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‘The Crown’: Josh O’Connor leva para casa o prêmio de Melhor Ator em Drama no Emmy 2021!

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Ao lado de Gillian Anderson na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama, de Tobias Menzies em Melhor Ator Coadjuvante em Drama, e de Olivia Colman em Melhor Atriz em DramaJosh O’Connor completou a onda de honrarias e levou para casa o prêmio de Melhor Ator em Drama por sua performance como o Príncipe Charles.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Crown’: Olivia Colman conquista a estatueta de Melhor Atriz em Drama no Emmy 2021!

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Ao lado de Gillian Anderson na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama e de Tobias Menzies em Melhor Ator Coadjuvante em Drama, a icônica Olivia Colman conquistou a estatueta de Melhor Atriz em Drama por seu impecável retrato como a Rainha Elizabeth II.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Halston’: Ewan McGregor leva para casa o prêmio de Melhor Ator em Minissérie no Emmy 2021

Ewan McGregor fez bonito na última cerimônia do Emmy Awards e foi condecorado com o prêmio de Melhor Ator em Minissérie por seu incrível trabalho na produção Halston, criada por Ryan Murphy.

A série foi criada por Ryan Murphy (‘Pose’, ‘Ratched’).

A obra gira em torno do icônico designer de moda Roy Halston Frowick, desde sua ascensão como um dos maiores nomes da indústria iconográfica até sua queda.

O elenco também inclui Rebecca Davan como Elsa Peretti, Krysta Rodriguez como Liza Minelli, Rory Culkin como Joel Schumacher, David Pittu como Joe Eula, Sullivan Jones como Ed Austin e Gian Franco Rodriguez como Victor Hugo.

‘Mare of Easttown’: Kate Winslet leva para casa o Emmy de Melhor Atriz em Minissérie

O aclamado suspense Mare of Easttown chegou ao fim recentemente e foi uma das principais produções relembradas no Emmy Awards 2021.

A lendária atriz Kate Winslet fez bonito no evento e conqusitou a estatueta de Melhor Atriz em Minissérie, acompanhando seus colegas de produção Evan Peters (Melhor Ator Coadjuvante) e Julianne Nicholson (Melhor Atriz Coadjuvante).

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

MERECIDÍSSIMO! Michaela Coel conquista o Emmy de Melhor Roteiro em Minissérie por ‘I May Destroy You’

Depois de ter feito a limpa no BAFTAMichaela Coel foi uma das grandes vencedoras do Emmy Awards 2021 e levou para casa o prêmio de Melhor Roteiro em Minissérie por seu incrível trabalho em I May Destroy You.

A produção também concorre na categoria de Melhor Série Limitada.

Uma escritora, Arabella, e seu grupo de amigos tenta lidar com o trabalho, a rotina e os relacionamentos cada vez mais descartáveis na era de encontros marcados online.

Além de Coel, o elenco conta com Weruche Opia, Paapa Essiedu, Aml Ameen, Adam James, Sarah Niles, Ann Akin, Harriet Webb, Ellie James, Franc Ashman, Karan Gill, Natalie Walter e Samson Ajewole.

‘O Gambito da Rainha’ ganha o prêmio de Melhor Direção em Minissérie no Emmy Award

O Gambito da Rainha tornou-se uma das melhores produções originais da Netflix da última década e continua colhendo frutos.

Na cerimônia de premiação do Emmy Awards 2021Scott Frank conquistou a estatueta de Melhor Direção em Minissérie por seu incrível trabalho.

Lembrando que a obra ainda concorre em outras categorias: Anya Taylor-Joy é a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz em Série Limitada para casa por sua incrível performance como Beth Harmon, enquanto o show em si tem chances de levar para casa o prêmio de Melhor Minissérie.

A série é baseada no romance homônimo de Walter Trevis, lançado em 1983.

O que fazer quando tudo o que resta é a vitória? ‘O Gambito da Rainha‘ retrata a ascensão de uma jovem prodígio do xadrez, do orfanato à fama. Mas a genialidade tem seu preço.

