Com a Universal Pictures revisitando a clássica franquia ‘A Múmia’, o astro Brendan Fraser está muito animado para retornar a esse divertido e arrepiante cosmos.
Fraser deve reprisar seu papel como Rick O’Connell, com Rachel Weisz também em negociações para retornar como sua esposa, Evelyn.
Em uma recente entrevista à Associated Press, o astro vencedor do Oscar confirmou que está se preparando para fazer “o filme que eu queria ter feito” no lugar de ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ (2008).
“O filme que eu queria ter feito nunca foi feito”, ele disse, notando que o terceiro capítulo foi uma tentativa de capitalizar em cima das Olímpiadas de verão, que aconteceram em Pequim, na China.
“A NBC tinha os direitos de transmissão das Olimpíadas daquele ano”, explicou Fraser. “Então, eles juntaram dois filmes e fomos para a China. Trabalhar em Xangai foi uma experiência incrível. Tenho orgulho do terceiro filme porque acho que ele funciona bem como um filme independente. Retomamos as atividades e fizemos o que fazemos de melhor, com uma equipe diferente a bordo, dando o nosso melhor”.
O astro continuou: “mas o filme que eu queria fazer está por vir. E esperei vinte anos por esse chamado. Às vezes era claro, às vezes era um sinal fraco. Agora? Chegou a hora de dar aos fãs o que eles querem”.
De acordo com múltiplas fontes, acredita-se que Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (‘Casamento Sangrento’, ‘Pânico’) assumirão a cadeira de diretores, enquanto David Coggeshall (‘Plano em Família’) ficará responsável pelo roteiro.
Sean Daniel, que já trabalhou nos outros filmes da franquia, está atado como produtor ao lado de William Sherak, James Vanderbilt e Paul Neinstein.
Mais detalhes não foram divulgados.
Lançado em 1999, ‘A Múmia’ nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.
Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommerstransformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel Weisz, Arnold Vosloo, John Hannah e Oded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’ e ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.
As informações indicam que o estúdio está em busca de trazer uma perspectiva nova para suas propriedades intelectuais – e a atração marcaria o primeiro live-action da icônica franquia desde ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras’, que chegou aos cinemas em 2016.
A franquia ganhou recentemente uma incursão animada intitulada ‘Caos Mutante’, que tornou-se um sucesso de crítica e de bilheteria, mas o spin-off televisivo ‘Contos das Tartarugas Ninja’ foi recentemente cancelado. Os responsáveis pela série foram informados de que “esta não é a visão que os proprietários desejavam”.
Segundo informações da imprensa, a sequência de ‘Caos Mutante’ ainda está prevista para estrear em 17 de setembro de 2027, mas parece que a Paramount já está pensando em seguir em frente com uma nova versão em live-action.
Além do envolvimento de Moritz, não sabemos o que esperar, embora diversas fontes tenham afirmado que o plano é de “sonicizar” a franquia – em referência ao sucesso de outra franquia do estúdio, ‘Sonic’, também supervisionada por Moritz.
Após anos de segredos e teasers misteriosos, ‘Pluribus’, a nova série do aclamado realizador Vince Gilligan (‘Breaking Bad’), chegou ao catálogo da Apple TV e tornou-se um sucesso imensurável que já quebrou recordes de visualização na plataforma.
Segundo o streaming, os dois primeiros episódios da atração superaram a estreia da 2ª temporada de ‘Ruptura’ como o maior lançamento de uma série de drama do serviço em mais de cem países, incluindo os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá, o Brasil e a Austrália.
Segundo o Luminate (via Deadline), a série cravou impressionantes 6,4 milhões de horas assistidas nos EUA com os dois primeiros capítulos ao longo de sete dias. No geral, a aceitação do público culminou na estreia do projeto em quarto lugar no ranking, atrás apenas de série com mais episódios disponíveis.
Também houve relatos anedóticos, como a queda do aplicativo Apple TV devido à alta demanda após a exibição dos episódios.
