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‘A Casa do Dragão’ é RENOVADA para a 4ª temporada pela HBO

A HBO renovou oficialmente a série ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon) para a 4ª temporada.

Sem data de estreia, o quarto ciclo está programado para 2028.

Quando questionado sobre a possibilidade da série ser finalizada na quarta temporada, o chefão da HBO, Casey Bloys, declarou: “Em todas as nossas séries, geralmente tentamos deixar a decisão para os criadores. Trabalhamos em conjunto com eles. Às vezes, eles constroem uma temporada inteira antes de perceberem qual é a melhor maneira de finalizar a narrativa. Então, não tenho novidades para compartilhar em relação [ao fim da série]. Mas quando tivermos, avisarei a todos.”

Além disso, as primeiras imagens da terceira temporada – que estreará em junho de 2026 – foram divulgadas.

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A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘O Agente Secreto’: Diretor revela se acredita que reação seria diferente no governo Bolsonaro

O filme O Agente Secreto segue fazendo sucesso, e o cineasta Kleber Mendonça Filho falou recentemente sobre a recepção do público. O diretor destacou se a reação seria diferente caso o lançamento tivesse ocorrido durante o governo de Jair Bolsonaro.

Durante uma entrevista ao Deadline, Mendonça Filho fez a seguinte reflexão:

“Essa é uma pergunta realmente interessante, porque isso também aconteceu com Ainda Estou Aqui [dirigido por Walter Salles] e também aconteceu com Bacurau [dirigido por Mendonça e lançado no primeiro ano do governo Bolsonaro]”, afirmou.

“Todos esses filmes tiveram um apoio fenomenal e muitos admiradores, mas sempre existe uma parcela da extrema direita que continua atacando esses filmes. Eles fazem isso de maneiras absurdas, não apenas na imprensa, mas também nas redes sociais. Eles vão ao Letterboxd e tentam baixar as avaliações desses filmes. É um pouco como uma atitude quixotesca, porque os filmes são muito bem recebidos no país. Mas realmente parece que sempre há essa crítica ideológica em relação a alguns filmes. E você até consegue prever as palavras-chave, ‘intelectual de esquerda’, e então você meio que desiste do que está lendo, porque já sabe o que vem a seguir”, acrescentou.

‘O Agente Secreto’ pode ter até oito indicações ao Globo de Ouro; saiba mais

O cineasta observou que essa polarização não é exclusiva de seu último trabalho:

“Mas é realmente interessante, porque sempre existe um lado ideológico na recepção de qualquer filme que trate de relatos verídicos, relatos históricos da história do Brasil, ou um filme como Bacurau ou Aquarius, que vai contar uma história que pode ser percebida como não alinhada à direita ou ao ponto de vista conservador da sociedade. Eu, na verdade, acho fascinante acompanhar o filme e ver as reações clássicas, reações ideológicas, a uma obra artística”, concluiu.

Assista a entrevista completa e siga o CinePOP no YouTube:

Wagner Moura, estrela de ‘O Agente Secreto’, fala sobre seus medos em relação à Inteligência Artificial

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

Juiz de Los Angeles rejeita últimas acusações de abuso em processo contra Vin Diesel

O astro Vin Diesel, conhecido por ‘Velozes e Furiosos’, recebeu notícias favoráveis nesta semana. Um juiz de Los Angeles rejeitou as últimas reivindicações em um processo de agressão sexual e retaliação de dois anos, movido por uma ex-assistente. No entanto, o caso ainda não chegou ao fim.

“O Tribunal não decidiu nada sobre a veracidade das alegações da Sra. Asta Jonasson”, disse o advogado dela, Matthew Hale, ao Deadline após a decisão ser divulgada na quarta-feira. “A decisão foi baseada em uma tecnicalidade jurídica, com a qual discordamos respeitosamente. A Sra. Jonasson pretende recorrer”.

É importante destacar que o mérito das alegações de Jonasson sobre o que ocorreu em uma noite de 2010 no St. Regis Hotel, em Atlanta, não foi abordado na longa decisão de julgamento sumário do juiz Daniel M. Crowley, da Suprema Corte do Condado de Los Angeles.

A decisão se concentrou quase inteiramente na jurisdição, ou seja, na geografia.

“É indiscutível que a suposta agressão sexual ocorreu em Atlanta, Geórgia”, afirmou o juiz em sua decisão de 13 páginas. Ele observou que as alegações de Jonasson “são baseadas em uma suposta violação de um estatuto da Califórnia, o que falha como questão de lei. Estatutos californianos presumidamente não têm efeito extraterritorial, a menos que a Legislatura declare expressamente o contrário”.

Vin Diesel se livra de quatro acusações em processo por abuso sexual

Os advogados de Jonasson entraram com o processo em dezembro de 2023, detalhando uma suposta agressão por parte de Diesel após uma noite em boates durante as filmagens de ‘Velozes e Furiosos 5: Operação Rio’.

“A Sra. Jonasson lutou continuamente para se livrar de seu domínio, enquanto repetidamente dizia não”, afirmava o documento inicial. Vin Diesel é fisicamente maior e muito mais forte que a Sra. Jonasson, abusou de sua posição de autoridade como empregador e conseguiu dominá-la facilmente”.

Horas após a suposta agressão no quarto de hotel do ator, Jonasson foi demitida por Samantha Vincent, irmã de Diesel.

“A Sra. Jonasson foi demitida por resistir corajosamente à agressão sexual de Vin Diesel; isso visava proteger Vin Diesel e acobertar sua agressão sexual”, dizia o processo de dez acusações.

“Seja muito claro: Vin Diesel nega categoricamente essa alegação em sua totalidade”, respondeu o advogado de Diesel, Bryan Freedman, na época do arquivamento, questionando o longo período de tempo que supostamente havia se passado.

Vin Diesel NEGA acusação de espancamento sexual

Jonasson apresentou suas acusações baseada na Lei de Responsabilização por Abuso Sexual e Acobertamento da Califórnia, que suspende o prazo de prescrição. No entanto, o juiz considerou que essa lei não se aplicava a algo ocorrido no estado da Geórgia há 15 anos.

“As causas de ação da autora aplicam de maneira inadmissível a lei da Califórnia a condutas extraterritoriais no estado da Geórgia”, acrescentou Crowley. “Autoridades da Califórnia deixam claro que a lei californiana não pode ser aplicada a nenhuma das reivindicações da autora”.

A decisão de hoje, sobre as seis acusações restantes, veio após Crowley já ter rejeitado quatro das acusações de Jonasson em junho, citando a expiração do prazo de prescrição sob a Lei de Emprego e Habitação Justos da Califórnia.

Na audiência no início deste mês, Hale defendeu que o caso era da Califórnia, argumentando que sua cliente e Diesel são residentes do estado e que Jonasson foi contratada pela One Race Productions, empresa do ator sediada na Califórnia (também ré no caso). Hale enfatizou que a Geórgia era apenas um local temporário para as filmagens.

Em resposta, Sean Hardy, um dos advogados de Diesel, argumentou que as alegações configuravam um crime ocorrido fora do estado e, portanto, deveriam ser tratadas na Geórgia.

O argumento de Hardy prevaleceu, encerrando a possibilidade de o caso ir a julgamento em Los Angeles.

“Estamos agradecidos que o tribunal tenha encerrado este processo sem mérito”, disse Freedman, advogado de Diesel. “Estamos satisfeitos que este assunto tenha sido resolvido por completo”.

Dica do Feriado | ‘Bons Meninos’ é uma grata surpresa PARA MAIORES para assistir na Netflix

Gene Stupnitsky pode não ser um nome muito conhecido na indústria contemporânea, mas seu trabalho como roteirista em Professora Sem Classe’ deve ter feito alguns fãs quando marcou o retorno de Cameron Diaz para as telonas – que, apesar das boas intenções, falhou em quase todos os aspectos. Felizmente, Stupnitsky retornou a ganhar nossa atenção em 2019 com o lançamento da ácida comédia coming-of-age Bons Meninos – liderado por um elenco que consegue extrair de um roteiro aparentemente bobo alguns momentos de puro divertimento, além de brincar com os saturados gêneros do espectro hollywoodiano. O filme está disponível no catálogo da Netflix.

