, mas não da nossa lista. Lidando com temas sobre relacionamento amoroso e vício em drogas, a trama é centrada no romance de Mae, uma comediante canadense, e George, uma reprimida mulher inglesa, que se apaixonam em um clube de stand-up. O casal começa a namorar e a mergulhar profundamente em traumas do passado e obstáculos do presente.
‘Ratched’ dividiu os críticos e o público à época de seu lançamento, mas uma coisa não podemos negar: Ryan Murphy sabe como trazer representatividade do melhor jeito possível para as telas. Na série, Sarah Paulson interpreta a icônica enfermeira Mildred Ratched e, ao longo dos episódios, se apaixona pela secretária de campanha Gwendolyn Briggs (Cynthia Nixon), com quem desenvolve uma química envolvente e recheada de reviravoltas.
O drama criminal ‘Hightown’ foi um belo presente da STARZ esse ano e não se conteve em quebrar estereótipos de identidade de gênero e sexo. Aqui, Monica Raymund interpreta de modo irretocável Jackie Quiñones, uma agente do serviço da Marinha lésbica que é viciada em álcool e em drogas. Quando encontra o corpo de uma mulher brutalmente assassinada, ela mergulha em uma perigosa investigação que envolve o crime organizado de Cape Cod e a epidemia local de opioides.
A história é sempre a mesma – Ryan Murphy continua até hoje como um dos realizadores mais prolíficos da contemporaneidade, supervisionando ou comandando diversas produções seriadas e fílmicas desde o longínquo ‘Nip/Tuck’, em 2003. Mas exatamente a que custo?
Afinal, Murphy, conhecido por firmar parceria com diversas emissoras e delinear múltiplos projetos ao mesmo tempo, parece estar reciclando materiais de uma forma mais exaustiva do que o normal. Com talvez a exceção da antologia ‘American Crime Story’ e de ‘Pose’, que continuam apresentando originalidade e emocionantes tramas, as recentes incursões do diretor e roteirista não atingem todo o potencial que prometem. Apenas nos dois últimos anos, tivemos a desequilibrada ‘Ratched’, cuja força veio com a atuação impecável de Sarah Paulson como a enfermeira Mildred Ratched; o exagerado onirismo de ‘Hollywood’, que tentou reconstruir a história do cinema em detrimento da veracidade; e a 9ª ‘American Horror Story’, cuja homenagem ao subgênero slasher a transformou em um aglutinado de narrativas sem sentido que se valeram mais da nostalgia do que de algo sólido.
Agora, nos primeiros meses de 2021, Murphy está pronto para retornar com mais um projeto subsidiário da Netflix, com quem firmou acordo em 2018. A minissérie ‘Halston’, composta por apenas cinco episódios, já vinha demonstrando uma certa repaginação estética de obras similares, mergulhando de cabeça na segunda metade do século passado para explorar a complexa e apaixonante vida do estilista Roy Halston Frowick (aqui interpretado com maestria por Ewan McGregor). Para aqueles que não o conhecem, Halston nasceu em uma pequena cidade de Iowa, nos Estados Unidos, e ascendeu à fama após arquitetar o icônico chapéu pillbox da ex-primeira-dama Jacqueline Kennedy. Centro da indústria da moda dos anos 1970 e 1980, o designer tinha uma influência gigantesca na iconografia e era melhor amigo de nomes como Liza Minnelli, Andy Warhol e Bianca Jagger.
É claro que, levando em consideração as lendárias personalidades que aqui aparecem, o mínimo que se poderia esperar era uma telebiografia competente e que respondesse a algumas questões não apenas do protagonista titular, mas também dos segredos por trás da intrincada engrenagem no cenário fashion. Enquanto nem tudo está perdido, principalmente no tocante à imagética da produção, aos exuberantes figurinos de caxemira e de ultrasuede e ao vibrante retrato da discoteca nova-iorquina, Murphy, isolando-se nos bastidores ao lado de Ian Brennan, Christina Vachon e tantos outros, deixa que Sharr White e Daniel Minahan tomem as rédeas da história e se esqueçam de, no final das contas, criar uma.