Anya Taylor-Joy (Os Novos MutantesFragmentado) estrela a produção. Bill CampMarielle HellerThomas Brodie-SangsterMoses IngramHarry Melling e outros completam o elenco.

‘RuPaul’s Drag Race’ conquista o Emmy Award de Melhor Série de Competição!

A 13ª temporada de RuPaul’s Drag Race’ continuou sua onda de condecorações e, na última edição do Emmy Awards, levou para casa o prêmio de Melhor Série de Competição.

Vale lembrar que RuPaul também conquistou a estatueta de Melhor Apresentador de Reality Show.

DenaliElliott with 2 TsGottmilkJoey JayKahmora HallKandy MuseLaLa RiOlivia LuxRoséSymoneTamisha Iman, Tina BurnerUtica Queen participaram da mais recente temporada. Symone foi coroada a vencedora.

‘Ted Lasso’: Jason Sudeikis conquista a estatueta de Melhor Ator em Série de Comédia no Emmy 2021!

A aclamada comédia Ted Lasso, da Apple TV+, continua a coletar prêmios e mais prêmios e, no Emmy Awards 2021, isso não seria diferente.

Além de Hannah Waddingham ter conquistado o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia e de Brett Goldstein ter ganhado a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia, o incrível Jason Sudeikis foi condecorado na categoria de Melhor Ator em Série de Comédia.

A produção foi criada por Bill Lawrence, Jason SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.

MERECIDO! Jean Smart leva o Emmy de Melhor Atriz em Série de Comédia por ‘Hacks’

A lendária atriz Jean Smart conquistou o merecido prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia por seu impecável trabalho como Deborah Vance em Hacks.

A produção também conquistou as estatuetas de Melhor Roteiro Melhor Direção em Série de Comédia.

A produção acompanha Deborah Vance, uma comediante stand up em decadência, que se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet para lhe escrever novas piadas. Mas as duas se odeiam à primeira vista. Entretanto, o desprezo de uma pela outra logo acaba se revelando como sendo o ingrediente ideal para uma boa parceria.

Jean Smart, Hannah Einbinder, Carl Clemons-Hopkins, Paul W. Downs e Christopher McDonald estrelam a produção.

Hacks‘ foi criada por Jen Statsky, Aniello e Downs.

Lucia Aniello leva para casa o Emmy de Melhor Direção em Comédia pela série ‘Hacks’!

Pouco depois de ter conquistado o prêmio de Melhor Roteiro em Série de Comédia no Emmy Awards 2021, a aclamada produção Hacks garantiu a Lucia Aniello a estatueta de Melhor Direção por seu impecável trabalho.

A produção acompanha Deborah Vance, uma comediante stand up em decadência, que se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet para lhe escrever novas piadas. Mas as duas se odeiam à primeira vista. Entretanto, o desprezo de uma pela outra logo acaba se revelando como sendo o ingrediente ideal para uma boa parceria.

Jean Smart, Hannah Einbinder, Carl Clemons-Hopkins, Paul W. Downs e Christopher McDonald estrelam a produção.

Hacks‘ foi criada por Jen Statsky, Aniello e Downs.

‘Hacks’: Aclamada série conquista o Emmy de Melhor Roteiro em Comédia!

A aclamada série de comédia dramática estrelada por Jean Smart, intitulada ‘Hacks‘, surpreendeu a todos no Emmy Awards 2021 ao conquistar o prêmio de Melhor Roteiro em Série de Comédia.

A produção acompanha Deborah Vance, uma comediante stand up em decadência, que se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet para lhe escrever novas piadas. Mas as duas se odeiam à primeira vista. Entretanto, o desprezo de uma pela outra logo acaba se revelando como sendo o ingrediente ideal para uma boa parceria.

Hannah Einbinder, Carl Clemons-Hopkins, Paul W. Downs e Christopher McDonald também estrelam a produção.

Hacks‘ foi criada por Jen Statsky, Lucia Aniello e Paul W. Downs.

‘The Crown’: Tobias Menzies leva o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Drama no Emmy 2021!

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Ao lado de Gillian Anderson na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em DramaTobias Menzies levou para casa o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Drama por seu papel como Príncipe Phillip na produção.