Assinando a trama ao lado de Lee Eisenberg em mais uma colaboração, a história principal gira em torno de três meninos que passam pelas mudanças da pré-adolescência para a juventude e que, ao mesmo, adentram em um novo escopo de seu colégio, no qual cada uma das crianças acredita com força que as coisas mudarão irreversivelmente. Aqui, Max (Jacob Tremblay), Lucas (Keith L. Williams) e Thor (Brady Noon) fazem parte de um grupo da sexta série que se envolve nas aventuras mais inesperadas possíveis, incluindo comprar um novo drone que acabou destruído por um ônibus escolar, fugir de adolescentes que querem suas pílulas de ecstasy de volta e chegar a tempo para um dos eventos mais aguardados do ano: uma festa do beijo planejada por Soren (Izaac Wang), um dos garotos mais populares da escola. 

A princípio, a obra parece similar a qualquer outra aventura tragicômica infantil dos últimos dez anos, mas Eisenberg, supervisionado pela habilidosa capacidade criativa do produtor Seth Rogen, faz questão de incrementar os arcos com elementos propositalmente controversos e que refletem o crescente amadurecimento pelo qual os protagonistas passam. É baseando-se nisso que o trio de atores-mirins se transforma em uma máquina de palavras de baixo calão enquanto lutam para conseguir seu espaço em um dos lugares mais conturbados de todos: a escola. E é interessante perceber de que forma o diretor e o roteirista canalizam suas forças para investir em certos temas como bullying, autoaceitação e descoberta. 

Entregando muito mais do que sua premissa promete, os personagens são delineados de uma forma complexa e adoravelmente apaixonante, nos tragando para dentro de uma atmosfera competente e que, no final das contas, constrói um mundo aprazível e que corresponde aos jovens da geração millenial. O anfigúrico mote ganha ainda mais palanque quando percebemos que a peça fílmica não se leva a sério, mas faz com que as personas infantes se levem: de fato, Max, Lucas e Thor possuem um cotidiano religiosamente voltado para que se tornem popular e se assemelhem aos seus colegas – inclusive no tocante a relacionamentos. Não é surpresa que o personagem de Tremblay tenha em mente uma vontade muito específica: se declarar para a garota que gosta e, caso tudo dê certo, começar a namorá-la. 

Mas isso não é tudo: o trio em questão é embebido em uma subtrama à la Os Goonies’, porém com um tratamento especial e bem mais sarcástico do que poderíamos imaginar. Eventualmente, eles desejam aprender como beijar e acabam por flagrar duas jovens moças que acabaram de adquirir drogas – no caso, estimulantes sexuais -, e acabam por “roubar” o frasco com as pílulas, se recusando a devolvê-las com um discurso protetivo de nos arrancar risadas. E o que poderia parecer apenas um floreio desnecessário, na verdade, é de extrema importância para a construção do último ato (sem sombra de dúvida, o mais irreverente de todos e que emula diversos convencionalismos da indústria cinematográfica sem ceder às pretensões catárticas). 

Como já era de se esperar, as relações de amizade verdadeira entre eles alcança um nível de dificuldade que os coloca em diferentes caminhos, apenas para juntá-los em um último esforço. Aqui, Stupnitsky utiliza diversas referências das dramédias familiares (qualquer uma que você consiga pensar, de verdade) e imprime uma contraditória atmosfera dramática que tem o efeito contrário para os espectadores – provavelmente algo a que o diretor almejava. 

Nada disso seria possível sem as performances aplaudíveis do elenco. Tremblay, recém-aclamado por sua entrega emocionante em O Quarto de Jack’ ao lado de Brie Larson, cresce exponencialmente sem perder a inocência de sua personalidade, enquanto Noon é o egocêntrico do time que nada mais é movido por um desejo reprimido de se tornar um cantor. Porém, é Williams quem rouba nossas atenções com seu timing cômico perfeito e uma atuação que transcende a idade que tem. 

Bons Meninos foi um sólido acerto quando chegou aos cinemas, ainda que carregasse consigo certos equívocos estéticos e narrativos, e cumpriu seu trabalho de explorar a transição da infância para a adolescência sem se respaldar no brilho de outras obras. O resultado final é bastante positivo – e uma boa entrada para a breve filmografia de Gene Stupnitsky. 

 

 

 

Zendaya e Robert Pattinson em novas fotos de ‘A Odisseia’, de Christopher Nolan

Foram divulgadas novas imagens de ‘A Odisseia‘, novo filme de Christopher Nolan.

Elas mostram Zendaya como a deusa Athena e Robert Pattinson como Antinous, um dos pretendentes de Penélope (Anne Hathaway), a mulher de Odisseu (Matt Damon).

Confira:

O astro Matt Damon, protagonista de ‘A Odisseia’, falou recentemente sobre o épico de Christopher Nolan, destacando que o longa é um verdadeiro blockbuster cinematográfico.

Durante uma entrevista à Empire, Damon afirmou que o filme entrega “exatamente o que você quer de um filme de verão”. Questionado sobre o que se pode esperar de um diretor lendário como Nolan, o ator acrescentou: “Deve ser o filme mais massivamente divertido. Deve ter sensação de mito”.

No épico, Damon interpreta Ulisses, e não poupou elogios à experiência: “Posso dizer, sem exagero, que foi a melhor experiência da minha carreira”.

A produção foi monumental, percorrendo vastas regiões do globo, oceanos abertos, milhares de figurantes e cenários gigantescos, incluindo um verdadeiro cavalo de Troia.

“Eu vi o cavalo na praia e fiquei tipo: ‘Caramba’. Era simplesmente incrível”, recorda Damon.

Em seu terceiro filme com Nolan, Damon participou ativamente do processo criativo, que combinava planejamento minucioso e improviso, seguindo o rumo que o filme demandava.

“Estávamos filmando aquelas cenas do cavalo de Troia na semana seguinte, e eu perguntei: ‘Como vocês vão fazer isso?’ E [Nolan] respondeu: ‘Não sei. Vamos entrar lá e descobrir'”, destacou.

O ator também comentou sobre os momentos épicos do roteiro: “Se você vai ter uma crise existencial enquanto passa pelas Sereias e está amarrado ao mastro, isso vai acontecer. Se diz que você está correndo pela vida fugindo de um Ciclope, você vai correr pela vida. Chris não esconde nada”.

Elliot Page celebra protagonismo no épico de Christopher Nolan ‘A Odisseia’: “Foi uma alegria”

Para Nolan, sua adaptação de ‘A Odisseia’ estava em desenvolvimento há muito tempo, motivada por uma lacuna que ele via na cultura cinematográfica:

“Como cineasta, você procura lacunas na cultura cinematográfica, coisas que ainda não foram feitas. E o que eu percebi é que todo aquele grande trabalho cinematográfico mitológico com o qual cresci, os filmes de Ray Harryhausen e outros, eu nunca tinha visto isso feito com o tipo de peso e credibilidade que um orçamento A e uma grande produção de Hollywood em IMAX poderiam proporcionar”, concluiu Nolan.

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A estreia no Brasil está marcada para o dia 16 de julho de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

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Internautas CRITICAM teaser trailer do live-action de ‘Moana’

A aguardada adaptação em live-action de ‘Moana‘ ganhou seu primeiro teaser trailer nos últimos dias – e atraiu comentários bastante negativos por parte dos internautas.

Através das redes sociais, os fãs denotaram a falta de justificativa para a realização de um remake de uma animação que sequer completou uma década de lançamento, além de criticarem o fato da personagem principal, interpretada por Catherine Laga’aia, ter sido destituída de uma de suas características mais marcantes – o cabelo crespo.

Confira:

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos. A estreia está oficialmente marcada para 10 de julho de 2026, prometendo trazer uma nova camada de profundidade visual e narrativa a essa história que já é querida por milhões de fãs ao redor do mundo.