Após um interessante início, que explana a infância traumática e abusiva de Halston, os episódios parecem se valer muito do frenesi artístico do que de um enredo que realmente tenha começo, meio e fim. McGregor faz um trabalho excepcional ao incorporar os trejeitos marcantes do estilista, desde sua voz monotônica até seus bordões ácidos e irônicos – algo que também é visto na estupenda encarnação maior-que-a-vida de Krysta Rodriguez como Minnelli, até mesmo na rendição de “Liza with a Z”. Entretanto, performances à parte, White não tem ideia em qual direção deseja seguir – apenas que irá contar a ascensão, a queda e a ressurreição de um dos nomes mais controversos de todos os tempos. E, à medida que a obra se desenrola, novos personagens vão surgindo no horizonte para tornar as tramas ainda mais convulsionais.
É interessante notar de que forma Minahan tenta ao máximo se afastar da obviedade, por mais que respalde em algumas fórmulas dramáticas bastante vistas nas últimas décadas. O ponto mais atraente é, sem sombra de dúvida, a transposição cronológica às inflexões técnicas tanto dos enquadramentos de câmera quanto à fotografia de Tim Ives e William Rexer. O diretor acompanha a evolução (ou in-volução, se assim preferirem) da sociedade, mostrando todas as facetas de Halston através das roupas e de sua martirizada mente criativa, desde os enlaces românticos com os homens de Manhattan, as desavenças com Elsa Peretti (Rebecca Dayan) e Joe Eula (David Pittu) e a conquista de um mundo que, conforme ele mesmo diz, não estava preparado para o tinha a oferecer. A partir daí, nota-se uma afeição contraditória por uma atmosfera documental que aposta até mesmo numa reconstrução analógica ao mesmo tempo que abre espaço para a novelização.
O roteiro, por sua vez, tem como principal objetivo manter o público motivado e instigado por todos os eventos da vida de Halston, nos levando à Batalha de Versalhes com versões dos ilustres Oscar de la Renta e Anne Klein, mostrando o saudosismo narcótico do célebre Studio 54 e até mesmo calcando a tênue linha que separa a haute couture da produção em massa. O problema é que não há quaisquer explicações para a entrada e a saída de diversos coadjuvantes que, de fato, não têm nenhuma importância. O relacionamento de Halston com a magnata do jornalismo da moda ou com a própria mãe é jogado profusamente para aumentar a carga dramática, mas nunca sai da zona de conforto – pelo contrário, traz a personalidade do artista para uma superficialidade condenável. Em uma determinada sequência, há menção a bloqueios emocionais dos quais o estilista precisa se livrar – e ele faz isso com rapidez monumental demais para ser levado a sério.
Investindo esforços em um majestoso visual, ‘Halston’ é familiar demais para representar alguma centelha de novidade nessa bolha de produções originais da Netflix e, eventualmente, nem os mais elegantes vestidos de tafetá e casacos trench coat são suficientes para desviar a atenção das múltiplas falhas que despontam na minissérie.
A era é precedida pelo ovacionado ‘Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano -, e também pelo aclamado ‘Chemtrails Over the Country Club’.
Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack Antonoff e Max Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012.
O drama histórico ‘Vikings’ se tornou uma das séries mais populares e mais bem-sucedidas do History Channel, fornecendo uma visão quase fantástica dos icônicos personagens que habitaram as terras nórdicas do planeta na Idade Média. Com o término da produção na sexta temporada, os fãs se sentiram ansiosos por mais aventuras envolvendo esses valentes guerreiros – e não demorou muito até que a Netflix anunciasse uma série sequência intitulada ‘Vikings: Valhalla’.
Diferente das iterações predecessoras, a derivada é ambientada cem anos depois dos eventos originais e se inicia com os primórdios da derrocada e da ruína dos vikings, enfrentando o crescente domínio cristão que se espalhava pela Europa e que colocava em xeque as crenças politeístas de outrora. Como se não bastasse, a ascensão da Inglaterra como uma das grandes potências mundiais também representou uma enorme ameaça para que os reinos e as províncias vikings se mantivessem vivas por muito tempo, eventualmente tornando-se lendas que acompanhariam diversos estudos de historiadores e reimaginações constantes pelo imaginário popular. E, enquanto ‘Valhalla’ não alcança os mesmos méritos, nos encanta com visuais impecáveis e atuações memoráveis que nos convidam a uma jornada banhada a sangue, traições e reviravoltas.