“Raramente guardar o segredo de uma série que amamos tanto foi uma experiência tão divertida e gratificante quanto com ‘Pluribus’“, disse Matt Cherniss, chefe de programação da plataforma. “A premissa incrivelmente inventiva de Vince nos impressionou desde o primeiro momento em que a lemos, e testemunhar a genialidade com que ele deu vida a esta série é realmente notável. É emocionante ver o público do mundo todo se apaixonar por esta série instigante, perspicaz e com um humor ácido, enraizada na humanidade, com um elenco excepcional liderado pela talentosa Rhea Seehorn. Mal podemos esperar para que os espectadores mergulhem ainda mais no mistério”.
A adaptação seriada de ‘Harry Potter’ tem estreia marcada apenas para 2027, mas parece que o time criativo por trás do reboot já está trabalhando na 2ª temporada.
Conforme revelado por Casey Bloys, presidente e CEO da HBO, o time de roteiristas começaram o processo de construir a narrativa do segundo ciclo, enquanto as gravações da iteração de estreia estão a todo vapor.
“O plano ainda é tentar concluir a temporada — não sei se vamos parar de filmar a primeira temporada na sexta-feira e começar a 2ª na segunda. Haverá uma pausa, mas faremos o possível para que não haja uma grande lacuna”, disse Bloys aos repórteres durante uma coletiva de imprensa (via Deadline). “Pelo menos para as crianças, obviamente, mas também para os telespectadores. Sabe, estamos tentando evitar grandes intervalos. É uma série grande, com muitos efeitos especiais, obviamente, uma operação gigantesca, mas faremos o que pudermos”.
Vale lembrar que o plano da emissora é adaptar os sete romances de J.K. Rowling em uma temporada cada.
Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.
Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.
Segundo o Deadline, Necar Zadegan (‘NCIS: New Orleans’) foi escalada para o elenco regular de ‘CIA’, série derivada de ‘FBI’.
A atriz será uma das personagens principais no spin-off, substituindo Michael Michele, que deixou o elenco do projeto no começo deste mês.
As filmagens da série seguem a todo vapor, com previsão de estreia para o meio da temporada televisiva na CBS em 2026.
Originalmente, o universo deste spin-off seria introduzido em um episódio da série original, mas o projeto acabou sendo aprovado sem passar pelo processo de piloto.
Escrita por Dick Wolf e David Hudgins (showrunner de ‘FBI: Most Wanted‘), a trama gira em torno de dois parceiros improváveis – um agente da CIA (Ellis), falante e descontrolado, que desrespeita as regras, e um agente do FBI experiente e inteligente (Gehlfuss), que acredita no Estado de Direito. Quando esta dupla peculiar é designada para trabalhar na Estação da CIA em Nova York, eles precisam aprender a trabalhar juntos para investigar casos e criminosos que representam ameaças em solo americano, descobrindo que suas diferenças podem, na verdade, ser sua força.
Joel Edgerton and Felicity Jones appear in Train Dreams by Clint Bentley, an official selection of the 2025 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Adolpho Veloso.
O madeireiro Robert Grainier (Edgerton) trabalha para desenvolver a ferrovia nos Estados Unidos, o que o faz passar muito tempo longe de sua esposa (Felicity Jones) e filha, e está lutando para encontrar seu lugar em um mundo em mudança.
A Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The Night My Dad Saved Christmas 2’, sequência do filme natalino lançado em 2023.
O longa chega à plataforma de streaming no dia 6 de dezembro.
Confira:
O filme é dirigido por Joaquín Mazón, com roteiro assinado por Daniel Monedero e Francisco Arnal.
Ambientado em uma época natalina caótica, o filme acompanha Salva, um ladrão reformado que se esforça para ser um pai melhor, e seu filho adolescente enquanto tentam resgatar o Papai Noel, que foi capturado por um brinquedo rebelde. Com a ajuda de aliados travessos, eles têm apenas uma noite para enfrentar adversários inesperados e reacender o espírito do Natal.
Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.
Volume 1: 26 de novembro, às 22h Volume 2: 25 de dezembro, às 22h Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
Porém, o filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos no Brasil.
Quando um filme é classificado para maiores de 18 anos no Brasil, não é permitida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados de um responsável.