Confira o cartaz, as fotos e o trailer:

‘Moana’: Disney cogitou usar IA para manipular o rosto de The Rock em live-action

Disney VENCE processo sobre direitos autorais de ‘Moana’

Johnson também produzi o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

Criadores do primeiro ‘A Bruxa de Blair’ ABREM O JOGO sobre como foram tratados após sucesso do filme

Os diretores Eduardo Sanchez e Daniel Myrick, responsáveis pelo icônico filme de terror A Bruxa de Blair (1999), expressaram recentemente sua frustração por terem sido deixados de lado após o sucesso do filme.

Eles sequer foram consultados na produção das sequências da franquia que revolucionou o gênero.

Os diretores revelaram recentemente os sentimentos de decepção ao ver suas ideias e sugestões para a continuação da saga serem ignoradas.

“É sempre um pouco agridoce”, afirmou Myrick, sobre ser excluído de um projeto que ajudou a criar.

Sanchez completou: “Entendemos como Hollywood opera”, mas a ausência em decisões criativas ao longo dos anos continua sendo um ponto delicado para a dupla.

Após o estrondoso sucesso de A Bruxa de Blair, a Artisan Entertainment lançou em 2000 a sequência A Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras’, sem a participação dos diretores originais. Embora tenha gerado lucro, o filme não conseguiu repetir o impacto do original.

Em 2016, a Lionsgate assumiu a franquia e lançou um reboot, mas novamente, Sanchez e Myrick tiveram papéis limitados.

Para Myrick, a experiência serviu como uma lição sobre a indústria cinematográfica. “Os estúdios não são seus amigos”, afirmou, enfatizando a priorização dos lucros em detrimento da lealdade aos criadores originais.

Apesar das novas versões da franquia terem obtido sucesso moderado, Sanchez e Myrick acreditam que sua visão poderia trazer algo único para a série, sem entrar em detalhes sobre quais seriam suas ideias.

É importante lembrar que Heather Donahue, Michael C. Williams e Joshua Leonard, as estrelas do clássico A Bruxa de Blair, continuam lutando pelo reconhecimento de seu trabalho no filme.

Para quem não sabe, o longa, considerado um dos filmes independentes mais lucrativos, arrecadou US$ 250 milhões ao redor do mundo a partir de um orçamento estimado entre US$ 200 mil e US$ 700 mil. No entanto, os atores, responsáveis por operar suas próprias câmeras e improvisar as cenas, receberam apenas cerca de US$ 500 por semana durante as duas semanas de filmagem.

Após um longo processo devido ao uso de imagens, em 2004, o trio concordou com um acordo que lhes rendeu mais US$ 300 mil. Entretanto, até aquele momento, o filme já havia gerado lucros de mais de US$ 35 milhões a US$ 40 milhões para a Lionsgate.

A Bruxa de Blair está disponível no Prime Video.

 

‘The Moment’: Charli XCX estrela o trailer do novo filme da A24 baseado em sua própria ideia; Assista!

A cantora Charli XCX surge no trailer de ‘The Moment‘, novo filme da A24, baseado em sua própria ideia.

Além de estrelar, a popstar também servirá como produtora – sendo este o primeiro projeto de sua nova produtora, a Studio365.

A sinopse descreve a jornada de uma jovem estrela pop, inspirada pela própria Charli XCX, que enfrenta as complexidades da fama e as pressões da indústria da música enquanto se prepara para sua primeira turnê de arena.

O filme estreia dia 30 de Janeiro nos cinemas.

Assista:

Grammy Awards 2025 | Beyoncé, Charli XCX, Taylor Swift e mais na lista de indicados à premiação!

Aidan Zamiri faz sua estreia diretorial. Ela também assina o roteiro ao lado de A. G. Cook, que já havia colaborado com a cantora no álbum Brat.

Rosanna Arquette, Hailey Benton Gates, Kate Berlant, Jaime Demetriou, Kylie Jenner e Isaac Powell estrelam.

Confira a música original da Charlie XCX para o terror ‘Bodies Bodies Bodies’

Vale lembrar que a Charli XCX se tornou uma das mais indicadas da próxima edição do Grammy Awards pelo seu mais recente álbum.

Ela conquistou sete nomeações à premiação, incluindo Álbum do Ano, Gravação do Ano por “360”Melhor Performance Pop em Duo/Grupo por “Guess”, ao lado de Billie Eilish.

 

Reboot de ‘O Sobrevivente’ estreia no Brasil com classificação 18 anos; Menores de 16 não podem assistir!

O reboot de ‘O Sobrevivente‘ estreou nos cinemas nacionais com classificação indicativa para maiores de 18 anos no Brasil.

Quando um filme é classificado para maiores de 18 anos no Brasil, não é permitida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados de um responsável.

A restrição para essa faixa etária é absoluta e as leis e políticas de cinemas seguem a legislação brasileira, que proíbe o acesso de menores a conteúdos inadequados para a sua idade

Nos EUA, o longa estrelado por Glen Powell (‘Todos Menos Você’) foi desbancado pela sequência ‘Truque de Mestre: O 3° Ato‘ (US$21M), abrindo no TOP 2 com US$ 17 milhões. O resultado ficou levemente abaixo das projeções, que indicavam uma estreia acima de US$ 20 milhões no país.arrecadou US$ 28.2 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Com 64% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a mesma média de aprovação alcançada pela adaptação original de 1987.

 Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

‘O Sobrevivente’: Glen Powell revela que precisou da aprovação de Stephen King para protagonizar o filme

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

O elenco ainda conta com Josh Brolin, Karl Glusman, Katy O’Brian, Colman Domingo, William H. Macy, Daniel Ezra, Lee Pace, Jayme Lawson, Michael Cera e Emilia Jones.

Netflix PROMETE lançar os filmes da Warner Bros. nos cinemas se comprar o estúdio

Em uma proposta que vem movimentando os bastidores da indústria do entretenimento, a Netflix teria sinalizado ao conselho da Warner Bros. Discovery (WBD) que, caso a negociação de aquisição avance, a gigante do streaming pretende preservar e reforçar o modelo tradicional de lançamentos cinematográficos dos filmes da Warner Bros.

Segundo fontes próximas às negociações, a Netflix teria incluído na oferta um compromisso formal de manter a Warner “como um estúdio de cinema pleno”, assegurando que suas principais produções continuariam a estrear nas salas de cinema antes de chegarem ao streaming.

A decisão buscaria acalmar preocupações internas da WBD e também de parceiros da indústria exibidora, que temiam que uma eventual compra resultasse em uma migração agressiva de lançamentos diretamente para o streaming.

A Warner Bros., que possui um dos catálogos mais históricos e valiosos de Hollywood, tem dependido fortemente da bilheteria global para sustentar franquias como Batman, Duna, Harry Potter e Godzilla vs. Kong. Executivos ligados à empresa teriam pressionado por garantias de que o cinema continuaria sendo parte fundamental da estratégia de distribuição.

Gigantes da mídia como Paramount Global, Netflix e Comcast estão se preparando para apresentar uma rodada inicial de ofertas não vinculantes antes do prazo de 20 de novembro. O objetivo da WBD é finalizar a transação até o final do ano.

CEO da Paramount coloca em dúvida fusão com a Warner Bros. Discovery

Os potenciais compradores demonstram diferentes focos nos ativos do conglomerado, que incluem HBO, CNN, DC Comics e o estúdio Warner Bros. Pictures:

Diz-se que a Netflix e a Comcast estão “principalmente” interessadas nos ativos de cinema, TV e streaming da WBD, que englobam o HBO Max e o estúdio Warner Bros. O interesse delas não se concentra tanto nos componentes de televisão tradicional, como a CNN e o Discovery Channel.

Recentemente, o CEO da WBD, David Zaslav, almoçou com o CEO da Comcast, Brian Roberts, para “explorar uma possível oferta pelos estúdios e ativos de streaming”, sinalizando discussões avançadas.

A Paramount, por outro lado, estaria interessada na WBD como um todo, buscando uma fusão completa para consolidar sua posição no mercado de entretenimento.

Paramount nega que tem lista de atores “boicotados”; Saiba detalhes!

‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ ganha EMPOLGANTE trailer e belo cartaz

Jogos Vorazes: O Amanhecer da Colheita‘ teve seu primeiro e impactante trailer divulgado, junto com o cartaz da adaptação.