Lembrando que a produção ainda concorre em diversas outras categorias, incluindo Melhor Série – DramaMelhor Atriz para Olivia ColmanEmma Corrin Melhor Ator para Josh O’Connor.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Crown’: Gillian Anderson conquista o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama no Emmy 2021!

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Além de Peter Morgan ter conquistado a estatueta de Melhor Roteiro em Série de Drama e de Jessica Hobbs também foi condecorada com o prêmio na categoria de Melhor Direção, a maravilhosa Gillian Anderson levou para casa merecidamente o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel como Margaret Thatcher.

Lembrando que a produção ainda concorre em diversas outras categorias, incluindo Melhor Série – DramaMelhor Atriz para Olivia ColmanEmma CorrinMelhor Ator para Josh O’Connor Melhor Ator Coadjuvante para Tobias Menzies.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Crown’: 4ª temporada também leva para casa o Emmy de Melhor Direção em Série de Drama

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Além de Peter Morgan ter conquistado a estatueta de Melhor Roteiro em Série de DramaJessica Hobbs também foi condecorada com o prêmio na categoria de Melhor Direção.

Lembrando que a produção ainda concorre em diversas outras categorias, incluindo Melhor Série – DramaMelhor Atriz para Olivia ColmanEmma CorrinMelhor Ator para Josh O’ConnorMelhor Ator Coadjuvante para Tobias Menzies Melhor Atriz Coadjuvante para Gillian AndersonHelena Bonham CarterEmerald Fennell.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Crown’: 4ª temporada conquista o Emmy de Melhor Roteiro em Série de Drama

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Peter Morgan, criador da série, conquistou a estatueta de Melhor Roteiro em Série de Drama por seu incrível trabalho na recente iteração.

Lembrando que a produção ainda concorre em diversas outras categorias, incluindo Melhor Série – DramaMelhor Atriz para Olivia ColmanEmma CorrinMelhor Ator para Josh O’ConnorMelhor Ator Coadjuvante para Tobias Menzies Melhor Atriz Coadjuvante para Gillian AndersonHelena Bonham CarterEmerald Fennell.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Mare of Easttown’: Evan Peters leva para casa o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie

O aclamado suspense Mare of Easttown chegou ao fim recentemente e foi uma das principais produções relembradas no Emmy Awards 2021.

Na cerimônia de anúncio dos vencedores, a série levou mais uma estatueta, dessa vez para Evan Peters em Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie.

Lembrando que o show também concorre a Melhor Série Limitada e Melhor Atriz em Série Limitada para Kate Winslet.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

‘Mare of Easttown’: Julianne Nicholson conquista o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie

O aclamado suspense Mare of Easttown chegou ao fim recentemente e foi uma das principais produções relembradas no Emmy Awards 2021.

Na cerimônia de anúncio dos vencedores, a série já conquistou uma estatueta: Julianne Nicholson levou para casa o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie por seu incrível trabalho.

Lembrando que o show também concorre a Melhor Série LimitadaMelhor Atriz em Série Limitada para Kate Winslet Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada para Evan Peters.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

‘Ted Lasso’: Brett Goldstein conquista a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante no Emmy 2021!

A aclamada comédia Ted Lasso, da Apple TV+, continua a coletar prêmios e mais prêmios e, no Emmy Awards 2021, já levou mais dois

Além de Hannah Waddingham ter conquistado o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de ComédiaBrett Goldstein também ganhou a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia.

A produção foi criada por Bill Lawrence, Jason SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.

‘Ted Lasso’: Hannah Waddingham leva para casa o Emmy 2021 de Melhor Atriz Coadjuvante!

A aclamada comédia Ted Lasso, da Apple TV+, se tornou uma das produções mais elogiadas dos últimos anos e vem conquistando mais prêmios mês após mês.

Na cerimônia de vencedores do Emmy Awards 2021Hannah Waddingham conquistou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu incrível trabalho.

A produção foi criada por Bill Lawrence, Jason SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.