A restrição para essa faixa etária é absoluta e as leis e políticas de cinemas seguem a legislação brasileira, que proíbe o acesso de menores a conteúdos inadequados para a sua idade
Em ‘JUJUTSU KAISEN: Execução‘, um véu desce abruptamente sobre a movimentada área de Shibuya em meio à multidão agitada do Halloween, prendendo inúmeros civis lá dentro. Satoru Gojo, o mais forte feiticeiro de jujutsu, entra em meio ao caos.
Como consequência, dez colônias em todo o Japão são transformadas em antros de maldições em um plano orquestrado por Kenjaku, o usuário de maldições mais perverso da história. Quando o mortal Jogo da Seleção começa, o feiticeiro de Grau Especial e colega Yuta Okkotsu é designado para executar Yuji por seus supostos crimes.
Baseada no popular mangá homônimo, a trama acompanha o estudante Yuji Itadori, que se torna hospedeiro do poderoso espírito de uma maldição ancestral, Ryomen Sukuna, após ingerir um de seus dedos. Ele se junta a uma organização secreta de feiticeiros Jujutsu para aprender a controlar seus novos poderes e lutar contra outras maldições, combatendo o mal com a orientação de Satoru Gojo e ao lado de outros feiticeiros.
O longa serve como uma recapitulação do arco Incidente em Shibuya,assim como os 2 primeiros episódios da nova temporada, que adapta o arco The Culling Game;
Matthew Lillard falou sobre a aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2’ e revelou que o filme foi muito bem nas exibições-teste.
Confira, com o trailer:
“Sim, o filme se beneficia ao ouvir o público, sabe? Acho que uma das grandes vantagens de um filme que faz tanto sucesso e tem a oportunidade de apresentar uma segunda versão é ouvir e entender o que funcionou bem no primeiro filme e o que poderia ser melhorado. Essa é uma das grandes vantagens de se fazer um segundo filme. Então, estou animado. O filme está indo muito bem nos testes de exibição, acho que os fãs estão adorando e a verdade é que estamos fazendo um filme ainda mais emocionante. Ele tem toda a lenda do primeiro filme, toda a mitologia e tudo o que os fãs amam, mas em maior quantidade. É realmente empolgante.”
🚨 | MATTHEW LILLARD abre o jogo (denovo) sobre FIVE NIGHTS AT FREDDY’S 2 e a galera pode ficar MUITO animada com esse segundo filme!👀
Segundo ele, o filme “está se saindo muito bem nos testes”, é mais emocionante e melhora exatamente onde os fãs pediram!! 📌
O longa chega aos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.
Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.
Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.
O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.
Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.
Skeet Ulrichfoi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.
Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.
O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.
O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna Grace, Wayne Knight e Megan Fox.
Já sabemos, ao menos aqueles que conhecem a franquia ou possuem o mínimo de conhecimento cinematográfico contemporâneo: quando lançado em 1996, ‘Pânico‘ foi um estrondo, fenomenal ao ganhar a crítica e o público aos poucos.
O subgênero slasher que na época, passava por um período de decadência, tendo em O Mistério de Candyman e O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger (também de Wes Craven), dois dos raros bons momentos do Slasher Tardio (etapa de continuações frias, posteriores ao advento do boom slasher dos anos 1980).
O roteirista Kevin Williamson, um profundo e confesso admirador Halloween: A Noite do Terror, conseguiu que seu texto chegasse ao criador de Freddy Krueger e um novo ícone do terror se estabeleceu: Ghostface. Assim começou uma rentável história. Pânico foi sagaz, diferenciado da maioria dos filmes deste segmento, numerosas referências típicas da cultura pop de sua década, com uma já clássica passagem de abertura com Drew Barrymore a responder questionamentos sobre Sexta-Feira 13, Halloween, A Hora do Pesadelo, dentre outros, um prazeroso feixe de diálogos que reverenciavam os fãs de filmes do tipo, geralmente destratados pela crítica especializadas, quase sempre a considerá-los “cinema menor”.