A trama se passa  vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário.

O novo filme é baseado no mais recente livro de Suzanne Collins, “Sunrise on the Reaping”. 

Confira:

Elle Fanning, que dará vida a Effie Trinket, compartilhou uma atualização empolgante sobre o aguardado longa, que chega aos cinemas em 2026. O filme contará a história de um jovem Haymitch Abernathy durante os 50º Jogos Vorazes.

“A Effie está na tela, o que é superlegal. E as roupas estão incríveis”, continuou Fanning.

Mudando um pouco o foco, a atriz elogiou os filmes anteriores da franquia e a interpretação de Elizabeth Banks, que deu vida à personagem Effie nas produções originais:

“Eu amo o que Elizabeth Banks fez, então, sabe, me inclino diante dela!”, disse Fanning. “Espero conseguir deixar os fãs orgulhosos”.

Chamando a produção de “divertida”, Fanning ainda destacou o trabalho do diretor Francis Lawrence, a quem descreveu como “incrível”, além de elogiar o elenco, que considerou “excelente”.

‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’: Joseph Zada aparece como Haymitch nas novas imagens de bastidores do longa

O elenco principal ainda conta com grandes nomes como:

 

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

Os filmes que completam 10 anos de estreia – mas você nem sabia que existiam!

Dá para acreditar que filmes como ‘Mad Max – Estrada da Fúria’, ‘Star Wars – O Despertar da Força’, ‘Vingadores – Era de Ultron’, ‘Perdido em Marte’, ‘Os Oito Odiados’ e ‘Creed’ estão completando 10 anos de sua estreia em 2025? Pois é, parece que foi ontem que estávamos empolgados para os seus lançamentos. O tempo não passa, ele voa. E se por um lado temos estes filmes atemporais, que continuam na boca dos fãs mesmo uma década depois, por outro temos também aqueles filmes que a grande maioria sequer ouviu falar, quanto mais saber que foram lançados há 10 anos. É justamente nesses filmes “varridos para debaixo do tapete” que iremos focar nessa nova matéria. Esses são os filmes que completam 10 anos, mas você nem sabia que existiam.

Stonewall – Onde o Orgulho Começou

O diretor Roland Emmerich é conhecido por ter comandado grandes blockbusters como ‘Independence Day’, ‘Godzilla’ e ‘O Dia Depois de Amanhã’. Mas você sabia que ele também dirigiu um drama real sobre uma luta sangrenta pelos direitos LGBTQIA+ que chocou os EUA no fim dos anos 1960? Pois bem, ‘Stonewall’ tinha toda a pompa de produção voltada a prêmios, mas por alguma razão se tornou um dos filmes mais esquecidos dos últimos dez anos.

A Viatura

Antes de comandar a trilogia de sucesso do ‘Homem-Aranha’ de Tom Holland na Marvel, o diretor Jon Watts já guardava bons thrillers em seu currículo. Aliás, foi justamente essa criatividade narrativa que atraiu os produtores do maior estúdio de Hollywood na atualidade. Jon Watts já demonstrou que comanda bem histórias guiadas por personagens jovens, e aqui neste suspense que fez sucesso no famoso festival de Sundance nos EUA, dois adolescentes acreditam ter tirado a sorte grande quando encontram um carro de polícia abandonado “dando sopa”. Os jovens inconsequentes resolvem pegá-lo para uma volta, sem saber que estariam se metendo em grandes problemas, devido ao fato de a viatura pertencer ao policial corrupto interpretado pelo grande Kevin Bacon.

Chi-Raq

Chega agora na lista o diretor mais prestigiado desta matéria. Estou falando do vencedor do Oscar Spike Lee, que tem no currículo obras-primas como ‘Faça a Coisa Certa’, ‘Febre da Selva’ e ‘Infiltrado na Klan’. Por outro lado, você pode ter certeza de que a grande maioria sequer ouviu falar deste ‘Chi-Raq’, que foi exibido nos Festivais de Berlim e Toronto. O filme é protagonizado por Teyonah Parris, que hoje faz parte do universo Marvel como Monica Rambeau, participando de séries como ‘WandaVision’ e filmes como ‘As Marvels’. No filme ela vive a namorada de um dos membros de gangue em um bairro pobre de Chicago. Ela cria um plano ousado para cessar com a guerra entre as gangues: enquanto eles continuarem se matando, suas namoradas farão “greve de sexo”. O título é uma mistura entre Chicago e Iraque para falar de uma guerra urbana que tira muitas vidas ao longo de décadas.

Últimos Dias no Deserto

Este ano estreou um filme polêmico sobre a juventude de Jesus Cristo, no qual seu pai, José, é interpretado por ninguém menos que Nicolas Cage. Tal filme, ‘Sombras no Deserto‘ (The Carpenter’s Son), é polêmico por se tratar de um terror sobrenatural. Por outro lado, na história do cinema muitos atores já interpretaram Jesus, como Willem Dafoe, Jim Caviezel e até Joaquin Phoenix. Mas você sabia que Ewan McGregor também interpretou o filho de Deus? Parece uma escolha óbvia, já que o ator escocês trouxe toda uma persona santificada em sua atuação como Obi Wan Kenobi. Dirigido pelo colombiano Rodrigo García, o longa é outra cria de Sundance e retrata o período em que Jesus ficou 40 dias no deserto jejuando e orando, e sendo colocado à prova.

A Forca

O mais curioso desta lista de filmes que a maioria sequer ouviu falar, é que muitos deles não são ruins. Pelo contrário. Veja, por exemplo, o caso com este ‘A Forca’. Talvez o maior problema dele seja que mesmo em seu lançamento há 10 anos, o estilo “found footage” (cujo ápice foi ‘A Bruxa de Blair’ em 1999) já era um artifício cansado e sem fôlego. Porém, tirando esse empecilho da frente, a história até que é assustadora, o tornando um longa eficiente do gênero. A ideia mostra um grupo de adolescentes tentando sabotar uma peça de teatro da escola que irão participar. O motivo: há 10 anos um estudante morreu no palco devido a um acidente. Para tal, eles entram no colégio à noite, a fim de destruir o cenário. Porém, irão se deparar com o fantasma enfurecido do colega Charlie. Este aqui tem produção da Warner.

A Jornada de Hank Williams

As biografias musicais se tornaram um subgênero popular e enquanto existirem cantores de sucesso, continuaremos ganhando suas histórias nas telonas. Só ano passado, por exemplo, tivemos as de Bob Marley, Amy Winehouse e Bob Dylan. Antes disso foi a vez do rei Elvis Presley, Whitney Houston e, é claro, Freddie Mercury. Em breve teremos a que promete se tornar a maior de todas: Michael Jackson. Porém, há 10 anos, tivemos a biografia de um cantor country não tão conhecido pelas gerações mais novas: Hank Williams. O chamariz aqui, no entanto, são as presenças de dois “Vingadores”. Tom Hiddleston (o Loki) vive Williams, e Elizabeth Olsen (a Wanda) interpreta sua esposa Audrey Williams.

Já Estou com Saudades

Último filme para o cinema da atriz Drew Barrymore, antes dela se tornar apresentadora de seu próprio talk-show. Depois de ‘Já Estou com Saudades’, Barrymore estrelou apenas produções da Netflix, como a série ‘Santa Clarita Diet’ e o filme ‘Duas por Uma’. Aqui, Barrymore estrela ao lado da indicada ao Oscar Toni Collette, como duas amigas de infância inseparáveis. Na vida adulta, elas continuam sua amizade entre os percalços do dia a dia. Porém, irão se deparar com a realidade mais cruel de sua trajetória, quando a personagem de Collette se descobre com câncer de mama e precisa enfrentar a doença. Um assunto mais atual do que nunca, já que estatísticas mostram um aumento impactante de câncer na população mais jovem.