Como o nome do spin-off premedita, a temporada é o capítulo inicial do último destino de cada viking: Valhalla, que, na mitologia nórdica, é descrito como um majestoso lugar localizado em Asgard, a morada dos deuses, e comandado pelo todo-poderoso Odin. Segundo lendas, metade dos soldados que morrem em combate viajam até lá para se sentarem à grande mesa com Odin, enquanto a outra metade é escolhida pela deusa Freya para passarem a eternidade nos campos de Fólkvangr. É essencialmente esse pensamento que é levado aos oito episódios da iteração, indicando, através de escolhas técnicas sagazes e uma fria melancolia que se apossa dos protagonistas e coadjuvantes, que a guerra irá levá-los para o tão sonhado “éden” uma hora ou outra.
A narrativa acompanha um grupo de vikings groenlandeses que chegam a Kattegat, comunidade localizada em um estreito entre a Dinamarca e a Suécia que funciona como um dos pontos políticos e econômicos de maior importância no mundo nórdico. Leif Erikson (Sam Corlett) e a irmã, Freydis Eiríksdóttir (Frida Gustavsson), desembarcam no porto buscando vingança contra um viking cristão que estuprou Freydis e eternizou o trauma ao cravar uma cruz em suas costas. Entretanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando eles são arrastados para o meio de uma batalha entre os povos guerreiros e a opressora monarquia britânica que organizou um massacre contra eles, como forma de “limpar a terra”. Mas isso não é tudo: há também uma crescente disputa ideológica entre os próprios vikings, que se dividem entre os defensores ferrenhos do cristianismo e do único deus, e os pagãos, que encontram calma na multiplicidade de divindades que habita Asgard.
A princípio, a quantidade excessiva de tramas pode posar como uma faca de dois gumes ao time criativo, abrindo espaço para que os personagens possam ser explorados ad nauseam, mas exigindo um comprometimento em demasia que, por vezes, culmina em um frenético passo para resolver todos os arcos. Felizmente, o showrunnerJeb Stuart sabe como navegar por essas águas traiçoeiras e não deixa que nenhum elemento-chave se perca no caminho, ainda que se valha de algumas repetições (principalmente nas sequências de luta). O resultado é bastante aprazível e segue o padrão clássico de qualquer produção mainstream, tomando o tempo necessário para introduzir os heróis e antagonistas e sabendo o momento certo de nos chocar com alterações bruscas no andamento da obra.
Corlett e Gustavsson fazem um trabalho memorável na temporada, mas não são os únicos a roubar os holofotes: além deles, temos a presença de Leo Suter como o charmoso Harald Sigurdsson, príncipe da Noruega, que se alia aos pagãos e questiona sua fé em prol de salvar aqueles que sempre estiveram ao seu lado; Jóhannes Haukur Jóhannesson como Olaf Haraldsson, meio-irmão de Harald e um ambicioso viking que deseja espalhar suas crenças não se importando com quantos tenha de exterminar para unificar os reinos; Caroline Henderson como uma nova versão de Jarl Haakon, governante de Kattegat; Laura Berlin como a Rainha Emma da Inglaterra e da Normandia, mergulhando em uma performance comedida e impiedosa; e David Oakes como Godwin, astuto braço-direito de quem acreditar que tenha mais poder, mudando de lado a seu bel-prazer para sempre ser protegido pelos vitoriosos.
É claro que as inconsistências históricas existem, mas o objetivo de ‘Valhalla’ não é nos educar com explanações acadêmicas sobre a época dos vikings, e sim expandir uma mitologia que caiu no gosto do público e que, de alguma maneira, dramatiza figuras reais que merecem ser revisitadas. Certos artifícios tangenciam uma substancialidade redundante, como a profunda e retumbante trilha sonora ou a sóbria fotografia, que se vale da paleta de cores azulada dos cenários retratados – entretanto, nenhuma dessas obviedades é forte o suficiente para desviar nossa atenção dos pontos positivos.
O novo capítulo da saga ‘Vikings’ é aprazível em sua completude e já se consagra como uma das melhores do gênero em 2022. Apesar dos deslizes, os capítulos são alicerçados em um elenco estelar que faz o público acreditar em seus problemas e seus valores, comovendo-nos com rendições espetaculares e com uma altiva promessa para um provável futuro.