‘Thelma & Louise’, ‘Tomates Verdes Fritos’ e a mudança nos 30 anos de empoderamento feminino em Hollywood

É inegável que nossa sociedade mundial evoluiu muito nas últimas décadas. E conforme cada grande salto de tal reajuste chegam também as enormes barreiras criadas por aqueles que acreditam que antes tudo era melhor. Mudar é difícil e os privilegiados nunca querem abrir mão de seu status hierárquico. O que vemos na verdade, porém, é apenas uma transformação positiva que tende a igualar a todos dentro de um sistema social. É claro que muita coisa ainda precisa mudar para se chegar num patamar de igualdade. Ao olharmos 30 anos no passado, por exemplo, já podíamos notar as rodas evolutivas em movimento, dando a partida do que temos hoje.

Por isso a história é tão importante. Serve, dentre inúmeras outras coisas, como parâmetro para notarmos como éramos, como evoluímos e notar que estamos andando na direção certa. E nesse sentido o cinema é uma ferramenta importantíssima. Embora alguns só o percebam como forma de entretenimento, mesmo nos filmes mais escapistas podemos fazer uma análise social, de como vivíamos e nos comportávamos no passado; o que era aceitável, o que mudou e o que é visto com muita reprovação com os olhos de hoje.

Especificamente nesta nova matéria iremos abordar o tópico do empoderamento feminino, um assunto ainda muito debatido atualmente. Cada vez mais filmes visam dar espaço ao protagonismo feminino, afinal o lugar da mulher na sociedade evoluiu muito desde a década de 1960 e corre a patamares inalcançáveis anteriormente. Em Hollywood, por exemplo, discute-se muito os bons papeis femininos, que não sejam apenas coadjuvantes dos homens ou que não dependam deles para fazer girar sua narrativa. Fora isso, não existe mais um gênero onde a mulher não possa protagonizar, e desde os anos 90 a mulher invadiu até mesmo os faroestes – gênero tipicamente considerado masculino: em produções como Rápida e Mortal (1995) e Quatro Mulheres e um Destino (1994), por exemplo.

Aqui voltaremos justamente para a década de 1990, mas para seu início, em 1991, há trinta anos no passado, para dar uma olhada em duas produções que visavam discutir a mulher em nossa sociedade de diferentes formas em diferentes gêneros.

É claro que não poderíamos começar de outra forma. Presente no acervo do Telecine Play, Thelma & Louise é considerado um dos grandes marcos do movimento feminista moderno na sétima arte. Comemorando seu trigésimo aniversário em 2021, é curioso notar como o longa estava à frente de seu tempo, permanecendo ainda muito atual hoje. Dirigido por Ridley Scott, que marcava seu nome na ficção científica então (com Alien – O Oitavo Passageiro e Blade Runner – O Caçador de Androides), o drama feminino era um ponto fora na curva para o cineasta – que originalmente iria apenas produzir o material. O coração do filme, no entanto, é o roteiro escrito por uma mulher, a roteirista Callie Khouri, que levou o Oscar por seu trabalho (o único que o filme receberia, num total de seis indicações).

Selfie antes da selfie existir. Louise (Susan Sarandon) e Thelma (Geena Davis) foram pioneiras em muitos aspectos.

Eu sei que se fosse feito hoje, teríamos uma mulher dirigindo o longa, mas na época o número de cineastas mulheres com as portas abertas pelos grandes estúdios (como a MGM aqui) para comandar produções deste tipo era bastante reduzido. Se hoje os números não são vastos, imagine há trinta anos. De qualquer forma, esse é um dos percalços que já podemos notar num filme feminista de trinta anos atrás: ele tinha que ser dirigido por um homem! Como dito, porém, o que conta mesmo aqui é a história e a mensagem por trás dela. Numa sociedade machista do sul dos EUA, duas mulheres planejam um fim de semana juntas para escapar de suas rotinas opressoras. Louise é uma garçonete do típico diner norte-americano e Thelma é uma dona de casa solenemente maltratada por seu marido traste.

A pose icônica da dupla de bad girls e bad asses. É muito woman power.