Meu Nome é Ray

Outro assunto muito em voga na atualidade é a discussão de gênero. Tema que ainda causa muita confusão em grande parte da população mundial. Mas é sempre necessário debater. Na trama temos a jovem Ray interpretada por Elle Fanning. A trama narra sua jornada na transição para se tornar um rapaz e como isso afeta sua família, composta de três gerações de mulheres, incluindo sua mãe (papel da duas vezes indicada ao Oscar Naomi Watts) e sua avó (papel da vencedora do Oscar Susan Sarandon).

O filme, aliás, foi alvo de algumas polêmicas devido ao seu tema e terminou engavetado um tempo, trocou de nome nos EUA, e finalmente foi lançado sem qualquer alarde. Hoje, apenas dez anos depois, existe toda uma retórica sobre a contratação de atores trans e a problematização de se ter atores hétero em tais papeis. Na época, tal conversa não existia. A prova disso foi a vitória de Jared Leto no Oscar por seu papel em ‘Clube de Compras Dallas’.

Amor por Acidente

Jake Gyllenhaal é um grande ator. A prova disso é a sua indicação ao Oscar pelo filme ‘O Segredo de Brokeback Mountain’. Aliás, se o mundo fosse justo, Gyallenhaal teria ainda outras indicações, e quem sabe já teria até sua estatueta dourada. Acontece que no início dos anos 2010, o ator emplacava uma atuação impressionante atrás da outra, e gerava comoção nos cinéfilos. Nessa leva de ótimos trabalhos estão filmes como ‘O Abutre’, ‘Os Suspeitos’, ‘O Homem Duplicado’ e ‘Marcados para Morrer’. Mas como ninguém consegue ficar no topo para sempre, em seguida o ator emplacou uma fase, digamos, mais difícil de sua carreira, com filmes que não se tornaram tão conhecidos assim do grande público.

Muitos ele até gostaria de esquecer. É o caso com este ‘Amor por Acidente’, longa que foi rapidamente varrido para debaixo do tapete após sua estreia, e que o coloca para atuar com Jessica Biel e James Marsden. Mas quem poderia culpa-lo por ter assinado o contrato, afinal a direção é de David O. Russell, que antes estava na melhor fase de sua carreira, emplacando no Oscar de forma consecutiva em filmes como ‘O Vencedor’, ‘O Lado Bom da Vida’ e ‘Trapaça’. Na trama, Biel vive uma mulher que sofre um acidente e termina com um prego alojado em sua cabeça. No processo de buscar ajuda para si e outros em situação igual a dela, ela termina conhecendo e se apaixonando por um político, interpretado por Gyllenhaal.

The Girl in the Photographs

Terminando a matéria, temos um filme com assinatura do saudoso mestre do terror Wes Craven. Aqui, o cineasta não dirige o longa, apenas produz. O slasher traz um psicopata aterrorizando uma pequena cidade, através de fotos bizarras de suas vítimas. O longa caiu no limbo cinematográfico e sequer possui título em português. Talvez o longa nunca tenha chegado ao Brasil de fato. Este que vos fala teve a oportunidade de conferi-lo na edição 2015 do Festival de Toronto. Além de Craven na produção, outro chamariz é a assinatura de Osgood Perkins no roteiro, cineasta que viria a entregar trabalhos como ‘Longlegs – Vínculo Mortal’, ‘O Macaco’ e o recente ‘Para Sempre Minha’. No elenco, os nomes mais conhecidos são os de Kal Penn (‘Madrugada Muito Louca’) e Kenny Wormald, do remake de ‘Footloose’.

PRIMEIRA MÃO: Allison Janney fala sobre trabalhar com suas INSPIRAÇÕES na 2ª temporada de ‘Palm Royale’

Após um ótimo primeiro ano, ‘Palm Royale’ retornou com sua aguardada 2ª temporada, que chegou recentemente ao catálogo da Apple TV.

Estrelada por Kristen WiigLaura Dern, a trama nos leva para a idílica e intocável high society de Palm Beach, na Flórida, no final dos anos 1960 – e acompanha a forasteira Maxine Dellacorte-Simmons (Wiig), que luta para conquistar um lugar em meio a um seleto grupo através do clube de campo mais exclusivo da cidade, o Palm Royale, aprendendo no processo o que ela fará e o que não fará para alcançar seu objetivo. E, após um bombástico season finale, as expectativas para as desventuras de Maxine estão mais altas do que nunca.

Recentemente, o CinePOP teve a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com a vencedora do Oscar Allison Janney, que interpreta a imponente Evelyn Rollins na atração. Evelyn nutre de um desprezo significativo por Maxine e pela presença disruptiva da nouveau-riche na alta sociedade de Palm Springs – e, para a segunda temporada, as duas forjam uma aliança inesperada contra as forças que a querem longe dali.

Confira a conversa:

Há muito a destacar sobre ‘Palm Royale’, principalmente os incríveis figurinos. Como foi interpretar Evelyn através dos figurinos e torná-los seus?

Um dos maiores prazeres de participar de ‘Palm Royale’ é, sem dúvida, vestir os figurinos que Alex Friedberg, nosso brilhante figurinista, que encontrou, reaproveitou e criou para nós. É tudo. Eu sei quem é Evelyn quando visto um de seus caftãs ou um de seus vestidos — ela está sempre impecavelmente vestida.

E é uma alegria para cada ator da série ver o que Alex preparou para nós em seguida. E o mesmo vale para os cenários. Éum deleite para os olhos em termos de design. Sinto que me transporta da melhor maneira possível.

A comédia sempre foi vista como uma forma de sobreviver a momentos difíceis. Isso ainda é verdade para você, como artista?

Acho que a comédia e o humor são necessários para sobreviver em qualquer mundo em que você se encontre. Acho que é assim que se aprende, ter senso de humor sobre si mesmo, rir é viver. Esse é o segredo da vida, eu acho: o riso. E esse é o segredo da comédia, obviamente. 

Apesar de uma óbvia rixa com Maxine, o primeiro episódio da 2ª temporada traz Evelyn unindo forças com ela. Como foi desenvolver esse novo arco ao lado de Kristen Wiig?

Em primeiro lugar, Kristen Wiig é uma das minhas ídolas. Tenho a oportunidade de trabalhar com duas delas na série, Carol Burnett e Kristen Wiig. Eu fico deslumbrada toda vez que vejo a Kristen. E a relação que se desenvolve entre a Maxine e a Evelyn nesta temporada é deliciosa. É muito tensa.

E também é hilária. Especialmente para Evelyn, ela não quer Maxine em sua vida, mas começa a perceber que ela é meio que um mal necessário. E isso se desenvolve ao longo da temporada, mostrando essas duas mulheres se respeitando e precisando uma da outra da melhor maneira possível, em um exemplo de empoderamento feminino, por assim dizer.

A icônica Carol Burnett retorna nesta temporada, e Patti LuPone também faz parte do elenco. Você se lembra da primeira vez que ouviu falar delas ou as viu performar?

Bem, Carol Burnett… eu me lembro dela desde pequena, assistindo aos seus programas e percebendo que era isso que eu queria fazer. Eu a achava incrível. Eu a idolatrava. Eu a considerava uma mentora extraordinária, alguém para se inspirar, para ver como ela abriu caminho para que todas nós pudéssemos ser mulheres na televisão. É sempre uma luta para as mulheres estarem em um mundo dominado por homens. E Carol simplesmente rompeu barreiras de maneiras que foram realmente inspiradoras para mim.

E Patti LuPone, vindo do teatro, eu a idolatro. Ela é da realeza. E tê-la por perto, contracenando com ela, vendo-a simplesmente se apropriar do material e dominá-lo, foi uma verdadeira aula. Ela é brilhante. E a Carol é uma companhia muito divertida no set, simplesmente estar com ela é um sonho realizado.

Além disso, meu pai acha que minha carreira foi legitimada porque estou trabalhando com Carol Burnett.

A série tem alguns momentos muito engraçados e outros mais obscuros. Como você consegue equilibrar esses mometos como atriz?

Eu interpreto a verdade em cada cena. Mesmo quando sei que estou fazendo uma comédia, não interpreto a comédia em si. Eu simplesmente interpreto a verdade de que, na comédia, as apostas são sempre altas. E enquanto você estiver ancorado nessa realidade, o humor acontece fora dela. O humor está no roteiro e na forma como é dirigido, ele brilha.