A Netflixdivulgou recentemente o novo trailer LEGENDADO da vindoura série animada ‘Tekken: Bloodline’.
A produção tem lançamento agendado para o dia 18 de agosto na plataforma de streaming.
Confira:
A trama trará Jin Kazama tentando se vingar de um monstro que destruiu tudo que ele amava. O jovem começa a treinar para ter a força necessária para realizar esse desejo. A estreia ocorre ainda em 2022.
‘Tekken‘ é uma série de jogos de luta iniciada em 1994 nos arcades, que logo depois chegou também ao primeiro PlayStation. A série tem desenvolvimento por parte da Namco, atualmente unida com a Bandai.
No último dia 23 de dezembro, a Netflix lançou em seu catálogo o aguardado mistério cômico ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, de 2019.
Na trama, Daniel Craig retorna em seu segundo caso como o famoso detetive Benoit Blanc, que viaja a uma luxuosa ilha particular grega, mas descobre que o excêntrico dono da propriedade, Miles Bron (Edward Norton), não o convidou. Enquanto Benoit começa a se questionar do motivo de ter sido chamado por uma pessoa misteriosa, este é apenas um dos mistérios que ele deverá desvendar – principalmente quando um dos outros convidados cai morto em plena vista.
A produção se tornou um sucesso gigantesco de crítica, com vários especialistas inclusive caracterizando-a como superior à original, enquanto já quebrou inúmeros recordes de visualização na plataforma de streaming – o que não é nenhuma surpresa, considerando o trabalho impecável de Rian Johnson na direção e no roteiro.
A produção ganha nossa atenção em virtude da condução narrativa e pelo fato de nos guiar em um caminho totalmente diferente do esperado. Como apresentado no enredo, Benoit acredita que Miles seja alvo de uma tentativa de assassinato – uma oportunidade perfeita, visto que cada um dos outros convidados tem motivo de sobra para querer seu fim. Temos Andi (Janelle Monáe), ex-parceira de negócios de Miles, que sofreu um golpe pelo próprio magnata e não pôde reclamar a propriedade intelectual da própria invenção; Claire (Kathryn Hahn), governadora do estado de Connecticut que foi financiada por Miles para concorrer ao senado dos Estados Unidos em troca da aprovação de uma tecnologia duvidosa; Lionel (Leslie Odom Jr.), cientista que foi escalado para tomar conta da companhia do empresário; Birdy (Kate Hudson), uma ex-modelo hedonista e controversa que foi redescoberta e patrocinada por Miles para sair do buraco e se tornar uma designer de moda – e que faz da vida de Peg (Jessica Henwick) um inferno; e Duke (Dave Bautista), um streamer que luta pelos direitos dos homens e é respaldado pela mente predatória de seu apoiador.
Logo, é apenas natural que acreditemos que o alvo do assassino é Miles – e, como já visto em produções similares, sua personalidade odiável não o torna passível de afeição pelos espectadores, mas nos leva a querer ver de que forma o homicídio será resolvido. Qual a nossa surpresa quando, diferente do que imaginávamos, Duke é misteriosamente envenenado, bebendo do copo de Miles e aumentando as suspeitas de Benoit e de todos os outros.
A princípio, os olhos se voltam para Andi. Afinal, ela é a pessoa com mais motivos para querer o fim de Miles. Como já mencionado, ambos eram parceiros, mas Andi se posicionou contra as decisões erráticas do colaborador e o impediu de fazer o que queria – mas não antes de Miles anunciar ao mundo com uma prova aparentemente irrefutável que ele tinha criado tudo do zero e que Andi tinha apenas embarcado como coadjuvante. Entretanto, “há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”, citando uma clássica passagem de ‘Hamlet’, de William Shakespeare.
À medida que a história se desenrola, somos levados a acreditar que esta é apenas mais uma investida qualquer no gênero do mistério. Porém, conforme vimos na obra anterior, as coisas são mais complexas do que aparentam: o foco não é descobrir quem matou Duke e tentou matar Miles, mas sim arrancar a confissão de quem assassinou Andi.