Visando respirar um pouco, as duas caem na estrada, mas já na primeira noite são colocadas à prova. Tudo por motivo de arcaicos ditados como “você procurou”, “não soube se comportar”. Três anos antes, Acusados (1988), com Jodie Foster, narrava sobre uma jovem estuprada em um bar. Aqui, algo semelhante ocorre quando Thelma, animada num bar, bebe umas e outras, aceita dançar com um aparente cavalheiro simpático e termina arrastada para fora do estabelecimento por ele. No estacionamento o sujeito se mostra um cafajeste, se força sobre ela e quando a mulher diz não, o filme mostra que há trinta anos não existia o hoje famoso e necessário “não é não”. Pronto a estupra-la, Thelma consegue no último minuto ser resgatada por Louise, mas termina no calor do momento (e muito sangue nos olhos) por matar o infeliz. Legítima defesa, é claro. Mas há trinta anos e no Texas, como as duas apontam, receberiam a pena de morte pois todos no bar testemunhariam que ela “estava pedindo”. Agora cabe a dupla fugir até que possam colocar essa história a limpo. O desfecho, no entanto, que chamou muita atenção em seu lançamento devido ao impacto, se tornando uma das cenas mais memoráveis dos últimos trinta anos no cinema, hoje pode atestar negativamente para o discurso. Ou seja, a única forma de uma mulher escapar ilesa da lei após ter sido abusada é a morte.

Thelma & Louise, é claro, foram imortalizadas por Geena Davis e Susan Sarandon, respectivamente. Ambas foram indicadas ao Oscar e fica difícil imaginarmos outras atrizes no papel. No entanto, algumas outras estrelas de Hollywood quase ficaram com as personagens antes da dupla. De começo, Meryl Streep e Goldie Hawn, que procuraram um projeto para estrelarem juntas, chegaram perto de fazer o filme, mas terminaram optando por algo mais leve e seguiram para a comédia A Morte Lhe Cai Bem (1992) no ano seguinte. Em outro momento, os produtores queriam Streep ao lado de Cher protagonizando – mas as duas recusaram.

Curiosamente, a autora do roteiro Callie Khouri visualizou Holly Hunter (O Piano) e Frances McDormand (Fargo) como a dupla protagonista. Mas quem assinou contrato para estrelar mesmo foram Michelle Pfeiffer e Jodie Foster. Já imaginaram como seria o filme com estas duas? Como a demora foi grande para o início da produção – ambas desistiram do projeto, mesmo tendo sido Pfeiffer que sugeriu que Scott dirigisse o longa além de produzir. Foster seguiu para O Silêncio dos Inocentes no mesmo ano (e levou o Oscar de protagonista) e Pfeiffer, é claro, desempenharia seu papel mais icônico, o da Mulher Gato em Batman, O Retorno (1992).

“Eu sou a Thelma dela & ela é a minha Louise”. “Ela é a minha Thelma & e eu sou a Louise dela”. Geena Davis e Susan Sarandon celebram o agora clássico.

Thelma & Louise estreou no prestigiado festival de Cannes em maio de 1991, e se tornou um dos filmes mais populares da época. Em dezembro do mesmo ano, outro filme viria a fazer coro com ele. Trata-se de Tomates Verdes Fritos, adaptação de um famoso best-seller do período, presente no acervo atual da Amazon Prime Video. A história também traz como foco a amizade entre mulheres, se apoiando e lutando para escapar das amarras sociais de uma cultura patriarcal e machista. Narrativamente construída em duas épocas distintas, a trama apresenta quatro mulheres como protagonistas, duas em cada linha temporal. Diferente de Thelma & Louise, Tomates Verdes Fritos não é tão moderno e dinâmico, ao menos na forma como o longa foi filmado e montado, fazendo uso basicamente do drama, ao contrário do filme de Ridley Scott que também aposta na ação, no suspense e numa narrativa policial.

Um elenco feminino de peso, de gerações distintas, protagoniza ‘Tomates Verdes Fritos’.