Mas eu não penso nisso. Eu apenas me concentro na realidade do que estou tentando fazer naquela cena. E é sempre algo extravagante, o que torna tudo divertido.

O que você acredita que faz ‘Palm Royale’ se conectar com o público de hoje – especialmente para aqueles procurando por histórias sobre mulheres imperfeitas, mas poderosas?

Bem, em primeiro lugar, o tema geral de ‘Palm Royale’ sempre foi o desejo de pertencer, o desejo de fazer parte de algo de que você não faz parte. Toda mulher deseja isso: Evelyn deseja poder e status; Maxine deseja ser vista por essas mulheres na sociedade Palm Royale.

Ela quer ser aceita. Todo mundo quer aceitação e validação, o que é um tema universal, eu acho. E nesta temporada, vemos as mulheres se transformarem porque, conforme a segunda temporada avança, Evelyn perde sua riqueza e seu status. Mas ela não recua. Ela se adapta. E isso é o que é fantástico nessas mulheres, elas são adaptáveis.

Elas são sobreviventes. Acho que encontram o poder supremo na reinvenção feminina e na amizade. E é maravilhoso vê-las perceber que talvez dinheiro e status não sejam o poder supremo, mas sim a liberdade.

As 10 Melhores Músicas de Michael Jackson

Michael Jackson é, até hoje, um dos maiores artistas da história da humanidade: considerado o rei do pop por uma infinidade de fatores, o astro começou sua carreira como parte do grupo Jackson Five antes de embarcar em uma gloriosa discografia solo que eternizou dezenas de músicas, cujo impacto se estende até os dias de hoje.

Dono do álbum mais vendido de todos os tempos, ‘Thriller’, e responsável pela música pop como a conhecemos hoje, celebrar sua importância nunca é demais – e, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando suas dez melhores canções.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. “HUMAN NATURE”

Soft-rock e R&B são os gêneros que regem “Human Nature”, mais um dos singles do álbum. A semi-balada traz a assinatura de Quincy Jones na produção, motivo pelo qual encontramos um coeso fio performático do começo ao fim. As sutilezas e as interpolações de instrumentos servem como uma reflexão mais palpável da natureza humana, como aponta o título, e nossa necessidade intrínseca de explorar o inexplorável e sempre deixar que a ambição nos guie a alcançar nossos sonhos, por mais que as atitudes não façam muito sentido.

9. “WANNA BE STARTIN’ SOMETHIN'”

Pegando elementos de seu álbum anterior, ‘Off the Wall’, Michael construiu uma ode que unisse o melhor dos dois mundos em um complexo arranjo afro-disco e funk intitulado “Wanna Be Startin’ Somethin'”. A faixa abre o álbum e funciona, ao mesmo tempo, como encerramento de um capítulo e início de outro, em que a incorporação do som que explorava no passado vem carregado de incursões novas e originais. O aspecto mais interessante da canção é, sem sombra de dúvida, o narcótico e retumbante arranjo de bateria, trompetes e cordas.

8. “P.Y.T. (PRETTY YOUNG THING)”

“P.Y.T.” é uma das músicas mais divertidas de ‘Thriller’ e funciona como o penúltimo single do álbum. A faixa, composta por James Ingram e Jones, se estrutura no embate entre uma multiplicidade vocal que acompanha Jackson e uma celebração disco e funk de uma narrativa sobre paixão. Essa, inclusive, é uma das faixas mais aceleradas da produção e caiu no gosto popular por seu inocente caráter – apesar de nunca ter sido performada ao vivo pelo cantor.

7. “MAN IN THE MIRROR”

Michael sempre utilizou sua plataforma musical para discorrer sobre temas importantes e necessários para debate – e “Man in the Mirror”, o quarto single do aclamado álbum ‘Bad’, não ficaria de fora dessa lista de críticas canções. Garantindo o nono #1 do rei do pop, a belíssima faixa é uma de suas assinaturas e conta com incursões gospel do Andraé Crouch Choir cujo tema principal é a autotransformação e a responsabilidade pessoal em fazer do mundo um lugar melhor – começando com as nossas próprias atitudes.

6. “BLACK OR WHITE”

São poucas as pessoas que não conhecem “Black or White”, não apenas uma das canções mais conhecidas da discografia de Jackson, mas uma das melhores incursões que ele encabeçou em sua prolífica carreira. Trazendo elementos do pop e do pop-rock, a irretocável faixa e o impecável videoclipe funcionam como uma celebração da diversidade e que conta com cada um dos trejeitos eternizados pelo cantor e compositor de maneira envolvente e bem dançante.

5. “SMOOTH CRIMINAL”

“Smooth Criminal” é uma faixa tão bem pensada que sua épica atmosfera é mascarada por uma mistura certeira de diversos estilos musicais que transformam a canção em uma história de sobrevivência sobre uma mulher que é atacada por um criminoso tão competente que não deixa traços de sua existência. Amalgamando dance-poppopR&Bsynth-funk, a faixa integra o álbum ‘Bad’ e transforma-se em uma epopeica declaração artística de Michael e de Jones em mais uma colaboração aplaudível e inesquecível.

4. “DON’T STOP TILL YOU GET ENOUGH”

“Don’t Stop ‘Til You Get Enough” tem uma história muito interessante com o Brasil, visto que o arranjo instrumental da icônica faixa foi usada como abertura do programa Video Show, da Rede Globo. E a canção, que faz parte do irretocável ‘Off the Wall’, representou um dos momentos mais importantes da carreira de Jackson, tornando-se a primeira música solo que gravou com total controle criativo – trazendo o melhor do disco, do funk e do soul e mudando para sempre o cenário dos videoclipes.

3. “BILLIE JEAN”

‘Thriller’ funciona como um declamação testamentária de tudo que Michael já havia entregue para os fãs desde quando participava do grupo Jackson 5. Logo, não é nenhuma surpresa que boa parte das músicas seja uma explosão de estilos diferentes – e a melhor representante dessa vibrante mixórdia é “Billie Jean”, que traz o funk, o pós-disco, o R&B e o dance-pop unidos em uma ótima faixa. A história é inspirada nas groupies que assediavam seu irmão mais velho e fala sobre uma jovem que alega que seu filho é o de Michael também.

2. “BEAT IT”

O terceiro single do álbum rendeu a Jackson duas estatuetas do Grammy Awards, incluindo Gravação do Ano. A fusão impecável entre hard-rock e dance-rock apagava as linhas que separavam os dois gêneros, além de contar com uma performance aplaudível de um dos maiores artistas de todos os tempos e um icônico solo de guitarra de ninguém menos que Eddie Van Halen. Como se não bastasse, a canção é guiada por uma antêmica narrativa que discorre sobre superar os problemas e fazer o que você consegue para se sobressair – mas entendendo que, às vezes, cair é fundamental.

1. “THRILLER”

Obviamente nenhuma outra canção poderia ocupar a primeira posição da nossa lista. Uma das canções de maior sucesso da história, “Thriller” é um espetáculo sonoro e uma amálgama entre passado e presente que não decepciona em nenhum momento – seja nos versos arrepiantes, nos uivos de lobisomens que permeiam a estrutura instrumental, seja na mistura entre pop e funk que grita a cada segundo. Uma ótima escolha para o Dia das Bruxas, a faixa é o suprassumo do cenário mainstream e uma atemporal rendição conhecida por qualquer um que já tenha ouvido falar de Michael Jackson.

‘How to Make a Killing’: Suspense de vingança com Glen Powell ganha data de estreia

A A24 finalmente anunciou quando ‘How to Make a Killing‘, novo suspense de vingança estrelado por Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), será lançado.

O longa está programado para estrear no dia 20 de fevereiro de 2026.

Originalmente intitulada ‘Huntington‘, a produção gira em torno de Redfellow (Powell), o herdeiro de uma fortuna multibilionária que não irá parar por nada até ter o que ele merece… ou o que ele pensa que merece.

Ed Harris (‘Westworld’) e Margaret Qualley (‘A Substância’) também estrelam a produção.

John Patton Ford (‘Emily, A Criminosa’) será responsável pela direção e roteiro.