Sim, é isso mesmo: Andi está morta. A personagem que vemos em cena é sua irmã gêmea, Helen (obviamente também interpretada por Monáe), que pede ajuda de Benoit para descobrir o que aconteceu. Afinal, ela recebeu a informação de que Andi se suicidou ao ingerir uma grande quantidade de pílulas soníferas, mas as coisas tomam um caminho mais obscuro quando Helen descobre que a irmã havia encontrado a prova de que Miles era uma farsa e que ela havia sido a responsável pelo império criado. Logo, a dupla une forças para descobrir quem realmente é o culpado.
A notícia do falecimento de Andi não havia vazado para a imprensa até todos se encontrarem na propriedade privada, mas todos os convidados ficaram boquiabertos ao vê-la ali. E, como vemos no terceiro ato da produção, o responsável tanto pela morte de Andi quanto pela morte de Duke foi Miles.
Ao encontrar a prova em questão, Andi enviou um e-mail para Claire, Lionel, Birdy e Duke – mas Lionel vazou a informação para Miles, que foi obrigado a viajar até a residência da ex-colega de profissão, envenená-la e roubar o documento oficial. Duke era o único a tê-lo visto saindo da casa de Andi e, quando a notícia de sua morte ganhou as manchetes mundiais, ele juntou as peças e foi confrontar Miles. O magnata, sabendo da mortal alergia a abacaxi de Duke, utilizou a informação à sua própria vantagem e, temendo ser chantageado por aqueles que controlava como uma marionete, tirou-o do jogo em um piscar de olhos.
É claro que a verdade não ficaria escondida por muito tempo – principalmente com a mente aguçada de Benoit, que resolveu o crime em questão de minutos e depois de engendrar uma atuação aplaudível. E, contrariando as nossas expectativas, a finalização do arco não veio com o final feliz prometido, mas com um ciclo de vingança satisfatório que colocou fim na autoridade tirânica de Miles.
As informações indicam que a atriz dará vida à Cascavel, inicialmente uma personagem vilanesca que fazia parte do grupo conhecido como Sociedade da Serpente – e que, depois, se tornou par romântico do Capitão América.
Além disso, o lutador Seth Rollins também fará parte como um possível membro do mesmo grupo que, além de Cascavel, é formado por: Coral, Rei Cobra, Víbora Assassina, Mamba Negra, Cobra Venenosa, Anaconda, Áspide, Boca de Algodão, Urutu e Crotalus.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
De acordo com o Deadline, a aguardada série ‘Eco’, que funciona como spin-off de ‘Gavião Arqueiro’, será lançada sob um novo selo na Marvel Studios.
As informações indicam que a produção fará parte de uma subcategoria chamada Marvel Spotlight, que conta com uma introdução inédita composta pelo vencedor do Oscar Michael Giacchino. A marca apostará fichas em narrativas solo, ou seja, que não estejam totalmente conectadas com a cronologia do Universo Cinemático Marvel.
Essas séries não terão importância na continuidade do MCU.
O nome da subcategoria vem de uma antologia de quadrinhos introduzida na Marvel em 1971, que trouxe personagens novos que não participariam de números seriados e que não precisariam de um comprometimento total por parte dos leitores.
Lembrando que todos os episódios de ‘Eco’ serão lançados em 10 de janeiro no Disney+.
Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.
No último dia 24 de abril, foi realizada a primeira exibição-teste da aguardada sequência ‘Gladiador 2’, que traz Ridley Scott de volta à cadeira de direção.
O corte exibido foi de impressionantes duas horas e 40 minutos e é descrito como uma crua e envolvente história de vingança, com cenas caracterizadas como “absolutamente insanas” (via World of Reel).
As informações também indicam que os novos personagens são bastante fortes, com destaque à performance sutil e prática de Paul Mescal como Lucius e a Connie Nielsen, que faz um “ótimo trabalho” como Lucilla. Além disso, diversos elogios foram dados a Denzel Washington, ovacionado como “diabolicamente brilhante” em seu papel, a Joseph Quinn (Caracalla) e a Fred Hechinger (Geta) – estes últimos dois descritos como grandes valores de entretenimento ao longa-metragem.
Como se não bastasse, tanto o design de produção quanto os figurinos receberam aplausos, replicando o visual e a atmosfera do título original. As cenas na arena de gladiadores chamaram a atenção dos espectadores – e incluíram tubarões, macacos assassinos, um rinoceronte gigante e ótimas sequências de ação e de luta.