Interessante observar que a metalinguagem, nesta época, já tinha sido discutida no âmbito slasher não apenas no empolgante retorno de Freddy Krueger e suas reflexões sobre o filme dentro dos filmes e o impacto do cinema na sociedade, mas também no mediano Popcorn: O Pesadelo Está de Volta, de 1991, uma narrativa divertida e inteligente, mas sem a execução estilosa de alguém do calibre deWes Craven. A trama apresentava ao público um grupo de personagens inseridos num cinema que decide exibir filmes para um festival de horror, organizado por jovens estudantes de cinema que aos poucos, se tornam vítimas de um assassino impiedoso, influenciado por obscuros segredos do passado.
Wes e Kevin, uma dupla que podemos chamar de dinâmica, alguns anos depois, retomaram com uma proposta metalinguística com um tom mais audacioso. Como resultado, entregaram um espetacular filme de horror com diálogos inteligentes, muitas referências e desempenhos dramáticos muito acima do que geralmente tínhamos no subgênero slasher.
Parte deste sucesso também se deu por conta do trio protagonista, composto por Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley, interpretados por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, respectivamente, personagens que estão de volta na trama de 2022, grandes responsáveis pela coerência, coesão e respeitabilidade do renascimento da onda de crimes sangrentos em Woodsboro. Sem o trio, creio, este novo Pânico seria apenas mais um bom filme de terror com ressonâncias do legado da franquia, não excelente como acabou se apresentando.
Agora, caro leitor, depois deste breve, mas acredito, elucidativo panorama, sigamos com o retorno de Ghostface no quinto filme – que completa DOIS ANOS hoje (14 de Janeiro).
Logo em sua já esperada cena de abertura, Tara Carpenter (Jenna Ortega) é a primeira vítima do psicopata. Ela atende ao chamado pelo telefone, mas percebe que as suas chances de sobreviver são remotas, pois desconhece as regras dos filmes questionados, afinal, a sua preferência é por narrativas como os superestimados A Bruxa, Hereditário, dentre outros, filmes que compõem a linha do que um determinado feixe de crítica contemporânea chama de pós-horror. Sua sobrevivência é incerta, afinal, o padrão é que as primeiras mortes sejam o aviso para o que pode vir em direção aos demais personagens. É uma passagem forte, violenta, talvez o ataque mais insano de todas as aberturas da franquia, ao menos no quesito deterioração do corpo alheio.
Os envolvidos no projeto, no entanto, preparam o público para uma surpresa. A jovem não morreu. Bastante debilitada, mas internada no hospital, o seu grupo de amigos logo arruma um jeito de avisar para a sua irmã, Sam Carpenter (Melissa Barrera), sobre o impiedoso ataque e, em seu deslocamento para Woodsboro. Pronto: o palco de tragédias está montado e a tenebrosa montanha-russa de emoções começa a ter os seus trilhos a se movimentar. Em sua estrutura inteligente, dinâmica, mordaz e ousada, a narrativa nos apresenta ao novo grupo de possíveis vítimas: Richie (Jack Quaid), Wes (Dylan Minnette), Mindy (Jasmin Savoy), Liv (Sonia Ammar), Amber (Mikey Madison) e Chad (Mason Gooding). Um deles (ou mais) pode ser o novo mascarado. Nós saberemos, ao passo que a trilha de corpos é estabelecida.
Assim, aqueles que morrem deixam de habitar a lista de suspeitos para se direcionarem ao necrotério, alvos dos já mencionados ataques impiedosos do assassino, assertivos graças aos efeitos de maquiagem supervisionados pelo eficiente Jeff Goodwin. Um deles, Vince (Kyle Gallner), um stalker valentão e perseguidor de uma das jovens do tal grupo, também figura como um potencial suspeito, mas ao passo que a narrativa deslancha, por seu vínculo com alguém da memória trágica de Woodsboro, logo pode deixar a mencionada lista de possível algoz para fazer parte da coleção de vidas ceifadas pelo psicopata. Como habitual, muitas reviravoltas conduzem o roteiro, tudo em prol do último ato, momento que atinge um nível elevado de insanidade (e qualidade), um dos melhores de toda a franquia com finais sempre ótimos.