O roteiro foi inspirado pelo clássico ‘As Oito Vítimas‘, de 1949.

O site afirma que o longa deve iniciar suas filmagens durante o verão norte-americano.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Novos cadetes e missões no teaser DUBLADO de ‘Star Trek: Academia da Frota Estelar’; Confira!

A Paramount+ divulgou o novo teaser dublado de ‘Star Trek: Academia da Frota Estelar‘ (Starfleet Academy), próxima série derivada do universo ‘Star Trek‘.

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A produção chegará ao serviço de streaming no dia 15 de janeiro de 2026.

Na trama…

Acompanhamos as aventuras de uma nova turma de cadetes em um dos lugares mais lendários da galáxia. Sob o olhar atento e exigente de seus instrutores, eles descobrirão o que é preciso para se tornarem oficiais da Frota Estelar enquanto navegam por amizades florescentes, rivalidades explosivas, primeiros amores e um novo inimigo que ameaça tanto a Academia quanto a própria Federação.

O elenco conta com Karim Diané (‘Um de Nós Está Mentindo’), Zoë Steiner (‘Significant Others’), Kerrice Brooks (‘My Old Ass’), Bella Shepard (‘Wolf Pack’), George Hawkins (‘Tell Me Everything’), Oded Fehr (‘A Múmia’), Tig Notaro (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’), Mary Wiseman (‘Star Trek: Discovery’) e Robert Picardo (‘Star Trek: Voyager’).

Vale lembrar que Paul Giamatti será o vilão principal da 1ª temporada, enquanto Holly Hunter dará vida a uma das capitãs e à chanceler atual da Academia Espacial.

A atração conta com Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) e Noga Landau (‘Nancy Drew’) atuam como coshowrunners e produtores executivos.

‘PONIES’: Thriller de espionagem com Emilia Clarke ganha imagens e data de estreia

O Peacock divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘PONIES‘, novo thriller de espionagem estrelado por Emilia Clarke (‘Game of Thrones’).

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no dia 15 de janeiro.

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Ambientada em Moscou, em 1977, a trama seguirá duas PONIES (um cidadão aparentemente comum e inocente, em termos de espionagem) que trabalham anonimamente como secretárias para a Embaixada Americana. Quando seus maridos são assassinados sob circunstâncias misteriosas pela União Soviética, elas se tornam agentes da CIA.

Bea (Clarke) é uma mulher educada, fluente em russo e filha de imigrantes soviéticos. Sua companheira, Twila (Haley Ly Richardson), é uma garota de cidade pequena, tão abrasiva quanto destemida. Juntas, elas trabalham para descobrir uma vasta conspiração da Guerra Fria e resolver o mistério que as tornou viúvas em primeiro lugar.

O elenco ainda contará com Adrian Lester (‘Sandman’), Artjom Gilz (‘Tár’), Nicholas Podany (‘Saturday Night’), Petro Ninovskyi (‘Shttl’) e Vic Michaelis (‘Upload’).

A série foi criada por Susanna Fogel (‘The Flight Attendant’) e David Iserson (‘Mr. Robot’), que também servirão como produtores executivos e roteiristas.

Enquanto Fogel assumirá a direção, Iserson atuará como showrunner.

Jessica Rhoades (‘Black Mirror’) também servirá como produtora executiva.

A série está sendo produzida pela Universal Television, uma divisão da Universal Studio Group.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Brenda Lee’, ‘Dreamgirls – Em Busca de um Sonho’ e os melhores musicais de 2025

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O teatro é uma das expressões artísticas mais condizentes à capacidade da criação humana – e não é surpresa que seja considerada uma forma de arte superior ao lado de tantas outras incursões de igual renome. E, quando pensamos no cenário musical, diversas produções chegam aos palcos brasileiros para encantar o público e mostrar que nossos artistas não devem nada aos de fora e nem mesmo deixam a desejar quando pensamos em produções originais.

Visto que nos aproximamos das semanas finais de 2025, relembrar os melhores momentos dos últimos doze meses é natural – e aqui no CinePOP isso não seria diferente.

Dando continuidade às nossas matérias de final de ano, preparamos uma breve matéria elencando os cinco melhores musicais que agraciaram os palcos da capital paulista.

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. WICKED

A terceira temporada de Wicked teve início em março deste ano no Teatro Renault, em São Paulo – e, felizmente, o retorno a um dos maiores locais de entretenimento da cidade provou ser essencial para o sucesso da apresentação, apostando em uma mudança total de cenários e efeitos especiais para nos comover uma vez mais. E, considerando os incontáveis problemas de suas exibições no Teatro Santander, é interessante voltar a um vibrante e coloridos microcosmos que parece ter aprendido com os erros de um passado não muito distante e se mostra disposto a resgatar a magia outrora perdida – encontrando sucesso em quase sua completude.

John Stefaniuk retornou como diretor geral do espetáculo e corrigiu os deslizes que cometeu dois anos atrás, aproveitando o amplo espaço do teatro para garantir uma experiência maximizada do público – que irrompeu em aplausos a cada canção performada e cada aparição das atrizes durante as sessões. E, à medida que o crescendo do final da primeira parte chega às gloriosas notas finais, adentramos um sólido ato de encerramento que navega com êxito pela comédia e pelo drama.

4. UMA BABÁ QUASE PERFEITA

Em 1993, Robin Williams eternizava mais um de seus icônicos papéis no cenário cinematográfico com o lançamento de ‘Uma Babá Quase Perfeita’ – que, até hoje, é considerado um dos filmes mais conhecidos dos anos 1990. Em 2019, essa incrível e tocante história chegou aos palcos através de uma adaptação musical que, apesar de ter recebido críticas mistas, conquistou o público antes de fazer seu début na Broadway. Agora, somos convidados para a releitura brasileira desse enredo inspirador com uma sólida direção de Tadeu Aguiar e um elenco de peso que inclui Eduardo Sterblitch no papel protagonista.

Ao longo de duas horas e meia que passam em um piscar de olhos, o diretor alia-se a um time de grandes artistas para idealizar uma visão que se iguale à irretocável identidade da Broadway, mas sem deixar de lado pormenores que dialoguem diretamente com os espectadores brasileiros – engendrando uma apaixonante história de amor familiar cujas múltiplas camadas são assimiladas de formas diferentes por cada um.

3. BRENDA LEE E O PALÁCIO DAS PRINCESAS

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A figura da ativista Brenda Lee, conhecida como o Anjo da Guarda das Travestis, foi eternizada com o musical ‘Brenda Lee e o Palácio das Princesas’, que este ano retornou com uma nova montagem no Teatro Vivo, na Zona Sul da capital. Em meio a constantes ressurgimentos das pautas LGBTQIA+, minadas dia após dia com a ascensão da extrema direita e de grupos conservadores, a peça mostra-se mais importante do que nunca: afinal, a história de Brenda é um reflexo que parece se manter imóvel frente a pessoas que não entendem a pluralidade de gêneros e de identidades e que transformam essa comunidade em um bode expiatório de problemas estruturais muito maiores. E, guiada por um elenco irretocável, a nova versão dessa memorável história é espetacular e tocante do começo ao fim.

O espetáculo toma forma com apenas um cenário imóvel; entretanto, diferente do que podíamos imaginar, a mescla industrial e vaudeville que compõe a arquitetura do palco torna-se entidade viva para que acompanhemos o arco das protagonistas em meio a uma divertida multiplicidade artística que singra pelo tango, pelo samba, pelas baladas pop e pelo rock. Dessa maneira, somos engolfados em uma verborrágica e apaixonante declamação que quase se transforma em poesia através de atuações certeiras e recheadas de impecáveis sutilezas – com destaque ao glorioso retorno de Verónica Valentino como Brenda Lee.

2. DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO

A inspiradora história de ‘Dreamgirls – Em Busca de um Sonho’ chegou pela primeira vez aos palcos brasileiros em 2025, pelas mãos de Gustavo Barchilon: a trama é centrada em um trio de cantoras amadoras de Chicago conhecido como The Dreamettes, cujo sonho é alcançar o estrelato em uma época em que cantores negros de soul, jazz, R&B e gêneros correlatos lutavam para alcançar o mínimo de reconhecimento em um país marcado pela segregação e pelas disputas raciais.