Lembrando que o CinePOP compareceu à última edição da CinemaCon, onde o primeiro trailer (ainda não finalizado) foi exibido
Confira a descrição:
O trailer começa com uma narração do Paul Mescal como Lucius, filho do Maximus (protagonista do primeiro filme, interpretado por Russell Crowe). Sendo um escravo como seu pai, ele luta na arena e precisa enfrentar ameaças inesperadas, como um rinoceronte e até mesmo macacos assassinos – em combates muito mais grandiosos e perigosos do que no longa original.
Denzel Washington é um dos grandes destaques do vídeo, e promete ser uma figura importante na narrativa – manipulando conflitos políticos ao seu favor. Em sua busca pelo poder, ele quer a queda de Roma e pretende usar o personagem do Paul Mescal como um peão em seu jogo.
Pedro Pascal lidera o exército romano em diversas cenas épicas de batalha naval, e o trailer se encerra com uma cena épica entre Pascal e Mescal na arena.
A escala da sequência será maior e mais focada na ação, a arena agora tem macacos assassinos e os Gladiadores também enfrentam tubarões (!). Paul Mescal está incrível e Denzel Washington surge bem diferente. Pedro Pascal rouba a cena. O visual é épico como o original.
Até o momento, tudo o que sabemos sobre a trama, estrelada por Paul Mescal (‘Aftersun’), é que vai contar a história de Lucio, filho de Lucilla (Connie Nielsen), numa batalha contra Roma, após se inspirar nas façanhas de Maximus (Russell Crowe).
A sequência do épico histórico também conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)
O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).
Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.
A sequência está programada para chegar aos cinemas em novembro de 2024.
O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.
Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.
Graham Broadbent e Peter Czernin entram como produtores.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
H.G. Wells é um importante nome da literatura de terror, cujas obras influenciaram e continuam influenciando gerações de romancistas, contistas, cineastas e até mesmo dramaturgos. O escritor britânico foi um dos responsáveis por cimentar o gênero da ficção científica nos vários âmbitos artísticos e sagrou-se como um inovador lendário que deu vida a títulos como ‘O Homem Invisível’, ‘A Ilha do Dr. Moreau’, ‘A Máquina do Tempo’ e inúmeros outros. E, dentre uma gama prolífica de extremo valor, uma de suas incursões mais famosas e prestigiadas é o clássico ‘A Guerra dos Mundos’.
Nome por trás das infinitas narrativas extraterrestres que povoam o imaginário popular, Wells foi homenageado diversas vezes com adaptações de seus escritos, incluindo um drama radiofônico encabeçado por Orson Welles – que causou pânico entre os ouvintes, visto que eles não sabiam que tudo era mera ficção – e uma releitura cinematográfica guiada por Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise. Agora, somos convidados a mais uma recriação dessa atemporal história com ‘A Guerra dos Mundos’, recém-chegado ao catálogo do Prime Video e que traz uma configuração estética diferente das iterações predecessoras.
A trama é centrada em Will Radford (Ice Cube), especialista em vigilância e avaliação de ameaças do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Sofrendo com um trauma profundo que se manteve após a morte da esposa, Will também é um pai superprotetor movido pela necessidade incontrolável de proteger constantemente os filhos, Dave (Henry Hunter Hall) e Faith (Iman Benson), por mais que eles já saibam cuidar de si próprios. Crente de que está fazendo a coisa certa, o especialista em tecnologia vê tudo se desmantelar quando uma estranha chuva de meteoros cai sobre o planeta inteiro, apenas para revelar um ataque em massa de trípodes high-tech alienígenas que desejam alguma coisa.
Não demora muito até que Will, cuja missão anterior incluía encontrar um poderoso hacker conhecido como Disruptor (que havia colocado as mãos em documentos sigilosos do governo), perceba que segredos estão sendo mantidos a sete chaves e que seu chefe, Donald Briggs (Clark Gregg), Diretor do Departamento de Segurança, pode estar conectado com o massacre promovido por extraterrestres poderosos e imparáveis. Munido da ajuda de sua amiga, a Dra. Sandra Salas (Eva Longoria) à medida que é forçado a enfrentar uma dura realidade em relação aos filhos, Will faz de tudo para se tornar um improvável herói e salvar o mundo da extinção iminente.