Depois dos primeiros ataques, com a sensação de insegurança no auge, Sam procura Dewey e clama por um mentor. Isolado num trailer e ainda entristecido após a separação com Gale, o ex-policial da cidade faz o mesmo que Laurie Strode no começo de Halloween (2018): se nega diante do pedido de ajuda dos jovens, mas não demora, abre mão e decide ser um colaborador. Ele contata Sidney e manda mensagens de texto para a ex-esposa. Assustada e angustiada, a final girl logo aparece em Woodsboro, pois conforme a sua justificativa para o retorno, não conseguirá dormir enquanto não aniquilar o novo mascarado. Gale, sempre conectada com seus interesses profissionais, midiática, mas contida, agora âncora de um programa televisivo novaiorquino, também retorna para a cobertura dos assassinatos, sem deixar de se preocupar, claro, com o policial, um homem por quem ainda nutre sentimentos.
É com a chegada do trio que Pânico deixa de ser bom e se torna ótimo. Os veteranos exalam credibilidade ao tecido narrativo, pois nos conectam com o legado estabelecido por Wes Craven e Kevin Williamson em 1996, continuado em 1997, 1999 e 2011. Todos se propõem a travar uma intensa luta pela sobrevivência até o desfecho apoteótico, na mesma casa onde ocorreu o sangrento desfecho do primeiro filme, a residência de Stu, um dos psicopatas que ao lado de Billy Loomis, estabeleceu o horror em Woodsboro. O ex-namorado “monstro” de Sidney, por sinal, é uma figura que aqui ganha um retorno inesperado, por meio das alucinações de uma das personagens. Ele, cabe ressaltar, é parte sólida das motivações para o retorno dos crimes hediondos em Woodsboro. É o que o roteiro quer nos fazer acreditar. Será?
Judy (Marley Shelton), dePânico 4, agora delegada, ressurge em alguns ótimos momentos da trama, com referências aos seus quadradinhos de limão, guloseimas que levava para Dewey no antecessor, alvo dos ciúmes da inquieta Gale Weathers. A proximidade estética e os demais aparatos de estruturação da narrativa, em especial, a montagem, conseguem se manter bastante próximos dos quatro filmes anteriores, acredito, por trazer de volta Marianne Maddalena, na posição de produtora executiva, cargo que divide com Kevin Williamson, membros que garantem uma nova versão para Pânico, ousada e irreverente, mas com ligações estéticas e dramáticas que estabelecem a devida correspondência com toda a franquia.
Martin Bettinelli-Olpin e Tyler Gillet, na posição de diretores, conseguem, com talento esbanjado, dar conta da função que assumiram. Eles possuem como guia, o roteiro de James Vanderbilt e Guy Busick, dramaturgos inspirados nos personagens e argumentos deKevin Williamson.
Pânico traz uma nova equipe de realizadores, todos com suas próprias assinaturas, donos de um estilo peculiar, mas respeitosos com o legado audiovisual da franquia, também algo já mencionado. Na direção de fotografia de Brett Jutkiewicz, a grande diferença da vez é a estratégia de movimentação da câmera, com deslocamentos conseguem emular o sadismo e a ironia de Ghostface em seus movimentos atrevidos e sarcásticos. Para as mortes se tornarem mais impactantes, o design de som do Formosa Group faz questão de delinear cada golpe desferido diante dos ataques sangrentos.
O compositor Brian Tyler também entrega um bom trabalho, mesmo que não alcance a coesão sonora de Marco Beltrami, produzindo um som mais genérico, parecido com muitos outros filmes de terror, com seus metais e instrumentos de sopro em justaposição para criação de sons estarrecedores, conforme os violentos ataques de Ghostface. No design de produção de Chad Keith gerencia uma direção de arte preocupada com peculiaridades e uma cenografia envidraçada, própria para o estabelecimento da sensação de insegurança dos personagens.
Por fim, o filme ganhou uma sequência que ficou aquém do esperado e o sétimo filme passou por uma reestruturação após a demissão de Melissa Barrera. Espero, no entanto, que continuem honrando o patrimônio que é legado de Wes Craven, não é mesmo, leitores?