Estendendo-se pelas décadas de 1960 e 1970, a história funciona como uma grande carta de amor à música e finca suas inspirações nas artistas da MOTOWN (uma das principais produtoras da época, responsável por lançar ao mundo nomes como The Supremes e Ashford & Simpson) e na forma como o soul não apenas se sagrou como um dos principais gêneros das rádios, mas num palanque histórico de empoderamento e de libertação. E, ao longo de duas horas e meia que passam em um piscar de olhos, o resultado é mais do que aprazível e mostra que o musical já deveria ter chegado em território nacional há bastante tempo.

1. RAPSÓDIA – O MUSICAL

Foto: Álefe Ouriques

‘Rapsódia – O Musical’ é um projeto bem diferente do que estamos acostumados: após ter estreado no Rio de Janeiro após uma década, a peça passou por uma remodelação estrutural e criativa que culminou em sua estreia nos palcos de São Paulo, na Sala Experimental do Teatro B32, e que se configurou, desde seu début no começo do mês, como uma das joias do cenário independente por seu caráter inovador e original, mergulhando de cabeça na cultura nacional e rearranjando conhecidos tropos do terror, da comédia e do próprio musical em uma explosiva e hilária narrativa.

Criada e dirigida por Mau Alves (‘Glam’), que também entra como um dos personagens principais e produtor da atração, a trama acompanha o tímido e estranho Pátrio (Felipe Assis Brasil), um jovem que se muda para a fictícia cidade de Rapsódia após ser chamado para trabalhar com o primo distante, Jeremias (Conrado Helt). Pátrio é escalado como braço-direito de Jeremias em uma fábrica de sabão, cujos estranhos funcionários e dono escondem um segredo que o protagonista está determinado a descobrir – e que se esconde em um críptico porão trancado a sete chaves. A partir daí, Pátrio se vê engolfado e arrastado para uma complexa artimanha que se estende por breves uma hora e vinte e que nos arrebata logo nos primeiros segundos.

‘Traição Entre Amigas’: Filme estrelado por Larissa Manoela ganha nova data de estreia

Traição Entre Amigas‘, filme estrelado pela Larissa Manoela e Giovanna Rispoli, ganhou uma nova data de estreia nos cinemas nacionais.

O filme agora chega aos cinemas dia 11 de Dezembro.

A trama acompanha as amigas Penélope e Luiza, que sempre foram inseparáveis, até que uma escolha errada coloca a amizade à prova e muda o rumo de suas vidas. Entre mágoas, romances e reflexões, elas descobrem que amadurecer é bem mais complicado do que parece. Enquanto Penélope tenta a sorte como atriz em Nova York, Luiza mergulha no universo da música. E no meio de tantas mudanças, elas vão descobrir que toda amizade tem amor, promessas e segredos, mas que também tem os seus limites.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Bruno Barreto (‘Férias Trocadas’), o longa é baseado no livro homônimo da Thalita Rebouças.

Traição Entre Amigas

O elenco ainda conta com André Luiz Frambach, Nathalia Garcia, Gabrielle Joie, Emanuelle Araújo, Guenia Lemos, Otavio Linhares, Dan Ferreira e Pedro Colombelli.

TRAIÇÃO E POLÊMICA! Conheça o MELHOR reality show lançado nos últimos anos…

PRIMEIRA MÃO: Kristen Wiig explora os desafios do papel duplo de atriz e produtora em ‘Palm Royale’

Palm royale 5

Após um ótimo primeiro ano, ‘Palm Royale’ retornou com sua aguardada 2ª temporada, que chegou recentemente ao catálogo da Apple TV.

Estrelada por Kristen WiigLaura Dern, a trama nos leva para a idílica e intocável high society de Palm Beach, na Flórida, no final dos anos 1960 – e acompanha a forasteira Maxine Dellacorte-Simmons (Wiig), que luta para conquistar um lugar em meio a um seleto grupo através do clube de campo mais exclusivo da cidade, o Palm Royale, aprendendo no processo o que ela fará e o que não fará para alcançar seu objetivo. E, após um bombástico season finale, as expectativas para as desventuras de Maxine estão mais altas do que nunca.

Recentemente, o CinePOP teve a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com Wiig, que explorou seu papel duplo como protagonista e produtora executiva – além de trazer algumas reflexões sobre o que torna a série tão envolvente.

Confira:

Você têm dois papéis na série: o de atriz e de produtora executiva. Que lição você aprendeu depois de gravar esta segunda temporada?

Bem, é uma colaboração. E eu tenho muita sorte de, no que diz respeito à atuação, termos o elenco que temos. Eu simplesmente amo cada um deles. E a equipe de produção é a mesma. E eu adoro fazer os dois. E acho que, como o [criador] Abe Sylvia, nosso showrunner, diretor, criador, capitão da nave, sabe tão bem o que a série representa, ele facilita muito o trabalho de todos nós.

O que em particular neste projeto te motivou a assumir essa responsabilidade extra de produtora executiva?

Bem, quando me envolvi com o projeto pela primeira vez, ainda estava bem no início, e eles meio que me convidaram para fazer esse trabalho. E eu fiquei muito animada porque adoro produzir. Adoro ter esse desafio criativo. E adoro participar do processo de seleção de elenco.

E também como roteirista, poder ter essas conversas com os roteiristas e com o Abe sobre certos assuntos é algo que realmente me dá prazer. Acho que ter esse papel desde o início foi algo que eu nunca tinha feito antes em uma série de TV. Então, aprendi muito. E eu adoro fazer isso.

Você tem essa incrível capacidade de fazer as pessoas rirem e revelar algo profundamente humano por trás do humor. Quando você percebeu que a comédia também podia ser usada como uma forma de honestidade?

Ah, eu acho que os melhores comediantes, desde sempre, têm essa honestidade e vulnerabilidade. Acho que quanto mais você conhece alguém e quanto mais você vê toda a gama de emoções dessa pessoa, mais engraçada ela pode ser ou mais triste ela pode ser em uma apresentação. Acho que está tudo conectado.

Você mencionou que o Abe sabe muito bem do que se trata o programa. O que faz dele excepcional e quais são os temas que você sente que ele está inserindo pouco a pouco na série?

Ele cria pinceladas tão amplas, mas também é tão específico ao mesmo tempo. Sua capacidade de ser tão livre na escrita e na narrativa é admirável, porque eu nunca participei de uma série como essa antes. A liberdade artística, a grandiosidade com que nos aventuramos. Em todos os aspectos, figurino, cenário, direção de arte, atuação e roteiro, tudo é tão grandioso. E é uma alegria imensa poder fazer algo assim, sem ter que se preocupar demais com o que está fazendo.

Acho que todos os roteiristas são simplesmente extraordinários. E definitivamente houve momentos em que filmamos as cenas fora de ordem e chegávamos ao set pensando: “espera aí, o que é isso? Onde eu estava? Como me sinto?”. E o Abe é simplesmente um farol de esperança, aquele para quem você recorre antes e depois de cada cena. Além disso, ele é um ser humano incrível, muito artístico, criativo e talentoso. Temos muita sorte de tê-lo. O programa não seria o mesmo sem ele. E ele é muito reconfortante quando você sente que não está dando conta do recado.

Como você navega na linha tênue entre o absurdo e a comédia? E como faz isso sem cair em qualquer um dos dois extremos?

Bem, às vezes as circunstâncias e os diálogos são completamente absurdos. Então você precisa, de alguma forma, encontrar um jeito de se manter com os pés no chão, seja através da própria performance.

Novamente, falando sobre Abe, acho que isso também é algo com que ele nos ajuda, porque você pode ler algo e não saber realmente o quão amplo ou abrangente pode ser o seu significado. E você precisa observar a cena anterior e a posterior, porque não quer ter duas coisas absurdas seguidas ou duas coisas muito profundas em sequência. É uma questão de equilíbrio. E, para dar crédito aos roteiristas novamente, é algo que eles inserem e retiram com tanta naturalidade.