O revival, como podemos caracterizar o projeto, marca a estreia diretorial de Rich Lee, conhecido por seu trabalho em videoclipes musicais de artistas como Lana Del Rey e Billie Eilish. E, por mais belas que as intenções do cineasta sejam, o resultado é muito aquém do esperado e transforma um projeto que tinha tudo para dar certo em um dos piores longas-metragens da década. Lee não apenas denota sua falta de preparo para comandar uma produção fílmica, como comete deslizes tão amadores que não podemos deixar de imaginar o que teria sido caso o longa tivesse caído nas mãos corretas.
O realizador pega páginas emprestadas de produções como ‘Amizade Desfeita’, ‘Buscando…’ e ‘Host’, filmes de terror e suspense que apresentaram uma nova vertente do found footage ao levar os espectadores para as telas de aparelhos tecnológicos – computadores, tablets, celulares e afins. A estética apresentada em ‘A Guerra dos Mundos’ já nos instiga a querer saber de que maneira o enredo tomará forma, visto que o épico cenário de fundo denota uma expansão imagética. E, enquanto o primeiro ato serve para apresentar os personagens e as subtramas que os unirão, os atos seguintes escalam a uma sucessão de erros crassos e indesculpáveis que se estendem para cada um de seus elementos.
O roteiro assinado por Kenneth A. Golde e Marc Hyman é uma regurgitação sem fim de explicações condescendentes que duvidam da inteligência do público em acompanhar uma trama simplória e batida. Os diálogos sem vida são redundantes e se afogam em uma falsa sensação de sagacidade que não tem consciência da própria estupidez – e que se valem de repetições sem fim e uma imposição mercadológica inexplicável e hilária (por todos os motivos errados). O fato de o elenco estar totalmente desconexo do que se apresenta não ajuda muito: Cube parece congelado em uma expressão ranzinza e exagerada do estereótipo do “paizão”, enquanto Benson e Hall mostram estar cansados demais para ao menos tentar; Longoria, por sua vez, é a única que traz um pouco de ritmo à história ao abraçar Sandra.
Um dos principais problemas do longa emerge por não prestar atenção numa inverossimilhança gritante que aparece tanto nas ocasionalidades irrefreáveis e numa cronologia sem sentido que nem ao menos se vale de recursos óbvios para situar o espectador do que está acontecendo. Os convencionalismos bradam sequência a sequência, tentando resgatar uma gota sequer de originalidade com reviravoltas tão previsíveis quanto seus personagens.
A verdade é que ‘A Guerra dos Mundos’ não justifica sua existência e mais passa a ideia de um grande comercial satírico da Amazon Prime do que um filme. Não há qualquer esforço por parte da equipe criativa e técnica em ao menos construir uma carta de amor a H.G. Wells ou ao sci-fi – e sim um péssimo projeto que não deveria ter recebido sinal verde.
Muito em breve, Mike Flanagan, um dos novos mestres do terror contemporâneo que ganhou destaque com produções como ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘Doutor Sono’ e ‘A Queda da Casa de Usher’, lançará o antecipado remake do clássico ‘Carrie, a Estranha’, inspirado no romance de Stephen King.
O projeto, entretanto, fez com que Flanagan quebrasse uma regra própria de não dirigir sequências ou novas versões de títulos já existentes – e, agora, ele explicou o motivo da decisão.
“Surgiu uma nova possibilidade, algo que pareceu muito oportuno e inovador”, ele disse em entrevista à revista Empire.
“Eu realmente gostei de explorar coisas que ainda não tinham sido feitas e de tentar encontrar novas maneiras de abordá-las”, Flanagan acrescenta. “E eu costumava dizer: ‘sem continuações’”.
Vale lembrar que Flanagan já havia quebrado essa regra ao ler o romance ‘Doutor Sono’, também de King, que funciona como sequência de ‘O Iluminado’: “isso me fez mudar de ideia”, disse ele, referindo-se à adaptação cinematográfica que comandou em 2019.
Lembrando queMike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) já havia confirmado através de seu Instagram que as gravações da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha’ foram encerradas.
Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios. Axelle Carolyn e Kate Siegel também dirigem a série.
Desenvolvida para o Prime Video, a nova versão será estrelada por Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’).
O elenco traz Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.
Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’), Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’), Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle completam o elenco.
Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.
O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.
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