As produções seriadas vem conquistando cada vez mais a atenção do público. Com histórias com diversas temáticas vindas de todos os cantos do planeta, a cada semana nos streamings disponíveis no Brasil temos alguma boa novidade fresquinha. Alguns desses projetos são tão bons que o rever vira quase uma obrigação! Pensando em algumas séries que nos provocam esse sentimento, separamos uma lista abaixo que você com certeza vai querer assistir outra vez:
Entre 2013 e 2018 foi exibida o seriado The Americans, uma trama tensa, cheia de conflitas que mostra dois agentes soviéticos que conseguem se infiltrar nos Estados Unidos e viram uma família durante a Guerra Fria. Pra quem curte histórias de espionagens e reviravoltas esse seriado é um prato cheio!
Na trama, ambientada em um pós guerra na Inglaterra, conhecemos a ascensão da família Shelby, conhecidos como Peaky Blinders, envolvida em violência e corridas de cavalo na cidade de Birmingham. O líder não é o irmão mais velho e sim o do meio, Tommy, um ex-soldado de guerra que possui uma frieza e punho firme necessários para o crescimento de sua família. Abordando inúmeros temas importantes que vão desde a corrupção na polícia (já naqueles tempos), até a luta das mulheres por direitos mais equivalentes aos homens no mercado de trabalho, Peaky Blinders possui intenso episódios por temporadas sempre com um grande desfecho impactante.
E.R (Plantão Médico) (HBO MAX)
Um dos mais antigos seriados quando pensamos em dramas médicos, E.R ficou no ar por mais de uma década e sempre entregou temporadas marcantes e emocionantes além de apresentar ao público nomes como George Clooney. Tem na HBO Max.
Quem nunca imaginou sobre peculiares questões ligadas a vida extraterrestre ou qualquer outra situação que foge da normalidade do que vemos em nosso planeta? EmArquivo X, que teve o total de 11 temporadas, conhecemos dois agentes do FBI que pensam totalmente diferentes um do outro: Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Eles são designados para um departamento que investiga casos inexplicáveis. Um dos seriados mais surpreendentes dos anos 90. Tem na Star Plus.
Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar focado em dois irmãos de mesmo pai que se odeiam One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos. Criada por Mark Schwahn e protagonizado pelos atores: Chad Michael Murray, Sophia Bush, James Lafferty e Hilarie Burton.
Indicada a mais de 50 emmys, com seu piloto datado em junho de 2001, Six Feet Under, no original, conta as histórias de uma família que administra uma funerária. O tema de abertura da série foi composto pelo craque Thomas Newman, que inclusive ganhou prêmio. É o primeiro trabalho de destaque do ator Michael C. Hall que anos mais tarde seria o protagonista do aclamado seriado Dexter.
Um dos seriados de maior sucesso da história, nos mostra a trajetória de um poderoso mafioso que entre seu cotidiano cheio de decisões nos negócios e os problemas na parte familiar resolve procurar ajuda de uma psicóloga.
O poder que reina nos conturbados laços familiares. Uma das sensações no universo das séries dos últimos tempos, Succession é um poderoso drama que nos mostra os bastidores de uma família bilionária e as confusões que eles se metem por conta da ganância incentivada por um pai nada carinhoso. O mérito vem pela lupa que é colocada nas ações e consequências dos seus conflituosos personagens, deixando os intensos episódios com subtramas que vão desde iminente traições até laços de aliança improváveis. A certeza assistindo a esse seriado é que você sempre acabará o episódio surpreendido/pasmo com alguma questão. O elenco é fenomenal!
O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’. Bastou os espectadores irem aos poucos terminando a primeira temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.
Na trama, conhecemos o treinador de futebol americano Ted Lasso (Jason Sudeikis), que é curiosamente contratado por Rebecca Welton (Hannah Waddingham), presidente de um time da primeira divisão do futebol inglês, a Premier League, para assumir o time e lutar arduamente contra o rebaixamento. A questão é que Ted não entende nada de futebol (o soccer) e vamos entendendo melhor aos poucos que tudo faz parte de um plano maquiavélico da presidente numa espécie de vingança sobre o marido (ex-acionista do time). Mas o jeito carismático do protagonista vai me mexer com a vida de todos nesse clube.