A história principal de Tomates Verdes Fritos se passa na década de 1980, e é estrelada por Kathy Bates, que então acabara de ganhar um Oscar de protagonista por Louca Obsessão – um dos melhores thrillers dos anos 90, baseado em Stephen King. Aqui, ela vive uma personagem muito diferente, a subjugada Evelyn Couch (Sofá em inglês). Esposa rechonchuda de um sujeito rechonchudo, Evelyn vive à sombra como a típica dona de casa da época. Em uma visita à uma casa de repouso com o marido, ela termina por conhecer a idosa Ninny, papel da saudosa veterana Jessica Tandy – vencedora do Oscar no ano anterior por Conduzindo Miss Daisy. A relação entre Evelyn e Ninny será complementar e irá mudar a vida das duas. Ninny aproveita a companhia de Evelyn no local, a cada nova visita podendo relembrar o passado e lhe contar um pouco de sua história de vida. Essa recordação irá inspirar e motivar Evelyn, que usará em sua própria vida muito do que lhe é apresentado nos contos da velha senhora.

Ninny a narra em especial a relação entre a independente Idgie (papel da it girl dos anos 80 Mary Stuart Masterson) e a donzela Ruth (Mary-Louise Parker). Donas de personalidades e vivências diferentes, as duas criarão um forte laço de amizade, cujo subtexto pode ser lido para além disso, numa relação amorosa mais intensa e não muito vocalizada na época. Idgie sempre foi a “moleca”, uma menina travessa que se comportava como um menino e isso gerou toda a sua independência. Forte e decidida, ela assume na década de 1920 uma postura vista como inadequada para os padrões das mulheres naquele período. Já Ruth se encontra mais presa dentro de tal estrutura, sendo uma mulher “enlatada” do período. Ela inclusive se casa, como era esperado, e sofre abuso doméstico – num dos discursos mais fervorosos do filme.

A relação entre Idgie (Mary Stuart Masterson, acima) e Ruth (Mary-Louise Parker, abaixo) é um dos fortes subtextos de ‘Tomates Verdes Fritos’.

Como o laço intenso já havia se desenvolvido entre as duas, Idgie a resgata da vida de sofrimento para a liberdade ao seu lado. As duas abrem um restaurante e começam a servir, entre outras coisas, o tal tomate verde frito do título, no local. A relação amorosa entre as duas fica apenas subliminarmente pincelada para quem quiser ler nas entrelinhas. No período do lançamento provavelmente passou batido pela maioria. Hoje, com a percepção mais ativa neste sentido, é impossível não notar o elo formado por essas mulheres. Diferente do que temos em Thelma & Louise, por exemplo. A personagem Idgie, embora receba propostas de homens, deixa bem clara sua recusa. Ela só tem olhos para Ruth. Falar de um tema como este, de uma relação lésbica abertamente no cinema de grande público (num lançamento de um grande estúdio como a Universal) era um tabu, e a forma como os realizadores encontraram para dar seu recado foi esta – muito mais induzida do que explícita, porém, a eficiência e impacto consegue ser melhor assimilado do que muitas histórias atuais onde só temos o apelo visual sem qualquer ressonância narrativa.

Jovens atrizes, Masterson e Parker mostram maturidade em seus papeis desafiadores.

Assim como Thelma & Louise, em Tomates Verdes Fritos temos uma história muito feminina, escrita por mulheres. O livro em que é baseado tem autoria de Fannie Flagg, e o roteiro foi adaptado por Carol Sobieski, nome quente na indústria, falecida infelizmente aos 51 anos de idade em 1990, sem ver a estreia de um de seus trabalhos mais populares. Mas também teve o comando de um homem, o diretor Jon Avnet – conhecido produtor em sua estreia como realizador. Tomates Verdes Fritos recebeu duas indicações ao Oscar no mesmo ano de Thelma & Louise: melhor atriz coadjuvante para Jessica Tandy e melhor roteiro adaptado (de forma póstuma) para Sobieski.

Com ambos os filmes disponíveis atualmente em plataformas de streaming populares, este é o momento ideal de revisitarmos essas produções icônicas e muito femininas da sétima arte em seu trigésimo aniversário – seja dando uma nova olhada ou desbravando-os pela primeira vez. Uma coisa é certa, ambos surgem como boa fonte de estudo social do papel e evolução da mulher.