Hoje em dia, o celular virou um participante de todos os nossos minutos. Acordamos, e a primeira coisa que fazemos é procurar nosso aparelho para nos atualizar de mensagens, notícias, ou qualquer outra coisa. Isso nos leva até um esgotamento, com altos graus de ansiedade. É tão bom quando encontramos outras formas de enxergar o mundo, bem distante dessa tecnologia. Para você que está buscando uma saída para essa rotina maçante, separamos abaixo alguns ótimos filmes que vão te jogar para dentro de histórias que te farão enxergar o mundo de outras formas:
Na trama, ambientada na Suíça, no início da década de 1970, conhecemos Nora (Marie Leuenberger), residente de um pequeno vilarejo com poucas atividades culturais ou sociais. Quando começa a não concordar com limitações impostas às mulheres, vira líder de um movimento importante pelos direitos de voto delas nas eleições.
Tudo acontece por um motivo. Passeando, em partes, pela incrível história de uma das maiores lendas do cinema, Steven Spielberg, Os Fabelmans nos apresenta a descoberta do mundo mágico da sétima arte pelos olhos de um jovem, que por meio de suas lentes da memória, da lembrança do que significa família, se tornou um ícone que transcende gerações. Ao longo de duas horas e meia de projeção, onde transbordam-se emoções por todos os lados,Os Fabelmansnos mostram as estradas, conflitos e escolhas de um eterno sonhador.
Sophie (Frankie Corio) é uma jovem bastante esperta e curiosa que vai passar férias com o pai, Calum (Paul Mescal), na Turquia. Desde a chegada ao local, Sophie registra tudo com uma câmera: as alegrias, as discussões, as dúvidas, as descobertas, os marcantes momentos daquele curto período. Percebemos logo que são lembranças, memórias, com uma carga alta de sentimentos vindo de vários lados.
O sonho de uma expedição até Marte acaba sendo o pontapé inicial de um lindo filme, que detalha os sonhos dentro de um contexto mais amplo, de esperança. Dirigido por Gabriel Martins, Marte Um nos mostra o cotidiano agitado de uma família dentro de um olhar urbano caminhando pelos relatos de quem vive seus dias sem saber como será o amanhã.
Sharper – Uma Vida de Trapaças (Apple Tv+)
Tom (Justice Smith) é um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, o herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que ela some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar outros lados desse golpe aplicado por Sandra.
Georges é um contador de histórias, meio malandro. Durante uma festa, que chegou de penetra, acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia que acaba passando para seu filho. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não quer, nem consegue, acessar o cotidiano e a realidade que se apresenta.
Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.
A Mãe (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Na trama, conhecemos Dona Maria (Marcélia Cartaxo), uma nordestina, de Cajazeiras (Paraíba), que mora em uma casa humilde na periferia de São Paulo com o único filho, o adolescente Valdo. Ela é camelô pelas ruas do centro. Certo dia, o filho desaparece, levando Maria a uma busca incansável para saber todas as verdades desse desaparecimento. Durante essa árdua estrada, onde poucos a ajudam, acaba entrando em conflito com traficantes e com a polícia.
Chen Nian é uma jovem introspectiva que vive com a mãe. Após um acontecimento, Chen Nian parece ser o novo alvo de um grupo de alunas cruéis e privilegiadas que tacam o terror. Ela começa a sofrer bullying, com direito a inaceitáveis humilhações. Um dia, resolve ajudar Xiao Bei, um rapaz que está sendo agredido por uma gangue, fato que unirá essas duas almas, com o rapaz a protegendo dos bullying diários.
Gary Johnson é um professor universitário, pacato e tímido, que durante a outra parte de seu dia trabalha para a polícia, se tornando um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Se fazendo de matador de mentira, com o objetivo de prender quem o procura, certa vez acaba se envolvendo com uma cliente, fato que o faz balançar na linha tênue entre a lei e a criminalidade.
Apesar de ter sido cancelada pelo Peacock após duas temporadas, a série ‘Poker Face‘ pode acabar encontrando um novo lar na HBO.
Em uma recente coletiva de imprensa, Casey Bloys, presidente do canal, confirmou que está tentando discussões sobre um possível resgate do seriado:
“Quando soube que a Peacock não ia prosseguir com o projeto, ficamos curiosos. Tivemos algumas conversas, mas não sei como as coisas vão se desenrolar. Acredito que o Rian [Johnson] é um cineasta fantástico, e adoro a ideia do Peter Dinklage assumir como protagonista, mas não tenho nada a acrescentar sobre isso,” declarou o executivo.
Infelizmente, Natasha Lyonne não deve retornar para o possível revival. O plano atual é trazer Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) como uma versão masculina da Charlie Cale.
“Estamos trabalhando juntos nessa próxima etapa desde que escrevemos o final da segunda temporada. Adoramos ‘Poker Face‘ e essa é a maneira perfeita de continuarmos com a série. Nos deem um tempo e talvez vejamos Charlie Cale novamente por aí,” declararam Johnson e Lyonne em comunicado oficial.
Charlie (Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.
Ari Aster, diretor de ‘Hereditário‘, servirá como produtor ao lado de Lars Knudsen, Emily Hildner, Harrison Huffman e Christina D’Souza.
Vale lembrar que Hutcherson retornará às telonas na sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2‘, que será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.
O showrunner e produtor executivo, Chris Mundy, falou sobre o conceito central de Lanternas em uma entrevista recente:
“O nosso programa é, de muitas maneiras, sobre substituição, quando alguém deve se afastar e quando é hora de a próxima pessoa assumir o comando? Essa tensão e dinâmica entre esses dois personagens é realmente importante”, acrescentou.
Sobre o personagem John Stewart, Mundy destacou as características que a série pretende explorar:
“Muito do poder do John vem de não reagir à provocação, entendendo que você perde seu poder quando está gritando e berrando. É isso que estamos tentando transmitir: que ele sabe que pertence àquele lugar, então não precisa compensar demais. Há um equilíbrio real que existe naturalmente no Aaron [Pierre, o ator]. Ele é grande, é uma presença fisicamente intimidadora. Mas também tem suavidade. Ele é reflexivo. Isso não se ensina”, concluiu.
Na trama, os dois investigarão um assassinato no interior dos EUA.
A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.
O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.
James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov também comandam a produção.
O Prime Video finalmente anunciou quando a 2ª temporada de ‘Beast Games‘, popular reality competitivo comandado pelo Mr. Beast, será lançada.
O próximo ciclo está programado para estrear no dia 7 de janeiro de 2026.
Sucesso no serviço de streaming, a primeira temporada conseguiu ultrapassar a marca de 50 milhões de espectadores ao redor do mundo – tornando-se a série não roteirizada mais assistida da história da plataforma em seus primeiros 25 dias.
Além disso, o programa também se tornou a segunda série mais assistida do Prime Video em 2024, atrás apenas de ‘Fallout‘.
Vale lembrar que o reality alcançou o topo das produções mais assistidas do serviço de streaming em mais de 50 países. Além de ter conquistado #1 no Brasil, a produção também dominou territórios populares, como os Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Austrália.
O programa conta com 2000 participantes competindo pelo prêmio de $5 milhões de dólares. Os concorrentes são divididos em seis equipes – cada equipe consistindo de 400 concorrentes.
A Amazon Prime alegadamente deu US$ 100 milhões ao Youtuber para a produção deste game show.
O canal FX divulgou o trailer da segunda metade da série ‘Tudo é Justo‘ (All’s Fair), novo drama legal criado por Ryan Murphy (‘American Horror Story’).
O vídeo destaca a crescente rivalidade entre as personagens de Sarah Paulson e Kim Kardashian, prometendo um embate épico pelo futuro de suas firmas.
Intitulado Divorce Is Like a Death, o próximo episódio irá ao ar no dia 25 de novembro.